Livro Gratuito! O Experimento Scole (1999)

Livro que aborda diversos fenômenos recentes, inclusive materializações. Para lê-lo, clique aqui.

217 respostas a “Livro Gratuito! O Experimento Scole (1999)”

  1. Marciano Diz:

    https://www.youtube.com/watch?v=J6dc2nZT_Hc
    Prévia para animar o pessoal para a leitura.
    Vou me esforçar.

  2. Marciano Diz:

    O site oficial de O EXPERIMENTO SCOLE é http://www.thescoleexperiment.com

  3. Marciano Diz:

    Com relação ao livro, ele registra cinco anos de investigação sobre a interação humana com o fenômeno paranormal. Membros do Grupo Experimental Scole e investigadores da altamente respeitada Sociedade de Pesquisa Psíquica cientificamente observaram, mensuraram e avaliaram esse fenômeno, com resultados extraordinários. Pessoas que assistiram às sessões do Grupo Scole saíram convencidas de que inteligências desencarnadas estavam fazendo contato direto com aqueles presentes. O Experimento Scole certamente irá fascinar, intrigar e deixar perplexos a todos os leitores. Esta obra pode realmente convencer de que existe vida após a morte. A evidência do experimento inclui:
     
    Escritos à mão (Psicografia), símbolos e mensagens surgindo em filmes fotográficos lacrados e nunca utilizados;
     
    Objetos materializando-se, luzes dançando e seres íntegros aparecendo diante daqueles observadores, outrora céticos;
     
    Espíritos comunicando instruções para a construção de instrumentos complexos e de equipamentos para comunicação;
     
    E muito mais.
     
     
    Agora, ou vai ou racha! Como dizia o Nelson Rodrigues (será que ainda diz?),

  4. Marciano Diz:

    Ricardo Sanfelippo
    Se até os cientistas com conhecimento acadêmico de décadas comprovam que existe a Vida Após a Morte e conseguem se contactar com espíritos, por que existem fanáticos religiosos sem estudar seriamente este assunto que dizem o contrário?
     
    Vou deixar de ser fanático, após a leitura do livro.
     
    Lucy Krichanã Carvalho
    Contra a ignorância não existem argumentos. A Transcomunicação Instrumental está em pleno desenvolvimento para comprovar a existência do trabalho em Scole.
     
    Bem que eu preferiria, ao contrário de livros que descrevem o trabalho insano (no duplo sentido) de renomados cientistas que comprovaram a vida após a morte, uma simples visita de um fantasma.
    Não sei porque esses safados me ignoram. Conheci tanta gente que já morreu. Qualquer um deles me convenceria muito mais facilmente do que esses cientistas todos.
     
    Alguém aí sabe como fazer para contatar um fantasma de verdade?
    Quero uma materialização, na minha frente. De qualquer fantasma que eu tenha conhecido quando vivia. Amigo ou inimigo.

  5. Marciano Diz:

    Presidente, já que o senhor está velho mesmo, por que não abrevia um pouquinho sua passagem pelo planeta de expiação, se mata em nome da ciência, e se materializa na minha frente?
    Prometo que cuido bem de seus cães após sua passagem.
    E se me contar as vantagens de passar para o outro lado, mato-me em seguida. Não sem antes fazer um testamento para uma pessoa responsável que escolherei como futuro pai, para matá-lo assim que reencarnar e pegar tudo de volta.
    Com esse método, ao fim de alguns milênios, estarei podre de rico (não de putrefação cadavérica).

  6. Marciano Diz:

    _____.______.______._____
    \`\                   /'/
     \ |                 | /
      >|___,____,____,___|<
     /d$$$P ,ssssssssssss. \
    /d$$$P ,d$$$$$$$$$$$$$b \
    <=====w======w======w=====>
    \ \____> \_____/ <____/ /
     \_____________________/
    It’s an open coffin. The best I could come up with. And filled with money.

  7. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Presidente, já que o senhor está velho mesmo, por que não abrevia um pouquinho sua passagem pelo planeta de expiação, se mata em nome da ciência, e se materializa na minha frente?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: EU até tinha nisso pensado, mas, sesqueceu de que você mesmo pôs-me muitos medos sobre a irrealidade do porvir? Esses medos, acrescidos e somados aos já em mim existentes, levaram-me recear vir a morrer em vão.
    .
    Tou velho mas não gagá e enquanto não há gaguice há esperança… e também continuo dando cambalhotas… só não trepo mais, nem em árvores, escadas, etc., não por falta de capacidade, de interesse…
    /
    /

    “Prometo que cuido bem de seus cães após sua passagem.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: disso é que tenho medo. Vai que aceite o trato e de lá veja que meus queridos não estão a receber a merecida atenção? -(Falar nisso tenho que ir dar-lhes de comer)- Caso detectasse tão repelenda quebra de contrato, aí sim, daria um jeito de me materializar e aplicar um mata-leão no transgressor, além de garantir-lhe muitas mordidas!

  8. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gostei! Finalmente um apresentação limpinha: nada de “extraordinário”, “fabuloso”, “fenomenal”…
    .
    Scole é a prova viva de como uma rematada fraude tem a peculiaridade de ganhar tanta legitimidade que não possui!
    .
    O negócio é pra lá de escabroso. A começar pelo prefácio da obra, escrito pelo “emérito” prof. Ellison, membro da respeitada SPR!

  9. MONTALVÃO Diz:

    /
    Em outra discussão aqui havida, postei:
    ;
    ———————————.
    “Há um outro fator importante que em geral não é considerado. Os pesquisadores mediúnicos estão bem conscientes de que os investigadores podem ser divididos, por razões desconhecidas, em duas categorias: catalisadores e inibidores.
    .
    Na presença dos catalisadores, os fenômenos verdadeiros ocorrem mais prontamente do que no caso dos inibidores. Isso é chamado de Efeito do Experimentador.
    .
    Acontece que muitos críticos, quando são qualificados por sua experiência a fazer comentários indiscriminadamente, são inibidores e raramente sentem o fenômeno verdadeiro. Eles são geralmente os críticos mais virulentos, porque, no fundo, talvez considerem que os fenômenos paranormais verdadeiros nunca ocorram.”
    ——————————
    /
    CONSIDERAÇÃO: que assim se pronunciou não é um opinante qualquer, trata-se do emérito professor Arthur J. Ellison, que acumula os títulos: DSc(Eng), CEng, FIMechE, FIEE, SenMemIEEE, engenheiro consultor, além de ter sido presidente da SPR inglesa! Um autêntico f*dão!
    .
    Então, vocês já sabemos, né? Nunca veremos o paranormal diante de nossos olhos: somos inibidores! Que nossa senhora do bom parto de nós se apiede!
    ——————————–

  10. Borges Diz:

    Oi pessoal, ainda estou vivo, também tirei férias; estou começando a ler o livro, parece interessante; tenho dificuldade em aceitar a materialização permanente, aquela em que o objeto acaba ficando entre os vivos; seria interessante que a materialização ocorresse dentro de uma melancia íntegra, sem nenhum sinal de violação; assim teríamos, penso eu, uma prova cabal do fenômeno. A não aceitação de câmeras infravermelhas é outro ponto que enfraquece a credibilidade, acho que se trata de um elemento que não interfere no ambiente.
    Notei que algumas palavras onde apare as letras “r e n”, elas se transformam em “m”, assim, “corneta” vira “cometa”, será que estou errado?
    Um abraço a todos.

  11. Vitor Diz:

    Oi, Borges
    .
    vc está certo. Mas não fui eu o culpado não, e imagino que a Editora também não. Provavelmente foi erro do OCR de quem fez a edição eletrônica e disponibilizou.

  12. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Nunca veremos o paranormal diante de nossos olhos: somos inibidores! Que nossa senhora do bom parto de nós se apiede!”
    .
    Vocês ainda podem ver o psi missing.

  13. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “O negócio é pra lá de escabroso. A começar pelo prefácio da obra, escrito pelo “emérito” prof. Ellison, membro da respeitada SPR!”
    .
    Eu achei que ele foi até bastante lúcido! Por exemplo:
    .
    a) “Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que
    todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não! Mas não foi assim.”
    .
    b) “Além disso, muitas vezes explicávamos que a comunidade científica consideraria que, como o fenômeno normalmente ocorria no escuro, estávamos sendo enganados. Queríamos muito poder usar um visor infravermelho para mostrar, pelo calor do corpo dos participantes, que todos permaneciam em suas cadeiras durante os períodos em que os fenômenos ocorriam. No entanto, para nossa decepção, isso também não foi permitido.”
    .
    c) “Tentamos em nosso relatório ser “bons” cientistas objetivos. O leitor não deve se esquecer também de que fomos convidados. Os experimentos realizados não foram necessariamente da nossa escolha, e as sugestões que fizemos para firmar as condições não foram normalmente adotadas, ou porque estavam aparentemente em conflito com as condições requeridas para produzir o fenômeno de maneira confiável, ou porque o cronograma dos comunicadores de alguma forma obrigava-os a prosseguir com outro experimento. Nós fizemos o melhor que pudemos.”
    .
    Você pega muito pesado (e de forma totalmente injusta e desnecessária) com os pesquisadores, Montalvão.

  14. Gorducho Diz:

    ============================================================

    Você pega muito pesado (e de forma totalmente injusta e desnecessária) com os pesquisadores
    ============================================================
    Mas pesquisadores não têm que se sujeitarem a condições inadequadas.
    Pra começar que qualquer ambiente onde se realizem pesquisas acerca do sobrenatural tem que ser inteiramente controlado PELOS pesquisadores.

  15. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSO: “Pra começar que qualquer ambiente onde se realizem pesquisas acerca do sobrenatural tem que ser inteiramente controlado PELOS pesquisadores.”
    .
    Com esse pensamento você mata qualquer pesquisa de campo.

  16. Gorducho Diz:

    Mediunidade não exige “campo” – qq. ambiente serve. Não é como pesquisar (say) o ecossistema naquela caverna onde estiveram atrapados os futebolistas – e onde infelizmente veio a falecer aquele mergulhador :(

    Se a pesquisa for ser no lugar de moradia do(a)(s) médium(s) – o que figurativamente se poderia dizer uma pesquisa “de campo” –, alugue-se uma sala comercial ou pequeno apt°/quarto espaçoso (mui comum por lá alugarem quartos) onde tudo que estiver dentro esteja sob controle dos pesquisadores.
    Só entra pra dentro do recinto experimental o essencialmente necessário pros experimentos.

  17. Vitor Diz:

    Só entra pra dentro do recinto experimental o essencialmente necessário pros experimentos e o que o médium permitir para que a pesquisa seja realizada… no caso, não deixaram entrar o visor infravermelho. Fazer o quê? Abandonar a pesquisa? Ou tentar contornar o problema?

  18. Gorducho Diz:

  19. Gorducho Diz:

    VIVA

  20. Gorducho Diz:

    Se recusa, diz:
    – Satisfação em conhece-los, bye…

  21. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    AGOSTO 17TH, 2017 ÀS 6:40 PM
    O Sr. chegou a debater alguma coisa lá [no site do Marden]
    .
    MONTALVÃO Diz:
    SIM, a respeito de materializações…
    .
    Com foco no famigerado “Experimento Scole”…
    .
    E que findou assim:
    /
    “MARDEN diz: Percebemos que o senhor age de má-fé. O senhor sabe quem checou e quem checava o porão. O senhor sabe que havia mágicos que também não conseguiram explicar e nem reproduzir os fenômenos de Scole. Eu queria que o Vitor investigasse isso mais afundo. Assim como sei que o senhor não tem interesse que estas evidências de Scole saiam a luz. O que é inevitável!
    .
    Se o senhor puder trazer aqui, para a apreciação de todos, resultados que consigam reproduzir os mesmos fenômenos que aconteceram em Scole e sem a presença de espíritos e médiuns e de uma forma completamente isenta e imparcial, ai sim, e somente assim, poderemos passar a dar crédito ao seu interesse de querer desmistificar O Experimento Scole.” [...]
    /.
    MONTALVÃO: está completamente equivocado em seu juízo: o que reclamo é justamente a realização de experiências confirmativas, em número e qualidade necessárias a corroborar as maravilhas que os admiradores apregoam de Scole e assemelhados.
    .
    Conforme lhe expliquei: o bom investigador não fica à mercê do que espíritos e médiuns exigem, cuida ele mesmo de superar as dificuldades alegadas (legítimas ou não) e realizar a verificação com o controle necessário.
    .
    Caso o resultado seja incerto, repete-se a experimentação quantas vezes sejam necessárias. Só depois de seguro das conclusões é que as divulga para exame pelos interessados. Estes irão implementar suas próprias verificações a ver se confirmam o fecho a que o outro chegou.
    .
    Não basta que uns poucos digam que tudo foi festa para que o problema esteja resolvido.
    .
    Enfim, caro Marden, Scole reúne os ingredientes necessários para consubstanciar uma lamentável fraude, fraude esta que encantou o encantado Ellison e companheiros e encanta alguns desatentos mundo à fora…
    .
    A real atividade de mortos dentre os vivos só será comprovada por meio de verificações objetivas, simples o suficiente para prover respostas conclusivas. Visto que demonstrações dessa natureza não são produzidas, podemos considerar certo que espíritos não comunicam. Sinto muito.

  22. MONTALVÃO Diz:

    /
    LARISSA 2 Diz: 2) Quando um médium–padrão se reúne para produzir fenômenos que chamem a atenção dos céticos, como aconteceu em Scole, vira o que virou. Você tem que ceder, ceder e ceder nos controles para que os espíritos consigam produzir alguma coisa. É muito difícil produzir um fenômeno impressionante sem um médium de materialização presente. Qual é o principal argumento dos que acreditam em Scole? Os objetos materializavam e desmaterializavam. Isso vai contra a lei a física, etc.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: já a convidei para discutirmos Scole, a resposta foi o silêncio. O “Experimento Scole”, afirmo, foi dramática malandragem, que nada deixou a dever às malandras materializações do passado, incluindo as validadas por Crookes e Richet. Começa que os espetáculos eram realizados num porão fechado, não devidamente fiscalizado, às escuras e os pesquisadores (autênticos bobalhões investigativos, se me permitem) não tinham o menor controle sobre as exibições. Eram meros expectadores bundões, boquiabertos ante o xou de mágicas. O espetáculo Scole pode ser resumido numa única palavra: LAMENTÁVEL! Lamentável que espertalhões se prestem a tal papel (mas, bem feito: pensaram que iam lucrar com a safadeza e, pelo que sei, se deram mal). Lamentável que pesquisadores que usam o nome de uma instituição supostamente respeitável caiam na esparrela tão ingenuamente. Lamentável sob todos os sentidos!
    ./
    * “bem feito” foi expressão comum nos antigamentes, que significa “fez besteira agora paga por ela” .
    ./
    Essa de “ceder nos controles” me parece algo como “licença para matar”. Se espíritos comunicassem não seriam os controles aplicados (lógico, controles coerentes com o experimento) que iriam obstar a manifestação. A mensagem que passa é a seguinte: “para espírito se mostrar tem que deixar acontecer como acontece, tem que ser do jeito que o “comunicante” quer, senão nada acontece.” Sendo assim, temos que ficar mesmo com as cartinhas, que nada provam, a não ser como prova para quem já acredita, o que não prova nada.
    .
    Espíritos, se comunicassem de verdade, seriam inteligências em ação. Eles conheceriam nossos anseios e limitações. Se realmente quisessem generalizar o conhecimento da verdade, deveriam (teriam a obrigação de) criar os facilitadores necessários, em vez de ficarem emburrados, como se dissessem: “se não querem desse jeito então de jeito nenhum!”
    .
    Imagine se uma pessoa humilde lhe fizesse uma indagação e quando a respondesse ela retrucasse: “não entendi nada”, você diria: “se não entendeu azar seu, a explicação foi dada!”, faria isso? Claro que não, certamente buscaria um meio facilitar, que permitisse melhor compreensão, não seria assim? Então porque os espíritos, supostamente mais evoluídos que nós, desejosos de se darem a conhecer, não cooperam e produzem as provas objetivas que buscamos?

  23. MONTALVÃO Diz:

    /
    Larissa 2 Diz: Por que você acha que eu adoro Scole? SE VOCÊ ME DIZ QUE ACREDITA QUE NÃO PASSOU DE UMA FRAUDE, você tem bons argumentos para isso. Se o outro me diz que acredita que não foi fraude, ele também vai achar argumentos. Scole é um tema equilibrado entre os que acreditam e não acreditam!
    —-
    CONSIDERAÇÃO: mais uma vez, lembro-lhe: convidei-a a discutir o “experimento Scole”: estou plenamente disposto a examinar seus argumentos. O convite continua de pé. E não tem essa de uns acreditam, outros duvidam, então está empatado! Nada disso! Temos que examinar o que Scole oferece de consistente para formarmos nossas opiniões e as expormos com raciocínios lógicos, coerentes e bem firmados.
    .
    O experimento Scole tem contra si a história espiritista (a mediunidade de efeitos físicos não se firmou como real ação de espíritos na natureza), somados aos acontecimentos havidos naquele porão infecto. Não creio que você disponha de nada excepcional, que eu desconheça, que possa mudar esse quadro. Seja como for, não fecho portas nem janelas, estou às ordens para analisar seus arquivos de provas.
    .
    Então, entenda, mesmo que eu lhe diga “acreditar” que Scole foi dramática fraude (dramática porque engrupiu até gente da SPR), precisarei lhe mostrar em que fundamento essa crença. É esta a diferença entre crenças e crenças: umas estão bem alicerçadas em reflexões produtivas e avaliações técnicas, outras apenas no “acho que”…

  24. Vitor Diz:

    Montalvão, te mandei um email hj, vê lá…

  25. Gorducho Diz:

    Friday evening Feb. 19th 1875
    [...]
    and the glasslights in the library were then reduced to one which was turned low

     

    E se bem me lembro tinha brasas na lareira ainda…

    Então nem mesmo expressiva incidência de IR atrapalha materializações, quanto menos câmaras captantes ou simples goggles.

  26. Gorducho Diz:

    glasslights
    gaslights

  27. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    MONTALVÃO DISSE: “O negócio é pra lá de escabroso. A começar pelo prefácio da obra, escrito pelo “emérito” prof. Ellison, membro da respeitada SPR!”
    .
    Eu achei que ele foi até bastante lúcido! Por exemplo:
    .
    a) “Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. [...]”
    ..
    b) “Além disso, muitas vezes explicávamos que a comunidade científica consideraria que, como o fenômeno normalmente ocorria no escuro, estávamos sendo enganados. [...]”
    .
    c) “Tentamos em nosso relatório ser “bons” cientistas objetivos. [...]”
    .
    VITOR:Você pega muito pesado (e de forma totalmente injusta e desnecessária) com os pesquisadores, Montalvão.
    /
    /
    CONSIDERAÇÃO: Quem acusa tem o ônus de demonstrar…
    .
    Há alguns anos fiz uma análise preliminar da parte inicial, que reproduzo:

    ====================================.
    .
    FALANDO DE SCOLE.

    .
    A respeito do “Experimento Scole”: poderíamos dizer, sem medo de errar, que Scole foi uma “fraude fenomenal”, porém, dada a mediocridade do experimento, este se torna imerecedor do elogio. O surpreendende em Scole não é o que lá aconteceu, sim que pesquisadores de renome venham a público defender tal excremescência.
    .
    Primeiramente, apresentarei partes do prefácio e da introdução da obra escrita por Grant e Jane Solomon, intitulada “O Experimento Scole”, depois farei apreciações. Os destaques em caixa alta foram de minha iniciativa. Algumas considerações curtas foram entremeadas ao texto, entre [colchetes] e precedidas de “COMENTÁRIO”.
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    PREFÁCIO
    .
    (Pelo professor emérito Arthur J. Ellison DSc(Eng), CEng, FIMechE, FIEE, SenMemIEEE, engenheiro consultor)
    .
    [COMENTÁRIO: isso é que é autêntica sopa de letrinhas graduativas: com todas essas qualidades, Ellison deveria estar com a cabeça bem madurinha para escrever um prefácio altamente esclarecedor: vamos ver no que deu...].
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    ELLISON: Tive a honra de participar das sessões em Scole desde o começo do período de dois anos em que três de nós do Conselho da Society for Psychical Research, uma associação devotada à pesquisa científica dos fenômenos mediúnicos na Inglaterra, fomos convidados, EM RAZÃO DA NOSSA CAPACIDA¬DE PESSOAL, para comparecer a algumas sessões como observadores cientí-ficos. Foram dois anos realmente interessantes!
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    [COMENTÁRIO: dúvida: escolhidos em virtude da “capacidade pessoal” ou por serem inclinados a aprovar sem maiores exigências experimentos místicos? A indagação, de momento, pode parecer sem propósito, mas, a medida que examinarmos a redação de Ellison verificaremos que a pergunta é pertinente]
    .
    ELLISON: Alguns anos antes, eu havia tido contato com a maior parte dos fenômenos materiais do espiritualismo, mas sempre envolvendo um médium em transe e ectoplasma, o médium terminando a noite num estado da mais completa exaustão. (Isso confirma a opinião tradicional de que a matéria do “veículo de vitalidade” ou “duplo etérico” é extraída do médium e usada para produzir o ectoplasma.)
    .
    [COMENTÁRIO: um pesquisador da SPR falando de “ectoplasma”, "duplo etérico", como se fossem coisas plenamente comprovadas... Fim do mundo!]
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    ELLISON: Além disso, as “personalidades de controle” falando ostensivamente por meio do médium eram as personagens exóticas tradicionais, como índios americanos, chineses e outras. Essas personagens falavam de maneira peculiar, mais parecida com um ator ocidental inexperiente ten¬tando imitar aquelas personagens exóticas. Em Scole, ao contrário, as personalidades de controle, aparentemente se comunicando por meio dos dois médiuns, eram ocidentais normais bem-educados [...] Todos nós nos familiarizamos uns com os outros;
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    NA VERDADE, OS RELACIONAMENTOS TOMARAM-SE ALGO QUE PODERIA SER CLASSIFICADO COMO AMIZADES ÍNTIMAS
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    – nos tratávamos pelo primeiro nome e permitíamos brincadeiras. Isso não significa reduzir a qualidade dos fenômenos por que passamos – na verdade, nosso tipo de relacionamento pode até tê-la melhorado.
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    [COMENTÁRIO: vê-se que Ellison não foi investigar a realidade ou veracidade de contatos mediúnicos, pois isso era por ele já admitido como fato! Ele afiança que os folguedos lá havidos e a intimidade entre pesquisados e pesquisadores não declinou a qualidade da investigação: pudera, era impossível decair mais!]
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    ELLISON: Este livro apresenta uma vasta gama desses fenômenos, desde luzes paranormais até a levitação de objetos, aportes e imagens concretos e outros. No entanto, não se usou ectoplasma e no final das sessões os médiuns pareciam sentir-se tão bem quanto estavam no início. O grupo de Scole em si classificou as atividades como energéticas em vez de fenômenos ectoplasmáticos. Isso certamente parece ser um considerável avanço em relação à tradição.
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    [COMENTÁRIO: nem mesmo a “inovação” introduzida pelos viga..., digo, médiuns, em Scole foi por Ellison investigada, para ele “tava tudo certinho”: sai o fugidio ectoplasma e entra outra coisa esdrúxula, que foi aceita sem pestanejação!]
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    ELLISON: Nós três, visitantes, nos conduzimos adequadamente de acordo com a nossa formação anterior. PUDE CONTRIBUIR UM POUCO NO QUE SE REFERIA AOS ASPECTOS CIENTÍFICOS, David Fontana teve uma participação importante como psicólogo com experiência em estados alterados de consciência, e os co¬nhecimentos da literatura de Montague Keen foram de uma importância especial.
    .
    [COMENTÁRIO: o cara fala de ectoplasma, duplo etérico, e de “atividades energéticas” como se fossem coisas banais, e tem a coragem de dizer que “contribuiu nos aspectos científicos”! Tenho impressão de que o professor “sopa de letrinhas” não vai chegar a bom termo...]
    .
    ELLISON: Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não! Mas não foi assim. Além disso, muitas vezes explicávamos que a comunidade científica consideraria que, como o fenômeno normalmente ocorria no escuro, estávamos sendo enganados. Queríamos muito poder usar um visor infravermelho[...]. No entanto, para nossa decepção, isso também não foi permitido. Fizemos os máximos esforços durante as nossas sessões de investigação científica para explicar como parecia impossível que muitos dos fenômenos fossem falsos. Mas os céticos sempre dirão que os mágicos podem fazer todo o tipo de coisas “impossíveis”.
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    Nesse sentido, infelizmente, os céticos normalmente não precisam demonstrar sem detecção o que alegam ter sido realmente executado.
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    [COMENTÁRIO: o cara foi completamente cerceado em sua liberdade investigativa, mas manteve a fé nos safa..., digo, médiuns. Curioso que nem um protestozinho Ellison ensaiou, ficou quietinho sem articular um ui. Como cientista seria de esperar que pedisse aos espíritos que fizessem um teste: “por que não nos explica e deixa pra ver se não entendemos?” Seria esperável algo assim da parte da “ovelhinha”!]
    .
    ELLISON: Há um outro fator importante que em geral não é considerado. Os pesquisadores mediúnicos estão bem conscientes de que os investigadores podem ser divididos, por razões desconhecidas, em duas categorias: catali¬sadores e inibidores. Na presença dos catalisadores, os fenômenos verdadeiros ocorrem mais prontamente do que no caso dos inibidores. Isso é chamado de Efeito do Experimentador. Acontece que muitos críticos, quando são qualificados por sua experiência a fazer comentários indiscriminadamente, são inibidores e raramente sentem o fenômeno verdadeiro.
    .
    Eles são geralmente os críticos mais virulentos, porque, no fundo, talvez considerem que os fenômenos paranormais verdadeiros nunca ocorram. A outra categoria de críticos é a dos cientistas categoricamente “normais”, que já sabem que os fenômenos paranormais são impossíveis e, portanto, ipso facto, eles nunca podem acontecer. E como eles são impossíveis, não é necessário, antes de fazer pronunciamentos sobre o assunto, estudar a vasta literatura de pesquisa científica mediúnica, grande parte dela produzida por alguns dos cientistas mais renomados da Grã-Bretanha e do continente europeu. No entanto, é perfeitamente possível ter uma mente verdadeira¬mente aberta, [resta definir o que entendem por “mente verdadeiramente aberta”] mas ainda assim científica. Parece-nos como se os comunicadores de Scole estivessem todos cientes de tudo isso e tivessem escolhido nós três com isso em mente. Tentamos em nosso relatório ser “bons” cientistas objetivos. O leitor não deve se esquecer também de que fomos convidados. OS EXPERIMENTOS REALIZADOS NÃO FORAM NECESSARIAMEN¬TE DA NOSSA ESCOLHA, e as sugestões que fizemos para firmar as condições não foram normalmente adotadas, ou porque estavam aparentemente em conflito com as condições requeridas para produzir o fenômeno de manei¬ra confiável, ou porque o cronograma dos comunicadores de alguma forma obrigava-os a prosseguir com outro experimento. Nós FIZEMOS O MELHOR QUE PUDEMOS.
    .
    [COMENTÁRIO: atenção, quem profere o majestoso discurso acima é um cientista, membro da renomada SPR de Londres... é como diria minha avó, diante de um quadro desses: É MOLE?]
    .
    ELLISON: Será que devo, enfim, expressar uma opinião pessoal? Considero que o grupo “deste lado” foi honesto e verdadeiro. Depois de dois anos, nós os conhecíamos extremamente bem. Acredito que os resultados das sessões foram de grande interesse para a ciência.
    .
    Espero que o leitor aproveite este livro tanto quanto aproveitei a mi¬nha experiência nas sessões de Scole. Arthur J. Ellison
    [continua]

  28. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Montalvão, te mandei um email hj, vê lá…
    /
    RESPONDI: nada a registrar, tudo em branco…

  29. Vitor Diz:

    MONTALVÃO: “RESPONDI: nada a registrar, tudo em branco…”
    .
    isso foi sobre as páginas 138 e 139. Perguntei hj das páginas 82 e 83.

  30. MONTALVÃO Diz:

    /
    [continuação]

    INTRODUÇÃO
    .
    [...] As evidências exclusivas e revolucionárias fornecidas pelo Experimento Scole podem sugerir que não está longe de existir uma prova científica concreta da sobrevivência após a morte. Se for esse o caso, há implicações inevitáveis e abrangentes para todos nós. Estaria provado que nós não morremos…”
    .
    COMENTÁRIO: Temos aqui uma redação que permite analisar algumas questões interessantes.
    .
    Logo de início percebemos a inclinação dos pesquisadores para o misticismo. O prefaciador fala de questões ocultistas com o descuidado que caracteriza investigadores que tratam hipóteses místicas como matéria provada. Ellison discorre a respeito do “duplo etérico” e do “ectoplasma” como se falasse de matérias plenamente acatadas pela ciência. Ora, essas suposições são muito vagas para serem trabalhadas qual fossem proposições evidenciadas. Por aí pode-se perceber a linha de pesquisa que os titulares seguirão, qual seja a de comprovar que eles já consideram verdadeiro, como a sobrevivência pós-morte e a comunicabilidade entre desencarnados e terráqueos.
    .
    O “duplo etérico” é doutrina de algumas seitas orientais, que admitem a existência de sete corpos sutis. Neste quesito Arthur J. Ellison adentraria em séria contenda com os kardecistas ortodoxos, visto que estes não aceitam a tese dos “corpos místicos”, pois concebem uma única estrutura além do corpo e da alma, que é o perispírito.
    .
    Vejamos como Ellison se pronuncia:
    .
    “Alguns anos antes, eu havia tido contato com a maior parte dos fenômenos materiais do espiritualismo, mas sempre envolvendo um médium em transe e ectoplasma, o médium terminando a noite num estado da mais com¬pleta exaustão. (Isso confirma a opinião tradicional de que a matéria do “veículo de vitalidade” ou “duplo etérico” é extraída do médium e usada para produzir o ectoplasma.) Além disso, as “personalidades de controle” falando ostensivamente por meio do médium eram as personagens exóticas tradicionais, como índios americanos, chineses e outras. Essas personagens falavam de maneira peculiar, mais parecida com um ator ocidental inexperiente tentando imitar aquelas personagens exóticas. Em Scole, ao contrário, as personalidades de controle, aparentemente se comunicando por meio dos dois médiuns, eram ocidentais normais bem-educados [...]”
    .
    COMENTÁRIO: Outro destaque nessa declaração de J. Ellison é a valorização que ele dá às entidades que supostamente apareceram em Scole, em comparação com as que ele vislumbrou em outros lugares. As de Scole, segundo ele, são refinadas, inteligentes e educadas. As outras verdeiros selvagens. Será que é engano meu, ou há uma demonstração de preconceito racial nesse discurso?
    .
    ELLISON: “não se usou ectoplasma…”
    .
    COMENTÁRIO: Esta frase diz muito mais que seu reduzido tamanho sugere. Onde está comprovada a realidade do ectoplasma para que Ellison dele fale como se se referisse a coisas comuns como a água ou o azeite?
    .
    Quando se estuda o ectoplasma “biológico” (a porção existente entre o núcleo celular e a membrana externa), mesmo aqueles que, qual este escriba, têm dificuldade em entender questões da espécie, com um pouco de atenção conseguem compreender as características dessa parcela da célula. Isso porque o ectoplasma celular é algo concreto, objeto de pesquisas científicas.
    .
    Entretanto, quando se quer conhecer o ectoplasma místico encontramos de tudo. As “explicações” mais disparatadas são proferidas. Uns dizem que é isso, outros que é aquilo, outros misturam um pouco disso com aquilo… Enfim, verdadeiro bundalelê.
    .
    Talvez, para evitar confusões, os espíritos de Scole decidiram utilizar outra matéria prima que não o ectoplasma. Num sensacional avanço científico-espiritual, trouxeram à baila uma “nova” forma de energia: “a energia criativa”. Não vamos, por enquanto, nos deter na análise desta fantasiosa evolução energética. Noutra oportunidade comentaremos. De qualquer modo, aproveito trecho de escrito apologético, de Marcelo Coimbra, para uma rápida apreciação do assunto., Marcelo escreveu:
    .
    “Segundo a explicação dos próprios Espíritos as diferenças fundamentais entre Scole e os métodos tradicionais de obtenção de fenômenos físicos são:
    .

    1. O tipo de energia utilizado, chamado pelos Espíritos de energia criativa seria uma combinação de 3 fontes distintas de energia.
    .

    A primeira seria a energia espiritual, trazida pelos Espíritos comunicantes.
    .
    A segunda, chamada de energia humana, seria retirada dos corpos de cada um dos encarnados presentes às sessões.
    .
    A terceira, chamada de energia da Terra, os Espíritos retirariam de reservatórios de energia presentes em algumas áreas do planeta.”
    .

    COMENTÁRIO: Compreende-se, então, que a “energia criativa” é uma sofisticada combinação de forças terrenas e sobrenaturais. Vejamos agora, para efeito comparativo, uma das diversas apreciações do “ectoplasma místico”, autoria de Edvaldo Kulcheski:
    .
    “Entretanto, para os espíritos, o ectoplasma é geralmente conhecido como um plasma de origem psíquica, que se exala principalmente do médium de efeitos físicos e um pouco dos outros. Trata-se de uma substância delicadíssima que se situa entre o perispírito e o corpo físico e, embora seja algo disforme, é dotada de forte vitalidade, servindo de alavanca para interligar os planos físico e espiritual. Historicamente, o ectoplasma tem sido identificado como algo produzido pelo ser humano, que, em determinadas condições, pode liberá-lo, produzindo vários fenômenos. …
    .
    De uma maneira bastante rápida, podemos dividir o ectoplasma em três elementos essenciais:
    .
    fluidos A, representando as forças superiores e sutis da esfera espiritual;
    .
    fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem;
    .
    fluidos C, constituindo energias tomadas da natureza terrestre.”
    ..

    COMENTÁRIO:Percebe-se, claramente, que o ectoplasma, conforme o detalhamento proposto por Edvaldo Kulcheski, é exatamente igual à “energia criativa” utilizada em Scole!
    .
    Donde podemos concluir: ou os espíritos de Scole não sabiam o que estavam fazendo, ou “sacanearam” os experimentadores ao informarem que aplicavam um método revolucionário nas comunicações, quando apenas faziam uso do velho ectoplasma…
    .
    Há algumas outras questões menores, porém elucidativas:
    .
    “Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não!”
    .
    COMENTÁRIO: vê-se que a “espiritualidade” substimava a capacidade de entendimento dos pesquisadores. Será que os “de lá” não sabiam que estavam lidando com cientistas da SPR? Ou eles não têm a SPR em tão alta conta?
    .
    Para não extender muito esta apreciação, destaco um último trecho do livro:
    .
    “Há um outro fator importante que em geral não é considerado. Os pesquisadores mediúnicos estão bem conscientes de que os investigadores podem ser divididos, por razões desconhecidas, em duas categorias: catali¬sadores e inibidores. Na presença dos catalisadores, os fenômenos verdadeiros ocorrem mais prontamente do que no caso dos inibidores. Isso é chamado de Efeito do Experimentador. Acontece que muitos críticos, quando são qualificados por sua experiência a fazer comentários indiscriminadamente, são inibidores e raramente sentem o fenômeno verdadeiro.”
    .
    COMENTÁRIO: Esta tese dos “catalisadores” e dos “inibidores”, além de sua exoticidade, pode ser uma boa desculpa para explicar porque os fenômenos não acontecem quando investigantes mais rigorosos comparecem…
    .
    Por hora fico por aqui…
    .

    .
    Moi Montalvão, UHD, MD, DD, PMDB, Fortran, Iurd, Dtlgf

  31. Vitor Diz:

    NOVAS CRÍTICAS INJUSTAS DO MONTALVÃO:
    .
    a) “um pesquisador da SPR falando de “ectoplasma”, “duplo etérico”, como se fossem coisas plenamente comprovadas… Fim do mundo!]”
    .
    Não como comprovadas, mas bem conhecidas no meio, na fenomenologia.
    .
    b) “vê-se que Ellison não foi investigar a realidade ou veracidade de contatos mediúnicos, pois isso era por ele já admitido como fato! ”
    .
    Mas Ellison diz:
    .
    Em Scole, ao contrário, as personalidades de controle, APARENTEMENTE se comunicando por meio dos dois médiuns, eram ocidentais normais bem-educados
    .
    O “aparentemente” claramente mostra que o Ellison não admitiu como fato.

  32. Vitor Diz:

    c) “Esta frase diz muito mais que seu reduzido tamanho sugere. Onde está comprovada a realidade do ectoplasma para que Ellison dele fale como se se referisse a coisas comuns como a água ou o azeite? ”
    .
    Ele disse que não se usou ectoplasma. Independente de ser real ou não, o aspecto dele é bem conhecido, uma substância branca, amorfa. Ele disse que não se verificou essa substância nas sessões em Scole. Você está muito implicante, Montalvão.

  33. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vitor Diz:
    .
    Montalvão, te mandei um email hj, vê lá…
    /
    RESPONDI: a 82 e 83 têm texto, vou enviar…

  34. MONTALVÃO Diz:

    / Enviado./

  35. MONTALVÃO Diz:

    /

    Vitor Diz:
    NOVAS CRÍTICAS INJUSTAS DO MONTALVÃO:
    .
    a) “um pesquisador da SPR falando de “ectoplasma”, “duplo etérico”, como se fossem coisas plenamente comprovadas… Fim do mundo!]”
    .
    VITOR: Não como comprovadas, mas bem conhecidas no meio, na fenomenologia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: not, meu jovem, quando digo: “um pesquisador da SPR falando de “ectoplasma”, “duplo etérico”, como se fossem coisas plenamente comprovadas… Fim do mundo!”. Você pode traduzir a frase como:
    .
    um pesquisador da SPR falando de COISAS INEXISTENTES, quais “ectoplasma”, “duplo etérico”, como se fossem comprovadas… Fim do mundo!
    .
    Essas cousas podem ser MUUUUITO conhecidos no “meio”, mas carecem do mais miúdo indício de que existam! A não ser que ainda defenda aquelas fotos horripilantes de médiuns com gaze escorrendo pelo canto da boca como evidência! Se for assim, calo-me
    /
    ./

    b) “vê-se que Ellison não foi investigar a realidade ou veracidade de contatos mediúnicos, pois isso era por ele já admitido como fato! ”
    .
    VITOR: Mas Ellison diz:
    .
    Em Scole, ao contrário, as personalidades de controle, APARENTEMENTE se comunicando por meio dos dois médiuns, eram ocidentais normais bem-educados
    .
    O “aparentemente” claramente mostra que o Ellison não admitiu como fato.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: melhor advogar em favor de Lula que de Ellison! Não será um “aparentemente” que mostrará ser o professor dotado de prudência cética em nível e qualidade ideais.
    .
    O mesmo Ellison que falou “aparentemente”, também disse:
    .
    “Alguns anos antes, eu havia tido contato com a maior parte dos fenômenos materiais do espiritualismo, mas sempre envolvendo um médium em transe e ectoplasma, o médium terminando a noite num estado da mais completa exaustão” [os médiuns de lá devem ser bem fraquinhos, os nossos liberam ectoplasma à vontade e nem arfam].
    .
    “(Isso confirma a opinião tradicional de que a matéria do “veículo de vitalidade” ou “duplo etérico” é extraída do médium e usada para produzir o ectoplasma.)”
    /
    “Este livro apresenta uma vasta gama desses fenômenos, desde luzes paranormais até a levitação de objetos, aportes e imagens concretos e outros. No entanto, não se usou ectoplasma e no final das sessões os médiuns pareciam sentir-se tão bem quanto estavam no início. O grupo de Scole em si classificou as atividades como energéticas em vez de fenômenos ectoplasmáticos. Isso certamente parece ser um considerável avanço em relação à tradição.”
    /
    “Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não!”
    /
    “devo, enfim, expressar uma opinião pessoal? Considero que o grupo “deste lado” foi honesto e verdadeiro.”
    /
    ““Os investigadores… encontraram evidências favorecendo a hipótese de forças inteligentes, originadas na psique humana ou a partir de fontes desencarnadas, capazes de influenciar em objetos materiais e conduzir mensagens significativas, tanto visuais quanto aurais.”
    Montague Keen,
    professor Arthur Ellison
    professor David Fontana
    /

    /
    c) “Esta frase diz muito mais que seu reduzido tamanho sugere. Onde está comprovada a realidade do ectoplasma para que Ellison dele fale como se se referisse a coisas comuns como a água ou o azeite? ”
    .
    VITOR: Ele disse que não se usou ectoplasma. Independente de ser real ou não, o aspecto dele é bem conhecido, uma substância branca, amorfa. Ele disse que não se verificou essa substância nas sessões em Scole. Você está muito implicante, Montalvão.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: essa deu nó cerebral: “exista ou não, o aspecto dele é o seguinte…”. Pô se o troço não existe, e sabemos que não, como é que vai ter “aspecto”?
    .
    E não deve ter lido a parte que postei, onde digo:
    ;
    ELLISON: “Segundo a explicação dos próprios Espíritos as diferenças fundamentais entre Scole e os métodos tradicionais de obtenção de fenômenos físicos são:
    .
    1. O tipo de energia utilizado, chamado pelos Espíritos de energia criativa seria uma combinação de 3 fontes distintas de energia.
    .
    A primeira seria a energia espiritual, trazida pelos Espíritos comunicantes.
    .
    A segunda, chamada de energia humana, seria retirada dos corpos de cada um dos encarnados presentes às sessões.
    .
    A terceira, chamada de energia da Terra, os Espíritos retirariam de reservatórios de energia presentes em algumas áreas do planeta.”
    .

    COMENTÁRIO: Compreende-se, então, que a “energia criativa” é uma sofisticada combinação de forças terrenas e sobrenaturais. Vejamos agora, para efeito comparativo, uma das diversas apreciações do “ectoplasma esotérico”, autoria de Edvaldo Kulcheski:
    .
    KULCHESKI: “De uma maneira bastante rápida, podemos dividir o ectoplasma em três elementos essenciais:
    .
    – fluidos A, representando as forças superiores e sutis da esfera espiritual;
    .
    – fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem;
    .
    – fluidos C, constituindo energias tomadas da natureza terrestre.
    ./
    CONSIDERAÇÃO: Agora, compare as duas descrições e veja se não dizem EXTAMENTE a mesma coisa? Quer dizer, os fantasmas de Scole estavam usando ectoplasma E NÃO SABIAM!

  36. MONTALVÃO Diz:

    /
    É mesmo do piru! As assombrações em Scole “utilizaram” uma coisa inexistente para realizar as malandraterializações. Além de não saberem que a coisa inexistia, ainda a usavam como se fosse outra coisa!
    .
    O experimento todo foi uma droga só: sem qualquer controle técnico merecedor dessa classificação os experts da SPR se transformaram em meros expectadores do xou de horrores que lá acontecia! E Ellison ainda teve a caradura de garantir que: “contribuiu com seus conhecimentos científicos”!
    .
    Hoje estou terrivelmente com as cachorras…

  37. Marciano Diz:

    Eu já disse isto, mas comi uma letra, então o poltergeist diz que eu já disse e não publica.
    ===============================================================
    Espíritos, se comunicassem de verdade, seriam inteligências em ação. Eles conheceriam nossos anseios e limitações.
    ===============================================================
     
    CONSIDERAÇÃO: Espíritos, se comunicassem de verdade, existiriam.
    Quem não existe, não pode fazer nada: materializações, mágicas, truques de circo de roça, exigências, etc.
     
    ===============================================================
    Imagine se uma pessoa humilde lhe fizesse uma indagação e quando a respondesse ela retrucasse: “não entendi nada”, você diria: “se não entendeu azar seu, a explicação foi dada!”, faria isso?
    ===============================================================
     
    CONSIDERAÇÃO: Estou entendendo o “faria isso” como uma indagação do Presidente, portanto, passo a responder:
     
    parm = 0 while True:
    parm += 1
    pid = os.fork()
    if pid == 0:          # copy process
    os.execlp(‘python’, ‘python’, ‘child.py’, str(parm))          # overlay program
    assert False, ‘error starting program’           # shouldn’t return
    else:
    print(‘Child is’, pid)
    if input() == ‘q’: break
     
    Não entendeu? Azar o seu!
     
    ===============================================================
    De uma maneira bastante rápida, podemos dividir o ectoplasma em três elementos essenciais:
    .
    – fluidos A, representando as forças superiores e sutis da esfera espiritual;
    .
    – fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem;
    .
    – fluidos C, constituindo energias tomadas da natureza terrestre.”

    ===============================================================
     
    Discordo veementemente!
    O citoplasma, de uma maneira bastante rápida, pode ser dividido em citosol, filamentos, proteínas, íons, estruturas macromoleculares, organelas suspensas, …
     
    Nunca vi essa divisão em fluidos A, B e C.
     
     
    A impressão geral que fica, ao menos para mim, é de que se trata de mais um hoax.
     
    ===============================================================
    not, meu jovem, quando digo: “um pesquisador da SPR falando de “ectoplasma”, “duplo etérico”, como se fossem coisas plenamente comprovadas… Fim do mundo!”. Você pode traduzir a frase como:
    .
    “um pesquisador da SPR falando de COISAS INEXISTENTES, quais “ectoplasma”, “duplo etérico”, como se fossem comprovadas… Fim do mundo! ”
    .
    Essas cousas podem ser MUUUUITO conhecidos no “meio”, mas carecem do mais miúdo indício de que existam! A não ser que ainda defenda aquelas fotos horripilantes de médiuns com gaze escorrendo pelo canto da boca como evidência! Se for assim, calo-me

    ===============================================================
     
    Agora tocou na ferida. O fato de uma coisa inexistente ser muito conhecida NÃO QUER DIZER NADA❗️ ❗️ ❗️
     
    Todo mundo sabe que bala de prata mata lobisomens, que vampiros não podem pegar sol nem tomar banho de água “benta”, que existem ETs cinza e cor de rosa, que NSFL morreu na cruz para salvar a todos nós (do próprio pai dele), etc.
    E daí?
     
    Agora vai, poltergeist?

  38. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vou dar um pulinho em Marte, tomar um chá com Maria João de Deus…

  39. Marciano Diz:

    Não é citoplasma, é ectoplasma, a membrana celular. Mas não muda nada. Que ectoplasma?
    Nem originalidade esses caras têm.
    E é NSFG. Tá saindo tudo errado. Deve ser macumbaria.
    Cadê o Pastor?

  40. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Todo mundo sabe que bala de prata mata lobisomens, que vampiros não podem pegar sol nem tomar banho de água “benta”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: melhor, então, ser werewolf que vampiro vamp…
    .
    O primeiro morre só com bala de prata (cara pra dedéu e de difícil aquisição). O outro, coitado morre ao sol, com água abençoada, estaca no coração, réstia de alho e kryptonita branca…

  41. Marciano Diz:

    Pô, Presidente!
    Agora que acabo de chegar de Marte, você vai para lá?
    Qual é a sua?
     
    MONTALVÃO Diz:
    JULHO 10TH, 2018 ÀS 7:21 PM
    /
    É mesmo do piru! As assombrações em Scole “utilizaram” uma coisa inexistente para realizar as malandraterializações. Além de não saberem que a coisa inexistia, ainda a usavam como se fosse outra coisa!
    .
     
    Vejo agora seu comentário, que foi publicado enquanto eu escrevia.
    Acertou no olho do touro. Entender de coisas que não existem é a mesma coisa que NADA!
    Utilizar água benta ou fluidificada, crucifixos, guias (aquelas coisas de macumbeiros), entender de teologia, é entender de contos de fadas.
    Todo mundo sabe que a Bela Adormecida despertou de um sono de 100 anos, depois de ser beijada por um príncipe que provavelmente foi um sapo até ser beijado por outra mulher.
    E daí?

  42. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Moi Montalvão, UHD, MD, DD, PMDB, Fortran, Iurd, Dtlgf
    ===============================================================
    É por isto que eu digo:
     
    # get input and args
    infile = testname.replace(‘.py’, ‘.in’)
    inpath = os.path.join(testdir, ‘Inputs’, infile)
    indata = open(inpath, ‘rb’).read() if os.path.exists(inpath) else b”

  43. Marciano Diz:

    Exemplo de falsa sabedoria:
     

    E n s i n a m e n t o s  
    f a l s o s  
    s o b r e  
    a  
    d u p l a  
    n a t u r e z a  
    d e  
    C r i s t o
     
    O mistério das duas naturezas de NSFG tornou-se motivo de controvérsia entre certos grupos cristãos a partir do primeiro século. Apareceram no seio do cristianismo certos ensinamentos que foram posteriormente condenados e rejeitados tanto pelos apóstolos como pelos pais da igreja.
     
    Gnósticos.
    É provável que o gnosticismo tenha surgido como um segmento cristão, no Egito, entre o fim do século I e o início do século II. Muitos escritos do gnosticismo do segundo século foram encontrados, incluindo o chamado Evangelho Segundo Tomé.
     
    Os gnósticos formularam três conceitos diferentes:
    1) Negavam a realidade do “corpo humano” de NSFG. Ensinavam que NSFG apareceu na pessoa de NSFG, mas que este nunca foi realmente um ser humano. Tal “NSFGlogia” é conhecida por docetismo (gr. dokeo, “aparecer” ou “parecer”). Para eles, NSFG apenas se parecia com o homem. Toda a sua existência na terra teria sido uma farsa; Ele teria fingido ser carne e sangue, visando ao bem dos discípulos.
     
    2) Afirmavam que NSFG tinha um “corpo real”, mas negavam que fosse material.
     

    3) Ensinavam uma “NSFGlogia” dualista, pela qual “NSFG” teria entrado em “NSFG” no batismo e o abandonado pouco antes de sua morte. “NSFG” teria, por exemplo, usado as cordas vocais de “NSFG” para ensinar os discípulos, porém nunca foi realmente um ser humano. Afirmava, portanto, que “NSFG” e “NSFG” eram duas pessoas distintas. H á menções indiretas ao gnosticismo nas epístolas de João: “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que NSFG NSFG veio em carne [como homem]. Este tal é o enganador e o antiNSFG” (2 Jo v.7).
     
    Como e por que essa falácia surgiu entre os cristãos são perguntas sem respostas concretas. Alguns estudiosos acreditam que Pedro também teria feito menção dos gnósticos ao falar dos falsos mestres, que introduziriam, de modo sutil, heresias de perdição no meio do povo de Deus. Tais enganadores (gnósticos?), naqueles dias, após convencerem cristãos a seguirem às suas dissoluções, exigiam deles que fizessem uma confissão pública, a fim de negarem “o Senhor que os resgatou” (2 Pe 2.1,2).
    Os gnósticos acreditavam na existência de Deus, mas, ao mesmo tempo, afirmavam não ser possível conhecer a existência e a natureza divinas. Aceitavam a idéia da emanação — ou platonismo — , doutrina pela qual diziam que tudo quanto existe derivou-se do “Ser Supremo”, representado pelo Sol, cuja emanação mais forte é o Filho. Um pouco mais distantes estão os seres angelicais; depois, os homens… Enfim, Deus é mabordável. Por isso, não existia um mediador que pudesse conduzir o homem a Ele. Eles eram também liberais; não aceitavam a autoridade de NSFG. Estudavam a Bíblia como um livro qualquer. Até certo ponto aceitavam o sobrenatural, mas de acordo com a sua maneira de pensar. Eram, ainda, triteístas: viam NSFG como “Deus”, porém, de modo paradoxal, rejeitavam a sua deidade. As Escrituras mostram que eles estavam enganados (Jo I . I ; Fp 2.6; Ap 1.8; H b 1.8). E o Credo Atanasiano deixa claro que o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus: “Nesta Trindade nada é antes ou depois, nenhum é maior ou menor: mas as três pessoas são co-eternas, unidas e iguais. As pessoas não são separadas, mas distintas. A Trindade é composta de três Pessoas unidas sem existência separada, tão completamente unidas, que formam um só Deus”.

     
     
    Tudo isto faria algum sentido, talvez, se NSFG não fosse imaginário.
     
    Usar ou não usar algo que não existe (ectoplasma, no sentido imaginário da palavra, não no sentido biológico), para provar se fantasmas (imaginários) podem ou não se comunicar e produzir supostos fenômenos é uma perda de tempo lamentável.
     
    Chamar essas farsas de estudos, é brincadeira de mau gosto.
     
    Criticar essas farsas é obrigação de todos.

  44. Marciano Diz:

    Tem gente que tem medo de fantasmas. E todos os fantasmas tem medo de câmeras IR. E de ambientes iluminados com luz comum. E de céticos (os verdadeiros, não os crentes que fingem ser céticos para se “converterem” depois). E de serem testados. E de tanta coisa…

  45. Marciano Diz:

    Cinco anos de manobras para enganar os incautos.
    Quanta perda de tempo.
    Só enganam os que querem ser enganados. Para isto, não há necessidade de muita coisa. Basta afirmar qualquer bobagem na qual os crentes querem acreditar.
    Quem é cético de verdade, quem só acredita no que é provado de verdade, não vai engolir “estudos” de mentirinha, tão sérios quantos os “fenômenos” estudados.

  46. MONTALVÃO Diz:

    /
    A EQUIPE “ESPIRITUAL” DE SCOLE (Ou: não ria que é sério)
    /

    “É bastante difícil contemplar as implicações de sobrevivência pessoal em outra área de existência. A ideia de que assim que tivermos nos aclimatado ao nosso novo ambiente podemos cada um de nós nos tornar um integrante de uma equipe fazendo um trabalho espiritual é ainda mais intelectualmente estimulante. Não obstante, de acordo com os seres espirituais que se manifestaram em Scole, há muitas dessas equipes trabalhando em prol da comunicação com a nossa dimensão.
    .
    Cada integrante contribui com o seu talento pessoal e as suas qualidades na equipe, fazendo de cada equipe algo exclusivo em seus métodos e capacidades.
    .
    Para entender o que aconteceu em Scole é essencial saber mais sobre a equipe espiritual.
    .
    Quando um pesquisador perguntou a um integrante da equipe espiritual como ele sabia que era o momento de participar da sessão, a resposta foi:
    .
    “Eu sei quando chega o momento de vir, eu o sinto. E como uma atração, um sinal que reconheço. E um retardamento dos sentidos da consciência em que posso realmente vir e falar com vocês. Eu coloco os meus pensamentos em palavras e uso o médium para isso, como um instrumento de comunicação”.
    .
    De acordo com todos os que testemunharam os acontecimentos, a equipe espiritual de Scole tomava as sessões interessantes e, por mais estranho que possa parecer, divertidas. Cada um deles tinha uma personalidade e um caráter muito peculiar (veja o Apêndice 1).
    .
    Embora houvesse milhares de mentes na equipe espiritual, apenas um número reduzido de personalidades era capaz de se comunicar. Durante os cinco anos e 500 sessões do Experimento Scole, o grupo foi apresentado a diversos comunicadores, alguns deles por apenas pouco tempo.
    .
    A medida que o experimento prosseguia, a equipe utilizou alguns comunicadores regulares. Quatro dos principais cientistas espirituais que apareceram apresentaram-se como William, Albert, Joseph e Edwin. Cada novo comunicador aparecia e dava um conselho ou orientação conforme o necessário.
    .

    Como Trabalhava a Equipe Espiritual
    .
    Numa sessão típica, Manu – um guia eficaz que era o “porteiro” do mundo espiritual – aparecia primeiro, dava as boas-vindas a todos e depois “ia para os bastidores” e misturava as energias para que o trabalho pudesse começar.
    .
    Normalmente havia uma provocação irônica por parte de Patrick McKenna – que fora padre no mundo físico -, às vezes fingindo que não permitiria que o guia indiano Raji se manifestasse. Mas ele acabava permitindo que fosse tocada uma música marcial (a “deixa” de Raji). Raji geralmente trocava alguns gracejos com os presentes ali reunidos antes de discutir seriamente com eles sobre os experimentos fotográficos ou outros que estivessem sendo planejados para a sessão ou futuras sessões. O assistente de Raji, Charlie n. 1, geralmente o acompanhava e se aproximava do grupo, tocando as pessoas com os seus dedinhos ou dando- lhes tapinhas na cabeça. [desconfio que esse Raji seja o mesmo que trabalha no Big Bang Theory]
    .
    Em algum lugar no meio de tudo isso, Edward Matthews, aparentemente um cientista na existência anterior, dirigia-se ao grupo, normalmente falando dos seus planos sobre experimentos científicos e descrevendo algumas das maravilhas ainda por vir. Parecia claro que Edward assumira essa função por conta própria. Normalmente, ele se mostrava entusiasmado quanto aos experimentos, descrevendo com cuidado as suas instruções para, por exemplo, a confecção de peças especializadas de equipamentos. Para o grupo, era tão divertido ouvir essa alma emocionante e sensível quanto ouvir outro ser espiritual muito evoluído, John Paxton.
    .
    Paxton era o único capaz de falar ao grupo em “sessão fechada”, quando não havia visitantes presentes. Isso se devia principalmente às dificuldades práticas de comunicação de um dos planos espirituais superiores, mas Paxton gostava de apresentar ensinamentos e instruções especializadas das almas mais evoluídas do mundo espiritual.
    .
    [...]
    .
    Por fim, depois de uma noite interessante e inspiradora, Patrick anunciava que estava na hora de encerrar. Ele e a sra. Bradshaw assumiam o comando, com Patrick às vezes demonstrando o “fenômeno da voz estendida”, falando de qualquer parte da sala que quisesse. Às vezes ele falava de todos os lados do porão ao mesmo tempo e o grupo chegou a ouvi-lo falar de um ponto que ficava bem dentro das paredes do porão. (O Experimento Scole – Cap. 3)

  47. Marciano Diz:

    Gigaview:
    Quem disse que a era das grandes demonstrações espirituais encerrou está enganado. As mesas continuam girando , imagens que fariam Ted Serious se envergonhar continuam aparecendo em filmes fotográficos, imagens de TV mostram espíritos AO VIVO e já temos fotos de colônias espirituais e materializações que dariam orgulho a Sir Crookes e Sai Baba. As provas que o Spencer não conseguiu apresentar aos céticos estão todas, NOVAMENTE em Scole. Chupem céticos!!! Chupa Quevedo!!!

     
    Nos experimentos de Scole, os médiuns é que estabelecem os controles e podem trazer de casa para as sessões tudo que possa eliminar qualquer hipótese de fraude. Essa é a chave do sucesso: deixar os espíritos a vontade. Os ceticismo exagerado atrapalha as manifestações espirituais. Os céticos são uns chatos e “eles” não suportam isso.
     
     
    A explicação dos espíritas para esta técnica é tão surreal que são, no mínimo, três exigências (absurdos) que estamos aceitando sem questionar: primeiro, crer que espíritos existam; segundo, crer que o espírito possa se comunicar; e terceiro, crer que o médium possa entendê-las e transmiti-las.
     
    A teoria kardecista explica muito superficialmente como essas possíveis manifestações espirituais aconteceriam, usando conceitos fantasiosos e termos como “ectoplasma” e “materialização”, elaborados unicamente pela fé e impossíveis de serem testados a luz da razão. Por isso, não há formas de crer metodologicamente em uma doutrina que valoriza o artificialismo e comunga com o claramente irracional.
     
    O espiritismo de Kardec ultrapassa sua prepotência em querer explicar o mundo, e o que a religião espírita faz com a psicografia não é esclarecer com a verdade, mas sim oferecer um mecanismo para iludir as pessoas. E a ilusão é capaz de levar conforto para a dor da perda! Nesse sentido, é preciso que as pessoas reconheçam a atividade desses “médiuns” espirituais como uma conveniência comungada pela própria religião, e não como uma prática dotada de verdade absoluta.
     
    Comparativamente, é da mesma forma que agem os mágicos ilusionistas, que tentam convencer o público de seus poderes sobrenaturais com seus incríveis truques visuais. Na verdade, os “médiuns” fazem na escrita, o que os mágicos fazem no palco. Entretanto, enquanto os mágicos atuam promovendo o entretenimento e a diversão, esses “médiuns” atuam explorando um sentimento de dor em troca da fé.
     

    O convencimento deixa de ser um entretenimento e passa a ser fonte de consagração de falsos-ídolos e de exploração da fé, através da valorização de um poder que não existe, mas que é conveniado para confortar as pessoas que não sabem lidar com a morte de seus parentes queridos. Pessoas que são ateus e que não seguem doutrinas religiosas podem ser desmentidas, após sua morte, por “médiuns” que, em nome do morto, se arrependem de sua descrença escolhida autenticamente durante sua vida. Eles usam a psicografia e confessam, pelo morto, a sua nova crença em deus e no próprio espiritismo, valorizando a própria religião e conquistando, dessa maneira, mais um seguidor.
     
    Analisando friamente a atitude desses “médiuns”, não está muito longe dos crimes de falsidade ideológica. Nesses crimes, pessoas especializadas na capacidade de falsificação de documentos alteram o conteúdo dos mesmos para favorecimento de si próprio ou de terceiros. Comparando-se isto à psicografia, o favorecimento relativo ao primeiro caso seria se auto-consagrar com o poder sobrenatural; no segundo, valorizar a própria religião e atrair o público espírita. É claro que há uma grande diferença entre falsificadores de documentos (que agem de má-fé) e os “médiuns” psicográficos (que exploram a fé-cega), muito embora exista sim uma relação bem sutil entre eles. Mesmo assim, devemos compartilhar a ideia de que a inexistência (a morte) não deve permitir a falsificação da identidade. E, por mais que a crença dos espíritas em mediunidade, e em outras vidas, seja essencial para eles viverem consolados e iludidos com a promessa de vidas futuras, todos eles precisam entender que não devemos crer em fé que abusa da identidade das pessoas.
     
    Este é o perigoso e covarde poder da manipulação que a estratégia espírita da psicografia utilizada para atrair muitos fiéis. Ao contrário do que ocorreu em outros países, como Portugal e na França, a difusão do espiritismo, aqui no Brasil, com as cartas de Chico Xavier, deu muito certo graças à ignorância e ao baixo nível educacional da maioria do povo deste país, que sempre tornou as pessoas alvos fáceis para a doutrinação religiosa em massa. Mas, atualmente, é muito fácil ter acesso à informação sobre as pessoas, inclusive as que já morreram, o que tem dificultado enormemente, hoje em dia, se envolver com o misticismo das técnicas psicográficas, sem que se desconfie ou se descubra como o médium conseguiu aquela informação específica. Por isso que, após a morte de Chico Xavier e a posterior revelação das técnicas e truques por Waldo Vieira, as cartas endereçadas foram deixadas relativamente de lado, e a psicografia passou a ser um método eficiente de escrita que os autores espíritas encontraram para divulgar o espiritismo com seus livros pessoais assinados em nome de espíritos. Assim, os novos “médiuns” divulgadores do espiritismo elaboram histórias fantasiosas de reencarnação e lições de moral com conceitos da doutrina kardecista e as publicam em formato de livro. Neste tipo de atuação, a psicografia se torna uma prática limitada à uma atividade pessoal, altamente introspectiva, pois é dotada do sentido literário, ou seja da criação imaginária como uma forma de expressão através da escrita.
     
    Mas no geral, o que fazemos quando estamos compactuando com a psicografia das cartas endereçadas é, além de permitir que esses “médiuns” sustentem o falso-poder sobrenatural de comunicação com mortos e se auto intitulem promulgadores da profetização espiritual, também estamos permitindo que estes escritores se tornem capazes de abusar da identidade de alguém que não pode mais se defender. Tanto porque, até hoje, nenhum fato, evento, efeito ou manifestação sobre a existência espiritual foram realmente constatados ou comprovados por evidências claras. E isso já seria muito mais do que suficiente para entender que há muito charlatanismo e manipulação por trás de qualquer atividade que se afirme sobrenatural, mesmo aquelas que não cobram dinheiro por isto. Por isso, é preciso questionar e se entender realmente qual a verdadeira utilidade de se praticar esse tipo de escrita: um ritual simbólico para comungar o artificialismo de uma religião, ou um ato movido pelo ego do escritor para explorar a fé das pessoas?

  48. Borges Diz:

    Pensei que estava sendo vítima de um “déjà vu”, pois percebi que já havia lido o que estava lendo; foi aí que descobri que o livro tem dois capítulos três e não tem o quatro. Será que o meu PC está ficando “gagá”?
    Um abraço.

  49. Marciano Diz:

    No final dos anos 90, num cantinho da Inglaterra, chamado Scole, os fantasmas se divertiram.
     
    A festa foi oferecida por seis “médiuns”, quinze “investigadores” da SPR e um monte de fantasmas.
     
    Não houve controles ou restrições sobre os “médiuns”. O que houve foi que eles impuseram todas as condições.
    Qualquer um que for assistir a um show de mágica de circo, com as mesmas restrições, vai sair convencido de que viu fenômenos sobrenaturais.
     
    Uma das coisas que devem ter feito para mostrar luzes, deve ter sido usar laser portáteis para iluminar alvos pré-escolhidos. Eram novidade na época.

     
    Houve aparições de fantasmas em rolos de filme que, claramente, foram trocados no escuro.
    Por que razão os “médiuns” fizeram tanta questão de que tudo fosse no escuro? Mesmo mágicos de circo de roça fazem truques em lugares iluminados.
     
    Para quem quiser se tornar um “médium”, aqui vai um link que ensina vários truques:
    http://www.prairieghosts.com/seance2.html

  50. Marciano Diz:

    Mensagem secreta para o Presidente Montalvão (só ele vai entender):
     
    def onDeleteRequest(): print(‘Got wm delete’)
    root.destroy()
    def doRootDestroy(scole):
    print(‘Got event ‘)
    if event.widget == text:
    print(‘for text’)
    print(text.edit_modified())
    ans = askyesno(‘Save stuff?’, ‘Save?’)
    if ans: print(text.get(’1.0′, END+’-1c’))
    root = Tk()
    text = Text(root, undo=1, autoseparators=1)
    text.pack() root.bind(”, doRootDestroy)
    root.protocol(‘WM_DELETE_WINDOW’, onDeleteRequest)
    Button(root, text=’Destroy’, command=root.destroy).pack()
    Button(root, text=’Quit’, command=root.quit).pack()
    mainloop()
     
    Fim da mensagem secreta.

  51. Marciano Diz:

    Borges Diz:
    JULHO 10TH, 2018 ÀS 8:34 PM
    Pensei que estava sendo vítima de um “déjà vu”, pois percebi que já havia lido o que estava lendo; foi aí que descobri que o livro tem dois capítulos três e não tem o quatro. Será que o meu PC está ficando “gagá”?
     
    Montalvão, para não trocar o capítulo 4 pelo 3, experimente a seguinte rotina:
     
    else {
    alert(“The number you specified is invalid (not between 0 and 100).
    \nPlease try again.”)
    return false
    }
    }


    Please type in a number:

     
    Um abraço, Borges.

  52. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Essas cousas podem ser MUUUUITO conhecidos no “meio”, mas carecem do mais miúdo indício de que existam!”
    .
    E daí? Há vários exemplos de coisas sem o menor indício que existam que a Ciência já trabalhou e em alguns casos ainda trabalha como existentes. O flogisto é um exemplo clássico. Outro é o éter, que volta e meia reaparece na Física. Ou a matéria escura, que ninguém sabem nem se existe nem do que seria feita.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “A não ser que ainda defenda aquelas fotos horripilantes de médiuns com gaze escorrendo pelo canto da boca como evidência! ”
    .
    Nesse ponto ainda estaria melhor que a matéria escura que seria invisível… entenda o seguinte, ainda que o ectoplasma seja creme de barbear, chama-se a substância que aparece nessas fotos de ectoplasma até que possa ser identificada precisamente, ok?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “O mesmo Ellison que falou “aparentemente”, também disse:”
    .
    Li, reli e li outra vez os trechos que vc citou e não vi nada demais. Vc faz tempestade num copo d’água.

  53. Vitor Diz:

    Borges,
    Vou tentar mexer no arquivo amanhã e tirar o capítulo repetido. Vou pedir ao Montalvão pra escanear o Capítulo 4.

  54. Vitor Diz:

    Aliás, é melhor o Montalvão escanear no livro todo que aí se evitam os erros do escanear entender o RN como M. :P

  55. MONTALVÃO Diz:

    /
    “é melhor o Montalvão escanear no livro todo que aí se evitam os erros do escanear entender o RN como M.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: comprometi-me com o Fenômeno Magenta…
    .
    Mas o capítulo IV tem um dado curioso. Todos os capítulos iniciam com uma citação, a do quarto diz:
    .
    “Eles enviavam mensagens de nenhum lugar para lugar nenhum”…

  56. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “comprometi-me com o Fenômeno Magenta…”
    .
    Sim, e acho que agora acabou. De qq modo, foi vc que pediu pra gente discutir o Scole no tópico anterior, não pediu? Ou deu a idéia.. :P
    .
    Faz mais esse sacrifício… eu ia te pedir ainda pra escanear o livro do Geller :P

  57. MONTALVÃO Diz:

    /
    Mensagem secreta para o Presidente Montalvão (só ele vai entender):
    /.
    CONSIDERAÇÃO: estudei COBOL, sua secret mensagem não veio cobolizada.
    /
    “IF the language not cobol, DISPLAY: “I’m sorry”.
    END JOB”

  58. Marciano Diz:

    Obrigado por apagar a sujeira involuntária, Vitor.
    Montalvão, desisti de aumentar suas figurinhas.
    Todas as tentativas que fiz deram errado.
    Aqui, não funciona.
     
    Dito isto, volto à pauta.
     
    Até onde sei, todos os pesquisadores do experimento Scole eram da SPR, o que deixa dúvidas sobre a seriedade do experimento, posto que a tal sociedade é formada por crentes no paranormal.
     
    Os ditos médiuns tiveram total controle sobre tudo e os pesquisadores sobre absolutamente nada.
    Dentre outras coisas, foi tudo no escuro e com música de fundo, para ocultar truques. Não se enxergava nada, não se ouvia nada direito.
     
    Os médiuns usaram pulseiras luminosas criadas por eles mesmos, as quais não foram examinadas pelos pesquisadores nem antes nem depois dos experimentos.
     
    Os médiuns trocaram as caixas onde ficariam os filmes a serem “gravados” pelos espíritos, e os pesquisadores também não examinaram nada. Consentiram com todas as exigências dos médiuns.
     
    As lanternas laser estavam na moda (ainda são usadas), e certamente foram usadas para criar efeitos sobrenaturais.
     
    Como os médiuns controlaram tudo, nada mais esperado do que nenhuma fraude fosse constatada, o que não significa nada, pois assim, qualquer médium é infalível.
     
    Depois de tantos anos, o tal experimento não gerou nada fora do ambiente de crentes, pois nada mudou quanto às provas da existência da paranormalidade.
    Resumo: Muito barulho por nada!

  59. Marciano Diz:

    The psychics were effectively free to move around during each seance (no hand-holding), and thus the investigators weren’t able to exclude the possibility of the phenomena they witnessed being generated by the performers themselves.
     
    They banned any use of still or video cameras – this included infra-red night-vision equipment. (One has to wonder why this was the case – if the seance was genuine, this technology would surely be no threat…)
     
    The box into which unexposed films were locked was supplied, not by the investigators, but by the psychics. What’s more, one of the investigators wrote that he was able to easily open the box in the dark…
     
    Films placed in boxes supplied by the ‘researchers’ never developed any images, a fairly suggestive finding.
    the seances were carried out in a room provided by the mediums, not the researchers.
     
    Despite the fact that the Scole performances have been hailed as proof positive of an afterlife – there’s been no follow-up at all.

  60. Marciano Diz:

    There’s more:
    http://www.skepticforum.com/viewtopic.php?t=18658

  61. Marciano Diz:

    Matéria do “The Guardian” sobre o caso:
    https://www.theguardian.com/science/blog/2015/oct/30/science-of-the-seance-why-speaking-to-spirits-is-talking-to-yourself

  62. Marciano Diz:

    Se ainda estivéssemos no início dos anos 90, até faria sentido ficarmos discutindo se houve fraude ou se foi autêntico, mas depois de tantos anos e o caso virando apenas documentários de boca do lixo e um livro para crentes, sem qualquer repercussão além do universo crente no paranormal e espiritualidade, não dá para ficar insistindo em querer provas de mais uma coisa que já passou.
    Ficou no passado, não deu em nada.

  63. Marciano Diz:

    >O Experimento Scole está bem longe de ser algo comprovado cientificamente como manifestação de seres de outra dimensão. Ele é bem aquilo que o define: um experimento. Tenho o livro escrito sobre este experimento, que foi traduzido e lançado no Brasil.
    Mas logo no seu início já é descrito algo frustrante: os alegados espíritos não aceitaram que as sessões no escuro fossem filmadas com equipamento de visão noturna. Esta recusa do “mundo espiritual” à tecnologia não é nada boa para um experimento que pretenda ser a comprovação da manifestação de espíritos.

  64. Marciano Diz:

    Procurando pelo experimento Scole no Google, só aparecem sites espíritas, de paranormalidade, alusões ao livro ou coisa que o valha.
    Por que será?
    Um trabalho científico tão contundente mereceria mais atenção.
    Será que é porque não deu em nada?
    Claro, aparece também o site oficial, que linkei lá em cima, nos primeiros comentários.
    Mais nada que valha a pena.
    Na Wikipedia, só aparece no verbete sobre mediunidade:
    A series of mediumistic séances known as the Scole Experiment took place between 1993 and 1998 in the presence of the researchers David Fontana, Arthur Ellison and Montague Keen. This has produced photographs, audio recordings and physical objects which appeared in the dark séance room (known as apports).[185] A criticism of the experiment was that it was flawed because it did not rule out the possibility of fraud. The skeptical investigator Brian Dunning wrote the Scole experiments fail in many ways. The séances were held in the basement of two of the mediums, only total darkness was allowed with no night vision apparatus as it might “frighten the spirits away”. The box containing the film was not examined and could easily have been accessible to fraud. And finally, even though many years have passed, there has been no follow-up, no further research by any credible agency or published accounts.[185]

  65. Marciano Diz:

    Tiro n’água.
    Será que tem outra prova mais crível do sobrenatural?

  66. Marciano Diz:

    O que o tal experimento mudou no mundo?
    Não merece nem referências fora do universo crente.
    Assim fica difícil acreditar em fantasmas.

  67. Marciano Diz:

    Antigo (2012) comentário de Montalvão:
    COMENTÁRIO: O “experimento Scole” tem tudo (tudo mesmo) para ser uma fraude que, inexplicavelmente, foi validada por alguns pesquisadores da SPR (dois deles), provavelmente membros da ala mística-deslumbrada daquela agremiação. Examine o livro de Grant e Jane Solomon (O Experimento Scole) com olhos miudamente críticos e notará facilmente elementos que demonstram a armação.

  68. Marciano Diz:

    COMENTÁRIO D2011, do Montalvão.

  69. Marciano Diz:

    PREFÁCIO
    .
    (Pelo professor emérito Arthur J. Ellison DSc(Eng), CEng, FIMechE, FIEE, SenMemIEEE, engenheiro consultor)
    .
    [COMENTÁRIO: isso é que é autêntica sopa de letrinhas graduativas: com todas essas qualidades, Ellison deveria estar com a cabeça bem madurinha para escrever um prefácio altamente esclarecedor: vamos ver no que deu...].

    .
    .

    ELLISON: É um prazer escrever algumas palavras introdutórias a este livro. De autoria de Grant e Jane Solomon, sobre os fenômenos ocorridos em Scole.
    .

    Tive a honra de participar das sessões em Scole desde o começo do período de dois anos em que três de nós do Conselho da Society for Psychical Research, uma associação devotada à pesquisa científica dos fenômenos mediúnicos na Inglaterra, fomos convidados, EM RAZÃO DA NOSSA CAPACIDA¬DE PESSOAL, para comparecer a algumas sessões como observadores cientí¬ficos. Foram dois anos realmente interessantes!
    .
    [COMENTÁRIO: dúvida: escolhidos em virtude da “capacidade pessoal” ou por serem inclinados a aprovar sem maiores exigências experimentos místicos? A indagação, de momento, pode parecer sem propósito, mas, a medida que examinarmos a redação de Ellison verificaremos que a pergunta é pertinente]
    .
    .
    ELLISON: Alguns anos antes, eu havia tido contato com a maior parte dos fenômenos materiais do espiritualismo, mas sempre envolvendo um médium em transe e ectoplasma, o médium terminando a noite num estado da mais completa exaustão. (Isso confirma a opinião tradicional de que a matéria do “veículo de vitalidade” ou “duplo etérico” é extraída do médium e usada para produzir o ectoplasma.)
    .
    [COMENTÁRIO: um pesquisador da SPR falando de “ectoplasma”, "duplo etérico", como se fossem coisas plenamente comprovadas...]
    .
    .

    ELLISON: Além disso, as “personalidades de controle” falando ostensivamente por meio do médium eram as personagens exóticas tradicionais, como índios americanos, chineses e outras. Essas personagens falavam de maneira peculiar, mais parecida com um ator ocidental inexperiente tentando imitar aquelas personagens exóticas. Em Scole, ao contrário, as personalidades de controle, aparentemente se comunicando por meio dos dois médiuns, eram ocidentais normais bem-educados – com exceção de um ou dois outros que falaram como se tivessem apenas estudado no Ocidente. Todos nós nos familiarizamos uns com os outros; NA VERDADE, OS RELACIONA¬MENTOS TOMARAM-SE ALGO QUE PODERIA SER CLASSIFICADO COMO AMIZADES ÍNTIMAS – nos tratávamos pelo primeiro nome e permitíamos brincadeiras. Isso não significa reduzir a qualidade dos fenômenos por que passamos – na verdade, nosso tipo de relacionamento pode até tê-la melhorado.
    .
    [COMENTÁRIO: vê-se que Ellison não foi investigar a realidade ou veracidade de contatos mediúnicos, pois isso era por ele já admitido como fato]
    .
    .
    ELLISON: Este livro apresenta uma vasta gama desses fenômenos, desde luzes paranormais até a levitação de objetos, aportes e imagens concretos e outros. No entanto, não se usou ectoplasma e no final das sessões os médiuns pareciam sentir-se tão bem quanto estavam no início. O grupo de Scole em si classificou as atividades como energéticas em vez de fenômenos ectoplasmáticos. Isso certamente parece ser um considerável avanço em relação à tradição.
    .
    [COMENTÁRIO: nem mesmo a “inovação” introduzida pelos viga..., digo, médiuns, em Scole foi por Ellison investigada, para ele “tava tudo certinho”]
    .
    .
    ELLISON: Nós três, visitantes, nos conduzimos adequadamente de acordo com a nossa formação anterior. PUDE CONTRIBUIR UM POUCO NO QUE SE REFERIA AOS ASPECTOS CIENTÍFICOS, David Fontana teve uma participação importante como psicólogo com experiência em estados alterados de consciência, e os conhecimentos da literatura de Montague Keen foram de uma importância especial.
    .
    [COMENTÁRIO: o cara fala de ectoplasma, duplo etérico, e de “atividades energéticas” como se fossem coisas banais, e tem a coragem de dizer que “contribuiu nos aspectos científicos”! Tenho impressão de que o “sopa de letrinhas” não vai chegar a bom termo...]
    .
    .
    ELLISON: Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não! Mas não foi assim. Além disso, muitas vezes explicávamos que a comunidade científica consideraria que, como o fenômeno normalmente ocorria no escuro, estávamos sendo enganados. Queríamos muito poder usar um visor infravermelho para mostrar, pelo calor do corpo dos participantes, que todos permaneciam em suas cadeiras durante os períodos em que os fenômenos ocorriam. No entanto, para nossa decepção, isso também não foi permitido. Fizemos os máximos esforços durante as nossas sessões de investigação científica para explicar como parecia impossível que muitos dos fenômenos fossem falsos. Mas os céticos sempre dirão que os mágicos podem fazer todo o tipo de coisas “impossíveis”. Nesse sentido, infelizmente, os céticos normalmente não precisam demonstrar sem detecção o que alegam ter sido realmente executado.
    .
    [COMENTÁRIO: o cara foi completamente cerceado em sua liberdade investigativa, mas manteve a fé nos safa..., digo, médiuns.]
    .
    .
    ELLISON: Há um outro fator importante que em geral não é considerado. Os pesquisadores mediúnicos estão bem conscientes de que os investigadores podem ser divididos, por razões desconhecidas, em duas categorias: catalisadores e inibidores. Na presença dos catalisadores, os fenômenos verdadeiros ocorrem mais prontamente do que no caso dos inibidores. Isso é chamado de Efeito do Experimentador. Acontece que muitos críticos, quando são qualificados por sua experiência a fazer comentários indiscriminadamente, são inibidores e raramente sentem o fenômeno verdadeiro. Eles são geralmente os críticos mais virulentos, porque, no fundo, talvez considerem que os fenômenos paranormais verdadeiros nunca ocorram. A outra categoria de críticos é a dos cientistas categoricamente “normais”, que já sabem que os fenômenos paranormais são impossíveis e, portanto, ipso facto, eles nunca podem acontecer. E como eles são impossíveis, não é necessário, antes de fazer pronunciamentos sobre o assunto, estudar a vasta literatura de pesquisa científica mediúnica, grande parte dela produzida por alguns dos cientistas mais renomados da Grã-Bretanha e do continente europeu. No entanto, é perfeitamente possível ter uma mente verdadeiramente aberta, [resta definir o que entendem por “mente verdadeiramente aberta”] mas ainda assim científica. Parece-nos como se os comunicadores de Scole estivessem todos cientes de tudo isso e tivessem escolhido nós três com isso em mente. Tentamos em nosso relatório ser “bons” cientistas objetivos. O leitor não deve se esquecer também de que fomos convidados. OS EXPERIMENTOS REALIZADOS NÃO FORAM NECESSARIAMEN¬TE DA NOSSA ESCOLHA, e as sugestões que fizemos para firmar as condições não foram normalmente adotadas, ou porque estavam aparentemente em conflito com as condições requeridas para produzir o fenômeno de manei¬ra confiável, ou porque o cronograma dos comunicadores de alguma forma obrigava-os a prosseguir com outro experimento. Nós FIZEMOS O MELHOR QUE PUDEMOS.
    .
    [COMENTÁRIO: atenção, quem está falando essas coisas é um cientista, membro da renomada SPR de Londres... como diria minha avó, diante de um quadro desses: É MOLE?]
    .
    .
    ELLISON: Será que devo, enfim, expressar uma opinião pessoal? Considero que o grupo “deste lado” foi honesto e verdadeiro. Depois de dois anos, nós os conhecíamos extremamente bem. Acredito que os resultados das sessões foram de grande interesse para a ciência.

    .

    Espero que o leitor aproveite este livro tanto quanto aproveitei a minha experiência nas sessões de Scole.
    .

    Arthur J. Ellison

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    INTRODUÇÃO

    .

    “Não vou me comprometer com a estupidez em voga de considerar tudo o que não posso explicar como uma fraude.” C. G. Jung
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    Quatro pessoas estão sentadas num porão escuro. Duas delas entram em transe e transmitem mensagens de uma equipe de seres espirituais comunicadores. As outras duas seguem as instruções dos seres espirituais. Elas colocam filmes fotográficos virgens sobre a mesa, filmes esses que nunca foram usados numa câmera. Mais tarde os filmes são revelados. Neles, aparecem imagens – textos manuscritos, hieróglifos e outros símbolos, além de mensagens…
    .

    Esse era o trabalho do Grupo Experimental de Scole. Esse trabalho forneceu evidências consideradas estimulantes para sustentar a noção de que pode haver vida depois da morte. Experimentos semelhantes foram conduzidos no passado, usando a “mediunidade mental” para tentar provar que seres conscientes desencarnados podem se comunicar por intermédio de um instrumento humano, o médium. Infelizmente, as mensagens de Tia Maria podem convencer o seu sobrinho, mas nem sempre são ideais para um estudo científico. Um cético poderia dizer: “Isso aconteceu por acaso”, “coincidência”, “intuição”, “uma boa adivinhação” e assim por diante. Assim, em 1993, o Grupo Experimental de Scole empreendeu um experimento de cinco anos usando um tipo revolucionário de “mediunidade física” para produzir objetos concretos a partir do mundo espiritual. Os ter¬mos “objetos concretos” significam coisas reconhecíveis aos nossos sentidos e instrumentos – manifestações visíveis, luzes, sons, toques, gostos e cheiros. Alguns dos objetos palpáveis tomaram a forma de mensagens transmitidas em filmes fotográficos, fitas de áudio e de vídeo.
    .

  70. Marciano Diz:

    A idéia que a da mediunidade física encerra é simples: as evidências físicas dos sobreviventes são transmitidas do mundo espiritual para o nosso mundo. Então, uma vez que existe alguma coisa física, ela pode ser cientificamente mensurada e analisada. A mediunidade física é difícil de ser comprovada fisicamente. No entanto, os fenômenos materiais são diferentes. Os experimentos podem ser conduzidos, os testes podem ser realizados, e os procedimentos científicos podem ser implementados. Com tais experimentos no passado, o objetivo era sempre obter um objeto paranormal permanente, uma “coisa” palpável que pudesse ter vindo de “algum lugar”, sem que tivesse ocorrido algum tipo de truque. Um exemplo inventado é o de dois anéis interligados, feitos de dois tipos diferentes de madeira, sem nenhuma junção entre eles. Esse tipo de objeto palpável seria considerado uma “prova convincente”, uma vez que não poderia ser produzido por “meios normais”. O objetivo do Grupo Experimental de Scole não era produzir apenas um objeto palpável, mas um número e uma variedade enormes sobre os quais os cientistas teriam de se debruçar e tomar conhecimento.
    .

    Na verdade, não fazia muito tempo, diversos cientistas experientes, incluindo alguns pesquisadores com muita experiência no desconhecido, começaram a se interessar pela produção do fenômeno. O grupo de Scole teve a satisfação de permitir que os cientistas investigassem minuciosamente o seu trabalho, [permitram aos cientistas e pesquisadores do SPR, e somente os “escolhidos”] um fato que impressionou os investigadores. Entre a equipe de investigação contavam-se engenheiros eletricistas, astrofísicos, criminalistas, psicólogos e matemáticos. Eles se mostraram mais interessados nos filmes fotográficos porque o tempo e o método de produção desses filmes podia ser controlado. Os investigadores pediram para acompanhar as sessões experimentais para controlar certos parâmetros. Ainda assim, apareceram imagens nos filmes. Alguns dos cientistas consideraram difícil de explicar o fato e sugeriram que fossem tomadas precauções adicionais, incluindo levar eles mesmos os seus próprios filmes e colocá-los em caixas lacradas pelo tempo que durassem as sessões. Ainda assim, de novo, apareceram imagens nos filmes. Mas dessa vez elas eram ligeiramente diferentes. Em vez de ser simplesmente fotos de rostos e lugares, elas eram mensagens codificadas, dicas sobre enigmas que os investigadores foram convidados a resolver.
    .

    Mais tarde, outras imagens ainda mais incríveis foram recebidas em videoteipe e mensagens foram transmitidas em fitas de áudio. Objetos materializaram-se, viram-se luzes em movimento e seres sólidos apareceram ante os observadores até então céticos.
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    As evidências exclusivas e revolucionárias fomecidas pelo Experimento Scole podem sugerir que não está longe de existir uma prova científica concreta da sobrevivência após a morte. Se for esse o caso, há implicações inevitáveis e abrangentes para todos nós. Estaria provado que nós não morremos…”
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    COMENTÁRIO: Temos aqui uma redação que permite analisar algumas questões interessantes.
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    Logo de início percebemos a inclinação dos pesquisadores para o esoterismo. O prefaciador fala de questões ocultistas com o descuidado que caracteriza investigadores que tratam hipóteses místicas como matéria provada. Ellison discorre a respeito do “duplo etérico” e do “ectoplasma” como se falasse de matérias plenamente acatadas pela ciência. Ora, essas suposições são muito vagas para serem trabalhadas qual fossem proposições evidenciadas. Por aí pode-se perceber a linha de pesquisa que os titulares seguirão, qual seja a de comprovar que eles já consideram verdadeiro, como a sobrevivência pós-morte e a comunicabilidade entre desencarnados e terráqueos.
    .
    O “duplo etérico” é doutrina de algumas seitas orientais, que admitem a existência de sete corpos sutis. Neste quesito Arthur J. Ellison adentraria em séria contenda com os kardecistas ortodoxos, visto que estes não aceitam a tese dos “corpos místicos”, pois concebem uma única estrutura além do corpo e da alma, que é o perispírito.

  71. Marciano Diz:

    Última parte do comentário de Montalvão:
    Vejamos como Ellison se pronuncia:
    .
    “Alguns anos antes, eu havia tido contato com a maior parte dos fenômenos materiais do espiritualismo, mas sempre envolvendo um médium em transe e ectoplasma, o médium terminando a noite num estado da mais completa exaustão. (Isso confirma a opinião tradicional de que a matéria do “veí¬culo de vitalidade” ou “duplo etérico” é extraída do médium e usada para produzir o ectoplasma.) Além disso, as “personalidades de controle” falando ostensivamente por meio do médium eram as personagens exóticas tradicionais, como índios americanos, chineses e outras. Essas personagens falavam de maneira peculiar, mais parecida com um ator ocidental inexperiente ten¬tando imitar aquelas personagens exóticas. Em Scole, ao contrário, as personalidades de controle, aparentemente se comunicando por meio dos dois médiuns, eram ocidentais normais bem-educados – com exceção de um ou dois outros que falaram como se tivessem apenas estudado no Ocidente.”
    .
    COMENTÁRIO: Outro destaque nessa declaração de J. Ellison é a valorização que ele dá às entidades que supostamente apareceram em Scole, em comparação com as que ele vislumbrou em outros lugares. As de Scole, segundo ele, são refinadas, inteligentes e educadas. As outras verdeiros selvagens. Será que é engano meu, ou há uma demonstração de preconceito racial nesse discurso?

  72. Marciano Diz:

    ELLISON: “não se usou ectoplasma…”
    .
    COMENTÁRIO: Esta frase diz muito mais que seu reduzido tamanho sugere. Onde está comprovada a realidade do ectoplasma para que Ellison dele fale como se se referisse a coisas comuns como a água ou o azeite?
    .
    Ao se estudar o ectoplasma “biológico” (a porção existente entre o núcleo celular e a membrana externa), mesmo aqueles, como eu, que têm dificuldade em entender questões da espécie, com um pouco de atenção conseguem compreender as características dessa parcela da célula. Isso porque o ectoplasma celular é algo concreto, objeto de pesquisas científicas.
    .
    Entretanto, quando se quer conhecer o ectoplasma esotérico encontramos de tudo. As “explicações” mais disparatadas são proferidas. Uns dizem que é isso, outros que é aquilo, outros misturam um pouco disso com aquilo… Enfim, um verdadeiro bundalelê.
    .
    Talvez, para evitar confusões, os espíritos de Scole decidiram utilizar outra matéria prima que não o ectoplasma. Num sensacional avanço científico-espiritual, trouxeram à baila uma “nova” forma de energia: “a energia criativa”. Não vamos, por enquanto, nos deter na análise desta fantasiosa evolução energética. Noutra oportunidade comentaremos. De qualquer modo, aproveito trecho de escrito apologético, de Marcelo Coimbra, para uma rápida apreciação do assunto., Marcelo escreveu:
    .
    “Segundo a explicação dos próprios Espíritos as diferenças fundamentais entre Scole e os métodos tradicionais de obtenção de fenômenos físicos são:
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    1. O tipo de energia utilizado, chamado pelos Espíritos de energia criativa seria uma combinação de 3 fontes distintas de energia.
    .

    A primeira seria a energia espiritual, trazida pelos Espíritos comunicantes.
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    A segunda, chamada de energia humana, seria retirada dos corpos de cada um dos encarnados presentes às sessões.
    .
    A terceira, chamada de energia da Terra, os Espíritos retirariam de reservatórios de energia presentes em algumas áreas do planeta.”
    .

    COMENTÁRIO: Compreende-se, então, que a “energia criativa” é uma sofisticada combinação de forças terrenas e sobrenaturais. Vejamos agora, para efeito comparativo, uma das diversas apreciações do “ectoplasma esotérico”, autoria de Edvaldo Kulcheski:
    .
    “Entretanto, para os espíritos, o ectoplasma é geralmente conhecido como um plasma de origem psíquica, que se exala principalmente do médium de efeitos físicos e um pouco dos outros. Trata-se de uma substância delicadíssima que se situa entre o perispírito e o corpo físico e, embora seja algo disforme, é dotada de forte vitalidade, servindo de alavanca para interligar os planos físico e espiritual. Historicamente, o ectoplasma tem sido identificado como algo produzido pelo ser humano, que, em determinadas condições, pode liberá-lo, produzindo vários fenômenos. …
    .
    De uma maneira bastante rápida, podemos dividir o ectoplasma em três elementos essenciais:
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    – fluidos A, representando as forças superiores e sutis da esfera espiritual;
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    – fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem;
    .
    – fluidos C, constituindo energias tomadas da natureza terrestre.
    .
    Os fluidos A podem ser os mais puros e os fluidos C podem ser os mais dóceis, porém, os fluidos B, nascidos da atuação dos companheiros encarnados e notadamente do médium, são capazes de estragar os mais nobres projetos. Nos círculos em que os elementos A encontram uma colaboração segura dos fluidos B, a materialização de ordem elevada assume a sublimidade dos fenômenos.”
    .

    COMENTÁRIO:Percebe-se, claramente, que o ectoplasma, conforme o detalhamento proposto por Edvaldo Kulcheski, é exatamente igual à “energia criativa” utilizada em Scole. Donde podemos concluir: ou os espíritos de Scole não sabiam o que estavam fazendo, ou “sacanearam” os experimentadores ao informarem que aplicavam um método revolucionário nas comunicações, quando apenas faziam uso do velho ectoplasma…
    .
    Há algumas outras questões menores, porém elucidativas:
    .
    “Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não!”

  73. Marciano Diz:

    COMENTÁRIO: vê-se que a “espiritualidade” substimava a capacidade de entendimento dos pesquisadores. Será que os “de lá” não sabiam que estavam lidando com cientistas da SPR? Ou eles não têm a SPR em tão alta conta?
    .
    Para não extender muito esta apreciação, destaco um último trecho do livro:
    .
    “Há um outro fator importante que em geral não é considerado. Os pesquisadores mediúnicos estão bem conscientes de que os investigadores podem ser divididos, por razões desconhecidas, em duas categorias: catali¬sadores e inibidores. Na presença dos catalisadores, os fenômenos verdadeiros ocorrem mais prontamente do que no caso dos inibidores. Isso é chamado de Efeito do Experimentador. Acontece que muitos críticos, quan¬do são qualificados por sua experiência a fazer comentários indiscrimina¬damente, são inibidores e raramente sentem o fenômeno verdadeiro.”
    .
    COMENTÁRIO: Esta tese dos “catalisadores” e dos “inibidores”, além de sua exoticidade, pode ser uma boa desculpa para explicar porque os fenômenos não acontecem quando investigantes mais rigorosos comparecem. Eu proponho uma outra classificação para categorizar os averiguadores de fenômenos parapsicológicos:
    .
    1. pesquisadores místicos;
    .
    2. pesquisadores psi propriamente ditos.
    .
    Esta classificação não é um juízo sobre a honestidade, nem sobre a formação dos investigadores, mas serve para definir a forma como um grupo e outro atua. Os pesquisadores esotéricos demonstram ter idéia formada sobre os temas que analisam, geralmente a sobrevivência, a comunicabilidade dos espíritos e a reencarnação. Então acatam mais facilmente que os outros os eventos que supostamente comprovariam suas convicções.
    .
    Os investigadores psi costumam ser mais severos em suas apurações e não se deixam lograr com tanta facilidade.
    .
    É claro, esta “classificação” é minha, não tenho pretensão de oficializá-la. De qualquer modo, considero-a útil para especificar qual a linha de trabalho aplicada pelos numerosos parapsicólogos que atuam neste vasto mundo de mistérios ectoplasmáticos.
    .
    Acredito, ainda há muito o que se dizer sobre Scole…mas, por hora…
    .
    Um grande abraço,
    .
    Montalvão, UHD, MD, DD, PMDB, Fortran, Iurd, Dtlgf

  74. Marciano Diz:

    Não há nenhuma novidade. Há mais de 7 anos Montalvão já tinha desmontado a farsa toda.
    Estamos nos repetindo.

  75. Vitor Diz:

    Montalvão, te mandei 2 emails agora (percebi que vc não costuma recebi os avisos de chegada de email, por isso aviso por aqui…). Dizem respeito às páginas 116, 117, 160 e 161.

  76. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Será que é engano meu, ou há uma demonstração de preconceito racial nesse discurso?”
    .
    Creio que é engano seu. Ao que me consta, ele está apenas apontando as diferenças entre os controles (e semelhanças também, pois diz “com exceção de um ou dois outros que falaram como se tivessem apenas estudado no Ocidente”). Pode até haver algum preconceito, mas não dá para afirmar com base nisso.

  77. Jorge Anderson Mello Diz:

    https://www.youtube.com/watch?v=6pS8HQeNKWI

    Alguém já viu esse vídeo, conheci o experimento através dele, fiquei um tempo pensando sobre o jornal materializado e como fizeram pra conseguir.

  78. Gorducho Diz:

    Viram essa sessão mediúnica na final do Tem Talento da Asia 2017?

  79. Gorducho Diz:

    Fvr. por o semicolon pra renderizar a interrogação, Sr. Administrador.

    Desculpe :oops:

  80. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Essas cousas podem ser MUUUUITO conhecidos no “meio”, mas carecem do mais miúdo indício de que existam!”
    .
    VITOR: E daí? Há vários exemplos de coisas sem o menor indício que existam que a Ciência já trabalhou e em alguns casos ainda trabalha como existentes. O flogisto é um exemplo clássico. Outro é o éter, que volta e meia reaparece na Física. Ou a matéria escura, que ninguém sabem nem se existe nem do que seria feita.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não misture baralho com carvalho, a vítima será você… O flogisto não é exemplo de coisa da qual inexiste indício de existir: era uma explicação para a combustão, explicação que perdeu o sentido à medida que o conhecimento evoluiu. Se o éter reaparece na física é porque há indícios que amparem sua volta. A matéria escura é uma hipótese que aguarda confirmação ou denegação. O ectoplasma místico vem de outra estrada. De início serviu para Richet dar base teórica à sua convicção de que a materialização de corpos e objetos fosse realidade. Como as materializações e revelaram fraudes, ilusões ou frutos de apreciações exageradas a base teórica ruiu. Então, se se vê um cientista a falar de ectoplasma como se fala de arroz com feijão tem algo errado, muito errado!
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “A não ser que ainda defenda aquelas fotos horripilantes de médiuns com gaze escorrendo pelo canto da boca como evidência! ”
    .
    VITOR: Nesse ponto ainda estaria melhor que a matéria escura que seria invisível… entenda o seguinte, ainda que o ectoplasma seja creme de barbear, chama-se a substância que aparece nessas fotos de ectoplasma até que possa ser identificada precisamente, ok?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: chiiiii… nesse caso poderia se chamar ectoplasma, dindom, catalefobéia, melecotyca, catarrelossauro…valeria qualquer coisa. Acontece que ectoplasma não é um mero nome para uma coisa “não identificada” que médiuns expelem (mas só em fotos), nada disso, ectoplasma é uma suposição elaborada, que visa (visava) explicar como as materializações ocorriam, sendo ele a matéria-prima da qual se valiam os autores das materializações para dar forma visível aos materializados.
    .
    O fato de algo ser invisível não complica sua realidade, caso seja real. Apenas dificulta sua detecção enquanto não houver tecnologia disponível. Os gases são invisíveis, os micróbios também, os vírus, as células, dinheiro no meu bolso, certos espectros luminosos, as estrelas distantes, o átomo, mas a ciência arruma meios de enxergá-los. Já o ectoplasma, tão visível aos crentes misteriosamente some na hora do vamos ver…
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “O mesmo Ellison que falou “aparentemente”, também disse:”
    .
    VITOR: Li, reli e li outra vez os trechos que vc citou e não vi nada demais. Vc faz tempestade num copo d’água.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sugiro, então, que leia e releia o texto de Ellison para conferir se ele não é centos por cento voltado para o místico. Um sujeito que se diz cientista e não se acanha de declarar o que segue assina atestado de crente confesso:
    .
    “Alguns anos antes, eu havia tido contato com a maior parte dos fenômenos materiais do espiritualismo, mas sempre envolvendo um médium em transe e ectoplasma, o médium terminando a noite num estado da mais completa exaustão. (Isso confirma a opinião tradicional de que a matéria do “veículo de vitalidade” ou “duplo etérico” é extraída do médium e usada para produzir o ectoplasma.”
    .
    Observe que ele não põe em questão a realidade do ectoplasma, do médium e do “duplo etérico”, quer dizer, assume essas coisas irreais como realidade!

  81. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “O flogisto não é exemplo de coisa da qual inexiste indício de existir: era uma explicação para a combustão, explicação que perdeu o sentido à medida que o conhecimento evoluiu. ”
    .
    E o ectoplasma é uma explicação para a materialização, explicação que não perdeu o sentido porque nosso conhecimento simplesmente estancou.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “A matéria escura é uma hipótese que aguarda confirmação ou denegação.”
    .
    O mesmo para o ectoplasma e as materializações em si.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “O ectoplasma místico vem de outra estrada. De início serviu para Richet dar base teórica à sua convicção de que a materialização de corpos e objetos fosse realidade. Como as materializações [s]e revelaram fraudes, ilusões ou frutos de apreciações exageradas a base teórica ruiu.”
    .
    Não ruiu, simplesmente as diversas fraudes afastaram os pesquisadores do campo. Mas nem todas as materializações se revelaram fraude (p. ex., o caso do relatório G).
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Então, se se vê um cientista a falar de ectoplasma como se fala de arroz com feijão tem algo errado, muito errado!”
    .
    Nada de errado. Há bastante material na literatura para ele se referir com tranquilidade. E você esquece que o público a quem ele se refere não é de cientistas, e sim a massa de leitores em boa parte religiosos que lerá o livro. Então não se exige um discurso do tipo que apareceria na revista Nature! Essa sua confusão entre os públicos e os meios de divulgação é que é muito errada!
    .
    MONTALVÃO DISSE: “chiiiii… nesse caso poderia se chamar ectoplasma, dindom, catalefobéia, melecotyca, catarrelossauro…valeria qualquer coisa”
    .
    Sim, valeria, como sempre valeu, e daí? O Waldo Vieira resolveu cunhar a reencarnação de ressoma, ninguém usa, mas ele dá o nome que quer. Agora, é melhor escolher um termo que todo mundo usa, então fiquemos com o termo consagrado.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Acontece que ectoplasma não é um mero nome para uma coisa “não identificada” que médiuns expelem (mas só em fotos), nada disso, ectoplasma é uma suposição elaborada, que visa (visava) explicar como as materializações ocorriam, sendo ele a matéria-prima da qual se valiam os autores das materializações para dar forma visível aos materializados.”
    .
    E que não foi derrubada por completo ainda.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Um sujeito que se diz cientista e não se acanha de declarar o que segue assina atestado de crente confesso:”
    .
    Você é que não larga a mão de ser implicante.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Observe que ele não põe em questão a realidade do ectoplasma, do médium e do “duplo etérico”, quer dizer, assume essas coisas irreais como realidade!”
    .
    Ele apenas diz que há alguma base que confirma a opinião tradicional, nada mais. E ele supõe que o público que vai lê-lo já está bem ciente do que seria um médium, do que seria o ectoplasma, duplo etérico, então se permite falar com naturalidade delas. Já disse, você esquece a quem o público se destina.

  82. Marciano Diz:

    O que esperava, Montalvão? Ellison não era defensor do paranormal, membro da SPR?
    Agora que está residindo em uma colônia espiritual, poderia nos esclarecer melhor sobre o obscuro assunto.
    Ellison é autor do livro “Science and the Paranormal – Altered States of Reality”. No livro (atualmente difícil de encontrar) ele fala em cura paranormal, experiência de quase morte e outras coisas do gênero.
    Fala em “modelos de realidade”…
    Tem um médium (Lawrence Dean) que afirma ter recebido psicografias de Ellison.

    PROFESSOR ELLISON COMES THROUGH ON EVP?
    Lawrence Dean medium claimes to have received messages stating that Arthur Ellison is one of a number of deceased scientists, mediums and researchers who are playing a role in his and Patricia Begley’s work. Since 2002 the couple have asked for confirmation of this involvement via EVP and ITC and claim to have received this EVP voice saying “Ellison”.

    http://www.alienandspirit.com/Audio/ellison.mp3

  83. Marciano Diz:

    http://atransc.org/larry-dean-itc/

  84. Gorducho Diz:

    É… nesse ponto concordo c/o Administrador 👍
    Não está errado dizer que determinada séance de materialização não envolveu ectoplasma. Dado que o público alvo é de interessados no ramo e sabem o que se entende por.
    É como nós irmos num templo evangélico e depois dizer pra quem nos pergunta como foi que não houveram curas ou possessões demoníacas durante o culto.

  85. Marciano Diz:

    Acho que não é correto dizer que houve possessões demoníacas durante o culto, mas sim que demônios foram expulsos dos corpos que habitavam durante o culto.
    As pessoas não são possuídas pelos demônios durante o culto. Vão para lá endemoniadas e saem sem a possessão (e sem posses também, mas aí já é outro assunto).
     
    É, também, como vermos um disco voador e nos indagarmos se é pilotado por um ET ou se é uma sonda não tripulada.
     
    É como vermos uma mula sem cabeça e estranharmos ela não soltar fogo pelo pescoço.
     
    Por fim, to make a long story short, é como vermos a Branca de Neve e não vermos os sete anões.
    Igualzinho!
    A big hand to the Administration! Let’s hear it!

  86. Marciano Diz:

    Quanto a dark matter ou matéria escura, é bom que se saiba que as galáxias se comportam diferentemente do que seria esperado se têm as massas que se acredita que tenham. Calcula-se que para não se dispersarem, para girarem como giram e terem outras propriedades particulares, deveriam ter muito mais massa do que tem.
    Como essa massa não é detectada, convencionou-se chamá-la de matéria escura (no sentido de indetectável).
    Isto não tem nada a ver com a gaze que se põem nos orifícios dos médiuns para dizer que é uma forma de matéria desconhecida, chamada, por falta de imaginação, de ectoplasma.

  87. Gorducho Diz:

    Outra possibilidade: vamos assistir uma palestra sobre ETs e na volta mulher pergunta como foi?
    Que foi falado?
    Iniciamos a resposta dizendo:
    – Não falaram em discos voadores, blah blah blah
     
     
    Qual o problema ❓

  88. Gorducho Diz:

    Então… na volta da visita (como convidados por alguém e razão qq., claro) a mulher pergunta como foi o culto:
     
    – Olha, não teve nenhum demônio expulso, nem curas… blah blah blah

  89. Marciano Diz:

    O éter (não o das cadeias de carbono) é uma suposição, pois a luz, sendo onda, precisaria de um meio para se propagar. O éter seria esse meio. Mas se a natureza da luz é corpuscular (fótons), não há necessidade de meio, pois não há onda.
    Também não tem nada a ver com ectoplasma.

  90. Marciano Diz:

    Não ter demônios expulsos pode até ser, mas não ter corrido a sacolinha, aí é totalmente impossível.

  91. Marciano Diz:

    Outra possibilidade: assistimos a uma missa e quando voltamos para casa, a mulher nos pergunta como foi e iniciamos dizendo que, desta vez, não ocorreu o mistério da transubstanciação da hóstia no corpo de NSFG.
    Estamos presumindo que NSFG existiu, que um pedaço de biscoito de farinha de trigo não se transubstanciou no corpo do ser imaginário.
    Tudo muito natural entre católicos.
    O que prova que o pesquisador era mesmo crente, pois senão, não estranharia a falta de ectoplasma.
    Só um crente pode estranhar a não transubstanciação da farinha assada no corpo de quem nunca o teve.

  92. Marciano Diz:

    Bizantinice maior, não consigo imaginar.

  93. Marciano Diz:

    Sexo dos anjos, lana caprina, natureza do corpo de NSFG, falta de ectoplasma.
    Questões da mais alta relevância.
    Tal como a transubstanciação da hóstia e do vinho.

  94. Gorducho Diz:

    É… eu não interpreto assim – desde estrita lógica: claro que neste caso em tela os autores são crentes.
    Esse seu novo exemplo é muito ilustrativo aliás. Eu estranharia muito se numa missa católica o padre não distribuísse as hóstias.
    É isso mesmo: espantosamente o padre não teria oficiado a transubstanciação :!:
    Eu estranharia muito :o

  95. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Se ainda estivéssemos no início dos anos 90, até faria sentido ficarmos discutindo se houve fraude ou se foi autêntico, mas depois de tantos anos e o caso virando apenas documentários de boca do lixo e um livro para crentes, sem qualquer repercussão além do universo crente no paranormal e espiritualidade, não dá para ficar insistindo em querer provas de mais uma coisa que já passou.
    Ficou no passado, não deu em nada.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: falou e disse… Mas, mesmo nos anos de 1990 a fraude já seria a melhor explicação (a mais econômica), pois a história das materializações foi um decrescendo em qualidade e atrofiamento contínuo. “Espíritos” começaram a se materializar intensamente desde meados do séc. XIX. De lá pra cá o fenômeno vem minguando, as evidências de fraude se avolumando e o bendito ectoplasma sempre fugidio, a ponto de ninguém saber dizer nada de concreto a respeito. Hoje só ocorrem materializações em porões e sítios reservados e fechados a qualquer investigação minimamente séria.

  96. Marciano Diz:

    Eu também estranharia, a não ser que na missa, além do padre, só houvesse não-católicos, ou seja, pessoas não plenamente incorporadas à ICAR, em estado de graça.
    Um não-católico não pode comungar.
     
    That being said, vamos a um campo do conhecimento de igual ou maior importância que a parapsicologia, ou seja, a teologia.
     
    Teologia, que significa literalmente “estudo de deus”, é a disciplina cujo objeto é a divindade, seus atributos e sua relação com os homens. Em sentido estrito, limita-se ao cristianismo; em sentido amplo, aplica-se a qualquer religião. Os temas da teologia são deus, o homem, o mundo, a salvação e a escatologia (estudo do fim dos tempos).
     
    O conceito de teologia teve origem na tradição grega, mas ganhou conteúdo e método apenas no interior do cristianismo. Platão, com quem o conceito emergiu pela primeira vez, associou ao termo teologia uma intenção polêmica, como fez também seu discípulo Aristóteles. Para Platão, a teologia descrevia o mítico e podia ter um significado pedagógico e temporário benéfico ao estado. A identificação entre teologia e mitologia continuou no pensamento grego posterior. Diferentes dos filósofos, os “teólogos” confundiam-se com os poetas míticos, como Hesíodo e Homero.
     
    A teologia portanto se tornou significativa como meio de proclamar os deuses, de professar a fé e de ensinar a doutrina. Nessa prática da “teologia” pelos gregos está a prefiguração do que mais tarde se tornaria a teologia no cristianismo. Apesar de todas as contradições que emergiriam na formulação desse conceito nas várias confissões e escolas cristãs de pensamento, um critério formal permaneceu constante: teologia é a tentativa, levada à prática pelos adeptos de uma fé, de representar suas afirmações de crença de modo consistente, explicando-as a partir de seus fundamentos e relacionando a religião às demais referências humanas, como a natureza e a história, e aos processos cognitivos, como a razão e a lógica.
     
    A teologia, como tentativa de explicar a fé por parte de quem a professa, não é neutra, nem tentada da perspectiva de observação distanciada, como seria, por exemplo, uma história da religião. O enfoque religioso não admite um esquema formal e indiferente, dentro do qual se enquadre, para efeito de estudo, qualquer religião. Influenciada por suas raízes nas tradições grega e cristã, a teologia é intransferível para religiões não-ocidentais.
     
    Teologia, história das religiões e filosofia. A teologia explica a maneira como os adeptos de uma religião a compreendem. Isso significa que a disciplina se pretende normativa. A história das religiões, que modernamente compreende também psicologia da religião, sociologia da religião, fenomenologia da religião e filosofia da religião, libertou-se do elemento normativo em favor de uma análise puramente empírica. Esse enfoque, que corresponde à concepção moderna de ciência, pode ser aplicado apenas a objetos materiais, ou a entidades empiricamente verificáveis, como as relações sociais nas ciências humanas. A verdade revelada, no entanto, compreendida como emanada de um campo transcendental, não é passível de objetivação. Apenas as formas de vida religiosa, que são positivas e evoluem a partir da experiência, podem ser objetivadas.
     
    Entretanto, não se pode dizer simplesmente que a teologia e a história das religiões se excluam mutuamente. O que ocorre é que se podem fazer afirmações analíticas ou afirmações teológicas sobre os mesmos fenômenos religiosos, e por isso o objeto da história das religiões e os da teologia não podem ser nitidamente separados. Apenas são abordados com categorias e critérios diferentes. Desde que a história das religiões não dispensa a neutralidade, já que isso reduziria a disciplina à antropologia num sentido ideológico (isto é, a religião compreendida como mera projeção da psique ou de condições sociais), a teologia reconhece a história das religiões como uma das ciências no universo científico.
     
    Enquanto a teologia se baseia numa verdade revelada, a filosofia se fundamenta em evidências atemporais, com as quais a razão autônoma compreende que é confrontada. No entanto, como a teologia também usa a razão e desenvolve seus princípios de modo sistemático, há entre as duas disciplinas muitas áreas em comum, que em parte se complementam e em parte levam a tensões polêmicas.
     
    As reflexões teológicas não se limitam a uma esfera religiosa especial, separada da vida comum. Quem fala de deus fala também do homem e do significado da existência, e, portanto, faz afirmações sobre o mundo, as condições da criação, o afastamento do propósito da criação (isto é, o pecado) e seu fim determinado (escatologia ou visão dos últimos tempos). Dessas afirmações resultam diretrizes para a vida no mundo, que não se limitam apenas ao acesso à salvação, mas ao comportamento ético nas relações interpessoais, na família e na sociedade. Para as religiões mais primitivas, todas as áreas de comportamento (isto é, relações entre os sexos, higiene, trabalho e outras funções sociais e individuais) são determinadas pela religião e permeadas das formas e práticas dos cultos. Nesse sentido, cada religião contém a totalidade do ser que sua “teologia” pretende expressar.
     
    A tribo representa o eixo em torno do qual giram todas as relações mundanas. O tempo primevo (ou mítico) ao qual a tribo remete suas origens é também o tempo de salvação e plenitude. Assim, as religiões primitivas basicamente se ocupam do culto ancestral. Incluem-se no domínio do pensamento religioso tribal os conceitos de mana (poder espiritual ou força), isto é, o ensinamento de que chefes tribais, curandeiros e feiticeiros são dotados de carisma especial (poder ou influência espiritual) e maiores poderes de vida. Nas religiões orientais e ocidentais, essa compreensão é extremamente refinada, desenvolvida e teologicamente estruturada.
     
    Na relação do homem com o mundo, muitas religiões orientais (principalmente o hinduísmo) têm uma visão negativa e cética de toda a realidade, especialmente se comparadas à doutrina cristã da criação. Enquanto no cristianismo a criação é um “evento feliz”, no pensamento oriental o chamado à vida e à realidade é compreendido de maneira oposta; a criação não deveria nunca ter ocorrido.
     
    Como a teologia não permanece restrita ao domínio do esotérico e do sagrado, tem grande significado para a evolução cultural e a vida intelectual geral. A concepção de história contida no Antigo Testamento tornou possível o conceito ocidental de história, entendida como processo linear, dirigido a um objetivo (o reino de deus) e marcado pela característica da singularidade. Essa visão da história contrasta com a compreensão cíclica própria das sociedades primitivas, em que a sucessão de eventos se entende como realização do mito, que se repete infinitamente.
     
    Tanto a universidade como a escola foram inauguradas historicamente pela igreja, já que a teologia tematizou as várias dimensões da vida: natureza, história, ética e outras áreas. Muito da filosofia moderna também emergiu de temas e categorias teológicas, como se pode observar no pensamento dos existencialistas Martin Heidegger e Jean-Paul Sartre, e até mesmo em Karl Marx. A filosofia moderna se emancipou apenas em parte de sua origem teológica; essa emancipação ocorreu também de tal forma que manteve a relação dialética entre teologia e filosofia. Modernamente, as questões teológicas já não são objeto privilegiado de interesse, como eram na Idade Média, mas isso não diminui seu significado. Sempre voltam a emergir, muitas vezes de forma dissimulada, como na busca do significado da vida e da existência, ou na resignação niilista contra essa busca; mais ainda, emergem na busca pela dignidade da existência humana, a inviolabilidade da vida, o respeito aos direitos humanos e muitas outras questões.
     
    Os temas discutidos pela teologia são de dimensões universais. Abrangem a doutrina de deus, do homem e do mundo. Mesmo quando não existe uma “doutrina de deus” no sentido estrito do termo, como no caso das “religiões ateísticas” (por exemplo, certas áreas do hinduísmo e budismo), o homem e o mundo são compreendidos num contexto de finalidade, e, portanto, têm especificidades religiosas.
     
    A inclusão do mundo na discussão teológica significa que o comportamento no mundo (a ética) está incluído na teologia; em algumas áreas, como no confucionismo, ganha posição dominante. Concepções éticas — derivadas de conceitos teológicos no significado mais amplo de teologia — são desenvolvidas em formas contraditórias; podem levar à ascética negação do mundo, mas também a uma afirmação definitiva do mundo. A primeira forma é realizada no budismo e no hinduísmo, a segunda no confucionismo. No cristianismo, as duas formas estão representadas. O tema teológico da relação entre o homem e o mundo foi descrito pelo pensador francês Blaise Pascal como a doutrina da “dignidade e pobreza do homem” — isto é, a doutrina da criação e queda — e, relacionado a isso, a proclamação da salvação e a apresentação de um caminho para a salvação.
     
    Esse caminho leva, nas várias religiões, a direções muito diferentes. Pode ficar sob o comando exclusivo da graça divina (como no budismo amida e no cristianismo protestante); pode depender da atividade e iniciativa do homem (como no confucionismo); ou pode ser caracterizado por uma fusão dos dois (como no budismo Zen e na combinação católica de graça e mérito). Finalmente, a teologia também inclui entre seus vários temas o processo e objetivo da história (escatologia), especialmente no que se refere à relação entre história secular e história da salvação.
     
    Baseada na autoridade (revelação), e como essa autoridade é documentada nas Sagradas Escrituras a teologia deve recorrer necessariamente a essas fontes, que analisa criticamente por meio da disciplina denominada hermenêutica, ou interpretação crítica das Escrituras. Nessa tarefa, colocam-se questões difíceis e controversas, como determinar em que grau o cânon (padrão da escritura) das fontes de revelação foi deturpado e modificado pela tradição, e que valor normativo a tradição modificadora tem ou deve ter. Esses problemas desempenham uma parte importante na relação entre protestantismo e catolicismo, embora cada denominação trate os problemas de modo independente.
     
    A questão da verdade levantada pela teologia exige a constituição de uma disciplina — a teologia sistemática — que se preocupe especificamente com questões fundamentais. Sua tarefa pode ser determinada da seguinte maneira:
    (1) desenvolver a totalidade dos ensinamentos religiosos (dogmática, ou doutrina da fé);
    (2) interpretar a existência do homem no mundo e determinar as normas (ética derivada da fé) para a ação no mundo — isto é, para a disposição do indivíduo frente a seu semelhante e às estruturas e instituições políticas e sociais;
    (3) representar sua pretensão à verdade no contexto de confronto com outras pretensões à verdade e com outros critérios de verificação (apologética, polêmica).
     
    Assim, é uma tarefa contemporânea da teologia coordenar sua doutrina da criação ou sua doutrina da revelação do transcendente (por exemplo, o evento de Cristo no cristianismo) com a visão de mundo da moderna ciência natural e sua tese da imanência do ser — isto é, de ser que é autocontido. Outro aspecto dessa tarefa é o confronto com a pretensão de outras religiões à verdade, o que pode levar a resultados muito diferentes: por exemplo, pode levar à tese das posições complementares de religiões, e portanto à tolerância (como no hinduísmo ou em algumas escolas no Ocidente), ou à pretensão de deter a verdade absoluta (como no cristianismo, pelo menos entre seus representantes mais importantes). Nessa situação, essa pretensão pode ter diferentes manifestações. Pode adotar uma rejeição total de outras religiões como coisa diabólica, ou entender as outras religiões como passos iniciais e sementes de um processo de evolução religiosa que, segundo sua teologia, se completará nela mesma.

  97. Marciano Diz:

    Bem-vindo à discussão, Senhor Presidente!
    Realmente, as materializações não fazem mais parte do espiritismo igrejista-chiquista-divaldista.

  98. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Montalvão, te mandei 2 emails agora (percebi que vc não costuma recebi os avisos de chegada de email, por isso aviso por aqui…). Dizem respeito às páginas 116, 117, 160 e 161.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ok, acertado.

  99. Marciano Diz:

    Outra matéria da mais alta relevância é a demonologia.
     
    Os temas demonológicos desempenharam um papel importante na literatura ocidental desde a Divina Comédia, de Dante, obra que descreve o céu e o inferno, detalhando sua hierarquia. Outro assunto comum na literatura é o mote “vender a alma ao diabo”, aproveitado à perfeição por Göethe, em Fausto. Mas foi na pintura e na escultura que a demonologia foi mais explorada artisticamente, em cenas bíblicas e de tradição católica.
     
    Ao contrário do que muitos imaginam, demonologia (do grego δαίμων (daimon), “divindade”, “gênio”, “espírito supra-humano”, e logia, “ciência”) não é exclusivamente o estudo dos espíritos malignos. Essa acepção prevalece na teologia cristã; em outras tradições metafísicas a demonologia estuda todos os entes sobrenaturais, supra-humanos mas abaixo de Deus, sejam eles benfazejos ou malfazejos.
     
    A crença em espíritos surge no período paleolítico superior, como transição de uma magia centrada apenas na caça para uma magia mais elaborada, onde já se esboça a divisão social do trabalho. A associação dos cultos agrários com os cultos dos mortos produziu representações concretas do sobrenatural em obras de artesanato, indumentária ou esculturas. Rompeu-se então a fronteira entre o medo e o uso dos elementos sobrenaturais e surgiu a feitiçaria de cunho fetichista. Ainda hoje algumas sociedades primitivas se encontram nesse estágio.
     
    Entre os antigos povos mesopotâmicos, por volta de 3500 a.C., a feitiçaria estava firmemente estabelecida e era tão ou mais forte que as religiões oficiais. A disseminação do culto aos espíritos malignos gerou uma reação popular que se traduziu em complexos rituais de exorcismo e purificação. Alguns traços de demonologia mesopotâmica vieram a influenciar os conceitos dos hebreus sobre o assunto, durante os cinquenta anos em que durou o cativeiro na região, no século VI a.C.
     
    Os persas também deixaram sua marca na religião judaica a partir do século VI a.C., quando a doutrina de Zoroastro estabeleceu um intenso dualismo entre o bem e o mal, que muito favoreceu a crença em demônios e demais entes sobrenaturais. Muitos estudiosos acreditam que os mitos, deuses e demônios persas dessa época tenham sido uma influência da cultura hindu.
     
    Junto à influência mesopotâmica e ao dualismo de Zoroastro – incorporado durante a dominação persa – o judaísmo encontrou nos espíritos malignos os maiores adversários para seu deus único, Iavé. Satanás passa a ser a personificação do mal, assim como o foram Arimã para os persas e Nergal para os babilônios. No princípio, também os anjos do Antigo Testamento traziam em si a influência cultural mesopotâmica, confundindo-se num primeiro momento com o próprio Iavé e sendo mais tarde apresentados como componentes de sua corte. Só nos primeiros anos do cristianismo atribuiu-se uma hierarquia entre os anjos e surgiu a crença de que os demônios seriam anjos rebelados, expulsos dos domínios celestes.
     
    A religião cristã passaria a dar cada vez mais atenção a anjos e demônios e sua origem maniqueísta iria salientar a competição entre a “luz” e as “trevas”. A crença na possessão demoníaca ganhou grande força entre os cristãos e tanto na antiguidade quanto na Idade Média certas doenças foram tomadas como casos para exorcismo. Cabe salientar, entretanto, que tais confusões também ocorriam em outras civilizações e que a magia ritual e a alquimia acabaram sendo a mãe da ciência médica, o que satisfaz o princípio vitoriano de que, se resultou em algo útil, deve ser louvado.
     
    O comportamento dos cristãos em relação aos assuntos ligados ao demônio passou a ser severamente repressor, chegando a extremos nos séculos XV, XVI e XVII, épocas em que muitas mulheres, condenadas pelo tribunal do Santo Ofício, foram queimadas como bruxas e feiticeiras. Mais tarde esse fenômeno iria despertar a atenção de estudiosos para a maneira como a demonologia reflete os conflitos sociais em cujo âmbito se propaga. Num quadro geral da história da demonologia, pode-se interpretar o satanismo como uma insubordinação às religiões oficiais, ou melhor, aos grupos sociais representados por essas crenças.
     
    Em 1487, quando a perseguição à feitiçaria já era extremamente forte, foi lançado pelos monges dominicanos Heinrich Kraemer e Jakob Sprenger o Malleus maleficarum (O malho, ou martelo das feiticeiras), verdadeiro manual para os inquisidores identificarem, capturarem e punirem adeptos da bruxaria. Também os protestantes dos séculos XVI e XVII perseguiram o satanismo.
     
    A partir da segunda metade do século XVIII, a demonologia começa a entrar em declínio no Ocidente, assim como as demais crenças sobrenaturais. O início da revolução industrial, a ascensão política da burguesia e os avanços da ciência colaboraram para o declínio do interesse por tais fenômenos. Com o advento do Iluminismo, atitudes irracionalistas sofreram um irresistível processo de esvaziamento e o sobrenatural passou a enfrentar seu pior inimigo: o ceticismo.
     
    Em meados do século XIX, surge o espiritismo, crença que prega a comunicação com espíritos que se difundiu pelo mundo inteiro, e, ao ser sistematizada pelo francês Rivail, espraiou-se pelo Brasil, transformando-se no atual chiquismo. O espiritismo é hoje o principal suporte doutrinário dos que se voltam para o estudo de fenômenos sobrenaturais.
     
    No Brasil, as mais representativas entidades supra-humanas são de origem africana, os exus. Entre os entes de origem indígena, mencionem-se o anhanga e o jurupari.

  100. Marciano Diz:

    Não posso encerrar sem abordar o ceticismo.
    Ceticismo é uma doutrina filosófica segundo a qual, do ponto de vista teórico, não se pode conhecer a verdade e, do ponto de vista prático, só se chega à felicidade, entendida como ausência de inquietação (ataraxia), pela suspensão de todo juízo. É por isto que não tenho juízo.
    Caracterizado por uma atitude que repele os dogmas, o ceticismo busca demonstrar a inconsistência de qualquer afirmação. A única posição justa é a recusa em assumir qualquer posição. A atitude cética, no entanto, não deve ser interpretada como indiferença: ela representa um esforço ativo por manter no espírito (no sentido de software, substância imaterial, incorpórea, inteligente, consciente de si, onde se situam os processos psíquicos, a vontade, os princípios morais) o equilíbrio entre as representações da realidade e as opiniões sobre essas representações.
     
    O fundador do ceticismo antigo foi o filósofo grego Pirro de Élida, no século III a.C. Aceitando a distinção entre o que é verdadeiro por natureza e o que é verdadeiro por convenção, Pirro admite que as coisas existam por si mesmas e que tenham uma natureza, mas não que elas sejam acessíveis ao conhecimento. Não existem, portanto, coisas belas ou feias, boas ou más, verdadeiras ou falsas por natureza, mas somente por convenção ou costume.
    Nossos juízos sobre a realidade dependem de sensações, que são instáveis e ilusórias. O autêntico sábio, portanto, deve praticar a suspensão do juízo, do grego εποχη (epokhe), estado de repouso mental em que predomina a insensibilidade (apathia), em que nada se afirma e nada se nega (aphasia), de modo a atingir a felicidade pelo equilíbrio e pela tranqüilidade (ataraksia).
     
    Partindo do princípio platônico de que não há ciência possível no mundo sensível, os filósofos gregos Arcesilau (século III a.C.) e Carnéades (século II a.C.) praticaram uma forma moderada de ceticismo. Ambos admitem a hipótese de que há opiniões mais ou menos prováveis e contestam a doutrina dos estóicos, para quem a verdade é evidência direta, ou seja, existe harmonia entre as representações e as coisas representadas.
     
    No século I a.C., Enesidemo sistematizou as teses céticas sobre o caráter efêmero e a não-confiabilidade dos juízos e empreendeu uma crítica dos poderes limitados da razão. Organizou em dez tropos os argumentos céticos que recomendam a suspensão de todo juízo. A instabilidade dos juízos deve-se a diferenças entre (1) espécies de seres animados;
    (2) classes de homens;
    (3) sensações;
    (4) disposições humanas;
    (5) posições no espaço;
    (6) diversos meios interpostos entre os sentidos humanos e os objetos;
    (7) estados mutáveis do próprio objeto;
    (8) relações das coisas entre si e entre o sujeito e as coisas que ele julga;
    (9) número de encontros entre o sujeito e os objetos que ele julga; e
    (10) tipos de educação, costumes, leis, crenças e opiniões dogmáticas do sujeito.
     
    A principal fonte de informação a respeito do ceticismo antigo são os escritos do astrônomo e médico grego Sexto Empírico, que viveu nos séculos II e III da era cristã. Sua formação levou-o a valorizar a observação prática e a busca de juízos com maior probabilidade de validade. Segundo Sexto, os argumentos do ceticismo contra os dogmáticos são:
    (1) o caráter relativo das opiniões (tá ligado, Borges?);
    (2) a necessidade de uma regressão ao infinito para encontrar-se o primeiro princípio, no qual todos os outros se sustentam;
    (3) o caráter relativo das percepções; (4) toda demonstração se funda em princípios que não se demonstram, mas se admitem por convenção; e
    (5) demonstrar algo supõe no homem a faculdade de demonstrar e a validade da demonstração.
     
    Fora da antiguidade greco-romana, a identificação de elementos céticos em outras doutrinas filosóficas é uma questão sutil e controversa. De modo geral, pode-se dizer que a filosofia medieval, marcada pela teologia, permaneceu praticamente fechada à dúvida cética. Posteriormente, a influência do ceticismo pode ser apontada em pensadores tão diversos como o humanista cristão Pico della Mirandola, o matemático Gassendi e o pré-iluminista Pierre Bayle.
     
    Montaigne, no século XVI, voltou-se inquisitiva e reflexivamente contra o antropocentrismo religioso e humanístico, que constituía a base da aspiração renascentista ao conhecimento racional universal. No século XVIII, David Hume criticou as noções metafísicas de existência e substância e o princípio racional da causalidade, sustentando que as relações de causa e efeito são indemonstráveis. Segundo Hume, todo o conhecimento provém de percepções da experiência, que podem ser impressões — dados diretos dos sentidos ou da consciência — ou idéias, que são combinações de impressões. No pensamento de Immanuel Kant, contemporâneo de Hume, a influência dos argumentos céticos se manifesta, por exemplo, na distinção entre fenômeno, que é objeto de conhecimento, e a “coisa em si”, sempre inacessível à razão.
     
    No século XIX, o dinamarquês Søren Kierkegaard criticou a teoria do conhecimento de Hegel, amplamente difundida e acatada, argumentando que não se pode conhecer de modo absoluto e sistemático uma realidade que é incompleta e mutável, e que a primeira das verdades é a incerteza. Suas idéias constituíram o fundamento do existencialismo, uma das correntes filosóficas mais importantes do século XX.

  101. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não está errado dizer que determinada séance de materialização não envolveu ectoplasma. Dado que o público alvo é de interessados no ramo e sabem o que se entende por.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o errado é um cientista, que se diz investigador do assunto, falar do ectoplasma como coisa existente.
    .
    Leigos simpatizantes e crentes, é claro, aceitam as desexplicações sem titubear porque lhes é conveniente e aí pensam que sabem tudo sobre o que não existe: que se trata de substância leitosa, pastosa, transparente, melequenta, plasmável, e o que mais a imaginação lucubrar.

  102. Marciano Diz:

    Saber tudo sobre o que não existe!
    Este é o objeto da teologia. E também, por que não dizer, da parapsicologia.
     
    O que não faz um F5!
    Parapsicologia é a disciplina que se propõe estudar fenômenos alheios à normalidade conhecida, ou paranormais. Como seu objeto não pode ser submetido aos métodos científicos, a parapsicologia é ou tende a se constituir como um ramo da psicologia. Sua primeira tarefa consiste em demonstrar a existência de seu objeto e em delimitá-lo rigorosamente. Faz a crítica dos falsos fenômenos e comprova a autenticidade de outros que, apesar de apresentarem características perturbadoras, excepcionais ou aberrantes, são explicáveis por uma função psicológica conhecida. Esses fenômenos são, assim, incorporados ao âmbito da psicologia geral, como há muito sucedeu com a hipnose. Outros fenômenos há que se consideram suscetíveis de vir a ser integrados na psicologia clássica, enquanto relacionados com uma função psicológica nova ou ainda não conhecida. Num segundo momento, cabe à parapsicologia destacar as funções psíquicas ligadas a esses fenômenos e estudá-las experimentalmente, com o objetivo de integrá-las ao sistema da psicologia científica. Tende, assim, a unir-se à psicologia numa síntese que seria a futura psicologia completa.
     
    De acordo com a divisão e simbologia consagradas no I Colóquio Internacional de Parapsicologia, os fenômenos que constituem objeto da parapsicologia, são:
    (1) fenômenos que correspondem à percepção extra-sensorial, PES, ou em inglês, extra-sensory perception,(ESP); e
    (2) fenômenos que correspondem à psicocinese, ou função PK.
    A primeira dessas novas funções psicológicas, a percepção extra-sensorial, abrange fenômenos de telepatia, de coincidência entre comportamentos ou estados psicológicos de dois indivíduos, inexplicável pelo acaso, por uma percepção sensorial ou por um raciocínio consciente ou inconsciente; e de clarividência, coincidência entre o estado psicofisiológico de um indivíduo ou seu comportamento e um acontecimento objetivo, inexplicável pelo acaso, por uma percepção sensorial ou por um raciocínio consciente ou inconsciente.
    A segunda função, a da influência paranormal do psiquismo sobre a matéria, refere-se sobretudo à psicocinese, coincidência entre o desejo e o pensamento de um indivíduo e um acontecimento objetivo, inexplicável pelo acaso ou por uma ação mecânica. Essa segunda função, muito menos estudada que a primeira, é rejeitada por muitos parapsicólogos.
     
    No estudo dos fatos paranormais, a seleção de relatos, documentos e testemunhos relativos a estes é submetida a uma supostamente rigorosa crítica. Quanto à experimentação parapsicológica, feita segundo as regras do método experimental comum a todas as ciências, não pôde ainda ir além da observação destinada a comprovar uma hipótese. Não foi possível a experimentação entendida como produção artificial e voluntária do fenômeno, o que, segundo alguns, é suficiente para que a parapsicologia não possa ser considerada como ciência.
     
    Os métodos usados na evidenciação dos fenômenos paranormais têm sido o qualitativo e o quantitativo. O primeiro tem base no critério de unidade e especificidade, e pode ser sintetizado na concepção de Henri Bergson, segundo a qual a comprovação de um só caso de informação extra-sensorial seria bastante para demonstrar a existência desse tipo de conhecimento, fosse qual fosse o número de ilusões e fraudes verificadas desde as origens da humanidade; o segundo método, quantitativo, estatístico, marca o advento da parapsicologia moderna.
     
    Existem várias categorias de testes parapsicológicos. Os testes de Rhine, utilizados na investigação da percepção extra-sensorial, constam principalmente de maços de 25 cartas com cinco séries de cinco símbolos: cruz, estrela, quadrado, ondas, círculo (baralho de Zener). Foram depois propostas as cartas-relógio (clock-cards), que representam um mostrador e um ponteiro que indica a hora. Esses testes podem ainda ser adaptados ao estudo da precognição e às experiências de psicocinese, ou ação do espírito sobre a matéria.
     
    O interesse pelos fenômenos paranormais é muito antigo, embora seu estudo, que só foi sistematizado nos tempos modernos, tenha enfrentado o ceticismo dos meios científicos. Francis Bacon defendia o recurso à pesquisa experimental na análise dos fenômenos parapsíquicos. No século XVIII, o racionalismo iluminista relegou ao domínio do ocultismo e da superstição todo interesse por esses fatos inexplicáveis. Por essa época, Emanuel Swedenborg, que se pretendia dotado de clarividência, e Franz Anton Mesmer, médico vienense que formulou a teoria do magnetismo animal devido a um “fluido” universal e à existência de um sentido “interior”, despertaram importantes movimentos de adesão. Filósofos como Schelling e Schopenhauer manifestaram sua crença na existência de “faculdades mágicas”. No século XIX, o desenvolvimento das ciências físicas lançou mais uma vez o descrédito sobre esse tipo de fenômenos invulgares mas, por outro lado, impôs a pesquisa aprofundada nesse campo.
     
    No decorrer do século XIX e no século XX surgiram várias sociedades de pesquisa psíquica. Em 1882 foi fundada em Londres a Sociedade de Pesquisa Psíquica. Em 1919 surgiu na França o Instituto Metapsíquico Internacional, impulsionado principalmente por Charles Robert Richet, que estudou um caso célebre nos anais da parapsicologia, a médium Eusapia Paladino.
    Nos Países Baixos, realizaram-se em 1920 experiências de telepatia no Instituto de Psicologia da Universidade de Groningen. A partir da década de 1930 tiveram início na Duke University, nos Estados Unidos, os trabalhos do laboratório de parapsicologia de Joseph Banks Rhine. Surgiram outros importantes centros de pesquisa parapsicológica, como o instituto fundado em 1954 em Friburgo, Alemanha, e a Associação de Parapsicologia de Nova York.
     
    As teorias interpretativas formuladas para tentar explicar os fenômenos parapsíquicos não puderam ainda ser demonstradas. A clarividência, a precognição e outros fenômenos parapsicológicos, alegadamente comprovados com fatos, continuam a ser totalmente inexplicáveis, sem que se torne possível incluí-los no quadro geral de uma teoria científica. Não se exclui a hipótese, entretanto, de que esses fenômenos invulgares venham a ser incorporados ao âmbito do normal e do natural, desde que para eles se elabore uma teoria explicativa satisfatória. É inegável no entanto, qualquer que seja a causa dos fatos ditos paranormais, que eles fazem parte da experiência direta ou indireta de grande número de pessoas.
     
    Viu, Montalvão?
    Sempre, antes de enviar o comentário, dê um refresh.

  103. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Não há nenhuma novidade. Há mais de 7 anos Montalvão já tinha desmontado a farsa toda.
    Estamos nos repetindo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: és um garimpador de primeira: descobriu meu texto escondidinho…
    .
    Só que não deve ter visto que aqui a ele fiz menção e dele citei bons pedaços, conforme pode conferir em:
    /
    MONTALVÃO Diz:
    JULHO 10TH, 2018 ÀS 5:43 PM
    /
    [...]
    Há alguns anos fiz uma análise preliminar da parte inicial, que reproduzo: [...]

  104. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Viu, Montalvão?
    Sempre, antes de enviar o comentário, dê um refresh.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: adadonde foi que deixei de dar o “refrechi”?

  105. Marciano Diz:

    Eu vi sim, Montalvão. Foi por isto que resolvi garimpar.
    Ultimamente você não o tem feito, mas em passado recente já comentou sem refrescar a memória RAM.

  106. Marciano Diz:

    Desculpe a redundância. RAM stands for Random Access MEMORY.

  107. Marciano Diz:

    A metafísica confunde o estudo do ser, o verdadeiro objeto da filosofia, com outros temas, como a ideia, a natureza e a razão.
    Borges (não o brasileiro, o argentino, segundo o brasileiro, segundo eu).

  108. Vitor Diz:

    Montalvão, mandei email hj… vê lá… (páginas 126 e 127…)

  109. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Este é o objeto da teologia. E também, por que não dizer, da parapsicologia.”
    .
    Porque está errado. O objeto de estudo da Parapsicologia existe: alegações de fenômenos paranormais. E quanto à teologia:
    .
    http://www.abc.net.au/news/2014-09-09/dickson-why-theology-matters-even-if-theres-no-god/5729100

  110. Vitor Diz:

    Montalvão, escaneia pelo menos o capítulo 4 do Scole, por favor…

  111. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Saber tudo sobre o que não existe!
    Este é o objeto da teologia. E também, por que não dizer, da parapsicologia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: esta ilação e de sua própria lavra ou é parte do texto que postou?
    .
    Eu diria o seguinte:
    .
    Saber tudo sobre INVESTIGAR o que não existe! É DE EXISTÊNCIA INCERTA!
    Este é o objeto da teologia. E também, por que não dizer, da parapsicologia.

  112. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Montalvão, mandei email hj… vê lá… (páginas 126 e 127…)
    /.
    Acertado…

  113. Vitor Diz:

    Montalvão,
    vi que faltam a 152 e a 153, a 176 e a 177… essas são as últimas…

  114. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Montalvão, escaneia pelo menos o capítulo 4 do Scole, por favor…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é mais sacrificante escanear um capítulo de Scole que todo o livro Magenta!
    .
    Não dá para escanear duas páginas a cada passada, como no Magenta. Tenho que fazer página por página, dobrar direitinho, pôr pesos para acertar a área de escaneamento e, ainda, editar para cortar as partes desnecessárias, pois sempre fica a beiruela da outra página aparecendo.
    .
    Vou ver…

  115. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “pois sempre fica a beiruela da outra página aparecendo.”
    .
    Não se preocupe com isso, deixa a beiruela, eu conserto, ISSO É SUPERFÁCIL PRA MIM!

  116. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    Montalvão,
    vi que faltam a 152 e a 153, a 176 e a 177… essas são as últimas…
    /.
    Enviadas…

  117. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não se preocupe com isso, deixa a beiruela, eu conserto, ISSO É SUPERFÁCIL PRA MIM!”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: enviei umas amostras, vê se do jeito que estão dá para trabalhar, se sim mais tarde envio o restante.

  118. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARCIANO DISSE: “Este é o objeto da teologia. E também, por que não dizer, da parapsicologia.”
    .
    VITOR: Porque está errado. O objeto de estudo da Parapsicologia existe: alegações de fenômenos paranormais.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: curioso… “estudar as alegações de fenômenos paranormais”, dependendo do enfoque, poderia ser objeto de trabalho da psicologia, da sociologia, da antropologia… não da parapsicologia!
    .
    A parapsicologia deveria perquirir a REALIDADE dos fenômenos alegados e, se os constasse verdadeiros, suas peculiaridades (alcance, intensidade, incidência, etc.), e elaborar teoria consistente que desse conta dessa fenomenologia.
    .
    Vai ver seja por não ter percebido a real motivação de si mesma a parapsicologia vive, desde o nascedouro, tentando alcançar o próprio rabo…

  119. Gorducho Diz:

    ============================================================
    O objeto de estudo da Parapsicologia existe: alegações de fenômenos paranormais.
    ============================================================
    O objeto de estudo da Teologia também: alegações quanto à existência de deuses.
    ► Jesus Cristo (um deus pro cristianismo trinitarista);
    ► Jeová – tanto que apareceu pessoalmente pro Abraão e pro Moisés;
    ► Apollo – que canalizava pelas pythias; revigorou o Heitor na guerra, &c.;

    Exatamente a mesma equivalência pra efeitos dessa analogia 👍

  120. Vitor Diz:

    Ok. E a Teologia usa o método experimental? Faz pesquisa de campo?
    .
    Embora a teologia tenha Deus como “objeto de estudo”, não há como observar Deus dentro de um tubo de ensaio em um laboratório e analisá-lo através de experimentos como requer a ciência moderna. Não se estuda sobre Deus da mesma maneira que se estuda um elemento químico, por exemplo. A teologia reconhece que existem outras maneiras e meios para falar acerca da realidade de Deus de modo adequado. “Deus é Espírito” (Jo 4:24). Ele É, e não há como experimentá-lo ou prová-lo através das ferramentas que a ciência moderna empírica propõe. Deus se mistura na história humana! Aqui não se pretendem provar ou negar a sua existência, apenas constatar que, para muitas pessoas, há um personagem, uma força, uma energia, um mistério que parece fazer caminho na história humana. Deus está aí, ?Ele É? o que é, é ?Aquele? que se torna conhecido por meio da experiência individual e coletiva do ser humano. Como disse acertadamente o teólogo Hermilo Pretto: “quem está acostumado a assegurar a credibilidade ao pensamento lógico e a acreditar somente naquilo que é passível de demonstração sempre terá dificuldade em captar a relevância do olhar contemplativo” .
    .
    https://www.webartigos.com/artigos/um-ensaio-sobre-o-objeto-de-estudo-da-teologia/54465
    .
    Bom, fica claro que os métodos e objetivos da Parapsicologia são muito mais próximos (para não dizer idênticos ou até superiores) aos da ciência moderna do que os da Teologia.

  121. Gorducho Diz:

    Não foi isso que eu respondi. Respondi à SUA PRÓPRIA asserção relativa a existência de objeto.

  122. Vitor Diz:

    Eu sei. Mas achei por bem apontar algumas diferenças.

  123. Gorducho Diz:

    Uma rotina simplificada (não faz download – tem que copiar e colar o resultado, como no tradutor do Google) pra geração de escapes HTML em Python se tiver interesse, Analista Marciano.
    Colar no IDLE e salvar como .pyw
    Pra visualização cá pus setas pra marcar as indentações (4 espaços ou TAB normalmente);
    e 1 linha em branco pra indicar nova linha no código.
    Note que verti também novas linhas ‘\n’ pra <br>
    pra corresponder ao HTML…
    Mas cá também não aceita… Então pra renderizar cá, temos que substituir por novas linhas manuais (ENTER).
     
     
    from tkinter import *
     
    from tkinter.scrolledtext import ScrolledText
     
    import sys
     
    def aEntidadesHTML():
     
    →t = list(at_entrada.get(1.0, END + ‘- 1c’))
     
    →tHTML = []
     
    →for i in t:
     
    →→if i == ‘\n’: tHTML.append(”)
     
    →→else: tHTML.append(‘&#’ + str(ord(i)) + ‘;’)
     
    →at_saida.insert(INSERT, ”.join(tHTML))
     
    root = Tk()
     
    root.title(“Conversor HTML”)
     
    root.geometry(“750×365″)
     
    at_entrada = ScrolledText(root, width=80, height=10)
     
    at_entrada.pack()
     
    at_entrada.insert(INSERT,”Digite ou cole aqui o texto a ser escapado”)
     
    at_saida = ScrolledText(root, width=80, height=10)
     
    at_saida.pack()
     
    botao = Button(root, text = “Gerar Entidades”, fg=”blue”, command = aEntidadesHTML)
     
    botao.pack()
     
    root.mainloop()

  124. Gorducho Diz:

    →→if i == ‘\n’: tHTML.append(‘<br>’)
     
    Esqueci de escapar o <br> então claro que não renderizou :oops:
     
     
    Testando o gerador de entidades em Python…
     
    República Popular Democrática da Coréia
    se escreve assim:
    조선민주주의인민공화국

  125. Gorducho Diz:

    BUG FIXING…
    adicionar
     
    →at_saida.delete(1.0,END)
    →at_saida.insert(INSERT, ”.join(tHTML))
     
    pra limpar a área de saída em caso de nova conversão…
    (se não o texto é anexado).
    Note que são 2 aspas simples (e não 1 aspas duplas), Analista Marciano.
    Caso não saiba…: é pra transformar lista de caracteres em string.
    👍

  126. Marciano Diz:

    O acréscimo é de minha lavra, Montalvão.
     
    BTW,
    1 – Você acredita que Apolo, Ísis e outros sejam de existência incerta?
    2 – Acredita que telepatia canina, através de campos mórficos, seja de existência incerta?
    3 – Acredita que a fada do dente seja de existência incerta?
     
    4 – Acredita que Conan Doyle era ou doido ou retardado ou que as duas alternativas anteriores sejam incertas?
     
    5 – Acredita que ele foi enganado por garotinhas porque estava incerto sobre as fotos?
     
    6 – Acredita que três irmãs brincalhonas inspiraram Rivail a “codificar” a D. E., pelo princípio da incerteza quântica?
     
    7 – Acredita que é incerto se eu nasci em Marte, na Terra ou em algum planeta rochoso situado a 13,7 bilhões de anos luz daqui (ou de lugar nenhum, tanto faz)?
     
    Obrigado, Gorducho.
    Vou guardar a orientação para eventual uso futuro. Ainda tenho muito a aprender.
    👍
     
    Para caracteres hangul, chineses, arábicos, hebraicos, gregos, etc., já tenho minhas rotinas gravadas (HTML).
    Ex.: hanja = 朝鮮民主主義人民共和國
    O que desisti de fazer foi aumentar o tamanho dos emoticons, pois aqui não parece ter jeito.
    A gente testa nas w3, dá certo, traz para cá, não aceita.
    Outros hacks, como fiz com o sublinhado, deram uma sujeira vergonhosa e imensa, que pedi ao Vitor para apagar.
     
    Estou tentando aprender um monte de coisas diferentes simultaneamente, mas parece que meu cérebro não responde mais como antigamente.
    Afigura-se-me que nisto (capacidade de aprendizado diminuída com o tempo) o Vitor tem razão.
     
    Mas eu nunca desisto, e vou tentando. Acho que os emoticons aumentados estão tomando meu tempo inutilmente, por isto desisti deles temporariamente, mas posso voltar a estudar um meio, mais adiante.
    One day at a time.

  127. Marciano Diz:

    À propos, Gorducho, se a gente escreve uma página grande em HTML, o poltergeist ou nega acesso sem mais nem menos, ou pede indefinidamente que a gente prove que não é um robô, até a gente desistir.
    Experimente, e veja por si mesmo.

  128. Marciano Diz:

    Nem precisa de tudo isto. Basta colocar uns 5 ou 6 links no comentário e ele bloqueia.

  129. Gorducho Diz:

    ============================================================
    Para caracteres hangul, chineses, arábicos, hebraicos, gregos, etc., já tenho minhas rotinas gravadas (HTML).
    ============================================================
    :o
    Tem rotinas específicas pra cada idioma ❓
    Justo isso que o escapador faz: escapa qualquer glifo (aparentemente :mrgreen: )
    Não adianta tentar aumentar cá pois não se tem acesso total ao parser (corretamente: seria um absurdo permitir que usuários web acessassem livremente!).
    Um dos princípios básicos de programação web é sanitizar as entradas ($_POST ou equivalente .asp).

  130. Marciano Diz:

    Ainda estou aprendendo :oops:
    ℰ𝓈𝒸𝓇𝒾𝓉𝒶 𝒸𝓊𝓇𝓈𝒾𝓋𝒶

    לכתוב שוטף, שברים אני לא יכול לעשות את זה!

  131. Gorducho Diz:

    Na cursiva o escapador falhou :(
    Hebraico 👍 (inclusive corrigiu a exclamação tar no início da sentença)
     
     
    ℰ&#55349;&#56520;&#55349;&#56504;&#55349;&#56519;&#55349;&#56510;&#55349;&#56521;&#55349;&#56502; &#55349;&#56504;&#55349;&#56522;&#55349;&#56519;&#55349;&#56520;&#55349;&#56510;&#55349;&#56523;&#55349;&#56502;
    לכתוב שוטף, שברים אני לא יכול לעשות את זה

  132. Gorducho Diz:

    Amanhã vejo se meu escapador em JavaScript gera as cursivas certas…
    👎

  133. Marciano Diz:

    Python e JavaScript são bem intuitivas, mas é coisa demais para aprender.
    Imagino C++.
    Mas eu só tenciono voltar a dar ordens ao meu computador, como fazia nos velhos tempos do DOS-6.2 e QuickBasic.
    Depois que o Windows virou OS eu só obedeço a ele. No máximo, ele me dá escolhas.

  134. Marciano Diz:

    Lista (parcial) de existências incertas para o Montalvão:
     
    Many denominations and sects within Christianity accept the holiness and divine revelation of the Hebrew Bible. Adopted into the Christian Bible as the Old Testament, it composes the first (and lengthier) half of the Christians’ holy book. The New Testament makes up the other, shorter, portion.
     
              The New Testament consists of

     
             The four Gospels, which relate the life and teachings of NSFG.
     
             The Acts of the Apostles, which chronicle the first years of the Christian church.
     
             The Epistles, or letters, which give advice and instructions for living a life according to Christ.
     
              Revelations, which describe how god has intervened throughout history.
     
    Made up of 114 chapters (called surahs), the Qur’an outlines what Muslims’ moral and religious duties are in light of god’s wishes and in preparation for the Day of Judgment. In other words, the Qur’an gives instructions on how to build a society that’s compatible with the moral life that Allah demands.
     
              The Islamic holy book accepts the divine revelation of the Hebrew Bible and the absolute unity and uniqueness of god as taught in the Hebrew Bible. The Qur’an does not recognize NSFG as the son of Allah (god) but does accept NSFG as a prophet of Allah. The Qur’an considers Muhammad to be the most recent and final prophet of Allah. The Qur’an traces the origins of Islam back to Hagar, who, according to Christian tradition, was a concubine of Abraham, but who, according to Islamic tradition, was Abraham’s second wife. Muslims look to her son, Ishmael, as the founder of their religion and heritage.
     
     
    According to Islamic belief, the Qur’an is the perfect transcription of the infallible Word of god. The Qur’an continues and culminates the revelations that god began in the Old and New Testaments. As the perfect earthly representation of god’s words, Muslims believe that the Qur’an cannot be adequately translated and so should be read (or preferably) heard in Arabic.
     
    Taoism: Founded more than 2,000 years ago in China by Lao-Tzu, the person credited as author of the Tao Te Ching (the book of Taoist philosophy), this religion advocates simplicity and selflessness in conformity with the Tao, the central or organizing principle of the universe. According to the law of Tao (literally, the Way), everything reverts to its starting point, and the whole is contained in its parts. Through the Tao, everything moves from a state of nonbeing to being to nonbeing. By allowing the Tao to flow unchallenged, the world becomes a tranquil place.
     
    Confucianism: A renowned teacher with thousands of students and 72 close disciples, Confucius (551-479 B.C.E.) believed in the perfectibility of humanity through the cultivation of the mind. His teachings emphasized devotion to parents and rituals, learning, self-control, and just social activity. Although more a worldview for living a just and moral life and not an organized religion in itself, Confucius’ ideas became the standard in Chinese politics and scholarship and were eventually recognized as the Imperial ideology. Confucianism has had a huge impact on other Eastern religions, such as Taoism and Buddhism.
     
    Hinduism: Hinduism is the main religious tradition of India. Hindus believe in the Brahman, an eternal, infinite principle that had no beginning and has no end and is the source and substance of all existence. Hindus believe in transmigration (the soul passing into another body at death) and reincarnation (a cycle of death and rebirth). Hindus also believe in karma, the idea that your actions in one life have a direct effect on the events in your next life. To Hindus, salvation comes when they are finally released from the cycle of death and rebirth.
     
    Buddhism: Buddhism, an offshoot of Hinduism, is the primary religion of central and eastern Asia. For Buddhists, the world is a prison of suffering and illusion that keeps people from reaching freedom and enlightenment. Buddhists believe that the purpose of life is to learn that nothing lasts and that suffering comes from being attached to the things of ordinary existence. Until people learn this, they are destined to repeat the cycle of death and rebirth. Only by freeing themselves from desire and giving up their sense of self can people be free of this cycle.
     

                     Karma is the moral and spiritual result of our actions. Our karma is the sum of our deeds, and if it is good, we advance toward happiness, perfection, and enlightenment; if our karma is bad, we return to a former state of existence, a former life. Certain special people make it to the stage of perfect knowledge, which is called moksha in Hinduism and nirvana in Buddhism. Some of these enlightened souls return to teach humanity about the path to freedom; they are called bodhisattvas (in Hinduism) or lamas (in Buddhism).
     
    Shinto: The indigenous religion of Japan, Shinto emphasizes the worship of nature, ancestors, and ancient heroes. The religion stresses the virtue of living with a “true heart”—that is, with sincerity and uprightness—a state that is possible only by being aware of the divine.
     
    Taoism: Two books in particular, the Tao Te Ching and the Chuang Tzu, inform Taoism.

              • The Tao Te Ching is the book of Taoist philosophy. Traditionally considered to have been written by Lao-Tzu, the founder of Taoism, it was intended to be a handbook for the ruler.
              • The Chuang Tzu, written by Taoist philosopher Chuang Tzu, an important early interpreter of Taoism, serves as a handbook for the individual.
     
    These books both propose that acting in accordance with the Tao (the universal oneness of existence) brings peace and harmony to the individual and to society.
     
    Confucianism: Not strictly holy texts, The Five Classics are 2,000 year-old books that detail Confucian ideas on Chinese law, society, government, education, literature, and religion. These works became the core curriculum in Chinese universities in the second century and are still studied today.
     
    Hinduism: According to Hindus, neither man nor god wrote the Vedas (Books of Knowledge). Instead, seers heard them and then transcribed them into Sanskrit.
    The books consist of four Vedas:

              • Rig-Veda (Wisdom of the Verses)
              • Yajur Veda (Wisdom of the Sacrificial Formulas)
              • Sama Veda (Wisdom of the Chants)
              • Atharva Veda (Wisdom of the Atharvan Priests)

    Another important text for Hindus is the Bhagavad-Gita (Song of god), which explains the paths to salvation.
    Other Hindu holy texts include the Sutras, the satras, and the smritis, which were written by man (unlike the Vedas) and which outline rules of conduct and behavior.
     
    Buddhism: Although not used in the same form by all Buddhist sects, the Tripitaka (Sanskrit for “Triple Basket”) is the canon of southern schools of Buddhism.
              The Tripitaka comprises three sections:

                  • Vinaya Pitaka (Basket of Discipline), which regulates monastic life
                  • Sutta Pitaka (Basket of Discourse), which includes the sermons and admonitions attributed to the first Buddha (Siddhartha Gautama)
                  • Abhidhamma Pitaka (Basket of Special Doctrine), a section of supplemental text.
     
             Shinto: The Shinto religion doesn’t have a sacred text, as such. The works that come closest to being Shinto scripture are the Kojiki (Records of Ancient Matters) and the Hihon shoki (Chronicles of Japan). These books record the oral traditions of ancient Shinto and detail the history of Japan.
     
    If you travel to some remote part of earth and find a group of people who had never met anyone outside their tribe, you’d discover that these people have some type of food, shelter, and language. The group would also have some kind of religion, which is one of the basic parts of human life.
     
             Spirituality does not require membership within an organized religion, nor does it have the authority structure that religions do.
              Spirituality is the willingness to follow rituals, ethics, and beliefs of different religions that are personally appealing, and not just the rituals, ethics, and beliefs of one single religion.
              Spirituality is deeply personal and not systematic, while religion has all its ideas clearly set out and organized.

  135. Gorducho Diz:

    Curioso que o E cursivo é
    10000100110000 = [10] 8496 ✔

    mas as demais letras aparecem como 2 caracteres (será que é UTF-16?).
    a é
    01101100000110101
    01101110010110110
     
     
    Então a conversão falha tb. no JavaScript
    charCodeAt()

  136. Gorducho Diz:

  137. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não posso encerrar sem abordar o ceticismo.”
    /,
    CONSIDERAÇÃO: sempre bom citar de onde extraída a informação…

  138. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Desculpe a redundância. RAM stands for Random Access MEMORY.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: neste quesito TODOS são redundantes, até livros técnicos, pois dizem unanimemente: “memória RAM”. Talvez tenha uma justificativa: para distinguir de outras memórias, ROM, HD, FLASH…

  139. MONTALVÃO Diz:

    /
    ANSWERs:
    /
    1 – Você acredita que Apolo, Ísis e outros sejam de existência incerta?
    .
    - NÃO, certamente não existiram ou, se existiram, não mais subsistem…
    ./
    2 – Acredita que telepatia canina, através de campos mórficos, seja de existência incerta?
    .
    - NÃO. Aceitar doidices tem limites…
    ./
    3 – Acredita que a fada do dente seja de existência incerta?
    .
    - NÃO, ela nunca deixou dinheiro no meu travesseiro, portanto, não existe!
    ./

    4 – Acredita que Conan Doyle era ou doido ou retardado ou que as duas alternativas anteriores sejam incertas?
    .
    - NÃO. Doyle nem era doudo nem retardado. Foi um grande literato, e deslumbradéssimo com o espiritualismo; sua crença na mediunidade era tão arraigada que, mesmo diante de flagras medonhos em médiuns fraudadores, não conseguia ver falhas na crença que acalentava.
    ./

    5 – Acredita que ele foi enganado por garotinhas porque estava incerto sobre as fotos?
    .
    - SIM!
    ./

    6 – Acredita que três irmãs brincalhonas inspiraram Rivail a “codificar” a D. E., pelo princípio da incerteza quântica?
    .
    - NÃO
    ./

    7 – Acredita que é incerto se eu nasci em Marte, na Terra ou em algum planeta rochoso situado a 13,7 bilhões de anos luz daqui (ou de lugar nenhum, tanto faz)?
    .
    - SIM
    ./
    Obrigado, Gorducho.
    .
    - DE NADA, ooops, essa não era para responder…
    /
    OBS.: as questões apresentadas não afetam o fato de que o mundo espiritual é de existência incerta (pode existir ou não: afinal ninguém ainda foi lá para saber. Se existe, certamente não comunica, ou se comunica comunica tão sutilmente que nem se percebe); tampouco que a paranormalidade seja de existência incerta, veja a Conjetura de Moi, sempre confirmada…
    .
    É certo que diante da inexistência de evidências robustas essas coisas incertas estão mais para certamente não existirem que o contrário, mas sinto que sentença taxativa não é cabível…

  140. MONTALVÃO Diz:

    /
    The New Testament consists of
    .
    The four Gospels, which relate the life and teachings of NSFG.
    /
    CONSIDERAÇÃO: quem autor deste declaramento?

  141. Gorducho Diz:

    Bom… scrita cursiva em cursiva é
    ‘\uD835\uDCC8\uD835\uDCB8\uD835\uDCC7\uD835\uDCBE\uD835\uDCC9\uD835\uDCB6 \uD835\uDCB8\uD835\uDCCA\uD835\uDCC7\uD835\uDCC8\uD835\uDCBE\uD835\uDCCB\uD835\uDCB6′
     
    Agora… como passar isso pras entidades HTML 💡

  142. Gorducho Diz:

    É UTF-16 mesmo…
     
    &#120008;&#119992;&#120007;&#119998;&#120009;&#119990; &#119992;&#120010;&#120007;&#120008;&#119998;&#120011;&#119990;
    =
    𝓈𝒸𝓇𝒾𝓉𝒶𝒸𝓊𝓇𝓈𝒾𝓋𝒶
    &#x1F44D

  143. Gorducho Diz:

    👍

  144. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Gorducho Diz:
    JULHO 13TH, 2018 ÀS 10:39 AM
    Curioso que o E cursivo é
    10000100110000 = [10] 8496 ✔
    mas as demais letras aparecem como 2 caracteres (será que é UTF-16?).
    a é
    01101100000110101
    01101110010110110

    ===============================================================
    Você usou binários. Experimente hexa.
    a fica &# x1d4b6;
     
    Assim:
    &# x1d4b6; = 𝒶, em vez de a.
    Quer dizer que minhas tabelas não são tão inúteis assim.
     
     
    ===============================================================
    OBS.: as questões apresentadas não afetam o fato de que o mundo espiritual é de existência incerta (pode existir ou não: afinal ninguém ainda foi lá para saber.
    ===============================================================
     
    Como não ❓❗️
    Todos os dias milhões de pessoas vão para lá (quero dizer, de onde viemos, lugar nenhum).
     
    Não consigo entender a dificuldade das pessoas em saber disso.
    Querem saber o que acontece com nossa consciência quando morremos? A mesmíssima coisa que acontecia antes de nascermos. NADA!
     
    Napoleão guerreava, Gegê se suicidava, homens das cavernas pintavam em Lascaux (ou seriam mulheres? Longe de mim ofender eventuais feministas que acessem o blog), Kennedy era assassinado, Jânio renunciava, e nós não sabíamos de nada.
    O mesmo vai acontecer depois que morremos. Outras pessoas que não existem nascem e outras deixam de existir (morrem).
    Simples assim!
     
    A mesma coisa vale para os ETs. Rivail, cx e outros viam orbes habitados para todo lado. À medida que vamos vendo o ridículo da ideia, vamos escolhendo lugares mais longínquos para fantasiar, procuramos por micróbios, e NADA!
     
    Coisas bizarras, eu parto do princípio de que não existem, até prova em contrário. Não o contrário, ou seja, de que podem existir até que se prove (impossível) o contrário.
     
    Como provar que não existem divindades, espíritos, ETs?
    Como provar que existem, é fácil. É só mostrar um desses seres.
    Mas sem essa enrolação de retórica e pseudociência.
     
    ===============================================================
    The New Testament consists of
    .
    The four Gospels, which relate the life and teachings of NSFG.

    ===============================================================
     
    Pardon me! … the teachings of OLFG.
    Our Lord Forrest Gump.
     
    Gorducho, sua pergunta sobre como escrever cursivas em HTML foi respondida acima.
     
    Vejo agora que já descobriu, mas fica a dica, assim mesmo.

  145. Marciano Diz:

    𝓔𝓾 𝓼𝓸𝓾 𝓷𝓪̃𝓸 𝓸𝓻𝓽𝓸𝓭𝓸𝔁𝓸 𝓹𝓸𝓻 𝓷𝓪𝓽𝓾𝓻𝓮𝔃𝓪, 𝓮𝓷𝓽𝓪̃𝓸 𝓬𝓸𝓷𝓽𝓲𝓷𝓾𝓸 𝓬𝓸𝓶 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓶𝓮́𝓽𝓸𝓭𝓸𝓼, 𝓺𝓾𝓮 𝓯𝓾𝓷𝓬𝓲𝓸𝓷𝓪𝓶 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓶𝓲𝓶.

  146. Marciano Diz:

    Fonte: Eurípedes Barsanulfo. Pela minha pena.

  147. Marciano Diz:

    𝔈𝔲𝔯𝔦́𝔭𝔢𝔡𝔢𝔰 𝔅𝔞𝔯𝔰𝔞𝔫𝔲𝔩𝔣𝔬.

  148. Marciano Diz:

    Existiram, existem e existirão tantas crenças que só um tolo pode crer numa delas.
    Ⲙⲁꞅⲥⲓⲁⲛⲟ
    O objetivo, Montalvão, foi mostrar como existem crenças atuais, tão estúpidas quanto as antigas, antagônicas.
    Pelo seu argumento, qualquer uma delas pode ser verdadeira. Quem sabe? O Sombra, talvez?
    Os espiritualistas não têm compromisso com nenhuma delas, então, pegam um pouquinho de uma, um pouquinho de outra, dão uma pitada quântica (sem matemática, para não complicar), et voilà!

  149. Marciano Diz:

    O fenômeno que determinou o surgimento do espiritismo moderno ocorreu em 1848, na pequena cidade de Hydesville, no estado americano de Nova York. Na casa da família metodista de John D. Fox, ouviam-se com frequência fortes pancadas nas paredes e no teto do quarto das meninas Katherine e Margaretha. A primeira, aos nove anos de idade, resolveu desafiar o invisível a reproduzir as pancadas que ela mesma daria. A prontidão das respostas – vindas do espírito de um homem que teria sido assassinado naquela casa – marcou o início da comunicação com os mortos. Foi nessa época que proliferaram, a princípio nos elegantes salões europeus, as chamadas mesas falantes ou giratórias.

  150. Marciano Diz:

    Todo conhecimento sobre a realidade sensível provém originalmente da experiência, cujos dados se estruturam graças às intuições da sensibilidade: espaço e tempo. Estes não são “propriedades” das coisas, mas formas mediante as quais o intelecto representa para si as “dimensões aparentes da realidade”, ordenando, assim, os dados da experiência.
     
    Einstein (depois de morto, claro).
    Psicografado por Marciano.

  151. Marciano Diz:

    Nihil est in intellectu quin prius fuerit in sensu.
     
    Einstein (depois de morto, claro).

  152. Marciano Diz:

    Saepius opinione quam re laboramus.
    Sofremos mais vezes com a imaginação que com a realidade.
    Schrödinger
     
    Se as redes sociais permitem que se atribua a Einstein qualquer bobagem que passa pela cabeça de seus usuários, por que não posso fazer o mesmo com Schrödinger?

  153. Marciano Diz:

    Montalvão, a fonte pela qual procuras é Eurípedes Barsanulfo. Depois de morto, através de psicografia deste humilde médium que vos escreve.
    Acho que não ficou claro acima, por isto resolvi acrescentar estas modestas linhas.
    Se cx podia e outros, como DPF, ainda podem psicografar qualquer um que tenha morrido, eu também posso.
     
    As cartinhas para as queridas mãezinhas estão fora de moda, assim como as mesas girantes.
    O negócio, agora, é escrever livros cretinos de auto-ajuda, revelar quem foi quem em outras encarnações (esculachando o véu do esquecimento) e dar lições doutrinárias nada sistemáticas (verdadeiro saco de gatos).
    Estou esperando RC morrer, para escrever uma psicografia contando como ele vai ficar do lado de lá, em que errou em sua atual encarnação, etc.
    Acho que vai vender bastante.

  154. Marciano Diz:

    O EAN, mais conhecido como P, também serve. Ele está por um fio.
    Vou contar suas proezas em vidas anteriores, sua conversão ao espiritismo após a morte, etc.
    Por falar nisto, eu não sou Napoleão, mas fui seu sobrinho (N III).
    Eu tinha estátuas de alumínio (valiam uma nota, bem mais que ouro) antes que uns cretinos descobrissem meios fáceis de obtê-lo, o que desvalorizou os bens que deixei para mim mesmo, em futuras (ora, passadas) encarnações.
    Atrapalharam aquele meu método de deixar heranças para mim mesmo, em sucessivas encarnações, enriquecendo ao longo dos séculos.

  155. Marciano Diz:

    Mais uma vez, o grupo ficou imaginando o que a equipe teria lhe trazido. Com o acender das luzes, eles viram que se tratava de um jornal, aparentemente um exemplar original do Daily Express, datado de segunda-feira, 28 de maio de 1945. Robin conhece bastante a respeito de jornais, pois havia trabalhado no setor de papel por muitos anos. Ele comentou:O ataque óbvio dos céticos em relação à origem sobrenatural dos jornais aportados é que qualquer pessoa pode enviar uma cópia moderna de um jornal antigo, uma vez que elas estão disponíveis para o presente. No entanto, embora idênticas em todos os sentidos aos originais, é evidente que essas cópias modernas de jornais antigos são impressas em papel moderno.O Daily Express aportado foi impresso em papel do tipo usado desde o início até meados dos anos 1940, mas ele estava quase em estado de novo. Isso a despeito do fato de que tinha aparentemente 49 anos de idade! Não havia nenhum sinal do costumeiro amarelamento que deveria ter ocorrido se fosse um original do fim da guerra na Grã-Bretanha.

    Não satisfeitos com telepatia, telecinese, etc., o pessoal de Scole viajou no tempo. Ou teria sido na maionese?
    Para comprar o jornal eles não precisaram de DeLorean, Doc Brown, nada disso. Só de um escurinho, para não revelar o método de viagem no tempo.
    Se fosse em ambiente iluminado, todos veriam como viajar no tempo.
    Biff que se cuide!

  156. Marciano Diz:

    Com tantos milagres aprontados pelo pessoal de Scole, era para a paranormalidade ter decolado.
    Esses céticos estragam tudo. Não sei como deixaram que se inventassem smartphones, satélites e outros milagres inferiores.
    Acho que é porque não muda o paradigma.
    Só pode ser por isso.

  157. Marciano Diz:

    I’m done with this book. Scole fell flat (no use to search Google Translator) and that’s flat (no use too). Period!

  158. MONTALVÃO Diz:

    /
    ===========================================
    OBS.: as questões apresentadas não afetam o fato de que o mundo espiritual é de existência incerta (pode existir ou não: afinal ninguém ainda foi lá para saber.
    ===========================================

    Como não ???
    Todos os dias milhões de pessoas vão para lá (quero dizer, de onde viemos, lugar nenhum).

    .
    Não consigo entender a dificuldade das pessoas em saber disso.
    Querem saber o que acontece com nossa consciência quando morremos? A mesmíssima coisa que acontecia antes de nascermos. NADA!

    .
    CONSIDERAÇÃO: antes de nascermos não tínhamos consciência porque NÃO EXISTÍAMOS. Então, o argumento da não consciência pretérita serve para matar a reencarnação, não a acreditada vida pós. O crente olha pra frente, investe sua esperança no futuro, em vez de vasculhar, em vão, um passado vazio.
    /
    /

    Napoleão guerreava, Gegê se suicidava, homens das cavernas pintavam em Lascaux (ou seriam mulheres? Longe de mim ofender eventuais feministas que acessem o blog), Kennedy era assassinado, Jânio renunciava, e nós não sabíamos de nada.
    O mesmo vai acontecer depois que morremos. Outras pessoas que não existem nascem e outras deixam de existir (morrem). Simples assim!

    /.
    CONSIDERAÇÃO: idem conforme acima, quando as coisas citadas aconteceram não podíamos saber de nada porque inexistíamos, depois que nascemos passamos a aprender a a armazenar informações variadas em nossa mente. Além disso, mesmo vivos e operantes jamais saberemos de tudo o que acontece no mundo, neste sentido, em relação ao que acontece e não chega ao nosso conhecimento, é como se não existíssemos!
    /
    /
    Existiram, existem e existirão tantas crenças que só um tolo pode crer numa delas.
    O objetivo, Montalvão, foi mostrar como existem crenças atuais, tão estúpidas quanto as antigas, antagônicas.
    Pelo seu argumento, qualquer uma delas pode ser verdadeira.

    /.
    CONSIDERAÇÃO: qual foi meu argumento que fê-lo assim pensar?
    .
    É certo que se levarmos em conta a concepção dos crentes típicos, podemos descartar de pronto a realidade de um suposto mundo espiritual. Os crentes típicos têm a certeza de que o lado de lá se manifesta ostensivamente no lado de cá. Isso tanto entre cristãos, espíritas e outros. Quer dizer, embora variem as formas de manifestação, conforme seja o grupo que assim advoga, todos são unânimes em reportar a ação do espírito na matéria. Considerando as evidências dessas manifestações (todas subjetivas, incertas e derribáveis), somos levados a concluir que esse mundo espiritual não existe.
    .
    Entretanto, pode haver uma realidade além, porém apartada da matéria e com ela não comunicável. Como se prova isso? Não se prova, apenas se investe nela a esperança…
    /
    /
    Marciano Diz:
    ,
    Montalvão, a fonte pela qual procuras é Eurípedes Barsanulfo. Depois de morto, através de psicografia deste humilde médium que vos escreve.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ajuda aí o velhinho: eu estava procurando alguma fonte, além da de Ponce de Leon?
    /
    /

    MARCIANO: Acho que não ficou claro acima, por isto resolvi acrescentar estas modestas linhas.
    Se cx podia e outros, como DPF, ainda podem psicografar qualquer um que tenha morrido, eu também posso.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu também…
    /
    /

    Marciano Diz:
    .
    Mais uma vez, o grupo ficou imaginando o que a equipe teria lhe trazido. Com o acender das luzes, eles viram que se tratava de um jornal, aparentemente um exemplar original do Daily Express, datado de segunda-feira, 28 de maio de 1945.[...]
    .
    Não satisfeitos com telepatia, telecinese, etc., o pessoal de Scole viajou no tempo. Ou teria sido na maionese?
    Para comprar o jornal eles não precisaram de DeLorean, Doc Brown, nada disso. Só de um escurinho, para não revelar o método de viagem no tempo.
    Se fosse em ambiente iluminado, todos veriam como viajar no tempo.
    Biff que se cuide!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: essas materializações de coisas por si sós já matam a veridicidade dos eventos em Scole. Qualquer tecnicuzinho em materialização sabe que poucos materiais conseguem transitar pelo hiperespaço para se materializarem em pontos mediúnicos. A fricção a que são submetidos é tão intensa que se incendeiam no caminho e as cinzas ficam espalhadas no limbo sideral.
    .
    E quando digo que Scole foi fraude monumental há quem não acredite! Acredita?

  159. MONTALVÃO Diz:

    /
    ===========================================
    OBS.: as questões apresentadas não afetam o fato de que o mundo espiritual é de existência incerta (pode existir ou não: afinal ninguém ainda foi lá para saber.
    ===========================================

    MARTE DIZ: Como não ???
    Todos os dias milhões de pessoas vão para lá (quero dizer, de onde viemos, lugar nenhum).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quando digo “ninguém ainda foi lá para saber” fica implícito o complemento: ninguém foi lá e VOLTOU!
    .
    Ir a gente sabe que vão e todos iremos. Voltar ninguém “voltemos”…

  160. Borges Diz:

    “A metafísica confunde o estudo do ser, o verdadeiro objeto da filosofia, com outros temas, como a ideia, a natureza e a razão.
    Borges (não o brasileiro, o argentino, segundo o brasileiro, segundo eu).”
    Oi Marciano.
    Meu xará argentino foi um gênio da “manipulação das palavras”; não tive oportunidade de apreciar sequer uma de suas obras, mas de vez em quando sou surpreendido com uma nota a seu respeito nos noticiários de TV. Embora a genialidade confira a ele um poder maior de influência, sua opinião não é superior à de um homem comum. No fim da frase a gente depara com a palavra “razão”; essa é uma das palavras mais utilizadas pelo homem e a maioria acha que ela está do seu lado; não é fácil saber quem pode desfraldar com segurança essa bandeira; o domínio do conhecimento e da inteligência infinita ainda não seria suficiente se houver preconceitos escondidos no fundo da consciência.
    Um abraço

  161. Mariana Diz:

    Olaaaa a que conclusão vcs chegaram sobre o livro? Não estou com tempo pra ler nem o livro nem os comentários rsrs

  162. Marciano Diz:

    Montalvão, é por essas e outras que digo que formamos a Bancada Quase   Cética.
     
    Olá, Borges.
    Acho que você tem razão.
    😆
    Um abraço!
     
    Como eu disse, mais acima, I’m done with this book. Scole fell flat (no use to search Google Translator) and that’s flat (no use too). Period!
    Fell flat, meaning that it did not materialize, it failed to develop. That’s flat, meaning that I have said my last words on that matter.
    See y’all!

  163. Marciano Diz:

    Ops, I forgot “Period!”.
    It means “That’s it”! “I’ve had enough”! “For this” topic.
    Till “one of these days”.
    “I can’t put up with any more”!
    All quotes. You guess from whom.

  164. Marciano Diz:

    Abunde est!
    Marciano (Thyestes).

  165. Marciano Diz:

    Bene est, abunde est, iam sat est etiam mihi. Sed cur satis sit? Pergam et implebo patrem funere suorum.

  166. Marciano Diz:

    Chega, basta, é demais até para mim. Mas por que deveria ser o bastante? Vou continuar e encher o pai com a morte de seus próprios filhos.

  167. Marciano Diz:

    HDMA eu plagiei essa história de um grego. Fiquei mais famoso do que ele.

  168. Borges Diz:

    Oi Marciano.
    Obrigado; uma resposta espirituosa e razoável.
    Um abraço.

  169. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Olaaaa a que conclusão vcs chegaram sobre o livro? Não estou com tempo pra ler nem o livro nem os comentários rsrs”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: como vai se inteirar da conclusão, que já foi dada, se não tem tempo para ler os comentários?

  170. Gorducho Diz:

    :lol:
    Minha curiosidade, Presidente: ¿qual terá sido o posicionamento oficial da SPR sobre isso?
    ¿Houve endosso formal da direção ou se trata duma iniciativa de membros individuais, enquanto indivíduos (claro)?

  171. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Minha curiosidade, Presidente: ¿qual terá sido o posicionamento oficial da SPR sobre isso? ¿Houve endosso formal da direção ou se trata duma iniciativa de membros individuais, enquanto indivíduos (claro)?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Parte da resposta se acha no capítulo 5:
    .
    “Os integrantes mais antigos da instituição compareceram a muitas sessões do GES, embora seja importante lembrar que o fizeram apenas como convidados, não como representantes oficiais da Society.”
    /.
    Quanto a algum posicionamento oficial da SPR desconheço, mas desconfio que a SPR, enquanto instituição, não realiza críticas dos relatórios emitidos por seus membros. Há um vídeo no YouTube que reporta um debate envolvendo a SPR, mas como não traduzo inglês falado não sei se nele consta o que procura.
    .
    https://www.youtube.com/watch?v=Ls_qNMw5O2A
    /
    Uma boa avaliação cética do experimento se acha em https://skeptoid.com/episodes/4179 (em inglês), do qual pedi ao google para traduzir um trechinho:
    /
    “Infelizmente, o Experimento de Scole foi manchado por falhas investigativas profundas. Em resumo, os investigadores impuseram pouco ou nenhum controle ou restrição aos médiuns e, ao mesmo tempo, concordaram com todas as restrições impostas pelos médiuns.”
    /

  172. MONTALVÃO Diz:

    /
    Seria bom que o Vitor, que parece ter esperanças em Scole, lesse o contido no skeptoid… o artigo relaciona as múltiplas falhas dos experimentos. Quem não lê inglês pode abrir o texto no Chrome, clicar com o botão direito e pedir para traduzir, a tradução me pareceu razoável.

  173. MONTALVÃO Diz:

    /
    O Vitor refutou minha afirmação de que o Ellison (e por extensão seus companheiros) não foram lá conferir se espíritos comunicam, afirmei que disso eles já estavam certos, foram somente para anotar os milagres que presenciariam. Mas, como pode ver pelo trecho que segue, tirado do skepetoid, outros também perceberam a adesão ao misticismo por parte daqueles cientistas:
    /
    “Os crentes no Experimento Scole provavelmente apontarão para detalhes específicos no Scole Report e dirão algo como “Mas, de acordo com as notas detalhadas, o médium nunca moveu suas mãos”, ou algo assim. Mas temos que lembrar que, assumindo que os médiuns do Scole estavam usando truques, os autores do Scole Report eram apenas testemunhas que foram enganadas pelos truques.
    .
    É claro que o relatório deles provavelmente declara que eles não poderiam ter sido enganados. Este é um exemplo perfeito de viés de confirmação. Esses companheiros da Society for Psychical Research acreditavam firmemente que estavam testemunhando fenômenos espirituais genuínos e desejavam um resultado positivo.
    .
    Eles seguiram as instruções dos médiuns ao e agiram apenas como audiência e não como investigadores. O Scole Report detalha as percepções dos autores sobre o que aconteceu na sala; nenhum leitor tem motivos para acreditar que descreve o que realmente aconteceu na sala.”

  174. Gorducho Diz:

    Consegui entender, Analista Marciano
    Pra pontos > x10000 (limite dos 16 bits), usam pares sub-rogados – que é o que aparece nos decodificadores que eu montei…
    Assim, o par sub-rogado pra 𝓹 (tudo em base 10 doravante) é
    ["alto","baixo"] = [55349,56569]
    e a fórmula Unicode Standard 3 (Conformance).7 pro ponto é:
     
    code_point = (a – 55296) * 1024

    +

    b – 56320

    +

    65536

    =

    120057

     

     

    que é o nosso 𝓹 em base 10.

    👍

  175. Gorducho Diz:

    👍
    Minha curiosidade é SE a SPR enquanto instituição institucionalmente teria participado ou endossado.
    Respondido.

  176. MONTALVÃO Diz:

    /
    Outro trecho, que bate com palavras aqui ditas pelo Marciano:
    /.
    “Uma terceira bandeira vermelha é o fato de que não houve acompanhamento. Se fenómenos surpreendentes realmente acontecessem no Scole Experiment, isso teria mudado o mundo.
    .
    Psicólogos tradicionais e outros acadêmicos teriam entrado nisso, teriam feito manchetes em todo o mundo, e seriam repetidos em laboratórios em todos os lugares e se tornariam ciência dominante. Eles tiveram a oportunidade: o psicólogo experimental e autor Richard Wiseman forneceu envelopes seguros para os rolos de filme para os experimentadores, dentro dos quais o filme sempre deixava de ser exposto. Em vez de sair impressionado e espalhar a palavra, Wiseman resumiu para mim em seis palavras: “Era uma carga de lixo!”

  177. MONTALVÃO Diz:

    / Mais um trechinho…
    /
    “Esse mesmo princípio explica por que não vemos artigos dos Anais da SPR, como o Scole Report, republicados em revistas científicas.
    .
    Uma investigação científica de um fenômeno estranho pressupõe a hipótese nula, a menos que se possa provar que o fenômeno existe.
    .
    Mas os autores do Scole Report, com total credulidade, fizeram exatamente o oposto: sua posição declarada é que a falta de refutação significa que suas sessões eram eventos sobrenaturais reais.
    .
    Uma característica fundamental de uma boa pesquisa é a eliminação de outras possíveis explicações, nas quais os investigadores da Scole não fizeram nenhum esforço competente.
    .
    Muitos dos investigadores expressaram que não estavam muito convencidos do que testemunharam, e é a favor dos autores do Relatório Scole que eles relataram isso de forma justa. Mas isso levanta a questão: por que então escrever um relatório tão longo e crédulo, fazendo conclusões tão óbvias de que esses fenômenos eram reais? A lição a ser tirada do Experimento Scole é simples. Embora todos nós tenhamos noções preconcebidas, temos que colocá-las de lado e seguir as evidências quando investigamos.”

  178. MONTALVÃO Diz:

    A pedido do site, as citações ao artigo devem vir acompanhadas:
    /
    “Cite este artigo:
    Dunning, B. “The Scole Experiment”. Podcast Skeptoid. Mídia Skeptoid, 10 de novembro de 2009. Web. 14 de julho de 2018. “

  179. Gorducho Diz:

    Não, fica claro que não é um trabalho feito institucionalmente PELA SPR.
    É um dia de estudos (#37 se não me engano) onde o trabalho será defendido pelos autores, aberto a questionamentos.
    👍

  180. Marciano Diz:

    Borges, eu é que agradeço sua atenção.
    É sempre um prazer tê-lo aqui.
    Não sei se reparou, mas eu chamei-o para os comentários. Sutilmente.
    Um abraço.
     
    Bravo, Gorducho❗️
    É uma honra ser seu discípulo em linguagens de programação. E se puder retribuir com uma ideia ou outra, como agora, fico muito feliz. Ab imo pectore, sério mesmo.
     
    Presidente Montalvão, este é o ponto principal.

     
    Se fenómenos surpreendentes realmente acontecessem no Scole Experiment, isso teria mudado o mundo.
     
    Como sabemos, passados tantos anos, não mudou nada. Rendeu apenas documentários, referências em sites assombrados e um livreco.
    E veja que os caras deram uma de Doc Brown e viajaram no tempo, sem DeLorean, sem nada!
    Mas, como prometi acima, não devo mais falar do assunto, o qual, para mim, está esgotado.

  181. Marciano Diz:

    private String hexToBin(String hex){
    String bin = “”;
    String binFragment = “”;
    int iHex;
    hex = hex.trim();
    hex = hex.replaceFirst(“0x”, “”);

    for(int i = 0; i < hex.length(); i++){
    iHex = Integer.parseInt(""+hex.charAt(i),16);
    binFragment = Integer.toBinaryString(iHex);

    while(binFragment.length() < 4){
    binFragment = "0" + binFragment;
    }
    bin += binFragment;
    }
    return bin;
    }
    stackoverflow

  182. Marciano Diz:

    É melhor eu explicar: não é que deu stack overflow. Eu copiei do stackoverflow.
    Sutil diferença.
    Não consegui rodar.
    Veja se funciona contigo.

  183. Marciano Diz:

    Error.
    Estou botando a carroça na frente do burro, no caso, eu mesmo.
    É preciso ter paciência e dedicação com este tipo de coisa.
    Como eu disse mais acima, one day at a time.

  184. Marciano Diz:

    O que eu queria era um algoritmo para gerar binários a partir de hexadecimais. Só por curiosidade.
    Copiei um, mas não funcionou.
    Não adianta querer chegar ao segundo andar sem passar pelo primeiro.

  185. Marciano Diz:

    Ainda não aprendi HTML direito e estou querendo saber JavaScript e Python.
    Fico com a impressão de que devo aprender tudo o que puder sobre HTML e CSS para, depois, passar para Java, depois Python e, quem sabe, um dia, C++.
    Se eu estiver errado, se pode-se pular etapas (parecem-me etapas), encoraje-me; senão, diga apenas que estou certo, que devo seguir com calma e muita atenção.

  186. Gorducho Diz:

    Fiz uma pequena modificação pra simplificar a necessidade de instanciar os métodos não estáticos blah blah blah (Java é MUITO chata :!: ). Ou seja pus estático
    e publico
     
     

    public static String hexToBin(String hex){

     

    public static void main(String[] args) {
    System.out.print(hexToBin(args[0]));
    }

     
     
    args[0] = “0xd800″
    1101100000000000
    👍

  187. Marciano Diz:

    No tempo do 6.2 com interface de W3.11, eu começava todas as minhas rotinas com
    echo off
    cls
    para que não mostrasse os comandos (na linha de) e limpasse a tela.
    Se quisesse inserir um outro batch, era só colocar o comando “load”.
    Muito parecido, bem intuitivo, e funcionava.
    Se quisesse um comando, “call”, seguido do comando.
    Estou escrevendo de memória. Tem muitos anos, posso não estar lembrando direito.

    Minhas macros sempre carregavam um batch em 6.2.
    Com esses parcos recursos e um pouquinho de QuickBasic, eu fazia coisas que nem o diabo acredita.
    Dignas do que se atribui aos médiuns de Scole.

  188. Marciano Diz:

    Vou tentar de novo, mas estou com a premonição de que não vai ser simples assim.
    Amanhã, porque hoje não dá mais para nada. Estou meio zonzo.
    Borges, não é bebida, é confusão mental mesmo.
    Deve ser a idade.

  189. Marciano Diz:

    Mas responda à minha indagação, por favor, Gorducho. Devo seguir os passos que mencionei acima? Preciso saber muito de HTML para aprender Java e assim por diante?
    Note que sei muito pouco de HTML. E tem as W3, que ajudam muito.
    Não sei se existe o equivalente em Java ou Python.
    Tem o “h”, help, mas que, apesar do nome, não ajuda muito. Tinha o mesmo no 6.2, mas aí eu sabia usar. Entendia a ajuda.
    Estou pensando em desinstalar o Python, prosseguir com HTML, passar para Java (que você já me alertou que é muito chata), para só depois ir para Python.
    Que acha?

  190. Gorducho Diz:

    Java é a ÚLTIMA linguagem que deveria tentar aprender inicialmente (considerando que tenha interesse em refrescar seus conhecimentos de programação – já que sabia e gostava de lidar c/o BASIC).
    Java é horrivelmente verbosa & inflexível. Claro que o ponto positivo de tudo isso é que requer disciplina e metodologias, o que é bom pra programação comercial complexa.
     
     
    Não precisa desinstalar Python. Não atrapalha em nada.
    Aliás Macs e Linuxes já vêm com ela (a linguagem).
     
    Claro: pra mexer com HTML a linguagem natural é a JavaScript.
    Ou seja: JavaScript É A linguagem de programação pra páginas HTML. Trabalham ambas as duas em conjunto (assim como PHP também quando se trata de banco-de-dados).

  191. Gorducho Diz:

    ============================================================
    prosseguir com HTML, passar para Java
    ============================================================
    JavaScript; não Java…
    O aprendizado deve ser em paralelo. Sem JavaScript as páginas ficam estáticas, pouco é possível fazer com elas.

  192. Gorducho Diz:

    Essa rotina em JavaScript
    [
    fonte: Stack Overflow (claro)]
    Supus a formatação hexa na forma “0x…” e note que precisa formatar a saída em comprimento fixo pra poder recuperar depois.
    No caso baseei o exemplo nos limites dos pares sub-rogados:
    0xD800
    0xDFFF
    que requerem 16 bits, portanto se pré-formata c/16 zeros e depois se pega os 1°s (à direita) 16, que correspondem aos 2 bytes requeridos pra essa faixa de valores como vimos acima.
     
     
    <script>
    →function H2B(s16){
    →→return (“0000000000000000″ + (parseInt(s16, 16)).toString(2)).substr(-16);
    →}
    →var s2 = “”
    →var s16 = “0xd8000xdfff”;
    →var s16 = s16.replace(“0x”,”");
    →s16.split(“0x”).forEach(s => {
    →→s2 += H2B(s)
    →})
    →alert(s2)
    </script>

  193. Gorducho Diz:

    Claro, poderia não fazer comprimento fixo e por espaço em branco ou “%” &c… entre cada n° em binário.
    Tudo depende da técnica que cada software decidir adotar…
    Qqs. dúvidas: deixe-me saber.

  194. Gorducho Diz:

    Cá aquela rotina Java sem modificações.
    Note que pra invocar um método não-estático tem que 1° criar instancia da classe a cuja o método pertence…
    No caso eu instanciei a própria classe que corresponde ao programa dentro dela mesma no método main:
    H2B h2b = new H2B;
     
    h2b é uma nova instancia da classe H2B
    Daí se pode usar o método hexToBin dessa classe.
     
     
    public class H2B {
    →public static void main(String[] args) {
    →→H2B h2b = new H2B(); →
    →→System.out.print(h2b.hexToBin(args[0]));
    →}
    →private String hexToBin(String hex){
    →→String bin = “”;
    →→String binFragment = “”;
    →→int iHex;
    →→hex = hex.trim();
    →→hex = hex.replaceFirst(“0x”,”");
    →→for(int i = 0; i < hex.length(); i++){
    →→→iHex = Integer.parseInt(""+hex.charAt(i),16);
    →→→binFragment = Integer.toBinaryString(iHex);
    →→→while(binFragment.length() < 4) {
    →→→→binFragment = "0" + binFragment;
    →→→}
    →→bin += binFragment;
    →→}
    →return bin;
    →}
    }
     
    args[0] = "0xDFFF"
    1101111111111111
     
    args[0] = "0xDFFF0xD800"
    Exception in thread "main" java.lang.NumberFormatException: For input string: "x"
    at java.lang.NumberFormatException.forInputString(NumberFormatException.java:65)
    at java.lang.Integer.parseInt(Integer.java:580)
    at H2B.hexToBin(H2B.java:20)
    at H2B.main(H2B.java:11)
     
     
    pelo que percebo a rotina é só pra 1 número hexa;
    i.e.: não concatena-os…
    Testado nesta caixa-de-areia.

  195. Borges Diz:

    “Deve ser a idade”.
    Ou encosto.
    Um abraço

  196. Borges Diz:

    “Não sei se reparou, mas eu chamei-o para os comentários. Sutilmente.”
    Claro que reparei; quando você disse (não o brasileiro, o argentino…) eu fiquei lisonjeado.
    Um abraço

  197. Marciano Diz:

    Obrigado, Gorducho.
    Parece que é melhor eu dedicar mais tempo para Python. Ou é mais difícil do que Basic ou a Administração tem razão e as pessoas emburrecem com a idade. A verdade é que me parece mais difícil, mas é um alívio ver que não preciso aprender JavaScript, por enquanto.

     
    E obrigado também por sua disposição em me ajudar e encorajar.
     
    O que eu tentei fazer foi só um exercício, mas parece que ainda não estou preparado para isto.
    É preciso ir com calma. Não tenho o tempo que tinha quando era moleque.
     
    Borges, se for encosto, preciso de um exorcismo.
    Um abraço.

  198. Gorducho Diz:

    Eu diria que Python é um novo BASIC com muito mais recursos.
    Faz tudo que o BASIC fazia de forma mais moderna, e ainda pode ser apresentado GUImente via tkinter (que é a padrão) ou outras bibliotecas. Como no exemplo do conversor que eu pus.

    Agora, pra trabalhar com HTML a linguagem natural é a JavaScript pois são casadas.

    Experimente pra ver como funciona com este exemplo mesmo…

    1°) Cole isso numa página template HTML – editando c/o Notepad++ ou outro equivalente, claro…
    (dentro da cabeça; fora do corpo).
    As 2 aspas duplas (string vazio) tem que digitar, pois se só colar de cá dará erro…
    A linha em branco cá significa nova linha no código…
    Se fizer isso ✔ me avise que lhe mostro como construir a entrada e saída em HTML no corpo…
     

     
    <script>
    function H2B(s16){
     
    return (“0000000000000000″ + (parseInt(s16, 16)).toString(2)).substr(-16);
    }

     
    function fH2B(s16) {
     
    var s2 = “”
     
    s16 = s16.replace(“0x”,”");
     
    s16.split(“0x”).forEach(s => s2 += H2B(s));
     
    document.getElementById(“p2″).innerHTML = s2; }
    </script>

  199. Gorducho Diz:

    aliás acho que todas aspas duplas tem que redigitar…
    o Notepad++ já evidencia se as aspas são as corretas.

  200. Marciano Diz:

    Editei no Notepad++ v7.5.7.
    Troquei as aspas duplas por duas aspas simples, como indicado acima.
    Colei no template.
    Ao trocar as aspas, os trechos entre elas mudou a cor para vermelho, o que acho que é erro.
    Quando rodei (run), deu erro.
    Experimentei colar, sem editar as aspas (o que foi desaconselhado) e deu erro também, como já tinha sido avisado.
    :oops:
    Obs.: Acabei de instalar o Notepad++, pois eu só tinha o que vem junto com o Windows.

  201. Marciano Diz:

    Em tempo: as linhas 3, 6, 7, 9, 11, 13 e 15 ficaram vazias no editor, automaticamente. Só colei e editei as aspas.

  202. Marciano Diz:

    Arquivo, novo, colei, editei as aspas, colei no template e cliquei em RUN.
    Não sei onde errei.
    Vou começar do 0.

  203. Marciano Diz:

    Será que eu deveria ter salvado, colado o arquivo gravado no template?

  204. Marciano Diz:

    Quando você começou a me ensinar os primeiros passos em HTML eu me lembro que também errei várias vezes, a princípio.
    Aprendi um pouco nas w3 e depois consegui fazer algumas coisas, como consigo hoje.
    Nelas também tem JavaScript.
    Vou deixar Python por enquanto e ver se decolo na JavaScript. Se precisar, peço a você uma catapulta ou vento forte de proa.

  205. Marciano Diz:

    Colei abaixo de e acima de .

  206. Marciano Diz:

    Esqueci-me de escapar as entidades. < e

  207. Marciano Diz:

    >
    Não me lembro de cabeça dos comandos para desescapar, por isto dividi o comentário em dois.

  208. Marciano Diz:

    JavaScript accepts both double and single quotes.
    Devo tentar com aspas simples?

  209. Marciano Diz:

    Rodei com aspas simples e não respondeu. Não renderizou nada.

  210. Marciano Diz:

    Escolhi HTML em linguagem e apareceu uma linha vertical vermelha, do início ao fim do script, com uma caixinha com o sinal “-” nas linhas 1 (scritp), 2 (function) e 8 (function).
    Continuou não dando certo.
    Vou experimentar começar do 0 nas w3, e tento novamente quanto estiver apto.

  211. Gorducho Diz:

    Não pode renderizar nada pois estamos recém começando… :mrgreen:
    Vamos repassar desde o começo…
    Pegue um ficheiro de texto criado no Notepad++ e prepare o template HTML.
    Codificação UTF-8
    Menu Formatar > UTF-8
    (vai aparecer no canto inferior direito)
    salve como .html

     

     

    <!DOCTYPE html>
    <html>
    <head>
    <meta charset="UTF-8">
    <title>Testes HTML</title>
    </head>
    <script>
    </script><body>
    </body>
    </html>

  212. Gorducho Diz:

    👍
    Agora entre as tags script cole o código JavaScript só redigitando as aspas no lugar das coladas. Vão aparecer em cinza claro.
    Por enquanto é isso. Nada há para rodar por enquanto…

  213. Gorducho Diz:

    DEPOIS no corpo cole o código HTML que vai gerar o formulário pra entrada de dedos e saída do resultado.
    DENTRO do corpo cole
     
     
    <input type="text" id="tb16" size="100" style="background-color:#F4F7A0" value="0x10xA" />
     
    <p id="p2" onclick="fH2B(document.getElementById('tb16').value)">Insira o string hexadecimal no formato 0x...0x... e clique <b>cá</b> para obter o string binário</p>

  214. Gorducho Diz:

    As aspas redigitadas nesta secção aparecerão em violeta.
    É isso por enquanto…

  215. Marciano Diz:

    Valeu, Gorducho.
    Vou deixar para outro dia, pois estou tomando um grau e a cabeça não vai funcionar mais, com tantas novidades. Vou reler amanhã e tentar de novo.

  216. Gorducho Diz:

    Sintetizando então AMa:
    [list][li]Pense no Python como um BASIC atualizado pra 2018, incluída a possibilidade de programar aplicações gráficas puras (.pyw) compatíveis com o paradigma GUI atual.[/li]

    [li]JavaScript é a linguagem pra trabalhar casada com HTML.

    Ou seja: no contexto de navegadores.[/li][/list]

    Já tem tendências de estender JS pra uso + genérico.
    Pero por enquanto o quadro básico é esse.

  217. Gorducho Diz:

    Também não aceita lista cá
    😠

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