Arquivo ‘Obras de Chico Xavier’ Categoria

Urânia (1889) de Flammarion x Cartas de Uma Morta (1935) de Chico Xavier – por Míssel Crítico

quarta-feira, agosto 10th, 2022

Correspondências já haviam sido encontradas por Moizés Montalvão entre o livro “Urânia” de Flammarion e o livro “Cartas de uma Morta”, de Chico Xavier (disponível aqui). Porém, o internauta Míssel Crítico achou mais, e ao menos uma é bem gritante. Seguem suas descobertas e comentários. Para ler o artigo, clique aqui.

A Letra Fantasma (2022), por Thiago Gasparino

quarta-feira, julho 6th, 2022

O perito criminal Thiago Gasparino faz uma reanálise minuciosa do estudo do grafocopista Carlos Augusto Perandréa em torno de algumas das cartas psicografadas por Chico Xavier, em que supostamente incorporava o espírito de Ilda Mascaro Saullo, uma italiana. Thiago chegou a uma conclusão completamente divergente da de Perandréa. Um trabalho semelhante já havia sido feito por Moizés Montalvão (aqui), mas o Thiago certamente trouxe novos elementos que reforçam boa parte das conclusões a que Montalvão chegou, embora não todas. Para ler o ótimo artigo do Thiago, clique aqui. Para outro artigo do Montalvão com evidências de plágio de Chico, clique aqui.

Chico Xavier e sua repulsa ao Feminismo, por Lair Amaro (2022)

domingo, maio 22nd, 2022

No sistema de crenças e valores do espiritismo chicoxaveriano, as mulheres são constantemente desencorajadas a engajarem-se nas lutas por seus direitos.

Trata-se de uma diretriz tão forte que o santo dos espíritas empregou múltiplas estratégias para persuadir as cristãs do tipo espírita a sentirem repulsa pelo movimento feminista.

Sentindo as repercussões das agitações estudantis de 1968 e das feministas nas ruas, Chico Xavier, em 1989, lança o livro “Fotos da vida” no qual assina como “espírito Augusto Cezar”.

Não por acaso, “Augusto Cezar” é apresentado como um jovem que desencarnara, aos 25 anos, em decorrência de um afogamento. Com efeito, assumir personas de jovens constituiu uma estratégia inteligente para popularizar o espiritismo chicoxaveriano.

No livro, Chico Xavier insere uma crônica intitulada “Feminismo” e nela emprega uma estratégia de convencimento que fez escola e continua sendo usada por vários reveladores espiritas: imaginar uma narrativa envolvendo alguma situação vivenciada pelo Jesus espirita.

O capital simbólico do santo dos espíritas somado à devoção da comunidade de crenças espírita faz com que as crônicas escritas por ele sejam consideradas como histórias reais que não foram registradas nos evangelhos.

Assim, para conjurar os perigos do feminismo para as famílias cristãs do tipo espírita, a crônica descreve Jesus e seus discípulos no rumo de Jericó a fim de visitar necessitados e doentes.

Jesus e seus companheiros, porém, perdem-se no caminho. O aparecimento providencial de um viajante é visto como a salvação para a trupe. Pedro aborda-o pedindo informações sobre a estrada certa que leva a Jericó. O estranho, contudo, trata-os com extrema rispidez e ignorância.

Pedro, então, volta-se para Jesus e comenta que aquela atitude não ficará impune e o Céu há de castigar o brutamontes. Jesus, como seria de se esperar, repreende amorosamente o discípulo. Em seguida, uma “bela jovem carregando um cântaro de água na cabeça” (portanto, uma escrava) é avistada. Pedro (contrariando os costumes judaicos) interpela a moça e esta, com toda a gentileza do mundo (também contrariando os costumes judaicos), mostra-lhes o caminho a seguir.

Embevecido com a situação, Pedro aproxima-se de Jesus e pergunta-lhe qual será a recompensa do Céu para aquela jovem pelo grande serviço prestado ao grupo. Em “voz alta”, Jesus responde — não a Pedro, mas para a comunidade de crenças espírita — que a recompensa da jovem será “casar-se com o homem brutalizado a fim de que consiga educá-lo para Deus e para a vida”.

As palavras conclusivas de Jesus, na situação imaginada pelo santo dos espiritas, foram estrategicamente elaboradas para convencer as famílias cristãs do tipo espírita a repelirem fortemente o feminismo. Com efeito, a jovem gentil que educa o brutamontes para Deus e para a vida prova que “se a mulher nos abandonar à própria sorte, negando-se a cumprir a missão que o Céu lhe atribui, com certeza, nós todos, os homens vinculados ainda à Terra, estaremos perdidos…”

“Abandonar os homens à própria sorte’ seria um dos resultados que Chico Xavier mais tinha repulsa e que se daria caso as feministas prosseguissem lutando pela igualdade de direitos. As feministas, aos seus olhos, eram um péssimo exemplo à medida que negavam-se a cumprir a “missão que o Céu” atribuiu a todas as mulheres, ou seja, permanecerem no lar dedicando-se aos seus afazeres naturais: serem boas mães e boas esposas.

Instagram do Professor Lair Amaro: @professorlair

“Evolução Anímica” (1937) de Gabriel Delanne x “Emmanuel” (1938), de Chico Xavier – Republicação e Acréscimos

quinta-feira, fevereiro 24th, 2022

Este artigo já havia sido publicado, mas o internauta Míssel Crítico – muitíssimo grato! – achou mais evidências de plágio, assim, segue o artigo atualizado para leitura! Clique aqui.

Chico Xavier e Léon Denis (mais um plágio), por Míssel Crítico (2021)

sexta-feira, dezembro 17th, 2021

O leitor do blog Míssel Crítico descobriu mais um plágio de Chico Xavier em 4 livros diferentes! Para saber quais trechos foram copiados, clique aqui.

Legado de Chico Xavier ganha ensaio premiado nos EUA

terça-feira, novembro 30th, 2021

Para ler a matéria, clique aqui. Os artigos premiados (em inglês) também podem ser baixados. Eu achei o resultado extremamente injusto. O artigo vencedor de Jeffrey Mishlove é apenas um apanhado de vídeos e livros. O artigo sobre Chico Xavier prefiro traduzir para depois comentar.

Mais erros históricos encontrados em “Há Dois Mil Anos” de Chico Xavier

sexta-feira, setembro 17th, 2021

O internauta Marlon me pediu para analisar o texto “AS CONTRADIÇÕES DE CHICO XAVIER E SEU EMMANUEL” – disponível no abandonado “Blog Celipe” aqui – no tocante aos erros históricos apontados pelo autor no livro “Há Dois Mil Anos” de Chico Xavier. Tive que contar com a ajuda do analista do BACEN José Carlos Ferreira Fernandes (JCFF), mas foi feito. Para ver os erros, clique aqui.

Por que não existem mais médiuns inconscientes? – por Morel

terça-feira, setembro 14th, 2021

Embora o título do vídeo trate de outro tema, Morel também relembra diversas fraudes de Chico Xavier (plágios e materializações, entre outras), mas faz certa defesa das mesas girantes (embora considere fraude possível) e de William Crookes – não necessariamente suas pesquisas relativas às irmãs Fox, creio estar se referindo ao observado com o médium Home. É bem interessante.

6 divergências entre Emmanuel e Kardec, por Morel

quinta-feira, setembro 2nd, 2021

7 erros de História no livro “Coração do Mundo, Pátria do Evangelho” de Chico Xavier

quinta-feira, julho 29th, 2021
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