Soldado Dowding – A história pessoal de um soldado morto em batalha, por Wellesley Tudor Pole (1919/1966)

Livro agradável de se ler. Nota-se que o autor era mais cético das comunicações que recebia nas primeiras edições. Nas últimas edições, alguns trechos que mostravam dúvida foram retirados. Mas mesmo na última edição ainda sobraram trechos em que o autor foi bastante crítico, ao menos de parte das comunicações. Eu incluí nesta versão digital os trechos que foram retirados, e indiquei isso nas notas de rodapé. Para ler o livro em português, clique aqui.

14 respostas a “Soldado Dowding – A história pessoal de um soldado morto em batalha, por Wellesley Tudor Pole (1919/1966)”

  1. Gorducho Diz:

    Anno Domini: Ano do Senhor, equivalente a d.C., ou “depois de Cristo”. (N. T.)
     
     
    Bah :!: O Sr. bem que podia ter nos poupado disso 😡
    Parei…

  2. Vitor Diz:

    O Gorducho implica com umas coisas…

  3. Gorducho Diz:

    Acho falta de respeito c/(a cultura do…) leitor.
    Numa boa: eu acho isso.
    Pronto! falei.

  4. Vitor Diz:

    Eu mesmo tive que procurar ver o que era A.D….

  5. Gorducho Diz:

    Essa não :!:
    Não me venha c/essa :!:
     
     
    outra coisa que me deixa transtornado é quando “traduzem” unidades :!:

  6. Marciano Diz:

    Lamento, mas entendo o Gorducho e concordo com ele.
    Não se deve presumir que o leitor seja estulto, dados os assuntos aqui debatidos e o nível já conhecido dos comentaristas.
    Compreendo que Vitor tenha se esquecido do significado de A.D., o qual, certamente, aprendeu, mas não creio que qualquer dos comentaristas o desconheça.
     
    Quanto à “tradução” de medidas, concordo em parte.
    Se o original diz que um atirador é capaz de acertar um alvo a uma milha, não acho ser correto dizer que ele acerta o alvo a 1,6 km. Pior ainda (piada) seria dizer que ele acerta o alvo a 1,60934… km. Nesse caso, o correto para mim é dizer que ele acerta o alvo a 1,5 km, arredondando. Quando se diz que alguém acerta um alvo a uma milha o que se quer dizer é aproximadamente uma milha, não exatamente uma milha, até porque, para atiradores, uns metros ou jardas a mais ou a menos não fazem a menor diferença.
     
    A mesma coisa é dizer que uma aeronave está a dez mil pés do solo. Para traduções e leigos em aviação, pode-se dizer que está a 3 km. A não ser, claro, que o ATC diga a um piloto para manter-se a dez mil pés. Aí o piloto não tem que traduzir nada e manter-se a dez mil pés, não aproximar coisa nenhuma, a não ser que queira dar depoimentos para médiuns.
     
    Estou absolutamente sem tempo, hoje e principalmente amanhã, quando tenho compromissos que me tomarão o dia inteiro. Assim que puder, vou dar uma olhada no artigo.

  7. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Não se deve presumir que o leitor seja estulto”
    .
    Não foi isso que presumi, eu parti do princípio que ninguém é obrigado a saber latim.
    .
    MARCIANO DISSE: “Compreendo que Vitor tenha se esquecido do significado de A.D., o qual, certamente, aprendeu, mas não creio que qualquer dos comentaristas o desconheça.”
    .
    O livro está disponibilizado para comentaristas e não comentaristas.

  8. Orlando Diz:

    “Pense nisso! Em um momento eu estava vivo, no sentido terreno, olhando pelo parapeito da trincheira, desarmado, normal. Cinco segundos depois, eu estava de pé ao lado do meu corpo, ajudando dois dos meus amigos a carregá-lo pelo labirinto da trincheira para um posto de socorro”
     
    Opa, posto de socorro – mais um ponto para a tese das equipes médicas de resgate do plano maior. E o espírito soldado ainda ajudou a carregar seu próprio corpo! Alguns livros que li os espíritos são carregadas em macas, levados em ambulâncias espirituais.

  9. Vitor Diz:

    Mas Orlando, esse posto de socorro aí é terreno, não é um posto de socorro do plano espiritual não…

  10. Gorducho Diz:

    O Sr. se antecipou…
    :(
    Só posso parafrasear vovó (espírita): ai Jesus :!:

  11. Eu Sou a Universal Diz:

    Eu já percebi que o sr Orlando gosta de brincar, que é um duplo personagem daqui. Aqui do nosso templo, temos uma sala de informática imensa, técnicos especializados em ataques anti hackers trabalham para nós. Sim, foram contratados para evitarem invasão ao site da nossa religião que todo dia sofre tentativa de invasão. São milhares de ataques vindos de todos os lugares do mundo. Já pensou abrir a página religiosa e ver filme pornô rodando? Mensagens de violência, insultos, e outras coisas que semeiam ódio e imoralidade? Contra isso, temos uma forte equipe que monitora a nossa rede 24h por dia. Até agora, não conseguiram invadir o nosso site embora tentem. Temos tentativas de invasão de todos os lugares do mundo, até mesmo de remotas ilhas caribenhas, sabemos quem são as pessoas ou entidades que tentam contra nós. O Sr Orlando, é um participante ativo aqui , porém com outro nick. Uma pena que gaste tempo brincando. Esse participante, que alimenta o personagem “Orlando” ou Sr Orlando que alimenta o outro personagem eu tinha em alta conta. Tinha em alta conta o outro que agora não sei quem é quem. Não queria revelar isso, mas aqui é um espaço que levo muito a sério, onde aprendi muito, acho que não é um espaço para antipatias gratuitas , ódios e brincadeiras de um personagem se passando por outro ou de qualquer outro participante. Lamentável. O mesmo participante com 2 nicks, é do interior do RJ. Só revelarei a primeira letra do nome composto da cidade que mora. S. Acho que não pretendo mais voltar aqui. Estou muito chateado com o Sr Maruzio e Orlando/outro.

  12. Orlando Diz:

    Tem razão Vitor, confundi com um posto espiritual. O corpo do soldado estava sendo levado.

  13. Marciano Diz:

    Pastor, também desconfio que Orlando não exista, é um outro de nós, mas acho que deve relevar o fato, pois muitos outros usam do mesmo procedimento.
    Seja quem for o Orlando ( e também acho que seja quem você suspeita que seja), é um cara legal.
    Para mim, isto não é importante. Desde que não se usem de ataques pessoais e gratuitos, a brincadeira é bem-vida.
    Eu não tomaria conhecimento da morte do gasparzinho, se não fosse pelo “Orlando”.
    Um abraço, Pastor.
    Continue presente.

  14. Marciano Diz:

    Vitor, esqueci-me do fato de que a maior parte dos leitores do blog não comenta (eu mesmo não comentava, a princípio).
    OK.

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