O Médium Thomas Lynn (Novas Fotos de Ectoplasmia!)

Segue a tradução de mais um artigo rico em fotos de ectoplasmia.

 

MARAVILHOSOS APORTES REAIS. PARTE 1:

O médium Lynns forma ectoplasmas e aportes.[1] 

A seguir se mostram as formas ectoplasmáticas mais estranhas que já foram fotografadas.

Originalmente queríamos escrever a respeito dos efeitos mediúnicos transferidos entre os membros da família e amigos, mas vamos fazer um enfoque principal e mais interessante nos aportes.

Os aportes são com freqüência de pequeno tamanho e isso levanta suspeitas a algumas pessoas. Mas com os anos nos defrontamos com aportes acompanhados de coincidências surpreendentes, que são dificilmente entendidos se não se consideram autênticos.

Mas quanto a isto, certamente, cada um terá sua própria opinião.

Motivados para fazer um artigo rico em ilustrações dos acontecimentos de fortes e interessantes aportes dentro da obra mediúnica do Círculo Félix nos últimos dez anos como a parte seguinte de “Maravilhosos aportes reais”, começamos com uma seqüência de fotografias com um médium do qual não sabemos muito ainda, exceto que ele é de Newbiggin (UK), um mineiro, e que em 1936 participou da investigação do Major Mowbray e do parapsicólogo James Hewatt McKenzie.

Depois que o comandante despiu o médium “Lynn” nas sessões, fizeram-se fotografias incríveis. Ele foi colocado em um traje para evitar fraude e ainda puseram-lhe num saco e amarraram-no no pescoço com força. Então os dois entraram num aposento onde o “círculo” já estava esperando com o pesquisador Mowbray e seu ajudante (McKenzie), o qual constava de 6 pessoas que se sentavam frente ao gabinete, na que foi posta a cadeira do médium.

O gabinete foi previamente bem colocado para os assistentes e o médium se deixou colocar ali, com uma pequena mesa diante da abertura das cortinas. A sessão mediúnica se realizou em condições de iluminação relativa, “um pequeno lustre de azeite” alumiou a habitação com luz branca. Morbray escreve que a ninguém de seu círculo foi permitido acercar-se de Lynn, só Morbray e seu assistente que colocaram a mesa e a cortina. Sobre a mesa repousava uma placa de metal.

Morbray escreve que o médium entrou em “profundo transe” e que a mesa depois de “vários golpes na bandeja” começou a mover-se pelo aposento.

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Foto 1. Braço ectoplásmico sobre a bandeja.

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Foto 2. Ampliação da vareta.

Quando a mesa começou a se mover, o pesquisador Morbray se levantou e comprovou que não havia cordas ou fios conectados à mesa ainda que parecesse não ser assim. Depois pôs uma cítara (instrumento de corda alemão) sobre a mesa, adiante das ranhuras da cortina e outra vez, igual como nas outras ocasiões, a cítara começou a “tocar”, raspar, golpear, de novo por uma vareta ectoplasmática, também fotografada.

Morbray diz que para o olho humano, o agente ectoplasmático era invisível, e só aparecia na fotografia. Afirmou estar inclusive com a mão posta acima das cordas da cítara e sentir uma brisa de ar que circulava por ali. O estranho anel no nariz era um objeto que se encontrava no nariz dos médiuns e o que aparentemente pendura dele, era algo inexplicável para os pesquisadores. Morbray sempre tentou mais coisas, “quando a barra estava golpeando a bandeja, pus minha mão ao lado para freá-la com os dedos, mas sempre evitava tocar minha mão. Era como se tivesse olhos e evitasse chocar com minha mão.”

Tal comportamento paranormal é muito conhecido dentro da investigação paranormal, quando os fenômenos não ocorrem absolutamente em determinadas condições de observação.

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Foto 3. O médium Lynn por trás das cortinas e a vareta ectoplasmática golpeando a cítara.

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Foto 4. A ampliação da vareta golpeando a cítara.

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Foto 5. O médium Lynn durante o episódio da cítara, com um estranho brinco no nariz com algo aparentemente pendurando dele. Os pesquisadores não podiam explicar o que viram e consideraram que seria uma estranha forma de “transfiguração” do médium desconhecida.

Então no geral o processo de aportes começava, depois do que o “médium entra num transe mais profundo”, como escreve Morbray. O que isto queria dizer não o revela em seu relatório. Morbray descreve a seguir as incidências com os aportes, nos que os objetos, as vezes até duas dúzias apareciam e caíam sobre a bandeja como colheres de chá, facas, anilhas de cortinas (não do gabinete), anzóis, etc.

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Foto 6. Outra barra ectoplasmática golpeando a mesa.

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Foto 7. Ampliação da estranha barra.

Quando os processos de aportes reais começavam a luz dos assistentes era baixada e os objetos se escutavam cair principalmente sobre a bandeja, muitas vezes as câmaras revelavam detalhes atraentes. Fotografando com uma lente ou uma lente de quartzo para que as coisas fossem visíveis.

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Foto 8. Um objeto é trazido, um colar. Antes de que chegasse a cair, a câmara captou de alguma maneira o colar ereto acima da bandeja de metal, aparentemente suspenso no ar pelo nada…

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Foto 9. Ampliação do aporte do colar.

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Foto 10. Aporte de uma pulseira, ainda acima da bandeja, também suspensa ali de alguma maneira.

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Foto 11. Curiosamente vemos de novo aqui o objeto que poderia ter sido colado previamente no interior do nariz do médium (veja-se mais acima, o médium com o objeto similar a um anel no nariz) Por que se faz visível aqui? Não sabemos.

De fato, as câmaras poderiam ter captado uma e outra vez o momento real da materialização que é parte de todo o processo do aporte, apesar de que o termo “materialização” considera-se para outra coisa que não é um aporte. A materialização é em si mesma a criação da matéria do nada; por outro lado, um aporte é o transporte paranormal de objetos existentes de um lugar a outro. No entanto, o próprio objeto que aporta tem que chegar ao interior da sala onde é aportado, assim parece haver uma materialização de algum tipo também neste processo… O próximo incidente mostra que fotografar através de uma lente de quartzo, na verdade, pode apresentar conteúdo adicional, como já sabemos do caso “Margery”, onde as lentes de quartzo também revelaram coisas inéditas.

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Foto 12. Esta foto mostra o aporte de uma colherzinha, outra vez sendo suspensa no ar.

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Foto 13. A ampliação revela um estranho objeto alongado e não está claro, se a colher de chá em realidade se vê dessa maneira ou se se trata de uma forma de perturbação espacial que faz com que a colher pareça estranhamente deformada nas fotografias.

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Foto 14. O mistério aumenta se nos fixamos no que a lente de quartzo capturou e é novo, é algo totalmente diferente.

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Foto 15. Um estranho dispositivo de alavanca se faz visível, a colher cai em cima da mesa. Isto por suposto é interessante porque nessa época, Crawford estava desenvolvendo sua teoria das barras psíquicas como alavancas em seus três livros sobre os experimentos no Círculo Goligher. O médium tinha ouvido falar disto ou foram seus poderes sobrenaturais quem desencadearam o processo descrito por Crawford?

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Foto 16. Outra barra psíquica de Lynns golpeando a mesa…

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Foto 17. A ampliação da foto anterior.

Assim que a partir do material fotográfico “Lynn” deve ser contado como um médium capaz de produzir interessantes ectoplasmas. A maior parte sobre ele foi escrito em jornais já não disponíveis nem na Inglaterra nem na Alemanha, (como o “Zeitschrift für Forschung MetaPsychichische”)

Estamos muito contentes de ter podido – depois do conteúdo de Keith Milton Rhinehart – apresentar outro lote de fotografias que não existia previamente na web.

Mantenha-se em sintonia para a segunda parte dos maravilhosos aportes reais e materializações pelo Círculo Félix e seu médium. Caligrafias de falecidos, materializações de mãos nuas e muitos mais como aportes de água e coisas do tipo estarão no foco do artigo.

Fiquem ligados.

KM.

Link original: http://survivalafterdeath.blogspot.com.es/2014/06/maravillosos-aportes-reales-parte-1-el.html




[1] O nome completo do médium é Thomas Lynn. Sua mediunidade começou a se desenvolver em 1913 em seu círculo familiar, mas ele não praticou a mediunidade de efeitos físicos antes de 1926. A primeira série das sessões experimentais ocorreu em julho de 1928. As sessões foram continuadas em setembro de 1928 e repetidas em março de 1929. Para um relatório detalhado dos fenômenos produzidos por Lynn, ver Psychic Science (Vol. 8, no. 2, July 1929: 129-37). Alguns dos fenômenos foram replicados pelo Prof. Karl Blacker, da Riga University, com o médium B.X. (Zeitschrift fur Parapsychologie, June, 1933.) (N. T.)

7 respostas a “O Médium Thomas Lynn (Novas Fotos de Ectoplasmia!)”

  1. Antonio G. - POA Diz:

    Vitor, mostrar estas fotos é uma forma de prestar um bom serviço à causa da desmistificação destas farsas tolas.
    .
    Fotos com bastante penumbra, sombras, névoas, cortinas, etc…, são sempre recorrentes. A qualidade ruim das fotos também contribui. E a idade: sempre bem antigas. Pré-históricas.
    Atualmente estas “materializações” não acontecem mais. Uma pena…

  2. Antonio G. - POA Diz:

    Minha filha de 5 anos sabe fazer uns truques de mágica mais interessantes do que isto…

  3. Demóstenes B. S. Diz:

    Olá, pessoal do Obras Psicografadas. Acompanho de longe o blog, sou médium de efeito físico ou “paranormal de aporte”. Enfim, já vi meu ectoplasma, fiquei assustado, procurei aprofundar no assunto, cheguei até aqui a uns anos atrás.
    Não vi nenhum comentário ou artigo a respeito do “Dr. Paulo Cesar Fructuoso”, nem prós e nem contras. Existe vários vídeos de palestra, a respeito da experiência em materialização no “Lar Frei Luiz”, inclusive com fotos. Gostaria de saber a opinião do blog. Segue uma das palestras: Palestra Dr. Paulo Cesar Fructuoso – Ectoplasmia e materialização de espíritos | https://www.youtube.com/watch?v=eC-C40FWoN4
    Abraço.

  4. Vitor Diz:

    Olá, Demóstenes
    você continua a exibir o fenômeno de ectoplasmia ou parou? E fenômenos mentais, você exibe algum, como psicografia ou psicofonia?
    Sobre o Dr. Paulo, tenho que pesquisar, acho que é a primeira vez que ouço falar dele.
    Um abraço!

  5. Demóstenes B. S. Diz:

    Olá, Vitor.
    O “médium de efeito físico”, está entre aspas, pela lógica ainda não sirvo para ser estudado. Uma 2º pessoa, não “médium”, fora do centro espírita, não viu o fenômeno. Eu não vejo nada, só os companheiros.

    Resumo do que “vi”: Estava testando umas placas, minha CPU estava aberta e virada na horizontal próximo da cama. Estava cansado, tirei um cochilo, abri os olhos, vi uma fumaça branca, fina, na horizontal, parecida com cigarro, em quantidade maior, em cima da fonte e caindo pro lado do topo da CPU, caindo lentamente, ficando na horizontal. Na hora pensei que tinha queimado a fonte, fechei os olhos e voltei a dormir. Quando acordei a CPU ainda estava ligada, cheirei tudo, nada queimado e nem sinal da fumaça. A fumaça que vi não atravessou a CPU e não sofreu ação dos coolers, tanto da fonte como do processador. O acontecido foi a tarde, 4 ou 5 horas, com a luz do sol no quarto.
    Vi uma 2º vez, no mesmo lugar, no espaço entre a minha cama e o móvel do computador, a noite com a CPU desligada.

    Não fumo, não tem encanação na parede, ar condicionado, umidade e condensação suficiente no quarto. Deduzo que a tal “neblina”, seja ectoplasma, se valendo de alguns livros e estudos. Entre eles o do Herculano Pires – Parapscologia Hoje e amanhã.

    Efeito físico, nada inexplicável. Só uma vez, na minha presença, um líquido, um vinho atravessou um cuia de coco, sem furo ou rachadura. O feito foi creditado a uma entidade espiritual.

    Não tenho a psicografia ou psicofonia. Só uma sensibilidade, quando estou 100%, sinto as sensações nervosos, emocionais e físicas de outras pessoas. No físico, o que observei é que o meu “nervo” sofre um “aperto” na região correspondente, ao que a pessoa está sentindo uma dor: pancada, pós-operatório, corte, etc.
    Algumas vezes luz do sol causa uma “agonia”, dias nublados uma sensação de sufoco.

    O que vi, foi bem visível. Lógico, podia estar dormindo e sonhado, Sim. Por isso procuro informações.

    Agradeço à atenção.

  6. Usuba Kagerou Diz:

    Sr. Vitor Moura.
    É possível obter uma cópia, em português, da obra de James Hewatt Mckenzie, intitulada “Spirit Intercourse”?

  7. Vitor Diz:

    Desconheço qualquer versão em português, Usuba.

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