ALÉM DA CARA-E-COROA: EXAMINANDO AS CRÍTICAS DE WISEMAN DA PARAPSICOLOGIA (2014)

Segue artigo refutando as críticas de Wiseman à Parapsicologia, com foco nos estudos ganzfeld. Com esse artigo fechamos a trinca da evidência para telepatia recentemente postada neste blog: mentes entrelaçadas (medalha de bronze), os estudos de telepatia em sonhos (medalha de prata) e ganzfeld (medalha de ouro). Para ler o artigo, clique aqui. Para ler o artigo original em inglês, clique aqui.

233 respostas a “ALÉM DA CARA-E-COROA: EXAMINANDO AS CRÍTICAS DE WISEMAN DA PARAPSICOLOGIA (2014)”

  1. MONTALVÃO Diz:

    /
    Haverá algo além da cara e coroa?

  2. Gorducho Diz:

    o controle psicocinético de uma exibição visual de um balão sendo conduzido por um ventilador sobre pregos
    :shock:
    :?: :?: :?:
    Pobre do Kardec… espero que ele não teja vendo lá de cima em que virou o espiritismo :(

  3. MONTALVÃO Diz:

    /
    “o controle psicocinético de uma exibição visual de um balão sendo conduzido por um ventilador sobre pregos”
    /
    CONSIDERAÇÃO: 😬

  4. Marciano Diz:

    Salvador Dali:
    “o controle psicocinético de uma exibição visual de um balão sendo conduzido por um ventilador sobre pregos moles, sem os pregos, pelo método paranoico-crítico”
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  5. Marciano Diz:

    Concentrando-me na imagem psicodélica e surrealista, só consigo visualizar uma bola de soprar empurrada pelo vento produzido por um ventilador, em direção a espetos.
    Acho que preciso aperfeiçoar minha telepatia.
    http://4.bp.blogspot.com/_5A5m51C3fBc/TAMseJOewdI/AAAAAAAACs8/HNnLpSW4aa0/s1600/Balloon+sweeps+illusionary+path.jpg

  6. Marciano Diz:

    https://www.csicop.org/si/show/heads_i_win_tails_you_loser_how_parapsychologists_nullify_null_results

  7. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE:
    .
    Isso é explicado nas últimas linhas do artigo:
    .
    .Se mantivermos uma vontade de melhorar as provas a esse grau, então, talvez o debate avance “Além do Cara e Coroa” — dispensando as caras, as coroas, e os resultados simples de ganhar e perder, implícitos no título do artigo de Wiseman (2010a) e na resposta de Carter (2010a), para uma tentativa de colaboração para resolver o enigma psi para o século XXI.
    .
    Ou seja, em vez de se concentrar apenas em tentar provar que psi existe ou não (simbolizado pelo “cara e coroa”), buscar colaborar na pesquisa sem se concentrar tanto com o resultado. Uma das melhorias é dita “protocolos com vários experimentadores”. Ora, foi justamente isso que foi feito no artigo recentíssimo em que houve a participação do cético Stanley Jeffers para micro-pk.

  8. Vitor Diz:

    GORDUCHO CITA SEM ENTENDER: “o controle psicocinético de uma exibição visual de um balão sendo conduzido por um ventilador sobre pregos”
    .
    Isso é um resumo de um artigo apresentado em um congresso. Não sabemos se tal artigo chegou a ser publicado em alguma revista. Pelo que entendi, alguém tenta alterar por meio de pk a trajetória de um balão que é soprado por um ventilador preso (numa parede?) por meio de pregos. Seria sobre isso o trabalho apresentado.

  9. Gorducho Diz:

    ============================================================
    Isso é um resumo de um artigo apresentado em um congresso.
    ============================================================
    Reforça o que eu disse… Como S/Pessoa sabe, não tenho nem um pouco de simpatia pelo Kardec, mas tb. sou humano e de bom ❤ então…
    Pobre do cara: ele não merece ver de l’au-delà no que virou o espiritismo :!:
     
    Deve ter sido o balão pregado no teto por um fio….
    O balão seria a massa dum pendulo esférico, imagino. Oscilando adoidadamente sob o fluxo fluídico emitido pelo ventilador.
    O ψquico deve ter tirado o balão do aparente caos determinístico e feito ele se mover segundo alguma previsibilidade via Ψ
    Tente conseguir o report desse experimento :!:
    Tente conseguir esse estudo :!:

  10. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Pobre do cara: ele não merece ver de l’au-delà no que virou o espiritismo :!:
    .
    Isso é equivalente a pegar um artigo um tanto esdrúxulo de qualquer ciência (peguemos por exemplo o(s) vencedor(es) de 1994 do Ig Nobel para biologia: “Biologia: W. Brian Sweeney, Brian Krafte-Jacobs, Jeffrey W. Britton, e Wayne Hansen, pelo seu estudo “O Soldado com prisão-de-ventre: Prevalência sobre as Tropas Mobilizadas” (The Constipated Serviceman: Prevalence Among Deployed US Troops), e especialmente pela análise numérica da frequência de movimentos intestinais.”) e tentar reduzir essa ciência a isso.

  11. Gorducho Diz:

    Mas vale a pena a gente ver esse estudo porque é extremamente criativo (o design experimental: psychokinetic control of a visual display of a balloon being driven by a fan onto spikes). E qual terá sido o resultado :?:
     
     
    o próprio fato de meta-análises em parapsicologia incluírem estudos apresentados em congressos, mas não publicados em revistas (uma prática incomum nas ciências) atesta a sua tentativa de combater o relatório seletivo
     
    Não duvido (mesmo!) das boas intenções. Mas qual o sentido de apresentar num congresso um experimento sem resultados :?:
    Lhe pergunto: ✈ teria publicado na RCE a série de experimentos c/água fluidificada se não tivesse tido bons resultados :?:
    Talvez sim por ele ter anunciado que ia fazê-los…
    Mas quem não tenha anunciado (exceto pra sua roda próxima de co-interessados, claro).
    É até tomar o tempo dos congressistas apresentar resultados de experimentos sem resultados.

  12. Vitor Diz:

    a) ” Mas qual o sentido de apresentar num congresso um experimento sem resultados :?:
    .
    Se o autor for um cético, o sentido pode ser provar seu ponto de vista. Se o autor for um crente, o sentido pode ser buscar entender o que deu errado, ou o que pode ter inibido psi. Ou em ambos o sentido pode ser simplesmente somar pontos em número de publicações.
    .
    b) “Lhe pergunto: ? teria publicado na RCE a série de experimentos c/água fluidificada se não tivesse tido bons resultados :?:
    .
    Aí é com ele. Mas a “cultura dos parapsicólogos” é bem diferente da “cultura dos espíritas”, já que há décadas a PA incentiva a publicação de resultados negativos. E como visto, os próprios céticos deram motivos de sobra para descartar o “file-drawer”, ainda mais em ganzfeld:
    .
    https://www.susanblackmore.co.uk/Articles/PDFs/Ganzfeld%20EJP%201980.pdf

  13. Gorducho Diz:

    “O que deu errado” é que não se verificou o fenômeno segundo esperava o parapsicólogo.
    Tomar o tempo dentro dum Congresso Profissional pra mostrar não-resultado (= mostrar nada) tem cabimento :?:

  14. Gorducho Diz:

    Imaginem só, Irmãos Marciano e Montalvão, a gente iniciando uma apresentação num Congresso Profissional…
     
    – Prezados colegas, companheiros: como tema desta apresentação vou lhes descrever uma série de experimentos feitos por mim em cujos não obtive nenhum resultado.
    blah blah blah
    [troca imagem do power point]
    blah blah blah
    [troca imagem do power point]
    blah blah blah

  15. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Tomar o tempo dentro dum Congresso Profissional pra mostrar não-resultado (= mostrar nada) tem cabimento :?:
    .
    LÓGICO QUE SIM! Nem que seja só para justificar no que você gastou o dinheiro do seu patrocínio! E quase sempre se aprende bastante com os resultados negativos, ou se estabelecem hipóteses dos motivos de porque não se obteve bons resultados, o que gerará futuras pesquisas.
    .
    O reporte de resultados negativos pode não ser comum na ciência mainstream, mas a parapsicologia se mostra uma ciência de vanguarda por seu pioneirismo nisso. Algo que hoje a ciência mainstream corre atrás para conseguir estar no mesmo nível da Parapsicologia.

  16. Gorducho Diz:

    Pro seu patrocinador sim.
    Mas apresentar isso num Congresso.
    Imagine a irritação dos congressistas – que pagaram fees + passagens + estadia + seguro saúde correspondente aos dias do…– pra ouvirem Dr. Ph.Parapsicólogo GRASSOUILLET G. reportar: nada.
    Enchendo-o-saco dos colegas com… nada.
    Me cite 1 exemplo (confesso: só pra nossa bancada rir um pouco mais).

  17. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Mas apresentar isso num Congresso.
    Imagine a irritação dos congressistas – que pagaram fees + passagens + estadia + seguro saúde correspondente aos dias do…– pra ouvirem Dr. Ph.Parapsicólogo GRASSOUILLET G. reportar: nada.
    Enchendo-o-saco dos colegas com… nada.
    Me cite 1 exemplo (confesso: só pra nossa bancada rir um pouco mais).”
    .
    Enquanto você ri, dou gargalhadas da sua ignorância! :D
    .
    Já há até revistas do mainstream exclusivas para reportar… nada! Tamanha a relevância que minar o efeito gaveta ganhou!
    .
    http://www.jasnh.com/
    .
    http://www.apa.org/monitor/may02/newjournal.aspx
    .
    It’s disappointing to conduct a study and find the statistics to be insignificant. But a new journal, the Journal of Articles in Support of the Null Hypothesis, makes insignificant results somewhat significant by publishing them.
    .
    Journal creator Stephen Reysen explains that when data do not reach traditional significance (p< .05), researchers merely file the report and begin new research. This filing of insignificant results prevents other researchers from knowing what studies have already been conducted. As Reysen explains, "Somebody else could have tried the same experiment I had been working on and I would have never known about it. This is why I feel the journal is the missing link in the psychological literature."
    .
    To solve this problem, Reysen plans to post studies found to be insignificant online, as long as they have sound investigative methods and sufficient power. A database of empirical questions that have already been examined and have been found statistically insignificant might serve as a valuable resource for researchers since it could save them time, money and effort, he says.

    .
    Ou ainda, veja este artigo dizendo que se não publicar resultados negativos, a credibilidade da comunidade científica “morrerá”:
    .
    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27492015000200001
    .
    in science negative results should not be treated in a negative way. Although we may understand the journalistic interest for bad news to gain public attention, we should not accept that only positive research results are worthy because they tend to gain attention from medical journals (and their reviewers). Negative results in science may represent the result of significant time and money spent to obtain them. The cost of not announcing them properly may lead to greater expenditure when other scientific groups repeat the work. Scientific community will ignore the previous effort because they had never been published. The efforts of authors who had obtained negative results must be credited and not labeled as failure or bad planning. Moreover, negative results give a balance for comparing potential therapeutic approaches in systematic reviews and meta-analysis. Hidden negative results only nourish the unacceptable interests of those who benefit from these results being hidden. Most importantly, negative results may imply that a new (and usually expensive) drug or technology does not add significant advantage over well-established ones. This information may save time and money for patients and the society, not to mention avoiding previously unknown side effects that usually are discovered only after new drugs are released. In some situations, negative results may in fact be the good results, and reporting them may avoid unnecessary treatments, testing, or surgeries.
    .
    Instead of giving in to the temptation of publishing in predator journals or not publishing their results, researchers with negative results should instead learn how to emphasize the importance of their studies both in the rationale and in the discussion of their papers and present it to peer-reviewed journals with a clear editorial commitment to ethics and honest science. ABO – Arquivos Brasileiros de Oftalmologia reinforces the editorial line to publish original papers in the field of ophthalmology with good scientific quality, whether the results confirm or disprove the study hypothesis, because both types of results are useful and required to have a good understanding of scientific questions in order to guide readers in their clinical practice and future research. Publication of negative results is necessary to prevent the credibility of the scientific community from perishing.

    .
    Se a bancada cética é TÃO IGNORANTE assim a ponto de RIDICULARIZAR a publicação ou apresentação de quem não obtém nada, eu só posso estar MUITO FELIZ de NÃO fazer parte de uma bancada TÃO RETRÓGRADA E ESTUPIDIFICANTE :-)

  18. Gorducho Diz:

    Eu me sentiria profundamente irritado participando dum Congresso onde houvesse uma apresentação em cuja o colega expositor apresentasse… nada.
    Idem como assinante de revista.
    Claro: hoje com a INTERNET onde a maioria das publicações é online free fica mais fácil (cavalo dado não se olha os dentes).
     
     
                    CONCLUSÃO
    Nossa tentativa de curar via passes mesméricos os 10 camundongos cobaias-de-laboratório resultaram infrutíferas e a metástase seguiu seu curso em conformidade com as timelines relatadas na literatura veterinária [refs. 33, 34, 35, 36].
    blah blah blaah
    :(

  19. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Eu me sentiria profundamente irritado participando dum Congresso onde houvesse uma apresentação em cuja o colega expositor apresentasse… nada.”
    .
    Leva um lanchinho pra distrair :D

  20. Gorducho Diz:

    Claro, isso sim: tentativas de verificar teorias (modelos científicos) com resultado em desconformidade com o, sim.
    É completamente outra coisa. A tentativa de verificar (e implícito: falsear) determinado modelo/tese, isso sim.
    O que eu me refiro é apresentar um trabalho ancorado em arcabouço teórico nenhum – lembrando-lhe que a Parapsicologia se ancora em nada…– simplesmente relatando uma tentativa de fazer algo que resultou em nada.
    Tentamos fazer um trabalho-do-copo.
    O copo não se mexeu PONTO
    Apresentamos isso num Congresso de Espiritismo Parapsicologia :?:

  21. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Imaginem só, Irmãos Marciano e Montalvão, a gente iniciando uma apresentação num Congresso Profissional…

    – Prezados colegas, companheiros: como tema desta apresentação vou lhes descrever uma série de experimentos feitos por mim em cujos não obtive nenhum resultado.
    blah blah blah
    [troca imagem do power point]
    blah blah blah
    [troca imagem do power point]
    blah blah blah
    /;
    CONSIDERAÇÃO: 😁😁😁😁😁😁😁😁😁

  22. Vinicius Diz:

    “Imagine a irritação dos congressistas – que pagaram fees + passagens + estadia + seguro saúde correspondente aos dias do…– pra ouvirem Dr. Ph.Parapsicólogo GRASSOUILLET G. reportar: nada.”
     
    Mas GORDUCHO, tem gente que paga 5000 para ir naqueles encontros fraternos do DIVALDO… :mrgreen:
     
    Se bem que são hotéis sensacionais em Salvador …

  23. Vinicius Diz:

    Montalvão, power point sensacional: os expositores espíritas adoram colocar a figurinha de Jesus tocando o planeta (aula da criação do Planeta Terra segundo mensageiros da Luz) e uns lobos esquisitões quando falam das Trevas (dizem que é pior que o Umbral)>

  24. MONTALVÃO Diz:

    /
    Prezado amigos e ouvintes,
    .

    Venho cá eu, enquanto investigador psíquico, aqui neste congresso, dar relatório de minhas experiências telepática com marcianos, a fim de justificar o investimento que a Fundação X fez.
    Resultado: fracasso total, não consegui um contatozinho…
    Conclusões possíveis: telepatia não existe; não existem marcianos; outras…
    Discussão: 1) que telepatia existe sabemos, pois desde o século XIX tem gente garantindo que sim e tanta gente não garantiria algo irreal. Embora nenhum de nós aqui jamais tenha telepatizado (os questionários distribuídos ao início do encontro mostram isso), e o que alguns dizem ser telepatia é pseudotelepatia. E, embora não conheçamos ninguém que efetivamente tenha feito acoplamento de mentes, mesmo assim sabemos que a “força” é real, apesar de ser de atuação tênue, de ocorrência esporádica e imprevisível, sem controle da parte quem supostamente a possui, e sem utilidade conhecida;
    .
    2) que marcianos existem também sabemos, visto que tantos, quais, Kardec, Flammarion, Chico Xavier, Ercilio Maes, Hèléne Smith, etc., garantiram que sim e tanta gente sábia não garantiria algo irreal;
    .
    Desse modo, a única conclusão que reputamos satisfatória é que os marcianos são cabeça-dura para a telepatia (Kardec é que estava certo: verdadeiros trogloditas): não funciona contatá-los por meio dessa ferramenta.
    .
    Congresso encerrado. Vou fazer um lanche com as sobras do financiamento. Obrigado a todos pela presença.

  25. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vinicius Diz:
    .
    Montalvão, power point sensacional: os expositores espíritas adoram colocar a figurinha de Jesus tocando o planeta (aula da criação do Planeta Terra segundo mensageiros da Luz) e uns lobos esquisitões quando falam das Trevas (dizem que é pior que o Umbral)>
    /.
    CONSIDERAÇÃO: mui criativa a descrição espírita dos mistérios do além e da criação… quanto ao power point da apresentação de resultado algum da investigação de coisa nenhuma este é do Gorducho, eu apenas acompanhei a palestra. Deveras interessante, posso asseverar…

  26. MONTALVÃO Diz:

    /
    “lembrando-lhe que a Parapsicologia se ancora em nada”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: muito bem lembrado: assenta-se no vazio, sustenta-se sobre o nada…
    .
    Admirável que inda haja quem não tenha percebido… não aqui nesse sítio, certamente…

  27. Gorducho Diz:

    ============================================================
    tem gente que paga 5000 para ir naqueles encontros fraternos do DIVALDO…
    ============================================================
    Certo… mas no Encontro o Divaldo certamente que é bem objetivo sobre o que o participante deve fazer pra ter uma vida – cá ou lá no l’au-delà – melhor.
    O Divaldo certamente que não apresenta nada nesses Encontros Fraternos.
    By the way… viram esse novo excelente vídeo :?:
    Algumas explicações oportunas
     
    Ele capta muito bem como certas (muitíssimas, aliás…) pessoas não querem saber a realidade das coisas, mas querem “explicações”, “racionalizações”, que lhes tragam “certezas” & confortos – palavras minhas cá, bien sûr.
    Vale pra todas religiões & ideologias prontas – não só pro espiritismo, claro :!:

  28. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Tentamos fazer um trabalho-do-copo.
    O copo não se mexeu PONTO Apresentamos isso num Congresso de Espiritismo Parapsicologia :?:
    .
    Quem tentou mexer o copo? Foi algum alegante psíquico, tipo a Felicia Parise? Aí no Congresso você descreve o alegante psíquico, conta a história de vida dele, quando começou a alegar ter poderes psíquicos, como tomou conhecimento do tal alegante, descreve o experimento feito, as medidas de controles adotadas, e relata que os resultados foram negativos, diz se acha que o psíquico tem problemas mentais ou se é são, se acha que estava apenas num dia ruim ou se viu indícios de fraude, se é possível que algo tenha atrapalhado o psíquico, enfim, tem TANTA coisa interessante para falar num Congresso…

  29. MONTALVÃO Diz:

    /
    VITOR: Quem tentou mexer o copo? Foi algum alegante psíquico, tipo a Felicia Parise?
    .
    Aí no Congresso você descreve o alegante psíquico, conta a história de vida dele, quando começou a alegar ter poderes psíquicos, como tomou conhecimento do tal alegante, descreve o experimento feito, as medidas de controles adotadas, e relata que os resultados foram negativos, diz se acha que o psíquico tem problemas mentais ou se é são, se acha que estava apenas num dia ruim ou se viu indícios de fraude, se é possível que algo tenha atrapalhado o psíquico, enfim, tem TANTA coisa interessante para falar num Congresso…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: em suma, tratando-se de paranormal, diga o que quiser, sempre vai ter gente querendo ouvir. Se o “poder” não apareceu, explique que o magnetismo terrestre não estava em nível adequado, ou que na plateia havia muitos céticos, reconhecidamente inibidores da produção de psi…
    .
    Congresso bom esse, hem?

  30. Gorducho Diz:

    E fujo pela portinha-de-serviço detrás da tela do PP…
    Claro: depois eles devolvem pro-rata o correspondente ao tempo da minha apresentação.

  31. Marciano Diz:

    O que a gente DEVERIA aprender com resultados negativos é deixar de ser bobos. Principalmente quando os resultados negativos são legião.
    O importante ficou nas entrelinhas. É o patrocínio para gerar dinheiro para futuras pesquisas (novamente com resultados negativos).
    Lamento discordar de Grassouillet, mas o que temos feito aqui (eu, G. Grassouillet e Montalvão, principalmente) é ler artigos e mais artigos sobre … nada.
    Como já marquei minha presença, vou um instantinho ao banheiro (ou tomar um café, qualquer coisa assim) e já volto.
    Esperem (deitados).

  32. Marciano Diz:

    Engraçado é que por mais que eu tente visualizar um ventilador sustentado por pregos, o máximo que consigo ver é um ventilador soprando as bolas de festa em direção aos pregos.

  33. mrh Diz:

    Hoje, dada a opinião igualitarista vigente no que tange às raças (ou melhor, etnias), fica difícil divisar que a abolição no séc. XIX foi obtida através de ideais racistas.
    .
    Parece-nos um paradoxo.
    .
    Todavia, os abolicionistas, em grande medida, eram a favor do fim da escravidão mas acreditavam na desigualdade, ou seja, na superioridade dos brancos.
    .
    O texto seguinte lança luz sobre o pensamento de Kardec. O principal líder abolicionista americano, Abraham Lincoln, em 1858, pela cadeira senatorial, debateu com um senador escravista por sete oportunidades. Aqui está um extrato do primeiro discurso de Lincoln:
    .
    “Quando as pessoas do sul nos dizem que não são mais responsáveis pela origem da escravidão do que nós, reconheço o fato. Quando se diz que a instituição existe e que é muito difícil livrar-se dela de forma satisfatória, posso entender e apreciar o ditado. Certamente não vou culpar-lhes por não fazer o que eu não saberia fazer. Se todo o poder terrenal me fosse dado, eu não saberia o que fazer quanto à instituição existente. O primeiro impulso seria libertar todos os escravos e enviá-los para a Libéria, para a sua própria terra natal. Mas um momento de reflexão me convenceria que qualquer que seja a grande esperança (como eu acho que existe) que pode haver nisso, a longo prazo sua execução súbita é impossível. Se todos eles chegassem lá em um dia, todos morreriam nos próximos dez dias, e não há excedentes de envio e dinheiro excedente suficiente no mundo para carregá-los para lá para além de dez dias. Então, liberte todos e mantenha-os entre nós como subordinados? Está certo de que isso melhorará sua condição? Eu acho que eu não iria manter um em escravidão, de qualquer forma; mas o ponto não é suficientemente claro para denunciar as pessoas. Qual o próximo? Liberte-os e faça deles politica e socialmente nossos iguais? Meus próprios sentimentos não admitirão isso; e se é o meu, nós sabemos bem que os da grande massa de pessoas brancas não o farão. Se esse sentimento está de acordo com a justiça e o bom julgamento, não é a única questão, se, de fato, é parte disso. Um sentimento universal, seja bom ou mal fundado, não pode ser desconsiderado com segurança. Não podemos, então, torná-los iguais. Parece-me que sistemas de emancipação gradual podem ser adotados; mas por seu atraso nisso não vou me comprometer a julgar nossos irmãos do Sul.

    Agora, senhores, não quero ler em maior extensão, mas essa é a verdadeira aparência de tudo o que eu já disse em relação à instituição da escravidão e da raça negra. É tudo isso, e tudo o que me discute em sua ideia de perfeita igualdade social e política com o negro, é apenas uma disposição de palavras espetacular e fantástica, pela qual um homem pode provar que uma castanha de cavalo é um cavalo de castanha. [Risos.] Vou dizer aqui, enquanto sobre este assunto, que não tenho nenhum propósito, direta ou indiretamente, de interferir na instituição da escravidão nos Estados onde existe. Eu acredito que não tenho direito legal a fazê-lo, e não tenho vontade de fazê-lo. Não tenho nenhum propósito de introduzir a igualdade política e social entre as raças branca e negra. Há uma diferença física entre os dois, o que, a meu ver, provavelmente irá proibir para sempre a sua convivência em pé de igualdade perfeita, e na medida em que se torna uma necessidade que deve haver uma diferença, eu, bem como o juiz Douglas , sou a favor da corrida a que pertenço, tendo a posição superior. Eu nunca disse nada ao contrário, mas considero que, apesar de tudo isso, não há razão no mundo por que o negro não tem direito a todos os direitos naturais enumerados na Declaração de Independência, o direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade. [Elogios ruidosos.] Eu considero que ele tem tanto direito a estes como o homem branco. Eu concordo com o juiz Douglas, ele não é meu igual em muitos aspectos – certamente não está em cores, talvez não em dotação moral ou intelectual. Mas no direito de comer o pão, sem a permissão de ninguém, que a sua própria mão ganha, ele é igual e igual ao juiz Douglas e igual a todo homem vivo. [Grande aplauso.]”
    .
    Assim, fica claro que naquele momento Lincoln pensava exatamente como Kardec. Igualdade perante a lei, desigualdade “por natureza”. Essa opinião fez a abolição nos EUA e era corrente na Europa. Hoje é difícil de entender que tenha havido um racismo abolicionista, ou que o abolicionismo era racista, mas os documentos vão nessa direção.
    .
    O igualitarismo é posterior.
    .
    Assim, Kardec pode ser inteiramente “inocentado” quanto ao seu racismo, a opinião provavelmente mais progressista da época.
    .
    Mas “os espíritos” não.
    .

  34. Marciano Diz:

    Ah! Vejo também psíquicos tentando impedir que a bola exploda, ao chocar-se com os pregos, mas em vão.

  35. Gorducho Diz:

    Pois é… por esse fragmento de descrição, esse experimento deve ser inacreditavelmente criativo :!:
    Será que chegou a alguma conclusão :?:
    O report deve ter sido apresentado n’algum Congresso, imagino.

  36. Gorducho Diz:

    Mas o ponto em relação ao Kardec não é o Kardec em si – pois claro que ele era “um homem do seu tempo”, e nada mais injusto existe do que analisar anacronicamente as pessoas e costumes…– mas o fato de que ele alegava contar com o concurso de “espíritos” “superiores”.
    E o que era publicado na Revue era 100% controlado individualmente por ele. Implicitamente tinha o beneplácito dele ou senão ele carimbava alfinetando depois.

  37. Marciano Diz:

    Todo mundo é um homem de seu tempo, inclusive os escravocratas que escreveram a bíblia.
    O problema é com os espíritos superiores, que deveriam ser mais espertos do que isso.
    Desconfio que seja porque Rivail queria estar na moda, com seus espíritos batuqueiros e bagunceiros. De quebra, ainda inventaria um novo cristianismo católico reencarnacionista, se é que tal coisa seja possível.

  38. Gorducho Diz:

    the psychokinetic control of a visual display of a balloon being driven by a fan onto spikes
     
     
    Odeio ter que admitir quando sou obrigado a concordar um ι que seja com a Administração, mas esse experimento, mesmo que acaso, eventualmente, não tenha produzido resultado nenhum, gostaria de ver ele apresentado num Congresso de cujo eu estivesse participando
    :evil:

  39. Gorducho Diz:

    Favor liberar meu comentário porque não é repetido, Sr.
    Administrador

  40. Gorducho Diz:

    Ah! já o foi…

  41. Marciano Diz:

    Pelo bem da ciência de vanguarda, endosso o pedido de Gorcucho

  42. Vitor Diz:

    Substituí por “o controle psicocinético por meio do visor de um balão conduzido por um ventilador em direção a pregos”
    .
    Minha ideia é que tem uma câmera no balão em que as pessoas podem ver o caminho que ele faz em direção a pregos.

  43. Gorducho Diz:

    Tem que tentar conseguir esse experimento :!:
    Ele é genial aparentemente :!:

  44. Marciano Diz:

    Ao falar sobre Pigliucci, no outro tópico, tive de esclarecer expressão usada no comentário, o que levou a comentários que devem ser transpostos para cá, porque aqui eles também são pertinentes (mais ainda), para que a expressão usada com referência ao experimento acima possa ser entendida.
    Vou transcrever tudo aqui, mas peço para que também fiquem lá, onde são necessários para o entendimento do contexto.
    Obrigado.

  45. Marciano Diz:

    Marciano Diz:
    JANEIRO 24TH, 2018 ÀS 7:36 AM
    Massimo Pigliucci é filósofo, portanto, o que mais haveria de defender?
    Quem não passa no vestibular de física costuma estudar filosofia (ou direito, contabilidade, medicina, engenharia de produção, for that matter).
    Obs.: for that matter não é “para esta matéria” ou “para este assunto”, mas “no que diz respeito a este assunto”, “a respeito deste assunto”, “quanto ao que pertine com este assunto”.
     
    Marciano Diz:
    JANEIRO 24TH, 2018 ÀS 7:39 AM
    A nota faz-se necessária porque “onto spikes” não significa sobre pregos, mas em direção a pregos.
    Onto = igual em direção a, não sobre algo.
    A distinção faz-se necessária para não criar mal-entendidos.
     
    Marciano Diz:
    JANEIRO 24TH, 2018 ÀS 7:40 AM
    Como a sutileza não foi percebida até agora, estou sendo mais explícito.
     
    Marciano Diz:
    JANEIRO 24TH, 2018 ÀS 7:44 AM
    A bola (tá bem, em São Paulo chamam estas bolas de soprar de aniversários de festas infantis de balão) está sobrada em direção aos pregos, o que é muito diferente do ventilados estar suspenso por pregos.
    Os parapsicólogos são malucos, mas nem tanto.
    Eles estavam tentando impedir que a bola se chocasse com os pregos, através do “poder da mente”, não havendo razão para suspender o ventilador em pregos.
    E pelo jeito, não obtiveram sucesso (que surpresa!).
     
    Marciano Diz:
    JANEIRO 24TH, 2018 ÀS 7:46 AM
    Claro que a plurivalência semântica das palavras existe em inglês e em outras línguas, mas o sentido vem pelo contexto, e colocar um ventilador apoiado em pregos é maluquice muito grande.
    Relendo o texto (espero) que seja entendido que o sentido foi o de EM DIREÇÃO AOS pregos.
     
    Marciano Diz:
    JANEIRO 24TH, 2018 ÀS 7:48 AM
    O texto em inglês está pessimamente redigido, o que facilita a confusão, verdade seja dita.
    Apresento minhas escusas por ter precisado ter sido tão direto.

  46. Marciano Diz:

    Eu sei que o Gorducho já se encheu de alfinetar traduções, mas o meu objetivo foi o de colaborar. Como, aparentemente, não fui entendido, exceto pelo Gorducho, resolvi apresentar a sugestão sob forma de alfinetada.
    Mas a alfinetada também não surtiu efeito.
    Apelei, então, para o “papo reto”.
    Apresento minhas escusas pela indelicadeza alfinetística, como diria o Montalvão.

  47. Marciano Diz:

    Ah! Sirvo-me do ensejo para endossar o pedido do Gorducho, para que a Administração tente conseguir o experimento original (e seu resultado, ou falta dele), para que possamos avaliar se o parapsicólogo Wiseman (Vitor mandou um e-mail para ele e ele confirmou que ainda é parapsicólogo, lembram-se?) criticou com ou sem razão o “experimento”.

  48. Marciano Diz:

    Agora preciso voltar ao inferno, onde estou passando 3 dias e 3 noites.

  49. Espirita Sp Orlando Diz:

    Mas o encontro fraterno não é um congresso científico. Eu já fui em vários deles. Uma dica de ouro: inscreva-se tão logo o evento é anunciado assim ganharás descontos magnificos. Certa vez ganhei um voucher de 10% para voltar nas próximas.
    Divaldo e os espíritos espíritas estão lá para amansar as pessoas presentes e não provocar debates.
    dr. Bezerra não é só sermão benéfico, ele gosta de alegrias, todos se divertindo, irmanados em prol da fraternidade.

  50. Vinicius Diz:

    “Mas o encontro fraterno não é um congresso científico”
     
    Não permite perguntas(uma ou duas sei lá) ao Dr.Bezerra no final de seu pronunciamento?

  51. Gorducho Diz:

    Não é um Congresso mas o participante é orientado clara e objetivamente de como pode conseguir uma vida melhor – seja cá seja lá (no ultramundo).
    Uma atitude completamente oposta do que se fazer uma apresentação tendo nada por conteúdo, como defende a Casa.

  52. Marciano Diz:

    Vocês me deram uma ideia de ouro!
    Vou fazer um congresso sobre o nada. No dia e hora marcados, não digo nada, não mostro nada no powerpoint.
    Se alguém reclamar que esperava que eu dissesse algo sobre o vácuo (aparente) do espaço, sobre algum lugar onde não existem campos gravitacionais, elétricos (ou mórficos, para agradar o Sheldrake), eu não respondo.
    Quando o congresso acabar, eu publico um texto em branco, explicando que o nada é a ausência de qualquer coisa, portanto, nada poderia ser dito ou escrito.
    Se ninguém entender o papel em branco, fica provada a inexistência da telepatia entrelaçada.
    Telepatia = nada.
    Se alguém entender um papel em branco ou duas horas de silêncio absoluto, só pode ser maluco.

  53. Marciano Diz:

    No princípio era o nada; e o nada não estava com ninguém e o nada não era nada.
    O nada estava no princípio, com ninguém.
    Nada se fez do nada.
    VARIAÇÃO, em forma sagrada:
    Gênesis 1
     
    1 No princípio criou Nada o nada e mais nada.
     
    2 E o nada era sem forma e vazio; e havia nada sobre a face do nada; e o Nada não fazia nada sobre a face do nada.
     
    3 E disse Nada: Haja nada; e não houve nada.
     
    4 E viu o Nada que nada não era nada; e separou o Nada nada de coisa alguma.
     
    5 E Nada chamou ao nada de nada; e ao nada nada. E foi o nada coisa nenhuma, em dia nenhum.
     
    6 E disse Nada: Não haja nada no meio do nada e não haja separação entre nada.
     
    7 E viu Nada que nada não era nada e não achou nada, chamando nada de nada.
    (…)
    Melhor deixar em branco mesmo.

  54. Marciano Diz:

    Montalvão, respondendo tardiamente sua primeira pergunta neste tópico.
    Haverá algo além da cara e coroa?
    Não! Não há nada!

  55. Vinicius Diz:

    “Vou fazer um congresso sobre o nada. No dia e hora marcados, não digo nada, não mostro nada no PowerPoint”
     
    E se ao final pedirem o dinheiro de volta, o que vc faria?
     
    Hoje está havendo batalhas no mundo espíritual: umbralinos a favor do Lulalá e outros umbralinos contra.
    NOSSO LAR depende dos resultados da votação.

  56. Vinicius Diz:

    Imagina só um julgamento de corrupção em Nosso Lar.
    O governador Anacleto ou a Ministra Venerando estarem sendo julgados por terem ganhado reformas nas casinhas e jardins floridos?
    Será que há TRF lá?

  57. Vinicius Diz:

    Perceberam que após a morte do CX perdemos TODO CONTATO com NOSSO LAR? nenhuma notícia.

  58. Gorducho Diz:

    Dr. Bezerra e Dr. Manoel Philomeno aparentemente nunca vão a NL…
    Dr. Manoel Philomeno mora num lugar solto (não é chumbado encima do Rio como NL).
    E eu deduzo que é de cabeça-pra-baixo (o chão fica pra cima) pois eles enxergam a Terra como se fosse duma estação espacial.
     
     
    Suave brisa perpassava pela Natureza em festa, perfumada pelas flores exuberantes do jardim onde nos encontrávamos observando a mãe-Terra ornando-se das claridades artificiais, que pareciam, à distância, diamantes coruscantes cravados no acolchoado de veludo azul-marinho que a envolvia.
     
    À distância, o globo terrestre movia-se quase imperceptivelmente no oceano infinito da musicalidade cósmica.

  59. Gorducho Diz:

    Quando ele fala que se movia quase imperceptivelmente, imagino que esteja se referindo à rotação que ele enxergava.
    Porque quando a gente “enxerga” o deslocamento das estrelas + planetas no zimbório é pela rotação noturna da Terra ou se a gente tá num aeroplano a “jato” (ventiladores).

  60. Contra o chiquismo Diz:

    É… assim eu não apareço tão cedo por aqui. E ainda com um cara sendo não sério como sempre. Vitor, caiu muito aqui. Era tão bom, mas essa PSI botou gente pra correr daqui. Eu me incluo. Quando voltar a falar do chiquismo e divaldismo que até hj vc não explorou, eu volto.

  61. Marciano Diz:

    VINICIUS, estou no terceiro dia no inferno, de onde pretendo ressuscitar amanhã.
    Eu não poderia me manifestar daqui, mas estou quebrando as regras (feitas por mim mesmo) de vez em quando.
     
    Para não deixá-lo sem resposta, dou uma rápida saída, para responder que se pedirem o dinheiro de volta, não devolvo e pronto! Que cobrem na Justiça!
     
     
    No Nosso Lar não tem nada!
    Nem ministros, nem ministérios, nem espíritos, nem nada.
    O Nosso Lar nem existe. É só imaginação.
     
     
    GORDUCHO, o movimento orbital da colônia do Bezerra deve orbitar a Terra. Para ficar sempre de cabeça para baixo em relação à Terra precisa de muita imaginação, pois para espíritos etéreos, num lugar sem matéria e, consequentemente, sem gravidade, não existe embaixo nem encima.
     
    Esse movimento do globo terrestre não faz o menor sentido, do ponto de vista da física de vanguarda.
    Essa colônia do Dr. Bezerrão é variável dependente do globo terrícola.
    Como eles conseguem manter a distância? O que prende a colônia à Terra e ao Sistema Solar? Gravidade é que não é, ou saberia dizer quanto pesa um espírito?
     
     
    CoC tem razão. Divaldo nunca mereceu muita atenção aqui. Ainda tem muitos livros para serem analisados.

  62. Marciano Diz:

    Movimento orbital deve orbitar a Terra é perturbação infernal.
    Eu quis dizer que a colônia deve orbitar a Terra. Apesar de não fazer sentido seus movimentos serem variáveis dependentes dos movimentos terrícolas.
    O sujeito do período deveria ser “a colônia do Bezerra”, não “o movimento orbital”.
    Aqui no inferno a gente não tem sossego para escrever em paz.

  63. Marciano Diz:

    Para quem ainda não sabe, esclareço que aqui no inferno tem gravidade, mas como é semelhante a uma esfera oca, a gente é atraído com igual intensidade parar todos os pontos da esfera, portanto, tem a sensação de ausência de gravidade.
    É uma loucura!

  64. Marciano Diz:

    Ficam atormentados, diabos, etc., todos embolados no centro do inferno.
    Pior do que metrô, na hora do rush.

  65. Gorducho Diz:

    [Esperando a volta dos samaritanos]
    Poucos minutos antes de meia-noite, Narcisa permitiu minha ida ao grande portão das Câmaras.
    [...]
    Tudo luar e serenidade, céu sublime e beleza silenciosa! Extasiando-me na contemplação do quadro, demorei alguns minutos entre a admiração e a prece.
     
    [Chegando de padiola no quarto do hospital]
    Amigos, por quem sois, explicai-me em que novo mundo me encontro… De que estrela me vem, agora, esta luz confortadora e brilhante?
    Um deles afagou-me a fronte, como se fora conhecido pessoal de longo tempo e acentuou:
    – Estamos nas esferas espirituais vizinhas da Terra, e o Sol que nos ilumina, neste momento, é o mesmo que nos vivificava o corpo físico
    [...]
     
     
    Então está claro que a visão que se tem do “céu” em NL é semelhante à nossa cá na crosta. Com o Sol e a Lua aparecendo normalmente.
    E o chão é sólido e opaco, não se enxergando portanto a Terra “embaixo”.
    E sabe-se que NL é fixo encima daí.
    Já onde mora o espírito do Dr. Manoel Philomeno se enxerga a Terra, portanto a orientação (da normal ao chão de lá, so to say…) é inversa. Os espíritos lá ficam de ponta-cabeça pra Terra, interpreto.
    E o movimento da Terra descrito por ele deve ser devido à rotação, pois a mudança de posições relativas das estrelas devido à translação é imperceptível no curto espaço duma noite.

  66. Gorducho Diz:

    Ah! Sim.
    Eles girando junto com a Terra também perceberiam a mudança no zimbório estrelado no entorno do contorno da Terra. Então o movimento não quer dizer que essa colônia não seja também fixa sobre um certo ponto da crosta.
    Mas permanece a orientação inversa em relação a NL…

  67. Gorducho Diz:

    ============================================================
    ou saberia dizer quanto pesa um espírito?
    ============================================================
    Que eu saiba ~ ¾ oz.
    Numa média, claro.

  68. Marciano Diz:

    Sim, lembro-me de que já fizeram experiências para determinar o peso de um espírito, e a conta foi mais ou menos essa. Deve ser exatamente isto.
    Mas se é assim, quanto pesa NL, com um milhão de espíritos (ao fim da segunda guerra) e com toda aquela estrutura de ministérios, mais o tal chão, etc.?

    Como eles conseguem manter a órbita estável?
    Será que existem colunas invisíveis pesando muito menos do que os espíritos que habitam as colônias?
    A Terra exerce algum efeito de maré sobre o solo das tais colônias?
    Ainda tenho muito que aprender de chiquismo.

  69. Marciano Diz:

    Qual foi o engenheiro civil (português) que fez o cálculo estrutural do NL?
    Alguém sabe o nome dele?
    Ou o cálculo foi feito por algum médico, já que em NL engenheiros não valem nada e médicos são mais importantes do que aqui?
    Com essa massa (creio que seja medido o peso na Terra, mas a massa é a mesma em NL, onde devem ser mais leves), quanta energia cada espírito gasta para alcançar a velocidade de escape da Terra?
    Qual o combustível usado? Seria ectoplasma?
    Ectoplasma serve para tudo na espiritualidade?

  70. Marciano Diz:

    Próximo capítulo:
    ALÉM DA CARA-DE-PAU: BAGUNÇANDO AS CRÍTICAS DE WISEMAN DA PARAPSICOLOGIA

  71. Marciano Diz:

    Aliás, não entendi muito bem o título. Wiseman fez críticas à parapsicologia ou ele é um crítico da parapsicologia?

  72. Marciano Diz:

    Crítico da parapsicologia sei que ele não é, pois o Vitor exibiu um print de um e-mail recebido do próprio, no qual disse ser ainda hoje parapsicólogo.
    Vitor garante que ele ainda é parapsicólogo. Defendeu este argumento aqui com veemência.

  73. Marciano Diz:

    Exibiu o print do e-mail como um troféu.
    Será que vai voltar atrás agora?
    Finalmente vai reconhecer que Wiseman fez jus ao nome e abandonou de vez a parapsicologia?
    E a Susan? Jogou tudo no lixo ou ainda é parapsicóloga também?
    Tudo o que sei é que estou cheio de dúvidas.

  74. Marciano Diz:

    Minhas dúvidas devem ser porque sou cético profissional, inscrito no Conselho Regional de Ceticismo (CRC), sindicalizado e tudo o mais.
    Como todo cético que se preza, minha cabeça é um ponto de interrogação.
    :?:

  75. Marciano Diz:

    Sábio homem, esse Wiseman.

  76. Marciano Diz:

    A Susan disse que jogou tudo no lixo. Depois o Vitor desencavou um argumento dizendo que ela teria pegado tudo de volta, algo assim.
    Alguém se lembra?
    Eu já estou confundindo o Montalvão comigo mesmo, portanto, não me lembro muito bem da história, mas está tudo registrado nos tópicos anteriores.
    No outro tópico (anterior) o Vitor atribui a mim um comentário do Montalvão e, embora este tenha reivindicado a autoria do comentário, eu duvidei. Tive de conferir o comentário, para ver que não fui eu, foi o Montalvão.
    É porque o Vitor nunca erra, portanto, achei que o comentário era meu mesmo, mas parece que era do Montalvão.
    Sei lá.
    Sobre a politicagem na AAAS.
    Alguém se lembra?

  77. Marciano Diz:

    Estou precisando de um AAS. Três dias no inferno são como 5.478,237 anos na Terra.

  78. Marciano Diz:

    Na verdade, já estou há 3,1415926535 dias no inferno.
    Tirando os períodos em que dei uma fugidinha, são 2,7182818284 dias infernais.

  79. Marciano Diz:

    Quem tiver sabedoria, que calcule o número do homem, porque é o número de uma besta e seu número é 1,41421356237…

  80. MONTALVÃO Diz:

    /
    Pensei que o assunto cá morreria no nascedouro, mas não é que medrou?
    .
    Proveito, então, para uns pitaquinhos…
    /
    /
    mrh Diz:
    .
    Hoje, dada a opinião igualitarista vigente no que tange às raças (ou melhor, etnias), fica difícil divisar que a abolição no séc. XIX foi obtida através de ideais racistas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: muito bom o texto com que ilustrou sua consideração! E é fato que naqueles tempos havia quem clamasse por dignidade ao negro (ou a outras etnias), mas os tinha por inferiores. Acrescento: essa concepção persiste nos dias atuais, conquanto o número dos a ela aderentes tenda a diminuir. Há alguns anos um colega de trabalho me dizia: “eu não sou racista, tanto que meu melhor amigo é preto, mas uma coisa é certa: essa gente quando não faz merda na entrada faz na saída”…
    /
    /

    Espirita Sp Orlando Diz:
    .
    Divaldo e os espíritos espíritas estão lá para amansar as pessoas presentes e não provocar debates.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sem esquecermos que está demonstrado que mortos não comunicam, visto não darem provas de suas presenças, mas, abstraindo este fato, indago: os espíritos no além não deveriam se adequar à verdadeira verdade, seja ela qual for? Então, por que há espíritos espíritas? Se os há, em decorrência, haverá os católicos, muçulmanos, protestantes… Devemos, então, concluir que lá é tudo igual ao aqui?
    /
    /
    Vinicius Diz:
    .
    Perceberam que após a morte do CX perdemos TODO CONTATO com NOSSO LAR? nenhuma notícia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: antes mesmo da morte de Chico Nosso Lar havia praticamente cessado os contatos. Confira nas psicografias feitas pelo médium: quantos dentre os comunicantes diziam estar escrevendo de lá?
    /
    /

    Marciano Diz:
    .
    Para quem ainda não sabe, esclareço que aqui no inferno tem gravidade, mas como é semelhante a uma esfera oca, a gente é atraído com igual intensidade para todos os pontos da esfera, portanto, tem a sensação de ausência de gravidade.
    É uma loucura!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: De Marte, ao ler esta creio que já terá saído do hades, mas deve lembrar, então esclareça-nos:
    .
    1 – vige uma teoria de que o inferno não é quente, ao contrário, mais frio que inverno na Sibéria. É verdade?
    .
    2 – o capeta mora no inferno?
    .
    3 – tem mesmo um grande abismo que o separa do outro lado, o lado do bem?
    .
    4 – o inferno fica embaixo da terra? Ou acima da?
    .
    5 – há parentesco entre o inferno e o umbral?
    .
    6 – tem cerveja lá?
    /
    /
    “saberia dizer quanto pesa um espírito?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: como é típico nas “revelações”, as opiniões variam, eis algumas…
    /
    -1-
    “É claro que mesmo os envoltórios fluídicos mais grosseiros permanecem imponderáveis. Mas, dentro da relatividade das coisas, pode-se admitir um peso específico para o envoltório perispirítico. Os de maior peso específico chumbam os Espíritos as regiões inferiores, impossibilitando-lhes o acesso a planos mais elevados e, por isso mesmo, a saída para mundos mais elevados. A acentuada densidade do perispírito de grande número de Espíritos leva-os a confundi-lo com o corpo físico.
    /
    -2-
    PARTICULARIDADES- em suas múltiplas porções que irradiam-se do núcleo, o Espírito propriamente dito, o perispírito possui cor, odor, plasticidade, memória, refringência, peso, etc. Peso e refringência são de importância na transposição da matéria , na locomoção e na irradiação.
    /
    -3-
    O corpo Espiritual, em si, não apresenta um peso possível de ser detectado por meio de instrumentação até agora conhecida (imponderável sob o aspecto físico). Não obstante, na dimensão espiritual, tem o seu peso específico conforme a posição mental, que determina, conseqüentemente, o habitat que lhe compete. Mero problema de padrão vibratório. Embora sendo matéria tênue, submete-se aos princípios gravitacionais.
    http://www.guia.heu.nom.br/ponderabilidade.htm
    /
    -4-
    A alma tem peso?(II)?
    Foi efetuada uma pesquiza(discovery) com 06 pessoas, de diferentes pesos, altura, etc., que estavam para morrer, elas foram todas pesadas, e ao morrer foram pesadas novamente e cada uma delas perdeu 21g, a mesma pesquiza foi feita com cachorros e nao houve diferença, então foi concluido que 21g era o peso da alma, e que os cachorros nao tem alma,entao..a alma tem peso?
    .
    RESPOSTA: No meu conceito (sou espírita, digo “meu” pois foi o que compreendí lendo):
    A alma não tem peso, pois é somente o principio inteligente.
    http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060704060419AAyhoQ8
    /
    -5-
    Em 1907,Dr. Duncan MacDougall de Haverhill, Massachusetts, conduziu experimentos para tentar provar que a alma tem uma massa mensurável e, como conseqüência disso, que ela é material.
    Seu teste foi realizado com 6 pacientes em estado terminal (quatro com tuberculoso, um com diabete e um de causas não especificadas).[...] Ele teve o cuidado de eliminar cada causa fisiológica para a perda de peso. Os pacientes perdiam peso a uma taxa de 28 gramas por hora (a medida utilizada era a onça, e cada paciente perdia uma onça por hora. Uma onça tem 28 gramas) devido a respiração e a evaporação do suor. Após um período de 3 horas e 40 minutos, o paciente morreu e, coincidentemente, a balança registrou uma perda de 21 gramas no exato momento.
    .
    MacDougall repetiu os experimentos com 15 cachorros e observou que os resultados davam negativos, ou seja, não havia nenhuma redução do peso no caso dos cachorros morrendo. De acordo com a sua doutrina religiosa, os animais não teriam almas, como os humanos. Então, os resultados estavam mais do que satisfatórios.
    .
    Em Março de 1907, os resultados do experimento de MacDougall foi publicado no jornal The New York Times e no jornal de medicina American Medicine.Mary Roach escreveu o seguinte,em sua coluna :
    .
    “De acordo com Dr. Augustus P. Clarke, MacDougall falhou por não ter levado em consideração o súbito aumento da temperatura corporal durante a morte, quando o sangue pára de ventilar os canais pulmonares. Clarke disse que o suor e a evaporação pela respiração, causadas pelo aumento da temperatura, deveria contar em ambos os casos, na perda de peso do homem e na ausência da perda nos cachorros (os cachorros se autoventilam ao ofegarem, e não ao transpirarem). MacDougall rebateu, dizendo que sem circulação, o sangue não pode ir até a superfície da pele e então não há ventilação.O debate continou acirrado de Maio até Dezembro.”
    http://analisecetica.blogspot.com/2007/09/21-gramaso-peso-da-alma.html
    /
    /

    “Qual foi o engenheiro civil (português) que fez o cálculo estrutural do NL?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: “A cidade “Nosso Lar”, segundo informações veiculadas por André Luiz, foi fundada por portugueses distintos, desencarnados no Brasil, no século XVI, a partir de onde se localiza; atualmente, a Governadoria.
    .
    Conta que, naquele trato de terra, onde se vêem edifícios de fino lavor e onde se congregam vibrações delicadas e nobres, os fundadores encontraram “as notas primitivas dos silvícolas do país e as construções infantis de suas mentes rudimentares”, devendo, à custa de “serviço perseverante, solidariedade fraterna e amor espiritual”, conquistá-los e integrá-los para conseguirem
    seus objetivos.
    (Cidade no Além – Chico Xavier e Heigorina Cunha)
    /
    /
    Marciano Diz:
    .
    Quem tiver sabedoria, que calcule o número do homem, porque é o número de uma besta e seu número é 1,41421356237…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pi – 2 …

  81. Gorducho Diz:

    ============================================================
    os espíritos no além não deveriam se adequar à verdadeira verdade, seja ela qual for?
    ============================================================
    :mrgreen:
    Pois é: aparentemente não são todos os “espíritos” que acreditam no espiritismo…
    Imagino que nem todos acreditem no dogma da reencarnação;
    que Jesus Cristo seja o Governador da Terra, &c.
    O espírito do Dr. Bezerra sempre bate nessa tecla dos tais “espíritos-espíritas”, o que evidencia que nem mesmo o espírito dele tão esclarecido e com ótimos contatos – e.g. a Celina assessora da Maria Santíssima – tem certeza acerca desse dogmatismo todo.
    Concluo eu, claro..
    E.g., no último pronunciamento dele perante o CFN (da FEB) dia 12/11/2017.
    [...]
    Muita Paz, filhos do coração e filhas da ternura!
    São os votos dos espíritos-espíritas, por intermédio do servidor humílimo e paternal de sempre,
    Bezerra
    .

  82. Marciano Diz:

    De Marte, ao ler esta creio que já terá saído do hades, mas deve lembrar, então esclareça-nos:
    .
    Sim, já saí, na manhã terrícola de Brasília, ontem.
     

    1 – vige uma teoria de que o inferno não é quente, ao contrário, mais frio que inverno na Sibéria. É verdade?
    .
    Sim. É muito mais frio do que o inverno siberiano.
    Lá é mais frio do que o zero absoluto. Sei que dirás que no zero absoluto não há energia cinética, portanto, NADA pode ser mais frio do que o zero absoluto (sei disso porque, como tu também o sabes, sou telepata). O fato é que é.
    Perguntei ao chefão como é possível, e ele me disse que lá a energia cinética não tem nada a ver com a temperatura, pois é um lugar sem matéria, onde as leis da física de vanguarda não vigem. Lá quem manda é a patafísica.
    Em seguida, ele mostrou-me uns cálculos matemáticos tão complicados que não entendi patavina, sendo obrigado a concordar, por falta de argumento.
     
    2 – o capeta mora no inferno?
    .
    Mora, mas passa mais tempo aqui na Terra do que lá. Ausenta-se com frequência, seja para tentar NSFG, seja para fazer shows em igrejas neopentecostais, seja para assistir a shows de death metal e de trash metal, está sempre em missão na Terra.
     
    3 – tem mesmo um grande abismo que o separa do outro lado, o lado do bem?
    Tem, e é um abismo abissal, se me permite a expressão. É que faltam-me adjetivos (vou ver se cx ou DPF me emprestam alguns) para qualificar o tamanho do abismo.
    Dizer que é astronômico seria uma ignomínia diabólica, pois a diferença entre os tamanhos é maior do que a do Universo para um quark down.
     
    Por outro lado, tudo isto é conceitual, porque lá não se tem uma certeza filosófica do que seja bem ou mal, sendo tudo avaliado subjetivamente, como ocorre por aqui, que é um espelho do inferno. Sem inversão de imagens.
     
    .
    4 – o inferno fica embaixo da terra? Ou acima da?
    Pergunta difícil. Embora de lá a gente veja a Terra flutuando acima, como na colônia do Bezerra, devido à aparência de ausência de gravidade (aquela história de esfera oca, lembra-se?), se a gente olhar para baixo ou para os lados (de cima, de baixo, esquerdo, direito, outras dimensões, etc.) a gente continua a ver a Terra a flutuar. Codiloco.
    .
     
    5 – há parentesco entre o inferno e o umbral?
    Não. São completamente distintos, como verá abaixo.
    .
     
    6 – tem cerveja lá?
    Tem cerveja, whisky, vinho, todas as bebidas, sempre da melhor qualidade, o que o diferencia do umbral, onde só tem lama fedida para saciar a sede.
    Se perguntas por medo de ir para o inferno após a morte e ficar sem sua cervejinha, não se preocupe, pois lá só tem gente legal (para onde pensa que foram Lennon, Raul, Joplin, Chuck Berry?), tem show de rock todos os dias, ninguém precisa rezar, tem muita libertinagem e bebida da melhor qualidade.
    Um lugar dos sonhos. O que atrapalha um pouquinho é o frio.
    /
     
    Eu não sabia que as onças eram tão leves. Concluo que as onças têm alma e que sua alma seja bem pesada, sendo a razão da difenrença do peso que constatamos.
    Concluo também que suas almas não se desprendem do corpo após a morte, pois as onças continuam pesando de 50 a 100 kg após a morte.
     
    Matei um monte de onças (em nome da ciência) para constatar essa ausência de perda de peso após o desencarne.
     
    Por falar nisso, você, que já lutou boxe, deve saber que boxeadores têm a mão pesada por causa das luvas, que pesam de 8 a 16 onças cada uma.
    Nem sei como conseguem levantar os braços para fazer a guarda.
     
    Você errou o número da besta, donde concluo que deve ser uma besta, apesar do brilhantismo que demonstra.

     
    O número da besta não é π – 2, e sim √2.

  83. Marciano Diz:

    Perceba que o número da besta é o número de um homem e eu disse claramente qual era esse número.
    O que deve ter te confundido foi o somatório dos termos 1/n!, para n variando de 0 a ∞, a base dos logaritmos neperianos, aqueles do Napier.

  84. Marciano Diz:

    RECADO SECRETO E SIGILOSO PARA O MONTALVÃO.
    QUEM NÃO FOR O MONTALVÃO, FAVOR NÃO LER.
    Detesto admitir, mas não consigo escrever a expressão matemática para o número e aqui e não dou o braço para o GORDUCHO torcer porque ainda sinto dores na costela. Vê se vou entregar o braço assim.

  85. Marciano Diz:

    Se não entendeu o número “e”, ele também pode ser representado pelo limite da função (1 + 1/n) elevado a n, quando n tende ao infinito.
    Acho que é impossível escrever expressões matemáticas aqui.

  86. Gorducho Diz:

    Não tem como escrever.
    Cá não aceita LaTeX.
    Pra escrever matemática em HTML se usa o LaTeX.

  87. Marciano Diz:

    Se o número da besta é o número de um homem, o número desse homem é igual ao número da besta, donde se conclui que isso é a maior besteira que se pode imaginar, depois da ψ.
    Pelo menos o número da besta ∃.

  88. Marciano Diz:

    Ψ ∄.

  89. Marciano Diz:

    Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente da Bancada Cética.
    Lembro-me agora de que Vossa Excelência já o houvera dito, mas o fato tinha sido esquecido por mim.
    É lamentável, pois com LaTeX poderíamos discutir melhor os assuntos quânticos aqui debatidos.

  90. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Por falar nisso, você, que já lutou boxe, deve saber que boxeadores têm a mão pesada por causa das luvas, que pesam de 8 a 16 onças cada uma.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois é, já lutei não, dei umas treinadinhas, mas as onças das luvas não eram tão pesadas quanto às das suas. Coeur sacré, 800 kg em cada mão…

  91. Gorducho Diz:

    Pois é… já que o Sítio segue a vanguarda científica que é a Parapsicologia Quântica tem que fornecer o meio de se poder discutir o assunto
    :(

  92. Marciano Diz:

    \usepackage
    \begin
    \leqslant
    If\vec{a}=x\hat{i}+y\hat{j}+z\hat{k} then magnitude or length or norm or absolute value of \vec{a} is \left | \overrightarrow{a} \right |=a=\sqrt{x^{2}+y^{2}+z^{2}}

  93. Marciano Diz:

    É, parece que teremos de nos limitar a discutir Parapsicologia Quântica Conceitual, pois a Parapsicologia Quântica Quantitativa não tem suporte no sítio.

  94. Marciano Diz:

    \mathbf{(a+b)^{2}} =a^2+2ab+b^{2}
    Não tem jeito.

  95. Marciano Diz:

    É melhor dizer a = b ao quadrado é igual a a2 mais 2ab mais b2.
    Aí é ninguém entende nada mesmo.
    Com linguagem matemática poderíamos elevar o nível da discussão, pois existem conceitos de ciência de vanguarda que não podem ser expressos em linguagem gramatical, só em linguagem matemática.
    Assim, a gente tem de fazer alegorias que são levadas ao pé da letra e fica uma confusão dos diabos, cheio de gatos morto-vivos e outras bobagens.

  96. Marciano Diz:

    Bem que a administração poderia liberar \usepackage{amssymb} para a gente.

  97. Marciano Diz:

    Eu queria dizer que \theta = \sin^{-1}\left ( x \right )\, is\, equivalent\, to\, x = \sin \theta, mas como não consigo, vou dizer que θ = sen ⁻¹(x) é equivalente a x=senθ.
    Espero que alguém entenda.

  98. Marciano Diz:

    a mais b ao quadrado. Saiu a igual a b ao quadrado.

  99. Marciano Diz:

    Não dá nem para colocar símbolos de integrais.

  100. Marciano Diz:

    Até dá ∫, mas se eu quiser escrever integral de a a b, por exemplo, não tenho como inserir o a e o b.
    Em outras palavras, não tenho como representar o intervalo.

  101. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O número da besta não é ? – 2, e sim ?2.
    Perceba que o número da besta é o número de um homem e eu disse claramente qual era esse número.
    O que deve ter te confundido foi o somatório dos termos 1/n!, para n variando de 0 a ?, a base dos logaritmos neperianos, aqueles do Napier.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: qualqué maneira fico feliz, pois errei tentando acertar e, convenhamos, passei perto…
    .
    Se são “neperianos” não deveriam provir do NEPER, em do Napier?
    ./
    /
    “Pra escrever matemática em HTML se usa o LaTeX.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: para fazer camisinhas também…

  102. Marciano Diz:

    Vejam como fica ridículo (e incompreensível):
    A função linha de x é igual ao limite da função x mais h menos a função de x, tudo isso sobre h, quando h tende a zero.
    Eu só queria definir uma função, a derivada de f em x.
    Não dá para discutir Parapsicologia Quântica assim.

  103. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Se são “neperianos” não deveriam provir do NEPER, em do Napier?
    ===============================================================
    Assim você acaba perdendo o cargo de Presidente.
    Vou ingressar com um pedido de impeachment.
    Acaso não sabe que John Napier é o mesmo Neper, cujo nome em latim escrevia-se Ioannes Neper?
    Napier é sopa pra qualquer um que tenha aprendido o básico dos logaritmos. Inclusive os neperianos.

  104. Marciano Diz:

    Se não tivesse faltado às aulas de matemática, saberia que a base dos logaritmos NEPERIANOS, os do NAPIER, é igual ao somatório dos termos 1/n!, para n variando de 0 a ∞, ou igual a limite da função (1 + 1/n) elevado a n, quando n tende ao infinito, ou igual a 2,7182818284…

  105. Marciano Diz:

    Para você, que faltou às aulas de matemática, o ! aí acima lê-se “fatorial”.
    Significa que você multiplica o número que antecede o ! por todos os números inteiros que o antecedem, menos o zero, claro.
    Assim não dá para discutir Parapsicologia Quântica.

  106. Marciano Diz:

    Antes de prosseguirmos na discussão de Parapsicologia Quântica, proponho que o Presidente dê uma lida neste aquivo:
    http://www.inf.ufsc.br/~joao.dovicchi/papers-jcd/qzero.pdf
    O autor é colega do Arduin, acredita?

  107. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Eu queria dizer que \theta = \sin^{-1}\left ( x \right )\, is\, equivalent\, to\, x = \sin \theta, mas como não consigo, vou dizer que ? = sen ?¹(x) é equivalente a x=sen?.
    Espero que alguém entenda.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não olhe para mim…

  108. Marciano Diz:

    ℜ eu consigo fazer.

  109. Gorducho Diz:

    Stª Catarina…
    o Professor atua na Federal de S. Carlos, SP.

  110. Marciano Diz:

    É a parte real de um número complexo (números complexos são aqueles que têm uma parte real ℜ e uma parte imaginária ℑ, qualquer múltiplo do número i, que é o quadrado negativo.

  111. Marciano Diz:

    É, tá certo, Arduin é da UFSCAR.

  112. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    =========================================
    MONTALVÃO disse: Se são “neperianos” não deveriam provir do NEPER, em VEZ do Napier?
    =========================================
    CONSIDERAÇÃO: Assim você acaba perdendo o cargo de Presidente.
    Vou ingressar com um pedido de impeachment.
    Acaso não sabe que John Napier é o mesmo Neper, cujo nome em latim escrevia-se Ioannes Neper?
    Napier é sopa pra qualquer um que tenha aprendido o básico dos logaritmos. Inclusive os neperianos.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: PÔ, tio, não me tira essa boquinha não: logo agora que quero comprar um fusquinha zero você vai me impeachimar?
    .
    Eu só pensei que de NAPIER viesse “napieriano” e de NEPER neperiano. Mas como agora vossa mercê explicou que é tudo o mesmo, entendi.
    /
    /
    “Acaso não sabe que John Napier é o mesmo Neper, cujo nome em latim escrevia-se Ioannes Neper?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: claro que sei, tá pensando que sou mais burro que pareço? Sei disso há um tempão, uns cinco minutos…

  113. Marciano Diz:

    Gorducho, dê umas aulinhas de matemática básica para mecânica quântica para o Presidente.
    Ele tá achando que Neper e Napier são pessoas diferentes.
    Se o Vitor, só de sacanagem, começar a argumentar quantitativamente, apesar da dificuldade do sítio com expressões matemáticas, o Presidente vai ser facilmente enrolado.

  114. Gorducho Diz:

    Tem que por dentro dum delimiter (say $$)
     
     
    $$\theta = \sin^{-1}\left ( x \right )\, \Leftrightarrow x = \sin \theta$$

  115. Marciano Diz:

    Falando em Arduin, apesar da competência dele em biologia, especialmente botânica, acho que tem pé de barro com seleção natural.
    Não consigo entender como alguém que conheça profundamente seleção natural possa acreditar em espíritos, principalmente quando se fala em evolução para o “reino hominal”.
    Isto pressupõe que a pessoa nem saiba o significado científico da palavra “evolução”.
    Espíritas entendem a palavra em seu sentido vulgar.
    Não sabem que Homo sapiens sapiens não são mais “evoluídos” do que caranguejos.
    Não devem saber, também, o significado técnico de teoria. Como o resto da crentalhada, dizem que a Teoria da Evolução é apenas uma “teoria” e entendem evolução como uma escadinha no progresso da vida.
    Putz!

  116. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Se não tivesse faltado às aulas de matemática, saberia que a base dos logaritmos NEPERIANOS, os do NAPIER, é igual ao somatório dos termos 1/n!, para n variando de 0 a ?, ou igual a limite da função (1 + 1/n) elevado a n, quando n tende ao infinito, ou igual a 2,7182818284…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: EU tava com cachumba…
    .
    Mas depois que a gente descobre que “n” tende ao infinito tudo muda em nossa existência… os montes se aplainam, os caminhos se alargam e jorra em nosso quintal uma fonte de água viva!
    .
    Já que você domina o mundo dos números, eis um exercício fácil, para ser resolvido algebricogeograficamente:
    /
    Transforme o postulado a seguir em equação de segundo grau, de modo que a incógnita maior seja duas vezes a soma da maior com a menor:
    .
    “se todos iguais fossem iguais a todos iguais qual seria a diferença em números imaginários?”

  117. Marciano Diz:

    Sim, Gorducho, mas não se consegue escrever a maioria dos símbolos matemáticos aqui.
    Como você mesmo disse, só com LaTeX, e eu mal dei os primeiros passos em HTML.
    Desisti do CSS porque também não funciona aqui.
    Ademais, se eu fosse pós-doc em LaTeX, não adiantaria nada, pois o sítio não permite.

  118. Gorducho Diz:

    A última coisa que a Casa vai fazer é argumentar quantitativamente…
    Ele acha que QE é telepatia…

  119. Gorducho Diz:

    Não, não permite.
    Só disse que pra renderizar (claro que primeiro fazendo a referência ao LaTeX na página) tem que por entre delimiter.

  120. Marciano Diz:

    Montalvão, tá pensando que eu sou a Esfinge de Gizé?
    Eu não sou capaz de decifrar um enigma tão enigmático como esse. Assim, você vai me devorar.
    Eu até imagino que em números imaginários os iguais seriam diferentes entre si, mas, por outro lado, tratando-se de matéria algebricogeográfica, eu fico perdido.
    Eu tava com espinhela caída nas aulas de geografia topográfica, pelo método matemático da topologia.
    Meus mapas ficavam todos tortos.

  121. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não consigo entender como alguém que conheça profundamente seleção natural possa acreditar em espíritos, principalmente quando se fala em evolução para o “reino hominal”.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: difícil de entender é, qual como difícil é de entender o Vitor, tão bem formado e informado, acreditar nas tolices que divulga.
    .
    Acontece que Wallace, coautor com Darwin da Teoria da Evolução, acreditava em mediunidade!

  122. Marciano Diz:

    ===============================================================
    A última coisa que a Casa vai fazer é argumentar quantitativamente…
    Ele acha que QE é telepatia…

    ===============================================================
     
    Você, que é mestre em picardia, perdeu esta.
    Não percebeu a ironia :?:
     
    De vez que o Montalvão me propôs um enigma indecifrável que envolve matéria algebricogeográfica, e considerando que você (GORDUCHO) certa vez disse que a base matemática de todo curso de engenharia, seja mecânica, aeronáutica, naval ou de produção, é a mesma, vou fazer um curso de engenharia cartográfica, para ver se consigo decifrar o enigma montalvânico.

  123. Marciano Diz:

    Wallace não é co-autor de coisa nenhuma.
    Ele tinha um esboço de teoria, muito mal formulado, mas tava a fim de publicar, aí o Darwin, que tinha feito um trabalho de campo e intelectual de primeira (disponível na íntegra na web) deixou a covardia de lado e resolveu publicar.
    Mesmo assim, pediu a um colega para apresentar o trabalho.
    Ah! E ele era vítima de um espertalhão, que preconizava banhos de água fria para a filha do Charles, a qual acabou morrendo da doença que tinha.
    Era genial, mas ingênuo.

  124. Marciano Diz:

    Se Darwin trocasse mensagens de WhatsApp com o Mendel (que era religioso), os dois teriam feito muito mais sucesso.
    Um completaria o trabalho do outro.
    Darwin, apesar de casado com uma crentelha e amigo de religiosos, era ateu de pai e avô. Mas acreditava em banhos de água fria.
    Mendel deveria ser excomungado.

  125. Marciano Diz:

    Falando em WhatsApp, tem ± uma semana que não entro nele.
    Desculpe aí.
    Deve ter umas (a + b)ⁿ, para n = ∞ mensagens.
    O mais difícil são os grupos.

  126. Marciano Diz:

    Ainda falando em WhatsApp.
    Fórmula para ficar rico com lixo.
    Compre um telefone com câmera frontal;
    perceba seu potencial limitado e recorra a tecnologia ainda mais primitiva, assim como mensagens de texto;
    Invente um novo uso para isso.
    Um monte de gente, principalmente mulheres, vai começar a fazer selfies até da evacuação intestinal, no banheiro e enviar para os amigos.
    Seu aplicativo o deixará bilionário.

  127. Marciano Diz:

    Esqueci-me do mais elementar: sendo (a + b) > 1.

  128. Marciano Diz:

    Voltando ao tópico e à primeira pergunta de Montalvão.
    Além da cara-e-coroa é um título bastante inusitado.
    Além da cara ou (conjunção alternativa) coroa pode dar um terceiro resultado: cara-e(conjunção aditiva)-coroa.
    Quer dizer, quanticamente, dá cara e coroa simultaneamente.
    Explicando cientificamente: antes de se jogar a moeda, o resultado é cara e coroa. Na hora do resultado, ocorre o colapso da função de onde e o resultado por ser cara ou coroa.
    Como se trata de um jogo de cara ou coroa quântico, existe um terceiro resultado (cara-e-coroa) até o colapso da função de onda.
    Ou isto, ou anglicismo (já que o nome em inglês é heads AND tails, ou seja, cabeças e caudas. Sem o hyphen.

  129. Marciano Diz:

    Onde se lê “colapso da função de onde”, leia-se, como na segunda vez em que o fenômeno é mencionado, “colapso da função de onda”.
    Não é onde (advérbio de lugar), mas onda (substantivo feminino).
    Foi o poltergeist.

  130. Marciano Diz:

    Para que a pergunta de Montalvão (o primeiro comentário) seja melhor explicada, recomendo (a ele) a leitura do seguinte texto, que explica o estado quântico da moeda antes de ser jogada:
    http://efisica.if.usp.br/moderna/mq/schrodinger/

  131. Marciano Diz:

    Pelo texto, dá para perceber como o debate seria enriquecido, se pudéssemos usar linguagem matemática.
    Explicado dessa maneira, qualquer um entende mecânica quântica.
    Do jeito que a matéria vem sendo ensinada no apartamento do Vereza, todo mundo PENSA que entendeu.
    Desse modo, todos saberiam que não sabem p∩o∪rα&#961 nenhuma de QM, ∴ parariam com o papo furado.

  132. Marciano Diz:

    FQM é fácil. Basta fumar uma maconha básica e desandar a falar cretinices.
    Já QM é um pouco mais complicado. Eu diria complexo, pois os números complexos são bastante usados em QM.
    Como se viu (espero), quando são envolvidos espaços vetoriais, transformações lineares, autovetores, exponenciais complexas, limites e derivadas, produto tensorial, matrizes invertíveis, unitárias e ortogonais, fibração de Hopf, aí complica para o Vereza e sua turma.

  133. Marciano Diz:

    Uma fibração é defininida por um mapa h que leva um espaço E em um espaço B, chamado espaço base. Um conjunto F ⊂ E é chamado fibra se corresponde a h⁻ ¹ (p) para algum p ∈ B.
    p é elemento de B e Vereza é um mau elemento.
    Aposto minh’alma como Vereza nem consegue ler o texto acima.

  134. Marciano Diz:

    Embora o texto seja sobre fibração de Hopf, devido às limitações do blog só consegui transcrever a parte que define a fibração, para o entendimento da qual basta um tiquinho de conhecimento de group theory.
    Matéria do ensino médio.

  135. Marciano Diz:

    Amanhã vou incorporar o Poincaré e explicar o conceito de expansão assintótica para o Montalvão.

  136. Marciano Diz:

    Foi a topologia montalvânica misturada à QM que me fez falar de fibração de Hopf.

  137. Marciano Diz:

    Não sei se vocês se lembram, mas tem gente que lê umas porcarias como os livros do Stephen Hawking e acha que sabe física. Não é capaz nem que responder corretamente a uma questão de vestibular, mas quer falar de cosmologia, astrofísica…
     
    Foi naquela época em que um ex-comentarista (não vou citar o nome – tomara que não volte nunca mais) achou que entendi de física porque lera um livro do Stephen Hawking.
     
    Eu até propus um probleminha para o Montalvão (a intenção era a de expor a ignorância do ex-comentarista).
     
    Um cilindro oco, cuja geratriz mede 5 m, tem as bases paralelas e gira em torno de seu eixo disposto horizontalmente.
    Seu movimento é uniforme, efetuando 120 rpm.
    Um projétil lançado através desse cilindro, paralelamente ao seu eixo, perfura as duas bases em dois pontos: a base A num ponto 1 e a base B num ponto 2, antes de o cilindro completar uma volta.
    O ângulo formado pelos dois raios que passam por esses pontos 1 e 2, desde quando o projétil perfura a base A até emergir em B, é Δ φ = π /2 rad. (rad = radiano – unidade de medida do ângulo central φ que determina na circunferência um arco s de comprimento igual ao raio R; corresponde ao ângulo central subtendido por um arco de circunferência cujo comprimento seja igual ao raio desta mesma circunferência, – lembraram?)
    Supondo que o movimento do projétil no interior do cilindro seja retilíneo e uniforme, calcule a sua velocidade.
     
    A solução é:
     
    ƒ = 120 rpm = 120 rot/60 s = 2 Hz.
    Asssim: ω = 2 π ƒ = 2 π x 2 ⇒ φ = 4π rad/s
    Δ φ = π/2 rad
    O intervalo de tempo Δ t que o projétil leva em MRU (movimento retilíneo uniforme) para percorrer 5m é o mesmo intervalo de tempo que as bases A e B do cilindro levam para girar Δ φ = π / 2 rad.
    Utilizando a função horária do MCU para o movimento do cilindro e a do MRU para o movimento do projétil, obtem-se:
    Movimento do cilindro: Δ φ = ω Δ t ⇒ Δ t = Δ φ / ω ➀
    Movimento do projétil: Δ s = v Δ t ⇒ Δ t = Δ s /v ➁
    Igualando os segundos membros de ➀ e ➁ , vem:
    Δ φ / ω = Δ s / v ⇒ Δ s ω / Δ φ = 5 x 4 π / π/2 (cinco vezes quatro pi divididos por pi/2 – fração sobre fração ainda não sei fazer) ⇒ v = 40 m/s, q.e.d.(quod erat demonstrandum).

  138. Marciano Diz:

    Com matemática na QM eu queria ver a retórica do pessoal, como ficaria.
    Vejam se alguém incapaz de resolver um probleminha básico de física elementar pode entender alguma coisa de QM.
    Uma coisa é assistir a pseudo-documentários de canais de TV a cabo e ler livros de divulgação científica, cujo único propósito é render uma graninha para os físicos de televisão e autores de livrecos vagabundos; outra coisa é estudar física de verdade, graduar-se em física, fazer pós (stricto sensu), aprender QM de verdade.

  139. Gorducho Diz:

    Sim: já que agora o Sítio se dedica à ciência de vanguarda, tem que oferecer um editor de LaTeX.
    Bem como alguns temas de revisão de estatística; R;
    noções de Física (de verdade);
    &c.
     
     
    Então, Presidente, note (se já sabe desculpe :!: ) que no caso da QM como os vetores são complexos (parte real + parte imaginária “i“), o produto escalar (“interno” se chama neste jargão de espaços infinitos) tem que ser feito entre complexos conjugados pra garantir que o resultado seja real e não-zero exceto exceto se o vetor for 0.
    Isso porque as grandezas mensuráveis sejam reais.
    Axioma, artifício.
    A QM surgiu assim: tentativas e por isso mesmo ninguém entende ela.
    O Schrödinger pretendia se livrar do i futuramente mas não conseguiu (como sabemos).
    O Heisenberg seguiu caminho completamente diferente “ajeitando” séries múltiplas de Fourier porque partiu do princípio – aliás 100% correto – de que os modelos só poderiam se referir a grandezas mensuráveis. E naquela época de sistemas atômicos o que era mensurável eram os espectros luminíferos que em Física (de verdade) são descritos via esse mecanismo de cálculo.
    Então note que o i pra desgosto de todos INTEGRA a QM. Ao contrário da eletricidade onde é usado como simples artifício pros cálculos envolvendo fases de corrente alternada.

  140. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARCIANO: Wallace não é co-autor de coisa nenhuma.
    Ele tinha um esboço de teoria, muito mal formulado, mas tava a fim de publicar, aí o Darwin, que tinha feito um trabalho de campo e intelectual de primeira (disponível na íntegra na web) deixou a covardia de lado e resolveu publicar.
    Mesmo assim, pediu a um colega para apresentar o trabalho.
    Ah! E ele era vítima de um espertalhão, que preconizava banhos de água fria para a filha do Charles, a qual acabou morrendo da doença que tinha.
    Era genial, mas ingênuo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: bem e well, creio que está certo, conquanto eu não esteja de todo errado ao postular co-autoria. Veja o texto:
    /
    ——————————
    “Por quanto tempo Darwin teria continuado como o maior especialista do mundo em um molusco semelhante a um enorme pênis é difícil dizer. Felizmente, nosso grande cientista foi despertado de seu sono dogmático por uma notícia sensacional. No verão de 1858, recebeu uma carta de Alfred Wallace, ambicioso naturalista da geração seguinte.

    Durante o tempo em que era um jovem e pobre professor em Leicester, Wallace lera o Diário de viagem de Darwin no Beagle, o que o inspirara a embarcar numa expedição de seis anos à América do Sul, para coletar espécimes de borboletas e insetos exóticos.

    Após persuadir vários museus e colecionadores a financiar sua expedição, ele partiu.

    Infelizmente, na viagem de volta da América do Sul, seu navio se incendiou e quase todos os espécimes foram perdidos. Utilizando o que poderia ser considerado um razoável poder de persuasão, Wallace conseguiu então encontrar novos patrocinadores que lhe custearam uma expedição à Malásia, que deveria durar 12 anos.

    Em 1858, no quarto ano da expedição, Wallace foi acometido por um ataque de malária nas Ilhas Molucas, onde é hoje a Indonésia. (Como as ilhas ficam a mais de 1.500km da península malásia, ele parece ter se desviado um pouco do itinerário convincente que apresentara a seus patrocinadores.) Isolado em sua cabana, com o rosto amarelo e tremendo de febre, Wallace constatou que sua mente se perdia em especulações sobre a evolução humana. Lembrou-se da leitura que fizera do Ensaio sobre o princípio da população, de Malthus, e “de repente me ocorreu a idéia da sobrevivência do mais forte”. (O itálico é importante: há palavras posteriores que lembram o evento. Conforme veremos, a verdadeira frase “sobrevivência do mais forte” tem uma história própria interessante e não foi cunhada senão seis anos mais tarde.)

    Naquela noite Wallace rascunhou sob a luz do lampião um resumo de sua teoria. Foi isso que Darwin recebeu em meio a seu absorvente trabalho sobre os cirrípedes.

    “Nunca vi coincidência mais extraordinária”, exclamou o estupefato Darwin. Em sua carta, Wallace chegava a usar a mesma terminologia que Darwin havia usado em seus cadernos de anotações mais de 12 anos antes!

    Felizmente, os amigos de Darwin se arregimentaram — especialmenteLyell, Hooker e seu novo amigo T. H. Huxley, que dava palestras populares divulgando as últimas descobertas científicas. Esses três amigos conseguiram com a Sociedade Lineana que a teoria de Wallace [que] é um resumo das descobertas de Darwin fossem apresentadas como documento conjunto em 1o de julho de 1858, o que deu certo, mas contrariamente aos objetivos pretendidos — escondia as rachaduras de qualquer disputa sobre prioridade, mas ao mesmo tempo estabelecia que Darwin chegara primeiro.

    A 10.000km de distância, em sua remota ilha na selva, Wallace nada podia fazer senão aceitar esse fait accompli com bom humor. (Mais tarde ficaria claro que as idéias de Wallace na realidade diferiam substancialmente das de Darwin — por exemplo, ele acreditava que a maior capacidade mental dos humanos não podia ser explicada somente pela seleção natural e exigia algum tipo de intervenção divina não-biológica.)


    Darwin rapidamente acrescentou os toques finais à sua obra em dois volumes Cirrípedes vivos, seguida dos dois volumes de Cirrípedes fósseis. Agora, finalmente estava livre para iniciar um trabalho em larga escala estabelecendo suas idéias sobre evolução. Levou apenas um ano para completar esse trabalho, que foi publicado em 24 de novembro de 1859 sob o título de Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou A preservação das raças privilegiadas na luta pela sobrevivência. Já se espalhara a notícia de que Darwin estava por produzir uma nova obra sensacional, e a primeira edição de 1.250 exemplares se esgotou no dia da publicação. Novas edições logo se seguiram e o livro foi traduzido para inúmeras línguas, do boêmio ao hebreu, provocando controvérsias e comentários em todo o mundo. Conforme anotou Darwin: “Apareceu um ensaio em hebreu sobre o assunto, mostrando que a teoria está contida no Antigo Testamento!”

    Outros estavam menos convictos do pedigree religioso da obra. A reação da Igreja foi tão inevitável quanto furiosa. As idéias de Darwin não deixavam espaço para a intervenção divina e reduziam os seres humanos ao status de macacos avançados. Segundo o argumento de Darwin, os seres humanos não pertenciam a uma espécie permanente e divinamente ordenada, mas eram meramente parte de um processo em desenvolvimento contínuo.
    (Darwin em 89, digo, 90 Minutos – Paul Strathern)

  141. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Para que a pergunta de Montalvão (o primeiro comentário) seja melhor explicada, recomendo (a ele) a leitura do seguinte texto, que explica o estado quântico da moeda antes de ser jogada:”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: meu jovem, eu mato a quântica no peito e chuto a gol, afortunadamente.
    .
    Minha natural empiria explica o estado da moeda antes de ser jogada, o qual é tríplice-alternante.
    .
    Nada de hipóteses complexas, que demandam matemática de alto grau e cálculos sofisticados, até mesmo envolvendo exóticas (ridículas?) conjeturas de emaranhamentos e telecineses…
    .
    Simples, simples. Quando a moeda está para ser jogada, se ela for homogênea em toda sua estrutura, há 49,5% de chance tanto de cair na cara quanto na coroa, e 1% de que caia em pé.
    .
    Se quiser apostar no azarão, aposte no “em pé”, quem sabe não tem sorte, igual a que eu nunca tive na megassena?

  142. MONTALVÃO Diz:

    “Amanhã vou incorporar o Poincaré e explicar o conceito de expansão assintótica para o Montalvão.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: procure incorporar o alemão Gottlob Frege, este sim, que esforçou-se por produzir uma linguagem matemática, da qual se pudesse servir a ciência em suas postulações. Quem agora ele não consegue?

  143. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Foi a topologia montalvânica misturada à QM que me fez falar de fibração de Hopf.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: fui beliscar marciano e saio todo mordido…

  144. MONTALVÃO Diz:

    /
    Não estou certo se sou eu que ando comendo palavras ou o teclado…
    /
    .
    MARCIANO: “Amanhã vou incorporar o Poincaré e explicar o conceito de expansão assintótica para o Montalvão.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: procure incorporar o alemão Gottlob Frege, este sim, que esforçou-se por produzir uma linguagem matemática, da qual se pudesse servir a ciência em suas postulações. Quem SABE agora ele não consegue?

  145. MONTALVÃO Diz:

    /
    Como ninguém me contesta contesto-me a mim mesmo…
    /
    MONTALVÃO disse: Quando a moeda está para ser jogada, se ela for homogênea em toda sua estrutura, há 49,5% de chance tanto de cair na cara quanto na coroa, e 1% de que caia em pé.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se há chances iguais de a moeda cair de um lado ou de outro, por que ela não cai sempre, ou mais vezes, no meio termo, ou seja, de pé? Não se diz em física que quando as forças são iguais elas se anulam?
    .
    Se eu dou um soco aniquilante no Marciano e ele, ao mesmo tempo, revida com outro igual, e as pancadas tocam em igual ponto dos corpos envolvidos, o resultado é que ambos sofram a mesma consequência: ou riem porque ninguém derrubou ninguém ou caem desabrochados, cada um para um lado.
    .
    No caso da moeda, se ela tem a mesma probabilidade de tombar tanto dum lado quanto de outro, as forças se equiparariam e ela predominantemente cairia de pé.
    .
    E por que nunca cai?
    .
    Encerro aqui minha reflexão…

  146. Marciano Diz:

    Senhor Presidente, o senhor está dando munição para o inimigo.
    Com essa história de Wallace nas Ilhas Malucas, a coincidência mais extraordinária que Darwin já houvera visto, não vai faltar crente para alegar ocorrência de comunicação telepática entrelaçada entre ambos.
     
    Esse escorregão de Wallace (intervenção divina) deve-se às suas crenças bizarras, como divindades, médiuns, etc.
     
    Essa história dos macacos é usada por crentes cretinos até hoje, pois acham que a teoria diz que o homem descende do macaco, quando são apenas parentes muito próximos.
     
    Somos todos chimpanzés pelados. Alguns, nem tanto, como o Tony Ramos.
     
    Esta de a moeda cair em pé (embora seja teoricamente possível eu próprio nunca vi, apesar de, em nome da ciência, ter jogado cara ou coroa zilhões de vezes) é uma quarta possibilidade.
    Não se esqueça de que antes do colapso da função de onda a moeda dá cara ecoroa, daí o título do tópico.
     
    ===============================================================
    Não estou certo se sou eu que ando comendo palavras ou o teclado…
    /

    ===============================================================
     
    Já falei mais de mil vezes que é o poltergeist, mas você não acredita…
     
    Frege não consegue mais, porque está reencarnado.
    Está com dois aninhos e esqueceu-se de tudo o que sabia de matemática (e de tudo o mais, como costuma acontecer).
    Estou ensinando a ele que 2 + 5 = 7.
    O pior é que quando ele morreu de novo, teve de aprender tudo sobre espiritismo. Isto porque o véu do esquecimento é via de mão dupla. Veja o AL, por exemplo. Já tinha morrido incontáveis vezes e teve de reaprender tudo lá no NL, como também costuma acontecer.

     
    ===============================================================
    Se eu dou um soco aniquilante no Marciano e ele, ao mesmo tempo, revida com outro igual, e as pancadas tocam em igual ponto dos corpos envolvidos, o resultado é que ambos sofram a mesma consequência: ou riem porque ninguém derrubou ninguém ou caem desabrochados, cada um para um lado.
    ===============================================================
     
    E pelas regras da AMB, o que levantar primeiro é declarado vencedor do combate.
     
    É evidente que forças iguais e de sentido contrário se anulam e as moedas não deveriam cair nunca. Deveriam até escapar do sistema solar (nem cair em pé é concebível).
    Acontece que depois de jogada, ocorre o colapso da função de onde, então a moeda é obrigada a escolher uma das formas de cair. Não tem outras opções.
    Se não acredita, pergunte ao Vereza.
     
    E você se contradisse. Primeiro afirmou que 1% das vezes a moeda cai de pé (não é beeeem assim), depois diz que ela nunca cai (entendi que seja de pé, pois para nunca cair teria de ser lançada a mais de 11,2 km/h e derreteria).
    A não ser, claro, que continuássemos a fornecer energia cinética à moeda. Aí ela nem precisaria de ultrapassar a velocidade de escape, que tem um gradiente negativo. Quando mais longe do centro da Terra, menor a velocidade de escape.
    Em Marte e em todos os demais corpos massivos é a mesma coisa.
    Veja bem, eu não disse que a velocidade de escape é a mesma, mas que é um gradiente negativo.
    Foi o Newton quem me ensinou. Se encontrar algum erro, reclame com ele.
     
     
    Last, but not least. Acho que está querendo perder o cargo de presidente.
    O cético de verdade, da mesma forma que o escocês de verdade, nunca encerra suas reflexões.
    Por falar nisto, o Napier era escocês. De verdade.
    Tomava porridge (não confundir com porre) todos os dias, no breakfast.

  147. Marciano Diz:

    Presidente, observe que o Vice, mesmo sem LaTeX, elevou o nível do debate.

  148. Marciano Diz:

    E o poltergeist, de novo, alterou minha escrita.
    Colapso de função de ONDA. COM A NO FINAL.
    Acho que o poltergeist não gosta muito de física de verdade (por razões óbvias).

  149. Marciano Diz:

    Por fim, quero deixar bem claro que a moeda não precisa alcançar a velocidade de escape para sair de vez da Terra. Basta que continue recebendo aceleração.

  150. MONTALVÃO Diz:

    /
    “E você se contradisse. Primeiro afirmou que 1% das vezes a moeda cai de pé (não é beeeem assim), depois diz que ela nunca cai (entendi que seja de pé, pois para nunca cair teria de ser lançada a mais de 11,2 km/h e derreteria).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ui, do verbo doeu!, nunca ouviu falar de termo implícito? Se digo, vou lhe dar um soco e você responde, também vou lhe dar um [soco]!
    .
    A minha mão dói. A minha [mão] também.
    .
    Comi um mamão. Eu também comi [um mamão].
    .
    A moeda deveria sempre cair de pé, e por que não cai [sempre de pé]?
    .
    Moi também, às vezes, é cultura…

  151. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Presidente, observe que o Vice, mesmo sem LaTeX, elevou o nível do debate.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: típico da parte desse nobre confrade…

  152. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Por fim, quero deixar bem claro que a moeda não precisa alcançar a velocidade de escape para sair de vez da Terra. Basta que continue recebendo aceleração.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: deixo de analisar quanticamente sua afirmação [de que a moeda nunca cai], visto que o lançamento [da moeda] para além [da órbita] da Terra não esteve nas cogitações deste especialista [em coisa nenhuma] que vos fala [com a boca dos dedos].

  153. Marciano Diz:

    Se continuar com a experiência de cara e coroa infinitas vezes, vai observar que além de cara e coroa, também dá cara ou coroa, outras vezes ela cai em pé, outras vezes não cai, escapando da gravidade do superaglomerado Shapley, outras vezes ela se desintegra totalmente, emitindo partículas e ondas para todos os lados, inclusive outras dimensões.
    Enfim, quando não se sabe nada de física de verdade (a quantitativa), tudo é possível.
     
    Certa vez eu fiquei um tempo t jogando moedas giratórias para o alto e consegui que a moeda desaparecesse completamente i vezes.
     
    Isto prova o Teorema de Bell-Kochen-Specker (Não existe uma teoria de variáveis ocultas não-contextual compatível com a mecânica quântica).
     
    Schrödinger, De Broglie, Bohr e os demais cientistas debateram exatamente qual o significado físico da função de onda. O problema é que ela era representada por um número complexo – é uma necessidade da equação de Schrödinger que a função de onda seja complexa, tendo uma parte com números reais – que
    são os números como 10, 1/3, –6 ou π, que usamos para representar quantidades e medidas que encontramos no dia a dia, como pesos, comprimentos, saldos bancários, velocidades – e uma parte com números imaginários, que são múltiplos do número i, símbolo que representa a raiz quadrada de –1.
     
    Só que apenas conseguimos interpretar fisicamente
    grandezas reais, e temos grande dificuldade para dizer o que representa “de verdade” uma grandeza imaginária.
     
    De Broglie insistia que por trás da função de onda deveria existir um objeto físico real – uma onda existente, tal como uma radiação luminosa ou uma vibração sonora, responsável por guiar a trajetória de uma partícula igualmente existente. O próprio Schröedinger não sabia
    exatamente o que dizer. Para ele, a função de onda era pouco mais do que um artifício necessário para fazer as contas darem certo. A função de onda de um elétron, por exemplo, representaria uma distribuição de carga sobre um determinado volume onde se espera
    observá-lo. Nessa interpretação, a função de onda seria um campo com existência tão real quanto um campo elétrico ou um campo gravitacional.
     
    Coitado! Morreu tendo de engolir o i.
    Quando foi introduzido na matemática, o número i era visto como um artifício para ajudar na solução de certas equações – onde, cedo ou tarde, ele acabava sendo elevado ao quadrado, quando se transformava no “bem-comportado” –1. Mais tarde, no entanto, i se mostrou essencial em várias outras aplicações nas quais era bem mais difícil se livrar dele.
     
    A QM nunca conseguiu se livrar do i .
    Se considerarmos uma onda plana bem-comportada,
    cuja velocidade é perfeitamente determinada pela matemática, vamos perceber que sua posição é totalmente indeterminada – a onda está tão espalhada que não podemos dizer que ela “está” aqui ou ali. Com objetos quânticos isso não é diferente.
     
    Lembre-se, Senhor Presidente, de que, pelo princípio da dualidade onda-partícula, podemos tratar uma
    partícula subatômica como partícula mesmo – ou seja, com posição e velocidade bem definidas – se nosso aparato experimental não for sensível o suficiente para detectar o comprimento de onda de De Broglie correspondente. Porém, se os instrumentos forem precisos o bastante para que o comprimento de onda associado faça diferença, obrigatoriamente vamos
    observar o caráter ondulatório da entidade quântica; o que inclui essa incerteza fundamental.
     
    Assim, podemos dizer que quanto mais tivermos certeza da posição de um elétron, por exemplo, tanto menos saberemos sobre a velocidade dele, e vice-versa.
    Foi Werner Heisenberg, um dos colegas de Niels Bohr, quem percebeu que isso era válido para todos os sistemas quânticos – e não apenas para posição e velocidade, mas para uma série de pares de “observáveis”, como ele chamou.
     
    As grandezas dentro desses pares – momento angular em diferentes direções, energia de um estado excitado e tempo de transição para outro estado, as já citadas posição e velocidade, entre outras – não podem ser ambas conhecidas com precisão arbitrariamente alta ao mesmo tempo. Se tivermos uma boa ideia de uma delas, nosso conhecimento da outra será,
    necessariamente, limitado. E isso não tem nada a ver com a precisão de nossos instrumentos, ou com a habilidade dos cientistas que estão fazendo medidas. É um limite imposto pela própria natureza, contra o qual não parece haver contorno possível.
     
    Não sabemos, por exemplo, exatamente em qual posição encontraremos um elétron orbitando (figura de linguagem) o núcleo de um átomo. Sabemos que ele tem que estar lá. Assim, se olharmos em todo o espaço,
    a probabilidade de encontrarmos o elétron em algum lugar é de 100%. Mas se limitarmos a busca a uma região mais restrita – digamos, apenas nas órbitas (novamente, lembro que órbita, aqui, é figura de linguagem) correspondentes ao terceiro e quarto estados excitados –, as chances de encontrar o elétron diminuem bastante. Em outras palavras, não é possível prever onde encontraremos uma partícula. No máximo, podemos
    calcular qual a probabilidade de ela estar em certa região. E isso se aplica não apenas à posição, mas a qualquer um dos observáveis da QM – velocidade, momento angular, energia, entre outros; sempre podemos esperar que tais grandezas apresentem um
    certo espectro de valores possíveis, mas não saberemos qual valor vai aparecer até irmos ao laboratório (não a um centro de macumba ou ao apartamento do Vereza) e realizarmos a tal medida.
     
    A função de onda – sozinha, não tem significado físico (lembre-se de que ela é um número complexo, contendo o fator i, uma grandeza difícil de interpretar em termos físicos). Mas se multiplicarmos a função de onda por seu complexo conjugado, uma operação equivalente a elevar um número real ao quadrado, fazemos desaparecer o i e obtemos um número real que representa uma densidade de probabilidade. Ou seja, para Born (Max Born, não o Bohr), a função de onda não exprime uma coisa real, um campo físico de verdade – apenas um conjunto de probabilidades. A função em si nem sequer tem
    um significado, antes de ser elevada ao quadrado.

  154. Marciano Diz:

    Tudo isto, contrariamente ao que gostam de pensar os crentes, não tem nada de extraordinário.
    A física bem comportada de Newton nos dá os instrumentos necessários para quase toda a mecânica celeste, no entanto, não explica por que matéria atrai matéria.
    O importante é que funciona. O porquê, nós, os aspirantes a cientistas de verdade, deixamos para os filósofos, que gostam de conversa fiada.
    Desde consigamos projetar nossos smartphones, o resto fica para lá mesmo.
     
    O fato de um modelo científico funcionar bem não significa que este modelo corresponda à realidade.
    Veja que o modelo de Ptolomeu funcionava direitinho, mas não era real.
     
    A ciência de verdade está sempre disposta a mudar seus modelos, abandonar suas teorias, sempre que necessário.
    Já a ciência de vanguarda vive de falsos mistérios, fraudes e enganos.

  155. Marciano Diz:

    TESTE
    y'+2ty-t=0 ou y'= t - 2ty = f(t,y)

  156. Marciano Diz:

    Quando o LaTeX for disponibilizado pela Administração, poderemos discutir Parapsicologia Quântica asssim

  157. Marciano Diz:

    O Gorducho já me pegou numa armadilha com as fluxões :oops:
    Newton chamava o cálculo integral de cálculo de fluentes. Inspirou-se em Napier e Cavalieri, dizendo:
    “Vejo as grandezas não como formadas de partes infinitamente pequenas mas como descritas por movimento contínuo:
    linhas ( descritas pelo movimento contínuo de pontos ), superfícies (descritas pelo movimento contínuo de linhas), ângulos ( descritos pelo movimento contínuo rotacional de seus lados ) e o tempo por um fluxo contínuo.
    O que determina o valor de uma grandeza é a velocidade de seu crescimento”
     
    Em termos mais objetivos: os fluentes eram as grandezas geradas e as fluxões as velocidades de movimento dessas grandezas. Ou seja: o fluente corresponde a integral e a fluxão a derivada.
     
    Para Newton, o Cálculo tinha dois problemas básicos:
     
    problema das fluxões:
    dada relação entre fluentes: f(x,y)=0, achar a relação y'/x' entre as respectivas fluxões.
     
    problema dos fluentes:
     
    dada relações entre fluxões, como F(x', y', x ,y ) = 0, achar os fluentes.
     
    Um exemplo é a relação y'/x' = f(x) que corresponde a resolver a equação dy/dx = f(x) ( id est, corresponde a um problema de primitivação ). Um outro exemplo é a relação y'/x' = f(x,y) que corresponde a resolver a equação diferencial dy/dx = f(x,y).
     
    A fluxão de uma área variável é a ordenada que a gera
    o fluente de uma ordenada variável é a área gerada pela ordenada em seu movimento.
    Consequentemente, para fazer a quadratura de uma área de ordenadas dadas por y = y(x), basta achar a primitiva Y de y ,ie achar Y tal que a fluxão de Y seja y. Em notação moderna: achar Y tal que dY/dx = y.
     
    Para achar a primitiva Y de y = 1/(x+1) ele, como sempre fazia, usa séries:
    escrevendo:
    Y = a xm + b xm+1 +...
    temos:
    Y' = m a xm-1 + (m + 1) b xm + ...
    e daí, como
    1/(x+1)= 1 - x + x2 - x3 + ...
    obtemos, desde a igualdade Y' = 1/(x+1), que a=1, b= -1/2, etc.
    Ou seja, obtemos:
    Y = x - x2/2 + x3 /3 + ... = ln ( 1 + x ).

  158. Marciano Diz:

    Como o Montalvão pode perceber, o poltergeist nao só come letras, mas também as vomita.
    Asssim.
    Ora asim, ora asssim, quando deixa, assim.

  159. Marciano Diz:

    As equações diferenciais envolvem uma função desconhecida e suas derivadas. Em direito, quando queremos modelar problemas relacionados com taxas de variação, recorremos às diferenciais (mentira!).
    Quando, no processo civil, estudamos a dinâmica dos sistemas físicos verificamos que a função que representa um sistema em um dado momento de tempo deve, em geral, satisfazer a uma equação diferencial (outra mentira!).
    As equações diferenciais lineares são as mais usadas em direito (mais uma mentira!).

  160. Marciano Diz:

    Brincadeirinha à parte, as diferenciais lineares são as mais usadas em QM de verdade.
    Na FQM usam-se diferenciais tanto quanto no direito. Na mesmíssima proporção. NUNCA.
    A não ser que alguém mostre um vídeo do Vereza (ou de qualquer outro espirita) em que sejam discutidos comutador de matrizes, produto tensorial, diferenciais ordinárias e lineares…

  161. Marciano Diz:

    Voltando ao problema da cara ou coroa, Algumas tarefas muito simples do ponto de vista abstrato podem ser muito difíceis na prática. Por exemplo, gerar números aleatórios.
    Um pensamento inocente diz que lançar uma moeda para cada bit (cara ou coroa) seria o suficiente. Mas não! Como garantir que a moeda é realmente honesta? Ou ainda, que seu lançamento é honesto?
     
    Novamente atingimos o paradigma teórico onde aleatoriedade não surge a priori, mas da dificuldade de definir as condições iniciais com precisão, e de uma dinâmica muito sensível a tais condições. Os geradores de números “aleatórios” mais utilizados são sofisticações deste lançamento da moeda. Computadores calculam funções determinísticas, mas extremamente sensíveis às condições iniciais, e estas condições iniciais envolvem dados razoavelmente aleatórios, como os últimos dígitos do relógio interno do computador, ou bits escolhidos
    dentro de um arquivo do qual nada se sabe… O que se obtém daí são números “suficientemente aleatórios” para a imensa maioria das aplicações:
    jogos de computador, simulações de Monte Carlo, geração de números primos muito grandes…
     
    Mas a noção de “suficientemente aleatórios” é sutil. O que é suficientemente aleatório para quem só quer gerar números primos para criar uma chave RSA [Cou, Sin] e usar na sua correspondência eletrônica privada pode não ser suficientemente aleatório para um banco que opera pela internet. O que é suficientemente aleatório para quem só quer se divertir com um jogo pode não ser suficientemente aleatório para uma empresa de jogos de azar online! Pode parecer estranho, mas uma interessante aplicação da mecânica quântica é aproveitar a existência de testes incompatíveis para produzir números “suficientemente aleatórios”.
     
    Um primeiro ponto a ser levantado é que, em mecânica quântica, o vetor de estado (correspondente a uma preparação) permite calcular todas as probabilidades dos possíveis resultados de testes realizados naquele sistema. Cada teste é associado a uma base ortonormal e as probabilidades são dadas pelos módulos ao quadrado das amplitudes de probabilidade, ou seja, dos coeficientes da expansão do vetor com respeito àquela base ortonormal específica.

  162. Marciano Diz:

    A física clássica oferece equações que permitem prever eventos com precisão: por exemplo, traçar a trajetória de um robô até Marte. Já a física quântica traz equações que fornecem probabilidades: qual a chance de um elétron estar, digamos, dentro ou fora de uma caixa. A forma como a probabilidade que aparece nos cálculos se converte numa posição concreta, observável, no elétron efetivamente dentro ou fora da caixa – o chamado “colapso da função de onda” – ainda é um mistério.
     
    Para muitos gurus de autoajuda, no entanto, não há mistério nenhum. Dizem eles que é a vontade humana que causa a transformação: são os pensamentos que você lança no Universo que fazem com que as nuvens de probabilidade que representam átomos das notas de cem reais materializem-se em sua conta bancária.
     
    Entre os mascates contemporâneos do Novo Pensamento, há aqueles que usam a física moderna como muleta. Mas o que afirmam contradiz a ciência: mesmo se pensamentos pudessem, de algum modo, induzir o colapso da função de onda, o resultado final – no exemplo acima, se o elétron estará dentro ou fora da caixa – segue as probabilidades impessoais dadas na equação quântica, que nada têm a ver coma intencionalidade humana. Os velhos estoicos talvez fossem muito radicais, mas continuam certos em pelo menos um ponto: há coisas que ninguém controla.

  163. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Um pensamento inocente diz que lançar uma moeda para cada bit (cara ou coroa) seria o suficiente. Mas não! Como garantir que a moeda é realmente honesta? Ou ainda, que seu lançamento é honesto?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Tá quase chegando onde deixei no ar. Minha consideração supunha a honestidade moeda, embora tal não possa ser facilmente estabelecida. De qualquer modo, parei porque teria que adentrar na mão do lançador e outros fatores interferente sutis. Então, preferi deixar ao sabor de cada avaliador considerar o que quisesse. Democracia é isso…

  164. Marciano Diz:

    NOVIDADE: Scur não acredita mais em Nibiru e admite que foi enganado por médium.
    Estou aguardando resposta dele e do Vitor. Se ambos permitirem, eu divulgo os e-mails aqui.
    Biasetto continua comunista, deve receber desses canalhas; ninguém pode ser tão cretino assim.

  165. Vitor Diz:

    Marciano, agora se o Biasetto quiser terei de dar direito de resposta a ele por você dizer que ele deve receber dinheiro de comunista e pelo ‘cretino’. Desnecessário isso… :(
    .
    E não quero ninguém comentando do Scur aqui. Isso pode dar direito de resposta a ele e não quero isso.

  166. MONTALVÃO Diz:

    /
    MOVIMENTO DEMOCRÁTICO PELA ABERTURA PARA MANIFESTAÇÃO DO SCUR (caso ele queira, naturalmente)! O espaço é democrático, não?
    /
    Não?

  167. Vitor Diz:

    Ué, Montalvão, EUA também é democracia e lá tem prisão perpétua…

  168. Marciano Diz:

    Vitor, fica frio, irmão.
    Em primeiro lugar, eu pedi autorização a você e ao Scur, antes de publicar qualquer coisa. Jamais postaria os e-mails aqui sem consentimento dele e seu.
    Em segundo lugar, eu já disse um monte de vezes aqui que o Biasetto deve levar grana.
    Ele amaldiçoou o blog, não entra mais aqui de jeito nenhum. Como você acha que ele vai pedir direito de resposta?
    E se pedisse, não vejo problema. Queria até ver ele querendo negar o que admitiu publicamente no facebook e em e-mails privados (não o levar dinheiro, que é implícito, mas o comunismo doentio).
    A dinheiro é apenas ilação, pois ninguém seria tão bobo de achar que o lula é inocente depois de tudo o que já vimos.
    Mas tudo bem, não toco mais no assunto Biasetto.
    Ele me xingou, xingou você o Scur, não sei se você se lembra.
    Teve um ataque de comunismo e nos atacou inclusive no facebook.
    O pior é que eu gosto dele, mas não tolero esse comunismo doentio.
    Por ele, isto aqui seria transformado numa ditadura cubana ou venezuelana, e isto representa um perigo real para nós todos.
    Não podemos respeitar quem não nos respeita e quer acabar com nossa liberdade.
    Se você quiser, pode apagar os comentários, fica o dito pelo não dito, não me importo.
    Tu tá levando certas coisas a sério demais.

  169. Marciano Diz:

    O que é sério mesmo é o risco que estamos correndo de perder nossa liberdade.
    Esqueça um pouco esse negócio de paranormalidade (no sentido de só pensar nisso, 24×7, e fique atento ao perigo que estamos todos correndo.

  170. Marciano Diz:

    Enquanto discutimos os assuntos aqui do blog (e eu gosto), tem coisas reais e perigosas acontecendo no mundo real.
    Não se aliene. Fique ligado.

  171. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Em primeiro lugar, eu pedi autorização a você e ao Scur, antes de publicar qualquer coisa. Jamais postaria os e-mails aqui sem consentimento dele e seu.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: em minha humílima “pinião” basta a autorização do Scur. O que o Vitor pode fazer, caso não goste do material, é recomendar que suspenda as postagens. O espaço cá é democrático, não? Até onde sei desnecessário pedir vênia ao gerente para apresentar textos. Se fosse assim seria a danação!

  172. Marciano Diz:

    Tens razão em parte, Montalvão.
    Sesqueceste de que o Vitor expulsou o Scur e não admite que ele faça comentários aqui. Quando o Scur entrava com disfarces, assim que era descoberto, era bloqueado.
    Se eu posto confissão do Scur, com as palavras DELE, admitindo que foi enganado por falso médium, que bancou o otário (palavras dele), se eu posto um e-mail redigido pelo Scur, é como se o Scur estivesse comentando.
    Capisce?
    Eu também não concordo nem nunca concordei com a expulsão do Scur, mas, outra coisa, a bola é do Vitor e quem é o dono da bola é que diz a que horas o jogo começa e termina.
    Numa pelada. Se for em futebol de verdade, é o dono do campo.
    Não pense que estou colaborando com censura ou apoiando expulsões; apenas entendo que não posso republicar comentários de pessoas que não mais têm permissão de comentar aqui.
    Por isso mesmo, eu disse que o Scur admitiu ter sido enganado (mas continua crente). Mas pedi autorização ao Scur e ao Vitor para publicar o e-mail.
     
    Se ainda tem alguma dúvida, pense no seguinte: você me diz, via WhatsApp®, que voltou a ser crente, por causa de uma testemunha de jeová gostosa que conheceu (exemplo hipotético, claro). Eu não posso publicar seu comentário aqui sem o seu consentimento.
    ®
    O Biasetto me disse (há muito tempo) que o Marden tinha criado um blog para falar mal deste blog, de mim, dele (Biasetto) e do Vitor.
    Quando, depois de anos, eu esbarrei no blog do Marden, dei notícias do fato aqui, mas não transcrevi nada do que ele escreveu lá. só referi o assunto.
    Se eu transcrevo, seria como se o próprio Marden (expulso pelo dono do blog) estivesse comentando aqui.
    ®
    Em matéria de modéstia e de democracia, ninguém ganha de mim.
    Eu eu respeito as regras, mesmo que não concorde com elas.

  173. Marciano Diz:

    No caso do Marden, eu concordei com a expulsão, não porque não concordava com as mentiras e ofensas dele (não concordava, mas não foi por isso que achei justa a expulsão), mas porque ele fazia proselitismo, o que é um absurdo.
    Experimente procurar um comentário antigo do Marden. Você verá que o nome dele era um link para o sítio dos RC. Basta clicar no nome dele que você é imediatamente redirecionado para o sírio dos RCs.
    Só um exemplo.

  174. Marciano Diz:

    O poltergeist fez a maior bagunça no meu texto, mas não prejudicou a inteligibilidade, acho (provalmente o Borges teria uma opinião diferente, tão válida quanto a minha, e apoiada em falsas citações de Einstein).
    Um abraço, Borges!

  175. Gorducho Diz:

    ============================================================
    O espaço é democrático, não?
    /
    Não?

    ============================================================
    Claro que não :!:
    Ele é ambos  الله‎ e o Califa do Sítio.
    A expulsão do Analista Scur eu atribuo a inveja. Ele argumentava, dava graça ao Sítio, coisa que a Administração não sabe fazer – a participação se restringe a colagens…
    Também não deveria ter havido a do Marden – abraço Marden :!: ainda mora aí na chuva :?:
    Agora vimos no que deu: a suprema sandice do Sobrenatural Estatístico.

  176. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marden e Scur, quaisquer outros radicais-fanáticos, teriam que ser derribados nas discussões, por mais cabeças duras que fossem, qual aconteceu com o Vlad. O Scur é crentelho de primeira linha, mas tem argumentos, embora fracos: mais retóricos que frutos de bem fundamentada reflexão.
    .
    Os expulsamentos apenas aceleram o esvaziamento do site, nenhuma utilidade vislumbro…

  177. Gorducho Diz:

    Que mais “retóricos argumentos” do que ficar fazendo joguinhos com flutuaçoes estatísticas entorno das esperanças matemáticas :?:
    Mas vê se que esse era o plano dele e assim ele destruiu o Sítio.

  178. Marciano Diz:

    Destruiu mesmo.
    Está obsediado por espíritos paraperipatalógicos.

  179. Borges Diz:

    (provalmente o Borges teria uma opinião diferente, tão válida quanto a minha, e apoiada em falsas citações de Einstein)
    .
    Você ainda lembra disso? Está com ótima memória.
    Um abração, Marciano.

  180. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “A expulsão do Analista Scur eu atribuo a inveja.”
    .
    HUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAU
    .
    É melhor ler isso que ser cego…
    .
    Inveja é um sentimento que NÃO conheço. Muito menos referente ao Scur, valha-me os Céus…
    .
    GORDUCHO DISSE: “Ele argumentava, dava graça ao Sítio, coisa que a Administração não sabe fazer – a participação se restringe a colagens…”
    .
    Não, ele ofendia, fazia acusações e não se retratava, especialmente contra o JCFF. basta ver a discussão em http://obraspsicografadas.org/2011/limites-da-histria/#comments
    .
    Não vou permitir a entrada de alguém que só sabe acusar e não provar. É pura perda de tempo um participante assim, que ainda estressa os verdadeiros contribuintes do blog.
    .
    GORDUCHO DISSE: “Agora vimos no que deu: a suprema sandice do Sobrenatural Estatístico.”
    .
    Sandice replicada por cientistas e laboratórios do mundo todo…

  181. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não vou permitir a entrada de alguém que só sabe acusar e não provar. É pura perda de tempo um participante assim, que ainda estressa os verdadeiros contribuintes do blog.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não estou certo se faço parte dos “verdadeiros contribuintes do blog”, desconfio que não, mas na remota hipótese de que sim, dou meu depoimento: a mim não estressava…

  182. Vitor Diz:

    Porque não era a você que ele fazia acusações, e sim a mim e ao JCFF, além de outros (Biasetto, etc).

  183. MONTALVÃO Diz:

    /
    Acho engraçado pracaramba a MARIANA. Vez e outra aporta por aqui, dilui-se em elogios aos artigos horríveis que ultimamente vêm sendo postados e não discute nada, não opina coisa alguma, enfim, não participa produtivamente.
    .
    Diferente da bela Larissa, que anda sumida. Esta se manifestava e, embora fosse crente em paranormalidade e se achasse possuidora de tal, era (ainda é, pois continua viva, tenho certeza) gente boa e verdadeira contribuinte para o site.
    .
    Tenho forte suspeita de que Mariana não existe, seja tão somente fruto dos sonhos de algum sonhador. Krippner com a palavra…

  184. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO DISSE: “A expulsão do Analista Scur eu atribuo a inveja.”
    .
    VITOR: HUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAU
    /.
    CONSIDERAÇÃO: cê gargalha engraçado pra mais de metro…

  185. Marciano Diz:

    Um abração, Borges.
    Eu sabia que você estava de olho. A provocação foi só para ter certeza.
    Saia da moita, cara. Comente alguma coisa aí.
    Isto aqui tá quase morrendo, por falta de oxigenação.
     
    Quanto ao Scur, sempre fui ferrenho opositor e adversário de suas ideias crentoides aqui, mas isso não impediu que ficássemos amigos, a ponto de conversarmos via telefone. Uma vez estive em Caxias do Sul, onde ele morava, e só não fui almoçar na casa dele porque não deu tempo.
     
    Aqui, trocamos umas quase ofensas, mas só porque discordamos radicalmente com respeito às crenças infundadas dele, e a discussão fica exaltada, mas sempre nutrimos sentimentos de amizade um pelo outro.
     
    ===============================================================
    Vitor Diz:
    JANEIRO 30TH, 2018 ÀS 11:12 AM
    Porque não era a você que ele fazia acusações, e sim a mim e ao JCFF, além de outros (Biasetto, etc).

    ===============================================================
     
    Vejam vocês como são as coisas…
    O Vitor acha que se o Scur “ofendesse” o Montalvão como ofendia o Biasetto, Montalvão pensaria diferente.
     
    Parece que o Vitor não sabe que eu, Biasetto e Montalvão nos tornamos amigos, em função das conversas no blog.
    Scur foi comer e beber na casa do Biasetto, eu só não fui por falta de tempo.
    Biasetto brigou comigo e com o Scur fora daqui, por causa de suas ideias comunistas. Nada a ver com crenças supersticiosas.
     
    Apesar disso, nem eu nem o Scur nos consideramos inimigos dele.
    Há uns meses o Biasetto me enviou mensagem via facebook, cheia de ofensas gratuitas, que eu só vi semanas depois (quase não entro lá, como o Vitor sabe). Quando vi as ofensas, ele já tinha pedido desculpas, dizendo que só escreveu as bobagens que escreveu porque estava bêbado (novidade…) e eu respondi que nem liguei, porque gosto dele e não me ofendo com ataques de esquerdismo. Só detesto comunismo, por razões óbvias para quem tem juízo.
     
    Depois disso, não mais nos falamos.
    Se ele quiser retomar a amizade, desde que evite o assunto política, por mim, tudo bem.
     
    Para que vocês entendam direito, religião, no momento, só representa um perigo real em países islâmicos. O cristianismo não tem mais chance de voltar a fazer as barbaridades que fez no passado, mas o comunismo continua sendo um perigo real, principalmente para o nosso país.
     
     
    Montalvão, estou quase certo de que a Mariana é a Bruna, que aparecia aqui com o pseudônimo de Bola de Neve.

  186. MONTALVÃO Diz:

    /
    Montalvão, estou quase certo de que a Mariana é a Bruna, que aparecia aqui com o pseudônimo de Bola de Neve.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Bruna? Que Bruna? Não a surfistinha, certamente…

  187. Marciano Diz:

    Não leu com atenção?
    Bruna, não a surfistinha, a bola de neve.
    Sesqueceu?
    Veja minha nova religião: 👳‍♂️

  188. MONTALVÃO Diz:

    /
    Não leu com atenção?
    Bruna, não a surfistinha, a bola de neve.
    Sesqueceu?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ah sim, é que não liguei a Bruna à bola…de neve…

  189. Borges Diz:

    Oi Marciano.
    Estou aguardando algum artigo sobre psicografia, EQM, LVP e TVP ( aliens também).
    Um abraço

  190. Gorducho Diz:

    Se lembra d’algum causo de TVP que o paciente se lembre de vida noutro planeta :?:
    Deve ter, não :?:

  191. Marciano Diz:

    Deve ter, não ❓
    Deveria, pois tanto no espiritismo quanto nos artigos paranormais “todos os globos são habitados”, como no caso dos peladões na Lua, mas não me lembro de nenhum caso.
    Seria interessante ver como o paciente descreveria o outro planeta. A versão espírita, nós já conhecemos. cx e Hercílio Maes já deram sua versão.

  192. Marciano Diz:

    As marcas reencarnatórias devem ser mais ou menos assim: 👽
    :mrgreen:
    🤣

  193. Borges Diz:

    Não me lembro, Gorducho, mas deve existir; se eu achar algum, coloco aqui.
    Um abraço

  194. Marciano Diz:

    Obras 📝, nunca mais teve.

  195. Marciano Diz:

    Borges, do jeito que estão as coisas, acho que você terá de esperar muito tempo.

  196. Borges Diz:

    E por falar em marcas de reencarnação, encontrei este vídeo.
    https://www.youtube.com/watch?v=jkkwk344d7w

  197. Gorducho Diz:

    TESTE
    ????

  198. Gorducho Diz:

    TESTE
    (livro)
    📖

  199. Gorducho Diz:

    Falando no Analista Scur
     
    🛸

  200. Marciano Diz:

    Estou fazendo o comentário número ️2️⃣️0️⃣️0️⃣.
    Acho que tenho direito a uma caixa de bis.
    BORGES, vi o vídeo. Ainda bem que já tinha almoçado, ou perderia o apetite ao ver as porcarias que eles comem na Índia.
    É sempre na Índia, reparou?
    Curioso. Sugere que é uma questão cultural.
    GORDUCHO, eu não gosto muito desses ícones, porque são tão pequenos, como o livro, a que a gente precisa descrever. Como você fez.
    Veja esta pilha de livros:
    ️📚
    Se não der um zoom, é difícil de visualizar.

  201. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não leu com atenção?
    Bruna, não a surfistinha, a bola de neve.
    Sesqueceu?
    Veja minha nova religião: ???????”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ouvi falar da bola de neve há alguns anos, mas pensei que naufragara nalguma onda de poder mal-ajambrada.
    .
    Eis que, para minha surpresa, vejo que o de Marte escolheu agremiação saudável para ingressar…
    /
    ___________________________
    Bola de Neve Church
    .
    Bola de Neve Church é uma igreja neopentecostal brasileira. Foi fundada em São Paulo em 1999 por Rinaldo Luis de Seixas Pereira, o Apóstolo Rina, pastor, surfista e formado em marketing. Wikipédia
    .
    Fundador: Rinaldo Luís d? Seixas Pereira
    Origem: São Paulo, 1999
    Número de membros: Aprox. 650 Mil
    Sede: São Paulo, Brasil
    Número de igrejas: Aprox. 402
    ____________________________
    /.
    DE MARTE, vem para minha agremiação, que estou recém-fundando, a Igreja da Justiça Legal, aqui o dízimo é só 5%, quer dizer, é cinquíssimo…

  202. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    Se lembra d’algum causo de TVP que o paciente se lembre de vida noutro planeta :?:
    Deve ter, não :?:
    /.
    CONSIDERAÇÃO: deve ter: nesse mundo de divagações se vê de tudo, mas se tem será pouco, pois a idealização mística das EQMs é a ida à dimensão espiritual com direito de retorno à vida material.

  203. Gorducho Diz:

    Não falei NDE; falei PLT :(
    O paciente (da regressão) MORREU no seu planeta – que pode ter sido a Terra, claro – e reencarnou (no caso cá na Terra, claro).

  204. Gorducho Diz:

    ============================================================
    Veja esta pilha de livros:
    ============================================================
    Curioso é que
    📚 é (hexa) x1F4DA
    mas se eu colo a imagem obtenho um ficheiro c/6 bytes
    xFF xFE = (caractere “igual” mesmo) xD8 xDA xDC
    que corresponde a
    ÿþ=ØÚÜ

  205. Borges Diz:

    Estou fazendo o comentário número ?2???0???0??.
    Acho que tenho direito a uma caixa de bis.
    .
    Você tem que cobrar do Contra, ele que começou com isso; por falar nele, envio um abração ao nosso amigo comentarista.
    Um abraço

  206. Borges Diz:

    BORGES, vi o vídeo. Ainda bem que já tinha almoçado, ou perderia o apetite ao ver as porcarias que eles comem na Índia.
    É sempre na Índia, reparou?
    .
    MARCIANO, provavelmente as porcarias que eles comem faz bem para a memória.
    Um abraço

  207. Borges Diz:

    Essas porcarias que fazem bem para a memória, quem sabe, podem produzir efeito semelhante ao conhecido “santo-daime”
    Um abraço

  208. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    Não falei NDE; falei PLT :(
    O paciente (da regressão) MORREU no seu planeta – que pode ter sido a Terra, claro – e reencarnou (no caso cá na Terra, claro).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: PLT? Esta abreviatura desconheço…
    .
    Deveras e realmente, pisei leituralmente na bola.
    /
    Edgard Cayce, o “médium dorminhoco”, ao qual o Vitor recentemente incluiu em sua infame lista de autênticos paranormais, juntamente com seus continuadores costuma (no caso de Cayce, costumava) noticiar, nas “leituras cármicas”, vivências em outros orbes. Embora as leituras cayceanas não sejam propriamente TVP: estão mais para RMVP (conquanto não exatamente), ainda assim mostram que a fantasia extraterrena está presente nesses relatos alegadamente reencarnatórios.
    .
    TVP significa “Terapia de Vidas Passadas” e é apresentada como técnica terapêutica que vasculha traumas havidos em outras existências, os quais repercutem na atual.
    .
    Abstraindo o besteirol dessa proposta, em tese, e dentro da visão espiritista, se alguém se traumatizou em encarnação pregressa na Terra também poderia vivenciar traumas noutros planetas. Se a reencarnação fosse real, e real fosse a capacidade de recordar-se as vidas já vividas, significaria que, de uma só tacada, provar-se-ia a sobrevivência, a reencarnação e a vida fora da Terra. Quer dizer, o melhor dos mundos, para os reencarnacionistas.

  209. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO
    .
    Não achei relato de quem tenha vivido noutro planeta em regressão a vidas passadas, mas selecionei considerações de autores a respeito do assunto, não somente em TVP, que, talvez, possa dar uma ajuda no melhor visão do que é dito no meio.
    /
    ———————————
    “Quando já não precisar de reencarnar, quando tiver aprendido todas as suas lições, quando tiver pago todas as suas dívidas, nessa altura ser-lhe-á apresentada uma opção.
    .
    Poderá regressar voluntariamente para poder ajudar a humanidade num serviço de amor. Ou poderá permanecer no outro lado, ajudando a partir desse estado. Em ambos os casos, continuará a progredir nas dimensões celestiais.
    .
    “Outras dimensões
    “Os seres humanos consideram-se sempre os únicos seres. Não é verdade. Existem muitos mundos e muitas outras dimensões… há muitas, muitas mais almas.
    .
    Há muitas almas nesta dimensão. Não sou a única. Temos de ser pacientes. Isso é algo que eu também nunca aprendi… Existem muitas outras dimensões… ”

    .
    Perguntei-¬lhe se ela tinha aqui estado antes, se tinha reencarnado muitas vezes.

    .
    “Estive em planos diferentes em diferentes alturas. Cada um deles corresponde a um nível de consciência mais elevado. O plano para onde vamos depende da medida em que progredimos… ”
    .
    Há cada vez mais pessoas neste planeta. Mas existem muito mais almas do que pessoas. O nosso mundo não é o único mundo. A alma existe em muitas dimensões. As almas estão a ser atraídas em números crescentes para este planeta, porque o nosso planeta, uma de muitas escolas, é uma escola famosa.
    .
    Há tanto para aprender aqui. Quando me refiro a outras dimensões, pretendo com isso significar outros estados energéticos ou até diferentes níveis de consciência, não necessariamente outros sistemas planetários ou galáxias.
    .
    Podemos considerar o céu uma outra dimensão, visto não haver dúvida de que envolve uma transformação energética para além da consciência tridimensional.
    .
    Creio que a energia do amor tem propriedades físicas e extra¬físicas e que pode existir em todas as diversas dimensões.
    .
    O amor é a substância que interliga todas as dimensões e os diferentes planos para além do plano físico.
    .
    Dentro de cada dimensão ou plano existem vários sub-níveis. De outro modo, podemos dizer que existem muitos níveis no céu. Progredimos passo a passo em todos esses níveis, à medida que vamos ficando cada vez mais iluminados.
    .
    De um certo modo, todos nós somos alienígenas. Nenhum de nós começou neste planeta. Este planeta é uma espécie de escola intermédia. Não é o ensino primário, mas também não é o ensino superior. É sim uma escola famosa. Quando acabarmos aqui os nossos estudos, iremos continuar noutro lado.
    (Brian Weiss – A Divina Sabedoria dos Mestres)
    /-/
    ISTOÉ – As pessoas que estão na Terra são todas almas velhas?
    .
    Weiss – Não posso afirmar com certeza se existem almas virgens. Mas acho que a Terra é um dos estágios de uma escola e muito difícil para almas novas. Acredito que existam outras dimensões e muitas almas vêm de lá. Aqui é mais um lugar para se aprender.
    .
    ISTOÉ – O sr. acredita em vida em outros planetas?
    .
    Weiss – Sim. Mas essas dimensões podem ser planetas que não enxergamos. Uma dimensão diferente da nossa.
    (Brian Weiss – Entrevista à Revista Isto é)
    /./
    “Todos nós sabemos que há, em nosso mundo, pessoas nos mais variados graus de adiantamento. Na vida planetária é possível observar a existência de pessoas nos mais diferentes níveis de mentalidade. Há homens e mulheres superiores e homens e mulheres inferiores, em moralidade e em conhecimento/sabedoria. De onde viria as claras e evidentes diferenças e variações entre pessoas se não repousasse sobre as habilidades, talentos, desenvolvimento de qualidades diversas e aquisição de conhecimento se não fosse por variados renascimentos neste planeta ou em outros planetas? Como explicar que, por um efeito inusitado do acaso, pela aleatoriedade da genética, ou por fatores caóticos e sem nexo ou significado, um indivíduo possa nascer com faculdades que vão muito além da média comum dos homens de sua época?
    (Tratado de Terapia de Vidas Passadas – Hugo Lapa)

    /./
    “Stevenson era um homem alto e magro, com uma farta cabeleira branca e um ar um tanto formal.
    .
    Quando lhe perguntei se considerava que suas pesquisas haviam “comprovado” a reencarnação, ele respondeu:
    .
    – Acredito que, exceto na matemática, nada pode ser totalmente provado em ciência. Entretanto, para alguns dos casos que conhecemos no momento, a melhor explicação que conseguimos é a reencarnação. Há um importante número de indícios e acredito que estão se tornando cada vez mais fortes. Acho que uma pessoa racional pode vir e acreditar na reencarnação com base em evidências.
    .
    Adorei a prudência de suas palavras, a fria precisão, a humildade absoluta. Decidi provocá-lo um pouco.
    .
    – O que me incomoda em relação à idéia de reencarnação – expliquei – é o problema óbvio da explosão populacional. Muito mais pessoas viveram neste século do que em todos os anteriores. Só algumas delas têm almas reencarnadas? De onde vêm as almas?
    .
    Ele não disse nada de imediato, mas parecia olhar para dentro de si mesmo. Estava claramente refletindo sobre a minha pergunta.
    .
    – Esse não é um ponto de fácil explicação – disse ele, finalmente. – Algumas pessoas sugerem que as almas podem vir de outros planetas: acredita-se que há bilhões de planetas semelhantes à Terra no universo. Outros dizem que a criação de almas é contínua. Mas, é claro, não tenho nenhuma prova de qualquer uma dessas afirmações. (TOM SHRODER – ALMAS ANTIGAS)
    =======================.
    /
    REENCARNAÇÃO
    .
    Reencarnação significa a volta da mesma alma (também chama espírito) a este mundo, aonde vai assumindo corpos sucessivos., a fim de evoluir e progredir espiritualmente até chegar à perfeição. Os fautores desta doutrina não são unânimes entre si ao explica-la: Uns dizem que o ser humano se reencarna constantemente com o mesmo sexo, outros afirmam variação alternativa; alguns asseveram que a reencarnação tem lugar apenas na terra, outros admitem também em outros planetas; uns julgam que é lei geral para todos os espíritos, outros a aceitam apenas paras os espíritos muitos atrasados ou para os perfeitos, que devem cumprir especial missão na Terra, etc.
    .
    Deve-se mesmo registrar que, somente os espíritas dos países latinos, com os do Brasil, aceitam a reencarnação; os anglo-saxões a rejeitam peremptoriamente. Assim, o conhecido espírita Stainton Moses, que foi para o espiritismo inglês o que Allan Kardec foi pra o francês, guiado pelos dos espíritos Kabila e Imperator, pronunciou-se decididamente contra a reencarnação. A razão pela qual os mestres anglo-saxões rejeitam tal tese, é o racismo; com efeito, o espírito de um homem branco poderia encarna-se em corpo de raça negra o que é inconcebível aos olhos dos racistas.
    .
    Alías, o próprio Allan Kardec recebeu mensagens contrárias à reencarnação, como se depreende das passagens seguintes de sua lavra: De todas as contradições que se notam nas comunicações dos espíritos, uma das mais frisantes é a que diz respeito à reencarnação. Se a reencarnação é uma necessidade da vida espírita, como se explica que nem todos os espíritos a ensinem? (O livro dos Médiusc. 2, nº 8, p 338). (Do livro de ESTÊVÃO TAVARES BETTENCOURT, O.S.B. Crenças, religiões, igrejas & seitas: quem são?)
    ——————————-

  210. Marciano Diz:

    Gorducho pergunta:
    “Curioso é que…”.
    E perguntas a mim?
    Tudo o que sei aprendi contigo. Se tu não entendes, eu menos ainda.

  211. Gorducho Diz:

    ============================================================
    PLT? Esta abreviatura desconheço…
    ============================================================
    🙄
    PAST LIFE THERAPY

  212. Marciano Diz:

    Seguindo seu conselho, criei uma biblioteca de comandos e macros, gravei vários arquivos e uso-os de vez em quando.
    Aprendo um ou duas coisas nas w3 e só.

  213. Marciano Diz:

    Desculpe-me. Gostas de usar o português de Portugal. Então, onde se lê “arquivos” leia-se “ficheiros”.

  214. Marciano Diz:

    Borges, tens razão. Quem criou esse negócio de bis foi o CoC.
    Entendeste mal o “sempre na Índia” que falei.
    Eu quis dizer que esses casos de reencarnação, marcas, etc., são comuns na Índia, por causa da cultura local.
    Por outro lado, aquelas porcarias devem mesmo deixar todo mundo doidão.
    Quanta falta de higiene.
    E eles jogam corpos no rio, fazem o diabo. Até comem pasta de moscas.
    Obrigado por ter voltado a comentar. Isto aqui está muito parado, depois que o Vitor deu uma guinada nos temas, obcecado que está com esse negócio de paranormalidade.

  215. Marciano Diz:

    Volto mais tarde, pois agora estou atarefado com outras coisas.

  216. Marciano Diz:

    A propósito, e antes de fechar a porta, nosso Presidente precisa voltar a estudar inglês.

  217. Borges Diz:

    CX tinha uma criatividade impressionante, é por isso que até hoje muita gente culta acredita nas suas histórias.
    https://espiritismodaalma.wordpress.com/2015/05/01/onde-estaria-o-espirito-de-hitler/
    Um abraço

  218. MONTALVÃO Diz:

    /
    “A propósito, e antes de fechar a porta, nosso Presidente precisa voltar a estudar inglês.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: I’m knowing…

  219. MONTALVÃO Diz:

    /
    “A propósito, e antes de fechar a porta, nosso Presidente precisa voltar a estudar inglês.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: I’m knowing…
    /
    CONSIDERAÇÃO2: visto tenho complacência com os que não tiveram a ventura de viver a aventura de aprender outra língua, notadamente o inglês, sempre ponho a tradução de minhas postulações em línguas outras, coisa que nem todos se dão ao trabalho. Mas, no último post (postagem) sesqueci… então, antes de ir ao concerto conserto:
    .
    I’m knowing = tô sabendo…
    .
    Missão curta cumprida.

  220. MONTALVÃO Diz:

    /
    “A propósito, e antes de fechar a porta, nosso Presidente precisa voltar a estudar inglês.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: português também…😓

  221. MONTALVÃO Diz:

    /
    “A propósito, e antes de fechar a porta, nosso Presidente precisa voltar a estudar inglês.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: e grego, cretense, francês, italiano, hebraico, aramaico, alemão, russo, mandarim, árabe, latim, egípcio, copta, etrusco, molusco, sem esquecer o bessarabiano…e, obviamente, a língua de Marte, descoberta pela bela Hèléne Smith!
    .
    Como bem diz um amigo: PRAVDA!

  222. Gorducho Diz:

    📯
    A QUEM INTERESSAR POSSA
    CURSO DE PARAPSICOLOGIA ONLINE
    11 semanas iniciando dia 9 de abril.
    Apenas GBP 250 + aquisição do livro texto (que pode ser usado, claro) Uma Introdução à Parapsicologia
     
     
    Sr. Administrador e AMa tenho certeza que se matricularão.

  223. Marciano Diz:

    Montalvão precisa entender que inglês não é uma língua qualquer. Desempenha hoje o que o latim desemprenhou no passado. é a lingua franca.
    Existem muitos mais livros, cursos, etc., em inglês do que em qualquer outra língua.
     
    Quanto ao curso, já estou matriculado, mas tenho duas reclamações:
    1️⃣ – O desconto é só para quem é afiliado à PA;
    2️⃣ – Já que o curso é de parapsicologia, em vez de ser online, deveria ser por telepatia.

  224. Marciano Diz:

    Desemprenhou foi sacanagem do poltergeis.
    O inglês desempenha hoje o papel que o latim desempenhou no passado.
    Foi isto que eu quis escrever.
    Se o poltergeist não me sacanear de novo.

  225. Marciano Diz:

    E não é que sacaneou?
    Tirou o “t” de poltergeisT.

  226. Marciano Diz:

    Criei um doppelgänger especialmente para fazer o curso online.

  227. Marciano Diz:

    Wiseman é realmente um homem sábio. E safado.
    Repare (Gorducho) que ele é um dos professores⁉️

  228. Marciano Diz:

    Como é que o cara pode dar aula de uma coisa que ele mesmo critica❓

  229. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Wiseman é realmente um homem sábio. E safado.
    Repare (Gorducho) que ele é um dos professores??
    .
    Como é que o cara pode dar aula de uma coisa que ele mesmo critica?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: uma aula crítica? Primeiro precisamos saber o que o homem dirá, depois, se for o caso, pau nele!
    .
    Inda bem que se inscreveu, aí poderá nos manter informados. Só falta o Vitor.

  230. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vai ser legal pracaramba poder examinar o relatório de um cético e de um crente. Aí poderemos mensurar o quanto a mesma cena impressiona diferentemente diferentes pessoas…

  231. Vitor Diz:

    Pelo visto o Wiseman apenas parou de fazer experimentos psi (afinal, foi pego na mentira pelo Will Storr, replicou com sucesso a pesquisa do Sheldrake de telepatia canina, recebeu críticas dos próprios céticos da sua meta-análise ganzfeld, e achou melhor parar antes que a coisa desandasse de vez) mas não abandonou a Parapsicologia de todo, já que está dando aula.

  232. Gorducho Diz:

    interviews with leading researchers (including Prof James Alcock, Prof Stephen Braude, Prof Chris French, Dr Dean Radin, Prof Jessica Utts and Prof Richard Wiseman)
     
     
    Aparentemente ele não é Lente do Curso…

  233. Marciano Diz:

    Sim, parece que ele não faz parte do corpo docente, mas ninguém ia contratá-lo para conceder entrevistas nem citá-lo como pesquisador, num curso desses, se fosse pra ele desceu o cacete na parapsicologia, como tem feito em escritos.
     
    E claro que ele tá ganhando um dindim com esse curso, portanto, não dá para argumentar que ele não abandonou.
    Por dinheiro, faz-se qualquer coisa.
    Vitor não deve esquecer-se de que ele vive aparecendo em documentários vagabundos de TV a cabo.

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