Percebendo as Notícias Futuras: Evidências para a Retrocausação (2017)

Os autores adotam um procedimento muitíssimo similar aos “testes de jornais” feitos há cerca de um século com a médium Gladys Osborne Leonard. A maior diferença é que se usam fotos em vez de palavras, e há um espaço de 3 dias, em vez de apenas 1. Os resultados são extraordinários, de qualidade altíssima. Ambos os autores, se não são psíquicos profissionais, são pessoas que exibem muitos talentos psíquicos. Parabéns a eles, não só pelos resultados obtidos, mas a discussão também avança de forma significativa na compreensão do processo psi. Para ler o artigo traduzido, clique aqui. Para ler o artigo em inglês, clique aqui.

521 respostas a “Percebendo as Notícias Futuras: Evidências para a Retrocausação (2017)”

  1. Marciano Diz:

    Dale E. Graff, facilitator and author, is a physicist and a former director of project STARGATE, the government program that investigated remote viewing phenomena.
    http://dalegraff.com/
    Patricia Cyrus, an experienced remote viewer, who has recently completed a 10-year experimental study with collaborator, Dale Graff. Patricia Cyrus’s participation in psi research began in 1997 while attending the University of Pittsburgh in Pennsylvania. Following a presentation that she made on remote viewing in a science theory course, she contacted Dale Graff, physicist, psi researcher, author and former project director of the DIA’s Star Gate program, to explore the subject in depth. This led to a 16-year ongoing collaboration with Mr. Graff as the tasker and Patricia as the viewer/percipient. Patricia has been interviewed by the BBC and A&E on precognition and appeared in an episode of the National Geographic Channel series, Paranatural, in 2013. Ms. Cyrus currently lives in Orlando, Florida where she is employed by a multinational engineering and manufacturing conglomerate headquartered in Munich, Germany. DANIEL P. SHEEHAN & PATRICIA CYRUS: RV and Retrocaustion Theory & Experiment.
    Martin “Marty” Seamus McFly plays guitar with his group The Pinheads and likes listening to Huey Lewis and the News, Tom Petty and the Heartbreakers, and Van Halen. He is also a talented skateboarder and proven to be an excellent pistol shot, a skill he has honed by endlessly playing shooting games such as Wild Gunman at his local 7-Eleven.
    Serious business.

  2. Vitor Diz:

    Oi, marciano
    bom você citar o projeto Stargate, há uma série de 3 livros que serão publicados recontando a história do programa todo, aproveitando que a CIA liberou vários documentos, mas não todos. Dizem que há muita coisa contada errada nos livros de quem não participou do projeto Stargate (não só pelos céticos, por crentes também).
    .
    https://www.amazon.de/Star-Gate-Archives-Government-Sponsored/dp/1476667527
    .
    Descobri que há pelo menos um experimento de Hella Hammid que eu nunca tinha ouvido falar e que ela passou com sucesso. Espero que contem nessa série de livros, eu soube por uma palestra do Puthoff no youtube.

  3. Vitor Diz:

    Ah, gostaria de avisar que o artigo não foi publicado numa revista parapsicológica, e sim nos trabalhos do simpósio sobre retrocausalidade feito pela própria AAAS!
    .
    Quantum Retrocausation III is the third in a series of international symposia convened at the University of San Diego under the auspices of the Pacific Division of the American Association for the Advancement of Science (AAAS), to discuss the intersection of time and consciousness .

  4. Marciano Diz:

    Oi, Vitor.
    Não se empolgue muito. Esse negócio de “retrocausação” está mais para filosofia do que para ciência. Ademais, se considerarmos os experimentos mentais da física teórica e hipóteses de mecânica quântica, não podemos nos esquecer de que são modelos hipotéticos que teorizam sobre micropartículas (subatômicas), não podendo ser extrapolados para o macrouniverso em que vivemos a vida real.
    Não caia na armadilha de quem vê entrelaçamento quântico em coisas maiores do que partículas de átomos.
    Não confunda também modelos matemáticos (inclusive o átomo) com o mundo real.
     
    Conforme se ensina na própria graduação em física,

    Na tentativa de compreender um fenômeno físico, o indivíduo vale-se de modelos. Estabelecido em pensamento, no plano das representações ideais, o modelo físico, é apenas uma aproximação, muitas vezes bem afastado da realidade.
     
    “Na física, um modelo é uma versão simplificada de um sistema físico que seria muito complicado se fosse analisado com detalhes completos”. Por ser simplificado o modelo já constitui uma limitação. Portanto, ao se antever as regularidades de um sistema, já estão implícitas as limitações impostas pelo modelo idealizado, que por sua vez limita nossas previsões. São sobre estes modelos idealizados que se constroem as teorias e analisam-se suas aplicações. Fundamentado em Einstein, Infeld e em filósofos russos, (MEDVIEDIEV, Alexander. Aspectos lógicos, psicológicos e pedagógicos do ensino de Física) cita que os elementos essenciais da macroestrutura de uma teoria são:
    - O plano de descrição dos objetos e dos fenômenos (o plano fenomenológico do conteúdo de uma teoria, ou dos fenômenos físicos, são apresentados diretamente, em estado puro).
    - A representação desta teoria, com a ajuda de modelos, destacando os seus conceitos essenciais e os princípios (Plano das representações ideais de uma disciplina).
    - O tratamento da teoria com a ajuda de um “aparato – matemático – formal” (plano dos significantes: símbolos, gráficos…)

     
    O pessoal da mecânica quântica de apartamento costuma interpretar (dolosamente) esses modelos como realidade e estender hipóteses sobre partículas do átomo a objetos da vida diária.

  5. Vitor Diz:

    Oi, Marciano
    no caso não se trata de um experimento mental (embora a capacidade da mente humana de perceber o futuro seja essencial). O experimento foi realizado na prática, com resultados que podem ser vistos por qualquer um que não seja cego. Lembrando que, embora não seja mencionado pelos autores, é uma replicação dos estudos feitos com a médium Gladys Osborne Leonard, feitos há 100 anos.
    .
    Dirac confundiu modelos matemáticos com o mundo real e isso lhe permitiu prever a antimatéria. Às vezes é bom arriscar.

  6. Gorducho Diz:

    Mas não extrapolar o modelo.
    Nós não sabemos “o que é” “antimatéria” – aliás nem “matéria” é coisa que faça maior sentido em física…
    O que temos são certos fenômenos que são modelizados (i.e., suas consequências sob certas circunstancias são previstas) por certas equações matemáticas.
    Analista Marciano se refere ao mau uso disso que sói ser feito pelos místicos e físicos de apartamento, que ontologizam os modelos em proveito das suas Crenças.
    O próprio Kardec frequentemente se traia ao falar em Causa.

  7. MONTALVÃO Diz:

    /
    Os autores adotam um procedimento muitíssimo similar aos RIDÍCULOS “testes de jornais” feitos há cerca de um século com a médium Gladys Osborne Leonard. A maior diferença é que se usam fotos em vez de palavras, e há um espaço de 3 dias, em vez de apenas 1,
    .
    E OS RESULTADOS SÃO TÃO OU MAIS RIDÍCULOS QUANTO OS DE OSBORNE.
    .
    Os resultados são extraordinAriAMENTE MODESTOS, de qualidade altíssima EM TERMOS DE NENHUMA UTILIDADE.
    .
    Ambos os autores, se não são psíquicos profissionais, são pessoas que exibem muitos talentos psíquicos, COMO SE ISSO EXISTISSE.
    .
    Parabéns a eles, não só pelos resultados obtidos, mas TAMBÉM PELO ESFORÇO DE NÃO PRODUZIREM NADA DE ÚTIL, CONFIRMANDO A CONJETURA DE MOI,
    .
    a discussão também avança de forma significativa na compreensão do processo psi,
    A MOSTRAR QUE PSI, caso exista, é “força” de atuação tênue, de ocorrência esporádica e imprevisível, sem controle da parte quem supostamente a possui, e sem utilidade conhecida.
    /
    PRECOGNIÇÃO pode ser definida como intuição do futuro que só é revelada depois que o futuro acontece, com as adaptações cabíveis.
    /.
    No experimento relatado os autores inovam: a precognição é realizada, E DOCUMENTADA, antes do evento alvo (no caso foto em um jornal) ocorrer. Tirante essa novidade (ou mesmo com ela) o ridículo permanece e confirma a inutilidade de psi, caso exista…
    .
    Para quem acha que exagero e radicalizo, basta examinar os desenhos e conferir se, por meio deles, alguém chegaria ao evento antes que acontecesse. A primeira imagem é ilustrativa (e as demais, sem exceção, vão pelo mesmo caminho): um cilindro ovalado, com dois chifres brotando na parte superior e o esboço de duas figuras (crianças?) aparentemente contemplando a coisa.
    .
    Sabem o que isso significa? Não sabem? Ora, tão óbvio:
    .
    um cilindro ovalado, com dois chifres brotando na parte superior e o esboço de duas figuras (crianças?) aparentemente contemplando a coisa…
    .
    só pode indicar o bombardeio de um navio indonésio! Qualquer um percebe! Se vocês não perceberam precisam melhorar, e muito, suas capacidades de interpretação…
    .
    Então, precognição é isso: percepção antecipada de coisa nenhuma… futuramente, muitas tragédias serão inevitadas graças ao uso produtivo dessa “força”…
    /
    O único resultado extraordinário registrável nessa rubrica é a extraordinária crença de parte da administração em algo que, caso exista, não serve para coisa alguma…
    .
    Melhor que isso só uma branquinha no bar do bigode…

  8. Vitor Diz:

    Vejam como a crítica do Montalvão é simplesmente ridícula. Ele diz:
    .
    basta examinar os desenhos e conferir se, por meio deles, alguém chegaria ao evento antes que acontecesse. A primeira imagem é ilustrativa (e as demais, sem exceção, vão pelo mesmo caminho): um cilindro ovalado, com dois chifres brotando na parte superior e o esboço de duas figuras (crianças?) aparentemente contemplando a coisa. Sabem o que isso significa? Não sabem? Ora, tão óbvio: um cilindro ovalado, com dois chifres brotando na parte superior e o esboço de duas figuras (crianças?) aparentemente contemplando a coisa…só pode indicar o bombardeio de um navio indonésio! Qualquer um percebe! Se vocês não perceberam precisam melhorar, e muito, suas capacidades de interpretação…
    .
    O Montalvão NÃO percebeu a descrição em palavras existente no canto esquerdo superior, que diz:
    .
    “Metal curvo
    Barco grande
    Naufrágio”
    .
    Assim o psíquico diz que ia aparecer um barco grande naufragando, e a imagem aparece um navio sendo bombardeado! Excelente correlação para mim.
    .

    Vejam, portanto, como a crítica do Montalvão cai por terra com um mínimo de atenção. Essa crítica do Montalvão é exemplificativa de todas as outras feitas nos últimos anos :)

  9. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: O Montalvão NÃO percebeu a descrição em palavras existente no canto esquerdo superior, que diz:
    .
    “Metal curvo
    Barco grande
    Naufrágio”
    .
    Assim o psíquico diz que ia aparecer um barco grande naufragando, e a imagem aparece um navio sendo bombardeado! Excelente correlação PARA MIM.
    .
    Vejam, portanto, como a crítica do Montalvão cai por terra com um mínimo de atenção. Essa crítica do Montalvão é exemplificativa de todas as outras feitas nos últimos anos
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ô nossa senhora da cachaça cruenta!
    .
    A única declaração correta é a de que não percebi a descrição em palavras…
    .
    Agora que a percebi, indago: no que isso muda meu ponderamento?
    .
    Acaso “Metal curvo, Barco grande, Naufrágio” acrescenta algo de produtivo à precognição? Fatalmente seríamos levados ao bombardeio do navio indonésio? Brincas com a realidade meu caro, fazendo de teus sonhos um mundo fantástico de paranormalidades e mediunidades.
    .
    Agora vejo que alguns desenhos eram acompanhados de comentários, outros nada. Mesmo com esse acréscimo, a questão continua: quem chegaria aos eventos antecipadamente baseando-se na imagem e nos comentários, quando havia?
    .
    Ou seja, precognição serve para o quê, além de nada?
    .
    Agora, seu melhor foi pegar uma perninha esquecida (que nada mudou no quadro) e dela extrair a preciosidade:
    .
    “Essa crítica do Montalvão é exemplificativa de todas as outras feitas nos últimos anos”…
    .
    Se aplicar igual severidade para com seus gurus, precognizo: não sobra um!
    .
    São Benedito que nos proteja!

  10. MONTALVÃO Diz:

    /
    um cilindro ovalado, com dois chifres brotando na parte superior e o esboço de duas figuras (crianças?) aparentemente contemplando a coisa… seguido das palavras: Metal curvo
    Barco grande
    Naufrágio
    .
    só pode indicar o bombardeio de um navio indonésio! Qualquer um percebe! Se vocês não perceberam precisam melhorar, e muito, suas capacidades de interpretação…
    .
    Então, precognição é isso: percepção antecipada de coisa nenhuma… futuramente, muitas tragédias serão inevitadas graças ao uso produtivo dessa “força”…

  11. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Mesmo com esse acréscimo, a questão continua: quem chegaria aos eventos antecipadamente baseando-se na imagem e nos comentários, quando havia?Ou seja, precognição serve para o quê, além de nada?”
    .
    O Montalvão realmente não consegue perceber a importância da comprovação inequívoca da precognição?…
    .
    Montalvão, deixa eu te explicar uma coisinha: ainda que a o futuro não possa ser alterado – e os autores consideram essa possibilidade, o que tornaria a precognição, em tese, inútil – a simples existência da precognição serve para alterar completamente o nosso entendimento do Universo, e mesmo da Evolução… lembrando ainda que os autores estão defendendo a retrocausalidade, ou seja, o futuro afetando o passado, e aí a serventia se faz ainda mais presente… não fosse só isso, no próximo artigo colocarei um exemplo de precognição extremamente prática (mesmo que o futuro não possa ser alterado!!).

  12. Gorducho Diz:

    Eu cometi um erro e tive que pedir pra Administração corrigir sendo que como autopunição prometi silenciar.
    Vejo-os na próxima rubrica sobre espiritismo; Dr. Bezerra; CX… se houver…
    :(
    Bye

  13. Vitor Diz:

    Ué, Gorducho, não era você que queria psíquicos que pudessem ser testados? Esses aí estão disponíveis, os testes são simples, há o email deles, agora é com você e sua bancada cética…

  14. MONTALVÃO Diz:

    /
    Fiz comentário crítico no site:
    .
    https://palavraluz.wordpress.com/2012/11/02/nde-eqm-pim-van-lommel/
    .
    A respeito de EQM. O dono do pedaço expurgou minha manifestação.
    .
    Protestei.
    .
    Ele respondeu:
    .
    =============================.
    Serão sempre censurados pseudo-comentários sem conteúdo. O que aliás é raríssimo.
    .
    O meu blogue não é como as inocentes paredes onde gente mal-criada risca declarações preguiçosas e inúteis.
    .
    Não se apresentou, não tem site, não defende opiniões publicamente, o seu rosto está escondido detrás de um endereço que dá para lado nenhum.
    .
    Eu já sei a sua opinião. Já foi bom. Pode começar a gabar-se.
    .
    Faça-se um homenzinho, trabalhe e publique um blogue com dignidade que desminta o que acha que deve, com os argumentos que lhe pareçam justos.
    .
    Votos de saúde e boa disposição, que lhe desejo sinceramente, embora não tenha de si a mínima referência leal e explícita.
    .
    Jose Costa
    =============================.
    .
    E agora, o que será de eu?

  15. Phelippe Diz:

    Sem querer parecer um chato, mas o fenômeno psi não prova que espíritos existem. Prova apenas um poder oculto da mente.

  16. Vitor Diz:

    Oi, Phelippe
    prova também que nosso entendimento do Universo precisa ser revisto. Mas coloquei há pouco um novo artigo sobre precognição que tem uma participação espiritual (ou ao menos, sugere algo nessa linha).

  17. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Sem querer parecer um chato, mas o fenômeno psi não prova que espíritos existem. Prova apenas um poder oculto da mente.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: talvez nem isso… se for mesmo algum poder oculto da mente, escondido nalgum recôndito dessa mente, é um poder tão sutil, tão vago, de manifestação tão incerta que de nada serve e não serve pra nada… quando muito o restolho de processos mentais…

  18. Gorducho Diz:

    É o Sítio do Sr. Criaturo, Analista Montalvão :?:

  19. Vitor Diz:

    Montalvão, como você pode dizer que o fenômeno é de manifestação tão incerta quando os psíquicos já passam em testes controlados há décadas já?

  20. Vitor Diz:

    E os desenhos com as narrativas mostram que o fenômeno nada tem de sutil ou vago também.

  21. Vitor Diz:

    Considero esse artigo uma prova cabal de precognição.

  22. Gorducho Diz:

    Ah, não :!:
    Me precipitei, porque ele foi expulso (aliás fiz uma provocação que deverá me render pelo menos 1 amarelo :P ). Sr. Criaturo jamais censuraria comentários.

  23. Phelippe Diz:

    Oi, Vitor, vou ler o novo artigo.
    Outra coisa: achei o artigo do j w brodie Innes sobre a provável forma como supostos espíritos poderiam se manifestar. Leia a partir da página 89. Talvez valha um artigo.
    Segue o link: https://archive.org/stream/SamuelLiddellMacGregorMathersJ.wBrodieInnes-The-sorcererAndHis/SamuelLiddellMacGregorMathersJ.wBrodieInnes-TheSorcererAndHisApprenticeGoldenDawn#page/n87/mode/1up

  24. MONTALVÃO Diz:

    /
    “[psi] prova também que nosso entendimento do Universo precisa ser revisto.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: como é que algo que pode ser seguramente definido assim:
    /
    “PSI, caso exista, é “força” de atuação tênue, de ocorrência esporádica e imprevisível, sem controle da parte quem supostamente a possui, e sem utilidade conhecida.”
    /
    Seria capaz de provocar revisão no nosso entendimento do universo? Nem se sabe se psi existe e se existe não se sabe o que seja!
    .
    Se for mero resíduo do processamento mental, caso exista, não vai provocar revisão nenhuma: para tristeza e desconsolo de quem quer fazer de uma coisa incerta a “força ativa de Jeová”…

  25. Vitor Diz:

    Montalvão, aceita que psi existe que dói menos. Esse artigo com esses dois psíquicos é uma prova cabal disso. Eles já passam há anos em testes assim. Sua contínua negação é igualzinha à dos criacionistas. Não se baseia em motivos científicos.

  26. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO: Ah, não…
    Me precipitei, porque ele foi expulso (aliás fiz uma provocação que deverá me render pelo menos 1 amarelo :P ). Sr. Criaturo jamais censuraria comentários.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: realmente, e o site é bem elaborado para ser do Criaturo, que não diz coisa com coisa. A não ser que ele seja dois, um no FC e outro fora. A pessoa do Espiritismo Cultura assina “José Costa”, mas não sei o nome real do Criaturo, portanto…
    .
    Uma coisa é certa, ele não enjeita críticas (o Criaturo), enfrenta todas, embora de forma tosca e com argumentos doidivanos, o que não é o caso desse José que só quer saber de afagos…

  27. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Vitor Diz:
    .
    Montalvão, como você pode dizer que o fenômeno é de manifestação tão incerta quando os psíquicos já passam em testes controlados há décadas já?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quem: Ingo Swann, Hammid, Harribance, Geller, Amiden, Green Morton, Jucelino Nóbrega?
    .
    Ah, sei…

  28. Gorducho Diz:

    Não :!: Não me interprete mar, é que me precipitei mesmo nem vi esse nome do dono do Sítio :!:
    Como Sr. Criaturo foi banido vi e imaginei que o Sr. pudesse ter comentado no Sítio dele.
    Mas, claro: ele jamais censuraria; muito pelo contrário: gosta do debate.
    Eu gosto do Sr. Criaturo.

  29. Vitor Diz:

    Não, Montalvão, estou falando dos dois psíquicos autores do artigo.

  30. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    Eles já passam há anos em testes assim
    [...]
    Ué, Gorducho, não era você que queria psíquicos que pudessem ser testados? Esses aí estão disponíveis, os testes são simples, há o email deles, agora é com você e sua bancada cética…
    ==============================================================
    Perfeito… a gente escolheria uma certa secção dum jornal – say O Globo Estadão – eles passam 3 dias antes os desenhos e 3 dias depois a gente vê se tem alguma foto na secção escolhida que se correlacione.
    É isso :?:
    Um bom experimento prático pro Obras Psicografadas, concordo.
    Entre em contato com eles…

  31. Gorducho Diz:

    O 1° passo seria perguntar se a distância não seria obstáculo e como fazem pra selecionar o jornal alvo
    :?:
    Tenho assinaturas do NYT + WPo digitais então também serviria a princípio…

  32. Gorducho Diz:

    Ou será que os espíritos só antevêm papel :?:

  33. MONTALVÃO Diz:

    /
    Ao sujeito que me escorraçou, respondi (e ainda fiz propaganda do Obras).
    /
    ====================.
    Prezado José Lucas,
    .
    Minha arena de luta está no campo das ideias, ofensas pessoais dispenso por serem improdutivas.
    .
    Meu comentário foi sucinto, concordo, porém instigava à discussão, o que foi descartado por sua pessoa sem qualquer manifestação útil. Supus que fosse me recomendar melhor examinar o trabalho de Van Lommel, ou fazer referência a casos famosos, quais o de Eben Alexander, Rondonaia, Pam Reynolds, etc.
    .
    Qual nada, apenas um jorro de palavras que nada acrescentam na elucidação das muitas dúvidas que o misticismo nas EQM suscita.
    .
    Isto posto, passo a comentar seus ponderamentos, que estão a seguir destacados em vermelho, seguidos de minhas apreciações em azul.[aqui substituo as cores pelos nomes)
    .

    LUCAS: Serão sempre censurados pseudo-comentários sem conteúdo. O que aliás é raríssimo.
    .
    montalvão: Conheço pouco e mal seu site, mas dos comentários que examinei não vi grandes “conteúdos”. Por exemplo, em um artigo sobre EQM consta:

    ————————-.
    josé lucas diz:
    05/11/2012 às 15:34
    Parabéns, excelente trabalho, vou lê-lo com atenção. Muito obrigado.
    José Lucas
    /
    Noutro:
    [email protected] (@lugarazul) diz:
    19/07/2012 às 19:14
    É realmente uma prenda rara da comunidade científica.
    – Que a Humanidade esteja à altura de a aproveitar; a filosofia espírita em particular…
    Gilberto Ferreira
    ————————–
    Se é isso que sua pessoa qualifica de “verdadeiro comentário” confesso que não entendo mais nada…
    /

    LUCAS: O meu blogue não é como as inocentes paredes onde gente mal-criada risca declarações preguiçosas e inúteis.
    .
    montalvão: Ok, acho bom que pense assim, mas como poderia saber que foi um mal-criado quem se manifestou se matou a conversa já no nascedouro? Tem poderes paranormais, embora não existam?
    /
    LUCAS: Não se apresentou, não tem site, não defende opiniões publicamente, o seu rosto está escondido detrás de um endereço que dá para lado nenhum.
    .
    montalvão: Eu não sabia que para comentar no seu site teria que cumprir as exigências listadas. Como o espaço estava aberto para considerações, expus as minhas. Neste caso o erro é de sua parte, pois deve avisar com antecedência que só aceita certas opiniões, e especificar quais.
    /

    LUCAS: Eu já sei a sua opinião. Já foi bom. Pode começar a gabar-se.
    .
    montalvão: Então minhas suspeitas se confirmam: és um paranormal, dotado de clarividência e capacidade de escanear o cérebro alheio. Parabéns: sempre quis conhecer alguém assim…
    .
    Só que como já sabe de minha opinião, poderia me derribar de forma elegante: refutando meu ponto de vista avassaladoramente! Eu se tivesse o dom de pré-conhecer o que os outros pensam teria vantagem enorme em qualquer discussão e não deixaria um de pé…
    /

    LUCAS: Faça-se um homenzinho, trabalhe e publique um blogue com dignidade que desminta o que acha que deve, com os argumentos que lhe pareçam justos.
    .
    montalvão: Boa sugestão, prometo analisá-la com carinho. Mas, o que pretendi foi somente expor o que penso do assunto e abrir um caminho para discuti-lo lucrativamente, buscando o mútuo esclarecimento. Se para opinar no seu blog precisa de pré-requisitos, favor citá-los, assim ninguém perde tempo e todos continuam felizes…
    /
    LUCAS: Votos de saúde e boa disposição, que lhe desejo sinceramente, embora não tenha de si a mínima referência leal e explícita.
    .
    montalvão: Brigadu, por enquanto, vou bem de saúde, tanto física quanto mental. Espero continuar assim por longo tempo e poder comentar em blogs que pratiquem a democracia opinativa, o que, infelizmente, não é o caso do seu. Lamentável.
    .
    Mesmo assim, nada contra sua distinta pessoa: desejo a melhor das sortes e muito sucesso…
    .
    Se quiser conhecer debates de verdade visite o site Obras Psicografadas: poderá servi-lhe de orientativo.
    http://obraspsicografadas.org/
    ===================.

  34. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Perfeito… a gente escolheria uma certa secção dum jornal – say O Globo Estadão – eles passam 3 dias antes os desenhos e 3 dias depois a gente vê se tem alguma foto na secção escolhida que se correlacione.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: perfeito! E antes de o jornal ser publicado submete-se o desenho a juízes especializados em escolher o que a revelação quer dizer para que informem o significado, e depois conferimos, quando o noticiário vier a lume se bate alguma coisa…

  35. Marciano Diz:

    Bestimmt!
    Obrigado pela intervenção, Vice-Presidente Gorducho.
    Disse em poucas palavras o que eu disse em muitas e não me fiz entender, acho.
     
    Presidente Montalvão, o problema com essas visões do futuro é exatamente o que mostraste. São intepretados em retrospectiva.
    Antes, ninguém sabe do que se trata, o que vai acontecer. Depois, todos explicam claramente o que era para ser visto ANTES.
     
    ===============================================================
    O Montalvão NÃO percebeu a descrição em palavras existente no canto esquerdo superior, que diz:
    .
    “Metal curvo
    Barco grande
    Naufrágio”
    .
    Assim o psíquico diz que ia aparecer um barco grande naufragando, e a imagem aparece um navio sendo bombardeado! Excelente correlação para mim.
    ===============================================================
     
    Sim, mas só depois do fato, não é?
    Antes, serias capaz de dizer o que iria acontecer, indicar qual barco grande iria naufragar?
     
    Se não iria, a informação é realmente de uma inutilidade a toda prova.
     
    =============================.
    Serão sempre censurados pseudo-comentários sem conteúdo. O que aliás é raríssimo.
    .
    O meu blogue não é como as inocentes paredes onde gente mal-criada risca declarações preguiçosas e inúteis.
    .
    Não se apresentou, não tem site, não defende opiniões publicamente, o seu rosto está escondido detrás de um endereço que dá para lado nenhum.
    .
    Eu já sei a sua opinião. Já foi bom. Pode começar a gabar-se.
    .
    Faça-se um homenzinho, trabalhe e publique um blogue com dignidade que desminta o que acha que deve, com os argumentos que lhe pareçam justos.
    .
    Votos de saúde e boa disposição, que lhe desejo sinceramente, embora não tenha de si a mínima referência leal e explícita.
    .
    Jose Costa
    =============================.
     
    Parece coisa de criança birrenta. Quanto anos tem esse Zé?
     
    ===============================================================
    Sem querer parecer um chato, mas o fenômeno psi não prova que espíritos existem. Prova apenas um poder oculto da mente.
    ===============================================================
     
    Sem querer parecer mais chato ainda, mas o alegado fenômeno Ψ (está mais para ψ ) só está provado para quem quer pensar assim. Se “estivesse” provado, só provaria uma aparente capacidade ignota da mente.
     
    Isto mesmo, Montalvão.
    O Vitor aceita críticas, rebate-as a seu modo.
    Quem quer conversar sozinho é maluco e quem quer só aprovação e votos de louvor é um imbecil.
    É por essas e outras que não me aventuro em outras plagas.

  36. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Sim, mas só depois do fato, não é?
    Antes, serias capaz de dizer o que iria acontecer, indicar qual barco grande iria naufragar?”
    .
    O objetivo do experimento não é dizer qual barco grande vai naufragar, é apena dizer ou representar o melhor possível a foto que aparecerá. É apenas constatar a existência do fenômeno. E o fenômeno foi constatado.
    .
    MARCIANO DISSE: “Se não iria, a informação é realmente de uma inutilidade a toda prova.”
    .
    Postei um artigo que mostra que 13% das pessoas que sofre um infarto recebe antes alguma espécie de aviso por meio de sonhos. Isso daria tempo para a pessoa ou evitar ou ao menos se preparar para o infarte, o que é muito útil (e revela mais uma vez que psi segue tendências neo-darwinistas de sobrevivência da espécie).

  37. Vinicius Diz:

    “13% das pessoas que sofre um infarto recebe antes alguma espécie de aviso por meio de sonhos. Isso daria tempo para a pessoa ou evitar ou ao menos se preparar para o infarte, o que é muito útil ”
     
    mas se a pessoa não sofrer o infarto não vai mais acreditar em sonhos premonitórios :mrgreen:
     
    E aí Vitor, tem um psiquico dizendo que SS vai morrer em um ano e meio ( o mesmo que previu o acidente da chapecoense)
    http://br.blastingnews.com/tv-famosos/2017/06/vidente-faz-previsao-assustadora-sobre-silvio-santos-e-anuncia-aviao-vai-cair-001758305.html

  38. Espírita Sp Orlando Diz:

    Perfeito VICTOR, Kardec fala sobre os pressentimentos. Que bom que não abandonou por completo a charrua espírita :: Li bastante sobre os plágios de Chico e vocês fizeram um bom trabalho, porém, acho que errar é humano e foi apenas deslize mediunico dele . Da lanterna que postei ontem, obrigado Gorducho, lamentavelmente Chico foi vitima da vaidade. Ainda bem que Emmmanuel apareceu e ordenou para parar com materializações.

    MÉDIUNS DE PRESSENTIMENTOS
    184. O pressentimento é uma intuição vaga das coisas futuras.
    Algumas pessoas têm essa faculdade mais ou menos
    desenvolvida. Pode ser devida a uma espécie de dupla vista,
    que lhes permite entrever as conseqüências das coisas
    atuais e a filiação dos acontecimentos. Mas, muitas vezes,
    também é resultado de comunicações ocultas e, sobretudo
    neste caso, é que se pode dar aos que dela são dotados o
    nome de médiuns de pressentimentos, que constituem uma
    variedade dos médiuns inspirados.

  39. Gorducho Diz:

    Sim, Sr. Presidente, o subsequente passo que eu iria abordar mas V. Exciª o fez já, seria que nós os examinadores bem como os videntes teremos 2 desses 3 dias pra definirmos o que significará a previsão.
    Como ninguém em seu juízo perfeito imaginará que algum dos envolvidos no experimento possa influir nas redatorias de periódicos ao nível de, say, O Globo ou Estadão ou &c. impressos;
    ou NYT ou WPo digitais (visto que nos é inviável compra-los em banca), pra mim me parece um experimento viável de ser feito.
    A especificar melhor, claro.
    E que renderia bons resultados pro OP sob a forma de sair do simples comentário.

  40. Marciano Diz:

    Gorducho, esse NYT não é meio esquerdista, não?

  41. Gorducho Diz:

    ½ não – 100%
    Agora tão muito mal das pernas que eu saiba – aliás como em geral toda grande imprensa convencional – então minha esperança é que se vejam a mudar de linha editorial.
    Na real gosto mais do WPo que também é esquerdista.
    Mas é que como são os mais conhecidos, e pra ter o que ler…
    Já pensei em trocar pro Wall Street… ¿que diz?

  42. Gorducho Diz:

    se vejam compelidos – troquem de dono &c…

  43. Gorducho Diz:

    Voltando aos experimentos que espero faremos, claro: tem que ficar definido se é chaminé de caldeira a lenha ou [TERMO REMOVIDO POR INCOMPATÍVEL COM O ALTO NÍVEL EDITORIAL DO SÍTIO];
    se é um par de óculos ou uma bicicleta;
    &c.
    Antes de sair o jornal, claro.
     
     
    E aquelas guampas que tinha no navio :?:
    Será que era um navio estação telegráfica móvel e eram os mastros pras antenas :?:
    Porque acharam que a visão seria do futuro, mas bem pode ter sido do passado.

  44. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O objetivo do experimento não é dizer qual barco grande vai naufragar, é apena dizer ou representar o melhor possível a foto que aparecerá. É apenas constatar a existência do fenômeno. E o fenômeno foi constatado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: em outras palavras, o objetivo do experimento é demonstrar que psi, caso exista, para nada serve…
    .
    Bate com o que pensei.

  45. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Postei um artigo que mostra que 13% das pessoas que sofre um infarto recebe antes alguma espécie de aviso por meio de sonhos. Isso daria tempo para a pessoa ou evitar ou ao menos se preparar para o infarte, o que é muito útil (e revela mais uma vez que psi segue tendências neo-darwinistas de sobrevivência da espécie).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: “alguma espécie de aviso”? Se o pré-infartado der uma mijada na cama conta como aviso?
    .
    Agora, realmente, isso prova a utilidade de psi: os jornais frequentemente reportam casos de pessoas que procuram os hospitais porque sonharam-se infartados salvando assim suas vidas.
    .
    E inda tem quem não acredite, acredita?
    /
    Agora, essa vou guardar para soltar no bar do bigode, depois que a turma já estiver manguaçada:
    /
    “psi segue tendências neo-darwinistas de sobrevivência da espécie”
    /
    Vai ser um arraso!

  46. MONTALVÃO Diz:

    /
    SAMPORLANDO: Perfeito VICTOR, Kardec fala sobre os pressentimentos. Que bom que não abandonou por completo a charrua espírita :: Li bastante sobre os plágios de Chico e vocês fizeram um bom trabalho, porém, acho que errar é humano e foi apenas deslize mediunico dele . Da lanterna que postei ontem, obrigado Gorducho, lamentavelmente Chico foi vitima da vaidade. Ainda bem que Emmmanuel apareceu e ordenou para parar com materializações.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se leu bastante sobre a terrenicidade da mediunidade xaveriana há de ter lido a respeito da irrealidade de Emmanuel (Emmmanuel deve ser irmão mais novo do dito). Então, o irreal não poderia dar aviso algum a ninguém, o que prova que o guia espiritual de Chico era tão somente seu próprio psiquismo criativo.

  47. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Sim, Sr. Presidente, o subsequente passo que eu iria abordar mas V. Exciª o fez já, seria que nós os examinadores bem como os videntes teremos 2 desses 3 dias pra definirmos o que significará a previsão.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é, mas o Vitor já está roendo a corda: veja que ele sutilmente reconhece que psi não serve para nada, o objetivo da experiência é “apenas” demonstrar que psi existe: existe e não tem serventia…
    .
    V.Excia se aplica ao de Marte, que já foi juiz, promotor, delegado… Excelência à toda prova…

  48. MONTALVÃO Diz:

    /
    Voltando aos experimentos que espero faremos, claro: tem que ficar definido[...]
    se é um par de óculos ou uma bicicleta;
    /.
    CONSIDERAÇÃO: essa eu quero ver: creio que os avaliadores vão precisar de óculos muito bons (ou muitos bons?) para ver a bicicleta… que dirá o bombardeio do navio jamaicano… angolano… pernambucano… não, nigeriano… ou seria rodesiano?

  49. MONTALVÃO Diz:

    /
    “acharam que a visão seria do futuro, mas bem pode ter sido do passado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: neste caso, temos que inserir mais uma propriedade em psi: além de incerta, incontrolada, inútil, soma-se a instabilidade: o “psíco” olha pra frente e vê atrás…
    .
    Neo-darwinismo puro!

  50. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    creio que os avaliadores vão precisar de &c.
    ==============================================================
    “Os avaliadores” seremos nós :D
    O experimento me agradou porque as interpretações são antes do jornal sair.
    E pra Casa será uma boa promoção expandindo dessa rotina de só comentar.
    Pros médiuns idem pois que ficarão conhecidos e consagrados num país importante dentro da geografia mística.
    Todos têm a ganhar.

  51. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Já pensei em trocar pro Wall Street… ¿que diz?
    ===============================================================
     
    Já é! WSJ tem mais a nossa cara (acho).
    A burguesia é a antítese da esquerda, por isso não consigo entender como esquerdistas podem ser burgueses.
    Esses novos comunas nem sabem o que é mais-valia, só sabem o que vale mais.
     
    ===============================================================
    Porque acharam que a visão seria do futuro, mas bem pode ter sido do passado.
    ===============================================================
     
    É isso que o Vitor não quer ver. Tem muito mais imagens no passado que se assemelham mais com as adivinhações do que as do futuro.
     
    Com esse tipo de interpretação, pode criar qualquer coisa, pois dentro de 3 dias vai aparecer alguma coisa que se encaixe na larga e ampla indefinição do objeto de estudo.
     
     
    ===============================================================
    “psi segue tendências neo-darwinistas de sobrevivência da espécie”
    /
    Vai ser um arraso!
    ===============================================================
     
    Realmente, é uma frase soberba. Depois de um litro e meio de destilado, cinco fininhos e uma carreirinha, todo mundo vai vibrar com essa frase de efeito.
     
     
    ===============================================================
    V.Excia se aplica ao de Marte, que já foi juiz, promotor, delegado… Excelência à toda prova…
    ===============================================================
     
    Delegado de polícia não tem tratamento de excelência, mas o Presidente da Bancada tem.
     
    Quanto aos ex-isso, aquilo e outro, Quando eu era excelência, falava como excelência, pensava como excelência, raciocinava como excelência. Desde que retornei à advocacia, eliminei as coisas de excelência.
    Marciano, I Epístola aos Coríntios, capítulo 13, versículo 11.

  52. Phelippe Diz:

    Marciano, vc por aqui a essa hora?

  53. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Agora, realmente, isso prova a utilidade de psi: os jornais frequentemente reportam casos de pessoas que procuram os hospitais porque sonharam-se infartados salvando assim suas vidas.”
    .
    Que bom que finalmente aceitou não só que psi existe, como que tem utilidade, Montalvão. Eu já ficaria satisfeito só com a 1ª parte. Um exemplo de pessoa procurando hospital graças a psi, num caso bem mais complicado que infarto:
    .
    Azuonye informou um diagnóstico feito por vozes alucinatórias que aparece desafiar qualquer princípio sabido de neuropsiquiatria. O paciente era uma dona de casa de Londres com quase 40 anos sem histórico médico significativo e que começou a ouvir vozes dentro de sua cabeça que especificamente recomendavam que ela fizesse um scan no cérebro para fazer um diagnóstico de tumor cerebral. O psiquiatra a quem ela foi deu-lhe thioridizine, com o desaparecimento temporário das vozes. Mas quando estas retornaram, igualmente claras e específicas como antes, ele decidiu realizar o scan, para tranquilizá-la. Levou vários meses para convencer o Serviço Nacional Britânico de Saúde da petição da ‘necessidade médica’, mas o scan finalmente foi feito. Mostrou uma massa de parafalcina frontal posterior esquerda extensa, através do falx pelo lado direito. A cirurgia foi feita, e um meningioma de 2,5 por 1,5 cm foi retirado. As vozes ‘despediram-se’ quando o paciente acordou da anestesia, e nunca mais retornaram. Ela estava bem 12 anos mais tarde, quando o artigo foi escrito.
    .
    A referência é: Azuonye I. O. Diagnosis made by hallucinatory voices. BMJ 1997; 315: 1685–1686.
    .
    Está disponível aqui: https://www.researchgate.net/publication/232271307_A_difficult_case_Diagnosis_made_by_hallucinatory_voices

  54. Gorducho Diz:

    :o
    :?:
    Havia uma anomalia no cérebro que causava vozes.
    What’s the fuss :?:
    Numa outra ordem, conhecidos meus neuros + ψqui me dizem que esquizofrênicos de fato “escutam” vozes e/ou vêm seres.
    E :?:

  55. Gorducho Diz:

    Por isso mesmo eu acredito que de fato CX “escutasse” o Emmânuel ameaçar ele de morte.
    Claro que “esquizofrênico” ele (CX) não era porque pra ser tem que se satisfazer todos itens de CID e/ou DSM. Mas o princípio é o mesmo. A pessoa de fato “escuta” ou “vê” mesmo.

  56. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “É isso que o Vitor não quer ver. Tem muito mais imagens no passado que se assemelham mais com as adivinhações do que as do futuro. Com esse tipo de interpretação, pode criar qualquer coisa, pois dentro de 3 dias vai aparecer alguma coisa que se encaixe na larga e ampla indefinição do objeto de estudo.”
    .
    Marciano, as fotos foram tiradas e escolhidas só depois de feitos os esboços. Não tem como ser foto do passado. Está dito:
    .
    As fotografias eram selecionadas pelo editor do jornal dentro de um dia após serem tomadas. O agendamento das sessões psi três dias antes da data de publicação das fotografias alvo garantiria que as fotografias e os eventos que representavam não existiam no momento da sessão psi. As fotografias seriam tiradas pelo menos um dia após as sessões psi. Se as sessões psi fossem bem-sucedidas, elas forneceriam evidências inequívocas de que a precognição ou a retrocausação ocorreu.
    .
    Além disso, só havia duas fotos na página específica. Não há uma “larga e ampla indefinição do objeto de estudo”. Tinha que se parecer com a foto tirada em Around the World. Fotografias-controle foram usadas e de 33 tentativas, em 22 a foto correta foi escolhida, o que foi estatisticamente significativo. Das 11 tentativas fracassadas, em 5 ocorreu o efeito de deslocamento, em que o esboço se pareceu com a outra foto na mesma página. Em suma, os psíquicos são excepcionais. A correspondência entre os esboços e as fotos é extraordinária, extremamente precisa.

  57. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Havia uma anomalia no cérebro que causava vozes. What’s the fuss?”
    .
    Causar vozes não é em si a questão, e sim o diagnóstico preciso feito pelas vozes. No artigo é dito:
    .
    I presented her case at a conference later that year. AB attended and was closely questioned by several people about the various aspects of her experience. The audience was split down the middle. People who would be called X­philes today rejoiced that what had happened to her was a clear instance of telepathic communication from two well meaning people who had, psychically, found that AB had a tumour and sought to help her.

  58. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Por isso mesmo eu acredito que de fato CX “escutasse” o Emmânuel ameaçar ele de morte. Claro que “esquizofrênico” ele (CX) não era porque pra ser tem que se satisfazer todos itens de CID e/ou DSM. Mas o princípio é o mesmo. A pessoa de fato “escuta” ou “vê” mesmo.”
    .
    Pena que, diferentemente das vozes da paciente, o Emmanuel não forneceu informações precisas sobre Publio Lentulus…

  59. Gorducho Diz:

    Me refiro que acredito que ele de fato escutasse vozes ameaçando ele.
    Já disse: tive 2, 1 já falecido e portanto tenho 1 primos psiquiatras; e 1 neuro conhecido (i.e., relações sócias sem ser “amizade” proper) e me dizem que é “real”. “Escutam” e/ou “vêm” de fato.
    Há um tempo atrás presenciei de mediana distância um caso até de arrepiar. São reais vozes com ameaças ou ordens.
    Agora claro que ele montou uma identificação pro personagem pois se encantou com um sujeito que se encantou como adorado “Cristo” dele.
    Aliás acho que já mencionei: não deve ter sido na Crestomatia como era nossa tese canônica pois teve n’O Reformador bem antes onde o articulista acredita piamente que o fato fosse vero. É mais provável que CX tenha lido aí.
    Claro: se leu a Crestomatia só “confirmou”.
    Mas eu acredito que ele tenha montado na cabeça dele esse personagem pra racionalizar visões & vozes e acreditasse de fato nele.

  60. Espírita Sp Orlando Diz:

    Mas o Emmanuel não deve ter conseguido se recordar completamente da reencarnação que ocorreu há muito tempo. No há 2000 anos até que escreveu bem, mas deve ter cometido deslizes de memória e Chico não tem como averiguar.

  61. Vitor Diz:

    Orlando, o problema não é o Emmanuel não lembrar direito a vida que teve como Publio Lentulos, o problema é que ele lembrou a vida de alguém que nunca existiu! Seria o mesmo que ele lembrar ter vivido como Sherlock Holmes! Por mais que ele sofresse de Alzheimer, não dá para aceitar isso.

  62. Espírita Sp Orlando Diz:

    Gorducho. E seu primo psiquiatra já lhe falou algo sobre pessoas que falam que são mediuns? O que ele acha disso?

  63. Espírita Sp Orlando Diz:

    Não existiu, como assim?

  64. Vitor Diz:

    O Publio Lentulus que ele diz se lembrar alegava ser bisneto de um outro Publio Lentulus. Só que esse outro Públio Lentulus não teve filhos, nem netos, muito menos bisnetos! O bisneto jamais existiu, é fictício! Ele foi inventado no século XIII apenas.

  65. Phelippe Diz:

    Mas como afirmar que Publio Lentulos não existiu? Se não é possível traçar com certeza uma genealogia até o século XVI (só ler os registros paroquiais que ainda existem, uma dificuldade só), como afirmar com tanta certeza que Publio foi inventado? E olha que não estou defendendo o personagem, apenas concedendo o benefício da dúvida.

  66. Vitor Diz:

    Porque quando o Publio Lentulus que existiu de verdade morreu, o enterro não ficou sob a responsabilidade dos filhos. E não ficou sob a responsabilidade dos filhos porque esses não existiam!

  67. Phelippe Diz:

    E quem garante que o primeiro Publio não teve filhos? Pode ter tido alguns bartardos, algo muito comum. Isso explica o fato do Publio segundo, o do CX, não ter o mesmo nível social do Publius primeiro. Algo como: É meu bastardo, não pode ser meu herdeiro ou desfrutar do mesmo nível social de acordo com a lei romana, mas como é meu filho vou achar uma sinecura para ele bem longe de Roma. Assim todos ficam bem.

  68. Vitor Diz:

    Outra forma de demonstrar que o Publio lentulus não existiu é essa:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2011/lntulo-e-o-conselho-de-guerra-de-tito/

  69. Phelippe Diz:

    A bastardia explica o motivo dos filhos não terem feito o enterro. Só comentando.

  70. Gorducho Diz:

    Já disse Dr.: sei que tem que preencher todos requisitos do DSM ou CID pra ser considerado transtorno, i.e., “patologia” (falando em termos leigos, claro).
     
    Era/são ateu(s), acho.
    E não discuto religião quando em ambiente social.
     
    O Lentulus não existiu. A ICAR sempre soube que a carta era fake; nunca foi suposta real.
    Mas em literaturas confessionais pops sim, e era a esse tipo de material que CX tinha acesso. Especificamente tem n’O Reformador num dos 1°s n°s da digitalização atualmente disponibilizada pela FEB (agora depois vejo especificamente).
    Nossa tese inicial é que ele tivesse tomado contato na escola pois houve um livro de leituras escolar chamado Crestomatia usado em MG onde tem a história como se real fosse. Então nossa tese inicial é que teria sido essa a fonte.
    Agora, Dr., entenda: o “Emmânuel” (note que CX não tinha como saber a pronúncia pois só lia…) era “real” dentro da cabeça dele. Acho, claro.

  71. Phelippe Diz:

    Oi, Vitor, e não esqueça de dar uma olhada no link que passei acima no meio dos comentários. Se até o Brodie Innes desconfiava da existência de espíritos… Mas ele oferece umas hipóteses legais para uma possível comunicação.

  72. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    É meu bastardo, não pode ser meu herdeiro ou desfrutar do mesmo nível social de acordo com a lei romana, mas como é meu filho vou achar uma sinecura para ele bem longe de Roma. Assim todos ficam bem.
    ==============================================================
    Então não seria senador.
    O personagem esse teria sido senador.

  73. Gorducho Diz:

    Sim, muitos desconfiam da existência de “espíritos” sob diferentes naturezas metafísicas.
    Por isso mesmo só tem sentido a gente debater formas de provar como alegava – a FEB aparentemente não alega mais isso estando se assumindo como uma religião “clássica” segundo me parece – o espiritismo.
    Misticismo, experiências pessoais místicas existiram e vão existir sempre. E cada um as explica segundo melhor se lhe parece, claro!

  74. Phelippe Diz:

    Aí preciso ver se bastardos, talvez reconhecidos tardiamente (era bisneto), pudessem fazer parte do Senado. De qualquer forma é tudo muito difícil dada a distância temporal.

  75. Vitor Diz:

    Phellipe, se ele teve bastardos, um descendente desse bastardo (que ninguém conhece) acabou virando senador novamente. Como direito ao nome Publio Lentulus. Isso não faz sentido.
    .
    Tanto os filhos advindos de relações extraconjugais quanto de uniões entre pessoas de diferentes estatutos sociais eram filhos bastardos e não recebiam o nome do pai.
    .
    http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,paterfamilias-casamento-e-divorcio-na-roma-antiga,45892.html

  76. Vitor Diz:

    Phelippe, eu estou traduzindo outro artigo e terminando de digitalizar um livro. Você poderia ao menos traduzir o capítulo que você se referiu para mim?

  77. Phelippe Diz:

    Eu sei, Vitor, mas lanço a dúvida. E se o pai do Publio 2 foi reconhecido tardiamente pelo Publio 1? Apenas uma colocação.

  78. Vitor Diz:

    Phelippe, outra coisa: esse bisneto foi criado no século XIII. Não há nenhuma menção desse bisneto nos séculos anteriores. Como alguém do século XIII soube da existência desse bisneto sem fontes anteriores? Não soube, simplesmente inventou.

  79. Phelippe Diz:

    Vou reler e faço uma tradução não técnica. Pode ser?

  80. Gorducho Diz:

    Não, não é difícil à distancia temporal. Basta estudar História e historiografia acerca de Roma tem muita ainda mais hoje com a INTERNET e as digitalizações.
    Quando digo “estudar” não tome como ofensa. Procure estudar a possibilidade d’algum bastardo vir a integrar o Senado.
    Se quiser a Administração poderá lhe por em contato c/o Sr. JCFF pra trocarem ideias e fontes.
    Leia A cidade antiga e verá que essas posições senatoriais eram sagradas, religião (forma hipócrita de preservar privilégios, claro…) por detrás.

  81. Vitor Diz:

    Se a tradução ficar melhor que a do Google pode ser!

  82. Phelippe Diz:

    Não sou fluente em línguas, mas entendo algumas.

  83. Gorducho Diz:

    Tradução do que :?:
    POR FAVOR NÃO TRADUZA – nos indique o original.
     
    Brincadeirinha… não leve a mal :P (mas não precisa traduzir mesmo :mrgreen: ).

  84. MONTALVÃO Diz:

    /

    =============================================
    creio que os avaliadores vão precisar de &c.
    =============================================
    Gorducho Diz: “Os avaliadores” seremos nós
    O experimento me agradou porque as interpretações são antes do jornal sair.
    E pra Casa será uma boa promoção expandindo dessa rotina de só comentar.
    Pros médiuns idem pois que ficarão conhecidos e consagrados num país importante dentro da geografia mística.
    Todos têm a ganhar.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se os avaliadores seremos nós, em tese, menos ruim e “mais bom”, porém antevejo problemas: suponho que o Visoni dificilmente nos aceitará: alegará que não temos experiência no mister, ou que somos inibidores, quando tais experiências pedem catalisadores.
    .
    Além disso, podemos cair numa armadilha: se não acharmos nada que se adeque à visão e depois aparecer coisa que coincida (dentro da generosidade avaliativa a posteriori) poderá alegar que tivemos má vontade em ver o óbvio…
    .
    Penso que o ideal é deixarmos que crentes, bem crentes mesmo, façam o trabalho e ficamos como fiscais do processo. Por exemplo, um desses “juízes” bem poderia ser o Visoni… aí eu quero ver…

  85. Gorducho Diz:

    Ah! sim: traduzir O feiticeiro & seu aprendiz.
    Achei que fosse alguma fonte sobre o Lentulus.
    Desculpem :(

  86. Phelippe Diz:

    Oi, Gorducho, não me ofendo não. Mas penso assim: será que dinheiro e manobras de bastidores não poderiam comprar posição na Roma antiga? Até onde eu sei isso era comum por lá.

  87. Gorducho Diz:

    A avaliação terá que ser por comitê, a combinar, certo :?:
    Os experimentos têm que ser feitos sob os auspícios da Casa pra terem alguma repercussão e os médiuns se interessarem em participar.
    Os médiuns poderão por por escrito algum esclarecimento adicional, o qual se superporá ao respectivo desenho em caso de dúvidas. O que não pode valer é ambos 2 recursos.
    Como o jornal só sairá depois e ninguém em seu juízo perfeito imagina que redatorias desse porte que estamos falando possa ser influenciável, vejo o desenho geral como bom.
    Claro: tem muitos detalhes que deveremos pré-trabalhar.
    A secção-alvo dos jornais deverá comportar assuntos bem variados, e as visões terão que ser específicas.
    Um “barco naufragando” ou “sendo alvejado” me parece exemplo bem válido.
    Um frigorífico desde que numa secção genérica do jornal, como teria sido o caso com aquele rolo todo que teve há uns meses atrás, idem.
    Agora, “pessoas”; “carros”; “acidente viário” (que acontece todos dias) não.
    Esses detalhes teremos que formalizar após os médiuns concordarem; claro.

  88. Gorducho Diz:

    Mas não posição senatorial prum bastardo.
    Entenda: se ele tivesse sido adotado em segredo, então o nome seria outro.
    Converse em privado c/o Sr. JCFF. Ele adora o assunto e tem muita literatura séria (história de verdade) a lhe indicar.
    E faça suas pesquisas e as comente cá, claro.
    O Sítio é pra debates e informações mútuas. A última coisa que quer nossa bancada são dogmas religiosos nossos!
    Tanto assim é que concordamos e eu (não falo pelo Presidente e os outros membros do Diretório, claro…) até me entusiasmei pelo experimento aventado ontem pela Administração.

  89. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Mesmo com esse acréscimo, a questão continua: quem chegaria aos eventos antecipadamente baseando-se na imagem e nos comentários, quando havia?Ou seja, precognição serve para o quê, além de nada?”
    .
    VISONI: O Montalvão realmente não consegue perceber a importância da comprovação inequívoca da precognição?…
    .
    Montalvão, deixa eu te explicar uma coisinha: ainda que a o futuro não possa ser alterado – e os autores consideram essa possibilidade, o que tornaria a precognição, em tese, inútil – a simples existência da precognição serve para alterar completamente o nosso entendimento do Universo, e mesmo da Evolução… lembrando ainda que os autores estão defendendo a retrocausalidade, ou seja, o futuro afetando o passado, e aí a serventia se faz ainda mais presente… não fosse só isso, no próximo artigo colocarei um exemplo de precognição extremamente prática (mesmo que o futuro não possa ser alterado!!).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: devaneias a mil! Deixa eu lhe explicar uma coisinha: o que está dizendo não faz sentido nem no sanatório do Juqueri! Já que o passado não mostra o futuro (nem precognitivamente!), vamos mudar o “reciocínio”: agora é o futuro que interfere no passado! Quer dizer, precisamos chegar ao futuro para entender por que o passado foi o que foi. Já vou alertando: não fiz nada no meu presente que tenha contribuído para a crucificação do amigo do Marciano!
    .
    Realmente, isso vai mudar toda nossa compreensão do universo… ou vai nos mostrar que certas cabeças… sei não…
    .
    Depois os sonhadores psi ficam a reclamar que a “mardita” ciência não dá bola para suas quimeras, também pudera!

  90. Gorducho Diz:

    Um bastardo ser admitido no Senado seria o mesmo que permitir a um não-Levita exercer cargos no Templo ou segurar a Arca (se lembra do que aconteceu com aquele indivíduo que teve a brilhante ideia de segura ela quando tava caindo da carroça?). Claro que certamente teve muitissíssimos casos, mas a criança teria que ser adotada em segredo e então pertenceria a este gens que a adotou.
    O Senado era a anti-democracia: um instituto sagrado.
    Por isso que invariavelmente o povão tava do lado era dos imperadores.

  91. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO: [...]é um poder tão sutil, tão vago, de manifestação tão incerta que de nada serve e não serve pra nada… quando muito o restolho de processos mentais…
    .
    VISONI: Montalvão, como você pode dizer que o fenômeno é de manifestação tão incerta quando os psíquicos já passam em testes controlados há décadas já?
    .
    MONTALVÃO: quem: Ingo Swann, Hammid, Harribance, Geller, Amiden, Green Morton, Jucelino Nóbrega?
    .
    VISONI: Não, Montalvão, estou falando dos dois psíquicos autores do artigo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Ah, sim, agora entendi: passaram em testes controlados quais passaram Ingo Swann, Hammid, Harribance, Geller, Amiden, Green Morton, Jucelino Nóbrega?
    /
    E a mardita ciência não dá pelota pressas coisas! Acho que tão com medinho de modificar “nossa” visão do universo! Que pena… com a introdução das certezas psi o mundo que já é complicado pracaramba ia ficar muito doidão! Talvez fosse mais divertido…
    /
    /
    VISONI: Montalvão, aceita que psi existe que dói menos. Esse artigo com esses dois psíquicos é uma prova cabal disso. Eles já passam há anos em testes assim. Sua contínua negação é igualzinha à dos criacionistas. Não se baseia em motivos científicos.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: para quem é useiro e vezeiro de aplicar expressões grandiloquentes para banalidades não surpreende que considere esse besteirol “prova cabal” de suas fantasias…
    .
    Gafanhoto, para provar qualquer coisa nesse vasto, fantasioso e espinhoso campo que é psi vai precisar de muito mais que um estudozinho mariola como o desses dois deslumbrados… acredite se quiser…

  92. Gorducho Diz:

    É óbvio que deve ter tido muitos casos de troca e até filhos de escrava ou escravo pegos por famílias que queriam ter “filhos”.
    Como hoje e sem os direitos que hoje tem pais biológicos – se fossem de escravos provavelmente matassem o pai/mãe pra não criar fofocas depois…
    Mas aí a criança ficava tendo o nome da família.
    Como hoje nas adoções legalmente conduzidas.

  93. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Postei um artigo que mostra que 13% das pessoas que sofre um infarto recebe antes alguma espécie de aviso por meio de sonhos. Isso daria tempo para a pessoa ou evitar ou ao menos se preparar para o infarte, o que é muito útil (e revela mais uma vez que psi segue tendências neo-darwinistas de sobrevivência da espécie).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: piração geral! Nenhum dos trezeporcento foi ao hospital por causa do sonho! Lá é que espremeram eles para que lembrassem de ter sonhado…

  94. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “passaram em testes controlados quais passaram Ingo Swann, Hammid, Harribance, Geller, Amiden, Green Morton, Jucelino Nóbrega?”
    .
    Montalvão adora misturar alhos com bugalhos. Vamos separar:
    .
    INGO SWANN, HAMMID, HARRIBANCE: SIM
    .
    GELLER, AMIDEN, GREEN MORTHON, JUCELINO NÓBREGA: NÃO
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E a mardita ciência não dá pelota pressas coisas! Acho que tão com medinho de modificar “nossa” visão do universo! Que pena… com a introdução das certezas psi o mundo que já é complicado pracaramba ia ficar muito doidão! Talvez fosse mais divertido…”
    .
    Como você diz que a Ciência não dá pelota para essas coisas se o artigo foi apresentado em um simpósio da AAAS, a maior associação científica do mundo e mesma editora da Science? Aliás, já é o III Simpósio sobre retrocausalidade.

  95. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “piração geral! Nenhum dos trezeporcento foi ao hospital por causa do sonho! ”
    .
    Pois é, agora podemos educar a população para dar maior atenção aos sonhos premonitórios. Mas já mostrei um caso de pessoa que fez um scan e descobriu um tumor como predito pelas vozes que ouvia.

  96. MONTALVÃO Diz:

    /
    VINICIUS: E aí Vitor, tem um psiquico dizendo que SS vai morrer em um ano e meio ( o mesmo que previu o acidente da chapecoense)
    /.
    CONSIDERAÇÃO: senão, vejamos:

    ==============================.
    “Vidente faz previsão assustadora sobre Silvio Santos e anuncia: avião vai cair”
    .
    “O vidente Carlinhos deu uma grande entrevista reveladora nessa semana. Ele falou ao canal do ‘’Tio Lu’’, um dos mais Famosos da internet. Carlinhos ficou famoso por prever a queda do avião que levava a Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana no fim do ano passado. Na ocasião, 71 pessoas faleceram. Entre elas, estavam jornalistas e atletas da Chape.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é assim que se criam as lendas: o sujeito não previu a queda do avião da chapecoense, a previsão dele não se aplica a esse acidente. Além da data do fatídico não bater, as informações eram muito vagas para que dissesse respeito à morte do time gaúcho. Pegam-se os pontos que parecem casar e se dispensa o que não está concorde: pronto, mais um profeta na área. O cretino está faturando horrores com a fama que a má imprensa lhe doou!
    /
    /
    “Avião cairá e matará mais de 200 no Brasil: empresa aérea vai à falência
    .
    De acordo com Carlinhos, ele, por hora, não pretende passar mais informações sobre onde o tal acidente com um avião.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: claro que ele “não pretende passar mais “informações” e vai ficar assim até que algum acidente aconteça, ou a previsão caia no esquecimento.
    /
    /
    “O Vidente FAMOSO MUNDIALMENTE revela que uma aeronave de uma das maiores empresas brasileiras cairá em território nacional. Ele apenas diz que não será uma aeronave da Azul.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: PQP: o cara já tá famoso “mundialmente”: superstição é uma desgraça, grassa mais que erva daninha! Se acontecer acidente nos moldes “profetizadoS”, mesmo que seja da Azul, vão dizer que ele acertou de novo!
    /
    /
    “O paranormal, que alega ter previsões do futuro, disse que mais de 200 pessoas morreriam na queda e que a empresa, devido à tragédia, entraria em falência. É bom lembrar que na última previsão de queda de avião, o vidente ACABOU ACERTANDO O QUE ACONTECERIA.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Acabou acertando… é o que digo: má imprensa faz mal trabalho e ajuda a disseminar crendices! Podem conferir o que ele disse e o que aconteceu: o sacripanta não acertou coisa alguma!
    /
    /
    “Segundo Carlinhos, ele somente não acertou se o acidente envolvendo a Chapecoense seria ou não dentro do Brasil, pois a queda ocorreu na viagem aérea que saiu do país e foi até Medellín, na Colômbia.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o pobre vidente, tão assoberbado, tadinho, sesqueceu de que previu, em março/2016, a ocorrência para “daqui a um ano, um ano e meio”, e ele naquele data dizia que “ainda não tinha podido ver se era no Brasil ou fora” (e ficou com essa “dificuldade” até o fim). Então, a queda de avião com um time de futebol ocorreria entre março e agosto de 2017. Acontece que a nave caiu, por falta de combustível, em novembro de 2016. Quer dizer, se Carlinhos esperteza, digo, vidente, realmente viu o futuro até agosto deste ano morre outro time…
    /
    /
    “Silvio Santos precisa cuidar da vida ou vai morrer, diz vidente”
    .
    “Carlinhos também fez previsões assustadoras para a família Abravanel. De acordo com ele, o programa do apresentador mais conhecido do país deve durar apenas mais um ano e meio.
    .
    Ele garante que, assim que Silvio se aposentar, logo na sequência, seria vítima de um mal sem volta. “Se ele não se cuidar, ele vai morrer”, disse o paranormal fazendo uma previsão assustadora para o ‘Homem do Baú’.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Que Silvio deve se aposentar breve disso até meus cachorros sabem, não precisa de nenhum vidente. Que um sujeito proximando dos noventas já esteja com Pedro ligando disso também ninguém tem dúvidas. Que o “mal sem volta” seja a velhice, ou dela oriunda, também não precisa de vidente. Como ele não diz quando o desfecho se dará e ainda põe uma condição (“se não se cuidar”), qualquer coisa que aconteça estará dentro do contexto da predição… A única coisa útil é sabermos que o Programa Silvio Santos findará em dez/2018: quem viver verá!
    .
    Morra ou não o Silvio Carlinhos cara-de-pau sai belo na foto…
    .
    Não esqueçamos que algo parecido o malandro, digo, sensitivo, disse de Pelé, no ano passado: que se a família dele não cuidasse não duraria um ano… Visto que Edson arantes tá vivo significa que a família fez o que devia…
    /
    /
    A má reportagem completa, e bem ao gosto das extraordinarezas do Visoni, é achada em:
    .
    [endereço retirado porque com ele a mensagem não entra]
    /
    O Vitor já ciscou pro lado do sujeito, mas, como os nacionais são por ele olhados com o rigor que não dedica a estrangeiros, tudo indica que o deixou de lado, mesmo “nunca tendo sido pego em fraude”, seu tipo predileto…
    .
    Pode ser também porque o Carlinhos contraria a tese recém-adotada pelo Visoni, de que a precognição funciona regressivamente: do futuro para o passado. Então deveria ser RETROPRECOGNIÇÃO ou PRECOGNIÇÃO DE RÉ, por aí…

  97. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “passaram em testes controlados quais passaram Ingo Swann, Hammid, Harribance, Geller, Amiden, Green Morton, Jucelino Nóbrega?”
    .
    VISONI: Montalvão adora misturar alhos com bugalhos. Vamos separar:
    .
    INGO SWANN, HAMMID, HARRIBANCE: SIM
    .
    GELLER, AMIDEN, GREEN MORTHON, JUCELINO NÓBREGA: NÃO
    /.
    CONSIDERAÇÃO: separar farinha do mesmo saco? Só não vê quem não tenha olhos de ver…
    .
    Muito fácil pegar um puliça, um agente secreto e deles colher depoimentos validadores e, daí, apregoar ao mundo: CIA reconhece Psi… e us puliça também… e achar que tá fazendo metaciência!
    /
    ./
    MONTALVÃO DISSE: “E a mardita ciência não dá pelota pressas coisas! Acho que tão com medinho de modificar “nossa” visão do universo! Que pena… com a introdução das certezas psi o mundo que já é complicado pracaramba ia ficar muito doidão! Talvez fosse mais divertido…”
    .
    VISONI: Como você diz que a Ciência não dá pelota para essas coisas se o artigo foi apresentado em um simpósio da AAAS, a maior associação científica do mundo e mesma editora da Science? Aliás, já é o III Simpósio sobre retrocausalidade.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ó, cê me discurpe: não me chegou ainda a notícia de que psi integra os cânones da ciência…
    .
    Mas e porém, não seria melhor especificar melhor a quantas veio esse simpósio… Nada sei da AAAS, mas sei de casos em que a USP e a UNB abrigaram conferências de astrologia, psi, mediunidade e afoitos clamaram que a academia abrira as portas para as “ciências alternativas”, ou algo assim…
    .
    Aplicando a Conjetura de POA: nunca é beeeeem assim…

  98. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Pois é, agora podemos educar a população para dar maior atenção aos sonhos premonitórios.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: melhor seria orientar a população a que desenvolvesse espírito crítico e o ceticismo saudável…
    ./
    /
    VISONI: Mas já mostrei um caso de pessoa que fez um scan e descobriu um tumor como predito pelas vozes que ouvia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Depois que você “descobriu” que Hans Berger telepatizou pedido de socorro para a irmã, milhas e milhas distante; e que o EEG é máquina telepática nada mais me surpreende…

  99. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “separar farinha do mesmo saco? Só não vê quem não tenha olhos de ver…”
    .
    Se você acha que psíquicos que jamais se recusaram a ser testados e jamais foram pegos em fraude (INGO SWANN, HAMMID, HARRIBANCE) se comparam a psíquicos que em algum momento da vida ou foram pegos em fraude ou se recusaram a ser testados (GELLER, AMIDEN, GREEN MORTHON, JUCELINO NÓBREGA), só posso dizer que seus critérios vão de mal a pior…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “ó, cê me discurpe: não me chegou ainda a notícia de que psi integra os cânones da ciência…”
    .
    Então procure se informar melhor…
    .
    http://associations.sou.edu/aaaspd/2016SANDIEGO/Symposia16.html#13
    .
    This symposium will explore recent experiments, theory, and philosophical issues concerning retrocausation. It is hoped the meeting will foster better theoretical models by which laboratory results can be understood, and stimulate new experiments and collaborations by which the underlying physics may be more clearly exposed.

  100. Vitor Diz:

    E aqui você encontra os resumos dos artigos apresentados:
    .
    http://associations.sou.edu/aaaspd/2016SANDIEGO/2016SympAbstracts/13.pdf

  101. Vitor Diz:

    E aqui você encontra o “estado da arte” sobre a retrocausalidade dentro do mainstream:
    .
    For many years retrocausation was summarily rejected in physics, to such an extent that demonstrating the mere possibility of retrocausal effects resulting from a postulated phenomenon was considered a sufficient argument to prove the nonexistence of that phenomenon.[2] In more recent years retrocausation has become more acceptable, with some prominent physicists explicitly invoking it in theoretical constructs.[3][4] In 1991 a publication by Echeverria, Klinkhammer, and Thorne (EKT) demonstrated that one of the strongest arguments against retrocausation, the possibility of so-called “time paradoxes” or self-canceling event sequences, was invalid.[5] They did this by performing a rigorous analysis of a traversible wormhole pair so configured as to allow objects to physically travel into their own pasts, and demonstrating that any attempt to create a paradoxical, self-cancelling event sequence would instead lead to a slightly different sequence which was self-consistent.

  102. Vitor Diz:

    E aqui você encontra mais experimentos validativos da retrocausalidade:
    .
    In 2011, Daryl Bem published a report of nine parapsychological experiments showing evidence of retrocausal information transfer. Earlier in 2016, the team of Bem, Tressoldi, Rabeyron, and Duggan published the results of a meta-analysis containing 81 independent replications of the original Bem experiments (total of 90 with the originals).[1] This much larger database continues to show positive results of generally comparable effect size, thus demonstrating that the effects claimed by Bem can be replicated by independent researchers and greatly strengthening the case for empirically observed retrocausation. Earlier (2011) work by this author showed how a modification of one of Bem’s original experiments could be used to test the mechanism implicitly proposed by Echeverria, Klinkhammer, and Thorne to explain how retrocausal phenomena can exist without any risk of self-contradictory event sequences (time paradoxes). In light of the new publication and new evidence, the current work generalizes the previous analysis which was restricted to only one of Bem’s experimental genres (precognitive approach and avoidance). The current analysis shows how minor modifications can be made in Bem’s other experimental genres of retroactive priming, retroactive habituation, and retroactive facilitation of recall to test the EKT anti-paradox mechanism. If the EKT hypothesis is correct, the modified experiments, while continuing to show replicable retrocausal phenomena, will also show a characteristic pattern of distortion in the statistics of the random selections used to drive the experiments.

  103. Vitor Diz:

    E aqui um artigo publicado na Nature Physics onde uma equipe de pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália liderados por Andrew Truscott, verificou que uma medição futura estava a afetar o caminho que o átomo já havia percorrido:
    .
    https://phys.org/news/2015-05-quantum-theory-weirdness.html

  104. Vitor Diz:

    Então, Montalvão, o mainstream já aceita a retrocausalidade SIM. Hora de você rever seus conceitos…

  105. Gorducho Diz:

    É o jogo de palavras e o extrapolação indevida do conceito de modelos que a gente sempre fala, Sr. Presidente.
    Em QM o sistema sobre o qual se aplicam as condições de contorno (que permitem dar uma solução numérica às equações como em qualquer outro problema físico-matemático) envolve todo aparato experimental. Não existe “caminho” ou antes/depois neste contexto.
    O digamos “volume de controle” onde as equações se aplicam envolve todo aparato.
    Não embarque nessas tentativas…

  106. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Não existe “caminho” ou antes/depois neste contexto.”
    .
    Parece uma frase tirada de Matrix: não existe colher…
    .
    No artigo é dito:
    .
    Although many experiments have shown particlewave duality with photons7, including delayed-choice schemes810, delayed-choice quantum eraser experiments11 and entanglement swapping using delayed choice12, only recently has the complete
    scheme proposed by Wheeler been realized experimentally2. By simultaneously ensuring that only a single photon is present in the interferometer at once, and that the decision of interferometer configuration is relativistically separated from the photon’s entry to the interferometer, it was unambiguously shown that Wheeler’s supposition that such a choice affects the ‘past history’ of the photon was correct.

  107. Marciano Diz:

    Oi, PHELIPE. Pena que não vi seu comentário. Achei que não tinha mais ninguém acordado.
     
    ===============================================================
    Claro que “esquizofrênico” ele (CX) não era porque pra ser tem que se satisfazer todos itens de CID e/ou DSM. Mas o princípio é o mesmo. A pessoa de fato “escuta” ou “vê” mesmo.
    ===============================================================
     
    Está enganado. Não é preciso satisfazer TODOS.
    A CID-10 não estabelece critérios diagnósticos, só descreve. Ta pra sair a 11.
    O DSM 5 é um manual de diagnósticos, como a sigla já diz.
     
    Schizophrenia: Criterion A lists the five key symptoms of psychotic disorders: 1) delusions, 2) hallucinations, 3) disorganized speech, 4) disorganized or catatonic behavior, and 5) negative symptoms. In DSM-IV 2 of these 5 symptoms were required. However, only 1 of the 5 symptoms was required if delusions were bizarre or if hallucinations included a running commentary on a person’s thoughts/behavior, and/or two or more voices conversing. This exception has been removed for lack of specificity and poor reliability. This change makes intuitive sense. The notion of what constitutes “bizarre” is rather vague, and its removal reduces cultural bias. IN DSM-5, TWO OF THESE FIVE SYMPTOMS ARE REQUIRED AND AT LEAST ONE SYMPTOM MUST BE ONE OF THE FIRST THREE (DELUSIONS, HALLUCINATIONS, DISORGANIZED SPEECH).
     
    Mas cx NÃO era esquizofrênico.
     
     
    Vitor, o que eu disse é que é mais fácil encontrar imagens que se adequem às previsões em jornais antigos do que nos próximos 3 dias.
    O que eu quis salientar é que com a descrição do psychics, é fácil encontrar qualquer imagem que corresponda, com os critérios adotados.

  108. Marciano Diz:

    Montalvão, refere-se à minha crucificação por causa das minhas palavras constantes do NT?
    Sobre quando deixei as coisas de criança, digo, de excelência?

  109. Marciano Diz:

    Minha cabeça foi cortada com uma espada.

  110. Gorducho Diz:

    Bom, pelo menos o articulista pos aspas…
    Já lhe disse: tudo isso decorre da tentativa dos místicos em extrapolarem, “ontologizarem” os modelos.
    Em QM o sistema consiste em topo aparato.
    Pegue um livro de termodinâmica ou mecânica dos fluídos e veja (ou reveja… o Sr. não é engenheiro?) o conceito de volume de controle – ou o de sistema da físico-química.
    Na QM ele envolve necessariamente todo aparato. Então, apesar de não existir (e talvez mesmo justo por isso!) quantum de “tempo”, não faz sentido falar em “antes” ou “depois” pro experimento como um todo que é só que que tem sentido.

  111. Marciano Diz:

    O apóstolo Marciano foi torturado e depois decapitado pelo maligno imperador Nero em Roma em 67 d.C.
    Mas antes, escreveu duas epístolas aos coríntios.
    A primeira, no capítulo 13, versículo 11, explica porque deixou de ser excelência.

  112. Marciano Diz:

    Acado me confundes com Pedro?

  113. Gorducho Diz:

    Quando falei em “todos” me referia aos necessários pra preencher os requisitos de tipificação, claro.

  114. Marciano Diz:

    Acaso.

  115. Marciano Diz:

    Sim, mas tecnicamente cx não era esquizofrênico.

  116. Gorducho Diz:

    CX tinha alucinações, certo :?:
    Tem alguma(s) coisa(s) mais requeridas pra perfazer, certo :?:

  117. Marciano Diz:

    Os delírios bizarros dele não satisfazem o critério DSM justamente por causa do conceito vago de bizarrice.
    Por exemplo, se você acha que é filho do Vitor, isto é um delírio, mas se acha que é filho de uma árvore que tem no seu quintal, isto é um delírio bizarro.
    No caso de cx, a questão cultural anula os conceitos de delírio e alucinação.

  118. Marciano Diz:

    Se não for levada em conta a cultura local, qualquer religioso pode ser considerado delirante e alucinado.

  119. Marciano Diz:

    Bizarrices aceitas em uma dada cultura não são levadas em conta para o diagnóstico.
    Se você acredita que um pedaço de pão se transubstancia no corpo de um cara que nunca existiu fisicamente, isto é um delírio, mas como se trata de uma questão de cultura, de religião, não serve para diagnóstico.
    Capisce?

  120. Marciano Diz:

    E o Vitor é engenheiro de produção, não engenheiro mecânico.
    Há uma pequena diferença e tu o sabes.

  121. Marciano Diz:

    http://www.dep.ufmg.br/graduacao/grade-curricular/

  122. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Vitor, o que eu disse é que é mais fácil encontrar imagens que se adequem às previsões em jornais antigos do que nos próximos 3 dias. O que eu quis salientar é que com a descrição do psychics, é fácil encontrar qualquer imagem que corresponda, com os critérios adotados.”
    .
    Como assim, Marciano? A imagem precisa corresponder à única imagem de um único jornal de uma única página específica. E isso é difícil pra caramba.
    .
    Na revista CARAS eu lembro que havia nas primeiras páginas uma seção chamada “Foco” que havia uma única imagem, com um texto embaixo. Veja se você consegue fazer um esboço da imagem que sairá na próxima edição então (se ainda existir tal seção, que eu penso que sim).

  123. Marciano Diz:

    Facilitando para vocês de entenderem:
    http://www2.eesc.usp.br/netef/Oscar/Aula3t.pdf

  124. Marciano Diz:

    A figura com a descrição “Metal curvo
    Barco grande
    Naufrágio”
    é muito vaga.
    Dentro do prazo de 3 dias podem-se encontrar muitas fotos que se encaixem.
    É como aquela história dos óculos e da bicicleta.
    Vago e indeterminado demais.

  125. Marciano Diz:

    Vitor, você gosta de umas revistas bem ruins, hem?
    Caras, Galileu, Superinteressante.
    Melhore essa leitura. De boa.

  126. Marciano Diz:

    A Scientific American é justificável.
    Esporadicamente, eu leio.
    As outras, nem que me pagassem. Principalmente Caras.
    Leia Cérebro e Mente, uma revista interessante.
    Não tenho lido, nem sei se ainda é publicada.
    Você se lembra do que a Super fez com a colaboração do Arduin?

  127. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Dentro do prazo de 3 dias podem-se encontrar muitas fotos que se encaixem.”
    .
    Não é dentro do prazo de 3 dias, é no 3º dia apenas. Só há uma foto numa página específica de um único jornal específico! Na verdade há duas, mas a segunda foto foi contada como erro se houvesse correspondência com ela (o dito efeito de deslocamento)

  128. Marciano Diz:

    Errei a página.
     
    Marciano Diz:
    JUNHO 8TH, 2017 ÀS 7:31 PM
    Sinceramente, não vejo diferença entre as figuras 1 e 2.
    Na verdade, a primeira figura, com as anotações “Curving Metal
    Large Boat
    Shipwreck”
    não se assemelham em nada com a foto ao lado.
    Se esta foi aceita, por que não a da geleira?
     
    Marciano Diz:
    JUNHO 8TH, 2017 ÀS 7:33 PM
    O mesmo vale para a figura 5.
    Face on View
    Female – Dark Hair
    Wearing Purple Gown
    Headdress
    Nada a ver com a foto ao lado.
    Marciano Diz:
    JUNHO 8TH, 2017 ÀS 7:37 PM
    Sketch
    https://static8.depositphotos.com/1035524/1025/i/950/depositphotos_10254368-stock-photo-pencil-sketch-of-beautiful-womans.jpg
     
    Uma foto assim http://st.depositphotos.com/1003989/3446/i/950/depositphotos_34467415-stock-photo-beauty-face-woman-portrait.jpg
    seria aceita?

  129. Marciano Diz:

    Note que a semelhança é muito maior.

  130. Marciano Diz:

    As implicações também são bem loucas.
    Se alguém pode ver uma foto que vai ser publicada num jornal daqui a 3 dias, é porque já está tudo determinado.

     
    Poderiam ter visto meu comentário (este aqui) no blog 3 dias antes.
     
    Provavelmente, o sketch seria assim:
     
    http://www.grassrootsmidwest.com/wp-content/uploads/2016/11/scribbles.png
     
    Está bem parecido com este comentário.

  131. Marciano Diz:

    Procurem no jornal “O Globo”, daqui a 3 dias:
    https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/54/0b/1d/540b1db3e47ffa082f20474c3063d0a9.jpg

  132. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Vitor, você gosta de umas revistas bem ruins, hem?
    Caras, Galileu, Superinteressante.
    Melhore essa leitura. De boa.”
    /.
    ISSO, ISSO, mude, escolha Sétimo Céu, Capricho, Ana Maria, Casa Cláudia, Planeta… vai melhorar muito seu cabedal.

  133. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Vitor, você gosta de umas revistas bem ruins, hem?
    Caras, Galileu, Superinteressante.
    Melhore essa leitura. De boa.”
    .
    Não tem outra coisa pra ler quando vc vai cortar o cabelo.

  134. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Sinceramente, não vejo diferença entre as figuras 1 e 2. Na verdade, a primeira figura, com as anotações “Curving Metal -Large Boat – Shipwreck”
    não se assemelham em nada com a foto ao lado. Se esta foi aceita, por que não a da geleira?”
    .
    A da geleira não mostra nenhum barco. E também não há pessoas na geleira. A questão é que comparando os desenhos e as descrições com as fotos, penso que ninguém combinaria o esboço da primeira foto com a segunda foto, e vice-versa.

  135. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Agora, realmente, isso prova a utilidade de psi: os jornais frequentemente reportam casos de pessoas que procuram os hospitais porque sonharam-se infartados salvando assim suas vidas.”
    .
    VISONI: Que bom que finalmente aceitou não só que psi existe, como que tem utilidade, Montalvão. Eu já ficaria satisfeito só com a 1ª parte.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tá realmente precisando mudar suas leituras: procure uma em que o conceito de “ironia” seja explicado…
    /
    /

    VISONI: Um exemplo de pessoa procurando hospital graças a psi, num caso bem mais complicado que infarto:
    .
    Azuonye informou um diagnóstico feito por VOZES ALUCINATÓRIAS QUE APARECE DESAFIAR QUALQUER PRINCÍPIO SABIDO DE NEUROPSIQUIATRIA. O paciente era uma dona de casa de Londres com quase 40 anos sem histórico médico significativo e que começou a ouvir vozes dentro de sua cabeça que especificamente recomendavam que ela fizesse um scan no cérebro para fazer um diagnóstico de tumor cerebral. O psiquiatra a quem ela foi deu-lhe thioridizine, com o desaparecimento temporário das vozes. Mas quando estas retornaram, igualmente claras e específicas como antes, ele decidiu realizar o scan, para tranquilizá-la. Levou vários meses para convencer o Serviço Nacional Britânico de Saúde da petição da ‘necessidade médica’, mas o scan finalmente foi feito. Mostrou uma massa de parafalcina frontal posterior esquerda extensa, através do falx pelo lado direito. A cirurgia foi feita, e um meningioma de 2,5 por 1,5 cm foi retirado. As vozes ‘despediram-se’ quando o paciente acordou da anestesia, e nunca mais retornaram. Ela estava bem 12 anos mais tarde, quando o artigo foi escrito.
    .
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quando vejo declarações do tipo: “desafia a ciência”, “inexplicável pela medicina, pela psiquiatria”, etc., uma luz vermelha se acende em meu grilo falante.
    .
    O que o texto aponta é o deslumbre pelo mistério para que mistério continue. Quantos neuropsiquiatras se declararam incapazes de explicar o caso? Será que nenhum especialista quis sequer arriscar uma hipótese? Acho muito difícil que a medicina seja incompetente em elucidar a ocorrência.
    .
    Há um constante diálogo entre nosso subconsciente e a consciência, que ocorre em segundo plano. Durante o sono ou em situações atípicas (transtornos psíquicos, deficit de sono, fome severa, e outros) o subconsciente fica mais aflorado.
    .
    Vou contar um caso que conheço bem e bem estudei. Sou o maior mijão de cama, volta e meia dou uma carimbada no colchão: minha mulher adora (atenção: ironia). Tenho sono pesado e rins saudáveis. Boa combinação para produzir legítimo mijador noturno.
    .
    De um modo ou de outro, quer dizer, mijando ou não, acordo e lembro do sonho que sonhava: invariavelmente algo relacionado com a busca de um lugar para urinar. Dois deles se repetem com frequência: às vezes me vejo diante de dezenas de banheiros, como se fora um enorme sanitário público e lá busco o local adequado, no entanto, todos os mictórios aparecem recheados de fezes, causando-me grande nojo. Noutro tipo de sonho, não há banheiros, então procuro local ermo, que não encontro, pois sempre há alguém por perto…
    .
    O que significa isso? É o subconsciente mandando mensagem de que devo acordar senão mais uma mijada na cama acontecerá. Quando não desperto e a bexiga não suporta mais o que me vem é uma sensação ruim, muito diferente do sentimento prazeroso de aliviar-se do aperto. Aí acabo acordando e interrompendo o processo, mas uma molhadinha já aconteceu…
    .
    Certamente essas reações são conhecidas de psiquiatras e psicólogos. O meu caso é banal, mas nada obsta que algo mais ou menos nesses moldes suceda em situações singulares, qual o recado das “vozes”…

  136. Gorducho Diz:

    Todas engenharias têm matemática onde se aprende eq. parciais com condições de contorno – que é o que permite solvê-las.
    Bem como termodinâmica onde se aprende volumes de controle. Por isso falei: ele não é leigo mesmo que não exerça a profissão hoje.
     
    CX escutando o Emmânuel ameaçando ele de morte; e às vezes vendo ele bem como via aquele espírito que deu um tiro no ombro dele não era delírio :?:
    Amanhã vejo o DSM-V…
    :(

  137. Gorducho Diz:

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    Procurem no jornal “O Globo”, daqui a 3 dias
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    Por isso mesmo disse que, depois dos médiuns da Administração concordarem em serem experimentados (antes é perca-de-tempo) teremos que formalizar os protocolos.
    Por exemplo seria um desabamento de prédio; jamais só “prédios”.
    E também não é em todo jornal, senão que n’alguma secção pré especificada do mesmo :!:

  138. Marciano Diz:

    Existe uma notória dificuldade em se estender a Teoria Quântica para o domínio macroscópico (do nosso cotidiano), pois o agrupamento de um grande número de átomos tende a “borrar” ou apagar os efeitos quânticos mais delicados (processo chamado “descoerência”), resultando num comportamento tipicamente “clássico”, ou seja, de acordo com a física clássica pré-quântica. Para se explicar o funcionamento de uma bicicleta, por exemplo, não é necessário usar a Teoria Quântica, mesmo que se possa argumentar que, em princípio, uma descrição quântica da bicicleta seja possível. Assim, podemos dizer que a física quântica não é “necessária”, não é “essencial”, para se explicar uma bicicleta, no sentido de que a física clássica fornece uma explicação suficientemente boa para este meio de locomoção. E com relação à nossa consciência, à nossa mente (o que incluiria o inconsciente), à nossa “alma”? Será que nossa consciência pode ser explicada apenas a partir da biofísicoquímica? E, em caso positivo, será que a ciência clássica seria suficiente ou seria necessária a física quântica? Essas visões não se limitam à tese de que a física quântica é essencial para se explicar a consciência, mas incluem outros tipos de relações entre mente e quântica (além da mais óbvia, de que a Teoria Quântica foi criada por mentes), num amplo panorama costumeiramente chamado de “misticismo quântico”. (GRIM, 1990)
     
     
    O “misticismo quântico”, em linhas gerais, consiste em interpretações da Teoria Quântica que se inserem na tradição do naturalismo animista (com seu idealismo transformador) ou que adotam um idealismo subjetivista, ou ainda que partem de elementos religiosos. Trata-se de uma atitude que atribui uma conexão íntima entre a consciência humana (ou a espiritualidade) e os fenômenos quânticos. Para melhor caracterizar esta atitude, apresentam-se a seguir várias teses, cada uma das quais é aceita por alguma corrente místico-quântica. A defesa de alguma dessas teses, por si só, pode não caracterizar uma atitude mística. Dividimos as teses do misticismo quântico em cinco grupos:
    O) Observador participante.
    M) Mente quântica.
    C) Comunicação quântica.
    I) Outras interpretações.
     
    1 Observador participante (O)
    Uma das características distintivas que passou a ser atribuída à mecânica quântica, a partir de 1927, foi o papel peculiar do observador no ato da medição. O objeto observado é inseparável do sujeito. Essa foi a atitude inicial de Niels Bohr, ao escrever em 1928 que “uma realidade independente no sentido físico ordinário não pode ser atribuída nem aos fenômenos, nem aos agentes da observação”.
    Não faria sentido, para a ciência, falar da “coisa em si”, da realidade não-observada; todo objeto da ciência é um fenômeno observável e, portanto, o objeto é inseparável do sujeito observador. Esta posição, por si só, não é necessariamente mística, nem idealista, mas ela é muitas vezes mencionada por visões naturalistas animistas.
     
    O2) O observador humano é o responsável pelo colapso da onda quântica. Esta é talvez a tese mais bem fundada das versões realistas do misticismo quântico, no sentido de que é uma tese clara e não-refutada (para uma explicação da questão, ver Pessoa Jr, 2001, 2001, cap. 6 e 9). Esta tese é atribuída a von Neumann, mas quem a apresentou em uma publicação foram Fritz London e Edmond Bauer (1939). Uma sutileza envolvendo esta tese é o estatuto atribuído à noção de “colapso da onda quântica”. Se tal onda for interpretada de maneira fenomenalista (ou “epistêmica”), como uma mera representação matemática, então esta tese O2 torna-se trivial. É apenas quando a onda quântica é interpretada de maneira realista e quando a noção de “observação” necessariamente implica a presença de um observador consciente (ou seja, o colapso não poderia ocorrer apenas com a interação do sistema quântico, com um instrumento de medição) que essa interpretação torna-se mais “mística”.
     
    O3) O observador escolhe se o fenômeno é onda ou partícula. Na interpretação da complementaridade, articulada por Niels Bohr, o físico experimental pode escolher se ele quer medir um fenômeno “corpuscular” (no qual se poderia determinar a trajetória passada de cada quantum detectado) ou um “ondulatório” (no qual a coleção de quanta detectados exibe um padrão de difração ou interferência). Essa escolha pode inclusive ser feita de forma “demorada”, após o objeto quântico entrar no aparelho. (PESSOA JR., 2003, p. 18-22) Na perspectiva fenomenalista de Bohr, essas alternativas envolvem a liberdade do componente subjetivo da cadeia sujeito-objeto. Porém, numa perspectiva mais realista, se os fenômenos corpuscular e ondulatório forem interpretados como diferentes estados da realidade, então esta escolha passaria a ser interpretada como um poder de transformar a realidade. Em 1931, Carl von Weizsäcker introduziu um elemento adicional, ao aplicar esta situação de escolha para o caso de duas partículas interagentes (um fóton de raio gama e um elétron, no microscópio teórico de raios gama de Heisenberg, seu orientador). Neste caso, a escolha de como montar a aparelhagem afetaria o tipo do fenômeno (onda ou partícula) da partícula localizada a distância, mas a vontade humana não poderia controlar os resultados obtidos nas medições (senão ter-se-ia transmissão instantânea de informação, o que é proibido pela Teoria da Relatividade). Tal situação envolve também uma extensão de O2 para sistemas de dois quanta interagentes. De qualquer forma, von Weizsäcker, dentro de uma perspectiva neokantiana, concluiu que na física quântica não se pode separar sujeito e objeto (O1) e que o sujeito contribui não só com o “saber” mas também com o “querer”.
    O4) O observador cria a realidade. Esta é uma célebre frase escrita por Pascual Jordan, em 1929, e usada como evidência de que a nova física quântica é idealista subjetivista. O sentido pretendido por Jordan para esta frase pode ser tomado como um resumo das três teses anteriores, feito num contexto fenomenalista. Num contexto do misticismo quântico, esta frase amplifica o idealismo transformador associado a O2 e O3, constituindo um “construtivismo radical”.
     
    Nem todas as interpretações da teoria quântica aceitam as teses acima, sendo rejeitadas por diversas visões realistas mais materialistas (como a de David Bohm, de 1952).
     
    Mente quântica (M)
    O ressurgimento do misticismo quântico, na década de 1980, foi em grande medida estimulado por novas hipóteses a respeito da natureza do cérebro humano.
    M1) A consciência é um fenômeno essencialmente quântico.

  139. Marciano Diz:

    Em 1986, em A mente nova do rei, Roger Penrose partiu da hipótese, bastante questionável, de que o cérebro humano seria capaz de computar funções “não-recursivas”, o que o tornaria mais poderoso do que qualquer computador. Um exemplo disso, segundo o matemático inglês, seria a nossa capacidade de ter um insight e resolver um teorema matemático. Como explicar isto? Penrose é um materialista, então não aceitou a explicação dualista de que haveria uma alma inteligente separada da corpo. (PENROSE, 1994) Desenvolveu, então, a concepção de que alguma propriedade quântica, relacionada ao problema do colapso da onda quântica, seria também responsável por esta nossa grande capacidade intelectual. Juntou-se então com o anestesiologista Stuart Hameroff, que desenvolvera a hipótese de que microtúbulos presentes em todas as células (inclusive dentro de neurônios) teriam uma função cognitiva, além da reconhecida função estrutural e de transporte. A noção de que a consciência humana seria um fenômeno essencialmente quântico é consistente com posições não-místicas e mesmo materialistas, mas para o naturalista animista ela é especialmente atraente, pois embasaria o “princípio de identidade” de que as leis da natureza coincidem com as leis do indivíduo, sustentando as teses de comunicação quântica.
    M2) O livre arbítrio é garantido pelo princípio de incerteza.
    Em 1932, Arthur Eddington defendeu que as escolhas humanas são livres (ou seja, não são totalmente determinadas pelo estado anterior do cérebro e do ambiente), fazendo uso do princípio de incerteza formulado em 1927 por Heisenberg (apud JAMMER, 1966, p. 337):
     
    Se o átomo tem uma indeterminação, certamente a mente humana terá uma indeterminação igual; pois dificilmente poderíamos aceitar uma teoria que faz a mente ser mais mecanicista do que o átomo. A questão do livre arbítrio é um problema filosófico bastante discutido e a defesa de M2 não implica em misticismo, apesar de Eddington poder ser incluído na primeira geração de cientistas mais próximos do misticismo quântico, que incluiu James Jeans, John B.S. Haldane e Walter Heitler, além de London e Bauer e mais tarde Eugene Wigner.
     
    M3) No dualismo entre alma e corpo, a interação entre os dois se dá por processos quânticos. Vimos com Penrose uma posição materialista a respeito do cérebro quântico. No entanto, o misticismo quântico é muito próximo de posições dualistas, para as quais a alma não emerge da matéria, mas tem existência autônoma. Essa era a visão de Descartes, que postulou uma interação entre as duas numa certa glândula no cérebro (olhe a pineal aí, GORDUCHO). Na neurociência contemporânea, John Eccles é conhecido por defender uma visão dualista e por sugerir que a alma (ou mente) atuaria durante a liberação de neurotransmissores, processo probabilístico regido pela física quântica, alterando levemente essas probabilidades.
     
    M4) Holismo quântico se manifesta no cérebro.
    O cérebro é um sistema altamente integrado e alguns pesquisadores têm sugerido que esta integração envolve o “emaranhamento” quântico (como o que surge nas desigualdades de Bell). No entanto, o cérebro é um sistema muito grande e quente para que o emaranhamento desempenhe um papel na integração cerebral (essa é também a razão pela qual o cérebro não poderia ser um computador quântico). Por outro lado, há um processo descrito teoricamente por Herbert Fröhlich, em 1968, que constituiria um “condensado biológico” à temperatura ambiente, semelhante aos condensados de Bose-Einstein (que só são observados a baixíssimas temperaturas). Se tal condensado de fato existisse nas membranas neuronais, ter-se-ia um comportamento ordenado de longo alcance (mas não uma não-localidade, no sentido das desigualdades de Bell, já que tais sistemas de condensados têm no máximo apenas pares próximos de partículas emaranhadas), o que excita a imaginação de muitos místicos quânticos. Alguns pesquisadores afirmam ter encontrado evidência de que tal fenômeno existe, mas não há comprovação de que tais sistemas de fato existam em sistemas biológicos.
     
    Comunicação quântica (C)
    As teses que caracterizam melhor o novo misticismo quântico, surgido na década de 80, envolvem a possibilidade de duas ou mais pessoas se comunicarem instantaneamente em um nível intuitivo.
    C1) Mentes quânticas interagem à distância. No esteio das investigações relativas às desigualdades de Bell e ao problemático conceito de “não-localidade quântica”, que surgem em sistemas emaranhados de duas partículas correlacionadas, surgiu a noção de que mentes humanas são como sistemas quânticos, podem se comunicar a distância. O conceito de “sincronicidade”, cunhado por Carl Jung para designar correlações acausais que estariam por trás das coincidências significativas de nossa vida (mas que para o materialista são apenas coincidências), tem sido identificado com as correlações a distância de sistemas quânticos emaranhados. Desta maneira, vários fenômenos parapsicológicos, como a alegada capacidade de sentir eventos distantes (tipicamente tragédias com familiares), passaram a ser explicados pelos místicos como sendo uma manifestação da física quântica. Esta é talvez a tese principal do novo misticismo quântico (ou psicologia quântica), difundida como “verdade científica” entre a comunidade de místicos e naturologistas.

  140. Marciano Diz:

    C2) Não-localidade entre mentes permite transmissão instantânea de pensamentos. Um caso particular de C1, divulgado especialmente por Amit Goswami (2005), envolve experimentos que comprovariam a possibilidade de transmissão instantânea de pensamento, realizada pelo mexicano Jacobo Grinberg-Zylberbaum e repetida por outros pesquisadores. Tal fenômeno seria explicado como um exemplo de não-localidade quântica. Se tal efeito fosse verdadeiro, ter-se-ia uma refutação da teoria da relatividade restrita (que proíbe a transmissão instantânea de informação). Naturalmente, tais experimentos não são levados a sério pela maioria dos cientistas.
     
    C3) O observador conseguiria influenciar a estatística de resultados quânticos.
    Um desdobramento da tese O2, de que o observador humano é responsável pelo colapso da onda quântica, e da O3, de que a escolha do observador determina o tipo de fenômeno quântico, seria que o observador poderia influenciar a estatística de resultados em um experimento quântico. Experimentos realizados pelos engenheiros Robert Jahn e Brenda Dunne (1987), da Princeton University, apontam para a existência de tal efeito “micropsicocinético”. Teríamos assim mais uma evidência de que a física quântica explicaria fenômenos parapsicológicos, segundo os místicos quânticos. É desnecessário dizer que tais resultados não são aceitos pela comunidade científica, para quem se trata de um caso de autoengano ou de fraude proposital.
    C4) A mente pode se acoplar ao universo, transformando-o com pensamento positivo. Esta é a tese que aparece no livro O segredo, que menciona a física quântica como explicação para o poder que a mente teria em transformar a realidade diretamente, sem a intermediação do corpo. Este é o “segredo”, conhecido pelos ricos e famosos de nossa história, e só agora revelado para o grande público!
     
    C5) Há uma física quântica da alma e de Deus.
    Essas teses, desenvolvidas por Amit Goswami, entre outros, aproxima o misticismo quântico das visões religiosas.
     
    A1) Religiões orientais já teriam chegado às principais ideias da física moderna. Essa é a tese que se depreende do livro de Fritjof Capra, O Tao da Física, publicado em 1975 e um dos precursores do novo misticismo quântico. Um exemplo dessa conexão íntima entre ciência e filosofia oriental seriam as semelhanças entre o conceito de yin-yang do taoísmo chinês e a noção de complementaridade, de Bohr. A2) A física quântica fundamentaria terapias alternativas. Esta tese é base da “naturologia”, termo recente que designa o campo de práticas terapêuticas que não se enquadra na medicina alopática ou nas linhas clássicas de psicanálise e psicoterapia e que se utiliza de plantas medicinais, de técnicas terapêuticas tradicionais do Oriente, e de técnicas mais recentes que se caracterizam por não serem invasivas, como a iridologia, fitoterapia, aromaterapia etc. O livro A cura quântica, de D. Chopra (1990), foi um best-seller que divulgou essa “psicologia quântica”.
     
    A3) A física quântica seria o paradigma do novo milênio.
    Esse sentimento está por trás da aplicação da Teoria Quântica em tantos campos. Ligada à psicologia quântica, há uma abordagem para a administração de empresas, denominada “gestão quântica”, que defende uma maior distribuição de poder decisório (uma “auto-organização”) e o uso de técnicas motivacionais e de integração que aumentem a felicidade dos trabalhadores. (NÓBREGA, 1995). Já o “direito quântico”, formulado pelo renomado jurista brasileiro Goffredo Telles (1971), não faz uso de analogias com a física quântica, mas consiste de uma proposta materialista que procura fundamentar o comportamento jurídico em princípios biológicos, especialmente o maquinário genético e a interação com o ambiente, reservando, porém, um espaço para a liberdade humana.
    O “tantra quântico” une o misticismo quântico com as técnicas sexuais do budismo tântrico. (HERBERT, 2002) Para outros usos do termo “quântico”, como na arte, ver Crease (2008).
     
    4 Um típico argumento místico-quântico
    Para ilustrar a concepção místico-quântica, apresentarei agora um típico argumento, envolvendo quatro teses:
    a) A consciência humana é essencialmente quântica (M1).
    b) Assim, de (a), e por analogia a duas partículas quânticas, duas consciências podem se acoplar quanticamente a distância (C1).
    c) A consciência humana é responsável pelo colapso da onda quântica (O2).
    d) No processo de medição e colapso, nossa vontade pode escolher se um fenômeno quântico é corpuscular ou ondulatório (O3).
    e) Assim, de (b) e (c), e por analogia a (d), podemos escolher se outra consciência (ou mesmo objetos inanimados) terminará com “energia espiritual” positiva ou negativa (por exemplo), no processo de colapso (C4).
    A crítica a este argumento se dá da seguinte forma. Primeiro, não há evidências concretas a favor de (a), especialmente devido ao ruído térmico presente no cérebro, que “borra” os efeitos quânticos (processo chamado “decoerência”). Mas como se trata de uma hipótese empírica ainda em investigação, seu uso como hipótese no argumento é aceitável. A tese (b), porém, é muito menos plausível: mesmo que haja efeitos essencialmente quânticos em locais restritos do cérebro, quando duas pessoas se encontram não há interação física direta entre essas partes de cada cérebro. O místico teria que postular um “campo mental” que extravasaria o crânio e permitiria o acoplamento entre mentes. Mas isso foge ao que a ciência conhece hoje em dia.

  141. Marciano Diz:

    A tese (c) faz parte de uma interpretação da teoria quântica, a interpretação subjetivista de London e Bauer e nunca se conseguiu refutá-la. Assim, é legítimo seu uso no argumento, mas não se pode misturá-la com teses de interpretações conflitantes, como a dos muitos mundos. A tese (d) também é legítima, desde que se aceite as definições de “fenômenos” ondulatório e corpuscular da interpreta- ção da complementaridade. Ela não entra em conflito com (c). A conclusão (e) segue por analogia a (d), mas esta passagem também é infundada. Pois escolher se o fenômeno associado à partícula distante será corpuscular ou ondulatório não pode gerar nenhuma previsão sobre o resultado da medição efetuada a distância (senão, violar-se-ia o princípio relativístico de que nenhuma informação pode se propagar a uma velocidade maior do que a da luz).
     
    Supõe-se que incutir energia positiva em um objeto distante seja um estado de coisas distinguível da situação em que uma energia negativa é incutida. Assim, tal escolha não poderia ser controlada pela vontade de uma mente a distância, mesmo que se pudesse acoplar quanticamente duas mentes (pois, senão, poder-se-ia transmitir informação sobre o estado energético escolhido de maneira instantânea, o que violaria a Teoria da Relatividade).
     
    1) Em primeiro lugar, há os adeptos do misticismo quântico, que constituem uma pequena minoria dentre os cientistas naturais, e talvez uma minoria um pouco maior nas humanidades. Este grupo é constituído, em sua maioria, por pessoas com predisposição a uma visão mística de mundo, que não entendem exatamente do que trata a Física quântica, mas confiam ou acreditam nos livros de divulgação que leram. Há também um pequeno grupo de estudiosos que conhece bem a física quântica e defende as teses místicas quânticas com melhor fundamentação, como Henry Stapp (2007) e Nick Herbert (1989).
     
    2) Um segundo grupo não compartilha das teses do misticismo quântico, mas o respeita, assim como respeita as teses da parapsicologia e as crenças populares. Há os pós-modernistas, que negam que haja verdades únicas e questionam o direito que nossa cultura teria de impor verdades sobre outras culturas. Há os agnósticos, que consideram que há um valor de verdade único e bem definido para certas afirmações (ou seja, elas são ou verdadeiras ou falsas), como a existência de transmissão de pensamento, mas evitam tomar uma posição definida até que as questões sejam examinadas exaustivamente pela ciência. Há também os que acreditam em mistérios que estão para além da ciência, mesmo que discordem da maioria das afirmações da parapsicologia e das religiões oficiais. (CALLIGARIS, 2006) Dentre estes, muitos já tiveram relatos ou experiências que consideram confiáveis de premonições e outros fenômenos semelhantes, mas não chegam a defender explicitamente uma visão mística.
    A atitude mais comum, por parte dos cientistas, é simplesmente ignorar a onda de misticismo quântico, ridicularizando-o, talvez, em conversas particulares, mas sem um esforço de criticá-lo publicamente.
     
    4) Dentre os que acham o misticismo quântico descabido, assim como a parapsicologia e outras artes místicas, há um pequeno grupo que se autodenomina “cético” e que para distinguir sua posição do ceticismo filosófico é, às vezes, chamado de “ceticismo científico”. Esse grupo é bastante ativo no projeto de desmascarar fraudadores e pseudocientistas e publica seus resultados principalmente nas revistas Skeptical Inquirer e Skeptic, além de sites na internet. Procuram trafegar no terreno da racionalidade, argumentando que as atitudes pseudocientíficas são irracionais, sem, no entanto, estender esta crítica para posições religiosas. Em suas críticas à pseudociência, fazem bastante uso de conceitos da Filosofia da Ciência, por exemplo, argumentando que as visões místicas postulam entidades supérfluas e não predizem nada de novo (violando assim a navalha de Ockham). No caso do misticismo quântico, argumentam que certa interpretação mais ortodoxa e fenomenalista é melhor; e que visões idealistas devem ser descartadas por não preverem nada de novo e por violarem a navalha de Ockham. (STENGER, 1997) Um problema com esta visão é que são descartadas também todas as interpretações realistas.
     
    Seguindo esta linha de pensamento, posso afirmar para um colega místico: “Tenho fé na inexistência de Deus. Tenho fé no materialismo.” Posso então explicar para ele que a ciência ortodoxa é dominada pelas visões materialista e fenomenalistas e que, portanto, para essa ciência “estabelecida”, teses como a de Masaru Emoto, de que é possível fotografar a influência das emoções humanas nas configurações moleculares da água, não são levadas a sério. E enquanto o interlocutor manifesta seu espanto, já que o filme Quem somos nós? afirmou claramente a veracidade deste efeito (ARNTZ; CHASSE; VICENTE, 2007), posso informar a ele a grande quantidade de dinheiro que o místico japonês ganha em seus workshops em cruzeiros marítimos. Enfim, é muito difícil alguém mudar sua própria visão religiosa após uns 23 anos: “Se você é místico, então você deve estudar a física quântica, pois isso trará novas perspectivas para seu misticismo; porém, a física quântica não implica misticismo, ao contrário do sugerido no filme Quem somos nós?”.

     
    Dentro desta última abordagem, pode-se formular um dilema para o místico ou para o religioso, cuja solução envolverá uma reflexão sobre o estatuto da visão científica do mundo. O dilema do místico é o seguinte: deve-se aceitar a existência de fenômenos que vão contra o que prevê a ciência estabelecida ou deve-se aceitar apenas a existência de entidades e processos que não entram em contradição com a ciência? A primeira opção pode ser chamada de misticismo “desafiador” da ciência e o segundo, de misticismo “conciliador” com a ciência. Por exemplo, deve-se aceitar que o ser humano evoluiu a partir de outros primatas, ao longo de milhões de anos, ou deve-se acreditar que ele foi criado por Deus de forma já acabada? Alguém que acredite em Deus e em outros mistérios, mas que aceita a evolução humana, está adotando uma postura conciliadora com a ciência. Neste caso, o texto da Bíblia deve ser interpretado de maneira figurada e não de maneira literal. Já os chamados “criacionistas” adotam uma postura desafiadora da ciência.
     
    No caso do misticismo quântico, defender que a consciência humana é reponsável por um colapso objetivo (tese O2) é uma atitude conciliadora com a ciência, ao passo que a tese defendida por Goswami de que existe trasmissão instantânea de pensamento (tese C2) é desafiadora. Apesar de o físico indiano citar diversos experimentos que teriam verificado tal fenômeno, pouquíssimos cientistas consideram que esta aposta de Goswami possa gerar mais luz do que a dos holofotes. A tese de Jahn e Dunne (C3), de que o pensamento do observador conseguiria influenciar o resultado de um experimento quântico, viola menos teses fundamentais da Física, mas é também uma atitude desafiadora, já que tem consequências experimentais testáveis que estão em desacordo com as previsões das visões materialistas da ciência, e que não foram reproduzidas por cientistas que trabalham em laboratórios considerados respeitáveis. Vale mencionar que em 2003 foi fundado na Turquia o periódico NeuroQuantology, disponível on-line, que examina questões relacionadas à mente e ao cérebro, a partir da perspectiva da física quântica. O periódico não é levado a sério pela maioria dos cientistas ortodoxos e se pode dizer que ele representa pesquisa que está na zona limítrofe entre ciência e pseudociência. A maior parte dos artigos pode ser enquadrada no que chamamos “misticismo quântico” e os dois lados do “dilema do místico” estão representados nesta revista eletrônica.
     
    6 O ethos do neoesoterismo
    A definição de misticismo quântico apresentada até aqui – interpretações da teoria quântica que se inserem na tradição do naturalismo animista ou que adotam um idealismo subjetivista ou, ainda, que partem de elementos religiosos – estaria incompleta se não considerássemos que ela faz parte de um movimento sociocultural que ressurgiu nas décadas de 1980-1990, herdeiro da “contracultura” das décadas de 1960-1970, mas com alguns traços diferentes. Diversos sociólogos e antropólogos, como Heelas (1996) e Magnani (1999), têm estudado o fenômeno, chamado de “nova era” ou “neoesoterismo”. Ao lado dos aspectos cognitivos de uma cultura, sua “visão de mundo”, costuma-se chamar de “ethos” aspectos valorativos, morais e estéticos, as atitudes e sensibilidade de uma cultura. O ethos do neoesoterismo, segundo Magnani (1999, p. 103-116), envolve os seguintes aspectos.
     
    a) Terapias corporais. Após a difusão da psicanálise nos anos 70, dois desdobramentos podem ser notados: a prática do lacanismo, com sua postura intelectualizada e a ênfase na palavra, e o complexo alternativo, que privilegia a emoção, a sensação e a intuição, e enfatiza o trabalho terapêutico no corpo e a “mentalização”.
    b) Cultivo da individualidade. O resultado das terapias corporais é uma valorização da realidade interior e dos processos de transformação espiritual, de forma que essa nova espiritualidade é marcada pelo individualismo. O ideal dos anos 1960-1970, de igualitarismo e socialização, é substituído, na era Reagan, pela valorização da individualidade, com aquilo que ela tem de singular e diferente.
     
    c) Comunidade: circuito urbano.
    O indivíduo da nova onda mística se insere numa comunidade, porém esta não é a comunidade rural alternativa da era hippie, mas geralmente uma comunidade urbana, de fim de semana, que permite “recarregar as baterias” para enfrentar o corre-corre da metrópole, com cursos, palestras, lançamentos de livros e outras vivências.
    d) Noção de “energia”.
    O conceito de energia (o chi do taoísmo) ou energia vital é central na visão de mundo e no ethos do neoesoterismo, assim como era nos anos 1960-1970. Com o misticismo quântico, essa energia se torna quântica e é considerada a entidade que carrega o fluxo de espiritualidade dentro do corpo, entre os indivíduos e com a natureza.
    e) Preocupação com ecologia e natureza. Assim como nos anos 1960-1970, mantém-se a importância da natureza e da ecologia. Porém, no neoesoterismo, o indivíduo tira sua força da comunhão com a natureza e chega a se sentir capaz de curvar a sociedade a seus desejos e impulsos.
    f) Redescoberta do feminino. Um último aspecto que marca o neoesoterismo é o novo papel do feminino. Não se trata do feminismo dos nos 70, buscando a igualdade entre os gêneros, mas o reconhecimento da superioridade das qualidades femininas de intuição, sensibilidade, espontaneidade e senso comunitário, que de certa forma se cristalizam na figura da bruxa, com seus poderes mágicos.
     
    Eis, então, alguns aspectos sociológicos ligados ao misticismo moderno, ao qual se sobrepôs uma popularização da física quântica. Seria preciso aprofundar essa análise sociológica e antropológica para incluir o fenômeno das raves, a nova situação das drogas e a influência dos computadores e das redes socias virtuais, entender as motivações econômicas e ideológicas por trás dos modismos esotéricos etc. Um exemplo de como a difusão do misticismo quântico está ligada a aspectos econômicos e ideológicos foi apontado pela jornalista norte-americana Barbara Ehrenreich (2008), cuja análise foi resumida pelo psicanalista ítalo-brasileiro Contardo Calligaris (2008). Segundo Ehrenreich, o culto exagerado e místico do pensamento positivo, típico de O segredo, estava incorporado à cultura corporativa de tomar riscos em excesso, o que acabou por levar ao colapso financeiro de 2008.

  142. Marciano Diz:


    ===============================================================
    CX escutando o Emmânuel ameaçando ele de morte; e às vezes vendo ele bem como via aquele espírito que deu um tiro no ombro dele não era delírio :?:
    ===============================================================

     
    Uma descrição demasiado fácil do delírio seria dizer: o delírio é uma convicção errônea não-corrigível. Mas, seria preciso lembrar que nem toda convicção errônea não-corrigível é um delírio. Se essa convicção se relacionar com falta de cultura ou erudição, com a falta de conhecimentos ou de inteligência, então não será um delírio, seria mais uma ignorância. Tampouco serão delírios aquelas representações errôneas que se originam de sentimentos compreensíveis. Se o amante, por exemplo, está convicto da perfeição da amada imperfeita não se trata de idéias delirantes. As convicções filosóficas ou religiosas também não são delírios, mesmo que muitas pessoas as considerem errôneas, elas devem ser classificadas como idéias supervalorizadas.
    Evidentemente, na avaliação do comportamento, não podemos considerar o ato humano isoladamente mas, sempre, inserido num determinado contexto. Existem determinadas atitudes perfeitamente aceitas em certas culturas e consideradas aberrantes em outras.
     
    Assim sendo, podemos considerar a maneira própria das Personalidades Anormais de ser no mundo como uma apresentação do indivíduo diante da vida situada nas extremidades da faixa de tolerância de sanidade pelo sistema cultural. Estas personalidades anormais seriam alterações perenes do caráter caracterizando não apenas a maneira de ESTAR no mundo mas, sobretudo, a maneira do indivíduo SER no mundo.

  143. Marciano Diz:

    Não será demais enfatizar que, em se tratando de conteúdo do pensamento, devemos levar em consideração todas as querelas sócio-culturais que permeiam a existência da pessoa considerada. A valorização do pensamento como um todo deverá, obrigatoriamente, relevar todas as circunstâncias atreladas ao panorama vivencial. Não fosse assim, com toda a certeza um dinamarquês consideraria um fenômeno francamente psicótico um pai de santo da Bahia. Da mesma forma, seria possível, à um observador menos avisado, classificar os japoneses kamikazes dentro das depressões suicidas.

  144. Marciano Diz:

    O diagnóstico de Esquizofrenia sofreu alterações significativas nesta nova versão do dsm. O critério que define a sintomatologia característica (Critério A) continua requerendo a presença de no mínimo dois dos cinco sintomas para ser preenchido, mas a atual versão exige que ao menos um deles seja positivo (delírios, alucinações ou discurso desorganizado). Embora os sintomas listados sejam os mesmos, o dsm-iv permitia que o Critério A fosse preenchido com apenas um sintoma nos casos de delírios bizarros ou alucinações auditivas de primeira ordem/schneiderianas (exemplo: vozes conversando entre si). No dsm-5 essa exceção foi retirada por se considerar que a classificação de um delírio como bizarro é pouco confiável, especialmente por esbarrar em questões culturais, e a definição de sintomas schneiderianos é pouco específica.
     
    O dsm-5 abandonou a divisão da esquizofrenia em subtipos: paranoide, desorganizada, catatônica indiferenciada e residual. Os subtipos apresentavam pouca validade e não refletiam diferenças quanto ao curso da doença ou resposta ao tratamento.
     
    O diagnóstico de “Transtorno esquizoafetivo” sofreu uma pequena alteração em seu texto, sendo exigido que um episódio de alteração importante do humor (depressão ou mania) esteja presente durante a maior parte do curso da doença, após o preenchimento do Critério A de esquizofrenia. A mudança busca aumentar a confiabilidade do diagnóstico, apesar de reconhecer que ele ainda é um grande desafio para o clínico.
     
    Os critérios para o “Transtorno delirante” não exigem mais que os delírios apresentados não sejam bizarros. A demarcação entre o Transtorno Delirante e outras variantes psicóticas foi reforçada com a presença de critérios de exclusão que impedem que o diagnóstico seja efetuado na presença de quadros como o “Transtorno obsessivo-compulsivo” e o “Transtorno dismórfico corporal”.
     
    A catatonia não é mais apresentada como um subtipo da esquizofrenia ou uma classe independente. Na atual versão passa a ser dividida como: “catatonia associada com outros transtornos mentais”; “catatonia associada com outras condições médicas”; ou “catatonia não-especificada”. Aceita-se que o quadro possa ocorrer em diversos contextos e o diagnóstico requer a presen- ça de no mínimo três dos doze sintomas listados. O dsm-5 permite que a catatonia seja empregada como um especificador no “Transtorno depressivo”, “Transtorno bipolar” e “Transtornos psicóticos”, ou diagnosticada de forma isolada no contexto de outras condições médicas.
     
    A CID-11, como de costume, deverá acompanhar essas modificações.

  145. Marciano Diz:

    CID = Classificação Internacional de Doenças (todas, não só as mentais, que ficam na letra “F”).
    DSM stands for DIAGNOSTIC AND STATISTICAL MANUAL Of
    MENTAL DISORDERS.
     
    A CID é editada pela WHO e o DSM pela APS (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION).
     
    A CID apenas descreve as doenças (todas, não só as mentais, que ficam sob a letra “F”), para efeito de padronização de diagnósticos, não fornece critérios para diagnósticos.
    O DSM (o nome entrega) é um manual de diagnósticos.
     
    Periodicamente, eles mudam tudo, e quem tinha uma doença, passa a ter outra.
     
    Como sempre, há quem critique severamente essa conduta.
     
    No meu tempo de faculdade, a matéria era dada em dois anos. Agora, pelo que sei, são dois períodos de seis meses.
    É de suma importância para o direito.
     
    Veja o currículo:
    Introdução

    1. Definição de Medicina Legal

    2. Sinonímia

    3. A Medicina Legal como especialidade

    4. Relações com as demais ciências médicas e jurídicas

    5. Importância de seu ensino nas Faculdades de Direito

    6. Histórico

    7. Histórico no Brasil

    8. Divisão didática da disciplina

    Capítulo 1 — PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS

    1.1. Conceito

    1.2. Peritos

    1.2.1. Atuação

    1.2.2. Nomeação

    1.2.3. Escusa justificável

    1.2.4. Prestação de compromisso

    1.3. Realização da perícia

    1.3.1. Corpo de delito

    1.3.2. Intervenção dos peritos

    1.3.3. Divergência entre os peritos

    1.3.4. Falsa perícia

    1.3.5. Incompatibilidade dos peritos
    .3.6. Credibilidade da perícia

    1.3.7. Perícia contraditória

    1.3.8. Fiscalização das perícias

    1.3.9. Honorários dos peritos

    1.4. Quesitos oficiais

    1.4.1. Exame de corpo de delito (lesão corporal)

    1.4.2. Exame cadavérico

    1.4.3. Exame de corpo de delito (infanticídio)

    1.4.4. Exame cadavérico na gestante (aborto)

    1.4.5. Exame de corpo de delito (aborto)

    1.4.6. Exame de corpo de delito (estupro sem conjunção carnal)

    1.4.7. Auto de corpo de delito (estupro com conjunção carnal)

    1.4.8. Exame de idade

    1.4.9. Quesitos em psiquiatria forense

    1.4.10. Quesitos no foro civil

    1.5. Documentos médico-judiciários

    1.5.1. Notificações

    1.5.2. Atestados

    1.5.3. Atestado de óbito

    1.5.4. Relatório médico-legal

    1.5.5. Parecer médico-legal

    1.5.6. Depoimento oral

    1.6. Deontologia dos peritos

    Capítulo 2 — ANTROPOLOGIA FORENSE

    2.1. Identidade e identificação

    2.2. Identidade médico-legal

    2.2.1. Raças

    2.2.2. Sexo médico-legal

    2.2.3. Estatura

    2.2.4. Idade
    2.2.5. Exame pericial radiográfico

    2.2.6. Identificação pelos dentes

    2.2.7. Peso e conformação

    2.2.8. Malformações

    2.2.9. Sinais profissionais

    2.2.10. Sinais individuais

    2.2.11. Tipos sanguíneos

    2.2.12. Tatuagens

    2.2.13. Dinâmica funcional

    2.2.14. Caracteres psíquicos

    2.2.15. Prosopografia

    2.3. Identidade policial ou judiciária

    2.3.1. Processos antigos

    2.3.2. Bertilonagem

    2.3.2.1. Antropometria

    2.3.2.2. Retrato falado

    2.3.2.3. Fotografia sinalética

    2.3.2.4. Impressões digitais

    2.3.3. Dactiloscopia

    2.3.3.1. Sistema decadactilar de Vucetich

    2.3.3.2. Impressões plantares

    2.3.3.3. Digitofotograma

    Capítulo 3 — O ALCOOLISMO E A LEI

    3.1. Conceito de alcoólatra, segundo a OMS. Ação do álcool sobre o sistema nervoso central. Estado psicológico do alcoolista

    3.2. Bebidas alcoólicas e suas variedades

    3.3. Classificação de alcoolismo

    3.3.1. Embriaguez

    3.3.2. Embriaguez patológica

    3.3.3. Diagnóstico da Embriaguês
    .4. Fatores que aceleram ou retardam a instalação da embriaguez

    3.5. Alcoolismo crônico

    3.5.1. Delírio alcoólico

    3.5.2. Alucinose auditiva aguda

    3.5.3. Depressão alcoólica aguda

    3.5.4. Psicose de Korsakoff

    3.5.5. Delírio de ciúmes

    3.5.6. Epilepsia alcoólica

    3.5.7. Delirium tremens

    3.5.8. Demência alcoólica

    3.6. A embriaguez e a lei

    Capítulo 4 — TRAUMATOLOGIA FORENSE

    4.1. Conceito de traumatologia forense

    4.2. Lesões corporais

    4.2.1. Lesões corporais leves

    4.2.2. Lesões corporais graves

    4.2.2.1. Incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 dias

    4.2.2.2. Perigo de vida

    4.2.2.3. Debilidade permanente de membro, sentido ou função

    4.2.2.4. Aceleração de parto

    4.2.3. Lesões corporais gravíssimas

    4.2.3.1. Incapacidade permanente para o trabalho

    4.2.3.2. Enfermidade incurável

    4.2.3.3. Perda ou inutilização de membro, sentido ou função

    4.2.3.4. Deformidade permanente

    4.2.3.5. Aborto

    4.3. Lesões corporais seguidas de morte

    4.4. Lei Maria da Penha — Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006

    4.5. Perícias médico-legais nas lesões corporais

    4.6. Perícia de sangue
    E por aí vai.
    É muito longo para transcrever tudo.
     
    Tem, ou pelo menos tinha, Psiquiatria Forense, Psicologia Forense, Tanatologia, Teratologia, etc., etc.

  146. Marciano Diz:

    Isto acima é apenas uma pequena parte do único livro de ML que eu tenho em formato digital.
    Tenho os clássicos, em papel mesmo (HD).
    Não High Definition, Hard Copy.

  147. Marciano Diz:

    Não resisti e peguei os três de papel que tenho.
    São antigos, os autores já morreram, mas são atualizados periodicamente por novos autores, aí a gente joga fora os obsoletos e compra os novos.
    Os que tenho já estão precisando de troca.
     
    Medicina Legal – Hélio Gomes – 32ª edição, 846 páginas;
    Medicina Legal – Flamínio Fávero – 12ª edição, 1.150 páginas;
    Medicina Legal – Hygino de C. Hércules – não diz qual a edição – formato Atlas, 714 páginas.
    O que tenho em formato digital é tão vagabundo que não digo seu nome :o ps:

  148. Marciano Diz:

    … não digo seu nome :o ps:

  149. Marciano Diz:

    Não é o poltergeist, sou eu mesmo, que estou batendo pino igual ao MOntalvão.
    Agora vai:
    … não digo seu nome :oops:

  150. Marciano Diz:

    A carinha ruborizada agora tem dupla função: vergonha de mencionar o autor e vergonha do mico em HTML.

  151. Marciano Diz:

    Para ilustrar como é importante o conhecimento da ML para os juristas, transcrevo parte de voto que proferi há anos atrás, o qual, após uma busca, encontrei em um pendrive.
    A formatação original dá muito trabalho para reproduzir aqui, portanto, vai de qualquer jeito:
     
    O laudo pericial é conclusivo no sentido de que houve desvirginamento recente, como se vê às fls. 23/24. A perícia foi realizada em razão de suspeita de abuso sexual, tendo em vista que a criança foi levada ao hospital pela avó, apresentando sangramento vaginal. Como medida protetiva, foi acautelada na Casa da Criança. Consta dos autos o relato dos avós da criança sustentando que não houve violência sexual, e que a criança passou a ter sangramento vaginal após andar na garupa de um cavalo. O ponto crucial da questão é saber se uma criança de 5 ou 6 anos de idade pode ter ruptura do hímen pelo só fato de andar na garupa de um cavalo.  
    Vejamos o que dizem a respeito dois respeitabilíssimos expoentes na Medicina Legal, HÉLIO GOMES e FLAMÍNIO FÁVERO:
     
    “O hímen das meninas ocupa posição mais profunda, dentro da cavidade vaginal, e vem caminhando para a periferia à proporção que a menina vai se tornando mulher, até atingir sua sede habitual – atrás dos pequenos lábios.” (HÉLIO GOMES, MEDICINA LEGAL, 32ª EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA, ATUALIZADA POR HYGINO DE C. HERCULES, 1997, PÁG. 650).
     
    “Passamos, agora, a considerar as causas que produzem a rotura do hímen e o que acontece em função disso. De início, podemos dizer que os hímens são, quase sempre, rompidos pelo membro viril. HOFFMAN e HABERDA acham que em 1.000 defloramentos a ação defloradora foi exercida pelo pênis em 999 vezes. Sobraria, portanto, a possibilidade de 1 por 1.000 para outras causas defloradoras, como: a) o empalamento; b) a masturbação; c) as manobras impudicas; d) causas patológicas; e) acidentais.
     
    Esse critério de pensar-se de modo quase absoluto em membro viril, quando se fala em defloramento, tem grande importância, principalmente considerando certas crendices do povo. (GRIFO MEU) Não se diga apenas do nosso povo, porque já HOFFMAN criticava muito as moças de sua pátria que se diziam defloradas porque tinham dado um passeio a cavalo, subido uma escada muito depressa, dançado muito, aberto as pernas com certa violência.” (HÉLIO GOMES, MEDICINA LEGAL, 32ª EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA, ATUALIZADA POR HYGINO DE C. HERCULES, 1997, PÁG. 653)
     

    “Hímen roto é sinônimo de cópula completa ou incompleta em 999 por mil casos, segundo Devergie.” (MEDICINA LEGAL, FLAMÍNIO FÁVERO, 12ª EDIÇÃO, PÁG. 675).
     
    A julgar pelo que afirmam os dois notáveis legistas, os quais, por sua vez, citam outros grandes nomes estrangeiros da Medicina Legal, nem uma criança de 5 ou 6 anos acreditaria em hipótese tão absurda.
     
    O que levaria os avós, guardiães da criança, a sustentar tal disparate? Várias são as hipóteses; conivência com o autor do fato, ser o próprio avô o autor, medo de represálias por parte do autor, na melhor das hipóteses, inocência extrema de acreditar nas mentiras de algum parente ou vizinho, o que também desaconselharia a entrega na criança neste momento, enfim, tudo, menos a pueril versão por eles apresentada.
     
    Assim, parece-me desastroso entregar a criança aos avós antes de devidamente esclarecido o ocorrido, havendo mais de 99,9% de probabilidade de abuso sexual (as demais hipóteses incluídas nos 0,1% são de empalamento, masturbação, manobras impudicas, etc.).
     
    Isto posto, acolho a promoção ministerial, para manter o abrigamento.
    É como voto.
     
    Trata-se de processo que tramitou em segredo de justiça, por isso, nomes e localidades estão ausentes do trecho.

  152. Phelippe Diz:

    Oi, Marciano, bela decisão. Faz tempo que não vejo uma assim. Aqui impera a “química interiorana”. Terrível.

  153. Marciano Diz:

    Obrigado, Phelippe.
    Já faz tempo isto.
    Sempre fui muito cuidadoso com meu trabalho.
    Diferentemente de outros ex-colegas, eu não deixava minhas decisões a cargo de assessores, como costuma acontecer, infelizmente.
    Você sabe como (não) funciona a Justiça Brasileira.

  154. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    O objeto observado é inseparável do sujeito
    ==============================================================
    I.e.: o “volume de controle” ao redor do qual se aplicam as condições de contorno que permitem dedilhar-se parâmetros no MATLAB ou outros softwares mais específicos e obter resultados reais, numéricos, engloba tudo. Dentro desse não faz sentido extrapolar os modelos e falar em “antes” ou “depois” mesmo que em alguns casos possa aparecer n’alguns momentos -t ou invés de (implicitamente +) t

  155. Marciano Diz:

    Você anda insome, como eu.
    Aparecendo por aqui altas horas.
    Qualquer hora dessas nos encontramos aqui de madrugada.
    Um abraço.

  156. Marciano Diz:

    Aqui dá para baixar uma versão gratuita temporária do MATLAB:
    https://www.mathworks.com/company/aboutus/contact_us.html#BR

  157. Marciano Diz:

    TEm o similar FreeMat, gratuito:
    http://freemat.sourceforge.net/

  158. Marciano Diz:

    No Ensino Médio também se aprende matrizes e determinantes, termodinâmica, etc., mas superficialmente. Além disso, já me esqueci de tudo.
    Deixo por conta dos engenheiros da casa.

  159. Gorducho Diz:

    O ponto é simples: qualquer problema prático, real, pra ser resolvido tem “condições de contorno” (terminologia das equações parciais, i.e., a várias variáveis) ou parâmetros.
    Say equações estruturais dum prédio…
    P/solvê-las obtendo resultados reais, úteis, tem que arbitrar coordenadas das colunas;
    cargas (em newtons) nas lajes;
    cargas de vento;

    No caso da QM essas envolvem TODO aparato experimental. Se se quiser fazer um experimento de entrelaçamento entre cá e Alcyone, o volume de controle envolverá TODO esse espaço etéreo e não faz sentido falar “antes cá na crosta terrícola” e “depois na fotosfera alcyonica”.
    Os místicos jogam com essa falácia, assim como a parapsicologia joga com as flutuações inerentes à estatística matemática.

  160. Marciano Diz:

    Do site indicado por Vitor (Vitor Diz: JUNHO 8TH, 2017 ÀS 4:41 PM)
    Physicists at The Australian National University (ANU) have conducted John Wheeler’s delayed-choice thought experiment, which involves a moving object that is given the choice to act like a particle or a wave. Wheeler’s experiment then asks – at which point does the object decide?
    Common sense says the object is either wave-like or particle-like, independent of how we measure it. But quantum physics predicts that whether you observe wave like behavior (interference) or particle behavior (no interference) depends only on how it is actually measured at the end of its journey. This is exactly what the ANU team found.
    “It proves that measurement is everything. At the quantum level, reality does not exist if you are not looking at it,” said Associate Professor Andrew Truscott from the ANU Research School of Physics and Engineering.

    Read more at: https://phys.org/news/2015-05-quantum-theory-weirdness.html#jCp
     
    As transcrições que fiz acima esclarecem essa “anomalia”.
     
    Especialmente a partir de:
     
    O3) O observador escolhe se o fenômeno é onda ou partícula. Na interpretação da complementaridade, articulada por Niels Bohr, o físico experimental pode escolher se ele quer medir um fenômeno “corpuscular” (no qual se poderia determinar a trajetória passada de cada quantum detectado) ou um “ondulatório” (no qual a coleção de quanta detectados exibe um padrão de difração ou interferência). Essa escolha pode inclusive ser feita de forma “demorada”, após o objeto quântico entrar no aparelho. (PESSOA JR., 2003, p. 18-22) Na perspectiva fenomenalista de Bohr, essas alternativas envolvem a liberdade do componente subjetivo da cadeia sujeito-objeto. Porém, numa perspectiva mais realista, se os fenômenos corpuscular e ondulatório forem interpretados como diferentes estados da realidade, então esta escolha passaria a ser interpretada como um poder de transformar a realidade. Em 1931, Carl von Weizsäcker introduziu um elemento adicional, ao aplicar esta situação de escolha para o caso de duas partículas interagentes (um fóton de raio gama e um elétron, no microscópio teórico de raios gama de Heisenberg, seu orientador). Neste caso, a escolha de como montar a aparelhagem afetaria o tipo do fenômeno (onda ou partícula) da partícula localizada a distância, mas a vontade humana não poderia controlar os resultados obtidos nas medições (senão ter-se-ia transmissão instantânea de informação, o que é proibido pela Teoria da Relatividade). Tal situação envolve também uma extensão de O2 para sistemas de dois quanta interagentes. De qualquer forma, von Weizsäcker, dentro de uma perspectiva neokantiana, concluiu que na física quântica não se pode separar sujeito e objeto (O1) e que o sujeito contribui não só com o “saber” mas também com o “querer”.
    O4) O observador cria a realidade. Esta é uma célebre frase escrita por Pascual Jordan, em 1929, e usada como evidência de que a nova física quântica é idealista subjetivista. O sentido pretendido por Jordan para esta frase pode ser tomado como um resumo das três teses anteriores, feito num contexto fenomenalista. Num contexto do misticismo quântico, esta frase amplifica o idealismo transformador associado a O2 e O3, constituindo um “construtivismo radical”.

  161. Marciano Diz:

    Parece mais ser um caso de misticismo quântico.
    A wikipedia brasileira tem um esboço sobre o assunto:
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Misticismo_qu%C3%A2ntico
    Para os que leem inglês, aqui tem o artigo completo:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_mysticism
    Essencial para quem fica deslumbrado com o presente alterando o passado.

  162. Marciano Diz:

    Mais sobre o misticismo quântico:
    http://mortentolboll.weebly.com/quantum-mysticism-and-its-web-of-lies.html

  163. Marciano Diz:

    As referências citadas na wikipedia também são úteis para a elucidação do assunto:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Retrocausality#As_fringe_science
    Outside the mainstream scientific community, retrocausality has been proposed as a mechanism to explain purported anomalies, paranormal events or personal events, but mainstream scientists generally[vague] regarded these explanations as pseudoscientific. Most notably, parapsychologist Helmut Schmidt presented quantum mechanical justifications for retrocausality,[31] eventually claiming that experiments had demonstrated the ability to manipulate radioactive decay through retrocausal psychokinesis.[32] These results and their underlying theory have been rejected by the mainstream scientific community,[33][page needed][34][page needed] although they continue to have some support from fringe science sources.[35]

    Efforts to associate retrocausality with prayer healing[36] have been similarly discounted by legitimate scientific method.[37]

    Richard Shoup explained in his paper entitled “Understanding Retrocausality: Can a Message be Sent to the Past?”[38] that psychologist Daryl J. Bem of Cornell conducted an experiment that would show a subject two sets of curtains with a picture behind one of them. The subject “guesses” and the curtains are revealed. The computer simulating this experiment would not “know” which curtain contained the picture until after the guess was made. While most of the results led to near chance at 50%, the results showed a higher margin of success (p. 17) for the subset of erotic images — 53.1%. Those who would score above the midpoint and were considered “stimulus-seeking” according to a pre-screening questionnaire would end up scoring even higher — 57.6%. It would seem that a person’s “want-level” alters the outcome of the experiment, even if the alteration was not significant.

  164. Marciano Diz:

    Devo esclarecer que não me lembro de ter feito todos os comentários acima, sobre misticismo quântico.
    Deve ter sido alguma coisa que “aconteceu” no futuro que mudou o presente.
    Como diz o ARDUIN, “Sacumé”: yesterday, today was tomorrow and tomorrow, today will be yesterday.

  165. Vinicius Diz:

    Estava dando uma lida no livro Roqueiro no Além. O tal “Zílio” chegando a um motel e os “desencarnados” que “zanzam” por ele :
     
    Constrangido e assustado, segui seus passos até sairmos do cemitério. Na rua, entrei em pânico.
    Sai correndo sem saber para onde; vaguei não sei quanto tempo; estava aflito; minhas roupas
    estavam cheias de vermes, quanto mais eu sacudia mais caíam no chão. Desesperado entrei em um motel. Precisava tomar um banho! Fui até a recepção, falei com a mulher que atendia na
    portaria, mas ela não me ouviu; ia insistir novamente quando aproximou-se de mim uma outra
    mulher:
     
    -Olá, querido! Não adianta falar com ela, não pode vê-lo, você é um espírito desencarnado como eu.
     
    Em que posso ser útil ?
    -Preciso tomar um banho.
    -Só um banho, amor ?
    -Sim. Tenho que me livrar destes vermes.
    -Que vermes?
    -Você não os vê ? Olha aqui! Estão no meu corpo todo, já estou ficando desesperado!
    -Você não é o primeiro louco que vem aqui com essa história. Isso é o que dá eu trabalhar perto do cemitério. Vamos até a minha suíte que eu o faço esquecer os vermes. Vem meu bem, vem!
    -Eu quero apenas tomar um banho.
     
    “-Você deve estar chegando agora; não sabe nada dessas coisas. Esses espíritos são os sexólatras; estão participando do conluio amoroso do casal que está na suíte. Se gostarem do desempenho do homem ou da mulher, irão com eles para casa.”
     
    E sobre drogas, que absurdo:
     
    “Ele era demais, pena que morreu, era um dos nossos! vamos homenageá-lo ?
    Vamos! – Respondeu a jovem.
    O rapaz abriu um papelote de cocaína e os dois começaram a “cheirar”.
    -Esta é pra você malucão!”
     
    “Nomeio das sombras que predominavam naquele lugar, comecei a ver homens e mulheres desnudos, caminhando abraçados uns aos outros como se estivessem num gozo interminável.”
     
    Tem até vale dos drogados (falta de criatividade é tanto vale nesse espiritismo viu)

  166. Phelippe Diz:

    Vinícius, veja só, e como fica a teologia xaveriana? Quando morremos não vamos para o Umbral ou um plano superior? Como esse espírito ficou no cemitério? ???

  167. Vinicius Diz:

    Sim, mas daí logo a frente o dito-cujo é resgatado, levado junto a amigos, tem a questão dos “favores”(por conhecer amigos e tal), tem caravanas para ajudar outros, é parecido com a teologia xaveriana, até no inicio ele é “zombado” por um espírito que o chama de Malandro(assim como AL é “zombado” por uns desocupados que o chamam de suicida).
    Ele não ficou no cemitério, ele deu uma “paradinha” lá rs
    Dizem alguns espíritas que ele é Raul Seixas …

  168. Vinicius Diz:

    Favores, como em NL:
     
    “-Embora não se lembre você tem valorosos amigos no mundo espiritual. Antes mesmo de você
    desencarnar, durante período em que estava enfermo, eles o ajudaram muito; anulando certos
    efeitos do seu perispírito, causados pelos abusos, os quais poderiam agravar ainda mais a sua
    situação.”
     
    Aqui contraria o “livre-arbítrio”

  169. Phelippe Diz:

    Interessante. Vou ler esse livro.
    E tem ainda o caso de espíritos que ficam presos em determinados lugares.
    Isso não contraria a lógica do xaverianismo?
    Vc morre e fica preso em algum lugar até que uma entidade venha e lhe solte?
    Estranho.

  170. Vinicius Diz:

    Tem até o “caldinho reconfortante” :
     
    “-É, Zílio, o sofrimento é a forja que tempera nossas forças. Por falar nisso, o caldo está sobre a
    mesa; não se esqueça de tomá-lo, você ainda precisa dele. Felipe saiu; eu tomei o caldo e deitei-me.”
     
    “E tem ainda o caso de espíritos que ficam presos em determinados lugares.”Isso não contraria a lógica do xaverianismo?”
    Nem tanto eu acho. AL ficou na lama do umbral por 8 anos…ficou “preso” :!:
     
    Achei Nelson parecido com DPF na escrita e no enredo.

  171. Gorducho Diz:

    Tá tendo um debate interessante lá no CC sobre as bitcoins, Analista Vinícius.
    Pena que sumiu
    :(

  172. Vinicius Diz:

    opa, vou lá daqui a pouco, valeu GORDUCHO
    que rubrica está isso?

  173. Vinicius Diz:

    opa, vou lá daqui a pouco, valeu GORDUCHO
    que rubrica está isso?

  174. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    Vinícius, veja só, e como fica a teologia xaveriana? Quando morremos não vamos para o Umbral ou um plano superior? Como esse espírito ficou no cemitério? ???
    ==============================================================
    A Teologia Xaveriana depende do público alvo…
    Nas cartinhas também os falecidos não vão pro Umbral.
    É uma Teologia customizada (e portanto bem compatível com a modernidade, certo?).

  175. Vinicius Diz:

    “A Teologia Xaveriana depende do público alvo…”
     
    Claro, o alvo desse livro Roqueiro no Além foi o combate as drogas, ao alcool e a corrupção. Utilizou-se de um “desencarnado” possívelmente ligado ao alcoolismo exagerado para tentar incutir no leitor a ideia de que entrando por caminhos como o dele poderá, ao morrer, “sofrer como sofreu”…
     
    Tem até “Vale dos Prazeres” , fala do Carnaval, são enredos parecidos com DPF e um pouquinho de CX.

  176. Vitor Diz:

    Marciano, você citou o tópico da wikipédia sobre retrocausalidade. Lá é dito:
    .
    While some discussion of retrocausality is confined to fringe science or pseudoscience, a few physical theories with mainstream legitimacy have sometimes been interpreted as leading to retrocausality. This has been problematic in physics because the distinction between cause and effect is not made at the most fundamental level within the field of physics.[3]
    .
    A Ref. 3 é:
    .
    Sheehan, Daniel P. (2006). Frontiers of Time: Retrocausation – Experiment and Theory; San Diego, California, 20-22 June 2006. Melville, New York: American Institute of Physics.
    .
    Para quem não sabe, o Daniel P. Sheehan foi justamente quem organizou o simpósio com o artigo dos dois psíquicos!
    .
    http://associations.sou.edu/aaaspd/2016SANDIEGO/Symposia16.html#13
    .
    Quantum Retrocausation III. Organizer: Daniel P. Sheehan (Department of Physics and Biophysics, University of San Diego, San Diego, California; [email protected]).
    Two day program, scheduled for Wednesday and Thursday, 15 and 16 June.

    .
    Pelo visto, nem a wikipédia pode negar que o mainstream já aceita a retrocausalidade, ou, ao menos, já a vê com muito bons olhos.

  177. Marciano Diz:

    Nunca li esse livro, mas acho que é aquele que fala na morte do Raul Seixas, depois da vida.
    Isso é uma escárnio com o Raul e com o Rivail.
     
    Phelippe, tem uns maconheiros que vão direto para o colo da vovozinha.
    São os plot holes do espiritismo.
     
    Será que se o “espírito” não tomar o caldinho corre o risco de morrer de fome? Morte espiritual?
     
    E como fica o sistema de esgotos, depois da digestão do caldinho?
     
    Se Nelson se parece com DPF, o qual, por sua vez, se parece com cx, isto volta às raízes.
     
    Como diz o Chacrinha em mensagens psicografadas que tem me enviado, No além nada se cria, tudo se copia”.
     
     
    Vitor, “nem a Wikipédia” é injusto. Eles permitem que qualquer um edite. A citação deve ter sido feita pelo próprio Daniel ou alguém ligado a ele.
    Agora só volto após o encerramento dos trabalhos, lá pras 11 da noite.

  178. Vitor Diz:

    Ok, Marciano, mas com edição ou sem edição, está tudo sob a direção da AAAS.

  179. Vitor Diz:

    Aqui o que o próprio Daniel P. Sheehan disse sobre o 1º Simpósio feito em 2006 (atualmente estamos no 3º, feito em 2016):
    .
    https://philpapers.org/rec/SHEFOT
    .
    Traditional causation posits that the past alone influences the present. In principle, however, the basic laws of physics permit the future an equal measure of influence: retrocausation. This symposium explores theoretical developments and experimental evidence for retrocausation. It is unique in stressing recent experiments in this exciting and potentially important new field.

  180. Gorducho Diz:

    Tá na rubrica… moedas bit
    :mrgreen:

  181. mrh Diz:

    Muito interessante a ideia de retrocausalidade. Se considerarmos o futuro uma espécie de passado, algo q já ocorreu e apenas não sabemos, deve funcionar para alguns casos.

  182. Marciano Diz:

    Para alguns casos, está-se a ver que funciona.
    Se a gravitação universal ou o eletromagnetismo funcionassem em alguns casos seria bem engraçado.

  183. Marciano Diz:

    Matéria da AAAS:
    https://www.aaas.org/news/aaas-reinforces-need-use-proven-science-doj-forensics
    In response to a Department of Justice request for public comment on advancing forensic science, the American Association for the Advancement of Science, along with the American Chemical Society, Federation of Associations in Behavioral and Brain Sciences, and the Human Factors and Ergonomics Society, has submitted comments that highlight the need for a transparent and independent review of forensic science techniques to ensure that “rigorous science is used in convicting the guilty and exonerating the innocent.”
    Agora é que vai ter psychic detectives pra todo lado.
    Eles são melhores do que o DNA e as digitais.
    A maior descoberta da criminologia, em todos os tempos.

  184. Gorducho Diz:

    Tendo em vista implementar na prática a recomendação teórica, certamente que a AAAS vai propor sistemas de certificação pra sistemas de peritagens mediunímicas amparados na Ciência Parapsicológica.

  185. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Aqui o que o próprio Daniel P. Sheehan disse sobre o 1º Simpósio feito em 2006 (atualmente estamos no 3º, feito em 2016):
    .
    https://philpapers.org/rec/SHEFOT
    .
    “O causalismo tradicional postula que o passado sozinho influencia o presente. Em princípio, no entanto, as leis básicas da física permitem ao futuro uma medida de influência igual: retrocausação. Este simpósio explora desenvolvimentos teóricos e evidências experimentais para retrocausação. É único em enfatizar experiências recentes neste NOVO, EMOCIONANTE E POTENCIALMENTE IMPORTANTE NOVO CAMPO.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: para quem sabe entender entende a quantas anda o deslumbre de certas cabeças, que garantem que a precognição de ré é coisa provada!
    .
    Provada por um “novo, emocionante e potencialmente importante campo”…
    .
    Quer dizer, estão especulando em torno da suposição, e a experimentando: se vai sair algo que preste ou fedor o tempo dirá. Mas os fascinados já apregoam a “certeza”…
    .
    Cá de cá, aposto que só sai fedor…

  186. MONTALVÃO Diz:

    /
    mrh Diz:
    .
    Muito interessante a ideia de retrocausalidade. Se considerarmos o futuro uma espécie de passado, algo q já ocorreu e apenas não sabemos, deve funcionar para alguns casos.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se funciona aqui e não funciona ali é caso a se apurar e se explicar, mas que na cabeça de alguns funciona direitinho não resta dúvida, resta saber se as cabeças tais funcionam direitinho…

  187. MONTALVÃO Diz:

    /
    Descobri um jeito de não mais mijar na cama. Agora enquanto durmo projeto-me ao futuro. Não um futuro distante, apenas à manhã seguinte, quando estou acordado e posso retrocausar-me na evitação do que seria problemático no sono. O efeito colateral é ficar sonolento durante o dia, como se não houvesse pregado os olhos à noite.
    .
    Mas, não vou ficar contando de minhas intimidades porque corro o risco de ser tomado por senil. O que quero pontuar é que a retrocausalidade visoniana mostrou-me meios de modificar a história para melhor, coisa que estou praticando e recomendo a todos fazê-lo igualmente.
    .
    A primeira grande mudança que implementarei, e que me dará um prêmio Nobel ainda não sei de quê, é enviar cartas para a Alemanha pré-Hitler, avisando ao povo e autoridades para que não deem ouvidos à promessas do futuro ditador. A fim de não haver dúvidas sobre o tempo da entrega, dato as missivas com o anos de 1932, que acho suficiente para despertar direitinho as cabeças arianas.
    .
    Desse modo, não apenas evitarei a grande tragédia que foi a Guerra, como também provarei a força retrocausal, conforme nosso mestre Visoni nos trouxe ao conhecimento.
    .
    Depois que resolver essa, vou tratar de tirar a frota de Cabral da rota original: ele vai descobrir o Japão!
    .
    E há quem diga que psi não serve para nada e para coisa alguma se aproveita! Gente tola mesmo!

  188. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Os esforços filosóficos para entender a causalidade remontam a Antiguidade Clássica, na Grécia Antiga; porém, a ideia de que a flecha do tempo pode ser invertida é muito mais recente. Na realidade, a retrocausalidade foi sempre considerada uma contradição em si mesma, dado que, como já indicara o filósofo do século 18 David Hume, ao examinar dois eventos relacionados, a causa, simplesmente, por definição, é o acontecimento que precede o efeito (é o interruptor que ativa a luz, e não à inversa). Ainda, a capacidade de influir no passado sugere que os acontecimentos pudessem ser negados pelos seus próprios efeitos, originando um paradoxo físico, a mais conhecida é o paradoxo do avô (se viajo para o passado e mato o meu avô antes que este conheça a minha avó, como é que estou eu aqui para viajar para o passado e fazê-lo?).
    .
    Na década de 1950, o filósofo Michael Dummett manifestou-se contra de tais travas, afirmando que não existe objeção filosófica alguma a que os efeitos precedam as causas. Este argumento foi refutado pelo seu colega Anthony Flew e, mais tarde, por Max Black, que criticou o fácil que era fazer tais afirmações, pois o observador sempre poderá intervir nos efeitos que escolha. À medida que crescia a moderna compreensão da física de partículas, a retrocausalidade ia sendo empregada como ferramenta para explicar invulgares ou pouco conhecidos fenômenos no seu momento, incluindo o eletromagnetismo e a antimatéria.
    .
    Questões do debate atual…
    .
    Como se viu, a retrocausalidade, ao inverter a causalidade, pode indicar uma volta no tempo. Assim, a curva fechada de tipo tempo (aquela que permite o acesso ao passado) provém de soluções exatas. Embora estas curvas não pareçam existir em condições normais, circunstâncias extraordinárias do espaço-tempo, como os buracos de minhoca, poderiam facilitar a sua formação.
    .
    Grande parte dos físicos aponta que a viagem no tempo e os paradoxos temporais continuarão muito bem aplicados na teoria, mas nada além disso, e nunca testaremos a sua prática justamente por conta dos paradoxos temporais e das retrocausalidades. Assim sendo, alegam os físicos, que se a viagem fosse possível, os cientistas do futuro já teriam enviado até nós agentes do futuro avisando que a proposta fora atingida, o que ainda não ocorreu em nenhum momento da nossa história neste plano.
    .
    http://fatoefarsa.blogspot.com.br/2013/10/paradoxo-temporal-voce-ja-ouviu-falar.html

  189. Gorducho Diz:

    O mito do “velhinho” e o padrão do Espirito Bezerra provavelmente foram mesmo estabelecidos pela mensagem de 1916 n’O Reformador bem notada pelo Analista Vinícius (perdi a referência de qual n° se trata agora…).
    Ou antes por Bittencourt Sampaio (?)
    Não fica claro se ele canalizara já o espírito do Dr. Bezerra ou só aventou a possibilidade dele poder se manifestar :?:
    Negritos meus.
     
     
    “É com verdadeiro e intenso jubilo que transcrevemos abaixo a palavra confortadora de Bezerra de Menezes,
    naquelle estylo persuasivo e simples mas crystallino e conceituoso que foi apanagio da sua penna fecunda
    ao serviço da nossa Doutrina, na terra.
    Ahi, nessas ligeiras linhas, vencendo quiçá difficuldades que mal podemos apreciar, quaes as de affinidades
    mediunicas e cabedaes latentes do proprio medium, transparece, de facto, o scintilltante narrador da
    «Casa Assombrada» e o profundo philosopho dos «Estudos de Max».
    E sente-se, de contra-peso, o rhythmo suave de um coração de crente palpitando em diastole de amor,
    de luminosos effluvios, lembrando caricias maternaes.
    Foi no dia 13 do corrente, memorativo de sua desencarnação que os confrades do «Grupo Ismael» por elle, Bezerra, presidido outr’ora, se lembraram de ouvil-o eventualmente sobre assumptos doutrinarios, pertinentes á Federação, de que elle foi tambem por longos annos principal columna e o mais extrenuo defensor, na terra.
    Aliás, essa eventualidade já havia sido preconisada possivel por outro assiduo e não menos valioso
    companheiro de espiritualidade naquelle «Grupo» – Bittencourt Sampaio.
    O que não podemos transfundir para aqui – e com magua o dizemos – é a tonalidade da voz, a expressividade da palavra articulada, a humildade do gesto do vero discipulo de Jesus, cuja passagem pelo nosso meio social foi um padrão de exemplos immorredoiros, constituindo, por assim dizer, o centro de convergencia do proselytismo incipiente.
    Essa posição de destaque em meio de companheiros outros da primeira hora, possuidores, todos, de solida bagagem intellectual e moral, ninguem a disputa ao que hoje vulgarmente conhecido por bom velhinho, tem a fortalecel-o e a amparal-o no mundo espiritual uma pyramide do corações agradecidos.”
    SEGUE-SE A MENSAGEM DO ESPÍRITO DR. BEZERRA

  190. Phelippe Diz:

    Nada contra, mas que forma melosa de escrever. E os leitores do “O Reformador” enguliam isso? Será que não tinha ninguém com senso crítico? Tudo bem que nosso povo acredita em qualquer coisa, sou testemunha disso, mas…
    “Penna, elle, pharmácia”
    Tá faltando a curiosa ortografia do Gal. Klinger.

  191. Gorducho Diz:

    A revista é de ’16 por isso a ortografia.

  192. Vinicius Diz:

    GORDUCHO, estou procurando uma mensagem que foi atribuída ao Bezerra depois de 24 horas de sua morte. Até elogiaram que foi rápido e tal.
     
    O pessoal do escritório está com medo pois um calendário caiu “sozinho” :mrgreen: um espírita aqui já esta alerta e explicando o que poderia ter sido … uma das explicações: um espírito ter empurrado, a moça da mesa, evangelica, respondeu “ai credo”… cada uma

  193. Espírita Sp Orlando Diz:

    Não precisa procurar mais a mensagem Vinicius. Ei-la:Baixai vossos olhos sobre os meus amigos, ó Virgem Gloriosa!

    São também vossos filhinhos, como eu, que aflito gemi e padeci na Terra, sempre com os olhos cravados em vós.
    Dai que eles possam compreender, ó Virgem Imaculada, esse ensinamento em que se vê vosso amado Filho, o Rei absoluto deste Planeta, curvado aos pés de humildes pecadores, como um servo humilde, lavar de seus pés o pó da estrada de peregrinos que trilhavam!
    Que eles possam compreender esse – amai-vos uns aos outros -, certos, convencidos de que o amor que desdobrarem das suas almas, para os seus irmãos, evola-se, libra-se aos páramos onde está o vosso amado Filho, – é o amor elevadíssimo que nos vem com Jesus.
    Meus caros companheiros, meus amigos, é demais a recompensa! Saudades! Ouvi, de mais de um, essa palavra, mas saudade por quê?
    Vê tu, meu velho amigo (para Sayão), vêem todos vocês como é fraco o espírito humano!
    Vocês, espíritas, meus companheiros, que falam a todo o momento comigo, têm saudades e choram! Eu também choro a minha fraqueza. Oh! Deus, oh! Jesus – Cristo! Quando, pelo verdadeiro elo da amizade, pela verdadeira compreensão dos vossos ensinos serão estancadas as nossas lágrimas, e essa palavra não terá nenhum sentido na linguagem das criaturas, vivendo todos nós sempre unidos e ligados pelo coração? Eu estou junto de vocês, meus caros companheiros. Eu lhes peço: não quebrem essa cadeia sagrada.
    Como isso é bonito, como isto eleva as nossas almas
    …Obrigado a todos vocês, a todos vocês, obrigado.”

    Na noite de 12 de abril de 1900 (após 24 horas de seu falecimento), houve a habitual sessão na Federação Espírita Brasileira. Então todos os que dela participavam ouviram, pela maravilhosa mediunidade sonambúlica de Frederico Pereira da Silva Junior, a palavra querida do espírito do nosso Bezerra de Menezes. Sua mensagem foi longa, e nela mais uma vez, humildemente, agradeceu a Deus, a Jesus e à Virgem Santíssima as bênçãos divinas que misericordiosamente recebia na pátria espiritual, pois se considerava ainda muito pecador e, portanto, indigno desse sagrado amor de Jesus!

    http://centroespiritaleocadio.org.br/mensagem-dada-por-bezerra-apos-24-horas-do-falecimento/

  194. Gorducho Diz:

    Frederico Jr. acho que foi o melhor médium brasileiro pré-CX.
    Se bem me lembro até espíritos tentaram por fogo na casa dele. Ou seja (se foi mesmo porque não tenho certeza…), talvez ele tivesse uma mediunidade “psicopírica” digamos assim :!:

  195. Vinicius Diz:

    Obrigado Dr.Orlando, esta mensagem sim!
    O que acha, como saber se era Dr.Bezerra 24 horas depois de seu desencarne?
     
    “Frederico Jr. acho que foi o melhor médium brasileiro pré-CX.”
     
    Sim, também acho. Por meio de sua psicografia veio um livro “Jesus perante a Cristandante” em que defende o roustainguismo.

  196. Vinicius Diz:

    Sobre “Jesus perante a cristandade” ditado por Bittencourt Sampaio….
     
    “”Nesta obra, o admirável Espírito Bittencourt Sampaio analisa a essência da mensagem cristã, enflorando a vida de Jesus desde seu nascimento até sua morte e ressurreição. São 11 capítulos de extrema beleza, ONDE ESSE ELEVADO ESPÍRITO DÁ SEU AVAL À TEORIA DO CORPO FLUÍDICO, QUE ENALTECE COM LÚCIDAS CONSIDERAÇÕES. É um valioso estudo de muitas particularidades do
    maior interesse.”
     
    “Em sessões especiais, que se realizaram no espaço de seis meses e de que fizeram parte os irmãos e amigos que, sob a proteção do bom Guia Ismael, estudam os SANTOS EVANGELHOS, recebemo-lo por intermédio do nosso bom companheiro Frederico Pereira da Silva Júnior, que ao dedicado servo do Senhor que o ditou emprestou o seu aparelho de
    médium sonambúlico,”
     
    E CX deve ter se inspirado nessa passagem sobre a criação do mundo no “A caminho da luz”:
    “No princípio, isto é, antes da existência do planeta que habitais, Jesus, o Espírito Puríssimo, primogênito do Pai, toma dos elementos dispersos e condensados pelo fluido universal, e FORMA UMA GRANDE ESFERA INCANDESCENTE que, obedecendo às leis eternas da gravitação dos corpos,descreve a sua órbita, em volta de um grande astro. Cercada essa esfera de grandes vapores, pela alta temperatura, sobe aos espaços e, pela ação da sua vontade, ele congrega esses dois elementos que a ciência da Terra chama hidrogênio e oxigênio, produzindo a água. “

  197. Phelippe Diz:

    Oi, Gorducho, eu falei brincando. Falei do Gal. Klinger por que ele propôs uma reforma ortográfica curiosa.

  198. Marciano Diz:

    O link citado por ORLANDO diz que todos os que participaram “OUVIRAM pela maravilhosa mediunidade sonambúlica de Frederico Pereira da Silva Junior, a palavra querida do espírito do nosso Bezerra de Menezes., isto, 24 horas após sua morte.
     
    Dois fatos ressaltam daí. Foi psicofonia, e não psicografia (a não ser que a psicografia tenha sido lida em seguida) e Bezerra saiu em disparada do leito de morte para o lugar espiritual para onde tenha ido.
     
    O texto de 4 anos depois, em “O Reformador”, foi psicografado, pois se “ … não podemos transfundir para aqui – e com magua o dizemos – é a TONALIDADE DA VOZ, a expressividade da palavra articulada, a humildade do gesto do vero discipulo de Jesus, cuja passagem pelo nosso meio social foi um padrão de exemplos immorredoiros, constituindo, por assim dizer, o centro de convergencia do proselytismo incipiente, é porque sua voz, atualmente prejudicada pela caquexia espiritual, não foi ouvida.
     
    Oi, Phelippe.
    A reforma a que te referiste é a de 1943?

  199. Marciano Diz:

    Favor fechar o negrito após “incipiente”.
    Como auto flagelo, prometo ser mais atento doravante.
    O ponto antes da vírgula, no primeiro parágrafo, após “Menezes”, foi distração, pois a negrito foi fechado corretamente, mas olvidou-se-me retirar o ponto da oração intercalada.

  200. Marciano Diz:

    Auto-flagelo. Estou me comportando como um insipiente incipiente.
    Male cuncta ministrat impetus.
    O ímpeto dirige mal todas as coisas.
    A pressa é inimiga da perfeição.

  201. Vinicius Diz:

    Apareceu na hora do vinho, MARCIANO, onde o espírito de Bittencourt Sampaio explica como se processou o milagre do FG JC :
     
    “Nós, porém, que assim não consideramos esse fato, diremos que o Divino Mestre, dispondo de grande poder sobre os fluidos que entram na economia da vida, tanto mineral, como vegetal e animal, impôs à água a coloração do vinho e o seu sabor ao paladar daqueles que havia magnetizado, com a sua presença, nas bodas de Caná.”
     
    “Jesus, portanto, concentrou naquelas bilhas, pela sua simples vontade, os fluidos necessários, para satisfazer o desejo da Virgem Maria e, ao mesmo tempo, dar começo à sua grande missão”

  202. Vinicius Diz:

    E o que aconteceu enquanto José foi trabalhar:
     
    “DISTANTE DA VIRGEM, procurando o mercado de Belém, José ia fazer os seus víveres para si e para a sua companheira. INEBRIADA, SATURADA DOS FLUIDOS DIVINOS, a Virgem Imaculada encontrou-se nesse êxtase santo de que só podem gozar os Espíritos puros; quando
    voltou a si do seu grande enleio, ouviu lá fora, nos campos, onde baliam as ovelhinhas, cânticos sonoros que se elevavam pelos espaços, dando glória a Deus no mais alto dos céus, e paz aos homens na Terra. Cheia de
    confusão e de respeito, diante do seu fruto imaginário, encontrou o seu menino Deus entre os braços.”

  203. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor,
    .
    Se ainda não o fez, corrija na frase:
    .
    “A PRECISÃO pode ocorrer espontaneamente e não é previsível a partir de dados ou expectativas existentes.”
    .
    Ou minha recém-inaugurada senilidade me engana ou a palavra correta é “PREVISÃO”…

  204. Phelippe Diz:

    Oi, Marciano, não, não a de 1943. O Gal. Klinger queria uma reforma ortográfica radical, escrever como se fala, e o resultado é curioso. O mesmo general utilizou essa ortografia ao escrever suas “Narrativas Autobiográficas”. Excelente estrategista, o Gal. Klinger, mas sua reforma ortográfica não pegou.

  205. Gorducho Diz:

    Sim eu só fiquei cogitando se teria sido uma psicofonia com escriba anotando (ao estilo de psicografia chinesa).
    Mas então: essas primevas produções apontam a importância ter-se presente a voz do Espírito…
    Lobriga onde quero chegar :?:

  206. Gorducho Diz:

    Era um militar brasileiro :?:
     
    Um professor de pré-vestibular nosso falava da importante distinção entre língua falada e língua escrita.
    A fala é dinâmica e de lugar pra lugar. Se se ficasse fonetizando sempre as ortografias não duravam nem 1 ano.
    E talvez influenciado por isso sou da escola francesa, desvinculando oralidade da escrita física.

  207. Gorducho Diz:

    Pena que os Estudos Filosóficos – dos quais tenho o vol. III eles modernizaram a ortografia. Bem como traduzem as citações em latim dele.
    Mas, claro, editorialmente tem que ser assim.

  208. MONTALVÃO Diz:

    /
    Retrocausação cabou?
    .
    Exeste ou não existe?
    .
    E a brigada de combate à superstição e às fantasias? Desfez-se?
    .
    É bem capaz de ter mais retronãoseioquê, se não se corta o mal pela raiz o poço fica mais fundo e a salvação das almas perdidas não se consolida.
    .
    Virgem rogai por nós.

  209. Phelippe Diz:

    Era sim, Gal. Bertoldo Klinger, do Exército Brasileiro. Fez estágio num regimento alemão, antes da 1a. Guerra, perseguiu a Coluna Prestes, não participou da Revolução de 30, porque achou que não seria vitoriosa, e comandou a Revolução Paulista de 32, o que lhe valeu um breve exílio. Foi excelente estrategista, segurou algumas debandadas na frente de Campinas, em 32, e linguista. Faleceu no Rio, em 1969, se não me engano.

  210. Phelippe Diz:

    Vitor, como lhe mandar o artigo traduzido? Também vou enviar, em pdf, o exemplar da revista “Occult Review”, inglesa, de 1920, de onde extraí o artigo original. Mandarei também o link do blog onde encontrei, todas digitalizadas pelo Google Books, várias edições da “Occult Review”. Pode ser que algum material de lá interesse ao blog.
    Aliás, o link passo aqui: http://www.iapsop.com/archive/materials/occult_review/

  211. MONTALVÃO Diz:

    /
    Fica cada vez mais patente que psi é feita de modismos.
    .
    Teve a moda das materializações, quando essa moda estava na moda entes se materializavam a mancheias;
    .
    Teve a moda da telepatia, que quase não saiu de moda, embora esteja já um tanto demodê: as telepatizações aconteciam rotineiramente, havia até o mental radio. Atualmente querem que telepatia seja pedido de socorro, que não serve para socorrer ninguém…
    .
    Não podemos esquecer da moda das levitações: móveis pesadíssimos eram levitados por gente que nunca foi flagrada fraudando, ou quase, e mesmo que fraudasse ou não pouco importava: quando a fraude era percebida aí era fraude, mas a culpa era do povo que exigia psi a tempo e hora; quando o flagra não era dado então era de verdade. Ciência é assim mesmo: purtunidade…
    .
    Agora periga despontar novo modismo: retrocausação ou retrocausalidade, tanto faz, o resultado é o mesmo, ou seja, nenhum…
    .
    Assim, de superstição em superstição chega-se aonde ninguém sabe mermão!

  212. Marciano Diz:

    Montalvão esqueceu-se da moda da TCI, recentemente reencarnada, agora até em computadores:
    http://www.forumespirita.net/fe/transcomunicacao-instrumental/mortos-comunicam-se-por-computador/msg65412/?PHPSESSID=97eo7khf49fs62q6kaqpkukdc2#msg65412

  213. Marciano Diz:

    MORTOS COMUNICAM-SE POR COMPUTADOR

    Se o computador está promovendo uma comunicação mais intensa entre as pessoas, ele também vem sendo responsável por um contato que até hoje muitos não acreditavam ser possível, o dos vivos com os mortos.

    Pesquisadores de várias partes do mundo, especialmente na Europa, estão utilizando os modernos microcomputadores para comprovar que o ser humano sobrevive ao fim do corpo físico. Nas telas dos monitores de PC (sigla para a expressão inglesa Personal Computer, ou computador pessoal, em português), impressos em scanners ou impressoras comuns, surgem mensagens de pessoas que não pertencem mais a este mundo, fornecendo dados que puderam ser posteriormente comprovados, e que não eram conhecidos por ninguém, a não ser pelo próprio morto.

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/transcomunicacao-instrumental/mortos-comunicam-se-por-computador/#ixzz4jpnZfOGt

  214. Marciano Diz:

    ̈́͝T̈́̈́͝͝C̈́̈́͝͝Ḯ̈́͝͝ ̈́̈́͝͝É̈́̈́͝͝ ̈́̈́͝͝C̈́̈́͝͝Ö́̈́͝͝Ḯ̈́͝͝S̈́̈́͝͝Ä́̈́͝͝ ̈́̈́͝͝S̈́̈́͝͝É̈́̈́͝͝R̈́̈́͝͝Ḯ͝Ä́͝

  215. Marciano Diz:

    Marciano não sabe, mas no futuro ele terá um encarnação com a seguinte aparência (produto de marcas de vidas anteriores):
    .
    ═══════════════════░▒░══════════════════
    ════════════▒▒▒▓███████████▓▒═══════════
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    ══════▒███████▓█▓▓▓█▓█▓███▓▓▓███════════
    ═════▓███▓██▓▓████▓██▓█▓▓▓███▓██▒═══════
    ═════▓██▓███▓█▓████████▓▓█████▓██═══════
    ═════▒█████████▓▓▓███████████████▒══════
    ═════▒██████▓█████▒▒▒▒▒██████████▒══════
    ═════▒███████▓█▓█▒═════░▒▓█▓▓▒▒██▒══════
    ═════▒█████████▓█▓░░▒▒░░░░░▒▒▒▒██▒══════
    ═════▒████████████▒░▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒▓█▒══════
    ═════▒██████████▓▓▓▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒░▓█▒══════
    ═════▒███████▓███▓▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒▒░▒▓▒══════
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    ═════██░▒██▒▒████▒░▓██████████████══════
    ═════▒█▒▒▒▓▒░▓█▓███████████▒▒█████══════
    ══════▒█═░░▒▒▒█▒▒▒▒█▓██████░═████═══════
    ═▒▓███▓██░░▒▒▒▒▒▒▒▒██████▓▒░░▒██▒═══════
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  216. Marciano Diz:

    A lei do carma diz que tudo o que você fez no futuro terá repercussões na sua vida passada.
    Toda causa é produto de um efeito.
    Cuidado com o que você ainda não sabem que fizeram no futuro.

  217. Vitor Diz:

    Montalvão, já consertei, grato! E não, retrocausação não acabou não.
    .
    Phelippe, manda para o meu email, é só colocar o mouse em cima do meu nome ao final da página.

  218. Marciano Diz:

    Os erros de concordância são devidos ao fato de que, no futuro, Marciano teve uma vida curta, na qual nada aprendeu, por iria morrer com um tiro de 762 na cara.

  219. Marciano Diz:

    Um dia será mais fácil fazer palhaçadas em HTML do que digitar em um notebook.
    Isto significou que Marciano terá suas mãos esmagadas pela roda de um trem de carga.
    Estivera eu escrevendo amanhã e ontem tudo será como depois, na plantação de arroz.
    Faria sentido?
    Tinha feito, tanto quando o tópico a ser comentado.
    Erunt novissimi primi, et primi novissimi.
    Mateus, 20,16.
    Mateus saberá tudo de retrocausação.
    Para quem não saberá latim, significa que os primeiros foram os últimos.

  220. Phelippe Diz:

    Vinicius, onde encontrou essa versão da história da Virgem? Passa o nome do livro.

  221. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz: .
    .
    Montalvão esqueceu-se da moda da TCI, recentemente reencarnada, agora até em computadores:
    (FORUM ESPÍRITA)
    /.
    CONSIDERAÇÃO: A TCI pelo que percebo não é olhada com bons olhos pela PSI.
    .
    Não tem muito que o Zangari publicou uma crítica discreta sob o título: “Recomendações Metodológicas aos Transcomunicadores”. Um bom artigo em que mostra as várias fragilidades de tais investigações, infelizmente o texto perdeu brilho pelo modismo que o autor queria implementar nas redações que produzia: intentando privilegiar os sexos ao mesmo nível escreveu coisas assim:
    /
    ==========================.
    Os(as) autores(as) apresentam recomendações metodológicas aos(às) pesquisadores(as) da transcomunicação instrumental (TCI) por considerarem que existem variáveis não controladas que podem ser causadoras dos efeitos atribuídos a supostas “vozes paranormais” de origem espiritual. [...]
    .
    Finalmente, os(as) autores(as) se colocam à disposição dos(as) transcomunicadores(as) para servirem de observadores(as) e assessores(as) em sessões de pesquisa de TCI que levem em conta as recomendações apresentadas.
    .
    Introdução
    .
    Durante os últimos meses, nós, autores(as) deste artigo, temos nos dedicado ao estudo da metodologia empregada em Transcomunicação Instrumental (TCI).
    .
    A TCI, segundo os(as) transcomunicadores(as), é uma técnica que se vale de equipamentos eletrônicos, principalmente rádios, gravadores, televisões, videocassete e computadores, com a finalidade de captar vozes e imagens “paranormais” originárias, supostamente, de pessoas falecidas.
    ======================.
    /
    Certa vez BELISQUEI o Wellington ponderando que essa forma de escrever era feia pra chuchu, coincidência ou não, ele nunca mais falou comigo…

  222. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    MARTE dizeu: “Montalvão esqueceu-se da moda da TCI, recentemente reencarnada, agora até em computadores:
    (FORUM ESPÍRITA)”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Fórum espírita… Já andei por lá uns tempos. Inclusive discutindo TCI…
    .
    Se quiser ver e saber, consulte:
    .
    http://www.forumespirita.net/fe/transcomunicacao-instrumental/tci-e-espiritismo-parte-i/#.WT87-2jytnI
    .
    Lá eu sou, ou era, Moimoi…

  223. MONTALVÃO Diz:

    /
    Descobri que se mando links usando o Chrome a mensagem não passa nem debaixo de pau de dar em doido. No Opera vai…

  224. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE FALOU E DISSE:
    “Montalvão esqueceu-se da moda da TCI, recentemente reencarnada, agora até em computadores…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não só em computers, telefones, rádios e televisores, até mesmo escangalhados servem para os mortos se servirem…
    /
    ========================.
    Em 1988, um grupo composto pelo Dr. Hernani, sua assistente, professora Suzuko, Sonia Rinaldi e Fernando Machado, começaram experimentos de TCI no IBPP (Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicos), em São Paulo.
    .
    Aparelhos como telefone, gravadores, secretária eletrônica, TV, fax e computador são utilizados nesse tipo de comunicação.
    .
    Dentre esses aparelhos, o computador é o que mais desperta interesse, devido a sua perfeição das transfotos ou dos longos textos que são inseridos.
    .
    Mais recentemente, em sua edição de 24 de maio de 2000, a revista IstoÉ publicou um artigo onde se relatava a utilização do e-mail para “comunicação” com os mortos, e algumas pessoas afirmam ter recebido comunicações pela “Net celestial” dessa forma.
    .
    Outros afirmam receber recados nas caixas eletrônicas de mensagens dos telefones celulares. E a ciência não
    desmente.
    .
    Jornal laboratório da Faculdade de Artes e Comunicação
    da Universidade Santa Cecília – UNISANTA
    http://www.online.stcecilia.br

    =============================

  225. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    A lei do carma diz que tudo o que você fez no futuro terá repercussões na sua vida passada.
    Toda causa é produto de um efeito.
    Cuidado com o que você ainda não sabem que fizeram no futuro.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: POIS É, tou amadurecendo uns reflexológicos a respeito e as conclusões são de estarrecer: retrocausalmente falando, deduzo que devo ser filho de mim mesmo, provando cientificamente que sou uma bactéria bem sucedida na vida.

  226. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, já consertei, grato! E não, retrocausação não acabou não.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu já o sabia: usei a retrocasualidade (sic) para antecipar o pretérito do futuro…

  227. MONTALVÃO Diz:

    /
    “iria morrer com um tiro de 762 na cara.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: 762 não era aquela linha que fazia penha-Saens Pena?

  228. MONTALVÃO Diz:

    /
    No mundo real não, mas no universo da retrocausalidade é pertinente a inquirição:
    /
    AMANHÃ VOCÊ VAI LÁ HOJE?

  229. Phelippe Diz:

    Curiosamente, acreditem ou não, eu e meu pai construímos um galena para tentar a tal da transcomunicação. Ele ficou animado com a ideia. Depois conto se deu algo.
    Uma coisa é certa: o galena funciona, e bem, varrendo com perfeição toda a faixa do am.

  230. MONTALVÃO Diz:

    /
    Num outro comunicado, o Interpsi, do qual o Zangari é membro, publicou manifestação mais veemente:
    /
    ======================.

    Interpsi não tem nada a ver com Sônia Rinaldi
    .
    Sônia Rinaldi, que alega se comunicar com mortos através com aparelhos eletrônicos, resolveu defender sua tese na PUC de São Paulo.
    .
    Além de existirem mais do que suficientes evidências para afirmarmos com um alto grau de segurança que TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL NÃO PASSA DE BESTEIRA PSEUDO-CIENTÍFICA (leia aqui), tal “tese” de Rinaldi não tem nada a ver com o Interpsi.
    =======================.

  231. Gorducho Diz:

    Sim, transcomunicação galena funciona :evil:
     
     
    ==============================================================
    infelizmente o texto perdeu brilho pelo modismo que o autor queria implementar nas redações que produzia: intentando privilegiar os sexos ao mesmo nível
    ==============================================================
    Quis dizer que ele quis americanizar o texto :?:
    Nada pode ser mais patético que os he or she.

  232. MONTALVÃO Diz:

    /
    ===============================================
    infelizmente o texto perdeu brilho pelo modismo que o autor queria implementar nas redações que produzia: intentando privilegiar os sexos ao mesmo nível
    ===============================================
    FATBOY: Quis dizer que ele quis americanizar o texto?
    Nada pode ser mais patético que os he or she.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nada mais patético…
    .
    Nos meus tempos de labuta, laborei com contratos e quejandos. Havia hábitos que sempre reputei besteirol modista copiativo (vê-se que fazer moda não é só no mundo psi): um era pôr zero antes de número (em vez de 2 de abril, 02 de abril); outro, pior, grafar numeral e literal juntos desnecessariamente, tipo “02 (dois) de abril”. O mais besterófilo era esse de pseudamente demonstrar apreço igual pelos sexos, aí era um tal de: “prezado Sr.(a)”; “Concitamo-lo(la)”…
    .
    Parece que no Interpsi pretendeu-se implementar essa “equidade” entre gêneros, o resultado: terrível de se ver e ruim de ler. Até mesmo em textos técnicos via-se (não sei se ainda se vê) essa aberração, como mostra o exemplo:
    .
    =================================.
    Ainda que para criticar ou elogiar a posição dos pesquisadores estrangeiros em função das idéias do Pe. Quevedo, a revista trouxe, indiretamente, a opinião e as posições DOS(AS) PARAPSICÓLOGOS(AS) desta década. Com fim da revista, nenhum material em português permitiu a atualização. [...]
    .
    Os livros dos Rhine, apesar de se constituírem no melhor material de cunho eminentemente científico, parecem ter “criado escola”. Muitos de nós, lemos os livros de J.B.Rhine e de L.E.Rhine e nos tornamos rhineanos. Ao nos tornarmos rhineanos deixamos de ser PARAPSICÓLOGOS(AS).
    .
    [...]Ao nos tornarmos rhineanos: popularizamos as cartas ESP, há muito não usadas em pesquisas parapsicológicas; sustentamos que psi é de natureza não-física (ou espiritual), ideia que está longe de ser adotada pelos parapsicólogos modernos; mantivemos a noção de que a pesquisa experimental é o único meio de obter informações precisas sobre o fenômeno parapsicológico, o que tem sido criticado não apenas por PARAPSICÓLOGOS(AS), mas por cientistas de muitas outras áreas…
    (ESP (percepção extra-sensorial): Uma breve revisão das pesquisas e algumas reflexões)
    =============================.
    Em tempo: o artigo é bom…

  233. Gorducho Diz:

    Cá (pouco surpreendentemente) copiamos da America só o que não presta.

  234. Gorducho Diz:

    mantivemos a noção de que a pesquisa experimental é o único meio de obter informações precisas sobre o fenômeno parapsicológico, o que tem sido criticado
    :o
    Qual será o outro jeito :?:
    Será que é escutar as palestras do Espírito do Dr. Bezerra ou ver o Léon Denis escrever em francês invertido :?:

  235. Vinicius Diz:

    “ Phelippe Diz:
    junho 12th, 2017 às 9:17 PM
    Vinicius, onde encontrou essa versão da história da Virgem? Passa o nome do livro.”
     
    Jesus Perante a Cristandade, agosto de 1898, editora FEB , “médium” Frederico Pereira da Silva Júnior

  236. Vinicius Diz:

    Leiam como Jesus escapou do túmulo (lembrei-me de desenhos animados de fantasmas)
     
    “logo, porém, que esse corpo foi encerrado no túmulo, caindo sobre ele a pesada laje que fechava o sepulcro, Jesus, pela ação da sua divina vontade, o atraiu ao espaço, restabelecendo as suas condições que sempre foram puramente fluídicas.”

  237. Gorducho Diz:

    Pode escriturar
    CAIXA/BANCOS
    em BTCs, Analista Vinícius :?:
    Como se escritura o recebimento duma fatura paga com BTCs (falando no caso particular da nossa legislação interna brasileira, claro…) :?:

  238. MONTALVÃO Diz:

    /
    “mantivemos a noção de que a pesquisa experimental é o único meio de obter informações precisas sobre o fenômeno parapsicológico, o que tem sido criticado”
    .
    GORDUCHO: Qual será o outro jeito?
    /.
    consideração: CREIO, do verbo acredito, que se refira aos casos espontâneos: no início do artigo ele pontua:
    .
    =====================
    Este artigo tem a intenção de apresentar, para os colegas brasileiros, uma breve revisão de algumas das principais pesquisas realizadas sobre a percepção extra-sensorial (ESP), TANTO DE CASOS ESPONTÂNEOS QUANTO EXPERIMENTAIS.
    ==========================

  239. Gorducho Diz:

    O “problema” é que os causos espontâneos nunca são verificáveis porque quando se vai tentar verificar os espíritos já sumiram, se escondem de não-Crédulos, ou o local já foi demolido (como aquele que se sucedeu no RS).
    Nessa linha ficarão sempre no mesmo ponto que se sempre se esteve desde o início dos registros históricos: nas manifestações místicas as quais ninguém nega que alegadamente sempre existiram e existem.
    Por essa senda, não se avança nem um ι (como gostava de dizer o Kardec).

  240. Marciano Diz:

    Susana Fernandes respondeu a Moimoi (Montalvão, provavelmente inspirado pela fantasiosa história de Meimei e a conjectura de Moi0:
     
    Citação de: MOIMOI em 08 de Julho de 2012, 22:31
     
    todos os orbes são habitados (não são); a alma sai do corpo durante o sono (não sai); Marte é habitado por trogloditas (não é); é lua é habitada (não é), etc).
     
    Caro MOIMOI,
    Existe muita gente séria, inclusive ex funcionários da NASA que dizem justamente o contrário.
    Em 1983 o Presidente Regan chegou a dar declarações públicas quanto a ameaças de inteligências extraterrenas com base em informações obtidas pela Nasa, por falta de um estudo profundo estas informações se perdem no tempo e quase não se fala mais sobre uma famosa reunião, quando Regan procurou Gorbachev para tratar de assuntos relacionados a extraterrestres e á segurança mundial diante de um possível ataque alienígena.
    E isso não é ficção, nem teoria conspiratória pois foi amplamente divulgado na mídia.
    O gerente da Nasa, Ken Johston, afirma que fotos foram manipuladas e que existiam evidências de cidades alienígenas na lua, e não foi só ele, dezenas de ex funcionários da agência espacial têm vindo a mídia trazendo relatos no mesmo sentido.
    Talvez a lua não seja habitada hoje, mas não quer dizer que não tenha sido ao tempo de kardec, mesmo que de forma temporária( não vou aqui entrar em detalhes).

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/transcomunicacao-instrumental/tci-e-espiritismo-parte-i/?PHPSESSID=fq6m703ol0mrgjbmaesc1uerl5#ixzz4jtWXhhhx
     
     
    Não vou me alongar em comentários a esta pérola da crentelhice (mistura de crentelho com idiotice), mas está claro, como se pode constatar pela leitura atenta de Rivail, que este disse que todos os orbes eram habitados porque deus não os faria para que não tivessem utilidade.
    Ele diz isso claramente.
    Aí neguinho vem com as racionalizações, era habitada no tempo de KARDEC.
     
    É, acho que todos os globos eram habitados no tempo de KARDEC, porque não se tinha como comprovar e ele podia inventar o que lhe aprouvesse.
     
    E cadê aquela parte em que o Rivail disse que se a ciência pro vasse erros na D. E. esta se amoldaria à ciência?
     
    Tava na hora de jogar toda sua obra no lixo, pois a ciência só mostrou mentiras na conversa mole dos espíritos superiores.
     
     
    Marte tem fortes indícios de que serviu de base para operações na Terra.
    É, e a Terra está cheia de malucos com excesso de imaginação.
    Que diabos de indícios são esses?
     
     
    Discutir com maluco é improdutivo.
     
     
    ===============================================================
    POIS É, tou amadurecendo uns reflexológicos a respeito e as conclusões são de estarrecer: retrocausalmente falando, deduzo que devo ser filho de mim mesmo, provando cientificamente que sou uma bactéria bem sucedida na vida.
    ===============================================================
     
    Bem sucedida na vida, não sei, mas na morte, com certeza!
    Tanto é assim que de bactéria, transformou-se em representante do reino hominal. Graças às sucessivas mortes e reencarnações, nas quais foi alçando seu espírito à condição de hospedeiro de várias bactérias, umas benéficas e outras nocivas ao hospedeiro.

     
    Hospedeiro sugere parasitose. Bactérias não são parasitas, são do reino monera, reino onde imperam espíritos involuídos, atrasados, mas que prestam grande serviço a nós, do reino hominal, e aos espíritos inferiores dos reinos animal e vegetal, ajudando-nos, por exemplo, até na digestão dos nossos alimentos.
     
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: eu já o sabia: usei a retrocasualidade (sic) para antecipar o pretérito do futuro…
    ===============================================================
     
    Esta é mais uma prova prática da retrocausação.
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: 762 não era aquela linha que fazia penha-Saens Pena?
    ===============================================================
     
    Não sei, mas estava a me referir ao calibre 7.62 mm.
     
    Phelippe, sempre ouvi falar nesses rádios de galena.
    Perdoe a inguinorança, mas galena não é uma espécie de pedra ou cristal, ou as duas coisas?
    Como se pode fazer um capacitor variável com um negócio desses?
    Como fica aquele negócio de heterodinagem, FI, etc.?
    Era esse rádio que os Flintstones usavam?
     
    Não se esqueça de nos contar se farão contato com o além (estou usando o verbo no modo retrocausado, para mostrar que sou um homem moderno, atrás do meu tempo).
     
    Não entendo por que o GORDUCHO tem tanto preconceito com o politicamente correto “pessoa ou pessôo”. Qual o problema com o “ele ou ela”?
     
    Talvez seja porque deixa ambígua a análise sintática.
    Imaginem: qual o sujeito em “Ela ou ela” são é politicamente correto?
    Resposta: Ele, ou ela. Não confundir com ele ou ela.
    Ele ou ela são os dois. Ele, ou ela, pode ser qualquer um dos dois.
     
    Ou podia, no passado, dependendo de como vai ficar a linguagem com esses comunistas bagunçando as gramáticas do mundo todo, em nome da igualdade de gêneros.
     
    Esse negócio de igualdade de gêneros é tão preocupante que fico até com medo quando conheço uma mulher numa festa, ou num bar.
    Será ele ou ela? Ou pior ainda, será ela ou ele?
     
    Melhor não saber e ir embora sozinho.
     
    Um cinco contra um é melhor do que correr um risco desses.
     
    Antes de ler as ponderações de Montalvão, ficarei com dúvida se doratrás (é como se escrevia doravante, a partir da próxima década) eu deverei escrever parapsicologia ou parapsicologio. No que toca à “ciência” parapsicológica(o), clara(o).
     
    Tenho parado porque tive muito trabalho amanhã e retrocausei uma falta de tempo dos diabos.
     
    Voltei em breve.

  241. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O “problema” é que os causos espontâneos nunca são verificáveis porque quando se vai tentar verificar os espíritos já sumiram, se escondem de não-Crédulos, ou o local já foi demolido (como aquele que se sucedeu no RS).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: isso mesmo. Os famigerados casos espontâneos são a pinguela de salvação dos parapsicólatras: se o laboratório não dá os retornos almejados, no problem, no “mundo real” psi reina pujante e viçosa, embora ninguém veja, ninguém saiba…

  242. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Se você acha que psíquicos que jamais se recusaram a ser testados e jamais foram pegos em fraude (INGO SWANN, HAMMID, HARRIBANCE) se comparam a psíquicos que em algum momento da vida ou foram pegos em fraude ou se recusaram a ser testados (GELLER, AMIDEN, GREEN MORTHON, JUCELINO NÓBREGA), só posso dizer que seus critérios vão de mal a pior…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se você não percebe que está afundado no sofisma temo que sua salvação esteja distante…
    .
    Sabe melhor que eu que esses que “jamais se recusaram ser testados” aceitaram testes de quem sabiam ser frouxo e crédulo: os que queriam achar psi a todo custo. É sabido que quem quer muito achar algo acaba achando, mesmo que seja um pseudoalgo. Para desafiantes céticos seus deuses não davam pelota, fingiam que nem era com eles.
    .
    Quantos desses que “nunca recusaram testes” obtiveram o milhão de Randi? Escolha a resposta certa:
    a) Nenhum
    b) Ninguém
    c) No one
    d) Nothing
    e) Zero
    f) N.r.a

  243. Phelippe Diz:

    Oi, Montalvão.
    Atualmente você acredita em algo não material, no sentido espiritual da coisa? Já presenciou alguma situação que não pode explicar?
    Não se ofenda, por favor, trata-se de curiosidade, apenas.

  244. Gorducho Diz:

    Sim o politicamente correto é um dos piores defeitos passiveis de acometerem os hominais terrícolas (visto não sabermos se essa praga afligira outras humanidades como as de Marte, Vênus &c.).
     
    Galena e o retificador; faz o papel de diodo. FI &c. e em aparelhos mais sofisticados.

  245. Phelippe Diz:

    Só um adendo: o galena espiritual deve funcionar sem antena. O espírito deve adentrar no dispositivo e se manifestar, ou melhor, vou fazendo perguntas, e o espírito se manifesta através do aparelho. Um gravador fica ligado, para registrar eventual resposta. É ASQ.

  246. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Phelippe Diz:
    .

    Oi, Montalvão.
    Atualmente você acredita em algo não material, no sentido espiritual da coisa? Já presenciou alguma situação que não pode explicar?
    Não se ofenda, por favor, trata-se de curiosidade, apenas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: prezado, o pau que quebro com o Visoni não quebra-lo-ei com quem “ouse” me inquirir. Além disso, meus desacertos com o citado estão tão somente no mundo das ideias, não tencionei, nem tencionava, ir com ele às vias de fato, embora às vezes possa parecer que sim. O Vitor mora no lado crente do meu coração cético.
    .
    Mas, por que lhe estou dizendo isso? É porque retrocausativamente pregnostico e percepciono que esperava no futuro de minha parte um passado de retorno duro, o que, garanto, não se dará, digo, não se deu.
    .
    Mas vamos lá…
    .
    Já acreditei, e muito, em algo não material, no sentido espiritual da coisa.
    .
    Hoje não mais acredito, porém conservo a esperança. Apesar de o Marciano ter a esperança de me tirar essa esperança…
    .
    O que quero dizer? O que significa não acreditar e ter esperança? É que na crença a gente decai para a certeza. Aqui mesmo, observe as crenças do Visoni: com que firmeza atesta a realidade de psi e exalta a legitimidade de figuras quais Swann, Hella, Paladino, Dunglas Home, Harribance… basta não ser nacional e nunca ter sido pego em fraude que – pimba! – validade garantida. Veja como afiança que precognição seja demonstrada a partir de estudos furrequinhas.
    .
    Eu cansei de ter fé e a consequente certeza, mas espero (tenho a esperança de) que haja vida além, melhor que a daqui, sem os Lulas e Temeres da vida, e “lá” no “passado do futuro”*, eu mesmo seja melhor do que fui neste mundo recheado de retrocausalidades.
    /
    * “Vinde, benditos de meu Pai, para o Reino que vos está reservado desde a fundação do mundo.”
    /
    .
    Nada obstante, conservo réstia de fé: toda noite oro a são demiurgo para que dê um tanto de ceticismo internacional ao Visoni.
    /
    Ah, sim, faltou dizer se já presencei algo que não possa explicar. Sim já e muito. Por exemplo, é-me de pasmar que quem seja nosso objeto de paixão num tempo adiante não nos desperte qualquer sentimento.
    .
    Tive um amigo, mestre de arte marcial, professor respeitado, conselheiro dos alunos… que se tornou matador de aluguel…
    .
    Bem, essas coisas não é que sejam inexplicáveis, mas são difíceis de entender…
    .
    Coisas que não sei explicar deparo-as a todo momento, muito pouco do que vivencio consigo explicar no pleno sentido da explicabilidade: nem mesmo sei explicar como funciona o motor de meu carro; sequer sei com quantos paus se faz uma canoa (canoa de pau, naturalmente)…
    .
    Espero ter me explicado…

  247. Phelippe Diz:

    http://blog.novaeletronica.com.br/diodo-de-raudive/
    Uns modelos aqui.
    Eu fiz o tradicional, funciona bem, mas estiquei uma antena com 30 metros.
    Vou testar com espíritos sem a antena.

  248. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Phelippe Diz:
    ,
    Só um adendo: o galena espiritual deve funcionar sem antena. O espírito deve adentrar no dispositivo e se manifestar, ou melhor, vou fazendo perguntas, e o espírito se manifesta através do aparelho. Um gravador fica ligado, para registrar eventual resposta. É ASQ.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: really, acredite se quiser, mas se conhecer as mumunhas transcomunicacionais saberá que do lado de lá existem estações transmissoras, com programações voltadas aos encarnados. Se duvida pergunte aos praticantes da TCI e confirmará….

  249. Phelippe Diz:

    Obrigado, Montalvão.

  250. Gorducho Diz:

    Sobre TCI que entende é o Dr.
    Se bem me lembro conhecidos dele (não sei se ele fez parte do grupo…) captaram um SOS emitido por espíritos que tão presos numa prisão espiritual não me lembro onde.
     
     
    Que tem habitantes na Lua ficou comprovado por aquele paranormal cientificamente – quem não estiver bem a par do tema pode pedir detalhes à Administração – testado acima de qq. dúvida que os viu nus trabalhando numa obra na face oculta.

  251. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Os famigerados casos espontâneos são a pinguela de salvação dos parapsicólatras: se o laboratório não dá os retornos almejados, no problem, no “mundo real” psi reina pujante e viçosa, embora ninguém veja, ninguém saiba…”
    .
    Há vários casos obtidos em laboratório perfeitamente controlados, como décadas de estudo com Sean Harribance e Dale E. Graff mostram. Isso sem mencionar Ganzfeld…

  252. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “basta não ser nacional e nunca ter sido pego em fraude que – pimba! – validade garantida.”
    .
    A médium Cristina é nacional e genuína, que eu saiba nunca tendo sido pega em fraude:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2011/mediunidade-psicodinmica-e-pes-o-caso-de-cristina/

  253. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Veja como afiança que precognição seja demonstrada a partir de estudos furrequinhas.”
    .
    A metodologia do estudo é impecável, Montalvão.

  254. Gorducho Diz:

    O “diodo” é uma radio tipo “galena, é isso :?:
    Pra que a entrada pra microfone :?:
    É pra gente evocar os espíritos :?:

  255. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Quantos desses que “nunca recusaram testes” obtiveram o milhão de Randi? Escolha a resposta certa:
    a) Nenhum
    b) Ninguém
    c) No one
    d) Nothing
    e) Zero
    f) N.r.a”
    .
    g) Dr. Arthur Lintgen, que só não ganhou o milhão porque não quis. Mas ele passou pelo teste de Randi.

  256. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “basta não ser nacional e nunca ter sido pego em fraude que – pimba! – validade garantida.”
    .
    VISONI: A médium Cristina é nacional e genuína, que eu saiba nunca tendo sido pega em fraude:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2011/mediunidade-psicodinmica-e-pes-o-caso-de-cristina/
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pena que nessa época o Marte e o FatBoy ainda não estavam nas paradas. Na discussão cheguei no final e só dei um pitaco.
    /
    Agora diga lá: que autenticidade viu nessa tal Cristina se nem os autores ousaram proclamá-la tal? Confira:
    .
    =============================.
    “A médium a quem nós estamos chamando de ‘Cristina’ PARECIA apresentar ocorrências espontâneas ostensivas de psi, que foram observadas sob circunstâncias não controladas. Apesar disso, os vários fatores psicológicos, sociais e culturais que pareceram operar neste caso poderiam ser testados em situações experimentais futuras ou durante a investigação de casos espontâneos.”
    /
    “OS AUTORES RECONHECEM PRONTAMENTE QUE ESTE ARTIGO ESTÁ BASEADO EM NÃO MAIS DO QUE UMA ‘HIPÓTESE DE TRABALHO’; TRABALHOS ADICIONAIS SERÃO NECESSÁRIOS PARA CONFIRMAR ESTE NOSSO MODELO ATUAL.”
    ==========================.

  257. Gorducho Diz:

    O cara não quis $1mio :o
    Poderia doar pra caridades…
    :?:

  258. Gorducho Diz:

    basta não ser nacional e nunca ter sido pego em fraude que – pimba! – validade garantida.
     
     
    Essa foi muito boa… e perfeita :lol: :lol: :lol:

  259. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Dr. Arthur Lintgen, que só não ganhou o milhão porque não quis. Mas ele passou pelo teste de Randi.”
    /.
    consideração: REALMENTE, quem que vai querer um milhão? Eu também, se passasse, não quereria…
    .
    Mas, explique melhor: quem que não quis, Arthur escusou receber ou Randi fornecer?
    .
    Será que cabe a Conjetura de Poa: nunca é bem assimmmm…
    .
    O poder paranormal de Lintgen foi cognominado “visão vinílica”: dizia-se que ele podia, olhando para os sulcos nos discos de vinil, dizer que música estava ali gravada e isso denotava paranormalidade!
    .
    Randi reconheceu, sim, a capacidade dele ler os sulcos, mas, pelo que sei não classificou essa habilidade de paranormal…
    .
    No caso a paranormalidade era restritíssima: só funcionava com discos de vinil e, provavelmente, com músicas que ele, Arthur, conhecesse… Pusesse-o a olhar fitas magnéticas ou, mais recentemente, Cds e pen drives, queria ver a paranormalidade do dito agir…

  260. Phelippe Diz:

    Então, Gorducho, o tal diodo de Raudive é um rádio de galena, basicamente. Eu e meu pai fizemos um tradicional, ficou perfeito, bem calibrado, pega toda a faixa am e algumas faixas de ondas curtas, a bobina foi bem feita.
    Pensei em tirar da antena (no meu caso só tirar as garrinhas jacaré), fazer perguntas, após uma invocação e deixar um gravador ligado próximo ao rádio. Maluquice? Talvez. Mas se não testar não saberei.
    No link que apresentei acima, nos comentários, um sujeito diz ter captado vozes.
    Meu pai, como radioamador que foi, tendo sempre construído seus equipamentos, afirma ter captado, às vezes, as tais vozes, mas ele é ateu e atribui esse fenômeno a interferências.

  261. Phelippe Diz:

    Sim, o microfone é para evocar espíritos.

  262. Phelippe Diz:

    Quis dizer evocação, e não como constou.

  263. Vitor Diz:

    Phellipe, já respondi seu email!

  264. Phelippe Diz:

    Ok, Vitor, chegando em casa dou uma olhada.

  265. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Randi reconheceu, sim, a capacidade dele ler os sulcos, mas, pelo que sei não classificou essa habilidade de paranormal…”
    .
    A revista Time contratou o Randi para estudar a habilidade do dr. Lintgen. Randi não descobriu como ele fazia o que fazia. Sendo assim, se o dr. Lintgen quisesse, poderia ter exigido o prêmio.

  266. Gorducho Diz:

    Cada povo tem o governo que merece;
    a Regra Heurística AAG.-POA e a
    Conjectura de Montalvão; parecem ser as únicas Verdades Absolutas da Realidade…
     
    Vamos então à realidade
    So no, Arthur didn’t walk away a million dollars richer, but he didn’t mind. In fact, unlike so many fraudulent psychics, phony faith healers, or paranormal investigators with broken radios, Arthur never believed for a second that his talents were supernatural, and saw it merely as a fun side effect of being an audiophile.

  267. Vitor Diz:

    Então, a realidade foi exatamente o que eu disse. O Dr. Lintgen passou nos testes do Randi, o qual não descobriu o segredo de sua habilidade. Vencido, ele teve de perguntar ao Dr. Lintgen como ele fazia, e ele resolveu falar. Mas se ele tivesse se candidatado ao prêmio, teria levado-o facilmente.

  268. Gorducho Diz:

    Não, ele interpretava sulcos em discos fonográficos.
    Lembra? Aqueles do nosso (eu até sou do tempo das eletrolas Standard Electric…) tempo com sulcos.

  269. Gorducho Diz:

    Era pra ser este.
    Ele não alegava assistências do Sobrenatural. Só tinha o dom de interpretar os sulcos.

  270. Gorducho Diz:

    Bons tempos aqueles… eu não me adapto com a modernidade!
    Em casa tinha uma eletrola como essa. Só que na m/memória a posição do toca discos e do rádio eram invertidas.
    Não sei se era outro modelo ou falha de memória minha.
    O botão de troca de agulhas e o letreiro Standard Electric eram vermelhos (mas aí acho que é deficiência no filme mesmo). A tela que cobria os falantes dourada.

  271. Gorducho Diz:

    Vocês ainda têm o “galena” operacional, Analista Phelippe :?:

  272. Gorducho Diz:

    Depois quando a casa entrou na era da estereofonia, veio este.
    Ele tinha um pino opcional pra múltiplos discos. Nunca entendi como ele sabia quando era LP; tamanho médio (4 faixas); ou os compactos simples e duplos.

  273. Vitor Diz:

    Se o Dr. Lintgen tivesse dito que seu dom era paranormal, ele teria ganho o prêmio, porque o Randi fracassou em descobrir o segredo do dom dele. Ou seja, ele não ganhou o um milhão porque não quis. Ou porque a ideia não lhe ocorreu.

  274. Phelippe Diz:

    Sim, Gorducho, coloquei um amplificador nele e estava ouvindo o jornal. Meu galena é novo, eu e meu pai o fizemos ano passado. Feito com material reaproveitado.

  275. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Hoje não mais acredito, porém conservo a esperança. Apesar de o Marciano ter a esperança de me tirar essa esperança…
    ===============================================================
     
    A esperança é a última que morre. Spem retine: spes una hominem nec morte relinquit. (Dionísio Catão, Disticha 2.25). Mantém a esperança; a esperança é a única coisa que não abandona o homem, nem mesmo na morte.
     
    Pode até ser a última a morrer, mas que morre, isto morre.
    Resta saber qual a esperança que vai morrer primeiro: minha esperança de vê-lo desesperado pela espera inútil de uma ilusória vida após a morte ou sua esperança de ter outra vida, a qual será comoriente contigo, ou seja, seu passamento se dará concomitantemente com o fim de sua consciência e, com ela, sua esperança.
    Se é que você me entende.
     
    Por falar nisso, espere sentado. Sentado, não, deitado.
     
    Phelippe, na hora de ouvir as transmissões espirituais, tome cuidado com a pareidolia.
     
    Sobre Lintgen: https://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Lintgen
     
    He claims no extrasensory powers. This ability was verified by James Randi in 1982.
     
    Se ele mesmo diz que não é paranormalidade…
    ===============================================================
    Vitor Diz:
    JUNHO 13TH, 2017 ÀS 6:00 PM
    Então, a realidade foi exatamente o que eu disse. O Dr. Lintgen passou nos testes do Randi, o qual não descobriu o segredo de sua habilidade. Vencido, ele teve de perguntar ao Dr. Lintgen como ele fazia, e ele resolveu falar. Mas se ele tivesse se candidatado ao prêmio, teria levado-o facilmente.
    ===============================================================
     
    Mas aí ele seria mais um mentiroso, pois ele mesmo disse que não há paranormalidade nenhuma. Foi honesto e explicou como faz.
    Se tivesse sido desonesto, VOCÊ estaria aqui tecendo loas à desonestidade dele.
     
    Ainda bem que nem todos os que têm alguma habilidade são desonestos.
     
     
    ===============================================================
    Bons tempos aqueles… eu não me adapto com a modernidade!
    ===============================================================
     
    Nisto, estamos em rota de colisão. Eu adoro música no formato digital.
    Se quiser abusar do tamanho do arquivo, o som é muito melhor do que CD ou vinyl. É portable, a gente leva para onde quiser.
    Não tem problema de “amigos” que pedem emprestado e não devolvem.
     
    Desafio até alguém como o Lintgen a mostrar que distingue um arquivo digital bem gravado (não mp3 128k) e um blu-ray.
     
    Dá pra ouvir em 5.1, 7.1, surround system.
     
    Com caixas e alto-falantes de excelente qualidade e uma sala com boa acústica, à prova de reverberação, a gente até pensa que está numa sala de concertos.

  276. Marciano Diz:

    Desde que feche os olhos e dê asas à imaginação, o que não parece ser problema para os frequentadores do blog.

  277. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Mas aí ele seria mais um mentiroso, pois ele mesmo disse que não há paranormalidade nenhuma. Foi honesto e explicou como faz.”
    .
    Se ele fosse um mentiroso, seria um mentiroso ludibriando outro. Tem 100 anos de perdão.

  278. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Então, a realidade foi exatamente o que eu disse. O Dr. Lintgen passou nos testes do Randi, o qual não descobriu o segredo de sua habilidade. Vencido, ele teve de perguntar ao Dr. Lintgen como ele fazia, e ele resolveu falar. Mas se ele tivesse se candidatado ao prêmio, teria levado-o facilmente.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: creio que not… eu se fosse eu faria verificações complementares, que indicassem a paranormalidade como explicação para a habilidade do sujeito. Se ele olhava o LP e dizia qual era a música, então poderia também fazer o mesmo, digamos, com fitas magnéticas, Cds (caso já existissem).
    .
    O fato de Randi não atinar explicação para o inusitado talento do sujeito, afastada a hipótese de fraude, não fazia desse talento habilidade paranormal. As pessoas confundem as coisas: não é assim que a banda toca.
    .
    Digamos que você, Visoni, conheça alguém que se diz capaz de achar água em qualquer terreno (onde haja água, naturalmente). Aí, o sujeito pega uma vareta e anda com ela pelo local. Para num ponto e diz: “cavem aqui”. Cavam e a água aparece. Então, você, no papel de Randi nacional, confessa não saber como foi que o dito realizou o feito: quer dizer que, se não for fraude, só pode ser paranormalidade?
    .
    Conheci um cidadão que pegava uma cédula de 10,00 e a transformava em 2,00 (e vice-versa): nunca nem eu nem ninguém que conheci soube explicar a fonte desse poder… paranormalidade?

  279. Vitor Diz:

    Até a Susan Blackmore desce o cacete no Randi. Na revisão que ela fez do livro de Randi, “THE SUPERNATURAL A-Z: THE TRUTH AND THE LIES by James Randi. Headline, London, 1995. 363 pp. Index. £19.99.”, ela diz:
    .
    This book might have served as a useful entry into the whole subject but I am sorry to say that it has too many errors to be recommended in this way. I shall give just a couple of examples.
    .
    The one-page entry on Borley Rectory says that Harry Price took up residence in 1937 and arranged for colleagues to live there in shifts. In fact he did take up the tenancy of the rectory then, but did not really live there, and many of the investigators stayed for very short periods while they watched for phenomena. The rectory was not “reduced to ashes” in 1939. The ruins were much visited from then until 1944, when they were finally demolished (Dingwall, Goldney & Hall, 1956). And the nearby church is not “Borley Abbey”. Harry Price’s library is said to contain “several volumes dealing with conjuring” (p.247). Since it is reputedly one of the most important conjuring libraries in the world, this is an odd comment from a professional conjuror.
    .
    The ouija board and planchette are described in terms of the ideomotor effect but are mixed together to create some kind of apparatus I have never seen. On this topic I have always loved the elegant experiments on table-tipping carried out by Michael Faraday in 1853. He used pieces of card with soft cement to show that the sitters’ hands moved before the table did, and also demonstrated that when a pointer fixed to s small wooden board showed the sitters their own movements, the effect disappeared. Randi says that Faraday “placed a second wooden table-top over the first one, separated from it by thin, round wooden rods the ends of which passed behind an adjacent curtain and were equipped with pointers” (p.302). This is certainly not described in Faraday’s famous (1853) paper. The only rods described were 7-inch rollers made of either glass or metal, and no extra table-top or curtain is mentioned. Randi’s description is simply wrong.
    .
    Most of these errors are quite small but there are many of them. I had hoped that this readable and interesting book would provide me with a quick source of reliable information on all those strange topics that have always fascinated me—and that I could recommend it to my students. However, given all the errors, I will not be able to rely on it.
    .
    The cover blurb proclaims “Here is the real story of what is truth and what is magic, what is fact and what is pure deception”. As with all things connected with the paranormal, the real truth isn’t that simple.

  280. MONTALVÃO Diz:

    /
    O HOMEM QUE LIA A MÚSICA NOS DISCOS
    .
    “Visão vinílica” é a capacidade de enxergar padrões nos sulcos de discos de vinil e identificar gravações musicais corretamente, sem o auxílio dos selos de identificação.
    .
    Só há registros de uma pessoa com essa fantástica capacidade: o Dr. Arthur B. Lintgen, que demonstrou seu talento a ninguém menos que James Randi.
    .
    Embora este tenha prometido pagar US$ 10.000 a qualquer pessoa que demonstrasse um poder paranormal, a habilidade de Lintgen é apenas anormal [incomum].
    .
    Assim, seu prêmio foram apenas poucos momentos de fama.
    .
    Ele usava a percepção sensorial comum, seu vasto conhecimento sobre a música orquestral a partir da época de Beethoven e sobre as gravações dessa música, e a inferência dedutiva a partir de regras gerais desse tipo de música. Assim que isso foi descoberto, a mídia e o público perderam o interesse.
    .
    Embora Lintgen continue tendo um séquito de crentes com fé cega em seus poderes psíquicos, conseqüência de façanhas como identificar a Quinta Sinfonia de Beethoven do outro lado de uma sala, sem sequer olhar para o disco, muitos o consideram uma pessoa decente por não abusar dos crédulos com seus poderes.
    .
    Admitiu, por exemplo, que a “quinta” de Beethoven era a gravação que mais pediam que ele identificasse (Seckel). Estava simplesmente dando um palpite bem informado, e não usando poderes psíquicos, quando identificou o disco sem olhar para ele.
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    Lintgen não afirmou poder ler notas individuais nos sulcos do disco. “O truque é examinar a construção física da gravação e atentar para o tempo relativo de execução de cada um dos movimentos ou separações na gravação” (Seckel).
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    Todos os sulcos fonográficos apresentam diminutas variações de espaço e contorno, dependendo da dinâmica e da freqüência da música gravada neles. Lintgen afirma que os sulcos que contêm passagens suaves têm aparência negra, ou cinza-escura. À medida em que a música se torna mais alta ou mais complexa, os sulcos se tornam prateados. Acentuações percussivas são marcadas por pequenas “marcas dentadas”. O médico relaciona o que vê com o que conhece de música, associando os padrões nos sulcos com formas composicionais (Time, 4 de janeiro de 1982).
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    Segundo Lintgen, uma sinfonia de Beethoven tende a ter um primeiro movimento ligeiramente mais longo em relação ao segundo, enquanto que Mozart e Schubert compõem de forma que cada movimento, em muitos casos, têm o mesmo número de compassos. Beethoven, porém, adotou uma nova orientação e isso alterou a dinâmica das gravações.
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    Além disso, se houver um começo lento e sonoro, pode-se examinar a gravação nesse ponto e observar um longo sulco ondulado, que não deve conter os picos agudos que identificariam percussão aguda (Seckel).
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    Lintgen apareceu no programa “That’s Incredible” [Isto é Incrível], da rede de televisão ABC-TV, em 1981. Ao vivo diante de uma platéia no auditório do Abington Hospital, próximo da Filadélfia, foi testado por Stimson Carrow, professor de teoria musical da Temple University. Identificou corretamente 20 das 20 gravações, apenas através do estudo dos sulcos dos discos (Holland).
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    Admitiu ter usado apenas seu conhecimento, experiência e poder de raciocínio para realizar esse feito extraordinário. “Eu tenho conhecimentos da estrutura musical e da literatura,” afirma, “e posso relacionar essa estrutura com o que vejo. Passagens altas refletem a luz de forma diferente…. As gravadoras ampliam os sulcos nas passagens fortes; estas possuem um aspecto mais serrilhado, como dentes de serra. Também conheço a aparência que têm as prensagens dos diferentes selos, de forma que muitas vezes consigo descobrir quem está regendo” (Holland).
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    Ele consegue, ocasionalmente, descobrir a nacionalidade da orquestra, capacidade que surpreendeu até mesmo James “O Espetacular” Randi. Nos testes que este aplicou em Lintgen, o médico não só identificou corretamente uma gravação como também anunciou que a orquestra era alemã. O disco, ele diz, tinha uma borda elevada, característica apresentada unicamente pelo selo Deutsche Grammophon.
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    Também observou haver “falta de sujeira entre os sulcos”, a partir do que Lintgen inferiu que a gravação era digital. Ele também sabia que a “Deutsche Grammophon, até aquela época, havia gravado somente orquestras alemãs em seus discos digitais” (Seckel).
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    Lintgen descobriu sua habilidade incomum numa festa, em meados dos anos de 1970. Alguns amigos disseram que ele conhecia tanto sobre música que provavelmente poderia ler os sulcos dos discos. Ele o tentou e descobriu que, CONTANTO QUE AS GRAVAÇÕES FOSSEM DE MÚSICA QUE ELE CONHECIA — música orquestral desde Beethoven à atualidade — conseguia um alto índice de sucesso.
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    http://brazil.skepdic.com/vinil.html

  281. MONTALVÃO Diz:

    /
    James Randi não é deus, nem está próximo da perfeição: deve ter feito besteiras por aí. Mesmo assim realizou excelente trabalho denunciando espertalhões que iludiam milhões embolsando milhões desonestamente.
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    Uma coisa é certa: Randi desperta esgares de repulsa nos parapsicólatras. A pergunta que daí advém é insegurável: por que os parapsicólatras odeiam Randi? Será que não querem ver seus ídolos derribados?

  282. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “creio que not… eu se fosse eu faria verificações complementares, que indicassem a paranormalidade como explicação para a habilidade do sujeito. Se ele olhava o LP e dizia qual era a música, então poderia também fazer o mesmo, digamos, com fitas magnéticas, Cds (caso já existissem).”
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    O teste do Randi são somente dois, um pré-teste e o teste definitivo, os quais ambas as partes precisam concordar nos termos do teste. Se o sujeito diz que seu poder é apenas com LPs, é com isso que o Randi vai se virar. Não dá para ficar fazendo “verificações complementares”.
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    MONTALVÃO DISSE: “O fato de Randi não atinar explicação para o inusitado talento do sujeito, afastada a hipótese de fraude, não fazia desse talento habilidade paranormal. As pessoas confundem as coisas: não é assim que a banda toca.”
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    Mas aí fica fácil pro Randi, né, Montalvão? Se a pessoa passa no teste do randi, então basta o Randi dizer que a pessoa tem uma capacidade anormal, mas não paranormal e aí não precisa dar o prêmio… que lindo…

  283. MONTALVÃO Diz:

    /
    Agora temos nova tese no pedaço: a paranormalidade confessa. Se o sujeito faz coisas e não aparece quem saiba explicar como pode (nem ele) e se se diz paranormal, a palavra é a lei, deem-lhe um milhão…
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    No caso de Lintgen não esquecer que ele só lia músicas que conhecia, pusesse um LP de Martinho da Vila para que o traduzisse o “poder” cessava…
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    Essa paranormalidade confessa funciona igualmente com médiuns: se alguém garante contatar mortos porque duvidam os incréus? Querem saber mais do que o dotado? Aí vêm uns doidos querendo “provas” da presença de espíritos! Néscios! Quem pode dizer é quem faz o contato!
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    Toda noite, antes do sono, uso de minha paranormalidade para falar com Deus e ele me ouve. alguém duvida que Deus me ouça e eu a ele? Qual o louco?
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    Quem faz é quem sabe…

  284. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “A pergunta que daí advém é insegurável: por que os parapsicólatras odeiam Randi? Será que não querem ver seus ídolos derribados?”
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    Um dos motivos são as constantes mentiras do Randi sobre o campo (que até a Blackmore percebeu, que Sheldrake denunciou, que Will Storr concordou). Eis aqui mais uma revisão de livro:
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    TEST YOUR ESP POTENTIAL: A COMPLETE KIT WITH INSTRUCTIONS, SCORECARDS AND APPARATUS by James Randi. New York: Dover Publications, 1982. Pp. 8. $3.50, paper.
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    A book of this kind generally does not merit a review in the pages of this Journal. However, with his apparent affiliation with and backing of the so-called Committee for the Scientific Investigation of Claims of the Paranormal, Mr. James Randi’s entry into the ESP testing business is worthy of our notice.
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    The book has eight numbered pages. Of these, two are taken up by the title page and the back page. Another page goes for a statistical table and an explanatory note. The seventh page reproduces a sample record sheet, which was actually obtained from a testing session, with the author’s comments. That leaves four pages. In these remaining pages, Randi introduces how ESP tests are administered; he warns against possible pitfalls and gives four rules for avoiding them; and he concludes with a word about cheating. There are 12 record sheets and 8 sheets of detachable testing cards.
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    Without pretending to provide “airtight controls or perfect experimental conditions,” Randi gives five basic rules for conducting “proper and valuable experiments with the kit.” The rules are (1) identify in advance the actual test runs and “dry” runs; (2) avoid optional stopping; (3) set the number of trials to at least 100 and preferably 500; (4) carefully record conditions of each test; and (5) use an outside judge, unaware of expected results, to mark and total the score sheets. The last one is said to be “a most important rule.” It is supposed to introduce a “double-blind” technique, but the way it is stated makes one wonder whether Randi has the right understanding of that method. Even though double-blind testing procedures are necessary to avoid the effects of bias, it is not clear why an outside judge is really needed to score a record sheet and how one can really obtain a naive judge who does not understand that a greater number of hits would indicate a better ESP score.
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    From the way Randi describes his tests, it is obvious there are no double-blind safeguards in them. In simple tests such as those he describes in the booklet, procedures should be aimed at preventing recording errors that are motivational. In other words, the experimenter who records the target order from the deck should have no knowledge of the calls made by the subject. Randi’s test instructions have little to say about recording errors and how to avoid them. In feet, the procedure he seems to recommend is extremely vulnerable to such errors. From the way the tests are set up, it appears that the subject first writes his guesses in the “C” column, the experimenter then enters the target order in the “T” column, and finally the judge scores the hits and misses all on one sheet. Such a procedure is anything but double-blind. Having an independent judge to score hits has little value since the source of likely errors, which is difficult to detect later, is at the time of recording the targets. The most important rule, which Randi fails to state, is that the one who records the target sequence should not have knowledge of the subject’s calls and vice versa. Parapsychologists routinely keep independent records (usually in duplicate) of subjects’ calls and targets to avoid the possibility of contaminating their data with recording errors.
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    Again, if we closely examine the actual record sheet reprinted on page 8, we note that there must have been some errors in recording. From the way Randi describes the tests, a closed deck (i.e., five cards of each symbol) is used. But in Run 3 (Targets 51 through 75), we notice that six stars and four squares were recorded as targets, and in the fourth run (76 through 100) six circles and four squares were recorded. Obviously, the experimenter who recorded the targets goofed, and Randi was apparently unaware that he was illustrating a test technique that is inadequate to prevent simple errors in recording.
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    We are told that the statistical table was prepared by “Dr. Persi Diaconis of Stanford University’s Statistics Department.” The table gives the number of hits needed to achieve statistical significance for 25, 100, 250, 500, 1000, and 2000 trials. The hits are given as 9, 28, 63, 116, 223, 436, respectively. No information is given about where these numbers were obtained or how they were computed, except of course on the authority of the Stanford statistician. Nor is there any indication why a score of 1 in 25 trials or of 12 in 100 trials, for example, is not significant. Further, it is not stated that the statistical significance referred to here is valid only in cases where positive scores are predicted (one-tailed t test). More important, the values themselves seem to be wrong. Although there are only five lines in the table, the values correspond to different levels of statistical significance when they should correspond to the same. These inconsistencies raise the question of who really prepared this table: a professional statistician or an amateur.
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    The testing cards themselves are very poorly produced. The symbols are visible from the backs of the cards. The material on which they are printed makes them very difficult to randomize by hand shuffling. In fact, no instructions are given on randomizing the targets.
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    In the past I enjoyed reading some of Randi’s writings. But in these few pages I found too many places where I am not sure what he is really saying. Commenting on the sample test where the subject scores 21 hits in four runs, Randi writes:
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    The score was 21 out of 100, and it is entered in the proper place. As you can see, this test is just on the edge of significance, since 28 hits would have been required for statistical value, (p. 8; italics added) It is beyond my comprehension how a score of 21, where MCE is 20, is “on the edge of significance.” Did he get the Stanford statistician’s advice here too?
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    Clearly, preparation of a kit for properly testing ESP is not in the repertory of James Randi. After all, Randi is a magician, not a parapsychologist. But if Randi really means what he writes, “the search for the truth about claims of ESP is an important one,” he should save his energies for doing things that he is best able to do and leave psi testing to those who are better prepared for doing it.

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    K. RAMAKRISHNA RAO
    Institute for Parapsychology Box 6847, College Station Durham, NC 27708

  285. Gorducho Diz:

    É incrível ao ponto que o seu desespero e falta de evidências dessa tal de Ψ o levam. Chega a insinuar que o cara deveria ter tentado enganar o Randi alegando ter poderes paranormais!
    E depois desvia o assunto com uma longa digressão sobre uma bobagem dessas que nada tem a ver com os temas.
    Claro que num teste valendo o milhão o Randi ia propor LPs de gêneros variados e os “espíritos” iam se confundir – assim como se confundem sempre nos casos práticos reais como saber o que tem detrás das 2 paredes da tumba do Tut ou o que aconteceu com a menina inglesa aquela; &c.
    Se o cara tivesse tentado alegar o que não faria porque ele é honesto.
    Que tal se a gente produzisse um kit

  286. Gorducho Diz:

    pra medir potencial mediunímico :?:
    Ou em outras palavras mais técnicas: a sensibilidade da pineal e respectiva “galena sintonizadora” existente em cada homem ou mulher.

  287. Marciano Diz:

    A honestidade do Lintgen faz-me lembrar do comentário no tópico do livro sobre cx, quando citei Rui Barbosa.
     
    De tanto ver triunfar as nulidades,
    de tanto ver prosperar a desonra,
    de tanto ver crescer a injustiça,
    de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
    o homem chega a desanimar da virtude,
    a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.

  288. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “É incrível ao ponto que o seu desespero e falta de evidências dessa tal de Ψ o levam. Chega a insinuar que o cara deveria ter tentado enganar o Randi alegando ter poderes paranormais!”
    .
    Em nenhum momento eu dei a entender isso. Só disse que ele poderia, se quisesse, ter ganho o milhão de dólares caso tivesse alegado ter poderes paranormais. Não é à toa que Hyman disse que se alguém ganhasse o milhão de dólares do Randi, isso NÃO provaria poderes paranormais. E se alguém não ganha, isso também não prova que a pessoa não tem poderes paranormais.

  289. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “E depois desvia o assunto com uma longa digressão sobre uma bobagem dessas que nada tem a ver com os temas.”
    .
    Ah, sei… falam da honestidade do Lintgen, mas da desonestidade do Randi que até a Blackmore percebeu preferem ignorar, né? Sei…

  290. Gorducho Diz:

    Bom, como digo sempre, não me importo com nomes: Randis; Polidoros; Hymans; Blackmores; nem ninguém.
    Talvez por isso mesmo não escuto televisão nem tenho “ídolos”.
    Desde muito, aprendi a pensar por mim mesmo sem me importar com o que “acham” pessoas que aparecem em “mídias”.
    No dia que algum paranormal disser o que tem detrás das 2 paredes da tumba do Tut (nada mais fácil, trivial) – se é que já não chegaram a uma conclusão pelos laudos do scaneamento por radar -; ou que deram alguma info real tal como o que houve com a menina inglesa; eu posso pensar em levar a sério. Pra isso não preciso de “opiniões” de “especialistas”, e muito menos joguinhos com estatísticas.

  291. Vitor Diz:

    Claro, Gorducho, se você prefere ficar desatualizado do que está na crista da onda da ciência, como a comprovação da precognição em simpósios da AAAS, é um direito seu. Eu de minha parte continuarei divulgando esses experimentos impecáveis.

  292. Gorducho Diz:

    O Sr. se foca muito em “opiniões” de outros; fica citando outros…
    Procure estudar os fatos relacionados a possível paranormalidades – porque é nosso hobby, claro; se não não estaríamos cá batendo boca sobre isso… :evil: – mas procure pensar por si, por seus neurônios, sem se preocupar tanto com o que “especialistas” pensam.
    A CIA “descobriu” que o Saddam Hussein tava fabricando armas de destruição em massa e isso levou à invasão do Iraque com todas consequências que estamos vendo.
    Então essa mesma gente montar um departamento de detectives ψquicos não é nada surpreendente.

  293. Gorducho Diz:

    Tenha bom senso e me responda: ¿por que nenhum “ψquico;” resolve a tão simples questão sobre a tumba do Tut?
    ¿Por que tão tendo que gastar milhões de $ fazendo scaneamentos fotográficos e com radar; e respectivos modelos computacionais pra tentarem interpretar os resultados; se bastaria por um bom “ψquico” – qualquer um, de qualquer lugar do mundo – ali na câmara a poucos pés do outro lado?
    Pense desarmadamente, sem querer só nos contrariar por mero orgulho de debate.

  294. Vitor Diz:

    Pode haver n motivos. Um psíquico por exemplo, era muito bom em psicometria, mas em se tratando de ler objetos religiosos, ele era péssimo, porque quando jovem uma demonstração dos seus poderes fez a cidade fazer um exorcismo nele com uma cruz, e ele ficou traumatizado para sempre. Posso citar vários outros motivos. Swann “notou que as estruturas localizadas dentro de áreas geomagneticamente complexas, tais como os trilhos convergentes e que se cruzam em torno das estações de trem, não eram discernidas com precisão. A detecção precisa pode ter sido mascarada por campos geomagnéticos complexos em que as estruturas foram imersas. A incapacidade de discernir o estímulo seria análoga a não ouvir um sussurro se uma broca estivesse em operação”. Outro dos motivos possíveis eu já disse, a visão remota é boa para descrever o local, mas não muito boa para dizer com precisão latitude e longitude. Aí para melhorar a precisão da visão remota nesse ponto o ideal é ter a leitura de um time de psíquicos e buscar as áreas consensuais.
    .
    Os testes de precognição de imagens são melhores porque não dependem de dar a localização, apenas desenhar a imagem que aparecerá.

  295. Gorducho Diz:

    Já entrou em contato com “seus” (sentido figurado, bien sûr) ψquico(s) ou ψquica(s) lá da America pra ver se ele(s) ou ela(s) aceita(m) participar de testes controlados conosco :?:

  296. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “A pergunta que daí advém é insegurável: por que os parapsicólatras odeiam Randi? Será que não querem ver seus ídolos derribados?”
    .
    VISONI: Um dos motivos são as constantes mentiras do Randi sobre o campo (que até a Blackmore percebeu, que Sheldrake denunciou, que Will Storr concordou). Eis aqui mais uma revisão de livro:
    .
    TEST YOUR ESP POTENTIAL: A COMPLETE KIT WITH INSTRUCTIONS,
    [...]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o que parece ser falha no método proposto por Randi para que o público interessado conferisse se possui potencialidades em ESP, bem apontada pelo vigilante Instituto de Parapsicologia (afinal eles têm que se defender), essa falha é por você, Visoni, convertida em “mentira”. Onde foi que Randi mentiu nesse trabalho? Se as críticas do Instituto forem válidas o que se pode dizer é que Randi sugeriu metodologia inadequada, não que mentira.
    /
    /
    GORDUCHO DISSE: “É incrível ao ponto que o seu desespero e falta de evidências dessa tal de ? o levam. Chega a insinuar que o cara deveria ter tentado enganar o Randi alegando ter poderes paranormais!”
    .
    VISONI: Em nenhum momento eu dei a entender isso. Só disse que ele poderia, se quisesse, ter ganho o milhão de dólares caso tivesse alegado ter poderes paranormais. Não é à toa que Hyman disse que se alguém ganhasse o milhão de dólares do Randi, isso NÃO provaria poderes paranormais. E se alguém não ganha, isso também não prova que a pessoa não tem poderes paranormais.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o que você, Visoni, praticou foi um malandro desvio da conversa, trazendo à baila um caso que nada a ver com a discussão que andava.
    .
    Primeiro continuou na ingênua alegação (que repete incessantemente), de que Harribance, e outro, foram testados por décadas e passaram em todas as provas.
    /
    “Há vários casos obtidos em laboratório perfeitamente controlados, como décadas de estudo com Sean Harribance e Dale E. Graff mostram. Isso sem mencionar Ganzfeld…”
    /
    Ora, isso é malandrice pura: os testes em que esses foram aprovados são testagens suspeitas, feitas meramente para provar o que os experimentadores crédulos queriam. Mostre experimentos com Harribance realizados por céticos, devidamente replicados, e com as devidas aprovações.
    .
    Ou você está querendo se iludir, ou almeja iludir seus seguidores, o que não é bom em quaisquer das opções…
    .
    Então, a partir de minha objeção: “Quantos desses que “nunca recusaram testes” obtiveram o milhão de Randi?”
    .
    Os “esses” a quem me referi, e você bem sabe disso, são aqueles que vive exaltando como legítimos e poderosos paranormais, quais o citado Harribance, Swann, MacMoneagle, etc., aí você vem e descola o nome do médico Arthur Lintgen, que não ganhou o milhão, tampouco se intitulou como paranormal. Pura falácia da malandrice!
    /
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    GORDUCHO DISSE: “E depois desvia o assunto com uma longa digressão sobre uma bobagem dessas que nada tem a ver com os temas.”
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    VISONI: Ah, sei… falam da honestidade do Lintgen, mas da desonestidade do Randi que até a Blackmore percebeu preferem ignorar, né? Sei…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: diga onde foi que Blackmore qualificou Randi de desonesto? O que está fazendo é leitura malajambrada do caso.
    /
    /
    VISONI: Claro, Gorducho, se você prefere ficar desatualizado do que está na crista da onda da ciência, como a comprovação da precognição em simpósios da AAAS, é um direito seu. Eu de minha parte continuarei divulgando esses experimentos impecáveis.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: vai de mal a pior, isso é mau… Mostre ao menos declaração provinda desse tão “importante” simpósio de retrocognição dando como comprovada a precognição, isso para, minimamente, apoiar seus devaneios: não o fazendo continuará no sonho, só que, a partir de então, um sonho completamente descasado de qualquer fundamento sensato…

  297. Vitor Diz:

    Gorducho, escrevi referente a outro assunto (pedi um artigo), o Dale Graff não respondeu.

  298. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “o que parece ser falha no método proposto por Randi para que o público interessado conferisse se possui potencialidades em ESP, bem apontada pelo vigilante Instituto de Parapsicologia (afinal eles têm que se defender), essa falha é por você, Visoni, convertida em “mentira”.”
    .
    Montalvão, eu adentrei em outro assunto, a incompetência do Randi em testar alegações de PES de forma apropriada. Mas mentiras dele não faltam. Blackmore apontou vários erros históricos dele. Sheldrake mostrou que ele mentiu descaradamente no episódio do cachorro. Will Storr confirmou:
    .
    http://www.telegraph.co.uk/culture/film/film-news/11270453/James-Randi-debunking-the-king-of-the-debunkers.html

  299. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” Mostre ao menos declaração provinda desse tão “importante” simpósio de retrocognição dando como comprovada a precognição, isso para, minimamente, apoiar seus devaneios”
    .
    O artigo, publicado, diz claramente:
    .
    O agendamento das sessões psi três dias antes da data de publicação das fotografias alvo garantiria que as fotografias e os eventos que representavam não existiam no momento da sessão psi. As fotografias seriam tiradas pelo menos um dia após as sessões psi. Se as sessões psi fossem bem-sucedidas, elas forneceriam evidências inequívocas de que a precognição ou a retrocausação ocorreu. [...] Uma vez que 64% das sessões de psi receberam classificações médias a altas e o método de avaliação binária produziu resultados acima do acaso, a evidência de um efeito psi foi atingida.

  300. Gorducho Diz:

    Por isso… esse experimento me agradou.
    A gente tem que delimitar alguma secção genérica num jornal de grande porte (onde então não se pode cogitar em qq. possibilidade de “influências” nas editorias tanto da parte nossa quanto dos ψquicos).
    Genérica pois que tem que permitir qq. tipo de fotos de sorte a não restringir as possibilidade ao tema da secção.
    Claro, aí teremos que explicitar protocolos evitando generalidades.
    Tem que ser específico:
    ♦ grande prédio em chamas (como hoje em Londres…) – não pode ser só “um prédio”;
    ♦ navio naufragando – não pode ser só “um barco”.
    Isso teremos que por no protocolo.
    E claro que sem “estatísticas”.
    Mas per se a priori acho válido o experimento.

  301. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Pode haver n motivos. Um psíquico por exemplo, era muito bom em psicometria, mas em se tratando de ler objetos religiosos, ele era péssimo, porque quando jovem uma demonstração dos seus poderes fez a cidade fazer um exorcismo nele com uma cruz, e ele ficou traumatizado para sempre.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: “Um psíquico”, que psíquico foi esse, e que exorcismo foi esse? O exorcismo acabou com parte da paranormalidade do dito? E o restante, não foi afetado?
    .
    Psicometria: continua mergulhado na superstição e na ingenuidade, sequer consegue propor hipótese que explique que dom seria esse de, a partir de imagens e objetos, se expor fatos das vidas das pessoas, que não seja por simulação teatral…
    /
    /

    VISONI: Posso citar vários outros motivos. Swann “notou que as estruturas localizadas dentro de áreas geomagneticamente complexas, tais como os trilhos convergentes e que se cruzam em torno das estações de trem, não eram discernidas com precisão. A detecção precisa pode ter sido mascarada por campos geomagnéticos complexos em que as estruturas foram imersas. A incapacidade de discernir o estímulo seria análoga a não ouvir um sussurro se uma broca estivesse em operação”.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o magnetismo é a ponte de madeira podre que sustenta boa parte das alegações paranormais (e mediúnicas). Como não há como conferir então fica valendo o dito, autêntico ASQ! Felizmente os extraterrenos pelados que Swann enxergou na lua estavam além de tecnologias baseadas no eletromagnetismo, caso contrário o coitado nada veria…
    /
    /
    VISONI: Outro dos motivos possíveis eu já disse, a visão remota é boa para descrever o local, mas não muito boa para dizer com precisão latitude e longitude.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ôpa! Parem todas as máquinas! Não foi isso o que seus amigos Targ e Puthoff provaram cientificamente! Eles davam a Swann, a Hella e sabe-se lá a mais quem as coordenadas e os espertos diziam. E, para provar que era mesmo prova científica, ainda complicavam: passavam as coordenadas em binário! Os “acertos” continuavam!
    .
    Visão remota, a ciência puthófica e tárguica mostram, é boa mesmo para ver as intimidades de extraterrenos na lua! Disso ninguém pode duvidar!
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    /

    VISONI: Aí para melhorar a precisão da visão remota nesse ponto o ideal é ter a leitura de um time de psíquicos e buscar as áreas consensuais.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o ideal seria você despertar, já sonhou mais tempo que o ideal…
    ./
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    VISONI: Os testes de precognição de imagens são melhores porque não dependem de dar a localização, apenas desenhar a imagem que aparecerá.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: traga seus melhores leitores remotos e matamos a charada aqui mesmo! Tenho até uma sugestão, em que pensei neste momento, ao adentrar em êxtase psi: nem vamos precisar de usar jornal a ser publicado, o processo será mais simples e de mais simples apuração.
    .
    A ideia pode ser, claro, melhorada e enriquecida pelos interessados…
    .
    Programa-se o computador a selecionar de um banco de imagens de, digamos 50.000 mostras, uma que será exibida em horário estabelecido numa sala fechada: tudo automatizado, sem a participação de qualquer ente vivo. Umas duas ou três horas antes da exibição os imaginados vedores remotos farão os desenhos e deverão dizer o que suas intuições indicam a respeito, mas numa linha harmônica: não vale o sujeito dizer algo como: “levantar voo, nave ao mar, alguém correndo, muitos galhos”… que são vaguezas aplicáveis a variados quadros, induzindo deslumbrados a alegarem provas, alimentado as ilusões dos fascinados. A experimentação pode ser realizado com apenas um alegado psíquico ou com vários.
    .
    Em seguida, os desenhos são apresentados aos experimentadores (céticos e crentes) que deverão opinar sobre a que imagens as garatujas lhes sugerem (se nada sugerirem tal deverá ser noticiado).
    .
    Depois, espera-se o horário da exibição quando, e só então, a sala é aberta e o quadro exposto conhecido.
    .
    Pronto: se houver visão remota, mesmo que tão somente para confirmar a Conjetura de Moi, a provar que psi realmente não tem qualquer serventia, o fato será demonstrado!
    .
    Que tal tentar?

  302. MONTALVÃO Diz:

    /
    Montalvão, eu adentrei em outro assunto, a incompetência do Randi em testar alegações de PES de forma apropriada. Mas mentiras dele não faltam. Blackmore apontou vários erros históricos dele. Sheldrake mostrou que ele mentiu descaradamente no episódio do cachorro. Will Storr confirmou
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ok, parte do desvio foi reconhecido. Ponto para você.
    .
    Mentiras de Randi denunciadas pelo autoiludido Sheldrake? Não me parecem merecedoras de crédito…
    .
    Will Storr? Sheldrakeano de primeira linha? Não merece crédito, neste caso…
    .
    Além disso, o senil aqui sou eu, mesmo assim, lembro-lho que esse caso foi exaustivamente discutido na rubrica pertinente, onde ficou demonstrado que as alegações sheldrakeanas e às de seu advogado Storr são por inteiro naufragadas. Por perceber que sua memória o trai, trago-lhe à lembrança o fato…

  303. Vitor Diz:

    Montalvão deve estar tendo lembranças de um universo alternativo referente a Storr, Sheldrake e Randi…

  304. Gorducho Diz:

    Sr. Criaturo jogou a toalha Sr. Presidente.
    Olhe o que ele pos lá no RéV:
    minha intenção tanto la quanto ca , não é usar passagens bibliclas para poder comprovar reencarnação
    :mrgreen:
     
    Ao que respondi:
    Bom, então da minha parte nada mais tenho a obtemperar – nem certamente o Analista Montalvão (que é o Presidente da nossa bancada lá no OP).

  305. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Montalvão deve estar tendo lembranças de um universo alternativo referente a Storr, Sheldrake e Randi…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: visto ser eu o senil, todo pecado memorial me é perdoável, tal não se dá com sua distinta persona, que goza (ainda) da perfeita acuidade lembrativa.
    .
    Embora detectemos nessa acuidade certas falhanças…
    .
    Para não nos alongarmos, sugiro rever as conversas intituladas:
    .
    1)LIVRO GRATUITO! “CÃES SABEM QUANDO SEUS DONOS ESTÃO CHEGANDO” (1999), DE RUPERT SHELDRAKE

    .
    2) LIVRO GRATUITO! “CIÊNCIA SEM DOGMAS”, DE RUPERT SHELDRAKE (2012)
    .
    Outra coisa: Embora Randi não apareça diretamente, o assunto também diz respeito a ele, pois Storr, em certo texto que você, Visoni, postou, faz referência às “alegações de Wiseman e Randi”.

  306. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Sr. Criaturo jogou a toalha Sr. Presidente.
    Olhe o que ele pos lá no RéV:”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: qual o título da rubrica?

  307. Gorducho Diz:

    Crenças Céticas

  308. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Tem que ser específico:
    ? grande prédio em chamas (como hoje em Londres…) – não pode ser só “um prédio”;
    ? navio naufragando – não pode ser só “um barco”.
    Isso teremos que por no protocolo.”
    .
    Não, isso é ridículo. Para mim identificar o objeto como barco ou prédio já estaria bom demais. Agora, sempre será possível aumentar o grau de especificidade a ponto de deixar o teste impossível para o psíquico. Por exemplo, o cético pode exigir que se o navio tiver algum número ou nome aparecendo, tem que dizer o número/nome. Por isso, para evitar injustiças, o certo é misturar a foto com outra foto (da mesma seção) e pedir para uma pessoa escolher entre as duas com qual foto o desenho se parece mais. Pode-se até colocar outra foto e pedir para escolher entre 3. Mas não arbitrar um grau de especificidade.
    .
    Outra coisa, recebi uma resposta da Patricia, eles continuam com os experimentos, vêm mais artigos por aí. Ela disse:
    .
    Yes, we are continuing with the precognition experiments using future newspaper photographs (events that have not occurred yet) as targets. We hope to publish more of our results in the future.

  309. Vitor Diz:

    Aviso que eu tinha deixado de traduzir um material descritivo da Fig. 06, já atualizei o arquivo. Baixem essa nova versão.

  310. Gorducho Diz:

    Por isso mesmo deveremos trabalhar nos protocolos se sorte que seja razoável.
    Um dos pontos é que parte do jornal será o alvo.
    Pois se considerada uma parte significativa dum periódico, que quase certo que vai aparecer “um barco”; “um prédio”; “um rifle”…
    Agora se for só a 1ª página já muda.
    Então o 1º passo é os sensitivos dizerem qual a abrangência do scaneamento que eles são capazes de fazer. De forma inversa, i.e.: quanto mais restrito maior é a evidência de paranormalidade.

  311. Gorducho Diz:

    Nenhuma experiência é válida sem se saber previamente qual o alvo e qual é a leitura prévia pelo menos 48h antes.

  312. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “ok, parte do desvio foi reconhecido. Ponto para você.”
    .
    Ok, agora me diz porque você diz:
    .
    Mentiras de Randi denunciadas pelo autoiludido Sheldrake? Não me parecem merecedoras de crédito…
    .
    Como autoiludido se até o Wiseman aceitou que replicou a pesquisa dele? Você está sugerindo algo como alucinação coletiva?
    .

    Will Storr? Sheldrakeano de primeira linha? Não merece crédito, neste caso“…
    .
    Will Storr foi a fundo na pesquisa pegando Wiseman na mentira. O que ele pode fazer se os céticos não foram honestos com ele?

  313. Gorducho Diz:

    Já me dei por conta que tem que ser jornal impresso mesmo, pois as versões eletrônicas eles ficam atualizando ao longo da jornada :(
     
     
    Quer saber uma pessoa com todos requisitos pra ser o experimentador?
    O Carlos Alvarado.
    Apesar de acreditar na Parapsicologia não me lembro d’alguma bobagem escrita por ele. Me parece bem lúcido e pés-no-chão.
    Feitos os protocolos, o(s) ou a(s) sensitivo(s) ou sensitiva(s) mandam pra ele o dwg. Ele arquiva coma data (claro :mrgreen: ) e compra a edição impressa – ou melhor assina temporariamente – a edição impressa do jornal-alvo.

  314. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Como autoiludido se até o Wiseman aceitou que replicou a pesquisa dele? Você ESTÁ SUGERINDO ALGO COMO ALUCINAÇÃO COLETIVA?
    ./
    CONSIDERAÇÃO: qual a parte de:

    /
    MONTALVÃO Diz:
    JUNHO 14TH, 2017 ÀS 3:05 PM
    “Para não nos alongarmos, SUGIRO REVER AS CONVERSAS intituladas:
    .
    1)LIVRO GRATUITO! “CÃES SABEM QUANDO SEUS DONOS ESTÃO CHEGANDO” (1999), DE RUPERT SHELDRAKE
    .
    2) LIVRO GRATUITO! “CIÊNCIA SEM DOGMAS”, DE RUPERT SHELDRAKE (2012)”
    /
    Você não entendeu?
    .
    Além disso, tu te repetes…
    .
    /
    =========================.
    -1-
    JANEIRO 13TH, 2017 ÀS 8:52 PM
    /
    VISONI: Não foi o que Will Storr concluiu, e ele foi a fundo na pesquisa, pegando o Wiseman na mentira.
    /
    CONSIDERAÇÃO: sugiro releia a conversa havida, talvez tenha perdido algum elo…
    .
    -2-
    JANEIRO 16TH, 2017 ÀS 1:48 PM
    /
    VISONI: Will Storr investigou a fundo a questão Sheldrake x Wiseman. Ele entrevistou a ambos várias e várias vezes. Além de ter pego Wiseman na mentira, sabe qual foi a conclusão dele?
    ..
    “Sheldrake se defendeu facilmente contra muitos dos ataques de Wiseman. Isso foi o contrário do que eu esperava”.
    .
    VISONI: Fica claro que Storr tinha uma visão favorável a Wiseman antes de sua pesquisa. Mas a pesquisa levou-o a uma conclusão bem diferente da que ele imaginava.
    /
    MOI: Pra mim fica claro que Storr é sheldrakeano, nada além, se convertido recentemente ou de longa data não vem ao caso na presente conversa.
    /
    Por fim, recordo-lho o que perspicazmente pontuou o homem de Marte: “e mesmo que Wiseman passasse a acreditar na telepatia canina (ele que nem na telepatia “normal” parece crer), tal garantiria a realidade da coisa?”
    .
    -3-
    MONTALVÃO Diz:
    JANEIRO 16TH, 2017 ÀS 2:03 PM
    /
    Sheldrake lembra o sujeito que topou briga com alguém melhor treinado. Apanhou pra chuchu, mas depois da refrega garantiu: “viu como tá a minha cara? Isso foi de tanto bater com ela na mão dele…”
    .
    Então Wiseman afirma: “não vi telepatia canina alguma, os movimentos de Jaytee podem ser explicados por outras vias menos nebulosas.”
    .
    Aí vem Sheldradoido (com a cara toda amassada) e retruca: “viu sim! Viu sim! Você é que não quer dizer, pois seu experimento seguiu o mesmo método que o meu!”
    .
    Wiseman, pacientemente, responde: “pois é, e não achei telepatia canina”…
    .
    Aí Storr, do alto de sua deslumbrência, arremata: “Sheldrake ganhou [a briga]… tanto é verdade que já fui revoltado contra tudo e contra todos e hoje estou mais calmo, graças as descobertas do meu amigo mentalmente insano”…
    .
    Portanto: cães telepatizam, desde que passem nas mãos do Sheldrake e o experimento seja avaliado por um Storr…
    ===========================.
    .
    /
    Assim, meu caro, não é de hoje que lhe recomendo sempre rever o já conversado, a fim de evitar que sua traível memória o faça pensar que está sendo inédito…
    /
    /
    MONTALVÃO disse: Will Storr? Sheldrakeano de primeira linha? Não merece crédito, neste caso“…
    .
    VISONI: Will Storr foi a fundo na pesquisa pegando Wiseman na mentira. O que ele pode fazer se os céticos não foram honestos com ele?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Têm os caçadores de marajás, caçadores de fantasmas, de vampiros… agora temos o caçador de mentirosos: James Randi é mentiroso, Blackmore mente, Wiseman falta com a verdade… Já Sheldrake sim, este é um primor de verdadura, e Storr? Ó que meigo, nunca foi pego contando uma parola…
    .
    MASSSS… aplicando-se a Conjetura de Poa… vejamos:
    /
    =====================.
    Gorducho Diz:
    NOVEMBRO 13TH, 2016 ÀS 4:19 PM
    Ele não admite isso.
    Já debati com ele na rubrica passada.
    Wiseman o que diz basicamente é que o método seria por aí mesmo mas que se deveria fazer mais experimentos e em conjunto combinando previamente os critérios.
    E o filme da ORF não pode ser visto porque eles tinham deletado ou não quiseram procurar no arquivo ou não filmaram tudo. Aí não foi por culpa do Sheldrake não ter sido divulgado.
    ========================,
    /
    E, em complemento, veja que primor de declaração visoniana:
    .
    =======================.
    NOVEMBRO 14TH, 2016 ÀS 4:23 PM
    Não estou pondo na boca do Wiseman. Estou dizendo que OS DADOS permitem SIM inferir que existe telepatia hominal ? animal. E que revistas científicas fora da parapsicologia acharam a pesquisa digna de publicação. O WISEMAN LEVOU 10 ANOS SÓ PARA ADMITIR QUE HAVIA REPLICADO OS DADOS DO SHELDRAKE, para admitir que ficou provada a telepatia hominal ? animal ele precisa de uns 100 ainda.
    =====================.
    /.
    Quer dizer, acabou reconhecendo que Wiseman não reconheceu a telepatia caninana, apenas “replicou os dados”, seja lá o que isso queira dizer em favor de sua tresloucada argumentação…
    /
    /
    ENCERRAMENTO:
    .
    E, para fechar essa chamada à lembrança, visto que está mui claro que a memória visoniana claudica, acrescida de preguicite (de rever o já conversado), deixo o fecho do flash back…
    /
    ==========================.
    montalvão Diz:
    NOVEMBRO 15TH, 2016 ÀS 8:04 AM
    /
    /
    [...]/
    2 – Apenas chamo-lhe a atenção para as ilustrações vitorianas: no afã de comprovar as crenças que apanigua vem dessas ilustrações dando interpretações falaciosas e perigosas. Confira e sempre requeira mais texto, porque ele costuma parar quando acha que está ganhando e não considera importante mostrar a história por inteiro.
    /
    .
    De qualquer modo, já que cá estou, proveito para dar resumo desse imbróglio e depois apresento ilustrações conversativas dos descaminhos raciocinativos do Visoni. Desconfio que ele sabe que se pronuncia falaciosamente, entretanto a torcer não dá o braço, visto que fazê-lo significaria abrir mão de seus tesouros de crendice. Essa abridura de mão terá que ocorrer paulatinamente: se for súbita há o risco de crise depressiva aguda.
    .
    O resumo é o seguinte: em momento algum o Visoni mostrou o Wiseman admitindo ter achado igual resultado que o Sheldrake. O que o entrevistado disse é que seguiu o mesmo modelo do abestado e… NÃO ACHOU TELEPATIA CANINA ALGUMA!
    .
    Essa parte – do Wiseman negando ter deparado telepatia no dog experimental – o Visoni sesquece de mostrar ou de enxergar…
    .
    Mas foi o que ocorreu: o pesquisador repudiou a telepatia canina, daí adveio a queixa de Sheldrake: o advogado da telepatia de cães alega que Wiseman viu o fenômeno mas o negou… confira:
    /
    ———————————————.
    “COM O AUXÍLIO DE SEU ASSISTENTE, MATTHEW SMITH, ELE [WISEMANN] FEZ QUATRO EXPERIÊNCIAS COM JAYTEE, duas em junho e duas em dezembro de 1995, e em todas Jaytee foi à janela esperar por Pam quando esta realmente estava a caminho de casa.
    .
    Conforme em minhas próprias experiências, ele às vezes ia à janela em outros momentos, por exemplo para latir ao passarem gatos, mas ele ficava na janela muito mais tempo quando Pam estava de volta a casa do que quando ela não estava.
    .
    Wiseman fez as três experiências no apartamento dos pais de Pam, Jaytee ficava na janela em média 4% do tempo durante o período principal da ausência de Pam, e 78% do tempo quando ela estava a caminho de casa. Esta diferença foi estatisticamente significativa. Quando os dados de Wiseman foram esboçados em gráficos, eles mostraram essencialmente o mesmo padrão que os meus dados.
    .
    EM OUTRAS PALAVRAS, WISEMAN REPRODUZIU MEUS PRÓPRIOS RESULTADOS.
    .
    EU FIQUEI SURPRESO AO OUVIR QUE NO VERÃO DE 1996 WISEMAN FOI A UMA SÉRIE DE CONFERÊNCIAS, INCLUSIVE AO CONGRESSO WORLD SKEPTICS, ANUNCIANDO QUE REFUTOU O FENÔMENO DO ‘CACHORRO PSÍQUICO’.
    .
    Ele disse que Jaytee falhou em seus testes porque este foi para a janela antes de Pam começar a voltar a casa.
    .
    EM SETEMBRO DE 1996 EU ENCONTREI WISEMAN E ASSINALEI QUE SEUS DADOS MOSTRAVAM O MESMO PADRÃO QUE OS MEUS, E QUE, LONGE DE REFUTAR O EFEITO QUE OBSERVEI, SEUS RESULTADOS CONFIRMAVAM-NO. Eu dei a ele cópias dos meus próprios gráficos e os dados das experiências que ele e Smith conduziram com Jaytee.
    .
    MAS ELE IGNOROU TAIS FATOS.
    .
    ELE REITEROU SUAS CONCLUSÕES NEGATIVAS NUM ARTIGO QUE ENVIOU AO BRITISH JOURNAL OF PSYCHOLOGY JUNTO COM SMITH E JULIE MILTON. ESTE ARTIGO APARECEU EM AGOSTO DE 1998, a som de trombetas pela publicidade cética na mídia britânica; apresentado por uma manchete que acompanhava a divulgação do artigo. (Wiseman, R., Smith, M and Milton, J. Can animals detect when their owners are returning home? An experimental test of the ‘psychic pet’ phenomenon. British Journal of Psychology 89, 453-462).”
    (Tratando os céticos com ceticismo: Sheldrake Vs. Wiseman. Os experimentos com Jaytee – por Rupert Sheldrake)
    ———————————————.
    .
    CONSIDERAÇÃO atual: então veja, quem tenha olhos de ver: Sheldrake reclamava que Wiseman não quis aceitar seus cães telepatas!
    .
    Ora, se Wiseman, em várias ocasiões, contradisse enfaticamente a telepatia canina, por que iria admiti-la a Tsarikis? O que ocorrera de novidade para que essa suposta mudança opinativa sucedesse?
    .
    E quando Wiseman (talvez por deferência) afirmara que a hipótese demandava mais pesquisas, o Visoni entendeu que o pesquisador procurasse saída a fim de não reconhecer explicitamente que cães telepatizam! Nada dilso wilso! Mais pesquisas sim: para que essa tola suposição seja de vez sepultada. Com poucas experimentações, por poucos experimentadores, sobra margem de conforto para que Sheldrake alegue que estejam de má vontade ante suas “robustas” demonstrações…
    /
    /
    PEQUENO RETROSPECTO DO JÁ CONVERSADO, acrescido de considerações atuais.
    /
    VISONI: já as suas críticas é sempre o que temos visto aqui… uma sucessão de erros (como dizer que Wiseman não replicou, quando ele mesmo admitiu que encontrou o mesmo padrão…).
    /
    MOI: cadê o restante da declaração de Wisemann?
    /
    VISONI: MAIS IMPORTANTE que o restante da declaração, é a pergunta que ele respondeu:
    .————————————————.
    ALEX TSAKIRIS: You know, I wonder if there’s any way to go back and re-analyze some of the work that you and Rupert did with the J.T. experiments? I mean, there’s still the videos, there’s still the data. He’s still out there suggesting that when you take your data and you plot it with his criteria, it’s a replication of his work. Is there some way to take that data and take a fresh look at it and see if it really is robust in that way? And it really can be – and it’s one experiment, I mean, let’s get that clear, too…
    /
    “ALEX TSAKIRIS: Você sabe, eu me pergunto se há maneira de voltar e re-analisar alguns dos trabalhos experimentais que você e Rupert fizeram com o J.T.? Quero dizer, ainda há os vídeos, ainda há os dados. ELE AINDA ESTÁ SUGERINDO QUE QUANDO VOCÊ PEGA SEUS DADOS E OS REPRODUZ COM SEUS CRITÉRIOS, É UMA REPLICAÇÃO DE SEU TRABALHO. Existe alguma maneira de tomar esses dados e ter um novo olhar para ele e ver se ele é realmente robusto de algum modo? E isso realmente pode ser – e é um experimento, quero dizer, vamos deixar isso claro, também …”
    . .————————————————.
    .
    VISONI: Veja que O ENTREVISTADOR PERGUNTA AO WISEMAN SE É POSSÍVEL DIZER QUE ELE REPLICOU O TRABALHO de Sheldrake. E a resposta:
    .
    .————————————————.
    DR. RICHARD WISEMAN: Well, yeah, I mean, I suspect it’s quite problematic because it depends how the data is collected, so I don’t think there’s any debate, but the patterning in my studies are the same as the patterning in Rupert’s studies. That’s not up for grabs. That’s fine.
    ./
    “WISEMAN: Bem, sim, quero dizer, eu suspeito que isso é bastante problemático, porque depende de como os dados são coletados, então eu não acho que haja qualquer debate, mas o padrão em meus estudos são os mesmos que os padrões de Rupert. Isso não é para ganhar. Isso é bom.”
    .————————————————.
    /
    CONSIDERAÇÃO atual: observe, Visoni, que o entrevistador pergunta – diferentemente do que você “viu” – se é possível a Wiseman dar uma nova olhadela no material… Na sequência, Tsarikis chama a atenção para a alegação de Sheldrake de que seu contraditor chegara à telepatia embora negasse… Então, o entrevistador conclama Wiseman a que esclareça esse ponto…
    ./
    /
    VISONI: Admitiu que replicou. O próprio Sheldrake publicou que Wiseman replicou sua pesquisa e os revisores não viram qualquer problema:
    .
    .————————————————.
    In other words Wiseman replicated my own results. Em http://www.sheldrake.org/reactions/richard-wiseman-s-claim-to-have-debunked-the-psychic-pet-phenomenon
    .
    SHELDRAKE: “Em outras palavras Wiseman replicou meus próprios resultados. Em [...]”
    .————————————————.
    /
    .
    VISONI [falando pro Moi]: Agora se vc quiser discutir com os revisores e com o próprio Wiseman aí é problema seu.
    /.
    .
    CONSIDERAÇÃO atual: percebam: Tsakiris perguntava a Wiseman se havia jeito dele rever o material de Sheldrake para [quem sabe?] ter dele outra visão e encontrar o que antes não achara.
    .
    A afirmação de que o experimento fora replicado é de Sheldrake, não de Wiseman…
    /
    .
    VISONI: E dez anos depois Wiseman teve que admitir ter achado igual retorno, como mostrado na entrevista de 2007.
    ./
    CONSIDERAÇÃO atual: creio que agora está devidamente municiado para entender que wiseman “não teve que admitir” e não admitiu nada do que o mau leitor entendeu. Visoni sofre alucinações validativas: pondo em bocas alheias declarações que essas bocas não proferiram…
    /
    Para piorar, o Visoni “reforça” seu argumento enfatizando que – pasmem! – Sheldrake pensa que nem ele! Quer dizer, Rupert e Visoni irmanados na mesma doidivana pretensão de transformar Wiseman em arauto da canipatia telenina, digo, telepatia canina!
    .
    Só que ao seguir por esse caminho os dois se complicam. Confira o devir do acontecimento:
    .
    1 – Wiseman declarou, em diversas ocasiões, durante palestras e por escrito, que refutara a telepatia canina. Sheldrake ficou puto e denunciava ter disponibilizado material para que o pesquisador enxergasse melhor os fatos, em vão.
    .
    2 – passados alguns anos, Wiseman, respondendo a uma inquirição de Tsakiris, informou que não via motivos para reexaminar o trabalho do apologista da telepatia canina.
    .
    3 – Sheldrake aproveitou esse pronunciamento e malabarizou a palavra de Wiseman, metamorfoseando-o de negador em reconhecedor da interação telepática entre o cão e sua dona. E o Vitor, coitado, embarcou nesse arrombado Titanic. Parece não saber que Sheldrake é especializado em piruetas retóricas.
    .
    4 – Então, passado mais algum tempo, Wiseman voltou ao assunto, mantendo sua coerente posição contrária ao canino telepata, e dando interpretação para a movimentação do cachorro durante as experiências.
    /.
    Essa sequência de fatos deveria deixar o Visoni esperto para a falácia de seu guru em telepatia canina. É óbvio que, se Wiseman em 1996, em 1998, e em 2000 negou o cão telepata, e ainda em 2011 manteve o mesmo ponto de vista, por que em 2007 retrocederia?
    /
    Porém, o Visoni não desiste, e insiste:
    ————————————————.
    VISONI: “Sem contradições. O título é “A alegação de Richard Wiseman te der desmascarado o fenômeno do animal doméstico [ou de estimação] psíquico”. Quando se lê o conteúdo, SHELDRAKE ESTÁ JUSTAMENTE DIZENDO QUE WISEMAN VOLTOU ATRÁS NA ALEGAÇÃO”
    ———————————————-.
    /
    Ora, ora, carambola: o Visoni percebe e reconhece que é o Sheldrake quem diz que o Wiseman voltou atrás! Visoni faz das palavras do Sheldrake palavras do Wiseman!
    /
    Portanto, quando o sábio G-Poa disse: “nunca é bem assim”, estava sendo, além de clarividente, profético!
    /
    Se o Visoni atentasse para a advertência contida em “Impostura Científica, em 10 Lições”, que ele conhece, não teria se deixado engabelar por Sheldrake…
    .
    ———————————.
    “Sheldrake possui um senso agudo da imprecisão, que lhe permite amalgamar sem temor noções heterogêneas como as de estrutura e de forma”
    [...]
    “Quando ele quer fechar a morfologia dos cristais e a dos organismos vivos dentro de um mesmo esquema explicativo, Sheldrake passa por cima de uma noção crucial da ciência experimental: a ordem de grandeza. Em física, uma teoria, um tipo de descrição que se aplica a uma certa escala em geral não é transferível para uma escala muito maior ou muito menor. Os efeitos que se observam na escala dos elétrons são totalmente diferentes dos que se manifestam na escala de uma bola de futebol.
    [...]
    Entre o átomo e a célula [...] há saltos de escala bem mais consideráveis[...] O número de nossas células, por sua vez, conta-se em centenas de bilhões. O número de átomos contidos na totalidade de nossas células é da ordem de bilhões de bilhões de bilhões. Ou seja, em média, dez milhões de bilhões de átomos por célula.
    .
    Sheldrake transpõe essas gigantescas diferenças de escala como se fossem saltos de pulga.
    .
    Um animal é um conjunto de células feitas de moléculas, elas próprias feitas de átomos formados, por sua vez, de partículas quânticas. Para Sheldrake, tudo isso se encaixa como bonecas russas. Um campo morfogenético está associado a cada grau da hierarquia. Mas de que modo os efeitos de todos esses campos se harmonizam com todas as escalas em que agem? É impossível se eles obedecerem às leis conhecidas da física. Porque seria necessário, no mínimo, que os “campo M” de Sheldrake obedecessem ao mesmo tempo à física clássica e à teoria quântica, o que é contraditório.
    .
    A ciência ortodoxa resolve o problema graças à noção de ordem de grandeza: abaixo de uma certa dimensão, é necessário servir-se de equações quânticas para descrever os fenômenos; acima, pode-se utilizar uma descrição clássica.
    .
    Sheldrake não leva em conta as ordens de grandeza, mas isso não o incomoda muito, porque, segundo ele, os “campos M” não correspondem a nada conhecido [...]”
    ————————————–.
    ./
    O declarado acima é confirmado pelo próprio Sheldrake: no livro que inspira o presente tópico, na pág. 27, lemos: [...]“NINGUÉM SABE como os fenômenos da morfogênese se relacionam com a física, seja ela convencional ou não convencional.”
    /
    /
    ♩ ♩ACORDA, ACORDA, ACORDA… ACORDA VISONI! ♫ ♫

    ========================.

  315. MONTALVÃO Diz:

    /
    Pelo visto, minha sugesta, advinda do transe psíquico não foi levada em conta… SNIFF!
    /
    “traga seus melhores leitores remotos e matamos a charada aqui mesmo! Tenho até uma sugestão, em que pensei neste momento, ao adentrar em êxtase psi: nem vamos precisar de usar jornal a ser publicado, o processo será mais simples e de mais simples apuração.
    .
    A ideia pode ser, claro, melhorada e enriquecida pelos interessados…
    .
    Programa-se o computador a selecionar de um banco de imagens de, digamos 50.000 mostras, uma que será exibida em horário estabelecido numa sala fechada: tudo automatizado, sem a participação de qualquer ente vivo. Umas duas ou três horas antes da exibição os imaginados vedores remotos farão os desenhos e deverão dizer o que suas intuições indicam a respeito, mas numa linha harmônica: não vale o sujeito dizer algo como: “levantar voo, nave ao mar, alguém correndo, muitos galhos”… que são vaguezas aplicáveis a variados quadros, induzindo deslumbrados a alegarem provas, alimentado as ilusões dos fascinados. A experimentação pode ser realizado com apenas um alegado psíquico ou vários.
    .
    Em seguida, os desenhos são apresentados aos experimentadores (céticos e crentes) que deverão opinar sobre a que imagens as garatujas lhes sugerem (se nada sugerirem tal deverá ser noticiado).
    .
    Depois, espera-se o horário da exibição quando, e só então, a sala é aberta e o quadro exposto conhecido.
    .
    Pronto: se houver visão remota, mesmo que tão somente para confirmar a Conjetura de Moi, a provar que psi realmente não tem qualquer serventia, o fato será demonstrado!
    .
    Que tal tentar?”

  316. Gorducho Diz:

    PSI não funciona assim: tem que ser num jornal ???? Americano. O experimentador não pode arbitrariamente sujeitar o fenômeno aos seus caprichosos.

  317. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Pra mim fica claro que Storr é sheldrakeano, nada além, se convertido recentemente ou de longa data não vem ao caso na presente conversa.”
    .
    Mas por que ele é sheldrakeano? Porque Sheldrake se defendeu facilmente dos ataques de Wiseman e Wiseman mentiu. Como pode isso não vir ao caso? Será que Montalvão é o outro Gilmar Mendes que joga as provas fora? infelizmente parece que sim.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Wiseman, pacientemente, responde: “pois é, e não achei telepatia canina”…”
    .
    Como vc pode dizer isso se o Wiseman disse: “So I say by looking at his data, that yeah there may well be something going on”? “então eu digo que olhando para os dados dele, que sim, pode bem ser que haja algo [paranormal] ocorrendo? Então ele achou sim telepatia canina, apenas diz que ainda não tem certeza, mais experimentos são necessários. Possui dúvidas quanto à interpretação dos dados.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “passados alguns anos, Wiseman, respondendo a uma inquirição de Tsakiris, informou que não via motivos para reexaminar o trabalho do apologista da telepatia canina.”
    .
    Não? Ele disse ” Eles não me parecem bastante rigorosos como você precisaria para poder tomar essa decisão firmemente em uma direção ou outra. Gostaria de marcar a caixa “mais experiências necessárias”, em condições ligeiramente mais rigorosas.” Então, ele mesmo admite que não dá para refutar Sheldrake, e admite que mais experiências são precisas para se decidir a favor ou contra a telepatia.
    .
    O Montalvão parece o Gilmar Mendes e seu raciocínio falacioso…

  318. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Pra mim fica claro que Storr é sheldrakeano, nada além, se convertido recentemente ou de longa data não vem ao caso na presente conversa.”
    .
    VISONI: Mas por que ele é sheldrakeano? Porque Sheldrake se defendeu facilmente dos ataques de Wiseman e Wiseman mentiu. Como pode isso não vir ao caso? Será que Montalvão é o outro Gilmar Mendes que joga as provas fora? infelizmente parece que sim.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: engraçado… achas mentira onde mentiras não cabem, quanto muito equívocos de apreciação, entretanto não vês as mentirosadas de seus gurus, qual a super-mentira de Swann, de ter visto peladões na lua; as mentiras de Sheldrake de fingir não perceber que sua teoria dos campos mórficos não faz o menor sentido, ou de insistir que Wiseman achou telepatia canina quando o próprio nega, de alegar que donos de cães deparam a telepatia canina…
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Wiseman, pacientemente, responde: “pois é, e não achei telepatia canina”…”
    .
    VISONI: Como vc pode dizer isso se o Wiseman disse: “So I say by looking at his data, that yeah there may well be something going on”? “então eu digo que olhando para os dados dele, que sim, pode bem ser que haja algo [paranormal] ocorrendo? Então ele achou sim telepatia canina, apenas diz que ainda não tem certeza, mais experimentos são necessários. Possui dúvidas quanto à interpretação dos dados.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pô, postei-lhe um flashback altamente esclarecedor e sua réplica se resume numa frase que isolou do contexto? TÁ DOIDO, SÔ? Al´-em de não reler as discussões havidas ainda não lê as postagens recentes… Assim não dá, assim não é possível!
    /
    ./
    MONTALVÃO DISSE: “passados alguns anos, Wiseman, respondendo a uma inquirição de Tsakiris, informou que não via motivos para reexaminar o trabalho do apologista da telepatia canina.”
    .
    VISONI: Não? Ele disse ” Eles não me parecem bastante rigorosos como você precisaria para poder tomar essa decisão firmemente em uma direção ou outra. Gostaria de marcar a caixa “mais experiências necessárias”, em condições ligeiramente mais rigorosas.” Então, ele mesmo admite que não dá para refutar Sheldrake, e admite que mais experiências são precisas para se decidir a favor ou contra a telepatia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o que você realiza é sua má tradução das declarações de Wiseman: retirar frases do contexto permite qualquer leitura maluca. Põe um cima do muro quem tem opinião definida em relação à telepatia geral, que dirá a respeito dessa doideira de cães telepatas…
    .
    Se seu próprio guru Sheldrake fez as afirmações:
    /
    ==========================.
    SHELDRAKE SE PRONUNCIA:
    .
    “Eu fiquei surpreso ao ouvir que no verão de 1996 WISEMAN FOI A UMA SÉRIE DE CONFERÊNCIAS, INCLUSIVE AO CONGRESSO WORLD SKEPTICS, ANUNCIANDO QUE REFUTOU O FENÔMENO DO ‘CACHORRO PSÍQUICO’. Ele disse que Jaytee falhou em seus testes porque este foi para a janela antes de Pam começar a voltar a casa.”
    /
    “ELE REITEROU SUAS CONCLUSÕES NEGATIVAS num artigo que enviou ao British Journal of Psychology junto com Smith e Julie Milton. Este artigo apareceu em agosto de 1998, a som de trombetas pela publicidade cética na mídia britânica”
    /
    “1. Eles dizem que o padrão de comportamento segundo o qual Jaytee estava na janela a maior parte do tempo quando sua dona estava a caminho de casa poderia ser porque Jaytee simplesmente ia cada vez mais à janela, à medida que o tempo passava.
    .
    2. Eles dizem que minha análise sobre seus dados “foi claramente um post hoc e não fornecia evidência persuasiva de habilidade psi, a menos que seja sustentada por um corpo maior de pesquisa”.”
    ===========================.
    /
    Então, ceguinho, sugiro-lhe não isolar frases e com elas construir gilmarmendeanamente raciocínios tortuosos.
    .
    Uma vez que Wiseman foi educado diante das câmeras, você aproveita, na maldade, para transformá-lo em alguém incerto quanto à lucura de Sheldrake.
    .
    Queria o que, que ele dissesse com todas as letras, por exemplo: “o trabalho desse indivíduo é uma M* federal, não sei como ainda não o recolheram ao sanatório do Juqueri”?
    /
    /
    VISONI: O Montalvão parece o Gilmar Mendes e seu raciocínio falacioso…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: talvez em feiúra eu seja comparável ao Mendes; embora meu orgulho negue veementemente; mas em raciocínio falacioso o melhor a ele comparável é alguém cujo nome começa por VI e termina por SONI…

  319. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    PSI não funciona assim: tem que ser num jornal ???? Americano. O experimentador não pode arbitrariamente sujeitar o fenômeno aos seus caprichosos.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: como não faz referência ao que comenta, indago: fala da sugestão que dei?
    .
    Se sim, onde o capricho? Sendo assim, também estão os pesquisadores sujeitando o “suject” aos seus pessoais caprichos, quando escolhem o jornal em que a foto será publicada… ou não?

  320. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: O Montalvão PARECE o Gilmar Mendes e seu raciocínio falacioso…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: gostaria muuuuuuito que meu salário fosse parecido com o dele…

  321. MONTALVÃO Diz:

    /
    Garanto e posso provar que faço muito menos mal à sociedade que ele…

  322. MONTALVÃO Diz:

    /
    Devia ter juiz classista no Supremo, e um deles fosse eu…

  323. Gorducho Diz:

    Programa-se o computador a selecionar de um banco de imagens de, digamos 50.000 mostras, uma que será exibida em horário estabelecido numa sala fechada: tudo automatizado, sem a participação de qualquer ente vivo. Umas duas ou três horas antes da exibição os imaginados vedores remotos farão os desenhos e deverão dizer o que suas intuições indicam a respeito
     ;
     
    Ψ NÃO funciona assim. Só funciona com jornal impresso e americano.

  324. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    estão os pesquisadores sujeitando o “suject” aos seus pessoais caprichos, quando escolhem o jornal em que a foto será publicada… ou não?
    ==============================================================
    Acredito que não. Acredito que os espíritos é que informam aos ψquicos quais jornais eles vão pré-lerem.
    Os pesquisadores o único que têm a fazerem é receberem os dwgs anotando o momento desse recebimento, arquivá-los, e depois lerem a secção impressa do newspaper determinado.

  325. MONTALVÃO Diz:

    /
    “? NÃO funciona assim. Só funciona com jornal impresso e americano.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ah, agora entendi… concordo…

  326. Marciano Diz:

    O mais engraçado, nessa conversa toda, é que as implicações a que nos leva a hipótese tida como comprovada pela casa são desprezadas.
    Se um Ψquico pode ver uma foto de algo que ainda vai acontecer, é porque vivemos em um universo determinista, onde todo o roteiro está escrito.
     
    Acho que é por isso que o administrador pensa que não existe livre-arbítrio. Somos todos personagens de um filme que passa na zona do crepúsculo.
     
    Este mini-comentário que estou a fazer já poderia ter sido lido ontem e eu não tinha como mudar uma vírgula do texto.
     
    Será isso?

  327. Marciano Diz:

    Eu acho que os resultados são interpretados em do mesmo modo que as previsões de Nostradamus. A posteriori.
    Antes do fato acontecer, dizem coisas que tornam impossível a gente saber que dica estão dando. Depois, pega-se um fato que se ajuste àquela previsão vaga e imprecisa, et voilá.

  328. Marciano Diz:

    Será que alguém, ao ver aqueles desenhos grotescos, com as anotações “nada a ver”, poderia dizer que um navio seria afundado um ou dois dias depois?
    Em hindsight fica fácil comprovar qualquer previsão.

  329. Marciano Diz:

    Podem notar que, após qualquer fato, aparece um monte de gente mostrando que tudo estava previsto no código bíblico e coisa e tal. Mas NINGUÉM diz o que vai acontecer ANTES de aconteça.
    Assim fica fácil, ou melhor, assim fica difícil…

  330. Marciano Diz:

    Estou moído feito um saco de pancada.
    Volto assim que me sentir melhor. Desculpem a fugacidade. É que estou quase que clinicamente morto.

  331. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Desculpem a fugacidade”
    /.
    VAI FUGIR da cidade?

  332. MONTALVÃO Diz:

    /
    Quem vive apregoando a realidade inconteste de PSI, deveria levar em conta declarações quais a que segue…
    /
    =============================.

    “Como nos lembra Goode (2000) e Northcote (2007) OS PROPONENTES DE CRENÇAS PARANORMAIS GERALMENTE NÃO GOSTAM DE ENXERGAR SUAS IDÉIAS COMO CRENÇAS, MAS COMO REPRESENTAÇÕES OU DESCRIÇÕES VERBAIS / CONCEITUAIS DE FENÔMENOS AUTÊNTICOS.
    .
    Esses indivíduos afirmam realmente vivenciar uma realidade paranormal, o que implica uma correspondência praticamente exata entre aquilo que pensam e sentem sobre o fenômeno e o fenômeno em si.
    .
    Cientificamente, contudo, e fazendo uso da abstração, podemo-nos questionar se tais fenômenos são de ordem paranormal ou outra. Conquanto esta não seja nossa preocupação central neste trabalho, acabamos por retornar assim ao complexo problema inicial de definir quais tipos de fenômenos poderiam ser classificados como paranormais – QUER EXISTAM OU NÃO.”
    /
    Boletim Academia Paulista de Psicologia, v. 31, n° 81, 394-421, 2011
    A Psicologia das Crenças Paranormais: Uma revisão crítica
    =========================.

  333. Gorducho Diz:

    Paranormalidade dentro do nosso hobby acredito que deva ser tratado como um conceito fundamental.
    E, como soi ser o caso com tais conceitos, mui difícil defini-los em termos de outros conceitos.
    Fica mais na intuição, capacidades que as pessoas via de regra não possuem e de difícil comprovação. O enquadramento necessariamente será causo a causo e intuitivo.
    Certamente prever a foto que será publicada num jornal de grande porte onde ninguém em seu juízo perfeito cogita na possibilidade da editoria sofrer qualquer influência de interessados, 72h antes da edição, será considerada uma habilidade não standard da humanidade terrícola.
     
     
    =============================================================
    é porque vivemos em um universo determinista, onde todo o roteiro está escrito.
      
    Acho que é por isso que o administrador pensa que não existe livre-arbítrio. Somos todos personagens de um filme que passa na zona do crepúsculo
    .
    =============================================================
    Neste ponto a Casa é filosoficamente coerente. O Universo é uma multiplicidade de espaço-tempo já completada.
    Quem não era coerente – pouco surpreendentemente aliás…- era o Kardec que pregava o LA (e os seguidores ainda pregam, claro) e no entanto temos, entre outras passagens, na #257:
    Nos primeiros instantes que se seguem à morte, a visão do Espírito é sempre turbada e confusa. Aclara-se, à medida que ele se desprende, e pode alcançar a nitidez que tinha durante a vida terrena, independentemente da possibilidade de penetrar
    através dos corpos que nos são opacos. Quanto à sua extensão através do espaço indefinito, do futuro e do passado, depende do grau de pureza e de elevação do Espírito
    .

    o ad ocmente.
    One very important concept in a study of thermodynamics is energy. Energy is a fundamental
    concept, such as mass or force, and, as is often the case with such concepts, it is very difficult
    to define. Energy has been defined as the capability to produce an effect. Fortunately the
    word energy and the basic concept that this word represents are familiar to us in everyday
    usage, and a precise definition is not essential at this point.
    Energy can be stored within a system and can be

  334. Gorducho Diz:

    O restante pós itálico é uma passagem do livro de termodinâmica do Sonntag no qual me inspirei sobre essa característica que têm conceitos fundamentais de não serem mui bem expressáveis em termos de outros conceitos; ficando muito na base da intuição mesmo.

  335. Marciano Diz:

    Não esculache, Sr. Presidente. Está no Houaiss:
    fugacidade Datação: 1622-1682

    ? substantivo feminino
    1 qualidade, atributo do que é fugaz
    2 fuga desordenada e rápida
    3 movimento acelerado; grande velocidade
    4 Derivação: sentido figurado.
    característica do que é transitório, passageiro, do que não perdura; transitoriedade, efemeridade
    Ex.: f. da vida

     
    fugaz Datação: 1611

    ? adjetivo de dois gêneros
    1 que tem rapidez; rápido, ligeiro, veloz
    2 Derivação: sentido figurado.
    que desaparece rapidamente, que dura muito pouco; efêmero, passageiro
     
    Note que o vocábulo data do século XV.
    E já estava escrito que eu escreveria isto e aquilo, e quanto mais houver de escrever. Ou não.

  336. Marciano Diz:

    O autor do livro se chama Domingo? Dia do Sol?

  337. MONTALVÃO Diz:

    /
    Não esculache, Sr. Presidente. Está no Houaiss:
    fugacidade DATAÇÃO: 1622-1682
    .
    Note que o vocábulo data do século XV.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: séc. 15, 1622-1682?

  338. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Estou moído feito um saco de pancada.
    Volto assim que me sentir melhor. Desculpem a fugacidade. É que estou quase que clinicamente morto.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: fugacidades à parte: quequi houve? Dengue, surra?

  339. Marciano Diz:

    Século XVII. Falha nossa.
    Surra.
    Carga, chegadela, coça, esfrega, malha, moedela, pancadaria, pisa, pola, roda-de-pau, sova, tareia, tosa, tosquiadela, trepa, tunda, zurzidela e (bras.) bababi, bate-bate, biaba, bordoeira, buduna, camaçada, chá-de-casca-de-vaca, fubeca, fubecada, mela, muxinga, piau, refresco, sapeca, sumanta, sunfa, tasca, tuzina, vareio.
    Tudo isto.

  340. Marciano Diz:

    Outro dia eu conto, de preferência, em outras plagas.

  341. Marciano Diz:

    Nunquam fuit vulpes adeo ingeniosa quae quandoque non caderet in laqueum venatoris.
    Nunca houve raposa tão inteligente que alguma vez não caísse no laço do caçador.
    Em outras palavras, todo caçador tem seu dia de caça.

  342. Marciano Diz:

    Flagitium est foris sapere, tibi non posse auxiliari.
    In victoria vel ignavis gloriari licet; adversae res etiam bonos detractant.
    Na vitória, até os covardes podem vangloriar-se; a derrota envergonha até os bravos :oops:
    Cedere maiori non est pudor inferiori.
    Honesta mors praestat turpi vitae.
    Mors servituti turpitudinique anteponenda.

  343. Marciano Diz:

    O bom de saber latim é que se vai levando paulatinamente.
    Nanus cum sis, cede.
    Might is above right.
    La raison du plus fort est toujours la meilleure.
    No hay tal razón como la del bastón.
    Semel abbas, semper abbas. Mendacia!
    On the other side, levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima.
    Nem tudo está perdido. Constantia comes victoriae.
    Doctrina est fructus dulcis radicis amarae.
    O saber é um fruto doce de uma raiz amarga. Aprende chorando e rirás ganhando.
    Desolatio est indicium proximae consolationis.
    On apprend em faillant.
    Nimia fiducia quantae calamitati solet esse.
    A que grandes desastres costuma conduzir o excesso de confiança.
    Nimia securitas saepe in periculum homines ducit.
    O excesso de confiança muitas vezes leva o homem ao perigo.

  344. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “engraçado… achas mentira onde mentiras não cabem, quanto muito equívocos de apreciação, entretanto não vês as mentirosadas de seus gurus, qual a super-mentira de Swann, de ter visto peladões na lua;”
    .
    Não é mentira, são exteriorizações de sua mente inconsciente, uma vez que Swann era adepto da Cientologia.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “as mentiras de Sheldrake de fingir não perceber que sua teoria dos campos mórficos não faz o menor sentido”
    .
    Meu caro, o Sheldrake sequer pode se defender das críticas de Pracontal, já que o livro dele nunca foi publicado em inglês.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “ou de insistir que Wiseman achou telepatia canina quando o próprio nega, de alegar que donos de cães deparam a telepatia canina…”
    .
    Achar ele achou, já que mais de dez anos depois ele admitiu que replicou os dados de Sheldrake. Mas antes de aceitar a telepatia inter-espécies, quer mais experimentos. É claro que ele pulou fora antes que isso ocorresse :-)
    .
    MONTALVÃO DISSE: “pô, postei-lhe um flashback altamente esclarecedor e sua réplica se resume numa frase que isolou do contexto? TÁ DOIDO, SÔ? Al´-em de não reler as discussões havidas ainda não lê as postagens recentes… Assim não dá, assim não é possível!”
    .
    Aqui é só mimimi…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “o que você realiza é sua má tradução das declarações de Wiseman: retirar frases do contexto permite qualquer leitura maluca. Põe um cima do muro quem tem opinião definida em relação à telepatia geral, que dirá a respeito dessa doideira de cães telepatas…”
    .
    Mais mimimi… minha interpretação está correta, assim como estava correta minha interetação de que afirmou que era parapsicólogo quando ele respondeu a minha pergunta direta que enviei por email e vc e o Marciano ficaram me criticando por isso, buscando outra interpretação, e depois achei uma entrevista em que ele mesmo se dizia parapsicólogo. ;)
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Se seu próprio guru Sheldrake fez as afirmações…”
    .
    Sim, Montalvão, só que o Wiseman após pressão de cientistas, editores, jornalistas, escritores, críticos, ele teve de voltar atrás em suas afirmações. Fez isso dez anos depois. Não adianta vc pegar frases do Sheldrake sobre o Wiseman ANTES da admissão do próprio de ter replicado os estudos do Sheldrake, e que ele não refutou o fenômeno da telepatia inter-espécies.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “talvez em feiúra eu seja comparável ao Mendes; embora meu orgulho negue veementemente; mas em raciocínio falacioso o melhor a ele comparável é alguém cujo nome começa por VI e termina por SONI…”
    .
    É falacioso você pegar frases do Sheldrake sobre o Wiseman antes da admissão do Wiseman. Você pegou coisas referentes a 1998! O Wiseman só foi admitir que NÃO REFUTOU e que REPLICOU os estudos cerca de dez anos depois. Daí a falácia da sua argumentação. E vc fica de mimimi, dizendo que minha interpretação está errada, mas não aponta ONDE está o erro, diz que tirei do contexto mas não mostra O CONTEXTO, enfim, enrola, enrola e só enrola ;)

  345. MONTALVÃO Diz:

    /
    “A que grandes desastres costuma conduzir o excesso de confiança.
    Nimia securitas saepe in periculum homines ducit.
    O excesso de confiança muitas vezes leva o homem ao perigo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: EM SUMA: melhor um covarde vivo que um valente morto…

  346. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “engraçado… achas mentira onde mentiras não cabem, quanto muito equívocos de apreciação, entretanto não vês as mentirosadas de seus gurus, qual a super-mentira de Swann, de ter visto peladões na lua;”
    .
    VISONI: Não é mentira, são exteriorizações de sua mente inconsciente, uma vez que Swann era adepto da Cientologia.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ah, agora desentendi: cientologistas costumam ver desnudos em Selenia… eles também acreditam que possuem uma tal de visão remota, acredita?
    .
    Bela explicação ceentífica essa sua…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “as mentiras de Sheldrake de fingir não perceber que sua teoria dos campos mórficos não faz o menor sentido”
    .
    VISONI: Meu caro, o Sheldrake sequer pode se defender das críticas de Pracontal, já que o livro dele nunca foi publicado em inglês.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sorte dele então: senão veríamos mais um festival de baboseiras autolouvativas. De qualquer modo, chamo-lhe a atenção para o fato de que nem Sheldrake dá sua ideia torta por correta: ele sempre se pronuncia no condicional, tipo: “se os campos mórficos existirem, então…tchan, tchan, tchan…”
    .
    De mais a mais se fosse só o Pracontal a pracontar as alegações de Sheldrake pro lixo, talvez até merecesse registro o que diz.
    .
    Coisa curiosa, não? O livro de Michel de Pracontal tem até em português que, apesar de ser uma das dez mais faladas, não é prestigiada no cenário mundial intelectual: desta vez batemos os irmãos do norte…
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “ou de insistir que Wiseman achou telepatia canina quando o próprio nega, de alegar que donos de cães deparam a telepatia canina…”
    .
    VISONI: Achar ele achou, já que mais de dez anos depois ele admitiu que REPLICOU OS DADOS de Sheldrake. Mas antes de aceitar a telepatia inter-espécies, quer mais experimentos. É claro que ele pulou fora antes que isso ocorresse
    /.
    CONSIDERAÇÃO: replicar dados… sabe dizer o que isso significa? Conheço replicar experimentos, estudos…
    .
    O sentido primário de “replicar” é o de contestar, porém em ciência significa repetir o experimento e encontrar iguais resultados. Aí Sheldrake e seu pupilo Visoni querem de todo jeito fazer com que Wiseman confesse ter achado o que ele diz que não achou;
    .
    Ora, se o próprio Sheldrake reclama exatamente disso: que Wiseman afirmou não ter topado a telepatia canina, vai você querer saber mais que o experimentador? Vai querer mudar a alegação dele só na base da retórica?
    .
    O que está dizendo e querendo nos fazer engulir é o seguinte (na sua cabeça): “Wiseman encontrou a telepatia canina, mas, coitadinho, disso não se apercebeu (ou não quis passar o vexame de reconhecê-lo), mas quando foi devidamente pressionado não suportou e confessou! Fala sério, PÔ!
    .
    Wiseman declarou: necessário mais experimentos e controles mais rigorosos, então como é que teria replicado o experimento? Só se replicou apenas “os dados” que, como nada significa, pode ser afirmado à vontade que não faz diferença.
    .
    Entenda: quanto mais escandalosa a alegação, tanto mais replicações são necessárias, e a telepatia canina é alegação escandalosíssissississississima! Sendo assim, ainda que Wiseman dissesse: “realmente, sou obrigado a admitir que os cães parecem receber toques telepáticos”, coisa que ele não fez, ainda assim seriam apenas dois experimentadores a proferirem o despautério, muitos mais experimentações seriam necessárias. Entretanto, com o primeiro que teve o saco de pôr as alucinações de Sheldrake em teste o carro já atolou!
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “pô, postei-lhe um flashback altamente esclarecedor e sua réplica se resume numa frase que isolou do contexto? TÁ DOIDO, SÔ? Al´-em de não reler as discussões havidas ainda não lê as postagens recentes… Assim não dá, assim não é possível!”
    .
    VISONI: Aqui é só mimimi…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: mimimi não replicado é mimimi acatado…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “o que você realiza é sua má tradução das declarações de Wiseman: retirar frases do contexto permite qualquer leitura maluca. Põe um cima do muro quem tem opinião definida em relação à telepatia geral, que dirá a respeito dessa doideira de cães telepatas…”
    .
    VISONI: Mais mimimi… minha interpretação está correta, assim como estava correta minha interetação de que afirmou que era parapsicólogo quando ele respondeu a minha pergunta direta que enviei por email e vc e o Marciano ficaram me criticando por isso, buscando outra interpretação, e depois achei uma entrevista em que ele mesmo se dizia parapsicólogo.
    ./
    CONSIDERAÇÃO: que seja, isso não muda nada: Wiseman é um pesquisador das alegações psi, que as contesta! Se quer que um cético que realize experimentos psi, a fim de conferir se deles sai algo de útil, seja qualificado parapsicólogo, sem problema: pronto, resolvido…
    .
    Levando por sua cabeça, quase todos aqui somos parapsicólogos: Gorducho, Marciano, Toffo, G.Poa, Moi, Larissa, Visoni, Arduin…
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “Se seu próprio guru Sheldrake fez as afirmações…”
    .
    VISONI: Sim, Montalvão, só que o Wiseman após pressão de cientistas, editores, jornalistas, escritores, críticos, ele teve de voltar atrás em suas afirmações. Fez isso dez anos depois. Não adianta vc pegar frases do Sheldrake sobre o Wiseman ANTES da admissão do próprio de ter replicado os estudos do Sheldrake, e que ele não refutou o fenômeno da telepatia inter-espécies.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: meu caro, conforme lhe falei: você tenta por todos os meios fazer o sujeito admitir que errou. Se das conversas havidas não se convenceu de seu maldoso erro não tenho a palavra mágica que fa-lo-á entender. Faço como o Gorducho: entrego-lhe as cartas…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “talvez em feiúra eu seja comparável ao Mendes; embora meu orgulho negue veementemente; mas em raciocínio falacioso o melhor a ele comparável é alguém cujo nome começa por VI e termina por SONI…”
    .
    VISONI: É falacioso você pegar frases do Sheldrake sobre o Wiseman antes da admissão do Wiseman. Você pegou coisas referentes a 1998! O Wiseman só foi admitir que NÃO REFUTOU e que REPLICOU os estudos cerca de dez anos depois. Daí a falácia da sua argumentação. E vc fica de mimimi, dizendo que minha interpretação está errada, mas não aponta ONDE está o erro, diz que tirei do contexto mas não mostra O CONTEXTO, enfim, enrola, enrola e só enrola
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pô, você é mais difícil que a nega do Tião Macalé! Para abreviar essa insossa conversa, basta ter em mente que quem diz que Wiseman replicou a experiência (e o resultado) é o Sheldrake: mostre real e inequívoca declaração do Wiseman reconhecendo isso e o motivo de antes ter negado e agora aceito. Aproveite para consertar a contradição em que caiu, pois comentário atrás disse que Wiseman dizia ser o trabalho insuficiente para uma conclusão firme, agora vem garantir que ele reconhece ter replicado! Acerte-se primeiro consigo e depois tente explicar ao mundo…
    .
    Por fim, e para ficar bonito no retrato, demonstre como é que um pesquisador que afirma taxativamente que “PSI NÃO EXISTE”, poderia validar essa excrementícia ideia de que cães são telepatas?
    .
    Faça isso e conquistará nossos corações…
    .
    O André Luiz, que é firme crente no paranormal e forte crítico dos críticos, disse sobre Wiseman:
    /
    =====================.
    “Carter (2010), analisando um artigo de Wiseman apresentado na The Skeptical Inquirer (2010), levantou as principais críticas deste auto-aclamado cético em relação ao fenômeno psi. Vejamos. WISEMAN ESCREVE QUE APÓS MAIS DE 60 ANOS DE EXPERIMENTAÇÃO, PESQUISADORES FALHARAM EM ALCANÇAR UM CONSENSO SOBRE A EXISTÊNCIA DE PSI.”
    /

    Wiseman em seguida afirma que a maioria dos experimentos na parapsicologia não alcança resultados significativos.”
    /
    “Wiseman também observa que os achados positivos de parapsicólogos surgem de uma massa de estudos não significativos, sugerindo, portanto, que o caso de reporte seletivo (ou efeito filedrawer) poderia reduzir a significância estatística ao nível do acaso.”
    /
    “Wiseman ainda sustenta que parapsicólogos justificam qualquer falha de replicação a possíveis modificações no procedimento experimental ou então apelam para o efeito [negativo] do experimentador, e nunca admitem a não existência de psi.”
    /
    “Ao contrário de parapsicólogos serem teimosamente relutantes em não admitir a inexistência de psi, Wiseman é quem possui o histórico de distorção de resultados em favor da hipótese nula, para teimosamente não admitir a existência de psi.”
    ==================================.
    /
    Então, esclareça com sua cabeça: como alguém que renega a realidade de PSI pode reconhecer a realidade da telepatia canina?
    Veja só, o investigador diz: “PSI NÃO EXISTE”, aí vem o Visoni e arremata: “mas a telepatia canina você reconheceu, não adianta negar!”
    .
    Brilhante!

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    Em recente livro publicado por Wiseman ele mantém plena negação da existência do paranormal. Veja e reveja sua torta ideia de que o sujeito admitiu ter replicado a telepatia da canina loucura sheldrakeana…
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    Paranormalidade: The Science of the Supernatural Paperback – 15 Jan 2015
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    Por Richard Wiseman
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    “As pessoas são emocionalmente atraídas pelo sobrenatural. Eles querem ativamente que as coisas estranhas e assustadoras sejam verdadeiras. . . Wiseman nos mostra uma alegria mais elevada à medida que ele amoleta os charlatões paranormais, sopra o nevo psíquico e deixa a luz clara da razão. (Richard Dawkins)
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    O PROFESSOR RICHARD WISEMAN É CLARO SOBRE UMA COISA: FENÔMENOS PARANORMAIS NÃO EXISTEM. Mas da mesma forma que a ciência das viagens espaciais transforma nossa vida cotidiana, então a pesquisa em telepatia, adivinhação e experiências fora do corpo produz insights notáveis sobre nossos cérebros, comportamentos e crenças. Paranormalidade embarca em uma perseguição de fantasmas selvagens nesta nova ciência do sobrenatural e está repleta de atividades que permitem experimentar o impossível. Então, jogue fora seus cristais, abandone seus encantos de sorte e cancele sua inscrição no Reincarnation Weekly. É hora de descobrir os verdadeiros segredos do paranormal.
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    https://www.amazon.co.uk/gp/product/1447273397/ref=as_li_tl?ie=UTF8&camp=1634&creative=6738&creativeASIN=1447273397&linkCode=as2&tag=httpricharcom-21
    =====================.

  347. Bola de Neve Diz:

    Com toda a sinceridade, nemli. Só li o resumo. Mas uma pergunta: não pode ser causação por influência direta da ordem presente->futuro mesmo? Uma influência desconhecida ainda.

  348. Bola de Neve Diz:

    É que eu não entendi pelo resumo o que há que signifique necessariamente uma interpretação na retrocausação.

  349. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “ah, agora desentendi: cientologistas costumam ver desnudos em Selenia… Bela explicação ceentífica essa sua…”
    .
    A Cientologia possui várias e várias crenças estranhas. E o mesmo tipo de explicação foi oferecido por Leshan quando a alguns dizeres do “profeta adormecido”.
    .
    /
    MONTALVÃO DISSE: “De qualquer modo, chamo-lhe a atenção para o fato de que nem Sheldrake dá sua ideia torta por correta: ele sempre se pronuncia no condicional, tipo: “se os campos mórficos existirem, então…tchan, tchan, tchan…”
    .
    O verdadeiro cientista, Montalvão, está sempre disposto a mudar de opinião.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Levando por sua cabeça, quase todos aqui somos parapsicólogos: Gorducho, Marciano, Toffo, G.Poa, Moi, Larissa, Visoni, Arduin…”
    .
    Truzzi diz:
    .
    Unfortunately, the label “parapsychologist” is freely used by many so-called students of psychic phenomena who have no relevant scientific credentials whatsoever.This badly misleads the general public in that many prominent so-called parapsychologists, who write books on the subject and appear on television talk shows, simply adopt the label without credentials. The Parapsychological Association (PA), an organization that carefully screens members for their scientific credentials, was created in 1957 and gained affiliation with the American Association for the Advancement of Science (AAAS) in 1969. Unless someone is a member of the PA, his/her claim to being a parapsychologist should be questioned.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Para abreviar essa insossa conversa, basta ter em mente que quem diz que Wiseman replicou a experiência (e o resultado) é o Sheldrake: mostre real e inequívoca declaração do Wiseman reconhecendo isso e o motivo de antes ter negado e agora aceito.”
    .
    PUTZ, JÁ POSTEI DEZENAS DE VEZES QUE O WISEMAN ADMITIU ELE PRÓPRIO TER REPLICADO. DE NOVO:
    .
    Alex Tsakiris: You know, I wonder if there’s any way to go back and re-analyze some of the work that you and Rupert did with the J.T. experiments? I mean, there’s still the videos, there’s still the data. He’s still out there suggesting that when you take your data and you plot it with his criteria, it’s a replication of his work. Is there some way to take that data and take a fresh look at it and see if it really is robust in that way? And it really can be – and it’s one experiment, I mean, let’s get that clear, too…
    .
    Dr. Richard Wiseman: Well, yeah, I mean, I suspect it’s quite problematic because it depends how the data is collected, so I don’t think there’s any debate, but the patterning in my studies are the same as the patterning in Rupert’s studies. That’s not up for grabs. That’s fine. It’s how it’s interpreted.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Então, esclareça com sua cabeça: como alguém que renega a realidade de PSI pode reconhecer a realidade da telepatia canina?”
    .
    Ele reconheceu (após muito custo) que os dados são interessantes. Reconheceu também que a pesquisa dele NÃO REFUTA a pesquisa de Sheldrake. Reconheceu também que a pesquisa dele REPLICA a pesquisa de Sheldrake. Porém ele não reconheceu a existência de telepatia canina porque quer mais experimentos (os próprios experimentos dele foram insuficientes para chegar a uma firme conclusão numa direção ou noutra). Ok? Entendeu tudinho agora?
    .

    MONTALVÃO DISSE: “Em recente livro publicado por Wiseman ele mantém plena negação da existência do paranormal. Veja e reveja sua torta ideia de que o sujeito admitiu ter replicado a telepatia da canina loucura sheldrakeana…”
    .
    Plena negação? Você leu o livro ou só a chamada para o livro? Ele diz: why would I waste my time
    looking at the possible reality of things that probably didn’t exist?

    .
    E ele não afirma ter refutado o fenômeno da telepatia inter-espécies em NENHUMA parte do livro. Ele muda completamente de assunto, dizendo: “the interesting question is not whether animals really have psychic gifts, but rather, why might people come to believe that they have a psychic bond with their pet? The answer tells us a great deal about one of the most fundamental ways in which we think about the world.

  350. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    É que eu não entendi pelo resumo o que há que signifique necessariamente uma interpretação na retrocausação.
    ==============================================================
    Se o médium faz um esboço preciso de foto que sairá num grande jornal – e portanto ninguém em juízo perfeito cogita que a editoria possa ser influenciada – será visão de fato “futuro”.
    Claro: pra isso será necessário desenvolver protocolos bem precisos pra evitar generalidades e que fique bem documentado previamente quando houve visão e o setor específico de qual jornal é o alvo.

  351. MONTALVÃO Diz:

    /
    Bola de Neve Diz:
    .
    Com toda a sinceridade, nemli. Só li o resumo. Mas uma pergunta: não pode ser causação por influência direta da ordem presente->futuro mesmo? Uma influência desconhecida ainda.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nem isso, amigo, essas precognições ditas paranormais podem ser explicadas por mecanismos normais, nada de desconhecido, pois; e essa doidice de que o futuro influencia o passado é só isso mesmo: doidice.

  352. MONTALVÃO Diz:

    /
    O Visoni, que agora se dedica à faina de caçar céticos mentirosos (todos ou quase todos, no ver dele), deveria se exercitar com seu guru, o Sheldrake. Do blog do sujeito tirei a joia que segue. O desafio é contar quantas mentiras estão contidas…
    .
    A tradução é do Google.
    /
    /
    Ceticismo dogmático
    Por Rupert Sheldrake Pensamento de
    Jonathan Cainer para o dia , Daily Mirror 22 de janeiro de 2004
    .
    Na semana passada, participei de um debate público sobre telepatia na Royal Society of Arts de Londres. O meu oponente foi o professor Lewis Wolpert, um pilar do estabelecimento científico.
    .
    O PROFESSOR WOLPERT AFIRMOU QUE A TELEPATIA NÃO EXISTIA. Ele não forneceu nenhuma evidência para essa opinião. Ele continuou repetindo, implicando que aqueles que não estavam de acordo com ele devem ter algo de errado com eles.
    .
    QUANDO RESUMI EVIDÊNCIAS DE TELEPATIA DE MILHARES DE TESTES CIENTÍFICOS E MOSTRAVA UM VÍDEO DE EXPERIÊNCIAS RECENTES, ELE DESVIOU O OLHAR DA TELA.ELE NÃO QUERIA SABER.
    .
    Mais de 80 por cento do público discordou dele.
    .
    A GRANDE MAIORIA EXPERIMENTOU TELEPATIA, ESPECIALMENTE EM RELAÇÃO AOS TELEFONEMAS, PENSANDO EM ALGUÉM QUE TOCOU.
    .
    Existe uma situação semelhante no país como um todo. A maioria das pessoas acredita em poderes psíquicos porque os experimentou pessoalmente OU OS VIU EM SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO.
    .
    No entanto, UMA MINORIA afirma que essas habilidades são impossíveis e descartá-las como superstição. Normalmente, eles nunca se deram a mano para olhar os fatos. Como o Prof. Wolpert, eles acreditam que já conhecem a verdade. Mas a ciência não é sobre dogma, mas sobre evidências.
    .
    Como discuti nesta coluna nos últimos dois meses, OS FATOS APÓIAM FORTEMENTE A EXISTÊNCIA DE HABILIDADES PSÍQUICAS. É científico aceitar essas habilidades com base em evidências, E não científico para negá-los com base na ignorância. É claro que o ceticismo é necessário e saudável, e seríamos tolos acreditar em tudo o que nos dizem. Mas o ceticismo genuíno é uma pesquisa aberta, não uma negação (veja o excelente site http://www.skepticalinvestigations.org ).
    .
    Por que algumas pessoas têm tanto medo da telepatia?
    .
    Talvez porque eles temem que outros invadem sua privacidade mental, ou saibam o que estão pensando. Algumas pessoas também rejeitam a telepatia porque vão contra a crença de que a mente está confinada no interior da cabeça e não é mais que a atividade do cérebro. A telepatia implica que estamos interligados com pessoas e animais que nos sentimos próximos. Para a maioria das pessoas isso é reconfortante, não assustador.
    .
    http://www.sheldrake.org/reactions/dogmatic-scepticism

  353. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Mais mimimi… minha interpretação está correta, assim como estava correta minha interetação de que afirmou que era parapsicólogo quando ele respondeu a minha pergunta direta que enviei por email e vc e o Marciano ficaram me criticando por isso, buscando outra interpretação, e depois achei uma entrevista em que ele mesmo se dizia parapsicólogo. :wink:
    ===============================================================
     
    Mas você vive malhando o Wiseman, como se ele fora um Dumbman ou um Foolman.
     
    BOLA DE NEVE, em primeiro lugar, prazer em conhecê-lo.
    Em segundo lugar, você acaso é membro da Igreja Bola de Neve ou é apenas coincidência?
    http://boladeneve.com/quem-somos-194
     
     
    ===============================================================
    Unless someone is a member of the PA, his/her claim to being a parapsychologist should be questioned.
    ===============================================================
     
    O WISEMAN é membro ATUAL da PA?
    Se não é, VOCÊ não pode dizer que ele é parapsicólogo.
    Nem pode dizer que o Presidente e este cisco, etc. de undécimo secretário ficam de mimimi.
     
     
    ===============================================================
    Por que algumas pessoas têm tanto medo da telepatia?
    .
    Talvez porque eles temem que outros invadem sua privacidade mental, ou saibam o que estão pensando.

    ===============================================================
     
    En avant, telepatas do mundo. Uni-vos e digam o que estou pensando no momento em que escrevo estas linhas.
    Estou pensando numa coisa bem nítida.

  354. Bola de Neve Diz:

    GORDUCHO: E aí que está. Em se tratando de casos paranormais, retrocausação ou causação, não há motivos para escolher uma quando os efeitos também podem ser paranormais e na direção esperada. Fica a dúvida de como essas influências se dariam, como ficaria a dúvida de como influências de retrocausação se dariam. Mas, dúvida por dúvida, eu não sei por quê uma é melhor que a outra.

    MONTALVÃO: Entre a doidice de que há fenômenos paranormais e a de que há fenômenos paranormais que também causam retrocausação a última sem dúvida é a mais complexa e mais difícil de aceitar, mas o tópico de paradoxos e necessidades temporais também é muito complexo. Se não pode haver contradições de facto no mundo e se há paranormalidade de vistas ao passado ou ao futuro, isso não implicaria em algum tipo de retrocausação?

    MARCIANO: É apenas uma referência ao Bola de Neve, personagem da Revolução dos Bichos.
    E se realmente fosse o caso de algum telepata saber o que o sr. está pensando, acho que seria útil alguém o ‘ouvir’ no mesmo instante. Não creio que postar aqui, sem controle, leve a muita coisa. Mas eu sei que era in jest.

  355. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    Em se tratando de casos paranormais, retrocausação ou causação, não há motivos para escolher uma quando os efeitos também podem ser paranormais e na direção esperada. Fica a dúvida de como essas influências se dariam, como ficaria a dúvida de como influências de retrocausação se dariam. Mas, dúvida por dúvida, eu não sei por quê uma é melhor que a outra
    ==============================================================
    Se está querendo dizer que o fato do(s) ou da(s) médiuns que esperamos vir a testar enxergarem a edição futura dum jornal não significa retrocausação: claro que não.
    Esse termo foi posto pela Administração não por mim. Se acaso pus foi por lapso induzido pela Casa.

  356. Marciano Diz:

    Oi, Bola de Neve.
    Quer dizer, então, que é leitor de G. Orwell. Tem bom gosto.
     
    O meu repto foi 50% in jest, sendo a outra metade séria, pois, embora não servisse de prova científica para os demais, para mim, seria o caso de repensar tudo do “A”.
     
    Embora minha crença em telepatia → 0, seria o caso de repetir o teste e considerar a possiblidade de que o suposto telepata estive, de alguma forma, captando o que eu estaria a imaginar.

  357. Marciano Diz:

    “Estive” deve ser lido como “estivesse”.
    O itálico deve ser imaginado como fechado, após “jest”.

  358. Marciano Diz:

    Teste:

    x
    =


    b
    ±

    b
    2


    4
    a
    c

    2
    a

  359. Marciano Diz:

    Se não der certo, desisto:

    f

    (
    a
    )

    =

    1

    2
    ?

    i

    ?

    ?

    f
    (
    z
    )

    z
    ?
    a

    d
    z

  360. Marciano Diz:

    Engraçado é o fato de que nas w3 renderiza f ( a ) = 1 2 π i ∮ γ f ( z ) z − a d z
    Vá se entender.

  361. Marciano Diz:

    Não consigo inserir as frações. Nem radiciação.
    Sinto que falta pouco, mas estou diante de uma barreira intransponível.
    ∫ D ( ∇⋅ F ) d V = ∫ ∂ D   F ⋅ n d S

  362. Marciano Diz:

    Alguma dica, Gorducho?

  363. MONTALVÃO Diz:

    /
    CONTINUANDO O TRATAMENTO DA SENILIDADE PRECOCE DE QUEM NÃO SE SABE QUEM…
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “ah, agora desentendi: cientologistas costumam ver desnudos em Selenia… Bela explicação ceentífica essa sua…”
    .
    VISONI: A Cientologia possui várias e várias crenças estranhas. E o mesmo tipo de explicação foi oferecido por Leshan quando a alguns dizeres do “profeta adormecido”.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: continua mal de gurus… Leshan, outro doidão…
    .
    O “profeta dorminhoco” era um rematado aldrabão e bem acordado, dormiu o Leshan e quem a ele deu/dá ouvidos…
    .
    É fato que a Cientologia possui crenças estranhas, mas não é fato que essas estranhas crenças fomentem visões quais as malandradas de Swann…
    .
    Suas “expricações” são bem cientológicas…
    .
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “De qualquer modo, chamo-lhe a atenção para o fato de que nem Sheldrake dá sua ideia torta por correta: ele sempre se pronuncia no condicional, tipo: “se os campos mórficos existirem, então…tchan, tchan, tchan…”
    .
    VISONI: O verdadeiro cientista, Montalvão, está sempre disposto a mudar de opinião.
    ./
    CONSIDERAÇÃO: realmente… o verdadeiro cientista…
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Levando por sua cabeça, quase todos aqui somos parapsicólogos: Gorducho, Marciano, Toffo, G.Poa, Moi, Larissa, Visoni, Arduin…”
    .
    Truzzi diz:
    .
    Unfortunately, the label “parapsychologist” is freely used by many so-called students of psychic phenomena who have no relevant scientific credentials whatsoever.This badly misleads the general public in that many prominent so-called parapsychologists, who write books on the subject and appear on television talk shows, simply adopt the label without credentials. The Parapsychological Association (PA), an organization that carefully screens members for their scientific credentials, was created in 1957 and gained affiliation with the American Association for the Advancement of Science (AAAS) in 1969. Unless someone is a member of the PA, his/her claim to being a parapsychologist should be questioned.
    /
    Infelizmente, o rótulo “parapsicólogo” é usado livremente por muitos chamados estudantes de fenômenos psíquicos que não possuem credenciais científicas relevantes. Isso engana muito o público em geral em muitos proclamados parapsicólogos, que escrevem livros sobre o assunto e aparecem Em programas de televisão, simplesmente adote o rótulo sem credenciais. A Associação de Parapsicologia (PA), uma organização que cuidadosamente examina os membros para suas credenciais científicas, foi criada em 1957 e ganhou filiação com a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) em 1969. A menos que alguém seja membro da PA, seu A sua reivindicação de ser um parapsicólogo deve ser questionada.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: neste caso, o único parapsicólogo cá será o ausente Sandro Fontana, visto que inscrito na PA… a não ser que você, Visoni, também o seja, caso em que também poderá usar o “rótulo”… gente coisa é outra fina…
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “Para abreviar essa insossa conversa, basta ter em mente que quem diz que Wiseman replicou a experiência (e o resultado) é o Sheldrake: mostre real e inequívoca declaração do Wiseman reconhecendo isso e o motivo de antes ter negado e agora aceito.”
    .
    VISONI: PUTZ, JÁ POSTEI DEZENAS DE VEZES QUE O WISEMAN ADMITIU ELE PRÓPRIO TER REPLICADO. DE NOVO:
    .
    /
    “ALEX TSAKIRIS: Você sabe, eu me pergunto se há alguma maneira de voltar e reanalisar alguns dos trabalhos que você e Rupert fizeram com o J.T. Experimentos? Quero dizer, ainda existem os vídeos, ainda existem dados. Ele ainda está sugerindo que, quando você tira seus dados e o trate com seus critérios, é uma replicação de seu trabalho. Existe alguma maneira de tirar esses dados e dar uma nova olhada e ver se ele é realmente robusto dessa maneira? E realmente pode ser – e é uma experiência, quero dizer, vamos deixar isso claro também …
    .
    DR. RICHARD WISEMAN: Bem, sim, quero dizer, eu suspeito que é bastante problemático porque depende de como os dados são coletados, então eu não acho que haja nenhum debate, mas o padrão em meus estudos é o mesmo que o padrão em Rupert’s Estudos. Isso não está por ganhar. Isso é bom. É assim que é interpretado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: putz&grilo! Se isso é admitir que replicou… Wiseman diz: os dados são os mesmos, mas a interpretação… Sheldrake chama brasa para sua sardinha louca, Wiseman tem juízo: eis a diferença!
    .
    Se um doido lhe diz que é prova de telepatia atender ao telefone (nos tempos em que não havia celular, nem bina) e intuir acertadamente quem está ligando; se um malucão afirma que donos de cachorros têm experiências telepáticas com seus pets, e você acredita, então são dois doudos!
    .
    Por mais curiosas que sejam as movimentações de Jaytee e por mais experiências deslumbradas que tenha feito o crentulho, nada disso é suficiente para dar uma unhinha de legitimidade à fantasia.
    .
    Telepatia canina, felina e outras, se houvesse, os que lidam com animais relatariam com frequência regular ocorrências sugestivas. O que ocorre é que algumas pessoas, admiradoras do mistério e do sobrenatural, tendem atribuir ao desconhecido ocorrências atípicas. Se essas vão a palestras sheldrakeanas e ouvem que quando o animal cai do caminhão de mudança e acha o caminho para o novo endereço trata-se de telepatia, a coisa trumbica de vez. A partir de então, um monte de gente passa a vivenciar “eventos telepáticos” com animais… triste mas verdadeiro…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Então, esclareça com sua cabeça: como alguém que renega a realidade de PSI pode reconhecer a realidade da telepatia canina?”
    .
    VISONI: Ele RECONHECEU (após muito custo) QUE OS DADOS SÃO INTERESSANTES. Reconheceu também que a pesquisa dele NÃO REFUTA a pesquisa de Sheldrake. Reconheceu também que a pesquisa dele REPLICA a pesquisa de Sheldrake. Porém ele não reconheceu a existência de telepatia canina porque quer mais experimentos (os próprios experimentos dele foram insuficientes para chegar a uma firme conclusão numa direção ou noutra). Ok? Entendeu tudinho agora?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: então, refaço a inquirição:
    ./
    ESCLAREÇA COM SUA CABEÇA: como alguém que renega a realidade de PSI, o que leva de reboque a telepatia canina, pôde replicar a realidade da telepatia canina?”
    ./
    A não ser que esteja querendo dar significado PARTICULAR ao termo “replicar”, o que defende não faz o menor sentido. Entendeu agora?
    .
    O pedido de Wiseman por novas experimentações não indica que ele esteja em dúvida quanto à realidade do que vem negando há vários anos! Trata-se de extrapolação conclusiva sua, que não guarda harmonia com os fatos.
    /.
    Não queria, mas sou obrigado a prolatar um PUTZ&GRILO elevado a décima potência! Difícil é entender como consegue expressar tão tortuoso raciocínio sem sequer se envergonhar. Ora bolas: o sujeito renega a realidade de PSI e você insiste em fazê-lo admitidor da telepatia mais fedorenta que a fedorentice sheldrakeana pôde inventar! Só pode ser codidoido!
    .
    “Reconheceu após muito custo”… Só você mesmo! Reconheceu o quê? Ó, que os dados são “interessantes”… isso eu também reconheço, e vou mais longe, o cérebro do Sheldrake também é muiiiiito “interessante”…
    .
    Neste ponto, só recorrendo à fé: VALEI-ME NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA GROTA FUNDA!

    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Em recente livro publicado por Wiseman ele mantém plena negação da existência do paranormal. Veja e reveja sua torta ideia de que o sujeito admitiu ter replicado a telepatia da canina loucura sheldrakeana…”
    .
    VISONI: Plena negação? Você leu o livro ou só a chamada para o livro? Ele diz: why would I waste my time looking at the possible reality of things that probably didn’t exist?
    (Por que eu desperdiçaria meu tempo olhando a possível realidade de coisas que PROVAVELMENTE não existem?)
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se não for sua intenção mudar o significado de “provavelmente”, o que Wiseman diz é: “as probabilidades comungam contra PSI”, exatamente como postula a Conjetura de Moi, que você tanto “apreceia”…
    .
    Então, é isso mesmo: Wiseman nega a realidade de PSI!
    .
    Respondendo à sua indagação: NÃO, não li o livro, li apenas a chamada e me parece IMROVÁVEL que o resenhador ousasse afirmar que Wiseman negue a realidade de PSI se ele não negasse…
    .
    Resguardadas as proporções, o que Wiseman faz é o que aqui fazemos (os céticos do pedaço): negamos valor de verdade à mediunidade, a PSI, porém examinamos atenta e rigorosamente as alegações contrárias. Afinal, temos que deixar uma porta aberta ao inusitado, caso possa se mostrar verdadeiro: nada é impossível, embora pouco provável…
    ./
    /

    VISONI: E ele não afirma ter refutado o fenômeno da telepatia inter-espécies em NENHUMA parte do livro. Ele muda completamente de assunto, dizendo: “the interesting question is not whether animals really have psychic gifts, but rather, why might people come to believe that they have a psychic bond with their pet? The answer tells us a great deal about one of the most fundamental ways in which we think about the world. (A questão interessante não é se os animais realmente têm sentimentos psíquicos, mas sim, por que as pessoas podem acreditar que têm um vínculo psíquico com seu animal de estimação? A resposta nos diz muito sobre uma das formas mais fundamentais em que pensamos sobre o mundo).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu diria bem parecido:
    /
    A questão interessante não que pessoas acreditem que possa existir a paranormalidade, mas que acreditem terem tido experiências telepáticas umas com as outras!
    /
    Este texto está sendo enviado pelas vias convencionais e por telepatia. Favor acusarem recebimento pelos mesmos caminhos…

  364. Marciano Diz:

    Digamos que eu queira representar a fórmula do desvio padrão
    Sai isto: σ = 1 N ∑ i = 1 N ( x i − μ ) 2 .

  365. Marciano Diz:

    Montalvão, eu recebi seu texto por telepatia, enquanto você o escrevia, mas o sentido ficou desfigurado.
    Achei que você estava escrevendo sobre seus cães e como eles tentam avisar que querem sair para um passeio, mas não conseguem, pois não têm sucesso em enviar suas mensagens nem você captar o que não foi enviado.
     
    Percebi também você escrevendo que o Wiseman continua a replicar experiências estrambóticas do tempo em que era parapsicólogo, e sempre negando o que pensava, mas continuando a declarar-se parapsicólogo e replicando coisas imaginárias.
     
    Vou continuar tentando, pois estou quase chegando ao ponto de receber uma mensagem telepática que faça sentido. Se não de você, dos seus cães.

  366. Marciano Diz:

    Fiz uma busca na página do próprio Wiseman ( https://richardwiseman.wordpress.com/research/academic-papers/ ), mas a mais recente referência que encontrei sobre parapsicologia data de 2010.
    Título: Wiseman, R. (2010). ’Heads I Win, Tails You Lose’: How Parapsychologists Nullify Null Results, Skeptical Inquirer, Vol. 34(1), 36-39, January/February.
     
    Vou tentar reproduzir abaixo o texto, que pode ser rejeitado pelo blog, por ser longo.

  367. Marciano Diz:

    ‘Heads I Win, Tails You Lose’: How Parapsychologists Nullify Null Results
    Feature
    Richard Wiseman
    Skeptical Inquirer Volume 34.1, January / February 2010
     
    Parapsychologists have tended to view positive results as supportive of the psi hypothesis while ensuring that null results don’t count as evidence against it. Here’s how this self-deceptive process works and four suggestions to overcome it.
     

    After more than sixty years of experimentation, researchers have failed to reach a consensus about the existence of psi (psychic ability). Some argue that there exists overwhelming evidence either for or against the psi hypothesis, while others believe that it simply isn’t possible to answer the question one way or the other. One of the main obstacles to closure on the psi question involves the way in which null results are viewed (Alcock 2003). Many parapsychologists have adopted a “heads I win, tails you lose” approach to their work, viewing positive results as supportive of the psi hypothesis while ensuring that null results do not count as evidence against it.

    Cherry-Picking New Procedures
    Parapsychologists frequently create and test new experimental procedures in an attempt to produce laboratory evidence for psi. Most of these studies do not yield significant results. However, rather than being seen as evidence against the existence of psychic ability, such null findings are usually attributed to the experiment being carried out under conditions that are not psi-conducive. They are either never published (the “filedrawer effect,” see Douglas M. Stokes, “The Shrinking File­drawer,” SI, May/June 2001) or are quietly forgotten even if they make it into a journal or conference proceeding. Once in a while one of these studies produces significant results. Such studies frequently contain potential methodological artifacts, in part because they are using new procedures that have yet to be scrutinized by the research community. In addition, the evidential status of these positive findings is problematic to judge because they have emerged from a mass of nonsignificant studies. Nevertheless, they are more likely than nonsignificant studies to be presented at a conference or published in a journal, usually viewed by proponents as tentative evidence for psi, acting as a catalyst for further work.

    To my knowledge, only one paper has revealed an insight into the potential scale of this problem. Watt (2006) summarized all of the psi-related final-year undergraduate projects that have been supervised by staff at Edinburgh University’s Koestler Parapsychology Unit between 1987 and 2007. Watt tracked down thirty-eight projects, twenty-seven of which predicted overall significant performance on a psi task with the remainder predicting significant differences between experimental conditions. The work examined a range of new and established procedures, including, for example, dowsing for a hidden penny, the psychokinetic control of a visual display of a balloon being driven by a fan onto spikes, presentiment of photographs depicting emotional facial expressions, detecting the emotional state of a sender in a telepathy experiment, ganzfeld studies, and card guessing. Interestingly, Watt’s paper also demonstrated a reporting bias. Only seven of the thirty-eight studies had made it into the public domain, presented as papers at conferences held by the Parapsychological Association. All of these papers had predicted overall significant performance on the psi task. There was a strong tendency for parapsychologists to make public those studies that had obtained positive findings, with just over 70 percent (five out of seven) of the studies presented at conferences showing an overall significant result, versus just 15 percent (three out of twenty) of those that remained unreported. Watt’s analysis, although informative, underestimates the total number of psi-related studies undertaken at Edinburgh University because it did not include projects undertaken by students prior to their final year, experiments run by postgraduate students and staff, or any work conducted before 1987. Multiply these figures by the number of parapsychologists who have conducted and supervised psi research across the world over the last sixty years or so, and the scale of the issue becomes apparent.

    Explain Away Unsuccessful Attempted Replications
    If a procedure seems to yield significant psi effects, additional follow-up studies using that procedure are conducted. Although these additional studies occasionally take the form of strict replications, they usually involve some form of variation. If these follow-up studies obtain significant results, they are often the subject of considerable debate: proponents argue that the findings represent evidence of psi, and skeptics scrutinize the work for possible methodological and statistical shortcomings. However, any failure to replicate can be attributed to the procedural modifications rather than to the nonexistence of psi. Perhaps the most far-reaching version of this “get out of a null effect free” card involves an appeal to the “experimenter effect,” wherein any negative findings are attributed to the psi-inhibited nature of the parapsychologist running the study.

    This nullifying of null findings permeates parapsychological literature. For example, Kanthamani and Broughton (1994) report a large-scale attempt to replicate the alleged ganzfeld telepathy effect, wherein one participant (referred to as a receiver) experiences a mild form of sensory deprivation and is then asked to identify a target being viewed by another person (a sender) in a distant location. Parapsychologists have employed various types of targets in these experiments, including photographs and drawings (static targets) and video clips (dynamic targets). In the studies described by Kanthamani and Broughton, the target material consisted of randomly chosen pictures (mainly postcard-sized art prints). The project involved a huge amount of work: researchers ran a series of experiments over a six-year period and conducted more than 350 individual ganzfeld sessions. The studies yielded a nonsignificant cumulative effect. However, Kanthamani and Broughton spent no time discussing whether this null finding might act as evidence against the psi hypothesis and instead simply concluded that “it is probably safe to say that static picture targets remain a less than ideal choice for ganzfeld experiments.”

    Once again, this process represents the “heads I win, tails you lose” principle. Successful replications are seen as evidence of psi, while null results are attributed to the non-psi-conducive conditions under which the replication was carried out.

    Data Mining
    In addition to explaining away null findings via allegedly failed procedural modifications, some parapsychologists also adopt an “any anomaly will do” attitude and data mine in an attempt to produce some kind of psi-related result. Although such post hoc data mining might help guide future work, it has little if any evidential value. Nevertheless, parapsychologists often present it as tentative evidence in support of the psi hypothesis.

    Willin’s (1996) description of his ganzfeld psi studies presents a striking example of this process at work. Willin conducted one hundred ganzfeld sessions over a fifteen-month period, taking the unusual step of using musical clips as targets. The study obtained a nonsignificant result. However, rather than explore whether this null finding counts as evidence against the psi hypothesis, Willin conducted a series of post hoc analyses, exploring, for example, the relationship between participants’ psi scores and their age, profession, hobbies, previous paranormal experiences, and relationship with the person acting as the sender. Additional analyses explored psi scoring as a function of the month and time of day each trial was conducted. Most of these analyses yielded inconclusive results, but Willin eventually found that trials conducted early in the experiment obtained a higher hit rate than those conducted later and suggested that this might have been due to “less interest being shown by the Receivers and the Senders or by an unintentional goat effect being displayed by the Experimenter.”

    This type of data mining again shows the “heads I win, tails you lose” principle in action, with any null effects being nullified by the apparent discovery of post hoc findings.

  368. Marciano Diz:

    Meta-Analyses and Retrospective Data Selection
    After several studies have been conducted using a new procedure, parapsychologists usually carry out some form of meta-analytic review of the work. If the combined outcome of the studies is significant, the meta-analysis is usually the subject of considerable debate, with proponents believing that the finding represents evidence of psi and skeptics arguing that it may have a normal explanation (including, for example, publication bias, inappropriate inclusion criteria, and poor methodology). However, if the cumulative effect is nonsignificant, parapsychologists often attribute this null effect to the non-psi-conducive procedural variations described in the preceding section.

    Perhaps more important, the procedurally heterogeneous collection of studies usually presents parapsychologists with an opportunity to “explain away” overall null effects by retrospectively identifying a subset of studies that used a certain procedure and yielded a significant cumulative effect.

    A striking illustration of this occurred in the late 1990s during a meta-analytic debate surrounding the ganzfeld psi studies. In 1999, Milton and Wiseman published a meta-analysis of all ganzfeld studies that were begun after 1987 and published by the start of 1997, and they noted that the cumulative effect was both small and nonsignificant (Milton and Wiseman 1999). Some parapsychologists criticized this analysis, arguing that they had included all of the ganzfeld studies conducted during this period and that they should have instead focused on those that had employed a “standard” procedure developed by parapsychologist Charles Honorton and his colleagues during a seminal set of ganzfeld studies conducted at the Psychophysical Research Laboratory (PRL) in the late 1980s. The difficulties with this approach became clear when researchers were unable to settle on what would constitute a “standard” set of procedures (Schmeidler and Edge 1999). Eventually, Bem, Palmer, and Broughton (2001) set out to tackle this issue experimentally, asking several people to rate the degree to which the studies in our analysis had employed Honorton’s “standard” ganzfeld procedure and then correlating their ratings against the effect size of each study. Rather than provide their own description of this “standard” procedure, Bem, Palmer, and Broughton had the raters read relevant sections in two previous papers describing the PRL studies. However, they also added a series of additional conditions, informing their raters, for example:

    You should treat as standard the use of artistic or creative subject samples (as one of the most successful components of the PRL experiments used such a sample) or subjects having had previous psi experiences or having practiced a mental discipline such as meditation (as such subjects were shown to be the best scorers in the PRL experiments).

    The addition of participant selection as an allegedly “standard” condition was not mentioned in the method section of either of the papers describing the PRL work. As such, it could be seen as an excellent example of retrospective data fitting, wherein parapsychologists decide which studies to analyze (or, in this instance, the weight assigned to them) on the basis of their known outcome.

    Once again, it’s the “heads I win, tails you lose” principle. A significant overall effect is seen as evidence for psi while a null effect initiates post hoc searching for pockets of significance.

    Decline Effects and Jumping Ship
    The alleged psi effects associated with a certain procedure frequently have a curious habit of fading over the course of repeated experimentation. Skeptics argue that this is due to the parapsychologists identifying and minimizing potential methodological and statistical flaws over time. However, some parapsychologists have come up with creative ways of explaining away this potential threat, arguing that such decline effects are either an inherent property of psi or that psychic ability really does exist but is inversely related to the level of experimental controls employed in a study (see Kennedy 2003 for a review of this approach).

    The decrease in alleged psi often causes some parapsychologists to abandon ship in search of a new procedure, placing them back at square one, ready to repeat history. This is not a new observation. For example, writing over thirty years ago, parapsychologist Joseph Gaither Pratt noted:

    One could almost pick a date at random since 1882 and find in the literature that someone somewhere had recently obtained results described in terms implying that others should be able to confirm the findings…. One after another, however, the specific ways of working used in these initially successful psi projects have fallen out of favor and faded from the research scene—except for the latest investigations which, one may reasonably suppose, have not yet had enough time to falter and fade away as others before them have done. (Pratt 1978)

    This constant “ship jumping” is one of the defining features of psi research, with new paradigms emerging every decade or so. Take, for example, the different trends in ESP research that have emerged over the years. Initial work, conducted between the early 1930s and late 1950s, primarily involved card guessing experiments in which people were asked to guess the identity of specially printed playing cards carrying one of five simple symbols. By the mid-1960s parapsychologists had realized that such studies were problematic to replicate and so turned their attention to dream telepathy and the possibility of participants predicting the outcome of targets selected by machines. In the mid 1970s and early 1980s, the ganzfeld experiments and remote viewing took over as dominant paradigms. In 1987, a major review of the area by parapsychologists K. Ramakrishna Rao and John Palmer argued that two sets of ESP studies provided the best evidence for the replicability of psi: the ganzfeld experiments and the differential ESP effect (wherein participants apparently score above chance in one condition of an experiment and below chance in another). More recently, parapsychologists have shifted their attention to alleged presentiment effects, wherein participants appear to be responding to stimuli before they are presented. Finally, there are now signs that the next new procedure is likely to adopt a neuropsychological perspective, focusing on EEG measurements or functional MRI scans as people complete psi tasks.

    Conclusion
    Parapsychologists have tended to adopt a “heads I win, tails you lose” approach to their work, viewing positive results as supportive of the psi hypothesis while ensuring that null results do not count as evidence against it. This involves cherry-picking new procedures from a mass of chance results, varying any allegedly “successful” procedures and then blaming these variations for any lack of replication, searching for pockets of post hoc significance whenever a meta-analysis produces a null result, explaining away decline effects as an inherent property of psi, and finally jumping to the next new promising procedure. This giddy process results in an ambiguous dataset that, just like the classic optical illusion of the old hag and attractive young woman, never contains enough information to allow closure in one direction or the other.

    To help the field move forward and rapidly reach closure on the psi question, parapsychologists need to make four important changes in the way they view null findings. First, they should stop trying lots of new procedures and cherry-picking those that seem to work and instead identify one or two that have already yielded the most promising results. Second, rather than varying procedures that appear successful, they should instead have a series of labs carry out strict replications that are both methodologically sound and incorporate the most psi-conducive conditions possible. Third, researchers should avoid the temptation for retrospective meta-analysis by pre-registering the key details involved in each of the studies. And finally, researchers need to stop jumping ship from one experimental procedure to another and instead have the courage to accept the null hypothesis if the selected front-runners don’t produce evidence of a significant and replicable effect.

    I hope that this process will help consign the psi debate to the history books and parapsychologists will no longer find themselves sitting on the fence arguing the “there is enough evidence to justify further work but not enough to conclude one way or the other” position. Rather than nullify null results, experimenters should be brave enough to give it their best shot and finally discover whether psi actually exists.

    No final da página, pode-se ler:
    Richard Wiseman is Professor of the Public Understanding of Psychology at the University of Hertfordshire in the U.K. He is a fellow of the Committee for Skeptical Inquiry and a Skeptical Inquirer consulting editor. For more information about his work, visit richardwiseman.com.
     
    Para um parapsicólogo, ele diz coisas estranhas.

  369. Marciano Diz:

    Acho que Wiseman, apesar de “declarar-se” parapsicólogo, está de mimimi.

  370. Marciano Diz:

    Acho que eu e Wiseman não entendemos absolutamente nada de metodologia científica.
    Qual o problema de fazer cherry picking ?
    Claro que qualquer falha na replicação só pode ser atribuída a modificações de procedimento, jamais à inexistência de psi.
     
    A mineração de resultados também é um procedimento válido na ciência moderna.
     
    O uso que fazem da meta-análise também é perfeitamente científico.
    Qualquer parapsicólogo sabe que a habilidade psíquica é inversamente proporcional ao nível de controles experimentais empregados no estudo.

  371. Marciano Diz:

    ‘Isso non ecziste’: Saiba por onde anda Padre Quevedo
     
    Atualizado em 17/06/2017 11:00

    A possibilidade da existência de um mundo sobrenatural assombra a humanidade desde os tempos mais remotos. Nesse vislumbre de curiosidade atrelado com medo surgem de tempos em tempos figuras caricatas que afirmam se comunicar com o além e até mesmo possuir poderes sobrenaturais. Mas até meados dos anos 2000 uma pessoa fez sucesso em todo o Brasil pelo seu ceticismo e por desmistificar supostas aparições paranormais.

    Com a celebre frase ‘isso non ecziste’, a figura de Óscar González-Quevedo, ou simplesmente Padre Quevedo, ficou marcada e conhecida por sua aversão a qualquer outra experiência com o sobrenatural. Quevedo era figura fácil em programas de televisão, sempre com seu sotaque carregado, passou boa parte de sua vida estudando parapsicologia e desmistificando pessoas que se diziam ter poderes sobrenaturais.

    Chegou a ter um quadro no Fantástico aos domingos, em que se tornava numa espécie de Caçador de Enigmas em rede nacional. Sempre avesso ao mundo além tumulo, tinha um embate quase pessoal com a figura de Chico Xavier, o chamando de farsante quando questionado sobre o médium, bem como seus embates épicos com o personagem Zé do Caixão, que rendeu até mesmo uma paródia dos dois na época.

    O INTERESSE PELA PARAPSICOLOGIA

    Nascido na Espanha, já demonstrava desde cedo o dom para o sacerdócio e o interesse pelo sobrenatural. Naturalizado brasileiro em 1950, se tornou professor no Centro Universitário Salesiano de São Paulo, onde lecionava sobre sua paixão pela desmistificação do ocultismo.

    O interesse pelo mundo do ocultismo surgiu antes mesmo dele se tornar padre. Em sua infância, Quevedo foi forçado a morar com dois tios, sendo um deles espirita, o que lhe despertou o fascínio pelo além túmulo. Quando cursou faculdade na Espanha optou pelo estudo da humanidade, se especializando em psicologia.

    Somente após entrar para a ordem dos jesuítas, se aprofundou no que nortearia sua carreira: a parapsicologia. Seus interesses abrangentes pelo tema o fez conhecido localmente, acarretando em diversos convites para vir ao Brasil, dado ao vasto campo para o estudo do parapsicologismo.

    Sua vida sempre foi cercada de polêmicas, dentre elas o veto de silêncio que recebeu após lançar o livro “Antes que Os Demônios Voltem”, que teve venda proibida durante 8 anos. Porém, quando conseguiu ir até Roma e explicar sobre seus trabalhos no campo da parapsicologia, o veto foi extinto. Atualmente, atendendo um pedido da Igreja, suas palestras são direcionadas a jovem sacerdotes, ocorrendo anualmente.

    O sumiço do Padre Quevedo pode ser explicado pela avançada idade. Com 86 anos, se encontra em uma casa de repouso para padres idosos em Belo Horizonte, Minas Gerais. A casa é administrada pela irmandade Companhia de Jesus, ordem a qual o Padre pertence.

    Em recente entrevista, o Padre Itamar Gremon, que administra a casa, afirmou que Quevedo não está mais apto a aparições, por se cansar muito rápido e ter dificuldades na oratória. Segundo ele, Quevedo não tem liberação médica nem para sair da casa, porém continua a escrever e mandar seus artigos para publicações online do gênero em São Paulo.

    Uma das últimas aparições em um programa de audiência nacional foi no extinto ‘Agora é Tarde’, da Bandeirantes, quando o apresentador Danilo Gentili ainda comandava a atração. Durante a entrevista o Padre apresentava sinais de disposição e lucidez, chegando a chamar os pastores de igrejas evangélicas de ‘charlatões’ e dizendo ainda que para ele macumbas e feitiçarias ‘non eczistem’.

    http://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,418866,16,06,isso-non-ecziste-saiba-por-onde-anda-padre-quevedo.shtml

  372. Gorducho Diz:

    Acho que já tinha lhe falado: pra renderizar formulas em HTML usa-se o software LaTeX.
    O Sr. pode fazer aí, só que pra mim lhe apresentar toda página cá fica ruim porque tem que escapar linha por linha.
    Mas ira por numa tag script a referência pra página do software (i.e., pra poder usá-lo) e depois no body a fórmula será (pro caso do DP)
     
    $$\sigma = \sqrt{\frac{\sum_{i=1}^n (x_i - \mu)^2}{n}}$$
     
     
    Poderá ver as fórmulas marcando “Editar” nas da Wiki pois obviamente elas são escritas em.

  373. Gorducho Diz:

    Cá o Sítio não aceitará.
    Lá no CC acho que aboliram a área de testes.
    Vou perguntar.
    A gente pões [tex]…[/tex] e o parser invoca o LaTeX.
    Olhe na rubrica Que Deus abençoe do Ceticismo vou fazer a pergunta e por a fórmula.
    Se olhar logo eu edito depois senão deverá me render no mínimo um amarelo :mrgreen:

  374. Gorducho Diz:

    Reapareceu a área pra testes (acho que tava em manutenção). Então pus lá Analista Marciano.

  375. Gorducho Diz:

    Ah! não. A área pra testes só aparece se se está logado :(
    Desculpe e esqueça…

  376. Gorducho Diz:

    Cá temos o exemplo completo.
    Mas claro que cá não vai funcionar porque os scripts são feitos no servidor ao qual não temos acesso.
    Cole no notepad e salve como .html
    Pus 1 linha em branco entre cada linha pra tentar ter melhor controle da formatação.
     
     
    <!DOCTYPE html>
     
    <html>
     
    <head>
     
    <meta charset="UTF-8">
     
    <title>Testes de LaTeX</title&#62
     
    <script src="https://cdn.mathjax.org/mathjax/latest/MathJax.js?config=TeX-AMS_CHTML"></script>
     
    <script type="text/x-mathjax-config">
     
    MathJax.Hub.Config({tex2jax: {inlineMath: [['$','$'], ['\\(','\\)']]}});
     
    </script>
     
    </head>
     
    <body>
     
    $$\sigma = \sqrt{\frac{\sum_{i=1}^n (x_i - \mu)^2}{n}}$$
     
    </body>
     
    </html>

  377. Marciano Diz:

    Gorducho, vi seus comentários em http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=30119.0 ,
    Porém não achei as instruções.
    Acho que tardei muito em ver sua mensagem.
    Thanks, anyway.
    I hope you didn’t suffered a penalty for it.
     
    Se não funciona acá, não vai me servir o LaTeX.
     
    Acabo de ver que só aparece pra quem está logado.
    Estou usando o método presidencial, de ir escrevendo e não tirar nada.
    De qualquer maneira, anotei tudo, para eventual uso futuro.
     
    Já admito a possibilidade de um dia, talvez, ingressar no CC.
     
    Muitíssimo obrigado por sua gentileza.

  378. Marciano Diz:

    Eu sei que não se inicia um período com uma conjunção coordenativa, a qual só pode iniciar uma oração coordenada sindética adversativa.
    Pode ver que tem uma vírgula após o link, mas como devo ter esbarrado no “enter”, o servidor (leia-se o poltergeist) iniciou a oração com maiúscula, como se fosse um novo período.
    Não é só CSS e LaTeX que ele não aceita.
    De qualquer forma, como aceita um poucochinho de HTML, já está de bom tamanho.

  379. Phelippe Diz:

    Puxa, Gorducho, ainda baixam crentes no CC? Gostei das fotos dos espíritos, é pena que eles não apareçam mais. A esse respeito preciso encontrar a revista Manchete de janeiro de 1989. Lembro de uma interessante matéria sobre o espiritismo e materialização, inclusive com fotos. Tinha até uma entrevista com o espírito do JK. Lembro que ficava com um medo danado.

  380. MONTALVÃO Diz:

    /
    Bola de Neve Diz:
    .
    MONTALVÃO: Entre a doidice de que há fenômenos paranormais e a de que há fenômenos paranormais que também causam retrocausação a última sem dúvida é a mais complexa e mais difícil de aceitar, mas o tópico de paradoxos e necessidades temporais também é muito complexo. Se não pode haver contradições de facto no mundo e se há paranormalidade de vistas ao passado ou ao futuro, isso não implicaria em algum tipo de retrocausação?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Pode-se teorizar muitas suposições curiosas, inclusive a de que o futuro afete o passado. Na prática inexistem evidências mínimas que corroborem esses exercícios de criatividade.
    .
    Mas, aí vêm os os Graff e Cyrus com 33 experiências querendo nos convencer de que sim, o futuro interfere no passado e que eles acharam provas!
    .
    Legal, pode até ser, afinal num mundo de possibilidades tudo é possível, mesmo que improvável. Diante da proposta da dupla, ficamos com várias opções a escolher, cito umas:
    .
    1) Concluir que é mais um dos diversos modismos extraível das conjeturas sobre PSI, ou seja, como diria o cético Visoni, só mimimi;
    2) Pagar para ver: esperar por mais experimentos e conferir se há miolo nesse pão ou foi mais uma de tantas fantasias que de hora em hora visitam mentes fascinadas pelo misterioso;
    3) Declarar, na máxima euforia, como faz alguém que sabemos que existe, que a precognição (com influência futura) é coisa provada.
    .
    Há outras, mas o sono não me permite trabalhá-las…
    .
    De qualquer modo, essa retrocausação tá mesmo para modismo,pois a boa e velha (e imaginária) precognição, em linha direta presente-futuro, dá conta das adivinhanças furrecas de fotos em jornais, revistas, etc.
    .
    A gente até poderia fazer um testes nacionais: conferir, por exemplo, se os sensitivos daqui são capazes de precognizar as capas de revistas conhecidas ou manchetes dos principais jornais. Infelizmente, nosso técnico em PSI, o Sr. Gorducho, concluiu que a retrocausalidade só funciona com jornais americanos…
    .
    E, pra não ficar de mimimi vou mimi…

  381. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Fiz uma busca na página do próprio Wiseman ( https://richardwiseman.wordpress.com/research/academic-papers/ ), mas a mais recente referência que encontrei sobre parapsicologia data de 2010.
    Título: Wiseman, R. (2010). ’Heads I Win, Tails You Lose’: How Parapsychologists Nullify Null Results, Skeptical Inquirer, Vol. 34(1), 36-39, January/February.
    .
    Vou tentar reproduzir abaixo o texto, que pode ser rejeitado pelo blog, por ser longo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: no blog do dito (https://richardwiseman.wordpress.com/blog-2/) há um artigo interessante sobre o sono. Enviei para você no zap, com tradução, pois sei que tem dificuldades com a língua angla…angla?
    .

  382. MONTALVÃO Diz:

    /
    Phelippe Diz:
    .
    Puxa, Gorducho, ainda baixam crentes no CC? Gostei das fotos dos espíritos, é pena que eles não apareçam mais. A esse respeito preciso encontrar a revista Manchete de janeiro de 1989. Lembro de uma interessante matéria sobre o espiritismo e materialização, inclusive com fotos. Tinha até uma entrevista com o espírito do JK. Lembro que ficava com um medo danado.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Seria interessante conhecer essa reportagem da Manchete, principalmente porque o espiritismo nacional oficial não dá muita trela para o assunto.
    .
    Se quiser examinar boas discussões a respeito, aqui no blog foram debatidos vários casos, inclusive as famosas “materializações de Uberaba”.

  383. Marciano Diz:

    Valeu, Montalvão.
    Já li e respondi.
    Agora, Wiseman ensinando a dormir, nem o Vitor acredita.
    Já testei quase tudo que ele preconiza. Não funciona.
    Aí, fico no smartphone, no tablet, no álcool, e que se dane.
    Tá respondido também (voz) porque estou arrebentado. Se não ouvir direito (dá problemas toda hora no áudio) em gravo de novo.
    Aquele abraço.
    Nóis si vê amanhã. Inté.

  384. Marciano Diz:

    Não é “porque” estou arrebentado, é “por quê”.

  385. Marciano Diz:

    Acho que estou com lesões cerebrais também. Só pode ser.
    Só tenho tomado decisões erradas.
    Preciso de um futuro melhor, para viver o presente em paz.

  386. Marciano Diz:

    EU gravo de novo, não EM.
    Por quê. Por que motivo, por que razão.

  387. Marciano Diz:

    Acho que fiz alguma coisa ruim no futuro, porque estou só me ferrando no presente. É carma.
    Aqui se fará, aqui se paga.

  388. Phelippe Diz:

    Essa do futuro alterar o presente, não sei, tentando entender ainda.

  389. Marciano Diz:

    Oi, Phelippe.
    Se você não entende agora, é porque não entenderá no futuro, ou saberia desde o passado.
    GORDUCHO, você tem razão! Revendo meus arquivos HTML vi que você já tinha me ensinado.
    Valeu a nova lição, que também está arquivada.

  390. Marciano Diz:

    Pensando bem, talvez a segunda lição tenha causado o surgimento da primeira, por isso não a encontrei da primeira vez.
    Retrocausação é f (ogo)!

  391. Gorducho Diz:

    Basta colar no notepad salvando como .html
    e vai ver como funciona (aí na sua máquina, claro).

  392. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    Essa do futuro alterar o presente, não sei, tentando entender ainda.
    ==============================================================
    Pelo que eu entendi, foi a Administração quem inventou essa.
    Não tem causalidade reversa nenhuma. O que tem é que o(s) ou a(s) paranormal(is) clarividenciam determinada secção de certo jornal – provavelmente tenha que ser americano… – futuro. Não “causam” nada.

  393. Gorducho Diz:

    Bingo :!:
    Usando meus (nada modestos, admito) conhecimentos de espiritismo, encontrei a explicação obvia e, pouco surpreendentemente: convencional. Sem modismos bizarros.
    O que acontece é que os espíritos – que no caso obviamente são zombeteiros (questão #99 levianos ou estouvados, mais travessos do que malignos #99) – ditam o desenho psicopictograficamente e depois vão no jornal-alvo e influenciam a editoria a publicar a foto disponível dentre as possíveis matérias do dia que mais se assemelhe.
    Bom e há 160 anos solidamente estabelecido espiritismo clássico, sem invencionices de ocasião.

  394. Gorducho Diz:

    E os “paranormais” nada mais são que os bons e velhos médiuns.
    Os espíritos, porque travessos, não se dão a identificar pra eles, querendo gerar confusão e nas suas tolas travessuras se divertem com a confusão “retrocausal” que armam naqueles que não se dão ao trabalho de estudar.

  395. Phelippe Diz:

    Seria então Emmânuel um espírito zombeteiro?

  396. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Agora, Wiseman ensinando a dormir, nem o Vitor acredita.
    Já testei quase tudo que ele preconiza. Não funciona.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não diga “Não funciona”, diga: “Não funciona COMIGO”. Eu, se usar algumas das técnicas indicadas durmo que é uma beleza (e até sem elas).
    .
    Seu caso é sério e até que achemos a terapêutica adequada a busca prossegue…

  397. Phelippe Diz:

    Na minha humilde opinião retrocausalidade não faz muito sentido. A não ser que consideremos o destino/futuro previamente escrito, daí a coisa passa a ser funcional, teoricamente. Mas se o futuro está escrito e dele não podemos escapar, então não há mesmo livre arbítrio, como já defendeu a Administração, e de nada adiantam orações porque o que tiver de acontecer vai acontecer, está escrito. Neste caso compreende-se a proibição bíblica de consulta aos adivinhos. Explico. É que os adivinhos conseguiriam “ver”, ainda que precariamente, a linha do tempo, e permitiriam que o consulente, acaso quisesse, mudasse o futuro por conta própria, violando a programação inicial, verdadeiro “hacker” celeste. E isso também demonstra que o Criador, caso exista, é um mal programador, pois deixou falhas no programa e até agora não as pôde corrigir. Interessante.

    Montalvão! Li alhures a sua descrição da história dos TJs. Ótima!!! Pena não ter se casado com a moçoila.

  398. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tá respondido também (voz) porque estou arrebentado. Se não ouvir direito (dá problemas toda hora no áudio) em gravo de novo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: DEU PRA OUVIR nada… Se puder grave de novo…

  399. MONTALVÃO Diz:

    /
    A gente fica cá malhando as quimeras PSI, mas noutras áreas a coisa está tão ou mais feia, exemplos:
    .
    =====================.
    “Veja uma lista de dez dissertações de mestrado e teses de doutorado sobre temas pouco usuais, todas apresentadas em universidades públicas.
    .
    1) FAZER BANHEIRÃO: AS DINÂMICAS DAS INTERAÇÕES HOMOERÓTICAS NA ESTAÇÃO DA LAPA E ADJACÊNCIAS.
    Curso: Mestrado em Antropologia na Universidade Federal da Bahia.
    .
    Trecho: “Percebo que, para além de um simples terminal com um sanitário, a Estação da Lapa é ressignificada como espaço de práticas sexuais de desejos dissidentes, na direção de interesses tão diversificados quantos são os sujeitos que interagem na cena e que só são reunidos aqui pelo traço em comum dos desejos, diversificadamente, homo-orientados”.
    Autor: Tedson da Silva Souza.
    /
    2) A ESTÉTICA FUNK CARIOCA: CRIAÇÃO E CONECTIVIDADE EM MR. CATRA.
    Curso: Doutorado em Sociologia e Antropologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
    .
    Trecho: “Mr. Catra é um feixe de relações, que catalisa caminhos e dá acesso a um mundo que mistura funk, favela, elite, poder oficial e crime”.
    Autora: Mylene Mizrahi.
    /
    3) MULHERES PERIGOSAS: UMA ANÁLISE DA CATEGORIA PIRIGUETE.
    Curso: Mestrado em Sociologia e Antropologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
    .
    Trecho: “A piriguete representa, primeiramente, uma mulher que não se adéqua às normas de conduta feminina – ela expressa sua sexualidade e seu desejo, sua liberdade e seu poder”.
    Autora: Larissa Quillinan Machado Larangeira.
    /
    4) A ZUADINHA É TÁ, TÁ, TÁ, TÁ: REPRESENTAÇÃO SOBRE A SEXUALIDADE E O CORPO FEMININO NEGRO.
    Curso: Mestrado em Ciências Sociais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
    .
    Trecho: “Embora aproxime-se do pagofunk, tanto pelas letras sexualizadas como pelas coreografias, o pagode de elite, ainda que apresente letras menos sexualizadas, tem um estilo mais voltado para a suingueira – que o aproxima do pagodão”.
    Autor: Wellington Pereira Santos.
    /

    5) ERÓTICA DOS SIGNOS NOS APLICATIVOS DE PEGAÇÃO: PROCESSOS MULTISSEMIÓTICOS EM PERFORMANCES ÍNTIMO-ESPETACULARES DE SI.
    Curso: Mestrado em Linguística Aplicada na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
    .
    Trecho: “Erótica dos signos denota a emergência de romper a divisão cartesiana entre mente e corpo e considerar o componente erótico na pesquisa para fazer ciência com corpo e alma. Também alude à sensualidade típica dos apps de pegação e evidencia o cuidado com a imagem de si, a pornificação de si como arena de embate político, a necessidade de uma metodologia que considere o corpo do pesquisador na pesquisa”.
    Autor: Gleiton Matheus Bonfante.
    /
    Tem mais, quem quiser tudo, veja em:
    .
    http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/dez-monografias-incomuns-bancadas-com-dinheiro-publico-a8q52qvze7py9r8qavfieakyl?ref=aba-mais-lidas

  400. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não é “porque” estou arrebentado, é “por quê”.”
    /.
    Por que não é porque? Você não está explicando o motivo de mandar por voz?
    .
    “Envio por voz porque estou todo arrebentado”
    .
    Ou quereria perguntar e esclarecer: “Envio por voz, por quê? Porque estou todo arrebentado”
    .
    Ou não?

  401. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Bingo
    Usando meus (nada modestos, admito) conhecimentos de espiritismo, encontrei a explicação obvia e, pouco surpreendentemente: convencional. Sem modismos bizarros.
    O que acontece é que os espíritos – que no caso obviamente são zombeteiros (questão #99 levianos ou estouvados, mais travessos do que malignos #99) – ditam o desenho psicopictograficamente e depois vão no jornal-alvo e influenciam a editoria a publicar a foto disponível dentre as possíveis matérias do dia que mais se assemelhe.
    Bom e há 160 anos solidamente estabelecido espiritismo clássico, sem invencionices de ocasião.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: você, Gorducho, enquanto crítico do paranormal, consegue propor hipóteses explicativas mais férteis que as dos apregoadores das doidices psi. Continue, talve tenha sucesso em desconverter o Visoni: possível, embora improvável…

  402. Gorducho Diz:

    O Sr. sabe bem que em geral a gente é induzido a enxergar as coisas desde um ponto, e persistir naquilo, por aquela via.
    Muita consultoria e palestras são vendidas explorando isso.
    Então a gente acabamos induzidos pelo entusiasmo da Administração em acatar e propalar cegamente qualquer coisa que provenha da America (e secundariamente da Escandinávia…).
    Mas agora de manhã depois de responder ao Analista Phelippe dentro dessa linha mirabolante, me estalou que o espiritismo clássico explica trivialmente as leituras.
    Típica traquinagem de Gobelins (Bogles, Bogharts, Cluricaunes, Puckas… conforme as terminologias de cada lugar). Eles se divertem com essas bobagens, assim como a gente se divertia quando criança apitando nas casas da vizinhança e correndo antes dos moradores abrirem a porta…
    Então esses ou essas paranormais son lisa y llanamente MÉDIUNS.
    Claro, a parte essencial da traquinagem pra eles é não se identificarem como espíritos.
    Ditam um desenho e depois obsidiam o ou a ou alguns dos ou das editores ou editoras da secção do jornal-alvo pra publicarem a foto que mais se encaixe no desenho que eles ditaram; dentro das fotos possíveis do dia, claro.
    FIM DO MISTÉRIO

  403. Marciano Diz:

    Tive uma “ideia brilhante” 💡 .

     
    O psychic vê o resultado da mega-sena na página de um jornal de dias depois, bem como se foi um único ganhado, se acumulou em 300 milhões, etc.
    A gente joga nos números “vistos” pelo psychic.
     
    Dinheiro fácil.
     
     
    Boa interpretação doutrinária, Analista Gorducho!
     
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: não diga “Não funciona”, diga: “Não funciona COMIGO”. Eu, se usar algumas das técnicas indicadas durmo que é uma beleza (e até sem elas).
    .
    Seu caso é sério e até que achemos a terapêutica adequada a busca prossegue…
    ===============================================================
     
    É verdade, Montalvão.
    Mas também é verdade que eu já experimentei, infrutiferamente, todos os conselhos (um de cada vez).
    Alguns, não dá para seguir, porque, na maioria das vezes, é quando chego de madrugada ou quando termino de trabalhar em casa que vou ler mensagens aqui e alhures, vou conferir whatsapp, etc.
     
    Televisão num documentário chato (universos paralelos, viagem no tempo, retrocausação) sempre ajuda também. Eu uso máscara de dormir, portanto, o brilho da TV não incomoda.
     
    Gravei seis áudios. Os quatro primeiros ficaram mudos. Os dois últimos ficaram perfeitos. Reenviei estes dois últimos.
     
    Mestrado e Doutorado não são mais aqueles. Tenho notado há algum tempo.
    Tem até mestrado sobre espiritismo. Aqui mesmo já publicaram alguns.
     
    Pode até pensar que sou doido, que não tem nada a ver, mas essa banalização do ensino, que chega à pós graduação stricto sensu, faz parte da estratégia gramsciana de desmantelar a cultura mundial e, com isso, implantar o novo regime.
    Não é mais pelas armas, agora a coisa começa pela cabeça, pela formação, como sempre fizeram as religiões.
     
    ===============================================================
    “Não é “porque” estou arrebentado, é “por quê”.”
    /.
    Por que não é porque? Você não está explicando o motivo de mandar por voz?
    .
    “Envio por voz porque estou todo arrebentado”
    .
    Ou quereria perguntar e esclarecer: “Envio por voz, por quê? Porque estou todo arrebentado”
    .
    Ou não?
    ===============================================================
     
    Não! É “quê” mesmo.

     
    Advérbios de base nominal e pronominal – O advérbio, pela sua origem e significação, se prende a nomes ou pronomes, havendo, por isso, advérbios nominais e pronominais.

    Entre os nominais se acham aqueles formados de adjetivos acrescidos do “sufixo” -mente: rapidamente (= de modo rápido), pessimamente. Na realidade, ficam a meio caminho, fonológica e morfologicamente, da derivação e da composição (locução)
     
    Entre os pronominais, temos “por quê”.
     
    O “por quê” pode ser encontrado no Aurélio:
     

    Por quê. 1. Por que motivo, por que razão.
     
    Da maneira que eu tinha escrito (Tá respondido também (voz) porque estou arrebentado.) sugere que está respondido em razão de eu estar arrebentado. A correção para “Tá respondido também (voz) porque estou arrebentado.” explica o motivo pelo qual estou arrebentado.
     
    Não respondi porque estou arrebendo (o que me levou a responder foi o fato de estar arrebentado), mas respondi por quê estou arrebentado (o motivo de estar arrebentado).
     
    Poderia evitar esta forma (correta, gramaticalmente) e responder: “Não respondi o porquê de eu estar arrebentado.
    Porquê, neste caso, seria um substantivo sinônimo de razão, motivo, causa.
     
    Atos de Marciano, capítulo 9, versículo 4: Montalvão, Montalvão, por que me persegues?

     
     
    Passei a navalha de Occan na hipótese do Gorducho e na da retrocausação e achei que dos absurdos, o menor.
    Por isso, acompanho o voto do Vice-Presidente.
    Os gobelins são uns pândegos, como diz o Presidente.

  404. Marciano Diz:

    ERRATA:
    Da maneira que eu tinha escrito (Tá respondido também (voz) porque estou arrebentado.) sugere que está respondido em razão de eu estar arrebentado. A correção para “Tá respondido também (voz) por quê estou arrebentado.” explica o motivo pelo qual estou arrebentado.
     
     
    Espero que tenha ficado claro.
    Se não ficou, aqui vai um adjutório:
    💡 💡 💡 💡 💡 💡

  405. Marciano Diz:

    Para ser honesto, “por quê” deveria encerrar a oração.
    Ex.: Se queria saber, está respondido por quê.
    Usá-lo, como o fiz, no meio da oração, pela norma culta, está errado.

  406. Marciano Diz:

    Montalvão, sobre as teses de doutorado e minha tese (que nem é minha), estou te enviando um vídeo.

  407. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Para ser honesto, “por quê” deveria encerrar a oração.
    Ex.: Se queria saber, está respondido por quê.
    Usá-lo, como o fiz, no meio da oração, pela norma culta, está errado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: AH, assim sim…
    .
    Não é POR QUE eu queira saber o PORQUÊ de estares arrebentado que tens que me dizer POR QUÊ. Vai ver estás arrebentado PORQUE arrebentado estás, ou teria outro POR QUÊ?

  408. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Mestrado e Doutorado não são mais aqueles. Tenho notado há algum tempo.
    Tem até mestrado sobre espiritismo. Aqui mesmo já publicaram alguns.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sobre espiritismo tem de montão, algumas até boas, como as teses do Alexandre Caroli.

  409. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Televisão num documentário chato (universos paralelos, viagem no tempo, retrocausação) sempre ajuda também. Eu uso máscara de dormir, portanto, o brilho da TV não incomoda.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois eu peguei o hábito (não sei se bom) de dormir vendo televisão: o problema é que dificilmente consigo assistir alguma coisa até o final, durmo logo no começo…

  410. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tive uma “ideia brilhante” ???? .
    .
    O psychic vê o resultado da mega-sena na página de um jornal de dias depois, bem como se foi um único ganhado, se acumulou em 300 milhões, etc.
    A gente joga nos números “vistos” pelo psychic.
    .
    Dinheiro fácil.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sem querer aguar o pagode, há dois “pobremas” ai, talvez três:
    .
    Psi não pode ser usada para fins egoístas, quando se tenta então se senta pois vai se tentar muito…
    .
    Espíritos não enxergam números, conforme tese de mestrado da administração, nem mesmo retrogradacausalmente…
    .
    Além disso, você já sonhou com cinco números, tá faltando só mais um… e estou esperando para enricar finalmente…

  411. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Psi não pode ser usada para fins egoístas, quando se tenta então se senta pois vai se tentar muito…===============================================================
    Sem problema, doamos tudo para uma obra de caridade, de preferência uma igreja ou uma ONG fundada por nós.
     
    ===============================================================
    Espíritos não enxergam números, conforme tese de mestrado da administração, nem mesmo retrogradacausalmente…
    ===============================================================
     
    Facilmente contornável. Eles apenas desenham a foto da página de jornal na qual forem anunciados os resultados.
     
    ===============================================================
    Além disso, você já sonhou com cinco números, tá faltando só mais um… e estou esperando para enricar finalmente…
    ===============================================================
     
    Aqui, nós temos um probleminha. Não consigo sequer sonhar, que dirá com o quinto.
     
    Quanto ao porquê do arrebatamento, digo, arrebentamento, está no seu celular.

  412. MONTALVÃO Diz:

    /

    “Ultrafino, superleve e ainda mais rápido e poderoso. O MacBook Pro é tudo isso e muito mais. Ele tem a tela mais brilhante e colorida em um notebook Mac. E vem com a revolucionária Touch Bar: uma barra de vidro Multi-Touch integrada ao teclado que dá acesso às ferramentas que você quer — exatamente quando precisa. O MacBook Pro é o resultado de ideias inovadoras e está pronto para receber as suas.
    Com gráficos e armazenamento ultrarrápidos e processadores
    mais poderosos, o MacBook Pro atinge um novo patamar de desempenho.”
    /
    Agora, o melhor, preço A PARTIR de R$ 9.799
    /.
    CONSIDERAÇÃO: aí, de Marte, indicado para você… “a partir de 9.799″, bom e barato… esse deve até enviar mails telepáticos…
    .
    Só não compro por que o teclado é em inglês… falta de grana é secundário…

  413. Marciano Diz:

    Não gosto de Apple.
    Adivinhou mal.
    Aprenda aqui:
    http://pt.wikihow.com/Desenvolver-a-Telepatia
    Aproveite e aprenda também:
    http://pt.wikihow.com/Desenvolver-Telecinese
    Curso intensivo de mediunidade:
    http://pt.wikihow.com/Desenvolver-Habilidades-Ps%C3%ADquicas
    Se nada disso resolver, ainda tem:
    http://pt.wikihow.com/Desenvolver-Poderes

  414. Marciano Diz:

    CUIDADO COM VALDEMIRO SANTIAGO:
    https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2017/06/07/valdemiro-baixa-o-nivel-e-diz-que-doenca-do-marcelo-rezende-e-coisa-do-demo.htm
    Tudo o que Marcelo Rezende fez foi dizer que Valdemiro está rico graças à igreja, como se seu patrão não fizesse o mesmo.
    O resultado, como viram, foi desastroso para Rezende.
    O próprio Valdemiro esclarece as consequências de se falar dele.

  415. MONTALVÃO Diz:

    /
    Phelippe Diz:
    .
    Seria então Emmânuel um espírito zombeteiro?
    /
    CONSIDERAÇÃO: aí depende… se sua indagação estiver na linha irônica do pronunciamento do Gorducho, a resposta (minha resposta) é que Emmanuel estava mais para espírito sacana-humilhador: o que ele fazia com o pobre Chico era do piru…
    .
    Se considera Emmanuel autêntico espírito, a resposta é que essa persona era nada mais que um dos alteregos de Chico, quer dizer, tudo da cabecinha imaginosa do médium…

  416. MONTALVÃO Diz:

    /
    Phelippe Diz:
    .
    Na minha humilde opinião retrocausalidade não faz muito sentido. A não ser que consideremos o destino/futuro previamente escrito, daí a coisa passa a ser funcional, teoricamente. Mas se o futuro está escrito e dele não podemos escapar, então não há mesmo livre arbítrio, como já defendeu a Administração, e de nada adiantam orações porque o que tiver de acontecer vai acontecer, está escrito. Neste caso compreende-se a proibição bíblica de consulta aos adivinhos. Explico. É que os adivinhos conseguiriam “ver”, ainda que precariamente, a linha do tempo, e permitiriam que o consulente, acaso quisesse, mudasse o futuro por conta própria, violando a programação inicial, verdadeiro “hacker” celeste. E isso também demonstra que o Criador, caso exista, é um mal programador, pois deixou falhas no programa e até agora não as pôde corrigir. Interessante.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: interessante suposição: precisamos ver como o Visoni a ela reage… Só tem um probleminha a ser melhor refletido: a proibição não é impedimento. Quem quiser desobedecer poderá fazê-lo por seu livre arbítrio. Nesta hipótese a coisa seria mais complicada que parece, pois Deus além de não poder consertar, não pode impedir! Só depois que bagunçarem seu projeto é que os meliantes serão castigados, mas aí o mal já estará feito.
    /
    /
    “Montalvão! Li alhures a sua descrição da história dos TJs. Ótima!!! Pena não ter se casado com a moçoila.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: retrocausativamente digo que o não casamento já estava escrito nas estrelas. Mas deve ter sido o melhor, se o casório ocorresse eu seria um TJ e hoje estaria enchendo o saco de vocês com “Coisas em que é impossível que Deus minta”…

  417. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE diz
    - Aprenda aqui: TELEPATIA
    .
    - Aproveite e aprenda também: PSICOCINESE
    .
    - Curso intensivo de MEDIUNIDADE:
    .
    Se nada disso resolver, ainda tem:
    - “DESENVOLVER PODERES”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: meus poderes estão em patamares apreciáveis. Só não fiz parte da equipe do professor Xavier por não ter dinheiro da passagem. Diariamente envio dezenas de mensagens telepáticas a várias pessoas, infelizmente os destinatárias não respondem…
    .
    Telecinesia? Quem você acha que mantém as nuvens flutuando? É só eu me desconcentrar que elas descem, formando névoas, neblinas…
    .
    Mediunidade: falo com espíritos amiúde, principalmente com o anãozinho gigante. Só não psicografo por que minha licença foi cassada pela espiritualidade: é que andei canalizando uns espíritos contrarrencarnacionistas e os que estão no poder são partidários das multividas…
    .
    Dos que indicou só me interessaria o “desenvolver poderes”, pois, como diria Kalil Gibran: “poderes, melhor não desenvolvê-los, mas para saber que é melhor não desenvolvê-los precisa desenvolvê-los, então é melhor desenvolvê-los.”

  418. Gorducho Diz:

    1°) A explicação natural e econômica é a que eu dei. Completamente prevista na DE consolidada há 160 anos.
    Mas, claro, como sempre é ressaltado por todos desde Kardec até Divaldo, a Doutrina requer ESTUDO. Permanente, disciplinado, sistemático.
    Então, claro, mais fácil sensacionalismos mirabolantes de ocasião.
     
     
    2°) Pelo que fiquei entendendo, essa da “retrocausalidade” é produto da mente do Administrador.
    Como foi bem colocado por Bola de Neve e pelo <b<Analista Phelippe, é clarividência do futuro. Não há por que supor causalidade reversa.

  419. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Tudo o que Marcelo Rezende fez foi dizer que Valdemiro está rico graças à igreja, como se seu patrão não fizesse o mesmo.
    O resultado, como viram, foi desastroso para Rezende.
    O próprio Valdemiro esclarece as consequências de se falar dele.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: poderoso, hem? Mas não é só ele, o Malafaia também andou dizendo que quando ele ora Deus faz e isso envolvendo morte…
    .
    O erro de Rezende foi apontar o dedo só para o Valdemiro: além do Macedo, Malafaia, RR Soares, Agenor Duque, aquele deputado pastor, cantores gospel, e tantos, mamam nas tetas dos e das fieis.
    .
    Só minha igreja, o Tabernáculo da fé na Retrocausalidade, é que não decola: sempre que vou cobrar os dízimos dos membros eles dizem que já deram no passado do futuro e a grana se perde nalgum buraco de minhoca. Triste mas retrocausalmente real…

  420. Marciano Diz:

    É tudo uma questão de POV.
    Se eu digo quais os números da próxima mega-sena e depois eles saem, pode ser porque fiquei sabendo de antemão ou porque os números sorteados no futuro retrocausaram minha aparente precognição.

  421. Marciano Diz:

    Só agora é que fui aprender o que é o pretérito do futuro. Graças à retrocausação. Eu já tinha aprendido no futuro, mas o conhecimento ainda não havia chegado até mim, só chegou agora, porque vou aprender daqui a 3 dias.
    Montalvão, vou criar a igreja Multiverso dos Tabernáculos Retrocausados pelo Excesso de Imaginação Divina.
    Quer ser sócio?
    Se não quiser, boto o diabo pra comer seu fígado.

  422. Marciano Diz:

    Agora vou trabalhar, porque nem só de retrocausalidade vive o homem.
    Para tornar a frase mais ao gosto de Gorducho, “nem só de retrocausalidade vive o homem/mulher/transexual/LGBT, etc.”
    FG não respeitava a igualdade de gêneros.

  423. Marciano Diz:

    Confesso que nemli Animal Farm, mas vi que Bola de Neve era uma porca que seguia os princípios do animalismo, sendo mais inteligente e culta que os demais animais, mas sempre se considerando igual a todos, sem reivindicar quaisquer privilégios.
    Eu sou Napoleão, pois bebo álcool

  424. Gorducho Diz:

    Mas ¿concorda que retrocausação exige uma hipótese adicional: que a foto publicada no jornal CAUSOU a feitura do desenho?
    Se sim, es decir, se concorda, então parcimônia guilhermense recomenda a boa e velha claricidência do futuro.
     
    Lógico: a explicação natural e sem buscas por sensacionalismo, é a convencional da DE.

  425. Marciano Diz:

    A Fazenda dos Animais é igual às ditaduras de esquerda.
    Começa com a ideia de que o latifundiário dono da fazenda explora os proletários animaizinhos, apropriando-se da mais-valia de seu trabalho e mentindo, dizendo que quem mais trabalha é quem menos ganha.
    Após a revolução, começa a igualdade, sem propriedade privada, todos trabalhando para a fazenda, que agora é do Estado.
    Logo vira uma ditadura feroz, com tortura e morte dos proletários bichinhos.
    Agora vou trabalhar mais, para ganhar mais.

  426. Gorducho Diz:

    DE SACO-PRA-MALA
    mas loosely related e sério: já viu lá no RéV um documentário posto pelo Sr. Acauan onde uns pelo que entendi sociólogos noruegueses tentam subordinar a Biologia às teses sociológicas (se não são formalmente sociólogos, a tese é sociológica) deles :?:
    No frigir dos ovos: a biologia seria construto sociológico :P

  427. Marciano Diz:

    O futuro causa o passado, a sociologia causa a biologia.
    Esse negócio de retrocausalidade é perigoso, pois pode fazer com que confundamos o futuro do subjuntivo com o infinitivo flexionado, apesar de toda a nossa inteligência e cultura.
    Zu Arbeit!

  428. Marciano Diz:

    Montalvão, já te respondi.
    Fique ligado.

  429. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    É tudo uma questão de POV.
    Se eu digo quais os números da próxima mega-sena e depois eles saem, pode ser porque fiquei sabendo de antemão ou porque os números sorteados no futuro retrocausaram minha aparente precognição.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se você souber os números da megasena e nô-los informar, não importa como foi que os obteve, a casa agradecerá de qualquer modo…

  430. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Montalvão, vou criar a igreja Multiverso dos Tabernáculos Retrocausados pelo Excesso de Imaginação Divina.
    Quer ser sócio?
    Se não quiser, boto o diabo pra comer seu fígado.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: melhor o diabo, uma metáfora, a comer-me o hepático que um abutre a bicá-lo eternidade a dentro.
    .
    Aceito a proposta, mas quero saber meu percentual…

  431. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DIZ: “continua mal de gurus… Leshan, outro doidão…”
    .
    Qq um que discorda do Montalvão é doidão… fico feliz em ser o mais ‘insano’ de todos nesse sentido.
    .
    MONTALVÃO DIZ: “O “profeta dorminhoco” era um rematado aldrabão e bem acordado, dormiu o Leshan e quem a ele deu/dá ouvidos…”
    .
    Nenhuma prova de fraude. E o livro “Cayce in Context” rebate as críticas dos céticos, mostrando que ele de fato tinha poderes paranormais. Então, até aqui, você não mostrou que Leshan é doidão, nem tem nada contra Cayce, exceto o que o próprio Leshan já dizia (que muito do que Cayce dizia vinha do inconsciente, e esse material era, portanto, loucura).
    .
    MONTALVÃO DIZ: “É fato que a Cientologia possui crenças estranhas, mas não é fato que essas estranhas crenças fomentem visões quais as malandradas de Swann…”
    .
    Pode não ser fato, mas acho plausível. De qualquer forma, a única coisa que você pode culpar o Swann é não saber separar o que é material do inconsciente do que é percepção extrassensorial. Mas que ele tinha PES, tinha, como diversos experimentos comprovam.
    .
    MONTALVÃO DIZ: “neste caso, o único parapsicólogo cá será o ausente Sandro Fontana, visto que inscrito na PA… ”
    .
    Procurei por Sandro e não achei: http://www.parapsych.org/section/14/pa_member_index.aspx
    .
    Há um Fontana, mas é o David.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “a não ser que você, Visoni, também o seja, caso em que também poderá usar o “rótulo”… gente coisa é outra fina…”"
    .
    Não sou associado, mas tenho artigos publicados em jornais psi. Quem não é membro da PA deve ter o título parapsicólogo questionado, mas isso não quer dizer impedido. Cada caso é um caso.
    .
    MONTALVÃO DISSE: ” Se isso é admitir que replicou… Wiseman diz: os dados são os mesmos, mas a interpretação… Sheldrake chama brasa para sua sardinha louca, Wiseman tem juízo: eis a diferença!”
    .
    Sim, Montalvão, isso é admitir que replicou SIM. Replicou os dados. Nem isso o Wiseman admitia, lembre-se. Quanto à interpretação, Sheldrake já demonstrou que a explicação dele é refutada pelos dados. Aí o Wiseman quer simplesmente mais experimentos para se chegar a uma interpretação mais firme. Mas fica evidente que o caso para a telepatia canina está totalmente favorável a Sheldrake.

  432. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “como alguém que renega a realidade de PSI, o que leva de reboque a telepatia canina, pôde replicar a realidade da telepatia canina?”
    .
    Porque replicou OS DADOS. Quanto à interpretação, não se pode mudar a cabeça do Wiseman para aceitar a realidade de psi, embora ele mesmo já tenha dito que psi estaria provado em qualquer outra disciplina científica. Mas que o Sheldrake refutou a explicação do Wiseman, refutou.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “A não ser que esteja querendo dar significado PARTICULAR ao termo “replicar”, o que defende não faz o menor sentido. Entendeu agora?”
    .
    Replicar significa reproduzir os testes (com modificações maiores ou menores, mas vitas consensualmente como aceitáveis) e obter resultados compatíveis com o anteriormente obtido. Foi isso que Wiseman fez.

  433. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “O pedido de Wiseman por novas experimentações não indica que ele esteja em dúvida quanto à realidade do que vem negando há vários anos! ”
    .
    SANTA INGENUIDADE, BATMAN! Antes ele dizia que tinha refutado, depois disse que tinha replicado e que não dava para saber…no livro que ele lançou ele muda completamente de assunto…

  434. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano, depois que adentrou na política da retrocausalidade, tornou-se mais incréu que a própria incredulidade: nem em NSJC ele, que tanto cria, não mais crê.
    .
    No entanto, achei-lhe a resposta, a começar pelo dilúvio, que foi onde tudo começou, depois do Éden, obviamente, então veja e entenda:
    .
    https://www.youtube.com/watch?v=ofYVWod-Vkg

  435. Marciano Diz:

    Só porque Montalvão não consegue comunicar-se com seus cães, isto não implica que telepatia canina não exista.
    Tente replicar em casa, Montalvão. Cães não lhe faltam.

  436. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Fiz uma busca na página do próprio Wiseman ( https://richardwiseman.wordpress.com/research/academic-papers/ ), mas a mais recente referência que encontrei sobre parapsicologia data de 2010.
    Título: Wiseman, R. (2010). ’Heads I Win, Tails You Lose’: How Parapsychologists Nullify Null Results, Skeptical Inquirer, Vol. 34(1), 36-39, January/February.”
    .
    Esse artigo do Wiseman já foi analisado por Carter em http://www.sheldrake.org/files/pdfs/Carter_Wiseman.pdf (inclusive com referência ao caso do cão telepata) e por Baptista aqui: http://www.patriziotressoldi.it/cmssimpled/uploads/Meta_Baptista14.pdf . O 2º artigo é melhor.

  437. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    Mas ¿concorda que retrocausação exige uma hipótese adicional: que a foto publicada no jornal CAUSOU a feitura do desenho?
    Se sim, es decir, se concorda, então parcimônia guilhermense recomenda a boa e velha claricidência do futuro.
    .
    Lógico: a explicação natural e sem buscas por sensacionalismo, é a convencional da DE.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: bem, a foto futura pode ter causado a feitura do desenho atual, e sua hipótese de que foram espíritos fazendo arte é plausível. Porém, há que considerar outra via explicativa, conforme falei ao, ao… ao quem mesmo? Ah, sim, ao nobre Bola de Neve, que não sei se é O ou A, porque bolas de neve tanto podem ser machas quanto fêmeos, então, na dúvida, e para prestigiar os sexos ao mesmo nível, digo, “conforme falei ao o(a) Bola de Neve”:
    /
    “De qualquer modo, essa retrocausação tá mesmo para modismo,pois a boa e velha (e imaginária) precognição, em linha direta presente-futuro, dá conta das adivinhanças furrecas de fotos em jornais, revistas, etc.”
    /
    E qual seria a hipótese a explicar essa visão precognitiva do futuro (sem retrocausalidade)? Simples: imagine o futuro com a conjugação de uma série de váriáveis que “esvoaçam” (estão soltas) no presente. Visualize como se fossem papeizinhos de um quebra-cabeças confluindo para uma perfeita e espontânea arrumação.
    .
    Nesta hipótese, o futuro já está delineado contemporaneamente, basta que o sensitivo saiba ajeitar a peças. E é o que ocorre: numa visão gestaltiana, o vidente visualiza o que para os demais mortais está em desalinho arrumadinho.
    .
    Um exemplo concreto pode dar melhor elucidamento: suponha que o jornal Última Hora publicará daqui a dois dias de um dia de agosto de 1954, a foto de Carlos Lacerda sendo carregado na Rua Tonelero, após ser alvejado por desconhecido que todos sabem quem será. Imagine que minha PSI resolva-se, por ela própria, visualizar esse acontecimento que ainda não aconteceu. Então, ela, a Psi, junta os dados dispersos e VÊ o futuro do passado num todo coerente.
    .
    Em outras palavras, para explicar a doidice de alguém conhecer o futuro antes que o futuro aconteça, não carece vir com teoria mais doida que a já disponível precognição clássica (sem retrocausação).
    .
    FALOU MOI, diplomado em precognição pela Universidade gestaltiana da Bessarábia, com mestrado no bar do bigode.

  438. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    A Fazenda dos Animais é igual às ditaduras de esquerda.
    Começa com a ideia de que o latifundiário dono da fazenda explora os proletários animaizinhos, apropriando-se da mais-valia de seu trabalho e mentindo, dizendo que quem mais trabalha é quem menos ganha.
    Após a revolução, começa a igualdade, sem propriedade privada, todos trabalhando para a fazenda, que agora é do Estado.
    Logo vira uma ditadura feroz, com tortura e morte dos proletários bichinhos.

    /
    CONSIDERAÇÃO: Fazenda dos Bichos, ou A Revolução dos Animais, é crítica ao regime comunista (esquerda). No começo parece que a melhor justiça será praticada, pois, segundo o regulamento maior “todos os animais são iguais perante a lei”, ou seja merecem igual tratamento, sob quaisquer circunstâncias. Esse aviso era pregado em ponto de destaque na fazenda para que dele não esquecessem.
    .
    Um dia os bichos acordam e percebem que houve alteração no registro: “todos os animais são iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais que os demais”, o que deu a verdadeira feição do sistema…
    ./
    /
    “Agora vou trabalhar mais, para ganhar mais.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: não esqueça de dar um dormidinha e sonhar… com o número faltante…

  439. MONTALVÃO Diz:

    /
    1. Gorducho Diz:
    .
    No frigir dos ovos: a biologia seria construto sociológico?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: dentro da moderna teoria da Inversão de Valores, também chamada “bundalelê do vale tudo”, sim. Dentro do conhecimento científico, arduamente conquistado, não.

  440. MONTALVÃO Diz:

    /
    Marciano Diz:
    .
    Montalvão, já te respondi.
    Fique ligado.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ligadão nas quebradas, mestre: ativo e operante…

  441. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, já te respondi.
    Fique ligado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: e já retruquei, ligado fiques too…

  442. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    após ser alvejado por desconhecido que todos sabem quem será.
    ==============================================================
    Mas cá o caso é bem mais simples. O fato – e.g.: tentativa de assassinato de quem quer que seja…- acontecerá sem qualquer “interferência” Sobrenatural.
    O que acontece é que o gobelin dita um desenho pro médium (agora chega dessa palhaçada americanística pra nos atermos ao que interessa :mrgreen: ).
    Ele (o gobelin) não sabe nem tem como influir nos fatos que se sucederão no futuro convencional. 2 dias depois ele vai na redação do periódico, vê as fotos possíveis de serem publicadas nesse dia, e escolhe a que melhor se enquadre no desenho que ele injetou via a pineal do médium.
    Note que dessa explicação natural, perfeitamente canônica dentro da DE, decorre naturalmente a flutuação estatística que observam. Pois que o espírito está constrangido a escolher só as fotos que a redação está cogitando publicar pois que pertinentes aos fatos do dia anterior.
    Veja que a flutuação estatística daí decorre natural e legitimamente. Não é o mau uso das flutuações aleatórias que os parapsicólogos soem usarem pra justificar os “resultados” da “ciência” deles.

  443. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Fazenda dos Bichos, ou A Revolução dos Animais”…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: dos animais não, animal, dos Bichos, mas no fim dá no mesmo: REVOLUÇÃO DOS BICHOS, George Orwell, também titulado: “Triunfo dos Porcos”
    /
    =====================.
    O Sr. Jones, da Quinta Manor, tinha trancado os galinheiros, mas estava demasiado bêbado para se lembrar de fechar os postigos. Com o círculo de luz da lanterna dançando de um lado para o outro, atravessou o pátio aos tombos, livrou-se das botas na porta das traseiras, serviu-se de um último copo de cerveja do barril da copa e subiu para o quarto, onde a Sr.ª Jones já ressonava.
    .
    Assim que a luz do quarto se apagou, houve agitação e alvoroço em todas as divisões da quinta.
    .
    Constara, durante o dia, que o velho Major, o premiado porco “Middle White”, tivera um estranho sonho na noite anterior e desejava transmiti-lo aos outros animais. Ficara acordado reunirem-se todos no celeiro grande, logo que estivessem livres do Sr. Jones. O velho Major (como sempre lhe chamavam, embora o nome com que fora exibido fosse Beleza de Willingdon) era tão respeitado na quinta que todos estavam dispostos a perder uma hora de sono para ouvirem o que ele tinha a dizer.
    .
    Num dos extremos do grande celeiro, numa espécie de plataforma elevada, Major já se encontrava recostado na sua cama de palha, por baixo de uma lanterna pendurada numa viga.
    .
    Tinha 12 anos e engordara muito ultimamente, mas tinha ainda um porte majestoso, uma aparência sensata e benévola, apesar de nunca lhe terem sido serrados os colmilhos. Passado pouco tempo, começaram a chegar os outros animais, acomodando-se confortavelmente, cada um à sua maneira. Primeiro chegaram os três cães, Bluebell, Jessie e Pincher, e depois os porcos, que se instalaram na palha, mesmo em frente da plataforma. As galinhas empoleiraram-se nos peitoris das janelas, os pombos esvoaçaram até às traves, os carneiros e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e começaram a ruminar. Os dois cavalos da carroça, Boxer e Clover, entraram juntos, vagarosamente e assentando com grande cuidado os enormes cascos peludos, com receio de que estivesse algum animal mais pequeno debaixo da palha.
    .
    Clover era uma corpulenta égua próxima da meia-idade, que nunca conseguira recuperar as suas formas depois do nascimento do seu quarto potro. Boxer era um animal de grande porte, com perto de um metro e oitenta de altura e tão forte como dois cavalos comuns. Uma lista branca no focinho dava-lhe uma aparência um tanto imbecil e, de facto, não possuía uma inteligência de primeira, mas era respeitado por todos devido à sua firmeza de carácter e enorme capacidade de trabalho.
    .
    Depois dos cavalos chegaram Muriel, a cabra branca, e Benjamin, o burro. Benjamin era o animal mais velho da quinta e o mais mal-humorado. Raramente falava e, quando o fazia, era geralmente para proferir alguma observação cínica. Dizia, por exemplo, que Deus lhe havia dado uma cauda para enxotar as moscas, mas que preferiria não ter cauda, nem moscas. Era o único dos animais da quinta que nunca se ria. Se lhe perguntavam porquê, dizia que não via nada que lhe desse vontade de rir. No entanto, sem o admitir abertamente, era muito dedicado a Boxer; geralmente passavam os domingos juntos, no pequeno cercado do outro lado do pomar, pastando lado a lado, em silêncio.
    .
    Os dois cavalos tinham acabado de se deitar quando entrou no celeiro uma ninhada de patinhos que tinham perdido a mãe, piando debilmente e vagueando de um lado para o outro à procura de um lugar onde não fossem esmagados. Clover fez uma espécie de muro à volta deles, com a pata dianteira, e os patinhos aninharam-se ali e prontamente adormeceram. No fim entrou Mollie, a estouvada e bonita égua branca que puxava a charrete do Sr. Jones, requebrando-se com elegância e mastigando um torrão de açúcar.
    .
    Ocupou um lugar próximo da frente e começou a sacudir a sua crina branca, esperando atrair as atenções para as fitas vermelhas com que estava entrançada.
    .
    Por último veio o gato, que olhou em volta, como de costume, procurando o lugar mais quente e aconchegando-se finalmente entre Boxer e Clover; aí ficou ronronando com satisfação durante todo o discurso de Major, sem prestar atenção a uma única palavra do que ele dizia.
    [...]
    Fracos ou fortes, espertos ou estúpidos, somos todos irmãos. Nenhum animal deve matar qualquer outro animal. Todos os animais são iguais. E agora, camaradas, vou falar-vos do meu sonho da noite passada. Não vos posso descrevê-lo. Sonhei como será a Terra quando o Homem desaparecer. Mas isso fez-me recordar uma coisa que há muito tinha esquecido. Há muitos anos, quando eu era ainda leitão, a minha mãe e as outras porcas costumavam cantar uma velha cantiga, da qual sabiam apenas a música e as três primeiras palavras.
    [...]
    OS SETE MANDAMENTOS

    1. Tudo o que anda sobre dois pés é inimigo.
    2. Tudo o que anda sobre quatro pés, ou tem asas, é amigo.
    3. Nenhum animal usará roupa.
    4. Nenhum animal dormirá numa cama.
    5. Nenhum animal beberá álcool.
    6. Nenhum animal matará outro animal.
    7. Todos os animais são iguais.
    [...]
    Ao olhar para a encosta, Clover ficou com os olhos cheios de lágrimas. Se ela pudesse exprimir os seus pensamentos, teria dito que não era isto que eles tinham ambicionado quando se lançaram ao trabalho, alguns anos antes, para destronar a raça humana. O que tinham desejado naquela primeira noite em que Major os incitara à revolta não eram estas cenas de terror e carnificina.
    .
    Se ela tivesse podido visionar o futuro, teria idealizado uma sociedade de animais livres da fome e do chicote, todos iguais, cada um trabalhando segundo a sua capacidade, os fortes protegendo os fracos, como ela protegera com a pata a última ninhada de patinhos, na noite do discurso de Major. Em vez disso – e ela não sabia porquê – tinham chegado a um ponto em que ninguém se atrevia a dizer o que pensava, com cães ferozes e ameaçadores deambulando por todo o lado e sendo obrigados a ver os seus camaradas feitos em pedaços, depois de confessarem crimes chocantes.
    .
    Não lhe passava pela cabeça revoltar-se ou desobedecer. Ela sabia que, mesmo assim, estavam muito melhor do que no tempo dos seres humanos.
    .
    Acontecesse o que acontecesse, manter-se-ia fiel, trabalharia muito, cumpriria as ordens que lhe fossem dadas e aceitaria a chefia de Napoleão. Mas não era para isto que se tinham esforçado tanto.
    [...]
    Nenhum deles, nem os mais novos, nem mesmo os recém-chegados, trazidos de quintas situadas a vinte ou trinta quilômetros, deixava de se extasiar com isto. E, quando ouviam disparar a espingarda e viam a bandeira verde flutuando no mastro, os seus corações palpitavam, cheios de orgulho, e as conversas voltavam sempre aos velhos tempos heroicos, a expulsão de Jones, à elaboração dos Sete Mandamentos, às grandes batalhas em que os seres humanos tinham sido derrotados.
    .
    Nenhum dos velhos sonhos fora esquecido. Ainda acreditavam na República dos Animais que Major pressagiara, em que os campos verdes da Inglaterra deixassem de ser percorridos por pés humanos.
    .
    Um dia chegaria: podia não ser em breve, podia não ser durante o tempo de vida de qualquer dos animais agora existentes, mas ainda chegaria. Até a melodia de Animais da Inglaterra era cantarolada aqui e ali em segredo; de qualquer modo, era um facto que todos os animais da quinta a conheciam, embora ninguém se atrevesse a cantá-la em voz alta. A sua a vida podia ser árdua e nem todas as suas aspirações se tinham realizado, mas tinham a consciencia de não serem como os outros animais. Se passavam fome, não era por terem de alimentar os tiranos seres humanos; se trabalhavam duramente, pelo menos faziam-no para si próprios.
    .
    Entre eles, nenhuma criatura andava com dois pés. Nenhuma criatura chamava «Amo» a outra. Todos os animais eram iguais.
    .
    Um dia, no princípio do Verão, Squealer ordenou aos carneiros que o seguissem e conduziu-os a um terreno vazio no outro extremo da quinta, cheio de rebentos de vidoeiro. Os carneiros passaram o dia inteiro comendo as folhas, sob a vigilância de Squealer. A tardinha, este regressou a casa, mas, como ainda estava calor, disse aos carneiros que ficassem onde estavam. Acabaram por ficar ali uma semana inteira, durante a qual os outros animais não lhes puseram a vista em cima. Squealer passava a maior parte do dia com eles. Dizia estar a ensinar-lhes uma nova canção, para o que necessitavam de isolamento.
    .
    Foi logo depois de os carneiros retornarem, num agradável fim de tarde em que os animais tinham terminado o trabalho e regressavam aos edificios da quinta, que se ouviu, vindo do pátio, o terrível relincho de um cavalo. Sobressaltados, os animais estacaram. Era a voz de Clover. Relinchou de novo e todos os animais desataram a correr, precipitando-se para o pátio. Viram, então, o que Clover tinha visto.
    .
    Era um porco andando sobre as patas traseiras. Sim, era Squealer. Um pouco desajeitadamente, como se não estivesse habituado a suportar o seu peso considerável naquela posição, mas com perfeito equilíbrio, passeava pelo pátio. Logo a seguir, saiu pela porta da casa uma longa fila de porcos, todos caminhando sobre as patas traseiras.
    .
    Alguns faziam-no melhor que outros, um ou dois estavam mesmo um pouco trémulos, parecendo que apreciariam o apoio de uma bengala, mas todos eles completaram a caminhada com sucesso. E, no fim, ouviu-se um tremendo ladrar de cães e o cantar estridente do galito preto e surgiu o próprio Napoleão, majestosamente erecto, lançando olhares arrogantes para um e outro lado, com os cães saltitando à sua volta.

    Na pata trazia um chicote. Fez-se um silêncio de morte. Espantados, aterrorizados, todos muito juntos, os animais observavam o longo cortejo de porcos marchando vagarosamente pelo pátio. Era como se o mundo se tivesse virado de pernas para o ar. Depois, passou o primeiro choque e, apesar de tudo – apesar do terror dos cães e do hábito, desenvolvido ao longo dos anos, de nunca se queixarem, nunca criticarem acontecesse o que acontecesse – poderiam ter pronunciado alguma palavra de protesto. Mas, precisamente nesse momento, como que a um sinal, todos os carneiros desataram a balir altíssimo: – Quatro pernas bom, duas pernas melhor! Quatro pernas bom, duas pernas melhor! Quatro pernas bom, duas pernas melhor!
    Gritaram durante cinco minutos, sem parar.
    .
    E, quando acalmaram, a ocasião de protestar tinha passado, pois os porcos tinham regressado a casa.
    .
    Benjamin sentiu um focinho encostado a ele. Era Clover. Os seus velhos olhos pareciam mais baços que nunca. Sem dizer uma palavra, puxou-lhe suavemente pela crina e conduziu-o até ao outro lado do celeiro, onde estavam escritos os Sete Mandamentos.
    .
    Durante um ou dois minutos estiveram a olhar para a parede alcatroada com as letras brancas. A minha vista anda fraca – disse ela, finalmente. -Mesmo quando era nova, não poderia ter lido o que ali foi escrito. Mas parece-me que a parede está diferente. Os Sete Mandamentos são os mesmos de outrora, Benjamin?
    .
    Pela primeira vez, Benjamin consentiu em quebrar a sua regra e leu-lhe o que estava escrito na parede. Não havia lá nada, excepto um único mandamento.
    .
    Dizia:
    .
    TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS MAS ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS
    ===================.

  444. Vitor Diz:

    BOLA DE NEVE DISSE: “É que eu não entendi pelo resumo o que há que signifique necessariamente uma interpretação na retrocausação.”
    .
    Pelo que entendi, percebeu-se que uma atenção maior nas figuras após o retorno (revelação) melhorava a qualidade das imagens que apareciam no sonho tido antes.

  445. MONTALVÃO Diz:

    .
    MONTALVÃO DIZ: “continua mal de gurus… Leshan, outro doidão…”
    .
    VISONI: Qq um que discorda do Montalvão é doidão… fico feliz em ser o mais ‘insano’ de todos nesse sentido.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: penseio que Visoni houvera escafedido na retrocausalidade, mas ei-lo que retorna, inchado qual gato de armazém de secos e molhados, como se nenhuma avassaladora objeção lhe ofertada fora…
    .
    Leshan discorda de mim? Ó, mas quanta honra! Só para me clarear: quais dos meus artigos ele questionou?
    .
    Entretanto, você, Visoni, conquanto de mim discorde não o vejo doidão, apenas crédulo de montão, mas é caso com solução…
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DIZ: “O “profeta dorminhoco” era um rematado aldrabão e bem acordado, dormiu o Leshan e quem a ele deu/dá ouvidos…”
    .
    VISONI: Nenhuma prova de fraude. E o livro “Cayce in Context” rebate as críticas dos céticos, mostrando que ele de fato tinha poderes paranormais. Então, até aqui, você não mostrou que Leshan é doidão, nem tem nada contra Cayce, exceto o que o próprio Leshan já dizia (que muito do que Cayce dizia vinha do inconsciente, e esse material era, portanto, loucura).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: PUTZ&GRILO! Se quer falar sério, fale sério então! Se vai agora fazer apologia de Cayce aí é que danou-se de vez! Como se não lhe bastasse Swann, Harribance, Dunglas Home, Osborne… Se não quiser adentrar no mundo de banalidades e tolices que o “dorminhoco” proferia, basta analisar as leituras reencarnativas que fazia.
    .
    CAYCE ERA MESMO PODEROSO, SE PARA NADA SERVE SERVE NA ALIMENTAÇÃO DAS FANTASIAS VISONIANAS, exemplo:
    /
    =======================.
    EDGAR CAYCE EA HISTÓRIA DO ELEVADOR
    .
    “Dr. Henry K. Puharich: Anteriormente você mencionou o cordão de prata e, no início da tarde, foi feita referência ao campo eletromagnético em torno de objetos inanimados e armazenamento de memória deles como evidenciado pela psicometria e novamente com toda a situação de tempo. Dois incidentes vêm à mente: um aconteceu há muito tempo atrás com o famoso místico Edgar Cayce, quando ele estava prestes a entrar em um elevador e de repente viu algo estranho.Ele estava escuro no elevador e ele percebeu que nenhuma dessas pessoas tinha auras e saiu do elevador, que caiu alguns momentos depois e todas essas pessoas foram mortas.”
    =======================.
    /
    UAU!

    /
    /
    “o próprio Leshan já dizia (que muito do que Cayce dizia vinha do inconsciente, e esse material era, portanto, loucura).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Ih, agora doidou geral! Foi só eu falar…
    .
    Leshan não conhece nem o próprio inconsciente, como vai querer conhecer o dos outros? E o que “vem” do inconsciente é loucura (supondo que exista esse tal de inconsciente)? Loucura, sô!
    .
    Muito do que vinha de Cayce, muito não, TUDO, provinha de um setor de seu “inconsciente” chamado “Central de Malandragens”…

  446. Phelippe Diz:

    Gorducho, às 12:28.
    Isso considerando que os espíritos ficam na erraticidade e podem interagir conosco quando quiserem. E se os espíritos ficam num Universo paralelo sem nenhuma conexão com os de cá? E se eles só podem se comunicar em situações especiais? Se o contato é esporádico como pretender que eles possam ver qualquer tipo de imagem? A se confirmar a necessidade de licença para se comunicar com os vivos, outra questão se levanta: quem ou o quê se manifesta então? Um elemental tipo o do poltergeist de Suzano? Um demônio? Um espírito maldito? O próprio subconsciente do suposto médium? As ordens esotéricas em geral apontam para a última possibilidade.

  447. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DIZ: “O “profeta dorminhoco” era um rematado aldrabão e bem acordado, dormiu o Leshan e quem a ele deu/dá ouvidos…”
    .
    VISONI: Nenhuma prova de fraude [de Edgar Cayde].
    /.
    CONSIDERAÇÃO: PROVA de fraude… que prova se pode opor para quem diga: “Visoni viveu em Atlântida, era partidário da Lei do Um, cuidava do equipamentos que faziam contatos com os extraterrenos na troca de tecnologia que praticavam no período em que os partidos não estavam em contenda”.
    .
    Claro que não tal discurso não era fraudoso… agora, era o quê?

  448. MONTALVÃO Diz:

    EDGAR CAYCE

  449. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Claro que não tal discurso não era fraudoso… agora, era o quê?”
    .
    Era algo da mesma espécie dos macacos no Sol de Piper.

  450. MONTALVÃO Diz:

    /
    .
    MONTALVÃO DIZ: “É fato que a Cientologia possui crenças estranhas, mas não é fato que essas estranhas crenças fomentem visões quais as malandradas de Swann…”
    .
    VISONI: Pode não ser fato, mas acho plausível. De qualquer forma, a única coisa que você pode culpar o Swann é não saber separar o que é material do inconsciente do que é percepção extrassensorial. Mas que ele tinha PES, tinha, como diversos experimentos comprovam.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Seu ídalo, que “nunca rejeitara ser testado”, mas só aceitava testes com quem ele queria, exibia PES apenas para esses deslumbrados em achar PES a qualquer custo. Ingo tinha visão remota supimpa: não encontrava nem gelo na Antartica… mas via de um tudo fora da Terra. O azar de Swann é que também possuo visão remota, e das conferitivas: projetei minha enxergação até a lua e não contemplei lá nenhum peladão… todos estavam vestidos…
    /
    /
    MONTALVÃO DIZ: “neste caso, o único parapsicólogo cá será o ausente Sandro Fontana, visto que inscrito na PA…”
    .
    VISONI: Procurei por Sandro e não achei:
    http://www.parapsych.org/section/14/pa_member_index.aspx
    .
    Há um Fontana, mas é o David.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: David Fontana… um dos arautos da legitimidade dos “fenômenos de Scole”, a PA está bem servida…
    /
    ==========================.
    “Este livro apresenta uma vasta gama desses fenômenos, desde luzes paranormais até a levitação de objetos, aportes e imagens concretos e outros. No entanto, não se usou ectoplasma e no final das sessões os médiuns pareciam sentir-se tão bem quanto estavam no início. O GRUPO DE SCOLE EM SI CLASSIFICOU AS ATIVIDADES COMO ENERGÉTICAS EM VEZ DE FENÔMENOS ECTOPLASMÁTICOS. Isso certamente parece ser um considerável avanço em relação à tradição.
    .

    Nós três, visitantes, nos conduzimos adequadamente de acordo com a nossa formação anterior. Pude contribuir um pouco no que se referia aos aspectos científicos, DAVID FONTANA TEVE UMA PARTICIPAÇÃO IMPORTANTE COMO PSICÓLOGO COM EXPERIÊNCIA EM ESTADOS ALTERADOS DE CONSCIÊNCIA, E OS CONHECIMENTOS DA LITERATURA DE MONTAGUE KEEN FORAM DE UMA IMPORTÂNCIA ESPECIAL. Os comunicadores geralmente nos diziam que não seríamos capazes de entender as explicações do que estava acontecendo. Acho que houve momentos em que todos desejamos que eles apenas explicassem tudo e nos deixassem decidir se entenderíamos ou não! Mas não foi assim. Além disso, muitas vezes explicávamos que a comunidade científica consideraria que, como o fenômeno normalmente ocorria no escuro, estávamos sendo enganados. Queríamos muito poder usar um visor infravermelho para mostrar, pelo calor do corpo dos participantes, que todos permaneciam em suas cadeiras durante os períodos em que os fenômenos ocorriam. No entanto, para nossa decepção, isso também não foi permitido. Fizemos os máximos esforços durante as nossas sessões de investigação científica para explicar como parecia impossível que muitos dos fenômenos fossem falsos. Mas os céticos sempre dirão que os mágicos podem fazer todo o tipo de coisas “impossíveis”. Nesse sentido, infelizmente, os céticos normalmente não precisam demonstrar sem detecção o que alegam ter sido realmente executado.
    =======================.
    /
    E o Wiseman, achou-o por lá?
    /
    Quanto ao Sandro, foi o próprio quem me disse certa vez que participava da entidade, se saiu nada posso fazer para repô-lo (vai ver a mensalidade aumentou). Mas você que tem contato com ele no ECAE pode esclarecer a dúvida… então, em vez de consultar a PA consulte o SF… fale assim, ó: “Dileto Sandro, és, ou algum tempo fostes, membro da PA?” Se ele responder: QUEQUEISSO?! Aí o engano terá sido meu…

    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “a não ser que você, Visoni, também o seja, caso em que também poderá usar o “rótulo”… gente coisa é outra fina…””
    .
    VISONI: Não sou associado, mas tenho artigos publicados em jornais psi. Quem não é membro da PA deve ter o título parapsicólogo questionado, mas isso não quer dizer impedido. CADA CASO É UM CASO.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pode ser que cada caso seja um, mas não foi esta a regra que você próprio nos trouxe…

  451. MONTALVÃO Diz:

    /

    .
    MONTALVÃO DISSE: ” Se isso é admitir que replicou… Wiseman diz: os dados são os mesmos, mas a interpretação… Sheldrake chama brasa para sua sardinha louca, Wiseman tem juízo: eis a diferença!”
    .
    VISONI: Sim, Montalvão, isso é admitir que replicou SIM. Replicou os dados. Nem isso o Wiseman admitia, lembre-se. Quanto à interpretação, Sheldrake já demonstrou que a explicação dele é refutada pelos dados. Aí o Wiseman quer simplesmente mais experimentos para se chegar a uma interpretação mais firme. Mas fica evidente que o caso para a telepatia canina está totalmente favorável a Sheldrake.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: essa discussão de se replicou não replicou já ficou sem graça, você se escuda nessa de “replicar dados” para realizar o paradoxo de um adversário da realidade da PES tornar-se admitidor da telepatia canina. Os argumentos estão dados, se não os quer acatar, só me resta lamentar e encerrar essa parte da conversa, que caminha para o vazio.
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “como alguém que renega a realidade de PSI, o que leva de reboque a telepatia canina, pôde replicar a realidade da telepatia canina?”
    .
    VISONI: Porque replicou OS DADOS. Quanto à interpretação, não se pode mudar a cabeça do Wiseman para aceitar a realidade de psi, embora ele mesmo já tenha dito que psi estaria provado em qualquer outra disciplina científica. Mas que o Sheldrake refutou a explicação do Wiseman, refutou.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quando puder explicar o que significa “replicar dados” talvez nos entendamos melhor…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “A não ser que esteja querendo dar significado PARTICULAR ao termo “replicar”, o que defende não faz o menor sentido. Entendeu agora?”
    .
    VISONI: Replicar significa reproduzir os testes (com modificações maiores ou menores, mas vitas consensualmente como aceitáveis) e obter resultados compatíveis com o anteriormente obtido. Foi isso que Wiseman fez.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: já começa a clarear o escuro de sua argumentação. Replicar, sim, significa reproduzir os testes e achar iguais resultados: neste caso, podemos inferir que Sheldrake pensa que topou com telepatia em cães, mas esbarrou só na sua própria imaginação, o que foi esclarecedoramente denunciado por Wiseman… Pronto, assunto encerrado. Caso esclarecido.
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “O pedido de Wiseman por novas experimentações não indica que ele esteja em dúvida quanto à realidade do que vem negando há vários anos! ”
    .
    SANTA INGENUIDADE, BATMAN! Antes ele dizia que tinha refutado, depois disse que tinha replicado e que não dava para saber…no livro que ele lançou ele muda completamente de assunto…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não, meu jovem, não é isso: no livro que lançou ele TRATA DE outro(s) assunto(s), como o próprio bem disse: “por que perder tempo com algo que tudo indica não exista?”
    /
    E tá na hora desse joguinho bobo de palavras: o fato maior sobrepuja o menor, e o fato maior é que Wiseman nega a existência de PES. Se você, malgrado este motivo determinante, insiste em fazê-lo admitidor de ter “replicado dados”, então deixemos como está, talvez mês que vem acorde.
    /
    /

    1. Marciano Diz:
    .
    Só porque Montalvão não consegue comunicar-se com seus cães, isto não implica que telepatia canina não exista.
    Tente replicar em casa, Montalvão. Cães não lhe faltam.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é o que venho fazendo amiúde, mas os bandidinhos(as) não cooperam. Acho que telepatizam entre eles para bloquear minhas transmissões: só porque mudei a marca de ração e passei a batizá-la com carne moída apenas três vezes por semana, quando antes era diário…
    /
    /

  452. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    Isso considerando que os espíritos ficam na erraticidade e podem interagir conosco quando quiserem. E se os espíritos ficam num Universo paralelo sem nenhuma conexão com os de cá? E se eles só podem se comunicar em situações especiais? Se o contato é esporádico &c.
    ==============================================================
    Só estou indo pelo caminho mais simples.
    Se você não tem um problema, não invente um.
    Esse causo se explica trivialmente via DE clássica, convencional; sem necessidade de apelar pra modismos mirabolantes.
    Claro, estou aberto se me mostrarem algum erro técnico-doutrinário que eu esteja cometendo.

  453. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Claro que não tal discurso não era fraudoso… agora, era o quê?”
    .
    VISONI: Era algo da mesma espécie dos macacos no Sol de Piper.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois é, então fica-se com a melhor das hipóteses: o subconsciente produz as revelações, quanto mais criativo tanto mais “revelador”…
    .
    Começamos a nos afinar opinativamente…
    .
    Não falei que seu problema era solucionável?

  454. MONTALVÃO Diz:

    /
    ==============================================
    Isso considerando que os espíritos ficam na erraticidade e podem interagir conosco quando quiserem. E se os espíritos ficam num Universo paralelo sem nenhuma conexão com os de cá? E se eles só podem se comunicar em situações especiais? Se o contato é esporádico &c.
    ==============================================
    .
    GORDUCHO: Só estou indo pelo caminho mais simples.
    Se você não tem um problema, não invente um.
    Esse causo se explica trivialmente via DE clássica, convencional; sem necessidade de apelar pra modismos mirabolantes.
    .
    Claro, estou aberto se me mostrarem algum erro técnico-doutrinário que eu esteja cometendo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se bem entendi, cês tão falando de contextos distintos, embora afins.
    .
    1) O Gorducho postula que o conteúdo doutrinário do espiritismo soluciona a pendenga da retrocausação (o Vitor nem se mexeu). Não quer dizer que ele considere o ensinamento espírita verdadeiro, tampouco que essa nova moda visoniana mereça crédito, apenas pontua a desnecessidade de recorrer a outras hipóteses, visto que o kardecismo oferece caminhos explicativos satisfatórios.
    .
    2) O Phelippe está pondo em questão a viga-mestra do espiritismo, que é a comunicação. O que leva o assunto para outra esfera, a da validação da proposta espírita.
    .
    Ambos estão coerentes no âmbito de seus discursos.
    .
    Se bem entendi.

  455. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Nesta hipótese, o futuro já está delineado contemporaneamente, basta que o sensitivo saiba ajeitar a peças. E é o que ocorre: numa visão gestaltiana, o vidente visualiza o que para os demais mortais está em desalinho arrumadinho.
    ===============================================================
     
    Não é beeeem assim. O sensitivo já ajeitou as peças no futuro, e também já foi escolhido para ser o ajeitador de peças.
    Não tem como errar.
    Está tudo predeterminado (ou seria pós-determinado?).
     
    ===============================================================
    Um dia os bichos acordam e percebem que houve alteração no registro: “todos os animais são iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais que os demais”, o que deu a verdadeira feição do sistema…
    ===============================================================
     
    E quando é que os nossos bichos vão acordar :?:
     
    ===============================================================
    … não esqueça de dar um dormidinha e sonhar… com o número faltante…
    ===============================================================
     
    Se no futuro for escrito que eu sonharei, não há como mudar nada.
    Determinismo total.
     
    ===============================================================
    TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS MAS ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS
    ===============================================================
     
    É por isso que o MuLLadrão é mais igual do que o Cunha, do que os outros políticos que detinham cargos menos importantes na ORCRIM, e não vai pro xilindró nem a pau (d’água) :?:
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: é o que venho fazendo amiúde, mas os bandidinhos(as) não cooperam. Acho que telepatizam entre eles para bloquear minhas transmissões: só porque mudei a marca de ração e passei a batizá-la com carne moída apenas três vezes por semana, quando antes era diário…
    ===============================================================
     
    Bandidinhos(as) é para provocar o Vice-Presidente?
    Veja se a ração deles não é produzida pelo Joesley.

  456. Gorducho Diz:

    Depois vejam em casa com calma vejam que a LAVAGEM CEREBRAL Analistas Marciano, Montalvão (essa versão tem legendas em vernáculo!) e quem mais possa se interessar.
    A biologia é um construto sociológico. Portanto agora sim, ao contrário da pauta, temos de fato retrocausalidade :evil:

  457. Gorducho Diz:

    ERRATA
    [...] vejam que a matéria norueguesa Lavagem Cerebral &c.

  458. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Bandidinhos(as) é para provocar o Vice-Presidente?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não, é para mostrar que trato equanimemente homens e mulheres, mesmo que sejam homens e mulheres caninos ou gatinos…
    /
    /
    “Veja se a ração deles não é produzida pelo Joesley.”
    ./
    Imagina. A ração é da boa, embora me doa no bolso: premium ou super…

  459. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DIZ: “Seu ídalo, que “nunca rejeitara ser testado”, mas só aceitava testes com quem ele queria,”
    .
    Cite um que ele tenha se negado, por favor.
    .
    MONTALVÃO DIZ: “E o Wiseman, achou-o por lá?”
    .
    Não, mas o Wiseman, embora não seja filiado, fez várias publicações em jornais psi, podendo perfeitamente ser chamado de parapsicólogo.
    .
    MONTALVÃO DIZ: “pode ser que cada caso seja um, mas não foi esta a regra que você próprio nos trouxe…”
    .
    Eu trouxe apenas uma parte da regra. A regra (full version) é:
    1 – É filiado à PA? Então é parapsicólogo.
    2 – Não é filiado à PA mas tem publicações em jornais psi? Então é parapsicólogo.
    3 – Não é filiado nem tem publicações em jornais psi? Então não é parapsicólogo.

  460. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DIZ: “Replicar, sim, significa reproduzir os testes e achar iguais resultados: neste caso, podemos inferir que Sheldrake pensa que topou com telepatia em cães, mas esbarrou só na sua própria imaginação, o que foi esclarecedoramente denunciado por Wiseman… Pronto, assunto encerrado. Caso esclarecido.”
    .
    Na verdade, como Sheldrake detonou a explicação de Wiseman com dados, se o caso se encerrou foi a favor de Sheldrake.
    .
    http://www.sheldrake.org/reactions/richard-wiseman-s-claim-to-have-debunked-the-psychic-pet-phenomenon
    .
    In 2011, Wiseman posted a new article on the Jaytee controversy on his web site, in which he retreated from his claim to have refuted the “psychic pet phenomenon,” and instead argued that the experimental results could be explained in terms of what he called an “anxiety” hypothesis. However, he could only do this by ignoring data that already refute this hypothesis. In a series of control tests when Pam was not coming home during the test period, there was no sign of “anxiety” with jaytee going to the window more and more as time went one (Figure 3). My response to his new article is here:
    .
    http://www.sheldrake.org/reactions/a-response-to-richard-wiseman-s-article-how-much-is-that-doggie-in-the-window
    .
    For many years, Wiseman has claimed to have debunked the psychic pet phenomenon and is frequently quoted by skeptics as having done so. He has publicised his claim very widely in the media and has been reported in the press under headlines like “Psychic dog fails to give scientists a lead”, “Psychic pets are exposed as a myth”, “Pets have no sixth sense, say scientists”, and so on. As this unpublished 2011 paper on his website shows, he himself now rests his claim not on findings of his own, nor on a debunking of mine and Smart’s, but on an “anxiety’ hypothesis, which is already refuted by the data. His sceptical claims are simply not supported by the evidence. However, they illustrate very clearly how the media can be manipulated by skeptics to give a completely misleading impression, one which is then echoed by other skeptics who are all too credulous when it comes to claims that seem to confirm their beliefs.
    .
    November 2013.

    .
    Wiseman jamais respondeu a Sheldrake desde então. Nem mesmo no livro dele publicado recentemente.

  461. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “pois é, então fica-se com a melhor das hipóteses: o subconsciente produz as revelações, quanto mais criativo tanto mais “revelador”…”
    .
    Mas tinha paranormalidade envolvida também… vá ler “Cayce in Context”. Para te facilitar, baixa aqui:
    .
    https://app.box.com/s/0kau1mwgv7wmwu2vw6i3s2v0eopokxj3

  462. Marciano Diz:

    Ainda estou no começo do vídeo, mas parece que ele sugere que, ao menos na Noruega, tͫeͧˡcͪnͤoͬlͤˢogia não combinam.

  463. Marciano Diz:

    Se eu ficar doente, enquanto passear pela Noruega, só serei tratado por
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  464. Marciano Diz:

    Ainda assistindo ao vídeo postado por Gorducho, mas já achando que apesar da diferença, eu me interesso mais por mulheres, fuzis, carros, aeronaves e porrada.
    Não vejo graça, em outras palavras, acho chato, desenhar roupas de moda, tricotar, homens (exceto para trocar ideias e porrada), etc.
    Deve haver alguma diferença, graças a Osíris.

  465. Marciano Diz:

    Aparentemente, se os noruegueses têm razão, se não há diferenças entre homens e mulheres, nós (Homo sapiens sapiens) somos mais sui generis do que pensamos, pois outros animais, inclusive primatas, mostram enorme diferença de interesses e comportamento entre machos e fêmeas.
    Será que também é um construto social :?:

  466. Marciano Diz:

    Lavagem cerebral é f (Δogo).
     
     
    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: não, é para mostrar que trato equanimemente homens e mulheres, mesmo que sejam homens e mulheres caninos ou gatinos…
    ===============================================================
     
    Eu, hem!
    Eu trato homens e mulheres de forma desigual.
    Com mulheres (bonitas) eu gosto de fazer sexo, fazer carinhos, dizer coisas agradáveis.
    Com homens, eu gosto de conversar, treinar porrada, tiro, aprender ou praticar esportes variados.
     
    Já tive cães e gatos, os quais, por serem legião, eram machos e fêmeas.
    Só de três cães eu me senti “dono”.
    Com eles, eu gostava de brincar com bola (já reparou como eles gostam, Presidente? Furam a bola, mas prendem-na nos dentes e ficam “pedindo” para a gente tirar, enquanto eles resistem, puxando o corpo para trás e movimentando a cabeça. Nunca reparei esse comportamento nas fêmeas, as quais gostavam só de passear, carinhos na cabeça, coisas assim).
     
    ===============================================================
    Imagina. A ração é da boa, embora me doa no bolso: premium ou super…
    ===============================================================
     
    Veja a relação das empresas compradas pelo Joesley e irmão.

  467. Marciano Diz:

    http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2017/05/26/imperio-dos-irmaos-batista-pode-estar-na-sua-casa-e-voce-nem-sabe-286095.php

  468. Gorducho Diz:

    Tem esse comportamento sim.
    Nós tivemos (já falecida) a bela Gordinha – nome irônico pois que foi achada depois duma chuvarada na praça e pegou parvo já sob nosso cuidado tendo ficado como aquelas crianças subnutridas que mal podia ter-se em pé – e ela brincava com bola de tênis até todos se esgotarem.
    E agora temos uma labradora idem. E adora limões.

  469. Antonio G. - POA Diz:

    Bom dia!
    .
    Repito aqui a mensagem que deixei lá no outro artigo mais recente, ainda com pouca visitação:
    .
    “Passando só para deixar uma saudação e um abraço aos tripulantes desta espaçonave pilotada pelo caríssimo Vitor.
    .
    Muito frio por aqui. No sul do Brasil, não no Umbral, para que não pairem dúvidas. rsrsrs”

  470. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE: Eu, hem! Eu trato homens e mulheres de forma desigual.
    COM MULHERES (BONITAS) eu gosto de fazer sexo, fazer carinhos, dizer coisas agradáveis.
    COM HOMENS, eu gosto de conversar, treinar porrada, tiro, aprender ou praticar esportes variados.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pândego que és, sabes que não é esse “trato” a que me refiro…
    .
    Coitadas das mulheres feias… e os homens têm que ser bonitos ou podem ser de quaisquer modelos?
    .
    Sinônimo de EQUANIMIDADE
    -9 sinônimos de equanimidade para 3 sentidos da palavra equanimidade:
    1 EQUIDADE, ISENÇÃO, justiça.
    2 ponderação, prudência, moderação.
    3 IMPARCIALIDADE, neutralidade, equidade.
    /
    /

    MARTE: Já tive cães e gatos, os quais, por serem legião, eram machos e fêmeas.
    Só de três cães eu me senti “dono”.
    Com eles, eu gostava de brincar com bola (já reparou como eles gostam, Presidente? Furam a bola, mas prendem-na nos dentes e ficam “pedindo” para a gente tirar, enquanto eles resistem, puxando o corpo para trás e movimentando a cabeça. Nunca reparei esse comportamento nas fêmeas, as quais gostavam só de passear, carinhos na cabeça, coisas assim).

    ==================================================
    Imagina. A ração é da boa, embora me doa no bolso: premium ou super…
    ==================================================

    Veja a relação das empresas compradas pelo Joesley e irmão.
    17. .
    http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2017/05/26/imperio-dos-irmaos-batista-pode-estar-na-sua-casa-e-voce-nem-sabe-286095.php
    /
    CONSIDERAÇÃO: tenho produtos deles cá em casa, mas poucos e não vi ração entre os que estão sob o comando do grupo.
    .
    Vida de rico é mesmo difícil…
    /
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    “Em comunicado enviado na tarde desta terça-feira, 23, o SBT anunciou que Ticiana Villas Boas não comandará a terceira temporada do reality show Bake Off Brasil – Mão Na Massa. A decisão partiu da própria apresentadora.” Ticiana Villas Boas é casada com Joesley Batista, da JBS
    /
    “A apresentadora Ticina Villas Boas está passando por um momento de impopularidade. Desde que seu marido, o bilionário Joesley Batista, empresário da JBS, delatou um esquema de proprina paga a vários políticos e com suposto aval do presidente Michel Temer, Ticiana ficou queimada.”
    “Ticiana chegou a contratar uma pessoa para apagar os comentários negativos em suas redes sociais por conta dessa operação”, disse uma produtora do Bake Off Brasil (o programa que ela apresenta, um reality show de churrasqueiros) ao jornal carioca Extra. “Ela não quer associar seu nome à carne que o marido vende”.
    /
    “Aos meus amigos, fãs e pessoas que acompanham meu trabalho e torcem por mim. Eu e minha familia estamos passando por momentos difíceis. Não estou forte nem preparada ainda para falar do assunto. Vou passar um período fora das redes sociais para nos resguardar. Espero que entendam. Um beijo com carinho. Tici”
    Uma publicação compartilhada por Ticiana Villas Boas (@tici_villasboas) e

    /
    “Luciano Huck parece estar arrependido de suas amizades. Depois de deletar dezenas de fotos com o senador Aécio Neves (candidato que apoiou na disputa para presidência), ele apagou também as fotos em que aparece ao lado de Joesley Batista, empresário dono da JBS que foi pivô das delações contra Aécio e o presidente Michel Temer.”
    /
    “Quando explicou a Temer que foi sozinho ao Jaburu, o executivo da JBS declarou:
    .
    Joesley: Eu gostei desse jeito aqui.
    .
    Temer: Desse jeito?
    .
    Joesley: Eu venho dirigindo, nem venho com motorista, eu mesmo dirijo.
    .
    Temer: Ou você vem com o Rodrigo e o Rodrigo se identifica lá.
    .
    Joesley: Eu tinha combinado de vir com ele. Eu vim sozinho, mas aí eu liguei para ele era 10h30. Aí, deu 9h50 eu mandei mensagem pra ele. Ele não respondeu. Deu 10h05 e eu liguei para ele eu disse: cadê? Ele: puta, eu tô num compromisso Vai lá. Eu passei a placa do carro. Fui chegando, eles abriram, nem dei meu nome.
    .
    Temer: Não te viram?
    .
    Joesley: Não, fui chegando, eles viram a placa do carro, abriram, eu entrei .
    .
    Temer: Melhor, então.
    .
    Joesley: Funcionou super bem.
    .
    No diálogo, Joesley disse ao peemedebista que estava pagando uma mesada a Eduardo Cunha e a Lúcio Funaro, apontado como operador de propinas do ex-presidente da Câmara, também preso na Lava Jato, para que ambos ficassem em silêncio. “Tem que manter isso, viu?”, disse Temer.”
    /
    ======================.

  471. MONTALVÃO Diz:

    /
    MARTE: Já tive cães e gatos, os quais, por serem legião, eram machos e fêmeas.
    Só de três cães eu me senti “dono”.
    Com eles, eu gostava de brincar com bola (já reparou como eles gostam, Presidente? Furam a bola, mas prendem-na nos dentes e ficam “pedindo” para a gente tirar, enquanto eles resistem, puxando o corpo para trás e movimentando a cabeça. Nunca reparei esse comportamento nas fêmeas, as quais gostavam só de passear, carinhos na cabeça, coisas assim).
    /.

    CONSIDERAÇÃO: o que diz é verdade, mas há uns pontos a considerar: machos e fêmeas têm comportamentos bem parecidos, conquanto haja diferenças. No que diz respeito a brinquedos, ofereço vários aos meus, alguns não dispensam, outros nem dão atenção, tanto machos quanto fêmeas. Têm os que brincam durante um certo tempo da vida depois não mais se interessam, têm os que brincam a vida toda.
    .
    Algumas fêmeas se distraem com objetos tanto quanto os machos, às vezes até mais. Tenho uma chiuaua e uma poodle que adoram correr atrás de coisas que jogo a distância. Outras duas vira-latas preferem fazer cabo de guerra com panos; já a ceguinha faz de tudo, inclusive roer os sofás e comer meus sapatos (ainda é filhote). Uma Golden Retriever não brinca com nada, só de briga com os outros cachorros e gosta de pular em cima das pessoas. Todos, sem exceção, apreciam receber carícias, uns até as exigem…
    .
    Coisa que nunca vi entre fêmeas é correrem atrás de carros, motos, bicicletas. A Golden Retriever o faz, mas só se os machos tomarem a iniciativa: apenas os acompanha.
    .
    Medo de fogos e estrondos: me parece mais comum entre machos, porém as fêmeas não são imunes.
    .
    Perseguir bois, cavalos: alguns (machos e fêmeas) não resistem, outros nem ligam.
    .
    Enfim, quais os humanos, os caninos variam em suas predileções de lazer e de travessuras…

  472. Marciano Diz:

    E o documentário norueguês, viste?

  473. MONTALVÃO Diz:

    /
    “E o documentário norueguês, viste?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: vi um pedaço, pretendo assistir inteiro mais tarde, mas não concordo dessa que o social define o biológico (foi essa a proposição?), penso que há sim uma troca entre as duas instâncias. Parece semelhante a discutir se o homem é produto do meio ou deriva de sua carga genética. A biologia é a base, o social vem a seguir, ambos interagem.
    .
    Isso me lembra caso que aconteceu com a amiga de um amigo. Ela casou e tinha emprego fora do lar. O marido também. Quando em casa as tarefas eram todas dela, o mancebo ia ver televisão, jogar videogame… Não adiantava pedir ajuda: ele não se mexia.
    .
    Incomodada pediu socorro à sogra: rogou-lhe que desse conselhos ao rapaz, para que ele fosse um pouco mais cooperativo.
    .
    A resposta: “não criei meu filho para ser mariquinhas: serviço de casa é coisa de mulher!”

  474. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DIZ: “Seu ídalo, que “nunca rejeitara ser testado”, mas só aceitava testes com quem ele queria,”
    .
    VISONI: Cite um que ele tenha se negado, por favor.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: até parece… cite, então, um que ele tenha aceitado…
    .
    Meu jovem, como fã confesso de Swann que é, deveria já conhecer as malandradas que ele dava. Postei-lhe em outra conversa, declaração do sujeitim, em que afirmava: “não me deixo experimentar, mas participo de experimentos”. Para bom entendedor isso diz tudo.
    .
    Imagine que você, Visoni, enviasse ao Ingo uma cartinha:
    .
    —————————–.
    “Rio de Janeiro, tantos de tantos de tantos.
    .
    Estimado Swann,
    .
    Venho por meio destas mal traçadas linhas dizer que o admiro muito, mas tem um caboclos aqui que ficam falando que você é de safado pra cima (ou pra baixo), alegam que és um malandrão e que não passaria em qualquer teste caseiro de PES.
    .
    Diante disso, e como sei que és poderoso, poderia vir ao nosso laboratório dar umas leituradas a distância? Os testes não posso dizer como serão porque nem eu sei, o pessoal cético é que os está aprontando, mas tenho certeza de que você passará com louvor, seus poderes suplantam qualquer desafio, você até interfere em equipamentos e computadores sem tocá-los!
    .
    O lanche é por minha conta, mas não paranormalize a cafeteira!
    .
    Aproveito para expressar meus protestos de elevada estima e distinta consideração,
    .
    Seu amigo e discípulo,
    .
    V.Visoni.”
    —————————–.
    /
    O que acha que o destinatário responderia?
    .

    Mas você pode, se puder e quiser, deixar-me estupefacientemente abestalhado: basta liberar a lista dos céticos que testaram Swann e o aprovaram. Suspeito que a tenha, compartilhe conosco esse saber e serei obrigado a reconhecer que o sujeito era autêntico, exceto quando seu inconsciente junguiano o traía…
    ./
    /
    MONTALVÃO DIZ: “E o Wiseman, achou-o por lá?”
    .
    VISONI: Não, mas o Wiseman, embora não seja filiado, fez várias publicações em jornais psi, podendo perfeitamente ser chamado de parapsicólogo.
    .
    MONTALVÃO DIZ: “pode ser que cada caso seja um, mas não foi esta a regra que você próprio nos trouxe…”
    .
    VISONI: Eu trouxe apenas uma parte da regra. A regra (full version) é:
    1 – É filiado à PA? Então é parapsicólogo.
    2 – Não é filiado à PA mas tem publicações em jornais psi? Então é parapsicólogo.
    3 – Não é filiado nem tem publicações em jornais psi? Então não é parapsicólogo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sorte sua que o pessoal estava dormindo, senão iam cair de pau, matando. Esse foi o maior tiro no pé que se deu em si mesmo.
    .
    Vamos ver? A conversa começou assim:
    /
    =========================.
    MONTALVÃO DISSE: “Levando por sua cabeça, quase todos aqui somos parapsicólogos: Gorducho, Marciano, Toffo, G.Poa, Moi, Larissa, Visoni, Arduin…”
    ./
    VISONI respondeu: Truzzi diz:
    .
    “Infelizmente, o rótulo “parapsicólogo” é usado livremente por muitos chamados estudantes de fenômenos psíquicos que não possuem credenciais científicas relevantes.
    .
    Isso engana muito o público em geral em MUITOS PROCLAMADOS PARAPSICÓLOGOS, QUE ESCREVEM LIVROS SOBRE O ASSUNTO E APARECEM EM PROGRAMAS DE TELEVISÃO, simplesmente adote o rótulo sem credenciais.
    .
    A Associação de Parapsicologia (PA), uma organização que cuidadosamente examina os membros para suas credenciais científicas, foi criada em 1957 e ganhou filiação com a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) em 1969. A MENOS QUE ALGUÉM SEJA MEMBRO DA PA, SUA REIVINDICAÇÃO DE SER UM PARAPSICÓLOGO DEVE SER QUESTIONADA.
    ========================.
    /
    Veja que seu guru Truzzi foi taxativo: não pertence à PA parapsicólogo não é e você, ao publicar o veredito deu inteiro apoio.
    .
    Quer dizer, pôs em xeque a credencial de todos aqui, embarreirando-os de serem parapsicólogos, inclusive a sua própria credencial, e a do Wiseman…
    .
    Agora, vem dar uma versão “full” tentando esparadrapar o buracão que ficou no seu pisante…
    /.
    MOI, parapsicólogo filiado à APN…

  475. Gorducho Diz:

    ==============================================================
    vi um pedaço, pretendo assistir inteiro mais tarde, mas não concordo dessa que o social define o biológico
    ==============================================================
    Acha mesmo que eu traria algo defendendo isso :?:

  476. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Acha mesmo que eu traria algo defendendo isso?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ser-me-ia surpreendoso se o fizesse, o que fiz foi dar opinadinha num tema um tanto desapartado do em pauta.
    .
    Parece que a conversa neste tópico findou. Eu tinha outras coisas para mostrar ao Visoni, sobre os espertos e não expertos, Cayce e Swann, porém quero acreditar que o já dito seja suficiente.

  477. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “até parece… cite, então, um que ele tenha aceitado…”
    .
    Stephan Schwartz, Edwin May, Persinger, Janet Mitchell, Karlis Osis.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas você pode, se puder e quiser, deixar-me estupefacientemente abestalhado: basta liberar a lista dos céticos que testaram Swann e o aprovaram.”
    .
    O próprio Persinger, que foi citado por Sagan em “O Mundo Assombrado pelos Demônios”, e os céticos Shermer e Blackmore foram até seu laboratório testar o “Capacete de Deus” (God Helmet). Eis o que disseram:
    .
    Two other prominent skeptics, Dr. Susan Blackmore and Michael Shermer, had phenomena-rich God Helmet sessions in our lab. Michael Shermer (editor of Skeptic Magazine) said that he had “…not only a sensed presence experience but an out-of-body experience as well”, Dr Susan Blackmore said: “When I went to Persinger’s lab and underwent his procedures I had the most extraordinary experiences I’ve ever had,” she says. “I’ll be surprised if it turns out to be a placebo effect.” These are relevant in view of the mistaken online claim that the God Helmet doesn’t work on skeptics.

  478. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Veja que seu guru Truzzi foi taxativo: não pertence à PA parapsicólogo não é e você, ao publicar o veredito deu inteiro apoio.”
    .
    Você é quem está distorcendo as palavras de Truzzi. Truzzi disse que o título de parapsicólogo deve ser QUESTIONADO, não RETIRADO. Outros fatores devem ser levados em conta para se chegar a um veredito final, especialmente aquele que eu citei (publicações em jornais psi).

  479. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “até parece… cite, então, um que ele tenha aceitado…”
    .
    VISONI: Stephan Schwartz, Edwin May, Persinger, Janet Mitchell, Karlis Osis.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tá de brinca né?
    .
    O “um que tenha aceitado” significa “um cético”. Os céticos de sua lista são tão céticos quando as ovelhas do Edir Macedo!
    .
    Abra os olhos e admita que o sujeito que “nunca recusou ser testado” só se deixou fazê-lo por quem lhe fosse de conveniência…

  480. MONTALVÃO Diz:

    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas você pode, se puder e quiser, deixar-me estupefacientemente abestalhado: basta liberar a lista dos céticos que testaram Swann e o aprovaram.”
    .
    VISONI: O próprio Persinger, que foi citado por Sagan em “O Mundo Assombrado pelos Demônios”, e os céticos Shermer e Blackmore foram até seu laboratório testar o “Capacete de Deus” (God Helmet). Eis o que disseram:
    .
    “Dois outros célebres proeminentes, a Dra. Susan Blackmore e Michael Shermer, tiveram sessões de Deus Capacete de fenômenos em nosso laboratório. Michael Shermer (editor da revista Skeptic) disse que ele “não apenas uma experiência de presença sentida, mas também uma experiência fora do corpo”, a Dra. Susan Blackmore disse: “Quando fui ao laboratório de Persinger e sofrei os procedimentos que tive As experiências mais extraordinárias que já tive “, diz ela. “Eu ficarei surpreso se isso for um efeito placebo”. Estes são relevantes em vista da afirmação equivocada on-line de que o Capacete de Deus não funciona em céticos.”
    .
    CONSIDERAÇÃO: o que que tem esse “capacete de Deus”, que não tem nada de paranormal, a ver com o assunto é que não entendo…
    .
    O que lhe pedi foi a lista de céticos (de verdade) que testaram e aprovaram Swann. Se não a tem (por que não existe) não invente…
    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Veja que seu guru Truzzi foi taxativo: não pertence à PA parapsicólogo não é e você, ao publicar o veredito deu inteiro apoio.”
    .
    VISONI: Você é quem está distorcendo as palavras de Truzzi. Truzzi disse que o título de parapsicólogo deve ser QUESTIONADO, não RETIRADO. Outros fatores devem ser levados em conta para se chegar a um veredito final, especialmente aquele que eu citei (publicações em jornais psi).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: oh sim, me descurpe… não sabia que o Truzzi tivesse poderes de delegar poderes a quem quer que fosse de retirar credenciais alheias… agora, sim, está desesclarecido!
    /
    /
    VISONI: Outros fatores devem ser levados em conta para se chegar a um veredito final, especialmente aquele que eu citei (publicações em jornais psi).
    /.
    CONSIDERAÇÃO: esses “outros fatores” provêm da cabeça de quem? Da do Visoni, desconfio…

  481. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” o que que tem esse “capacete de Deus”, que não tem nada de paranormal, a ver com o assunto é que não entendo…”
    .
    É apenas para mostrar que o trabalho de Persinger (que é ateu) é visto com respeito pelos principais céticos atuais.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “não sabia que o Truzzi tivesse poderes de delegar poderes a quem quer que fosse de retirar credenciais alheias…”
    .
    Ele não tem, nem eu disse que ele tinha. Continua a distorção… o Truzzi NÃO DISSE que quem não era filiado não era parapsicólogo. Disse apenas para ficarmos com o pé atrás com relação a essa pessoa num primeiro momento.

  482. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” esses “outros fatores” provêm da cabeça de quem? Da do Visoni, desconfio…”
    .
    Errou, vem da cabeça do Charles Tart, e Zangari está de acordo com ele nesse ponto.
    .
    Não há limitação legal para quem se denomine parapsicólogo. Reservo o termo para aqueles que têm treinamento científico ou acadêmico e têm contribuído para a literatura científica e acadêmica sobre o tema. Quase todas essas pessoas são membros da Parapsychological Association
    .
    Charles Tart, psicólogo transpessoal, pesquisador, teórico e uma das mais conhecidas autoridades do mundo sobre Estados Alterados de Consciência, em carta ao parapsicólogo Wellington Zangari, membro-diretor do Portal Psi, Centro de Estudos Peirceanos do Programa de Comunicação e Semiótica da PUC, São Paulo.
    .
    Note, ele diz “quase” todas. Não é essencial, portanto, ser membro da PA para ser parapsicólogo. O que é preciso é ter contribuições sobre o tema em literatura científica e acadêmica.

  483. Marciano Diz:

    Se as regras do jogo só vão sendo reveladas durante o desenrolar deste fica difícil.
    Se algumas regras apenas são conhecidas e, dependendo do que acontece durante o jogo, outras regras desconhecidas de um dos times vêm à tona, fica difícil.

  484. Vitor Diz:

    É importante que o outro time não distorça as regras que foram conhecidas também…

  485. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: ” esses “outros fatores” provêm da cabeça de quem? Da do Visoni, desconfio…”
    .
    VISONI: Errou, vem da cabeça do Charles Tart, e Zangari está de acordo com ele nesse ponto.
    .
    Não há limitação legal para quem se denomine parapsicólogo. Reservo o termo para aqueles que têm treinamento científico ou acadêmico e têm contribuído para a literatura científica e acadêmica sobre o tema. QUASE TODAS ESSAS PESSOAS SÃO MEMBROS DA PARAPSYCHOLOGICAL ASSOCIATION
    .
    Charles Tart, psicólogo transpessoal, pesquisador, teórico e uma das mais conhecidas autoridades do mundo sobre Estados Alterados de Consciência, em carta ao parapsicólogo Wellington Zangari, membro-diretor do Portal Psi, Centro de Estudos Peirceanos do Programa de Comunicação e Semiótica da PUC, São Paulo
    /.
    CONSIDERAÇÃO: realllllllmente… Tart é “otoridade” em estado alterado de consciência, à base de maconha, LSD, mescalina e sabe-se lá mais o quê…
    .
    Mas, o que você está trazendo é outro ponto de vista, um tanto diferente do do outro que apresentou, e nenhum dos dois corrobora sua tese “full”…
    .
    Enrolou-se e não desenrolar consegue!

  486. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “realllllllmente… Tart é “otoridade” em estado alterado de consciência, à base de maconha, LSD, mescalina e sabe-se lá mais o quê…”
    .
    Carl Sagan também…
    .
    https://universoracionalista.org/carl-sagan-fala-sobre-sua-experiencia-com-a-cannabis/
    .
    Em 1969, o astrônomo Carl Sagan escreveu um ensaio sobre maconha para o livro Marihuana Reconsidered, publicado por Lester Grinspoon. Naquela época, o cientista tinha 35 anos de idade e continuou a usar cannabis até sua morte, em 1996.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, o que você está trazendo é outro ponto de vista, um tanto diferente do do outro que apresentou, e nenhum dos dois corrobora sua tese “full”…”
    .
    Não? Tem certeza? Explique…

  487. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “realllllllmente… Tart é “otoridade” em estado alterado de consciência, à base de maconha, LSD, mescalina e sabe-se lá mais o quê…”
    .
    VISONI: Carl Sagan também…
    .
    https://universoracionalista.org/carl-sagan-fala-sobre-sua-experiencia-com-a-cannabis/
    .
    Em 1969, o astrônomo Carl Sagan escreveu um ensaio sobre maconha para o livro Marihuana Reconsidered, publicado por Lester Grinspoon. Naquela época, o cientista tinha 35 anos de idade e continuou a usar cannabis até sua morte, em 1996.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: donde tirou que Sagan fosse especializado em estados alterados de consciência?
    .
    Certamente ruim o hábito de Sagan, mas menos ruim que a prática de Tart… Há filósofos, cientistas, atletas que fumam e bebem até morrer (Sartre bebia, fumava, usava anfetaminas; Olavo de Carvalho é chaminé ambulante; Sócrates, o jogador de futebol e médico, bebia mais de litro de uísque diariamente), lamentável, pois deveriam saber melhor que ninguém que estão ou abreviando a vida ou a qualidade dela. Mas, até adadonde sei, Sagan não pautou suas considerações em eflúvios de cannabis ou alucinações de ácido, já Tart…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, o que você está trazendo é outro ponto de vista, um tanto diferente do do outro que apresentou, e nenhum dos dois corrobora sua tese “full”…”
    .
    VISONI: Não? Tem certeza? Explique…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quer mastigado? Quer que engula também?
    .
    É claro que procura saída para a encrenca que você mesmo aprontou. Quis usar o Truzzi como modelo do autêntico parapsicólogo e depois viu que nem você cabia nele, aí tentou consertar e desconsertou mais…
    .

    TRUZZI: A Associação de Parapsicologia (PA), uma organização que cuidadosamente examina os membros para suas credenciais científicas, foi criada em 1957 e ganhou filiação com a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) em 1969. A MENOS QUE ALGUÉM SEJA MEMBRO DA PA, SUA REIVINDICAÇÃO DE SER UM PARAPSICÓLOGO DEVE SER QUESTIONADA.
    /
    VISONI: Eu trouxe apenas uma parte da regra. A regra (full version) é:
    1 – É filiado à PA? Então é parapsicólogo.
    2 – Não é filiado à PA mas tem publicações em jornais psi? Então é parapsicólogo.
    3 – Não é filiado nem tem publicações em jornais psi? Então não é parapsicólogo.
    /
    VISONI: Você é quem está distorcendo as palavras de Truzzi. Truzzi disse que o título de parapsicólogo deve ser QUESTIONADO, não RETIRADO. Outros fatores devem ser levados em conta para se chegar a um veredito final, especialmente aquele que eu citei (publicações em jornais psi).
    /
    TART LSD: Não há limitação legal para quem se denomine parapsicólogo. Reservo o termo para aqueles que têm treinamento científico ou acadêmico e têm contribuído para a literatura científica e acadêmica sobre o tema. QUASE TODAS ESSAS PESSOAS SÃO MEMBROS DA PARAPSYCHOLOGICAL ASSOCIATION
    /.
    CONSIDERAÇÃO: é só examinar a sequência de declarações e citações e verá que não se encaixam. Temos aí três opiniões, a do Truzzi, do Visoni e do Tart. Tirando a do Visoni, que é um remendo, a dos outros não se combinam, não se completam.
    .
    Truzzi afirma que é questionável a credencial de quem se diz parapsicólogo sem ser associado à PA; Tart propõe outra coisa: para ser parapsicólogo precisa ter “treinamento científico ou acadêmico E ter contribuído para a literatura científica e acadêmica sobre o tema”.
    .
    Na explanação de Tart a filiação à PA seria consequência (“quase todos” na condição que descreve são filiados); para Truzzi ser associado é fundamental.
    .
    E para o Visoni, se escreveu para algum publicativo PSI tá resolvido.
    .
    Podem rir ou chorar, quem quiser…

  488. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “donde tirou que Sagan fosse especializado em estados alterados de consciência?”
    .
    Dele mesmo…
    .
    Estou convencido de que há níveis genuínos e válidos da percepção disponíveis com cannabis (e provavelmente com outras drogas), que são, através dos defeitos da nossa sociedade e nosso sistema educacional, indisponíveis para nós sem essas drogas. Tal observação se aplica não apenas à autoconsciência e de atividades intelectuais, mas também para as percepções de pessoas reais, uma sensibilidade muito maior para a expressão facial, entonação, e escolha de palavras que às vezes produzem um relacionamento tão próximo, é como se duas pessoas estivessem lendo cada uma a mente da outra.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Olavo de Carvalho é chaminé ambulante;”
    .
    Qual a diferença entre o Olavo de Carvalho e uma ameba? A ameba não fala tanta besteira…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “para Truzzi ser associado é fundamental.”
    .
    Não, Montalvão. Para Truzzi ser associado NÃO É FUNDAMENTAL. Ser associado é uma GARANTIA de que a pessoa é de fato um parapsicólogo. Mas essa NÃO É a única forma de a pessoa ser um parapsicólogo legítimo. Você extrapolou as palavras de Truzzi.

  489. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “para Truzzi ser associado é fundamental.”
    .
    VISONI: Não, Montalvão. Para Truzzi ser associado NÃO É FUNDAMENTAL. Ser associado é uma GARANTIA de que a pessoa é de fato um parapsicólogo. Mas essa NÃO É a única forma de a pessoa ser um parapsicólogo legítimo. Você extrapolou as palavras de Truzzi.
    /
    .
    CONSIDERAÇÃO: BEM, se quer fazer joguinho de palavras divirta-se. O que o sujeito proferiu está bem claro, só você não vê por que está embananado, releia:
    /
    TRUZZI: A Associação de Parapsicologia (PA), uma organização que CUIDADOSAMENTE EXAMINA OS MEMBROS PARA SUAS CREDENCIAIS CIENTÍFICAS, foi criada em 1957 e ganhou filiação com a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) em 1969.
    .
    A MENOS QUE ALGUÉM SEJA MEMBRO DA PA, SUA REIVINDICAÇÃO DE SER UM PARAPSICÓLOGO DEVE SER QUESTIONADA.”
    ———————-.
    /

  490. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Olavo de Carvalho é chaminé ambulante;”
    .
    VISONI: Qual a diferença entre o Olavo de Carvalho e uma ameba? A ameba não fala tanta besteira…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: curioso, era de esperar que tivesse bons olhos para Olavo, afinal ele tem um lado místico bem parelho com o seu.
    .
    Carvalho diz besteiras quando fala de ciência (mas nem sempre), e quando defende sua veia mística: astrologia, EQM, saídas do corpo, etc.
    .
    Em filosofia especulativa ele é bom, até onde se pode ser…

  491. Vitor Diz:

    Caraca, Montalvão, é como eu disse: ser filiado é uma garantia de que a pessoa é de fato parapsicólogo, porque suas credenciais científicas são examinadas. Mas não ser filiado não quer dizer que não seja! Sua alegação deve ser questionada e corroborada (ou não) vendo suas contribuições ao campo através de artigos.

  492. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “donde tirou que Sagan fosse especializado em estados alterados de consciência?”
    .
    VISONI: Dele mesmo…
    .
    “Estou convencido de que há níveis genuínos e válidos da percepção disponíveis com cannabis (e provavelmente com outras drogas), que são, através dos defeitos da nossa sociedade e nosso sistema educacional, indisponíveis para nós sem essas drogas. Tal observação se aplica não apenas à autoconsciência e de atividades intelectuais, mas também para as percepções de pessoas reais, uma sensibilidade muito maior para a expressão facial, entonação, e escolha de palavras que às vezes produzem um relacionamento tão próximo, é como se duas pessoas estivessem lendo cada uma a mente da outra.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ôpa! Esse opinamento eu não conhecia… precisarei melhor contextualizar o que foi dito para compreender na amplitude necessária. De qualquer modo, parece mesmo que o sujeito fosse também adepto de que certas drogas melhoram a percepção. O que, se não é de todo verdadeiro, também não é de todo falso. O problema é que essa melhoria de percepção, normalmente, é temporária e precisa de mais droga para obter o mesmo efeito e aí já viu: dependência, cérebro de repolho (pelo uso a longo prazo da maconha), chumbose, etc. e tal…

  493. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Caraca, Montalvão, é como eu disse: ser filiado é uma garantia de que a pessoa é de fato parapsicólogo, porque suas credenciais científicas são examinadas. Mas não ser filiado não quer dizer que não seja! Sua alegação deve ser questionada e corroborada (ou não) vendo suas contribuições ao campo através de artigos.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: está no seu direito defender-se, contudo, a última parte de seu pronunciamento (que vem após o “mas”) não é achada naquilo que o Truzzi disse, é interpolação visônica. Simples assim.
    .
    Veja só, não estou dizendo que concordo com o que Truzzi falou, apenas mostrando-lhe que se enrolou todo e pra desenrolar tá difícil…

  494. Vitor Diz:

    O enrolamento está só na sua cabeça. Truzzi em momento algum diz que para ser parapsicólogo obrigatoriamente precisa ser filiado.

  495. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O enrolamento está só na sua cabeça. Truzzi em momento algum diz que para ser parapsicólogo obrigatoriamente precisa ser filiado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: obrigar, obrigação, são palavras que não cabem. Truzzi não é autoridade eleita pelo clã dos acreditadores em PSI. Ele apenas expressou o ponto de vista que defende. A palavra dele não é lei. E o problema não é o Truzzi, mas o uso que o Visoni fez das declarações do Truzzi e depois tentou reverter…

  496. Vitor Diz:

    Montalvão, não tentei reverter nada. Apenas complementei. Agora, poderia perfeitamente ocorrer de que para ser parapsicólogo tivesse que ser filiado, assim como para exercer engenharia precisa estar registrado no CREA, para ser advogado passar na OAB etc. Mas não é o caso. Se fosse, Truzzi não diria que o título de parapsicólogo de quem não é filiado deveria ser questionado, e sim retirado. Questionar nesse caso impõe uma pergunta que não se sabe a resposta.

  497. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, não tentei reverter nada. Apenas complementei. Agora, poderia perfeitamente ocorrer de que para ser parapsicólogo tivesse que ser filiado, assim como para exercer engenharia precisa estar registrado no CREA, para ser advogado passar na OAB etc. Mas não é o caso. Se fosse, Truzzi não diria que o título de parapsicólogo de quem não é filiado deveria ser questionado, e sim retirado. Questionar nesse caso impõe uma pergunta que não se sabe a resposta.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: para cassar, retirar, título, credencial e assemelhado tem que haver órgão de classe, oficialmente reconhecido, que controle os procedimentos adequados. Truzzi não é órgão de classe, tampouco representa a parapsicologia, portanto ele só pode emitir opinião e se ele sugerisse aos seus leitores que “retirassem” os títulos dos parapsicólogos não inscritos na PA estaria dando uma de doido.
    .
    Já a opinião do outro é outra…
    .
    Nem a PA teria, em princípio, poderes para credenciar ou descredenciar nenhum parapsicólogo, ela é apenas uma associação. O Marciano poderia esclarecer melhor…
    .
    O rolo continua…

  498. Marciano Diz:

    No direito alienígena, não sei como é, mas aqui na terra brasilis os órgãos de classe (inclusive o CREA, no qual Vitor deve ser inscrito) são criados por lei federal, com o propósito de regulamentar a profissão, fiscalizar a conduta profissional, através de Resoluções, etc. Já as associações são meras pessoas jurídicas criadas pelos associados, visando a cuidar dos interesses profissionais dos associados, aprimoramento profissional e até recreação.

    Para exercer a profissão, o sujeito deve inscrever-se no órgão de classe e pagar as anuidades, além de outras obrigações.

  499. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Para exercer a profissão, o sujeito deve inscrever-se no órgão de classe e pagar as anuidades, além de outras obrigações.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Pois bem, Visoni, agora com o esclarecimento técnico de quem sabe, fica claro que tudo é questã de opiniã, nem mesmo existe credencial oficial de parapsicólogo, embora – pasme! – haja um faculdade internacional de parapsicologia. O Bircham Internacional University diploma, em vários níveis, estudantes de PSI, inclusive a distância. Preços módicos, de 3.500 euros a 7 mil e cacetada.
    .
    Deveria ser parapsicólogo, então, quem tivesse formação universitária na matéria, mas ninguém fala disso, nem Truzzi, Tart, Zangari, Visoni…
    .
    Pena que eu não tenha 3.500 euros senão faria o curso só para ser o único parapsicólogo oficial do pedaço, aí eu queria ver o que ia acontecer…
    .
    Moi, o único parapsicólogo não-oficial da falta de pedaço.
    .
    Ah, sim, quando eu tiver 3.500 euros e fizer o curso, minha tese de bacharel será “PSI, a crônica de uma morte anunciada”; a de Mestrado: “PSI, quequeisso?”; a de doutorado: “O que?”

  500. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “para cassar, retirar, título, credencial e assemelhado tem que haver órgão de classe, oficialmente reconhecido, que controle os procedimentos adequados. Truzzi não é órgão de classe, tampouco representa a parapsicologia, portanto ele só pode emitir opinião e se ele sugerisse aos seus leitores que “retirassem” os títulos dos parapsicólogos não inscritos na PA estaria dando uma de doido.”
    .
    Já que é assim, então o fato de a pessoa não ser filiada não é motivo para não ser chamada de parapsicólogo. Fica evidente que sua interpretação das palavras de Truzzi está errada.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Deveria ser parapsicólogo, então, quem tivesse formação universitária na matéria, mas ninguém fala disso, nem Truzzi, Tart, Zangari, Visoni…”
    .
    É bom, mas, mais uma vez, não é essencial.

  501. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Já que é assim, então o fato de a pessoa não ser filiada não é motivo para não ser chamada de parapsicólogo. Fica evidente que sua interpretação das palavras de Truzzi está errada.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não, dileto, o que foi equivocado foi a mau uso que fez do Truzzi (e continua a fazer): a vítima foi você…

  502. MONTALVÃO Diz:

    “a mau uso” foi mal, “O MAU USO”… agora bateu!

  503. Marciano Diz:

    Pelo que vimos até agora, parapsicologia não é profissão regulamentada, os cursos podem ser feitos à distância (antigos cursos por correspondência), ou seja, praticamente qualquer um pode se dizer parapsicólogo.
    Associação, tem até de moradores de favela.

  504. Vitor Diz:

    Sim, Marciano, qualquer um pode se dizer parapsicólogo. Por isso o melhor meio para verificar se a pessoa é um parapsicólogo de verdade é ver se ela é filiada à PA, e se não for, ver se ela possui publicações nos jornais psi.

  505. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    .
    Sim, Marciano, qualquer um pode se dizer parapsicólogo. Por isso o melhor meio para verificar se a pessoa é um parapsicólogo de verdade é ver se ela é filiada à PA, e se não for, VER SE ELA POSSUI PUBLICAÇÕES NOS JORNAIS PSI.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: SE O SUJECT não escreveu em jornais psi e publicou livro a respeito não pode ser parapsicólogo. Se publica artigos críticos, denunciando a fragilidade das alegações, que não sejam postadas em jornais psi, não é parapsicólogo. A pergunta que não quer calar: Wiseman publicou em “jornais” psi?
    .
    Não sabia que hoje fosse o dia internacional da piada…

  506. Vitor Diz:

    Sim, Montalvão, Wiseman publicou em diversos jornais psi.
    .
    a) Houran, J., Wiseman, R., and Thalbourne, M. (2002). Perceptual-personality characteristics associated with naturalistic haunt experiences. European Journal of Parapsychology, 17, 17-44.
    .
    b) Wiseman, R. & Smith, M. D. (2002). Assessing the role of cognitive and motivational biases in belief in the paranormal. Journal of the Society for Psychical Research, 66, 178-186.
    .
    c) Lamont, P. & Wiseman, R. (2001). The rise and fall of the Indian rope trick. Journal of the Society for Psychical Research, 65, 175-93.
    .
    d) Smith, M. D., Wiseman, R. & Harris, P. (2000). The relationship between ‘luck’ and psi. Journal of the American Society for Psychical Research, 94, 25-36.
    .
    e) Wiseman, R., Smith, M.D. & Milton, J. (2000). The ‘psychic pet’ phenomenon: A reply to Rupert Sheldrake. Journal of the Society for Psychical Research, 64 (858), 46-50.
    .
    Já está bom, né?

  507. Marciano Diz:

    Se Wiseman não está filiado no momento à PA, se não publica mais nada a favor de parapsicologia…

  508. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Sim, Montalvão, Wiseman publicou em diversos jornais psi.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: entonces, pelos critérios visonianos, Wiseman é parapsicólogo, mas pelos truzzianos não… ou, dizendo de outro modo: na visão Visoni Wiseman é credenciado, na avaliação Truzzi esse credenciamento deve ser questionado…
    .
    Será que Richard consegue dormir diante desse conflito?

  509. Vitor Diz:

    Por Truzzi, questionado sim, e apenas isso. Truzzi não disse que quem não é filiado não é parapsicólogo. Pare de extrapolar as palavras de Truzzi. Eu não volto mais a esse ponto, essa conversa já deu o que tinha que dar.

  510. Marciano Diz:

    Vamos encerrar essa porfia com uma posição eclética: Wiseman é um parapsicólogo questionável. Tão questionável que questiona a parapsicologia e é questionado por parapsicólogos e simpatizantes.
    PT. SAUDAÇÕES.

  511. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Wiseman é um parapsicólogo questionável. Tão questionável que questiona a parapsicologia e é questionado por parapsicólogos e simpatizantes.
    PT. SAUDAÇÕES.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: inclusive sua credencial de parapsicólogo é contestada por Truzzi, por não ser filiado à PA.
    .
    PA SAUDAÇÕES.

  512. Marciano Diz:

    Truzzi continua contestando a condição de parapsicólogo do Wiseman?
    Lá do umbral, onde se encontra desde 2003?

  513. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Truzzi continua contestando a condição de parapsicólogo do Wiseman?
    Lá do umbral, onde se encontra desde 2003?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: NÃO, de cá mesmo, com as considerações que deixou. A não ser que lá tenha mudado de opinião, mas até agora nenhuma psicografia informando apareceu. Té que surja, se surgir, vale o escrito.
    .
    Eu depois que quando morrer mantenho de pé todas meus pontos de vista que não sejam expressamente modificados por arrazoado competente.

  514. Marciano Diz:

    Pois eu, de minha parte, se morrer depois de você, vou começar a psicografar seu espírito, desfiando um mea culpa, no qual você, como soe acontecer com quem morre, vai converter-se ao espiritismo post morten e passar a abjurar todas as suas conjecturas sobre psi.
     
    Vai escrever livros relatando a morte (não a vida, pois não tem uma viva alma lá – todos estão mortos) nas colônias espirituais, no estilo de AL, sempre com aquela linguagem melosa e piegas introduzida, acho, pelo cx.

  515. MONTALVÃO Diz:

    “Vai escrever livros relatando a morte (não a vida, pois não tem uma viva alma lá – todos estão mortos) nas colônias espirituais, no estilo de AL, sempre com aquela linguagem melosa e piegas introduzida, acho, pelo cx.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nada, equivocas-te: depois que morrer, se comunicar, mandarei minha abreugrafia, nada mais…

  516. MONTALVÃO Diz:

    Falando de abreugrafia, sabe alguém porque a coisa tem este nome?

  517. MONTALVÃO Diz:

    /
    Melhor resposta concorre a uma mariola.

  518. Vitor Diz:

    Tem esse nome devido ao seu inventor, Manuel Dias de Abreu.

  519. MONTALVÃO Diz:

    /
    Ganhou, quando quiser venha aos nossos estúdios pegar sua premiação, cê prefere mariola de goiaba ou bananada?
    /
    Pra quem respondeu que fosse a biografia do Abreu (aquele que se não pagar nem eu) também pode pegar o prêmio, tenho dois pacotes para distribuir digrátis…

  520. Marciano Diz:

    Montalvão, ou você não entendeu ou fez-se de desentendido. Eu escrevo o que quiser e atribuo a você.
    Não é assim que todo mundo vira espírita depois que morre?
    Plagio um livro religioso qualquer, de preferência bem maluco e distópico, e digo que foi tudo ditado por você, que disse que eu tinha de psicografar até ficar cego.

  521. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Montalvão, ou você não entendeu ou fez-se de desentendido. Eu escrevo o que quiser e atribuo a você.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: SEI-O disso, mas vá que eu comunique de verdade, e coisa séria? Como saberão se fui eu ou o de Marte escrevendo qualquer coisa? Simples, minha beografia autorizada será criptografada a 1024 bits, a decodificação far-se-á por senha queu enviarei a posteriori a quem entender escolher, o qual será revelado um dia antes a outro médium, que não conhece o escolhido mas dele receberá os dados identitativos e fará o contato. Aí quero ver…

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