O IRMÃO MAIS NOVO DE ‘G.P.’: UMA NOTA (1995), por James Munves

‘George Pelham’, cujas comunicações pós-morte como o controle ‘G.P.’ abrangiam a principal evidência de Richard Hodgson para a sobrevivência pessoal, era George Pellew, nascido na Ilha de Wight em 1859 de Henry Pellew e Eliza Jay. A maior parte das comunicações de ‘G.P.’ ocorreu durante os três anos após a morte de George em Nova York em fevereiro de 1892. Como o controle ‘G.P.’ era central ao argumento de Hodgson para a realidade das comunicações espirituais, ele virou o foco dos céticos. Em 1917, vinte anos após o relatório de Hodgson sobre ‘G.P.’, Edwin Clodd escreveu um livro contrário à sobrevivência pessoal em que ele ridicularizou ‘G.P.’ e Hodgson. Para ler o artigo em português, clique aqui. Para ler o original em inglês, clique aqui.

131 respostas a “O IRMÃO MAIS NOVO DE ‘G.P.’: UMA NOTA (1995), por James Munves”

  1. Mariana Diz:

    Oi Vitor, tudo bem?
    Existe alguma refutação disso?
    Esse artigo compromete negativamente em algo o trabalho da Piper e do Hodgson?
    Obrigada ?

  2. Vitor Diz:

    Oi, Mariana
    o próprio artigo já é uma refutação ao livro de Clodd. Não se deixe impressionar pelo resumo do artigo… leia ele todo. Nada neste artigo compromete negativamente o trabalho de Hodgson com Piper.

  3. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor,
    .
    O artigo é só isso ou tem continuação?

  4. Vitor Diz:

    O artigo é só isso. Munves possui outro artigo sobre Piper, porém.

  5. MONTALVÃO Diz:

    /

    Ao iniciar a leitura, tive a impressão de que o Visoni dera ouvidos ao meu apelo, de mostrar os dois lados das histórias, ou seja, das crenças que apregoa. Se foi isso não começou da melhor forma, pois o artigo soa contraditório em si mesmo, tipo uma hora dizer que o sujeito disse, depois desdizer e depois desdesdizer…
    .
    Vou fazer nova leitura, que a primeira foi só para conhecer, sem maior avaliação, de qualquer modo uma coisa ficou clara: há artigos (suponho que em quantidade satisfatória) analisando Piper sob outros ângulos que não o tendente ao misticismo, quer dizer, aquela via que a ela atribui poderes, ora espirituais (mediunidade) ora paranormais (telepatia e clarividência), quando o ideal seria analisá-la pelo aspecto psicológico, levando em conta as habilidades pessoais que possuiria.
    .
    Almejo que esta seja nova tomada de posição do Visoni, no sentido de apresentar aos seus leitores ampla visão dos assuntos que publica, em vez das tendenciosas defesas do paranormal e da mediunidade que temos visto.
    .
    Hodgson foi talvez o pesquisador que mais tempo dedicou a Piper, entretanto, ao que parece, o investigador possuía duas tendências antagônicas: uma fina prudência cética e uma forte inclinação ao misticismo. No final a segunda imperou, ao ponto de Hodgson publicar um besteirol admirável, dito provindo da sapiência dos espíritos, explicando como é que Piper podia fazer, em transe, duas coisas diferentes ao mesmo tempo; fala-se que no último quartel de sua vida Hodgson desenvolveu “mediunidade” passando a receber recados dos guias de Piper… sintomático e lamentável…

  6. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “o artigo soa contraditório em si mesmo, tipo uma hora dizer que o sujeito disse, depois desdizer e depois desdesdizer…”
    .
    Este artigo NÃO É contraditório consigo mesmo! O autor diz o que o irmão mais novo de G.P. disse e depois o refuta com os fatos. Simples assim.
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    MONTALVÃO DISSE: “quando o ideal seria analisá-la pelo aspecto psicológico, levando em conta as habilidades pessoais que possuiria.”
    .
    Isso foi feito por todos que a analisaram.
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    MONTALVÃO DISSE: “Almejo que esta seja nova tomada de posição do Visoni, no sentido de apresentar aos seus leitores ampla visão dos assuntos que publica, em vez das tendenciosas defesas do paranormal e da mediunidade que temos visto.”
    .
    Eu sempre fiz isso. Não tenho culpa se os resultados positivos se sobrepõem (e muito!) aos negativos, ou se os próprios céticos obtém resultados positivos.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “No final a segunda imperou, ao ponto de Hodgson publicar um besteirol admirável, dito provindo da sapiência dos espíritos, explicando como é que Piper podia fazer, em transe, duas coisas diferentes ao mesmo tempo; ”
    .
    Montalvão, você acha que engana a quem passando a impressão que você leu o que Hodgson escreveu?

  7. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, você acha que engana a quem passando a impressão que você leu o que Hodgson escreveu?”
    /.
    UAI?

  8. Vitor Diz:

    Diga em que volume dos Proceedings, e em que páginas, Hodgson escreveu o “besteirol admirável” que você cita.

  9. Gorducho Diz:

    By the way… ¿onde se vê o original (pra tentar alfinetar a tradução :evil: )?

  10. Vitor Diz:

    Atualizei a entrada do post com um link pro artigo em inglês.

  11. Gorducho Diz:

    Acho que o cara quer dizer que eram, ou seja, as comunicações continham as maiores evidencias que o Hodgson houvera conseguido juntar (i.e.: tinha)
    :?:

  12. Gorducho Diz:

    leal (patriota)
    :?:

  13. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Diga em que volume dos Proceedings, e em que páginas, Hodgson escreveu o “besteirol admirável” que você cita.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: uma geração má e cruel pede um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado a não o do profeta Jonas e o da Conjetura de Moi…
    .
    Aproveite para me informar em que edição do Pravda Ilitch Ilvitch Ulvanov publicou o manifesto “Da Burghezovsk Fedvsky”, que traduzo por que sei que não tens familiaridade com idiomas eslavos: A Burguesia Fede.
    .
    Eu poderia, também, quedar-me, marcianicamente, silente, pois não preciso provar nada a ninguém, ou apelar para a emenda constitucional da falta de saco, ou, ainda, recorrer ao inalienável direito de não saber inglês o suficiente…
    .
    Nada disso me serviria e tudo isso ser-me-ia usado contra, considerando que agora temos nova tese na praça: a de que Montalvão nada fundamenta do que diz.
    .
    Então, Marciano suncê di discurpe, queria eu seguir seus passos da não manifestação, mas tudo o que eu não disser voltará carmicamente para minha pessoa em assaques visonianos e não sei se posso conviver com isso.
    .
    Feito este curto preâmbulo, vamos ao que importa atrás da porta, pegue lá o atendimento ao pedido:
    /
    ————————-.
    Dr. Richard Hodgson, entre as observações feitas sobre tais fenômenos de transe, relata o seguinte:
    /
    “Em uma ocasião quando me achava presente, Phinuit estava prestando atenção ao relatório estenográfico de uma entrevista prévia, comentando acerca dele, fazendo adições às suas declarações sobre alguns assuntos, e ao mesmo tempo a mão escrevendo livre e rapidamente sobre outros temas, bem como, travando conversação com outra pessoa, a mão parecia ser ‘controlada’ por um amigo falecido desta pessoa. Isto manteve-se por mais de vinte minutos”. (Hodgson, 1898, pp. 292-293)
    .
    Sir Oliver Lodge em sua obra The Survival of Man (Lodge, 1909, p. 242) chama a atenção para um trecho do relatório do dr. Richard Hodgson, a respeito do mecanismo desse controle dúplice dos comunicadores sobre a sra. Piper. O sumário feito pelo dr. Hodgson contém a essência das explicações dadas pelos principais comunicadores a respeito da maneira como o fenômeno aparece para eles.
    .
    Sir Oliver Lodge transcreveu na íntegra o referido trecho, extraindo-o dos Proceedings da SPR, volume XIII, parte XXXIII, fevereiro, 1898. Por ser de grande importância, vamos vertê-lo para o português, a seguir:
    .
    “As declarações dos ‘comunicadores’ acerca do que ocorre do lado físico pode ser colocado em breves termos gerais, como segue:
    .
    Todos nós temos corpos compostos de ‘éter luminífero’ inclusos em nossos corpos de carne e sangue. A relação do corpo etéreo da sra. Piper com o mundo etéreo, no qual os ‘comunicadores’ alegam habitar, é tal que uma reserva especial de energia peculiar é acumulada em conexão com seu organismo, e isto aparece para eles como ‘uma luz’.
    .
    O corpo etéreo da sra. Piper é removido por eles, e seu corpo ordinário aparece como uma concha cheia desta ‘luz’.
    .
    Vários ‘comunicadores’ podem estar em contacto com esta ‘luz’ ao mesmo tempo. Existem duas principais ‘massas’ dela em seu caso, uma em conexão com a cabeça, a outra em conexão com o braço e a mão direita. Ultimamente, aquela em conexão com a mão tornou-se ‘mais brilhante’ do que aquela em conexão com a cabeça.
    .
    Se o ‘comunicador’ entra em contacto com a ‘luz’ e formula seus pensamentos, eles tendem a reproduzir-se por movimentos no organismo da sra. Piper.
    .
    Muito poucos podem produzir efeitos vocais, mesmo quando em contato com a ‘luz’ da cabeça, mas praticamente todos podem produzir movimentos de escrita quando em contacto com a ‘luz’ da mão.
    .
    Coeteris paribus, as comunicações dependem sobretudo da quantidade e do brilho desta ‘luz’.
    .
    Quando a sra. Piper está com a saúde abalada, a ‘luz’ fica mais fraca, e as comunicações tendem a ser menos coerentes. Isto também costuma suceder durante uma sessão, e quando ela diminui existe uma tendência à incoerência mesmo no caso de comunicadores claros. Em todos os casos, pôr-se em contacto com esta ‘luz’ tende a provocar perturbação, e se o contacto é continuado por muito tempo, a ‘luz’ torna-se muito pálida e a consciência do comunicador tende a obnubilar-se completamente.
    .
    Então brotam fluxos de emoção excitada pela presença de amigos encarnados, idéias dominantes que o perturbaram quando ele mesmo era encarnado, o desejo de dar conselho e assistência a outros amigos e parentes vivos etc., tudo se acumula sobre sua mente; o consulente começa a fazer perguntas acerca de assuntos sem relação com o que ele está pensando a respeito, ele (o comunicador) torna-se mais e mais confuso, mais e mais ‘comatoso’, perde seu ‘domínio’ sobre a ‘luz’ e cai fora, talvez para retornar várias vezes e empenhar-se em uma experiência semelhante”. (Hodgson, 1898, pp. 400-401)
    .
    http://www.comunidadeespirita.com.br/TCI/XXI%20hodgson%20e%20sra%20piper.htm
    ————————————-.

  14. Gorducho Diz:

    a ideia de um estudioso cínico e muito exigente que comunica banalidades grosseiras por meio de uma médium parece tão absurda que siquer merece ser considerada
     
     
    E por cá parei porque já temos os elementos pra detonar a tentativa de defesa das canalizações.
    É exatamente isso e sempre isso: os “médiuns” simplesmente NÃO CONSEGUEM
    está abaixo do desprezo”.

  15. Gorducho Diz:

    reproduzir o nível cultural dos falecidos, particularmente quando esses eram mordazes, irônicos, sarcásticos, cínicos…
    Nm se fala quanto a profundidade de pensamentos, claro :!:
    Caso do HdeC (o real) cujo CX simplesmente não conseguiu reproduzir.

  16. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Eu poderia, também, quedar-me, marcianicamente, silente, pois não preciso provar nada a ninguém, ou apelar para a emenda constitucional da falta de saco, ou, ainda, recorrer ao inalienável direito de não saber inglês o suficiente…
    .
    Nada disso me serviria e tudo isso ser-me-ia usado contra, considerando que agora temos nova tese na praça: a de que Montalvão nada fundamenta do que diz.
    .
    Então, Marciano suncê di discurpe, queria eu seguir seus passos da não manifestação, mas tudo o que eu não disser voltará carmicamente para minha pessoa em assaques visonianos e não sei se posso conviver com isso.

    ===============================================================
     
    Entendo-o e respondo-o, por cavalheirismo (noblesse oblige), mas manterei minha palavra.
     
    ===============================================================
    E por cá parei porque já temos os elementos pra detonar a tentativa de defesa das canalizações.
    É exatamente isso e sempre isso: os “médiuns” simplesmente NÃO CONSEGUEM
    está abaixo do desprezo”.

    ===============================================================
     
    E por cá nem comecei.
    Se o blog tiver de ser tomado por Bola-de-Neve (Bruna Souza) e Napoleão, os porcos revolucionários de Orwell, que o façam.

  17. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Eu poderia, também, quedar-me, marcianicamente, silente, pois não preciso provar nada a ninguém”
    .
    Precisa sim. Afirmou, é bom provar. Ou perde credibilidade (ainda mais…).
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Hodgson foi talvez o pesquisador que mais tempo dedicou a Piper, entretanto, ao que parece, o investigador possuía duas tendências antagônicas: uma fina prudência cética e uma forte inclinação ao misticismo. No final a segunda imperou, ao ponto de Hodgson publicar um besteirol admirável, dito provindo da sapiência dos espíritos, explicando como é que Piper podia fazer, em transe, duas coisas diferentes ao mesmo tempo;”
    .
    É, Montalvão, assim fica difícil para você… você diz que Hodgson publicou um ‘besteirol’ vindo dos espíritos “explicando como é que Piper podia fazer, em transe, duas coisas diferentes ao mesmo tempo;”. Só que praticamente a primeira coisa que Hodgson diz na página 400 é:
    .
    “Os próprios comunicadores não professam saber exatamente o que ocorre entre o pensar dos seus pensamentos e a produção da escrita, ou mesmo saber quais movimentos estão sendo feitos pela mão”. (pág. 400).
    .
    Ora, se nem os comunicadores sabem o que se passa exatamente, como que você me diz que eles explicam como Piper podia fazer duas coisas ao mesmo tempo?!
    .
    Depois há a reprodução do trecho que você colocou. E sabe o que vem imediatamente depois do trecho? Isso aqui:
    .
    “Retornando à MINHA própria descrição do que ocorre, INDEPENDENTEMENTE DE TAIS DECLARAÇÕES, há indicações costumeiras, perto do fim de uma sessão, de uma crescente fraqueza da parte da consciência controladora”.
    .
    Então dizer que Hodgson “tinha uma forte inclinação ao misticismo” apenas por ter publicado o que os comunicadores disseram – que você chama de ‘besteirol’, e eles mesmo declaram certa ignorância do processo – não se justifica. O próprio Hodgson separa o que os comunicadores disseram do que ele próprio pôde observar.

  18. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “É exatamente isso e sempre isso: os “médiuns” simplesmente NÃO CONSEGUEM reproduzir o nível cultural dos falecidos, particularmente quando esses eram mordazes, irônicos, sarcásticos, cínicos… Nm se fala quanto a profundidade de pensamentos, claro :!:
    .
    “Meu pai tinha sido um ótimo aluno, com um amor intenso pelos livros, e sempre expressou seus pensamentos com uma eloquência pronta, mordaz e cáustica, tão rara quanto isso era peculiar a si. Qualquer um que já tenha ouvido meu pai falar não confundiria a fraseologia bela e redonda que nos dirigiu. Não podia ser mais ninguém a não ser meu pai. Não posso explicar isso de qualquer modo material.” Já o Sr. T. disse: “O ponto que nos causou maior impressão foi a mensagem que veio do pai da minha esposa. Ele era um homem de personalidade forte, e sua linguagem tinha muitas peculiaridades. A mensagem parecia como se ele estivesse falando, e muito próxima de sua voz natural; era tão natural que ambos ficamos assustados.”
    .
    http://obraspsicografadas.org/2015/a-sra-piper-1892-por-richard-hodgson/

  19. Gorducho Diz:

    :?:
    :o

  20. Vitor Diz:

    Você ainda pergunta? O trecho acima mostra que o nível cultural do falecido foi reproduzido: “Qualquer um que já tenha ouvido meu pai falar não confundiria a fraseologia bela e redonda que nos dirigiu. Não podia ser mais ninguém a não ser meu pai.”

  21. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO DISSE: “É exatamente isso e sempre isso: os “médiuns” simplesmente NÃO CONSEGUEM reproduzir o nível cultural dos falecidos, particularmente quando esses eram mordazes, irônicos, sarcásticos, cínicos… Nm se fala quanto a profundidade de pensamentos, claro”
    .
    VISONI “prova” que Gorducho está equivocado: “Meu pai tinha sido um ótimo aluno, com um amor intenso pelos livros, e sempre expressou seus pensamentos com uma eloquência pronta, mordaz e cáustica, tão rara quanto isso era peculiar a si. Qualquer um que já tenha ouvido meu pai falar não confundiria a fraseologia bela e redonda que nos dirigiu. Não podia ser mais ninguém a não ser meu pai. Não posso explicar isso de qualquer modo material.” Já o Sr. T. disse: “O ponto que nos causou maior impressão foi a mensagem que veio do pai da minha esposa. Ele era um homem de personalidade forte, e sua linguagem tinha muitas peculiaridades. A mensagem parecia como se ele estivesse falando, e muito próxima de sua voz natural; era tão natural que ambos ficamos assustados.”
    .
    http://obraspsicografadas.org/2015/a-sra-piper-1892-por-richard-hodgson/
    /.
    VISONI sesqueceu:
    “O livro de Clodd inspirou uma prima britânica de George Pellew, a Srta. Marion Arkwright, a exortar o racionalista a desacreditar ainda mais o assunto ‘G.P.’, o que, aparentemente, a família achou embaraçoso. “Para as relações de George”, ela escreveu, “a ideia de um estudioso cínico e muito exigente que comunica banalidades grosseiras por meio de uma médium parece tão absurda que está abaixo do desprezo”
    /
    VISONI sesqueceu2:
    “Por sugestão da moça, Clodd entrou em contato com o irmão mais novo de George Pellew, Charles, professor de química da Universidade de Columbia em Nova York, que respondeu em uma carta publicada em 1921 como “Uma Exposição Adicional da Sra. Piper” (EPA Annual of 1921, pág. 40). Sente-se, pelo comprimento e tom da carta, que Charles esperou por anos para corrigir o registro sobre o seu irmão mais velho, bem como para limpar ele mesmo e seus pais de qualquer imputação de envolvimento em uma atividade marginal tão desprezível quanto a pesquisa psíquica. De fato, sua veemência foi tal que, ao permitir que seu nome fosse usado, ele citou o verdadeiro nome de ‘G.P.’, um FATO QUE A SPR TINHA, ATÉ ENTÃO, E SEGUINDO HODGSON, DISSIMULADAMENTE ESCONDIDO, mesmo da maioria dos seus membros, sob o disfarce de ‘Pelham’.”
    /
    Por fim, VISONI sesqueceu3:
    GP era inspirado poeta, autor de bem elaborados poemas e dedicado aos estudos filosóficos: no seu “retorno” nada de filosofia, nada de poesia…

  22. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Você ainda pergunta? O trecho acima mostra que o nível cultural do falecido foi reproduzido: “Qualquer um que já tenha ouvido meu pai falar não confundiria a fraseologia bela e redonda que nos dirigiu. Não podia ser mais ninguém a não ser meu pai.””
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Nair Belo viu se filho na psicografia de Chico, os pais de Jair Presente também; igualmente milhares de atendidos pela mediunidade xaveriana estavam certos de que eram seus falecidos comunicando…
    .
    O senso crítico de quem acredita é baixo ou não existe.

  23. Gorducho Diz:

    ===========================================================
    O trecho acima mostra que o nível cultural do falecido foi reproduzido: “Qualquer um que já tenha ouvido meu pai falar não confundiria a fraseologia bela e redonda que nos dirigiu. Não podia ser mais ninguém a não ser meu pai.”
    ============================================================

    :?:
    Qual fraseologia :?:

  24. Gorducho Diz:

    TESTE DE FORMATAÇÃO DO QUOTE
    60 caracteres
    ============================================================

  25. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Eu poderia, também, quedar-me, marcianicamente, silente, pois não preciso provar nada a ninguém”
    .
    VISONI: Precisa sim. Afirmou, é bom provar. Ou perde credibilidade (ainda mais…).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se eu dissesse o que disse acima e parasse nesse ponto seu comentário mereceria consideração: ou você freou a leitura e não viu o restante ou vou ter que desenhar…
    .
    Agora lembrei: esqueci que seus vedores não percebem jocosidades, você só tem olhos para psi e sombras…
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Hodgson foi talvez o pesquisador que mais tempo dedicou a Piper, entretanto, ao que parece, o investigador possuía duas tendências antagônicas: uma fina prudência cética e uma forte inclinação ao misticismo. No final a segunda imperou, ao ponto de Hodgson publicar um besteirol admirável, dito provindo da sapiência dos espíritos, explicando como é que Piper podia fazer, em transe, duas coisas diferentes ao mesmo tempo;”
    .
    VISONI: É, Montalvão, assim fica difícil para você… você diz que Hodgson publicou um ‘besteirol’ vindo dos espíritos “explicando como é que Piper podia fazer, em transe, duas coisas diferentes ao mesmo tempo;”. Só que praticamente a primeira coisa que Hodgson diz na página 400 é:
    .
    “Os próprios comunicadores não professam saber exatamente o que ocorre entre o pensar dos seus pensamentos e a produção da escrita, ou mesmo saber quais movimentos estão sendo feitos pela mão”. (pág. 400).
    .
    VISONI: Ora, se nem os comunicadores sabem o que se passa exatamente, como que você me diz que eles explicam como Piper podia fazer duas coisas ao mesmo tempo?!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se “eles” não sabiam, ao menos tentaram explicar, conforme o trecho que postei o demonstra. Primeiro você deu a entender que duvidava que os espíritos houvessem dito o besteirol (“Diga em que volume dos Proceedings, e em que páginas, Hodgson escreveu o “besteirol admirável” que você cita.”): mostrei-lho onde e o que falaram. Agora muda o rumo da conversa, alegando que os infelizes comunicantes não sabiam o que diziam…
    .
    Ora, se “eles” não sabiam e mesmo assim explicaram mais um motivo para considerar a explicação besteirol. E eu não falei besteira, pois é constatado que Hodgson publicou o que fora exposto pelos comunicadores, ou seja, deu publicidade ao besteirol proferido pelos comunicantes.
    .
    Observe que nem propriamente assaquei contra o Hodgson, apenas destaquei que havia tido a coragem de expor as besteiras dos “comunicantes”. Se eu fosse adiante, teria que ressaltar a admirável ingenuidade do pesquisador, por declarar que havia espíritos comunicando, quando é sabido que tal crença não tem fundamento. Hodgson certamente encontrou em Piper o estopim que acenderia seu lado místico, até então adormecido, e não se deu conta de que afirmava o que não era demonstrado.
    /

    Mesmo que Hodgson não confiasse integralmente na sapiência dos “comunicadores” ele confiava que havia os tais comunicadores e não se acanhava de expor o que diziam.
    /
    /
    VISONI: Depois há a reprodução do trecho que você colocou. E sabe o que vem imediatamente depois do trecho? Isso aqui:
    .
    “Retornando à MINHA própria descrição do que ocorre, INDEPENDENTEMENTE DE TAIS DECLARAÇÕES, há indicações costumeiras, perto do fim de uma sessão, de uma crescente fraqueza da parte da consciência controladora”.
    .
    VISONI: Então dizer que Hodgson “tinha uma forte inclinação ao misticismo” apenas por ter publicado o que os comunicadores disseram – que você chama de ‘besteirol’, e eles mesmo declaram certa ignorância do processo – não se justifica. O próprio Hodgson separa o que os comunicadores disseram do que ele próprio pôde observar.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois é, e isso em nada ajuda, nem a você nem ao pobre e crédulo Hodgson: ambos acreditam (ou acreditavam) em espíritos comunicantes. Asseverar que há mortos em comunicação, sem dar a demonstração objetiva, ou seja, conferir a presença de entes invisíveis em ação, vai além do besteirol…

  26. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Nair Belo viu se filho na psicografia de Chico, os pais de Jair Presente também; igualmente milhares de atendidos pela mediunidade xaveriana estavam certos de que eram seus falecidos comunicando…O senso crítico de quem acredita é baixo ou não existe.”
    .
    Montalvão se esquece que de acordo com os registros:
    .
    a) O Sr. T. ou eu mesma nunca tínhamos visto a Sra. Piper, mas ouvimos falar de sua Sociedade, e que você utilizou o poder mediúnico dela para propósitos de investigação. Por essa razão, e apenas essa, tive audácia suficiente para desejar consultá-la. Não sou uma crente nos geralmente assim chamados médiuns, e antes de nossa visita à Sra. P. eu fora uma cética absoluta.
    .
    b) Ela era uma completa estranha para nós, assim como éramos estranhos para ela; vimo-la pela primeira vez.
    .
    Comparar o caso de uma pessoa famosa como a Nair Belo, em que diversas informações são possíveis de ser coletadas, e em que ela teve que ir diversas vezes encontrar o médium antes de receber uma mensagem, com o caso do Sr. e Sra. T., em que a médium passou literalmente dezenas de nomes corretos e suas relações na primeira sessão, chega a ser risível…

  27. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Qual fraseologia :?:
    .
    Infelizmente, essa não foi reproduzida ipsis litteris. Mas é importante que tanto o Sr. quanto a Sra. T. concordaram que foi tudo muito característico. Ambos eram céticos. E ambos ficaram assustados com o que viram, o que mostra que o reconhecimento foi mesmo muito marcante. Até a voz foi reproduzida.
    .
    Um exemplo de fraseologia temos com o caso da Srta. E. G. W. sobre seu amigo T.
    .
    Enquanto vivo, T. foi um ministro congregacional, falou de temas religiosos (dos quais Phinuit declinava qualquer interesse ou conhecimento), de assuntos profissionais, do nosso grande círculo de conhecimento mútuo e de muitos assuntos particulares conhecidos por ele mesmo e por mim.
    .
    T. era um homem do oeste que conservou por toda a vida o hábito local de utilizar que nem como uma conjunção, apesar de minhas correções frequentes. Em minha sessão de 16/12/1886, ele comentou: “Se você pudesse ver isso que nem eu.” Esquecendo por um instante das circunstâncias alteradas, prontamente repeti: “Como eu.” “Ah”, veio a resposta, “isto soa natural. Isto soa que nem nos velhos tempos”.
    .
    Em 01/03/1888, T. solicitou: “Jogue fora esse tapete”, referindo-se a uma capa de pele solta alinhada que eu usava. Notei a palavra como uma designação singular para tal peça de vestuário e, semanas depois, lembrei que ele tinha numa ocasião, enquanto vivo, falado dela do mesmo modo quando eu a joguei em cima dele no sofá. Em 18/02/1887, T. observou: “Gosto desse seu arranjo”, referindo-se a uma veste nova com um termo que ele costumava usar.
    .
    Em 02/03/1887, veio isto: “Eu nunca soube que você tinha uma irmã mais nova aqui. Ela me diz que está aqui faz muito tempo, desde que era um pequeno bebê aprendendo a andar”. Certamente nem eu nem a Sra. P., que tem seus próprios filhos, falaríamos de uma criança de quatro meses de idade como um “bebê aprendendo a andar”. Isto é mais pensável de um homem que, como T., nunca entendeu nada de crianças.

  28. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Primeiro você deu a entender que duvidava que os espíritos houvessem dito o besteirol”
    .
    Eu não duvidava do ‘besteirol’ (afinal, se os espíritos de Piper já disseram que havia macacos no Sol, podiam dizer qualquer outra coisa). O que eu duvidava era que Hodgson houvesse acreditado no ‘besteirol’. E foi isso que vc deu a entender que ele fez, ao dizer que “uma forte inclinação ao misticismo imperou, ao ponto de Hodgson publicar um besteirol admirável”.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mesmo que Hodgson não confiasse integralmente na sapiência dos “comunicadores” ele confiava que havia os tais comunicadores e não se acanhava de expor o que diziam.”
    .
    Pois é, se você tivesse lido o relatório dele, e não um resumo de uma página, saberia que ele disse:
    .
    “Quais serão minhas futuras crenças, eu não sei.[...] Pode ser que futuros experimentos nestas linhas de investigação façam-me mudar meu ponto de vista; mas no momento não posso dizer ter qualquer dúvida que os “comunicadores” principais são verdadeiramente as personalidades que alegam ser”. (pgs. 405-406).
    .
    Ou seja, mesmo ele crendo que os comunicadores eram espíritos, ele podia perfeitamente mudar seu ponto de vista no futuro.
    .
    E por que diabos ele deveria ficar acanhado de expor o que diziam? É super importante a reprodução desse material. Você quer um relatório incompleto (ou melhor, ainda mais incompleto)? Na página 427 Hodgson diz que queria buscar aproximar o leitor o máximo possível da “mise en scéne” das sessões.

  29. Gorducho Diz:

    Puxa, agora o Sr. Conseguiu se superar: citou uma coisa que desconhece
    :lol: :lol: :lol: :lol:
     
     
    Que triste fim prum Sítio que foi tão bom
    :( :( :(

  30. Mariana Diz:

    Obrigada pela resposta Vitor,
    Mas esse Munves não escreveu algo que comprometesse a piper e o Hodgson, não sei se nesse artigo ou outro?

  31. Mariana Diz:

    E Vitor, por favor, o que significa isso que esse Montovalao escreveu ali em cima?, não entendi, ” VISONI sesqueceu:
    “O livro de Clodd inspirou uma prima britânica de George Pellew, a Srta. Marion Arkwright, a exortar o racionalista a desacreditar ainda mais o assunto ‘G.P.’, o que, aparentemente, a família achou embaraçoso.

  32. Marciano Diz:

    ===============================================================
    “Eu poderia, também, quedar-me, marcianicamente, silente, pois não preciso provar nada a ninguém”
    ===============================================================
     
    Marciano (que vem do marcianês, ಫಕೠ, “aquele que fala de si mesmo na terceira pessoa”, não está silente só porque não precisa provar nada a ninguém (quem afirma é que precisa provar), mas também porque esta desassuntado, sem palavras.

     
    DA SÉRIE “PARA NÃO DIZEREM QUE MARCIANO SE CALA”.
     
    Não sou uma crente nos geralmente assim chamados médiuns, e antes de nossa visita à Sra. P. eu fora uma cética absoluta.
     
    Que pena que eu não tive a oportunidade de conhecer a Sra. P.
     
    ===============================================================
    Que triste fim prum Sítio que foi tão bom
    :( :( :(

    ===============================================================
     
    É como dizia Horácio:
    Celsae graviore casu decidunt turres.

  33. Mariana Diz:

    Vitor, esse livro de Clodd foi refutado também então, é isso?
    Obrigada!

  34. Borges Diz:

    Se eu entendi direito, a carta do Charles foi uma maneira de limpar a biografia da família para que o Pai e posteriormente ele, pudessem aderir a Câmara dos Lordes.
    Um abraço

  35. Vitor Diz:

    Repito que sua acusação de que médiuns “NÃO CONSEGUEM reproduzir o nível cultural dos falecidos, particularmente quando esses eram mordazes, irônicos, sarcásticos, cínicos… Nm se fala quanto a profundidade de pensamentos, claro” não se sustenta por diversas pessoas que consideraram que a fraseologia, maneirismo, diversas peculiaridades foram reproduzidas. Citei um exemplo. Posso citar outros.
    .
    Aqui está o Dr. Rich! [Ver também p. 511, Nota F.] É muita bondade deste cavalheiro” (i.e., o Dr. Phinuit), “deixar que eu vos fale, Sr. Thompson. Desejo que leve uma mensagem a meu pai.”
    Sr. T: “Levá-la-ei”.
    Agradeço milhares de vezes, é muita bondade. Como vedes, passei subitamente. Meu pai ficou muito perturbado com isso e ainda se encontra assim. Não se recuperou. Diga-lhe que estou vivo; que lhe mando a minha afeição. Onde estão os meus óculos?” (A médium passa a mão sobre os olhos). “Eu usava óculos”. (Verdade). “Penso que ele os tem, bem como alguns de meus livros. Havia uma pequena caixa preta, que eu tinha—penso que está com ele. Não desejo que se perca. Às vezes ele é perturbado por um zumbido na cabeça—fica nervoso—mas isso não tem importância”
    Sr. T: “Que faz o seu pai?”
    (A médium tomou um cartão e parecia escrever nele: parecia pôr um selo no canto). “Ele se ocupa com essas coisas, Sr. Thompson , se o senhor lhe der esta mensagem, eu o ajudarei de muitas maneiras. Posso e quero.”
    [“Sr. Rich, o pai, é administrador dos Correios de Liverpool. Seu filho, o Dr. Rich, era quase estranho ao Sr. Thompson, e o mesmo a mim. O pai tinha ficado muito chocado com a morte do filho, como verificamos. O Sr. Thompson o havia procurado e dado o recado. O Sr. Rich, pai, considera o episódio extraordinário e inexplicável, salvo por alguma espécie de fraude. A frase “agradeço milhares de vezes”—concordou o senhor—é característica e admite que recentemente sofreu de zumbidos”. O Sr. Rich não soube a que caixa preta o filho se referia. A única pessoa que podia dar informações a respeito achava-se então na Alemanha. Mas foi verificado que, em seu leito de morte, o Dr. Rich falava constantemente de uma caixa preta.

  36. Marciano Diz:

    Quem é “esse” “Montovalao” :?:

  37. Vitor Diz:

    MARIANA DISSE: “Mas esse Munves não escreveu algo que comprometesse a piper e o Hodgson, não sei se nesse artigo ou outro?”
    .
    Sim, em outro artigo. Mas é engraçado que em muitos pontos do artigo dele ele mesmo acaba se anulando.

  38. Vitor Diz:

    MARIANA DISSE: “E Vitor, por favor, o que significa isso que esse Montovalao escreveu ali em cima?,”
    .
    Não sei. Já desisti de entender o Montalvão.

  39. Vitor Diz:

    MARIANA DISSE: ” esse livro de Clodd foi refutado também então, é isso? Obrigada!”
    .
    É isso.

  40. Marciano Diz:

    Pior sou eu, que nem sei quem é “esse tal” de Montovalao.

  41. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Quem é “esse” “Montovalao” ”
    .
    Marciano, não seja chato com a recém ingressa, por favor….

  42. Marciano Diz:

    ===============================================================
    “E Vitor, por favor, o que significa isso que esse Montovalao escreveu ali em cima?,”
    ===============================================================
     
    Não seria melhor perguntar a “esse” tal de Montovalao?
    Quem, melhor do que “esse” sujeito, para explicar suas próprias palavras :?:

  43. Marciano Diz:

    Tá bem, Vitor, mas você também precisa dizer a ela que não seja chata com o Montalvão.
    Em ver de perguntar a ele o que “ELE” quis dizer, ainda se refere ao “sujeito” como “esse”, forma pejorativa de se dirigir a alguém, grafa seu nome erroneamente…
     
    Tá certo que você tá de saco cheio do Montalvão, mas ele também merece respeito.

  44. Marciano Diz:

    Se eu quiser saber o que VOCÊ disse, pergunto a VOCÊ, não ao Montalvão.
    E jamais me referi a VOCÊ como “esse” Vitor.
    Nunca grafei seu nome erroneamente.
    Só estou explicando porque fui “chato” com a Mariana (ela tem nome, e grafei direitinho).
    Recém chegados são sempre bem-vindos aqui, principalmente neste momento, em que falta fôlego ao blog.

  45. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Quem é “esse” “Montovalao”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é um primo meu. Ele acha que Piper tinha uma sensibilidade muito aguçada e capacidade incomum de formar contextos a partir de pequenas pistas: às vezes dava certo maravilhosamente, às vezes era retumbante fracasso. Esse meu primo diz que os inclinados à mediunidade supervalorizavam os acertos e desprezavam as erranças, construindo um frankestein mediúnico que, até hoje, é referido como prova da comunicação entre vivos e mortos. Ele também diz que como não se tem meios de tirar Piper do túmulo para conferir se haviam espíritos voejando em torno dela nada de efetivo se pode assegurar a respeito da imaginada capacidade de interagir com os mortos.
    .
    Por fim, ele arremata que, considerando a incapacidade atual de os espíritos darem mostram objetivas de suas presenças, logicamente se pode concluir que com Piper os sonhados mortos enfrentavam igual dificuldade, portanto as habilidades da moça tinham outras origens, bem terrenas, e a mediunidade pode ser considerada crença inconfirmada e sem base empírica.
    .
    Esse meu primo é mesmo muito engraçado…

  46. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Nair Belo viu se filho na psicografia de Chico, os pais de Jair Presente também; igualmente milhares de atendidos pela mediunidade xaveriana estavam certos de que eram seus falecidos comunicando…O senso crítico de quem acredita é baixo ou não existe.”
    .
    VISONI: Montalvão se esquece que de acordo com os registros:
    .
    a) O Sr. T. ou eu mesma nunca tínhamos visto a Sra. Piper, mas ouvimos falar de sua Sociedade, e que você utilizou o poder mediúnico dela para propósitos de investigação. Por essa razão, e apenas essa, tive audácia suficiente para desejar consultá-la. Não sou uma crente nos geralmente assim chamados médiuns, e antes de nossa visita à Sra. P. eu fora uma cética absoluta.
    /
    CONSIDERAÇÃO: “cético absoluto” deveria ser quem muito escreveu contra a mediunidade e depois viu que estava errado. Então, mostre textos dos “Ts” em que questionavam a realidade das comunicações e, depois, vamos ver o que aconteceu para que mudassem de ideia. Tem gente que nunca teve opinião formada a respeito do espiritismo e acha que isso seja “ceticismo absoluto”…
    ./
    /
    VISONI (citação):
    b) Ela era uma completa estranha para nós, assim como éramos estranhos para ela; vimo-la pela primeira vez.
    .
    VISONI: Comparar o caso de uma pessoa famosa como a Nair Belo, em que diversas informações são possíveis de ser coletadas, e em que ela teve que ir diversas vezes encontrar o médium antes de receber uma mensagem, com o caso do Sr. e Sra. T., em que a médium passou literalmente dezenas de nomes corretos e suas relações na primeira sessão, chega a ser risível…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ver médium pela primeira vez e sair do encontro com uma bela cartinha mediúnica muitos passam por isso, e muitos clientes do Chico viveram essa ventura; muitos garantem que não disseram nada e ouviram tudo; muitos asseguram que o médium falou coisas que só o falecido sabia…
    .
    Tente entender… tente não, entenda: ver médium pela primeira vez e ouvir dele (ou dela) revelações que espantam não garante a realidade de mortos comunicando. Primeiro confirma-se a presença do espírito no ambiente e, aí sim, confere-se o que ele tem a dizer. Mas, crente é crente e sacumé – né? – por que gastar tempo em preliminares se se pode ir para os finalmentes? Afinal basta a fé. Que o diga maomé!

  47. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARIANA DISSE: “Mas esse Munves não escreveu algo que comprometesse a piper e o Hodgson, não sei se nesse artigo ou outro?”
    .
    VISONI: Sim, em outro artigo. Mas é engraçado que em muitos pontos do artigo dele ele mesmo acaba se anulando.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: humm, certamente o Vitor irá apresentar esse outro artigo, agora que ele está comprometido a apresentar os dois lados da história…
    .
    Vou aguardar.

  48. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não seria melhor perguntar a “esse” tal de Montovalao?
    Quem, melhor do que “esse” sujeito, para explicar suas próprias palavras”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Mariana nada me indagará porque ela não fala comigo, desde aquele dia…

  49. Gorducho Diz:

    ============================================================
    Citei um exemplo. Posso citar outros.
    ============================================================

    Não: não citou.
    Ou se citou eu não vi.
    Onde está o texto do espírito compatível com a cultura e humor dele quando vivo :?:

  50. Gorducho Diz:

    Fiquei tão irritado que esqueci de fechar o bold :(

  51. Marciano Diz:

    Vocês são terríveis. Eu aqui, sem palavras, tentando me comunicar e parecendo um espírito, não sai nada, não tenho o que dizer, e vocês refutando-se mutuamente, ad infinitum.

  52. Gorducho Diz:

    É… eu pretendia deixar com 0 esta rubrica, mas tendo o Presidente respondido perdeu força a coisa…
    Então procurei me distrair alfinetando a tradução até que cheguei no ponto onde a “mediunidade” era derrubada dentro do próprio artigo.
    E note como ele (Administrador) tentando me refutar o fez enrolando, sem citar a refutação.
     
    By the way… como manifestou o Presidente o artigo parece truncado. Parece um pedaço de outro artigo.
    Perece quando arrebentava o filme no nosso tempo e sem que a sessão prosseguisse depois que o operador reencaixasse nos dentes das engrenagens o pedaço subsequente.

  53. Gorducho Diz:

    ============================================================
    Se eu entendi direito, a carta do Charles foi uma maneira de limpar a biografia da família para que o Pai e posteriormente ele, pudessem aderir a Câmara dos Lordes.
    ============================================================

    Favor elaborar…

  54. Gorducho Diz:

    Mas pelo menos já é um progresso.
    Pelo menos é espiritismo.
    Saiu da parapsicologia estatística e das telepatias ✅

  55. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Onde está o texto do espírito compatível com a cultura e humor dele quando vivo :?:
    .
    Citei o caso do ministro congregacional, chamado de “T.” A expressão “que nem” é compatível com a cultura dele, do oeste, a qual sua amiga sempre corrigia. Os conhecimentos também. O sujeito não tinha filhos, nada entendia de crianças. Frases características e maneirismos de cada consulentes eram oferecidos. A frase “Agradeço milhares de vezes” era típica do Sr. Rich. Isso é muito diferente do que vemos em Chico Xavier, que repete “Querida mãezinha” ad infinitum. E quando tentou reproduzir as gírias do Jair Presente, ficou artificialíssimo. E lembro que ficou claro pelo conteúdo das cartas que houve contestações à veracidade delas.

  56. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “ver médium pela primeira vez e sair do encontro com uma bela cartinha mediúnica muitos passam por isso, e muitos clientes do Chico viveram essa ventura; muitos garantem que não disseram nada e ouviram tudo; muitos asseguram que o médium falou coisas que só o falecido sabia…”
    .
    Cite, então, um caso publicado em que isso se tenha dado, reunindo essas 3 características:
    .
    a) recebem cartinha na primeira visita
    b) nada disseram e ouviram tudo
    c) falou coisas que só o falecido sabia
    .
    Se quiser te dou uma colher de chá e pode ficar só na (a) e (b).

  57. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Em ver de perguntar a ele o que “ELE” quis dizer, ainda se refere ao “sujeito” como “esse”, forma pejorativa de se dirigir a alguém, grafa seu nome erroneamente…”
    .
    Eu realmente duvido que o Montalvão tenha ficado ofendido com o “esse” da Mariana, Marciano. Ou com o erro da grafia do nome dele.

  58. Gorducho Diz:

    Agora me deu 1 nó no neuronio de vez: ¿não era sobre o (falecido) George Pellew que se estava tratando?
     
     
    Uma nota sobre etiqueta: não é de bom-tom se dirigir a um 3° sobre um 2° exceto a título sarcástico ou de provocação.
    Estamos nós 4 {vous, moi, Presidente, AMa} sorvendo chopps aí na Av. Rio Branco:
    [Grassouillet] – Marciano: ¿que será que esse Vitor tem em mente com essa nova linha editorial?

  59. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Agora me deu 1 nó no neuronio de vez: ¿não era sobre o (falecido) George Pellew que se estava tratando?”
    .
    Uma vez que você generalizou totalmente, dizendo, no plural, “os “médiuns” simplesmente NÃO CONSEGUEM reproduzir o nível cultural dos falecidos [...]“, então não preciso me restringir ao caso do falecido G.P.
    .
    GORDUCHO DISSE: “não é de bom-tom se dirigir a um 3° sobre um 2° exceto a título sarcástico ou de provocação.”
    .
    Não me pareceu que o tom da Mariana tenha sido sarcástico ou de provocação. Me pareceu mais de perplexidade…

  60. Gorducho Diz:

    Perfeito: vamos analisar algum(s) escritos eruditos e/ou sarcásticos/mordezas desse outro espírito e comparar com posteriores ditados canalizados desde mediunimicamente desde o l’au-delà.
    É até bom pra gente exercitar essa área (difícil) dos idiomas estrangeiros que mordacidade &c.
    Sem dramas… vamos lá…

  61. Vitor Diz:

    Recebi de T., ditadas pela Sra. P. ao marido dela e enviados a mim pelo correio, sete cartas no intervalo de 29/11/1886 a 22/01/1889. Cada uma contém algum assunto ininteligível, mas todas contêm alusões familiares, a recordação dos velhos tempos e frases de encerramento, uma das quais é demasiado longa e individual para ter sido apenas por acaso.
    .
    Bem diferente das frases de abertura e encerramento do Chico…

  62. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Uma nota sobre etiqueta: não é de bom-tom se dirigir a um 3° sobre um 2° exceto a título sarcástico ou de provocação.
    Estamos nós 4 {vous, moi, Presidente, AMa} sorvendo chopps aí na Av. Rio Branco:
    [Grassouillet] – Marciano: ¿que será que esse Vitor tem em mente com essa nova linha editorial?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quem é esse Vitor?

  63. Gorducho Diz:

    Bom, de “alusões familiares” as cartinhas modelito chiquista estão repletas, certo :?:
    Mas… ¿qual é a culta e/ou mordaz afinal?

  64. Marciano Diz:

    Montalvão, tem desafio pra você na rubrica anterior.

  65. Borges Diz:

    Gorducho Diz:
    AGOSTO 16TH, 2017 ÀS 9:03 AM
    ============================================================
    Se eu entendi direito, a carta do Charles foi uma maneira de limpar a biografia da família para que o Pai e posteriormente ele, pudessem aderir a Câmara dos Lordes.
    ============================================================
    Favor elaborar…
    .
    “Sente-se, pelo comprimento e tom da carta, que Charles esperou por anos para corrigir o registro sobre o seu irmão mais velho, bem como para limpar ele mesmo e seus pais de qualquer imputação de envolvimento em uma atividade marginal tão desprezível quanto a pesquisa psíquica.”
    .
    “Em 1922, Henry Pellew, graças aos hábitos celibatários de seus primos e uniões infrutíferas, realizou o seu mais querido desejo, a adesão ao assento de Exmouth na Câmara dos Lordes. Em seu leito de morte, em 1923, ele extraiu uma promessa de Charles para renunciar a sua cidadania americana e sucedê-lo. Assim, em 1931, Charles Pellew tornou-se Lord Exmouth. Ele pertenceu à Câmara dos Lordes até sua morte em 1945.”
    É o que se pode depreender ao ler esses dois parágrafos; não?
    Um abraço

  66. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Montalvão, tem desafio pra você na rubrica anterior.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: era para ser seu desafio…Mas deixe quieto: já o estou abordando e derribando…

  67. Vitor Diz:

    Mesmo, Montalvão? Ainda não chegou para mim a imagem da tela com seus 24 acertos em 25.

  68. Mariana Diz:

    Eu não quis dizer esse Montovalao de modo a diminuir ninguém, e escrevi errado porque estava com pressa, me desculpem.
    Agora, pra ser sincera não gosto de comentar aqui, prefiro perguntar em particular quando tenho alguma dúvida, para o Vitor, que sempre foi muito gente boa, porque acho o pessoal que comenta aqui muito obcecado com o Chico Xavier, assunto que não me interessa. Abraços!

  69. Mariana Diz:

    Ah, e Vitor, só pra eu ter certeza se entendi, porque não tive tempo de ler esse artigo, 1_então nesse artigo o Munves refuta a crítica do Clodd, é isso?
    2_Só que o Munves escreveu outro artigo criticando o Hodgson. ..Mas esse segundo artigo não foi refutado pelo Stevenson?
    Obrigada!

  70. Vinicius Diz:

    “para o Vitor, que sempre foi muito gente boa, porque acho o pessoal que comenta aqui muito obcecado com o Chico Xavier”
     
    Eu queria muito ter participado na época que Citor publicava sobre Chico , eu li vários comentários e parecia ser bem mais legal.
     
    Já esses caras estrangeiros não curto não. Eu , se fosse o Vitor, criaria uma sucursal deste site: obras parapsicológicas, por exemplo. E deixava este aqui para Chico, Divaldo, Medrado, Bezerra, Rivail, Bacelli, Gasparetto, enfim, todos os missionários de Ismael , com aval de Celina.

  71. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Agora, pra ser sincera não gosto de comentar aqui, prefiro perguntar em particular quando tenho alguma dúvida, para o Vitor, que sempre foi muito gente boa, porque acho o pessoal que comenta aqui muito obcecado com o Chico Xavier, assunto que não me interessa.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: isso aí, Mariana, nada como consultar a pessoa certa: o Vitor não é nem um pouco obcecado com Chico, nem com o Xavier…

  72. MONTALVÃO Diz:

    /
    - Não perguntem sobre telepatia nesse site: vão falar de Chico, o xavier;
    - Não indaguem a respeito de Ian Stevenson: na resposta virá Chico…
    - não inquiram a respeito de telepatia caninana: vão misturar tudo e falarão de Rupert xavier ou de Chico Sheldrake…
    /
    Agora eu queria fazer uma pergunta, posso?
    .
    QUE HORAS É QUE É A MERENDA?

  73. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Eu queria muito ter participado na época que Citor publicava sobre Chico , eu li vários comentários e parecia ser bem mais legal.
     
    Já esses caras estrangeiros não curto não. Eu , se fosse o Vitor, criaria uma sucursal deste site: obras parapsicológicas, por exemplo. E deixava este aqui para Chico, Divaldo, Medrado, Bezerra, Rivail, Bacelli, Gasparetto, enfim, todos os missionários de Ismael , com aval de Celina.

    ===============================================================
     
    Assino embaixo.
    Sorte minha (e de outros) que participei(amos) naquele tempo.
    Isto prova que “tudo antigamente era melhor”.

     

    - Não perguntem sobre telepatia nesse site: vão falar de Chico, o xavier;
    - Não indaguem a respeito de Ian Stevenson: na resposta virá Chico…
    - não inquiram a respeito de telepatia caninana: vão misturar tudo e falarão de Rupert xavier ou de Chico Sheldrake…

     
    ===============================================================
    Esse tal de xavier é um tremendo obsessor…
    ===============================================================

  74. Marciano Diz:

    E aí Montalvão, já voltou?
    Conseguiu acordar às 4 horas?

  75. Marciano Diz:

    Preciso sair agora, mas assim que tiver um tempo eu volto aqui.

  76. Gorducho Diz:

    A crítica a nós NÃO É procedente pois é o título e o objetivo declarado do Sítio.
    Quem mudou a linha editorial foi a Administração sem mudar o statement of purposes.
    Fazer um novo Sítio dedicado a promover o Sobrenatural estatístico seria a coisa certa a fazer.
    Aí nesse novo Sítio a gente nem se cadastra e ele pode por regras mais rígidas quanto a adesão às pautas.

  77. Gorducho Diz:

    Mas deixando claro que este último – pessimamente redigido artigo…– é sobre espiritismo.
    Está completamente dentro da statement of purposes da House.

  78. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    E aí Montalvão, já voltou?
    Conseguiu acordar às 4 horas?
    /.
    Sem dúvida que consegui, mas só venho ao computador mais tarde (às vezes quebro a regra): assisto ao noticiário até o sono chegar, aí durmo um tantinho e, em seguida, vou fazer tarefas outras envolvendo cães telepatas que não sabem disso. E tem mais, depois conto.

  79. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Eu , se fosse o Vitor, criaria uma sucursal deste site: obras parapsicológicas”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu, se fosse o Visoni, considerando a capacidade de realizar pesquisas e sobre elas refletir, já teria de há muito desabraçado crenças em telepatias, sonhos telepáticos, retrocausação, visão remota, ioguis que sobrevivem enterrados dias, espíritos comunicantes… nossa senhora, quanta fantasia teria de abandonar fosse eu ele…
    /
    Pensando melhor, daria muito trabalho ser o Visoni, melhor ser mim mesmo que já deixei de lado essas cousas…
    .
    Mas, rezo pela pessoa todos os dias e envio-lho eflúvios telepáticos descrentizantes: juntamente com 17 cães telepatas que tenho em casa, e mais alguns de rua que aderiram à causa.

  80. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Eu não quis dizer esse Montovalao de modo a diminuir ninguém, e escrevi errado porque estava com pressa, me desculpem.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: deve ainda estar possuída pela pressa: escreveu errado de novo!
    .
    Afinal de contas, quem é esse tal de Montovalão sem til?
    .
    E quem é essa tal de Mariana?

  81. Gorducho Diz:

    Eu tenho extrema dificuldade de escrever nos celulares que são quase a totalidade dos acessos à INTERNET d’aujourd’hui.
    Não consigo dedilhar as teclas certas porque ficam minúsculas & emboladas. E refazer é um pé-no-saco pra por o cursor no ponto certo.
    Que saudades do telex…

  82. Gorducho Diz:

    Mas agora numa pauta de absoluta seriedade: já que ele optou por trocar de linha e fazer propaganda da parapsicologia, seria o certo a fazer mesmo.
    E no novo Sítio criar regras de aderência ao tópico. Claro que permitindo críticas como ele sempre fez – e tem todo mérito do mundo nisso porque são poucos que não “apelam” e se auto-iludem infalndo seus egos via bloqueio de cometários…–, mas atinentes à rubrica.

  83. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Eu tenho extrema dificuldade de escrever nos celulares que são quase a totalidade dos acessos à INTERNET d’aujourd’hui.”
    /.
    SOU PIOR: nem me aproximo de teclado de celular, a não ser para discar (teclar) números.
    .
    Nada como os bons e velhos desktops…

  84. Gorducho Diz:

    Com os lap-tops eu me adaptei perfeitamente.
    Agora os iPhones a gente não consegue acertar nas teclas e é aquele saco pra corrigir. Além de ter que ficar virando as páginas de teclado pra ter os caracteres certos.

  85. Gorducho Diz:

    iPhones no sentido genérico dos celulares atuais com INTERNET, claro :!:

  86. Vinicius Diz:

    Meu senhor dos parapsicólogos: chamei o Vitor de Citor. Desculpe Vitor foi a pressa nos dedos.
    Sobre o X-MEN ainda não assisti, preferia os seriados japoneses (era fissurado neles).
    Mas claro conheço o Professor Xavier.
     
    Você não respondeu a Mariana :
     

    “Ah, e Vitor, só pra eu ter certeza se entendi, porque não tive tempo de ler esse artigo,
     
    1_então nesse artigo o Munves refuta a crítica do Clodd, é isso?
     
    2_Só que o Munves escreveu outro artigo criticando o Hodgson. ..
     
    Mas esse segundo artigo não foi refutado pelo Stevenson?
    Obrigada!”
     
    Destas 4 credenciais só li Stevenson, e aí quem refutou quem ?
    Quem é Munves, Hodgson , Clodd ?

  87. Vinicius Diz:

    GORDUCHO, você que manja de computadores: é sério que o MS-EGDGE é menos SEGURO que CHROME e FIREFOX?
     
    Obssessores virtuais(virus, malwares etc) podem invadi-lo com mais facilidade?

  88. Vitor Diz:

    MARIANA: “Ah, e Vitor, só pra eu ter certeza se entendi, porque não tive tempo de ler esse artigo, 1_então nesse artigo o Munves refuta a crítica do Clodd, é isso?”
    .
    Isso.
    .
    2_”Só que o Munves escreveu outro artigo criticando o Hodgson. ..Mas esse segundo artigo não foi refutado pelo Stevenson?”
    .
    A resposta do Stevenson, embora interessante, foi fraca, deixando de abordar diversos pontos. Há refutações melhores. Em alguns pontos o próprio Munves se anula.

  89. Gorducho Diz:

    Não sei AVi.
    O Firefox me parece que esteja abandonado. Não tem nem tipo date de formulários por exemplo.

  90. Vitor Diz:

    VINICIUS: “Quem é Munves, Hodgson, Clodd ?”

    Munves: Parece-me um pesquisador honesto. Estranhamente, ele não parece possuir e-mail. Ou não gosta de fornecê-lo.
    Hodgson: Pesquisador de Piper. Já falecido.
    Clodd: Fanfarrão. Já falecido.

  91. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Existe algum experimento recente que comprove a existência dos espíritos e que não seja de séculos passados?”
    .
    Publicado em 17/07/2013 por Marden — 5 Comentários
    .
    Outro detratador do espiritismo que se apresenta no blog católico Obras Psicografadas com o nome de Moizés Montalvão, fez as seguintes perguntas direcionadas ao senhor Marcos Arduin, que é um profundo conhecedor e defensor do espiritismo (doutrina Allan Kardec). Vejamos as perguntas e algumas das colocações feita por Montalvão:
    [...]
    É por isso que o Vitor Moura quer manter os comentaristas do blog dele em total ignorância. Mas porquê? Com qual objetivo? Ele não se diz um investigador da paranormalidade, dos fenômenos psi? Não é ele quem afirma que “O objetivo deste site é analisar cientificamente livros ou mensagens… de um “médium”, apontando erros e acertos à luz da Ciência atual” e que “Serão analisadas obras de médiuns famosos e menos conhecidos.”?
    .
    É mesmo? Com qual critério? Quem são os cientistas? No Racionalismo Cristão há vários médiuns menos conhecidos. Algum deles foi investigado? Porque não? O Montague Keen foi uma pessoa bastante conhecida no meio das investigações da paranormalidade e que agora está do lado de lá, comunicando com os que estão do lado de cá. Ele está sendo investigado? Porque não? O que têm suas mensagens que tanto assusta o Vitor Moura? Porque ele está sendo estudado e suas mensagens estão sendo escutadas ao redor do mundo, menos nos blogs católicos, como é o Obras Psicografadas? Escute uma mensagem de Montague Keen clicando aqui ou leia as mensagens dele clicando aqui.
    [...]
    Marden disse:
    22/09/2013 às 2:06 pm
    Caro Montalvão,
    É com prazer que o recebo aqui, neste blog que tem por objetivo desmentir e desmistificar algumas mentiras contadas sobre o Espiritismo. Na verdade esperava a sua presença aqui há muito tempo, mas como não tinha seu e-mail, fiquei na expectativa do Biasetto (ou outro) poder contactá-lo sobre a existência deste blog.
    [...]

  92. Gorducho Diz:

    O Sr. chegou a debater alguma coisa lá :?:

  93. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O Sr. chegou a debater alguma coisa lá”
    /.
    SIM, a respeito de materializações…

  94. MONTALVÃO Diz:

    /
    Com foco no famigerado “Experimento Scole”…

  95. MONTALVÃO Diz:

    /
    E que findou assim:
    /
    “MARDEN diz: Percebemos que o senhor age de má-fé. O senhor sabe quem checou e quem checava o porão. O senhor sabe que havia mágicos que também não conseguiram explicar e nem reproduzir os fenômenos de Scole. Eu queria que o Vitor investigasse isso mais afundo. Assim como sei que o senhor não tem interesse que estas evidências de Scole saiam a luz. O que é inevitável!
    .
    Se o senhor puder trazer aqui, para a apreciação de todos, resultados que consigam reproduzir os mesmos fenômenos que aconteceram em Scole e sem a presença de espíritos e médiuns e de uma forma completamente isenta e imparcial, ai sim, e somente assim, poderemos passar a dar crédito ao seu interesse de querer desmistificar O Experimento Scole. [...]
    /.
    COMENTÁRIO: está completamente equivocado em seu juízo: o que reclamo é justamente a realização de experiências confirmativas, em número e qualidade necessárias a corroborar as maravilhas que os admiradores apregoam de Scole e assemelhados.
    .
    Conforme lhe expliquei: o bom investigador não fica à mercê do que espíritos e médiuns exigem, cuida ele mesmo de superar as dificuldades alegadas (legítimas ou não) e realizar a verificação com o controle necessário.
    .
    Caso o resultado seja incerto, repete-se a experimentação quantas vezes sejam necessárias. Só depois de seguro das conclusões é que as divulga para exame pelos interessados. Estes irão implementar suas próprias verificações a ver se confirmam o fecho a que o outro chegou.
    .
    Não basta que uns poucos digam que tudo foi festa para que o problema esteja resolvido.
    .
    Enfim, caro Marden, Scole reúne os ingredientes necessários para consubstanciar uma lamentável fraude, fraude esta que encantou o encantado Ellison e companheiros e encanta alguns desatentos mundo à fora…
    .
    A real atividade de mortos dentre os vivos só será comprovada por meio de verificações objetivas, simples o suficiente para prover respostas conclusivas. Visto que demonstrações dessa natureza não são produzidas, podemos considerar certo que espíritos não comunicam. Sinto muito.

  96. Gorducho Diz:

    Percebemos
    poderemos

     
    Ele fala por um grupo :?:

  97. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Pensando melhor, daria muito trabalho ser o Visoni, melhor ser mim mesmo que já deixei de lado essas cousas…
    ===============================================================

     
    Marciano, 1º CORÍNTIOS, 13,
    11 Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
     
    Pensando assim, a pueritia usque ad hanc ætatem, eu não tive infância.
     
    ===============================================================
    Gorducho Diz:
    AGOSTO 17TH, 2017 ÀS 10:53 AM
    Eu tenho extrema dificuldade de escrever nos celulares que são quase a totalidade dos acessos à INTERNET d’aujourd’hui.
    Não consigo dedilhar as teclas certas porque ficam minúsculas & emboladas. E refazer é um pé-no-saco pra por o cursor no ponto certo.
    Que saudades do telex…

    ===============================================================
     
    Muito me admira um gênio tecnológico como tu dizeres tal coisa. Existem excelentes teclados virtuais. Eu mesmo instalei um, alemão, mas que reconhece qualquer língua, inclusive português, quando se insiste na palavra. Após usar palavras e até locuções, sejam adjetivas, adverbiais, verbais, etc., ele praticamente “adivinha” o que se vai escrever, antecipando as expressões mais usadas.
    Tudo isto sem macumba, espiritismo, parapsicologia, etc. Só na base da tecnologia mesmo.
     
    ===============================================================
    Nada como os bons e velhos desktops…
    ===============================================================
     
    Disseste mal (no sentido contrário ao de “disseste bem”.
    Com um celular ou um tablet, a gente aumenta e diminui o tamanho da tela com dois dedos, desliza texto com um dedo.
     
    ===============================================================
    iPhones no sentido genérico dos celulares atuais com INTERNET, claro :!:
    ===============================================================
     
    Pensei, por um momento, que estivesses a fazer propaganda da Apple.
     
    ===============================================================
    Vinicius Diz:
    AGOSTO 17TH, 2017 ÀS 1:48 PM
    Meu senhor dos parapsicólogos: chamei o Vitor de Citor. Desculpe Vitor foi a pressa nos dedos.

    ===============================================================
     
    Discordo! Acho que foi um desejo inconsciente de vingar o Montalvão.
    Não disse nada para não botar lenha na fogueira, mas já que tu o disseste…
    Se non è vero, è ben trovato, no sentido de even if it is not true, it is well conceived.
     
    ===============================================================
    Ele fala por um grupo :?:
    ===============================================================
     
    Ele fala sozinho. Ninguém comenta nada lá.
     
    Biasetto me avisou que ele criou um blog para falar mal dele (Biasetto), de mim e do Vitor. Nem sabia que falava mal do Montalvão.
    Nunca tive interesse em verificar nada. Só recentemente, por acaso, acessei e vi a grande preocupação que ele tem conosco.
    Nem sei por quê.

  98. Marciano Diz:

    Aliás, chamar o blog e todos nós de católicos, não se é burrice ou maluquice.
    Eu mesmo vivo zombando da virgem maria, da santíssima trindade, nego (sozinho) a existência física do personagem FORREST GUMP.
    Pelo § 1.022 do catecismo, eu seria obrigado a condenar-me de imediato, para sempre.
    ===============================================================
    J.6.7 Juízo particular

    §1021 A morte põe fim à vida do homem como tempo aberto ao acolhimento ou à recusa da graça divina manifestada em Cristo. O Novo Testamento fala do juízo principalmente na perspectiva do encontro final com Cristo na segunda vinda deste, mas repetidas vezes afirma também a retribuição, imediatamente depois da morte, de cada um em função de suas obras e de sua fé. A parábola do pobre Lázaro e a palavra de Cristo na cruz ao bom ladrão assim como outros textos do Novo Testamento, falam de um destino último da alma pode ser diferente para uns e outros.
     
    §1022 Cada homem recebe em sua alma imortal a retribuição eterna a partir do momento da morte, num Juízo Particular que coloca sua vida em relação à vida de Cristo, seja por meio de uma purificação, seja para entrar de imediato na felicidade do céu, seja para condenar-se de imediato para sempre.

    ===============================================================
     
     
    Talvez seja por isso. Como conhecemos espiritismo, catolicismo, protestantismo, islamismo, comunismo e outros ismos, o cara se confunde.
     
    Alguém (não me lembro agora) já disse que se uma pessoa tem a bíblia, provavelmente é cristão, se tem o corão, provavelmente é muçulmano, etc. Se tem um monte de livros “sagrados”, com certeza é ateu.
     
    Não é meu caso, pois apesar de ter um monte de livros sagrados e conhecê-los razoavelmente, não me considero ateu.
    Repito, mais uma vez:
     
    Na verdade, ateísmo é um termo que nem deveria existir. Ninguém precisa se identificar como não-astrólogo ou não-alquimista. Não temos palavras para pessoas que duvidem de que Elvis ainda está vivo ou que alienígenas cruzaram a galáxia apenas para molestar rancheiros e seu gado. Ateísmo não é mais do que esperneio que pessoas sensatas fazem na presença de crenças religiosas injustificáveis.
    Sam Harris.
     

    Eu sustento que nós dois somos ateus. Eu apenas acredito em um deus a menos do que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu.
    Stephen F Roberts
     

    Nós somos todos ateus com relação à maioria dos deuses em que a humanidade já acreditou. Alguns de nós só vai um deus mais além.
    Richard Dawkins
     

    Em outras palavras, sou tão ateísta quanto sou alobisomista.

  99. Marciano Diz:

    Ora, direis, a condenação de imediato para sempre é apensas no momento da morte.
    É que eu já morri. Falta só o enterro, que venho adiando o quanto posso.

  100. Marciano Diz:

    Tem alguns errinhos de digitação aí (não estou usando o smart, estou usando um tablet no qual não instalei o teclado), mas só vou corrigir o “apensas” para “apenas”, pois alguém pode pensar que algo foi apensado ao texto.
     
    Para quem gosta dos originais, como eu, aqui vão eles:
    “In fact, “atheism” is a term that should not even exist. No one ever needs to identify himself as a “non-astrologer” or a “non-alchemist.” We do not have words for people who doubt that Elvis is still alive or that aliens have traversed the galaxy only to molest ranchers and their cattle. Atheism is nothing more than the noises reasonable people make in the presence of unjustified religious beliefs.”
    Sam Harris, Letter to a Christian Nation
     

    “I contend we are both atheists, I just believe in one fewer god than you do. When you understand why you dismiss all the other possible gods, you will understand why I dismiss yours.”
    …Stephen F Roberts
     

    “We are all atheists about most of the gods that humanity has ever believed in. Some of us just go one god further.”
    Richard Dawkins, The God Delusion

  101. Marciano Diz:

    Acabei de ganhar uma caixa de bombons Garoto®, por fazer o centésimo comentário (acima).
     
    Esqueceu-me dizer (tá vendo, Senhor Presidente?) que tenho também um monte de livros da Prometheus Books, os quais adquiri depois que vi um crente estrangeiro citado por Vitor dizer que são livros imprestáveis.
     
    Foi só para conhecer os dois lados da moeda.

  102. Marciano Diz:

    Marciano Diz:
    SETEMBRO 9TH, 2014 ÀS 1:58 AM
    Mais uma volta ao passado, sempre deslumbrante e sempre nebuloso.
    Esta dizia que sua paranormalidade vinha de campos magnéticos, não de espíritos.
    Foi sucesso nos anos 30.
    Parece que ela trapaceou no caso do R101, em 1929.
    Ela mostrava claros sinais de personalidade dissociativa e dizia ouvir vozes (Jenny Hazelgrove. (2000). Spiritualism and British Society Between the Wars. Manchester University Press. pp. 127-128).
    Tinha fantasias delirantes e alucinações, como relata John Booth (John Booth. (1986). Psychic Paradoxes. Prometheus Books. p. 193).
    No caso do R101, no ano seguinte ao desastre, 1930, ela realizou várias séances, nas quais dizia manter contato com algumas das vítimas, o que, segundo Booth, foi comprovadamente fabricado por espiritualistas. Diz Booth que ela teve informações de técnicos que trabalhavam no aeródromo, o que lhe facilitava o trabalho de “adivinhar” coisas sobre o acidente.
    Segundo Melvin Harris, toda a coisa não passou de uma farsa, não tendo sido revelada nenhuma informação que não fosse de conhecimento geral.
    Michael Prescott e Michael E. Tymn, que não fizeram qualquer pesquisa aprofundada sobre o affair, continuam a espalhar o mito de que a irlandesa comunicou-se com espíritos de vítimas do acidente.
    Garret foi fundadora da Parapsychology Foundation, em 1951, a qual é conhecida por promover pseudo-ciência.
    Mais detalhes em Jenny Hazelgrove. (2000). Spiritualism and British Society Between the Wars. Manchester University Press. pp. 127-128, Rosemary Guiley. (1994). The Guinness Encyclopedia of Ghosts and Spirits. Guinness World Records Limited. pp. 132-133, Melvin Harris. (2003). Investigating the Unexplained: Psychic Detectives, the Amityville Horror-mongers, Jack the Ripper, and Other Mysteries of the Paranormal. Prometheus Books. pp. 171-182 e Michael E. Tymn’s nonsensical beliefs about Eileen Garrett and R101.
     
    Vitor Diz:
    SETEMBRO 9TH, 2014 ÀS 7:14 AM
    Marciano,
    sobre John Booth:
    .
    Recentemente, enquanto procurando na Web, eu notei algumas referências a um livro de 1984 chamado Psychic Paradoxes por John Booth. Foi dito fornecer “ideias frescas, penetrantes” sobre fenômenos paranormais. Mas o que realmente me chamou a atenção foi esta reivindicação promocional: “O olho atento de Booth revela pela primeira vez explicações para a atordoante sessão da tragédia do R101 [e outros mistérios]”.
    .
    Uma explicação para o R-101? Esta eu tinha que ler. Na Web, eu localizei uma cópia de segunda mão do livro fora de impressão, supostamente em condição “boa”, e a encomendei. Admito que tive algumas trepidações sobre o gasto de $15 neste item. Psychic Paradoxes foi publicado pela Prometheus Books, uma pequena casa editora fundada pelo filósofo racionalista Paul Kurtz, que também foi instrumental em fundar CSICOP, o Comitê para a Investigação Científica de Reivindicações do Paranormal, uma organização zelosamente cética. Prometheus Books é conhecida por publicar um grande número de panfletos anti-paranormais e anti-religiosos, muitos dos quais parecem ser escritos apressadamente e indiferentemente editados. Não obstante, Psychic Paradoxes talvez fosse diferente. Devia-o a mim, e a meus milhões — tá bom, dúzias — de fãs, descobrir.
    .
    O livro chegou aproximadamente dez dias mais tarde. Não estava em condição “boa”. Parecia que alguém o tinha deixado fora na chuva e então fez xixi nele. Mas era legível. Fui ao índice, e descobri que a tragédia do R-101 foi coberta economicamente em somente quatro páginas. Booth gasta o primeiro par de páginas relatando os acontecimentos em detalhes mínimos. Ele então apresenta a teoria pioneira que explicará tudo.
    .
    Eileen Garrett, ele nos conta, era “mulher de permanente curiosidade. As cópias dos desenhos técnicos de aeronave poderiam ter chegado à psíquica muito antes da tragédia. Suas amizades nos altos escalões eram numerosas. A segurança não era apertada nesse período de paz eufórica. A nação inteira ficou fascinada pela construção desta nova maravilha das vias aéreas.
    .
    “Estamos cientes que ela tinha acompanhado sua construção. No seu livro Eileen Garrett and the World Beyond the Senses [Eileen Garrett e o Mundo além dos Sentidos], Allan Angoff… revela que ‘ela tinha predito (a tragédia do R101) muito antes do dirigível ter batido na França’. Outros que estudaram sua construção cuidadosamente, perceberam defeitos potenciais perigosos.
    .
    “A médium era uma mulher brilhante. Sua carreira subseqüente como uma pesquisadora psíquica, editora e administradora, tanto na Grã-Bretanha quanto nos Estados Unidos provam isto. Podia deduzir exatamente a seqüência provável de acontecimentos fatais apenas juntando fragmentos de relatórios de jornal, verificar suporte para suas investigações anteriores e talvez mesmo discutir a questão em aparente inocência com um estimado amigo técnico do aeródromo.
    .
    “Vôos preliminares de teste de uma aeronave, curtos, revelam defeitos que ajudam vereditos postmortem. O confidente de Garrett, talvez notando mais tarde que ela o escolhera, dificilmente ousaria revelaria a fonte verdadeira de alguma informação da sessão. O próprio emprego e posição seriam postos em perigo e a reputação de um amigo acabaria”.
    .
    O resto do tratamento de Booth do mistério do R-101 consiste numa discussão breve de uma autobiografia fraudulenta de Howard Hughes escrita por Clifford Irving, e a fraude bem conhecida do Homem de Piltdown. Estes casos provam que as pessoas podem ser enganadas.
    .
    Agora, quando leio isto, eu tenho que confessar que fiquei muito animado. Sinto que eu acabo de receber uma revelação de importância assustadora e potencialmente de implicações que alteram minha vida — a saber, que eu nunca devo, jamais, de forma alguma outra vez comprar algo publicado pela Prometheus Books.
    .
    Eu também compreendi que Booth tinha provado seu caso conclusivamente em ao menos um aspecto. É possível para as pessoas serem enganadas. Caso exemplar: Eu tinha sido enganado em comprar Psychic Paradoxes.
    .
    É provavelmente um desperdício de pixéis preciosos de computador gastar muito tempo refutando este argumento notavelmente mudo. Alguns pontos talvez sejam importantes.
    .
    1. Eileen Garrett de fato tinha ouvido do programa R-101 antes do choque. Todos na Grã-Bretanha tinha ouvido dele. Atraiu tanto interesse público como o programa Apollo da América da década de 1960. Mas os detalhes técnicos da construção do dirigível nunca foram publicados, e a pessoa média não sabia mais sobre os pontos essenciais dos dirigíveis do que o americano médio nos 1960 sabia sobre naves espaciais.
    .
    2. Garrett de fato alegou ter previsto o choque. Ela não fez nenhum segredo disto, e foi mencionado no livro do John Fuller e muitos outros lugares. Ninguém jamais fez muito disso. Psíquicos sempre recebem (ou alegam receber) premonições.
    .
    3. Garrett teve “amizades em altos escalões”. Ela era um membro da comunidade literária de artes de Londres. Constando entre seus amigos havia luminares tais como James Joyce e George Bernard Shaw. Não há nenhuma razão para pensar que ela alguma vez reuniu-se com engenheiros aeronáuticos, nem que havia qualquer sobreposição entre o círculo literário e teatral em que ela andava e a fraternidade bem organizada e integrada de engenheiros peritos trabalhando num projeto secreto do governo.
    .
    4. Garrett era inegavelmente “uma mulher brilhante”. E era certamente bem sucedida como uma pesquisadora psíquica, editora, e administradora. Nenhum destes talentos a qualificaria para o trabalho de “juntar fragmentos de relatórios de jornal [e] verificar o apoio sobre suas investigações anteriores (que investigações)? para deduzir algo sobre o fracasso mecânico de um dirigível. O brilho de Garrett não residia na área de mecânica ou engenharia. Ela nem sequer sabia como guiar um carro, e sua ignorância de todas as coisas mecânicas era conhecida.
    .
    5. Garrett poderia ter tido “um estimado amigo técnico do aeródromo” que servisse como um confidente secreto? Bem, esta alegação é certamente impossível desmentir — se o relacionamento era secreto, então por definição nunca foi descoberto. Há qualquer evidência que teve tal relacionamento? Não. Essa possibilidade foi alguma vez levantada na época? Sim. Suas declarações sobre o choque foram suficientemente específicas para despertar a suspeita do governo, que enviou agentes para investigar Garrett. Nenhum elo entre ela e o projeto do R-101 ou de qualquer de seus participantes foi descoberto.
    .
    Mas talvez os investigadores simplesmente não fossem suficientemente bons, ou Garrett era esperta demais para eles. Teria que ter sido muito esperta de fato. Presumivelmente, de acordo com a “teoria” de Booth, ela era suficientemente esperta para antecipar que o dirigível bateria no futuro próximo. Decidiu que podia usar este acontecimento para aumentar sua reputação como psíquica. Para armar seu esquema, ela teve que obter ajuda de um técnico trabalhando no projeto super secreto e obtido informação confidencial dele, incluindo mesmo desenhos técnicos! Ela então teve que usar sua inteligência formidável para antecipar como o choque ocorreria – empregando uma corrente de raciocínio dedutiva que estava aparentemente além das capacidades dos próprios engenheiros. Ela também teve que aprender todo o calão técnico relevante de modo que pudesse recitá-lo em suas sessões. Além disso, teve que ser tão fluente em seu uso deste calão e tão informada sobre os conceitos subjacentes que ela podia se empenhar em diálogos extensos, altamente técnicos com um perito de aeronáutica. Realizou esta façanha apesar do fato que nunca em sua vida, antes ou desde então, mostrar qualquer interesse ou conhecimento de mecânica. Ela também teve que aprender tanto sobre os maneirismos dos membros mortos da tripulação, inflexões vocais, e viradas de frase que ela podia personificá-los suficientemente bem para enganar alguém que os tinha conhecido em vida.
    .
    Tudo isto é plausível, Booth sugere, porque, afinal de contas, as pessoas foram enganadas por Clifford Irving e pelo Homem de Piltdown.
    .
    Se qualquer um da Prometheus Books ler isto, eu por favor poderia receber meus $15 de volta?
    .
    http://michaelprescott.freeservers.com/r-101.html

  103. Marciano Diz:

    Achei a tal frase na web.
    Só não achei o autor, por isto, não sei se foi citada corretamente.
     
    Se você tem uma Bíblia na estante, provavelmente é cristão. Se tem um Torá na estante, provavelmente é judeu. Se tem um Corão, provavelmente é muçulmano. Mas se você tem os três livros na estante, muito provavelmente você é ateu.
     
    Por hoje, chega. Não quero inundar o tópico.
     
    Senhor Comandante, concede permissão para que eu me retire? (Imaginem um soldado perfilado, fazendo continência)

  104. Marciano Diz:

    Soldado, no sentido de homem das armas; guerreiro, independentemente de graduação (praças) ou patente (oficiais), não de militar que ocupa o mais baixo grau da hierarquia das Forças Armadas e das Forças Auxiliares.
     
    Para quem não sabe (pelo menos antigamente era assim), no refeitório dos praças tem toque de corneta para ingresso das companhias (comandadas por um capitão); no dos oficiais, ingressa-se livremente, mas precisa-se de autorização do comandante ou do oficial de mais alta patente para retirar-se.
     
    O cara não tem sossego, pois toda hora tem um oficial pedindo permissão para retirar-se.
     
    Não sei se ainda é assim.
     
    Now, it’s over, for real.

  105. Marciano Diz:

    Fui obrigado a descumprir a promessa, mas por uma boa causa.
    Como a tradução está péssima (não é minha, recortei e colei a que encontrei) e como Gorducho detesta (com razão) a tradução de “when you have something” como “quando você tem algo”, aqui vai o original:
     
    There’s an old quote. I don’t know the source, but:
    If you have a Bible on your bookshelf, you’re probably a Christian.
    If you have a Torah on your bookshelf, you’re probably a Jew.
    If you have a Quran on your bookshelf, you’re probably a Muslim.
    If you have all three, you’re certainly an atheist.
     
     
    Now, I’m gone for good! Honest!

  106. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Disseste mal (no sentido contrário ao de “disseste bem”.
    Com um celular ou um tablet, a gente aumenta e diminui o tamanho da tela com dois dedos, desliza texto com um dedo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: disseste o que pensas e eu penso que não concordo, não que estejas errado, seu gosto é para ser respeitado, mas no desktop, minha telinha de 40 aceita aumento e desaumento com um simples CTRL + ou – , e a outra telinha auxiliar, de 24 também. Posso escrever e assistir um filme simultaneamente, ou acompanhar o UFC e ler um livro, ou fazer compras enquanto leio notícias e muito mais.
    .
    Quero ver seu smart fazer isso…

  107. Marciano Diz:

    O smart não faz (que je sache, as far as I know), mas o tablet faz.
    E o principal: o smart e o tablet fazem isso analogicamente, não quanticamente (aos saltos quânticos), como o CTRL ∓ .

  108. Marciano Diz:

    E você é mais multitarefa do que seu computador.
    One man band.
    Assovia, chupa cana, toma cana, lê notícias, compra luvas de boxe, assiste ao UFC (existem outros eventos melhores, sem enrolação, porrada mesmo).
    Não me lembro agora, mas tem um russo onde vale (como antigamente, quando tudo era melhor) chute e pisão na cara quando o adversário está caído, pilão (bate estaca).
    É no EI (Esporte Interativo), canal aberto.
    Só não vale mais cabeçada, uma das mais eficientes tática numa briga de verdade.
    Imagine, se ainda valessem cabeçadas, se ia ter aquela agarração na grade. Parecem mais boiolas do que lutadores.
    Neguinho encosta o adversário na grade, tenta levar pro chão e toma uma cabeçada no meio do nariz.
    No tempo do vale-tudo era muito melhor. A técnica evoluiu, mas a porradaria acabou.
    Qualquer dia proíbem as cotoveladas. Já tem algumas proibidas.
    Uma cotovelada bem dada corta os cornos do adversário e, ainda que não o nocauteie, faz sangrar e atrapalha (se bem que atrapalha o jiujiteiro também, porque sangue escorrega muito).
    Por falar nisto, jiujiteiro não pode mais trabalhar o adversário no chão. Se não finalizar de saída, o árbitro manda levantar. Isso é sacanagem com o pessoal do jiu-jitsu.
    E antigamente não tinha essa frescura de pesagem. O peso era absoluto. Mesmo assim, Royce e Rickson ganharam de adversários dezenas de quilos mais pesados e muito mais altos.
    Já que tem pesagem, deveria ser no momento da luta, não um dia antes, levando vantagem quem se desidrata mais antes da pesagem.
    É o que penso, no sentido de que é minha humílima opiniãozinha.

  109. Marciano Diz:

    Tática(S).

  110. Marciano Diz:

    Se discordar da minha opinião, te encho de porrada, Montalvão.
    Pouco me importa se és o Presidente ou não.
    Vais levar cabeçadas, pisadas na cara e o diabo-a-quatro.
    Isto se eu não arrancar um de seus braços, com uma omoplata.
    Vai encarar?

  111. Marciano Diz:

    Vitor, não censure meu comentário. Estou só brincando com o Montalvão.
    Em gente legal como ele, não se bate nem com uma pluma.

  112. Marciano Diz:

    Os comentários acima estão cheios de entrelinhas, às quais adicionei ondas telepáticas, para o mol de ver se o Presidente está bom de interpretação de textos ocultos.
    É para quem sabe ler nas entrelinhas.

  113. Marciano Diz:

    Desculpe o erro nas preposições e no substantivo.
    É por mode.
    Fui falar dos bons tempos antigos e me lasquei.

  114. Vinicius Diz:

    Para quem gosta da wikipedia (ou não goste) :mrgreen:
     
    Estão precisando de dinheiro…
     
    A todos os nossos leitores no Brasil,
    Vamos direto ao ponto: hoje, estamos pedindo a sua ajuda. A missão da Wikipédia não é a de lucrar por ser um dos sites mais acessados do mundo. Somos uma organização sem fins lucrativos e nunca publicaremos anúncios. Dependemos de doações por média de R$25. Apenas uma pequena porção de nossos leitores doam. Se todos lendo isso agora doassem R$10, poderíamos manter a Wikipédia prosperando nos próximos anos. O preço de um lanche é tudo o que precisamos. Quando eu criei a Wikipédia sem fins lucrativos, as pessoas me avisaram que eu ia me arrepender. Mais de uma década depois, é o único site entre os dez melhores, mantidos por uma organização sem fins lucrativos e uma comunidade de voluntários. Passou pela minha cabeça o quanto poderíamos ter feito se tivéssemos anúncios? Claro. Mas não seria o mesmo. Nós não poderíamos confiar nisso. O conhecimento é para todos. Vamos nos esforçar para que continue desta forma. Por favor, ajude a manter a Wikipédia on-line e sem anúncios. Obrigado. — Jimmy Wales, fundador da Wikipédia “

  115. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vinicius Diz:
    .
    Para quem gosta da wikipedia (ou não goste) :mrgreen:
    .
    Estão precisando de dinheiro…
    /.
    VEZ EM QUANDO ele fazem essa campanha: eu já participei uma vez, o que me deixou meio nhoc é que após ter contribuído, ao entrar no site, novamente aparecia o pedido de doação. Parece que não controlam quem cooperou e quem não…

  116. Marciano Diz:

    Não diga isso, Montalvão. Agora é que o Vitor vai implicar com a wikipedia.
    Eu não disse, mas a BandSports também tem uns MMA diferenciados.
    E eu não entendo como uma organização como a wikipedia pode não ter controle sobre quem contribui e quem não contribui.
    Eu já fiz doações para instituições de caridade (leigas), para a Suipa, etc., mas depois de coisas como a que você contou (pedirem para quem já contribui mensalmente), desvios de conduta, etc., não contribuo mais para nada.
    Especialmente crowdfunding.

  117. Marciano Diz:

    Já pensei em ajudar a wikipedia editando artigos, mas é complicado demais e não tenho tempo para complicações.
    A gente quer ajudar e é desestimulado.

  118. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Acabei de ganhar uma caixa de bombons Garoto®, por fazer o centésimo comentário (acima).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: inda estou pelejando com o Visoni no tópico anterior, adivinha sobre o quê? Mandei mensagem telepática cifrada…
    .
    E tem um suject no FC que tenho que lhe dizer umas respostas.
    .
    E estou com incumbência extra particular que me toma tempo.
    .
    Mas, também quero bombom, será que ainda não completei os cem?
    /
    /

    MARTE: Esqueceu-me dizer (tá vendo, Senhor Presidente?) que tenho também um monte de livros da Prometheus Books, os quais adquiri depois que vi um crente estrangeiro citado por Vitor dizer que são livros imprestáveis.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: uma editora que prometeu books (espero que os tenha entregue) não pode ser de todo ruim. Também tenho várias obras do “inimigo”, pois quero, igualmente, ver os dois lados, assim, comigo acharás: Sheldrake Argh!; Russel Targ e sócio; Stanley Krippner; Geller e fãs; fãs de Green Morton; Bergier, o Jacques; Scott Rogo, Leshan e mais outros, muito mais…
    /
    /

    “Foi só para conhecer os dois lados da moeda.”
    /.
    ORA, NÃO PRECISAVA se descapitalizar para tanto: de um lado “cara”, doutro “coroa”…

  119. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Se discordar da minha opinião, te encho de porrada, Montalvão.
    Pouco me importa se és o Presidente ou não.
    Vais levar cabeçadas, pisadas na cara e o diabo-a-quatro.
    Isto se eu não arrancar um de seus braços, com uma omoplata.
    Vai encarar?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: seria difícil para mim participar de embate nesse nível, tenho um bloqueio que me impede de “soltar a mão” quando a coisa é séria. Deve ter sido esta limitação que me impediu de ser figura de destaque no MMA, quiçá campeão.
    .
    Quando percebo que adversário abriu a guarda e seria hora de entrar quebrando, me apiedo e refreio o golpe, aí ele aproveita minha hesitação e manda um catapimba que me joga nas nuvens.
    .
    Só posso mesmo brigar de brinca.

  120. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Vitor, não censure meu comentário. Estou só brincando com o Montalvão.
    Em gente legal como ele, não se bate nem com uma pluma.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: êpa! Também não é tanto, né?
    .
    Acredito que teria me dado melhor no jiu-jitsu, que treinei muito pouco, pois nele só se quebra o adversário se for do mal: é possível dominar sem muito machucar.

  121. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Não me lembro agora, mas tem um russo onde vale (como antigamente, quando tudo era melhor) chute e pisão na cara quando o adversário está caído, pilão (bate estaca).
    É no EI (Esporte Interativo), canal aberto.
    Só não vale mais cabeçada, uma das mais eficientes tática numa briga de verdade.
    .
    Imagine, se ainda valessem cabeçadas, se ia ter aquela agarração na grade. Parecem mais boiolas do que lutadores.
    Neguinho encosta o adversário na grade, tenta levar pro chão e toma uma cabeçada no meio do nariz.
    .
    No tempo do vale-tudo era muito melhor. A técnica evoluiu, mas a porradaria acabou.
    Qualquer dia proíbem as cotoveladas. Já tem algumas proibidas.
    Uma cotovelada bem dada corta os cornos do adversário e, ainda que não o nocauteie, faz sangrar e atrapalha (se bem que atrapalha o jiujiteiro também, porque sangue escorrega muito).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: numa luta de verdade, quando é vida ou morte, aí vale tudo, autêntico vale-tudo. Até morder, hábito que se perdeu nos combates reais, e xingar mãe seriam admissíveis.
    .
    Em lutas com regras creio que tem que limitar mesmo. O objetivo é ver quem vence, admitindo-se violência até certo limite.
    .
    Lembro que nos primeiros UFC (que nem tinha esse nome) as regras eram mais frouxas, aceitava-se chutes na cabeça com o adversário caído, cotovelada nos bagos… vi um sujeito tomar uma sessão de cotoveladas no olho que dilacerou seu globo ocular, se não perdeu vista foi muita sorte. Noutra o camarada tomou um chute na cara que foi um custo trazê-lo de volta…
    .
    Em luta aberta nesse nível há o risco de o indivíduo só lutar uma ou poucas vezes, depois não presta para mais nada…
    /
    /

    “Por falar nisto, jiujiteiro não pode mais trabalhar o adversário no chão. Se não finalizar de saída, o árbitro manda levantar. Isso é sacanagem com o pessoal do jiu-jitsu.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: realmente esse é problema para os que combatem no chão. Royce, certa vez, ficou quase dez minutos agarrado com o maior e mais pesado Dan Seven, até finalmente imobilizá-lo. Hoje tal não seria permitido.
    /
    /

    “E antigamente não tinha essa frescura de pesagem. O peso era absoluto. Mesmo assim, Royce e Rickson ganharam de adversários dezenas de quilos mais pesados e muito mais altos.
    Já que tem pesagem, deveria ser no momento da luta, não um dia antes, levando vantagem quem se desidrata mais antes da pesagem.
    É o que penso, no sentido de que é minha humílima opiniãozinha.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: concordo, tem certa malandragem na pesagem. Às vezes, ou frequentemente, o lutador de categoria mais elevada, consequentemente com mais “punch”, emagrece para lutar com o naturalmente mais leve e aí leva vantagem nos murros, mas pode o feitiço virar contra o feiticeiro, pois a desidratação intensa cobra seu preço.

  122. MONTALVÃO Diz:

    /
    Mariana, cadê você? Seu segredo, seus mistérios, queremos saber…

  123. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Senhor Comandante, concede permissão para que eu me retire? (Imaginem um soldado perfilado, fazendo continência)”
    /.
    NÃO! vá varrer o quartel! Quando terminar, varra de novo!

  124. Marciano Diz:

    Tá certo, senhor comandante. Mas varrer é só para soldado raso.
    Tem o One Championship, que passa na BandSports, onde se pode chutar a cara do adversário caído, dar joelhadas da cabeça com ele no chão, etc.
    Seria a Mariana a Bruna da bola de neve?

  125. MONTALVÃO Diz:

    /
    Olha a hora, de Marte, vai dormir não?

  126. MONTALVÃO Diz:

    /
    Para quem não acredita em reencarnação, eis a prova: eu em uma de minhas encarnações como músico instrumentista. Depois que renasci esqueci tudo…

  127. MONTALVÃO Diz:

    /
    Esqueci tudo: até de citar o link… também não faz diferença: todos se foram, inclusive eu indestou.

  128. Marciano Diz:

    Bem, eu ainda não fui. E percebi a insônia de Montalvão, aquele me me arremeda em tudo, até na anipnia.
    Montalvão = arremedo de Marciano = reencarnação de Marciano, aquele que morreu, mas recusa-se a ser enterrado. Vão enterrar a (deixa pra lá).

  129. Marciano Diz:

    Cadê o link?

  130. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Bem, eu ainda não fui. E percebi a insônia de Montalvão, aquele me me arremeda em tudo, até na anipnia.
    Montalvão = arremedo de Marciano = reencarnação de Marciano, aquele que morreu, mas recusa-se a ser enterrado. Vão enterrar a (deixa pra lá).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: erraste-o: foi o dia deu acordar às 4 que só de birra levantei às 3h30…
    /
    /

    Marciano Diz:
    .
    Cadê o link?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: demorou, né? Vou ver se acho diacho!
    .
    Achei-o-o: https://youtu.be/Qkf4cAfJqxI
    .
    Vê se não parece comigo há não sei quantos anos?

  131. Marciano Diz:

    Tirando a loirice, acho que é igualzinho a ti, quando tinhas 3 anos.
    Pelo que me lembro, teus cabelos eram mais escuros. Já na batera, tu davas um banho no futuro violonista que virias a ser na próxima (atual) encarnação.

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