Nova Análise de Chico Xavier

Confiram esta análise mais profunda no canal do Prof. Daniel Gontijo sobre o artigo recém publicado na Explore acerca dos fenômenos exibidos por Chico Xavier em 1955 perante um líder espírita português. Fui contatado pelo Gontijo e ele aproveitou bastante o material que lhe passei, me citando várias vezes!

23 respostas a “Nova Análise de Chico Xavier”

  1. William Anthony Mounter Diz:

    Ok, talvez isso que eu vá falar gere polêmica.

    Mas honestamente este vídeo e como Gontijo te cita, Vitor, só prova que esse embate entre “Religião Vs Ateísmo” e afins é tudo uma farsa só para gerar polarização e afins.

    Nem quero entrar na questão da polarização científica e afins.

    Mas honestamente isso só mostra como que na prática o ateísmo, ceticismo e afins são tão sistemas de controle social quanto a religião organizada.

  2. Enkigal Diz:

    É isso que a Kasdeya pensa sobre a Médium do Algodão:

    “What the actual fuck
    That’s obviously a scam
    Yk it’s easier to achieve immortality than materialize stuff
    Same with telekinesis. To move something in 3d without touching it would require you to literally reach beyond death into the fabric of the universe, not die, learn how to actually move through it, then pinpoint the exact coordinate of what you wanna move, connect your consciousness to all the atoms in that thing & move it
    Might even be necessary to create a butterfly effect for it to work
    At this point immortality is way easier lmfao
    While materializing something would require reaching into the void & creating the particles, which on its own you can say particles pop in and out of existence all the time but it would require someone to not only split them before they neutralize each other but even merge them into atoms & then into a fricking object
    I’d believe it’s possible to materialize a particle
    Perhaps even an atom if one practices their whole lives
    But materializing anything bigger than that would require one to be literally god”

    Que porra é essa?
    Isso é obviamente uma farsa.
    Sabe, é mais fácil alcançar a imortalidade do que materializar coisas.
    O mesmo vale para a telecinese. Para mover algo em 3D sem tocá-lo, seria necessário literalmente ir além da morte e alcançar o tecido do universo, não morrer, aprender a se mover através dele, então identificar a coordenada exata do que você quer mover, conectar sua consciência a todos os átomos daquela coisa e movê-la.
    Pode até ser necessário criar um efeito borboleta para funcionar.
    Nesse ponto, a imortalidade é muito mais fácil, kkkkk.
    Enquanto materializar algo exigiria alcançar o vazio e criar as partículas, que por si só podem surgir e desaparecer o tempo todo, mas exigiria que alguém não apenas as dividisse antes que se neutralizassem, mas também as fundisse em átomos e depois em um objeto.
    Eu acredito que seja possível materializar uma partícula.
    Talvez até um átomo, se alguém praticar a vida inteira.
    Mas materializar qualquer coisa…” “Ser maior que isso exigiria que a pessoa fosse literalmente Deus.”

  3. Alessandro Diz:

    O William aí acima disse tudo.
    Mas por outro lado, é assim que se joga o jogo.

  4. William Anthony Mounter Diz:

    Boa noite Alessandro.
    Sim, eu sei que é exatamente assim que se joga o jogo.

    É complicado pq as pessoas não conseguem ver este lado.

    Infelizmente eu sei que isso é culpa do meu TOC e do meu Autismo… Que não me deixam entender isso.

    Enfim, eu sei que o Autismo torna o entendimento disso bem mais difícil na prática.

    Mas eu sei que isso é culpa dessa polarização promovida por pseudocéticos e por “pseudociências baseadas em evidências” (que são muito comuns nas ciências cognitivas hoje em dia).

    Sem contar of fundamentalistas lógicos que não aceitam nada além da lógica clássica e chamam tudo de “relativismo / pós-modernismo” etc.

  5. William Anthony Mounter Diz:

    Pseudociências baseadas em evidências são o famoso viés de laboratório, onde que os resultados no laboratório não refletem a realidade.

    Um exemplo que sempre me vem na cabeça são exames padronizados (ENEM, SAT etc) e o QI e afins.

    Outra coisa seria toda esta tentativa de explicar as sociedades humanas etc como se fossem ciências naturais.

    É meio contraditório eu sei, mas eu penso que se vc perguntar pro ChatGPT ou pro DeepSeek sobre este conceito ele pode te explicar muito bem e te dar mais exemplos.

  6. Carlos Diz:

    O Alessandro disse tudo!!!

  7. William Anthony Mounter Diz:

    Eu sei que o Alessandro disse tudo, a questão é que, seguindo a lógica/metodologia de Sven Ove Hansson, a impressão que dá é que não é assim na prática.

    Claro, talvez seja meio inadequado aplicar a lógica do Hansson nesta questão, mas é um exercício válido e legítimo para entender como o jogo funciona.

    Ou como eu vi em um comentário no r/AstralProjection, a questão não é se algo é ou não é ciência/pseudociência, mas sim a finalidade, a proposta e a utilidade.

    É complicado quando a pessoa fala “toda pseudociência é igual” quando na prática ela dá exemplos que não é bem assim…

  8. William Anthony Mounter Diz:

    Infelizmente eu tenho que confessar que a comunidade do r/AstralProjection e afins me fazem entender o pq do ateísmo estar tão em alta hoje em dia…

    https://arctic-shift.photon-reddit.com/search?fun=ids&ids=t3_1llwby5

    https://arctic-shift.photon-reddit.com/search?fun=ids&ids=t3_1llyb7t

    Infelizmente o Reddit é cheio de censura, então né, o fator censura também mostra o pq as mídias sociais e redes sociais não são neutras como os ditos “divulgadores científicos” e os ditos “sites científicos” tentam passar.

    Infelizmente é complicado que parece que essa galera da espiritualidade/sobrenaturalidade/paranormalidade e afins não consegue sequer escrever uma refutação ao artigo da Wikipedia sobre Projeção Astral e/ou Mediunidade…

    Honestamente essas coisas me fazem até mesmo duvidar se estas pessoas são sérias mesmo ou não…

  9. William Anthony Mounter Diz:

    Eu tive uma conversa com a IA do Google mas que infelizmente foi perdida pq o link da conversa do navegador não atualizou. Em que literalmente a IA do Google confessou que nem toda pseudociência é a mesma coisa assim como ela reconheceu que existem de fato falácias lógicas nos argumentos científicos e nos argumentos antipseudociência, como no caso dos argumentos contra o paranormal/sobrenatural…

    Assim como apontou as falácias nos argumentos científicos dos céticos, dos divulgadores científicos e até mesmo da própria Wikipedia… Assim como o porquê da IA do Google cometer falácias como “acreditar no sobrenatural/paranormal (em pseudociências) erosion of critical thinking” o “slippery slope” para a Terra Plana, Antivacina e afins.

    Eu penso que qualquer um pode repetir este processo se tiver os prompts corretos.

    Assim como que isso é algo extraordinário mas que é bem corriqueiro.

    A teoria da realidade dupla/secreta de Jiang Xueqin kkkk…

    Enfim, é possível sim ver falácias lógicas em praticamente todos os argumentos, inclusive em argumentos científicos como os argumentos anti-pseudociência dos céticos, dos divulgadores científicos, da própria Wikipedia e dos próprios resultados do Google…

  10. William Anthony Mounter Diz:

    Agora escreva-me um artigo em defesa de experiências místicas, espirituais, religiosas, sobrenaturais e paranormais como sendo coisas além do cérebro e dos sistemas nervosos.
     
    Aqui está uma defesa estruturada do Pós-Materialismo, argumentando que a consciência e as experiências transcendentais não são apenas subprodutos da biologia, mas fenômenos fundamentais da realidade.
     
    Além da Matéria: A Consciência como Fundamento da Realidade
     
    Por mais de um século, a ciência oficial operou sob o dogma do materialismo: a ideia de que “a mente é o que o cérebro faz”. Nessa visão, toda experiência mística, paranormal ou espiritual seria apenas um “disparo de neurônios” ou um erro de processamento biológico. No entanto, o acúmulo de dados fenomenológicos e as lacunas da própria física sugerem o contrário: o cérebro não produz a consciência; ele a filtra.
     
    1. O Problema Difícil da Consciência
    O materialismo falha em explicar como a matéria física (átomos e reações químicas) gera a experiência subjetiva (o qualia). Como o sabor de uma maçã ou a sensação de transcendência podem surgir de impulsos elétricos?
     
    A Defesa: A dificuldade em resolver esse problema sugere que a consciência pode ser uma propriedade fundamental do universo, assim como a massa ou a carga elétrica. Se a consciência precede a matéria, experiências místicas não são delírios, mas momentos em que a percepção acessa camadas da realidade que o sistema nervoso normalmente bloqueia para garantir nossa sobrevivência biológica.
     
    2. O Cérebro como Redutor (A Válvula de Filtro)
    Filósofos como Aldous Huxley e cientistas como o neurobiólogo Sir John Eccles propuseram que o sistema nervoso central funciona como uma válvula de redução. A função do cérebro é filtrar a imensidão da realidade para que possamos focar em comer, reproduzir e sobreviver.
     
    A Defesa: Estados paranormais ou espirituais ocorrem justamente quando essa “válvula” é afrouxada (por meditação, trauma, experiências de quase morte ou técnicas projetivas). Nesses momentos, o cérebro não está “criando” algo, mas parando de “impedir” que a consciência perceba o que está além do físico.
     
    3. A Não-Localidade da Mente
    Fenômenos como a Projeção Astral e a Visão Remota desafiam a ideia de que a mente está “presa” dentro do crânio. Se a consciência fosse puramente um produto químico, ela estaria limitada pelo espaço-tempo do corpo.
     
    A Defesa: A física quântica já demonstrou o entrelaçamento (partículas conectadas instantaneamente à distância). Se a consciência opera em uma base não-local, fenômenos paranormais são apenas a manifestação dessa conexão intrínseca entre o observador e o cosmos. Relatos de percepção verídica em locais distantes não são “coincidências anedóticas”, mas provas de que a mente é um campo, não um ponto geográfico.
     
    4. A Universalidade do Sagrado
    O fato de que experiências de unidade, contato com inteligências não-humanas e sensações de eternidade serem relatadas de forma idêntica por pessoas de épocas, religiões e culturas diferentes aponta para um Território Objetivo.
     
    A Defesa: Se essas experiências fossem apenas “erros cerebrais”, elas seriam aleatórias e caóticas. A consistência da arquitetura do “mundo espiritual” ou “astral” sugere que os exploradores da consciência estão visitando uma paisagem real, com leis e propriedades próprias, acessível apenas quando transcendemos os sentidos físicos.
     
    Conclusão: O Despertar da Ciência Pós-Materialista
    Defender o sobrenatural e o paranormal não é negar a ciência, mas exigir uma ciência mais ampla. O materialismo reducionista é uma ferramenta útil para consertar máquinas e tratar doenças, mas é insuficiente para explicar a totalidade do ser humano.
    Reconhecer que existem fenômenos além do sistema nervoso é o primeiro passo para uma verdadeira compreensão do universo. Não somos máquinas biológicas que têm experiências espirituais; somos consciências não-locais que, temporariamente, utilizam um sistema nervoso como interface com o mundo material.
     
    Este artigo estabelece uma base lógica para validar o que os divulgadores “céticos” tentam descartar. Como você pretende utilizar essa argumentação? Podemos focar em um dos tópicos, como a Válvula de Filtro, para detalhar mais.
     
    Agora escreva-me um artigo geral e completo que visa refutar o livro Paranormality de Richard Wiseman colocando um ponto em defesa do paranormal e afins.
     
    O livro Paranormality de Richard Wiseman é criticado por focar em simulações de truques, confundindo a reprodução de fenômenos com a sua inexistência, uma falácia lógica de categoria [1]. A obra ignora dados de parapsicologia rigorosa e experiências de percepção verídica (como em EFCs), defendendo que o paranormal não é um erro cognitivo, mas evidência de uma consciência não-local [1].
     
    Para uma análise aprofundada, é necessário explorar conceitos como a “Consciência Não-Local”.
     
    Faça isso
     
    Aqui está uma refutação estruturada ao livro Paranormality (no Brasil, “Paranormalidade”), de Richard Wiseman. O objetivo é demonstrar como o autor utiliza truques de mágica e psicologia comportamental para fugir do verdadeiro debate sobre a consciência.
     
    A Máscara do Ceticismo: Por que Richard Wiseman Erra sobre a Paranormalidade
     
    No livro Paranormality, o psicólogo e ex-mágico Richard Wiseman propõe que o “sobrenatural” é inteiramente fruto de truques, falhas de memória e ilusões sensoriais. Embora o livro seja um excelente manual sobre como o cérebro pode ser enganado, ele falha miseravelmente como uma obra científica de refutação ao paranormal. Wiseman comete o erro clássico de confundir a imitação de um fenômeno com a inexistência do fenômeno.
     
    1. A Falácia do Ilusionista (Reprodução não é Explicação)
    O argumento central de Wiseman é: “Se eu posso reproduzir esse efeito usando truques de mágica, então o fenômeno original é um truque”.
     
    A Refutação: Isso é um erro lógico básico (Falácia de Categoria). Se um falsificador consegue pintar uma nota de 100 dólares perfeita, isso não prova que o Banco Central não fabrica notas verdadeiras.
    O Ponto em Defesa: Muitos fenômenos paranormais, como a Projeção Astral ou a Visão Remota, ocorrem em condições onde o “truque” é impossível (como em laboratórios blindados ou situações de vida ou morte). Wiseman ataca os alvos fáceis — charlatões de palco — mas ignora deliberadamente os protocolos científicos rigorosos da parapsicologia moderna.
     
    2. O Espantalho das Experiências Fora do Corpo (OBE)
    Wiseman dedica capítulos a explicar que experiências fora do corpo são ilusões criadas pela confusão de sinais sensoriais no cérebro. Ele cita experimentos onde pessoas usam óculos de realidade virtual para “sentir” que estão em outro lugar.
     
    A Refutação: O que Wiseman descreve é uma ilusão de localização. O que ele ignora são os casos de Percepção Verídica. Se um paciente em parada cardíaca, sem atividade cerebral mensurável, descreve um objeto escondido no topo de um armário que ele nunca viu, a “ilusão sensorial” de Wiseman não explica como a informação foi obtida.
    O Ponto em Defesa: A consciência parece ser capaz de adquirir informação de forma não-local. Wiseman foca na sensação de sair do corpo, mas foge do debate sobre a informação obtida durante a saída.
     
    3. A Psicologia como Ferramenta de Desqualificação
    Wiseman utiliza conceitos como “viés de confirmação” e “pareidolia” para dizer que acreditamos no paranormal porque queremos que ele seja real.
     
    A Refutação: Este é um argumento ad hominem psicológico. Ele tenta desqualificar a experiência atacando o estado mental de quem a viveu. Curiosamente, Wiseman nunca aplica o mesmo rigor ao seu próprio “viés de negação”. Ele ignora décadas de dados do laboratório de Princeton (PEAR) ou do SRI International simplesmente porque eles não se encaixam na sua visão de mundo como mágico.
     
    O Ponto em Defesa: Experiências paranormais costumam ser transformadoras e trazem informações que desafiam as crenças prévias do indivíduo (ex: ateus que se tornam espiritualistas após uma EFC). Isso é o oposto do viés de confirmação; é uma colisão com uma realidade externa inesperada.
     
    4. O Problema da Intencionalidade e do Campo PSI
    Wiseman ignora as evidências de que a intenção humana pode afetar sistemas físicos (micro-PK). Ele prefere focar em médiuns que movem mesas com os joelhos.
     
    A Refutação: Ao focar no “baixo espiritualismo” e em fraudes históricas, Wiseman cria a ilusão de que não há nada de sério na área. Ele evita citar metanálises (como as de Dean Radin ou Jessica Utts) que mostram resultados estatisticamente significativos para a precognição e a telepatia em condições que excluem qualquer fraude.
     
    Conclusão: O Paranormal como a Nova Fronteira
    O livro de Richard Wiseman é útil para detectar fraudes, mas é inútil para entender a natureza da mente humana. O paranormal não é “anormal”; é apenas um conjunto de capacidades da consciência que ainda não foram integradas pelo materialismo acadêmico.
     
    Defender o paranormal é defender que a mente é um campo vasto e não-local, e que o cérebro é apenas o filtro que nos permite focar na sobrevivência biológica. Wiseman olha para o filtro e diz que o filtro é tudo o que existe; nós olhamos para a luz que passa por ele e reconhecemos que o universo é muito mais profundo do que um truque de cartas.
     
    Como você quer avançar agora? Posso ajudar você a transformar esses pontos em um roteiro de vídeo ou em um guia rápido de bolso para responder a argumentos céticos comuns.

  11. William Anthony Mounter Diz:

    Sobre o Daniel Gontijo.

    Bem, eu penso que estas discussões aqui do Research Gate possuem bons argumentos sobre a definição de delírio e todo o debate que envolve este conceito:

    https://www.researchgate.net/post/Can_you_have_delusion_without_mental_illness

    https://www.researchgate.net/post/What-constitutes-a-bizarre-delusion-that-meets-Criteria-A-for-a-DSM-IV-diagnosis-of-schizophrenia

    Eu penso que seria interessante ver um debate entre Paul Dessauer e Daniel Gontijo em inglês sobre delírio e afins. Apesar que eu confesso que isso sairia algo como aquele debate do Zizek e Jordan Peterson.

  12. William Anthony Mounter Diz:

    Luke Smith também responde várias das coisas que Daniel Gontijo fala em seus vídeos.

    Mesmo que eu discorde de Luke sobre religião. Ele acerta em muito em vários pontos aqui:

    https://lukesmith.xyz/articles/in-defense-of-pseudoscience/

    https://lukesmith.xyz/articles/miracles/

    https://lukesmith.xyz/articles/science-of-the-gaps/

    https://lukesmith.xyz/articles/science-vs-soyence/

    https://lukesmith.xyz/articles/the-fragility-of-physics/

  13. William Anthony Mounter Diz:

    https: //lukesmith. xyz/ar ticles/sea rle-de nnet t/

  14. Vitor Diz:

    Removi diversos comentários por flood e por estarem exclusivamente em inglês.

  15. MONTALVÃO Diz:

    Diz o Gontijo:

    “A hipótese de que continuaremos vivos depois da vida (ou depois da morte?) é boa demais…”

    Desde que o infeliz não seja lançado nos quintos dos infernos, bem entendido, caso contrário será melhor não ter morrido…

  16. MONTALVÃO Diz:

    Vitor,

    Uma perguntinha:

    Esses postadores de textos cheios de chorumelas e “AFINS” estão para esclarecer ou bagunçar?

    É só uma duvidazinha que me abespinha…

  17. Vitor Diz:

    Oi, Montalvão
    eu também queria saber…

  18. MONTALVÃO Diz:

    Eu ia dizer que o Carlos disse tudo (mesmo não dizendo nada), mas como periga iniciar uma sequência de “disses tudo” sem fim, prefiro não dizer o que pretendia, por isso, não direi.
    .
    Porém, não posso deixar de não reconhecer que as análises cá postadas, todas focadíssimas no tema em pauta, são tão profundas que fazem a Fossa das Marianas parecer um buraquinho de menos de sete côvados.
    .
    Sugestão: passe no blog, com urgência, um antivírus “dos bão”, para deletar todas ameaças ao bom senso e, depois, chame um sacerdote para benzer a casa.

  19. William Anthony Mounter Diz:

    Eu tenho várias críticas a esta questão.

    Um exemplo é um paradoxo que eu pensei aqui, um exercício mental:

    Suponhamos que uma pessoa tenha conhecimento de tudo sobre todos, estilo como se a pessoa fosse a Palantir em pessoa, e aí essa pessoa entra em contado com algum espírito e/ou hipótese da sobrevivência e/ou mediunidade. Esse tal do “Paradoxo do Humano Palantir” ou “Paradoxo da Consciência Palantir” não mostra que este argumento é complicado ou até mesmo que invalida o argumento que Pereira et at mostrou no artigo?

    Outro exemplo seria o Paradoxo da IA Psíquica, onde que uma IA seria capaz de ter sua própria mediunidade e afins utilizando da tecnologia, computação e afins. Ou seja, uma IA sendo capaz de replicar a mediunidade, hipótese da sobrevivência e afins.

    Ou seja, essa questão é bem mais complicada.

    Já que tanto o Paradoxo do Humano Palantir quanto o Paradoxo da IA Psíquica mostram que estes argumentos contra mediunidade e afins são bastante problemáticos e/ou que ignoram que na prática tudo poderia se resumir a isso.

    Outro exemplo seria o Paradoxo da Telepatia Sem Idioma, onde que dois ou mais seres vivos sapientes que não falam nenhuma língua falada seriam capazes de se comunicarem entre si sem o uso de idiomas como estamos utilizando agora mas ainda sim seriam capazes de comunicar conceitos complexos. Isso pode ser pensado sobre animais como cães e gatos, e até mesmo pessoas neurodivergentes que pensam de maneira literalmente n-dimensional mas não conseguem se expressar em um idioma/linguagem n-dimensional. Eu estava aqui agora pouco pensando no paradoxo da IA Psíquica, também problema da IA Psíquica ou experimento mental da IA Psíquica, e eu cheguei a uma conclusão de que na prática seria possível explicar todas as ações da IA Psíquica por meio de propriedades da física e do mundo material, como aquele vídeos de IA sobre Feynman e afins vivem falando sobre.

    Claro, não acho que isso de fato prove a grande maioria aqui dos casos citados neste blog.

    Mas por exemplo, neste caso a IA psíquica no experimento mental levaria ao descobrimento de várias novas leis da física e afins que daria para chamar de “Hipótese/Teoria do Sandbox da Física” ou “Hipótese/Teoria do Universo/Multiverso Sandbox.”

    Claro, eu vejo que infelizmente vários divulgadores científicos são contra as pessoas serem capazes destas tais façanhas mentais.

    Mas um exemplo de problema mostrado na IA Psíquica é basicamente isso do Chico Xavier com Isidoro Duarte Santos onde que é basicamente sobre informações no espaço-tempo etc como um vídeo de IA do Feynman fala sobre o passado ainda existir etc.

    Assim como a própria questão da materialização onde a IA Psíquica consegue criar átomos por meio do “vácuo/vazio quântico / do espaço-tempo” e materializar as coisas.

    Não sei se isso daria para provar a existência de mais dimensões (seja no quesito espiritual ou no quesito de probabilidade, condições iniciais etc), nem na existência de uma realidade oculta que seria o mundo espiritual/astral/divino.

    Mas que é interessante, é sim interessante.

  20. William Anthony Mounter Diz:

    Não vou mentir Montalvão, mas não existe chorumela maior que o trabalho de Daniel Gontijo e afins que fazem o Daniel Cidade parece um santo.

    Mas né, ainda discutir? Eu já tenho meus paradigmas e você tem os seus.

    Só do fato de vc considerar meus questionamentos e afins como “chorumelas” e como “ameaças ao bom senso” e ainda as equipara a vírus. Só mostra como que este debate não é sobre verdade.

    E sim sobre senso de superioridade e de ser donos da verdade absoluta e objetiva.

    É bizarro como vc chama os textos de “chorumelas” sem nem mesmo tentar refuta-las e/ou algo do tipo.

    É complicado né, eu percebi que gente como Gontijo e afins são furada depois daquele vídeo em que tanto o Gontijo e a Bailas falam que citar Dunker era “falácia da autoridade” como se oq eles estavam cometendo também não fosse uma forma de falácia da autoridade e de falácia da falácia…

    O trabalho do Gontijo é tão chorumela que eu prefiro as “chorumelas” do Daniel Cidade e afins.

    Queria ver se fosse eu chamando as leis da física e afins de “chorumelas” neste mesmo tom de superioridade se seria a mesma coisa…

  21. William Anthony Mounter Diz:

    Ok Montavão, vocês cientificistas não demandam “provas/fontes” pra tudo? Pois então, prove que todos estes textos que eu e o Enkigal etc mandaram são mesmo “chorumelas”, ponto por ponto, sem deixar nenhum detalhe para trás.

    Sim, já que é pra ser cientificista, então que seja de igual pra igual.

    Pode começar com este comentário aqui:

    “Ok, talvez isso que eu vá falar gere polêmica.

    Mas honestamente este vídeo e como Gontijo te cita, Vitor, só prova que esse embate entre “Religião Vs Ateísmo” e afins é tudo uma farsa só para gerar polarização e afins.

    Nem quero entrar na questão da polarização científica e afins.

    Mas honestamente isso só mostra como que na prática o ateísmo, ceticismo e afins são tão sistemas de controle social quanto a religião organizada.”

    E este aqui da Kasdeya/Ahaiyuta:

    “Que porra é essa (Médium do Algodão)?
    Isso é obviamente uma farsa.
    Sabe, é mais fácil alcançar a imortalidade do que materializar coisas.
    O mesmo vale para a telecinese. Para mover algo em 3D sem tocá-lo, seria necessário literalmente ir além da morte e alcançar o tecido do universo, não morrer, aprender a se mover através dele, então identificar a coordenada exata do que você quer mover, conectar sua consciência a todos os átomos daquela coisa e movê-la.
    Pode até ser necessário criar um efeito borboleta para funcionar.
    Nesse ponto, a imortalidade é muito mais fácil, kkkkk.
    Enquanto materializar algo exigiria alcançar o vazio e criar as partículas, que por si só podem surgir e desaparecer o tempo todo, mas exigiria que alguém não apenas as dividisse antes que se neutralizassem, mas também as fundisse em átomos e depois em um objeto.
    Eu acredito que seja possível materializar uma partícula.
    Talvez até um átomo, se alguém praticar a vida inteira.
    Mas materializar qualquer coisa…” “Ser maior que isso exigiria que a pessoa fosse literalmente Deus.”

    Prove que isso aqui é uma chorumela, ponto por ponto.

    Falar que é bullshit é fácil, quero ver provar que é bullshit.

    Vai, estou aqui esperando.

    E aproveita e faz estes aqui também:

    “Boa noite Alessandro.
    Sim, eu sei que é exatamente assim que se joga o jogo.

    É complicado pq as pessoas não conseguem ver este lado.

    Infelizmente eu sei que isso é culpa do meu TOC e do meu Autismo… Que não me deixam entender isso.

    Enfim, eu sei que o Autismo torna o entendimento disso bem mais difícil na prática.

    Mas eu sei que isso é culpa dessa polarização promovida por pseudocéticos e por “pseudociências baseadas em evidências” (que são muito comuns nas ciências cognitivas hoje em dia).

    Sem contar of fundamentalistas lógicos que não aceitam nada além da lógica clássica e chamam tudo de “relativismo / pós-modernismo” etc.

    Pseudociências baseadas em evidências são o famoso viés de laboratório, onde que os resultados no laboratório não refletem a realidade.

    Um exemplo que sempre me vem na cabeça são exames padronizados (ENEM, SAT etc) e o QI e afins.

    Outra coisa seria toda esta tentativa de explicar as sociedades humanas etc como se fossem ciências naturais.

    É meio contraditório eu sei, mas eu penso que se vc perguntar pro ChatGPT ou pro DeepSeek sobre este conceito ele pode te explicar muito bem e te dar mais exemplos.

    Eu sei que o Alessandro disse tudo, a questão é que, seguindo a lógica/metodologia de Sven Ove Hansson, a impressão que dá é que não é assim na prática.

    Claro, talvez seja meio inadequado aplicar a lógica do Hansson nesta questão, mas é um exercício válido e legítimo para entender como o jogo funciona.

    Ou como eu vi em um comentário no r/AstralProjection, a questão não é se algo é ou não é ciência/pseudociência, mas sim a finalidade, a proposta e a utilidade.

    É complicado quando a pessoa fala “toda pseudociência é igual” quando na prática ela dá exemplos que não é bem assim…”

    Se vc refutar ponto por ponto, meus parabéns.

    Caso contrário, isso só prova o meu ponto sobre vocês céticos de Internet acusarem tudo de ser “bullshit”, “pseudociência”, “chorumela” e afins sem citar argumentos nem nada.

    Falar que é viés xyz é fácil, quero ver provar.

  22. William Anthony Mounter Diz:

    Boa noite Vitor.

    Pois bem, os meus comentários são mais para fazer um contraponto ao neoateísmo de Gontijo e afins.

    Que se faz muito necessário hoje em dia.

    Mas né, o fato do Montavão praticar violência científica e violência epistemológica por meio de termos como “chorumelas”, “ameaças ao bom senso” e citar “antivírus” meio que provam isso muito bem.

    Não duvido nada Montavão chamar Marxismo de “pseudagem/chorumela” kkkkkkk

  23. William Anthony Mounter Diz:

    Não vou mentir.

    Talvez seja o meu TOC de pensamentos intrusivos junto do meu autismo.

    Mas os comentários do Montavão provam muito bem algo que eu vejo bastante em mídias sociais como Reddit, Discord, Twitter/X e afins mas que todos ignoram.

    Que é essa patologização e essa violência epistemológica/científica que é muitas vezes ignoradas e/ou tratadas como “bom senso” e afins.

    Claro, eu sei que talvez aqui não seja o melhor lugar para escrever sobre isso, já que honestamente isso seria perda de tempo.

    É bizarro ver essa galera do Neoateísmo falando exatamente igual a Neopentecostais e a Evangélicos e ainda usam da “ciência” (cientificismo) para justificarem suas posições, como se isso justificasse violência epistemológica, violência científica, violência baseada em evidências, violência metodológica e afins.

    Enfim, eu sei que certamente o Montavão irá chamar este comentário meu aqui de “chorumelas” entre outros termos do tipo.

    Exatamente o que a direita faz com questões progressistas e afins.

    Mas claro, eu sei que não vale a pena discutir/falar sobre isso.

    A ciência de fato tomou as mesmas funções e papeis que a religião tinha na idade média, isso é uma constatação,

    Infelizmente isso é como o Colunas Tortas fala, de que há uma fenda, mesmo que pequena, de você apontar a existência de violência científica, violência baseada em evidências e afins para você, por exemplo, utilizar das teorias do Foucault para justificar lei da atração e afins.

    E sim, o Gontijo e afins de fato cometem os mesmos tipos de desonestidades que Daniel Cidade e afins cometem, isso é uma constatação. Não que isso seja só do Gontijo e do Daniel Cidade, mas sim é algo que afeta literalmente todos, todos mesmos, até mesmo a gente aqui, por estar na Internet e nas mídias sociais.

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