O Cão na Janela: Jaytee, Pam Smart e a Telepatia Animal (2026)

Artigo excelente sobre o caso do cãozinho Jaytee, que sugere fortemente que ele demonstrou telepatia em condições controladas, inclusive com replicação independente por um cético, Richard Wiseman. Para ler, clique aqui. Abaixo, um vídeo de 5 minutos mostrando a capacidade telepática extraordinária de Jaytee:

5 respostas a “O Cão na Janela: Jaytee, Pam Smart e a Telepatia Animal (2026)”

  1. mrh Diz:

    Muito bom.
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    Digo há muito q, por vezes, percebo qdo espíritos “materializados” estão por perto.
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    Qdo não estão assim tb, mas d outro modo.
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    Em certa oportunidade, eu morava em Sorocaba e meu filho veio me visitar com nosso cãozinho Spike. Mão de vaca, nunca tinha mandado reformar o piso do ap, e este, meio solto, fazia sons qdo a gente andava.
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    Estava deitado na cama no quarto, com meu filhinho, de uns 12 anos no braço, e o Spike no chão, qdo o cão começou a pular, saltando do chão na parede, latindo, gemendo excitado e meu filho perguntou: pai, vc ouviu isto?
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    Eu resmunguei, filho, vamos dormir! E tudo acabou.
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    Anos depois, já mais velho, meu filho me perguntou se eu acreditava em poltergeists, e fiquei embaraçado e comentei academicamente: – sim, deve ter, há artigos sobre isso … E o Gabriel interrompeu meu pedantismo e falou: aquela vez, no ap em Sorocaba, eu ouvi passos na minha frente, o Spike começou a pular excitado e vc mandou a gente dormir!
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    Q vergonha. Abortei um fenômeno. O ceticismo ou a indiferença, às vezes, destrói boas evidências e oportunidades.
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    O método socrático consistia na ironia e na maiêutica. Primeiro se manifestava o ceticismo, se possível refutando dialeticamente a tese oposta ou, se não fosse possível, ridicularizando-a mesmo. Em seguida, havia o parto de novas ideias, que eram investigadas qto ao seu valor.
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    Qdo jovem, na faculdade de filosofia, considerei isso ótimo. Sócrates era meu herói intelectual. Anos depois, traduzindo Kant, percebi que muitas posições ridicularizadas pelo iluminista tiveram ampla aceitação posterior.
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    Começei a perceber q não há uma bússola q garanta: ironize esta, vc tem razão! É perfeitamente possível ironizar teses válidas e abandoná-las injusta e prematuramente.
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    Frequentemente, é apenas o preconceito quem dita a escolha de o que considerar e de o que desenvolver.

  2. Gorducho Diz:

    Obviamente como sabem não mais acredito no Espiritismo…
    Mas c/cachorros temos muitas situações análogas, ainda que no máximo say @ ~150m, semelhantes à descrita.
    Explicação convencional = “cheiro”. Quié impossível com janelas fechadas ou à distâncias na ordem da citada.
     
    Bem como eu tenho muitas pessoais de, absolutamente ao acaso, por nada, me lembrar de ou falar sobre alguma pessoa residente noutro lugar e sem comunicação. E pouco tempo – H:MM – depois essa aparecer “do nada”, ou se recebermos alguma comunicação.
    Então que exista alguma forma de transmissão “telepática” hoje não duvido mais.
    E que nos cachorros seja muito + aguçada, claro.

  3. Mrh Diz:

    Cabei d conversar com o Gabriel sobre isto.
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    Hoje ele tem 26.
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    Ele disse q tinha 12 ou 13 anos, ouviu a coisa andar em sua direção com sons nos pisos mal fixados, os passos cessaram bem à sua frente, o Spike começou a rosnar e a coisa subiu para o teto, o Spike saltava na parede e os sons sumiram.
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    O Gabriel estava sozinho no seu quarto e correu chorando para o quarto onde eu e a Cris estávamos.
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    Segundo ele, nós o acalmamos e demos risadas dele.
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    Por algum tempo, ele disse q ficou com medo d dormir sozinho.
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    Disse q foi algo mais do q sons. Pareceu-lhe humanoide e alto, mas esse conhecimento não foi sensorial. Ele não sabe explicar, mas presume.
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    Para mim, a tese q espíritos têm forma humana é um problema, q a experiência das pessoas continua a afirmar, malgrado minha opinião.

  4. Guilherme Diz:

    Sensacional esse artigo! Muito bom ver a qualidade dos estudos do Sheldrake e o debate de alto nível com o Wiseman (não é preciso reduzí-lo a “materialista cientificista positivista”). O próprio texto deixa claro que as ponderações do Wiseman são válidas, embora provavelmente errôneas.

    Pelo que entendi, Sheldrake não cogita a hipótese espiritual. Ele pensa em algo naturalista mesmo, consequência da evolução. Alguns pesquisadores (não saberia dizer quais agora, perdoem-me!) defendem que o fenômeno de quando uma mãe percebe que algo aconteceu com o filho, mesmo estando longe dele, seria explicado também por uma espécie de telepatia que prescinde de Espíritos.

  5. Gorducho Diz:

    Evidentemente que é essa a m/hipótese. Nada a ver c/Espírito 2ª vista.

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