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UMA ANÁLISE DETALHADA DE UM JOGO IMPORTANTE DE XADREZ: REVISITANDO ‘MAROCZY CONTRA KORCHNOI’ (2007)

quinta-feira, outubro 27th, 2011

O autor [V. M. Neppe] executou uma detalhada simulação de computador e sua própria análise do jogo de xadrez 1985 —1993 entre dois principais “grandmasters” do xadrez (o supostamente desencarnado Geza Maroczy vs. Victor Korchnoi). No todo, parece que “Maroczy” jogou no nível Mestre ou mesmo um tanto enferrujado de modo disputável no grandmaster, e isto talvez tenha sido equivalente ao seu padrão de jogo enquanto vivo; o vencedor, Korchnoi, jogou no nível de um perfeito grandmaster. Por causa de importantes diferenças de estilo, o computador não poderia ter simulado o jogo, nem poderiam muitos jogadores de xadrez vivos jogar neste alto nível. A validação exterior prévia (as notícias nos meios de comunicação e a análise feita por um jogador perito) argumenta contra a colaboração fraudulenta. Neste exemplo, a superpsi parece ser uma hipótese menos parcimoniosa do que a sobrevivência, já que a superpsi exigiria o pensamento ativo de um magistral jogador ou jogadores de xadrez enquanto vivos, estendendo-se em um período prolongado de tempo, com quarenta e sete respostas apropriadas. A fraude seria extremamente difícil de ser executada e exigiria múltipla colaboração. Este caso envolve uma combinação talvez rara da aplicação controlada de uma habilidade com o fornecimento de informações. Neste caso, como informado por Eisenbeiss e Hassler (2006), um jogo de xadrez num nível muito alto foi combinado com informações biográficas detalhadas, sendo que foi muito difícil localizar a confirmação da exatidão das mesmas. Este pode ser um dos mais notáveis casos a fornecer evidência para a sobrevivência de um componente inteligente da existência humana depois da morte corpórea.

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UMA AVALIAÇÃO DE OSTENSIVAS COMUNICAÇÕES COM UM FALECIDO MESTRE EM XADREZ COMO EVIDÊNCIA PARA SOBREVIVÊNCIA (2006)

sexta-feira, outubro 21st, 2011

Uma partida de xadrez supostamente entre um vivo e um falecido mestre em xadrez foi dirigida por Eisenbeiss e publicada nos anos 80 na mídia popular. Revisando o caso, e considerando o material que até então ainda não fora publicado, Hassler concluiu que o caso merecia profunda análise e publicação para a comunidade científica. Um resumo da partida, jogada ao nível de campeonato internacional, e as circunstâncias de sua intermediação por um médium psicógrafo que não tinha nenhum conhecimento sobre xadrez ou de sua história, forma a introdução para o material recentemente descoberto neste caso: durante o curso da partida, um substancial grupo de informações sobre a vida do mestre de xadrez desencarnado foi obtido, e subsequentemente verificado com sucesso, inclusive com um elemento inesperado. Uma avaliação da verificação revela que a parte ‘obscura’ das informações comunicadas foi 94% precisa. O valor do caso deve ser visto dentro da ostensiva comunicação de fatos objetivos (saber que) combinado com o exercício de habilidades mentais e intelectuais adquiridas (saber como) após um período prolongado de tempo, assim como a revelação de informações obscuras inesperadas. Pesando numa mão a motivação psicológica subjacente para produção destas informações através do médium, e na outra, a psique desencarnada, a hipótese da sobrevivência é sugerida como a explicação mais plausível para o fluxo das informações.

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Uma Investigação de Médiuns que Alegam Receber Informações Sobre Pessoas Falecidas (2011)

sábado, fevereiro 19th, 2011

Este artigo foi publicado em janeiro de 2011 no Journal of Nervous and Mental Disease, uma revista científica indexada com fator de impacto 1,771 (JCR-2009). A revisão da tradução custou 117 reais, e aqueles que quiserem contribuir financeiramente para que mais artigos como esse sejam traduzidos e disponibilizados para o público, entrem em contato comigo. Meu email pode ser visto ao fim da página, colocando o mouse sobre o meu nome.

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