Cruz e Souza – plágios e autoplágios

Inicialmente foram descobertas semelhanças muito grandes entre dois sonetos atribuídos a Cruz e Souza por intermédio da psicografia de Francisco Cândido Xavier: “Missionário”, publicado em Coletânea do Além (1945), e “Espírita”, publicado posteriormente em Através do Tempo (1972). Porém, outras semelhanças se seguiram. Reunimos aqui o que encontramos até então. Para ler, clique aqui.

2 respostas a “Cruz e Souza – plágios e autoplágios”

  1. Carlos Diz:

    Sugestão de artigo – levantamento quantitativo de supostos plágios e demais associações categorizados cometidos por Chico Xavier investigados nesse blog até então.

  2. Carlos Diz:

    Vitor, você enquanto pesquisador com longínqua carreira estabelecida acerca de fraudes e embustes do espiritismo, ao que se refere principalmente aos casos brasileiros, é fato percebe-se uma linguagem comum utilizada pelos supostos médiuns a se endereçar ao público, ainda considerando o viés ceticista de suas investigações, possuindo tanto contato com esse gênero de literatura você não se sente influenciado de alguma forma a partir da quantidade de material lido a respeito? (no sentido da linguagem excessivamente melodramática com tom romancista). Através de minha própria experiência notei um alteração psicológica sutil na forma de enxergar o mundo (senso de realidade) na época em que muito li no conteúdo espírita sim ou não doutrinário em obras nacionais.

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