Sonhos Telepáticos Induzidos Experimentalmente: Dois Estudos Usando uma Técnica de Monitoramento EEG-REM (1966), por Krippner, Ullman e Feldstein

Mais um estudo extremamente comprovador da telepatia em sonhos, talvez o melhor deles em termos de resultados. As correspondências foram tão precisas e exatas no 2º estudo experimental, feito com um sujeito e um agente pré-selecionados do 1º estudo, que mesmo o mais duro cético, se tiver o mínimo de honestidade intelectual, ficará muito impressionado. Para ler o artigo traduzido, clique aqui. Muito agradeço a Luis Felipe de Lima Correa Leite pela tradução!

178 respostas a “Sonhos Telepáticos Induzidos Experimentalmente: Dois Estudos Usando uma Técnica de Monitoramento EEG-REM (1966), por Krippner, Ullman e Feldstein”

  1. MONTALVÃO Diz:

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    Há 41 anos surgiu estudo “extremamente” comprovador da telepatia em sonhos…
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    41 anos depois o que temos?
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    Estou deveras “impressionado”…

  2. Vitor Diz:

    Temos replicação. Por exemplo, eis os resultados dos dois estudos subsequentes ao realizado acima:
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    a) Dois anos após a conclusão do primeiro estudo com um único sujeito, uma replicação foi tentada utilizando a mesma combinação agente/sujeito e os mesmos juízes. Uma série de oito noites foi concluída em que várias precauções adicionais foram efetuadas para evitar o vazamento sensorial. Além disso, foram feitos esforços especiais para envolver o agente mais profundamente com o material alvo. [...]
    Os dados resultantes foram estatisticamente significativos (F = 6,43, p <0,001, 7 e 21 df). Portanto, a hipótese de telepatia foi confirmada e os resultados do estudo anterior replicados.

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    b) Para esta série de oito noites, o procedimento descrito para o segundo estudo foi seguido com certas modificações. O sujeito, um psicólogo na equipe de uma universida de fora do estado, foi selecionado com base em performances de sucesso em um experimento de telepatia em outro laboratório de sonhos. Ele foi autorizado a escolher o seu próprio agente da equipe de Maimonides, tendo sido apresentado para vários membros da equipe durante a visita de um dia. [...] Cinco correspondências diretas (isto é, ranques # 1) foram obtidas; isso é significativo ao nível de 0,001.
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    https://app.box.com/s/e8x1zpyjb0ukcfrg1ysrhwh8zz4cqzgv
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    E temos os testes ganzfeld, criados para baratear os custos dos testes feitos em Maimonides. Tais testes foram reproduzido por céticos.
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    Assim, temos diferentes metodologias, diferentes laboratórios, diferentes pesquisadores, todos comprovando a telepatia.

  3. Vinicius Diz:

    “Assim, temos diferentes metodologias, diferentes laboratórios, diferentes pesquisadores, todos comprovando a telepatia.”
     
    E o que estas pessoas têm feito para tornar a telepatia algo corriqueiro e útil no cotidiano?
     
    Sabe se aquela tese de Quevedo da distância de 50 metros é válida para a telepatia ?

  4. Vitor Diz:

    VINICIUS DISSE: “E o que estas pessoas têm feito para tornar a telepatia algo corriqueiro e útil no cotidiano?”
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    Tem feito isso: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2286107/The-incredible-mind-reading-implant-gives-rats-telepathic-powers.html
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    VINICIUS DISSE: “Sabe se aquela tese de Quevedo da distância de 50 metros é válida para a telepatia ?”
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    Com certeza não é válida.

  5. MONTALVÃO Diz:

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    MONTALVÃO: Há 41 anos surgiu estudo “extremamente” comprovador da telepatia em sonhos…
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    41 anos depois o que temos?
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    VISONI: Temos replicação. Por exemplo, eis os resultados dos dois estudos subsequentes ao realizado acima:
    ..
    E temos os testes ganzfeld, criados para baratear os custos dos testes feitos em Maimonides. Tais testes foram reproduzido por céticos.
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    ASSIM, TEMOS DIFERENTES METODOLOGIAS, DIFERENTES LABORATÓRIOS, DIFERENTES PESQUISADORES, TODOS COMPROVANDO A TELEPATIA.
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    CONSIDERAÇÃO: em outras palavras: tem-se um QUASE NADA, a mostrar que telepatia, caso exista, é “força” de atuação tênue, de ocorrência esporádica e imprevisível, sem controle da parte quem supostamente a possui, e sem utilidade conhecida.
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    Isso quer dizer que a telepatia não decola como força, ou o que seja, que possa ser de interesse para a ciência, a tecnologia, tampouco para qualquer pessoa que tenha o que fazer na vida.
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    Nem mesmo para incrementar ilusões tem serventia. Diferentemente das viagens astrais, das regressões a vidas passadas que, ao menos, fomentam sonhos mais ou menos criativos, a telepatia é fracasso total quando dela se tenta fazer uso para qualquer finalidade. Até mesmo no laboratório, o que produz são parcos indícios de algo que ninguém sabe dizer direito o que seja e provavelmente seja coisa alguma.

  6. MONTALVÃO Diz:

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    VINICIUS DISSE: “Sabe se aquela tese de Quevedo da distância de 50 metros é válida para a telepatia ?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: a tese dos 50 metros de Quevedo aplica-se ao fenômenos físicos do espiritismo, segundo afirma o padre: afastando-se qualquer vivo do local da ocorrência a mais de 50 metros tudo cessa. A ideia é que os eventos de efeitos físicos seriam casos de telecinesia, cujo alcance iria até o limite postulado.
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    A telepatia, conforme a grandiloquente tese pregada por aí, não conheceria limites. Em tese, telepatas poderiam se comunicar independentemente de onde estivessem: um terráqueo seria capaz de sintonizar habitante de Andrômeda sem problema. O único problema é comprovar a realidade dos contatos telepáticos, difícil pracaramba…

  7. Vitor Diz:

    Montalvão,
    O sujeito do teste acima mostrou uma capacidade formidável de receber impressões telepáticas em sonhos. Já o Dale Graff mostrou um controle estupendo de precognição, sabendo com precisão qual será a figura numa página específica de uma seção específica de um jornal específico com 3 dias de antecedência. Isso é controle.
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    Essa sua mania por tecnologia beira o absurdo. É como se perguntasse para um astrônomo, “e aí, o que vocês têm feito para tornar os meteoros algo corriqueiro e útil no cotidiano?” E lembro que a existência de meteoros foi por muito tempo negada.
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    A telepatia existe. Precognição também. Há pessoas com um controle formidável de uma ou de outra.
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    O que os cientistas obtiveram em laboratório está longe de ser um “parco indício”. São provas cabais. Magníficas. Estupendas. Você, que entrou em negação, precisa se juntar ao time de terra planistas, de criacionistas, você e eles são todos farinhas do mesmo saco, todos movidos por um imenso desejo de desacreditar.

  8. MONTALVÃO Diz:

    /
    O Vitor faria um belo trabalho se acompanhasse os experimentos do Guerrer (nosso herói psi nacional) e trouxesse informes para discussão, em vez de perder tempo precioso em sonhos telepáticos…

  9. Vitor Diz:

    Ih, Montalvão, ainda faltam mais uns artigos comprovadores de telepatia antes de eu chegar no Guerrer…

  10. MONTALVÃO Diz:

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    SOBRE PSICOCINESE, DEAN RADIN, JEFREY MISHLOVE…
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    —————————.
    PSICOCINESE (PK)
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    Psicocinese é o processo de mover-se ou afetar-se de alguma outra forma objetos físicos usando-se apenas a mente, sem nenhum contato físico.
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    Uri Geller, por exemplo, alega poder entortar chaves e colheres, além de parar relógios com o pensamento.
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    Outros alegam ser capazes de fazer lápis rolarem sobre uma mesa por um simples ato de vontade.
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    A variedade dos truques de mágica usados para demonstrar poderes psicocinéticos é impressionante.
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    Os cientistas vêm investigando a PK desde meados do século 19, mas têm tido pouco sucesso em demonstrar que alguém possa mover mesmo uma pluma sem usar truques que consistam em coisas tão simples e óbvias como soprar sobre os objetos para movê-los.
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    Embora existam incontáveis relatos minimamente plausíveis a respeito de astros da ESP, há muito poucos que aleguem ser superstars da PK. Uri Geller é um deles.
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    Outro é Ted Owens (1920-1987), que encontrou seu Boswell [N.T. de James Boswell, famoso biógrafo] no parapsicólogo Jeffrey Mishlove. The PK Man [O Homem PK] é onde Mishlove descreve Owens como um homem com poderes paranormais extraordinários, mas que muitos outros chamariam de enganador e necessitado de cuidados em saúde mental.
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    O autor reconhece a ‘personalidade difícil’ de Owens, mas não o desacredita porque “temos muito o que aprender sobre a interligação entre a doença mental e a paranormalidade” (Mishlove 2000: 87).
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    (O que você pensaria de um homem que aparecesse numa conferência científica puxando um carrinho infantil vermelho cheio de recortes de jornal sobre suas façanhas paranormais, que se declarasse “o embaixador terrestre supremo das inteligências dos OVNIs”, e falsamente alegasse ter fornecido “centenas de demonstrações” de seus poderes de PK a cientistas? Mishlove diz ter estado presente em 1976 quando Owens fez exatamente isso como orador convidado numa conferência realizada pelo Institute for Parascience, em Londres, na Inglaterra (Mishlove 2000: 18).
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    Segundo Mishlove em “a verdadeira história do domínio da mente sobre a matéria,” Owens alega ter experimentado a levitação espontânea por diversas vezes, e ter sido abduzido por alienígenas que operaram seu cérebro para que pudessem comunicar-se com ele telepaticamente.
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    Isto supostamente teria auxiliado esses seres em seu projeto de monitoramento da Terra (Mishlove 2000: 14, 15). O livro How to Contact Space People [Como Contactar Pessoas do Espaço] de Owen, publicado pela Saucerian Books em 1969, descreve os alienígenas apresentando-se como insetos com a aparência de gafanhotos (dois dos quais são chamados Twitter e Tweeter). Teve muitos encontros com esses seres, aos quais se refere como “inteligências espaciais” (IEs).
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    Alega que as IEs o escolheram para uma grande missão e, para demonstrar que estava dizendo a verdade quando alegava ser responsável por coisas como a aparição de OVNIs, tempestades, queda de aviões, cortes de energia e outros desastres. (A última pessoa escolhida, segundo Owens, foi Moisés.)
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    Mishlove começou a acreditar nos poderes de Owens em 1976, quando era estudante de graduação na Universidade da Califórnia em Berkeley e visitou Hal Puthoff e Russell Targ no Stanford Research Institute, onde trabalhavam com visão remota.1 Segundo Mishlove, Owens havia enviado a Puthoff e Targ uma carta. Nela dizia, “Olhem aqui, caras, só para provar que eu sou mesmo o maior paranormal do mundo, vou acabar com a seca que está assolando vocês na Califórnia”.
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    E havia realmente uma grave seca na época. Disse ele, “Vou fazer chover, nevar, cair granizo e flocos de gelo. Vocês verão todo tipo de evento climático, haverá apagões e avistamento de OVNIs. E seu jornal local vai apresentar uma reportagem de primeira página proclamando que a seca acabou”.
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    Em três dias, tudo isso aconteceu. (VIRTUAL U WITH DR. JEFFREY MISHLOVE) Veja também o cap. 2 de The PK Man.
    Moro na Califórnia desde 1954 e posso atestar que tivemos uma seca nos anos 1970, mas secas não terminam em três dias.
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    Se isso fosse tudo o que Owens fez, não se destacaria de outros paranormais que fazem todo tipo de predição sobre o terremotos, enchentes, incêndios, celebridades e o clima da Califórnia. Owens, no entanto, alegou não só prever o tempo como provocá-lo. Mishlove colecionou diversos relatos e alguns depoimentos (muitos dos quais fornecidos pelo próprio Owens) testemunhando a capacidade do paranormal de fazer trovejar e relampejar à sua vontade.
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    Owens às vezes alegava poder afetar o tempo e outros eventos através de seus poderes de PK, e às vezes que IEs realizavam seus pedidos depois que ele os comunicava telepaticamente do que queria que fosse feito.
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    Talvez seja digno de nota o fato de que Owens tenha trabalhado para o parapsicólogo J. B. Rhine (1895-1980) em 1947 (Mishlove 2000: 50). Embora Rhine fosse capaz de reconhecer poderes paranormais em um cavalo, aparentemente não encontrou nada em Owens sobre o que valesse a pena escrever.
    .
    A versão do próprio Mishlove sobre o que poderia estar acontecendo com Owens, os IEs e a aparente PK é ainda mais estranha do que a do próprio paranormal.
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    “Alguns acreditam que os OVNIs sejam criados diretamente por nossas mentes, enquanto que outros crêem que são criados por uma mente sobrenatural que reflete nossos desejos e simbolismos arquetípicos inconscientes de volta para nós. Outros ainda acreditam que os fenômenos sejam extradimensionais, e que entrariam neste mundo através de um processo psíquico estabelecido pela mente. Se esta teoria for correta — como acredito que ao menos em parte seja — não há razão para rejeitar a possibilidade de que um OVNI possa ser trazido à existência pelo processo criativo da uma mente individual.”
    .
    Owens aparentemente possuía impressionante capacidade de PK muito antes de suas experiências com OVNIs.
    .
    Assim, ele próprio pode ter sido responsável por eles — e não vice-versa! (Mishlove 2000: 80).
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    Sim. E Mishlove poderia mesmo ser um gafanhoto alienígena manifestando-se como um investigador parapsicológico! Muitas coisas estranhas são possíveis quando se aceita o princípio da plenitude e rejeita-se a navalha de Occam.
    [continua]
    .

  11. Vitor Diz:

    “Embora Rhine fosse capaz de reconhecer poderes paranormais em um cavalo, aparentemente não encontrou nada em Owens sobre o que valesse a pena escrever.”
    .
    Quem é o autor da frase infeliz acima?

  12. MONTALVÃO Diz:

    /
    [continuação]
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    Dean Radin
    .
    Dean Radin alega ter obtido resultados impressionantes em PK com pessoas usando a mente para tentar afetar o resultado de lançamentos de dados, mas admite não poder ter certeza de que os resultados não se devem a precognição (Radin: 1995).
    .
    Talvez os dados tenham consciência e estejam enviando mensagens telepáticas aos sujeitos. Isto ao menos seria coerente com o princípio da plenitude.
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    Radin também impressionou-se muito com os trabalhos de Robert Jahn e seus colegas de Princeton. Não descobriram ninguém que pudesse mover uma pluma por nem mesmo um centímetro usando apenas o poder da mente, mas encontraram uma “estatística anômala” em dezenas de milhões de tentativas de se afetar os resultados de um gerador de eventos aleatórios.
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    Em resumo, incapazes de achar qualquer pessoa com poderes psicocinéticos demonstráveis, os parapsicólogos nos dizem que há dois tipos de PK, macro e micro. O que o resto do mundo chama de psicocinese eles agora chamam de macro-psicocinese, e vão então estudar micro-PK e procurar por pequenas diferenças estatísticas entre seus (numerosíssimos) dados e o que seria esperado pelo acaso.
    .
    Radin pensa haver “implicações teóricas fantásticas” nos trabalhos de Jahn (Radin 1995: 129). Na minha opinião, uma dessas implicações é de que a vivência, como a conhecemos, seria impossível. Se a mente das pessoas fosse capaz de ter efeito direto significativo sobre os eventos, não poderia haver nenhum fluxo coerente de eventos, e nenhuma noção de causalidade como uma sucessão regular de eventos.
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    Mas Radin e outros que fazem esses experimentos, como Helmut Schmidt, presumem que, como estão testando intenções mentais, estão medindo intenções mentais. O que estão fazendo é (a) pedindo a pessoas que façam um esforço para causar um determinado evento com o pensamento e (b) medindo então as diferenças entre o previsto pelo acaso e o resultado real. Assumem que a diferença se deva a algum tipo de interação mente-matéria.
    .
    Se esses experimentos são tão fantásticos, por que a comunidade científica continua a ignorá-los e por que não há mais pessoas sabendo da existência deles?
    .
    A resposta de Radin é que existe “um desconforto generalizado em relação à parapsicologia”. Além disso, afirma que “a natureza insular das áreas científicas” dificulta a aceitação dos trabalhos dos parapsicólogos por parte dos outros cientistas.
    .
    Pode haver outra razão pela qual esses estudos são ignorados pelo restante da comunidade científica. São pouco impressionantes. Vejamos os trabalhos do próprio Radin nesta área.
    .
    Segundo Radin, entre 1935 e 1987 houve 148 experimentos com lançamento de dados por 52 investigadores. Isto resultou em 73 publicações com 2.569 participantes e 2,6 milhões de lançamentos. De 124 estudos analisados, 31 eram estudos de controle e consistiam em 150.000 lançamentos nos quais nenhuma influência mental foi tentada (Radin usa a palavra “aplicada” em lugar de “tentada” — indicando sua presunção de que ocorria a influência mental).
    .
    Radin e Diane Ferrari fizeram uma meta-análise dos experimentos com dados e descobriram que os estudos de controle resultaram em 50,02% (chances contra o acaso de 2 para 1), mas os estudos experimentais (onde a foi tentada a influência mental) resultaram em 51,2% (chances de um bilhão para 1, segundo Radin). Os resultados foram publicados no Journal of Scientific Exploration, “Effects of consciousness on the fall of dice,” [Efeitos da consciência sobre a queda de dados] 1991 (Radin 1997: 134).
    .
    Radin alega que outras análises demonstraram que os resultados não se deviam a apenas poucos investigadores, nem que se deviam à seleção de apenas estudos com resultados positivos para a meta análise, nem que se deviam ao efeito gaveta, embora não diga como calculou que seriam necessários 17.974 estudos engavetados para cada estudo publicado para tornar os dados nulos.
    .
    Assim, diz ele, se os dados não podem ser satisfatoriamente explicados pela sorte, pelo efeito gaveta, pela qualidade deficiente dos estudos ou pelo pequeno número de investigadores, então provavelmente se devem ao fato de a mente ter um pequeno efeito sobre a matéria.
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    Entretanto, os experimentos com dados foram avaliados criticamente por Edward Girden, do Brooklyn College.
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    Radin faz uma discreta referência ao trabalho de Girden citando-o em nota de rodapé, juntamente com o relatório de G. Murphy sobre um artigo de Girden sobre psicocinese (veja Radin 1997, página 133, nota de rodapé 23, onde se lê: “Em 1989, experimentos com dados haviam sido revistos e criticados numerosas vezes ao longo dos anos, mas a despeito de toda a experimentação e revisão não havia surgido nenhum consenso”).
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    Esta parece ser a maneira de Radin de admitir que nem todos concordam com sua rósea análise, mas sem entrar em detalhes com respeito às preocupações de Girden.
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    Felizmente, C.E.M. Hansel (1989) o faz. “Apenas um dos primeiros experimentos [1934-1946] empregou uma série de controle” e este experimento “não ofereceu nenhuma evidência de psicocinese, mas sim claras evidências de que o dado era viciado, já que tendia a cair com a face com o número 6 para cima, fosse isso desejado ou não” (Hansel 1989: 172).
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    Entre as investigações posteriores, de 30 estudos, 13 foram positivos e o restante não produziu resultados acima do esperado por acaso (Hansel 1989: 174).
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    Girden também aplicou critérios que Rhine e Pratt (Parapsychology 1954) haviam dito que seriam condições para um teste de PK conclusivo — ter dois experimentadores, aleatorização verdadeira dos alvos e registro independente dos alvos, acertos e erros — e sob estes critérios “nenhum dos 13 testes que apresentavam evidências positivas da psicocinese podiam ser considerados conclusivos, enquanto que várias dentre as 17 outras investigações que não ofereceram essas evidências satisfaziam as exigências” (Hansel 1989: 174).
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  13. MONTALVÃO Diz:

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    “Embora Rhine fosse capaz de reconhecer poderes paranormais em um cavalo, aparentemente não encontrou nada em Owens sobre o que valesse a pena escrever.”
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    VISONI: Quem é o autor da frase infeliz acima?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Dicionário cético.

  14. MONTALVÃO Diz:

    /
    Falando em dicionário cético, Visoni, você que tanto gosta dos estranjas e tanto desgosta dos nacionais, para contrabalançar a avassaladora massa de anêmicas defesas da realidade do paranormal, propalada em artigos “extremamente” deslumbrados, eis uma lista de sugestões de trabalhos críticos que poderia traduzir, ao menos partes.
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    Isso demonstraria sua extrema honestidade em apresentar os dois lados da história…
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    ————————-.
    1 Para um relato detalhado da incompetência do trabalho de Puthoff e Targ veja o capítulo 13 de The Search for Psychic Power: ESP and Parapsychology Revisited, de C.E.M. Hansel (Prometheus Books, 1989).
    .
    Veja também os capítulos 2, 3, e 13 de The Psychology of the Psychic, de David Marks (Prometheus Books. 2000)
    .
    e o capítulo 7 de Flim-Flam!, de James Randi (Prometheus Books, 1982). Após a leitura desses relatos a respeito do trabalho feito por Puthoff e Targ, o leitor irá entender por que Randi se refere a eles como O Gordo e o Magro (Laurel & Hardy) do Psi!
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    leitura adicional
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    Alcock, James E. 2003. Jean Burns e Anthony Freeman. Editores. Psi Wars: Getting to Grips with the Paranormal Imprint Academic.
    .
    Christopher, Milbourne. 1970. ESP, Seers & Psychics Thomas Y. Crowell Co.
    .
    Gardner, Martin. 1957. Fads and Fallacies in the Name of Science Dover Publications, Inc.
    .
    Hansel, C.E.M. 1989. The Search for Psychic Power: ESP and Parapsychology Revisited. Prometheus Books.
    .
    Hansen, George P. 2001. The Trickster and the Paranormal Xlibris Corporation,
    .
    Hines, Terence. 2003. Pseudoscience and the Paranormal 2nd ed. Prometheus Books.
    .
    Hyman, Ray. 1989. The Elusive Quarry: a Scientific Appraisal of Psychical Research. Prometheus Books.
    .
    Marks, David. 2000. The Psychology of the Psychic. Prometheus Books.
    .
    Randi, James. Flim-Flam! 1982. Prometheus Books.
    Randi, James. 1982. The Truth About Uri Geller. Prometheus Books.

  15. Vitor Diz:

    Fonte *maravilhosa*…depois de ler esse amontoado de asneiras, dá para voltar ao tema telepatia?

  16. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “COMO SE configuraria situação de “extrema honestidade”? Tentei conceber algo que coubesse nesta postulação mas não fui feliz…”
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    VISONI: Falando os prós e os contras. Os erros tipo I e tipo II. Nem endeusando, nem menosprezando por completo o polígrafoPSI. Acheiacharemos a abordagem delas excelente [se for mostrado os dois lados da moeda].

  17. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Fonte *maravilhosa*…depois de ler esse amontoado de asneiras, dá para voltar ao tema telepatia?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ué, e onde fica “os dois lados da moeda”? Vamos ter que ficar só digerindo (e tendo indigestão) defesas malajambradas de psi?

  18. MONTALVÃO Diz:

    /
    declaro criado o MOVIMENTO APARTIDÁRIO: “QUEREMOS VER OS PRÓS E OS CONTRAS”.

  19. Vitor Diz:

    Não tem nenhum problema em ver os prós e os contras, Montalvão. Mas dá para ser nos tópicos específicos? E do David Marks já divulguei bastante coisa, por exemplo.

  20. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Ih, Montalvão, ainda faltam mais uns artigos comprovadores de telepatia antes de eu chegar no Guerrer…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: que tal, para variar, alguns artigos REFUTADORES de telepatia? Está mais que na hora de conhecermos os dois lados…

  21. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “que tal, para variar, alguns artigos REFUTADORES de telepatia? Está mais que na hora de conhecermos os dois lados…”
    .
    Eu já fiz um bom apanhado disso aqui:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2015/uma-abordagem-experimental-aos-sonhos-e-telepatia-ii-relatorio-de-tres-estudos-por-montague-ullman-e-stanley-krippner-1970/

  22. Vitor Diz:

    O estudo divulgado em http://obraspsicografadas.org/2017/sonhos-1999/ também traz mais um ótimo apanhado, mais atual, e fornece mais evidência para psi em sonhos.

  23. Marciano Diz:

    Se os meteoros foram negados por muito tempo e existem, está provada a existência da telepatia. Ela também é negada por muito tempo.
    Perfeita a analogia. Pena que serve para lobisomens, discos voadores, saci pererê…
     
    Já sei! Lobisomens et al não foram reconhecidos pela AAAS. A telepatia foi.
     
     
    Montalvão, Guerrer não é aquele físico do crowdfunding?
    É. Com um bom crowdfunding, eu pesquiso até a diabólica metáfora da heterodinagem pelo método paranoico crítico.
     
    Have a chair, no sentido de tenha uma cadeira, no sentido de puxe uma cadeira, no sentido de sente-se, vamos falar sobre negócios, vamos tratar do financiamento.
     
     
    ===============================================================
    Ih, Montalvão, ainda faltam mais uns artigos comprovadores de telepatia…
    ===============================================================
     
    Oh, my goodness! Good Lord, have mercy on us. Κύριε, ἐλέησον.

  24. Marciano Diz:

    Atenção! Κύριε, ἐλέησον não é queremos eleição, é pedido de piedade ao Senhor.

  25. Marciano Diz:

    Como diria Shakespeare, se não tivesse desencarnado, Κύριε, ἐλέησον para mim é grego.

  26. MONTALVÃO Diz:

    /
    Have a chair, no sentido de tenha uma cadeira, no sentido de puxe uma cadeira, no sentido de sente-se, vamos falar sobre negócios, vamos tratar do financiamento.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: YES! Let’s to talk about it, but I answer: the finantial book is on the table, ou under the chair…
    .
    Please, the return in portuguese… my English find here…

  27. MONTALVÃO Diz:

    pineaple and umbrella…

  28. MONTALVÃO Diz:

    find here NO, finish here! Sorry…

  29. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Com um bom crowdfunding, eu pesquiso até a diabólica metáfora da heterodinagem pelo método paranoico crítico.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tô pensando em abrir um crowdfunding (esse negócio de funding sei não) para estudar o porquê de pessoas sensatas e esclarecidas acreditarem em coisas insensatas qual seja psi, reencarnação e espíritos comunicantes. Vou precisar, calculo, uns R$287,00, mais a passagem e o lanche…

  30. Marciano Diz:

    Seu portinglês lembra o do EmmÂnuel.
    Só quero que saiba que financial (sem o t), table, under, please, umbrella, finish são palavras com raízes latinas.
    Umbrella é o diminutivo de umbra sem tirar nem pôr.
    E cuide da gramática. A gramática inglesa é muito mais fácil do que a do latim, do alemão, do português, do francês, do italiano…
    Terceira pessoa do singular – finishes.
    Conjugar verbos em inglês is a piece of cake. Experimente conjugar em todos os tempos e modos em português, alemão, francês.
    Piece of cake não é pedaço de bolo, é molinho, facinho, mamão com açúcar, sopa no mel.
    Tenho a mais absoluta certeza de que você conhece as duas últimas expressões.
    Viu como funciona a telepatia?
     
    Please vem de placere, agradar, dar prazer a.
    Ativo Passivo
    Indicativo Subjuntivo
    Presente
    Singular 1 Placeo    Placeam    Placeor Placear
    2 Places    Placeas    Placeris    Placearis
    3 Placet Placeat Placetur Placeatur
    Plural 1 Placemus Placeamus Placemur Placeamur
    2 Placetis Placeatis Placemini Placeamini
    3 Placent Placeant Placentur Placeantur
    Imperfeito
    Singular 1 Placebam Placerem Placebar Placerer
    2 Placebas Placeres Placebaris Placereris
    3 Placebat Placeret Placebatur Placeretur
    Plural 1 Placebamus Placeremus Placebamur Placeremur
    2 Placebatis Placeretis Placebamini Placeremini
    3 Placebant Placerent Placebantur Placerentur
    Futuro
    Singular 1 Placebo Placebor
    2 Placebis Placeberis
    3 Placebit Placebitur
    Plural 1 Placebimus Placebimur
    2 Placebitis Placebimini
    3 Placebunt Placebuntur
    Perfeito
    Singular 1 Placui Placuerim Placitus Sum Placitus Sim
    2 Placuisti Placueris Placitus Es Placitus Sis
    3 Placuit Placuerit Placitus Est Placitus Sit
    Plural 1 Placuimus Placuerimus Placiti Sumus Placiti Simus
    2 Placuistis Placueritis Placiti Estis Placiti Sitis
    3 Placuerunt Placuerint Placiti Sunt Placiti Sint
    Mais-que-perfeito
    Singular 1 Placueram Placuissem Placitus Eram Placitus Essem
    2 Placueras Placuisses Placitus Eras Placitus Esses
    3 Placuerat Placuisset Placitus Erat Placitus Esset
    Plural 1 Placueramus Placuissemus Placiti Eramus Placiti Essemus
    2 Placueratis Placuissetis Placiti Eratis Placiti Essetis
    3 Placuerant Placuissent Placiti Erant Placiti Essent
    Futuro do Perfeito
    Singular 1 Placuero Placitus Ero
    2 Placueris Placitus Eris
    3 Placuerit Placitus Erit
    Plural 1 Placuerimus Placiti Erimus
    2 Placueritis Placiti Eritis
    3 Placuerint Placiti Erunt
    Indicativo Subjunctivo
    Active Passive
    Imperativo
    Presente Singular Place Placere
    Plural Placete Placemini
    Infinitivo
    Presente Placere Placeri
    Perfeito Placuisse Placitus Esse
    Futuro Placiturus Esse Placitus Iri
    Particípio
    Presente Placens
    Perfeito Placitus
    Futuro Placiturus Placendus
    Gerúndio Supino
    Genitivo Placendi
    Dativo Placendo
    Acusativo Placendum Placitum
    Ablativo Placendo Placitu

  31. Marciano Diz:

    Em inglês: please, pleases, pleased.
    O resto, é só usar verbos auxiliares.
    I have been pleased. I will please. I would please, und so weiter, ops, ich mein, and so on.
    Please é diminutivo de if you please, se lhe agrada, s’il te plait; aqui, por favor.
     
    Só a título de eventual curiosidade de sua parte.
     
    Por falar nisso, veja se te lembra algo:
     
    On a tous dans un cœur une petite fille oubliée
    Une jupe plissée queue d’cheval à la sortie du lycée
    On a tous dans un cœur un morceau de ferraille usée
    Un vieux scooter de rêve pour faire le cirque dans le quartier
    Et la p’tite fille chantait
    Un truc qui m’colle encore au cœur et au corps

  32. Marciano Diz:

    Lembrei-me disso por causa do liceu, que tu citaste na outra rubrica.
    Favor não confundir com o inglês lice, plural de louse, piolho.

  33. Marciano Diz:

    Essas línguas são todas aparentadas. Quem fala português, já fala um pouco de espanhol, italiano, francês.
    Veja quantas palavras reconhece acima, só pela semelhança, pois são cognatas.
    Quem fala inglês, fala um pouco de português, um pouco de alemão.
    Quem fala alemão, fala um pouco de holandês, um pouco de sueco, um pouco de norueguês, um pouco de dinamarquês.
     
    Quero ver é neguinho falar grego (que nos cedeu muitas palavras, assim como a várias outras línguas), árabe (e seus dialetos – também nos cedeu várias palavras), chinês (todos os dialetos, como mandarin, manchu, cantonês, etc.).
     
    Aí a porca torce o rabo, se é que você me entende.

  34. Marciano Diz:

    Antes que pense que conjugo placere em todos os tempos e modos, vou logo avisando que foi cola.
    Um dia eu chego lá.
    Pelo menos sei um pouquinho, melhor que nada.
    Sou apenas o parafuso que falta na grande e complexa máquina que são você, Gorducho.
    Posso não saber 10% do que vocês sabem, mas sempre (ou quase sempre) tenho uma ajudinha pra agradá-los.
    Quer dizer, o terceiro-secretário não é completamente inútil. Seu defeito é o excesso de modéstia e o mal hábito de referir-se a si próprio na terceira pessoa, sintoma, dentre outras coisas, de esquizofrenia, de paranormalidade.

  35. Marciano Diz:

    Schlaflosigkeit ist schlecht. Das weiß ich.

  36. Marciano Diz:

    Esqueceu-me (vou encher o saco com essa troca de nominativo e acusativo) dizer que falar de si na terceira pessoa é sintoma de megalomania.
    Esse terceiro-secretário é um tremendo babaca.
    E não precisa de que ninguém lhe diga isto: ele sabe!

  37. Marciano Diz:

    Ele sabe porque seu maior talento é a telepatia.
    Cuidado com o que pensam, longe ou perto do terceiro-secretário.
    Ele parece o Sombra.
    “Who knows what evil lurks in the hearts of men? The Shadow knows!”

  38. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Quer dizer, o terceiro-secretário não é completamente inútil. Seu defeito é o excesso de modéstia e o mal hábito de referir-se a si próprio na terceira pessoa, sintoma, dentre outras coisas, de esquizofrenia, de paranormalidade.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o 3º secretário que, por alta modéstia, assim se autoelegeu e, por especial deferência, anuido por Fat Boy e outros docentes, pôs-me no cimo da ordem, embora não tenho eu méritos para tal, e só aceitei a missão devido a polpuda remuneração, é de grande utilidade no sítio, Visoni que o diga. E nele não vi ainda qualquer mau hábito e, por sabê-lo telepata de elevada estirpe, penso o bem dele longe ou perto, foi sempre assim, mesmo em outras encarnações…
    .
    Now, I’m go to sit at the tavola and have a breakfast. Sayonara.

  39. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Umbrella é o diminutivo de umbra sem tirar nem pôr.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: HUMMM, por isso que quem vai para o umbral ao chegar ganha de brinde uma umbrella. Se for nacional é presenteado com “sombrinha”…
    .
    Engraçado, cá no Brasil o apetrecho é chamado guarda-chuva, mas se for usado femininamente para se proteger do sol passa a ser nominado “sombrinha”, que deveria ser um guarda-chuva miúdo, caso em que teria a sombra, um protetor de sol tamanho grande, mas não existe, ou porque não há a coisa ou por inexistir a palavra.
    .
    Tô entendendo nada…

  40. Vinicius Diz:

    MARCIANO e outros. Agora o caso “caiu” na imprensa. Leiam que a FEESP não quis se manifestar :!:

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/policia-apura-morte-de-engenheiro-em-banheiro-de-centro-espirita-em-sp.ghtml

  41. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Se os meteoros foram negados por muito tempo e existem, está provada a existência da telepatia. Ela também é negada por muito tempo.
    Perfeita a analogia. Pena que serve para lobisomens, discos voadores, saci pererê…”
    .
    Mas ao contrário de lobisomens, discos voadores saci pererê etc., só a telepatia é verificável e produzida em laboratório. Embora meteoros possam ser através de análises químicas verificados em laboratório (quando caem na Terra e “sobrevivem” recebem o nome de meteorito, mas vamos esquecer isso por enquanto), não podem ser produzidos em laboratório.

  42. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “tô pensando em abrir um crowdfunding (esse negócio de funding sei não) para estudar o porquê de pessoas sensatas e esclarecidas acreditarem em coisas insensatas qual seja psi, reencarnação e espíritos comunicantes.”
    .
    Porque essas pessoas não não desonestas intelectualmente, Montalvão. Ou ao menos aprenderam a pensar cientificamente. Diferentemente de terra planistas, criacionistas, e “céticos” de psi…

  43. Marciano Diz:

    A troca do adjetivo por um advérbio não passou despercebida ao diligente Montalvão.
     
    Vou devolver o favor, citando apenas um dos escorregões montalvânicos, que também não me passam despercebidos. Só não os exibo por lealdade ao Presidente e também porque seria ignóbil de minha parte.
     
    Ele pode ser encontrado AQUI.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: seria admirável demonstração de ingenuidade se o esperto Aristóteles engulisse como real uma romanceada de seu mestre. Ao fugir de Atenas, o filósofo declarara que o fazia para que a cidade não cometesse injustiça igual a que fizera com o envenenado. Ao descrever a realização de filósofos que o antecediam pôs o pensamento de Sócrates entre os listados.
    ===============================================================
     
    Naturalmente que o preclaro Montalvão estava conjugando o verbo engulir.
    Eu engulo
    Tu engules
    Ele engule
    Nós engulimos
    Vós engulis
    Eles engulem

     
    Assim como Montalvão sabe que não existe (ou será esiste?) o verbo “engulir”, este projeto (etc.) também sabe que substantivos só podem ser modificados por adjetivos, não por advérbios.
     
    Tal referência não tem o propósito de retorquir alfinetadas, mas tão só o de mostrar que ninguém está livre de escorregadelas.
     
     
    O protetor de sol de tamanho grande existe, mas não dá para andar por aí se protegendo do sol com ele (sol, aqui, em letras minúsculas por se referir à radiação solar, não à estrela), a uma, porque teria de ser de uso coletivo, a duas, porque seria de difícil manuseio e muito incômodo para outros pedestres.
     
    Ele é chamado de barraca de praia.
     
    Vou deixar para responder ao VINICIUS e ao VITOR no próximo comentário.

  44. Marciano Diz:

    Bom trabalho, Vinicius.
    Acho que a feesp não quis se manifestar porque não tem o que dizer.

     
     
    VITOR DISSE:
     
    Mas ao contrário de lobisomens, discos voadores saci pererê etc., só a telepatia é verificável e produzida em laboratório. Embora meteoros possam ser através de análises químicas verificados em laboratório (quando caem na Terra e “sobrevivem” recebem o nome de meteorito, mas vamos esquecer isso por enquanto), não podem ser produzidos em laboratório.
     
    Parabéns! Estou vendo que sabe a diferença entre meteoro, meteorito e meteoroide.
     
    Acho um tremendo desperdício usar sua louvável inteligência e apreciável conhecimento de forma tão tola.
    Que desperdício…
     
    Antes que me entenda mal: tolice é acreditar nesses “estudos” que resolveu publicar ad nauseam.
     
    Desculpe-me pela sinceridade.

  45. Marciano Diz:

    Ah! Esqueceu-me de novo!
    No mesmo parágrafo, encontramos:
     
    …seria admirável demonstração de ingenuidade se o esperto Aristóteles engulisse como real uma romanceada de seu mestre. Ao fugir de Atenas, o filósofo declarara que o fazia para que a cidade não cometesse injustiça igual a que fizera com o envenenado. Ao descrever a realização de filósofos que o antecediam pôs o pensamento de Sócrates entre os listados.
     
    Injustiça igual à que fizera. Existe o encontro de um artigo e de uma proposição, que são grafados apenas com uma letra, com o acento grave, para indicar a crase.
     
    Desculpe-me, Montalvão. Está no mesmo parágrafo, e poderia parecer que este erro não foi notado por este ignóbil secretário.
    “Ignóbil) aqui no sentido de que não tem nobreza; baixo, desprezível, vil, abjeto.

  46. Marciano Diz:

    Preposição. Proposição é outra coisa.
    Antes que me ensine.

  47. Marciano Diz:

    Montalvão, acho esta sua ideia de mostrar erros gramaticais em nossos comentários muito proveitosa para nós dois.
    Se quiser, podemos nos ajudar muito.
    Você mostra meus escorregões, eu mostro os seus, e o assunto fica muito mais interessante do que ficar discorrendo sobre os tais estudos paranormais de gente intelectualmente honesta.
    Ambos melhoramos nossa gramática, passamos a ter mais cuidado com o que escrevemos, sem embargo da hora, pressa, sono, nada.
    O chato é que seria ignóbil de nossa parte, mas acho que nobreza não tem mais importância.
    São os novos tempos.

  48. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Acho um tremendo desperdício usar sua louvável inteligência e apreciável conhecimento de forma tão tola. Antes que me entenda mal: tolice é acreditar nesses “estudos” que resolveu publicar ad nauseam.”
    .
    Penso que tolice maior é desqualificar um trabalho embasado apenas por ir contra suas crenças (ou descrenças).

  49. Marciano Diz:

    Abri aspas e fechei parênteses. E não foi de sacanagem.
    Deve ser alguma doença degenerativa do cérebro.
    Existem tantas.
    Ou talvez eu esteja adquirindo poderes paranormais e isto seja apenas um efeito colateral. Ou dano colateral, como preferem anglófonos.

  50. Marciano Diz:

    Agora vocês terão de me desculpar, queiram ou não, porque preciso voltar minha atenção às minhas peças processuais, porque se cometo esses mesmos erros nelas, posso arranhar minha reputação.
    Reputação, em se tratando de profissão, é igual a dinheiro.

  51. Marciano Diz:

    Por uma questão de polidez (também em desuso, infelizmente), antes de partir vou responder ao comentário vitoriano.
    ===============================================================
    Penso que tolice maior é desqualificar um trabalho embasado apenas por ir contra suas crenças (ou descrenças).
    ===============================================================
    No meu caso, são descrenças mesmo.
    E acho importante que saiba que, assim como existe diferença entre meteoro, meteoroide e meteorito, também existe diferença entre crença e descrença.
    Existem pessoas imbecis que acham que a descrença é impossível e cometem a atrocidade de dizer que quem é descrente é crente em alguma coisa.
     
    É por essas e outras que eu gosto de você. Warts and all.

  52. Marciano Diz:

    Sei que seu (Vitor) inglês é bom, mas talvez não saiba o significado de “warts and all”.
    Se usar o Google Translator, ele vai dizer “rugas e tudo”.
    Esse Google é um imbecil.
    Warts and all means “all defects and imperfections notwithstanding”.
    Se já sabia, não me leve a mal. Tem gente que não sabe, vai traduzir no Google e entende tudo erradamente.
    Agora preciso sair mesmo.
    Bye.

  53. Marciano Diz:

    Verrugas e tudo. Saiu rugas, faltou o “ver”.
    Wart is one thing, wrinkles are another.
    É um saco ter de ficar lendo como saíram os comentários, para corrigir qualquer imperfeição.

  54. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Vou devolver o favor, citando apenas um dos escorregões montalvânicos, que também não me passam despercebidos. Só não os exibo por lealdade ao Presidente e também porque seria ignóbil de minha parte.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tudo bem, eu mereço, essa eu engulo…

  55. MONTALVÃO Diz:

    /
    Injustiça igual à que fizera. Existe o encontro de um artigo e de uma proposição, que são grafados apenas com uma letra, com o acento grave, para indicar a crase.
    .
    Desculpe-me, Montalvão. Está no mesmo parágrafo, e poderia parecer que este erro não foi notado por este ignóbil secretário.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: poderia parecer que não, mas foi…
    .
    Continue, não me avexo (ou seria avecho, agora preocupei-me…, vou apostar no 1º): tô aprendendo cousas novas, ou velhas de que já não lembrava, ou distrações com que não contava, ou sei lá…

  56. Marciano Diz:

    Não vou continuar, por várias razões.Vou citar apenas algumas.
    Você não está aprendendo nada. Pequenas distrações são inevitáveis, quando a gente não tem o propósito de se esmerar para produzir uma peça literária.
    Aqui nós escrevemos sem compromissos com rigor linguístico ou para demonstrar conhecimentos (penso eu), apenas queremos debater assuntos para nós, no mínimo, controvertidos, e para a casa, fatos científicos consolidados, os quais, justamente por serem supostamente consolidados (quer dizer, se o fossem) não precisariam de provas.
     
    Salvo no caso de extrema necessidade (já aconteceu), não é polido ficarmos a exibir pequenas distrações uns dos outros,
     
    Talvez você tenha interpretado erroneamente minhas intenções, quando lhe mostrei o erro de gramática inglesa (ninguém é obrigado a saber inglês ou qualquer outra língua estrangeira, for that matter).
    Foi o caso do finish – finishes.
     
    Minha intenção foi apenas de tentar mais uma vez mostrar-lhe que é útil conhecer pelo menos inglês, por causa da quantidade de material que encontramos nessa língua. E não adianta conhecer mais ou menos.
    Muita gente pensa que sabe o bastante de inglês (e incrivelmente, até português) e é analfabeto funcional. Lê e não entende patavina. O pior é que pensa que entendeu.
     
    Estou falando de memória, sem consultar nada (aprendi com o GORDUCHO), mas foi Platão ou seu mentor (imaginário, talvez) que disse que o erro é pior do que a ignorância.
    Acho que foi o discípulo do cabeção, o Ari.
    Quem ignora, pode aprender, mas quem acha que sabe, não vai aprender nunca.
     
    Por falar nisso, sirvo-me da oportunidade para esclarecer que refiro-me a Platão como cabeção porque ele realmente tinha uma cabeça enorme. Parecia baiano.
     
    E “for that matter”, caso não saiba, significa so far as that is concerned, até onde diz respeito a este assunto.
     
    O Google é um tradutor absolutamente não confiável, haja vista o exemplo que dei acima. Ele traduz warts and all (que quer dizer “pouco importando se tem defeitos ou se não é perfeito) como verrugas e tudo.
    Totalmente inaceitável.
    Pode testar. Eu o fiz.
    Livros traduzidos nunca transmitem fielmente o pensamento original. Daí a importância de conhecer outras línguas, na medida do possível.
     
    Sirvo, também, da oportunidade, para renovar a Vossa Excelência meus protestos de elevada estima e distinta consideração.
    Yours sincerely,
    𝔐𝔞𝔯𝔠𝔦𝔞𝔫𝔬.

  57. Marciano Diz:

    Vitor, pelo amor de FG, não me entenda mal.
    Você costuma escrever, como fez acima:
    As correspondências foram tão precisas e exatas no 2º estudo experimental, feito com um sujeito e um agente pré-selecionados…
     
    Em inglês, costuma-se, nesses casos, referir-se a quem foi objeto dos estudos como subjetc.
    Subject, neste caso, não deve ser traduzido em português como sujeito.
    Sujeito, em português, tem os seguintes sentidos:
    substantivo masculino
    1 indivíduo subordinado a um suserano, no regime feudal; vassalo, súdito
    2 pessoa indeterminada ou cujo nome não se enuncia (por vezes pej.)
    Exs.: esteve aí um s. à sua procura
    esse s. não entra mais aqui

    3 Rubrica: filosofia.
    em epistemologia, esp. a partir do cartesianismo e do pensamento moderno, o eu pensante, consciência, espírito ou mente enquanto faculdade cognoscente e princípio fundador do conhecimento
    Obs.: p.opos. a objeto
    4 Rubrica: filosofia.
    na metafísica clássica, esp. no aristotelismo, ser real, substância, realidade permanente à qual se atribuem transformações, qualidades ou acidentes
    5 Rubrica: gramática.
    termo da oração sobre o qual recai a predicação da oração e com o qual o verbo concorda
    6 Rubrica: termo jurídico.
    pessoa vinculada a uma relação jurídica
    7 Rubrica: termo jurídico.
    aquele que é titular de um direito
    8 Rubrica: lógica.
    numa proposição, termo de que se fala, de que se afirma ou se nega algo, e ao qual se predicam propriedades, qualidades ou determinações [símb.: S]
    9 Rubrica: música.
    o tema de uma fuga em sua primeira apresentação; antecedente

     
    adjetivo
    10 que se sujeitou (NOTA BENE: usado como adjetivo, NUNCA como substantivo).
    10.1 submetido ao poder do mais forte; súdito, escravo
    Ex.: os povos s. ao Império Romano
    10.2 submetido à vontade dos outros; cativo, obediente, dócil
    Ex.: estava de todo s. aos caprichos da mulher
    10.3 domado, escravizado
    Ex.: trazia a filha s. à sua tirania
    11 que está exposto ou predisposto a (algo); suscetível, passível, inclinado (novamente, apenas como ADJETIVO).
    Exs.: sendo homens, estamos s. à fome, ao sonho, à morte
    quantos julgamentos não estão s. a equívocos?
    11.1 Rubrica: termo jurídico.
    submetido, pela lei, a uma obrigação
    Ex.: estamos s. a pagar os impostos

     
     
    Em inglês, NESTE CASO, subject means a person or animal that is the object of medical or scientific study: The experiment involved 12 subjects.
     
    Em português, ficaria melhor usar a palavra “paciente”, que significa aquele que recebe a ação praticada por um agente.
     
     
    Só uma sugestão.

  58. Marciano Diz:

    Sei que você detesta a wikipedia, mas veja como ela se refere ao subject, neste caso:
     
    A research participant, also called a human subject or an experiment, trial, or study participant or subject, is a person who participates in human subject research by being the target of observation by researchers.
     
    Traduzir human subjetc, neste caso, como sujeito humano é desastroso.
    Traduzir como paciente humano passa, ao meu ver, exatamente a mesma ideia expressada no texto original.

  59. Marciano Diz:

    Montalvão, realmente minha modéstia infinita levou-me a criar para mim mesmo o cargo de terceiro-secretário, embora não existam na bancada o primeiro e o segundo. Quando votei em você para a Presidência da Bancada, no que fui prontamente apoiado por GORDUCHO, o qual aceitou sem reclamos o cargo de Vice-Presidente, foi porque na minha míope, estrábica e “presbiópica” visão, vocês têm todas as qualidades para os cargos máximos da bancada.
    Note que quando tirou sua licença médica em razão do colapso nervoso que sofreu, GORDUCHO, malandramente, quis que eu assumisse a presidência em caráter interino, mas eu, ladinamente, convenci-o a assumi-la.
     
    Não tenho estatura intelectual para assumir cargos de tamanha responsabilidade, por isso limito-me a secretariá-los.
     
    Você é o mais paciente (aqui, em outro sentido) com o Vitor, alongando-se em discussões infinitas com ele sobre o sexo dos anjos, lã de cabra e outros assuntos, enquanto eu tento convencê-lo (junto com GORDUCHO) a mudar tal linha suicida de pensamento.
     

    Veja que GORDUCHO anda sem paciência para alertar o dono do sítio para o perigo de extinção, fazendo esporádicas aparições por aqui.
     
    Muitos tópicos ficam sem um comentário sequer, quando era comum os comentários passarem de mil, na época dourada em que ainda não havia a cantilena paranormal.

     
    Encerro, por ora, minha ladainha, pois o lazer me chama.
    Dever e lazer são duas coisas que não podem ser negligenciadas.
     
    Com a graça de Ishtar, aka Inana ( 𒀭𒌋𒁯) click here , volto amanhã.
    Que a paz de Osíris esteja convosco.

  60. Marciano Diz:

    Por falar em meteoros, aqui no Rio não vai dar pra gente, por causa do tempo fechado.
    Vai a dica para o pessoal de outros Estados:
    http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/madrugada-de-sabado-tera-chuva-de-meteoros-perseidas-mas-visibilidade-nao-sera-das-melhores.ghtml

  61. Marciano Diz:

    Hoje que eu poderia dormir até mais tarde, não consegui dormir.
    Ironias da vida.

  62. Marciano Diz:

    Enquanto vocês, sleepy heads, aproveitam a manhã de sábado para ter sonhos telepáticos, vou aproveitar para carregar umas pedras, no sentido de que vou trabalhar um pouco. Estou com prazos próximos de vencerem.
    Mais tarde eu volto, e espero encontrar alguém.
    Bons sonhos.

  63. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARCIANO DISSE: “Se os meteoros foram negados por muito tempo e existem, está provada a existência da telepatia. Ela também é negada por muito tempo.
    Perfeita a analogia. Pena que serve para lobisomens, discos voadores, saci pererê…”
    .
    VISONI: Mas ao contrário de lobisomens, discos voadores saci pererê etc., só a telepatia é verificável e produzida em laboratório.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: enganio seu… em meu modesto laboratório, por exemplo, tenho em processo de avaliação: 2 discos voadores; 4 lobisomens; 6 pererês, sendo 2 com 4 pernas. E nenhum deles até hoje telepatizou coisa alguma.
    /
    /

    “Embora meteoros possam ser através de análises químicas verificados em laboratório (quando caem na Terra e “sobrevivem” recebem o nome de meteorito, mas vamos esquecer isso por enquanto), não podem ser produzidos em laboratório.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não podem ser produzidos, mas podem ser plantados. Tenho em meu quintal dois pezinhos de meteoros. Um deles já está dando florzinha…

  64. Marciano Diz:

    É, Montalvão. A credulidade de Vitor aumentou tanto que só assim mesmo. Talvez ele perceba a posição em que está se colocando.

  65. Marciano Diz:

    Vitor deve ler Cândido. Se já leu, deve voltaire a ler.

  66. Marciano Diz:

    A superdesinteressante disse o seguinte, sobre telepatia:

    A probabilidade de acertar entre cinco possibilidades é de 20 por cento; portanto, parece lógico deduzir que adivinhar mais de cinco cartas, isto é, 20% de 25, só poderá acontecer por acaso. Todavia, não se trata de uma média aritmética nem de uma percentagem concreta, mas de uma distribuição estatística. Em primeiro lugar, cinco é o número de acertos que mais se repete, o que não significa que se acerta sempre esse número de cartas. Do ponto de vista científico, se forem obtidos resultados positivos que ultrapassem a percentagem de 20%, poderia existir perceção extrassensorial por parte do indivíduo submetido à avaliação.

    Seja como for, qualquer experiência feita com o baralho Zener é considerada nula por definição, pois sabe-se de antemão quais as figuras que podem sair. Além disso, se pensarmos que a telepatia é a capacidade para enviar uma mensagem ou uma imagem através da mente, por que não enviar algo que o recetor não conheça a priori? Vejamos um exemplo: se eu quiser saber se a gravidade existe, ficarei com a certeza disso se, de cada vez que atirar uma bola ao ar, ela cair. Estaríamos, pelo contrário, diante de um fracasso se a bola caísse umas vezes e, outras, permanecesse a levitar no ar. Sendo assim, não será estranho que a telepatia apenas surja em algumas ocasiões?

    Isso verifica-se, segundo os parapsicólogos, porque a comunicação sensorial entorpece a extrassensorial. A fim de evitá-lo, é necessário inibir o mais possível os sentidos habituais.

    Na década de 1970, com o objetivo de avaliar os níveis de perceção extrassensorial, começaram a ser feitas a experiências Ganz­feld (“campo homogéneo”, em alemão), consideradas os testes parapsicológicos mais rigorosos. A técnica é muito simples: numa divisão isolada e em ambiente de semiprivação sensorial, o recetor instala-se num assento e colocam-lhe duas esferas translúcidas sobre os olhos, de modo a ficar com um campo visual homogéneo. É também convidado a escutar um som estático através de auriculares.

    Durante 30 minutos, o emissor observa um estímulo escolhido ao acaso, normalmente um vídeo. Enquanto o emissor se concentra, o recetor vai dizendo em voz alta as imagens mentais que lhe surgem. No fim, mostram-se ao recetor vários estímulos, dos quais deve escolher qual é o mais parecido com as imagens que “observou”. Normalmente, há 25% de possibilidades de acertar por acaso ao fim de um grande número de tentativas.

    Se analisarmos estes métodos pelos olhos de outros ramos científicos, o panorama é ainda pior. Do ponto de vista da física, qualquer tipo de ação envolve algum tipo de energia. Embora se costume tentar mostrar que a telepatia está relacionada com as ondas cerebrais, estas provêm das comunicações entre neurónios, isto é, dos impulsos elétricos que transmitem entre si. Atualmente, essas ondas já podem ser medidas e amplificadas através dos eletroencefalogramas, mas não há qualquer indício de que esses sinais viajem pelo ar e cheguem a outro cérebro. Seria mesmo absurdo, pois a energia dos impulsos é demasiado pequena.

    De facto, em qualquer investigação científica, aquilo que não se pode medir não é tido em consideração, algo que o astrónomo e divulgador científico Carl Sagan exemplificava perfeitamente no livro Um Mundo Infestado de Demónios (Gradiva, 1998). Na obra, Sagan recorria à imagem de um dragão que está na garagem de uma casa, invisível, com um fogo frio, etéreo, que flutua. Como o bicho escapa a qualquer possibilidade de ser detetado através de pegadas no chão, sensores térmicos ou qualquer recetor de ondas eletromagnéticas, é como se ali não estivesse.

    Uma fraude

    A situação agrava-se para os estudiosos da telepatia quando entram no campo da biologia. Onde estão os recetores e os emissores? Que parte do cérebro é utilizada? A conhecida frase “só usamos 10% do cérebro” não passa de um mito, pois a ciência já demonstrou que utilizamos 100% da massa cinzenta. Uri Geller (aquele israelita que procurava convencer toda a gente de que conseguia dobrar colheres em direto na TV) dizia que o nosso verdadeiro potencial residia nesses 90% desaproveitados, feito de qualidades ancestrais que esquecemos. Todavia, os estudos sobre evolução já esclareceram definitivamente que os órgãos em pousio ficam atrofiados e são substituídos por outros.

    Embora seja manifesto que ninguém conseguiu demonstrar a existência da telepatia, ainda há gente que se nega a aceitar que ocorrências quotidianas, como o telefonema de uma pessoa em quem estávamos a pensar, não é mais do que puro acaso. O facto tem uma explicação simples: com a quantidade de horas que compõem a existência de qualquer pessoa e a quantidade de pensamentos que temos, o que seria verdadeiramente estranho era não haver coincidências. Por outro lado, quando se produzem duas ocorrências em simultâneo, o cérebro estabelece uma falsa relação causa-efeito; é aquilo a que se chama “falácia post hoc”. Por que acontece? Por ser a explicação mais rápida e eficaz, independentemente de estar ou não correta.

    É coincidência; não é telepatia. São tantas as possibilidades, tantas as pessoas e tantos os minutos em que se podem produzir todo o tipo de situações! Não é preciso confundir o acaso com um fenómeno extrassensorial.

    E.A.

    Há animais telepatas?

    Sim, segundo alguns especialistas. É o caso do britânico Rupert Sheldrake, biólogo e autor do livro Dogs That Know When Their Owners Are Coming Home (1999), o qual defende, após estudar numerosos animais, que isso acontece em 50 por cento dos cães e 40% dos gatos. A causa é aquilo que denomina “campos mórficos”, nos quais se transmitiria informação sem energia. No entanto, a afirmação não tem cabimento nos parâmetros da ciência e é uma convicção sem fundamento, segundo os cientistas.

    SUPER 166 – Fevereiro 2012

  67. Marciano Diz:

    Nem a superdesinteressante acredita nisso.

  68. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE: Por falar nisso, veja se te lembra algo:
    .
    On a tous dans un cœur une petite fille oubliée
    Une jupe plissée queue d’cheval à la sortie du lycée
    On a tous dans un cœur un morceau de ferraille usée
    Un vieux scooter de rêve pour faire le cirque dans le quartier
    Et la p’tite fille chantait
    Un truc qui m’colle encore au cœur et au corps
    /.
    CONSIDERAÇÃO: hummm… lembrou não…
    /
    /
    “Lembrei-me disso por causa do liceu, que tu citaste na outra rubrica.
    Favor não confundir com o inglês lice, plural de louse, piolho.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: jamais-me ocorreu confundir liceu com piolho, carrapato, pulga ou outros parasitas… mas, ainda não pesquei o que no liceu lembrou-lho que todos trazemos no peito um pequeno não sei o quê…
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    Essas línguas são todas aparentadas. Quem fala português, já fala um pouco de espanhol, italiano, francês.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: com certeza, é por isso que nas minhas frequentes viagens internacionais me faço entender sem remorsos…
    /
    /
    “Veja quantas palavras reconhece acima, só pela semelhança, pois são cognatas.
    Quem fala inglês, fala um pouco de português, um pouco de alemão.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: vai ver fosse por isso que o Dr. Frtiz não sabia se se pronunciava em germânico ou em nacional e, na dúvida, misturava as duas e não dizia nada…
    /
    /
    “Quero ver é neguinho falar grego (que nos cedeu muitas palavras, assim como a várias outras línguas), árabe (e seus dialetos – também nos cedeu várias palavras), chinês (todos os dialetos, como mandarin, manchu, cantonês, etc.).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quando criança (que já fui uma) falava todas essas línguas, talvez reflexo de minhas múltiplas encarnações em múltiplos reinos. Depois esqueci…
    /
    /
    “Aí a porca torce o rabo, se é que você me entende.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se o entendo ou se entendo de rabos de porcas torcidos?
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    Antes que pense que conjugo placere em todos os tempos e modos, vou logo avisando que foi cola.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: suspeitei desde o início…
    /
    /
    “Um dia eu chego lá.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: com certeza. O céu é o limite, e o céu o aguarda…
    /
    /
    “Pelo menos sei um pouquinho, melhor que nada.
    Sou apenas o parafuso que falta na grande e complexa máquina que são você, Gorducho.
    Posso não saber 10% do que vocês sabem, mas sempre (ou quase sempre) tenho uma ajudinha pra agradá-los.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: preocupa não, um dia, ou noite, saberás tanto quanto eu que sei quase nada sobre praticamente tudo…
    /
    /
    “Quer dizer, o terceiro-secretário não é completamente inútil. Seu defeito é o excesso de modéstia e o mal hábito de referir-se a si próprio na terceira pessoa, sintoma, dentre outras coisas, de esquizofrenia, de paranormalidade.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: terceiros-secretários tiveram suas utilidades reconhecidas por decreto do imperador, assinada junto com a lei Saraiva-Cotegipe. Suas principais funções são: substituir o 2º secretário quando oportunidade se oferecer e afinar violão.
    /
    /

    Marciano Diz:
    .
    “Schlaflosigkeit ist schlecht. Das weiß ich.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: uai?
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    Esqueceu-me (vou encher o saco com essa troca de nominativo e acusativo) dizer que falar de si na terceira pessoa é sintoma de megalomania.
    Esse terceiro-secretário é um tremendo babaca.
    E não precisa de que ninguém lhe diga isto: ele sabe!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nossa mas que 3º secretário prendado, hem? Babaca tremendo, megalomaníaco, telepata, esquizofrênico, linguarota, insone, caçador de lobisomens… que mais surpresas não nos trará?
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    Ele sabe porque seu maior talento é a telepatia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não falei? Novas surpresas…
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “tô pensando em abrir um crowdfunding (esse negócio de funding sei não) para estudar o porquê de pessoas sensatas e esclarecidas acreditarem em coisas insensatas qual seja psi, reencarnação e espíritos comunicantes.”
    .
    VISONI: Porque essas pessoas não não desonestas intelectualmente, Montalvão. Ou ao menos aprenderam a pensar cientificamente. Diferentemente de terra planistas, criacionistas, e “céticos” de psi…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: de fato, realmente: nada mais científico que pensar mediunicamente, advogar evidências científicas da reencarnação; garantir a realidade de telepatia, esta cientificamente demonstrada, afinal √-171=transmissão de pensamento estabelecida; materializações, ectoplasmas, bilocações, visões remotas, levitações, piperes… se esqueci algo foi por que não lembrei…
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    A troca do adjetivo por um advérbio não passou despercebida ao diligente Montalvão.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: e o contragolpe avassalador…
    /
    /
    Vou devolver o favor, citando apenas um dos escorregões montalvânicos, que também não me passam despercebidos. Só não os exibo por lealdade ao Presidente e também porque seria ignóbil de minha parte.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ufa! Que bom decidiu poupar-me de maior vergonheira, citando apenas UM de meus “inúmeros” escorregões. Ou me poupa ou guarda o demais para depois… tô lascado!
    /
    /

    “Assim como Montalvão sabe que não existe (ou será esiste?) o verbo “engulir”, este projeto (etc.) também sabe que substantivos só podem ser modificados por adjetivos, não por advérbios.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: deveria ter dado desconto para a 3ª idade…
    /
    ————————–.
    Significado de Engulir
    verbo: Grafia antiga e atualmente incorreta. Forma atual e correta: engolir.Etimologia (origem da palavra engulir): De gula; talvez do latim in + glutire; pelo frânces engloutir.
    —————————-.
    /

    /
    “Tal referência não tem o propósito de retorquir alfinetadas, mas tão só o de mostrar que ninguém está livre de escorregadelas.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: que bom, pensei que fosse só eu…
    /
    /

    Marciano Diz:
    .
    Ah! Esqueceu-me de novo!
    No mesmo parágrafo, encontramos:
    .
    …seria admirável demonstração de ingenuidade se o esperto Aristóteles engulisse como real uma romanceada de seu mestre. Ao fugir de Atenas, o filósofo declarara que o fazia para que a cidade não cometesse injustiça igual a que fizera com o envenenado. Ao descrever a realização de filósofos que o antecediam pôs o pensamento de Sócrates entre os listados.
    .
    Injustiça igual à que fizera. Existe o encontro de um artigo e de uma proposição, que são grafados apenas com uma letra, com o acento grave, para indicar a crase.
    .
    Desculpe-me, Montalvão. Está no mesmo parágrafo, e poderia parecer que este erro não foi notado por este ignóbil secretário.
    “Ignóbil) aqui no sentido de que não tem nobreza; baixo, desprezível, vil, abjeto.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pô, e ainda tentei esconder… mas viste…
    .
    Please, do verbo por piedade, não faça novas leituras do trecho, se achar novos escorregões (e vai por que tem, eu vi) despertará meus mais profundos complexos. Já gastei muito com psicólogos…
    .
    volto depois ou quando possível, o que primeiro ocorrer.

  69. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE: O Google é um tradutor absolutamente não confiável, haja vista o exemplo que dei acima. Ele traduz warts and all (que quer dizer “pouco importando se tem defeitos ou se não é perfeito) como verrugas e tudo.
    .
    Sirvo, também, da oportunidade, para renovar a Vossa Excelência meus protestos de elevada estima e distinta consideração.
    Yours sincerely,
    ????????????????????????????????.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Prezº collª e amº Dr. De Marte,
    .
    Distintas, cordiais, fraternais saudações
    .
    Venho, por meio destas mal traçadas linhas informar-lho que o Google possui espaço para editar translates donkeys e deles sugerir melhorias. Parece que é pouco usado porque quem lá navega é, em maioria, ignóbil linguistico, então de nada adianta.
    .
    Na oportunidade, subscrevo-me com protestos de elevada simpatia e distinta consideração
    .
    Seu collª amº e admºr
    Μ° Ι

  70. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Montalvão, realmente minha modéstia infinita levou-me a criar para mim mesmo o cargo de terceiro-secretário, embora não existam na bancada o primeiro e o segundo. Quando votei em você para a Presidência da Bancada, no que fui prontamente apoiado por GORDUCHO, o qual aceitou sem reclamos o cargo de Vice-Presidente, foi porque na minha míope, estrábica e “presbiópica” visão, vocês têm todas as qualidades para os cargos máximos da bancada.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não tenho pendores, tampouco habilidades para presidências: tivesse-os teria assumido a vaga de Lula. Só aceitei por duas razões: pela compulsoriedade da nomeação e por estar precisante de emprego que pagasse mais de mil.

  71. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE: Você é o mais paciente (aqui, em outro sentido) com o Vitor, alongando-se em discussões infinitas com ele sobre o sexo dos anjos, lã de cabra e outros assuntos, enquanto eu tento convencê-lo (junto com GORDUCHO) a mudar tal linha suicida de pensamento.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: contece que: se não forem objetados os artigos quequicontecerá? Pergunto-lho e respondo: o Visoni cita-los-á em futuros próximos ou não como provas de que as horripilanças em que crê são provadas, conforme faz com os detetives virtuais. Se com objeções ele a eles volta impudiciciamente, imagine sem?
    .
    E mais: a depender da vista do ponto e do gosto, todos os assuntos serão questão de lana-caprina, uns para uns outros paroutros…

  72. MONTALVÃO Diz:

    /
    Falou МОу

  73. Marciano Diz:

    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: hummm… lembrou não…
    ===============================================================
     
    Experimente assim:
    https://www.youtube.com/watch?v=VT5FsQN2KR0
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: jamais-me ocorreu confundir liceu com piolho, carrapato, pulga ou outros parasitas… mas, ainda não pesquei o que no liceu lembrou-lho que todos trazemos no peito um pequeno não sei o quê…
    ===============================================================
     
    Uma menina esquecida.
     
    MONTALVÃO Diz:
    AGOSTO 8TH, 2017 ÀS 9:12 PM
    /
    CONSIDERAÇÃO: para ser ouvido precisava ser peripatético…
    ================================================
    Mas eu era… Fui eu que propus a Aristóteles a ideia de caminharmos enquanto filosofávamos, como forma de aliar o exercício calistênico ao pensamento formal.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sempre suspeitei que esse seu ar lupino escondia um membro do liceu…
     
    Essa menina de quem me esqueci eu sempre via na saída do liceu.
     
    On a tous dans un cœur une petite fille oubliée
    Une jupe plissée queue d’cheval à la sortie du lycée

     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: com certeza, é por isso que nas minhas frequentes viagens internacionais me faço entender sem remorsos…
    ===============================================================
     
    Existem muitos cognatos, como, por exemplo, nos dois versos acima:
    Tous = todos.
    Coeur = coração.
    Oubliée = olvidada = esquecida.
    Une = uma.
    Plissée = plissada.
    Lycée = liceu
     
    ===============================================================
    Quem fala inglês, fala um pouco de português, um pouco de alemão.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: vai ver fosse por isso que o Dr. Frtiz não sabia se se pronunciava em germânico ou em nacional e, na dúvida, misturava as duas e não dizia nada…

    ===============================================================
     
    die Adresse (dee ah-drês-e) address
    der Aspekt (dêr âs-pêkt) aspect
    der Bär (dêr bear [as in English]) bear
    blond (blont) blond(e)
    die Bluse (dee blooh-ze) blouse
    braun (brown [as in English]) brown
    die Demokratie (dee dê-moh-krâ-tee) democracy
    direkt (di-rêkt) direct
    der Doktor (dêr dok-tohr) doctor
    exzellent (êx-tsel-ênt) excellent
    fantastisch (fân-tâs-tish) fantastic
    das Glas (dâs glahs) glass
    das Haus (dâs hous) house
    hungrig (hoong-riH) hungry
     
    A lista é enorme.
     
    ===============================================================
    “Aí a porca torce o rabo, se é que você me entende.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se o entendo ou se entendo de rabos de porcas torcidos?

    ===============================================================
     
    Sei que está gracejando, but just in case:
     
    1. Agora é que a porca torce o rabo
    • Significado de Agora é que a porca torce o rabo
    Expressão popular que significa: chegada do momento crucial; hora do momento decisivo; hora de resolver a questão.
    Está na hora de fechar o negócio, agora é que a porca torce o rabo.
     
    ===============================================================
    Antes que pense que conjugo placere em todos os tempos e modos, vou logo avisando que foi cola.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: suspeitei desde o início…

    ===============================================================
     
    Ainda bem.
     
    ===============================================================
    “Um dia eu chego lá.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: com certeza. O céu é o limite, e o céu o aguarda…

    ===============================================================
     
    E eu pensando que era o inferno.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: preocupa não, um dia, ou noite, saberás tanto quanto eu que sei quase nada sobre praticamente tudo…
    ===============================================================
     
    Acho que enteste mal. Claro que sei que ambos não são oniscientes.
    Eu só estava calculando que cada um de vocês sabe umas dez vezes mais coisas do que eu. Mas não se esqueça de que um dia (ou noite) eu chego lá.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: terceiros-secretários tiveram suas utilidades reconhecidas por decreto do imperador, assinada junto com a lei Saraiva-Cotegipe. Suas principais funções são: substituir o 2º secretário quando oportunidade se oferecer e afinar violão.
    ===============================================================
     
    Se for para afinar do jeito tradicional, de mizona a mizinha, pode contar comigo.
    Quanto a substituir o segundo-secretário, será impossível, pois não há quem ocupe o cargo.
     
    ===============================================================
    Marciano Diz:
    .
    “Schlaflosigkeit ist schlecht. Das weiß ich.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: uai?

    ===============================================================
     
    Só estava me queixando da insônia. Viu a hora em que escrevi isto?
    Ademais, quando tomo meus remedinhos misturados com bebidas alcoólicas, incorporo vários decessos estrangeiros e começo a falar e escrever em línguas, qual os apóstolos.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: nossa mas que 3º secretário prendado, hem? Babaca tremendo, megalomaníaco, telepata, esquizofrênico, linguarota, insone, caçador de lobisomens… que mais surpresas não nos trará?
    ===============================================================
     
    Ainda tenho algumas cartas na manga. Aguarde e verá.
     
    Como soubeste que minha língua está rota? És também telepata?
     
    Auriverde pendão de minha terra,
    Que a brisa do Brasil beija e balança,
    Estandarte que a luz do sol encerra
    E as promessas divinas da esperança…
    Tu que, da liberdade após a guerra,
    Foste hasteado dos heróis na lança
    Antes te houvessem roto na batalha,
    Que servires a um povo de mortalha!…
     
    ===============================================================
    Ele sabe porque seu maior talento é a telepatia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não falei? Novas surpresas…

    ===============================================================
     
    As surpresas antigas estão difíceis de se encontrar, por isso só tenho novas surpresas.
    Telepatia é mole!
    Veja:
    http://pt.wikihow.com/Desenvolver-a-Telepatia
     
    E não se esqueça da primeira regra:
    1
    Acredite na telepatia. É muito importante que tanto o remetente (quem envia a mensagem) quanto o receptor (quem a recebe) acreditem que a telepatia é possível. Ambos devem ter mente aberta, com um profundo desejo que a telepatia funcione. Quando as mentes estão fechadas, os resultados tendem a ser ruins.
     
    Com relação aos probleminhas com a gramática, já disse que não mais toco neste assunto.
    O intento foi apenas o de mostrar que descuidos são comuns em todos. Principalmente quando a mente está confusa, depois de lidar com coisas que superam a capacidade do escritor (aqui, no sentido de quem escreve comentários em blogs).

     
    ===============================================================
    Please, do verbo por piedade, não faça novas leituras do trecho, se achar novos escorregões (e vai por que tem, eu vi) despertará meus mais profundos complexos. Já gastei muito com psicólogos…
    ===============================================================
     
    Acho que captei vossa mensagem, inefável guru. A opinião do terceiro-secretário é de somenos (adjetivo de dois gêneros) importância.
    Qual o Presidente que vai se importar com críticas vindas de um terceiro-secretário.
    Talvez o Arduin, bem lembrado por Gorducho, que disse ao Marden para sentar-se sobre um formigueiro (estou citando o Gorducho).
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: Prezº collª e amº Dr. De Marte, etc.
    ===============================================================
     
    Também tens suas caixinhas de surpresas, hem?
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: não tenho pendores, tampouco habilidades para presidências: tivesse-os teria assumido a vaga de Lula. Só aceitei por duas razões: pela compulsoriedade da nomeação e por estar precisante de emprego que pagasse mais de mil.
    ===============================================================
     
    Se acaso quiseres, faço campanha para que tripliquem teus vencimentos. E não cobro nada. Ainda te entrego todo o meu salário de terceiro-secretário, todos os meses.
    Alguém anda mesmo ficando com o meu. Nunca recebi um tostão. Nem sabia que os cargos eram remunerados; achava que eram honorários.
     
    Não sei se te lembras, mas assim como ganhas mais de mil, este cara, se pudesse, matava mais de mil:
     
    https://www.youtube.com/watch?v=RrmYeDdxUv8
     
    E não se queixe de não ter assumido a vaga da muLLa. Ultimamente essa vaga tem sido chave de cadeia. Assim se espera.
     
    ===============================================================
    E mais: a depender da vista do ponto e do gosto, todos os assuntos serão questão de lana-caprina, uns para uns outros paroutros…
    ===============================================================
     
    É como disse o Einstein, no twitter: é tudo uma questão de ponto de vista. 50/50.

  74. Marciano Diz:

    Prezadíssimo, excelentíssimo, magnânimo, majestoso e outros superlativos Montalvão.
    Lamento, es tut mir leid, sorry, scusate, pardon, (je suis) désolée, sei que o papo está bom, mas preciso sair agora, pretendo voltar o mais cedo possível, para dormir, dado que não o consegui na noite passada e estou zonzo de sono.
    Só devo voltar aqui amanhã.
    Ein herzlich gute Nacht!

  75. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Como soubeste que minha língua está rota? És também telepata?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não di-lo língua rota (rôta) (ou linguarrota), mas linguarota, ou seja, quem fala muitas línguas…

  76. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    enquanto eu tento convencê-lo (junto com GORDUCHO) a mudar tal linha suicida de pensamento
    +
    contece que: se não forem objetados os artigos quequicontecerá? Pergunto-lho e respondo: o Visoni cita-los-á em futuros próximos ou não como provas de que as horripilanças em que crê são provadas, conforme faz com os detetives
    =============================================================

    Aparentemente o plano dele é esse mesmo: “ganhar” por esgotamento dos debatedores dada a enfadonhez dos temas dessa nova linha editorial.
    Quando ninguém responder ele dará por “provado” “cientificamente” o merveilleux.
    Mesmo assim acho que é o melhor a fazer: se compenetrarmos – sim, eu sei que muitas vezes fui o primeiro a infringir isso :( – e ninguém responder deixando as rubricas com 0 respostas e ele falando sozinho.
     
     
    =============================================================
    Vitor, pelo amor de FG, não me entenda mal
    &c.
    =============================================================

    Não acho que tenha por onde…
    Acho esses comentários & alfinetadas sobre as traduções muito boas pro aprendizado de todos.
    Nunca mais me esqueci daquele to suit me, por exemplo :!:

  77. Marciano Diz:

    Concordo in totum com o Vice Presidente.
    Por isso estou boicotando ( e todos também) o mais recente e repetitivo tópico.
     
    Montalvão, eu entendi o linguarota. Só quis usar um pretexto para citar meu ídolo Castro Alves, do qual lembrei-me por causa do Platão, o cabeção e por causa do auriverde pendão de nossa pátria, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
     
    A vida na Corte anda ruim, ultimamente, por conta dos salteadores, que infestam-na.

  78. Marciano Diz:

    A rigor, nem se trata de boicote. Estou sem palavras, literalmente, para manifestar-me sobre os temas propostos.
    Oro todos os dias pela vida do blog, mas ele está moribundo, enfadonho, entediante.
     
    Gorducho, não é para esquecer-se. As coisas que a gente aprende devem ser retidas para sempre na memória.
    O problema é que me sinto pouco à vontade para corrigir quem quer que seja. Tenho receio de ser mal interpretado.

  79. Marciano Diz:

    Falo por mim.
    Cada um tem seus motivos, suas razões, suas peculiaridades.
    Eu não gosto de ser corrigido, se a intenção for de menoscabar, mas se for de instruir, fico eternamente grato.
    Tive a impressão (tomara que esteja errado) de que o presidente quis me esculachar, então, só para defender-me, quis mostrar-lhe que todos, inclusive ele, estão sujeitos a distrações e descuidos, mas se qualquer um, bem intencionado, me esclarecer sobre qualquer erro meu, só tenho a aprender.
     
    Só costumo corrigir outros se me pedirem opinião (desde que eu saiba o assunto) ou se for para baixar a bola de quem está querendo dar “carteirada”, como foi o caso do psiquiatra e homeopata Yakov, depois assumido Vlad e do Marden, aquele do codename inglês, do qual não procurei saber mais coisas.
     
    Quanto ao blog propriamente dito, tenho o maior apreço pelo Vitor, primeiro, porque tenho mesmo o coração mole, gosto de quem me trata bem, segundo, porque a política dele é pouco burocrata, deixa a coisa fluir, não fica criando muitas regras, terceiro porque fez um excelente trabalho contra o chiquismo (aproveito para lembrar do amigo COC, ora suspenso, por excesso de linguagem, coisa que lamento, pois ele anima isto aqui e é meu amigo tambem, ainda que virtual), quarto porque criou uma espécie de clube aberto, mas onde predomina uma elite intelectual, de gente de bom-senso ou de malucos, mas gente inteligente e instruída.
     
    Estou um tanto quanto alcoolizado e entorpecido por químicos (no sentido anglo – chemicals – do termo) que uso para adormecer, portanto, vou parar por aqui, antes que me arrependa de escrever demais.
     
    Antes que pense bobagens, vou logo avisando que tu (Gorducho) também és um sábio a quem muito aprecio, warts and all (who hasn’t got one?) e que lamentarei muito se perder a oportunidade de trocarmos ideias.
     
    Vitor é meu amigo de face, mas eu levo meses sem aparecer por lá e sou muito lacônico quando o faço.
    Coc e Montalva são meus amigos de whatsapp, onde pouco apareço, mas frequento mais amiúde.
     
    Tu, agente mais cioso de seus deveres para com a pátria do que eu, és inacessível por outras vias.
     
    Estas são as razões pelas quais espero que Vitor recupere o juízo, mesmo permanecendo crente, e não mate sua criação.
    Quero continuar desfrutando de vossas companhias.
     
    Whatsapp e face é só para papo furado e rasteiro, por isso gosto deste nosso (se Vitor me permite o pronome possessivo) clube.
     
    That’s enough for today.
    Einen schönen gute Nacht!

  80. Marciano Diz:

    Montalvão, peço-lhe o favor de acentuar também.
    Vinicius e outros, não posso fazer uma lista exaustiva, pois sempre ficaria faltando alguém, mas gosto muito dos sumidos também.
    Aproveito para pedir que mantenha-nos informados sobre o incidente na feesp.
    Alles gute für alles.

  81. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Em inglês, NESTE CASO, subject means a person or animal that is the object of medical or scientific study: The experiment involved 12 subjects. Em português, ficaria melhor usar a palavra “paciente”, que significa aquele que recebe a ação praticada por um agente. Só uma sugestão.”
    .
    Sugestões de tradução são sempre bem vindas. Mas no caso vou manter o “sujeito”. A maioria das pessoas, se eu colocar “paciente”, pensará que o sujeito está com algum problema físico ou mental, e que está se tratando, o que não é o caso. Além disso busco tentar colocar as abreviações as mesmas em português. Por exemplo, “Experimentador” vira “E”, “Sujeito” vira “S”, as mesmas abreviações em inglês. E há um 3º motivo, e esse é o principal: o termo “sujeito” já está consagrado pelo uso. O tradutor do livro de LeShan, Carlos Eugênio Marcondes de Moura, traduziu “subject” como sujeito:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2014/a-percepo-teleptica-no-estado-onrico-por-stanley-krippner-e-montague-ullman-1969/

  82. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Nem a superdesinteressante acredita nisso.”
    .
    Vc quer que eu refute o artigo da superinteressante?

  83. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “contece que: se não forem objetados os artigos quequicontecerá? Pergunto-lho e respondo: o Visoni cita-los-á em futuros próximos ou não como provas de que as horripilanças em que crê são provadas, conforme faz com os detetives virtuais. Se com objeções ele a eles volta impudiciciamente, imagine sem?”
    .
    Com objeções do tipo “[meteoros] não podem ser produzidos, mas podem ser plantados. Tenho em meu quintal dois pezinhos de meteoros. Um deles já está dando florzinha…” realmente não tenho com o que me preocupar…enquanto não houver objeções decentes, continuarei voltando aos fatos impudiciciamente (seja lá o que isso signifique… Montalvão ainda usa umas palavras que creio morreram com Machado de Assis…)

  84. Vinicius Diz:

    MARCIANO, sobre a FEESP só quem se manifesta são os parentes e os comentaristas do face e jornais. E que para entrar nos banheiros tem de pedir a chave e depois devolver.
     
    O episódio atiçou-me a curiosidade em pesquisar sobre processos jurídicos que movem contra ela e a favor dela (ou seus membros, dirigentes etc.) . No caso abaixo o autor alega que foi difamado, caluniado em uma das reuniões de diretoria da FEESP e pede indenização:
     
    O Exmo. Sr.Juiz menciona em sua sentença que o autor e recorde de lições de Allan Kardec :mrgreen:
     
    “Necessário que o autor, neste mundo de provas e expiações, utilizando da humildade pregada nas obras de Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido por Allan Kardec, ADMITA A POSSIBILIDADE DE VIR A TER SUAS ATIVIDADES DE ÂMBITO PÚBLICO ANALISADAS, o que, sem dúvida alguma, integra o caminho de sua evolução espiritual, através da necessária reforma íntima.”
     
    “Ante o exposto, julgo improcedente a presente ação de indenização por danos morais promovida por XXXXXXXXXXXXXXXXXX em face de YYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY. Arcará o autor com o pagamento das custas e despesas processuais, bem como de honorários advocatícios, que arbitro no valor equivalente a 10% (dez por cento) daquele atribuído à causa, a ser corrigido monetariamente pelos índices constantes da tabela de atualização do Tribunal de Justiça deste Estado desde o ajuizamento e acrescido de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, contados desde o trânsito em julgado da presente (artigo 85, parágrafo 16 do Novo Código de Processo Civil).”
     
    Desta vez (e em muitas outras) não seguiram conselho de Jesus (para você FG) :
     
    “ Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra – Mateus 5:39”

  85. Vitor Diz:

    REFUTANDO O ARTIGO DA SUPER:
    .
    A) “Seja como for, qualquer experiência feita com o baralho Zener é considerada nula por definição, pois sabe-se de antemão quais as figuras que podem sair.”
    .
    REFUTAÇÃO: A experiência só seria “nula” se as cartas forem transparentes, podendo-se ver o desenho que a carta contém, ou se puder se ver o conteúdo da carta no olho do experimentador, ou por um espelho posto atrás dele. Fora isso, não há porque negar o valor da experiência apenas porque se conhece as possibilidades de antemão.
    .
    B) “Além disso, se pensarmos que a telepatia é a capacidade para enviar uma mensagem ou uma imagem através da mente, por que não enviar algo que o recetor não conheça a priori?”
    .
    Foi justamente isso que Krippner fez com os testes de resposta livre. O artigo deste tópico é um excelente exemplo disso. Os testes ganzfeld também.
    .
    C) “Vejamos um exemplo: se eu quiser saber se a gravidade existe, ficarei com a certeza disso se, de cada vez que atirar uma bola ao ar, ela cair. Estaríamos, pelo contrário, diante de um fracasso se a bola caísse umas vezes e, outras, permanecesse a levitar no ar. Sendo assim, não será estranho que a telepatia apenas surja em algumas ocasiões?”
    .
    A bola pode cair em cima de um ventilador ligado fazendo uma força contrária à da gravidade, ou em cima de um geiser, “levitando-a”. Isso não significa um fracasso da gravidade. A diferença para a telepatia é que é muito mais fácil identificarmos os motivos do suposto fracasso da gravidade do que para o acontecimento mais esporádico da telepatia. Mesmo assim, já subimos a ocorrência de telepatia de 32% (contra 25%) para uma população não selecionada para 45% para uma população selecionada.
    .
    C) “Isso verifica-se, segundo os parapsicólogos, porque a comunicação sensorial entorpece a extrassensorial. A fim de evitá-lo, é necessário inibir o mais possível os sentidos habituais.”
    .
    Correto. Mas também é importante selecionar as pessoas com maior aptidão tanto para enviar quanto para receber as impressões telepáticas. Foi exatamente isso que foi feito neste artigo, e o resultado foi excepcional, comprovador de telepatia. E ainda foi replicado dois anos depois. Simplesmente arrasador.
    .
    D) “Embora se costume tentar mostrar que a telepatia está relacionada com as ondas cerebrais, estas provêm das comunicações entre neurónios, isto é, dos impulsos elétricos que transmitem entre si. Atualmente, essas ondas já podem ser medidas e amplificadas através dos eletroencefalogramas, mas não há qualquer indício de que esses sinais viajem pelo ar e cheguem a outro cérebro. Seria mesmo absurdo, pois a energia dos impulsos é demasiado pequena.”
    .
    Os experimentos de “ação fantasmagórica a distância” também não envolvem qualquer envio de sinal pelo ar. Nenhum parapsicólogo da atualidade pensa que a telepatia “viaje pelo ar”.
    .
    E) “De facto, em qualquer investigação científica, aquilo que não se pode medir não é tido em consideração, algo que o astrónomo e divulgador científico Carl Sagan exemplificava perfeitamente no livro Um Mundo Infestado de Demónios (Gradiva, 1998). Na obra, Sagan recorria à imagem de um dragão que está na garagem de uma casa, invisível, com um fogo frio, etéreo, que flutua. Como o bicho escapa a qualquer possibilidade de ser detetado através de pegadas no chão, sensores térmicos ou qualquer recetor de ondas eletromagnéticas, é como se ali não estivesse.”
    .
    Sagan neste exemplo se esqueceu de fazer a pergunta principal: Como se sabe que há um dragão na garagem então? A diferença para a telepatia é total: sabemos pelos resultados acima do acaso (detecção estatística). E testes de mentes entrelaçadas fornecem uma detecção neurocientífica do fenômeno telepático.
    .
    F) “A situação agrava-se para os estudiosos da telepatia quando entram no campo da biologia. Onde estão os recetores e os emissores?”
    .
    Em sua maioria, nas pessoas com pendores artísticos.
    .
    G) “Que parte do cérebro é utilizada?”
    .
    Os testes de mentes entrelaçadas respondem a isso.
    .
    H)” A conhecida frase “só usamos 10% do cérebro” não passa de um mito, pois a ciência já demonstrou que utilizamos 100% da massa cinzenta. Uri Geller (aquele israelita que procurava convencer toda a gente de que conseguia dobrar colheres em direto na TV) dizia que o nosso verdadeiro potencial residia nesses 90% desaproveitados, feito de qualidades ancestrais que esquecemos. Todavia, os estudos sobre evolução já esclareceram definitivamente que os órgãos em pousio ficam atrofiados e são substituídos por outros.”
    .
    É o fim da picada criticar a Parapsicologia por algo que o Geller disse… nenhum parapsicólogo atualmente afirma isso (se é que algum já chegou a afirmar isso alguma vez…).
    .
    I) “Embora seja manifesto que ninguém conseguiu demonstrar a existência da telepatia, ainda há gente que se nega a aceitar que ocorrências quotidianas, como o telefonema de uma pessoa em quem estávamos a pensar, não é mais do que puro acaso. ”
    .
    E de fato não é. Sheldrake testou isso com as “Nolan Sisters” (um grupo de música) e obteve resultados muito maiores do que o acaso:
    .
    http://www.sheldrake.org/research/telepathy/a-filmed-experiment-on-telephone-telepathy-with-the-nolan-sisters
    .
    E houve quatro replicações independentes, uma negativa, três postivas:
    .
    a) https://www.researchgate.net/profile/Harald_Walach/publication/245967164_DO_YOU_KNOW_WHO_IS_ON_THE_PHONE_REPLICATION_OF_AN_EXPERIMENT_ON_TELEPHONE_TELEPATHY/links/548aeeca0cf214269f1dca94.pdf
    (2004, negativa)
    .
    b) https://www.sheldrake.org/files/pdfs/papers/WhoIsCallingAtThisHour.pdf (2004, positiva)
    .
    c) http://www.sheldrake.org/files/pdfs/papers/DoYouKnowWhoIsCalling.pdf (2009, positiva)
    .
    d) http://thekeep.eiu.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1883&context=theses (2011, positiva)
    .
    J) “A causa é aquilo que denomina “campos mórficos”, nos quais se transmitiria informação sem energia. No entanto, a afirmação não tem cabimento nos parâmetros da ciência e é uma convicção sem fundamento, segundo os cientistas.”
    .
    Também não gosto da teoria dos campos mórficos de Sheldrake. Mas dizer que “transmitir informação sem energia é uma convicção sem fundamento” está errado:
    .
    https://arxiv.org/abs/1405.3988
    .
    O artigo da super é de 2012, e o artigo que postei é de 2015. Então não se pode culpar a super nesse ponto. Mas é preciso ter cautela e ver a data do texto para saber se novas descobertas não tornam o argumento do texto fraco, ou mesmo nulo.

  86. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tive a impressão (tomara que esteja errado) de que o presidente quis me esculachar, então, só para defender-me, quis mostrar-lhe que todos, inclusive ele, estão sujeitos a distrações e descuidos, mas se qualquer um, bem intencionado, me esclarecer sobre qualquer erro meu, só tenho a aprender.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tive a impressão de que o humilde 3º secretário quis me esculachar por que, mui discretamente, lhe pontuei um escorrega, e recebi troco retumbante (mesmo assim esclarecedor), mas sei que estou equivocado, não foi esculacho, foi não sei o quê…

  87. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “contece que: se não forem objetados os artigos quequicontecerá? Pergunto-lho e respondo: o Visoni cita-los-á em futuros próximos ou não como provas de que as horripilanças em que crê são provadas, conforme faz com os detetives virtuais. Se com objeções ele a eles volta impudiciciamente, imagine sem?”
    .
    VISONI: Com objeções do tipo “[meteoros] não podem ser produzidos, mas podem ser plantados. Tenho em meu quintal dois pezinhos de meteoros. Um deles já está dando florzinha…” realmente não tenho com o que me preocupar…enquanto não houver objeções decentes, continuarei voltando aos fatos impudiciciamente (seja lá o que isso signifique… Montalvão ainda usa umas palavras que creio morreram com Machado de Assis…)
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sei que seu senso de humor não é lá muito expressado… mas confundir piada (ainda que sem graça) com refutação… só são Hodgson…

  88. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Só costumo corrigir outros se me pedirem opinião (desde que eu saiba o assunto)”
    /.
    CONSIDERAÇÃO

  89. Vitor Diz:

    Não confundi, Montalvão. Mas suas “refutações” são piada pra mim. Estão no mesmo nível.

  90. MONTALVÃO Diz:

    /
    Ou ando com o dedo nervoso ou o computador está obsediado, ou ambos…
    /
    Entendes de anãozinho gigante? Tenho várias dúvidas e ninguém mas esclarece…

  91. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não confundi, Montalvão. Mas suas “refutações” são piada pra mim. Estão no mesmo nível.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: respeito sua opinião muito, muitos, porém, não concordam com ela, inclusive este humílimo que vos fala…
    .
    Opinião por opinião, sou mais a minha…

  92. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, peço-lhe o favor de acentuar também.”
    /
    Tá bem…

  93. Vitor Diz:

    Suas opiniões jamais seriam publicadas em uma revista científica. Não mereceriam sequer uma resposta dos pareceristas. Porque você não embasa absolutamente nada.

  94. Vitor Diz:

    Ou quando embasada usa fontes erradas como wikipédia, dicionário cético (que disse que Rhine via paranormalidade em qq um… é sério que um infeliz escreveu um absurdo desses e outro infeliz ainda publica? E outro, um terceiro infeliz, ainda acredita nisso?)

  95. MONTALVÃO Diz:

    A quem desinteressar possa: se não mudou, toda palavra oxítona, em geral é acentuada, toda mas nem todas (brincadeira, só as terminadas em “a”, “e”, “o”, “em” – e seus plurais), prestem, pois, atenção: porém, armazém, ninguém, vintém, contém, além, amém e também também…
    .
    A proparoxítonas levam todas acento. A regra mais facinha.
    .
    As paroxítonas são uma droga…

  96. MONTALVÃO Diz:

    /
    Falo iço porque em portugues (esqueci o acento?) me agaranto pra mais de metro e meio…

  97. Vinicius Diz:

    “VITOR: porque você não embasa absolutamente nada.”
     
    Com todo o respeito mas há muitos estudos do Montalvão que você mesmo publicou que estão excelentemente embasados. Estudos que contribuíram ainda mais para eu abandonar o chiquismo fantasioso.
     
    http://obraspsicografadas.org/2009/chico-xavier-e-a-crnica-a-palavra-do-morto/
     
    http://obraspsicografadas.org/2011/anlise-da-obra-novamente-em-casa-1984-de-chico-xavier/
     
    Pode ser que na temática parapsicologica você tenha razão, mas do jeito que mencionou generalizou.

  98. Vitor Diz:

    Oi, Vinícius
    no post seguinte deixei mais claro que se referia à parapsicologia, quando eu disse: “Ou quando embasa usa fontes erradas como wikipédia, dicionário cético (que disse que Rhine via paranormalidade em qq um… “

  99. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “contece que: se não forem objetados os artigos quequicontecerá? Pergunto-lho e respondo: o Visoni cita-los-á em futuros próximos ou não como provas de que as horripilanças em que crê são provadas, conforme faz com os detetives virtuais. Se com objeções ele a eles volta impudiciciamente, imagine sem?”
    .
    VISONI: Com objeções do tipo “[meteoros] não podem ser produzidos, mas podem ser plantados. Tenho em meu quintal dois pezinhos de meteoros. Um deles já está dando florzinha…” realmente não tenho com o que me preocupar…enquanto não houver objeções decentes, continuarei voltando aos fatos impudiciciamente (seja lá o que isso signifique… Montalvão ainda usa umas palavras que creio morreram com Machado de Assis…)
    /.
    CONSIDERAÇÃO: perante analogias entre psi e meteoros só mesmo piadando…

  100. Vinicius Diz:

    Meteoros estão chegando
     
    “—A Terra não sofrerá com um choque contra, pois a sua camada (atmosfera e campo eletromagnético) etérea oferece proteção. Pelos nossos cálculos, apenas cairá uma ENORME chuva de pedras (meteoros) sobre a superfície deste globo, principalmente na zona compreendida pelo sul europeu, norte da África, Ásia Menor, o norte da América do Sul e o sul da América do Norte. O impacto transformará o atual esplêndido satélite marciano em pedacinhos de uns 20 kg cada um, que devastará as zonas acima descritas. Depois tudo se normalizara. Nós teremos um novo céu onde viajar, e vocês uma nova Terra.”
    https://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/

  101. Vitor Diz:

    Tem gente que faz analogias entre psi e coelhinho da páscoa, papai noel, lobisomens, saci pererês, tentando colocar tudo no reino da fantasia, é muito, muito pior, Montalvão. Revela uma cegueira aos estudos experimentais triste de ver…

  102. MONTALVÃO Diz:

    /
    =============================================
    CONSIDERAÇÃO: hummm… lembrou não…
    =========================================

    “Experimente assim:”
    https://www.youtube.com/watch?v=VT5FsQN2KR0
    /.
    CONSIDERAÇÃO: agora sim, mamarrei…
    /
    /
    ==========================================
    CONSIDERAÇÃO: jamais-me ocorreu confundir liceu com piolho, carrapato, pulga ou outros parasitas… mas, ainda não pesquei o que no liceu lembrou-lho que todos trazemos no peito um pequeno não sei o quê…
    ============================================

    “Uma menina esquecida.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: foi o que pensei…
    /
    /
    =======================================
    “Aí a porca torce o rabo, se é que você me entende.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se o entendo ou se entendo de rabos de porcas torcidos?
    ======================================

    “Sei que está gracejando, but just in case:

    1. Agora é que a porca torce o rabo
    • Significado de Agora é que a porca torce o rabo
    Expressão popular que significa: chegada do momento crucial; hora do momento decisivo; hora de resolver a questão.
    Está na hora de fechar o negócio, agora é que a porca torce o rabo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: no frigir dos ovos encontrei um que entende minhas piadas (se achou graça é outra história): tem gente aqui que toma caçoadas por argumentos, dá pra entender?
    /
    /
    ========
    CONSIDERAÇÃO: preocupa não, um dia, ou noite, saberás tanto quanto eu que sei quase nada sobre praticamente tudo…
    =======================================

    “Acho que enteste mal. Claro que sei que ambos não são oniscientes.
    Eu só estava calculando que cada um de vocês sabe umas dez vezes mais coisas do que eu. Mas não se esqueça de que um dia (ou noite) eu chego lá.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sei, do verbo desconfio, que devo, embora difícil de crer, saber umas coisas que não sabes, mas não são dez…
    /
    /

    “Se for para afinar [violão] do jeito tradicional, de mizona a mizinha, pode contar comigo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: já vi afinação violonística por diapasão, pelo piano, “de ouvido” (o cabra toca a música e vai acertando) e pelo mi, lá, ré, sol, si, mi, o único que consegui dominar (mais ou menos, mais pra menos)…
    /
    /
    “Quanto a substituir o segundo-secretário, será impossível, pois não há quem ocupe o cargo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: então temos que nomear alguém: a verba está chegando e pra onde vai?
    /
    /
    “Telepatia é mole!
    Veja:”
    http://pt.wikihow.com/Desenvolver-a-Telepatia

    /.
    CONSIDERAÇÃO: do texto:
    .
    “A telepatia é uma das habilidades físicas mais poderosas. É conhecida pela comunicação mental, representada pelos sentimentos trocados entre o remetente e o receptor. Para transmitir uma mensagem corretamente, você deve, antes de mais nada, ter fé de que isso vai dar certo.
    .
    Depois, medite por alguns minutos para facilitar a transmissão. Embora alguns pensem que a telepatia é para profissionais, iniciantes também podem tentar. No entanto, nem todo mundo consegue usufruir da telepatia por completo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: veja a prova científica de que quem tem fé de menos não telepatiza nem acreditando muito…
    .
    Devo ser um dos poucos afortunados que consegue “usufruir da telepatia por completo”, ou seja, não capto nada, mas transmito tudo!
    .
    Não mostre esse texto ao Visoni, ele corre o risco de se arrepiar irremediavelmente…
    /
    /
    “E não se esqueça da primeira regra:”
    .
    ————————–.
    Acredite na telepatia. É muito importante que tanto o remetente (quem envia a mensagem) quanto o receptor (quem a recebe) acreditem que a telepatia é possível. Ambos devem ter mente aberta, com um profundo desejo que a telepatia funcione. Quando as mentes estão fechadas, os resultados tendem a ser ruins.
    —————————.
    CONSIDERAÇÃO: daí que deve ter surgido aquele ditado: “não creu se ferrou!” Pô, era pra rimar, onde falhei?
    /
    /
    “Com relação aos probleminhas com a gramática, já disse que não mais toco neste assunto.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: aleluia! Se não eu tavo bem arrumado!
    /
    /

    “Se acaso quiseres, faço campanha para que tripliquem teus vencimentos. E não cobro nada. Ainda te entrego todo o meu salário de terceiro-secretário, todos os meses.
    Alguém anda mesmo ficando com o meu. Nunca recebi um tostão. Nem sabia que os cargos eram remunerados; achava que eram honorários.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: e os meus estipêndios ainda não foram creditados, achei fosse devido a crise financeira que assola a nação. Agora que levantaste a suspeita de desvio começo a me preocupar…
    /
    /

    “Não sei se te lembras, mas assim como ganhas mais de mil, este cara, se pudesse, matava mais de mil:”

    https://www.youtube.com/watch?v=RrmYeDdxUv8

    /.
    Grande Jeremias! Conheço a peça…
    /
    /
    Vitor Diz:
    .
    REFUTANDO O ARTIGO DA SUPER:[...]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: desconfio que o de Marte se manifestará silenciosamente, não por falta de objeções, mas de saco…
    .
    Belo festival de refutações, dignas de artigo ceentificu na Natura…
    .
    Ah, ceentificu não leva acento: é óxitona, ôpa, oxítona…

  103. MONTALVÃO Diz:

    /
    põe o link do artigo da super: pretendo refutar a refutável refutação, mas quero ler o inteiro teor da origem…

  104. Marciano Diz:

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    Vitor Diz:
    AGOSTO 14TH, 2017 ÀS 8:33 AM
    MARCIANO DISSE: “Nem a superdesinteressante acredita nisso.”
    .
    Vc quer que eu refute o artigo da superinteressante?

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    NÃO, MUITO PELO CONTRÁRIO.
    Sei que não lhe faltam argumentos para tanto e que talvez até já o tenha feito.
    O que eu gostaria mesmo é de que pelo menos alternasse os assuntos, ou intercalasse algo mais fora dessa linha de séries de artigos promovendo a parapsilocologia.
     
    Tenho a nítida impressão, assim como outros, de que isto está afastando frequentadores do blog.
     
    Claro que o administrador é você, portanto, publica o que quer.
     
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    Montalvão ainda usa umas palavras que creio morreram com Machado de Assis…)
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    Tivessem morrido e ele não as usaria.
    Acho que o estilo dele alegra os comentários.
     
     
    VINICIUS, pelo trecho, vê-se que o juiz é seguidor da doutrina e deveria ser julgado suspeito.
     
    Não seguiu nem FG nem o direito. Espero que o autor tenha apelado.
     
     
    Vitor já refutou a artigo de sua querida revista, nem esperando pela minha resposta.
    Deve ser ansiedade.
     
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    CONSIDERAÇÃO: tive a impressão de que o humilde 3º secretário quis me esculachar por que, mui discretamente, lhe pontuei um escorrega, e recebi troco retumbante (mesmo assim esclarecedor), mas sei que estou equivocado, não foi esculacho, foi não sei o quê…
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    Não foi esculacho, dado que só mostrei um descuido equivalente (acabei mostrando dois, só porque estavam no mesmo parágrafo).
     
    Quem sou eu para esculachar o Presidente? Posso não aparentear, mas tenho juízo.
     
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    MONTALVÃO Diz:
    AGOSTO 14TH, 2017 ÀS 12:30 PM
    /
    Falo iço porque em portugues (esqueci o acento?) me agaranto pra mais de metro e meio…

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    Está aí o estilo jocoso e engraçado de Montalvão, nada machadiano, mas que acho que só eu compreendo e aprecio.
     
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    Montalvão, referindo-se à porca de rabo torcido:
    CONSIDERAÇÃO: no frigir dos ovos encontrei um que entende minhas piadas (se achou graça é outra história): tem gente aqui que toma caçoadas por argumentos, dá pra entender?

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    Acabei de dizer isto logo acima. Acho que foi precognição, pois ainda não havia chegado a esta parte do comentário.
    Em outros tempos, eu apagaria o comentário acima, mas agora aprendi a seguir sua escola, mais esclarecedora.
     
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    CONSIDERAÇÃO: sei, do verbo desconfio, que devo, embora difícil de crer, saber umas coisas que não sabes, mas não são dez…
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    Eu não disse que eram dez e sim que eram dez vezes mais.
    Dez não é para somar, é para multiplicar.
     
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    “Quanto a substituir o segundo-secretário, será impossível, pois não há quem ocupe o cargo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: então temos que nomear alguém: a verba está chegando e pra onde vai?

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    Não sei se o VINICIUS se qualifica, pois parece que anda não é cético o bastante, nem sei se aceitaria o cargo.
     
    Coc seria uma opção, mas os cartões vermelhos seriam um problema para a bancada.
    Compete a vocês, das esferas superiores, decidirem a respeito.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: veja a prova científica de que quem tem fé de menos não telepatiza nem acreditando muito…
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    Como corolário, quem tem fede mais deve ter muita facilidade.
     
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    CONSIDERAÇÃO: daí que deve ter surgido aquele ditado: “não creu se ferrou!” Pô, era pra rimar, onde falhei?
    ===============================================================
     
    Isto eu sei,
    Mas não direi.
     
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    Vitor Diz:
    .
    REFUTANDO O ARTIGO DA SUPER:[...]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: desconfio que o de Marte se manifestará silenciosamente, não por falta de objeções, mas de saco…

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    Eita sujeito bão de premonição!
     
     
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    põe o link do artigo da super: pretendo refutar a refutável refutação, mas quero ler o inteiro teor da origem…
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    Pois não, Mstre:
    http://www.superinteressante.pt/index.php/mente/artigos/1348-o-mito-da-telepatia

  105. Marciano Diz:

    Aparentear não foi para sacanear, era para sair aparentar, mas para que fique esclarecido, vou logo avisando de que não se trata de provocação.

  106. MONTALVÃO Diz:

    /

    .
    A) “Seja como for, qualquer experiência feita com o baralho Zener é considerada nula por definição, pois sabe-se de antemão quais as figuras que podem sair.”

    .
    REFUTAÇÃO visônica: A experiência só seria “nula” se as cartas forem transparentes, podendo-se ver o desenho que a carta contém, ou se puder se ver o conteúdo da carta no olho do experimentador, ou por um espelho posto atrás dele. Fora isso, não há porque negar o valor da experiência apenas porque se conhece as possibilidades de antemão.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: embora seja exagerado dizer que a experiência seria nula, a declaração não está distante da verdade. Se o paciente sabe o que esperar o estudo se torna mais um exercício de chutação que outra coisa. Eu já havia denunciado o erro desse procedimento quando critiquei as avaliações que Drayton Thomas fazia com Osborne. Numa delas Thomas pediu a um amigo que pusesse livros numa caixa e solicitou a Gladys que acionasse seus espíritos para que dissessem o que viam. Foi um festival de tolices o qual o Visoni brande como prova de que mortos comunicam. Ele não percebe que à esperta Gladys Osborne bastavam pequenas pistas para que desse o espetáculo.
    .
    O correto seria pôr no baú qualquer coisa e, aí sim, requerer dos mortos que digam o que é. Isso Drayton nenhum ousava nem ousa.
    .
    Mas vocês pensam que os parapsicólotras não foram confrontados com essa falhança? Foram, e sabem o que respondem? Que o experimentando precisa ser devidamente “estimulado”, desse modo, as pistas não seriam facilitadores (como bem sabemos que são) mas “indutores de psi”… (não é piada, mas podem rir).
    /
    /
    .
    B) “Além disso, se pensarmos que a telepatia é a capacidade para enviar uma mensagem ou uma imagem através da mente, por que não enviar algo que o receptor não conheça a priori?”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: Foi justamente isso que Krippner fez com os testes de resposta livre. O artigo deste tópico é um excelente exemplo disso. Os testes ganzfeld também.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: acostumado a contar a história a seu modo vai continuar a fazê-lo ad perpetuam…
    .
    Krippner é um parlapatão da pesquisa, o trabalho que fez com Amyr Amiden é demonstração cabal. Mas nos experimentos com sonhos ele não pode ser acusado sozinho. O que essas experimentações fazem, e também no ganzfeld, é abrir espaço para que o sonhador diga algo que case com o alvo. Cansados de resultados modestos com os testes zener, que acabariam levando os estudos psi ao desmonte, como levou a tal o departamento criado para Rhine em Duke, os parapsicólogos deram asas à criatividade e forjaram os alvos “polivalentes”. Agora em vez de figuras fixas, as iscas são quadros que contêm dezenas de oportunidades. Se o sonhador diz algo que casa anota-se ponto em favor de psi.
    .
    Em vez de abandonar-se o baralho zener e usar em lugar dele figuras únicas, aleatoriamente selecionadas, consideradas geradoras de impacto emocional – já que uma das lendas dos estudos é a de que imagens emocionais viajam melhor pelo liame que une as mentes, seja este qual for – (obviamente, ninguém sabe como as mentes se interconectam, mas isso não é problema: em psi ninguém sabe nada mesmo, nem mesmo se existe…), optou-se por dar maior chance de a “força” aparecer pelo uso de quadros ricos em sugestões.
    ./
    /
    C) “Vejamos um exemplo: se eu quiser saber se a gravidade existe, ficarei com a certeza disso se, de cada vez que atirar uma bola ao ar, ela cair. Estaríamos, pelo contrário, diante de um fracasso se a bola caísse umas vezes e, outras, permanecesse a levitar no ar. Sendo assim, não será estranho que a telepatia apenas surja em algumas ocasiões?”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: A bola pode cair em cima de um ventilador ligado fazendo uma força contrária à da gravidade, ou em cima de um geiser, “levitando-a”. Isso não significa um fracasso da gravidade. A diferença para a telepatia é que é muito mais fácil identificarmos os motivos do suposto fracasso da gravidade do que para o acontecimento mais esporádico da telepatia. Mesmo assim, já subimos a ocorrência de telepatia de 32% (contra 25%) para uma população não selecionada para 45% para uma população selecionada.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: e o que esse ventilador e o gêiser estariam fazendo no experimento de gravidade?
    .
    Essas variações de percentuais, e a imaginada população mais versátil em produzir psi, desnecessário dizer, não é confirmada por experimentações: é apenas alegada. Desnecessário também lembrar que outros autores têm outras ideias sobre quem sejam os melhores excretores de PES…
    .
    O fato é que o autor do artigo da Super tocou num ponto nevrálgico: em ciência considera-se que, dadas iguais condições, o fenômeno se repete invariavelmente. Em pesquisa psi o que a ciência diz não se aplica: psi, qual os “espíritos”, aparece quando quer e se quiser…
    .
    Ao menos o Visoni reconhece a esporadicidade de psi: há esperança…
    ./
    /
    C) “Isso verifica-se, segundo os parapsicólogos, porque a comunicação sensorial entorpece a extrassensorial. A fim de evitá-lo, é necessário inibir o mais possível os sentidos habituais.”
    .
    REFUTAÇÃO visônica:Correto. Mas também é importante selecionar as pessoas com maior aptidão tanto para enviar quanto para receber as impressões telepáticas. Foi exatamente isso que foi feito neste artigo, e o resultado foi excepcional, comprovador de telepatia. E ainda foi replicado dois anos depois. Simplesmente arrasador.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: sem levar em conta as manifestações exageradas (resultado excepcional, arrasador), já velhas conhecidas e provindas do deslumbramento do gerente, não é demais insistir que essas pessoas com maior aptidão são apenas suposições não confirmadas por verificações firmes. Pequenos sucessos escondem os grandes fracassos, assim caminha psi, que nem se sabe se existe…
    /
    /
    .
    D) “Embora se costume tentar mostrar que a telepatia está relacionada com as ondas cerebrais, estas provêm das comunicações entre neurónios, isto é, dos impulsos elétricos que transmitem entre si. Atualmente, essas ondas já podem ser medidas e amplificadas através dos eletroencefalogramas, mas não há qualquer indício de que esses sinais viajem pelo ar e cheguem a outro cérebro. Seria mesmo absurdo, pois a energia dos impulsos é demasiado pequena.”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: Os experimentos de “ação fantasmagórica a distância” também não envolvem qualquer envio de sinal pelo ar. Nenhum parapsicólogo da atualidade pensa que a telepatia “viaje pelo ar”.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: não vou nem indagar por onde os parapsicólogos da atualidade pensam que a telepatia viaje…
    .
    Agora, com licença para baixar o nível: quequitem a ver as cuecas com as calças? A mal chamada “ação fantasmagórica a distância” é fenômeno do mundo quântico e a telepatia é fenômeno de que mundo? Deve ser do da imaginação…
    ./
    /
    E) “De facto, em qualquer investigação científica, aquilo que não se pode medir não é tido em consideração, algo que o astrónomo e divulgador científico Carl Sagan exemplificava perfeitamente no livro Um Mundo Infestado de Demónios (Gradiva, 1998). Na obra, Sagan recorria à imagem de um dragão que está na garagem de uma casa, invisível, com um fogo frio, etéreo, que flutua. Como o bicho escapa a qualquer possibilidade de ser detetado através de pegadas no chão, sensores térmicos ou qualquer recetor de ondas eletromagnéticas, é como se ali não estivesse.”
    .
    REFUTAÇÃO visônica:Sagan neste exemplo se esqueceu de fazer a pergunta principal: Como se sabe que há um dragão na garagem então? A diferença para a telepatia é total: sabemos pelos resultados acima do acaso (detecção estatística). E testes de mentes entrelaçadas fornecem uma detecção neurocientífica do fenômeno telepático.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: “detecção neurocientífica do fenômeno telepático”, PUTZ! Piradeira geral: desde quando a neurociência detectou o “fenômeno”? Invente mas atenha-se aos limites da coerência…
    .
    Mentes entrelaçadas… PUÁ! Mentes tresloucadas, isso sim!
    ./
    /
    F) “A situação agrava-se para os estudiosos da telepatia quando entram no campo da biologia. Onde estão os receptores e os emissores?”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: Em sua maioria, nas pessoas com pendores artísticos.
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: NOSSA SENHORA! Isso é que é resposta… douda! Vamos então ampliar a inquirição: “Onde, nas pessoas com pendores artísticos, estão os receptores e os emissores?”
    .
    Acho que o Visoni entendeu que receptor e emissor se refira a quem produza psi “diconforça” e não à localização no cérebro da capacidade emitiva e receptiva…
    ./
    /
    G) “Que parte do cérebro é utilizada?”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: Os testes de mentes entrelaçadas respondem a isso.
    ./
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: respondem a isso o quê, cara-pálida? Se perguntar ao seu amigo Sheldrake ele dirá que “Os testes de mentes entrelaçadas campos mórficos respondem a isso”. Se indagar a seu outro amigo Dean Radin ouvirá: “Os testes de mentes entrelaçadas campos mórficos o entrelaçamento entre mentes responde a isso”; se levar dúvida adiante, acabará escutando: “nem sabemos se telepatia existe…”
    /
    /

    H)” A conhecida frase “só usamos 10% do cérebro” não passa de um mito, pois a ciência já demonstrou que utilizamos 100% da massa cinzenta. Uri Geller (aquele israelita que procurava convencer toda a gente de que conseguia dobrar colheres em direto na TV) dizia que o nosso verdadeiro potencial residia nesses 90% desaproveitados, feito de qualidades ancestrais que esquecemos. Todavia, os estudos sobre evolução já esclareceram definitivamente que os órgãos em pousio ficam atrofiados e são substituídos por outros.”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: É o fim da picada criticar a Parapsicologia por algo que o Geller disse… nenhum parapsicólogo atualmente afirma isso (se é que algum já chegou a afirmar isso alguma vez…).
    /.
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: embora o Visoni ainda tenha uma perninha de simpatia pelo Geller, ele saiu de sua lista de “abençoados” por que foi flagrado em fraude, estes perdem dele (do Visoni) a consideração. Não fosse por isso estaria até hoje altamente prestigiado em seu caderno de “súperes”! Mas se Geller proferiu mais esse despautério não tenha dúvida: é provável que houve quem assinasse embaixo, mesmo que na atualidade se arrependa.
    ./
    /
    I) “Embora seja manifesto que ninguém conseguiu demonstrar a existência da telepatia, ainda há gente que se nega a aceitar que ocorrências quotidianas, como o telefonema de uma pessoa em quem estávamos a pensar, não é mais do que puro acaso. ”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: E de fato não é. Sheldrake testou isso com as “Nolan Sisters” (um grupo de música) e obteve resultados muito maiores do que o acaso:
    ./
    REFUTAÇÃO DA REFUTAÇÃO: há um ditado que reza: recorrer a Sheldrake para justificar algo em psi só serve para fazer rir… os testes desse louc, sujeito, são verdadeiras tragicomédias. Um pseudocientista que aposta em telepatia canina e defende que quando adivinhamos quem liga seja telepatia, e ainda é paparicado por gente esclarecida, mostra que o bagulho é mesmo muito doido!
    .
    E se essa adivinhação telefônica, em remota suposição, fosse real, já estaria demonstrada completamente inútil, a indicar que psi não serve mesmo para nada: presentemente os aparelhos telefônicos indicam com 100% de precisão, ou quase, quem está ligando, seja gente conhecida ou não. Nenhuma telepatia se aproxima disso!
    .
    As experiências de Sheldrake são pouco e mal replicadas, insuficiente para amparar os resultados que apregoa, e sem levar em conta que a telepatia que ele achou só se acha em avaliações estatísticas, em patamares ligeiramente acima da média (embora em alguns experimentos alegue ter chegado a estrondosos 42%, enquanto os celulares… 100%!).
    .
    As telepatia de Sheldrake, quando muito, aponta firmemente para a Conjetura de Moi. Só…
    ./
    /
    J) “A causa é aquilo que denomina “campos mórficos”, nos quais se transmitiria informação sem energia. No entanto, a afirmação não tem cabimento nos parâmetros da ciência e é uma convicção sem fundamento, segundo os cientistas.”
    .
    REFUTAÇÃO visônica: Também não gosto da teoria dos campos mórficos de Sheldrake. Mas dizer que “transmitir informação sem energia é uma convicção sem fundamento” está errado:
    /.
    CONSIDERAÇÃO: e de qual teoria gostas? Das mentes estrebuchadas? Do mental radio? Do fluido universal? Da força ódica? Da energia orgônica? Por algum meio a “força” tem que trafegar entre as mentes, escolha o de sua preferência.
    .
    Quanto à troca de informações sem energia, se achas que “usar um campo sem massa no vácuo para se comunicar de tal forma que o sinal viaja arbitrariamente mais lento do que a velocidade da luz e de modo que nenhuma energia seja transmitida do remetente para o receptor” explique a telepatia, então desenvolva e nos traga o resultante desse estudo…

  107. MONTALVÃO Diz:

    /
    Agora com licença, vou entrar em contato telepático com meu brother Marciano, para ver se ele sabe qual é o sexo dos anjos… ou se já está na hora de tosquiar as cabras…

  108. MONTALVÃO Diz:

    /
    Estava cá eu conversando comigo e tentando achar utilidade para psi: será que sexo por telepatia funciona? E se funciona é deveras gratificante? Seguro deve ser, a não ser que os micróbios viajem nas ondas do mental-radio.
    /
    Fico no aguardo de quem tenha experimentado a experiência para o favor de informar o que se oferece.
    .
    Enquanto isso continuo a busca…

  109. Marciano Diz:

    Vou ver se encontro alguma psicografia em inglês, alemão, italiano ou francês sobre sexo por telepatia.
    Se encontrar, tasco aqui.
    Em português, acho que não existe, pois os psicógrafos brasileiros são pudicos demais.
    Pode ver que todas as psicografias que postei aqui foram em outras línguas.

  110. Vitor Diz:

    Como eu disse, o Montalvão não refuta nada. Apenas faz piadas. Vamos expor as piadas do Montalvão:
    .
    1ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “embora seja exagerado dizer que a experiência seria nula, a declaração não está distante da verdade. Se o paciente sabe o que esperar o estudo se torna mais um exercício de chutação que outra coisa. ”
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    Eu imagino o Charles Xavier chegando para fazer um teste com as cartas zener com o Montalvão. Inicia-se uma bateria de 10 testes, com todo o rigor metodológico possível. O maior telepata do planeta acerta todas. Montalvão diz: “Sorte de principiante”. Depois, Xavier, disposto a dar provas de que é telepata, pede uma bateria de 100 testes. Acerta todas novamente. Montalvão diz: “Bons chutes”. Xavier, furioso, pede uma bateria de mil testes. Após horas, acerta todas. Montalvão diz: “Parabéns. Mas isso tudo foi só mostra que você é muito bom em exercício de chutação, não que você é telepata”.
    .
    É por isso que não posso considerar que o Montalvão está falando sério quando diz essas coisas. Ele está fazendo piada.
    .
    2ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Eu já havia denunciado o erro desse procedimento quando critiquei as avaliações que Drayton Thomas fazia com Osborne. Numa delas Thomas pediu a um amigo que pusesse livros numa caixa e solicitou a Gladys que acionasse seus espíritos para que dissessem o que viam. Foi um festival de tolices o qual o Visoni brande como prova de que mortos comunicam. Ele não percebe que à esperta Gladys Osborne bastavam pequenas pistas para que desse o espetáculo.”
    .
    Vejam, a piada aqui é chamar Osborne de uma super Miss Marple. Eu já havia citado ao Montalvão tentativas de replicar o que Osborne fazia por meios normais, todas fracassadas (isso se chamar argumentar com fontes). Mas ele insiste nessa piada velha… se o Montalvão quisesse argumentar mesmo, ele trataria de filmar um experimento replicando o que Osborne fazia por meios normais. Não precisava nem ser ele a replicar, podia ser um mágico, alguém que ele julgasse capaz. Mas não. Ele prefere fazer piadas.
    .
    3ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “O correto seria pôr no baú qualquer coisa e, aí sim, requerer dos mortos que digam o que é. Isso Drayton nenhum ousava nem ousa.”
    .
    Vejam, a piada aqui é o Montalvão desprezar o caso do Sr. Rich que fez justamente o que o Montalvão pediu diante de Phinuit.
    .
    o Sr. Rich levou uma caixa cujo conteúdo desconhecia completamente, e Phinuit descreveu corretamente a pessoa X. que deu ao Sr. Rich a caixa, a pessoa Y. que deu a X. o objeto para o experimento e a pessoa Q. que deu o objeto para Y. O objeto na caixa foi descrito por Phinuit como um “amuleto” e “cintilante” que foi trazido “de longe, pelo mar”; tratava-se de uma gema esculpida (que não era “cintilante”) trazida do Japão e “ultimamente usada como um amuleto com um acessório de ouro”.
    .
    4ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Krippner é um parlapatão da pesquisa, o trabalho que fez com Amyr Amiden é demonstração cabal.”
    .
    Vejam, o Montalvão aqui faz piada com Krippner, chamando-o de “parlapatão”, embora Krippner nunca tenha validado a paranormalidade em Amyden. Prova disso é o artigo escrito em 2002 em que ele afirma exatamente isso:
    .
    Were these anomalous events what parapsychologists would refer to as “psi phenomena”? Parapsychology is the scientific study of “psi phenomena”— those interactions between organisms and their environment (including other organisms) that appear to bypass mainstream Western science’s understanding of time, space, and energy. But a particular phenomenon can only be considered “psi” when it is performed under “psi task” conditions, those that rule out any ordinary explanation. Hence, the events surrounding Amiden during our visit of 17 February 1993 were certainly puzzling, ostensibly even anomalous. But they could not be classified as “psi” because they occurred under informal conditions that did not rule out alternative explanations. There are many psychic claimants who, on closer inspection, have turned out to be sleight-of-hand specialists.
    .
    http://www.scientificexploration.org/docs/16/jse_16_2_krippner.pdf
    .
    Fica provado assim que apesar de eu ter repetidamente dito ao Montalvão que Krippner NÃO havia validado Amyden, que ele havia interpretado erroneamente o que havia sido escrito no livro (aliás, essa é outra fonte de piadas do Montalvão: suas interpretações peculiares do que os autores escrevem), ele insiste nesta piada velha, dizendo que o tabalho com Amiden é uma demonstração “cabal” de sua “parlapatice”… mas é piada. Montalvão não pode ser levado a sério.

  111. Vitor Diz:

    5ª PIADA DA REFUTAÇÃO: ” Agora em vez de figuras fixas, as iscas são quadros que contêm dezenas de oportunidades. Se o sonhador diz algo que casa anota-se ponto em favor de psi.”
    .
    Aqui Montalvão está fazendo piada com a metodologia empregada. TEM QUE SER PIADA, porque qualquer um que tenha lido de fato os artigos SABE que a descrição do Montalvão está TOTALMENTE INCORRETA. O ponto a favor de psi, no caso da metodologia que emprega a pontuação por “acertos diretos”, só é dado se os juízes ou o próprio sonhador (ou ambos, geralmente pede-se que os juízes e o sonhador avaliem independentemente os sonhos com os alvos e as iscas) classificam o alvo em 1º lugar, colocando as iscas nas demais posições. Então, ainda que as iscas tenham algo que case com o sonho, nenhum ponto a favor de psi será dado se uma isca for classificada em 1º lugar. Somente será dado ponto a favor de psi se o alvo for classificado em 1º lugar devido ao maior número de elementos em comum com o sonho. Assim, o Montalvão não só está fazendo uma piada, como está usando da falácia do espantalho, apresentando uma versão distorcida dos testes. Falácias não são argumentos válidos. É por isso que digo que o Montalvão não embasa nada. Só faz piadas, e às vezes, falácias.

  112. Vitor Diz:

    MONTALVÃO PERGUNTA: ” e o que esse ventilador e o gêiser estariam fazendo no experimento de gravidade?”
    .
    Estão lá para atrapalhar o experimento. Em testes psi, podem surgir coisas que atrapalham o sucesso do experimento também. Um exemplo Honorton cita com os testes realizados com Felicia Parise: Durante essas sessões piloto, Felícia não foi bem sucedida em captar as imagens alvo que o emissor tentou comunicar telepaticamente a ela. Sua mente, parece, estava literalmente em outro lugar. Durante a primeira noite, o seu sonho mais vívido foi o de estar envolvida num acidente de carro na ponte Verazzano, entre Brooklyn e Staten Island. Enquanto este sonho não guardava relação com o alvo oficial para a noite, soubemos no dia seguinte que um amigo próximo de Felícia tinha se envolvido em um acidente de moto enquanto cruzava a ponte Verazzano na noite anterior.
    .
    Tanto o ventilador quanto o geiser oferecem apenas aparentes ausências da gravidade, e o fracasso em descrever o alvo foi uma aparente ausência de psi. Mas na verdade tanto a gravidade quanto psi continuaram atuantes. Agora, após respondida a sua pergunta, vamos voltar às suas piadas…
    .
    6ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Essas variações de percentuais, e a imaginada população mais versátil em produzir psi, desnecessário dizer, não é confirmada por experimentações: é apenas alegada.”
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    A piada aqui é o Montalvão gostar de bancar a Sabrina Sato ou a Carla Perez, se fazendo de burro, embora não seja. Vamos aos experimentos, que ele brinca dizendo não existirem:
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    a) Dalton, K, (1997). Exploring the links: Creativity and psi in the ganzfeld. Proceedings of Presented Papers: The Parapsychological Association 40th Annual Convention, 119-134.
    .
    No artigo acima, a autora diz:
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    Este é um relatório inicial de uma pesquisa de P.h.D. que explora a relação entre a psi e a criatividade utilizando o sistema automatizado ganzfeld na Koestler Chair of Parapsychology em Edimburgo. Quatro grupos criativos foram examinados: artistas, músicos, escritores criativos e atores. Cada grupo tinha 32 participantes, num total de 128 sessões ganzfeld e todos os participantes realizaram testes de personalidade (NEO-FFI) e avaliações de criatividade (Testes de Pensamento Criativo de Torrance) antes da sua sessão ganzfeld. Todos os valores-p são unicaudais a menos que dito de outro modo.
    .
    Os resultados globais do estudo psi incluem 60 acertos dos 128 ensaios, uma taxa de acerto de 47%, o que é estatisticamente significante em p = 7 x 10-8, ES (h) = 0,46. Como um subgrupo, os músicos obtiveram 18 acertos em 32 ensaios, uma taxa de acerto de 56%, significativa em p = 0,0001, ES (h) = 0,65. O próximo subgrupo, artistas, obteve 16 acertos em 32 ensaios, uma taxa de acerto de 50% o que também é significante, p = 0,002, ES(h) = 0,52.

    .
    A autora também cita a pesquisa passada:
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    Um estudo automatizado ganzfeld por Marilyn Schlitz (Schlitz e Honorton, 1992) explorou a característica da criatividade e o seu impacto no desempenho ganzfeld, fazendo uso de uma população excepcional, alunos da Juilliard School of the Performing Arts. Schlitz encontrou uma taxa de sucesso global de 50% para esta população, com os estudantes de música sozinhos produzindo uma taxa de sucesso de 75%, e os de teatro de 40%.
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    Mais estudos (lembrando que o Montalvão disse não existirem…)
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    Um estudo realizado na Universidade de Edimburgo por Cunningham (Morris, Cunningham, McAlpine & Taylor, 1993), utilizou principalmente uma população constituída por pares de músicos, obtendo uma taxa de acerto de 41%. Mais recentemente, um estudo por Morris et al., (1995) usou uma população criativa feita principalmente de artistas visuais e músicos, com um resultado significativo global de 33%. Um resultado surpreendente deste estudo é que os artistas visuais se saíram um tanto melhor do que as suas contrapartes, com uma taxa de acerto de 39%.
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    Anotemos as datas e cientistas: 1992 (Schlitz & Honorton), 1993 (Morris et al), 1995 (Morris et al) e 1997 (Dalton). Nenhuma dessas pessoas e experimentos existe para o Montalvão, são todos ‘alegados’… agora, tem estudos mais recentes com artistas e músicos? Tem sim senhor!
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    b) Morris, R. L., Summers, J., & Yim, S. (2003). Evidence of anomalous information transfer with a creative population in ganzfeld stimulation. Proceedings of the 46th Annual Convention of the Parapsychological Association (pp. 116–131). Durham, NC: Parapsychological Association.
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    Quais os resultados?
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    Overall, results were 15 hits in 40 trials, a 37.5 percent hit rate, p=0.05, one-tailed, ES(h) = 0.26. As a sub-group artists had the best overall hit rate at 44.4 percent
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    Então, quando o Montalvão diz que os experimentos não existem, ele só pode estar fazendo piada…
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    7ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Desnecessário também lembrar que outros autores têm outras ideias sobre quem sejam os melhores excretores de PES…”
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    O Montalvão faz piada aqui com o fato de alguns autores falarem das melhores subpopulações em linhas gerais e outros descerem a detalhes extremos. O Montalvão então tenta fazer graça como se um fosse contrário ao outro, em vez de suplementar. Mas é só piada. Afinal, se fôssemos descer a níveis extremos só para conseguir os indivíduos que fossem o supra-sumo de psi, teríamos bem poucos para fazer os testes ganzfeld, que são feitos com dezenas ou centenas de pessoas, e os participantes são usados apenas uma vez.
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    8ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “O fato é que o autor do artigo da Super tocou num ponto nevrálgico: em ciência considera-se que, dadas iguais condições, o fenômeno se repete invariavelmente. Em pesquisa psi o que a ciência diz não se aplica: psi, qual os “espíritos”, aparece quando quer e se quiser…”
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    Montalvão aqui faz piada com as diferenças entre os campos científicos, tentando provavelmente igualar tudo à Física. Mesmo na Biologia, se dois ratos virtualmente idênticos são tratados com o mesmo agente cancerígeno, não se espera que eles desenvolvam o mesmo tumor, no mesmo local, ao mesmo tempo. Agora, que já dá para garantir que em populações de músicos e artistas psi aparecerá 40% das vezes ou mais, dá.

  113. Vitor Diz:

    9ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “sem levar em conta as manifestações exageradas (resultado excepcional, arrasador), já velhas conhecidas e provindas do deslumbramento do gerente, não é demais insistir que essas pessoas com maior aptidão são apenas suposições não confirmadas por verificações firmes.
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    Aqui Montalvão deve estar fazendo piada com o fato de ele achar que as verificações firmes são tudo “exercício de chutação”.
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    10ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “A mal chamada “ação fantasmagórica a distância” é fenômeno do mundo quântico e a telepatia é fenômeno de que mundo? Deve ser do da imaginação…”
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    Viram? piada! Montalvão brinca ao considerar que o mundo quântico e o nosso mundo (macro) fossem coisas totalmente separadas. Já vimos que não são. Eu já havia citado um artigo da Nature sobre isso. Coloco aqui a versão publicada no arxiv:
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    Schrödinger’s thought experiment was originally intended to convey the absurdity of applying quantum mechanics to macroscopic objects. Today many quantum physicists believe that quantum principles in fact apply on all scales. By combining the present approach with other (e.g. mechanical) systems, or by applying its basic ideas in different contexts, it may be possible to bring quantum effects ever closer to our everyday experience.
    .
    https://arxiv.org/ftp/arxiv/papers/1212/1212.3713.pdf
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    Vários outros artigos surgiram após esse. Segue mais um exemplo:
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    Can quantum features, like entanglement, survive in the macro domain? This natural question has been with us since the inception of quantum theory. [...] We have reported an experimental observation of heralded entanglement involving large photon numbers and macroscopically distinguishable components. These results mark a significant increase in macroscopicity with respect to some previous efforts[...] Our results also highlight the idea that although observing macro entanglement with coarse-grained measurements is very challenging, the creation of quantum macro systems can be straightforward. This suggests that quantumness is a concept that extends into our macro world and provides us with renewed motivation to look for quantum effects in Nature.
    .
    https://arxiv.org/pdf/1212.3710.pdf

  114. Vitor Diz:

    11ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “desde quando a neurociência detectou o “fenômeno”? Invente mas atenha-se aos limites da coerência…”
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    Aqui o Montalvão brinca fingindo que não leu o livro de Dean Radin:
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    Uma das pioneiras dessas experiências foi publicada em 1965 na revista Science. Esse estudo relatava que os eletroencefalogramas (EEGs) de alguns pares separados de gêmeos idênticos (dois pares em um conjunto de 15 pares testados) demonstravam correspondências inesperadas. Quando era pedido a um gêmeo ou gêmea que fechasse os olhos, o que faz com que os ritmos alpha do cérebro aumentem, os ritmos alpha do gêmeo correspondente, distante daquele, também aumentaram, segundo os registros.
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    O estudo da Science foi criticado pelos próprios parapsicólogos. Experimentos melhores surgiram depois. O mais recente deles, com resultados positivos, foi publicado em 2015:
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    https://www.researchgate.net/publication/277933778_Brain_to_Brain_Connectivity_During_Distal_Psycho-informational_Influence_Sessions_Between_Spatially_and_Sensory_Isolated_Subjects

  115. Vitor Diz:

    Agora respondendo alguns comentários do Montalvão. Depois voltamos às piadas.
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    MONTALVÃO DIZ: “Acho que o Visoni entendeu que receptor e emissor se refira a quem produza psi “diconforça” e não à localização no cérebro da capacidade emitiva e receptiva…”
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    Exato. Se quem escreveu na super quis dizer “emissor e receptor no cérebro”, então a matéria é pior do que eu imaginei. Nunca li, seja em livro ou artigo, alguém falar em emissores ou receptores no cérebro da telepatia. Sempre se referia às pessoas.
    .
    MONTALVÃO DIZ: “respondem a isso o quê, cara-pálida? Se perguntar ao seu amigo Sheldrake ele dirá que “Os testes de mentes entrelaçadas campos mórficos respondem a isso”. Se indagar a seu outro amigo Dean Radin ouvirá: “Os testes de mentes entrelaçadas campos mórficos o entrelaçamento entre mentes responde a isso”; se levar dúvida adiante, acabará escutando: “nem sabemos se telepatia existe…””
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    Bom, a pergunta era que parte do cérebro é utilizada. Isso é unânime, independente da teoria…

  116. Vitor Diz:

    12ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Mas se Geller proferiu mais esse despautério não tenha dúvida: é provável que houve quem assinasse embaixo, mesmo que na atualidade se arrependa.”
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    Aqui Montalvão brinca com contradições. Ele em um momento diz “não tenha dúvida”, depois diz “é provável”… ora, se é provável, então não é certo, e o improvável pode acontecer, logo, alguma dúvida há. E claro, ele não embasou sua “certeza duvidosa” com nenhum exemplo concreto.
    .
    13ªPIADA DA REFUTAÇÃO: “há um ditado que reza: recorrer a Sheldrake para justificar algo em psi só serve para fazer rir… os testes desse louc, sujeito, são verdadeiras tragicomédias. Um pseudocientista que aposta em telepatia canina e defende que quando adivinhamos quem liga seja telepatia, e ainda é paparicado por gente esclarecida, mostra que o bagulho é mesmo muito doido!”
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    Aqui Montalvão faz piada chamando Sheldrake de pseudocientista, sendo que Sheldrake já publicou até na Nature, nunca foi pego em fraude, não foge de debates (como Will Storr comprovou) ou coisa parecida.
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    14ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “E se essa adivinhação telefônica, em remota suposição, fosse real, já estaria demonstrada completamente inútil, a indicar que psi não serve mesmo para nada: presentemente os aparelhos telefônicos indicam com 100% de precisão, ou quase, quem está ligando, seja gente conhecida ou não. Nenhuma telepatia se aproxima disso!”
    .
    Montalvão aqui brinca esquecendo que existem os números restritos. Aliás, qualquer pessoa pode fazer seu número ficar restrito.
    .
    https://ligar.restrito.org/

  117. Marciano Diz:

    Existem também formas de tornar o pensamento restrito para telepatas.
    Se por acaso, um remoto acaso, alguém estiver lhe enviando mensagens psíquicas indesejáveis ou sondando a sua mente, use esta técnica:

    Técnica do bloqueio mental
    Quando sentir que sua mente está sendo invadida, ou quando perceber que alguém está tentando ler seus pensamentos, visualize uma densa e impenetrável névoa envolvendo sua cabeça em movimentos rotatórios no sentido widdershins (contrário ao movimento do sol, no hemisfério sul é sentido horário). Observe sua massa escura em constante movimento. Isso definitivamente interromperá qualquer bisbilhotice psíquica, enquanto mantiver a visualização.

  118. Marciano Diz:

    Existem outras formas mais complicadas.
    Buscando na web, encontrei as seguintes:
     
    Raspar a cabeça e pintar o couro cabeludo de preto (o preto bloqueia as ondas de pensamento);
     
    Usar um chapéu de papel alumínio com um lado refletor virado para dentro (para o lado do couro cabeludo). O pensamento é refletido de volta para a cabeça pensante.
     
    Segundo o filme dos X-Men coroa de metal(provavelmente chumbo) com safiras azuis bloqueia o pensamento.
     
     
    O assunto é controvertido. Há quem sustente que o pensamento não se propaga em ondas, mas em partículas. Há quem diga que ele se propaga das duas formas.
    Ainda faltam testes replicativos de blindagem de pensamento.

  119. Marciano Diz:

    A minha casa fica lá de trás do mundo, onde vou em um segundo, quando começo a pensar.
    O pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa quando começa a pensar.

  120. Vitor Diz:

    15ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “As experiências de Sheldrake são pouco e mal replicadas, insuficiente para amparar os resultados que apregoa”
    .
    A piada aqui é o Montalvão dizer que 3 de 4 replicações positivas são insuficientes para amparar os resultados que apregoa. É uma piada na mesma linha dos “experimentos firmes”, são tudo “exercício de chutação”. O Montalvão gosta de variar um pouquinho nas palavras para não parecer que está fazendo a mesma piada.
    .
    16ª PIADA DA REFUTAÇÃO: e sem levar em conta que a telepatia que ele achou só se acha em avaliações estatísticas, em patamares ligeiramente acima da média (embora em alguns experimentos alegue ter chegado a estrondosos 42%, enquanto os celulares… 100%!).”
    .
    Se cada um que te ligar colocar o celular em modo restrito a utilidade do seu celular cai a 0% (ao menos para identificar quem liga), Montalvão… e muita gente nem atende ligação restrita.
    .
    17ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Quanto à troca de informações sem energia, se achas que “usar um campo sem massa no vácuo para se comunicar de tal forma que o sinal viaja arbitrariamente mais lento do que a velocidade da luz e de modo que nenhuma energia seja transmitida do remetente para o receptor” explique a telepatia, então desenvolva e nos traga o resultante desse estudo…”
    .
    Montalvão aqui faz piada com minhas palavras. Eu não disse que isso explicava a telepatia, apenas que “transmitir informação sem energia” não era uma ideia sem fundamento. Um fundamento tem. Se isso pode ser usado para a telepatia, é outra questão.

  121. MONTALVÃO Diz:

    /

    VISONI: Como eu disse, o Montalvão não refuta nada. Apenas faz piadas. Vamos expor as piadas do Montalvão:
    /.
    CONSIDERAÇÃO: devo estar melhorando, o gajo reconhece minhas piadas e agora vai responder piada com piada, como veremos a seguir. Agora fica melhor, pois antes respondia piada com fantasias e sonhos…
    /
    /
    .
    1ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “embora seja exagerado dizer que a experiência seria nula, a declaração não está distante da verdade. Se o paciente sabe o que esperar o estudo se torna mais um exercício de chutação que outra coisa. ”
    .
    VISONI: Eu imagino o Charles Xavier chegando para fazer um teste com as cartas zener com o Montalvão. Inicia-se uma bateria de 10 testes, com todo o rigor metodológico possível. O maior telepata do planeta acerta todas. Montalvão diz: “Sorte de principiante”. Depois, Xavier, disposto a dar provas de que é telepata, pede uma bateria de 100 testes. Acerta todas novamente. Montalvão diz: “Bons chutes”. Xavier, furioso, pede uma bateria de mil testes. Após horas, acerta todas. Montalvão diz: “Parabéns. Mas isso tudo foi só mostra que você é muito bom em exercício de chutação, não que você é telepata”.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Também, né? Covardia, o Xavier vai acertar todas, sempre. Quero ver Ingo Swann, Harribance, MacMoneagle fazerem isso.
    .
    Mas, como algumas mentes têm dificuldade em entender qualquer objeção às fantasias que crê, o que postulei (por debaixo da piada) é que com pistas o “poder” aparece, sem elas adeus psi! Pegue um maço de figuras aleatoriamente selecionadas de um banco de imagens com 5.000 espécimes, todos considerados de cunho emocional e ponha o Harribance e o MacMoneagle a telepatizarem entre si – dois poderosos em ação -, depois diga-nos o resultado!
    .
    Adiante vejo as demais partes. Hoje tou que nem o de Marte, caindo de sono…
    ./
    /
    VISONI: É por isso que não posso considerar que o Montalvão está falando sério quando diz essas coisas. Ele está fazendo piada.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: boa essa sua nova estratégia de fuga…

  122. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” Também, né? Covardia, o Xavier vai acertar todas, sempre. Quero ver Ingo Swann, Harribance, MacMoneagle fazerem isso.”
    .
    Montalvão fugiu do ponto. A questão é, ao contrário do que está escrito na Super, é óbvio e perfeitamente possível que mesmo conhecendo os alvos de antemão, a telepatia fique comprovada por tal metodologia. O próprio Montalvão diz que achou um exagero da Super dizer que o experimento é nulo, mas disse que “não está longe da verdade”. Não só está longe da verdade, como está totalmente fora da realidade. O exemplo que dei mostra que o experimento é válido e a telepatia é certamente possível de ser comprovada por tal método.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, como algumas mentes têm dificuldade em entender qualquer objeção às fantasias que crê, o que postulei (por debaixo da piada) é que com pistas o “poder” aparece, sem elas adeus psi!”
    .
    Então está bem, Montalvão. Já que psi aparece com pistas, faz um teste das cartas zener online:
    .
    http://www.igralkin.pt/online/cartas-zener/
    .
    Aí tira um print da tela (é só apertar a tecla Print Scrn do seu teclado. Depois vai no paint e cola, aí salva em qualquer lugar do seu computador) com seu resultado e coloca online seu resultado para todo mundo ver ou me envia por email (do hotmail) que eu coloco online. São 25 tentativas. O esperado pelo acaso é que você acerte em torno de 5. Vamos ver como vc se sai. Deve se sair bem, já que vc já sabe quais são os alvos. Eu imagino que vc acerte de 20 para cima. Mas com 15 já fico satisfeito por você ter demostrado seu ponto.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “boa essa sua nova estratégia de fuga…”
    .
    Falou quem fugiu do ponto. Será que vai fugir do teste também?

  123. Marciano Diz:

    Fui lá no sítio do baralho Zener, mas tem que baixar um jogo.
    Não é online. E não me pareceu ser “sério” (sério, aqui, no sentido de que os caras pretendem facilitar experimentos psi com quem se dispuser, mas mero joguinho).

  124. Marciano Diz:

    Pardon, parece que é online, mas tem de ativar plugin de Flash (não me sinto confortável baixando plugins de sítios de jogos, por causa de potenciais malwares) e tive mesmo a impressão de que se trata apenas de uma brincadeira, sem pretensões de proporcionar testes a quem se dispuser a averiguar a hipótese psi.

  125. Vitor Diz:

    É só clicar que o plugin funciona. Não baixa nada. Ao menos eu cliquei e funcionou.
    .
    E mesmo que seja para brincadeira, serve aos nossos propósitos. Duvido que o sistema do jogo seja verdadeiramente aleatório. Deve ser pseudoaleatório. Mesmo assim, estou aceitando o resultado do teste do Montalvão.
    .
    Eu acho que o Montalvão já viu e está até agora tentando fazer 15 acertos em 25 :-)

  126. Gorducho Diz:

    Basta ativar não precisa baixar nada.
    Ele já está instalado.

  127. Gorducho Diz:

    Minhas capacidades psíquicas se encontram estáveis dentro da média natural do indivíduo. São capacidades que posso desenvolver mas não parece (ao Prof. presumo…) que eu tenha um grande interesse nisso ou o stress do cotidiano não me permite pensar nessas coisas.
    :(
     
     
    De fato prefiro gastar o tempo estudando espiritismo :P

  128. Gorducho Diz:

    Informacionalmente não existe aleatoriedade a não ser que seja feita uma tabela manual causo-a-causo.
    Sempre é pseudo o algoritmo.

  129. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vou ter que começar a objetar ao Visoni do final das postagens, meu tempo estará curtíssimo nos próximos dias devido a incumbência imprevista que me surgiu. Aos poucos, do verbo devagarzinho, vou abordando a inteirança.
    /
    MONTALVÃO DISSE: ” Também, né? Covardia, o Xavier vai acertar todas, sempre. Quero ver Ingo Swann, Harribance, MacMoneagle fazerem isso.”
    .
    VISONI: Montalvão fugiu do ponto.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: já vi quem errasse o ponto, tanto em cozimentos quanto etilicamente. Fugir do ponto deve ser uma fobia do piru. Mas, para provar que Moi é filho que não foge à luta, voltemos ao ponto.
    /
    VISONI disse: Eu imagino o Charles Xavier chegando para fazer um teste com as cartas zener com o Montalvão. Inicia-se uma bateria de 10 testes, com todo o rigor metodológico possível. O maior telepata do planeta acerta todas . Montalvão diz: “Sorte de principiante”. Depois, Xavier, disposto a dar provas de que é telepata, pede uma bateria de 100 testes. Acerta todas novamente. Montalvão diz: “Bons chutes”. Xavier, furioso, pede uma bateria de mil testes. Após horas, acerta todas. Montalvão diz: “Parabéns. Mas isso tudo foi só mostra que você é muito bom em exercício de chutação, não que você é telepata”.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: só mesmo por supunhetação o “maior telepata do planeta acerta todas”: tão embriagado pela fé na pes que sequer se lembra de duas coisas: 1ª) mesmo que telepatia existisse não existiria telepata acertante 100%, a não ser exceptivamente; 2º) não há provas de que telepatia exista, portanto falar de telepata acertando tudo só em brincadeirinha de faz-de-conta.
    .
    Então, você jamais ouviria o Montalvão a dizer o que sua invaginância propôs por que ele jamais toparia com um xavier desses…
    .
    Agora, já que falamos de imaginação: o que para você é um acertador da mega-sena com um único cartão de 6 dezenas? Telepata, clarividente, retrocausativo? E o que você diria a esse? “Pô, você é um telepata (ou clarividente) poderoso, vai ver é o maior do mundo!”, ou “putzgrila: vai chutar bem assim na porta que abriu!”
    .
    Antes que você entenda, explico: acertar bem, da forma como os acertos são contabilizados (o sujeito tem vaga impressão de que teve a vaga impressão do alvo), não demonstra telepatia (apenas confirma a Conjetura de Moi), mas o teste que sugeri, e que foi acusado de ser uma fuga do ponto, este demonstraria, desde que o infeliz acertasse, bem entendido…
    /
    /
    VISONI: A questão é, ao contrário do que está escrito na Super, é óbvio e perfeitamente possível que mesmo conhecendo os alvos de antemão, a telepatia fique comprovada por tal metodologia. O próprio Montalvão diz que achou um exagero da Super dizer que o experimento é nulo, mas disse que “não está longe da verdade”. Não só está longe da verdade, como está totalmente fora da realidade. O exemplo que dei mostra que o experimento é válido e a telepatia é certamente possível de ser comprovada por tal método.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: que exemplo que tudeu? O do xavier?
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    Antes que entenda explico de novo: conhecer os alvos chama-se facilitação.
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    E quer saber o que seria telepatia? Vou explicar-lho. O agente pensa num coração transpassado por uma flecha, o paciente pensa num coração transpassado por uma flexa (só errou a letra); o agente pensa numa pessoa caindo do alto de um prédio com expressão de horror estampada no rosto, o paciente pensa numa pessoa caindo do alto de um prédio com expressão de horror estampada no rosto.
    .
    Agora, se o agente pensa numa pessoa caindo do alto de um prédio com expressão de horror estampada no rosto e o paciente diz estar com sensação estranha, como se algo de ruim estivesse acontecendo e o “juiz” diz que houve telepatia, por são bartolomeu, primeiro o meu depois o seu: não dá, né?
    /
    /
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    MONTALVÃO DISSE: “Mas, como algumas mentes têm dificuldade em entender qualquer objeção às fantasias que crê, o que postulei (por debaixo da piada) é que com pistas o “poder” aparece, sem elas adeus psi!”
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    VISONI: Então está bem, Montalvão. Já que psi aparece com pistas, faz um teste das cartas zener online:
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    http://www.igralkin.pt/online/cartas-zener/
    .
    Aí tira um print da tela (é só apertar a tecla Print Scrn do seu teclado. Depois vai no paint e cola, aí salva em qualquer lugar do seu computador) com seu resultado e coloca online seu resultado para todo mundo ver ou me envia por email (do hotmail) que eu coloco online. São 25 tentativas. O esperado pelo acaso é que você acerte em torno de 5. Vamos ver como vc se sai. Deve se sair bem, já que vc já sabe quais são os alvos. Eu imagino que vc acerte de 20 para cima. Mas com 15 já fico satisfeito por você ter demostrado seu ponto.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tava eu precisando dar mesmo umas risadas, escangalhei-me…
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    Da onde tiraste a ideia de que o teste revela telepatas? Quem é o agente que faz a transmissão do pensamento? O computador? Computador pensa? Então o computador imagina uma figura… pera aí: computador imagina? Imagina…
    .
    “Não, não”, dirá o Visonitelepatocrente, “a máquina não imagina, ela escolhe uma figura e disponibiliza cópia numa das 5 opções”… Beeeeeeela explicação! E o pensamento, não conta? Não tem que ter uma pensação esvoaçando pelo éter luminífero, buscando o endereço colimado no cérebro/mente-alvo e fechando com ele o circuito telepático? Não é assim que a coisa funcionaria, se funcionasse?
    .
    Mas, para não deixá-lo frustrado, entre o intervalo e outro de uma risada, fiz a experiência: acertei 24, errei a última porque fique na dúvida entre a 1ª, a 3ª ou N.R.A…
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    Agora, licensinha que vou marcar uma fé na mega, sinto que hoje estou um capeta na acertação. Se eu não voltar mais é porque deu certo e enriquei: aí não falo mais com pobre…
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    MONTALVÃO DISSE: “boa essa sua nova estratégia de fuga…”
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    VISONI: Falou quem fugiu do ponto. Será que vai fugir do teste também?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: verás que um filho seu não foge à luta…

  130. MONTALVÃO Diz:

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    VISONI: 14ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “E se essa adivinhação telefônica, em remota suposição, fosse real, já estaria demonstrada completamente inútil, a indicar que psi não serve mesmo para nada: presentemente os aparelhos telefônicos indicam com 100% de precisão, ou quase, quem está ligando, seja gente conhecida ou não. Nenhuma telepatia se aproxima disso!”
    .
    VISONI: Montalvão aqui brinca esquecendo que existem os números restritos. Aliás, qualquer pessoa pode fazer seu número ficar restrito.
    .
    https://ligar.restrito.org/
    /.
    CONSIDERAÇÃO: seria bom – né? – que todos pusessem seus números em restrito, aí – quem sabe? – a telepatia não despontasse pujante e faceira? Não?
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    Ah, e mo diga lá uma cousa: telepatia não é função peditiva de socorro, conforme as melhores experiências indicam, e o Visoni divulga? As pessoas não deveriam adivinhar telepaticamente que está ligando somente quando a ligação fosse apelo por ajuda (pedir dinheiro emprestado conta)?
    .
    Diante disso, imagina-se a ocorrência.
    1. Telefone toca.
    2. Alô? Oi fulano, tava eu pensado em você e você liga, viu como a telepatia funciona? Em que posso ajudá-lo?
    3. Não, não tô precisando de ajuda, só quero convidá-lo para tomarmos um chopes hoje à noite…
    4. NÃO! NÃO FAÇA ISSO! O mau uso da telepatia, fora de sua função, é capaz de acarretar hecatombes: faz favor de ligar de novo, desta feita sem telepatia!
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    Existem também formas de tornar o pensamento restrito para telepatas.
    Se por acaso, um remoto acaso, alguém estiver lhe enviando mensagens psíquicas indesejáveis ou sondando a sua mente, use esta técnica:
    Técnica do bloqueio mental
    Quando sentir que sua mente está sendo invadida, ou quando perceber que alguém está tentando ler seus pensamentos, visualize uma densa e impenetrável névoa envolvendo sua cabeça em movimentos rotatórios no sentido widdershins (contrário ao movimento do sol, no hemisfério sul é sentido horário). Observe sua massa escura em constante movimento. Isso definitivamente interromperá qualquer bisbilhotice psíquica, enquanto mantiver a visualização.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu aqui pensando que telepatia, se existisse, não serve para nada e Marciano anos-luz à frente, projetando bloqueios contra hackeação psíquica. Não é à toa que Marte é mais avançado…
    .
    Viu, Visoni, aprende com quem sabe…

  131. Vitor Diz:

    É triste que o Montalvão continua fugindo do ponto…
    .
    MONTALVÃO DISSE: ” 1ª) mesmo que telepatia existisse não existiria telepata acertante 100%, a não ser exceptivamente; 2º) não há provas de que telepatia exista, portanto falar de telepata acertando tudo só em brincadeirinha de faz-de-conta.”
    .
    Montalvão, não fuja do ponto. Não estou discutindo aqui com vc se existe telepatia 100% acertante ou não. Nem vou discutir com vc o fato de a telepatia já estar cientificamente provada, como declarado pela PA. Não são esses os pontos que estou falando. Não entre nesses assuntos de novo. Quero apenas que vc me diga: se existisse um Charles Xavier e ele acertasse a bateria de mil testes com as cartas zener, isso mostra que a metodologia é válida para provar a telepatia ou não? Se não é, qual o erro metodológico?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Agora, já que falamos de imaginação: o que para você é um acertador da mega-sena com um único cartão de 6 dezenas? Telepata, clarividente, retrocausativo? E o que você diria a esse? “Pô, você é um telepata (ou clarividente) poderoso, vai ver é o maior do mundo!”, ou “putzgrila: vai chutar bem assim na porta que abriu!””
    .
    Aqui você só demonstra ignorância em estatística. Vc não consegue ver que as duas situações são completamente diferentes. Na mega-sena há milhões de pessoas jogando. A chance de alguém acertar é bem razoável (e é bem maior do que acertar 1000 vezes em 1000 nas cartas zener). Mesmo assim várias vezes acumula. Agora, no teste de PES, só tem uma pessoa – vc – fazendo o teste. E a chance de acertar uma bateria de 1000 testes nas cartas PES é bem menor do que vc ganhar na megasena…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E quer saber o que seria telepatia?”
    .
    Não, Montalvão. O seu conceito de telepatia não me interessa nem um pouco. Pare de ficar fugindo do ponto.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “que exemplo que tudeu? O do xavier?”
    .
    Sim.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Antes que entenda explico de novo: conhecer os alvos chama-se facilitação.”
    .
    Não, Montalvão. É apenas outro método, perfeitamente válido, regido pelas leis inexoráveis da estatística. As leis inexoráveis da estatística dizem que dos mil testes, se não houver telepatia, apenas em torno 200 vezes haverá acerto. Agora, se houver 300, 400, 500, mil acertos, fica provada a telepatia?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Da onde tiraste a ideia de que o teste revela telepatas? Quem é o agente que faz a transmissão do pensamento? ”
    .
    Você mesmo, Montalvão. Você, no futuro, conhece o resultado do teste e envia seu pensamento com a resposta para seu eu do presente (telepatia). Retrocausalidade…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, para não deixá-lo frustrado, entre o intervalo e outro de uma risada, fiz a experiência: acertei 24, errei a última porque fique na dúvida entre a 1ª, a 3ª ou N.R.A…”
    .
    Pena que não enviou o resultado do teste para mim… :-)

  132. MONTALVÃO Diz:

    /
    O site telepático do amigo do Visoni lembra o do Dean Randi, que também mede a capacidade paranormal dos internautas. Seria bom para Marciano e Gorducho e Vinícius, que adoooooram PES, conhecer o que lá se passava…
    .
    Dou de graça exemplo, de análise que fiz do livro do dito.
    /
    ———————-.
    Seguindo com a apresentação e ilustração de sua hipótese, Radin discorre a respeito dos acontecimentos em torno do ataque às torres gêmeas, em 11 de setembro de 2001. Visto que a ocorrência teve grande repercussão em todo o mundo, não faltaram relatos mil asseverando premonições sobre a tragédia. Radin realizou investigações sobre o assunto e de suas conjecturas faremos apreciações. Inicialmente, relata dois casos que exemplificariam premonições; em seguida tenta responder às seguintes indagações:
    .
    1 – houve premonições inconscientes do Onze de Setembro?
    2 – houve premonições em massa?
    3 – o que mais pode ter ocorrido em termos premonitórios?
    .
    Dentre os dois casos que Radin utiliza como ilustração, o primeiro relata a aventura de um casal que retornava para casa, vindo de Nova Iorque, a caminho de uma área próxima a Seattle, que dista cerca de 5.000 quilômetros do local do atentado. O fato se deu na madrugada do dia fatídico. A mulher ? parece que as mulheres são mais propensas a premonições ?, formada em medicina, aproveitou estar o avião quase vazio e deitou-se num dos bancos, almejando dormir um pouco. Súbito se viu dominada por inexplicável sensação de peso, sentia-se como que esmagada por toneladas de concreto. Dor intensa a possuiu e esteve presente enquanto perdurou o pesadelo: a sensação era de que não havia como escapar da morte. Depois ter chegado a casa e tomar ciência do ataque às torres, soube que muitas pessoas haviam sido esmagadas por toneladas de concreto que sobre elas desabara.
    .
    Então, a mulher correlacionou o pesadelo com a tragédia, e Radin apoiou a interpretação, concluindo tratar-se de percepção precognitiva. Contudo, o exame da narrativa mostra que, afora a impressão de ter o corpo pressionado por um grande peso, nada em comum houve entre o sonho e o acontecimento. Mesmo essa “sensação” não estaria concorde com o que aconteceu às vítimas. Nas filmagens que vimos sobre o desmoronamento das torres fica a idéia de que os que ali estavam morreram imediatamente, não teria havido tempo para ninguém sentir-se esmagado gradativamente, conforme foi o sonho da médica. Certamente, a interpretação da moça de que o peso que sentia sobre si seria concreto foi introduzida depois que tomou conhecimento do desabamento. Para Radin, parece suficiente histórias de gente impressionável para ratificar a ocorrência de premonições.
    .
    O segundo caso trata de um casal de viajava por uma estrada distante alguns quilômetros do Pentágono. Este relato é mais curto e vamos apresentá-lo por inteiro, assim, quando mais adiante qualificarmos a mulher de histérica, será possível aquilatar se nossa interpretação foi exagerada. Lembramos que os destaques feitos no texto são de nossa autoria.
    ./
    RADIN: “Eis uma experiência semelhante, relatada algumas semanas antes dos ataques terroristas de Onze de Setembro, por uma mulher chamada Marie. Esta é apenas mais uma história entre uma compilação de mais de 14 mil casos de experiências psíquicas espontâneas coletadas pelo Centro de Pesquisas do Instituto Rhine ao longo de muitos anos.”
    .
    ‘Quando saímos da cidade, meu marido estava dirigindo o automóvel. Eu sentada a seu lado e tentava fechar os olhos, para descansar por um minuto. Então, ele me disse: “Quando fizermos essa curva, você terá uma boa visão do Pentágono, porque nossa estrada passa bem ao lado dele”. Ele me dizia isso porque era uma das coisas que havíamos comentado que gostaríamos de fazer quando visitássemos Washington. Assim, abri os olhos para dar uma espiada e, quando olhei para meu lado direito, vi o Pentágono. Mas imensas nuvens de fumaça negra e espessa brotavam dele, imensas nuvens de fumaça. Não vi fogo, apenas a fumaça, como se uma bomba tivesse explodido: nuvens e nuvens de fumaça negra subindo lentamente para o céu.
    .
    Comecei a gritar e a bater com as mãos no painel de instrumentos. Meu marido não fazia a menor idéia do que se estava passando comigo. Realmente, eu berrava. Seu primeiro pensamento foi de que estava para suceder um acidente conosco e que eu o estava advertindo. Mas a estrada estava livre à nossa frente e ninguém estava tentando nos ultrapassar e fechar nesse momento.
    .
    Eu me sentia como se estivéssemos em perigo, mesmo que nos encontrássemos na estrada, a mais de três quilômetros de distância do Pentágono. Pensei que houvesse ocorrido um incêndio. Mas meu marido disse que não havia fogo de espécie alguma no Pentágono e foi só aí que percebi que, de fato, não havia nada. Tão depressa como havia começado, minha visão se interrompeu. Tudo acontecera em alguns segundos.’
    .
    Conjecturamos que o motorista, ao ouvir a esposa berrar feito ela mesma, tenha perguntado: “o que foi desta vez, Marie?”. Isso é que se pode chamar autêntica “premonição histérica”. A mulher informa que estaria a três quilômetros de distância do Pentágono. Ainda assim, ao imaginar ter visto fumaça saindo da construção quedou-se ensandecida a esmurrar o infeliz painel do veículo, berrando qual uma louca em crise. Numa versão menos amena da reação do marido, podemos imaginá-lo a dizer: “outra dessa e deixo você na estrada!”.
    .
    O caso é que tais relatórios, quase sempre conhecidos após as tragédias, em nadinha permitiram que o funesto acontecimento fosse evitado, nem como tentativa. Que eu saiba, não se conhecem premonições capazes de desfazer o que estaria “programado” para ocorrer (só no cinema). Depois do fato consumado, ocasião em que qualquer um é profeta, surgem muitos a declarar: ah, eu sabia que isso iria acontecer!
    .
    A pesquisa laboratorial de precognições tem trazido resultados pouco acima do esperado pelo acaso: tratam-se de indícios que parecem apontar que “aí existe coisa”, mas, até onde sabemos, não se vai muito além disso. Os casos que ganham repercussão advêm da aceitação de testemunhos a posteriori, nos quais pessoas atestam terem tido visões mais ou menos relacionadas a alguma tragédia. Não podemos esquecer os “premonidores profissionais”, a maioria constituída de trapaceiros, que surgem após as catástrofes jurando que sabiam antecipadamente dos eventos e, muitas vezes, garantindo ter dado ciência às autoridades. No Brasil, recentemente, estava conquistando fama o grande salafrário Jucelino Nóbrega da Luz, o qual afirmava enviar cartas a quem de direito noticiando, às vezes com vários anos de antecedência, as datas de grandes desgraças. Inclusive, Jucelino reivindicava ter descoberto o esconderijo de Sadam Hussein muito tempo antes do governo americano ter estado a procurá-lo…
    .
    Radin procura responder às indagações que formulou, referidas anteriormente, pela análise das manifestações dos numerosos visitantes de seu site, encontrado em http://www.GotPsi.org. Neste constam testes programados por meio do qual os visitantes aferem se possuem habilidades psi.
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    Das provas do site, Radin escolheu a seguinte: sabendo que o computador irá mostrar uma fotografia aleatoriamente escolhida num grupo de várias, o candidato a paranormal tentará adivinhar que foto seria. Não se espera a descrição detalhada da imagem: se a adivinhação possuir elementos que a aproximem da cena real, é considerada acerto, mais ou menos assim.
    .
    Radin tabulou as respostas obtidas num período próximo ao 11 de Setembro, a fim de verificar se haveriam referências que pudessem ser ligadas ao atentado. O resultado nos pareceu pasmante demais para ser considerado legítimo estudo. No entanto, com toda certeza, Radin entende muito mais que nós de pesquisas, portanto não vamos firmar pé em nossa estupefação, sigamos refletindo sobre o que o pesquisador psi nos diz.
    .
    Basicamente, a investigação de Radin calcou-se na seleção de palavras que buscavam descrever as fotografias, algumas das quais, para ele, teriam ligação com o episódio.
    /.
    RADIN: “Uma vez que este teste pede para as pessoas que visualizem uma cena antes de chegarem a vê-la, pensei que poderia ser interessante investigar se premonições do Onze de Setembro poderiam ter introduzido espontaneamente nas tentativas das pessoas para descrever uma imagem que o computador em breve apresentaria. Assim, procurei as palavras que diversas pessoas usaram para descrever suas imagens entre 9 de setembro e a manhã do dia 11 de setembro de 2001.”
    .
    É importante ressaltar que os testes de onde Radin retirou o material de análise nenhuma relação tinham com o Onze de Setembro, nem indiretamente.
    .
    Vejamos, em seguida, mostras daquilo que Radin entendeu como prováveis precognições inconscientes.
    .

    “No domingo, 9 de setembro de 2001, entre 8h48 e 8h57 da manhã, segundo o horário da costa leste dos Estados Unidos, um usuário, utilizando o nome fictício Sean, escreveu as seguintes impressões, em uma série de três tentativas sucessivas:”
    .
    ‘Aeroplano (visto de trás pela esquerda) contra um fundo negro e tempestuoso, visões rápidas de nuvens estriadas, ovóides, duas pessoas.’
    .
    À primeira vista seria uma libélula? Depois um tronco (ou galho) sugerindo os Everglades, depois uma cena rápida e dinâmica de queda entre dois altos edifícios passando por padrões de janelas abertas ou fechadas, como em um tabuleiro de damas.
    .
    Primeiro uma estrutura elevada, como uma chaminé industrial; depois, visões rápidas de formas arredondadas e providas de ameias, como um castelo ? um cocar de penas de pavão de uma índia norte-americana? A seguir, algo veio à superfície, como um cogumelo de cinzas vulcânicas ou uma couve-flor.’
    .
    RADIN: “As descrições precognitivas de Sean falharam todas as três vezes na correpondência com as fotografias subseqüentemente selecionadas de forma aleatória pelo computador; no entanto, provêm de uma sensação espantosamente impressionista do caos, associado com os eventos de Onze de Setembro na cidade de Nova York. No dia seguinte, 10 de setembro de 2001, começando horas da tarde, segundo o horário da costa leste, o usuário Shakey escreveu as mesmas palavras em duas tentativas sucessivas:”
    .
    ‘Vai aparecer algo caindo; será uma cena caótica.’
    .
    RADIN: De novo, descrições nebulosas dos alvos selecionados, porém significativas dentro do contexto de Onze de Setembro. Meia hora mais tarde, um usuário, sob o pseudônimo de Justatest, escreveu as mesmas palavras em quatro testes sucessivos:”
    .
    ‘É intenso … Quente demais para se tocar; explosões: a costa está limpa? Eles estavam vigiando a costa!’
    .
    RADIN: “Na manhã seguinte, terça-feira, 11 de setembro de 2001, cerca de uma hora antes que o primeiro avião batesse contra a torre do World Trade Center, o usuário Xixi escreveu as seguintes palavras, que conservou durante uma série de 11 tentativas:”
    .
    ‘Casa Branca; desapareceu em um piscar de olhos; escaldante; a loucura humana; faixa vermelha; subindo; palácio; não facilmente enganado; base do poder dos Estados Unidos; flexionando os músculos; surpresa.’
    /.

    O que para Radin pode parecer mostras de precognição inconsciente, a nós parece exemplos de como pessoas bem intencionadas, no sentido de comprovar o que acreditam, podem selecionar aquilo que lhes parece condizente com suas crenças e desprezar o que não se enquadra. É muito fácil perceber, até por nós, leigos no assunto, que apenas algumas palavras poderiam, vagamente, lembrar o atentado. Mesmo dentre os termos que dão idéia de catástrofe, essas correlações dependeriam de muita generosidade por parte do interessado para pudesse ser ligada ao Onze de Setembro.
    .
    Radin dá-nos a impressão de advogar a seguinte tese: se a coisa parece paranormalidade, então deve ser…
    [...]

  133. Vitor Diz:

    Pronto, Montalvão começou a fazer flood pra fugir do ponto….

  134. Vinicius Diz:

    Quem é este Charles Xavier?

  135. Vitor Diz:

    Você não viu nenhum filme dos X-Men?

  136. MONTALVÃO Diz:

    /
    Eu tavo pretendendo começar dos finalmentes para chegar nos inicialmente, mas o Visoni, como bom kafkaniano que é, estica o fim ab aeternum, do jeito que o Marciano gosta. E eu que dormir ia tenho que fazer serão sem poder, que amanhã desperto às 4…
    /

    VISONI: É triste que o Montalvão continua fugindo do ponto…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nova tese no pedaço…
    /
    ./
    MONTALVÃO DISSE: ” 1ª) mesmo que telepatia existisse não existiria telepata acertante 100%, a não ser exceptivamente; 2º) não há provas de que telepatia exista, portanto falar de telepata acertando tudo só em brincadeirinha de faz-de-conta.”
    .
    VISONI: Montalvão, não fuja do ponto. Não estou discutindo aqui com vc se existe telepatia 100% acertante ou não. Nem vou discutir com vc o fato de a telepatia já estar cientificamente provada, como declarado pela PA . Não são esses os pontos que estou falando. Não entre nesses assuntos de novo. Quero apenas que vc me diga: se existisse um Charles Xavier e ele acertasse a bateria de mil testes com as cartas zener, isso mostra que a metodologia é válida para provar a telepatia ou não? Se não é, qual o erro metodológico?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: depois sou eu que fico a piadar… “declarado pela PA”, qual foi o fato relevante entre “não sabemos se psi existe” e a alegada declaração da PA que mudou tudo? Se a PA disser que cavalo datilografa então não se discute…
    .
    Mas, tudo bem, não vamos fugir ao ponto, ao seu ponto: se o xavier acerta mil em mil, descartada fraude e explicações concorrentes, claro que se pode reputá-lo dotado de “poder”.
    .
    O problema não estaria no seu xavier, mas na alegação de que um pensamento sai da cabeça dum e vai parar na de outro. Para que se pudesse constatar isso inequivocamente seria necessário prova que não desse qualquer pista, principalmente ao receptor. Se ele sabe antecipadamente o que vem fatalmente vai acertar algumas e, algumas vezes, acima da média esperada e nada fica firmemente demonstrado.
    .
    Ora, se a telepatia é realidade o receptor vai captar o pensamento do emissor (aqui não vou pontuar o fato de que ainda não se explicou como o impulso telepático acerta a cabeça certa e evita esbarrar em outras) mesmo que não tenha ideia do que o outro irá pensar. Então, meu chapa, dar dica do que vai é facilitação sim, embora, é claro, seja exagero afirmar que se tratasse de “entregar o jogo”.
    .
    Se a telepatia existe ela vai aparecer mesmo que o paciente não tenha qualquer ideia do que o outro possa estar pensando. Entretanto, teria que ser pensamento específico, nada de quadro do Salvador, em que relógios derretem e o parapseudonormal diz que sonhou com manteiga e é ponto pra telepatidiotice…
    .
    Se for assim como querem, então, querido, ponto para a Conjetura de Moi: tudo o que se pode dizer de telepatia está nela contido!
    .
    Mas, inda bem que PA resolveu tudo, não? Decretou que telepatia é realidade e encerrem-se as discussões, sob pena de tomar sarrafada telepática nos bagos…
    /
    ./
    MONTALVÃO DISSE: “Agora, já que falamos de imaginação: o que para você é um acertador da mega-sena com um único cartão de 6 dezenas? Telepata, clarividente, retrocausativo? E o que você diria a esse? “Pô, você é um telepata (ou clarividente) poderoso, vai ver é o maior do mundo!”, ou “putzgrila: vai chutar bem assim na porta que abriu!””
    .
    VISONI: Aqui você só demonstra ignorância em estatística. Vc não consegue ver que as duas situações são completamente diferentes. Na mega-sena há milhões de pessoas jogando. A chance de alguém acertar é bem razoável (e é bem maior do que acertar 1000 vezes em 1000 nas cartas zener). Mesmo assim várias vezes acumula. Agora, no teste de PES, só tem uma pessoa – vc – fazendo o teste. E a chance de acertar uma bateria de 1000 testes nas cartas PES é bem menor do que vc ganhar na megasena…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pô cara, brigadu mesmo! Reconheço que sou anta em estatística, mas, mesmo com toda a antice sei que é conforme disse, ou seja, num montão de aposta tende a cair ao menos uma certa (vê que meu nível de anta não é tão profundo quanto imaginava, viu?). Por outro lado, o que o grande entendedor de estatística que me dá aulas parece não entender é que cada apostador é como uma canhoneira atirando a esmo em qualquer direção entre 0 e 60 graus. Por que aquela acertou e as demais não? O que tinha aquela acertadeira que as outras não possuíam? Sorte ou poder? Por que a mão do felizardo marca certo os números certos e os outros erram? Poder ou sorte?
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “E quer saber o que seria telepatia?”
    .
    VISONI: Não, Montalvão. O seu conceito de telepatia não me interessa nem um pouco. Pare de ficar fugindo do ponto.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: foi como supus: prefere ficar com suas confusas concepções, ora dizendo que telepatia é força intensa, ora afirmando que é pedido de socorro, evolucionariamente plausível, ora que a falta de teoria em nada afeta a fantasia, ora sei lá mais o quê. Mas quando quiser saber já sabe onde achar…
    /
    /
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    MONTALVÃO DISSE: “que exemplo que tudeu? O do xavier?”
    .
    VISONI: Sim.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: foi o que suspeitei… esse xavier sei não…
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    MONTALVÃO DISSE: “Antes que entenda explico de novo: conhecer os alvos chama-se facilitação.”
    .
    VISONI: Não, Montalvão. É apenas outro método, perfeitamente válido, regido pelas leis inexoráveis da estatística. As leis inexoráveis da estatística dizem que dos mil testes, se não houver telepatia, apenas em torno 200 vezes haverá acerto. Agora, se houver 300, 400, 500, mil acertos, fica provada a telepatia?
    ./
    CONSIDERAÇÃO: não Visoni, 20% redondinho em 100% seria o número registrado em infinitas repetições. A estatística diz que quanto mais numerosas forem as tentativas mais o patamar médio se mostra próximo, mas existem, é claro, variações e algumas bem expressivas, tanto para cima quanto para menos. Então não é de surpreender que o sujeito numa acerte 60 em 100, noutra 61, noutra 33, noutra 22, noutra 18, noutra 25, noutra 20, noutra 19, noutra 21, noutra 42, noutra 17, noutra 19, noutra 23, noutra 12…
    .
    A telepatia fica provada se o emissor manda “p” e o receptor recebe “p”, agora se ele não recebe p* nenhuma, mas chega algo que dizem os garimpeiros ser parecido, aí vai valer o conceito de cada um e tudo dependerá de haver audientes aceitantes dessa conceituação. É mais ou menos como procurar ouro e achar pirita.
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “Da onde tiraste a ideia de que o teste revela telepatas? Quem é o agente que faz a transmissão do pensamento? ”
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    VISONI: Você mesmo, Montalvão. 😄 Você, no futuro, conhece o resultado do teste e envia seu pensamento com a resposta para seu eu do presente (telepatia). Retrocausalidade…😉
    /.
    CONSIDERAÇÃO: seu conceito de retrocausalidade não me interessa, Visoni, a não ser para fazer piado, que é o que de melhor se pode fazer com ele…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, para não deixá-lo frustrado, entre o intervalo e outro de uma risada, fiz a experiência: acertei 24, errei a última porque fique na dúvida entre a 1ª, a 3ª ou N.R.A…”
    .
    VISONI: Pena que não enviou o resultado do teste para mim…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não não enviei, mas, para provar-lhe que a retrocausalidade é real e funciona (espero que agora acredite) deixo comentário que prolatei há vários anos:
    /
    “Tenho desconfiança quanto à validade de testes psi com computadores: o sujeito adentra na internet e topa adivinhar o que a máquina irá fazer. Será que testagens da espécie teriam alguma valor em apontar qualidades premonitórias em alguém? Será que as “escolhas” movidas por programações podem sensibilizar os “paranormais”? Estas e outras questões não parecem incomodar os que se dedicam à pesquisa psi, alguns dos quais recolhem tranqüilamente dados obtidos dessa maneira, a fim de elaborar conclusões sobre a existência de capacidades premonitórias e outras.”
    .
    Mesmo assim, vou dizer para você: em 25 acertei 4. Falei 24 porque o dedo, esse meu dedo não é mole, escorregou. E sabe o que o site me disse (e eu acreditei!)? Mira:
    /
    “Tus capacidades psiquicas se encuentram estables, dentro del promedio natural del indivíduo. Son capacidades que puedes desarrollar, pero no parece que tengas um gran interés em ello, o el estrés cotidiano no te permite pensar em esas cosas.”
    /
    Talvez se eu tomar umas vitaminas, quem sabe?
    /
    /
    Agora fui, do verbo tchau…

  137. Marciano Diz:

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    CONSIDERAÇÃO: eu aqui pensando que telepatia, se existisse, não serve para nada e Marciano anos-luz à frente, projetando bloqueios contra hackeação psíquica. Não é à toa que Marte é mais avançado…
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    Se tivesses lido o livro de cx, em que ele zomba da própria mãe, saberia que os marcianos são feras em telepatia.
    Tudo no meu planeta natal é feito pela força (chame de energia, se quiser) do pensamento.
     

    Mas eu vos prometera falar de minha excursão ao planeta que vos é vizinho e vou me desviando em considerações doutrinárias e filosóficas, esquecendo o escopo de minha visita. É para a vossa ciência uma afirmativa audaciosa, dizer-vos que pude ver o planeta Marte, identificando-me com os seus elementos a fim de conhecer de mais perto as suas belezas ignoradas. A verdade, porém, tem igualmente as suas revelações pelos caminhos da fé. Nem tudo se mostra somente nas análises frias dos laboratórios e das suas retortas. As grandes realidades primeiramente falam ao coração. Na atualidade, à mingua de elementos mais positivos de ordem material, nós vos falamos como se fôssemos vítimas de nossos surtos imaginativos, mas dia virá que os homens hão de verificar, com as positividades requeridas, a veracidade de nossas afirmativas. Como das outras vezes, meus amigos, não pude fazer sozinha uma excursão dessa natureza. O guia de sempre conduzia os meus passos. E foi assim que bastou um pensamento forte de nossa vontade, concentrada nesse objetivo, para que efetuássemos essa viagem vertiginosa, cuja duração foi de poucos segundos, de acordo com a vossa contagem do tempo aí na Terra.

     
    ===============================================================
    O site telepático do amigo do Visoni lembra o do Dean “RANDI”, que também mede a capacidade paranormal dos internautas. Seria bom para Marciano e Gorducho e Vinícius, que adoooooram PES, conhecer o que lá se passava…
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    Belo exemplo de lapso freudiano.
     
     
    No caso da mulher que teve premonição do ataque às torres, EU GOSTARIA DE VER ELA OU QUALQUER OUTRA PESSOA RELACIONAR A PREMONIÇÃO AO EVENTO FUTURO ANTES DE SUA OCORRÊNCIA, NÃO DEPOIS.
     
    Depois do evento, teve gente que viu que estava previsto na bíblia, nas baboseiras de Nostradamus, etc.
    É só procurar no web.
    Até os maias devem ter previsto, mas sempre se faz a conexão DEPOIS dos fatos, nunca ANTES.
     
    Estou prevendo que a discussão vai estender-se ad æternun e que Montalvao vai perder a hora.
     
     
    O verbo é tchaur, não tchau. É verbo da quarta conjugação.
    Pôr, propor, dispor, etc., são verbos da segunda conjugação.
    O único verbo da quarta conjugação é tchaur, verbo regular, que se conjuga assim (só o presente do indicativo, para não inundar o sítio):
    Eu tchauro
    Tu tchauras
    Ele tchaura
    Nós tchauramos
    Vós tchaureis
    Eles tchauram

  138. Marciano Diz:

    Montalvão, QUANTO SE PAGA para “desarrollar” as capacidades psíquicas?
    Acho que esqueceste de dizer o valor.
    Certamente tem alguma vantagem para quem vai ensinar e prejuízo para quem vai aprender.

  139. Marciano Diz:

    Tenho agenda cheia hoje, mas volto assim que puder.

  140. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “qual foi o fato relevante entre “não sabemos se psi existe” e a alegada declaração da PA que mudou tudo?”
    .
    Você sabe perfeitamente: experimentos de metodologia rigorosíssima feitos e replicados em laboratório com resultados muito acima do esperado pelo acaso. Pegando o exemplo de todos os experimentos feitos com populações artísticas até hoje:
    .
    I) Schlitz, M. J., & Honorton, C. (1992). Ganzfeld psi performance within an artistically gifted population. Journal of the American Society for Psychical Research, Vol. 86, Number 2, pp. 83-98.
    .
    Resultados: 10 acertos em 20. (50%)
    .
    II) Morris, R., Cunningham, S., McAlpine, S., & Taylor, R. (1993). Toward replication and extension of autoganzfeld results. Proceedings of Presented Papers: The Parapsychological Association 36th Annual Convention, 177–191.
    .
    Resultados: 13 acertos em 32 (40,6%)
    .
    III) Morris, R. L., Dalton, K., Delanoy, D., & Watt, C. (1995). Comparison of the sender/no sender condition in the ganzfeld. In Proceedings of the 38th Annual Parapsychological Association Convention (Vol. 244).
    .
    Resultados: 32 acertos em 97 (33%)
    .
    IV)Dalton, K, (1997). Exploring the links: Creativity and psi in the ganzfeld. Proceedings of Presented Papers: The Parapsychological Association 40th Annual Convention, 119-134.
    .
    Resultados: 60 acertos em 128 (47%)
    .
    V) Morris, R. L., Summers, J., & Yim, S. (2003). Evidence of anomalous information transfer with a creative population in ganzfeld stimulation. Proceedings of the 46th Annual Convention of the Parapsychological Association, pp. 116–131.
    .
    Resultados: 15 acertos em 40 (37,5%)
    .
    Não só todos os experimentos até hoje foram na direção esperada, como todos atingiram significância estatística. Repito: todos. Isso é motivo suficiente. E ainda poderia somar os 2 experimentos feitos por céticos, em que também ambos atingiram significância estatística, só que foram feitos com populações não artísticas. Ou o estudo de Parra de 2006, que obteve 41% de acerto em 138 tentativas, mas que não foi feito com populações artísticas também, e sim com praticantes de meditação.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, tudo bem, não vamos fugir ao ponto, ao seu ponto: se o xavier acerta mil em mil, descartada fraude e explicações concorrentes, claro que se pode reputá-lo dotado de “poder”.”
    .
    Ótimo, então, ao contrário do que o artigo da Super diz, o experimento é perfeitamente válido, apenas a depender dos resultados obtidos para se comprovar a telepatia. Esse era o meu ponto.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “O problema não estaria no seu xavier, mas na alegação de que um pensamento sai da cabeça dum e vai parar na de outro. Para que se pudesse constatar isso inequivocamente seria necessário prova que não desse qualquer pista, principalmente ao receptor. Se ele sabe antecipadamente o que vem fatalmente vai acertar algumas e, algumas vezes, acima da média esperada e nada fica firmemente demonstrado.”
    .
    Claro que fica, Montalvão. Se eu jogo um dado de 6 faces no chão 100 vezes, e nas 100 vezes ele cai com o número 6 voltado para cima (o esperado pelo acaso seria em torno de 17 vezes apenas). Fica firmemente demonstrado que o dado é viciado. O mesmo vale para o caso da telepatia. É a mesmíssima coisa. Não tem por onde fugir.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “não Visoni, 20% redondinho em 100% seria o número registrado em infinitas repetições.”
    .
    Eu não disse redondinho. Eu disse “em torno em 200″. Até uns 225 penso ser possível acertar pelo acaso. Já 300 não. Mil então nem se fala.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “vou dizer para você: em 25 acertei 4. Falei 24 porque o dedo, esse meu dedo não é mole, escorregou.”
    .
    Mentindo para mim, Montalvão? Você não escreveu 24 porque o dedo escorregou, você escreveu 24 de propósito, como se revela pelo que você disse antes: “acertei 24, errei a última porque fique na dúvida entre a 1ª, a 3ª ou N.R.A…”
    .
    Como eram 25 tentativas, a última era a 25ª. Então você quis mesmo dizer que acertou 24. Agora tenta consertar…
    .
    O fato é o seguinte: agora que você diz que acertou 4, fica provado que conhecer os alvos de antemão não te facilitou em absolutamente nada para obter um resultado significativo. Muito menos 15 acertos em 25. As leis inexoráveis da estatística atuaram. Por isso a metodologia é válida. Por isso podemos dizer que um dado é viciado. E pelo mesmíssimo motivo podemos dizer que fulano é telepata.

  141. MONTALVÃO Diz:

    /
    De Marte falou:
    “Se tivesses lido o livro de cx, em que ele zomba da própria mãe, saberia que os marcianos são feras em telepatia.”
    /
    MOI Respondeu:
    E se tivesses lido o artigo:
    .
    “CHICO XAVIER E OS SERES INTERPLANETÁRIOS – EVIDÊNCIAS DE PLÁGIO”
    .
    Publicado em: 14/1/2009
    .
    Disponível em:
    http://obraspsicografadas.org/2009/chico-xavier-e-os-seres-interplanetrios-evidncias-de-plgio/
    .
    Encontrarias:
    .
    “Este artigo, escrito por Moizés Montalvão, revela evidências de plágio entre o livro “Cartas de uma Morta”, de Chico Xavier, e Urania, do astrônomo francês Camille Flammarion.”
    .
    Do artigo um pequeno destaque:
    /
    ————————–.
    “E Chico Xavier, onde entra? Logo, logo o veremos: o médium despontou na ciranda espacial em inícios de 1930, com o livro “Cartas de uma morta” e depois com uma crônica mediúnica, cuja autoria foi imputada a Humberto de Campos. perceberemos que entre Chico e Flammarion existem alguns laços curiosos.”
    [...]
    CARTAS DE UMA MORTA
    .
    O livro relata a aventura de Maria João de Deus no além-túmulo; esta era a mãe de Chico Xavier, falecida em 1915, quando o médium contava cinco anos.
    .
    Da leitura, uma curiosidade salta à vista: Maria escreve à maneira de Chico Xavier: a narrativa é toda vertida no mesmo estilo melífluo do médium, Chico Xavier parece ter esquecido de criar um modo de escrever próprio para a mãe. Mais um indício de que a mão de Chico simulava ser a mãe de Chico.
    .
    No início da obra Maria João assim se pronuncia:
    .
    “Quero crer que a angústia, que naquele momento avassalou a minh’alma, originou-se da profunda mágoa que me ocasionava a separação do lar e dos afetos familiares, pois, apesar de crer na imortalidade, sempre enchiam-me de pavor os aparatos da morte; e dentro do catolicismo, que eu professava fervorosamente, atemorizava-me a perspectiva de uma eterna ausência.”
    .
    Desnecessário dizer que a genitora do médium, que se confessava em vida ardorosa adepta do catolicismo, no além converteu-se ao espiritismo, passando a visitar os vivos e a defender a reencarnação.
    .
    Antes de visitar o planeta Marte, Maria João de Deus fala de uma excursão de estudos que realizara a um mundo de localização não revelada. O ponto digno de destaque são as similaridades entre a narrativa de Chico Xavier e o escrito de Camille Flammarion, vejamos:
    [...]
    /
    /
    “Estou prevendo que a discussão vai estender-se ad æternun e que Montalvao vai perder a hora.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: perco a piada mas não perco a hora…

  142. Marciano Diz:

    ===============================================================
    MOI Respondeu:
    E se tivesses lido o artigo:
    .
    “CHICO XAVIER E OS SERES INTERPLANETÁRIOS – EVIDÊNCIAS DE PLÁGIO”
    .
    Publicado em: 14/1/2009

    ===============================================================
     
    Calma! Eu só estava brincando com vouzê. Claro que sei que és pós doutorado em cx. E também obsediado pelo próprio.
     
    ===============================================================
    “Estou prevendo que a discussão vai estender-se ad æternun e que Montalvao vai perder a hora.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: perco a piada mas não perco a hora…

    ===============================================================
     
    Claro que perde a piada! Novamente não percebeu que o dito assim o foi cum animus jocandi.

  143. MONTALVÃO Diz:

    /
    ================================================
    “Estou prevendo que a discussão vai estender-se ad æternun e que Montalvao vai perder a hora.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: perco a piada mas não perco a hora…
    ================================================

    Claro que perde a piada! Novamente não percebeu que o dito assim o foi cum animus jocandi.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois igualmente não percebeste que foi com esse tal de jocandi animado que prolatei o trocadalho…
    .
    Estaremos vivenciando epidemia de impercepções?

  144. Marciano Diz:

    Parece que sim. Estamos perdendo o traquejo.
    Claro que sabes, mas animus vem de anima, alma. Intenção.
    Por via das dúvidas, pelo sim, pelo não, just in case.

  145. Marciano Diz:

    Pode traduzir literalmente por ânimo.
    Jocandi, giocando, jogando, brincando. Em latim (e várias outras línguas) jogar e brincar não têm diferença.
    É como o to be dos ingleses. Ser ou estar.

  146. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “qual foi o fato relevante entre “não sabemos se psi existe” e a alegada declaração da PA que mudou tudo?”
    .
    VISONI: Você sabe perfeitamente: experimentos de metodologia rigorosíssima feitos e replicados em laboratório com resultados muito acima do esperado pelo acaso. Pegando o exemplo de todos os experimentos feitos com populações artísticas até hoje:
    .
    I)[...].
    Resultados: 10 acertos em 20. (50%)
    .
    II) [...]..
    Resultados: 13 acertos em 32 (40,6%)
    .
    III) [...]..
    Resultados: 32 acertos em 97 (33%)
    .
    IV) [...]..
    Resultados: 60 acertos em 128 (47%)
    .
    V) [...]..
    Resultados: 15 acertos em 40 (37,5%)
    .
    VISONI: Não só todos os experimentos até hoje foram na direção esperada, como todos atingiram significância estatística. Repito: todos. Isso é motivo suficiente. E ainda poderia somar os 2 experimentos feitos por céticos, em que também ambos atingiram significância estatística, só que foram feitos com populações não artísticas. Ou o estudo de Parra de 2006, que obteve 41% de acerto em 138 tentativas, mas que não foi feito com populações artísticas também, e sim com praticantes de meditação.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: “premero” vamos ver essa variante do Parra e os outros dois: população não artística? 41%? Então não são só artistas que pontuam bem? Qualquer um pode fazê-lo…
    .
    Sua teoria populacional já começa a fazer água.
    .
    Depois temos seu amigo Dean Radin que não concorda com você de jeito maneira…
    /
    ————————.
    RADIN: “A partir dessas descobertas, fomos capazes de formar um perfil das pessoas com maior probabilidade de relatar experiências psíquicas: mulheres canhotas com, no máximo 30 e poucos anos, com elevada sensibilidade física, sofrendo de ansiedade crônica, um pouco introvertidas, que tomam decisões mais em função dos sentimentos do que da lógica, que praticam uma ou mais das artes criativas, que se dedicam a alguma forma de disciplina mental, como meditação, que são receptivas para afirmações inconvencionais de outras pessoas e que se interessam mais por possibilidades do que por fatos reais.”
    (Mentes Interligadas – Dean Randin)
    ———————————–.
    /
    E vou lhe dizer, meu caro, não é a primeira vez que lhe mostro que sua teoria é mais furada que queijo suiço.
    .
    Sem considerar a dificuldade de delinear seguramente o que seria “população artística”: também já lhe confrontei esse óbice.
    .
    Só que, lamentavelmente, você seguirá seu rumo bradando que artistas são bons produtores de psi, fazendo de conta que está a se referir a algo que faça sentido.
    .
    Fosse conforme sua louca teoria almeja que seja, a classe dos presditigidadores, que sabe simular como ninguém telepatia e psicocinesias (e até materializações), seria a melhor dentre as melhores. Mas não se vê ninguém convidando mágico a se deixar experimentar…
    .
    Depois me aparece com cinco experimentos e achando que eles dizem tudo quando falam quase nada: esquece que alegações extraordinárias pedem evidências do mesmo calibre.
    .
    Ahhhhh, agora estou entendendo por que diante de resultados abaixo da linha de pobreza você os apresenta com exclamações grandiloquentes (“sensacional”, “admirável”, “fortíssimas evidências”, e, não poderia faltar “extraordinárias”…). Quer ingenuamente demonstrar que atendem aos requisitos…
    .
    E por fim, esquece que se esses seus resultados maravilhosos expressassem alguma coisa de produtivo haveria continuidade nas experiências, sempre indicando a presença da “força” e cada vez mais a esclarecendo, a demonstrar continuamente que telepatia e quejandos é realidade. Mas, tudo o que tem são cinco experimentozinhos e acha que com eles fará a revolução…
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, tudo bem, não vamos fugir ao ponto, ao seu ponto: se o xavier acerta mil em mil, descartada fraude e explicações concorrentes, claro que se pode reputá-lo dotado de “poder”.”
    .
    VISONI: Ótimo, então, ao contrário do que o artigo da Super diz, o experimento é perfeitamente válido, apenas a depender dos resultados obtidos para se comprovar a telepatia. Esse era o meu ponto.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “O problema não estaria no seu xavier, mas na alegação de que um pensamento sai da cabeça dum e vai parar na de outro. Para que se pudesse constatar isso inequivocamente seria necessário prova que não desse qualquer pista, principalmente ao receptor. Se ele sabe antecipadamente o que vem fatalmente vai acertar algumas e, algumas vezes, acima da média esperada e nada fica firmemente demonstrado.”
    .
    VISONI: Claro que fica, Montalvão. Se eu jogo um dado de 6 faces no chão 100 vezes, e nas 100 vezes ele cai com o número 6 voltado para cima (o esperado pelo acaso seria em torno de 17 vezes apenas). Fica firmemente demonstrado que o dado é viciado. O mesmo vale para o caso da telepatia. É a mesmíssima coisa. Não tem por onde fugir.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: menos ruim, por um momento pensei que o dado caindo em cem 100 no 6 fosse prova de telecinesia… ou precognição, ou retrocausação: maior confusão!
    .
    Mas vou lhe conceder razão parcial. Digamos que o experimentado demonstre que consegue acertar rotineiramente sempre acima da média esperada pelo acaso, indicando que possua alguma habilidade incomum, que se poderia denominar telepatia (descarta a fraude, obviamente).
    .
    Acho que té aí estamos mais ou menos concordantes, não?
    .
    Então aí eu pergunto e peço que responda sem enrolação: se o sujeito manifesta telepatia com o baralho Zener porque não a manifestaria com figuras aleatórias? O princípio, ou o método, é o mesmo!
    .
    Agora, se com imagens que lhe são desconhecidas o testando é incapaz de produzir telepatia ou ela não existe ou, se existe, é “força” de atuação tênue, de ocorrência esporádica e imprevisível, sem controle da parte quem supostamente a possui, e sem utilidade conhecida.”
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “não Visoni, 20% redondinho em 100% seria o número registrado em infinitas repetições.”
    .
    VISONI: Eu não disse redondinho. Eu disse “em torno em 200?. Até uns 225 penso ser possível acertar pelo acaso. Já 300 não. Mil então nem se fala.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: há acertos pelo acaso que são extraordinários: existem exemplos mil…
    /
    ./

    MONTALVÃO DISSE: “vou dizer para você: em 25 acertei 4. Falei 24 porque o dedo, esse meu dedo não é mole, escorregou.”
    .
    VISONI: Mentindo para mim, Montalvão? Você não escreveu 24 porque o dedo escorregou, você escreveu 24 de propósito, como se revela pelo que você disse antes: “acertei 24, errei a última porque fique na dúvida entre a 1ª, a 3ª ou N.R.A…”
    .
    Como eram 25 tentativas, a última era a 25ª. Então você quis mesmo dizer que acertou 24. Agora tenta consertar…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: claro que não tento consertar nada e é claro que não menti: apenas o provoquei para ver o que diria. Pelo jeito continua achando que esse testezinho vagabundo vai mostrar algo de telepatia. Reexamine sua explicação para a objeção que lhe apresentei (“computador pensa? Transmite pensamentos?”) e entenderá o nonsense da coisa. Estava bem claro que era brincanagem de minha parte, deveria ter entendido isso quando lhe disse que não sabia se a última questão era a primeira, a terceira ou N.R.A. Droga, continuo esquecendo: o que lhe sobra em telepatia falta em senso de humor…
    /
    /
    .
    VISONI: O fato é o seguinte: agora que você diz que acertou 4, fica provado que conhecer os alvos de antemão não te facilitou em absolutamente nada para obter um resultado significativo. Muito menos 15 acertos em 25. As leis inexoráveis da estatística atuaram. Por isso a metodologia é válida. Por isso podemos dizer que um dado é viciado. E pelo mesmíssimo motivo podemos dizer que fulano é telepata.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: as “leis inexoráveis da estatística atuaram” mesmo: marquei todas as respostas na coluna do meio, o que significa que se eu fizer o mesmo com as outras opções as leis inexoráveis se repetirão, o que provara a itelepatia.
    .
    Mas vou lhe dar explicação melhor que a sua: acertei 4 em 25 por uma de várias hipóteses:
    .
    1. Sou pé-frio;
    2. Ocorreu psi-missing;
    3. Não acredito em telepatia por isso ela não se manifestou;
    4. O computador não enviou p* nenhuma;
    5. Telepatia não existe.

  147. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “premero” vamos ver essa variante do Parra e os outros dois: população não artística? 41%? Então não são só artistas que pontuam bem?”
    .
    A população do Parra é a de praticantes de meditação. É a segunda melhor população nos testes ganzfeld. A primeira é de artistas.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Qualquer um pode fazê-lo…”
    .
    Não. Uma população de céticos, por exemplo, não se sairia bem.
    .
    MONTALVÃO: “Depois temos seu amigo Dean Radin que não concorda com você de jeito maneira…”
    .
    Ele concorda, ele diz: “que praticam uma ou mais das artes criativas”
    .
    MONTALVÃO: “E vou lhe dizer, meu caro, não é a primeira vez que lhe mostro que sua teoria é mais furada que queijo suiço.”
    .
    Até agora você não mostrou nada. Aliás, mostrou sim, que nem o texto do Radin você soube interpretar.
    .
    MONTALVÃO: “E por fim, esquece que se esses seus resultados maravilhosos expressassem alguma coisa de produtivo haveria continuidade nas experiências, sempre indicando a presença da “força” e cada vez mais a esclarecendo, a demonstrar continuamente que telepatia e quejandos é realidade.”
    .
    Continuar a experimentar com tais populações foi justamente uma recomendação feita em um artigo de 2014.
    .
    MONTALVÃO: “Então aí eu pergunto e peço que responda sem enrolação: se o sujeito manifesta telepatia com o baralho Zener porque não a manifestaria com figuras aleatórias? O princípio, ou o método, é o mesmo!”
    .
    Mas manifesta! É justamente isso que os testes ganzfeld usam! Os testes de telepatia em sonhos de Krippner idem!
    .
    MONTALVÃO DISSE: ” há acertos pelo acaso que são extraordinários: existem exemplos mil…”
    .
    Não de forma contínua como em ganzfeld. Acho que se fosse o mero acaso levaria-se mais que a idade do universo para se conseguir repetir o feito.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas vou lhe dar explicação melhor que a sua: acertei 4 em 25 por uma de várias hipóteses [...]”
    .
    O objetivo do teste era mostrar para você que você não vai conseguir uma pontuação alta sem tentar por muito e muito tempo. Não há “facilitação” que te ajude nisso por meios normais. Mas espero que você viva o suficiente para conseguir marcar 15 pontos em 25 caso tente uma vez todo dia pelo menos.

  148. Marciano Diz:

    E vai seguindo a procissão…

  149. Marciano Diz:

    Probabilidade de acertar cada questão: p = 1/5
    Probabilidade de errar cada questão: q = 1 – p = 1 – 1/5 = 4/5
    A probabilidade de acertar 15 cartas é:
    P = Combinação de 25 elementos, quinze a quinze . (1/5) ⁱ . (4/5) ⁵
    Quem tiver paciência que calcule.

  150. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO PERGUNTA: ” e o que esse ventilador e o gêiser estariam fazendo no experimento de gravidade?”
    .
    VISONI: Estão lá para atrapalhar o experimento. Em testes psi, podem surgir coisas que atrapalham o sucesso do experimento também.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se estão para atrapalhar o experimento não foi bem planejado…
    /
    /

    VISONI: Um exemplo Honorton cita com os testes realizados com Felicia Parise: “Durante essas sessões piloto, Felícia não foi bem sucedida em captar as imagens alvo que o emissor tentou comunicar telepaticamente a ela. Sua mente, parece, estava literalmente em outro lugar. Durante a primeira noite, o seu sonho mais vívido foi o de estar envolvida num acidente de carro na ponte Verazzano, entre Brooklyn e Staten Island. Enquanto este sonho não guardava relação com o alvo oficial para a noite, soubemos no dia seguinte que um amigo próximo de Felícia tinha se envolvido em um acidente de moto enquanto cruzava a ponte Verazzano na noite anterior.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: belo post hoc, para explicar a falhança…
    ./
    /
    VISONI: Tanto o ventilador quanto o geiser oferecem apenas aparentes ausências da gravidade, e o fracasso em descrever o alvo foi uma aparente ausência de psi. Mas na verdade tanto a gravidade quanto psi continuaram atuantes. Agora, após respondida a sua pergunta, vamos voltar às suas piadas…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: a gravidade sim, continua atuante, psi… sei não…
    ./
    /
    6ª PIADA DA REFUTAÇÃO: “Essas variações de percentuais, e a imaginada população mais versátil em produzir psi, desnecessário dizer, não é confirmada por experimentações: é apenas alegada.”
    .
    VISONI: A piada aqui é o Montalvão gostar de bancar a Sabrina Sato ou a Carla Perez, se fazendo de burro, embora não seja. Vamos aos experimentos, que ele brinca dizendo não existirem:
    .
    a) [...].
    No artigo acima, a autora diz:
    .
    Este é um relatório inicial de uma pesquisa de P.h.D. que explora a relação entre a psi e a criatividade utilizando o sistema automatizado ganzfeld na Koestler Chair of Parapsychology em Edimburgo. [...].
    .
    Os resultados globais do estudo psi incluem 60 acertos dos 128 ensaios, uma taxa de acerto de 47%, o que é estatisticamente significante em p = 7 x 10-8, ES (h) = 0,46. Como um subgrupo, os músicos obtiveram 18 acertos em 32 ensaios, uma taxa de acerto de 56%, significativa em p = 0,0001, ES (h) = 0,65. [...]
    .
    A autora também cita a pesquisa passada:
    .
    “Um estudo automatizado ganzfeld por Marilyn Schlitz (Schlitz e Honorton, 1992) explorou a característica da criatividade e o seu impacto no desempenho ganzfeld, fazendo uso de uma população excepcional, alunos da Juilliard School of the Performing Arts. [...]”
    .
    Mais estudos (lembrando que o Montalvão disse não existirem…)
    .
    [...]
    Nenhuma dessas pessoas e experimentos existe para o Montalvão, são todos ‘alegados’… agora, tem estudos mais recentes com artistas e músicos? Tem sim senhor!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Montalvão não diz: “não existem estudos”, mas, “não existem estudos suficientes”… manja a diferença? Com poucos levantamentos se fazem alegações taxativas sobre uma “coisa” que nem se sabe se existe…
    /
    /.
    VISONI: Então, quando o Montalvão diz que os experimentos não existem, ele só pode estar fazendo piada…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se queres achar graça, então ria… o fato é que os estudos psi são poucos e incapazes de provar a coisa, se fossem a coisa já estaria provada e inserida no mainstream da ciência: nunca perca essa verdade de vista e nunca perca de vista as desculpas que dá para fugir desse fato (tipo: má vontade da ciência em aceitar as “verdades” da parapsicologia).

  151. Marciano Diz:

    Se os resultados não variassem em torno da média mais esperada, seria de estranhar.
    Como cada nova tentativa é independente da anterior, começa tudo de novo.
    Seria estranho se jogássemos cara ou coroa 100 vezes e acertássemos 50. Claro que a maioria dos resultados vai variar em torno de 50. A probabilidade de 50, resultado mais frequente, é extremamente reduzida, quando se considera TODOS os resultados possíveis.
    Vou sair do ar até amanhã.
    Se quiserem continuar me ouvindo, sintonizem em 54.3 MHz.

  152. Marciano Diz:

    Quando se consideram todos os resultados possíveis.
    Montalvão tá de olho.

  153. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O verbo é tchaur, não tchau. É verbo da quarta conjugação.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: mas eu not não verbalizei, substantivei: o substantivo é tychau (escreve-se tchau por questão de economia que a dita não vai bem). Amar vem do amor; matar vem de morrer; cantar vem de canto; pregar vem de prego; ensinar vem de escola e lagartixa vem do pai e da mãe da lagartixa…
    .
    E não é de quarta, de quinta, mira:
    1ª amar
    2ª fazer
    ir e vir
    4ª pôr, compor
    5ª tchaur
    /
    /
    “Pôr, propor, dispor, etc., são verbos da segunda conjugação.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: há vozes discordantes…
    /
    /
    “O único verbo da quarta conjugação é tchaur, verbo regular, que se conjuga assim (só o presente do indicativo, para não inundar o sítio):
    Eu tchauro
    Tu tchauras
    Ele tchaura
    Nós tchauramos
    Vós tchaureis
    Eles tchauram”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: por isso digo: tchauro procê…

  154. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “premero” vamos ver essa variante do Parra e os outros dois: população não artística? 41%? Então não são só artistas que pontuam bem?”
    .
    VISONI: A população do Parra é a de praticantes de meditação. É a segunda melhor população nos testes ganzfeld. A primeira é de artistas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: e a dos outros dois que citou, é constituída de quens? Mulheres canhotas?
    /
    /.
    MONTALVÃO DISSE: “Qualquer um pode fazê-lo…”
    .
    VISONI: Não. Uma população de céticos, por exemplo, não se sairia bem.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: será por causa de quê? Por que céticos não têm fé e sem fé nada de psi? ou por que psi não existe?

  155. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO: “Depois temos seu amigo Dean Radin que não concorda com você de jeito maneira…”
    .
    VISONI: Ele concorda, ele diz: “que praticam uma ou mais das artes criativas”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pisou feio, hem? Adiante falo melhor…
    /
    /

    MONTALVÃO: “E vou lhe dizer, meu caro, não é a primeira vez que lhe mostro que sua teoria é mais furada que queijo suiço.”
    .
    VISONI: Até agora você não mostrou nada. Aliás, mostrou sim, que nem o texto do Radin você soube interpretar.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: realmente devo não saber interpretar, quem interpreta bem pracaramba é sua distinta pessoa. Vamos conferir para ver? Tão vamos…
    /
    ———————–.
    RADIN DISSE:
    “A partir dessas descobertas, fomos capazes de formar um perfil das pessoas com maior probabilidade de relatar experiências psíquicas:
    1- mulheres canhotas
    2- com, no máximo 30 e poucos anos,
    3- com elevada sensibilidade física,
    4- sofrendo de ansiedade crônica,
    5- um pouco introvertidas,
    6- que tomam decisões mais em função dos sentimentos do que da lógica,
    7- que praticam uma ou mais das artes criativas,
    8- que se dedicam a alguma forma de disciplina mental, como meditação,
    9- que são receptivas para afirmações inconvencionais de outras pessoas
    10- e que se interessam mais por possibilidades do que por fatos reais.”
    (Mentes Interligadas – Dean Randin)
    ———————-.
    /
    Pois bem, Radin alinhavou 10 quesitos que caracterizariam o bom emissor de psi. O que que eu falei? Falei: 10 QUESITOS!
    .
    Aí, vem certa pessoa e diz: Ó, ocê não entendeu! O que o Radin quis dizer é que os artistas é que são xou! Cê não sabe interpretar p* nenhuma!
    .
    Na relação de Radin, perdida na sétima posição, se vê: que praticam uma ou mais das artes criativas,
    .
    Ora, carambolas, ele sequer especifica que “artes criativas” são essas… pode ser até masturbação, que exige muita criatividade!
    .
    Se a artisteza fosse essa força que só o Visoni (e quem vai com ele ou com quem ele vai) pensa, certamente o dotô em parapsicologia lha teria dado o devido destaque. Nada, praticar uma ou mais artes criativas é apenas um item modesto da relação.
    .
    Neste caso, se se quer tomar algum quesito pelo todo, elevando-o à categoria de qualidade maior, tal poderia ser feito com qualquer dos itens da relação. Então, um Visoni nº 2 bem poderia destacar que as mulheres canhotas são as melhores produtoras de psi; o Visoni nº 3 ficaria com quem sofre de ansiedade crônica…
    .
    Não sabe interpretar… vê lá, garoto…
    .
    Some, pois, mais uma vez que lhe mostro que sua teoria da população ideal é mais furada que carro que entra por engano em favela do Rio.
    .
    Resolvida esta paradinha, sigamos no trabalho de mostrar que psi provavelmente não existe, mas se existir “é “força” de atuação tênue, de ocorrência esporádica e imprevisível, sem controle da parte quem supostamente a possui, e sem utilidade conhecida.”

  156. Marciano Diz:

    ===============================================================
    MONTALVÃO Diz:
    AGOSTO 19TH, 2017 ÀS 6:44 PM
    E não é de quarta, de quinta, mira:
    1ª amar
    2ª fazer
    3ª ir e vir
    4ª pôr, compor
    5ª tchaur
    /
    /
    “Pôr, propor, dispor, etc., são verbos da segunda conjugação.”

    ===============================================================
     
    Ainda bem que sabes que não é beeem assim.
    Veja que eu afirmei que não existem verbos da 4ª conjugação. O verbo pôr, antigamente “poer”, continua sendo verbo da SEGUNDA conjugação.
     
    ===============================================================
    Não existe a 4.ª conjugação; pôr é um verbo da 2.ª conjugação cuja vogal temática desapareceu no infinitivo, mas permanece em outras formas do verbo. Veja-se a correspondência: vend-e-s / põ-e-s.
    Na história da língua, verbos há que mudaram de conjugação, mas deixaram vestígios em outras formas não verbais: cair (antigo caer), com vestígio no adjetivo cadente (e não cadinte, como ouvinte). Alencar usa rangir por ranger, e hoje viger (cf. vigente) tem o concorrente vigir que, apesar de muito usado, não é aceito na norma exemplar: A lei deve vigir (por viger).

    ===============================================================
     
    Evanildo Bechara

    Professor Titular e Emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF)

    Membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filologia

    Representante brasileiro do novo Acordo Ortográfico

    MODERNA GRAMÁTICA PORTUGUESA
    37.ª Edição Revista, ampliada e atualizada conforme o novo Acordo Ortográfico
    Rio de Janeiro, 2009
     

    Mas não vou discutir isto com você. Vá discutir com o Bechara.

  157. Marciano Diz:

    Eu houvera dito:

     
    ===============================================================

    ===============================================================
     
    O verbo é tchaur, não tchau. É verbo da quarta conjugação.
    Pôr, propor, dispor, etc., são verbos da segunda conjugação.
    O único verbo da quarta conjugação é tchaur, verbo regular, que se conjuga assim (só o presente do indicativo, para não inundar o sítio):
    Eu tchauro
    Tu tchauras
    Ele tchaura
    Nós tchauramos
    Vós tchaureis
    Eles tchauram
     
    Confira.

  158. Marciano Diz:

    Evidentemente que eu disse que “tchaur” é da 4ª conjugação, de picardia, justamente porque não existem verbos da 4ª conjugação.
    Para ser de 5a, precisaria que houvesse uma de 4ª .
    ===============================================================
     
    “Pôr, propor, dispor, etc., são verbos da segunda conjugação.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: há vozes discordantes…

    ===============================================================
     
    Note que disseste que há vozes (plural) discordantes.
    Cite duas (se citar uma, será voz discordante, não vozes.
    Se puder citar mais de duas, sinta-se a vontade.

  159. Marciano Diz:

    Quer dizer, sinta-se à vontade.
    O encontro da preposição “a” com o artigo “a”, fenômeno conhecido com crase, exige o acento grave, muitas vezes confundido com o encontro das duas classes de palavras.

  160. Marciano Diz:

    Para pôr uma pá de cal:
    AURÉLIO
    poer
    [Do lat. ponere.]
    Verbo transitivo direto.
    1.Ant. Pôr.
     
    HOUAISS
    poer Datação: sXIII

    n verbo
    Diacronismo: antigo.
    transitivo direto
    m.q. pôr

     
    De minha parte, nada mais tenho a dizer sobre este assunto.
    Fico no aguardo das vozes em contrário.

  161. Marciano Diz:

    Ah!. Claro que sei que Einstein, no Instagram, Whatsapp, Facebook, Twitter, etc., disse que existem verbos da quarta conjugação em português, mas esse tipo de citação não vale.
    Acho.

  162. Marciano Diz:

    Para não deixar dúvidas:
    “Was mich nicht umbringt, macht mich stärker.”
    NIETZSCHE.
    Onde?
    Aqui: Dämmerung der Götzen.
    E aqui (repetiu): Sprüche und Pfeile, 8.

  163. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Note que disseste que há vozes (plural) discordantes.
    Cite duas (se citar uma, será voz discordante, não vozes.
    Se puder citar mais de duas, sinta-se a vontade.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: são vozes do além, meu caro, não identificada: centenas…

  164. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Evidentemente que eu disse que “tchaur” é da 4ª conjugação, de picardia, justamente porque não existem verbos da 4ª conjugação.
    Para ser de 5a, precisaria que houvesse uma de 4ª .
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se não notaste que picardiei (v. de 1ª conjuga) em cima de sua picardia então picardiei mal, o que não foi bom…

  165. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Pois bem, Radin alinhavou 10 quesitos que caracterizariam o bom emissor de psi. O que que eu falei? Falei: 10 QUESITOS!”
    .
    Mas NÃO SÃO 10 quesitos! São 10 PERFIS!
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Ora, carambolas, ele sequer especifica que “artes criativas” são essas… pode ser até masturbação, que exige muita criatividade!”
    .
    Tem aula de masturbação na faculdade de artes?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Se a artisteza fosse essa força que só o Visoni (e quem vai com ele ou com quem ele vai) pensa, certamente o dotô em parapsicologia lha teria dado o devido destaque. Nada, praticar uma ou mais artes criativas é apenas um item modesto da relação.”
    .
    De novo, é um perfil.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Então, um Visoni nº 2 bem poderia destacar que as mulheres canhotas são as melhores produtoras de psi”
    .
    Que eu saiba não existe nenhum estudo feito só com mulheres canhotas. O que foi feito (imagino) foi anotar os perfis de cada participante e ver quem pontuou melhor por sexo e destreza.

  166. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “será por causa de quê? Por que céticos não têm fé e sem fé nada de psi? ou por que psi não existe?”
    .
    Porque psi vai seguir a crença ou descrença do indivíduo. Assim, se o participante for um descrente, psi buscará se desviar do alvo, já se o participante for um crente, buscará pontuar o máximo possível.

  167. MONTALVÃO Diz:

    Eu picardeio
    Tu picardeias
    ele picardeia
    nos picardiamos
    vós picardiais
    eles picardeiam
    .
    Se a piardiada estiver errada picardeie…

  168. Marciano Diz:

    (Antes que alguém critique, vou logo avisando que estou tentando imitar o inimitável estilo montalvânico, também incompreendido)
    Quem está picardeando, afigura-se-me, do verbo parecer-me, é o Vitor. Só pode ser (não o Vitor, a picardia).

  169. Marciano Diz:

    Cadê o link, Montalvão?

  170. Marciano Diz:

    Porque psi vai seguir a crença ou descrença do indivíduo. Assim, se o participante for um descrente, psi buscará se desviar do alvo, já se o participante for um crente, buscará pontuar o máximo possível.
    Deve ser por isso que o sobrenatural sempre desvia-se de mim, no sentido de fugir, escapulir, evitar.

  171. Marciano Diz:

    Isto explica também o porquê de a AAAS não confirmar a existência de lobisomens. Como não acreditam, os lobisomens não aparecem para membros da AAAS, só para quem neles crê.
    Essa é boa. Vou guardar no meu único neurônio falhado.

  172. Marciano Diz:

    d hoc es una locución latina que significa literalmente «para esto». Generalmente se refiere a una solución elaborada específicamente para un problema o fin preciso y, por tanto, no es generalizable ni utilizable para otros propósitos. Se usa pues para referirse a algo que es adecuado sólo para un determinado fin. En sentido amplio, ad hoc puede traducirse como «específico» o «específicamente».

    Una hipótesis ad hoc es una hipótesis concreta creada para explicar un hecho que contradice una teoría.

    Algunas hipótesis no son suficientes por sí solas y requieren que se las ponga en conjunción con otras, que tienen un carácter instrumental o auxiliar, y a las que se denomina hipótesis auxiliares. Estas hipótesis cumplen el papel de premisas adicionales, y se supone que deben cumplir dos requisitos que son :

    Ser falsables.
    Ser contrastadas con anterioridad o con independencia de las hipótesis fundamentales.
    De no cumplirse estos requisitos, se dirá que se trata de una hipótesis ad hoc. O en otras palabras, es un enunciado irrefutable destinado a “blindar” a la hipótesis principal para salvarla de la falsación.

    La falacia ad hoc es aquella que sentencia: “Porque A sucedió antes que B, significa que necesariamente A causó B”. Se la llama “ad hoc” por la incorrecta suposición de que A está vinculado exclusivamente a B.

    Un ejemplo de hipótesis ad hoc es el efecto memoria del agua usado para explicar la pseudociencia de la homeopatía

    Otro ejemplo, este aplicado a la religión sería:

    “¡Yo tenía cáncer y me curé espontáneamente!”
    “Fue un regalo de Dios. Él no quiso que murieras.”
    “¿Y todos los demás pacientes de cáncer que se mueren?”
    “Ah, los caminos de Dios son inescrutables.”

    Las hipótesis ad hoc son comunes en las investigaciónes paranormales y en los trabajos de los pseudocientíficos. Por ejemplo, se han conocido investigadores del ESP que culpan a los pensamientos hostiles de los espectadores porque, según ellos, estos influyen de forma inconsciente en las lecturas de instrumentos sensibles. Las vibraciones hostiles, dicen, les hizo imposible duplicar un experimento positivo de percepción extrasensorial. Ser capaz de duplicar un experimento es esencial para confirmar su validez. Por supuesto, si esta objeción usada por los pseodocientíficos se toma en serio, entonces ningún experimento sobre percepción extrasensorial podría fallar jamás. Sean cuales sean los resultados, siempre se puede decir que fueron causados por fuerzas psíquicas paranormales, ya sean los que están siendo investigados en ese momento u otros que no están siendo comprobados todavía.

  173. Marciano Diz:

    Parapsychologie = Scheiße.
    Bitte, im Namen der Freiheit der Rede, zensiere diesen Kommentar nicht.
    Ich bin betrunken und ich weiß nicht, was ich nicht mehr mache.

  174. Marciano Diz:

    Ich habe gerade aufgeschrieben, was ich denke.

  175. MONTALVÃO Diz:

    /
    A coisa tá tão modorrenta por aqui que quase não dá mais tesão comentar, mas como meu tesão não acaba fácil, vou…
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Pois bem, Radin alinhavou 10 quesitos que caracterizariam o bom emissor de psi. O que que eu falei? Falei: 10 QUESITOS!”
    .
    VISONI: Mas NÃO SÃO 10 quesitos! São 10 PERFIS!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: 10 perfis que o quê? Que se uniriam para formar ONE? Ou esqueceu de lembrar o que Radin falou e disse?
    /
    ————————–.
    RADIN DISSE:
    “A partir dessas descobertas, fomos capazes de formar UM perfil das pessoas com maior probabilidade de relatar experiências psíquicas:[...]
    .——————————–
    .
    Por outro lado, se, em remotíssima hipótese, fossem mesmo 10 perfis, conforme sonhou, aí é que seria o troço mais doido do hospício. Tente ver os 10 quesitos como dez perfis distintos…
    .
    Anote aí para quando voltar a me acusar (o que fatalmente vai acontecer) de não saber interpretar texto!
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Ora, carambolas, ele sequer especifica que “artes criativas” são essas… pode ser até masturbação, que exige muita criatividade!”
    .
    VISONI: Tem aula de masturbação na faculdade de artes?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não sei, nunca frequentei faculdade de artes, nem para pintar o sete…
    .
    Mas então o “artista” tem que ter cursado faculdade? Aí é que lascou de vez!
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Se a artisteza fosse essa força que só o Visoni (e quem vai com ele ou com quem ele vai) pensa, certamente o dotô em parapsicologia lha teria dado o devido destaque. Nada, praticar uma ou mais artes criativas é apenas um item modesto da relação.”
    .
    VISONI: De novo, é um perfil.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: de novo: tá enganado!
    /
    /.
    MONTALVÃO DISSE: “Então, um Visoni nº 2 bem poderia destacar que as mulheres canhotas são as melhores produtoras de psi”
    .
    VISONI: Que eu saiba não existe nenhum estudo feito só com mulheres canhotas. O que foi feito (imagino) foi anotar os perfis de cada participante e ver quem pontuou melhor por sexo e destreza.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois se selecionar quem tenha o perfil completo (10 quesitos que formam UM perfil), vai achar emitidor de psi até por não sei onde: e não vai ser um tititinho, mas centos e tantos por cento!
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “será por causa de quê? Por que céticos não têm fé e sem fé nada de psi? ou por que psi não existe?”
    .
    VISONI: Porque psi vai seguir a crença ou descrença do indivíduo. Assim, se o participante for um descrente, psi buscará se desviar do alvo, já se o participante for um crente, buscará pontuar o máximo possível.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: hummm agora desentendi! Psi, além de ser força bem porreta, tem consciência e sabe escolher em quem vai mirar! Que cousa!

  176. Marciano Diz:

    Essa modorra ainda vai acabar com o blog, mas fazer o quê?
    O administrador é quem manda. Se ele quer cometer um bloguicídio, quem o impedirá?

  177. Vitor Diz:

    Montalvão, quando o Radin fala “um perfil das pessoas”, ele quer dizer “um perfil de vários grupos de pessoas”. Se fosse um perfil só ele teria escrito “um perfil da pessoa”, não teria usado o plural. E não, o artista não precisa ter cursado faculdade, embora fosse bom, porque melhorará suas qualidades artísticas. Só quis dizer que o que é considerado “arte” vc encontra sendo ensinado nas faculdades de Arte.

  178. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, quando o Radin fala “um perfil das pessoas”, ele quer dizer “um perfil de vários grupos de pessoas”. Se fosse um perfil só ele teria escrito “um perfil da pessoa”, não teria usado o plural. E não, o artista não precisa ter cursado faculdade, embora fosse bom, porque melhorará suas qualidades artísticas. Só quis dizer que o que é considerado “arte” vc encontra sendo ensinado nas faculdades de Arte.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: visto estou em fase não delongativa, resta-me reprisar o que falei:
    .
    “Por outro lado, se, em remotíssima hipótese, fossem mesmo 10 perfis, conforme sonhou, aí é que seria o troço mais doido do hospício. Tente ver os 10 quesitos como dez perfis distintos…”

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