Em 12 de janeiro de 2018 foi lançado o livro “Pseudoscience: The Conspiracy Against Science” pela MIT Press. Os autores dizem que, “embora o escopo da pseudociência seja muito amplo para um único livro […], a próxima seção, sobre a pseudociência no mainstream, explora exemplos de como a pseudociência se espalha em vários campos diferentes. David H. Gorski ressalta que a “medicina integral” geralmente tem tanta credibilidade quanto a medicina baseada na ciência (ou seja, “real”). Steven Jay Lynn, Ashwin Gautam, Stacy Ellenberg e Scott O. Lilienfeld fornecem uma visão geral da hipnose, ilustrando como ela pode legitimamente ser usada e como ela pode ser cooptada pela pseudociência. Mark Benisz, John Willis e Ron Dumont descrevem os usos dos testes de inteligência, seus limites e como a falta de compreensão dos testes pode levar a conclusões exageradas. Por fim, Christopher C. French discute seu trabalho em parapsicologia, juntamente com suas ideias sobre como a pesquisa na área deve ser abordada”. Trago aqui traduzido justamente o capítulo que o cético Chris French escreveu. O capítulo é um marco, pois em um livro voltado especificamente para discutir pseudociência, French defende a parapsicologia como uma ciência legítima, e que existem evidências para fenômenos paranormais. Em um ano em que o cético Stanley Jeffreys replica resultados positivos de micro-pk, cientistas gregos replicam o fenômeno de mentes entrelaçadas, e meta-análises confirmam a precognição, o capítulo de French é uma guinada em direção a uma melhor compreensão e aceitação do campo por outros cientistas. Para ler o capítulo, clique aqui.