Arquivo fevereiro, 2015

Derrubado um dos Pilares do Espiritismo – o livre-arbítrio (Parte 6).

terça-feira, fevereiro 24th, 2015

A Scientific American Brasil de fevereiro de 2015 traz uma matéria escrita por Eddy Nahmias em que ele defende a existência do livre-arbítrio. Sua defesa pode ser lida aqui. O artigo é bem escrito e informativo das experiências mais recentes sobre a questão, mas a defesa é pífia. Recomendo fortemente a leitura deste link em que ficam claras as fragilidades do artigo de Nahmias. No mais, devo dizer que acho inaceitável que um ateu possa defender a existência do livre-arbítrio. Uma vez que o Deus ocidental é geralmente definido como tendo dado o livre-arbítrio à Humanidade, a comprovação da inexistência do livre-arbítrio faria a grande massa das religiões desaparecer do planeta!

Uma Visão e Sua Sequência, por Jane H. Sagendorph (1926) [repostagem]

quinta-feira, fevereiro 5th, 2015

Neste livro encontramos a “Santíssima Trindade”: Leonora Piper, Gladys Osborne Leonard e a Sra. Chenoweth trabalhando “juntas”. Com Piper temos algumas de suas últimas sessões registradas (em 1925!), ela já bem velhinha, mas ainda assim exibindo capacidades paranormais. Osborne também demonstrou um inequívoco conhecimento paranormal, tanto que a pesquisadora se viu forçada a não publicar algumas das informações por serem muito íntimas, embora ela dê uma boa ideia do tipo de informação que Osborne transmitiu. E a Sra. Chenoweth mais uma vez fornece evidências que alguns animais sobrevivem em algum pós vida. Este livro já havia sido publicado aqui antes, mas como o 4shared me bloqueou ele não estava mais acessível. Isso muda agora, basta clicar aqui.

Testes de Livros e Jornais, por Michael Tymn

terça-feira, fevereiro 3rd, 2015

Este artigo mostra que testes de leitura de livros fechados com supostos espíritos foram feitos no passado por vários investigadores, obtendo-se resultados de muito sucesso. O artigo também explica como seria a percepção do ambiente pelos espíritos, e se daria de dois modos: por meio da ‘sensação’ (mais comum) e por meio da ‘visão’ (lentamente desenvolvida com o tempo). Para ler e baixar o artigo, clique aqui.

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