Livro Gratuito! “Alucinações Musicais” (2007) de Oliver Sacks

O primeiro caso do livro traz uma EQM sugestiva de alguma PES (Percepção Extrassensorial). O paciente é Tony Cicoria, que passou por uma transformação após ser atingido por um raio. Infelizmente Sacks não investigou a fundo os possíveis elementos paranormais do caso, que é muito interessante. Para ler o livro, clique aqui. Houve uma matéria recente descrevendo o caso aqui. A conta no Spotify de Tony está aqui.

7 respostas a “Livro Gratuito! “Alucinações Musicais” (2007) de Oliver Sacks”

  1. mrh Diz:

    Vejam essa matéria:
    https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/12/25/o-medico-que-virou-pianista-de-sucesso-apos-ser-atingido-por-um-raio.ghtml

  2. mrh Diz:

    Há uma interessante experiência fora do corpo nela.

  3. mrh Diz:

    Em uma passagem, ele afirma ter se visto fora do corpo como uma bolinha de energia. Vide notas na tradução de Minha Vida em Dois Mundos, de Gladys Leonard, para uma corroboração.

  4. mrh Diz:

    https://obraspsicografadas.org/2019/boccuzzi201/#comments

    Para um experiência similar, leiam os comentários postados acima.

  5. mrh Diz:

    Corroboração, corroboração…

  6. mrh Diz:

    Mais uma do doidão, mas com corroboração; como já li alguém falar, minha loucura tem método:

    “Para fins explicativos, identifiquei três níveis de potência mental nessas experiências: o onírico, o semiconsciente (lúcido) e o consciente (hiperlúcido). Em certa oportunidade, ao passar de um sonho para um desdobramento, apanhei-me em uma sala de aula com muitos alunos sentados ao meu lado; havia a) um professor com jaleco branco e uma varinha apontada para um quadro-negro, ensinando como se dá o processo de encarnação. Em seguida, b) percebi em um acréscimo de lucidez que, ao se movimentarem de um ponto a outro, eles se assemelhavam a bastonetes irregulares de luz. Logo perdi esta clareza e voltei à sala, idêntica, onde o professor prosseguia a aula. Perdendo mais lucidez, c) caí em estado onírico e vi uma cena agradável de inúmeras cegonhas levando bebês em panos que carregavam nos bicos. A experiência se repetiu algumas vezes, como se seu patrocinador desejasse se assegurar de que compreendi o significado. Assim, voltando à hermenêutica, sustento que i) a maioria dos contatos que temos com os espíritos, das coisas que “dizem” ou nos ensinam, tornam-se sonhos; quando ganhamos em lucidez, ii) percebemos o entorno como se fosse semelhante ao nosso (importante: nós é que percebemos), devido ao poder imagético da mente; como no caso acima, com um quadro-negro, professor de jaleco, alunos enfileirados etc. Isto não aconteceu tal como visto, mas minha mente ajustou o desconhecido ao conhecido para tornar o novo humanamente compreensível, iii) quando conseguimos uma lucidez completa (algo muito raro), vendo o que realmente se passa, percebemos que os espíritos e seu mundo em nada se parecem conosco e com o nosso. Este conhecimento fundamental é teoricamente importante, mas em termos práticos pouco útil (ao menos inicialmente), pois somente vemos bastões luminosos quando eles se movimentam. O que estão fazendo? Política? Amor? Guerra? Esta experiência é inefável, e por isto nossa necessidade de compreensão faz com que a mente novamente retorne e formate o desconhecido ao conhecido, imaginando uma cena explicativa: uma sala de aula, para informar ao consciente o que se passa. Se a potência da consciência cai, então descemos ainda mais, para a experiência onírica” (NT).

    A NT é nota do tradutor. In Minha Vida em Dois Mundos, Gladys Leonard, tradução MRH…..

  7. mrh Diz:

    E a outra:
    E a outra:
    .
    mrh Diz: SETEMBRO 7TH, 2019 ÀS 2:50 PM
    “Faz algum tempo, durante o sono, tive um acréscimo de lucidez e percebi que uma bolinha cercada de energia se aproximava. Curioso, fui em sua direção. Em certo instante, dentro daquela energia, “soube” que era meu pai, e “gritei”: “- pai!”. Fez-se um instante duplo de felicidade.
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    Vi também duas bolinhas idênticas à primeira se afastando do ambiente, e as associei a entidades obsessoras que há tempos me infernizam. A surpresa foi saber que eram duas. Sempre acreditei ser uma apenas. Pensei algo como: “- vão embora, bobonas!”. Creio ter sido a presença do meu pai que as intimidou e elas fugiram. São seres covardes.
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    Naquele dia, estava muito irritado com o desempenho do governo brasileiro, e imediatamente “falei”\pensei para meu pai: “-eles barbarizam e a gente tem de votar neles, parece que a gente vira cúmplice assim”. Ele retrucou: é, a gente tem que dar nosso aval!”.
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    A palavra aval foi muito reveladora e oportuna. Meu pai era corretor de imóveis e esta palavra fazia parte de seu vocabulário usual. Eu quase não uso, há anos não ouvia. Fiquei muito satisfeito. Tudo não durou mais do que 30 segundos, mas foi muito importante.
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    Mariana Diz:
    SETEMBRO 7TH, 2019 ÀS 11:47 PM
    Da onde isso mrh? Não entendi!
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    mrh Diz:
    SETEMBRO 8TH, 2019 ÀS 12:05 AM
    Em casa, durante o sono, q se desdobrou em outro estado de consciência”.

    Infelizmente, acho que nas tantas mudanças de residência ao longo da vida perdi o caderninho em que anotava todas essas experiências. Revirei tudo o que tenho e não localizei. Mas essas duas experiências ficaram registradas aqui no blog do Vitor.

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