Aplicação de Imagens Termográficas Digitais Infravermelhas (ITDI) e Outros Monitores para Documentar Fenômenos Físicos em Sessões com um Médium (2017), de Mark Boccuzzi

O autor examina se fenômenos físicos em uma sala de sessão com um médium podem ser documentados com a utilização de imagens termográficas digitais infravermelhas. Para ler o artigo, clique aqui.

18 respostas a “Aplicação de Imagens Termográficas Digitais Infravermelhas (ITDI) e Outros Monitores para Documentar Fenômenos Físicos em Sessões com um Médium (2017), de Mark Boccuzzi”

  1. mrh Diz:

    Folks:
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    Auxiliei na tradução do texto original da comunicação e ali não foi apresentada uma prova sequer das alegações feitas.
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    O autor diz que filmou, fotografou etc. e omitiu tudo; não expôs uma fotografia sequer do “fenômeno”.
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    Foi tudo feito às escuras e os participantes eram um médium de efeitos físicos, seus amigos e parentes. O autor diz que utilizou um programa de computador de movimentos e que este mostrou que houve movimentos.
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    Este foi o “testemunho” que ele deu. Ele diz no texto ter testemunhado os movimentos. No conjunto do texto, percebe-se que ele acompanhou tudo por um software apenas.
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    Vi uma médium de efeitos físicos inglesa no youtube explicar longamente como é possível produzir movimentos de mesas com os polegares no escuro, na parte de baixo do tampo oculta, em uma ação conjunta com um participante.
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    Enfim, continuo acreditando tratar-se de uma brincadeira de salão que se tornou farsa, e até hoje cobra seu preço. E textos deste tipo, que omitem as “provas”, só serve para vender mais câmeras infravermelhas e continuar a manter a superstição viva.

  2. Gorducho Diz:

    Repentindo então..
     
     
    O bom destas rubricas é que serviu pra gente repassar (às vezes a tendência é esquecer): NÃO PRECISA de escuridão.
    Lógico: uma iluminação suave, como eram as velas da época. + pode-se deixar com plena visibilidade o ambiente 👍
     

    Viram o Kardec na Netflix :?:
    Quando eles (no filme ele vai c/D. Amélie) vão 1ªx nas séances da Mme Pleinemaison, a mesa flutua até quase o teto [-1:25:04] 🙄

  3. Mariana Diz:

    Lendo o comentário do mrh, nem sei se vale a pena baixar o artigo…
    mrh vc participou de que maneira do artigo? Na tradução? Vc tem contato com o pesquisador? Obrigada abraços pra vcs!

  4. Gorducho Diz:

    Mme PlAinemaison
    :oops:

  5. mrh Diz:

    Só desta tradução, disponibilizada pelo Vitor, Mariana. Não conheço o pesquisador.

  6. Phelippe Diz:

    Olha, muito trabalho para pouco resultado. Melhor entrar num grupo de cartomancia do Facebook e conversar com o povo que tira cartas. Alguns possuem poderes extrassensoriais e vcs, em conversa, poderão comprovar na prática. Eu fiz o teste. E Quevedo está enganado. Esses efeitos não se limitam a 30 metros. Existem pessoas de Portugal que conseguem ler a mente, ver coisas, etc, estando a gente aqui, no Brasil. Por isso estou convencido de que esses poderes existem. Só não comprovam a sobrevivência após a morte.

  7. Vitor Diz:

    Também achei o artigo fraco. E ele não me respondeu.

  8. Mariana Diz:

    Oi Phelippe, tudo bem?
    Vc pode contar um pouco mais sobre esses acontecimentos?
    Quais pessoas ou grupos do face por exemplo vc acha que tem esses poderes?
    O que eles falam por exemplo, não poderia de alguma forma ser obtido por fontes de pesquisa no próprio face? É que não conheço essas práticas. Obrigada!

  9. Mariana Diz:

    Alguém já leu esse livro? Surviving Death – Um livro de Leslie Kean
    Pode dizer algo a respeito, por favor?

  10. Phelippe Diz:

    Oi, Mariana.
    Então, eu sempre me interessei por esses assuntos e dentre minhas práticas aprendi a ler cartas. Daí participei de vários grupos de baralho cigano no Facebook. Nesses grupos boa parte dos participantes são profissionais, muitos com dons tais como intuição aguçada, telepatas, sensitivos, visão remota, etc. E o que fazíamos era pitacar nos jogos que os membros postavam. Eu fiquei bom nisso, ler cartas, e não raro as pessoas me chamavam no privado. Foi aí que conheci umas pessoas que têm o dom da telepatia, liam meus pensamentos, sentiam minhas emoções, conseguiam me “ver” no astral, em suma, só participando para crer. Como meu perfil não tinha nada, foto, curtidas, etc, perfil criado só para participar dos grupos, acho improvável que tenham obtido informações minhas. Aliás que não tinha outro perfil, não ponho nada em rede social. Quanto aos grupos, quase todos os que trabalham com baralho cigano. Se vc for boa em ler cartas, e essas pessoas gostarem, vão contatar vc. Eles percebem se podem confiar ou não.

  11. mrh Diz:

    Faz algum tempo, durante o sono, tive um acréscimo de lucidez e percebi que uma bolinha cercada de energia se aproximava. Curioso, fui em sua direção. Em certo instante, dentro daquela energia, “soube” que era meu pai, e “gritei”: “- pai!”. Fez-se um instante duplo de felicidade.
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    Vi também duas bolinhas idênticas à primeira se afastando do ambiente, e as associei a entidades obsessoras que há tempos me infernizam. A surpresa foi saber que eram duas. Sempre acreditei ser uma apenas. Pensei algo como: “- vão embora, bobonas!”. Creio ter sido a presença do meu pai que as intimidou e elas fugiram. São seres covardes.
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    Naquele dia, estava muito irritado com o desempenho do governo brasileiro, e :imediatamente “falei”\pensei para meu pai: “-eles barbarizam e a gente tem de votar neles, parece que a gente vira cúmplice assim”. Ele retrucou: é, a gente tem que dar nosso aval!”.
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    A palavra aval foi muito reveladora e oportuna. Meu pai era corretor de imóveis e esta palavra fazia parte de seu vocabulário usual. Eu quase não uso, há anos não ouvia. Fiquei muito satisfeito. Tudo não durou mais do que 30 segundos, mas foi muito importante.

  12. Mariana Diz:

    Da onde isso mrh? Não entendi!

  13. mrh Diz:

    Em casa, durante o sono, q se desdobrou em outro estado de consciência.

  14. mrh Diz:

    Dear lindinhos:
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    Kardec teria estudado mesmo em Yverdon? Recentemente li uma biografia em que o autor pôs em dúvida essa versão.
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    Hoje fiz uma pequena pesquisa na net sobre o tema, e descobri que Lyon fica algo próxima da fronteira com a Suíça, que é algo próxima do castelo de Yverdon.
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    Portanto, não seria, geograficamente falando, tão difícil que Kardec tivesse ido até lá. Na verdade, a cidadezinha que Kardec passou a primeira infância é ainda mais próxima da fronteira.
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    Distintamente do que diz um biógrafo espírita, não podem ter sido “os pais” de Kardec que o mandaram para lá. Seu pai desapareceu aos 2 ou 3 anos de idade do infante. Talvez tenham sido suas obrigações militares que acarretaram isso.
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    Mas há uma carta de Pestalozzi para Rostaing, pai de alunos em Yverdon, em que consta a seguinte passagem, que acabei de ler no texto original:
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    “Madame Rivail vous fait ses honneurs et vous remercie beaucoup de vos bonnes dispositions à l’egard de la personne que’elle vous a recommandée”. 18/03/1816.
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    “Madame Rivail vos dá suas honras e vos agradece muito por vossas boas disposições para com a pessoa que ela lhe recomendou”.
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    Samatliche briefe, Emanuel Dejung, 1816-17, 4230.
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    Assim, há boa prova circunstancial em favor da versão clássica; as famílias Roustang (se for aquela figura conhecida) e Rivail (talvez) se conheceriam bem antes de Kardec adotar esse nome.
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    Ademais, Pestalozzi apostava muito no ensino da matemática básica na educação, exatamente o ponto de Kardec em seu primeiro livro.
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    Tanto Dejung quanto H. Schonebaum, biógrafos não espíritas de Pestalozzi, afirmam que se trata de Kardec.
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    Mas não consegui nada com a versão que Kardec teria se bacharelado em literatura e ciências. Yverdone dava este grau? Até onde acompanhei, os títulos eram sub mestre e mestre, correspondentes hoje ao segundo grau, ou o normal. Formava professores para o grau básico.
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    Que ele tivesse o título de doutor em medicina então, nem falo…

  15. mrh Diz:

    Ah, mais um ponto. Pestalozzi, em Yverdone, aceitava crianças estrangeiras e pobres. Pode ter sido o caso de Kardec.

  16. mrh Diz:

    E a palavra correta é Yverdon…, credo em cruz, (e) danado!

  17. mrh Diz:

    Talvez o erro de leitura seja meu.
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    Posso ter confundido “bacharelado” com “graduado”, que às vezes por aqui funcionam como sinônimos, mas lá poderiam ser coisas distintas.
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    Kardec pode ter obtido o grau (graduado-se, portanto) de mestre, ao nível de quem hoje completa o secundário/normal, com ênfase em em gramática/literatura e ciências.
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    Caso quisesse cursar medicina, iria para Montpellier, por exemplo, e lá faria seu curso superior.
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    Com esse grau, Kardec podia montar sua escolinha etc., e aí a biografia subsequente.

  18. Jorge Anderson Mello Diz:

    Pelo que li continua valendo a explicação do movimento ideomotor, o mesmo que ocorre na experiência do copo e tabua ouija. Quando lia nos livros espíritas sobre mesas girantes eu sempre imaginava algo do tipo telecinese com objetos flutuando no ar, mas me parece que na realidade a mesa ficava no máximo em um pé só, e era leve o suficiente para sofrer o impacto da força muscular unida dos participantes. Fora os varios tipos de fraudes como um gancho escondido na manga que encaixado à mesa fazia com que ela ficasse grudada na mão do médium e pudesse ser alçada ao ar

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