Livro Gratuito! “Crenças Extraordinárias”, de Peter Lamont (2013)

O livro aborda diversas figuras famosas do Espiritualismo. Em determinada passagem, o médium Daniel Douglas Home é citado: “Ele chegara a Londres em 1855 e atraíra a atenção de algumas pessoas importantes. Uma delas foi David Brewster, cofundador da British Association for the Advancement of Science [Associação Britânica para o Avanço da Ciência] e autor de Letters on Natural Magic. Em outras palavras, era um eminente cientista e autoridade em explicações naturais para eventos aparentemente sobrenaturais. Ele participou de uma sessão espírita com Daniel Home “para ajudar a descobrir o truque’’ (nas palavras do próprio Brewster) e depois não conseguiu “dar qualquer explicação” (em suas próprias palavras). Alguns anos mais tarde, Home estava em Amsterdam a convite de um grupo de racionalistas que o haviam desafiado a produzir fenômenos diante deles, com seus olhares céticos. Segundo eles, quando conversavam à luz de velas em um salão do hotel, a mesa ao redor da qual se sentavam — uma mesa grande o suficiente para acomodar mais de uma dezena de pessoas — ergue-se no ar. Eles olharam debaixo dela e sobre ela e não encontraram nenhum dispositivo; logo em seguida, a mesa começou a descer, a despeito de todos os esforços que eles fizeram para impedir que ela o fizesse. Os racionalistas afirmaram que não conseguiam explicar o que haviam visto, e até hoje ninguém o fez.” Para baixar o livro, clique aqui. Aproveito para avisar que amanhã iniciam minhas férias, e o blog agora só volta em abril.

251 respostas a “Livro Gratuito! “Crenças Extraordinárias”, de Peter Lamont (2013)”

  1. Marciano Diz:

    Boas férias, Vitor.
    Quando eu voltar do trabalho, dou uma olhada no livro.

  2. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O Blog só volta em abril”, e o gerente fica ou vai?

  3. Vitor Diz:

    Vai. Férias são férias. :D

  4. Vinicius Diz:

    Boas férias, vc não vai nomear um substituto para administrar o blog?

  5. Vinicius Diz:

    “o médium Daniel Douglas Home é citado: “Ele chegara a Londres em 1855 e atraíra a atenção de algumas pessoas importantes”
     
    Foi este que “psicografou” ou “psicofonou” Kardec onde este que diz que estava extremamente arrependido de ter criado o espiritismo?

  6. Vitor Diz:

    Sem substituto. Comportem-se.

  7. Vitor Diz:

    Foi o Home sim, Vinicius.

  8. Vinicius Diz:

    E se aparecer alguma novidade em plágios de CX ou DPF? o que fazer?

  9. Vitor Diz:

    Manda pro meu email pra deixar salvo.

  10. Marciano Diz:

    Montalvão e Pastor, tem comentários endereçados a vocês no tópico anterior, inclusive sobre outra pessoa que NUNCA existiu, São Jorge da Capadócia, Γεώργιος para os íntimos.
    Fato admitido pelo papa Paulo VI.

  11. Marciano Diz:

    Vejam o que a wikipedia diz sobre o fato, que é história, não é conversa fiada.
    Está nos arquivos do Vaticano.
    Posteriormente, quando da reforma do calendário litúrgico realizada pelo Papa Paulo VI em 09 de maio de 1969, a observância do dia de São Jorge tornou-se facultativa, e não mais em caráter universal. De fato, a reforma retirou do calendário os santos dos quais não havia documentação histórica, mas apenas relatos tradicionais, porém tal expurgo não atingiu o santo da Capadócia. Falava-se, naqueles tempos, em “cassação de santos”. No entanto, o fato da festividade de São Jorge ter se tornado opcional não quer dizer que não seja reconhecido como santo.[9] Frise-se a reabilitação do santo como figura de primeira instância, assim como os arcanjos, lembrando a figura do próprio Jesus Cristo, pelo Papa João Paulo II em 2000, o que conferiu nova relevância a São Jorge.

  12. Marciano Diz:

    A história da religião é cheia de personagens que só existiram na imaginação dos crentes.

  13. Gorducho Diz:

    Se publicarem novos estudos de Parapsicologia Estatística prometo lhe mandar pro Sr. traduzir e publicar cá o mais rápido possível a partir de abril.
    Ou se o FBI desvendar algum crime graças a algum detective ψquico.
    Vou ficar atento…

  14. Gorducho Diz:

    Só não vá pra Alemanha…
    nem Roma…
    tá um frio infernal – pode se constipar…

  15. Gorducho Diz:

    Sempre lembrando que o 9° círculo é frio mesmo…

  16. Orlando Diz:

    Excelentes férias Victor. Esqueça o mundo paranormal em seus passeios e recomendo que faça o evangelho no lar conforme roteiro difundido pela FEB. Vais ver
    a paz jorrando mesmo diante do caos.

  17. Vitor Diz:

    Gorducho, eu não vou viajar, vou usar as férias para voltar para a academia.

  18. Orlando Diz:

    http://www.bezerrademenezesnatal.org.br/como-fazer-o-evangelho-no-lar.html

    O tempo da Reunião deve ser, no máximo, de uma hora;
    evitar a manifestação mediúnica de Espíritos;
    pode-se colocar água para ser beneficiada pelos Protetores Espirituais e, após, repartida entre os participantes;
    a presença de visita, não deve ser motivo para suprimir a Reunião.
    no caso de se perder o dia da reunião em determinada semana, pode-se continuar na próxima;
    quando toda a familia participa e acontecer de ter uma só pessoa no dia marcado, a reunião deve acontecer normalmente;
    no caso de viagem, a familia pode realizar a reunião onde estiver;

  19. Marciano Diz:

    Marciano Diz:
    FEVEREIRO 28TH, 2018 ÀS 5:05 PM
    Novamente não entendi, Montalvão.
    Se está falando no sentido direto, nenhum humano ganha de um chimpanzé na porrada.
    Ultimamente ando meio confuso.
    Não entendi patavina sobre os versos sobre NSFG, não entendi esta pergunta, tenho a impressão de que vi Scur e Vitor conversando (ainda que monossilabicamente), Scur defendendo a Terra Plana, Biasetto continua comunista, mesmo depois de tudo o que vem acontecendo…
    Melhor procurar um psiquiatra.

  20. Marciano Diz:

    Pastor, você sabe que eu citei esse ditado apenas para brincar com o Montalvão, não sabe?
    Eu não acredito em São Jorge. Até o papa Paulo VI tinha dúvidas sobre a historicidade desse “santo”.
    Não existe nenhuma evidência histórica da existência de Γεώργιος.
    Sua história é cercada de lendas, até dragão tem.

  21. Marciano Diz:

    Também estou precisando voltar a malhar e à arte suave.
    O culto do santo ao Brasil chegou com os portugueses que decretaram a obrigatoriedade da imagem nas procissões de Corpus Christi. Mas em 1969, o Papa Paulo VI reformou o calendário litúrgico da Igreja Católica e tornou opcional a festividade em homenagem ao dia do santo, alegando que o santo não tinha registros históricos, apenas relatos tradicionais.
    Fonte:
    http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1095452-5606,00-CONHECA+A+HISTORIA+DE+SAO+JORGE.html

  22. Marciano Diz:

    “Em seu decreto, ontem, o Papa Paulo VI eliminou do Santoral indivíduos cuja existência Igreja põe em dúvida.
    Reduziu número de santos a que devem veneração todos os católicos e colocou outros em uma categoria que deixa sua veneração à vontade de cada um, inclusive o santo patrono da Inglaterra, São Jorge”.

  23. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Novamente não entendi, Montalvão.
    Se está falando no sentido direto, nenhum humano ganha de um chimpanzé na porrada.”
    /
    ———————————————.
    Nem todos os Chimpanzés são criaturas dóceis e amáveis conforme costumam ser apresentados em programas de TV. Altamente territoriais, chimpanzés costumam disputar seu espaço de maneira agressiva contra outros bandos. Não é raro ver esses animais na natureza lutando entre si mesmos, com vigorosas mordidas e potentes golpes que ferem e por vezes matam. E,bora sejam vegetarianos, eles costumam caçar e matar outros animais para obter comida, jovens chimpanzés machos são capazes de criar instrumentos rudimentares usadas para caçar e matar suas presas. Quando há necessidade eles caçam animais, sobretudo mamíferos, em busca de carne.

    .
    Ataques contra seres humanos são relativamente raros, mas quando ocorrem, os resultados tendem a ser letais. O ex-piloto de Nascar, James Davis, que criou um chimpanzé como animal de estimação, foi atacado por chimpanzés em uma reserva florestal em 2005. Ele conseguiu escapar do ataque de três adultos, mas os danos que sofreu foram tão severos que ele precisou ser induzido ao coma pelos médicos por três meses. Davis foi mutilado na face e desfigurado pelo ataque.
    .
    Isso nos leva ao foco deste artigo, o brutal ataque realizado por um Chimpanzé chamado Travis, famoso por ser usado em propagandas e comerciais. Travis era amado em Stanford, estado de Connectcut, conhecido por ser tratado quase como um ser humano, com direito a banhos e roupas. Há imagens dele interagindo com pessoas e até usando computadores. Travis era tido como um animal doméstico e mantido perigosamente próximo das pessoas.
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    Travis pesava 105 quilos e até então, jamais havia dado qualquer sinal de agressividade. De fato, todos o tinham como carinhoso e tranquilo. Sua proprietária era Sandra Herold, uma mulher de 70 anos, que havia recuperado Travis em um safari fotográfico no qual os pais do animal haviam sido capturados por caçadores. Como parte de um programa contra o tráfico internacional de animais selvagens, Herold adotou o animal e o levou para os Estados Unidos seguindo todos os trâmites legais. Travis foi seu “inquilino” por 13 anos.

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    Em 13 de fevereiro de 2009, Charla Nash, amiga de Sandra Herold a visitou pela manhã. Era uma segunda feira e as duas tinham combinado tomar o café da manhã juntas. Charla entrou na casa e percebeu que Travis estava ansioso e fazendo mais barulho do que o normal, ela estava acostumada a presença do animal e já havia visitado a casa inúmeras vezes. Sandra explicou que Travis estava apenas “mau humorado” e que não havia problema. Ela decidiu levar Travis para o lugar onde ele dormia e deixou Charla na sala de estar. Charla reparou que um dos brinquedos de Travis havia ficado para trás e o apanhou do chão para entregá-lo. Isso foi o suficiente para dar início a uma fúria assassina.
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    A cena foi aterrorizante, Travis se agarrou em Charla e usou seu peso para derrubá-la no chão. O chimpanzé mordia ferozmente e começou a atacar sua face. Pedaços de pele pendiam e cada vez que Travis conseguia soltar um pedaço de pele ou músculo com seus dentes, ele puxava vigorosamente arrancando-o por inteiro. Sandra tentou afastar Travis jogando objetos nele. Em seguida, apanhou uma faca de cozinha e começou a esfaquear o chimpanzé, mas diante da fúria, ela achou melhor pedir socorro pelo telefone. A ligação, registrada no serviço de emergência da polícia é dramática, é possível ouvir os gritos da vítima e os ruídos de Travis ao fundo.
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    Charla acabou desmaiando em virtude dos ferimentos sofridos, mas mesmo assim, Travis continuava a desfigurar sua face, arrancando o nariz, olhos, lábios e bochechas. Três dedos na mão direita foram arrancados e o pulso da outra mão quebrou em três lugares. Os ferimentos da vítima foram classificados como extremamente graves.

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    O primeiro paramédico a chegar na casa disse que “jamais viu um ataque tão brutal em um paciente ainda vivo”. Os policiais que acompanhavam a equipe de socorro tentaram afastar o chimpanzé da vítima, mas ele continuava a gritar e agredir a vítima. Diante da grave ameaça, um dos oficiais sacou a arma e baleou o chimpanzé que ainda assim continuou atacando. Quatro disparos da pistola 7,65 foram necessários para matá-lo.

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    Charla foi levada em estado crítico para o hospital e sobreviveu quase que por milagre. Os danos extensivos causaram uma desfiguração massiva em sua face. Nos anos seguintes foi necessário realizar um transplante de mandíbula, colocação de pinos, dentes artificiais e inúmeros enxertos de pele. Depois de aparecer em um conhecido programa de auditório e expor seus ferimentos, Sandra foi aceita para realizar de um transplante experimental de face com o objetivo de restaurar, ainda que parcialmente suas feições.
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    Especialistas e tratadores de animais se dividiram na interpretação do que levou um animal, até então pacífico, como Travis a um ataque tão violento. Alguns sugeriram que o animal havia sido diagnosticado com a Doença de Lyme, que em raros casos pode causar comportamento psicótico. A verdade, entretanto, é que chimpanzés vivendo entre pessoas estão sujeitos a condições instáveis, sendo verdadeiras “bombas relógio” prestes a estourar. Não importa quantos anos eles passam na companhia de seus donos; chimpanzés jamais se tornam animais domésticos e podem surtar sem aviso.
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    “Eles são animais selvagens, e como todos animais selvagens são potencialmente perigosos”, explicou a especialista Colleen McCann. “As pessoas que tratam chimpanzés como animais de estimação não sabem o perigo ao qual estão se expondo. Quando uma tragédia ocorre, é lamentável, mas não chega a ser uma surpresa”.

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    Em 1974, um chimpanzé de nascido e criado em um circo se descontrolou durante uma apresentação. O animal atacou o tratador e depois de causar ferimentos em sua face, se voltou contra o público. Três crianças foram feridas gravemente até que o animal foi morto a tiros. Recentemente outro caso ganhou notoriedade mundial. O menino Dunia Sibomana da República do Congo foi atacado por uma tribo de chimpanzés que por pouco não o mataram. O ataque deixou profundas cicatrizes no rosto do menino de 11 anos, sobretudo na boca e bochechas e ele também passará por um transplante facial.
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    A despeito do perigo em potencial, muitos estados americanos ainda permitem que pessoas criem esses animais domesticamente, contanto que ofereçam condições pré-determinadas obedecendo a um calendário de vacinação, ofereçam espaço mínimo e alimentação adequada. Uma lei criada a partir do caso de Travis ainda depende de aprovação e prevê que esses animais sejam confiscados e levados a reservas ou zoológicos e proibidos de serem criados em casas.
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    Durante os debates para aprovar a Lei Travis – como ela ficou conhecida, a conversa de Sandra Herold com o atendente da polícia foi apresentada ao juri. Ela serviu para demonstrar o drama que estava transcorrendo naquele momento.
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    É importante dizer que chimpanzés e quaisquer outros animais não são malignos ou violentos em condições normais. O fato deles serem mantidos sob cativeiro em situações diferentes do normal entretanto pode resultar em tragédias como essa.
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    http://mundotentacular.blogspot.com.br/2017/09/furia-selvagem-os-brutais-ataques-de.html
    ——————————————-.

  24. Marciano Diz:

    Nossos parentes mais próximos (chimpanzés) são muito mais fortes e têm muito mais armas do que nós.
    Existem muitos animais que escolher ser mansos, por causa da seleção natural, mas se se enfurecerem, são o diabo encarnado.
    Golfinhos também podem ser extremamente perigosos, assim como cavalos e bois. Claro que a égua e a vaca também, para não ofender comunistas, os quais podem ver discriminação de gênero no comentário, achando que estou dizendo que éguas e vacas não são de nada.

  25. Marciano Diz:

    Parece (a julgar pela pergunta e transcrição que a seguiu) que Montalvão, por incrível que pareça, não conhecia a fúria assassina de chimpanzés, ou então, achou que EU não conhecia.
    Se miraculosamente for a primeira hipótese, fique sabendo que somos todos primos dos chimpanzés.
    https://www.publico.pt/2004/05/27/ciencia/noticia/publicada-a-primeira-comparacao-de-cromossomas-humanos-e-de-chimpanze-1194922

  26. Marciano Diz:

    Chimpanzés são tão próximos do homem que deveriam ser classificados no gênero Homo, de acordo com uma pesquisa genética americana.
     
    Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Wayne, em Detroit, dizem que 99,4% do código genético do homem é igual ao dos chimpanzés.
     
    Eles argumentam que os chimpanzés, e outros primatas como os bonobos, deveriam fazer parte do gênero Homo – o grupo taxonômico do reino animal do qual o homem faz parte.
     
    “O que nós mostramos é que os chimpanzés são mais próximos do homem do que são de qualquer outro macaco”, disse à BBC Derek Wildman, co-autor do estudo divulgado pela publicação Proceedings of the National Academy of Sciences.
     
    Neanderthal
     
    Atualmente, o homem – Homo sapiens – é a única espécie classificada sob o gênero Homo.
     
    Os extintos homens de Neanderthal – Homo neanderthalis – também faziam parte do gênero.
     
    “Desde que as pessoas começaram a estudar a evolução dos primatas, há essa dicotomia entre humanos e macacos”, disse Wildman.
     
    A ciência genética moderna oferece a pesquisadores uma nova ferramenta para estabelecer a relação entre as espécies, baseada na semelhança do DNA.
     
    É uma grande diferença em relação ao método tradicional de categorização com base na aparência, hábitos ou forma fóssil.
     
    A equipe da universidade de Detroit comparou 97 códigos genéticos de seis espécies: homens, chimpanzés, gorilas, orangotangos, ratos e os chamados macacos do Velho Mundo.
     
    A partir do estudo, os pesquisadores construíram uma árvore da evolução que mede o grau de proximidade entre os organismos.
     
    De acordo com a análise proposta, chimpanzés e homens ocupam ramos irmãos da árvore da evolução.
     
    Cavalos e burros
     
    As outras espécies mais próximas, na mesma árvore, são pela ordem gorilas, orangotangos e macacos do Velho Mundo.
     
    Nenhum dos primatas é próximo dos ratos, que foram usados como grupo de controle.
     
    “Você pode dizer que homens e chimpanzés são tão próximos como os cavalos são dos burros”, disse Wildman.
     
    “Há essa noção, desde Aristóteles, de que há uma grandes cadeia de seres com o homem no topo e vidas menos complexas na base. Mas, embora intuitiva para algumas pessoas, a noção não parece ter sustentação nos dados.”
     
    A equipe de Detroit diz defender a idéia de que todos os primatas devam ocupar o grupo Hominidae e que três espécies sejam classificadas sob o gênero Homo.
     
    Elas seriam a Homo (Homo) sapiens, ou homens; Homo (Pan) troglodytes, ou chimpanzés comuns; e Homo (Pan) paniscus, ou bonobos.
     
    A teoria deve causar polêmica e nem todos os cientistas aceitarão a nova classificação.

    http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2003/030520_chimpanzeaf.shtml
     
     
    Os cientistas que não aceitam a nova classificação deveriam ser classificados como burros.
    Acham que somos do “reino hominal”.

  27. Marciano Diz:

    Mineral, plantae, fungi, monera, protista, animal e hominal (os chiquistas).
    Se os homens são tão estúpidos que acham que são sui generis, quem pode ser mais estúpido?
    Quem pensa que pertence a outro reino.
    Imagine alguém com o profundo conhecimento de biologia que tem o Arduin, tendo de falar e ouvir falar de “reino hominal”.

  28. Marciano Diz:

    Esqueci-me dos vírus, que são rebeldes, não pertencem a nenhum reino.
    Devem ser republicanos.

  29. Kardec,Bezerra e Chico Diz:

    Bom dia a todos. Tenho li alguns materiais do blog: pobre alma do Chico – não deixam descansar em paz este ser de luz que alumiou milhares de desafortunados.
    E o Divaldo plagiando Paulo Coelho? O espirito pode se aproveitar de material terreno, não problema!
    Mas ainda não falaram do Dr.Bezerra – eis um espírita autentico até depois do desencarne continua no front de batalha contra as hostes do mal que tentam dominar o mundo.

  30. Bezerra Diz:

    Bom dia a todos. Tenho li alguns materiais do blog: pobre alma do Chico – não deixam descansar em paz este ser de luz que alumiou milhares de desafortunados.
    E o Divaldo plagiando Paulo Coelho? O espirito pode se aproveitar de material terreno, não problema!
    Mas ainda não falaram do Dr.Bezerra – eis um espírita autentico até depois do desencarne continua no front de batalha contra as hostes do mal que tentam dominar o mundo.

  31. Orlando Diz:

    Bom dia . Tenho li alguns materiais do blog: pobre alma do Chico – não deixam descansar em paz este ser de luz que alumiou milhares de desafortunados.
    E o Divaldo plagiando Paulo Coelho? O espirito pode se aproveitar de material terreno, não problema!
    Mas ainda não falaram do Dr.Bezerra – eis um espírita autentico até depois do desencarne continua no front de batalha contra as hostes do mal que tentam dominar o mundo.

  32. Bezerra Diz:

    Achei que meu novo apelido estava dando problemas por isso repetiu.
    Desculpem.

  33. MONTALVÃO Diz:

    /
    Pastor, o comentário que segue é da rubrica anterior e lá o postei, mas como pode ser que não o veja posto-o cá também. sesculpem-me pela duliplicidade…
    /.
    ———————————-.
    EU SOU A UNIVERSAL Diz:
    .
    Mas fala de enganação sr Montalvão. Parapsicologia é enganação como toda forma de Espiritismo. Só que o diabo usa nomes sofisticados e religiões rebuscadas como o Kardecismo para enganar os mais eruditos.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pastor, respeito seu modo de pensar, e admiro a facilidade com que demoniza expressões religiosas diferentes da que segue. Entretanto, achar que o demônio é solução para todos os mistérios, em realidade, constitui mais um mistério!
    .
    O mesmo que alguns parapsicólogos dizem da parapsicologia (“sequer sabemos se psi existe”) pode ser dito do capeta: “sequer sabemos se o coisa-ruim existe”.
    .
    De qualquer modo, o que está fazendo é o comum: apresentar Belzebu como o enganador, aquele que bisura nos ouvidos dos mortais ideias tortas e os leva à danação.
    .
    Embora essa idealização também seja discutível (mesmo biblicamente), o ponto que levantei diz respeito à possessão. Se bem entendi, na sua concepção, o capeta domina os corpos daqueles que se julgam dotados de capacidades paranormais e, para mostrar onde se apóia para pensar desse modo, citou textos bíblicos. Lembre-se do que disse:” são apenas pessoas endemoniadas”.
    .
    Ocorre que as referências dadas não fazem menção à possessão!
    .
    Eis o ponto…

  34. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Boas férias, Vitor.
    Quando eu voltar do trabalho, dou uma olhada no livro.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: De Marte, sabe que me preocupo com sua pessoa, não? Como sei que sua memória anda um tanto assoberbada, lembro-lho de quando sair para o serviço não esquecer de levar a marmitinha e a rapadura…

  35. Gorducho Diz:

    O viandante suarento do Eros motivou minha 1ª participação no Sítio :!:

  36. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Parece (a julgar pela pergunta e transcrição que a seguiu) que Montalvão, por incrível que pareça, não conhecia a fúria assassina de chimpanzés, ou então, achou que EU não conhecia.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nem uma nem outra, apenas queria sua opinião de lutador…

  37. MONTALVÃO Diz:

    /
    Kardec,Bezerra e Chico Diz:
    .
    “Bom dia a todos. Tenho li alguns materiais do blog: pobre alma do Chico – não deixam descansar em paz este ser de luz que alumiou milhares de desafortunados.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Chico não alumiou, alumiar é outra coisa: Xavier era um iludido que a muitos iludia! Mas que era uma boa alma disso não resta dúvida…
    /
    /
    “E o Divaldo plagiando Paulo Coelho? O espirito pode se aproveitar de material terreno, não problema!”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é fato que médiuns se aproveitam de material terreno para fomentar suas psicografias, espíritas bem informados sabem disso e têm suas justificativas (se são boas justificativas é outra história). O problema está mais embaixo: toda comunicação dita provinda dos mortos, em verdade, provém do médium. Isto fica claro desde que se perceba que espírito algum consegue demonstrar-se presente nos eventos mediúnicos!
    /
    /
    “Mas ainda não falaram do Dr.Bezerra – eis um espírita autentico até depois do desencarne continua no front de batalha contra as hostes do mal que tentam dominar o mundo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: partindo-se da constatação inequívoca de que espíritos não comunicam, Bezerra também não!

  38. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    O viandante suarento do Eros motivou minha 1ª participação no Sítio :!:
    /.
    CONSIDERAÇÃO: 8/6/2012! Breve comemorará seis aninhos! Onde vai ser a festa?
    .
    Naqueles dias havia várias figuras que não mais se fazem presentes…

  39. MONTALVÃO Diz:

    /
    Por enquanto estou gostando do livro…
    /
    ——————————-.
    “Há muitos anos venho estudando a história e a psicologia do ilusionismo e do paranormal. Durante esse tempo, certas perguntas têm sido dirigidas a mim, e duas em especial.
    .
    A primeira é: você já se deparou com alguma coisa que não conseguiu explicar? A resposta concisa é “não”; mas é preciso levar em consideração, por questões que logo se tornarão evidentes, que qualquer um pode dar uma explicação para eventos aparentemente inexplicáveis.
    .
    Se a explicação é adequada ou não, contudo, é sempre matéria de discussão. Quando respondo a essa pergunta com um “não”, a questão fica sem resolução e uma visão é manifestada: eu não acredito no paranormal.
    .
    E isso me leva à segunda pergunta que sempre me fazem: por que as pessoas acreditam no paranormal?
    .
    A resposta concisa é que elas encontram coisas que não podem explicar de outra maneira.
    .
    Porém, para aqueles que acreditam que tais coisas não são reais, essa não é uma explicação adequada. Nós, os céticos, convencidos de que eles estão errados, queremos saber por que chegam à conclusão errada.
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    Dizemos que é porque eles não são muito sensatos ou porque desejam acreditar em tais coisas. Durante muitos anos, eu disse isso a mim mesmo, até que compreendi que isso também simplesmente não era adequado.
    .
    Tenho encontrado muita gente que crê para pensar que suas crenças são puramente produto de ignorância e “doce ilusão”. E conheço muita gente cética para achar que nossas crenças são impermeáveis a tais fraquezas humanas. Ao mesmo tempo, eu não acredito no paranormal.
    .
    Este livro tenta oferecer uma abordagem alternativa ao problema.
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    Um dos argumentos comuns feitos por aqueles que estudam crenças no paranormal é afirmar que o assunto merece ser estudado porque podemos colocar a primeira pergunta entre parênteses e nos concentrar na segunda.
    .
    Resumindo: mesmo que os fenômenos não existam, muitas pessoas acreditam em tais coisas; portanto, devemos tentar explicar isso por seu próprio mérito.
    .
    Porém, apesar da enorme quantidade de estudos acerca dessa questão, acho que é justo dizer que, até hoje, não temos uma resposta especialmente clara. Acredito haver razões para isso e acredito também que, para que possamos compreender tais crenças, precisamos igualmente colocar a segunda pergunta entre parênteses. Precisamos retroceder um pouquinho mais e considerar a questão em si mesma: quais são essas crenças que desejamos explicar e por que tentamos explicá-las há tanto tempo? Fazer isso demanda uma perspectiva histórica — e esse é o objetivo deste livro: fornecer uma abordagem histórica de um problema psicológico, examinando os fenômenos nos quais as pessoas acreditam, as crenças que têm sido manifestadas em relação a esses eventos e as tentativas de compreender tais crenças.
    .
    Ao fazê-lo, podemos perceber que existem outras razões pelas quais as crenças no que é extraordinário estão por aí há tanto tempo.”
    —————————–

  40. MONTALVÃO Diz:

    /
    Tem um trecho no livro que me gerou dúvidas e pasmo. Depois de agradecer a vários nomes, alguns bem nossos conhecidos, o autor prolata uma frase que, se bem entendi, soa um tanto ofensiva àqueles a que se destina, confiram:
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    “[...]desejo iniciar agradecendo àqueles com quem tive o privilégio de discutir esse assunto tão importante quanto complicado.
    .
    Em especial, Alan Collms, incansável na ajuda que me ofereceu; Graham Richards e Roger Smith, que já haviam auxiliado nas partes dificeis; e meus colegas da BPS [British Psychological Society] Geoff Bunn e Peter Hegarty, da Seção de História e Filosofia da Psicologia. Pelas suas ideias anotadas em rascunhos anteriores, meus agradecimentos a Alan, Graham e Roger, e também a Barry Barnes. [...]
    .
    No universo da parapsicologia eu me beneficiei muito com os conhecimentos dos que estavam de um e de outro lado da grande fronteira. Mais do que qualquer outro, o recém-falecido Bob Morris, cuja definição abrangente de parapsicologia conseguiu abarcar as minhas preferências. [...]
    .
    Em especial, porém, desejo agradecer a Eberhard Bauer, ao falecido John Beloff, Alan Gauld, George Hansen, ao também falecido Marcello Truzzi, a Caroline Watt, Richard Wiseman e Rob Wooffitt.
    .
    [...]Meus agradecimentos especiais, por várias razões, a David Britland, Derren Brown, Eddie Dawes, Thomas Fraps, Paul Harris, Guy Hollingworth, Ricky Jay, Bill Kalush, Gary Kurtz, Peter Lane, Brian Lead, Max Maven, Stephen Minch, Jim Steinmeyer, Juan Tamariz, Barry Wiley e o falecido Tommy Wonder.[...]
    .
    Porém, Edimburgo é um bom local para se ficar na margem, graças a Andy McKinlay e Sue Widdicombe, que me ajudaram a me “encaixar”, pois eu os fiz parecerem convencionais; e Sérgio Delia Sala, porque eu o fiz parecer bemvestido.
    .
    E há muitos outros que eu poderia mencionar, mas, para ser honesto, ninguém lê essas coisas – a menos, é claro, que você espere ser mencionado, em cujo caso você está prestes a se decepcionar.
    .
    Peço perdão, mas vocês sabem, lá no fundo do coração, o quanto lhes sou grato pelo que fizeram, e nomeá-los agora seria me permitir o tipo de adulação crua de que gente menor (como o grupo anterior) precisa para fazê-la se sentir importante.”
    ——————————–.
    /
    CONSIDERAÇÃO: ou entendi muito mal, ou o autor está dizendo que o “grupo anterior”, ou seja, aqueles a quem citou os nomes, é constituído de “gente menor” que precisa de adulação para se sentir importante!

  41. Contra o chiquismo Diz:

    Montalva, viu a rua Viscondessa?
    .
    ..

    .
    Não sabia que o chimpanzé era mau assim. Sei que mau mesmo e que mata muito homem é o hipopótamo.
    .
    Então o chimpanzé (1 apenas) senta a porrada em um homem? Talvez um lutador se desvencilhe. Sei que um jacaré daqueles que nadam ali no Recreio dos Bandeirantes perto do Parque Chico Mendes tem a força de 5 homens.

  42. Gorducho Diz:

    É… e a tradução está certa…
    :?:
    :(

  43. MONTALVÃO Diz:

    /
    Contra o chiquismo Diz:
    .
    Montalva, viu a rua Viscondessa?
    ./
    CONSIDERAÇÃO: vi e respondi…
    /
    /
    “Não sabia que o chimpanzé era mau assim. Sei que mau mesmo e que mata muito homem é o hipopótamo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quem mais mata seres humanos na natureza realmente é o hipopótamo, mais que leões, leopardos, elefantes, jacarés…
    .
    Mortes causadas por chimpanzés são poucas, mas quando calha de haver um ataque sai de baixo!
    .
    Belisquei o Marciano para ver se ele considerava seu jiu-jítsu capaz de habilitá-lo a enfrentar a fera.
    .
    O chimpanzé, apesar de ser nosso primo, não tem qualquer noção de civilidade. Além de dotado de armas mais letais que o homem (maior agilidade, dentes poderosos, unhas que são garras, força superior), quando ataca visa aniquilar a vítima. Olhos, nariz, genitais são as partes visadas… mantenha-se longe…
    .
    /
    /
    “Então o chimpanzé (1 apenas) senta a porrada em um homem? Talvez um lutador se desvencilhe. Sei que um jacaré daqueles que nadam ali no Recreio dos Bandeirantes perto do Parque Chico Mendes tem a força de 5 homens.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois é, consultei um mestre de arte marcial para avaliar a opinião dele: veja que o dito reconheceu a superioridade do adversário…
    .
    Chimpanzé também tem mãos e pés preênseis, ou seja, capazes de apertar com eficácia. Facilmente imobilizariam um homem e atacariam com os dentes. Sai de perto…

  44. Contra o chiquismo Diz:

    Montalva, tou fora do wi fi agora, depois vejo a resposta. Ainda pior que hipopótamos par ao ser humano são os mosquitos. Eu já não era chegado a chimpanzé, agora então… quando eu for ao zoo, vou tratar de atormentar eles he he he… vou levar um DAZZER. Será que o chimpanzé aguenta um taser? Seria bom quem tem um andar com um bem na cintura em caso de ataque.

  45. Orlando Diz:

    Contra, não maltrate os animais. Deixe o chimpanzé em paz faz favor.

  46. MONTALVÃO Diz:

    /
    Contra o chiquismo Diz:
    .

    Montalva, tou fora do wi fi agora, depois vejo a resposta. Ainda pior que hipopótamos para o ser humano são os mosquitos. Eu já não era chegado a chimpanzé, agora então… quando eu for ao zoo, vou tratar de atormentar eles he he he… vou levar um DAZZER. Será que o chimpanzé aguenta um taser? Seria bom quem tem um andar com um bem na cintura em caso de ataque.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se você irritar um chimpanzé e ele não puder atacá-lo é provável que defeque e lance a m* contra você. Vais ficar uma gracinha de cheirosinho assim lambuzado…
    .
    Já os mosquitos constituem categoria à parte, em verdade, eles não matam, como matam hipopótamos, hienas, javalis, etc., eles são transportadores de doenças e, às vezes, morte… Mesmo assim, a maioria deles é inofensiva…

  47. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O Homo sapiens médio tem desempenhos lamentáveis em velocidade de ponta, é muito desajeitado em cima das árvores, tem fraca capacidade muscular (um chimpanzé de 50 Kg tem o dobro da força de um homem de 70 Kg), é destituído de garras, os dentes são fracos e pequenos e a força das mandíbulas é risível, mas conseguimos compensar estas fraquezas com um cérebro desproporcionadamente grande – em média 1350 cm³, enquanto o chimpanzé se fica pelos 390 e o gorila pelos 465, apesar de este último ter um corpanzil de 135 a 180 Kg. Mas, como Lieberman faz questão de realçar, o cérebro grande (e tudo o que lhe está associado, como a linguagem e a capacidade de cooperação) não explica tudo no nosso peculiar caminho evolutivo.
    .
    Desenvolvemos também algumas capacidades físicas invulgares: não somos bons em sprint, mas poucos nos batem em corrida de fundo, sobretudo a temperaturas elevadas e em atmosferas secas. Antes de termos desenvolvido armas mais sofisticadas – como o arco e flecha –, a técnica de caça apostava menos na eficácia dos chuços de madeira do que no sobreaquecimento das vítimas: embora uma zebra seja muito mais rápida que um homem, os caçadores não a deixavam em paz e alcançavam-na de cada vez que ela parava para retomar o fôlego e arrefecer.
    .
    O corpo humano, sem pêlo e com abundância de glândulas sudoríparas, dispõe de uma capacidade de arrefecimento imbatível e o nosso invulgar apêndice nasal (estamos habituados a ele, mas se pensarmos um pouco não há nada parecido entre os mamíferos) está desenhado para humidificar eficazmente o ar antes de este chegar aos pulmões. É verdade que o sentido do olfacto é fraco, mas é compensado pela inteligência que permite aos caçadores humanos interpretar as pistas deixada pela zebra e dar com ela um pouco mais adiante. Ao fim de alguns quilómetros sob o sol inclemente do meio-dia africano e da repetição deste ciclo algumas vezes, a zebra colapsa: KO por insolação. Não é lá muito heróico, não é façanha que dê para contar à noite em volta da fogueira, mas antes isso que morrer de um coice (o coice de uma zebra pode incapacitar um leão, imagine-se o que fará a um símio pouco atlético).”
    .
    (Resenha do Livro: A HISTÓRIA DO CORPO HUMANO – Daniel Lieberman)

  48. Marciano Diz:

    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: ou entendi muito mal, ou o autor está dizendo que o “grupo anterior”, ou seja, aqueles a quem citou os nomes, é constituído de “gente menor” que precisa de adulação para se sentir importante!
    ===============================================================
     
    Gostaria de ver o original, pois está me parecendo erro de tradução.
    Ninguém seria tão grosseiro e contraditório. Elogia e depois menoscaba.
     
    ===============================================================
    Talvez um lutador se desvencilhe.
    ===============================================================
     
    Tentei achar, sem sucesso.
    Sei de um caso, através de jornal, em que um lutador invadiu o local onde se encontrava uma chimpanzé (fêmea), para testar-se.
    Por causa da barulhada, foi salvo a tempo, mas baixou hospital, todo rasgado.
     
    Como eu disse acima (ou foi no outro tópico?), nenhum humano ganha de chimpanzé na porrada. Só se for filhote de chimpanzé, um chimpanzé caquético, à beira da morte, por idade ou doença.
     
    ===============================================================
    É… e a tradução está certa…
    ===============================================================
    :?:
    :cry:
     
    Onde foi que encontrou a versão original?
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: quem mais mata seres humanos na natureza realmente é o hipopótamo, mais que leões, leopardos, elefantes, jacarés…
    ===============================================================
     
    Deixe de besteira, homem!
    Eu te tenho na conta de sujeito sábio.
    O homem faz parte da natureza e quem mais mata seres humanos são os seres humanos. Não precisam nem de uma guerrinha.
    Faça as contas direito.
     
    ===============================================================
    Belisquei o Marciano para ver se ele considerava seu jiu-jítsu capaz de habilitá-lo a enfrentar a fera.
    ===============================================================
     
    Sou jiujiteiro, mas não sou retardado.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: pois é, consultei um mestre de arte marcial para avaliar a opinião dele: veja que o dito reconheceu a superioridade do adversário…
    ===============================================================
     
    Esse mestre tem juízo.
     
    ===============================================================
    Será que o chimpanzé aguenta um taser? Seria bom quem tem um andar com um bem na cintura em caso de ataque.
    ===============================================================
     
    A ação do taser é de pouca duração. Humanos se recuperam rapidamente. Tem até alguns que precisam de mais de uma descarga.
     
    NÃO PRECISA SE PREOCUPAR. Além do fato de não ser comum vermos chimpanzés andando por aí, eles são mansos. São raríssimos os casos de ataque a humanos.
     
    ===============================================================
    Já os mosquitos constituem categoria à parte, em verdade, eles não matam, como matam hipopótamos, hienas, javalis, etc., eles são transportadores de doenças e, às vezes, morte… Mesmo assim, a maioria deles é inofensiva…
    ===============================================================
     
    É verdade. Além disso, eles só transmitem as doenças que estão transmitindo se picarem um humano infectado.
    Os casos em que o mosquito transmite de um macaco para um humano são poucos.
     
    Leia isto:
     
    http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/zoonoses/publicacoes/Febre_amarela_informacoes_para_populacao.pdf

  49. Marciano Diz:

    O “leia isto” foi para o CoC.

  50. MONTALVÃO Diz:

    /
    ===========================================
    CONSIDERAÇÃO: quem mais mata seres humanos na natureza [SELVAGEM] realmente é o hipopótamo, mais que leões, leopardos, elefantes, jacarés…
    =========================================
    /
    Caso alguém questione a assertiva, acrescente-se: aqui não falo de mortes perpetradas por espécie contra a própria espécie…

  51. Gorducho Diz:

    Entendi… ele alfineta aqueles que ficam esperando serem mencionados por mero orgulho & vaidade.
    E, claro, ele não pode citar todos que de alguma forma colaboraram…
    Não esta se referindo às pessoas que ele mencionou.
     
     
    And there are many others I could mention, but to be honest, nobody reads these things. Unless, of course, you are waiting to be mentioned, in which case, you are about to be disappointed. Sorry about that, but you know in your heart how much I appreciate all you have done, and to name you now would be to indulge in the sort of crude flattery that lesser folk (like that lot above) need in order to make them feel important.

  52. Marciano Diz:

    Exactly!
    That would be the worst imaginable way to thank someone for his cooperation.
    Only people out of their mind would be so stupid.
    That’s why, I guess, it’s important to master two languages to translate one into another.
    It’s way too easy to derail when you just skim the surface of a subject.

  53. Marciano Diz:

    Montalvão, it’s extremely important to know idioms, phrasal verbs, false cognates, in order not to make mistakes that distorts completely the meaning of what you say.

  54. Marciano Diz:

    Constructive criticism is not a bad thing to do. On the contrary, its purpose is to contribute to mutual understanding and to help those in need.

  55. Marciano Diz:

    PM TO MONTALVÃO
    Not to be read by anyone else.
    Notice the difference between “its” and “it’s”.
    The first is a possessive adjective, the second, a contraction of “it is” or “it has”. Verbs conjugated in the third (neutral) person, Indicative Present.

  56. Marciano Diz:

    PM TO MONTALVÃO
    Things get complicated when a pronoun, like any good understudy, takes on different guises, depending on the roles it plays in the sentence. Some pronouns are so well disguised that you may not be able to tell one from another. Enter that and which; it’s and its; who’s and whose; you’re and your; who and whom; everybody and nobody; and their, they’re, and theirs.
    END OF PM TO MONTALVÃO

  57. Marciano Diz:

    PM TO MONTALVÃO
    The smaller the word, the handier it is. And it is about as useful as they come. It can stand in for anything -a stuffed piranha, existentialism, the Monroe Doctrine, or buttered toast. It’s a very versatile pronoun! But did you notice what just happened?
    I added an s and got it’s -or should that be its? Hmmm.
    When do you use it’s, and when do you use its?
    This is a teeny-weeny problem that trips up even the
    smartest people. They go wrong when they assume that a word with an apostrophe must be a possessive, like Bertie’s aunt. But an apostrophe can also stand for something that’s been omitted (as in contractions, which are run-together words like can’t and shouldn’t) . In this case, it’s is short for it is.
    Plain its is the possessive form. So here’s the one and only rule you need:
    If you can substitute it is, use it’s.
    It’s can also be short for it has.
    What a difference an apostrophe makes. Every possessive has one, right? Well, not necessarily so. It (like he and she) is a pronoun -a stand-in for a noun-and pronouns don’t have apostrophes when they’re possessives: His coat is too loud because of its color, but hers is too mousy.
    Now, as for it’s (the one with the punctuation), the apostrophe stands for something that has been removed. It’s is short for it is, and the apostrophe replaces the missing i in is. The parakeet is screeching because it’s time to feed him.
    Here’s how to keep its and it’s straight:
    If the word you want could be replaced by it is, use it’s.
    If not, use its.
     
    An itsy-bitsy problem
    Used to give me fits.
    Why use an apostrophe
    With it’s but not with its?
    The answer to this little quiz:
    The longer it’s stands for “it is,”
    While the its that’s less impressive
    Is the one that’s a possessive.
    END OF PM TO MONTALVÃO

  58. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    Entendi… ele alfineta aqueles que ficam esperando serem mencionados por mero orgulho & vaidade.
    E, claro, ele não pode citar todos que de alguma forma colaboraram…
    Não esta se referindo às pessoas que ele mencionou.
    /
    Marciano Diz:
    .
    Exactly!
    /
    ———————————
    “E há muitos outros que eu poderia mencionar, mas, para ser honesto, ninguém lê essas coisas – a menos, é claro, que você espere ser mencionado, em cujo caso você está prestes a se decepcionar.
    .
    Peço perdão, mas vocês sabem, lá no fundo do coração, o quanto lhes sou grato pelo que fizeram, e nomeá-los agora seria me permitir o tipo de adulação crua de que gente menor (como o grupo anterior) precisa para fazê-la se sentir importante.”
    —————————-
    /
    CONSIDERAÇÃO: 6,2 são cês dois mesmo! Charada matada! Nada como falar com quem entende!

  59. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    PM TO MONTALVÃO
    [...]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Great! tanqueiú verimátche!

  60. Marciano Diz:

    FOR MONTALVÃO’S EYES ONLY
    Have you noticed the apostrophe above, Montalvão?
     
    ANOTHER FREE LESSON.
     
    Most other languages are smarter than English. To show possession in French, for example, you say
    “the pen of my aunt (la plume du ma tante)”
    “the fine wines of that corner bar”
    “the letters of the lovers” and so on.
    You can say the same thing in English, too, but English has added another option — the apostrophe.
     
    Take a look at these same phrases — with the same meaning — using apostrophes:
    my aunt’s pen
    that corner bar’s fine wines
    the lovers’ letters
     
    All of these phrases include nouns that express ownership. I like to think of the apostrophe as a little hand, holding on to an s to indicate ownership or possession. In the first two examples, you notice that the apostrophe shows singular nouns that own something (aunt’s, bar’s).
    In the third example the apostrophe indicates that a plural noun (lovers’) owns something.
    No, I’m not talking about the ownership of real estate or singles who sit in bars asking, “What’s your sign?” or “Come here often?”
    I’m talking about using apostrophes to show ownership with singular nouns. Here’s the bottom line:
     
    To show possession by one owner, add an apostrophe and the letter s to the owner:
    the dragon’s burnt tooth (the burnt tooth belongs to the dragon).
    Lulu’s pierced tooth (the pierced tooth belongs to Lulu)
    Michael’s gold-filled tooth (the gold-filled tooth belongs to Michael).
     
    Another way to think about this rule is to see whether the word of expresses what you’re trying to say. With the of method, you note the sharp tooth of the crocodile = the crocodile’s sharp tooth
     
    the peanut-stained tooth of the elephant = the elephant’s peanut-stained tooth, and so on.
     
    Sometimes, no clear owner appears in the phrase. Such a situation arises mostly when you’re talking about time. If you can insert of into the sentence, you may need an apostrophe. For an idea of how to run the “of test,” read these phrases:
     
    one week’s tooth cleaning = one week of tooth cleaning
    a year’s dental care = one year of dental care
     
    Here’s the bottom line: When you’re talking about time, give your sentence the “of test.” If it passes, insert an apostrophe.
     
    Which sentence is correct?
    A. Lulu told Lola that Roger needs a years work on his gum disease.
    B. Lulu told Lola that Roger needs a year’s work on his gum disease.
     
    Answer. Sentence B is correct because Roger needs a year of work on his mouth. (Actually, he needs false teeth and maybe a nose job, but the year’s gum work is a start.)
     
    You’d be finished figuring out apostrophes now if everything belonged to only one owner. Bill Gates is close, but even he hasn’t taken over everything (yet). So for now, you need to deal with plural owners. The plurals of most English nouns — anything greater than one — already end with the letter s.
     
    To show ownership, all you do is add an apostrophe after the s. Take a look at these examples:
     
    ten gerbils’ tiny teeth (the tiny teeth belong to ten gerbils)
    many dinosaurs’ petrified teeth (the petrified teeth belong to a herd of dinosaurs)
    a thousand sword swallowers’ sliced teeth (the sliced teeth belong to a thousand sword swallowers)
     
    The of test works for plurals, too. If you can rephrase the expression using the word of, you may need an apostrophe. Remember to add the apostrophe after
    the letter s.
    three days’ dental work on those false teeth = three days of dental work
    sixteen years’ neglect on the part of Lulu’s dentist = sixteen years of neglect
    two centuries’ pain of rotten teeth = two centuries of pain
     
    Which is correct?
    A. The dentist has only one goal in life: to clean the Yankee’s teeth.
    B. The dentist has only one goal in life: to clean the Yankees’ teeth.
     
    Answer: Sentence A is correct if you’re talking about one player. Sentence B is correct if you’re talking about 24 sets of teeth, or all the choppers on the team.
     
    Try another. Which sentence is correct?
    A. The Halloween decorations are decaying, especially the pumpkins teeth.
    Sam carved all ten jack-o-lanterns, and he can’t bear to throw them away.
    B. The Halloween decorations are decaying, especially the pumpkins’ teeth. Sam carved all ten jack-o-lanterns, and he can’t bear to throw them away.
    C. The Halloween decorations are decaying, especially the pumpkin’s teeth. Sam carved all ten jack-o-lanterns, and he can’t bear to throw them away.
     
    Answer: Sentence B is correct. The context of the sentence (all ten jack-olanterns) makes clear the fact that more than one pumpkin is rotting away. In sentence B, pumpkins’ expresses a plural possessive. In sentence A, pumpkins has no apostrophe, though it clearly shows possession. In sentence C, the apostrophe is placed before the s, showing a single pumpkin.
     
    In many of my examples in this free lesson, I use the word “teeth.” (You’re hearing chomping in your sleep, right?) The word teeth is plural, but teeth doesn’t
    end with the letter s. In other words, teeth is an irregular plural. To show ownership for an irregular plural, add an apostrophe and then the letter s (teeth’s).
     
    Check out these examples:
    teeth’s cavities (The cavities belong to the teeth.)
    children’s erupting teeth (The erupting teeth belong to the children.)
    the three blind mice’s imaginary teeth (The imaginary teeth belong to the three blind mice.)
    the women’s lipstick-stained teeth (The lipstick-stained teeth belong to the women.)
    the mice’s cheesy teeth (The cheesy teeth belong to the mice.)
    geese’s missing teeth (No teeth belong to the geese because, as of course you know, birds have beaks instead.)
     
    What happens when two single people own something? In real life they go to court and fight it out (and I get some money). In grammar, they (or you) add one or two apostrophes, depending upon the type of ownership. If two people own something together, as a couple, use only one apostrophe.
     
    George and Martha Washington’s home (The home belongs to the two of them.)
    Larry and Ella’s wedding (The wedding was for both the blushing groom and the frightful bride.)
    Lulu and Lola’s new set of nose rings (The set was too expensive for either one alone, so Lulu and Lola each paid half and agreed to an every other week wearing schedule.)
    Roger and the superspy’s secret (Roger told it to the superspy, so now they’re sharing the secret, which concerns doughnuts and explosives.)
     
    If two people own things separately, as individuals, use two apostrophes:
    George’s and Martha’s teeth (He has his set of teeth — false, by the way — and she has her own set.)
    Lulu’s and Gary’s new shoes. (She wears size 2, and he wears size 12. Hers are lizard skin with four-inch heels. His are plastic with five-inch heels.)
    Eggworthy’s and Roy’s attitudes towards dieting. (Eggworthy doesn’t worry about cholesterol. Roy monitors every scrap of food he eats.)
    Lester’s and Archie’s sleeping habits (You don’t want to know. I’ll just say that Lester sleeps all night, and Archie sleeps all day.)
    Cedric’s and Lola’s fingernails. (He has his; she has her own; both sets are polished and quite long.)
     
    Speaking of plurals: Remember that an apostrophe shows ownership. Don’t use an apostrophe when you have a plural that is not expressing ownership.
     
    Here are some examples:
    RIGHT: Bagels stick to your teeth.
    WRONG: Bagel’s stick to your teeth.
    ALSO WRONG: Bagels’ stick to your teeth.
    Look at another set:
    RIGHT: The gnus gnashed their teeth when they heard the news.
    WRONG: The gnus’ gnashed their teeth when they heard the news.
    ALSO WRONG: The gnu’s gnashed their teeth when they heard the news.
     
    To sum up the rule on plurals and apostrophes: If the plural noun is not showing ownership, don’t use an apostrophe. If the plural noun shows ownership,
    do add an apostrophe after the s (for regular plurals). For irregular plurals showing ownership, add ’s.
     
    I have to admit that in two special cases, apostrophes do show up in plurals. If you’re writing the plural of a lowercase letter, you add an apostrophe and an s. To help the reader along, you should italicize the letter but not the apostrophe or the s. Like this: the (ts.
    If you’re writing the plural of a word used as a word (not for what it means), italicize the word and add a nonitalicized s (with no apostrophe). If you’re writing with a pen, not a computer, italics aren’t possible. Pen-writers should place the plural of the word used as a word or the letter in quotation marks and add an apostrophe and an s.
     
    Take a peek at these examples:
    You have too many f’s in that word, young lady!
    The boss throws “impossible’s” into every discussion of my raise.
    Up until a few years ago, the plurals of capital letters, numbers and symbols were also formed with apostrophes (F’s, 1960’s, and &’s , for example). Most writers now omit the apostrophe in these cases (Fs, 1960s and &s). So far, civilization hasn’t crumbled from the shock.
     
    Stay tuned!
    There is more coming up, and what’s better: for free.
    If I lose my clients by neglecting them, writing too often in this blog, I can still make a living teaching English. Then, you’ll have to pay for these lessons.

  61. Marciano Diz:

    Montalvão, o grupo anterior é constituído por aqueles (anônimos) que esperam ser citados. Não os que foram realmente citados acima.
    Acho que entendeu, pois negritou o grupo dos que esperam ser mencionados e a posterior referência a eles (não aos que foram mencionados antes, o que seria um absurdo maior do que parapsicologia).
    Espero que estude as lições que lhe dei gratuitamente.
    Vou passar uns exercícios para você. Se não responder corretamente, vou parar de perder tempo contigo e dar razão ao Vitor (não adianta, tá velho demais).

  62. Marciano Diz:

    Para começar, redija um pequeno texto em inglês, empregando “its” e “it’s”.
    Não precisa ser em versos, como o exemplo acima.
    E coloque alguns apóstrofes indicando propriedade ou posse.
    Se não o fizer, entenderei que não tem capacidade de aprendizado de línguas estrangeiras e deixarei de perder meu tempo com um velho caduco.

  63. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Para começar, redija um pequeno texto em inglês, empregando “its” e “it’s”.
    Não precisa ser em versos, como o exemplo acima.
    E coloque alguns apóstrofes indicando propriedade ou posse.
    Se não o fizer, entenderei que não tem capacidade de aprendizado de línguas estrangeiras e deixarei de perder meu tempo com um velho caduco.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: como sei-o ansioso por respostas rápidas, respondo rapidamente: pode ser hoje mais tarde? Chega essa hora fico que nem você: com um soninho…

  64. Marciano Diz:

    Claro que pode, Montalvão, mas lembre-se de que futuras aulas custarão exercícios como o que passei.
    Desde que eu veja progresso, continuo com as aulas.
    Se não estiver dando bola para as aulas, paro, pois não quero que você pise em minhas aulas e, voltando-se contra mim, me despedace.

  65. Gorducho Diz:

    DÚVIDA profe…
     
    se escreve
    Vinicius’s bike
    ou
    Vinícius’ bike
    :?:
    Aliás desconfio que tenha uma certa diferença entre o americanês e o inglês nisso…
    :?: :?: :?:

  66. MONTALVÃO Diz:

    /
    FOR MONTALVÃO’S EYES ONLY
    Have you noticed the apostrophe above, Montalvão?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: yes…

  67. Gorducho Diz:

    I do

  68. Gorducho Diz:

    em americanês… acho
    :P

  69. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Vou passar uns exercícios para você. Se não responder corretamente, vou parar de perder tempo contigo e dar razão ao Vitor (não adianta, tá velho demais).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pô, que professor brabo esse, hem? Só aceita aluno nota dez? Não pode ser assim, you must know the mode of your pupils. I’m, for example, understand slowly, but after I learned take care with me!
    .
    Vitor has his reasons, but Vitor’s reasons is not my reasons…
    .
    Yours ways is not my ways, says the Lord.

  70. MONTALVÃO Diz:

    /
    DÚVIDA profe…

    se escreve
    Vinicius’s bike
    ou
    Vinícius’ bike
    /.
    CONSIDERAÇÃO: the pupil answer: “Vinicius’ bike”, I suppose…

  71. MONTALVÃO Diz:

    This is because I suppose (from the Marciano’s lesson):
    /
    “To sum up the rule on plurals and apostrophes: If the plural noun is not showing ownership, don’t use an apostrophe. If the plural noun shows ownership,
    do add an apostrophe after the s (for regular plurals). For irregular plurals showing ownership, add ’s.”

  72. MONTALVÃO Diz:

    /
    THE MARS SAID:
    Stay tuned!
    There is more coming up, and what’s better: for free.
    If I lose my clients by neglecting them, writing too often in this blog, I can still make a living teaching English. Then, you’ll have to pay for these lessons.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: well, I intented enjoy while is free: the lessons has great value, I know, but I don’t have enough money to pay theirs costs. I’m sorry, but poor pupils have this problem…

  73. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Para começar, redija um pequeno texto em inglês, empregando “its” e “it’s”.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: Well, I’m must out of order, but your words are a order! Take it:
    /
    My dog it’s a danger thing, take easy with it. When it’s with its bone keep away!
    .
    My teacher is a stranger man, by the way his pet is very happy, its happiness is visible: it’s lovely! He has a bat…

  74. Gorducho Diz:

    Parque de Santiago

  75. Gorducho Diz:

    Pra membros da família se usa tratamento hominal…
    Aliás no UK não é de nada bom-tom confundir o gênero do animal. Provavelmente causará expressiva irritação no(a) “dono”(a).
    1° passo: ask :!:

  76. MONTALVÃO Diz:

    /
    Dear master: if my classification is not be 10, as you please, escuse me, I promise to be better away

  77. MONTALVÃO Diz:

    /
    Em verdade, quando afirmo que nada sei de inglês falto com a verdade, a verdade é que sou bien habilidoso nessa língua: comunico-me com os indígenas com muita fluência. Dou exemplo:
    .
    Em minha última viagem internacional, estava eu em Virginia City olhando mercadorias numa store. Um solícito vendedor aproximou-se e disse:
    .
    Do you like?
    .
    Compreendi sem dificuldade e respondi:
    .
    Uél, laikar a gente laika, mas moni que é gud a gente não ráve!
    .
    O vendedor retirou-se, ostentando um baita sorriso no rosto. Compreendi que a comunicação havia se firmado por inteiro.
    .
    Versatilidade é tudo!

  78. MONTALVÃO Diz:

    /
    “1° passo: ask”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: thanks, my friend, registered!

  79. MONTALVÃO Diz:

    /
    I’m a anta, I forgott a word in the phrase that I wrote before:
    ——————————-
    Dear master: if my classification is not be 10, as you demand, please, escuse me, I promise to be better away
    —————————————-

  80. Contra o chiquismo Diz:

    Montalva, viu o vídeo dos 3 comédias que foram roubar a academia de boxe? Um chimpanzé não encara aquele professor ali. Até o Marciano ia ficar com medo daquele professor ali :mrgreen:
    .
    .
    Obrigado pelo link Marciano. Já conhecia as informaçoes e vacinei tb.
    .
    .
    Orlando , vou te jogar na jaula com 3 gorilas machos no cio!
    .
    .
    E uma briga com gorila? Esse sim acredito que não dê pra um humano.
    .
    .
    Um professor de artes marc me disse que com um ataque de cachorro grande só se tem uma chance: soco bem colocado na garganta no hora que ele avançar ou pular em cima.

  81. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalva, viu o vídeo dos 3 comédias que foram roubar a academia de boxe? Um chimpanzé não encara aquele professor ali. Até o Marciano ia ficar com medo daquele professor ali :mrgreen:
    /.
    CONSIDERAÇÃO: vi não…
    .

    “E uma briga com gorila? Esse sim acredito que não dê pra um humano.”
    .
    CONSIDERAÇÃO: gorilas são mais fortes que chimpanzés, mas são menos agressivos, se não se sentir provocado é capaz de não incomodar o humano, caso aconteça de se encontrarem…
    Um professor de artes marc me disse que com um ataque de cachorro grande só se tem uma chance: soco bem colocado na garganta no hora que ele avançar ou pular em cima.

  82. MONTALVÃO Diz:

    /
    Esqueci desta:
    /
    —————————-
    “Um professor de artes marc me disse que com um ataque de cachorro grande só se tem uma chance: soco bem colocado na garganta no hora que ele avançar ou pular em cima.”
    —————————
    /.
    CONSIDERAÇÃO: isso se o cachorro pular em cima, alguns preferem atacar as pernas, aí vai ficar difícil socá-lo. Outro ponto sensível é o focinho, uma pancada nessa região pode até pô-lo a nocaute.
    .
    Há várias maneiras de enfrentar um cachorro bravo. A melhor delas é sair de perto…
    .
    Se não der para escapar, pode pegar algo que faça barulho e gritar enquanto bate com a coisa no chão, em parede, muro: quanto mais barulho melhor. Boa parte dos cães ficam desnorteados e desistem. Alguns cães parecem muito ferozes, porém basta bater com o pé no chão com força, gritar e sacudir os braços que eles fogem.
    .
    Há poucos dias fui cercado por dois pastores alemães e consegui controlá-los só no comando de voz, mas não garanto que consiga o mesmo com quaisquer outros…
    .
    Se se atracar com o bicho pode tentar um mata-leão, conseguindo dominar o pescoço da fera tem grande chance de se safar, contudo, dependendo da ferocidade do atacante vai ter que apertar até matá-lo, ou deixá-lo desacordado.
    .
    Se o cachorro ficar por cima a saída é proteger o rosto das mordidas e trançar as pernas em torno dos rins do animal (como fazem os lutadores de jiu-jitsu). Esse golpe é fatal caso o aperto seja com bastante força.

  83. Marciano Diz:

    Desconheço diferença entre o uso do apóstrofe em pronomes possessivos no inglês americano e no da Inglaterra.
     
    Claro que o inglês que uso é o americano, pois é o mais falado no mundo.
    Mesmo fora dos EUA.
     
    Em se tratando de línguas, só 10 é aceitável. Matemática, também, acho.
     
    Como se pode prosseguir em matemática, sem conhecer tudo do básico?
    Como prosseguir em qualquer gramática, sem conhecer completamente o básico?
     
    Montalvão, como você é muito brincalhão, nunca sei quando está brincando ou falando seriamente.
     
    Supondo que esteja sendo sempre sério, seu inglês é bem pior do que eu pensava.
    Veja:
     
    you must know the mode of your pupils. I’m, for example, understand slowly, but after I learned take care with me!
    .
    Vitor has his reasons, but Vitor’s reasons is not my reasons…
    .
    Yours ways is not my ways, says the Lord.

     
    Escreve portinglês, confunde “is” (singular) com “are” (plural).
    Confunde Yours com your.
     
    “Your” English sucks! You can say this language is “yours”. Nobody else speaks it.
     
    Veja Isaías, citado por você:
     
    “For my thoughts are not your thoughts, neither are your ways my ways,” declares the LORD.
     
    King James, a preferida do Gorducho:
     
    For my thoughts are not your thoughts, neither are your ways my ways, saith the LORD.
     
    Pelo menos acertou o “Vinicius’ bike”, mas não teve certeza.
     
    CONSIDERAÇÃO: well, I intented enjoy while is free: the lessons has great value, I know, but I don’t have enough money to pay theirs costs. I’m sorry, but poor pupils have this problem…
     
    Well, I intenDed TO enjoy IT, (comma) while IT’S (ou IT IS) free. The lessons HAVE a great value.
     
    Seu problema com plural e singular parece sem solução.
     
    CONSIDERAÇÃO: Well, I’m must out of order, but your words are a order! Take it:
     
    You must be OUT of order. My words are AN order.
     
    My dog it’s é anacoluto em português e em inglês.
    Para que serve o pronome?
    My dog IS.
     
    O artigo indefinido “a” transforma-se em “an” antes de palavras iniciadas por vogais ou “h” mudo.
    Ex.: a dog, a house, an order, an honor (Gorducho parece preferir honoUr”.
     
    Take IT easy with it.
     
    When it’s with its bone keep away!
    Nesse quesito, a nota é nove. Not “when it is with its bone, mas “when it HAS its bone”. Ficaria interessante: When it’s its bone.
     
    My teacher is a STRANGE man. Stranger than this I can’t imagine.
     
    Quando ao uso de it’s e its, NOTA DEZ.
     
    Is not be :?:
     
    EXCUSE ME, com X, mas NESTE caso, você não está pedindo licença, está pedindo desculpas, então use PARDON ME ou I’M SORRY.
     
    WTF is “better away”?
     
    ANTA, em inglês, é TAPIR. Curioso é que em porguês TAMBÉM pode ser TAPIR, de Tapirus terrestris.

     
    Inglês é uma língua meio latina (no sentido de quase 50% de palavras com origem no latim, diretamente ou através do francês, principalmente, e de outras línguas latinas, como o espanhol e até o português).
     
    O que você anda fazendo com seus cães, Montalvão?
    Espero que não esteja treinando artes marciais com eles.
     
    Cachorro representa perigo, dependendo da raça. Com alguns, só um peteleco resolve. Com outros, é melhor rezar para Santo Antonio.
    O cachoro reza para São Lázaro.
    http://fatimasoares-mestremorya.blogspot.com.br/2009/12/sao-lazaro-o-protetor-dos-cachorros-dia.html
     
     
    Como dizia aquele cyborg que tinha fascinação com Marte, I’ll be back.

  84. Marciano Diz:

    QUANTO ao uso, não QUANDO ao uso.
    Poltergeist na área.
    The terminator will be back.

  85. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Supondo que esteja sendo sempre sério, seu inglês é bem pior do que eu pensava.”
    .
    “Escreve portinglês, confunde “is” (singular) com “are” (plural).
    Confunde Yours com your.”
    .
    “Seu problema com plural e singular parece sem solução.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: amado mestre, minha intuição mística diz que o aluno adequado ao seu alto nível de saber é aquele que detenha boa base linguistico-gramatical e necessite tão somente de pequenas correções; não será um reles “the book is on the table” qual este que vos fala que atenderá a tal requisito.
    .
    Caminharei como sempre fiz, alone. Se chegar a bom termo contabilizo o lucro, se naufragar valeu a tentativa…
    /
    /
    O que você anda fazendo com seus cães, Montalvão?
    Espero que não esteja treinando artes marciais com eles.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: para quem quiser conferir: estão mais bem tratados que o dono: vacinados, vermifugados, livres de parasitos, saudáveis, bem alimentados, e, quase todos, têm vida longa.
    .
    Minhas considerações ao Contra foram meramente teóricas, não consubstanciam ensino seguro (testado), muito menos garantia de sucesso. O único conselho que reputo efetivamente válido é o primeiro deles: saia de perto! Ao qual acrescento: se não der, reze, grite, chore, peça socorro…
    .
    Eu é que, doido que sou, assevero que recorreria aos enfrentamentos citados (ou a outros), conforme o evento mo indicasse, mas, obviamente, correndo o risco pertinente de me dar mal. Mesmo assim, preferirei tentar rechaçar o ataque a simplesmente me entregar à ferocidade do atacante. Mas, quando surgir ocasião (espero que nunca) pode ser que nada saia conforme o anunciado: vai que bata uma paralisia de pânico e toda a teoria esboroe?
    .
    Em suma, não bazofio valentia para na hora do vamos ver dar vexame, apresento, sim, uma hipótese de ação, que será devidamente testada quando a oportunidade se oferecer…(Pai, afasta de mim esse cálice)…

  86. Marciano Diz:

    Extraído de matéria da Scientific American, sobre o ataque do Travis:
     
    How strong are they?
    The chimpanzee has strength for a human that is utterly incomprehensible. People watch pro wrestlers on TV and think they are strong. But a pro wrestler would not be able to hold a chimpanzee still if they wanted to. Chimpanzee males have been measured as having five times the arm strength as a human male. Even a young chimpanzee of four or five years, you could not hold it still if you wanted to. Pound-for-pound, their muscles are much stronger. And the adult males, like Travis—unless his were filed down—have big canine teeth. So you have a very dangerous creature in front of you that is impossible to control.
     
    https://www.scientificamerican.com/article/why-would-a-chimpanzee-at/
     
    Já a cachorrada, depende da raça.
    http://www.insidedogsworld.com/top10-most-dangerous-dog-breeds-in-theworld/

  87. Marciano Diz:

    Além das unhas e dentes, eles chegam a ter cinco vezes mais força do que um homem.
    Proporcionalmente, seus músculos são muito mais fortes do que os músculos dos humanos.
    Como disse Montalvão, os gorilas são mais mansos, mas se ficarem enfurecidos…
    https://www.youtube.com/watch?v=NXLUVV6c278

  88. Marciano Diz:

    Bem que eu tentei, mas não consegui ler o livro do Lamont.
    Dizem que não se deve julgar um livro pela capa. A capa, tanto da edição traduzida pela Alzira quanto a do original, já tiram a vontade.
    Capa do livro traduzido, disponibilizado no blog:
    https://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539306619,crencas-extraordinarias/capa&imgrefurl=http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539306619,crencas-extraordinarias&h=681&w=454&tbnid=HVZvJTCKjqPNWM:&tbnh=160&tbnw=106&usg=__FnggfXGkTij-W9U4VTBlVpRfEBA%3D&vet=10ahUKEwiE6-rt89DZAhWCv1MKHWdXA9MQ_B0IdjAK..i&docid=fCv2KnjetQZG2M&itg=1&sa=X&ved=0ahUKEwiE6-rt89DZAhWCv1MKHWdXA9MQ_B0IdjAK
    Capa do original:
    https://www.amazon.com/Extraordinary-Beliefs-Historical-Approach-Psychological/dp/1107688027

  89. Marciano Diz:

    Em vez desse link enorme, é só clicar no link do próprio blog e descer até à capa.
    E quem é Lamont?
    Ele mesmo responde:
    https://www.ed.ac.uk/profile/peter-lamont
    I am a member of the British Psychological Society, and a former Secretary of the BPS (History and Philosophy Section). I am a member of the Society for Psychical Research, a Fellow of the Institute for Cultural Research, an Associate of the Inner Magic Circle, and a former President (and Honorary Member) of the Edinburgh Magic Circle. I am a reviewer for several academic journals, including History of Psychology, Journal of the History of the Behavioral Sciences and History of the Human Sciences. I am also co-founder of the Edinburgh Secret Society (but I can’t say anything about that).
    Membro da SPR.

  90. Contra o chiquismo Diz:

    Montalva e Marciano, mandei via telefone os 3 que roubaram a academia. Só dar uma olhada.

  91. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalva e Marciano, mandei via telefone os 3 que roubaram a academia. Só dar uma olhada.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: até que o 3º tentou se engraçar, mas não deu nem para a saída…

  92. MONTALVÃO Diz:

    /
    TRECHO DO LIVRO:
    /
    —————————————.
    Aconteceu algo extraordinário… diante de uma multidão de estranhos, um homem pediu a uma mulher que pensasse em uma palavra. Pediu a ela que se concentrasse na palavra e, em seguida, olhou dentro de seus olhos.
    .
    Após um minuto ou dois, ele começou a falar: era uma palavra com aproximadamente dez ou onze letras, um nome, não, um objeto, e havia um R no meio, não, havia dois. Havia dois V no meio.
    .
    Ela confirmou com um aceno de cabeça.
    .
    “Não acene com a cabeça, não me dê nenhum feedback, apenas se concentre.”
    ,
    “É uma Coisa pequena, não tão pequena, mas pequena em certo sentido. Tem vida, é um animal, é um animal de estimação e é muito bonitinho. Você está pensando em um cachorrinho!”
    .
    Ela olhou espantada para o homem. Os estranhos, que tinham o olhar fixo nele, voltaram-se e olharam para ela. Pela expressão que viram no rosto dela, eles simplesmente perceberam que o homem havia lido a sua mente.
    .
    Talvez tenha sido um truque mágico, embora seja difícil imaginar como poderia ter sido feito.
    .
    A mulher fora convidada a pensar em qualquer palavra que quisesse, e nada fora dito ou escrito.

    /
    —————————————.
    CONSIDERAÇÃO: não entendo de mágicas, mas parece que ficou faltando alguma coisa nesse número. O autor enfatiza que nada fora escrito ou dito e, mesmo assim, o ilusionista descobriu o que a mulher havia pensado!
    .
    Justamente aí está o problema: “nada fora dito ou escrito”! Como o público conferiria se o pensamento da moça revelado pelo mágico batia com o que ela pensara? Para que o truque fosse mais convincente a moça deveria ir para um local isolado, escrever uma palavra e depois o mágico diria que palavra fosse e se conferiria com o que fora redigido. A mera aquiescência da mulher de que o mágico efetivamente descobrira o que pensara não elimina que possa ter havido combinação prévia entre os dois.
    /
    /

    De qualquer forma, um mágico estava presente, e ele disse que não poderia explicar como era feito o truque. Alguns acharam que fosse resultado de técnicas psicológicas inteligentes, de leitura de sutis indícios faciais. Afinal de contas, qualquer um poderia perceber na expressão facial da mulher que o homem havia lido sua mente; então, será que ele conseguiu apreender informações mais sutis? Entretanto, uma psicóloga também estava presente, e ela tinha certeza de que técnicas psicológicas não poderiam explicar a demonstração. Se não foi nem embuste, nem psicologia, então, sem dúvida — como outros pensaram na ocasião —, essa fora uma genuína demonstração do paranormal? E claro que você não estava lá, e é perfeitamente compreensível que seja cético em relação à questão. Não obstante, a descrição é exata, pois eu estava lá em carne e osso, e vi isso (com meus próprios olhos, como deve fazer todo observador competente). Dou minha palavra.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: temos a garantia do autor de que as coisas transcorreram conforme descritas. Tudo bem, não há razão para duvidar do que nos conta, porém, o ponto nevrálgico continua: e se houve conluio prévio entre o mágico e a pensadora?

  93. Gorducho Diz:

    E afinal qual era o nome do cão :?:
    – com 2 ‘r’ + 2 ‘v’ no meio, claro…
    :?:

  94. Gorducho Diz:

    TESTE DE INGLÊS PRÁTICO AVANÇADO PRO NOSSO MESTRE
     
     
    Nome de cachorro ou cadela contendo 2 ‘r’ + 2 ‘v’ sem ser na 1ª ou última posição do string:
    _[2 'r' + 2 'v' + qq. outras letras em qq. posições]_

  95. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARCIANO Diz:
    .
    Chimpanzés são tão próximos do homem que deveriam ser classificados no gênero Homo, de acordo com uma pesquisa genética americana.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: esse ponto de vista levou-me a refletir a respeito da propalada semelhança entre humanos e chimpanzéns. O que significa, em termos objetivos, esse 1% (ou menos) de variação genética entre as espécies? A pergunta que me incomoda é a seguinte: seria essa alegação assemelhada aos 10% de uso do cérebro, que tanto alegrou a fantasia do vulgo em décadas passadas?
    .
    Em avaliação superficial, parece correta a reivindicação de incluir, ou os chimpanzés entre os humanos ou – por que não? – os humanos entre os chimpanzés: se realmente há tanta similaridade conforme se apregoa, nada mais justo que adequar a classificação das espécies ao que delas se conhece. Mas… será que não tem mais coisa aí?
    /
    /
    Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Wayne, em Detroit, dizem que 99,4% do código genético do homem é igual ao dos chimpanzés.
    .
    Eles argumentam que os chimpanzés, e outros primatas como os bonobos, deveriam fazer parte do gênero Homo – o grupo taxonômico do reino animal do qual o homem faz parte.

    .
    “O que nós mostramos é que os chimpanzés são mais próximos do homem do que são de qualquer outro macaco” , disse à BBC Derek Wildman, co-autor do estudo divulgado pela publicação Proceedings of the National Academy of Sciences.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tudo bem, aceita-se, preliminarmente, que tal foi demonstrado, mas, em termos práticos o que significa? A proximidade do chimpanzé com o homem faz dele membro da espécie humana? Parece ser essa a pretensão dos divulgadores do percentual, tanto enfatizam que eles são quase gente…
    .
    O problema começa a complicar quando olhamos o chimpa e a nós: as diferenças saltam aos olhos, somos muito mais diferentes que semelhantes. Nem é preciso nomear as dissimilaridades, são tantas que dariam lista enorme!
    .
    Então, como é que fica? Devemos nos curvar à notícia de que sejamos meio chimpanzés, ou que eles são praticamente humanos? Ou devemos questionar: tem mistério aí!
    .
    O problema não termina na rendição à crua realidade de que há muito de macaco na gente ou de gente no macaco chimpanzé (que não é macaco de verdade): e na esfera jurídica, como é que fica? Se eles merecem ser incluídos na espécie humana certamente merecem direitos humanos, conforme reze a constituição de cada país onde viverem. Basicamente, direito à moradia, ir e vir, alimentação, emprego, proteção… direito a não ser exposto em zoológicos, igualdade perante a lei, etc., etc.
    .
    Acho que tem mistério nessa história, só pode…

  96. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Montalva e Marciano, mandei via telefone os 3 que roubaram a academia. Só dar uma olhada.
    ===============================================================
     
    Amanhã, depois do trampo, eu vejo e respondo.
    Deve ter quase mil mensagens no meu telefone, principalmente por causa dos grupos de que eu participo.
     
     
    ===============================================================
    MONTALVÃO Diz:
    MARÇO 4TH, 2018 ÀS 7:58 PM
    /
    TRECHO DO LIVRO: etc.

    ===============================================================
     
    Pois eu vi o Nerso da Capitinga fazer uma demonstração muito mais impactante.
    Ele pediu a uma mulher que pensasse em uma palavra. Pediu a ela que se concentrasse na palavra e não olhou, em qualquer momento, para a mulher.
     

    Após um minuto ou dois, ele começou a falar: era uma palavra com EXATAMENTE ONZEletras; disse que era UM OBJETO, sem ficar com essa enrolação de “isto, não, aquilo”…
    Disse que havia DUAS LETRAS “W” NO MEIO, sem ficar trocando de letras ou de número de letras, para ver como a mulher reagia.
     

     

    Ela confirmou com um aceno de cabeça.
     
    Mesmo de olhos vendados, sem ver a mulher, nem antes do truque, digo, da paranormalidade, disse:
    “Não acene com a cabeça, não me dê nenhum feedback, apenas se concentre.”
     

    “É uma Coisa DE EXATAMENTE 19 POLEGADAS CÚBICAS, nada de “pequena, não tão pequena, mas pequena em certo sentido.” E ficar vendo como a vítima reage.
    Tem vida, é um animal, é um animal de estimação e é muito bonitinho. Você está pensando em um cachorrinho!”
     
    Em vez de dizer “Tem vida, é um animal, é um animal de estimação e é muito bonitinho. Você está pensando em um cachorrinho!”, pausando entre cada afirmação indagatória, PARA VER A REAÇÃO DA MULHER, DISSE LOGO DE SAÍDA DO QUE SE TRATAVA.
     
    Ela olhou espantada para o homem. Os estranhos, que tinham o olhar fixo nele, voltaram-se e olharam para ela. Pela expressão que viram no rosto dela, eles simplesmente perceberam que o homem havia lido a sua mente.
    Como chegaram a essa conclusão estúpida, não tenho a menor ideia. Terá de perguntar a eles.
     
    Talvez tenha sido um truque mágico, embora seja difícil imaginar como poderia ter sido feito.
     
    ===============================================================
    Justamente aí está o problema: “nada fora dito ou escrito”! Como o público conferiria se o pensamento da moça revelado pelo mágico batia com o que ela pensara? Para que o truque fosse mais convincente a moça deveria ir para um local isolado, escrever uma palavra e depois o mágico diria que palavra fosse e se conferiria com o que fora redigido. A mera aquiescência da mulher de que o mágico efetivamente descobrira o que pensara não elimina que possa ter havido combinação prévia entre os dois.

    ===============================================================
     
    Também pode ser que a mulher tenha ficado sem graça e não tenha querido desmentir o MENTALISTA.
    Pode ser uma porção de outras coisas.
     

    ===============================================================
    De qualquer forma, um mágico estava presente, e ele disse que não poderia explicar como era feito o truque. Alguns acharam que fosse resultado de técnicas psicológicas inteligentes, de leitura de sutis indícios faciais. Afinal de contas, qualquer um poderia perceber na expressão facial da mulher que o homem havia lido sua mente;(só não sei como) então, será que ele conseguiu apreender informações mais sutis? Entretanto, uma psicóloga também estava presente, e ela tinha certeza de que técnicas psicológicas não poderiam explicar a demonstração. Se não foi nem embuste, nem psicologia, então, sem dúvida — como outros pensaram na ocasião —, essa fora uma genuína demonstração do paranormal?
    Se uma psicóloga diz que não sabe explicar o que houve e nem um mágico, SÓ PODE SER PARANORMAL!
    E claro que você não estava lá, e é perfeitamente compreensível que seja cético em relação à questão. Não obstante, a descrição é exata, POIS EU ESTAVA LÁ EM CARNE E OSSO, E VI ISSO (COM MEUS PRÓPRIOS OLHOS, COMO DEVE FAZER TODO OBSERVADOR COMPETENTE). DOU MINHA PALAVRA.
    ===============================================================
     
    Como havia um mágico e uma psicóloga, e ambos não souberam explicar como ele fez o truque, digo, a paranormalidade, SÓ PODE SER PARANORMAL, TELEPATIA).
    Não tem como ser outra coisa.
     
    Não se esqueçam de que eu estava lá e dei minha palavra.
     
     

    Gorducho, trata-se de truque que qualquer mentalista de roça, como o Nerso da Capitinga, é capaz de reproduzir.

     
    Ele vai jogando dubiedades e vendo a reação da deslumbrada (suponho que o fosse).
     
    De qualquer forma, sem que o nome tivesse sido escrito previamente, temos de acreditar no autor do livro, na mulher, etc.
     
     
    É por essas e outras que não consegui ler o livro.

  97. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Nome de cachorro ou cadela contendo 2 ‘r’ + 2 ‘v’ sem ser na 1ª ou última posição do string:
    _[2 'r' + 2 'v' + qq. outras letras em qq. posições]_”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: aveverroais…

  98. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Nome de cachorro ou cadela contendo 2 ‘r’ + 2 ‘v’ sem ser na 1ª ou última posição do string:
    _[2 'r' + 2 'v' + qq. outras letras em qq. posições]_

    ===============================================================
     
    Acho que não foi bem assim.
    Ele fala que tem dois “r” e vê a expressão dela. Acha que errou no chute e arrisca “v”.

     
    O nome do cachorrinho era Governor Vic.
    Eu sei porque também estava lá, conversei com a mulher. DOU MINHA PALAVRA!
     
    MONTALVÃO, mapeamento genético não é a mesma coisa que lendas, como a história dos dez por cento.
     
    Mas, por outro lado, NINGUÉM garante que os cientistas estão certos.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: tudo bem, aceita-se, preliminarmente, que tal foi demonstrado, mas, em termos práticos o que significa? A proximidade do chimpanzé com o homem faz dele membroda espécie humana??
    ===============================================================
     
    NÃO, MONTALVÃO! ELES NÃO DISSERAM QUE ERAM DA MESMA ESPÉCIE, MAS DO MESMO GÊNERO.
    Tente ler com mais atenção.
    O texto está em português.
     
    Eles não seriam da espécie sapiens, mas do gênero Homo.
     
    ===============================================================
    Se eles merecem ser incluídos na espécie humana, certamente merecem direitos humanos, conforme reze a constituição de cada país onde viverem.
    ===============================================================
     
    Quantas vezes preciso dizer que não é ESPÉCIE, e sim GÊNERO :?:
     
    Além do mais, devo lembrá-lo de que conclusões de cientistas NÃO VIRAM LEI OU EMENDA CONSTITUCIONAL, aqui ou em qualquer outro país.

  99. Gorducho Diz:

    Dê uma olhada no início da Introdução, AMa.

  100. MONTALVÃO Diz:

    /
    ==========================================
    Nome de cachorro ou cadela contendo 2 ‘r’ + 2 ‘v’ sem ser na 1ª ou última posição do string:
    _[2 'r' + 2 'v' + qq. outras letras em qq. posições]_
    =============================================
    .
    “Acho que não foi bem assim.
    Ele fala que tem dois “r” e vê a expressão dela. Acha que errou no chute e arrisca “v”.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu acho que não foi bem assim. Embora o mágico tenha dito que a moça pensara num animal de estimação, ele não se propôs noticiar o nome do animal, sim que animal seria e deu a informação: um cachorrinho. A mensagem do mágico foi: ”você tem um animal de estimação e este é um cachorro pequeno (cachorrinho)”
    /
    /
    MARTE: O nome do cachorrinho era Governor Vic.
    Eu sei porque também estava lá, conversei com a mulher. DOU MINHA PALAVRA!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: aqui temos versão alternativa, acredite cada um na com que melhor se identificar. Só que se for esse o mágico errou, pois ele falou pense em “uma palavra”…
    /
    /
    “MONTALVÃO, mapeamento genético não é a mesma coisa que lendas, como a história dos dez por cento.
    .
    Mas, por outro lado, NINGUÉM garante que os cientistas estão certos.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nem eu disse que fosse o mesmo que lenda: falo do uso indevido da descoberta. Minha pasmaceira se prende à informação de que se temos 99% de chimpanzé então nós somos eles ou eles são nós! É esse percentual que está sendo mal utilizado, ou mal interpretado, para concluir o que não me parece pertinente.
    .
    Genética é ciência das mais complexas, mas da forma como dela se fala parece a coisa mais banal do mundo. Tem-se a falsa impressão de que basta pegar a sequência do DNA humano e a comparar com a chimpanzéica e teremos respostas taxativas. Ora, desconfio que não seja tão simples assim. Conforme falei, a mera observação leiga mostra que as diferenças entre homens e chimpanzés são muito mais expressivas que as semelhanças.
    .
    Em parte é compreensível que tenhamos carga genética aproximada a de várias espécies, isso tende a confirmar a evolução. À medida que nova espécie eclodia ela trazia a herança genética da que lhe antecedera. Considerando que várias espécies na atualidade participam de ancestrais remotos comuns não é dificíl conceber que sejamos parentes de porcos, símios, etc.
    .
    Minha suposição é a seguinte: na caminhada evolutiva, as espécies mais próximas tomaram seus rumos definitivos (ou quase) e se tornaram o que são hoje. Então, essa genética muito semelhante mostra que, nalgum momento do passado, partilharam os mesmos genes, depois cada qual seguiu seu caminho e se diferenciou. Em outras palavras, mesmo que se confirme a proximidade percentual de menos de 1% entre humanos e chimpanzés, tal diferença faz toda diferença e homens são homens, chimpanzés chimpanzés.
    .
    Será que se chimpanzés cruzarem com humanos darão crias vivas?

  101. MONTALVÃO Diz:
  102. MONTALVÃO Diz:

    teste

  103. MONTALVÃO Diz:

    /
    “NÃO, MONTALVÃO! ELES NÃO DISSERAM QUE ERAM DA MESMA ESPÉCIE, MAS DO MESMO GÊNERO.
    Tente ler com mais atenção.
    O texto está em português.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: correto. O gênero humano que se confundia com a espécie humana (por ter somente um representante), agora teria duas espécies a ele vinculadas, diferenciadas entre si por menos de 1% de constituição genética… Perfeito.
    .
    Só não entendi como é “tentar” ler com mais atenção… a ordem deve ser direta, imperativa: “leia com mais atenção!”.

  104. Gorducho Diz:

    Teste seu progresso no inglês: lobrigue o original e comente – em português.
    Livre questão dissertativa.

  105. Gorducho Diz:

    É que é de bom-tom ser sutil: “try”…

  106. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Teste seu progresso no inglês: lobrigue o original e comente – em português.
    Livre questão dissertativa.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: inda não cheguei ao nível de ler um livro em inglês de 280 páginas, entendê-lo plenamente e comentá-lo…
    .
    Estou no patamar de uma ou duas laudas de texto simples, por enquanto…

  107. Gorducho Diz:

    LOBRIGAR O TRECHO EM TELA LOGO NO INÍCIO DA INTRO
    mas que cousa 😡

  108. MONTALVÃO Diz:

    /
    look: “take a deep breath and try read correctly”…
    .
    If anyone says: “try to make anything”, what he’s saying is that the intention is the important, not the act.

  109. Gorducho Diz:

    So now try to do your exercise…

  110. Gorducho Diz:

    Se o patrão lhe diz
    next time try do do better
    não tem “intenção que importa” nenhuma…
    É só uma ordem dada em bom-tom :mrgreen:

  111. Gorducho Diz:

    to do it better
    :oops:
     
     
    YOUR TODAY’S HOMEWORK
    Pg. I parágrafo 1
    Leia e comente-o em português mesmo (claro que é didaticamente um absurdo num curso de idiomas, but let’s take it easy for now…).

  112. MONTALVÃO Diz:

    MONTALVÃO DISSE: eu acho que não foi bem assim. Embora o mágico tenha dito que a moça pensara num animal de estimação, ele não se propôs noticiar o nome do animal, sim que animal seria e deu a informação: um cachorrinho. A mensagem do mágico foi: ”você tem um animal de estimação e este é um cachorro pequeno (cachorrinho)”
    /
    Gorducho Diz:
    .
    LOBRIGAR O TRECHO EM TELA LOGO NO INÍCIO DA INTRO
    mas que cousa ????
    ./
    CONSIDERAÇÃO: acho agora entendi…
    /
    —————————–
    ORIGINAL
    .
    An extraordinary thing happened … in front of a crowd of strangers, a man asked a woman to think of a word. He asked her to concentrate on the word, and then he looked into her eyes.
    .
    After a moment or two, he began to speak: it was a word of about six or seven letters, a name, no, an object, and there was a T in the middle, no, there were two. There were two Ts in the middle.
    .
    She nodded. Don’t nod, don’t give me any feedback, just concentrate.
    .
    It’s a small thing, not so small, but small in a sense. It’s alive, it’s an animal, it’s a pet and it’s very cute. You’re thinking of a kitten!
    /
    TRADUÇÃO
    .
    Uma coisa extraordinária aconteceu … na frente de uma multidão de estranhos, um homem perguntou a uma mulher para pensar em uma palavra. Ele pediu que ela se concentrasse na palavra, e então ele olhou nos olhos dele.
    .
    Depois de um momento ou dois, ele começou a falar: era uma palavra de cerca de seis ou sete letras, um nome, não, um objeto, e havia um T no meio, não, havia dois. Havia dois Ts no meio.
    .
    Ela assentiu. Não acorde com a cabeça, não me dê nenhum feedback, apenas se concentre.
    .
    É uma coisa pequena, não tão pequena, mas pequena em certo sentido. Está vivo, é um animal, é um animal de estimação e é muito fofo. bVocê está pensando em uma gatinha!

    =================================;
    /
    TRADUÇÃO NO LIVRO:
    .
    Aconteceu algo extraordinário… diante de uma multidão de estranhos, um homem pediu a uma mulher que pensasse em uma palavra. Pediu a ela que se concentrasse na palavra e, em seguida, olhou dentro de seus olhos.
    .
    Após um minuto ou dois, ele começou a falar: era uma palavra com aproximadamente dez ou onze letras, um nome, não, um objeto, e havia um R no meio, não, havia dois. Havia dois V no meio.
    .
    Ela confirmou com um aceno de cabeça.
    .
    “Não acene com a cabeça, não me dê nenhum feedback, apenas se concentre.”
    ,
    “É uma Coisa pequena, não tão pequena, mas pequena em certo sentido. Tem vida, é um animal, é um animal de estimação e é muito bonitinho. Você está pensando em um cachorrinho!”
    ./
    CONSIDERAÇÃO: [!?]

  113. Gorducho Diz:

    Sim… prossiga…
    não fique perguntando pro Lente 😠
    Meu método de ensino é o estudo de causos. Não tem respostas prontas mas o aluno tem que por sua conclusão, se não a nota é ZERO.

  114. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Crenças extraordinárias Uma abordagem histórica de um problema psicológico”
    .
    Tradução Alzira Allegro
    /.
    CONSIDERAÇÃO: a tradução de Allegro é uma tristeza!

  115. MONTALVÃO Diz:

    /
    Alzira Leite Vieira Allegro
    Logo a seguir, você encontrará informações atualizadas sobre Alzira Leite Vieira Allegro (e muitos outros tradutores). Estes dados foram consultados na Junta Comercial Estadual ou atualizados pelo próprio tradutor. Pedimos desculpas por eventuais equívocos.
    .
    A tradução juramentada é regulamentada, tem preços reajustados de tempos em tempos, e por isso pode ser cara e não indicada para todos os casos. Está com dúvidas sobre sua situação? Leia este FAQ. Se tiver dúvidas sobre a autenticidade das informações abaixo, procure a lista de tradutores concursados no site da junta comercial do seu estado.
    .
    Dados do Profissional
    Nome: Alzira Leite Vieira Allegro
    Idioma(s): Inglês

    Telefone(s): (11) 3884-6128

    Endereço: Alameda Campinas, 960 – Apto. 51
    São Paulo – SP
    01404-001

    E-mail(s):
    -

    Observações:
    Última atualização em 28/2/2015
    Junta Comercial Correspondente: JUCESP

  116. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    Sim… prossiga…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pra mim, complicado traduzir textos do google books…

  117. Gorducho Diz:

    🤔
    ¿Será outra edição?
    Mas aí ele taria contando outra história…

    Vamos esperar a volta do Administrador em abril pra vermos o que se sucede…
     
     
    9
    No método de Estudo de Causos o que vale é a argumentação.
    Não tem “resposta pronta”


    -1 porque kitten não distingue genero.
    Pode ser tb. coelhinho, castorzinho… e quiçá outros bichaninhos ( :?: )

  118. MONTALVÃO Diz:

    Definições de kitten
    substantivo: a young cat.
    .
    “Please think about adopting an adult cat rather than a kitten, because a kitten is always assured of a home!”
    .
    a stout furry gray and white moth, the caterpillar of which resembles that of the puss moth.
    .
    verbo
    (of a cat or certain other animals) give birth.
    “However, many cats are contrary and may choose the most inconvenient places to kitten in, such as your bed.”

  119. Marciano Diz:

    GORDUCHO,
     
    Sem querer criticar a tradução da Alzira, eu “tralduziria” diferentemente.
     
    After a moment or two (após alguns momentos) virou “Após um
    minuto ou dois”.

     
    Tradução literal de texto em outra língua, que em vez de fazer a gente pensar em alguns momentos, faz a gente pensar em 1 ou 2 minutos, coisa muito diferente.
     
    A word about six or seven letters (uma palavra de cinco ou seis letras) vira “uma palavra com onze ou doze letras).
     
     
    Até kitten (gatinho) virou cachorrinho.
    Agora é que não leio mais mesmo! Pelo menos a traição (traduttore, traditore) de Alzira.
     
     
    Obrigado pelos esclarecimentos prestados ao Montalvão, GORDUCHO.
    Se quiser, fique com ele como aluno, pois eu já desisti. Cheguei à conclusão de que ele está nos ensinando, portanto, nada tem a aprender conosco. Nós é que devemos aprender com ele.
     
    Vejo que Montalvão está traduzindo melhor do que a Alzira.
    Só não sei como adivinhou o sexo do(a) kitten, visto que o nome pode ser masculino ou feminino.
     
    Acho que não entendi o “acorde com a cabeça” (wake up with your head).
    Será que “nod” (concordar, fazendo um gesto com a cabeça) é o mesmo que acordar (talvez no sentido de concordar, estar de acordo)?
     
    Pode ser, mas parece coisa da Alzira.
     
    ===============================================================
    Meu método de ensino é o estudo de causos. Não tem respostas prontas mas o aluno tem que por sua conclusão, se não a nota é ZERO.
    ===============================================================
     
    É como eu disse. Para aprender corretamente matemática ou línguas, ou é 10 ou 0, não existe nota intermediária.
    Não tem como chegar ao oitavo degrau sem passar pelo sétimo.

  120. Marciano Diz:

    Kitten pode se referir a outros filhotes de animais, como até mesmo roedores, mas o normal é chamar-se apenas gatinhos(as) de kitten.
    Pode até ser uma gatinha (menina), como em português.
    https://www.vagalume.com.br/the-beatles/leave-my-kitten-alone.html

  121. Marciano Diz:

    Se ainda estiver vivo e raciocinando, volto à noite.
    Bye!

  122. Gorducho Diz:

    Mas em tese segundo o dicionário poderia ser outros filhotes de felinos.
    Nosso Webster’s Comprehensive em papel:
    substantivo. A young cat or other feline animal.
    verbo trasitivo & intransitivo ·tened Stening.
    To give birth to (kittens).
     
     
    De qq. maneira o execício era pra ver se S/Pessoa notava essa divergencia nos textos.
    A causa não temos como saber o porque por enquanto.
    Em abril o Administrador talvez possa elucidar-nos
    :?:
    Por isso só lhe descontei 1 ponto pela questão do gênero.
    Bom progresso :!:

  123. Marciano Diz:

    Em tempo, antes de apagar a luz e fechar a porta: se o nível dos pesquisadores paranormais for igual ao da tradutora juramentada, eu acho que entendo todos os fenômenos, sua interpretação e replicação.
    Claro que estou me referindo aos pesquisadores paranormais, não a cientista de séculos passados, inteligentes, mas ingênuos.
    Agora, talvez, só logo mais.
    Gone for good!

  124. Marciano Diz:

    Voltei apenas para esclarecer que o vídeo não é dos Beatles.
    A música que eles nunca gravaram comercialmente (só em shows e na rádio BBC) ofende direitos autorais (que coisa!) e postaram um “tributo”, whatever it is.
    Well, Mr. Dog I’m gonna hit you
    On the top of your head
    That child is gonna miss you
    You gonna wish that you were dead
    If you don’t leave my kitten all alone
    Well, I told you big fat bulldog
    You better leave her alone

  125. Marciano Diz:

    Atenção Montalvão e Alzira: leave her alone é deixá-la em paz, não é deixá-la sozinha :mrgreen:

  126. Gorducho Diz:

    Sim: o normal é kitten se referir a gatinhos, ainda mais sendo pet.
     
     
    Tem que ser + paciente c/o aluno :(
    e não ir jogando cousas tão avançadas pra cima dele…

  127. Gorducho Diz:

    Filhote de “rottweiler” :!:
    10 letras
    2 ‘r’ no meio
    2 ‘v’ era 1 doblevê :!:

  128. Gorducho Diz:

    Bah! tou rateando feio, de volta ao que eu já tinha pensado :(
    Foi a 1ª solução que pensei quando o Presidente olhou a passagem, mas os 2 ‘r’ são no meio do string, claro.

  129. Marciano Diz:

    Voltei antes da hora, mas foi bom, porque vi o sábio comentário do Gorducho.
    Tem razão, Gorducho. É porque pensei que ele estava um pouquinho mais acima do nível em que está.
    Montalvão, please, accept my apologies.
    It’s not your fault that I overestimated your English knowledge.
    I’ll always be at your service if you have any doubt or even certainty, for that matter. And I’ll avail myself of the opportunity, whenever you have something to teach me. I love to learn from you, for you are a Wiseman (pun intended).
    If you want to serve your apprenticeship on your own or to take English lessons from Gorducho, be my guest. I’m your fan, just the same.
    Best of luck!
    See ya one year from now. And counting.

  130. Marciano Diz:

    Rottweiler Metzgerhund.
    Dieser Hund war am häufigsten in und um die damalige Reichsstadt Rottweil im heutigen Baden-Württemberg verbreitet, und so erhielt er im späten Mittelalter den Namen Rottweiler.
    Quelle: Wikipedia.

  131. Marciano Diz:

    Em outras palavras, Rottweiler é um nome alemão, por causa da cidade onde eram comuns (Rottweil), hoje em dia, Baden-Württemberg.
    Mas não seria esse o nome no original em inglês, pois a tradutora mudou tudo.
    E isso não é nome de gatinho.

  132. Marciano Diz:

    Rottweiler por que eram de Rottweil. Gentílico, apesar de ser cachorro.

  133. Marciano Diz:

    Aldeia vermelha?
    Não conheço o origem da cidade.

  134. Marciano Diz:

    https://de.wikipedia.org/wiki/Rottweil

  135. Marciano Diz:

    Começou com os romanos, mas o nome é tedesco mesmo.

  136. Gorducho Diz:

    O Administrador e homem extremamente experimentado nessa coisa de traduções.
    Jamais ele se exporia a semelhante ridículo, pagando tal mico pra nossa bancada.
    Aguardemos abril…

  137. MONTALVÃO Diz:

    /
    Até a altura em que cheguei Da leitura tenho a impressão de que o autor não tenciona discutir a realidade de PSI, mas avaliar porque as pessoas creem. Pode ser que, adiante, ele aborde o assunto em termos que nos interessam mais diretamente, porém, até aqui não vislumbro essa pretensão….
    .
    TRECHO DO LIVRO:
    /
    —————————————;
    “Há, sem dúvida, incontáveis eventos que poderiam ser classificados como paranormais, mas os capítulos a seguir focalizarão aqueles que foram demonstrados por mesmeristas, médiuns e leitores de mente, e que formaram a base do mesmerismo, do espiritualismo, da pesquisa científica de fenômenos psíquicos e da parapsicologia. Há outros tipos de fenômenos, sem dúvida, sobretudo de experiências individuais e privadas, tais como aparições, experiências fora do corpo e coincidências significativas. Outros têm concentrado a atenção nesses eventos, algumas vezes como modelos de crença no paranormal.
    .
    Entretanto, uma das vantagens de se analisar experiências compartilhadas, em vez de particulares, é que podemos ver como o mesmo evento pode ser enquadrado de maneiras diferentes por observadores distintos. Há também a questão prática de se situar o discurso do mundo real, e demonstrações públicas são matéria de debate público em um nível que experiências particulares não permitem. Contudo, a relação desses fenômenos com outros tipos de eventos extraordinários será discutida de forma breve no último capítulo.
    .
    Ao mesmo tempo, crenças no extraordinário (por exemplo, no paranormal) dependem da exclusão de explicações comuns (por exemplo, normais) para certos eventos.
    .
    Para entendermos tais crenças, precisamos considerar os eventos a respeito dos quais são mantidas crenças e o que se acreditava sobre eles. Para entendermos esses eventos, precisamos considerar como eles se tornam convincentes em demonstração e em relatos, já que aqueles que demonstram e relatam tais eventos fazem-no de maneira planejada para que eles sejam convincentes.
    .
    Acreditar ou não e em que acreditar é, em última análise, uma questão de recepção, e é por isso que precisamos considerar como tais eventos são enquadrados por aqueles que veem, leem e discutem a evidência.
    .
    Ao descrever e debater tais eventos (enquadrando-os como uma coisa ou outra), crenças a respeito deles são manifestadas e justificadas.
    .
    Como veremos, isso inclui apelar para uma gama de questões contemporâneas à época, tais como as condições em que o evento ocorreu, a competência dos que o observaram e a adequação das explicações na ocasião, acima de tudo em termos do conhecimento científico contemporâneo.
    .
    Através do exame de como fenômenos fora do comum foram enquadrados por aqueles que os demonstram, relatam ou discutem, podemos ver como crenças (sob a forma de opiniões manifestadas) assumem formas especiais e são mantidas (sob a forma de opiniões justificáveis), a despeito de posições contrárias.”
    —————————————–.

  138. Marciano Diz:

    Até onde vi a “tradução” só valeria a pena ler o livro, não sua versão adulterada.
    Isto se o livro realmente é honesto em avaliações de fatos passados.
    Como li somente um trecho do original (a introdução), para conferir a “tradução”, não sei se é o autor ou outra pessoa que garante que estava lá, portanto, o que testemunhou é o que quis ver. Que tinha um mágico e uma psicóloga, logo, se não explicaram, o fenômeno só pode ser sobrenatural.
    ===============================================================
    O Administrador e homem extremamente experimentado nessa coisa de traduções.
    Jamais ele se exporia a semelhante ridículo, pagando tal mico pra nossa bancada.
    Aguardemos abril…

    ===============================================================
    Também conheço o administrador bem o suficiente para saber que ele, com sua afiadíssima retórica, vai nos “convencer” a todos de que a tradução da Alzira está corretíssima e que os fenômenos do passado “provam” a realidade paranormal.
    A tradução parece-se com esses livros adaptados para o cinema ou com filmes baseados em fatos reais.
    É tudo completamente diferente do original.
    Se o livro original estiver TODO contido no link do Google (não conferi, só vi a introdução) eu até começo a ler.
    Se me deparar com argumentos do tipo “eu estava lá e vi, dou minha palavra” ou UM mágico e UMA psicólogo não puderam explicar o fenômeno (AINDA QUE FOSSE UMA MULTIDÃO DE PSICÓLOGOS E DE MÁGICOS), logo só pode ser paranormal, paro na hora.

  139. Marciano Diz:

    Talvez o administrador até nos “lecture severely”, por termos ousado criticar a “tradução” da tradudora juramentada e especialista com PhD em traduções.
    Eventualmente nós veremos.
    Isto já deve ter acontecido “uma ou duas vezes”.
    Vou estar me esforçando para lembrar-me de anglicismos que já tenha visto por aqui.

  140. Marciano Diz:

    Perceberam o “vou estar me esforçando”?
    Espero que “eventualmente” percebam, senão o Gorducho, pelo menos o novo professor de inglês, o nosso PRESIDENTE.

  141. Marciano Diz:

    “Uma ou duas vezes” eu me atrapalho todo com anglicismos, falsos cognatos, expressões idiomáticas, galicismos e até solecismos (no sentido de intromissão, na norma culta de uma língua, de construções sintáticas alheias à mesma, geralmente por parte de pessoas que não dominam inteiramente suas regras (da língua pátria), como, por exemplo (não meus, do Houaiss), os chamados erros de concordância, de regência, de colocação, a má construção de um período composto etc.)

  142. MONTALVÃO Diz:

    /;
    /
    “Como li somente um trecho do original (a introdução), para conferir a “tradução”, não sei se é o autor ou outra pessoa que garante que estava lá, portanto, o que testemunhou é o que quis ver. Que tinha um mágico e uma psicóloga, logo, se não explicaram, o fenômeno só pode ser sobrenatural.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: aí é que está, e conforme falei, até onde li não vi o autor defendendo a realidade de psi e de outros poderes que menciona (ex. mesmerismos, ilusionismo). Ele dá o panorama dos acontecimentos que levam as pessoas tanto crerem quanto descrerem. No capítulo a respeito do mesmerismo isso fica bastante claro.
    .
    Com relação à “leitura do pensamento” que narra na Introdução, quando diz que ninguém soube explicar não está defendendo que o fenômeno só poderia ser real, mas descrevendo o clima que o ato de ilusionismo propiciou. Isso fica claro em trecho no finalzinho da Introdução:
    /
    —————————————–.

    “Há, evidentemente, outra pergunta óbvia, uma pergunta que quase todo mundo faz a si mesmo sobre um fenômeno extraordinário, tal como o descrito: foi mesmo “real”?
    .
    Nesse caso, pelo menos, a resposta é simples: foi um truque testemunhado pelo autor, realizado por um colega ilusionista.
    .
    Os detalhes podem ser imperfeitos, uma vez que a memória é imperfeita, mas, se você estivesse lá, você teria visto algo muito próximo do que fora descrito.
    .
    A psicóloga não conseguiu explicá-lo porque o truque não dependia de técnicas psicológicas, e o mágico que disse que não conseguiria explicá-lo, disse isso apenas por delicadeza. Esse é um estratagema comum utilizado por ilusionistas quando indagados a respeito de uma apresentação feita por algum colega.
    .
    O resultado é que esse feito em particular permanece sem explicação, mas ele não é inexplicável (embora, como leitor, você tenha que confiar em mim quanto a isso, já que não estou prestes a revelar o segredo).
    —————————————–.

  143. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Perceberam o “vou estar me esforçando”?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: descarto adesão ao gerundismo, infiro que, ou foi, como aventou (se bem entendi), interpolação espontânea de procedimento aceito noutra língua mas não acatado por nossa; ou sutil ironização…

  144. Marciano Diz:

    Par que fique bem claro, Senhor Presidente, minha intenção foi a de fazer ironia com a “tradução” perfeita da traditora, usando, para tanto, anglicismo que foi introduzido no nosso idioma através de manais mal traduzidos da língua inglesa.
    “Eventualmente” (conto com a boa memória dos senhores (Presidente e Vice), espero ver desmantelada a crítica que eu o o Vice ousamos fazer do traditora juramentada.
    Tire o deus egípcio do adjetivo e entenderá minha ironia melhor ainda.
    Se considerar que adjetivos modificam substantivos e lembrar deste deus (https://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1), lerá o que não ouso escrever.

  145. Marciano Diz:

    Manuais.
    O poltergeist não perdoa, altera.

  146. Marciano Diz:

    O deus rá era representado como a figura de um falcão, mas seria melhor representado se o fosse com a figura de um jumento.
    Seria um deus jumentado.

  147. Marciano Diz:

    Se me permitem o neologismo, em nome do sarcasmo, claro.

  148. Marciano Diz:

    O parêntese dentro de outro parêntese foi descuido meu. Dai ao poltergeist o que é do poltergeist, e a mim o que é meu.

  149. Marciano Diz:

    Agora estou vendo “o o”, em vez de “e o”.
    Influência de espíritos zombeteiros, excesso de álcool ou erro de digitação não são a mesma coisa que adulteração descarada de um texto claro.
    Eu e o Vice, não eu o o Vice.
    Vou sair do ar, antes que escreva mais tolices.
    Este humílimo cisco de projeto de terceiro secretário e o Vice-Presidente somos inguinorantes, piores do que a MuLLa e a JumAnta, que chegaram à Presidência, não se limitando a ser vice ou projeto falho de terceiro secretário.
    Amanhã, quando estiver mais sóbrio (se isto for possível), volto para cá.
    Por hoje, basta!

  150. Gorducho Diz:

    Na verdade nunca tive a intenção de comentar a tradução em si. Minha intenção de fato foi só propor uma avaliação no progresso dos estudos do AMo pra ver se ele notava as divergências no relato da apresentação (do stage mentalist).
    Não analisar a tradução porque não sabemos qual texto foi dado pra ser traduzido.
    Por isso digo que devemos aguardar o Administrador
    [by the way onde será que ele fica que não acessa o Sítio por 30dd... me disse que permaneceria em território brasileiro numa academia (retirada, sem INTERNET :?: ) :?: :?: ]
    Acredito que não seja uma questão de tradução.
    Pode bem serem 2 apresentações similares do mesmo stage mentalist descritas pelo Peter Lamount.
     
     
    Apresentação I
    palavra com ~ 6 ou 7 letras
    2 ‘t’ no meio (da palavra/string)

    fecha completamente com kitten.
     
    Apresentação II (a notada inicialmente pelo AMo)
    palavra com ~ 10 ou 11 letras
    2 ‘r’ + 2 ‘v’ no meio (da palavra/string)
    os 2 ‘v’ poderia significar 1 doblevê
    e deixemos de lado o requisito “no meio” pros ‘r’

    poderá ser (um filhote de) rottweiler;
    ou outra raça ou o nome do cãozinho cujo ela estava mentalizando.
    Que a(s :?: ) apresentação(ões :?: ) eram em inglês sabemos pelo fechamento da I
     
     
    Percebem qual é minha linha de pensamento :?:

  151. Gorducho Diz:

    Nesse caso, pelo menos, a resposta é simples: foi um truque testemunhado pelo autor, realizado por um colega ilusionista.
     
     
    Perfeito :!:
    E ele pode variar o truque pra cachorrinho</i< &c., conforme vai vendo as reações faciais do(a) voluntário(a).

  152. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tire o deus egípcio do adjetivo e entenderá minha ironia melhor ainda.
    Se considerar que adjetivos modificam substantivos e lembrar deste deus (https://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1), lerá o que não ouso escrever.”
    /.
    ——————————–
    Rá[1] ou Ré[2] (em egípcio: *ri:?u), é o deus do Sol do Antigo Egito. No período da Quinta Dinastia se tornou uma das principais divindades da religião egípcia, identificado primordialmente com o sol do meio-dia.[3] O principal centro de seu culto era a cidade de Heliópolis (chamada de Inun, “Local dos Pilares”, em egípcio),[4] onde era identificado com o deus solar local, Atum.[5]
    .
    Através de Atum, ou como Atum-Ra, também era visto como o primeiro ser, responsável pela egipicia Enéade, que consistia de Shu e Tefnut, Geb e Nut, Osíris, Seth, Ísis e Néftis.”
    —————————–
    /.
    CONSIDERAÇÃO: a prova de que os deuses egípcios influenciam até nossa contemporânea cultura se vê na participação deles na vida moderna. Atum deixou seu leito celestial e foi habitar latas de peixes em conservas. foi revivido pelo guru das estrela, Green Morton, que, por não saber que para gritar certo devia gritar RÉÉÉÉ em vez de RÁ, bradou durante bom tempo o nome errado do deus. Vai ver foi por isso que caiu em desgraça.
    /
    /
    “Alguns autores, como Araújo, Luís Manuel (dir.), Dicionário do Antigo Egipto (Lisboa, Editorial Caminho, 2001. ISBN 972-21-1447-6) consideram Ré a forma onomástica mais correcta em língua portuguesa. Segundo eles, Rá foi usado durante muito tempo por influência de obras historiográficas em língua inglesa, onde a transliteração do nome do deus é Ra; porém, nas transliterações para português, Rá é apenas admissível enquanto elemento inicial ou medial de um nome egípcio, mas nunca em forma final ou isolada – daí Ramsés («nascido de Ré»), mas por exemplo, Setepenré (o nesu-biti do faraó Ramsés II, significando «o escolhido de Ré», onde surge vocalizado como Ré e não Rá).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: então, adoradores de Rá, vocês precisam se conscientizar que devem se tornar adoradores de Ré…

  153. MONTALVÃO Diz:

    /
    “[by the way onde será que ele fica que não acessa o Sítio por 30dd… me disse que permaneceria em território brasileiro numa academia (retirada, sem INTERNET”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: circulam rumores de que tenha ido ao Tibet, onde esteja sob supervisão de pedagogo shaolin…

  154. Gorducho Diz:

    Ele me disse que permaneceria em território brasileiro e iria numa academia.
    Academia sem INTERNET :?:
    Será no topo d’alguma montanha brasileira :?:
     
     
    Aparentemente é daí:
    Esta é uma memória pessoal de uma apresentação testemunhada em Edimburgo, durante o Edinburgh Festival Fringe internacional.

  155. Marciano Diz:

    Percebi suas intenções, nobre Senhor Vice-Presidente.
    Realmente, deve existir uma explicação racional para relatos tão diversos.
     
    ===============================================================

    ===============================================================
     
    Sai pra lá, sô!
    Quem gosta de dar ré (além do deus sol) é o diabo (vade retrum, GO back) e manobreiro de estacionamentos. Além de outras pessoas, claro.
     
    Se quiserem fazer truques no Edinburgh Festival Fringe internacional, vejam quais são as regras:
     
    https://www.edfringe.com/take-part/putting-on-a-show/international-performers

  156. Marciano Diz:

    Não saiiu a frase do Presidente. Foi a pressa, não o poltergeist.
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: então, adoradores de Rá, vocês precisam se conscientizar que devem se tornar adoradores de Ré…
    ===============================================================
     
    Agora sim:
    Sai pra lá, sô!
    Quem gosta de dar ré (além do deus sol) é o diabo (vade retrum, GO back) e manobreiro de estacionamentos. Além de outras pessoas, claro.

  157. Gorducho Diz:

    Crenças extraordinárias e os experts no assunto
    [...]
    De acordo com defensores, o não acreditar inibe os fenômenos, enquanto o acreditar leva à maior probabilidade de sucesso.

    Os opositores afirmam, embora por razões diferentes, que há maior probabilidade de fenômenos serem bem-sucedidos diante de uma plateia de céticos do que diante de uma plateia de pessoas que acreditam.
    :shock:
    Nós achamos justo o contrário, i.e., CONCORDAMOS com os crentes :!:

  158. Marciano Diz:

    Algo em comum com os crentes nós temos: a descrença inibe os alegados fenômenos.
    O nó da discórdia está na interpretação.
    Nós queremos provas insofismáveis da realidade do alegado fenômeno; eles são propensos em acreditar em qualquer coisa, porque querem. Sentem-se bem, por uma questão de conforto, como já admitiu o Professor.
    Claro que enquanto não surge uma explicação racional para um fato aparentemente inexplicável (alguns talvez o sejam mesmo, para sempre), podemos dar qualquer explicação que nos convenha.
    Por isso os crentes divergem entre si. Uns acreditam que o “fenômeno” foi provocado por paranormalidade, outros, que foram espíritos, outros ainda, que foi pela graça de nossa senhora da conceição (a deles, não a “nossa”), e por aí vai.

  159. Marciano Diz:

    Acho que o fenômeno gravado por Vereza e pela mulher desconhecida (por nós) deve-se a isto. Só haviam dois crentes filmando os espíritos superiores e agradecendo a honra de terem presenciado a volitação.
    Essa honra não é concedida a qualquer um. Só aos mais humildes dos crentes, ou seja, àqueles que não se acham especiais, merecedores de honrarias, etc.
    Durma-se com uma incoerência dessas.

  160. Marciano Diz:

    Propensos “a” acreditar. Desculpem-me.

  161. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    Crenças extraordinárias e os experts no assunto
    [...]
    De acordo com defensores, o não acreditar inibe os fenômenos, enquanto o acreditar leva à maior probabilidade de sucesso.
    ?
    Os opositores afirmam, embora por razões diferentes, que há maior probabilidade de fenômenos serem bem-sucedidos diante de uma plateia de céticos do que diante de uma plateia de pessoas que acreditam.
    :shock:
    /.
    CONSIDERAÇÃO: veja o que diz que se diz expert no tema:
    /
    “Há um outro fator importante que em geral não é considerado. Os pesquisadores mediúnicos estão bem conscientes de que os investigadores podem ser divididos, por razões desconhecidas, em duas categorias: catalisadores e inibidores.
    .
    Na presença dos catalisadores, os fenômenos verdadeiros ocorrem mais prontamente do que no caso dos inibidores. Isso é chamado de Efeito do Experimentador.
    .
    Acontece que muitos críticos, quando são qualificados por sua experiência a fazer comentários indiscriminadamente, são inibidores e raramente sentem o fenômeno verdadeiro. Eles são geralmente os críticos mais virulentos, porque, no fundo, talvez considerem que os fenômenos paranormais verdadeiros nunca ocorram.”

    ——————————
    /
    CONSIDERAÇÃO: que assim se pronunciou não é um opinante qualquer, trata-se do emérito professor Arthur J. Ellison, que acumula os títulos: DSc(Eng), CEng, FIMechE, FIEE, SenMemIEEE, engenheiro consultor, além de ter sido presidente da SPR inglesa! Um autêntico f*dão!
    .
    Então, vocês já sabemos, né? Nunca veremos o paranormal diante de nossos olhos: somos inibidores! Que nossa senhora do bom parto de nós se apiede!

  162. MONTALVÃO Diz:

    /
    O livro contém um bom panorama histórico do mesmerismo/hipnose. Mostra que os debates confrontavam duas posições radicais: um lado enaltecendo a realidade dos poderes mesméricos, e outro denunciando tudo como fraude. Até que, na primeira metade do séc. XIX, James Braid interveio e trouxe luzes clareadoras sobre o assunto. Não quer dizer que seus pontos de vista fossem inteiramente corretos, de qualquer modo pôs a discussão em patamar produtivo.
    .
    Vale a pena avaliar esse capítulo atenciosamente, principalmente o Gorducho que, por ter lido pouco do tema, não possui concepção bem firmada a respeito.
    .
    Para quem esteja meio preguiçoso na leitura completa, destaco o trecho a seguir (formatado para facilitar a apreciação):
    /
    ———————————————————-.
    “Todos os argumentos apresentados nessa época, quer seja por defensores ou detratores, são temas recorrentes no decurso da história de fenômenos extraordinários, mas esse período é de interesse especial, porque é quando emerge uma nova estrutura por intermédio da qual foi possível definir os fenômenos do mesmerismo.
    .
    Foi em 1841 que James Braid testemunhou as demonstrações de Lafontaine e se convenceu de que os fenômenos do mesmerismo eram reais, mas, afinal, não tão extraordinários.
    .
    Desde sua primeira publicação, em I842, e no decorrer de vários escritos subsequentes, Braid traçou uma fronteira entre as pretensões ao extraordinário por parte dos mesmeristas e a rejeição cega dos críticos, oferecendo uma explicação alternativa para muitos, mas não todos os fenômenos.
    .
    Ao distinguir entre fenômenos específicos e entre os fatos e a teoria do mesmerismo, ele teve que se ocupar com os argumentos tanto de defensores quanto de críticos. Braid excluiu as explicações comuns e costumeiras.
    .
    Segundo ele, os sujeitos não estavam dormindo no sentido normal; eles não estavam nem agindo nem procurando enganar, e a teoria da imaginação era bastante inadequada para explicar o que estava acontecendo.
    .
    Em vez disso, o sono hipnótico era resultado de concentração intensa, mais bem induzida pela atenção fixa em um objeto.
    .
    Durante a fase mais profunda do sono, a catalepsia e a insensibilidade à dor podiam, de fato, ser mostradas, e por meio de métodos hipnóticos certas doenças podiam realmente ser curadas.
    .
    Porém, ISSO NÃO ENVOLVIA NENHUM FLUIDO FÍSICO INVISÍVEL, e os fenômenos maiores do mesmerismo não eram reais.
    .
    Ao construir seu argumento, Braid traçou uma nova fronteira do lugar-comum dentro da qual, alguns, mas não todos, fenômenos podiam ser incluídos. A fronteira foi, sem dúvida, construída em discurso e apresentada tanto a colegas quanto ao público. Sua palestra na Royal Institution foi típica de seu trabalho de demarcação de fronteiras.
    .
    Em relação aos fenômenos menores, ele ecoou as opiniões de proponentes do mesmerismo. Inicialmente, ele era “bastante cético”; entretanto, achava “alguns dos fenômenos inquestionáveis”, e afirmou que eles eram “conciliáveis com princípios fisiológicos e psicológicos bem estabelecidos”. Braid desafiou a competência especializada daqueles que refutavam os fatos por causa da teoria, acusando-os de ignorância e interpretação equivocada. Por exemplo, referindo-se à primeira Comissão Real Francesa, ele explicou que não houvera “qualquer tentativa aqui de negar os fenômenos; pelo contrário, eles realmente confirmam sua realidade, e, ainda assim, essa é a festejada decisão à qual [os críticos] continuadamente se referem desde então como um golpe mortal no mesmerismo e em todas as suas pretensões”.
    .
    Quando aos experimentos de Wakley, embora bem conduzidos, eles estavam equivocados em concluir que eram trapaça, o que era “igualmente errôneo [e] muito mais cruel e indefensável”.
    .
    Ao atacar os detratores, ele também se posicionou no centro, diferenciando entre suas opiniões e as dos outros que acreditavam em todos os fenômenos do mesmerismo.
    .
    Na verdade, ele havia introduzido o termo hipnotismo “para evitar que eu fosse confundido com aqueles que acolhem essas noções radicais”, aqueles “ultra mesmeristas [...] com ideias radicais”.
    .
    E quando se tratava dos fenômenos maiores, ele ecoava as opiniões de críticos do mesmerismo: eram “feitos que transcendem em muito as leis de toda a filosofia conhecida”, e, portanto, necessitam de “evidência muito mais forte e uma série mais ampla de experimentos e que devem ser submetidos a um exame mais detalhado do que o que se tem feito até agora, antes de serem acolhidos como fatos”.
    .
    Ele também criticou a expertise dos mesmeristas, apontando as fontes de falácia que os haviam induzido em erro, e as falhas de seus experimentos com clarividência. Ao estabelecer as fronteiras entre fenômenos do mesmerismo que eram comuns e aqueles que eram fora do comum, ele se posicionou entre as ideias preconcebidas daqueles que haviam lançado fora o bebê com a água do banho e a credulidade daqueles que haviam engolido tudo.
    .
    Na opinião de Braid, os fatos que eram reais tinham uma explicação que se coadunava com o conhecimento científico, enquanto o restante pudesse ser rejeitado como erro e trapaça.
    .
    Também ele fora cético, mas não preconceituoso, diferentemente daqueles que acusava de incompetência, com os mesmeristas que haviam cometido seus próprios erros. À medida que fornecia explicações comuns, redefinia os limites do que era extraordinário e construía sua própria expertise em relação à de outros, ele também falava dos benefícios da hipnose e dos danos associados à realização de experimentos frequentes em público.
    .
    Foi dessa forma que Braid procurou convencer outros de sua própria posição, o que resultou em uma nova maneira de enquadrar fenômenos de mesmerismo, apesar de ela não ser inteiramente nova. Não obstante, paulatinamente, sua teoria ganhou aceitação e o trabalho de demarcação de fronteiras no qual ele se empenhou — que incluía o recurso à competência científica especializada acima do conhecimento dos palestrantes públicos e o desmascaramento vigoroso da clarividência —, sem dúvida, tornou sua posição mais palatável a muitos da área médica.
    .
    De acordo com uma carta ao Medical Times, que louvava as credenciais científicas e a ausência de ideias preconcebidas por parte de Braid, ele havia dado mostras de que ‘ muitas das maravilhas do mesmerismo são passíveis de explicação racional”.
    .
    Com uma explicação comum agora disponível, era mais fácil acreditar em muitos dos fatos observáveis. Braid também realça um tema mais profundo na história de crenças no extraordinário. Embora muitos outros tivessem testemunhado demonstrações semelhantes, o núcleo da nova teoria de Braid baseava-se em uma interpretação alternativa de um comportamento observado. Em resumo, ele via os mesmos fatos de maneira diferente.
    .
    Isso é importante, porque defensores e críticos sempre debatiam a respeito de eventos diferentes. Os críticos podiam enquadrar uma demonstração como falsa porque outras demonstrações eram falsas, enquanto os defensores podiam minimizar a importância de uma demonstração em particular, recorrendo a outras mais convincentes.
    .
    Entretanto, era frequente as pessoas observarem a mesma demonstração e, ainda assim, chegarem a conclusões radicalmente diferentes.
    .
    E, embora isso, por si mesmo, não seja grande surpresa, não se tratava simplesmente do caso de contestar os detalhes do que acontecera. Sem dúvida, havia diferenças de opinião sobre o que exatamente acontecera, mas mesmo quando havia unanimidade de opinião em relação aos fatos observados, o que eles significavam em termos de evidência podia se transformar em uma feroz controvérsia.
    .
    Com mais obviedade, esse era o caso relativo a mudanças observáveis no comportamento do sujeito, que podiam facilmente ser rejeitadas pelos críticos como imaginação ou simulacro.
    .
    Demonstrações de insensibilidade à dor podiam ser refutadas como “histeria” (uma espécie de termo “guarda-chuva” no caso de sujeitos do sexo feminino), ou, alternativamente, seria possível escolher acatar a teoria de Braid. Entretanto, Braid não tinha espaço em sua teoria para a clarividência, que continuava sendo tão extraordinária quanto sempre fora.
    .
    A importância do enquadramento de tais demonstrações, seja como verdadeiras, seja como fraude, continuava parte integrante da controvérsia a respeito do mesmerismo, pois a maioria dos proponentes e críticos continuava a reunir todos os fenômenos do mesmerismo em um único grupo.
    .
    Ademais, a polêmica sobre os fenômenos maiores do mesmerismo era a fonte primeira de discussões sobre fenômenos psíquicos e do espiritualismo, e a forma que ela tomou revela como, desde então, crenças no extraordinário têm sido objeto de controvérsias.
    .
    Ao examinar como a clarividência mesmérica era debatida, podemos ver mais claramente como crenças no extraordinário são mantidas. Já examinamos como, ao discutir clarividência no mesmerismo, ambos os lados se descreviam como céticos, porém não sectários, e apelavam para os fatos como base para suas opiniões. Ao fazê-lo, evidentemente, eles construíam os fatos de maneiras diferentes, seja como evidência de fenômenos fora do comum, seja como exemplos de equívoco ou fraude.
    .
    Entretanto, havia mais no debate do que demonstrações tais como as mencionadas antes. O que sempre se esquece é que os mesmeristas normalmente fracassavam em suas tentativas de demonstrar clarividência; outros realizavam feitos semelhantes e afirmavam que eles eram resultado de embuste, e aqueles que afirmavam ser clarividentes eram, algumas vezes, supostamente expostos como embusteiros. Tais eventos poderiam parecer tipos de evidência inequivocamente negativa e, com certeza, era assim que os críticos os tratavam.
    .
    Contudo, da mesma forma como os detratores conseguiam rejeitar qualquer demonstração como resultado de alguma explicação normal, também os defensores conseguiam argumentar que fracassos, reproduções e desmascaramentos eram evidência de algo mais extraordinário.
    .
    Examinando como isso era feito, podemos ver como o debate a respeito do mesmerismo não era em relação aos fatos de fenômenos observados, mas, sim em relação à maneira como qualquer demonstração podia ser enquadrada como fato de um determinado tipo em vez de outro.
    .
    E podemos ver como, no processo, as crenças podiam se tornar impenetráveis a qualquer observação.

    =====================================.

  163. Gorducho Diz:

    Não acredito que exista hipnose – simples assim.
    Claro que essa história de que hipnose dependa de “auto sugestão” é sofisma pra dizer que não existe de fato.
     
     
    18:00 horas…
    não vai fazer o EXERCÍCIO (módulo II do nosso curso) :?:

  164. MONTALVÃO Diz:

    /
    “18:00 horas…
    não vai fazer o EXERCÍCIO (módulo II do nosso curso)?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: devo ter me perdido (de novo): onde o módulo II?

  165. Gorducho Diz:

    O método de ensino por causos requer INTERESSE e
    INICIATIVA
    dos alunos :!:
    Não tem respostas aa priori “certas” nem “erradas”;
    nem o Lente fia em cima dizendo nos mínimos detalhes como as tarefas devem ser aprontadas.
    (Pouco surpreendentemente) o Analista Marciano/b> tem razão: desisto também 😡

  166. Marciano Diz:

    Realmente eu tenho razão. Só espero que o Vitor não tenha razão também, ou seja, o desinteresse resulta da incapacidade de aprendizado, devido à idade.
    É uma pena ver uma pessoa tão capacitada quanto o Presidente não se interessar por uma língua que ampliaria em muito sua capacidade de continuar aprendendo.
    A oferta de conhecimentos (em geral) na língua inglesa é muitíssimo maior do que em outras línguas, principalmente o português. As traduções, já sabemos como são.
     
    Dizem os crentes que o médium pode adulterar a mensagem dos espíritos. Bem, tradutores, indiscultivelmente, adulteram o sentido original dos escritos.

  167. Marciano Diz:

    Uma questão para o Vice-Presidente.
    Se nem todos os “médiuns” (meios entre o inexistente e o nada) estão enganando ou são malucos, restam alguns que, apesar de serem mentalmente sãos e acharem que estão vivenciando fenômenos reais, estão apenas com um estado alterado de consciência, auto-induzido com a ajuda de alguém que “dirige os trabalhos” (parto deste pressuposto).
     
    Não há dúvida (para mim) que ao dormirmos e sonharmos, estamos vivenciando um estado alterado de consciência, durante o qual acreditamos que são reais as coisas mais esquizofrênicas concebíveis.
    Nossos circuitos lógicos (as it were) estão desligamos, e achamos tudo muito natural. Não duvidamos de que o sonho seja real.
    Somente ao acordarmos é que nos damos conta da loucura da realidade que experimentávamos durante o sono.
     
    PERGUNTA PARA O VICE:
    É possível que o tal sono hipnótico possa ser um estado alterado de consciência muito semelhante ao sono comum?
     
    Em outras palavras, será que existem sujeitos suscetíveis que não estão simplesmente fingindo ou que NÃO são loucos, quer dizer, pessoas normais, honestas, que se deixam levar pelo tal estado alterado de consciência?
     
    Se for este o caso, fica explicado que hipnose realmente existe, com certas pessoas, em certas situações, bem como sua inutilidade como terapia.
     
    PERGUNTA PARA O PRESIDENTE E PARA O VICE:
    Outra dúvida que tenho é sobre o placebo.
    Será que existe efeito placebo, no sentido de vermos uma ferida sarar mais rapidamente devido ao tal efeito, ou será que o chamado efeito placebo é apenas uma interpretação da realidade pelo paciente?
     
    Exemplos, para melhor compreensão da dúvida (não me venham com citações, como faz o Administrador, por favor – quero respostas de suas cabeças):
    Placebos são eficientes com dor (não temos como avaliar a sensação de dor), bem-estar, etc. Será que existe um efeito placebo que faça uma queimadura sarar mais rapidamente, em indivíduos mais sugestionáveis?
     
    Será que existe um efeito físico, real, mensurável, ou será que o que existe são interpretações da realidade, por parte dos pacientes e de seus observadores?
     
    Enquanto não vejo uma explicação racional para o tal efeito placebo, duvi-de-o-do de que seja um efeito FÍSICO, REAL, MENSURÁVEL. Creio que seja apenas interpretação errônea da realidade, por parte de pessoas muito sugestionáveis.
     
    A pergunta sobre hipnotismo é apenas para o Vice. A pergunta sobre o placebo é para ambos (Presidente e Vice).
     
    Agradeço antecipadamente a atenção de ambos os eminentes analistas.
    Agradeço ainda mais se me pouparem de citações eruditas dos homens mais sábios da Terra (quiçá de outros planetas). QUERO OPINIÕES PROVINDAS DE SEUS CÉREBROS.
    De preferência, fundamentada em explicações (SUAS) de qual a razão de terem esta ou aquela opinião sobre os assuntos.

  168. Marciano Diz:

    Vou explicar ainda melhor o que espero de Vossas Excelências.
    Não me digam, “segundo um estudo publicado na Nature e replicado pelos super hiper pós professores doutores fulano e cicrano (não falo de hidrocarbonetos cíclicos saturados)”, ISTO E AQUILO E BLA-BLA-BLA.
    Suplico que respondam “eu acho que tal e coisa e coisa e tal, por isso aquilo e outro.
     
    Montalvão, pode até brincar com a resposta, mas dê também uma resposta séria e de sua cabeça (somente para a segunda pergunta, se resistir à tentação de responder também à primeira), contrária às manifestações da Administração, sempre fulcrada nas mais ilustres figuras da ciência de vanguarda.
     
    Se eu quisesse citações, eu mesmo sairia em busca delas.
    O que quero, não posso obter por meios eletrônicos. Quero as suas OPINIÕES.
    Vielen Danken!

  169. Gorducho Diz:

    Bom eu acredito que assim como “médiuns” genuinamente se convencem estarem a receber ditados desde o ultramundo &!150; e sim, se convencem mesmo…– da mesma forma pessoas QUERENDO serem “hipnotizadas” se metam na cabeça que estão e obedeçam às ordens do magnetizador ou imaginem estar no Egito, sendo escravo da Nefertiti &c…
    Mas por “hipnose” real, de fato, se entenderia uma transferência de “influências” (so to say…) desde a mente do magnetizador pra do paciente.
    É desse hipnotismo real que eu duvido;
    assim como nós duvidamos da existência de “mediunidade” real no sentido de que algum ultramundano de fato canalize impressões a terrícolas.
    E se hipnose de fato existir, teremos de reconhecer que, de certa forma o Mesmer tinha razão.
    Não quanto a efeitos curativos, mas quanto à existência dum “magnetismo animal”.
    I.e.: de algo que interliga mentes.
     
     
    Quanto às lições não vou falar mais nada.
    Claro que o método de causos pressupõe interesse, iniciativa, ir na biblioteca consultar obras…

  170. Gorducho Diz:

    PLACEBO
    Acredito que um bom estado-de-espírito possa sim auxiliar na recuperação física – quando esta é possível, claro.
    Seria similar a preces ou ingerir água fluidificada pra que Crê nessas coisas.

  171. Marciano Diz:

    Obrigado. Aguardo a resposta do Presidente.
    Em, em princípio, acredito que placebo resida apenas na interpretação da realidade, por parte do paciente.
    Acho que não existem efeitos puramente físicos (sem que se explique de maneira racional COMO eles podem ocorrer, pois se o cérebro tem o poder de produzir efeitos físicos, como, por exemplo, efeito bactericida ou bacteriostático, teremos de engolir muito mais do que o mesmerismo.
    Com relação ao hipnotismo, acho que, formulando raciocínios diferentemente, explanando-os de forma diferente, chegamos ao mesmo resultado.
    Hipnotismo é tão eficaz quanto água fluidificada, passes, água benta, rezas, etc.
    Se alguém toma comprimido de farinha ou vento (esculacho intencional), reza ou recebe passes, pode interpretar estímulos externos ao cérebro (como dor, por exemplo) como inexistentes ou diminuídos, mas isto é questão de interpretação (do cérebro) da realidade.
    Quando dormimos, sentimos alguém nos tocar, se isto acontece no sonho, mas NA REALIDADE, não há qualquer sensação física percebida pelo sistema nervoso e levada ao cérebro. Este (o cérebro) INVENTA tudo.
    Ele também pode distorcer a INTERPRETAÇÃO da realidade, mas jamais a REALIDADE (o que está fora do cérebro).
    Ou isto ou Geller entorta mesmo colheres.

  172. Marciano Diz:

    Se submetermos um pedaço de algum metal à chama de um maçarico, podemos ver que ele amolece e entorta e PODEMOS entender e explicar o que acontece com a estrutura molecular do metal. Entendemos como a chama transfere energia cinética para o metal, etc.
    Se algum poder cerebral faz o mesmo, não vejo quem explique de maneira racional como se daria o fenômeno.
    No máximo, alguém pode achar que o metal entortou.
    Quando algo acontece no mundo físico, real, todo mundo sofre as influências (eventuais) do fenômeno, mesmo que dele não saiba ou nele não acredite.
    Já quando se trata de coisas estranhas (paranormalidade, mediunidade, placebo, etc.), só uma minoria vivencia (na sua fantasia) alguma coisa.
     
    Por exemplo, o santo papa falecido pode declarar que nossa senhora de Fátima (não qualquer outra nossa senhora) tenha desviado um projétil de arma de fogo, de modo que o ferimento não fosse letal (se desviasse mais um pouquinho, ele nem precisaria de colostomia). Agora eu quero ver o santo que desvie um projétil de 7.62 que EU dispare contra qualquer pessoa.
    Assim como o Vice quer ver quem o hipnotize.

  173. Marciano Diz:

    Se nossa senhora de Fátima ou Uri Geller fazem o que dizem que eles fazem, o Newton era um idiota.
    Podemos nos esquecer de tudo o que aprendemos de física, química, matemática, e começar a estudar mediunidade, macumba, paranormalidade. Até hipnotismo, como fez o Presidente.

  174. Gorducho Diz:

    Que o máster pode induzir o paciente a um estado de grande relaxamento e daí brotem ideias e associações que estão no subconsciente claro que pode.
    Mais ou menos exatamente como as clássicas sessões de psicanálise que se vê nos filmes.
    Eu não entendo isso por “hipnose” de fato. Isso é um relaxamento como se consegue inclusive entre amigos íntimos conversando em bar de preferência “hipnotizados” por algum alcoolzinho…

  175. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    GORDUCHO diz: “18:00 horas…
    não vai fazer o EXERCÍCIO (módulo II do nosso curso)?”
    /.
    MONTALVÃO indaga: devo ter me perdido (de novo): onde o módulo II?
    /
    GORDUCHO responde: O método de ensino por causos requer INTERESSE e
    INICIATIVA dos alunos
    Não tem respostas aa priori “certas” nem “erradas”;
    nem o Lente fia em cima dizendo nos mínimos detalhes como as tarefas devem ser aprontadas.
    (Pouco surpreendentemente) o Analista Marciano tem razão: desisto também ????
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não seria o caso de indicar onde o módulo II, conforme a inquirição?
    .
    Ou é pegadinha?
    .
    Tudo bem companheiros, podem desistir de mim à vontade, quem não pode e não deve fazer isso sou eu! De qualquer modo, mui grato sou pelo interesse enquanto durou…

  176. Marciano Diz:

    Eu costumo conjugar CH₃CH₂OH a um ou mais benzodiazepínicos para conseguir um efeito de relaxamento que leva a um sono dos infernos.
    Isto, quando quero dormir.
    Quando preciso dormir, começo tomando uns golinhos. Depois que eles começam a fazer efeito, acrescento os hipnóticos (midazolam e outros) e ansiolíticos (alprazolam e outros).
    Funciona bem, mas depois de um tempo tenho de parar, para que os receptores não fiquem muito acostumados.
    Aí, é uma tortura diabólica. Fico durante 30 a 60 dias igual a um zumbi.
    Depois, recomeço o ciclo.

  177. Marciano Diz:

    Querido discípulo indisciplinado e Presidente da Bancada, preclaro Montalvão, queira responder à segunda pergunta, por favor.

  178. Marciano Diz:

    Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, por favor, informe ao seu médico.

    Como ocorre com todos os hipnóticos, sedativos e tranquilizantes, o tratamento prolongado pode causar dependência em pacientes predispostos.

    Não faça uso de bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com Dormonid® injetável, uma vez que o álcool intensifica seu efeito, o que pode ser prejudicial para sua saúde.

    Dormonid® injetável deve ser usado somente em ambiente hospitalar, pois pode causar, embora raramente, reações adversas cardíacas e respiratórias graves. Essas reações incluem depressão respiratória, parada respiratória e/ou parada cardíaca.

    Midazolam é um sedativo potente e precisa ser aplicado lentamente. A dose deve ser individualizada, para se atingir a sedação adequada de acordo com a necessidade clínica, a idade e o uso de medicação concomitante.

    A ocorrência de tais incidentes com risco à vida é mais provável em adultos acima de 60 anos, naqueles com insuficiência respiratória preexistente ou comprometimento do funcionamento do coração e em pacientes pediátricos com instabilidade cardiovascular, particularmente quando a injeção é administrada muito rapidamente ou em uma dose alta. Os pacientes de alto risco precisam de doses menores e devem ser monitorados continuamente.

    Benzodiazepínicos devem ser administrados com extrema cautela a pacientes com história de abuso de álcool ou drogas. Após a administração de Dormonid®, os pacientes devem receber alta hospitalar ou do consultório de procedimento apenas quando autorizados pelo médico e se acompanhados por um atendente. Recomenda-se que o paciente esteja acompanhado ao retornar para casa após a alta.

    Faço isto há muitos anos (mistura com álcool, para intensificar) e estou vivo (<acho).
    Não posso assegurar se é apenas meu espírito que se comunica com vocês. Se for, tenho a ilusão perfeita de que tenho carne, sangue e ossos.

  179. MONTALVÃO Diz:

    /
    DO LIVRO:
    /
    ——————————————–.
    “De fato, apesar de todas as controvérsias acerca da validade do mesmerismo, era amplamente aceito o fato de que ele envolvia algum tipo de mudança psicológica.
    .
    Por exemplo, a Comissão de Paris de 1784, ao rejeitar a teoria do magnetismo animal, havia explicado mudanças observáveis no comportamento dos sujeitos como produto de sua imaginação, e a tradução inglesa do relato havia anotado que isso reconfigurava o mesmerismo como um fenômeno mental mais do que como fenômeno físico.
    .
    Na verdade, as controvérsias acerca da validade de vários fenômenos mesméricos eram normalmente controvérsias acerca da condição mental dos sujeitos dos experimentos.”
    =================================.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: como se pode notar, o magnetismo animal já era posto em xeque desde os tempos de Mesmer, quer dizer, o embrião do que seria a hipnose já se delineava: os sábios notaram que as mudanças se davam no âmbito psicológico, e daí decorriam as implicações/reações físicas, como se vê em indivíduos hipnotizados, os quais sob efeito da sugestão fazem coisas que usualmente não fariam e demonstram reações que não teriam normalmente.

  180. Marciano Diz:

    Sim, e no placebo, não vai nada?
    Acho que também é um fenômeno mais mental do que físico, no sentido de que é totalmente mental, cerebral.
    Perceba que o Vice apoia sua concepção de que o cérebro pode causar efeitos físicos:
    PLACEBO
    Acredito que um bom estado-de-espírito possa sim auxiliar na recuperação física – quando esta é possível, claro.
    Ou seja, o cérebro pode fazer com que uma queimadura sare mais rapidamente.
    Claro que a interpretação subjetiva de paciente e pesquisador podem dar a impressão de que houve melhora física, mas o Vice acredita que o estado mental pode auxiliar no mundo real, aquele feito de cimento, ossos, etc.

  181. Marciano Diz:

    Se admitirmos que o cérebro possa mudar coisas físicas, em vez de apenas suas representações mentais, estaremos a meio caminho de detonar de vez com a Bancada Cética.
    Quer dizer, acho.
    Melhor dizendo, meu cérebro acha. Os periféricos (tecidos, como pele, músculos, ossos) preferem não se manifestar nessas questões.

  182. Marciano Diz:

    “Os neurocientistas pressupõem que a mente é redutível à atividade cerebral, mas são incapazes de provar a verdade deste pressuposto.”
     
    Acho que é fácil provar a verdade deste pressuposto. Basta dar um tiro de 7.62 no cérebro de qualquer cientista ou filósofo e ver se a atividade mental continua, depois da destruição do cérebro.

  183. Marciano Diz:

    Outra forma simples, que já propus aqui há muito tempo, mas que ninguém quis testar, é a seguinte:
    qualquer voluntário pode se matar e tentar escrever no blog depois (diretamente, sem intermediários que aleguem canalizar o voluntário).
    Se conseguir, está provado que a mente não depende unicamente do cérebro.
    Alguém se habilita?

  184. Marciano Diz:

    Se eu disser que estou recebendo o espírito do cx e que ele disse isto ou aquilo, coisas que ninguém mais poderia saber, não vale.
    Ele que se materialize e fale diretamente com qualquer um de nós. Depois, é só se desmaterializar, à luz do sol.
    Aí não teremos mais dúvidas.
    Claro que qualquer cachorro sarnento pode dizer o que quiser sobre quem já morreu. Quero ver é o morto dizer, depois de materializar-se, como teria feito FG (parece). Ou Elias, qualquer um.
    Parece que FG nunca se desmaterializou. Só sumiu de um lugar, apareceu em outro e deixou-se tocar pelos descrentes.
    Ou teria simulado a própria morte, como dizem os muçulmanos.
    Ou nunca teria existido fora da imaginação de pessoas de verdade, como digo eu.

  185. Marciano Diz:

    Estou disposto a ceder meu ectoplasma (não o de verdade, aquele que envolve o citoplasma, mas aquele imaginário, feito de gaze) a qualquer espírito que queira se materializar diante de mim.
    Pena que até hoje nenhum deles se aventurou. Talvez porque não existam, quem sabe?

  186. Gorducho Diz:

    ============================================================
    como se vê em indivíduos hipnotizados, os quais sob efeito da sugestão fazem coisas que usualmente não fariam e demonstram reações que não teriam normalmente.
    ============================================================
    Então… assim sim.
    O sugeito se-mete-a-cabeça que está magnetizado hipnotizado assim como outros se metem-na-cabeça que tão mantendo comércio com ultramundanos invisíveis.
    Nesse “hipnotismo” claro que eu acredito
    👍

  187. Marciano Diz:

    E eu acredito no ectoplasma. O de verdade, não o de mentira.
    ectoplasma de verdade
    ectoplasma de mentira

  188. Marciano Diz:

    It seems like the President ist tot. He cannot communicate.

  189. Marciano Diz:

    http://2.bp.blogspot.com/-guo53raY9Eo/VDHWTMiLvhI/AAAAAAAAABA/t5ohaZPNMI4/s1600/savitre.PNG
    Agora, depois de morto, não sem manifesta mais.

  190. Marciano Diz:

    Marciano Diz:
    JUNHO 3RD, 2016 ÀS 3:46 PM
    Gostaria de contatar alguém que tenha sido discípulo do Mestre Savitre,na FRAMA. Pertenci a Fraternidade nos anos 68/70,em Teresópolis. Os Mestres ,na época,e que conheci,eram: Rudra Sidah, Brutus de Athenas,e a suprema sacerdotiza se chamava Vadday. A Loja era no Vale das Yucas,não lembro onde. Quem ainda está por aí ? Que foi feito da FRAMA e de seus Mestres ?
    FRAMA = Fraternidade dos Mantos Amarelos do Oriente.
    Alguém sabe orientar qual o rumo que tomou a FRAMA?

  191. Marciano Diz:

    Deve ter ido para o oriente.

  192. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Querido discípulo indisciplinado e Presidente da Bancada, preclaro Montalvão, queira responder à segunda pergunta, por favor.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: hoje só amanhã, estou encerrando o expediente por ter tarefas pendentes dentro e fora do PC. Pra piorar, tomei uma overdose de guaraná em pó e estou com um sono danado!

  193. Marciano Diz:

    A Igreja da Eutanásia (Church of Euthanasia, abreviada CoE) é uma organização religiosa fundada em 1992 pelo “reverendo” Chris Korda e o “pastor” Kim (Robert Kimberk), na região de Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos.[1]

    O mais popular de seus slogans é “Save the Planet, Kill Yourself” (Salve o Planeta, Mate-se)[2] e a ideologia em que se baseia é resumida em um único mandamento: “Você não procriará”,[3] e quatro pilares: suicídio, aborto, canibalismo e sodomia (“qualquer ato sexual que não leva à procriação”). A Igreja enfatiza que a redução da população mundial deve ser feita somente por meios voluntários, de modo que o assassinato e a esterilização involuntária são estritamente proibidos por sua doutrina.[4]
    Fonte: wikipedia.
    Site oficial da “igreja”:
    http://www.churchofeuthanasia.org/
    Se alguém pode se matar para “salvar” o planeta, por que não poderia fazer o mesmo para demonstrar a sobrevivência da consciência após a morte?

  194. Marciano Diz:

    Salve o planeta. Mate-se!
    https://vignette.wikia.nocookie.net/jamescameronsavatar/images/8/8d/Save_the_planet_kill_yourself.jpg/revision/latest?cb=20110123152846
    Extinção humana, enquanto ainda podemos.
    https://images.vice.com/vice/images/articles/meta/2015/10/22/save-the-planet-kill-yourself-the-contentious-history-of-the-church-of-euthanasia-511-1445475073.jpg?crop=1xw:0.90382797731569xh;center,center&resize=1200:*

  195. Marciano Diz:

    Único mandamento da igreja:
    Tu não deves procriar.
    Os quatro pilares:
    suicídio, aborto, canibalismo, sodomia (porque não procria).
    https://pics.me.me/the-church-of-euthanasia-church-of-euthanasia-the-one-commandment-17385267.png

  196. Marciano Diz:

    Fico pensando no que a humanidade vai fazer, quando não puder mais ser extinta.
    O Sol vai transformar-se numa gigante vermelha, provavelmente destruirá a Terra, no processo.
    Teremos (os que estiverem condenados à perpetuidade) de habitar o espaço vazio (quase vazio, para os chatos).

  197. Marciano Diz:

    Claro que a humanidade vai se extinguir muito antes de a vida (humana ou não) tornar-se inviável no planeta, devido à atividade solar (ou a falta dela depois – quer dizer, quase falta de atividade, para os chatos).
    O que vai extinguir o Homo sapiens sapiens vai ser a falta de adaptação ao meio.
    Na primeira mudança drástica no ambiente, vai todo mundo pro brejo.
    Culpa dos hospitais, planos de saúde, tratamentos médicos, remédios, etc., os quais permitem que pessoas inadequadas para o ambiente possam procriar.
    ATENÇÃO!
    Antes que alguém queira me processar ou me matar, aviso que isto é o que prega a igreja.
    Não tenho nada a ver com esses malucos.
    Claro que estou interessado em viver o quanto puder, bem ou mal.
    Meu lema é: viva bem ou viva mal, mas viva! No sentido de: não morra!

  198. Marciano Diz:

    Vejam:
    https://pics.me.me/the-church-of-euthanasia-church-of-euthanasia-the-one-commandment-17385267.png

  199. Marciano Diz:

    http://www.churchofeuthanasia.org/e-sermons/butcher.html
    Guia (da igreja) de antropofagia.

  200. Marciano Diz:

    Trecho, para estimular a leitura:
    Body Preparation: Acquiring your subject is up to you. For best results and health, freshness is imperative. A living human in captivity is optimal, but not always available. When possible make sure the animal has no food for 48 hours, but plenty of water. This fasting helps flush the system, purging stored toxins and bodily wastes, as well as making bleeding and cleaning easier. Under ideal conditions, the specimen will then be stunned into insensitivity. Sharp unexpected blows to the head are best, tranquilizers not being recommended as they may taint the flavor of the meat. If this is not possible without exciting the animal and causing a struggle (which will pump a greater volume of blood and secretions such as adrenaline throughout the body), a single bullet through the middle of the forehead or back of the skull will suffice.

  201. Marciano Diz:

    Tem vários sermões online.
    Aqui vai o primeiro:
    http://www.churchofeuthanasia.org/e-sermons/sermon1.html

  202. Gorducho Diz:

    Analista Marciano
    sobre este affaire lá na America…
    ¿pode no nosso Direito haver um acordo de confidencialidade (ou qq. outro for that matter…) com as partes usando aliases?
     
    ¿Como é isso?
    Os jurados (lá no caso…) só lobrigam os aliases no papel, e o juiz tem outro selado com os nomes + procurações reais…
    ¿É assim?
    :o

  203. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Perceba que o Vice apoia sua concepção de que o cérebro pode causar efeitos físicos:
    PLACEBO.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: um cérebro devidamente sugestionado provoca REAÇÕES físicas. Isso não é mera opinião, é fato constatado e constatável. Diminuição da sensibilidade é uma dessas reações: à dor, a odores irritantes, a medos.
    .
    Outra reação: aumento [ilusório] da resistência física: o sugestionado se julga capaz de fazer mais do que consegue e se esforça por tornar essa ideia realidade.
    .
    Outra: melhoria da capacidade de concentração.
    .
    A sugestão hipnótica não transforma as pessoas, apenas faz com que retirem de suas reservas de energias (física e mental) o que possível para a concretização do sugerido. Um hipnotista pode convencer a indolente de que este seja capaz de fazer cem flexões de braço. E o sujeito vai até onde puder, mesmo que no dia seguinte não consiga sequer escovar os dentes.
    .
    O mesmo pode ser dito em relação a efeitos alucinatórios. O paciente convencido de que, por exemplo, há um cão feroz por perto, reagirá como se a fera estivesse por perto. Isso não é mágica, é que a mente é suscetível a tais reações (por fatores diversos): a sugestão hipnótica explora essa condição.
    .
    A hipnose não é mero teatro, ou simples acordo simulativo entre agente e paciente. Difícil conceber que pessoas mastiguem cebolas como se estivessem comendo maçãs; que resistem a vapores de amônia sob seus narizes; que vejam coisas que não estão presentes; que sejam estocados por agulhas sem manifestar sensibilidade; que não reajam a estrondos imprevistos, etc., tudo por fingimento.
    .
    Então, a hipnose provoca, sim, reações registráveis e repetíveis (obviamente não com todos), a discussão é se efetivamente essas reações são utilizáveis terapeuticamente e até que ponto produziriam efeitos benéficos.

  204. Gorducho Diz:

    um cérebro devidamente sugestionado provoca REAÇÕES físicas.

     
     
    tudo por fingimento

    Claro que não é “fingimento”.
    Quando “médiuns” “recebem” mensagens do além não estão fingindo. Acreditam piamente estarem conectados com ultramundanos.
    Que o Lentulus existiu, &c…
    DUVIDO-DO que ponto apreciável dose de amoníaco (*) e/ou enfiando uma agulha no nervo do dente o “hipnotizado” não tenha reações.
     
    (*) Uma parenta nossa certa fez foi limpar o forno c/1 produto a base de amoníaco e enfiou a cabeça dentro…
    Por mera sorte não perdeu os sentidos c/a cabeça dentro do forno 😀

  205. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Teste seu progresso no inglês: lobrigue o original e comente – em português.
    Livre questão dissertativa.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu já havia respondido a essa postagem conforme se mostra abaixo:
    /
    ————————————-.
    MONTALVÃO Diz:
    março 5th, 2018 às 11:51 AM
    .
    inda não cheguei ao nível de ler um livro em inglês de 280 páginas, entendê-lo plenamente e comentá-lo…
    .
    Estou no patamar de uma ou duas laudas de texto simples, por enquanto…

    ==========================.
    /
    Agora, volto a ela para melhor refletir: a orientação diz: lobrigue o original e comente. Lobrigar significa enxergar com esforço (como que através de névoa: por exemplo: “após muito caminhar, lobriguei a distância caminho de saída do Morro do Alemão”), ou ver por casualidade (tipo dizer, “lobriguei-o passeando no Morro do Alemão”).
    .
    Aí vem minha dúvida: se vou lobrigar o original e comentar o que se espera em retorno: uma reflexão fracamente elaborada, tanto em termos gramaticais quanto raciocinativos? Qual seria a finalidade?
    .
    Se puder esclarecer…

  206. Gorducho Diz:

    O método de ensino mediante causos NÃO TEM respostas prontas, “certas” ou “erradas”.
    Requer perspicácia, interesse & iniciativa do aluno. Tudo isso entra dentro duma avaliação compreensiva.
    Não é “marcar cruzinhas”…
    Então comece por ver há quantas horas eu lhe havia proposto o Módulo II do nosso curso…

  207. Gorducho Diz:

    Não valorizo nem um pouco gramática.
    Como disse várias vezes cá, na nossa idade o inglês serve pra desempenhar alguma tarefa.
    Compreender o que está a se suceder dentro dum contexto.

  208. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARCIANO diz:
    Uma questão para o Vice-Presidente.
    Se nem todos os “médiuns” (meios entre o inexistente e o nada) estão enganando ou são malucos, restam alguns que, apesar de serem mentalmente sãos e acharem que estão vivenciando fenômenos reais, estão apenas com um estado alterado de consciência, auto-induzido com a ajuda de alguém que “dirige os trabalhos” (parto deste pressuposto).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: médiuns legítimos estão em estado alterado de consciência enquanto mediunizam, ou seja, no exercício de contatar mortos. Fora dessa situação apenas creem possuir capacidade de contatar o além (estão em estado “normal”). São pessoas que possuem facilidade de dissociar a mente, atuando como se estivessem sob influência alienígena. Eles não precisam de ajuda externa (como ocorre na hipnose convencional, embora o ambiente contribua para que o médium atue) para adentrarem na condição em que o processo mediúnico toma forma: entram no transe por si mesmos. Na hipnose convencional a ajuda externa é necessária, já na auto-hipnose não se faz necessária.
    .
    Embora eu desconfie que lá no fundo de suas mentes médiuns saibam que não estão se articulando com morto algum (tanto que temem pôr seus comunicantes à prova), são pessoas que almejam sinceramente cultivar o intercâmbio entre as dimensões material e espiritual. Claro, nesse grupo não se incluem os muitos vigaristas que agem no meio.
    /
    /

    MARCIANO: Não há dúvida (para mim) que ao dormirmos e sonharmos, estamos vivenciando um estado alterado de consciência, durante o qual acreditamos que são reais as coisas mais esquizofrênicas concebíveis.
    Nossos circuitos lógicos (as it were) estão desligados, e achamos tudo muito natural. Não duvidamos de que o sonho seja real.
    Somente ao acordarmos é que nos damos conta da loucura da realidade que experimentávamos durante o sono.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: disse praticamente tudo. A diferença entre o consciente e o subconsciente é que este não opera com os mecanismos lógicos presentes na consciência. Durante a vigília geralmente distinguimos sem dificuldade o real do imaginário.
    .
    Quando dormimos a consciência entra em recesso (não se apaga) e o subconsciente aflora. Nele os sonhos se processam sem que a lógica esteja presente, daí podemos sonhar as aventuras mais estaparfúdias, dignas de fazer inveja a Alice no País das Maravilhas.
    .
    Isso explica, em linhas gerais, como a hipnose funciona.
    .
    Por que os hipnotistas fazem um rapport prévio, antes de passar as sugestões que pretendem? É que eles precisam que a consciência regrida e o subconsciente venha à tona, ao qual são dirigidas as palavras de convencimento.
    .
    A hipnose, pois, é um trabalho que lida com o subconsciente. Entrando o sujeito no estado ideal ele irá trabalhar, praticamente sem resistência, com as sugestões que lhe forem dadas. Mas isso não significa que toda e qualquer sugestão será aceita e processada, há fatores limitantes. De qualquer maneira, o mecanismo que permite o funcionamento da hipnose está no subconsciente.

  209. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Então comece por ver há quantas horas eu lhe havia proposto o Módulo II do nosso curso…”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Esse “módulo II” está dando o que falar…
    .
    A primeira referência a ele, nessa rubrica foi:
    /
    —————————————-.
    Gorducho Diz:
    março 7th, 2018 às 12:24 PM
    [...]

    18:00 horas…
    não vai fazer o EXERCÍCIO (módulo II do nosso curso)?
    =========================.
    /
    Aí, quando indaguei: “onde [está descrito] esse módulo II?”, não recebi orientação> a resposta foi:
    /
    ———————————-.
    “O método de ensino por causos requer INTERESSE e INICIATIVA dos alunos
    Não tem respostas aa priori “certas” nem “erradas”;
    nem o Lente fica em cima dizendo nos mínimos detalhes como as tarefas devem ser aprontadas.
    (Pouco surpreendentemente) o Analista Marciano/b> tem razão: desisto também
    ========================.
    /
    A dúvida atroz, pois, permanece: que módulo II vem a ser esse? Para o pleno esclarecimento, bastava dizer: “tá aqui, ó seu bobão, foi nessa postagem que falei do tal módulo: tenteler com mais atenção!”

  210. Gorducho Diz:

    Tendo S/Pessoa concluído c/o respeitável ° ❾ o Módulo I do Curso, deveria ser-lhe óbvio que automaticamente se abriria o Módulo II com progressos relativamente à complexidade da tarefa.
    Pois não comunicara até aquele momento – como até agora não está claro se deseja ou não :?: – abandonar o Curso…

  211. Marciano Diz:

    ===============================================================
    ¿pode no nosso Direito haver um acordo de confidencialidade (ou qq. outro for that matter…) com as partes usando aliases?
    ===============================================================

    Acordo de confidencialidade pode. Com aliases, no way!
    Todo mundo tem de assinar seu nome, com sua verdadeira identidade.
    O que ocorre é que, dentre outros casos, pessoas que se tornam famosas com um apelido, políticos (pela mesma razão) podem incorporar o apelido ao nome.
    Casos mais famosos: Xuxa e Lula. Mas aí tem de assinar com o novo nome, completo.

    O que alega a prostituta é que o Trump não assinou nada, só seus advogados.
    Eu, particularmente, creio que sejam comunistas inconformados querendo inviabilizar uma futura reeleição de Trump e sabotar seu governo atual.
    A prostituta ganha duas vezes. Fica famosa (mais cara, mais dinheiro) e ainda ganha dinheiro e promessas falsas de favores, por parte dos comunistas.

    Nunca gostei do indivíduo, mas como é o único (aparentemente) não comunista por lá, pouco me importa sua conduta pessoal.
    Só quero que combata o comunismo internacional.

    ===============================================================
    Os jurados (lá no caso…) só lobrigam os aliases no papel, e o juiz tem outro selado com os nomes + procurações reais…
    ¿É assim?
    ===============================================================

    As a matter of fact, I don’t have the least idea.
    O direito deles (Commom Law) é completamente diferente do nosso, de forma que, diferentemente de outras profissões, a minha, lá, não vale nada, nem a deles, aqui.
    Não fosse o caso, eu já teria ido embora daqui há séculos.

    MONTALVÃO

    ===============================================================
    Diminuição da sensibilidade é uma dessas reações: à dor, a odores irritantes, a medos.
    ===============================================================

    Tudo isso só pode ser avaliado subjetivamente.
    Se seu cérebro não interpreta (por hipnose ou qualquer outra razão) sinais de dor, você não a sente, mas seu braço queima do mesmo jeito.
    Se seu cérebro não interpreta corretamente, você sente cheiro de laranja em gasolina, mas o cheiro continua sendo de gasolina, pois as moléculas desta é que estarão no ar, não as do suco de laranja.

    A interpretação do cérebro não muda a realidade, só na cabeça do paciente.

    Hipnotismo, para mim, é isto: ilusão dos sentidos. E é a isso que os estudiosos se referem. Disso, não duvido, até porque em sonhos, comemos manga e sentimos gosto de manga, só porque o cérebro assim quer, mas o estímulo não existe, só a interpretação errônea.

    Fora dos casos de consciência alterada por hipnotismo, drogas ou sono não hipnótico, vemos pessoas reais ou imaginárias, tocamos nelas e por elas somos tocados, num sonho normal ou em estado alucinatório, mas as tais pessoas não existem fora do cérebro.
    O cérebro não está interpretando estímulos, está criando falsas sensações ou a falta delas.

    ===============================================================
    Outra: melhoria da capacidade de concentração.
    ===============================================================

    Disso, não tenho dúvidas, mas não tem efeitos práticos, como aprender mais rapidamente uma língua estrangeira, por exemplo.

    ===============================================================
    A hipnose não é mero teatro, ou simples acordo simulativo entre agente e paciente.
    ===============================================================

    Eu nunca a reduzi a isto. Só disse que é perfeita para espetáculos, mas que como terapia, it sucks.

    ===============================================================
    Difícil conceber que pessoas mastiguem cebolas como se estivessem comendo maçãs; que resistem a vapores de amônia sob seus narizes; que vejam coisas que não estão presentes; que sejam estocados por agulhas sem manifestar sensibilidade; que não reajam a estrondos imprevistos, etc., tudo por fingimento.
    ===============================================================

    Difícil nada! Os estímulos chegam ao cérebro, mas são misinterpreted. Just that!

    ===============================================================
    Então, a hipnose provoca, sim, reações registráveis e repetíveis (obviamente não com todos), a discussão é se efetivamente essas reações são utilizáveis terapeuticamente e até que ponto produziriam efeitos benéficos.
    ===============================================================

    Ainda não percebeu que é justamente isto que venho sustentando?
    Inútil como terapia. Até Freud já sabia e inventou outra terapia inútil.

    ===============================================================
    GORDUCHO
    ===============================================================

    ===============================================================
    DUVIDO-DO que ponto apreciável dose de amoníaco (*) e/ou enfiando uma agulha no nervo do dente o “hipnotizado” não tenha reações.
    ===============================================================

    Dependendo da intensidade do estímulo, pode não sentir.
    Se um hipnotizado põe a mão na água morna e está sugestionado para achar que está fria, sente água fria.
    Se a água estiver a cem graus, fica todo queimado.

    ===============================================================
    Não valorizo nem um pouco gramática.
    Como disse várias vezes cá, na nossa idade o inglês serve pra desempenhar alguma tarefa.
    Compreender o que está a se suceder dentro dum contexto.
    ===============================================================

    Questão de POV. Eu valorizo. Não quero falar línguas estrangeiras fluentemente, como uma criança de 10 anos ou um semianalfabeto nativo.
    Por exemplo, escrever semi-analfabeto, ignorando a regra gramatical que retirou o hyphen.

    MONTALVÃO, DE NOVO.

    ===============================================================
    Eles não precisam de ajuda externa (como ocorre na hipnose convencional, embora o ambiente contribua para que o médium atue) para adentrarem na condição em que o processo mediúnico toma forma: entram no transe por si mesmos.
    ===============================================================

    O que significa “desenvolver” a mediunidade? Tem ajuda externa ou não?

    Nada impede que o médium desenvolva sua mediunidade sozinho (autossugestão).
    Aproveitem e imaginem um inglês ou americano, ou alemão, for that matter, que fale português fluentemente e escreva auto-sugestão.

    Desculpem a pressa na resposta. Estou furtando tempo do meu almoço.

    Se quiserem, à noite, explico melhor e corrijo algumas besteiras que certamente estão aí, pois a pressa é amiga íntima da imperfeição e inimiga capital da perfeição.

  212. Marciano Diz:

    Errei o e-mail e o poltergeist disse que ia avaliar meu pronunciamento.
    Ainda bem que consegui recortá-lo e publicar novamente.

  213. Gorducho Diz:

    O que eu quis mesmo dizer é que nesse meu exercício o objetivo era ele executar a tarefa imerso dentro do idioma objeto (do Curso) – pois que o Curso é de progressivo quanto ao nível de exigência, claro…– sem preocupações gramaticais.
    E ficando claro que NÃO TINHA “resposta certa” ou “errada”.
    Era o procedimento, a tarefa em si que importava.
    Falo em tempo passado porque já me convenci que ele não vai fazer o exercício :(

  214. MONTALVÃO Diz:

    /
    ————————————–.
    A dúvida atroz, pois, permanece: que módulo II vem a ser esse? Para o pleno esclarecimento, bastava dizer: “tá aqui, ó seu bobão, foi nessa postagem que falei do tal módulo: tente ler com mais atenção!”
    ========================.
    /
    GORDUCHO Diz:
    .
    Tendo S/Pessoa concluído c/o respeitável ° ? o Módulo I do Curso, deveria ser-lhe óbvio que automaticamente se abriria o Módulo II com progressos relativamente à complexidade da tarefa.
    Pois não comunicara até aquele momento – como até agora não está claro se deseja ou não – abandonar o Curso…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sim, quero dizer, não, não é óbvio. Pareceu-me que o curso gratuito seria constituído de um único módulo, tanto que os professores declararam oficialmente desistirem do aluno:
    /
    ——————————————.
    o Analista Marciano tem razão: desisto também
    =========================.
    /
    Entendi fosse forma cortês de os amados mestres noticiarem o término da gratuidade, e o gafanhoto deveria passar a pastar com recursos próprios.
    .

    Tanto que nenhum módulo novo, até onde sei, se abriu…

  215. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARCIANO,
    .
    Sobre hipnoses e mesmerismos não vejo necessidade de persistir a discutirmos: nossas considerações são parelhas, mesmo que as expressemos com frases distintas. O Gorducho é que – talvez – precisaria de conversa adicional, conquanto eu ache que ele também está chegando junto.
    /
    /
    MARCIANO diz, disse:
    .
    ——————————————————
    MONTALVÃO falou: “Eles não precisam de ajuda externa (como ocorre na hipnose convencional, embora o ambiente contribua para que o médium atue) para adentrarem na condição em que o processo mediúnico toma forma: entram no transe por si mesmos.”
    ===================================
    .
    MARCIANO: O que significa “desenvolver” a mediunidade? Tem ajuda externa ou não?
    .
    CONSIDERAÇÃO: ponderei a desnecessidade de continuarmos a falar de hipnose, pois as divergências opinativas, tudo indica, sejam mínimas, irrelevantes talvez. Mas, como se trata de questão nova, comento-a.
    .
    Desenvolver a mediunidade faz parte da didática espírita, não é conteúdo do estudo da hipnose. De qualquer modo, a ideia não é destituída de sentido, pois é a prática que faz a perfeição. Quem mediuniza esporadicamente provavelmente mediunizará em qualidade inferior ao que se dedica amiúde à prática (aqui desconsiderando outros quesitos, quanto cultura, habilidade pessoal, criatividade…).
    /
    /
    MARCIANO: “Nada impede que o médium desenvolva sua mediunidade sozinho (autossugestão).
    Aproveitem e imaginem um inglês ou americano, ou alemão, for that matter, que fale português fluentemente e escreva auto-sugestão.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nada impede desenvolver solitariamente a mediunidade, qual se faz com a masturbação… E o alemão que escrevesse auto-sugestão seria perdoado sem maiores consequências legais, apenas aconselhado a instruir-se da última lei. O novo acordo estando em fase de consolidação, admite tanto a nova quanto a versão antiga. Mas isso, valeu até 2016, prazo final para vigência conjunta das regras passada e atual. Portanto, hoje: autossugestão… digo isso sem autoostentação… perdão, faltou-me tracinho, digo, hífen…

  216. Orlando Diz:

    O que significa “desenvolver” a mediunidade? Tem ajuda externa ou não?
    Nada impede que o médium desenvolva sua mediunidade sozinho (autossugestão).

    Indicado que se faça curso em centro espírita qualificado pela FEB.
    para quem quiser adianto a apostila:
    http://bvespirita.com/Curso%20de%20Educacao%20Mediunica%20-%20Primeiro%20Ano%20-%2028%20Edicao%20(FEESP).pdf

  217. Marciano Diz:

    CHUBBY,
    Grammar enhances accuracy in communication, among other things, by avoiding ambiguities.
     
    Grammar makes your statements clear, in the sense that a correct language helps to make the message easily understandable (assuming that both writer/listener are well educated too).
     
    Languages evolve over time, and then, due to lack of proficiency by native speakers, it regresses to its previous state of the communication of uncultivated people, just the way it’s been happening for centuries with the English language and for the past hundred years with Portuguese.
     
    Ignorant people, for instance, introduce teratological expressions in our language, when they try to tranlsate foreign languages into Portuguese and they don’t know correctly both languages.
    That is what we have witnessed these last days, with terrible solecisms appearing every now and then in the so called “translations” of books and articles.
     
    I’m sick and tired of listening or reading fluent speakers talking or writing like ten year old boys or the populaces, even native speakers.
     
    We can watch a movie, the news or a TV show and hear native speakers who don’t know how to pronounce “address”, for instance.
    The word is oxytone, but most people (supposedly educated ones) pronounce it as a paroxytone.
     
    Of course, like Borges would probably put it, it’s a matter of opinion, I guess.
     
    Nonetheless, it’s not that simple. Rules are made to be obeyed and grammatical rules refine the language of its impurities.
    Opinions are not all the same. Some have solid grounds and others have no fundament.
     
    That’s my humble opinion.
     
     
    MONTALVÃO,
    Eu deixei bem claro que desisti de tê-lo como aluno (pro bono) porque superestimei seus conhecimentos da língua inglesa.
    No nível em que se encontra não vale a pena persistir.
     
    Quanto ao “desenvolver a mediunidade”, houve mal entendido. Eu quis dizer que a mediunidade (se existisse) costuma ser desenvolvida com interferência de terceiros (como a hipnose). Raros “médiuns” começam tudo sozinhos, assim como raras pessoas (que eu saiba) praticam auto-hipnose (não confundir com a autossugestão – novo acordo ortográfico).
     
    Agora, só à noite, por favor.

  218. Marciano Diz:

    Em tempo: esse acordo não pegou. Nem aqui nem em Portugal.
    As últimas simplificações que se vem tentando na gramática prestam um desserviço à língua.
    Não só aqui como em outras plagas, onde outras línguas são faladas.
    Estamos numa fase de declínio da linguagem, por toda parte.
    A consagração pelo (mau)uso está acabando com a linguagem.
    Por exemplo: tem gente que faz “mal” uso da gramática.
    Confundir adjetivos e advérbios é um dos erros mais comuns.

  219. Gorducho Diz:

    Se atentar bem verá que o Módulo II não requeria sutilezas gramáticais.
    Era muito mais uma tarefa prática a se desenvolver dentro do ambiente no idioma do curso.
    E a conclusão desde o Módulo I eu falei que – por enquanto, nessas fases, claro…– poderia ser apresentada em vernáculo local nosso.
    Bem como ressaltei sempre que não há a priori uma “conclusão certa” ou “errada”. O que vale é apresentar o entendimento obtido acerca do ponto proposto.
    Como em todos métodos de ensino via causos…

  220. Gorducho Diz:

    Sobre escrita m/ideologia é a francesa: não tem que ficar mudando a toda hora.
    Linguagem falada é linguagem falada;
    linguagem escrita é pra ter uma certa perenidade.

  221. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Eu deixei bem claro que desisti de tê-lo como aluno (pro bono) porque superestimei seus conhecimentos da língua inglesa.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: percebi…

  222. MONTALVÃO Diz:

    /
    one day I will cross the yellow and violent river

  223. Marciano Diz:

    D’accord, mais le français parlé aujourd’hui est abominable.
    https://www.youtube.com/watch?v=-5jow1rqlXY
    Oui, diras tu, mais je veux dire les ecrits.
    Mais non, mon ami.
     
    Le langage des jeunes et des ados en 2017-2018.
     
    Jamais des BG vont me suivre sur Instagram. Toujours des gens chelou.
     
    Le daron il me coupe la wifi a 22h mais miskine il sait pas que j ai 30Giga de 4G cheh.
     
     
    Vérifie par toi même sur tous les médias sociaux.
    Facebook, Google +, …

  224. Marciano Diz:

    Montalvão, não estou te criticando. Pensei mesmo que tu estivesses um pouquinho melhor no inglês do realmente estás.
    Assim fica complicado. Tu estás pior do que o Google Translator. Muito pior.
    Fiquei desanimado.

  225. Marciano Diz:

    Não pense que fico malhando o Google Translator e certos tradutores só porque sou chato.
    Dá pra quebrar um galho, mas em certas coisas eles modificam completamente o sentido do texto, de forma a torná-lo incompreensível.
    Temos um exemplo recente na tradução da Alzira (que o Vice Gorducho está tentando salvar).

  226. MONTALVÃO Diz:

    /
    Orlando Diz:
    .
    O que significa “desenvolver” a mediunidade? Tem ajuda externa ou não?
    Nada impede que o médium desenvolva sua mediunidade sozinho (autossugestão).
    .
    Indicado que se faça curso em centro espírita qualificado pela FEB.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: centros ramaticistas igualmente fazem esse trabalho, de desenvolver a mediunidade, servem também, ou só os credenciados pela FEB?
    .

  227. Marciano Diz:

    Se você fosse (bem) melhor no seu inglês, veria que em filmes legendados (ora, dirás, por que vês filmes legendados? E eu te direi, no entanto, que para vê-los em boa companhia feminina, é sempre necessário).
    A intercalação ficou longa, então começo o período de novo:
    Veria que em filmes legendados eles deixam muita coisa que foi dita sem legenda (principalmente quando os diálogos são rápidos, quando se diz muita coisa), traduzem muita coisa errada e, muitas vezes, mudam o sentido do que foi dito, ao ponto de causar confusão em quem só acompanha com legendas.
     
    Americanos (EE UU) falam mais palavrões do que portugueses, mas as legendas ajeitam tudo, para que pareçam pudicos.
     
    Uma expressão constante em qualquer gênero de filme, e que eu uso aqui, de quando em vez, é “Jesus Fucking Christ”.
    Palavra por palavra, não faria o menor sentido, porque é “Jesus fodendo Cristo”, mas poderia ser traduzido por “Puta que pariu”, ou coisa equivalente.
    Pode ver por si próprio que costumam traduzir por “Nossa Senhora”, “Deus do céu”.
    O que chega a ser irônico, há de convir.

  228. Marciano Diz:

    Quando uso a expressão aqui, faço-o em internetês: JFC!
    Por que? Por causa do alto nível do blog. Auto-censura.
    JFC fica sutil. Jesus Fucking Christ, embora seja expressão corriqueira nos Estados Unidos e na Inglaterra, ofende o pudor exagerado do blog.

  229. Marciano Diz:

    Aproveitando que este mês o nível desceu um pouquinho, devido à falta de chuvas, lá vai outra expressão muito comum:
    WTF? What the fuck?
    Palavra por palavra: Que a foda?
    Sentido: Que porra é essa?
     
    Obs.: os palavrões estão sendo ditos apenas para melhorar a didática, em nome do bom ensino.
    Não quero ofender a pudicícia do recatado Vice-Presidente, que fica envergonhado com essas baixarias.
    O objetivo é que passe (Montalvão) a prestar atenção em como atenuam a linguagem nas legendas.

  230. Marciano Diz:

    WTF talvez fosse traduzido por cx como: Cumequié?
    É que o sentido é de espanto, surpresa.

  231. Marciano Diz:

    Não, lembrando melhor, acho que na carta forjada por cx tinha o sentido de “E aí?, Tranquilo?”.
    Parece que era uma saudação.
    Estou falando de memória, claro.

  232. Marciano Diz:

    Curiosidade: tanto aqui como na França se usa “fdp” com o sentido de filho da puta ou fils de pute.
    A diferença é que aqui é para suavizar o sentido, lá, por preguiça mesmo, por parte de ados.
    Eles têm preguiça até de se designarem como adolescent, então dizem só ados.

  233. Marciano Diz:

    Auparavant: “Bonjour mon ami, comment allez-vous ?”
    Aujourd’hui: Wesh, magl (prononcé “ma guele”), bien ou bien?

  234. Orlando Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: centros ramaticistas igualmente fazem esse trabalho, de desenvolver a mediunidade, servem também, ou só os credenciados pela FEB?”
     
    Somente os credenciados pela FEB, na opinião de minha mãe e do corpo de dirigentes (e minha tambèm).
     
    Ao sermos credenciados recebemos livros consignados para vender na livraria, temos assessoria com diversos espíritas versados em Kardec e etc. , auxiliam via skype grupos com problemas, dispersam obsessores.
    Mas infelizmente nem tudo são flores: já apareceu aqui um sujeito extremamente arrogante, disse que nosso centro não segue a risca as recomendações FEB, esquecem da “disciplina, disciplina,disciplina” do Emmanuel e que só estão preocupados com cromoterapia e papa-passes.

  235. Orlando Diz:

    “Não, lembrando melhor, acho que na carta forjada por cx tinha o sentido de “E aí?, Tranquilo?”.
    Parece que era uma saudação.”
    Que carta é esse Marciano? Chico forjou cartas?

  236. Gorducho Diz:

    Mamãe fez 2 cursos de Evangelizadora – homologados pela FEB, claro.

  237. MONTALVÃO Diz:

    /
    Para início de conversa, gostaria de fazer uma afirmação contundente: nosso fundamento precisa estar em Deus! Ele nos ajuda revelando informações preciosas de diversas maneiras.
    .
    Em primeiro lugar, a mais urgente e fundamental fonte de informações que precisamos aprender a usar corretamente é a Bíblia. E, em segundo lugar, temos a natureza. O livro da natureza tem sido extremamente negligenciado entre a maioria dos que se dizem cristão, apesar das inúmeras advertências bíblicas para que se estude o livro da natureza. Onde a Bíblia fala sobre isso? Você pode encontrar em Jó 38 em diante (intervenção de Deus depois de um debate teológico; Deus direciona a atenção deles à natureza); Romanos 1 (tudo o que se pode saber sobre Deus está escrito na natureza); Salmo 19; Provérbios 8:22 em diante.
    .
    E onde entra a Ciência nessa história? Ciência não é fonte de informação, é metodologia de estudo. Quanto mais científicas forem sua exegese e sua hermenêutica (exemplos de bons métodos da Ciência), tanto mais próximo você poderá chegar de entender corretamente a Bíblia. O mesmo se aplica à natureza. Não deveríamos precisar defender nem a confiabilidade da Bíblia e nem a confiabilidade da natureza por meio da ciência. Mas vivemos em um mundo de pecado e precisamos partir de onde as pessoas estão e tentar ajudá-las a chegar ao que falta. Não se trata de considerar o que é mais fundamental, mas de onde se deve partir para completar a mensagem. Não faz sentido algum tentar usar a Bíblia para justificar ideias quando conversamos com quem não acredita nela. Primeiro é preciso mostrar porque confiamos nela.
    .
    Ciência não responde perguntas. Ela fornece métodos para tirarmos o melhor proveito possível das informações disponíveis. Um bom exemplo é que ninguém pode afirmar com certeza o que seja o “haja luz”. (Gênesis 1:3) E realmente, até onde sei, não temos informações sobre a origem daquela luz. O que temos à nossa disposição não é a informação histórica detalhada de tudo o que aconteceu no Universo desde a criação (embora várias coisas sobre isso estejam acessíveis), mas temos acesso a estudar como as coisas funcionam na natureza e como essas coisas se relacionam com Deus. Há tanta informação revelada nesse âmbito que é difícil dar conta de assimilar o que está à mão. Muitos frutos pendurados em galhos baixos esperando para serem apanhados e comidos.
    .
    Ciência, por exemplo, permite estudar qualquer assunto, mas precisamos ter dados para isso. Como disse antes, Ciência não é fonte de informações. Você precisa de duas coisas para estudar: fonte de informação e método. O papel da Ciência é fornecer os melhores métodos, não os dados. Os dados você coleta de observações (natureza, Bíblia, ou qualquer outra fonte que você deseje conferir).
    .
    É claro que muitas coisas são completamente inacessíveis à “ciência humana”, mas plenamente acessíveis à verdadeira Ciência.
    .
    Naturalismo metodológico versus ciência verdadeira
    .
    Muitos cristãos não enxergam problemas no naturalismo metodológico. Acham que sem ele, ainda estaríamos acomodados com o Deus das lacunas. No entanto, comparando o que a Bíblia ensina sobre Deus e a criação com o que se observa no mundo natural, inclusive quanto à confiabilidade de métodos de raciocínio e pesquisa, os pioneiros ou “pais da ciência” – tais como Newton, Galileu, Roger Bacon, Da Vince, Huygems, Lagrange, Euler e outros – concluíram que, ao contrário da filosofia humana, a Matemática é transcendental, sobrenatural, e foi usada por Deus para criar tudo. Por esta razão, deveríamos aprender mais sobre ela no estudo da natureza e usar esses mesmos elementos matemáticos para estudar a natureza e aprender mais sobre Deus. Esses instrumentos matemáticos disponibilizados por Deus é que representariam a “verdadeira Ciência”. Em outras palavras, na visão dos pioneiros que realmente fizeram a maior diferença na revolução científica, a Ciência verdadeira tem um caráter intrinsecamente sobrenatural e não é compatível nem com o naturalismo filosófico e nem como o metodológico.
    .
    No naturalismo metodológico só usamos coisas ditas “naturais”, nunca transcendentais. O protocolo aristotélico, que a maioria das pessoas confunde com o método científico, funciona bem no contexto naturalista. Não há nada de errado em fazer pesquisas limitadas pelo naturalismo metodológico. Elas só não se encaixam no conceito de Ciência dos pioneiros. Se você começar a ligar os pontos do que encontramos quando nos aprofundamos nas leis físicas, notará (se não tiver um viés fortíssimo contrário) que as regras matemáticas que lhes dão sustentação transcendem este universo. A Matemática é intrinsecamente infinita e transcendente. Não pode ser contida pelo minúsculo cercado do naturalismo metodológico. Isso geraria inconsistências.
    .
    Conclusão: como a Ciência definida pelos pioneiros depende da Matemática e a Matemática transcende ao mundo natural, o naturalismo em qualquer das suas formas é incompatível com a Ciência.
    .
    Eduardo Lütz reside no Rio Grande do Sul, é cristão protestante e tem atuado na área de Astrofísica, desenvolvendo métodos para lidar com Teoria Quântica de Campos em presença de campos gravitacionais intensos, desenvolvendo modelos matemáticos nessa e em muitas outras áreas. Efetuou Pesquisas em Física Hipernuclear (com híperons) na Universidade Friedrich-Alexander (Alemanha). Ele tem discutido com formadores de opinião, escrito e revisado artigos, participado em livros, fornecido entrevistas e feito muitas palestras sobre diversos temas de interesse nessa área por todo o Brasil. Também é engenheiro de software para a Hewlett-Packard (HP), desenvolvendo tecnologias em Informática há décadas. Principais qualificações: 1. Mestre em Astrofísica Nuclear pela UFRGS 2. Bacharel em Física pela UFRGS

  238. Gorducho Diz:

    :o
    Tem certeza que publicou no Sítio certo :?:

  239. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Que carta é esse Marciano? Chico forjou cartas?
    ===============================================================
     
    Tire suas próprias conclusões.

    A primeira carta, conforme dissemos, fora vertida no padrão chicoxaveriano, por exemplo:

    “Meu pai, minha mãe, minha querida Sueli(…) As vozes da casa chegam ao meu coração(…) E meu pensamento não sai de onde prendem(…) Esqueçam o que sucedeu, ninguém me prejudicou, ninguém teve culpa… Estou saudoso de tudo, dos familiares queridos, dos companheiros, dos estudos e das aulas: entretanto, espero sarar e refazer-me(…)”

    Para Chico, a vida no além é, boa parte dela, constituída de lembranças e saudades. A idéia que tal concepção transmite é que do “outro lado” não há nada de interessante para se fazer, então os espíritos ficam a recordar os “bons momentos” de quando eram vivos.

    No segundo contato ? surpresa! ?, Jair Presente muda expressivamente seu modo de manifestar-se, conforme os exemplos:

    “Cumé quié, e o Sérgio?(…) Eu fico na curtição diferente(…) mas vou me incrementar(…) Vocês não me perguntem muita coisa ou mesmo nada (…) Se vocês puderem e se tiverem gosto com isso, orem por mim. Jóia. A prece é um fio que esbarra na estação de destino, e a estação agora sou eu. Se puderem, entrem na curtição de emissores. Nada de lágrimas. Legal!”

     
    O assunto já foi discutido várias vezes aqui no blog.
    Recomendo que leia
    http://obraspsicografadas.org/2009/chico-xavier-especialista-em-leitura-fria/
     
    Comece daí e boa leitura!

  240. Marciano Diz:

    Orlando, o artigo é do Montalvão, mas acho que disto você já sabia, não?

  241. Marciano Diz:

    Para você, que é médico, vai aqui uma dica:
    CID.10 F44.81.

  242. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tem certeza que publicou no Sítio certo?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: certo que sim… não percebeu a pretensão? Leia o artigo e examine as credenciais do autor, creio que entenderá.

  243. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vou sair de férias, volto quando God quiser.

  244. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tem certeza que publicou no Sítio certo?”
    /
    CONSIDERAÇÃO: postei umas ponderações no site do autor, questionando a opinião que defende. Saiu a mensagem: “aguarde, seu comentário será liberado após exame”.
    .
    Segundo dia e inda não apareceu…
    ,
    Tou de férias, acho que já falei…

  245. MONTALVÃO Diz:

    /
    DO LIVRO:
    /
    ——————————————.
    Alguns dos fenômenos do mesmerismo haviam se transformado em algo menos extraordinário, mas as teorias dos fluidos físicos persistiam.
    .
    Tais teorias, juntamente com os fenômenos maiores do mesmerismo, tornaram-se parte do espiritualismo moderno, que atraiu muitos defensores do mesmerismo e acirrou a animosidade de muitos de seus detratores.
    .
    Embora o espiritualismo fosse um assunto radicalmente diferente, as controvérsias que vieram em seguida eram extremamente semelhantes, como de fato o eram alguns dos fenômenos.
    .
    Apenas poucos anos depois que os métodos usados por clarividentes mesméricos tinham sido testados e desmascarados, foi possível encontrar médiuns espíritas realizando proezas muito semelhantes, mas agora como prova de vida depois da morte.
    =================================.

  246. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tem certeza que publicou no Sítio certo?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: postei o artigo supondo que suscitaria algumas apreciações instigantes… errei…

  247. MONTALVÃO Diz:

    /
    agora a carruagem real está saindo, nela embarco para gozar…
    férias…
    .
    Hasta la vista, muchachos e muchachas!

  248. Marciano Diz:

    Gorducho, realmente te concedo razão. Antigamente era melhor. Presidente não tirava férias, Administração, idem.

  249. Marciano Diz:

    Atualmente tenho estado muito ocupado e tenho de selecionar minhas leituras.
    O Presidente queria que comentássemos o trecho de um cristão protestante que tem atuado na área de Astrofísica, desenvolvendo métodos para lidar com Teoria Quântica de Campos em presença de campos gravitacionais intensos, desenvolvendo modelos matemáticos nessa e em muitas outras áreas, que efetuou Pesquisas em Física Hipernuclear (com híperons) na Universidade Friedrich-Alexander (Alemanha) que tem discutido com formadores de opinião, escrito e revisado artigos, participado em livros, fornecido entrevistas e feito muitas palestras sobre diversos temas de interesse nessa área por todo o Brasil. Também é engenheiro de software para a Hewlett-Packard (HP), desenvolvendo tecnologias em Informática há décadas. Principais qualificações:
    1. Mestre em Astrofísica Nuclear pela UFRGS
    2. Bacharel em Física pela UFRGS
     
     
    Não obstante tantos títulos, Ele diz que a matemática é sobrenatural e que foi usada por um ser imaginário, criado por homens como ele, para criar tudo o que já existia antes que surgissem hominídeos criadores de centenas de milhares de divindades, inclusive o atual deus abraâmico.
     
    Pena que o Presidente saiu de férias e, provavelmente, não vai ler este comentário, mas não tenho tempo a perder com malucos.
    Tenho mais o que fazer.

  250. Gorducho Diz:

    Não estuda inglês e sai de férias…
    que mundo esse de hoje…
    que mundo esse de hoje…
    ai Jesus! (como dizia m/vovó espírita)
    😢

  251. Marciano Diz:

    Ainda quer que comentemos maluquices de um internauta qualquer, overqualified, in the sense of having more experience or academic qualifications than required for a mad man.

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