Afinal, quem enganou William Crookes?

Segue o capítulo de um livro que explica os fenômenos que Crookes observou com Florence Cook e Anna Eva Fay e estabelece um culpado que teria enganado o químico inglês. Para saber quem foi, clique aqui.

100 respostas a “Afinal, quem enganou William Crookes?”

  1. Diz:

    Agora tocou na ferida do professor

  2. Marcos Arduin Diz:

    Não exatamente, Zé. Não é a primeira vez que os céticos arrumam algum zé mané que teria feito algo assim ou assado para enganar este ou aquele pesquisador. Eu prefiro aguardar a obra inteira para ver como me pronunciar. Até onde vi, a coisa não ajuda muito. Enquanto a Ana Fay confessa a Houdini que enganou o Crookes trocando uma mão pela dobra do joelho, aproveitando uma queda de energia no teatro onde se apresentava (em 1875), o suposto namorado teria fornecido a ela uma bobina para substituí-la e fazer a fraude. O problema é: qual o tamanho desta bobina e como ela permitiu a variação de leituras do galvanômetro? Isso não poderia acontecer.
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    Garante os céticos seus fãs que ela confessou TODOS os seus truques a Houdini, mas não falou deste cara, nem como a ajudou, nem da bobina, nem nada de nada. Muito estranho isso.

  3. Diz:

    Revelar detalhes de como procede cada artimanha, seria bom demais pra ser verdade.

  4. Phelippe Diz:

    A suposta farsante realizava prodígios a troco de dinheiro, não era? Quem garante que Houdini, no afã de provar sua tese materialista, não tenha oferecido dinheiro para a Médium dizer o que disse?

  5. Diz:

    Bastava Houdini alegar/mentir. O dinheiro não se fazia preciso. Uma vez que tinha por hábito desmascarar médiuns por ai.

    O problema é que o escapista realizava prodígios semelhantes aos médiuns. Ou seja, fica implícito a probabilidade dos médiuns serem da estirpe do Houdini.

  6. Vitor Diz:

    ARDUIN DISSE: “O problema é: qual o tamanho desta bobina e como ela permitiu a variação de leituras do galvanômetro? Isso não poderia acontecer.”
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    Isso está dito no artigo.
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    SOBRE AS VARIAÇÕES:
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    Aparentemente, Annie experimentara alguma falta de jeito ao amarrar a bobina de arame que Charlie fizera para ela entre as manivelas. Se o enrolar não fosse feito muito rápido e firme dentro do tempo de resposta do instrumento, o galvanômetro registraria uma queda abrupta na resistência do corpo da médium pela metade, um balanço muito grande na escala do instrumento. Como foi, a luz oscilou em quase 70º no primeiro minuto ou mais antes de se estabelecer em um deflexão de 237º. Com a exceção de uma súbita oscilação de 30º, a deflexão permaneceu dentro de um intervalo de 2 a 3 graus por praticamente toda a sessão. Um afrouxamento ou escorregamento do arame que ela enrolou em torno das manivelas de metal molhadas explicaria a repentina oscilação de 30º, com Annie rapidamente apertando uma ponta do arame. Tivesse ela tentado amarrar ou apertar as duas extremidades da resistência da bobina ao mesmo tempo, ela teria posto a resistência de seu próprio corpo de volta ao circuito, com a oscilação instantaneamente caindo ainda mais, pelo menos mais 40-50%, uma certeza de que algo estranho havia acontecido. Provavelmente foi só a sorte que impediu Annie de tocar as duas manivelas ao mesmo tempo.
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    SOBRE O TAMANHO:
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    O fio de alta resistência de liga cobre-níquel não estava facilmente disponível na Inglaterra em 1875, mas estava no Continente. Uma bobina enrolada nesse fio seria relativamente pequena. Uma bobina de fio de cobre de bitola fina, como usada na construção do galvanômetro, poderia ter sido enrolada para corresponder ao corpo de Annie mais da resistência do cabo, mas teria sido relativamente grande e pesada, mas não além de se esconder sob as saias de Annie. Dadas as frequentes viagens ao Continente de Crookes, não é fora da razoabilidade supor que o fio de alta resistência pudesse estar disponível no laboratório — mas isso realmente não importava. De alguma forma, Annie conseguiu.

  7. Marcos Arduin Diz:

    “mas teria sido relativamente grande e pesada, mas não além de se esconder sob as saias de Annie. Dadas as frequentes viagens ao Continente de Crookes, não é fora da razoabilidade supor que o fio de alta resistência pudesse estar disponível no laboratório — mas isso realmente não importava. De alguma forma, Annie conseguiu.”
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    Traduzindo a sabedoria cética: creia, como nós cremos, que ela, de alguma forma que desconhecemos, conseguiu burlar o galvanômentro. Crença por crença…
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    Sim, Zé, mas a comunidade cética militante afirma categoricamente que ela revelou TODOS os seus truques. E de graça. Porém não vi a descrição de nenhum deles, mas garante os céticos que ela revelou a fulano de tal… nunca em público e sim em conversas particulares. Foi oferecida uma baba a ela para revelar como enganou Crookes, mas ela recusou, dizendo que não ia tentar impossibilidades. Estranho, não acham? Os céticos têm uma lista amplas dos truques (im)possíveis…
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    Houdini não leu UMA SÓ LINHA dos trabalhos que Crookes publicou sobre o assunto. No livro dele em que relata o caso da Ana Eva Fay, disse que ela nunca acreditou em nada de Spiritualist, revelou todos os seus truques numa boa e quanto ao Crookes, aconteceu de quanto fez uma turnê pela Inglaterra, ela melou porque o ilusionista John Nevil Maskeline a expôs (= fez por ilusionismo o que ela alegava fazer por espíritos). Então ela procurou Crookes, na esperança de que ele a validasse como médium (e com um brilho nos olhos, disse que se aproveitaria dele). Ela estava sem chances de fraudar pela fiscalização do galvanômetro, mas por um golpe de sorte para ela e azar do Crookes, a energia caiu no teatro onde se apresentava e assim ela substituiu uma mão pela dobra do joelho nos contatos e com a mão livre, pôde fazer como Crookes pedira.
    É mesmo uma baita mentira do Houdini. Isso, talvez, fosse o que ele fizesse na sua ignorância de como um galvanômetro funciona. Senão vejamos:
    1 – O experimento foi feito em 1875, um ano antes de Edison fazer seu primeiro protótipo de lâmpada incandescente. As lâmpadas existentes eram de arco voltaico, que arriavam uma bateria em pouco tempo. Mas o fato é que NÃO HAVIA redes de energia elétrica, já que não tinham função, pois as casas, mansões e teatros eram iluminados a chama de gás.
    2 – Os experimentos foram feitos na casa do Crookes e não num teatro.
    3 – O galvanômetro funcionava a bateria (e funcionam assim até hoje), a iluminação era feita por uma chama de vela, que incidia num espelho ajustado para virar conforme a corrente e o reflexo incidia numa escala. Portanto uma queda de força numa inexistente rede elétrica em nada o afetaria.
    Mas saiba de uma coisa: a comunidade cética militante acredita piamente no que Houdini disse.

  8. Marcos Arduin Diz:

    “Dadas as frequentes viagens ao Continente de Crookes, não é fora da razoabilidade supor que o fio de alta resistência pudesse estar disponível no laboratório”
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    Mas afinal, o tal Charlie foi ou não entrevistado pelo pesquisador? Pela frase acima, esse aí entregou o ouro: simplesmente está INVENTANDO uma história tendo o tal Charlie como cagueta, que ao que parece nunca caguetou coisa alguma.

  9. Vitor Diz:

    ARDUIN DISSE: ” creia, como nós cremos, que ela, de alguma forma que desconhecemos, conseguiu burlar o galvanômentro. Crença por crença…”
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    Não é isso que o autor está dizendo. O que ele disse é que não sabemos como ela conseguiu a bobina, e qual o tipo de bobina que ela usou, seja a bobina de fio de alta resistência de liga cobre-níquel (que seria leve e pequena, e estaria disponível no Continente, não na Inglaterra), ou a bobina de fio de cobre de bitola fina grande e pesada, mas ainda possível de ser escondida sob as saias dela. Mas o autor diz que Crookes poderia ter a bobina leve em seu laboratório, ao qual seu assistente tinha acesso, então temos algo perfeitamente possível de ser feito.

  10. Vitor Diz:

    ARDUIN DISSE: “Mas afinal, o tal Charlie foi ou não entrevistado pelo pesquisador?”
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    Claro que não foi, Barry H. Wiley nasceu em 1936, morreu ano passado. O Charles Henry Gimingham nasceu em 1853 e morreu em 1890.
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    ARDUIN DISSE: “Pela frase acima, esse aí entregou o ouro: simplesmente está INVENTANDO uma história tendo o tal Charlie como cagueta, que ao que parece nunca caguetou coisa alguma.”
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    Ele inventou um cenário plausível para a fraude. Isso basta para por em descrédito ou em dúvida a história toda (a série de experimentos). Além disso, ele diz:
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    Se não foi Gimingham, então apenas Crookes poderia fornecer todas as informações detalhadas que Annie precisaria. Mas Crookes não arriscaria a assombração de Rayleigh com uma pequena impostura na segunda sessão do galvanômetro, ou a possível rejeição de outros cientistas mais tarde. Foi Charlie — o tempo todo.
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    Parece bem razoável para mim.

  11. Marciano Diz:

    Arduin, com todo o devido respeito, você me lembra alguns advogados que conheço. Quando é para provar que Polidoro ou outros “céticos” mentem, qualquer começo de mero indício é suficiente e extensivo a outros tantos. Quando é para provar que Eva, cx, etc., mentem, nunca existem provas robustas o suficiente. Sempre se tem que provar mais algum minúsculo detalhe, etc.
    Deveria usar a mesma balança, a mesma régua, para os dois lados.

  12. Marcos Arduin Diz:

    Vitor, é gozação, é? Se o Barry H. Wiley nem conheceu o Charles Henry Gimingham, então onde este último entra no relato de Barry? Ou vai querer me dizer que, em cima deste Charles, o Barry simplesmente IMAGINOU um cenário plausível? Deve ser, pois não sabe como conseguiu a bobina, que tipo era, que tamanho era… Ou seja: sabe nada de nada! Agora entendi porquê nunca vi este cara ser citado: é muita vergonha alheia até para os céticos militantes.

  13. Vitor Diz:

    Sim, em cima deste Charles ele imaginou um cenário plausível. Mas ele pesquisou, viu que o Charles tinha acesso ao laboratório de Crookes, além disso, mesmo sem saber como conseguiu a bobina, ele deu soluções, viu os tipos existentes e como obtê-los. A questão aqui é que os testes de Crookes não são à prova de fraude. Assim, não podem servir de base para comprovação de materializações.

  14. Gorducho Diz:

    Com o advento atual das câmeras IR o teste de existência de “materializações” de “espíritos” se tornou trivial. Vamos fazer :?:

  15. Diz:

    O experimento sendo efetuado na “home” de titio Crookes, não torna o cenário ainda mais suspeito que o suposto teatro? Pouparia o destacamento de possíveis vigias externos, no caso a atarefada polícia local.

    O cenário ao ar livre, nunca ocorreu nas empreitadas de Crookes e demais investigadores da época? Ao ar livre não haveria “raps” das fox’s, cortinas, geringonças magaiverísticas, lençóis, algemas e todo aparato meio inútil. Não acham? Se bem que só acha, quem perdeu alguma coisa. Já dizia os mais do meu interiorrr.

  16. Espirita SP Orlando Diz:

    “Com o advento atual das câmeras IR o teste de existência de “materializações” de “espíritos” se tornou trivial. Vamos fazer :?:
     
    Admito, é verdade, não consigo nenhuma dessas sessões de materializações atuais…
     
    Mas meus colegas e minha mãe e o médium citam Emmanuel e o episódio da materialização do Emmanuel com o Chico.

  17. Espirita SP Orlando Diz:

    Zé, está propondo experimentos ao ar livre? Numa casa, parque etc?

  18. Diz:

    Orlando. Questiono se algo do tipo nunca aconteceu, ou no mínimo passou pelo pensamento dos investigadores da época.

    Seria bem mais prático imagino. Nós dias atuais talvez fosse interessante. Ou quem sabe uma sala cercada de vidro ou algo parecido.

  19. Marcos Arduin Diz:

    É preciso muita imaginação para achar que este empregado, que ele nunca viu, ajudaria uma estranha a enganar o Crookes. Ao menos ele TESTOU essa ideia como o Stephenson tentou as suas mirabolâncias? Ou só supôs? Não é a primeira vez que isso acontece, mas é hilariante ver um cara imaginando isso de quarta mão. Já vi citarem o suposto advogado Marsault, que teria dito que a Eva Carriére e seu pai lhe confessaram farsas ruinosas. Tem o Phillipe Davis, que foi suposto médico de Douglas Home e este lhe teria confessado que os tais espíritos nunca existiram, mas que não revelasse isso enquanto ele estivesse vivo… Agora essa inovação do Barry só um crente fanático cético para levá-lo a sério…
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    Eu até uso a mesma balança, de Morte. O Polidoro LEU o relatório PUBLICADO do Crookes, onde ele descreveu o experimento com a Ana Eva Fay. E o que Polidoro diz? Disse que dois convidados, que eram mais céticos que o anfitrião, testaram o galvanômetro com um lenço molhado e exigiram que os contatos fossem afastados. Eles nem imaginaram que a Fay poderia ter ido com uma tira de pano maior ou outro resistor.
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    E o que o relatório do Crookes diz? Diz que dois membros da Royal Society fizeram testes com um lenço embebido em solução salina. Mas para saber qual era a declinação, era necessário que eu dissesse. Eles fizeram várias tentativas até alcançar um valor próximo ao da resistência do corpo humano, mas só puderam fazer isso com eu cantando os valores. A cada vez que tentavam ajustar o lenço, o indicador do galvanômentro oscilava violentamente. Mas como era uma fonte de erro, solicitaram que eu afastasse os contatos de forma que não se permitisse o uso de um lenço molhado.
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    Percebeu a mentira? Polidoro omitiu que não era possível chegar ao valor da resistência próxima à de um corpo humano na bamba. Foi preciso que Crookes ditasse os valores. Também que ao mexerem no lenço, o indicador oscilava, mas ele também omitiu isso. E finalmente, ao falar de uma tira de pano maior, deu a entender que o galvanômetro poderia ser burlado facilmente por qualquer tira de pano, de qualquer comprimento e de qualquer concentração salina. Mas o experimento do lenço prova que não dá. Mas essa evidência inconveniente foi varrida para baixo do tapete.
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    De Morte, estou pedindo à comunidade cética militante que pegue os protocolos do Crookes, reproduzam as condições, usem dos recursos da época e, POR TRUQUE, FRAUDE, ILUSIONISMO, ETC E TAL, mostrem que obtêm os mesmos resultados que Crookes obteve. Agora se não conseguem fazer isso, por que devo descartar os resultados obtidos como inválidos?
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    Balofo, é só você arrumar um médium de materialização. Agora, enquanto você não o encontra, então faça o que pedi no parágrafo acima.

  20. Marciano Diz:

    Arduin, eu, sozinho, não vou fazer experiência nenhuma, mas se as duas bancadas ou alguns representantes delas quisessem fazer, eu prefiro to let bygones be bygones e fazer experimentos como sugere o GORDUCHO, com os meios atuais.
    Não me interessa saber se erapossível algum fenômeno naquele tempo, o que me interessa é se é possível agora.
    Sacumé. Águas passadas não movem moinhos e a gente ficar discutindo se Rivail era mentiroso ou não ao advogar a abiogênese usando dos métodos e recursos de Needham, Spallanzani e cia. é bobagem. É melhor usarmos dos recursos de que você dispõe em seu laboratório da UFSCAR. Estamos adiante até do Pasteur.

  21. Diz:

    Teacher. Sabes bem que reproduzir coisas alegadas na época é impossível. E até contraproducente. Até achei que fosse ironia tua.

    Hoje se obtém informações ainda mais facilmente de um alvo. Hoje Piper teria ainda mais meios de obter às ditas informações impossíveis. O mesmo serve a senhora Fay e qualquer outro. Não compreendo esse pensamento de que, se não conseguiu ver como funciona o truque é sinal de poderes mágicos.

  22. Gorducho Diz:

    Como certamente sabem quem acompanharam o sitio nos últimos anos, eu enfrentei uma circunstância familiar que severamente restringia m/possibilidade de deslocamento. Felizmente isso foi superado e portanto estou a disposição do Professor e da Casa pra colaborar c/m expertise (nada há de + vil que falsa modéstia). E eu ENTENDO do assunto pois nasci no meio.
    Ficar discutindo 100+ anos atrás e estéril. Tamos na ½ do século xxi :!:

  23. Diz:

    Gorducho. Gostaria de “ver” o feito da voz direta. Pena não ter medium ou comunicante na atualidade.

  24. Diz:

    Caso tal feito mediúnico fosse possível, o que teria de espírito cagueta.

  25. Gorducho Diz:

    Não Professor :!: Cabe a quem acredita em fantasias “arrumar” o ente objeto da fantasia.
    Sim :!: Em principio poderemos fazer o experimento aí na UFSCar.

  26. Gorducho Diz:

    Não tem nenhum “médium” +, Sr. … O “espiritismo” agora e 1 individuo recitando a vida do mitológico “JC”; ou redação de cartinhas “consoladoras” pra mamães que perderam filhos jovens :oops:

  27. Gorducho Diz:

    Antigamente os espíritos (no tempo que as coleiras coceiras de cachorros eram feitas com linguiças tipo aquelas polonesas domingas…) até 78s rpm os médiuns dobravam :(

  28. Gorducho Diz:

    domingas fininhas :oops:

  29. Vinicius Diz:

    Por atraso de dois minutos, homem perde voo que caiu deixando 157 mortos. Veja mais no UOL. Acesse: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2019/03/11/ethiopian-airlines-por-atraso-de-dois-minutos-homem-perde-voo-que-caiu-deixando-157-mortos.htm
    &nbdp;
    Professor Arduin, Gorducho é outros. Isto se encaixa com a questão dos espíritos interferirem no destino? Lembrei da. Pergunta sobre a bala desviada no livro dos espíritos.

  30. Phelippe Diz:

    Sem querer entrar no mérito da veracidade ou não dos alegados poderes da médium, mas dizer que ela trocou a bobina? Holmes confessando ao médico Davis que espíritos nunca existiram? Parece um tanto forçado. Dizem que o Mitterrand confessou ao seu médico que os ingleses ameaçaram jogar uma bomba atômica em Córdoba, durante a guerra das Malvinas, caso a França não passasse os códigos dos mísseis Exocet que haviam sido vendidos para a Argentina. Devemos acreditar no médico do Mitterrand também?

  31. Marciano Diz:

    Meu voto é pelos nossos experimentos.
    Lembro-me de que eu achava que a Eva fosse Fay(a). Nunca a tinha visto. Foi o ARDUIN quem me mostrou que ela era bonitinha.
    https://br.pinterest.com/pin/95490454575357409

  32. Diz:

    Vinícius. Ai teremos uma indigesta situação. A ajuda divina parece ser aos “escolhidos”. Contrariando o livre arbítrio e causa e efeito apregoados por titio Kardec.

  33. Marcos Arduin Diz:

    Balofo, você sabe de algum lugar aqui na UFSCar que tenha equipamentos que permitam testar o fenômeno de materialização? Não me consta e por que teria de ser ali?
    .
    A incapacidade (ou suposta incapacidade) de se repetir os experimentos do Crookes sob as mesmas condições e tentar métodos fraudulentos para obter os mesmos resultados não procede. Fica num jogo de empate: ser “impossível” reproduzir os experimentos não prova que os médiuns produziam fenômenos genuínos, mas por outro lado não endossa que fraudaram. Então cada um na sua.
    .
    Portanto, Zé, a coisa vale tanto de um lado, como de outro. Se naqueles tempos não existia fiscalizador de infravermelho e outras coisas modernosas, os médiuns também não tinham resistores eletrônicos e nem capazes de variar correntes. Não é contraproducente. O Vitor aí pode lhe indicar os experimentos feitos pelo Stephenson, que foi o único que vi até agora que chegou mais perto, mas ainda assim não testou as coisas devidamente.

  34. Gorducho Diz:

    Só sugeri que PODE ser aí; até pra conveniência SUA 😡
    O “equipamento” é uma sala nua (ABSOLUTAMENTE NUA);
    banheiro e copa próximos;
    cadeiras e mesas como as das classes pra se montar a central de controle – notebooks + talvez HD.
    A cadeira confortável pro(a) médium e a cortina a gente providencia, bien sûr…
    E as cameras IR, conexão delas c/a “central de controle” e configuração, a gente consegue (paga, claro 👍) uma empresa de segurança (que eventualmente poderá ser a mesma que atenda vocês normalmente, certo?).
    Claro: tem que se lançar 1 crowd pra se arrecadar o (pouco) $ necessário. E se tem por aí em SP alguma universidade c/dept°s de parapsicologia, deveriam usar parte de suas verbas pra essa boa e séria causa, certo?
     
    Entendeu ❓

  35. Vinicius Diz:

    “Vinícius. Ai teremos uma indigesta situação. A ajuda divina parece ser aos “escolhidos”. Contrariando o livre arbítrio e causa e efeito apregoados por titio Kardec.”
     
    Observe, ZÉ, NO titio, a tal causa e efeito agindo
     
    526. Tendo, como têm, ação sobre a matéria, podem os Espíritos provocar certos efeitos, com o objetivo de que se dê um acontecimento? Por exemplo: UM HOMEM TEM QUE MORRER; sobe uma escada, A ESCADA SE QUEBRA E ELE MORRE da queda. Foram os Espíritos que quebraram a escada, para que o destino daquele homem se cumprisse?
     
    “É exato que os Espíritos têm ação sobre a matéria, mas para cumprimento das leis da Natureza, não para as derrogar, fazendo que, em dado momento, ocorra um sucesso
    inesperado e em contrário àquelas leis. No exemplo que figuraste, A ESCADA SE QUEBROU PORQUE SE ACHAVA PODRE, OU por não ser bastante forte para suportar o peso de
    um homem. SE ERA DESTINO DAQUELE HOMEM PERECER DE TAL MANEIRA, OS ESPÍRITOS LHE INSPIRARIAM A IDÉIA DE SUBIR A ESCADA EM QUESTÃO, que teria de quebrar-se com o seu peso, resultando-lhe daí a morte por um efeito natural e sem que para isso fosse mister a produção de um milagre.”

  36. Marciano Diz:

    VINICIUS, tenho um caso retirado dos noticiários para que você analise par a gente.
    Uma mulher perdeu o voo Rio-Paris, aquele do 447 Air France, no qual morreram todos.
    Acontece que dias depois ela morreu num acidente de carro na Alemanha.
    Pergunto.

  37. Marciano Diz:

    Enviou antes da hora.
    VINICIUS, tenho um caso retirado dos noticiários para que você analise par a gente.
    Uma mulher perdeu o voo Rio-Paris, aquele do 447 Air France, no qual morreram todos.
    Acontece que dias depois ela morreu num acidente de carro na Alemanha.
    Pergunto.
    Foi salva sei lá por quem para deixar de ser salva logo após?
    Não era chegada a hora dele, no sentido estrito, e quando a hora chegou, dias depois, cumpriu-se o que se lhe reservava?
    Apenas uma coincidência que acontece rotineiramente?
    Sempre que um avião não cai, um trem não descarrila, um prédio não se incendeia, sempre tem gente que perde o voo, o trem, não entra no prédio por alguma razão natural, não-sobrenatural. Não seria estranho se isso NUNCA acontecesse em casos de tragédias?

  38. Vitor Diz:

    ARDUIN DISSE: “Ao menos ele TESTOU essa ideia como o Stephenson tentou as suas mirabolâncias? Ou só supôs?”
    .
    Antes de tudo, é preciso lembrar que o próprio Crookes NÃO FEZ OS EXPERIMENTOS DEVIDOS. Ele também SUPÔS. Exemplo:
    .
    Varley disse que o espírito escrever na tabuinha causaria uma oscilação no galvanômetro, já que o movimento vigoroso dos braços faria os contatos se moverem em seus pulsos, se fosse Cook e não um fantasma. Varley até pediu a Katie que agitasse os braços, sem o galvanômetro apresentar qualquer mudança. Sua afirmação, porém, simplesmente não é verdadeira. Ao reproduzir as circunstâncias com uma atriz agitando vigorosamente os braços, Stephenson mostrou não haver nenhuma mudança na leitura do galvanômetro. Mais uma vez, as afirmações pessoais de Varley em meio a uma falta de preparação científica rigorosa deram ao experimento resultante uma autoridade maior do que ele merecia.
    .
    A conclusão final de Stephenson foi que, devido à mentalidade de Varley e suas condições experimentais, nada foi provado em relação à realidade de Katie King ou à fraude de Florence Cook. Crookes, aceitando a bem conhecida autoridade de Varley em circuitos elétricos, não questionou sua configuração, e repetiu os mesmos erros de Varley na segunda sessão de Cook, extraindo as mesmas conclusões injustificadas.

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    Então sua crítica vale para o Crookes. Quanto ao falecido Barry, ele oferece evidência empírica para suas alegações. Por exemplo, a teoria do “fantoche instantâneo” ele diz que é muito empregada por mágicos e mentalistas, logo, você sabe que tal técnica funciona. Ele também fornece evidência empírica para o aperfeiçoamento da técnica da Fay:
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    O gráfico acima mostra claramente que a habilidade de Annie em livrar-se dos limites do circuito do galvanômetro melhorou rapidamente até ser efetivamente instantânea. Assim, as instruções de Gimingham e a contribuição oferecida pela destreza praticada por Annie criaram o mistério.
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    A parte que o Barry não faz experimento ou oferece suporte empírico é essa:
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    Aparentemente, Annie experimentara alguma falta de jeito ao amarrar a bobina de arame que Charlie fizera para ela entre as manivelas. Se o enrolar não fosse feito muito rápido e firme dentro do tempo de resposta do instrumento, o galvanômetro registraria uma queda abrupta na resistência do corpo da médium pela metade, um balanço muito grande na escala do instrumento. Como foi, a luz oscilou em quase 70º no primeiro minuto ou mais antes de se estabelecer em um deflexão de 237º. Com a exceção de uma súbita oscilação de 30º, a deflexão permaneceu dentro de um intervalo de 2 a 3 graus por praticamente toda a sessão.
    Para a bobina de arame de Annie combinar com sua resistência corporal, Gimingham tinha que ter Annie no circuito apenas uma vez para medir a resistência do seu corpo. Depois bastava enrolar uma bobina de arame, pô-la no circuito para garantir uma correspondência próxima e ajustar de acordo. Annie não precisava estar presente no enrolamento da bobina ou nos ajustes. Um afrouxamento ou escorregamento do arame que ela enrolou em torno das manivelas de metal molhadas explicaria a repentina oscilação de 30º, com Annie rapidamente apertando uma ponta do arame. Tivesse ela tentado amarrar ou apertar as duas extremidades da resistência da bobina ao mesmo tempo, ela teria posto a resistência de seu próprio corpo de volta ao circuito, com a oscilação instantaneamente caindo ainda mais, pelo menos mais 40-50%, uma certeza de que algo estranho havia acontecido. Provavelmente foi só a sorte que impediu Annie de tocar as duas manivelas ao mesmo tempo.

    .
    Precisa mesmo de experimento? Isso não seria matéria de eletricidade básica? Pergunte a algum físico se o raciocínio está incorreto.

  39. Marciano Diz:

    https://oglobo.globo.com/mundo/voo-477-mulher-que-perdeu-voo-da-air-france-que-caiu-morre-em-acidente-de-carro-3193911
     
    Voo 477: Mulher que perdeu voo da Air France que caiu morre em acidente de carro
    O Globo, , e
    11/06/2009 – 00:00 / Atualizado em 11/11/2011 – 14:04
     
     
    RIO – A italiana Johanna Ganthaler, que deixou de embarcar no voo 447 da Air France na noite de 31 de maio, acabou morrendo num acidente de carro em Kufstein, na Áustria. Johanna e o marido Kurt estavam de férias no Brasil e perderam o voo AF 447 – que caiu no Oceano Atlântico, matando 228 pessoas – porque chegaram atrasados ao setor de embarque do Aeroporto Internacional Tom Jobim. Eles embarcaram no dia seguinte à tragédia aérea, por outra companhia, mas, de volta à Europa, bateram de carro contra um caminhão numa estrada austríaca. A mulher, uma pensionista da província de Bolzano-Bozen (também chamada de Tirol Meridional, que faz fronteira com a Áustria e a Suíça), morreu na hora. O marido ficou gravemente ferido.
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    Ainda não há informações sobre as causas do acidente de carro, nem o horário exato em que ele teria acontecido. Segundo a agência internacional Ansa, no dia seguinte ao acidente aéreo, ambos pegaram um voo diferente para a Europa e estavam dirigindo para casa no momento da batida. Eles haviam alugado o carro em Munique, na Alemanha. Na estrada, o motorista perdeu a direção, e o automóvel foi parar na pista contrária, onde foi colhido pelo caminhão.
     
    O Airbus A330 da Air France, que fazia o voo AF 447, partiu do Aeroporto Tom Jobim, no Rio, às 19h30m de 31 de maio, um domingo, com destino a Paris. O avião sumiu dos radares da Base de Fernando de Noronha às 22h48m, quando sobrevoava o Atlântico. A última notícia que se tem é uma mensagem enviada automaticamente para a companhia, às 23h14m, informando sobre pane elétrica e perda de pressurização.
     
    Além do casal italiano, outras pessoas relataram que não embarcaram no voo AF447 de 31 de maio. Entre elas, seis pessoas da paróquia da Mariz e Barros, na Tijuca, que planejavam ir para uma peregrinação na Europa. Dez dias antes do embarque, a agência de viagens trocou o voo AF 447 para outro que sairia no dia seguinte.

  40. Vinicius Diz:

    Acontece que dias depois ela morreu num acidente de carro na Alemanha.
    Pergunto.
     
    Nobres mentores e magnânimos agentes condutores dos Destinos houveram por bem confabular sobre a mulher que perdeu o voo.
    Antes do referido voo, fizeram um levantamento e faltava a mulher terminar umas tarefas, foi por isso!!!
     
    é a mesma coisa do CX: ele recebeu prorrogações na vida dele.. parece-me que deveria morrer em outros momentos e foram adiando ! Ele precisava cumprir a meta dos tais livros e blá blá blá.

  41. Marciano Diz:

    A prorrogação, no caso da mulher, foi de alguns dias. Faltava ela viajar para a Alemanha e dar uma volta de carro, incompleta.
    Mulher que perdeu vôo AF 447 morre em acidente na Áustria
    11 JUN2009
    12h24
    atualizado às 17h02

    Uma italiana que perdeu o vôo 447 da Air France, que desapareceu no oceano Atlântico no dia 1º de junho, morreu em um acidente de carro na Áustria. Johanna Ganthaler, uma pensionista da província Bolzano Bozen, passou férias no Brasil e, junto com seu marido, não conseguir embarcar no avião após chegar atrasada no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro. As informações são do jornal britânico The Times.

    O acidente
    O Airbus A330 saiu do Rio de Janeiro no domingo (31), às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy – Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília).
    De acordo com nota divulgada pela FAB, às 22h33 (horário de Brasília) o vôo fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III). O comandante informou que, às 23h20, ingressaria no espaço aéreo de Dakar, no Senegal.
    Às 22h48 (horário de Brasília) a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta, segundo a FAB. Antes disso, no entanto, a aeronave voava normalmente a 35 mil pés (11 km) de altitude.
    A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). A equipe de resgate da FAB foi acionada às 2h30 (horário de Brasília).
    Desde a manhã de sábado, foram localizados 41 corpos próximos ao local onde a aeronave emitiu as últimas notificações. As vítimas são levadas até Fernando de Noronha por embarcações da Marinha.
    https://www.terra.com.br/noticias/mundo/mulher-que-perdeu-voo-af-447-morre-em-acidente-na-austria,61d8585f3b6ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

    https://noticias.r7.com/hora-7/fotos/bizarro-mulher-nao-embarca-em-voo-que-caiu-no-mar-mas-morre-em-acidente-de-carro-dias-depois-16062018#!/foto/1

  42. Vitor Diz:

    Arduin, outro exemplo que o Crookes simplesmente supôs:
    .
    Em seu relatório público de 12 de março de 1875, no The Spiritualist, ao descrever a terceira sessão de galvanômetro, Crookes fez uma típica suposição não provada sobre o livro de William Huggins, Spectrum Analysis, “não tenho nenhuma razão para supor que a Sra. Fay soubesse algo sobre a existência de tal livro, ou na minha biblioteca, ou que fora escrito por uma das pessoas presentes”, adicionando assim mais autoridade ao desempenho de Annie, mas sem qualquer base real.
    .
    Ainda vale lembrar que o próprio Barry admite que está supondo em alguns momentos, mas não tem jeito, não se tem uma máquina do tempo para ver o que aconteceu de fato:
    .
    Todas, exceto uma das manifestações registradas, podem ser atribuídas à preparação de Annie com o auxílio de Gimingham: aquele único incidente da descoberta do velho prato de porcelana na escrivaninha de Crookes quando esta tinha sido verificada limpa antes de a sessão começar. Como ele chegou lá vindo de seu lugar em uma moldura na sala de estar no andar de cima, a oito pés de chão?
    .
    Mais uma vez, só podemos supor com base nas capacidades e estratégias conhecidas de Annie. Ela certamente viu os pratos de tamanhos variados exibidos na moldura da sala em uma ou mais de suas visitas à casa. A moldura estava a oito pés do chão. Annie, com apenas cinco pés de altura, de pé sobre uma cadeira, mal conseguiria chegar a esse nível esticando-se e corria grande risco de tentá-lo. Muito provavelmente pegar o prato não foi premeditado.

    .

  43. Marciano Diz:

    Sempre que um avião não cai, um trem não descarrila, um prédio não se incendeia, sempre tem gente que perde o voo, o trem, não entra no prédio por alguma razão natural, não-sobrenatural. Não seria estranho se isso NUNCA acontecesse em casos de tragédias?
    Acho que seria mais do que estranho, seria realmente uma prova do sobrenatural.

  44. Vinicius Diz:

    Aqui em SP uma linha de trem inteira parece um rio por causa da chuva- no facebook disseram que é “ira de Deus” pairando sobre todos.

  45. Marciano Diz:

    Sobre todos os paulistanos. Deus é bairrista.
    GORDUCHO, falando em acidentes, tem gente que acha que a Boeing continuou aperfeiçoando um projeto de 1967 por mais de 50 anos, presumivelmente para evitar os custos de um outro projeto, testes e homologação/certificação.
    O MAX 8 cresceu tanto que tiveram que montar motores maiores, mais longe nas asas, para que não tocassem o chão. Por outro lado, levar os motores para mais longe criou uma instabilidade aerodinâmica que poderia, em tese, levar a aeronave a um stall.
    Em fez de reprojetar as asas (e arcar com os custos), decidiram usar um software invasivo, para corrigir um stall detectado eventualmente.
    Para economizar mais ainda, decidiram que tal software receberia dados de dois sensores, em vez de três.
    As funções desse software não foram incluídas no manual, para economizar com a necessidade de treinamento de pilotos com o software.
    Seria mesmo um erro da Boeing?

  46. Gorducho Diz:

    Segundo vi, “testigos” teriam visto fumaça saindo do aeroplano…

    Então se houve mesmo fumaça não seria o estabilizador doidão…

     

    De qq. forma, não me entra na cabeça essa nova “filosofia” de projeto onde o aeroplano age por conta própria.

    Claro: sou um homem antigo :(

  47. Marciano Diz:

    FOR CHUBBY’S EYES, ONLY

  48. Marciano Diz:

    Não sei se conseguirá abrir, mas é análise preliminar dos americanos. Supõem um possível stall.

  49. Marciano Diz:

    Não, não conseguirá abrir.
    Análise preliminar, com gráfico técnico, indicando possibilidade de stall.
    Depoimentos não são muito confiáveis. Há antecedentes em que relatos não batem com os fatos.
    No caso do AF 447 passaram-se mais de dois anos para que se visse que foi stall.
    Pode ser, de novo. Pode.

  50. Gorducho Diz:

    ============================================================
    é a mesma coisa do CX: ele recebeu prorrogações na vida dele..
    ============================================================
    O espírito do Dr. Bezerra tb. tem recebido sucessivas prorrogações pra sua permanência em contato c/a crosta terrícola, ao invés de ir encarnar em globos mais evoluídos como é o normal pros espíritos.
     
     
    Quanto aos acidentes vou pelo meu ι de “correção política” e me abstenho de comentar em respeito aos falecidos e (até principalmente) seus entes queridos que cá ficam e sofrem!

  51. Gorducho Diz:

    Por isso falei: SE teve fumo/fogo não é o estabilizador louco.
    Sim, vi os gráficos e PARECE ser a assinatura daquele problema. Mas resta ver se houve fogo/explosão, claro :!:

  52. Gorducho Diz:

    estabilizador compensador

  53. Marciano Diz:

    CONSEGUI A IMAGEM EM HOLANDÊS.
    Não foi proposital, foi o que encontrei numa busca rápida, já que não consegui enviar a imagem que possuo em inglês.
    Diz que a Boeing reteve informações sobre o 737 MAX, o que, segundo alguns pilotos americanos, poderia ter desempenhado um papel relevante no crash.
    MCAS teriam alterado a aerodinâmica.
    Dizem que o sensor de Ada estava fornecendo dados errados para o computador, ativando desnecessariamente o MCAS.

  54. Marciano Diz:

    Agora só volto à noite.

  55. Marciano Diz:

    Voltei, mas como não encontrei ninguém, fui para o tópico do Pe. Pascoal.

  56. Marcos Arduin Diz:

    Engraçado, Vitor, é que o Stephenson disse que com fios flexíveis, não se notava oscilação no galvanômetro, mas com fios MACIÇOS, sim. Então onde foi que ele disse que a movimentação dos braços da sua Katie não causou oscilação?
    .
    Vitor, considero pura perda de tempo especular em cima de especulação. Só pelo fato de haver um empregado de Crookes NADA diz que ele ajudaria uma médium farsante. Uma bobina não funcionaria, pois ela não gera oscilações. Os amigos de Crookes, ao testarem o lenço, causaram oscilações ao mexerem nele. Agora, para enrolar fios nos contatos, a Ana teria que soltar as duas mãos e precisaria das duas para enrolar o dito-cujo. Vai querer me dizer que isso tudo só causaria uma queda de 70 na escala, sem oscilações?
    .
    E lembre-se de que ela confessou TODOS os seus truques ao Houdini, mas nada disse desse pilantra e nem da bobina.

  57. Marcos Arduin Diz:

    Mas que gracinha! Então a Ana ou fantasma entregou um livro ao seu autor presente na sessão, livro este recém publicado, o qual nem havia sido catalogado, mas é correto supor que ela sabia dele e do autor? O Crookes supor que ela não tinha como saber de ambos é suposição muito fraca. Vitor, caia na real: você está sendo vítima do poder da fé.

  58. Marciano Diz:

    POR QUE SERÁ?

  59. Marciano Diz:

    Falta de treinamento parece ser um fato.

  60. MONTALVÃO Diz:

    /
    Quando vi o título da postagem, pensei junto comigo: nessa o Arduim vai aparecer de montão… depois dizem que não existem profetas!

  61. MONTALVÃO Diz:

    /
    Cac*te! Não consigo baixar o arquivo, o site pede para que eu me cadastre, mas não quero…
    .
    Está bloqueado para cópia…
    .

  62. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vou ficar sem saber quem matou odete roitmann, digo, enganou william crookes!

  63. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Phelippe Diz:
    .
    A suposta farsante realizava prodígios a troco de dinheiro, não era? Quem garante que Houdini, no afã de provar sua tese materialista, não tenha oferecido dinheiro para a Médium dizer o que disse?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: curioso, até vejo Houdini a propor: “quanto você quer para dizer o que quero que você diga?”
    .
    O mais curioso é que Houdini pagou mas foi ele quem disse que ela disse o que ele queria que ela dissesse, embora não dissesse que fora desse modo. A mulher não assinou documento ratificando as palavras do artista, apenas não as questionou (ao menos não sabemos disso).
    .
    Será que teria sido assim como descreverei a seguir? Ou seja: Houdini foi lá e botou na boceta da moça um trocado e disse, agora eu vou falar que você falou o que quero que você fale, tá bom assim? E ela respondera: “pode falar o que quiser já fui bem paga”…

  64. MONTALVÃO Diz:

    /
    Nalgum tempo do passado o Arduin se comprometera a reprisar a experiência do galvanômetro, para provar que estava certo ou errado.
    .
    Nunca mais falou do assunto, e quando alguém fala a respeito ele some. Espero que esses sumiços tenham acabado, falar de Crookes sem Arduin presente fica meio sem graça…

  65. MONTALVÃO Diz:

    /
    Arduin fora várias vezes confrontado com o postulado de que o presente confirma o passado (ou não), tanto por mim, quanto por outros. Então, se houve materializações nos antigamentes, e Crookes as confirmou cientificamente, outros crookes teriam que ratificá-las hodiernamente, pois não?
    .
    Como essas confirmação não se confirmam, qual a conclusão? Não existem materializações!
    .
    Acontece que o Arduin desta se safa asseverando que os espíritos fizeram grandiosidades até a década de 1930 (ou até 1930, não recordo bem), nesse tempo encheram o saco de tentar provar as coisas e poucos acreditarem, daí pararam com o xou de maravilhas. A partir desse corte arbitrário instaurou-se o ASQ: Acredite se Quiser!
    .
    Só que, fixando em 30 o fim dos prodígios ele mata os que vieram depois, Chico, Peixotinho, Otília Diogo, Lar Frei Luiz, e outros, nacionais e internacionais, parte dos quais defende (ou defendia) com ardor, caso de Otília, por exemplo.
    .
    Só estou querendo entender…

  66. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Marciano Diz:
    .
    VINICIUS, tenho um caso retirado dos noticiários para que você analise par a gente.
    Uma mulher perdeu o voo Rio-Paris, aquele do 447 Air France, no qual morreram todos.
    Acontece que dias depois ela morreu num acidente de carro na Alemanha.
    Pergunto.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: os antigos gregos diziam que ninguém foge ao destino…
    .
    Há alguns anos fomos eu e minha esposa jantar num restaurante em Bonsucesso, situado na esquina da Av. Paris com Londres (se não estou enganado com o nome da transversal).
    .
    Escolhi uma mesa bem na beirada, que dava vista para a rua, mas minha mulher preferiu a outra, mais afastada.
    .
    Estávamos comendo quando um carro avançou o sinal (semáforo) na Paris e deu de cara com um ônibus que descia a Londres. Porradão!
    .
    De repente vejo o coletivo invadir o restaurante como um exocet destruidor, ainda lembro dos olhos esbugalhados do motorista de tão próximo que estava. Só pude ensaiar um movimento de escape e pensar: morri!
    .
    Tomei um pancadão e despertei minutos depois. O local virara paçoca. O casal que se sentara à mesa que eu pretendia ocupar jazia morto debaixo do veículo…
    .
    Dias depois, quase recuperado do acidente (ficou-me apenas um roxão na perna) estava atravessando a Presidente Antonio Carlos e notei que o sinal estava prestes a abrir. Apressei o passo. Acontece que um fdp que estava na rua lateral vira que havia um espaço para passar no final da fila de carros. Então avançou o sinal e passou… justamente no momento em que eu dava o passo para atingir a calçada. Foi um fino tão fino que se o veículo tivesse um demão a mais na pintura eu não estaria aqui contando a história…
    .
    Depois disso, as parcas me deram trégua (teve outros incidentes, mas aconteceram anos depois). De qualquer modo, sempre que ponho os pés fora de casa olho cuidadosamente para os dois lados, a fim de conferir se alguma delas não está por perto…

  67. Phelippe Diz:

    Montalvão, apesar de sua reposta inteligente minha hipótese é viável. A moça se queimar a troco de nada? Suspeito.

  68. Marciano Diz:

    Sobre Crookes e galvanômetros, inclusive Eva Fay, dei o assunto por encerrado há uns cem anos, se não me falha a memória.
    Só estou interessado nas materializações assassinas do Frei Luiz (Gorducho, pelo menos, sabe do que estou falando).

  69. MONTALVÃO Diz:

    /
    Phelippe Diz:
    .
    Montalvão, apesar de sua reposta inteligente minha hipótese é viável. A moça se queimar a troco de nada? Suspeito.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: viável sua hipótese é, apesar de pouco plausível. Por que a moça iria se queimar? Ela estava afastada das atividades havia anos, inclusive já fora homenageada por associação de mágicos (a reconheceram como ilusionista, não como médium e, pelo visto, ela aceitou a louvação). Se houvera suborno da parte de Houdini ele é que estaria pondo seu prestígio em jogo. Além disso, foi ele quem falou que ela lhe havia revelado seus truques: a responsabilidade pela declaração era dele. Imagine o risco que o mago das fugas corria, mesmo que houvesse pago pelo silêncio? E se ela voltasse atrás? Num caso assim, o correto seria ele pagar para que a moça fizesse a declaração, aí sim a suspeita ganharia alguma força, embora fraca, pois as circunstâncias diretas e indiretas apontam mesmo para a simulação. Só o professor e uns poucos é que, teimosamente, negam as evidências.
    .
    E mais, a não ser que o Vitor-garimpeiro ache material raro e pouco conhecido, desconhece-se qualquer advogado naqueles dias que tenha vindo em defesa da mediunidade da jovem senhora. Àquela altura Fay já não mais nada dizia aos adeptos da mediunidade. A exceção fica por conta do causídico hodierno: Arduin e suas teses exóticas.

  70. MONTALVÃO Diz:

    /
    Temo que o Arduin, conforme eu temia, tenha sumido, de novo! É só requerer o resultado do experimento que prometera efetuar com o galvanômetro, a fim de provar que o equipamento era à prova de fraude, que a mágica acontece!

  71. Marciano Diz:

    Faltando alguns dias para completar 6 anos foram feitos os seguintes comentários:
     
    1. Antonio G. – POA Diz:
    MARÇO 28TH, 2013 ÀS 10:19 AM
    Caro Vitor, a participação dos que acompanham os posts é praticamente nenhuma há alguns dias. Isto é notório. E eu acho que é porque os últimos posts propõem uma “discussão do sexo dos anjos”. Ou seja, discutir se Crookes foi ou não foi enganado pelos “médiuns”, além de, mais uma vez, remexer num baú de quinquilharias empoeiradas, é uma espécie de ponte que liga o nada a lugar nenhum.
    Afora suas qualificações como químico e físico, suas experiências no campo do espiritismo e dos supostos fenômenos mediúnicos deixam óbvia a conclusão de que, nesta seara, Crookes foi um tonto, ou um farsante. Por exemplo, sua participação na farsa das materializações da Katie King (com direito a fotos grotescas mais tarde reprisadas pelo Chico Xavier no caso Irmã Josefa) falam por si só.
    É desistimulante, só isso.
    .
    Abraço,
    2. Antonio G. – POA Diz:
     
    MARÇO 28TH, 2013 ÀS 10:21 AM>

    Desestimulante… foi mal.
     
    3. Marciano Diz:
    MARÇO 28TH, 2013 ÀS 8:01 PM>
    É isso mesmo, Antonio, estou de olho, só esperando sair algo interessante.
     
    4. Toffo Diz:
    MARÇO 29TH, 2013 ÀS 7:14 PM>

    essa história do Crookes é muito antiga, precariamente documentada pela tecnologia da época. Me cheira a museu.
     
    O que se seguiu foi um diálogo exclusivo do Vitor e do Arduin, que logo terminou.
    Desta feita, até o Arduin escafedeu-se.

  72. Marciano Diz:

    http://obraspsicografadas.org/2013/como-william-crookes-foi-enganado-por-tudo-quanto-mdium-parte-2/

  73. Marciano Diz:

    A parte 1 limitou-se a um diálogo curto e exclusivo entre Vitor e Arduin, não despertando a atenção de mais ninguém.
    http://obraspsicografadas.org/2013/como-william-crookes-foi-enganado-por-tudo-quanto-mdium-parte-1/

  74. Gorducho Diz:

    Inclusive c/o tempo a parte “espírita” dos shows (religious illustrated lecture on spiritualism) fora perdendo interesse do público; em cujo lugar fora ocupando + espaço o stage mentalism puro (mind reading) – e cujas performances levaram à rixa c/o filho e nora (The High Priestess of Mysticism) que faziam show “concorrente”.

  75. Marciano Diz:

    Gorducho, aproveitando sua presença, repasso um texto que talvez lhe interesse:
     
    “We do not yet know what caused the tragic crash of Ethiopian 302 that sadly claimed the lives of all passengers and crew, though there are many similarities between this flight and Lion Air 610, in which the design of the Boeing 737 MAX 8 is a factor.
     
    It has been obvious since the Lion Air crash that a redesign of the 737 MAX 8 has been urgently needed, yet has still not been done, and the announced proposed fixes do not go far enough.
     
    I feel sure that the Ethiopian crew would have tried to do everything they were able to do to avoid the accident.
     
    It has been reported that the first officer on that flight had only 200 hours of flight experience, a small fraction of the minimum in the U.S., and an absurdly low amount for someone in the cockpit of a jet airliner.
     
    We do not yet know what challenges the pilots faced or what they were able to do, but everyone who is entrusted with the lives of passengers and crew by being in a pilot seat of an airliner must be armed with the knowledge, skill, experience, and judgment to be able to handle the unexpected and be the absolute master of the aircraft and all its systems, and of the situation.
     
    A cockpit crew must be a team of experts, not a captain and an apprentice.
     
    In extreme emergencies, when there is not time for discussion or for the captain to direct every action of the first officer, pilots must be able to intuitively know what to do to work together.
    They must be able to collaborate wordlessly. Someone with only 200 hours would not know how to do that or even to do that.
     
    Someone with that low amount of time would have only flown in a closely supervised, sterile training environment, not the challenging and often ambiguous real world of operational flying, would likely never have experienced a serious aircraft malfunction, would have seen only one cycle of the seasons of the year as a pilot, one spring with gusty crosswinds, one summer of thunderstorms. If they had learned to fly in a fair-weather clime, they might not even have flown in a cloud.
     
    Airlines have a corporate obligation not to put pilots in that position of great responsibility before they are able to be fully ready. While we don’t know what role, if any, pilot experience played in this most recent tragedy, it should always remain a top priority at every airline.
     
    Everyone who flies depends upon it.”

  76. Gorducho Diz:

    Vamos ver o resultado da investigação.
    POR ENQUANTO a assinatura é a mesma do #JT610.
    Só que tem da(s?) testemunha(s?) que teria(m?) lobrigado fumaça, so…

     

    Mas SE o 1° oficial tinha tão pouca horas – seria o mínimo dos mínimos (na prática) pra obter uma carteira de PC num monomotor, digamos… voar de fato instrumentos com tão poucas horas nem pensar – terá sido absurdo sim 👍

  77. Gorducho Diz:

    ============================================================
    Someone with that low amount of time would have only flown in a closely supervised, sterile training environment
    ============================================================
    PERFEITO, disse tudo 👍
    Voaria tranquilo, claro, visual diurno, tipo daí pra Vitoria, Campos, pra terra do Presidente… c/bom tempo.
    Pra SP provavelmente já se atrapalharia (sozinho, no caso) c/os corredores, fonia e tudo.
    Mas vamos ver a conclusão do inquérito se foi de fato isso (poderia ser 200h NESSE modelo, quiçá ❓).

  78. Marciano Diz:

    É, temos que aguardar o término, o relatório oficial. Por enquanto eu sei que surgem muitas especulações e indícios, mas só no final vamos saber com alto grau de certeza o que realmente deve ter acontecido.
    Como sempre, costuma ser uma conjunção de fatores. A inexperiência do primeiro oficial, se for fato, seria relevantes, mas tem ainda o problema dos motores, que foram sendo modificados.
    Saiu até matéria na revista Superinteressante, culpando as modificações ao longo dos anos e a falta de treinamento dos pilotos com o software que se tornou necessário em razão das modificações, mas não levo a sério essa revista. Além do mais, nada de inédito na matéria. Tudo cola.

  79. Gorducho Diz:

    A questão toda é os tais – 1 ou vários ❓ – testigos que teriam lobrigado fumo/fogo…

    A ver…

  80. Marciano Diz:

    Testemunhas se equivocam com facilidade e mentem muito.
    Se houve fogo (ou fumaça), a equipe que investiga o acidente vai verificar com muita facilidade.
    As caixas de dados foram recuperadas, devem estar em bom estado, e o gravador de dados registra tudo.
    Já houve casos de acidentes com testemunhas dizendo que houve explosão, fogo, etc., e foi engano, tudo constatado depois.
    O tempo dirá.
    Tem gente postando vídeo daquele acidente de um 747 adaptado que transportava viaturas militares, que soltou a carga e estolou, como se fosse vídeo do acidente da Ethiopian.
    Pessoas não são confiáveis. Mentem e erram.

  81. Marciano Diz:

    A French Bureau of Enquiry and Analysis for Civil Aviation Safety spokesman said that the two black boxes would contain flight parameters as well as conversations in the cockpit.

    He said there were less than a dozen laboratories around the world capable of reading the devices.

    “When the black boxes have not (been damaged), the tapes or hard disks are intact, the data is easily recoverable. However, it also happens that entire passages of the recording are more or less damaged,” he said, adding that the analysis could take days.

    Ethiopia had requested France’s assistance investigating the material as their country didn’t have the equipment necessary.

    Fonte: CNN

  82. Marciano Diz:

    Não entendo por que não quiseram que fosse para o NTSB, o melhor do mundo, na minha opinião.

  83. Marciano Diz:

    Leia o item “b”:
    https://books.google.com.br/books?id=5OJlPS6RRkAC&pg=PT230&lpg=PT230&dq=are+witnesses+trustable+in+air+crash+investigations?&source=bl&ots=hViSqsE0ju&sig=ACfU3U1H2pH8gdkLWzuInIL4lKL793eEhA&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwifhqvA2YzhAhV-EbkGHfmwB2kQ6AEwBXoECAYQAQ#v=onepage&q=are%20witnesses%20trustable%20in%20air%20crash%20investigations%3F&f=false
    The United States Air Force Law Review
    A testemunha é a prostituta das provas.
    É uma frase constantemente repetida em tribunais.

  84. Marciano Diz:

    Voo 800 da TWA
    Investigações apontaram um curto circuito no sistema elétrico do tanque de combustível de uma das asas como a causa da explosão. Os relatos de testemunhas levaram a diversas teorias da conspiração que, com o uso cada vez mais frequente da internet, convenceram a muitos de que o avião havia sido derrubado a tiros.
    https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/12/141228_misterios_aereos_novo_lk

  85. Marcos Arduin Diz:

    Não é que eu me escafedi, de Morte. É que não houve argumentos novos. Como ainda não há ou até piores: um romance policial de mau gosto sobre um funcionário falecido antes do nascimento do romancista.

  86. Gorducho Diz:

    👍
    Não faz sentido ficar especulando sobre sucessos acontecidos 100+anos atrás quando os alegados fenômenos supostamente seriam fatos da natureza.
    Então, ou se reproduz eles nas condições atuais, ou se presume que foram consequência do tempo em que os cães se amarrava com coleiras feitas de linguicinhas fininhas…

  87. Gorducho Diz:

    Segundo a Crença espírita, “médiuns” sempre existiram e continuam existindo – bem como espíritos aptos a manter comércio, via estes, com a crosta.
    Então: faça-se experimentos, ou se presuma que a alegação espírita não corresponde à realidade.

  88. Marciano Diz:

    É bom saber que você está de olho, ARDUIN, mas é como o Gorducho disse acima e eu já houvera dito. Essa discussão sobre Crookes e cia. já foi tentada aqui antes e ninguém se interessou, justamente porque é uma velharia sobre a qual pouco, quase nada se sabe.
    Ou se discute coisa mais recente, mais fácil de averiguar ou repetimos nós mesmos a experiência, mas falar de um passado remoto sobre o qual temos pouquíssimas informações e, além de tudo, pouco confiáveis. não nos levará a lugar algum.

  89. Marciano Diz:

    No comentário onde eu disse que você se escafedeu eu transcrevi o praticamente nada que resultou do MESMO ASSUNTO, postado DUAS VEZES, há SEIS ANOS.
    Só você e o Vitor disseram poucas palavras sobre o assunto. Todos os demais, inclusive eu, se abstiveram.
    Antonio GPoA só entrou para dizer o óbvio, que ninguém estava interessada em coisa tão velha e nebulosa.

  90. Gorducho Diz:

    Lembrando que eu agora depois dum período com sérias inconveniências, estou livre pra me deslocar de novo…
    Então tou às ordens de vocês c/a M/expertise acerca do espiritismo. Claro: com devidas combinações e agendamentos prévios 👍

    Viu, Professor

  91. Marciano Diz:

    G1: Piloto ‘de folga’ evitou queda de Boeing 737 MAX um dia antes de acidente na Indonésia, diz agência.
    https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/03/19/piloto-de-folga-evitou-queda-de-boeing-737-max-um-dia-antes-de-acidente-na-indonesia-diz-agencia.ghtml
    … um piloto da companhia que estava de folga no assento extra do cockpit – a cabine onde fica o comandante – instruiu os colegas a cortar um dos motores, o que fez o nariz do avião abaixar e, por sua vez, o controle da aeronave ser retomado.

  92. Gorducho Diz:

    Pois é… o avião começa a agir como se obsidiado tivesse e tem tanta coisa pra pensar, conjecturar, que não dá tempo ❗

  93. Vitor Diz:

    Arduin,
    .
    01 – “Engraçado, Vitor, é que o Stephenson disse que com fios flexíveis, não se notava oscilação no galvanômetro, mas com fios MACIÇOS, sim. Então onde foi que ele disse que a movimentação dos braços da sua Katie não causou oscilação?”
    .
    Página 404 do artigo de 1966:
    .
    Nesse ponto há, naturalmente, uma oposição principal a este cenário. É a declaração de Varley de que caso fosse a mão de Florence que se movia ‘o galvanômetro teria variado pelo menos 10 divisões’ (pág. 370 acima). Isso seria necessariamente verdade?
    .
    Revelou-se que não. O tipo de movimento do braço envolvido na escrita e em outras atividades dos dedos não necessariamente produz qualquer alteração detectável na corrente. Um exemplo disto será descrito mais tarde. Temos, portanto, de concluir, assim como Podmore, que a afirmação de Varley foi pouco mais do que uma suposição gratuita (pág. 372 acima).

  94. Vitor Diz:

    02 – “Vitor, considero pura perda de tempo especular em cima de especulação. Só pelo fato de haver um empregado de Crookes NADA diz que ele ajudaria uma médium farsante.”
    .
    Não há de fato uma evidência física sequer que o assistente tenha ajudado na fraude. Porém a questão aqui é saber se a fraude é possível sem que Crookes estivesse necessariamente envolvido. O Barry criou um cenário em que isso é possível. E sendo possível, não podemos mais considerar os testes de Crookes como comprovadores de um fenômeno paranormal.
    .
    03 – “Uma bobina não funcionaria, pois ela não gera oscilações. Os amigos de Crookes, ao testarem o lenço, causaram oscilações ao mexerem nele. Agora, para enrolar fios nos contatos, a Ana teria que soltar as duas mãos e precisaria das duas para enrolar o dito-cujo. Vai querer me dizer que isso tudo só causaria uma queda de 70 na escala, sem oscilações?”
    .
    Uma queda de 70 é uma queda grande. E oscilou:
    .
    Em 5 de fevereiro último nós tivemos uma sessão que começou às 9.15 da noite. Quando ela segurou as manivelas, a deflexão foi de 260°; oscilou — 266°, 190° [esta passagem de 266 para 190 é que é a queda de 70 divisões... mais precisamente, 76], 220°, 240° e então permaneceu fixa em 237°; [...]. Batidas foram ouvidas às 9.28, quando a deflexão oscilava entre 215° e 245°.
    .
    Barry diz corretamente:
    .
    Aparentemente, Annie experimentara alguma falta de jeito ao amarrar a bobina de arame que Charlie fizera para ela entre as manivelas. Se o enrolar não fosse feito muito rápido e firme dentro do tempo de resposta do instrumento, o galvanômetro registraria uma queda abrupta na resistência do corpo da médium pela metade, um balanço muito grande na escala do instrumento. Como foi, a luz oscilou em quase 70º no primeiro minuto ou mais antes de se estabelecer em um deflexão de 237º. Com a exceção de uma súbita oscilação de 30º, a deflexão permaneceu dentro de um intervalo de 2 a 3 graus por praticamente toda a sessão.
    .
    04 – E lembre-se de que ela confessou TODOS os seus truques ao Houdini, mas nada disse desse pilantra e nem da bobina.
    .
    O Houdini como entrevistador deve ter sido muito ruim. Ele só deve ter perguntado sobre como ela fez o truque, esquecendo-se de perguntar se alguém a ajudou. E também não sei se ele fez um registro na hora do que ela disse ou se confiou na sua memória cometendo erros quando foi finalmente escrever sobre o assunto.
    .
    05 – “Mas que gracinha! Então a Ana ou fantasma entregou um livro ao seu autor presente na sessão, livro este recém publicado, o qual nem havia sido catalogado, mas é correto supor que ela sabia dele e do autor?”
    .
    Considerando-se a ajuda do assistente, sim.

  95. Marciano Diz:

    O texto abaixo não é meu e não sei qual é a fonte, por isso não tenho como citar. Achei em meus alfarrábios. Resolvi trazer a lume porque fala de plágio, assunto recorrente por cá. Só para mostrar como o plágio é uma prática antiga.
     

    De onde surgiu a ideia de que Pedro era “A pedra inicial da igreja” e portador das famosas “chaves do céu”? Obviamente dos versículos do evangelho de Mateus:

    Mateus 16:18-19
    18 – Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; 19 – E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.

    De onde saiu isso? Foi uma citação saída da mente de Jesus? Ou há algo mais escondido? Simples, amigo crente! Não adivinha?
    Um plágio descarado!

    Isaías 22:20-22
    20 – E será naquele dia que chamarei a meu servo Eliaquim, filho de Hilquias; 21 – E vesti-lo-ei da tua túnica, e cingi-lo-ei com o teu cinto, e entregarei nas suas mãos o teu domínio, e será como pai para os moradores de Jerusalém, e para a casa de Judá. 22 – E porei a chave da casa de Davi sobre o seu ombro, e abrirá, e ninguém fechará; e fechará, e ninguém abrirá.

    Muito simples! Pegamos alguns versículos do Antigo Testamento, mudamos algumas palavras e nomes, mostramos como palavras originais de Jesus e…. bingo!

    Nada melhor do que um autoplágio bíblico para fundar uma igreja e de quebra cumprir alguma profecia!
    Mais fácil, impossível.

  96. Marciano Diz:

    Acho que é Mentiras fundamentales de la Iglesia Católica – Pepe Rodríguez.
    Tenho anotações extraídas de vários livros e nem todas as fontes foram devidamente registradas.
    Tentei encontrar, sem sucesso.

  97. Marciano Diz:

    Especialmente para o Gorducho, porcamente traduzido do espanhol, sem a fonte original para corrigir, vai do jeito que está:
     
    A Igreja Católica INVENTOU Jesus Cristo.
     
    Durante os séculos II e III, um erudito grego e um escriba judeu, um hierofante pagão e um sacerdote egípcio, todos contribuíram para a lenda do personagem de fábula que os cristãos adoram. A esperança comum de uma vida futura, não só para a elite, mas para todos os cidadãos do império, fez com que esse herói mítico alcanssace a popularidade desejada pelos religiosos que o promoveram. Para Constantino a superstição era útil. No século IV, a adoração de Jesus Cristo se converteu em um culto patrocinado pelo Estado em todo o Império Romano – além de ser particularmente popular no Egito.
     
    O salvador messiânico de Deus, prometendo uma salvação pessoal – produto final do sincretismo do Mediterrâneo oriental. De caráter sintético e composto, que combina características de Serapis (rei e juiz), com o protótipo do sábio grego (sabedoria, compaixão, etc), Antinous (homem perfeito, a proteção do sacrifício) e a variante romana do deus sol (Sol Invictus). O ingrediente vencedor dos cristãos, para este novo deus que dá a vida por eles no julgamento estabelecido pelos judeus (ao contrário do povo romano): uma surra misturada com episódios plagiados das Escrituras do *Tanakh judaico (mais de 400 citações diretas do Antigo Testamento) e alguns temas pagãos já bem desgastados.
     
    *O conteúdo do Tanakh é equivalente ao Antigo Testamento cristão, porém com outra divisão. A palavra é formada pelas sílabas iniciais das três partes que a constituem, a saber: A Torá (הרות ), também chamado שמוח (Chumash, isto é “Os cinco”) refere-se aos cinco livros conhecidos como Pentateuco, o mais importante dos livros do judaísmo. Neviim םיאיבנ) ) “Profetas” e Kethuvim (םיבותכ ) “os Escritos”.

     
    As diversas biografias (os muitos evangelhos, escritos entre o final do primeiro século e início de segundo) nunca foram totalmente harmonizadas. Levou mais de três séculos de violência antes de chegarem a um acordo mais ou menos teológico que lhes desse algum fundamento, mas de repente: Sucesso! (Imposto pela força ao longo dos próximos quinze séculos, mas isso é o de menos).
     
    Se o império quisesse introducir uma divindade, a forma mais simples e a única possível para uma sociedade majoritariamente analfabeta seria mediante a mensagem oral e a representação dessa mitologia mediante imagens (mosaicos, pinturas, releevos, esculturas, etc). O cristianismo, uma vez introduzido (graças ao populismo que lhe caracterizou) e legalizado no século IV, só teve que conseguir toda a simbologia das religiões que já existiam naquela época e criar uma idêntica, a única diferença seria afirmar que o deus representado não era outro além do seu messias (Jesús). Querem saber como? Simples! Passo a passo iremos recompondo, mediante antecedentes arqueológicos e históricos, o herói e semideus (ou deus) que adoram os crentes judaico-cristãos atuais.
     
    Antes que surgisse o rosto barbudo de cabeleira larga e com cara agradável, o império (romano) devia dar forma ao seu novo herói antissemita. Para isso, os artistas encontraram uma maneira muito fácil, só tinham que pegar o rosto do seu imperador. Nas primeiras representações do Jesus neotestamentário idealizaram um messias sem barba, ao mais puro estilo artístico greco-romano. A imagem facial deste novo semideus, casualmente (!?) se assemelha incrivelmente com o imperador que criou e impulsionou o cristianismo, Constantino I.
     
    Para derrubar o povo judeu, que há séculos se voltava contra o Império Romano, este toma as lendas das seitas essênias (Nazarenos) e a estas adiciona mitos greco-romanos que próprio império já possuía. Um desses mitos é o de seu deus solar montado em um carro. Este mito e sua simbologia têm suas origens na Grécia, que já representava seu deus solar (Hélios) da mesma forma, que por sua vez plagiaram esta ideia dos egípcios, os quais representavam seu deus solar Rá montando não em um carro, mas em uma barca.
     
    Não tenho como trazer para cá as muitas imagens que demonstram como foi mudando a cara de Jesus, porque daria muito trabalho e tomaria muito tempo. Elas são fáceis de encontrar na web e lembro-me de que JCFF já disponibilizou muitas delas aqui mesmo.
     
    Para odiar tanto aos adivinhos, bruxos e falsos profetas, a divindade judaica faz um uso demasiado constante deles, isso se tomarmos Jesus como essa mesma divindade judaica. Sendo realistas: o cristianismo como qualquer outra religião, se serviu de todo tipo de simbolismos “pagãos”. Uma amostra a mais disso e que se soma a toda a apropriação cultural que fez florecer o cristianismo, é também a representação de Jesus como um típico mago e augur (sacerdote da antiga Roma).
     
    Outro símbolo tomado do própio império romano foi a estrela indicando o nascimento do herói. Para as civilizações antigas, Grécia e Roma, o avistamento de cometas era um ato que podia pressagiar eventos importantes: morte de líderes, nascimento de reis, etc.
     
    Neste caso, os autores dos evangelhos serviram-se deste simbolismo como referencia para a historia do seu herói. Coisa que se extraiu das lendas Mitraicas e que se pode observar nas lendas gregas como a de Mitridates VI (Grego: Μιθριδάτης, nome derivado do deus persa do sol, Mitra e a raíz europeia “da” (“outorgar”) = “Outorgado por Mitra”), do qual existe a lenda que conta como um cometa anunciou seu nascimento (134 AEC) aparecendo durante 60 dias e de como ainda sendo menino teve que fugir, justo depois da morte de seu pai, para não ser asassinado. A este somamos o romano, conhecido como “Cometa de Cesar”, conhecido também como Iulium Sidus (Estrela de Julio) ou Caesaris Astrum (Estrela Cesaria ou de Cesar). Este cometa apareceu supostamente após a morte de Julio Cesar em 44 AEC e foi tomado por seu sucesor, Cesar Augusto, como símbolo propagandístico da deificação do Cesar.
     
    Além deste templo para enaltecer o culto astral, Augusto cunhou, como símbolo deste cometa, a estrela de oito pontas. Esta estrela se incluiu em todas as moedas e era o símbolo da divinidade. Esta estrela pode ser observada tanto no altar de dito templo, como em numerosas moedas cunhadass a partir da data, justamente sobre a da cabeça do Cesar.
     
    Os autores dos evangelhos só tiveram que copiar estes mitos e utilizar o mesmo simbolismo para enaltecerr seu personajem: uma estrela ou cometa que anuncia um ato divino, o nascimento de um rei ou divinidade.
     
    Nota: NÃO existe uma profecia no Tanak (Antigo Testamento) que prediga que o messias (Cristo, extraído do grego) devia nascer em Belém e muito menos que seu nascimento devia ser anunciado por uma estrela.
     
    Tentaram buscar explicações para este fenômeno astrológico com base na aceitação do que é narrado nos evangelhos. Apesar disto não há referência histórica ou evidência de uma estrela ou cometa entre 7 AEC e 6 DEC (as supostas datas do suposto nascimento deste suposto personajem). Este simbolismo acrescentado aos evangelhos é puramente greco-romano e extraído do culto de Mitra e aos astros.

  98. Marcos Arduin Diz:

    Como tenho dito, Vitor: é o poder da fé.
    .
    É gozado achar que esta especulação do Barry ELIMINA as experimentações do Crookes, já que não tinha como burlar o galvanômetro. Conforme dito por experimentação conhecida, o aparelho OSCILAVA quando tentaram montar uma fraude com o lenço molhado e não apenas CAÍA de marcação. E já tenho dito que o que vale é a experimentação publicada e não as preliminares.
    .
    Bem, se ela confessou TODOS os seus truques ao Houdini, como omitiria a ajuda de um “namorado” tão crucial para o seu sucesso? Por que ela fez isso de graça e não o fez quando lhe foi oferecida uma “baba” das boas para revelar o ocorrido? Teria o Houdini a hipnotizado?
    .
    O Crookes ia passar um relatório diário da sua vida a esse assistente ou só lhe mandaria fazer o que precisava ser feito? Por qual razão iria falar deste livro? E dá as pintas no seu relatório que algumas das testemunhas eram desconhecidas do próprio Crookes. Se eram desconhecidas dele, como seriam conhecidas do assistente?
    .
    Mesmo jogando tanta importância sobre esse assistente, ele não é o bastante para salvar a fé cética.

  99. Vitor Diz:

    ARDUIN disse:
    .
    01- “É gozado achar que esta especulação do Barry ELIMINA as experimentações do Crookes, já que não tinha como burlar o galvanômetro.”
    .
    Barry diz:
    .
    Varley nunca havia realizado o experimento do galvanômetro com um ser humano no circuito para confirmar qual seria a resposta do galvanômetro a várias condições, incluindo tentativas de trapaça. Em vez disso, ele simplesmente assumiu que seu entendimento pessoal era suficiente e, é claro, ninguém estaria em condições de refutá-lo ou desafiá-lo. Como um exemplo de mentalidade não científica, ele (e depois Crookes) afirmou que o espírito colocar suas mãos no balde de salmoura jogaria o galvanômetro para fora de escala caso fosse Cook de fato. Não exatamente. Enquanto os próprios contatos de ouro não tocassem a salmoura, nada mudaria na leitura do galvanômetro se Florence pusesse suas mãos no balde cheio de salmoura, pois a resistência do corpo se deve em grande parte à camada de pele logo abaixo da superfície da pele que não entrou em contato com a salmoura. Stephenson fez o experimento que Varley deveria ter feito, mas não fez.
    .
    Além disso, Varley disse que o espírito escrever na tabuinha causaria uma oscilação no galvanômetro, já que o movimento vigoroso dos braços faria os contatos se moverem em seus pulsos, se fosse Cook e não um fantasma. Varley até pediu a Katie que agitasse os braços, sem o galvanômetro apresentar qualquer mudança. Sua afirmação, porém, simplesmente não é verdadeira. Ao reproduzir as circunstâncias com uma atriz agitando vigorosamente os braços, Stephenson mostrou não haver nenhuma mudança na leitura do galvanômetro. Mais uma vez, as afirmações pessoais de Varley em meio a uma falta de preparação científica rigorosa deram ao experimento resultante uma autoridade maior do que ele merecia.
    .
    A conclusão final de Stephenson foi que, devido à mentalidade de Varley e suas condições experimentais, nada foi provado em relação à realidade de Katie King ou à fraude de Florence Cook. Crookes, aceitando a bem conhecida autoridade de Varley em circuitos elétricos, não questionou sua configuração, e repetiu os mesmos erros de Varley na segunda sessão de Cook, extraindo as mesmas conclusões injustificadas.

    .
    02 – “Bem, se ela confessou TODOS os seus truques ao Houdini, como omitiria a ajuda de um “namorado” tão crucial para o seu sucesso? ”
    .
    Ele já estava falecido, mas talvez não quisesse manchar a memória dele, ou temesse algum processo por algum membro da família sobrevivente por tal alegação…
    .
    03 – “Por qual razão iria falar deste livro?”
    .
    O livro estava na biblioteca, não precisava falar dele, o assistente, de posse da chave, o teria visto…
    .
    Charlie certamente localizou os livros para ela, dispondo-os sob sua orientação, para facilitar que ela os achasse no escuro. (Ele próprio um fumante, é claro que ele também sabia onde os cigarros estavam escondidos, um maço que seria jogado para Ionides.) Mas foi Crookes que, sem saber, acresceu um peso convincente ao conhecimento misterioso de Annie. O livro de viagem de Francis Galton era um best-seller na época da sessão, então, mesmo sem Charlie, Annie saberia disso, assim que fosse informada que Galton viria. E assim por diante.
    .
    O Spectrum Analysis ela precisaria do auxílio do assistente para saber de sua existência (ao menos se não quisermos acusar o Crookes de trapaça). O livro de Galton não.

  100. Vitor Diz:

    04 – “E dá as pintas no seu relatório que algumas das testemunhas eram desconhecidas do próprio Crookes. Se eram desconhecidas dele, como seriam conhecidas do assistente?”
    .
    Desconhecidas no sentido de desconhecer detalhes da vida pessoal, mas evidentemente ele saberia quem iria participar da sessão:
    .
    Embora Crookes achasse que Annie soubesse a respeito de apenas dois dos homens que a investigariam no dia 19, Gimingham claramente lhe disse quem viria. Annie sem dúvida queria informações pessoais sobre cada um dos homens, compreendendo que, uma vez que conhecesse as identidades dos homens que viriam, ela poderia ganhá-las, ao menos em parte, simplesmente lendo os jornais diários de Londres. Isso era algo que ela faria para ajudar seus “invisíveis” a revelar conhecimento pessoal específico. Annie aprendera com suas primeiras experiências entre as fazendas e aldeias do nordeste de Ohio que, quanto mais pessoais as revelações dos espíritos, mais admirado ficava seu beneficiário.

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