Nova Análise de Chico Xavier
Confiram esta análise mais profunda no canal do Prof. Daniel Gontijo sobre o artigo recém publicado na Explore acerca dos fenômenos exibidos por Chico Xavier em 1955 perante um líder espírita português. Fui contatado pelo Gontijo e ele aproveitou bastante o material que lhe passei, me citando várias vezes!
abril 9th, 2026 às 9:18 PM
O William aí acima disse tudo.
Mas por outro lado, é assim que se joga o jogo.
abril 10th, 2026 às 9:42 AM
O Alessandro disse tudo!!!
abril 13th, 2026 às 11:08 AM
Removi diversos comentários por flood e por estarem exclusivamente em inglês.
abril 15th, 2026 às 5:46 PM
Diz o Gontijo:
“A hipótese de que continuaremos vivos depois da vida (ou depois da morte?) é boa demais…”
Desde que o infeliz não seja lançado nos quintos dos infernos, bem entendido, caso contrário será melhor não ter morrido…
abril 18th, 2026 às 7:56 PM
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VITOR,
Eu tenho o PDF do livro da Magali Oliveira Fernandes, se quiser posso enviar.
abril 18th, 2026 às 8:09 PM
Oi, Montalvão
eu disponibilizei o PDF do livro da Magali aqui:
https://app.box.com/s/npzysaroio6b67181h6jqq80gxmcx574
Provavelmente sua versão é a mesma que a minha. Eu até queria uma versão melhor, que desse para copiar e colar o texto, a definição das imagens fosse melhor etc.
abril 18th, 2026 às 8:14 PM
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“O próprio Vitor Moura é espiritualista”, diz o Gontijo.
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Eu digo que o Vitor é mais um espírita não kardecista (pode confirmar ou negar, Vitor). Ser espiritualista é conceito genérico: todo aquele que crê no espírito e na sobrevivência após a morte pode ser reputado espiritualista. O próprio Kardec achou o termo espiritualismo muito vago para definir seu grupo religioso e fez questão de batizá-lo espiritismo.
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O espírita crê, basicamente, na comunicação entre mortos e vivos, na reencarnação, na pluralidade dos mundos habitados, no magnetismo animal, na lei do carma, um carma amenizado, que intitula “causa e efeito”.
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Algumas dessas crenças, suponho, são agasalhadas pelo Vitor, por isso o classifico “espírita não kardecista”.
abril 18th, 2026 às 9:58 PM
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O Gontijo destaca um ponto importante, sobre a visita de Isidoro: Chico fora previamente notificado desse encontro, portanto, teve tempo para se preparar “mediunicamente” para o xou.
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E essa não fora a única vez que tal situação se registrou: certa vez o escritor Pietro Ubaldi visitou o médium de Uberaba, Chico o conhecia por meio das diversas obras que publicara, a mais famosa intitulada “A Grande Síntese”.
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Durante o encontro montão de familiares de Ubaldo, falecidos, mandaram mensagens por meio de Chico! Xavier ficou empolgadíssimo ante a ilustre presença e toca parentes do italiano enviarem recados. Até que uma irmã, chamada Maria, se fez presente… Constrangido, Ubaldo disse que aquela estava viva…
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Chico não se deu por achado, afirmou que aquela Maria era outra irmã, que morrera quando Ubaldo era deste tamaninho… Aí Ubaldo “lembrou” e ficou tudo certo…
O episódio é narrada em “As Vidas de Chico Xavier”, de Marcel Souto Maior.
abril 18th, 2026 às 11:06 PM
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Vitor Diz:
abril 18th, 2026 às 8:09 PM
Oi, Montalvão
eu disponibilizei o PDF do livro da Magali aqui:
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COMENTÁRIO: é, teria que conferir se obtive desse link ou de outra fonte, mas como perdi meus registros de boa parte das conversas de outros tempos, terei dificuldades. De qualquer modo, imaginei que não tivesse, se tem está meio resolvido.
abril 28th, 2026 às 10:06 PM
Oi Montalvão.
Então, não acho que o Vitor Moura seja espiritualista, já que em outro post ele se mostrou como sendo não tão diferente assim do Gontijo em questão. Já que o Vitor é tão anti-religião quanto o Gontijo.
Enfim, eu não quero discutir aqui com você, já que eu penso que isso já foi resolvido dias atrás.
Você enumera as crenças espíritas como se fossem um rol de acusações: comunicação com mortos, reencarnação, pluralidade dos mundos, magnetismo animal, karma. Pois bem. Vou defendê-las, não como dogmas, mas como hipóteses legítimas que merecem investigação, não ridículo.
Comecemos pela comunicação entre mortos e vivos. Você a chama de “pseudagem”. Mas o que dizer dos milhares de casos documentados por Ian Stevenson e Jim Tucker de crianças que se lembram de vidas passadas com detalhes verificáveis? O que dizer das experiências de quase-morte com percepção verídica (o famoso caso do “sapato de Maria”)? Se isso fosse “pseudagem”, não haveria cientistas sérios dedicando décadas a estudar o fenômeno. A rejeição não é científica; é ontológica: você parte do pressuposto de que a consciência é produto do cérebro. Mas isso é uma crença, não um fato.
Sobre a reencarnação: a ideia de que a personalidade pode se manifestar em múltiplas existências é estranha ao materialismo, mas perfeitamente coerente dentro de uma visão espiritualista. E há evidências sugestivas – os casos de Stevenson, as regressões de memória, as xenoglossias (crianças que falam línguas que nunca aprenderam). Nada disso é prova, mas é suficiente para que a hipótese não seja descartada a priori.
Pluralidade dos mundos habitados: Giordano Bruno foi queimado por defender isso. Hoje, a ciência admite que exoplanetas são comuns. Que haja vida inteligente é especulação, mas não é pseudagem. O espiritismo apenas estende essa pluralidade a planos de existência não físicos – o que é metafísico, mas não incoerente.
Magnetismo animal: ridicularizado no século XIX, levou à hipnose, que por sua vez influenciou a psicologia moderna. A rejeição ao magnetismo foi política, não científica. A Academia Francesa de Ciências o condenou sem investigar. O padrão se repete hoje com a parapsicologia.
Lei do carma: você a chama de “carma amenizado”. Mas a ideia de que ações têm consequências é ética universal. O espiritismo a articula com reencarnação e progresso. Não é “científico” no sentido laboratorial, mas é um sistema ético consistente.
O que você chama de “pseudagem” é, na verdade, um conjunto de hipóteses que desafiam o materialismo dogmático. Se você não as aceita, tudo bem. Mas rotulá-las de “charlatanismo” é um ato de fé – a fé de que o materialismo é suficiente. A história sugere o contrário.
O que você chama de “sobrenatural” ou “pseudagem” é, muito provavelmente, natural ainda não compreendido. A história está repleta de fenômenos tidos como mágicos que depois se revelaram perfeitamente naturais: o magnetismo, os raios X, as ondas de rádio, a radioatividade. Nenhum físico do século XIX imaginava que pedras poderiam falar (rádio), que a matéria poderia emitir energia invisível (radioatividade) ou que o tempo poderia dilatar (relatividade). O que há de “natural” no tempo dilatado? Nada, até que Einstein o explicou.
A mediunidade, a reencarnação, o karma, o magnetismo animal – tudo isso apenas escapa à nossa física atual. Mas a física atual é provisória. O vácuo quântico já é um “mar de possibilidades”. A não-localidade quântica já conecta partículas sem cordão umbilical. Se a informação pode emaranhar-se, por que não a consciência?
Chamar de “natural” não significa dizer que já explicamos. Significa dizer que não há razão a priori para excluir. O natural não é o que já conhecemos; é o que há. E o que há pode ser muito mais estranho do que seu materialismo supõe. A mediunidade pode ser tão natural quanto a gravidade – só precisamos de uma nova física para entendê-la. Até lá, o ridículo é o refúgio de quem não tem argumentos.
Desculpa o pequeno textão, eu não resisti kkkkkkk