CSICOP e os Céticos (1992), por George P. Hansen

O ótimo artigo de Hansen explica bem as dificuldades enfrentadas pelos parapsicólogos na aceitação de suas pesquisas pelo estabelecimento científico, embora o paranormal possua vastas provas em seu favor. Também revela facetas nada honrosas de vários líderes e grupos céticos. E ainda traz curiosidades, como que Daryl Bem, recentemente na mídia por suas pesquisas sobre precognição, foi chamado pelos próprios céticos para apresentar shows de mágica na 1ª conferência internacional do CSICOP. Para ler o artigo, clique aqui.

310 respostas a “CSICOP e os Céticos (1992), por George P. Hansen”

  1. Gorducho Diz:

    Quanto à aceitação das “pesquisas científicas” por parte de céticos leigos não vou comentar porque aqui não somos leigos.
    P/nós, a não aceitação deve-se a que sabemos ter a parapsicologia sido inventada como um recurso desesperado diante do fracasso das alegações originais, que foram investigadas pelo espiritualismo e depois pela pesquisa psíquica/metapsíquica, com fracasso absoluto.
    Se uma tampa de bule (chines??) salta da mesa até o teto, a investigação desse fenômeno não requer estatística :!:

  2. Gorducho Diz:

    ERRATA
    Se uma tampa de bule (chines??) ou chaleira fora do fogo [...]
    ————————————————————————————————————————————————
     
    Bule tem tampa; estava pensando em chicara :mrgreen:
    Besides, estou tentando descobrir o tamanho da linha pontilhada…

  3. Vitor Diz:

    O que você chama de fracasso absoluto? Relativo a quais fenômenos? Quais alegações originais? Comunicações com os mortos?
    .
    a) http://obraspsicografadas.org/2012/a-sra-piper-revisitada-como-a-pesquisa-psquica-vitoriana-obteve-algumas-evidncias-muito-impressionantes-da-vida-aps-a-morte-e-ningum-tomou-conhecimento-2001/
    .
    Efeitos físicos?
    .
    b) http://obraspsicografadas.org/2015/o-espiritualismo-e-uma-crise-de-evidencia-em-meados-da-epoca-vitoriana-2004-por-peter-lamont/

  4. Gorducho Diz:

    Comunicações com os mortos?
    Sim, sem estatísticas. Pegamos um notebook e programamos o Excel p/simular as 10 roletas do ABo. Com isso vemos se o morto está no ambiente: primeiro passo. Depois ele se identifica e bota pra fora os podres das famílias – quem comeu quem… como parece ser a sua ideia de identificação de espíritos.
     
    Efeitos físicos?
    Sim, sem estatísticas. Não precisa nem filmar; nos sentamos 5 dos nossos, 5 dos de vocês, no claro (depois se discute os lux – luxímetro eu levo…), e vemos se ovos de peru ou tampas de bule voam. Se for no escurinho sim exigimos câmaras IR.
     
    Vamos la; vamos providenciar p/ver se psíquicos existem :?:

  5. Vinicius Diz:

    “Gorducho Diz:
    JANEIRO 8TH, 2016 ÀS 9:31 AM
    Comunicações com os mortos?
    Sim, sem estatísticas. Pegamos um notebook e programamos o Excel p/simular as 10 roletas do ABo. Com isso vemos se o morto está no ambiente: primeiro passo. Depois ele se identifica e bota pra fora os podres das famílias – quem comeu quem… como parece ser a sua ideia de identificação de espíritos”

    marquei bobeira em 2009: fui a um centro aqui em SP, e uma médium conversou comigo numa salinha longo tempo, depois que o clima estava mais “fraterno”, eu “falando demais” , ela começou a falar que “meu mentor estava lá” , ” que era risonho”, “que estava do meu lado”, “que usava chapeu tipo coco” … putz, como fui besta, fiquei só ouvindo, deslumbrado, ao invés de fazer perguntas, pedir prova da presença dele etc… a mulher não falou nada que comprovasse afinidade desse mentor, alguma coisa que me ocorreu na infância. um livro que estava lendo nada nada nada
    vou ver se volto lá com outro médium, agora estou “doutrinado” pelo blog :lol:

  6. Gorducho Diz:

    O Administrador faz fincapé em que nosso teste não seria conclusivo, porque poderia ser clarividência. Ele tenta fazer os leitores se desaperceberem que não é excludente pois que após fazer a prova-de-presença segue-se a séance normal c/o espírito fazendo tudo que quiser.
    O que nós dizemos p/ele é que p/nós os podres da família, ou se vovô colocava um abridor de cartas junto c/os anteojos (se vai se fazer passar por um argentino doente vá treinando Sr. Administrador…) no mesmo estojo, não nos interessa. Mas o espírito pode fazer tudo que quiser e que interessar aos sentantes Crentes que participem do experimento.
    “esqu

  7. Vinicius Diz:

    GORDUCHO/VITOR
    Por curiosidade e se vocês souberemclaro.
    Nas revistas espíritas Kardec menciona obras de outros autores que “também falavam de Espiritismo”. Sabe se essas obras ou algumas chegaram ao Brasil pela FEB ou outras editoras (até não espiritas, ou seja, editoras opositoras)…
    Fonte: Revista espirita SET/1861 “ESCASSEZ DE MÉDIUNS – página 77 da versão PDF da FEB)
    “Esperamos que nos desculpem por citar aqui as nossas próprias obras, o que é muito natural, já que para isso foram escritas. Aliás, de nossa parte não passa de uma indicação, e não de uma recomendação expressa. Aqueles aos quais elas não convierem estão perfeitamente livres para pô-las de lado. Longe de nós a pretensão de imaginar que outros não as possam fazer tão boas ou melhores. Apenas acreditamos que, até o momento, nelas A CIÊNCIA É ENCARADA DE MODO MAIS COMPLETO DO QUE EM MUITAS OUTRAS, além de responderem a um maior número de perguntas e de objeções. É
    a esse título que as recomendamos. Quanto ao seu mérito intrínseco, só o futuro lhes será o grande juiz. Daremos um dia um CATÁLOGO RACIONAL DAS OBRAS QUE, DIRETA OU INDIRETAMENTE, TRATAM DA CIÊNCIA ESPÍRITA, NA ANTIGÜIDADE E NOS TEMPOS MODERNOS, NA FRANÇA OU NO ESTRANGEIRO, entre os autores sacros e os profanos, quando nos tiver sido possível reunir os elementos necessários. Esse trabalho naturalmente é muito longo, e ficaremos muito reconhecidos às pessoas que no-lo quiserem facilitar, abastecendo-nos de documentos e de indicações”

    E outra fonte (aqui KARDEC já indica outras obras mas contesta a conclusão):
    “4o Discutir os diferentes sistemas sobre a interpretação dos fenômenos espíritas.
    Sobre o assunto, recomendamos a obra do Sr. De Mirville e a do Sr. Louis Figuier, que são as mais importantes. A primeira é rica em fatos do mais alto interesse, hauridos em fontes autênticas. Só a conclusão do autor é contestável, porque em toda parte só vê demônios.”

    LEMBREI DO NOSSO AMIGO PASTOR DA UNIVERSAL SOBRE A CONCLUSÃO DO SR. DE MIRVILLE.

  8. Marciano Diz:

    MONTALVÃO, volte, por favor.

  9. Vitor Diz:

    Hoje vou sair mais cedo. Vinícius, uma das obras que vc quer saber é essa?
    .
    http://spiritiste.blogspot.com.br/2008/05/histria-do-maravilhoso-sr-figuier-1860.html
    .
    Acho que só em francês ainda.

  10. Gorducho Diz:

    Que ele tenha recomendado explicitamente obras desconheço.
    Ele elogia obvio a do Pezzani sobre reencarnação – pluralidade das existências da alma – porque concorda c/ele; aliás é posterior ao LE (de ’65), mas aparentemente escrito de forma independente.
    Essa do Figuier conheço-a e conheço o indivíduo – pouco surpreendentemente perdeu um filho e aí ficou Crente: o padrão básico…- mas desconheço que Kardec a tenha recomendado.
     
    http://www.ipeak.net/site/upload/midia/pdf/la-pluralite-des-existences-de-l-ame-pezzani-1865-.pdf
     
    http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k22693b

  11. Gorducho Diz:

    Sim claro que a recomendou na RE – agora m/lembrei :(

  12. Vinicius Diz:

    Obrigado Vitor.

  13. Vinicius Diz:

    Grato Gorducho. Realmente ele fala algo sobre o Pezzani mas não me lembro onde (acho que OLE).

  14. Marciano Diz:

    George Hansen é parapsicólogo, promotor de pseudociência e espiritualista.
     
    Trecho de um livro de sua autoria:
     

    “This book is about foretelling the future, the occult, magic, telepathy, mind over matter, miracles, power of prayer, UFOs, Bigfoot, clairvoyance, angels, demons, psychokinesis, and spirits of the dead. These all interact with the physical world. This book explains why they are problematical for science.”

    The Trickster and the Paranormal
     
    Hansen mente em seu livro, dizendo que Martin Gardner era um cristão fundamentalista.
     
    É apenas natural que faça campanha contra os que buscam a verdade.

  15. Vinicius Diz:

    Gozado, eu achava que o tal espírito superior São Luiz fosse um dos guias de Kardec mas parece-me que não. Nessa observação diz que sempre que Ermance Dufaux é a médium ele dá as caras.(se ela morresse não teria outro para contatar o dito-cujo)
    Então aquelas opiniões racistas partiram da mente de Sra. Ermance Dufaux.

    Observação – Para compreender essa resposta é preciso saber que geralmente há um Espírito familiar, do médium ou da família, em todas as reuniões regulares, que está sempre presente sem que se o precise chamar. É ele quem faz virem os Espíritos que são evocados e, conforme seja mais ou menos elevado, ele próprio serve como mensageiro ou dá ordens aos Espíritos que lhe são inferiores. Quando nossas reuniões têm por intérprete a Senhorita Ermance Dufaux, é SEMPRE O ESPÍRITO SÃO LUÍS que de boa vontade se encarrega dessa tarefa (RE 1858)

  16. Vinicius Diz:

    :lol:

    Essas revistas espíritas devem estar cheias de pérolas (eu quase não as li, estou curioso agora, vou me organizar para ler todas)

    Re 1848

    SÃO LUIZ MORA EM JÚPITER
    46. Poderias nomear alguns dos Espíritos habitantes de Júpiter que cumpriram uma grande missão na Terra?
    Resp. – São Luís.

    Mais sobre Júpiter

    “Nota: Sabíamos, por evocações anteriores, que Bernard Palissy, o célebre oleiro do século XVI, habita Júpiter.

    8. Pode-se comparar a temperatura de Júpiter à de uma
    de nossas latitudes?
    Resp. – Não; ela é suave e temperada; sempre igual, enquanto
    a vossa varia. Lembrai dos Campos Elísios que vos foram descritos.

    11. Conforme nossos cálculos, o Sol deve aparecer aos
    habitantes de Júpiter sob um ângulo muito pequeno e, em
    conseqüência, dar-lhes pouca luz. Podes dizer-nos se a intensidade
    da luz é ali igual à da Terra ou se é menos forte?
    Resp. – Júpiter é envolvido por uma espécie de luz
    espiritual que mantém relação com a essência de seus habitantes. A
    LUZ GROSSEIRA DE VOSSO SOL NÃO FOI FEITA PARA ELES

    18. A conformação do corpo dos habitantes guarda relação com o nosso?
    Resp. – SIM, É A MESMA

    . 19. Podes dar-nos uma idéia de sua estatura, comparada
    à dos habitantes da Terra?
    Resp. – Grandes e bem proporcionados. Maiores que os
    vossos maiores homens. O corpo do homem é como o molde de seu
    Espírito: BELO, ONDE ELE É BOM; O ENVOLTÓRIO É DIGNO DELE: NÃO É MAIS UMA PRISÃO.

    22. Há sexos diferentes?
    Resp. – Sim; HÁ SEXO POR TODA PARTE onde existe a matéria;
    é uma lei da matéria.

    35. Sendo menos denso do que os nossos, o corpo dos
    habitantes de Júpiter é formado de matéria compacta e condensada,
    ou de matéria vaporosa?
    Resp. – Compacta para nós; mas não o seria para vós: é
    menos condensada.
    36. O corpo, considerado como feito de matéria, é
    impenetrável?
    Resp. – Sim.

    56. Os animais têm uma linguagem mais precisa e mais
    caracterizada que a dos animais terrestres?
    Resp. – Certamente.

    67. Se o povo mais avançado da Terra se visse transportado para Júpiter, que posição ocuparia? Resp. – A DOS VOSSOS MACACOS.

    EM JUPITER NÃO HÁ VÁRIAS RELIGIÕES

    81. Há várias religiões?
    Resp. – Não; todos professam o bem e todos adoram um
    único Deus.

  17. Vitor Diz:

    Marciano,
    o Hansen não é promotor de pseudociência. O trecho que você selecionou longe está de traduzir o que ele diz sobre tais assuntos:
    .
    The term imaginal has been applied to near-death and UFO experiences, especially those with bizarre elements. Some of those can be described as highly strange; they have odd aspects that don’t seem to fit together. In 1990 I presented a short paper at a parapsychology conference entitled “Demons, ETs, Bigfoot, and Elvis.” I pointed out that the usually assumed classes of paranormal phenomena are not distinct. NDEs can occur in conjunction with UFO experiences; Big-foot has been sighted during UFO flaps; there are accounts of Bigfoot making bedroom visitations. Fairies and uniformed military personnel have been encountered in ET abduction experiences. Poltergeist phenomena are found in the lives of crop circle investigators and UFO witnesses. Shamans in primitive societies claimed to have sexual encounters with spirits that produced babies who were brought to them at night when others were not around to observe. Similarly, many UFO abductees report having parented hybrid EThuman children, undoubtedly unaware of similar accounts from other cultures hundreds or thousands of years ago. [...] Questions about many paranormal experiences have typically focussed on whether they were “real” or occurred “only in the imagination.” People on both sides of the psi controversy have expended tremendous energy in defining and maintaining this boundary. In fact, that is the purpose of laboratory-based parapsychology. In laboratories, much effort is taken to assure that psi really happens and that results are not due to fraud, error, or delusion.
    .
    The existence of psi suggests that imagination and reality are not clearly separable. This is a disconcerting idea, but it must be explored if one wishes to understand the paranormal. The binary oppositions of internal-external, subjective-objective, fantasy-reality are fundamental to the Western worldview, and anything that proposes a blurring of them is dismissed as irrational. Yet psi engages both the mental and physical worlds, both the imagination and reality; there is an interface, an interaction.
    .
    There is one formulation that begins to recognize that the paranormal has a quality of being “betwixt and between” reality and imagination. This is referred to as the imaginal realm. It is based upon the work of Henry Corbin, a French Islamic scholar who wrote on mysticism. In 1972 he published a paper, entitled “Mundus Imaginalis” (Latin for imaginal world). Those who have adopted his idea typically now refer to it as the imaginal realm, rather than using the Latin term.

    .
    Não dá para eu postar tudo aqui, mas fica claro que ele traz insights extremamente ricos, seja do ponto de vista paranormal, psicológico ou antropológico. O livro dele está disponível para download.
    .
    Você diz que ele mente, dizendo que Gardner era um cristão fundamentalista. Ele diz isso mesmo? No livro o que está escrito é:
    .
    Gardner was born in 1914 in Oklahoma. His father was a geologist and oilman and pantheist; his mother was a devout Methodist. As a teenager, Gardner embraced a strain of Protestant fundamentalism. He attended the University of Chicago intending to study physics, but he got sidetracked and majored in philosophy instead. He studied under Rudolf Carnap, who had been a leading figure in the Vienna Circle, and Gardner later edited a book of his. While at the university, Gardner underwent a religious crisis and rejected his high-school fundamentalism. The transition was painful, and in order to deal with it, he wrote a semi-autobiographical novel The Flight of Peter Fromm. That work remained unpublished until 1973, years later. [...] Many people are surprised to learn that Gardner is not an atheist. He believes in God and in prayer as can be seen in his The Whys of a Philosophical Scrivener. But because so many have been amazed when I told them this, I suspect that some of them thought that I misinterpreted Gardner or somehow took him out of context. So I wrote to him, and he confirmed his belief in “a personal god, prayer, and life after death” (letter to author, 16 Nov 96). The religious crisis of his youth led him to reject his Protestant fundamentalism, but he did not reject God.
    .
    Vamos ver o que o próprio Gardner disse sobre si próprio:
    .
    We come now to the most scandalous, most shocking, chapter of my confessions. I, who am widely regarded as a skeptic and an atheist, who am an unabashed disbeliever in ESP, PK, precognition, and all things paranormal, am actually going to defend the hope and belief in a life after death! Let it not be said that this signals senility. I have believed in an afterlife since my boyhood, when I first began to believe in God.
    .
    É, não foi dessa vez que Hansen foi alvo de críticas válidas…

  18. Gorducho Diz:

    se ela morresse não teria outro para contatar o dito-cujo
     
    Depois que ela se afastou ficou sendo a Honorine Huet até o racha de ’61. Depois não sei quem ficou canalizando ele.

  19. Vinicius Diz:

    GORDUCHO, o que seria esse racha de 61? uma “debandada” dos médiuns ou frequentadores da sociedade de AK?
    Ah, aqui no Brasil há “obras psicografadas” dessa tal Ermance Dufaux. Havia um grupo na FEESP fazendo estudos de uma obra “reforma intima sem martírios” e depois de 5 meses a diretoria “proibiu” essa obra lá, sacou todas da livraria e mandou parar tal estudo(não sei as razões).

  20. espirita sp orlando Diz:

    Vinicius
    Sobre o curso Reforma Intima aconteceu o seguinte: a FEESP JÁ tem livro sobre isso editado lá (astrid sayegh e equipe). Então a diretoria proibiu pois esse curso não adotou livro da FEESP. Vc que lida com finanças vai entender.

  21. Gorducho Diz:

    o que seria esse racha de 61? uma “debandada” dos médiuns ou frequentadores da sociedade de AK?
     
    De médiuns; de frequentadores não se tem como saber. Saíram a HH (canalizadora do S. Luis depois da Ermance) e o J Roze (canalizador principal do Espírito da Verdade). Outros não se tem registro mas ocorreu.
    Pode-se imaginar que esses encheram o saco do Kardec querer controlar o conteúdo das “mensagens”.
    A HH era médium c/prestígio próprio, bem frequentada, que produzia raps inclusiva.
    J Roze depois publica seu próprio tratado de cosmologia espírita, sem adotar todos dogmas do Kardec.

  22. Gorducho Diz:

    A Ermance não brigou c/o Kardec. Que eu saiba herdou o castelo mas depois sofreu severamente de varizes. Acho que não casou.
    Publicou receitas (que eu me lembre) p/varizes ditada por espíritos e depois obras sobre labores doméstico que foram recomendadas pelo Kardec na Revue.

  23. Gorducho Diz:

    Ah, aqui no Brasil há “obras psicografadas” dessa tal Ermance Dufaux. Havia um grupo na FEESP fazendo estudos de uma obra “reforma intima sem martírios”
    :?:
    Acaso sabe o título original? Que eu conheça:
     
    54 – Louis IX par lui-même
    55 – Jeanne d’Arc par elle-même
    58 – Louis XI par lui-même
    78 – Le savoir vivre
    84 – Ce que les maîtres et domestiques doivent savoir
    86 – L’enfant, hygiène et soins maternels
    88 – Traité pratique de la broderie.
     
    Claro que há artigos menores inclusive o medicamento anti-varizes (se bem m/lembro!) ditada por espíritos.

  24. Vinicius Diz:

    este GORDUCHO
    eu me expressei mal: foi o “espírito ERMANCE DUFAUX” quem ditou. Não foi ela quem psicografou.
    tem o livro inteiro aqui:
    http://www.grupoama.org.br/books/Wanderley%20Soares%20de%20Oliveira%20-%20%20Reforma%20Intima%20sem%20Martirio.pdf

    são famosas abobrinhas com , é claro, doutor BEZERRA no meio…

    leia a última parte “conclave de líderes” :lol:

  25. Gorducho Diz:

    Derreter 62g de cera de abelha numa panela em fogo muito fraco; quando a cera estiver liquefeita, adicionar 2½ colheres de sobremesa de óleo de amêndoas doce, mexendo até a mistura fumegar ligeiramente. Então coloque um pequeno saquinho de pano contendo 8g de cominho e 4 dg de açafrão. Deve-se manter este saquinho no fundo da panela durante precisamente 6 minutos; depois retirar tudo do fogo e espremer um pouco o saquinho retirado do líquido. A pomada assim feita coloca-se em potinhos com boca suficientemente larga para poder raspar com uma faca por cima sem esburacar, o que a resseca. Para usar, espalhar num pedacinho de pano e aplicar sobre a parte afetada uma vez ao dia.

  26. Contra o chiquismo Diz:

    Gorducho, ainda voa um 707 de 1959 primeira safra… veja:
    .
    .
    http://forum.aeroentusiasta.com.br/viewtopic.php?f=13&t=40619

  27. Contra o chiquismo Diz:

    Mais aqui Gorducho:
    .
    http://www.cavok.com.br/blog/aviacao-comercial-um-boeing-707-voando-ha-mais-de-50-anos/

  28. Gorducho Diz:

    É deveras impressionante e ao mesmo tempo perigoso visto ser uma célula pressurizada.

  29. Contra o chiquismo Diz:

    Mas Gorducho, é necessário a aviação africana ficar na idade da pedra, afinal é esse o plano da ‘espiritualidade superior’, o de manter aquilo lá no atraso constante para que sirva de berço reencarnatório dos mal feitores. Então aviões muito velhos servem como instrumento de ‘resgates coletivos’. Já tem um bom lugar reservado pro cunha na Somália, um para o ze dirceu na Gabão, um para o cerveró em Serra Leoa e um para a presidanta na Tanzânia como albina.
    .
    *** sabe o que acontece com os albinos na Tanzânia né?

  30. Contra o chiquismo Diz:

    Vou te ajudar Gorducho, veja o que acontece com os ALBINOS NA TANZÂNIA:
    .
    .
    https://sites.google.com/site/balneariosougulags/tiranos-e-milionarios-lideres-instalam-ditaduras-e-saqueiam-paises/massacre-de-albinos-na-tanzania-alimenta-comercio-macabro-1
    .
    .
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/mais-de-200-bruxos-sao-presos-na-tanzania-por-morte-de-albinos.html
    .
    .
    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/08/1671266-mutiladas-para-rituais-na-tanzania-criancas-albinas-sao-levadas-aos-eua.shtml

  31. Contra o chiquismo Diz:

    Certo está o Pastor Eu sou a Universal em combater a feitiçaria. A que ponto chega a crendice, matar humanos pra rituais…

  32. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    CSICOP e os Céticos
    .
    Falarei rapidamente do artigo.
    Primeiro, a tradução que está de primeira! Apenas uns pequenos deslizes, tão pequenos que quase não merecem menção, mas como pode ajudar o tradutor no futuro cito dois deles.
    .
    As reticências (três pontos) não pedem espaço, tampouco ponto final. Por exemplo, os trechos: “é completamente inapropriado. . . .”, e,
    “pessoas que estejam dispostas a sujar as mãos. . . .”
    .
    Ficam assim:
    “é completamente inapropriado…”, e,
    “pessoas que estejam dispostas a sujar as mãos…”
    .
    Outro procedimento que me pareceu equivocado foi o uso do termo “defraudador” para caracterizar os do CSICOP, como em: “Todos os três destes indivíduos chave possuem um escoro financeiro no movimento DEFRAUDADOR.”
    .
    Não sei se a palavra foi escolha do tradutor ou é versão direta do original. Ocorre que defraudador é quem frauda, engana, ilude. Talvez ficasse melhor o uso de “detrator”…
    .
    De qualquer modo, e sem dúvida, esses pontos não conspurcam a qualidade do empenho tradutivo.
    .
    Quanto ao artigo em si. Salta aos olhos que o autor se mostra bem informado. Parece conhecer as entranhas do CSICOP e suas peculiaridades. Também é conhecedor de variados nomes que operam na área da investigação parapsicológica, tanto dos que se esforçam por produzir comprovações da realidade de psi, quanto do lado dos opositores, ou seja, aqueles que consideram perda de tempo perquirir o que, em mais de século, não produziu resultado consistente. Porém, o nível de informação de Hansen se restringe a pesquisadores americanos e alguns europeus: latinoamericanos não cita um (ao menos não achei isso no artigo).
    .
    Basicamente, a peroração de Hansen se cinge a que o CSICOP teria “má vontade” para com a “realidade psi”, visto que não acha nada que valha a pena nessa área, nem mesmo os milagres (isso mesmo) sensibilizariam os membros da organização:
    .
    ==============================.
    HANSEN: “Psicólogos acadêmicos criticaram a pesquisa psíquica nascente e a parapsicologia (para discussões, vide Coon, impresso; Mauskopf & McVaugh, 1980; Murchison, 1927; Pratt, Rhine, Smith, Stuart, & Greenwood, 1940; Prince, 1930). Racionalistas e ateus há muito são antagônicos às alegações de milagres (vide Keller & Keller, 1968/1969).”
    .
    “Não é provavelmente nenhum acidente que tanto fundamentalistas como católicos acreditam em MILAGRES (QUE PODEM SER INTERPRETADOS COMO FENÔMENOS PARANORMAIS),”
    ==============================.
    .
    Embora aqui ele não se refira especificamente aos do CSICOP, indiretamente a eles imputa o pecado, visto ser a instituição a atual maior representante dos adversários da paranormalidade.
    .
    Hansen, ainda, se mostra crente (ou ao menos simpático) a crendices populares: astrologia, milagres …
    .
    ===========================.
    HANSEN: “Pouco após a formação do RSEP, Paul Kurtz, independentemente desse grupo, orquestrou uma campanha contra a astrologia. As assinaturas de 186 cientistas foram colecionadas para um manifesto intitulado “Objections to Astrology” (1975). Foi publicado no Humanist, uma obscura revista religiosa e filosófica da American Humanist Association (AHA) editada por Kurtz.
    De acordo com um artigo por Kurtz (1977b), este manifesto “foi enviado a cada jornal nos Estados Unidos e Canadá” (p. 42). Foi bastante notado e discutido na primeira página do Times de Nova Iorque (Rensberger, 1975).”
    .
    “Uma controvérsia, o debate do Efeito Marte, foi talvez especialmente instrumental para consolidar a abordagem do CSICOP ao paranormal e o abandono da própria pesquisa científica. Durante os dias iniciais do Comitê, Kurtz e vários outros se empenharam num estudo científico da astrologia . DENNIS RAWLINS, um astrônomo e um membro do Conselho Executivo do CSICOP, fez cálculos detalhados e análises de dados para o projeto. Começou notando graves problemas: os resultados apoiavam o caso para uma influência astrológica de Marte nas capacidades esportivas, muito à consternação dos investigadores. Rawlins tentou levar isto à atenção de outros membros do Comitê. Isto levou a uma amarga disputa, com Rawlins cobrando que erros sérios tinham sido feitos e que Kurtz empreendeu um encobrimento ao estilo Watergate. Rawlins (1981) foi expulso do CSICOP, e ele publicou uma exposição em Fate.”
    ===========================.
    .
    Aqui cabe parêntesis para melhor comentar o “efeito Marte” e os descaminhos pelos quais caminha a mente do autor.
    .
    O efeito Marte está no rol das bobajadas que certos iluminados vez em quando “descobrem”. O “efeito” não foi criação do de Dennis Rawlins (citado no trecho acima). Na década de 1950 um astrólogo (que se intitulava “astrobiólogo”), Michel Gauquelin, teria percebido algo que até então ninguém houvera notado, nem mesmo os que se dedicam à elaboração de mapas astrais: que expressiva parcela de atletas franceses haviam nascido quando Marte estava em certa posição. O esperado pelo acaso seria em torno de 17%, Gauquelin encontrou 22%. Animado com o resultado, Gauquelin defendeu a validade dos milenares postulados astrológicos, agora “cientificamente comprovados” (claro: na visão dele e na de seguidores de horóscopos). Em vez de, prudentemente, entender que asseverações dessa natureza deveriam só ser feitas após exaustivas confirmações do aparente bom resultado, o “astrobiólogo” preferiu dar a coisa por provada.
    .
    Quando experimentadores franceses não encontraram igual resposta que Gauquelin, este não hesitou: ofereceu-se para “corrigir” as datas de nascimento que não batiam com o mapa, as quais “certamente” estariam erradas… quer dizer: se a realidade não bate com a teoria, em vez de modificar-se a teoria (ou descartá-la) “conserta-se” a realidade…
    .
    Para complicar (ou elucidar) descobriu-se que o próprio Gauquelin já aplicara correção de datas nas amostras que compuseram sua avaliação estatística: pesquisadores apuraram que diversos nomes da lista do astrólogo tiveram suas datas de nascimento oficiais alteradas.
    .
    O mais interessante é que Gauquelin parecia pensar que estivesse agindo corretamente, visto que não ocultava de ninguém o método que utilizou para chegar onde queria.
    .
    Mesmo com todas as falhas no experimento e na falta de confirmações, ainda assim o efeito Marte é referido quando astrólogos alegam validade científica para as cartas astrológicas e, para espanto geral, vários conseguem achar o efeito Marte ao realizarem suas leituras, qual parece ter sido o caso de Rawlins, citado por Hansen.
    .
    Por esse elucidativo exemplo perecemos para onde caminha a argumentação de Hansen: para uma defesa calcada na fé e na pessoal convicção de que psi seja realidade objetiva, em vez de em resultados palpáveis que atestem tal idealização.
    .
    A principal fraqueza do pensamento de Hansen, facilmente percebida por todo o artigo, é que ele critica acerbamente quem ouse se posicionar contrário ao paranormal. Quer dizer, condena a postura. É como se dissesse: se é contra psi é do maligno! Entretanto, a respeito do conteúdo das reflexões dos numerosos pensadores, que denunciam a pesquisa psi, por não ter produzido algo que valha a pena ser examinado, disso Hansen não diz nada. Talvez porque não lhe interesse o que dizem, apenas se falam bem ou mal das pesquisas…
    .
    Hansen deveria ser apresentado à conjetura de Moi, e nela meditar, certamente faria muito bem às subsequentes reflexões que entabulasse.
    Para quem ainda não sabe, a conjetura de Moi propõe: “psi, se existir, é “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.”
    .
    Falou Moi.

  33. Larissa Diz:

    Nunca entendi esse negócio de matéria compacta e condensada x matéria vaporosa…

  34. Larissa Diz:

    :lol:
    teste

  35. Larissa Diz:

    :mrgreen:

  36. Larissa Diz:

    aprendi :!: :!:

  37. Vinicius Diz:

    CONTRA
    Lendo essas reportagens e muitos outros fatos que ocorrem que minha crença em Deus tem ido por água abaixo também. Misericordioso, Onipotente, Justo, Bom e Inteligente? Onde isso? Ele não é o Principio de tudo???
    Criou um bando de malucos, homicidas, egoístas, piores que os animais(pois estes agem conforme a cadeia alimentar) – aliás, a cadeia alimentar também é uma “crueldade” de Deus…
    Em pleno 2015 canalhas vendendo albinos?
    ah, e com certeza, se formos perguntar a algum médium ou espirita fanático vão lhe responder que os tais albinos cometeram atrocidades em vidas anteriores…

  38. Vinicius Diz:

    Eu me lembro CONTRA (por isso que é bom INTERNET, fica tudo escrito, já nas aulas só se ligar o gravadorzinho do android) no curso de Espiritismo alguém comentou uma atrocidade (estupro criança de 5 anos) o expositor respondeu que Deus é justo e que sua justiça é perfeita
    (não chegou a falar que a criança cometeu maldades em vida anterior mas nas entrelinhas …)
    .

  39. Gorducho Diz:

    Nunca entendi esse negócio de matéria compacta e condensada x matéria vaporosa
     
    O kardecismo é materialista, só se tornando imaterial o espírito puro (equivale à reincorporação ao nous do Plotinus).
    Então matéria vaporosa é matéria menos densa.
    Se tem dúvidas acerca deste particular Doutrinário, há excelente artigo do Sr. JCFF que a Srª poderá solicitar à Administração.

  40. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Por esse elucidativo exemplo perecemos =
    Por esse elucidativo exemplo PERCEBEMOS

  41. Gorducho Diz:

    Todos os três destes indivíduos chave possuem um escoro financeiro no movimento DEFRAUDADOR.
    All three of these key individuals have a financial stake in the debunking movement.
     
    Todos esses três indivíduos-chave têm um interesse financeiro no movimento desmistificador.

  42. Vitor Diz:

    E o trecho “Estes são dados impressionantes, e o crescimento rápido relativamente recente dos acadêmicos pode ajudar a explicar por que o defraudadorismo organizado foi capaz de prosperar agora e não em tempos anteriores” ficaria como? “desmistificadorismo organizado”?

  43. Gorducho Diz:

    Debunk é desmascarar, mas uma das palavras mais usadas em espiritês é desmistificar, não é?
     
    E no caso esses 3 seres fazem parte do movimento anti-defraudador, e não o defraudador, não é?
     
    Obs: não li o artigo…

  44. Vitor Diz:

    Eu achava que fraudador era uma coisa e defraudador era outra :P
    .
    Já troquei todas as ocorrências. Acho “desmistificadorismo organizado” horrível, mas foi o que ficou.

  45. Contra o chiquismo Diz:

    Vinicius, quando a gente vê (vimos) o avião da A 320 da TAM em Congonhas pegando fogo e as vítimas lá dentro sendo carbonizadas, os ‘espiritas’ dizem para não termos pena, pois assim estaremos chamando Deus de injusto. ‘Espiritas’ se alegram ao ver estas tragédias pois a ‘justiça’ foi feita. Eu pensava assim e tinha uma falsa compaixão das vítimas. Mas me curei dessa desgraça chamada kardecismo/chiquista! Hoje vejo esses ‘espiritas’ como doentes mentais tendendo a progredir em sua doença mental conforme for se aprofundando nos estudos da ‘d.e’ .

  46. Vinicius Diz:

    pois é CONTRA, eu eu vi uma palestrante, com 500 pessoas presentes, dizer que um mau rico de hoje, se for avarento, aplicar mal seu dinheiro, obtê-lo por meio de corrupção, poderá vir a ser “lixeiro” na proxima encarnação…
    Já imaginou um “assistido”(como costumamos chamar lá no centro quem vem pela primeira vez) for um digno e honesto lixeiro e ouvir uma baboseira dessas?
    já leu ou folheou um livro chamado LEIS DE AMOR, do “EMMANUEL”? Cheinho da pena de talião

  47. Gorducho Diz:

    desmistificadorismo organizado horrível
     
    Não é horrível, é muito horrível:não pode ficar.
    Como é o original? Organized debunking?
    Desmascaramento organizado então…

  48. Gorducho Diz:

    contínua e organizada desmistificação do paranormal

  49. Vitor Diz:

    atualizei, botei “desmascaramento organizado”.

  50. Gorducho Diz:

    Eu achei mais “espírita” desmistificação organizada :mrgreen:

  51. Gorducho Diz:

    E cumié (lembra de quem falava assim?) que o Sr. traduziu CSICOP can be regarded as the first case of ongoing, organized debunking of the paranormal :?:

  52. Vitor Diz:

    O CSICOP pode ser considerado como o primeiro caso de contínua e organizada desmistificação do paranormal. (antes estava “defraudação”, acabei de fazer o upload com “desmistificação”)

  53. Vitor Diz:

    Oi, Montalvão
    comentando:
    01 – “Basicamente, a peroração de Hansen se cinge a que o CSICOP teria “má vontade” para com a “realidade psi”, visto que não acha nada que valha a pena nessa área, nem mesmo os milagres (isso mesmo) sensibilizariam os membros da organização”
    .
    Quando vc escreve “nem mesmo os milagres sensibilizariam os céticos” dá a impressão que Hansen coloca mais peso evidenciativo nessa categoria, o que, obviamente, é uma tremenda falsa impressão.
    .
    02 – “Hansen, ainda, se mostra crente (ou ao menos simpático) a crendices populares: astrologia, milagres …”
    .
    Discordo, ele apenas apresenta uma abertura e uma postura mais científicas e honestas na investigação de tais crendices, diferentemente do dito “encobrimento” e do descarte rápido promovido pelo CSICOP e pelos céticos em geral.
    .
    03 – “Aqui cabe parêntesis para melhor comentar o “efeito Marte” e os descaminhos pelos quais caminha a mente do autor.”
    .
    Também é um bom ponto para analisar os descaminhos das críticas do Montalvão…
    .
    04 – “Mesmo com todas as falhas no experimento e na falta de confirmações, ainda assim o efeito Marte é referido quando astrólogos alegam validade científica para as cartas astrológicas e, para espanto geral, vários conseguem achar o efeito Marte ao realizarem suas leituras, qual parece ter sido o caso de Rawlins, citado por Hansen. Por esse elucidativo exemplo perecemos [sic] para onde caminha a argumentação de Hansen: para uma defesa calcada na fé e na pessoal convicção de que psi seja realidade objetiva, em vez de em resultados palpáveis que atestem tal idealização.”
    .
    Discordo, Hansen em nenhum momento diz que o Efeito Marte era uma realidade, nem faz qualquer defesa calcada na fé. De forma geral, ele apenas clama por análises científicas mais… científicas.
    .
    05 – “Hansen deveria ser apresentado à conjetura de Moi, e nela meditar, certamente faria muito bem às subsequentes reflexões que entabulasse.”
    .
    Muito mais importante do que conjecturas, Hansen fez pesquisa experimental por anos, incluindo em ganzfeld, faz parte da irmandade de mágicos, esteve envolvido em grupos céticos, e me parece um investigador bem cuidadoso em suas análises:
    .
    http://monkeywah.typepad.com/randis_prize/george-p-hansen.html

  54. Vitor Diz:

    Fiz mais uma atualização na tradução, recomendo baixarem a nova versão.

  55. Gorducho Diz:

    Brincadeirinhas e exercícios de tradução (que nos são úteis visto que moramos cá onde Camões Impera…) à parte, esse CSICOP tem alguma relevância?
    Cogito que não…
     
    Hansen fez pesquisa experimental por anos, incluindo em ganzfeld, faz parte da irmandade de mágicos
     
    Que estou borracho estou, mas mesmo assim entendi direito?
    Se sim, com esse curriculum seria então do mesmo nível daquele “associado” (no sentido Americano do termo) colega do IS que se encantou c/o Sai Baba :?:

  56. Vitor Diz:

    Não. Que eu saiba Haraldsson não tem conhecimento de mágica.

  57. Gorducho Diz:

    Entendi errado acho: é uma irmandade de mágicos ilusionistas – o que é extremamente útil p/o debunking -, certo?
    O Haraldsson acreditava que o Sai Babá pudesse ser mágico mágico.

  58. Gorducho Diz:

    International Brotherhood of Magicians (I.B.M.) is an organization for both professional and amateur stage magicians
     
    Certo, ótimo…

  59. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Contra o chiquismo Diz:
    JANEIRO 11TH, 2016 ÀS 12:27 PM
    Montalva, ETs não moram em BH… ou moram?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: CONTRA, como você anunciou ter migrado para cá respondo-lho cá.
    .
    Não sei onde ets moram, mas devem morar em BH, ou proximidades, isso devido a alta incidência de avistamento e topamentos de mineiros com extraterrenos. Basta lembrar o caso do et de Varginha, que ganhou até uma “estáltua” em praça pública, confirmando que de fato lá esteve…

  60. Vinicius Diz:

    mas em Minas Gerais acontece de tudo não ? :lol:
    Et de Varginha
    CX
    CB
    Sabem se ainda há peregrinações à Uberaba? Ou depois que CX retornou às esferas inacessíveis não tem mais nada?

  61. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Discordo, Hansen em nenhum momento diz que o Efeito Marte era uma realidade, nem faz qualquer defesa calcada na fé. De forma geral, ele apenas clama por análises científicas mais… científicas.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o fato é que, independentemente da qualidade da defesa do paranormal, feita por qualquer autor, nenhum deles é capaz de encobrir a real situação: a investigação do paranormal teve tempo mais que suficiente para produzir resultados consistentes, e não produziu.
    .
    E não seria porque a pesquisa tenha sido ruim, embora boa parte dela o seja, principalmente pela falta de replicações (a maior parte da experiências são estanques, notadamente aquelas que “descobrem” psi forte), existem, sem dúvida, estudiosos da psi muito criteriosos em seus métodos perquiritivos.
    .
    Acontece que o mato paranormal é um bosque de onde não sai caça de boa qualidade de jeito maneira. Quando surge algo que mereça atenção, no máximo, se trata de uma preazinha muito anêmica.
    .
    Esta ausência de consistência na matéria é que depõe contra a realidade de psi, da qual a única afirmação firme que se pode fazer é que “se psi existe, trata-se de “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.”
    .
    Desse modo, de pouco serve advogado vir com retórica afinada se, no cozer dos ovos, não resta casquinha que permita preparar iguaria aproveitável.

  62. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “mas em Minas Gerais acontece de tudo não ?”
    /.
    DEVERAS…

  63. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Sabem se ainda há peregrinações à Uberaba? Ou depois que CX retornou às esferas inacessíveis não tem mais nada?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se há a Uberaba peregrinação disso sei não, mas se a Uberaba não houver a outras plagas há de haver.
    .
    Quanto a Chico ter “retornado às esferas inacessíveis” há controvérsias. Não quanto ao retorno, mas no que diz respeito à inacessibilidade das esferas. Vários têm recebido mensagens de Chico, inclusive nosso amigo Bacelli, apesar de não ratificadas pelo filho adotivo (que teria a senha confirmativa). Demora pouco médium revoltado a manifestar-se: “quem garante que o guardião da senha é mesmo guardião da senha?”

  64. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “o fato é que, independentemente da qualidade da defesa do paranormal, feita por qualquer autor, nenhum deles é capaz de encobrir a real situação: a investigação do paranormal teve tempo mais que suficiente para produzir resultados consistentes, e não produziu.”
    .
    Não é o que consta no site oficial da Parapsychological Association:
    .
    http://parapsych.org/articles/36/56/why_is_parapsychology_so.aspx
    .
    The scientific evidence for some forms of psi is extremely persuasive. By the same standards used to establish proof in other areas of science, we can say with high confidence that psi does exist, and we are beginning to learn a little about it, and why people develop this gift.

  65. Contra o chiquismo Diz:

    Vitor Diz:
    JANEIRO 12TH, 2016 ÀS 12:32 PM

    Não é o que consta no site oficial da Parapsychological Association:
    .
    http://parapsych.org/articles/36/56/why_is_parapsychology_so.aspx
    .
    .
    .
    Vitor, apenas SIM ou NÃO 1 ou 2:
    .
    PARAPSICOLOGIA É CIÊNCIA?
    .
    1 – ( ) SIM
    2 – ( ) NÃO

    .
    .

    ***Digo Ciência Ciência como a Química, Genética e a Matemática por exemplo.

  66. Contra o chiquismo Diz:

    Montalva, mas o Milton Deolindo (nome de ‘médium né?) da música do Tarzan é um E.T. ??

  67. Vitor Diz:

    Contra, quando você diz “Ciência como a Química, Genética e a Matemática por exemplo.” entenda que tais disciplinas não são agrupáveis dentro do mesmo saco. A Matemática não é uma Ciência como a Química, que por sua vez não é uma Ciência como a Biologia etc. São, porém, todas merecedoras do título de Ciência pela AAAS (inclusive a Parapsicologia).

  68. Contra o chiquismo Diz:

    Vitor, apenas citei essas 3 diferentes como sendo verdadeiras. Mas vc não respondeu e te pergunto de novo:
    .
    .
    Vitor, apenas SIM ou NÃO 1 ou 2:
    .
    PARAPSICOLOGIA É CIÊNCIA?
    .
    1 – ( ) SIM
    2 – ( ) NÃO

  69. Vinicius Diz:

    Vitor
    A Parapsicologia surgiu após a onda espiritualista de França e Estados Unidos? Tem alguma ligação com o Espiritismo de Kardec?
    O que acha do instituto CLAP do Quevedo?
    Quando eu era espirita não via o Quevedo com bons olhos, mas hoje percebo que o mesmo procura explicar por vias normais a paranormalidade e ajudou muito a desmascarar charlatões…

  70. Vitor Diz:

    Contra,
    opção 1.

  71. Contra o chiquismo Diz:

    Segundo o dicionário Caldas Aulete que está aqui,
    PARAPSICOLOGIA = Nome dado ao estudo de certos fenômenos que transcendem as fronteiras da Psicologia chamada ortodoxa.
    .
    .
    Já PSICOLOGIA = CIÊNCIA dos fenômenos metais ou da experiência interna.
    .
    .
    Pelo Caldas Aulete não é Ciência.

  72. Contra o chiquismo Diz:

    Se é Ciência, em qual universidade pública brasileira eu me graduo ou pós graduo nela?
    .
    .
    *Mentais, não metais.

  73. Contra o chiquismo Diz:

    Vinícius, todo ‘espirita’ ODEIA o Quevedo. Uma vez o quevedão tava num programa desses que passam de tarde e tinha uma ‘vidente’ e o quevedão perguntou: – “o que eu tenho no meu bolso ?” – Lógico que ela falou que não era bem assim , saiu com uma desculpa rota. E óbvio, não disse o que ele tinha no bolso. Duvido algum ‘espirita’ orgulhoso e ‘evoluido’ fazer uma prece pelo Quevedo.

  74. Vitor Diz:

    Vinícius,
    sobre a Parapsicologia e a onda espiritualista, leia http://www.survivalafterdeath.info/articles/alvarado/concept.htm
    .
    Sobre o CLAP, embora tenha coisas boas, a obra do Quevedo possui muitos erros e um viés nada simpático às hipóteses espiritualistas, negando de forma desarrazoada a validade da hipótese espiritualista.

  75. Contra o chiquismo Diz:

    Segundo o Dicionário Aurélio:
    .
    PARAPSICOLOGIA = Estudo experimental dos fenômenos DITOS ocultos.
    .
    segundo o Aurélio , tb não é Ciência…

  76. Vitor Diz:

    Oi, Contra
    .
    o que há no Brasil são os chamados Grupos de Estudos:
    .

    http://www.ip.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=2540%3Ainter-psi-laboratorio-de-psicologia-anomalistica-e-processos-psicossociais-eventos&catid=384&Itemid=211#Intro

  77. Contra o chiquismo Diz:

    Segundo a Barsa
    .
    PARAPSICOLOGIA é a disciplina que se propõe estudar fenômenos alheios a normalidade conhecida, ou paranormais. Como seu objeto não pode ser SUBMETIDO AOS MÉTODOS CIENTÍFICOS, a papsicologia é ou tende a se constituir COMO um ramo da Psicologia.
    .
    .
    Quer que eu fotografe a página e te mande um zap dela?

  78. Contra o chiquismo Diz:

    Sim Vitor, grupos de estudos como nas casas chiquistas, centros ufológicos, numerólogos e cabalísticos por ex.

  79. Vitor Diz:

    Oi, Contra,
    comentando:
    .
    01 – “Quer que eu fotografe a página e te mande um zap dela?”
    .
    Você pode até mandar, mas como não tenho zap não vou receber (só por milagre!). Agora, são essas desinformações, encontradas mesmo em textos acadêmicos, como o Hansen bem salientou, que atrapalham a aceitação dos resultados robustos da Parapsicologia. Agora, o que a Barsa fala da psicologia? Que ela não pode ser submetida aos métodos científicos também?
    .
    02 – “Sim Vitor, grupos de estudos como nas casas chiquistas, centros ufológicos, numerólogos e cabalísticos por ex.”
    .
    Mas tais grupos estão na USP?

  80. Contra o chiquismo Diz:

    Vitor, tenho aqui em minhas mãos a obra “Mapa de Ciência do Rio de Janeiro publicado pela FAPERJ (Fundação Carlos Chagas de Amparo a Pesquisa do estado do Rio de Janeiro) em 2014. Não consta nenhuma instituição entre ARQUIVOS, BIBLIOTECAS, CENTROS CULTURAIS, INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS, INSTITUIÇÕES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS, INSTITUIÇÕES DE ENSINO E PESQUISA E MUSEUS como divulgadora, disseminadora ou gestora de cursos nesse conhecimento chamado ‘parapsicologia’. Por que será?

  81. Vitor Diz:

    Porque o Brasil de Pátria Educadora não tem nada. E de fomento à pesquisa então… quanto mais parapsicológica….

  82. Contra o chiquismo Diz:

    Tenho também aqui o livro “Psicologias, uma introdução ao estudo da Psicologia de Ana Mercês B. Bock. Este livro pincela toda a Psicologia e nenhum momento leva em conta parapsicologia como um ramo seu e nem sequer cita ela.
    .
    .
    Nem Ciência e nem ramo da Psicologia como alguns dicionaristas a classificam erroneamente.

  83. Contra o chiquismo Diz:

    Ora, como não tem nada de pátria educadora? Não tem para os pobrezinhos, para um colega meu cria do São Bento tem tudo e mais um pouco. Diplomas não encurtam orelhas? Prefiro orelha curta no São Bento do que no Brizolão…

  84. Demóstenes Diz:

    O Contra CX,
    /
    Não é só o “espiritismos” que é racista, apesar de quase imperceptível, na raiz Cristianista, a forma que se apregoa a religião cristã, é discriminatória. Segue uma entrevista porque Muhammad Ali, saiu do Cristianismo e se converteu ao Islamismo. Com várias observações sobre o “Marketing cristão” sempre com alusão a pessoas brancas.
    /
    https://www.youtube.com/watch?v=9Te78-iRaVw
    /
    /
    A gente sabe a história de como é “ser” Nelson Mandela, na África do apartheid. Mas como é ser Charlize Theron, na África de Mandela?

  85. Contra o chiquismo Diz:

    Vitor, que diferença faz um grupo de pseudociência estar reunido numa sala da USP ou numa sala em Bento Ribeiro? Tem curso de ‘medicina espiritual’ em Bento Ribeiro no CELD, vamos fazer? Vamos ser médicos em menos de 1 ano. Pelo menos a Psicologia é considerada Ciência pelos dicionaristas e ministrada a sua graduação e pós nas melhores universidades do Brasil. Eu acho que tem uma graaaaaaaaaaaandeeeeee diferença de uma turma do 6º período da manhã numa sala estudando Psicologia na USP e uma turma reunida a tarde em horário vago ‘estudando’ parapsicologia numa sala cedida pela diretoria da USP. Também se reúnem o coral, os grupos que celebram cultos, os grevistas entre outros em salas cedidas dessas universidades. O fato de ser um grupo reunido na USP não torna uma pseudociência coisa boa bem como estudar Psicologia na SUAM.

  86. Demóstenes Diz:

    Contra CX,
    /
    “Duvido algum ‘espirita’ orgulhoso e ‘evoluido’ fazer uma prece pelo Quevedo.”
    /
    Boa, vc de vez “enquando”, acerta na mosca, é claro, erra o alvo. Por que espíritas ficam nervosos na frente do Pd. “Quemedo”. Em um livro do Herculano Pires, a descrição de que Quevedo pediu a um babalaô pra fazer uma “macumba pra ele”. O babalaô, tranqüilamente, respondeu-lhe: “O Sr. deve pedir isso aos macumbeiros que fazem o mal, nós só fazemos o bem”. Trecho do Livro Vampirismo.
    /
    /
    O caso “negativo” da D. Ederlazil não me convenceu, mesmo com a navalha do Kauã ae. É muito material pra ser inserido em vários trocas de peneiras. Na reportagem, com o Padre, ela aparece visivelmente nervosa.

  87. Contra o chiquismo Diz:

    Sim , Demo Herculano Pires, só fala maravilhas… já postei uma pérola dele aqui… depois vejo de novo.

  88. Vinicius Diz:

    Demóstenes
    Qual a utilidade daquele monte de bugiganga que Dona Ederlazil tirava daquela panela cheia de “ectoplasma”? Porque não tira um imã potente capaz de atrair revolveres de bandidos antes deles atirarem?
    Como sabe, caro Demo, estudei a DE durante 15 anos, comecei a fazer um curso de expositor e foi reprovado por não ter tempo de interpretar e fazer redações dos textos sobre obras do Chico e sinceramente nunca vi espirito dar prova de presença e as camaras mediúnicas uma confusão só: cada médium falava uma coisa do ambiente ou que viu. O mentor que aparece no final das palestras sempre fala as mesmas coisas que o expositor falou, as vezes aparece um metido a bravo lá a dar bronca nos espiritas! E nunca me falaram do meu ceticismo, nem por leitura fria, devo ser um bom “fingidor’.

  89. Vinicius Diz:

    CONTRA, por favor, me manda essa pérola. Só falta o HP ter falado besteira também. “Gosto” dele. Acho que até desconfiava do CX mas ficou na dele.

  90. Gorducho Diz:

    A Parapsicologia surgiu após a onda espiritualista de França e Estados Unidos?
    Sim. A tentativa de fazer ciência a partir dos alegados fenômenos, i.e., de estudá-los cientificamente originou a pesquisa psíquica – Psychical Research (as famosas SPR e ASPR) nos anglófonos, e a metapsíquica (o IMI de Paris) em França.
    O fracasso dessas tentativa em confirmar a existência dos alegados fenômenos levou os Crentes a desviarem o foco, apelando p/a estatística; daí a parapsicologia.
    Então o que antes o que deveria ser um dado voando na sala, passou a ser a montagem de estatísticas acerca das faces que caem p/cima durante centenas e arremessos.
    A imagem é duma antiga chaminé de caldeira (daquelas altas de tijolos da caldeiras com tiragem natural), o “psíquico” menciona ou desenha um [CENSURADO PELO ALTO NÍVEL DO SÍTIO], e estatisticamente uma comissão de juízes conclui que se trata de fantásticos poderes Ψ clarividência.
     
    Tem alguma ligação com o Espiritismo de Kardec?
    Não porque o kardecismo é um conjunto de dogmas religiosos, uma tentativa de reformar o catolicismo.
    Essas pesquisas ao menos nominalmente tentam ser científicas, i.e., desvinculadas de religiões e religiosidade.

  91. Gorducho Diz:

    E nunca me falaram do meu ceticismo, nem por leitura fria, devo ser um bom “fingidor’.
     
    Mas aí ou (i) o Sr. finge quando está lá, o que é reprovável; ou (ii) significa tolerância deles p/com questionamentos e senso crítico: ponto p/a FEESP.

  92. Gorducho Diz:

    P/se fazer investigação científica de materializações – e se fizermos algum dia eu só participarei nessas condições – é ter um ambiente neutro controlado por nós; tipo salas de centros empresariais. O conteúdo interno dos ambientes (salas + banheiro) será controlado por nós céticos e o “médium” vestirá uma bata hospitalar sendo a troca acompanhada também por um dos nossos – do mesmo sexo, claro.
    Sem essas condições, eu não participo nem de modo informal.

  93. Vinicius Diz:

    (ii) tolerância deles e eu também nem discuto mais nada quando vou (faz quatro semanas que não tenho ido)
    na verdade , a FEESP virou uma igreja evangélica: interpretação de passagens bíblicas e a tal reforma intima.
    se psicografia fosse verdade teriamos um monte de CX por aí e a midia sempre falando sobre isso.

  94. Vinicius Diz:

    ah, o curso de expositor que falei é para ensinar a ensinar que espiritos existem e interpretar a bíblia.

  95. Vinicius Diz:

    “Gorducho Diz:
    JANEIRO 12TH, 2016 ÀS 4:23 PM
    P/se fazer investigação científica de materializações – e se fizermos algum dia eu só participarei nessas condições – é ter um ambiente neutro controlado por nós; tipo salas de centros empresariais. O conteúdo interno dos ambientes (salas + banheiro) será controlado por nós céticos e o “médium” vestirá uma bata hospitalar sendo a troca acompanhada também por um dos nossos – do mesmo sexo, claro.
    Sem essas condições, eu não participo nem de modo informal.”

    SEGUNDO o DEMO o médium fica nervoso perante o Quevedo.Será que também não ficaria atrapalhado nessas condições? :mrgreen:

  96. Demóstenes Diz:

    Vinicius,
    /
    “Qual a utilidade daquele monte de bugiganga que Dona Ederlazil”
    /
    /
    1º – Auto ajuda motivacional, mesmo que a bugiganga não tem nada a ver com o individuo, na maioria dos casos e sim, da D. Ederlazil. A fé do individuo e o “espetáculo” do fenômeno é de grande valia psicológica, digamos, um “I Ching” pessoal. Em que o mesmo busca resposta em si mesmo refletindo sobre o problema.
    .
    2º – O fenômeno em si, caso seja verdadeiro. Independente do que seja o objeto, o fato de transporta-lo de um lugar a outro, já é incrível.
    .
    Não foi só centro espírita que me deu “provas” de espíritos, tive experiencias pessoais, entre elas, acordei certa vez, com um aperto na cabeça, como uma fivela ou cinta de metal, com uma voz, no centro, no meio da cabeça, não nos ouvidos. Bem baixinha, a ponto d’eu ter que parar de respirar pra ouvir. A voz perguntou:
    - “ta me ouvindo?”
    - Sim, pode falar, respondi. Era minha avó materna. O diálogo durou cerca de 1 minuto.
    .
    As mesmas, ou até mais, decepções que você tem com Centro espírita, já tive. Comecei a ir em outros centros, recebi a mesma mensagem em 2 centros diferentes que as pessoas não se conheciam.
    .
    Fenômenos existem, na pior das hipóteses, fui o elo entre eles.

  97. Vitor Diz:

    Gorducho, a comissão precisa parear, de maneira cega, os desenhos do psíquico com os alvos corretos. Só conseguindo fazer isso de modo significativamente correto, não atribuível ao acaso, é que se pode concluir por fantásticos poderes ? clarividência (e, claro, garantindo-se que o psíquico não tenha tido a chance de ver ou deduzir o desenho). Tal método de prova é perfeitamente aceito pela ciência, inclusive por vários céticos.
    .
    A confirmação da mediunidade mental foi um tremendo sucesso desde os primórdios da SPR. Apenas a de efeitos físicos é que “fracassou”, e mesmo ela possui exceções (como Daniel Home).
    .
    O estudo sistemático da reencarnação, iniciado por Stevenson, também é um tremendo sucesso confirmatório.

  98. Gorducho Diz:

    A prova do fracasso do IS é a ausência dessas alegações por cá, mesmo onde todos – sim: toda população – conhece a tese da reencarnação romântica.
    Argentina, Chile…
    São todos países onde a liberdade religiosa e a liberdade que as crianças têm – literalmente cagam na cabeça dos pais hoje em dia… – não acredito que se inibissem por não ser a crença do altar doméstico.

  99. Gorducho Diz:

    a comissão precisa parear, de maneira cega, os desenhos do psíquico com os alvos corretos
     
    Justamente isso que eu estava a explicar p/AV… Foi a fuga encontrada p/preservar a Crença depois do fracasso da pesquisa psíquica, porque se o médium fosse médium ele desenhava a chaminé da caldeira com os tijolos e tudo e não precisa de “comissão” nenhuma.

  100. Gorducho Diz:

    Será que vou ter que escrever de novo cá a descrição do estúdio do Drayton Jr. pra verem (os leitores os quais S/Pessoa tenta confundir…) como os espíritos enxergam perfeitamente desde que não seja peri-míopes :?:

  101. Vitor Diz:

    01 – “Justamente isso que eu estava a explicar p/AV… Foi a fuga encontrada p/preservar a Crença depois do fracasso da pesquisa psíquica, porque se o médium fosse médium ele desenhava a chaminé da caldeira com os tijolos e tudo e não precisa de “comissão” nenhuma.”
    .
    Os desenhos do Muratti estavam ok para você?
    .
    02 – “Será que vou ter que escrever de novo cá a descrição do estúdio do Drayton Jr. pra verem (os leitores os quais S/Pessoa tenta confundir…) como os espíritos enxergam perfeitamente desde que não seja peri-míopes”?
    .
    Sim. Que passagem é essa? Não lembro de nenhuma descrição *perfeita*, embora boas o suficiente para impedir falsas identificações.
    .
    03 – “A prova do fracasso do IS é a ausência dessas alegações por cá, mesmo onde todos – sim: toda população – conhece a tese da reencarnação romântica.
    Argentina, Chile…”
    .
    Você disse a mesma coisa do Brasil, e como lhe mostrei casos existem. O que há é falta de investigadores.

  102. Gorducho Diz:

    Vou traduzir no fim-de-semana porque a maioria dos leitores não compreendem inglês e então não se apercebem. A mensagem passa e o Sr. “aplica” a estatística pra cima deles…
    Sim disse e repito: Brasil + Argentina, Chile (hoje eles conhecem a tese da reencarnação até porque no caso dos argentinos vêm cá desde uns 30 anos…
    E são lugares com absoluta liberdade religiosa e crianças independentes dos pais, de sorte que não acredito que se inibissem de relatar por opressão religiosa dos genitores.

  103. Gorducho Diz:

    Ter mais casos na Turquia, Syria & Líbano é a prova que tudo é fantasia infantil e dos pais.

  104. Gorducho Diz:

    Sim, o Valdomiro estava ok. Mas estranhamente não teve repercussão nem lá – sim, eu que que naquela época lá havia sim repressão religiosa e desconhecimento do espiritismo…-. E como sempre foi no passado, não se pode mais investigar :(

  105. Gorducho Diz:

    Bom, agora sim tivemos um caso cá!
    E nem suspeitava que no justo instante S/Pessoa estava a abrir uma rubrica referente aos drusos!

  106. Marciano Diz:

    Desculpem a pressa. Estou sem tempo, for a change.
    Sem tempo até para ficar borracho.
    Li tudo o que foi escrito enquanto estive ausente, mas estou sem tempo para comentar.
     
    02 – “Sim Vitor, grupos de estudos como nas casas chiquistas, centros ufológicos, numerólogos e cabalísticos por ex.”
    .
    Mas tais grupos estão na USP?
    COMENTÁRIO SUCINTO:
    “O serviço de Homeopatia do CSE “Geraldo Paula Souza” iniciou em novembro de 1994 após o projeto do mesmo ter sido apresentado e aprovado pelo colegiado da FSP, USP. Portanto, foi o primeiro serviço oficial e devidamente reconhecido por uma instituição de ensino em São Paulo.”
    http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/2106
     
    “Outra fonte de informações foi a pesquisa realizada pela Comissão Homeopatia na Graduação, da Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB)12, que enviou questionário estruturado a docentes de Homeopatia de faculdades de Medicina sabidamente possuidoras da disciplina de Homeopatia na graduação médica. Os resultados dessa pesquisa, coletados entre 1997 e 2002, informam sobre nove faculdades que responderam os questionários enviados. Por meio dela foi possível identificar as instituições que, em 2002, mantinham atividades de ensino homeopático, oferecidas sob a forma de disciplina optativa ou apresentação de conteúdos de Homeopatia dentro de outras disciplinas. Foram citadas: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade do Rio de Janeiro (Unirio), Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal Fluminense (UFF). Além destas, a Universidade de Brasília e a Faculdade Evangélica do Paraná referiram ter oferecido anteriormente a disciplina de Homeopatia.”
     
    http://www.scielo.br/pdf/rbem/v32n3/v32n3a02.pdf
     
    Pelo critério USP/VITORIANO, parapsicologia é tão científica quanto homeopatia.
     
    1. Gorducho Diz:
    JANEIRO 12TH, 2016 ÀS 4:23 PM
    P/se fazer investigação científica de materializações – e se fizermos algum dia eu só participarei nessas condições – é ter um ambiente neutro controlado por nós; tipo salas de centros empresariais. O conteúdo interno dos ambientes (salas + banheiro) será controlado por nós céticos e o “médium” vestirá uma bata hospitalar sendo a troca acompanhada também por um dos nossos – do mesmo sexo, claro.
    Sem essas condições, eu não participo nem de modo informal.
     
    COMENTÁRIO SUCINTO: Nem eu!
     
    Parapsicologia é do c[CENSURADO PELO ALTO NÍVEL DO SÍTIO] ™

  107. Braulio Diz:

    Manolos,
    .
    A Parapsicologia é uma Ciência reconhecida pela AAAS, a maior autoridade científica do Mundo.
    .
    Não há o que discutir.
    .
    Abraços

  108. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    VISONI: Não é o que consta no site oficial da Parapsychological Association:
    .
    ==============================.
    “A evidência científica para algumas formas de psi é extremamente persuasiva. Pelos mesmos padrões utilizados para estabelecer a prova em outras áreas da ciência, podemos dizer com confiança elevada que psi existe, e nós estamos começando a aprender um pouco sobre isso, e por que as pessoas desenvolvem esse dom.”
    ============================.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: conforme falei: retórica não salva ninguém nem coisa alguma, o que inclui a paranormalidade…
    .
    As evidências para “algumas” formas de psi são “extremamente” persuasivas? Noooosa! Como gostam de exagerar… o que são evidências extremamente persuasivas? E quais são essas “algumas formas de psi” tão firmemente evidenciadas?
    .
    Leigos dizendos coisas como: “a presença de ets está extremamente demonstrada”; “a comunicação entre mortos e vivos é extremamente corriqueira”; “o ectoplasma é uma substância extremamente comum nas materializações”, etc., é até compreensível, pois não sabem o que falam. Mas, uma associação oficial asseverar que há evidências EXTREMAMENTE persuasivas é codilouco. Se são tão extremamente convincentes por que não convencem a nós e a tantos outros?
    .
    Será que a Parapsychological Association faz como fazem os governos do mundo, que guardam as verdades da presença de ets entre nós em arquivos “extremamente” secretos? Mantendo ela, de igual modo, suas “extremas evidências” trancadas para quando a humanidade estiver preparada?
    .
    E a questão final: o que foi que a Parapsychological Association descobriu sobre “algumas formas de psi” que vá além de garantir que “psi, se existir, é “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.”?
    /
    /
    “Aqui cabe parêntesis para melhor comentar o “efeito Marte” e os descaminhos pelos quais caminha a mente do autor.”
    .
    VISONI: Também é um bom ponto para analisar os descaminhos das críticas do Montalvão…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o fato de Hansen citar o efeito Marte positivamente (garante que Rawlins obteve evidências, o que teria arrepiado os do CSICOP) mostra que ele não tem muito a oferecer em termos de evidências concretas de psi.
    ./
    /

  109. Gorducho Diz:

    O que é esse efeito Marte?

  110. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “A Parapsicologia é uma Ciência reconhecida pela AAAS, a maior autoridade científica do Mundo.
    .
    Não há o que discutir.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: por partes. A AAAS é uma instituição séria (vide artigo ao final), mas no que diz respeito ao reconhecimento da parapsicologia como ciência há, sim, muito o que discutir. Primeiro, considere que nem todos cientistas concordam com esse reconhecimento. Segundo, procure se informar como foi a jogada que fez com que psi fosse acatada pela Associação e entenderá que foi uma estratégica política muito bem organizada. Basta ter em conta que a proposta fora apresentada outras duas vezes e recusada, na terceira é que passou. No entanto, nenhum fato novo se somou às “descobertas” nesse campo que lhe agregassem credenciais inexistentes nas tentativas pregressas.
    /
    /
    “Associação Americana para o Avanço da Ciência
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    .
    A Associação Americana para o Avanço da Ciência ( em inglês American Association for the Advancement of Science ou AAAS) é uma organização internacional sem fins lucrativos que promove a cooperação entre os cientistas, defende a liberdade científica, fomenta a responsabilidade científica e apóia a educação científica para beneficiar toda a humanidade.
    .
    A Associação foi fundada em 20 de setembro de 1848 na Pensilvânia, Estados Unidos, com 87 membros, e atualmente é a maior sociedade douta do mundo, com mais de 275 organismos científicos associados e 10 milhões de pessoas participantes.
    .
    A AAAS é dividida em 24 “seções”,[1] cada uma com um interesse particular num determinado âmbito científico. Estas seções são: agricultura, antropologia, astronomia, ciência atmosférica, ciência biológica, química, odontologia ,educação, engenharia, geologia e geografia, história da ciência e filosofia da ciência, tecnologia, ciência da computação,linguística, matemática, ciência médica, neurociência, ciência farmacêutica, física, psicologia, ciências sociais , ciências políticas, e estatística.
    .
    A AAAS publica a famosa revista científica Science.”

  111. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Gorducho Diz: O que é esse efeito Marte?
    /
    /
    =======================.
    Efeito Marte
    .
    O “Efeito Marte” é o nome dado pelo “astrobiólogo” Michel Gauquelin à afirmação de que grandes atletas nasceram quando Marte estava em certas zonas do céu, num número superior ao obtido por mero acaso.
    .
    Se fosse verdade, teria de se ver o que isto demonstrava, mas os astrólogos adoram este suporte “cientifico” às suas teorias de que o céu é mais importante do que as coisas da Terra na determinação daquilo que somos e fazemos.
    .
    De qualquer modo, o que Gauqelin afirma sobre Marte e os atletas não é verdade, de acordo com um estudos feito por cientistas franceses. Pegaram numa amostra de 1066 atletas franceses e compararam-nos com 85280 outros nascimentos quanto a horas e datas de nascimento e localização de Marte nesse momento. O estudo não apoia a teoria de “Efeito Marte.”
    .
    Gauquelin preferiu chamar ao seu trabalho nesta àrea “astrobiologia” em vez de astrologia. Tambem afirma que encontrou uma correlação significativa entre Jupiter e as proezas militares, bem como entre Venus e os artistas. Esperamos por novos acrescentos a esta nova ciência!
    http://brazil.skepdic.com/efmarte.html

  112. Gorducho Diz:

    Mas o que tem a ver esse tal Gauquelin c/o Hansen :?:

  113. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Gorducho Diz:
    Mas o que tem a ver esse tal Gauquelin c/o Hansen?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não leu o artigo, nem meus comentários?
    .
    Veja:
    .
    Primeiro, dos meus comentários:
    /
    =====================.
    MONTALVÃO: Aqui cabe parêntesis para melhor comentar o “efeito Marte” e os descaminhos pelos quais caminha a mente do autor.
    .
    O efeito Marte está no rol das bobajadas que certos iluminados vez em quando “descobrem”. O “efeito” não foi criação do de Dennis Rawlins (citado no trecho acima). Na década de 1950 um astrólogo (que se intitulava “astrobiólogo”), Michel Gauquelin, teria percebido algo que até então ninguém houvera notado, nem mesmo os que se dedicam à elaboração de mapas astrais: que expressiva parcela de atletas franceses haviam nascido quando Marte estava em certa posição. O esperado pelo acaso seria em torno de 17%, Gauquelin encontrou 22%. Animado com o resultado, Gauquelin defendeu a validade dos milenares postulados astrológicos, agora “cientificamente comprovados” (claro: na visão dele e na de seguidores de horóscopos). Em vez de, prudentemente, entender que asseverações dessa natureza deveriam só ser feitas após exaustivas confirmações do aparente bom resultado, o “astrobiólogo” preferiu dar a coisa por provada.
    .
    Quando experimentadores franceses não encontraram igual resposta que Gauquelin, este não hesitou: ofereceu-se para “corrigir” as datas de nascimento que não batiam com o mapa, as quais “certamente” estariam erradas… quer dizer: se a realidade não bate com a teoria, em vez de modificar-se a teoria (ou descartá-la) “conserta-se” a realidade…
    ============================.
    /
    DO ARTIGO DO HANSEN:
    /
    =============================.
    Uma controvérsia, o debate do Efeito Marte, foi talvez especialmente instrumental para consolidar a abordagem do CSICOP ao paranormal e o abandono da própria pesquisa científica.
    .
    Durante os dias iniciais do Comitê, Kurtz e vários outros se empenharam num estudo científico da astrologia .
    .
    Dennis Rawlins, um astrônomo e um membro do Conselho Executivo do CSICOP, fez cálculos detalhados e análises de dados para o projeto. Começou notando graves problemas: os resultados apoiavam o caso para uma influência astrológica de Marte nas capacidades esportivas, muito à consternação dos investigadores.
    .
    Rawlins tentou levar isto à atenção de outros membros do Comitê. Isto levou a uma amarga disputa, com Rawlins cobrando que erros sérios tinham sido feitos e que Kurtz empreendeu um encobrimento ao estilo Watergate.
    .
    Rawlins (1981) foi expulso do CSICOP, e ele publicou uma exposição em Fate. Não houve nenhuma resposta real à acusação de um encobrimento, e muito foi publicado sobre isto no Zetetic Scholar.
    .
    O resultado foi que vários das pessoas mais moderadas renunciaram ao Comitê. O artigo de Rawlins apareceu na edição de outubro de 1981 de Fate, e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria (“Policy on Sponsoring”, 1982).
    ====================.

  114. Gorducho Diz:

    Não claro que não li o artigo. Só procurei no localizar do Notepad++ o trecho acerca do organized debunking.
    É bem confuso isso. Esse tal de Rawlins enguliu a história do Gauquelin, é isso :?:
     
    and that same month CSICOP instituted a policy of not conducting research itself
    e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria

  115. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “As evidências para “algumas” formas de psi são “extremamente” persuasivas? Noooosa! Como gostam de exagerar… o que são evidências extremamente persuasivas?”
    .
    Isso está claramente dito também:
    .
    today the primary source of “hard evidence” in parapsychology is controlled laboratory experiments. By applying the exacting standards of scientific method, researchers over the past six decades have developed an increasingly persuasive database for certain types of psi phenomena.
    .
    Assim, a evidência extremamente persuasiva é essa base de dados que usa os mesmos padrões do método científico obtida em experimentos laboratoriais controlados.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E quais são essas “algumas formas de psi” tão firmemente evidenciadas?”
    .
    Também está claramente dito:
    .
    Five of the most prolific and persuasive of the current experiments are listed in the five items below.
    .
    PK on random number generators
    PK on living systems
    ESP in the ganzfeld
    Remote Viewing
    Presentiment Studies

    .
    MONTALVÃO DISSE: “Se são tão extremamente convincentes por que não convencem a nós e a tantos outros?”
    .
    Até isso está dito! E a resposta é algo que eu mesmo lhe disse dezenas de vezes:
    .
    Under the assumption that there is no such thing as psi, we would expect that about 5% of well-conducted psi experiments would be declared “successful” (i.e., statistically significant) by pure chance. But suppose that in a series of 100 actual psi experiments we consistently observed that 20 were successful. This is extremely unlikely to occur by chance, suggesting that psi was present in some of those studies. However, it also means that in any particular experiment, there is an 80% probability of “failure.” Thus, if a critic set out to repeat a psi experiment to see if the phenomenon was “real,” and the experiment failed, it would obviously be incorrect to claim on the basis of that single experiment that psi is not real because it is not repeatable.
    .
    A widely accepted method of assessing repeatability in experiments is called meta-analysis. This quantitative technique is heavily used in the social, behavioral and medical sciences to integrate research results of numerous independent experiments. Starting around 1985, meta-analyses have been conducted on numerous types of psi experiments. In many of these analyses, results indicate that the outcomes were not due to chance, or methodological flaws, or selective reporting practices, or any other plausible “normal” explanations. What remains is psi, and in several experimental realms, it has clearly been replicated by independent investigators. Thoroughly understanding the nature of the existing evidence in parapsychology is not easy. While the meta-analytic results are both substantial and persuasive, meta-analysis requires specialized knowledge to understand that form of evidence. For people who are not familiar with statistics
    [O que é o seu caso, Montalvão!] :-D , or who don’t trust it [Esse já é o caso do Marciano] :D (which is usually a sign of misunderstanding), the evidence will not seem very persuasive. ESP is statistically robust, meaning it can be reliably demonstrated through repeated trials.
    .
    Então a culpa de a evidência não parecer persuasiva é sua, Montalvão. A culpa sempre foi sua por não entender necas de estatística. Simples. Note que eu dizia isso a você e agora uma associação reconhecidamente científica dá a mesmíssima explicação (a última atualização é de 24/11/2015, e eu lhe dizia isso muito antes!). Você devia confiar mais no que lhe digo…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Será que a Parapsychological Association faz como fazem os governos do mundo, que guardam as verdades da presença de ets entre nós em arquivos “extremamente” secretos? Mantendo ela, de igual modo, suas “extremas evidências” trancadas para quando a humanidade estiver preparada?”
    .
    Até isso a Parapsychological Association responde!
    .
    even if someone wanted to study the evidence, much of the persuasive work is published in limited circulation professional journals. In the past, these were only found in a few university libraries, with scholars needing to request reprints and technical reports from individual authors (a cumbersome process at best). Fortunately, this situation has recently changed. There is now a subscription-based online library which includes all of the journals and proceedings ever published for the Society for Psychical Research, the Journal of Parapsychology, the European Journal of Parapsychology, the Journal of Scientific Exploration, Research in Parapsychology, and Psi Researcher – Paranormal Review. It also has some books available. Best of all, the database can be searched to pull up particular words, topics, or names.
    .
    Então, o acesso estava limitado (não trancado) e era oneroso, mas a situação está mudando rapidamente.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E a questão final: o que foi que a Parapsychological Association descobriu sobre “algumas formas de psi” que vá além de garantir que “psi, se existir, é “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.”?
    .
    Isso, obviamente, também está dito!
    .
    It tends to be weak when simple geometric symbols are used as targets. Photographic or video targets often produce effects many times larger, and there is some evidence that ESP on natural locations (as opposed to photos of them), and in natural contexts may be stronger still. Also, a lot has been learned about what kinds of conditions (such as the partial sensory deprivation used in the Ganzfeld) can enhance psi.
    .
    Tudo respondido OFICIALMENTE, Montalvão.

  116. Gorducho Diz:

    e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria

  117. Gorducho Diz:

    PK on random number generators
    PK on living systems
    ESP in the ganzfeld
    Remote Viewing
    Presentiment Studies
     
    E quando eu lhe disse que materializações siquer são mais cogitadas tentou m/contrariar por simples diletantismo…

  118. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “E quando eu lhe disse que materializações siquer são mais cogitadas tentou m/contrariar por simples diletantismo…”
    .
    Até isso está dito oficialmente pela Parapsychological Association, e não é bem como você colocou:
    .
    Are large-scale effects, like levitation or spoon-bending real?
    .
    Throughout history there have been many reports of spectacular events, such as individuals levitating, holy people materializing objects out of thin air, and people who are able to move, bend or break objects without touching them. Unfortunately, in most cases individuals who make such claims hope to capitalize on their “abilities.” Because the potential for fraud is high, and it is relatively easy to create convincing effects that closely mimic paranormal ones (with conjuring techniques), trustworthy evidence for such large-scale effects is very poor. There are a few cases of apparently genuine movement of small objects and in those cases where spoon-bending is apparently MMI-mediated have melted layers on electron microscopy, instead of fractured ones that one sees when force is used. However, in general the existence of large-scale MMI seems to be limited to a few poltergeist cases, and remains open to serious question even within the parapsychological community.

  119. Gorducho Diz:

    For people who are not familiar with statistics [O que é o seu caso, Montalvão!], or who don’t trust it [Esse já é o caso do Marciano] (which is usually a sign of misunderstanding), the evidence will not seem very persuasive.
     
    E quem tem uma pequena familiaridade prática c/a estatística aplicada ao controle de qualidade e à econometria, e grande familiaridade c/o espiritismo (agora travestido de “parapsicologia”), sabe que esta não é aplicável ao estudo dos fenômenos que de fato foram sempre alegados.
    Não tenho procuração de AMa, mas por certo o “descrédito” dele é pontual ao mau uso da matemática por Crentes tentando justificar sua inútil atividade (e mesmo tentando obter verbas às vezes até mesmo públicas…).

  120. Vitor Diz:

    Note que na lista da PA não constam as pesquisas de reencarnação, mas apenas porque não se tratam de estudos laboratoriais (que é o que a lista de 5 tipos de psi tratava). No entanto, a PA diz:
    .
    ESP exists, presentiment (physical changes in skin reactivity, pupil size, heart rate, and other factors indicating precognition before a stimulus is applied) exists, telepathy (direct mind-mind communication) exists, and mind-matter interaction (previously known as psychokinesis or PK) exists. The survival of bodily death remains unproven, though there is suggestive evidence for this from the reincarnation research performed by Ian Stevenson and others.
    .
    Note que embora diga que a existência para a vida após a morte ainda não foi provada, afirma que existe evidência sugestiva, e que telepatia, precognição, e micro-pk já estão provadas.

  121. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Não tenho procuração de AMa, mas por certo o “descrédito” dele é pontual ao mau uso da matemática por Crentes tentando justificar sua inútil atividade”
    .
    Até o Burton Camp, presidente do Instituto de Estatística Matemática, disse que os métodos estatísticos dos parapsicólogos eram válidos. E Jessica Utts é a estatística que atualmente trabalha com os parapsicólogos e é super-respeitada.

  122. Vitor Diz:

    Numa conferência à imprensa em 1937, Camp declarou:
    .
    As investigações do Dr. Rhine têm dois aspectos: um experimental e outro estatístico. Na fase experimental os matemáticos, supõe-se, não têm nada a dizer. Mas na fase estatística, recentes trabalhos matemáticos estabeleceram o fato de que, admitindo que as experiências tenham sido realizadas corretamente, a análise estatística é essencialmente válida. Se a investigação de Rhine pode ser atacada, há de sê-la em outro terreno que não o matemático.
    .
    O Hansen também entende bastante de estatística, tanto que ele detonou o Gardner nos cálculos furados dele (se é que eram dele mesmo, porque ele colocava outros para calcularem por ele).

  123. Vitor Diz:

    Um artigo da bam-bam-bam da estatística Jessica Utts sobre Parapsicologia e Estatística está disponível aqui:
    .
    http://www.ics.uci.edu/~jutts/UttsStatPsi.pdf
    .
    É de 1991.

  124. Gorducho Diz:

    e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria
     
    O Hansen também entende bastante de estatística
    E aí usou as funções estatísticas do MATLAB p/concluir que a posição de Marte influi nas capacidades atléticas dos terrícolas. É isso?
     
    Reencarnação se existir não teria nada a ver c/”paranormalidade”.
     
    Não perca seu tempo citando “especialistas” americanos acerca dum assunto que nós dominamos muito melhor que eles, qual seja o espiritismo e suas alegações. Não tente ensinas padres a rezarem missa!

  125. Gorducho Diz:

    tanto que ele detonou o Gardner nos cálculos furados dele
    Só podiam ser furados mesmo, pois que não sendo a estatística aplicável ao estudo do Sobrenatural, qualquer cálculo será sempre “furado”.
    Já lhe disse que não ligo p/Gardner (aliás era um Crente afinal, não?); Dawkins; &c.
    Não adianta ficar citando “autoridades”. Eu não ligo, me criei em ambiente espírita tanto de umbanda quanto bezerrochiquismo, de sorte que não ligo a mínima p/quem conhece o assunto menos que nós.

  126. Vitor Diz:

    “E aí usou as funções estatísticas do MATLAB p/concluir que a posição de Marte influi nas capacidades atléticas dos terrícolas. É isso?”
    .
    NÃO! Ele apenas citou a questão histórica que gerou a briga dentro do próprio CSICOP, relativa ao efeito Marte. Não foi ele quem fez os cálculos. Aliás, os cálculos estavam corretos, mas a amostra era pequena.
    .
    Enquanto alguns cientistas confirmam que a técnica utilizada foi correta e os resultados confiáveis, outros as receberam com descrédito. Alguns comitês formados por estatísticos concluíram que as correlações não eram significativas alegando, entre outras coisas, que o número de atletas – no caso do “efeito-Marte” – eram muito pequeno, ou que a seleção feita por Gauquelin havia sido tendenciosa, excluindo-se da pesquisa os atletas que nasceram sob outros planetas. Um novo estudo com 1.066 atletas não evidenciou qualquer influência do “efeito-Marte” (Bensky et alii, 1996).
    .
    Fonte: O Método nas Ciências Naturais e Sociais

  127. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Só podiam ser furados mesmo, pois que não sendo a estatística aplicável ao estudo do Sobrenatural, qualquer cálculo será sempre “furado”.”
    .
    Postura completamente desarrazoada a sua….

  128. Gorducho Diz:

    e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria
     
    Ah! os cálculos estavam corretos: Marte influencia nas capacidades atléticas então…

  129. Gorducho Diz:

    e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria
     
    Ele publicou em algum lugar o trabalho que foi vetado pelo CSICOP?
    Se sim podemos vê-lo on line?

  130. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “”Ah! os cálculos estavam corretos: Marte influencia nas capacidades atléticas então…”
    .
    Sim, estavam corretos, mas sempre há a possibilidade de falso negativo e falso positivo. Uma amostra pequena aumenta e muito a possibilidade desses erros (mesmo com os cálculos corretos!). Quanto maior a amostra, mais difícil que tais erros ocorram. Por isso o estudo com a amostra maior não achou o efeito Marte.

  131. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Ele publicou em algum lugar o trabalho que foi vetado pelo CSICOP? Se sim podemos vê-lo on line?”
    .
    Você se refere ao artigo de Rawlins? A referência é:
    .
    RAWLINS, D. (1981). STARBABY. Fate, 34(10), 67-98.
    .
    Se for esse, está online sim, aqui:
    .
    http://cura.free.fr/xv/14starbb.html

  132. Gorducho Diz:

    O Sr. trabalha na seguradora do banco?

  133. Vitor Diz:

    EU? Não trabalho mais em bancos, e nunca trabalhei na seguradora. (Apesar de quê pelo banco já vendi seguro da casa, de vida e de carro).
    .
    Mas não vi ainda onde quer chegar com essa pergunta….

  134. Gorducho Diz:

    Entendia que era funcionário do BB :(
     
    e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria

  135. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Gorducho Diz: Não claro que não li o artigo. Só procurei no localizar do Notepad++ o trecho acerca do organized debunking.
    É bem confuso isso. Esse tal de Rawlins enguliu a história do Gauquelin, É ISSO?
    .
    CONSIDERAÇÃO: quase isso. Rawlins era simpatizante de mapas astrais e em suas “pesquisas”, cerca de 20 anos após as experiências de Gauquelin, teria ratificado o que o francês imaginadamente descobrira nos anos de 1950. Visto que Rawlins fazia parte da Executiva do CSICOP dá para aquilatar o fuzuê que suas alegações causaram na entidade. O efeito Marte, embora demonstrado insustentável por pesquisadores independentes (bem assim a astrologia por inteiro), não deixou de impressionar astrólogos e admiradores nos anos que seguiram. Até hoje há quem o defenda.
    .
    Como poderá constatar pela leitura do artigo, George Hansen se mostra simpático ao pobre Rawlins e totalmente contrário ao CSICOP, inclusive nesse aspecto astrológico…

  136. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “quase isso. Rawlins era simpatizante de mapas astrais e em suas “pesquisas”, cerca de 20 anos após as experiências de Gauquelin, teria ratificado o que o francês imaginadamente descobrira nos anos de 1950.”
    .
    ERRADO! Rawlins NÃO era simpatizante de mapas astrais. E nem ficou sendo depois! Esse é o problema das suas extrapolações, Montalvão. Você tira conclusões descabidas, sem qualquer suporte do texto. Veja:
    .
    Kurtz was challenged to undertake a scientific study to confirm or dispute some astrological findings of Michel Gauquelin. He and a few colleagues accepted the challenge. Very early on, Dennis Rawlins, an astronomer and member of CSICOP’s Executive Council, warned them of serious problems with their approach, and he later volunteered to assist with the calculations for the project. Data were collected and analyzed, and the results supported Gauquelin’s findings that the position of Mars at a person’s birth was related to sports ability. Rawlins understood that Kurtz’s method was flawed and was unconvinced by the data, but he also said that the outcome, favorable to Gauquelin, should be frankly acknowledged. (Fonte: The Trickster and the Paranormal, de Hansen)
    .
    Assim, Rawlins em NENHUM momento foi simpatizante da astrologia. Ele apenas foi simpatizante da transparência dos resultados.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Como poderá constatar pela leitura do artigo, George Hansen se mostra simpático ao pobre Rawlins e totalmente contrário ao CSICOP, inclusive nesse aspecto astrológico…”
    .
    Outro erro. Hansen não se mostra simpático a esse aspecto astrológico, ele se mostra simpático ao Rawlins pela postura honesta dele! Veja como suas interpretações são totalmente equivocadas.

  137. Vitor Diz:

    Gorducho, vc está reclamando da tradução de “policy” para “apólice”, é isso? Bem, se for, aceito sugestões, sem problema.

  138. Contra o chiquismo Diz:

    Vitor, o que pensa de o RJ não ter uma única instituição sequer das citadas pela FAPERJ dedicadas ao ensino, difusão ou memória da ‘parapsicologia’ ?
    .
    Quero me graduar nessa ‘ciencia’, aonde eu consigo aqui no Brasil?
    .
    Já que não tem o ensino de nobre ‘ciencia’ no RJ, me mudo para o estado brasileiro que o tenha, só quero meu diploma.

  139. Gorducho Diz:

    foreign policy
     
    Pelo texto o Rawlins tem razão…
    Na tese do astrobiólogo francês seria a posição celestial instantânea de Marte, i.e., dependente da hora do nascimento. É isso?

  140. Gorducho Diz:

    Já adiantando o assunto: como traduziremos Br’er :?:
    Pedro Malazarte?

  141. Vitor Diz:

    Não li e nem pretendo ler o texto do Rawlins. Astrologia não é algo a que pretendo me aprofundar. Para mim basta saber que o próprio Rawlins viu problemas nos dados, querendo publicá-los apenas por transparência.

  142. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vitor Diz:
    MONTALVÃO DISSE: “As evidências para “algumas” formas de psi são “extremamente” persuasivas? Noooosa! Como gostam de exagerar… o que são evidências extremamente persuasivas?”
    .
    VISONI: Isso está claramente dito também:
    .
    “hoje a principal fonte de “provas concretas” em parapsicologia são experimentos de laboratório controlados. Ao aplicar os padrões exigentes do método científico, os pesquisadores ao longo dos últimos seis décadas têm desenvolvido um banco de dados cada vez mais persuasiva para certos tipos de fenômenos psi.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: teria alguém esquecido de mencionar que essas “provas concretas” são a coleção de resultados ligeiramente acima da média em verificações estatísticas? E boa parte delas calcadas em discutíveis metanálises, que é a juntada de diversos experimentos num bloco único, na pretensão de nele achar o que as experimentações isoladas não encontraram?
    .
    Teria “alguém” também esquecido de citar que a estatística pode ser excelente ferramental para verificar peculiaridades em coisas sabidamente existentes, o que não é o caso da parapsicologia que sequer se pode afirmar o que seja, se é que é?
    ./
    /
    “Assim, a evidência extremamente persuasiva é essa base de dados que usa os mesmos padrões do método científico obtida em experimentos laboratoriais controlados.”
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E quais são essas “algumas formas de psi” tão firmemente evidenciadas?”
    .
    VISONI: Também está claramente dito:
    .

    .
    “Cinco dos mais prolíficos e persuasivos dos experimentos atuais estão listados nos cinco itens abaixo.
    .
    PK sobre geradores de números aleatórios
    PK em sistemas vivos
    ESP no ganzfeld
    Visão Remota
    Estudos de presentimentos”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: bem, pela lista “oficial” devemos concluir que Sheldrake, com seus cães telepatas, fica de fora das “prolíficas persuasões”. Também a reencarnação, comunicação com mortos, materializações, levitações, viagens fora do corpo, viagens ao além em EQM…
    .
    O “curioso” é que várias dessas eram tidas por realidades nos tempos pioneiros da pesquisa psíquica (levitação, materialização). A ectoplasmia de Richet simplesmente morreu sem quaisquer satisfações por parte de parapsicólogos, tampouco sem investigações que perquirissem sua realidade: defuntou por decurso de prazo, como ocorreu com diversas outras “certezas” do passado, quais bilocação, levitação, telecinesia forte… Assim caminha a parapsicologia…
    .
    Isso, a meu ver, indica simplesmente que a medida que os estudos progridem psi encolhe expressivamente. A tendência é que chegue o tempo em que tão encolhida estará que se tornará indetectável… Aliás, parece-me que esse tempo está diante dos parapsicólogos: eis que agora tentam achar psi no mundo quântico, já que está difícil encontrá-la ao nível de nossa vivência…
    .
    Isso, sem levarmos em conta que a lista oficial mostra claramente que psi (se existe) é “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.

    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Se são tão extremamente convincentes por que não convencem a nós e a tantos outros?”
    .
    VISONI: Até isso está dito! E a resposta é algo que eu mesmo lhe disse dezenas de vezes:
    .
    CONSIDERAÇÃO: se já mo disse dezenas de vezes mais razão para que seja examinada criticamente: você só tem olhos para aquilo em que firmou crença e faz olhos e ouvidos de mercador para tudo o que a conteste. Veja como exemplo a fuga desatinada de admitir que espíritos sejam incapazes de dar provas de suas presença, dando, assim, provas de que não comunicam.
    .
    “Sob a hipótese de que não há tal coisa como psi, seria de esperar que cerca de 5% dos experimentos psi bem conduzidos seriam declarados “bem sucedidos” (ou seja, estatisticamente significante) por puro acaso. Mas suponhamos que, em uma série de 100 experiências reais de psi é consistentemente observado que 20 foram bem sucedidos. Isso é extremamente improvável de ocorrer por acaso, o que sugere que psi esteve presente em alguns desses estudos. No entanto, isso também significa que em qualquer experiência particular, há uma probabilidade de 80% de “fracasso”. Assim, se um crítico estabelecido repetir um experimento para ver se o fenômeno era “real”, e o experimento falhou, seria obviamente errado afirmar, com base em que experiência única que psi não é real porque não é repetível.
    .
    Um método amplamente aceito de avaliar a repetibilidade em experimentos é chamado de meta-análise. Esta técnica quantitativa é muito utilizada nas ciências sociais, comportamentais e médicas para integrar resultados de numerosos experimentos independentes de investigação. Começando por volta de 1985, meta-análises têm sido realizados sobre vários tipos de experimentos psi. Em muitas destas análises, os resultados indicam que os resultados não eram devido ao acaso, ou falhas metodológicas, ou práticas de relatórios seletivos, ou quaisquer outras explicações plausíveis “normais”. O que resta é psi, e em vários domínios experimentais, ele claramente foi replicada por investigadores independentes. ENTENDER COMPLETAMENTE A NATUREZA DA EVIDÊNCIA EXISTENTE NA PARAPSICOLOGIA NÃO É FÁCIL. Embora os resultados de meta-analítica sejam substanciais e persuasivos, meta-análise exige conhecimento especializado para entender que tipo de prova. Para as pessoas que não estão familiarizadas com as estatísticas [O Que É o Seu Caso, Montalvão!], Ou que não confiar nele [Esse Já É O Caso do Marciano] (que geralmente é um sinal de mal-entendido), a prova não vai parece muito persuasivo. ESP é estatisticamente robusta, o que significa que pode ser demonstrada de forma confiável através de ensaios repetidos.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: há uma questão que deveria estar presente aos investigadores do paranormal e é ouvidada: metanálise seria válida na parapsicologia, de cuja existência nem certeza há?
    .
    Que quaisquer experiências, em qualquer área, estejam sob risco de fracasso não há o que discutir. O caso é que, se a coisa for real e investigável, as pesquisas produzirão dados que permitirão extrair conclusões seguras, mesmo que algumas experimentações falhem. Entretanto, a paranormalidade, até o momento, é inconclusiva. Pelo visto, vai continuar assim até fenecer de vez.
    .
    Uma coisa, contudo, a Parapsychological Association declarou com muita sabedoria:
    .
    “ENTENDER COMPLETAMENTE A NATUREZA DA EVIDÊNCIA EXISTENTE NA PARAPSICOLOGIA NÃO É FÁCIL”
    .
    Certamente não é mesmo fácil, nem para eles…
    /
    /
    VISONI: Então a culpa de a evidência não parecer persuasiva é sua, Montalvão. A culpa sempre foi sua por não entender necas de estatística. Simples. Note que eu dizia isso a você e agora uma associação reconhecidamente científica dá a mesmíssima explicação (a última atualização é de 24/11/2015, e eu lhe dizia isso muito antes!). Você devia confiar mais no que lhe digo…
    .
    CONSIDERAÇÃO: entendo pouco de estatística, é correto, muito pouco… mas se alguém que diz entender muito vem me afirmar que psi é provada pela estatística fico assim meio que sem saber o que digo a esse sabedor…
    .
    Se a estatística provasse psi, psi também seria provada por outras vias mais diretas. O que a estatística mostra é que algo anômalo pode estar ocorrendo. Só. Outros experimentos diretos precisam ser implementados para confirmar se o indício estatístico aponta para uma realidade e que realidade seria.
    .
    Se a paranormalidade estivesse seguramente estabelecida, com teoria replicável e experimentos robustos mostrando-lhe o alcance, aí sim, as mensurações estatísticas diriam muito de suas características. Desse modo, considerando que as aferições estatísticas apontam results ligeiramente acima da média, a conclusão a que inevitavelmente se chega é que “psi (se existe) é “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.”
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Será que a Parapsychological Association faz como fazem os governos do mundo, que guardam as verdades da presença de ets entre nós em arquivos “extremamente” secretos? Mantendo ela, de igual modo, suas “extremas evidências” trancadas para quando a humanidade estiver preparada?”
    .
    VISONI: Até isso a Parapsychological Association responde!
    .
    “mesmo se alguém queria estudar as evidências, grande parte do trabalho de persuasão é publicado em revistas profissionais de circulação limitada. No passado, estes só foram encontrados em algumas bibliotecas universitárias, com estudiosos a necessidade de solicitar reimpressões e relatórios técnicos de autores individuais (um processo complicado na melhor das hipóteses). Felizmente, esta situação mudou recentemente. Existe agora uma biblioteca on-line baseado em assinatura que inclui todos os periódicos e anais já publicados pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas, o Jornal de Parapsicologia, o European Journal of Parapsychology, o Journal of Scientific Exploration, Research in Parapsicologia, e Psi Pesquisador – Paranormal Review. Ele também tem alguns livros disponíveis. O melhor de tudo, o banco de dados pode ser pesquisado para puxar para cima palavras particulares, tópicos ou nomes.”
    .
    VISONI: Então, o acesso estava limitado (não trancado) e era oneroso, mas a situação está mudando rapidamente.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: claro, a comparação do “escondimento” das verdades do paranormal com os delírios dos ufólotras foi mais provocativa. Sabemos que há informações sobre psi à vontade. Entretanto, toda informação disponível é insuficiente para garantir a existência de PES e PK, apenas mostra que psi, se existe, é “força” débil, incerta… bem, isso você já sabe…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “E a questão final: o que foi que a Parapsychological Association descobriu sobre “algumas formas de psi” que vá além de garantir que “psi, se existir, é “força” branda, incerta, incontrolável por quem supostamente a possui, e sem aplicação prática.”?
    .
    VISONI: Isso, obviamente, também está dito!
    .
    “Ela tende a ser fraca quando os símbolos geométricos simples são usados como alvos. Fotografias ou clips de vídeo, muitas vezes, produzem efeitos maiores, e há alguma evidência de que ESP em locais naturais (em oposição às fotos), e em contextos naturais, podem ser ainda mais fortes. Além disso, muito se tem aprendido sobre que tipos de condições (como a privação sensorial parcial utilizado no Ganzfeld) pode melhorar psi.
    .
    CONSIDERAÇÃO: outro ponto discutível, e que a atual pesquisa do paranormal não discute: alvos ricos fomentam psi por serem ricos, ou seja, por darem mais chances para que o testado acerte, ou por serem realmente a opção melhor? É claro que para um dotado acertar uma letra, um número, uma imagem simples é necessário que a “força”, se existir, seja atuante e com intensidade expressiva. Um clarividente, se consegue ler através de envelopes opacos, deverá identificar se o conteúdo é número, letra, imagem, e descrever corretamente.
    .
    Ocorre que esses testes, com alvos simples, derribam a realidade do paranormal. Então, em vez de se concluir que psi, se existe, é força tão branda, mas tão branda, que não vale a pena perder tempo com ela, decidiram melhorar as oportunidades dos testados. Foi aí que surgiram os quadros ricos em temas e as aproximações medidas por “juízes”. Se o testando declara algo que minimamente aponte para o alvo conta-se ponto. Para uns isso significa sensacional evolução nas pesquisas, para outros significa saída malandra…
    ./
    /
    VISONI: Tudo respondido OFICIALMENTE, Montalvão.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: seria de admirar se a Parapsychological Association não tivesse respostas para essas objeções, que não devem ser novas. Parece que são capazes de esclarecer tudo e mostrar que psi é realidade concreta, objetiva e de forte atuação na natureza. Sonho.
    .
    Muitas questões ficam de fora das “explicações oficiais”, por exemplo: 1) por que a “força” encolheu? Da telecinese bem nutrida dos tempos da metapsíquica chegou-se às influências sobre geradores de números aleatórios, estes fracamente “influenciados”.
    .
    Das bilocações e materializações “constatadas” no passado chegou ao devaneio do entrelaçamento quântico aplicado a seres humanos.
    .
    Da telepatia forte e pujante, que incomodava pesquisadores de antanho (que não conseguiam definir se o sensitivo falava com mortos ou captava pensamentos dos presentes), chegou-se às influências que adentram o inconsciente do receptor, misturam-se com os pensamento que produz e para ser detectadas carecem de juízes que vão sentenciar se houve influência do impulso dado pelo emissor…
    .
    Por que psi, se existe, não tem qualquer utilidade prática?
    .
    Por que não há teoria consolidada de psi?
    .
    Por que parapsicólogos insistem em validar super-paranormais quando se sabe, por lógica e por experimentação, que tais não existem? Maus experimentadores fazem péssimo trabalho de convencer gente ingênua de que Ingos Swans, Seans Harribances, Uris Gellers… sejam realmente superdotados em paranormalidade. Quer dizer, até o conhecimento, que poderia ser produtivo, mesmo que fosse para atestar que psi se existe é força branda, incerta, etc., é podremente divulgado.
    .
    Pobre de quem confia, acriticamente, nas “explicações” oficiais…

  143. Marciano Diz:

    For people who are not familiar with statistics [O que é o seu caso, Montalvão!] :grin: , or who don’t trust it [Esse já é o caso do Marciano] :grin:
     
    COMENTÁRIO SUCINTO, POR FALTA DE TEMPO:
    Não é beeeem assim.
    Eu estudei estatística por um ano, portanto, sou familiarizado com a matéria (certo);
    Eu não confio na estatística (errado).
    Justamente por conhecer um pouquinho de estatística, sei que ela pode ser facilmente manipulada, tanto na coleta de dados quanto em sua avaliação e divulgação.
     
    Não tenho procuração de AMa, mas por certo o “descrédito” dele é pontual ao mau uso da matemática por Crentes tentando justificar sua inútil atividade (e mesmo tentando obter verbas às vezes até mesmo públicas…).
     
    COMENTÁRIO SUCINTO, POR FALTA DE TEMPO:
    Exactly!
     
    Até o Burton Camp, presidente do Instituto de Estatística Matemática, disse que os métodos estatísticos dos parapsicólogos eram válidos. E Jessica Utts é a estatística que atualmente trabalha com os parapsicólogos e é super-respeitada.
     
    The mathematical part of elementary statistics; a textbook for college students, by Burton Howard Camp.
    É a única coisa que sei desse senhor.
    Aqui
    http://imstat.org/en/index.html
    site oficial do Institute of Mathematical Statistics, nada vi sobre ele.
     
    De qualquer forma, seria apenas uma opinião, visto que nada sei sobre esse senhor e de alguma ligação ou interesse que possa ter com parapsicologia.
    Como o próprio VITOR lembrou, em tópico anterior, estatísticos discordam em sua metodologia (quando comentou sobre os estatísticos bayesianos e os clássicos).
     
    Vitor Diz:
    JANEIRO 13TH, 2016 ÀS 7:36 AM
    Numa conferência à imprensa em 1937, Camp declarou:
    .
    As investigações do Dr. Rhine têm dois aspectos: um experimental e outro estatístico. Na fase experimental os matemáticos, supõe-se, não têm nada a dizer. Mas na fase estatística, recentes trabalhos matemáticos estabeleceram o fato de que, admitindo que as experiências tenham sido realizadas corretamente, a análise estatística é essencialmente válida. Se a investigação de Rhine pode ser atacada, há de sê-la em outro terreno que não o matemático.
     
    MARCIANO ACABOU DE DIZER:
    Justamente por conhecer um pouquinho de estatística, sei que ela pode ser facilmente manipulada, tanto na coleta de dados quanto em sua avaliação e divulgação..
     
    Vitor Diz:
    JANEIRO 13TH, 2016 ÀS 9:24 AM
    Gorducho, vc está reclamando da tradução de “policy” para “apólice”, é isso? Bem, se for, aceito sugestões, sem problema.
     
    CONTRIBUIÇÃO HOMEOPÁTICA DE MARCIANO:
    É melhor traduzir policy por política (no sentido de diretriz), para não confundir com insurance policy, ou bond.

  144. Marciano Diz:

    Se der, volto à noite, com mais alguns comentários homeopáticos, por falta de tempo.
    Vou almoçar.

  145. Marciano Diz:

    Exemplo de como estatísticas podem ser manipuladas:
     

    13/11/2015 10h00 – Atualizado em 13/11/2015 11h20
    Mulheres receberam 74,5% do salário dos homens em 2014, aponta IBGE
    Renda média dos homens foi de R$ 1.987 e das mulheres, R$ 1.480.
    Menor diferencial foi observado em Roraima, 88,8%, e maior no MS, 65,1%.

    Fonte
    http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2015/11/mulheres-receberam-745-do-salario-dos-homens-em-2014-aponta-ibge.html
     

    Moral da história: mulheres ganham menos do que homens para fazerem o mesmo trabalho.
     
    Alguém aí quer fórmula melhor de ficar rico overnight?
     
    Abram qualquer empresa e contratem só mulheres para todos os cargos.
     

    Como elas aceitam salários menores e fazem exatamente os mesmo trabalho que homens fariam, vocês acabarão com a concorrência.
     
    Os homens, coitados, ficarão desempregados, ou terão de aceitar os salários menores das mulheres, ou fazer o trabalho melhor do que elas.
     
    Algum gênio percebeu onde está a falta de lógica das estatísticas, in casu :?:
     
    Volto ao trabalho, onde juízes ganham mais do que juízas e advogados cobram mais dos clientes do que advogadas, mas os clientes, mesmo sabendo que terão um profissional tão competente quanto outro, por honorários menores, preferem pagar mais caro pelo mesmo serviço.

  146. Marciano Diz:

    VITOR, favor fechar corretamente a citação em bloco depois de “MS, 65,1%.”, por favor.
    Obrigado!

  147. Vitor Diz:

    Fico feliz de ver que o inglês do Montavão (ou do tradutor que ele usa) está melhorando :-)
    .
    MONTALVÃO DISSE: “teria alguém esquecido de mencionar que essas “provas concretas” são a coleção de resultados ligeiramente acima da média em verificações estatísticas? ”
    .
    Não, não esqueceram. Mas tais diferenças não são nada ligeiras. Uma diferença em ganzfeld de 25% para 34% é algo extremamente acima do que se esperaria (é claro que não espero que você, Montalvão, veja uma diferença de 9% como algo muuuuito acima devido à sua falta de conhecimento em estatística). E isso está claramente dito OFICIALMENTE no site da PA:
    .
    if no telepathy, chance expectation allows us to predict that the correct target would be selected about 1 in 4 times, for a 25% “hit rate.” After scores of such experiments, presently totaling about 700 individual sessions conducted by about two dozen investigators, world-wide, the results show that the target image is selected on average 34% of the time. This is a highly significant result, suggesting that telepathy, at least as operationally defined in this experiment, exists.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E boa parte delas calcadas em discutíveis metanálises, que é a juntada de diversos experimentos num bloco único, na pretensão de nele achar o que as experimentações isoladas não encontraram? Teria “alguém” também esquecido de citar que a estatística pode ser excelente ferramental para verificar peculiaridades em coisas sabidamente existentes, o que não é o caso da parapsicologia que sequer se pode afirmar o que seja, se é que é?”"
    .
    Também NÃO esqueceram disso!
    .
    A widely accepted method of assessing repeatability in experiments is called meta-analysis. This quantitative technique is heavily used in the social, behavioral and medical sciences to integrate research results of numerous independent experiments. Starting around 1985, meta-analyses have been conducted on numerous types of psi experiments. In many of these analyses, results indicate that the outcomes were not due to chance, or methodological flaws, or selective reporting practices, or any other plausible “normal” explanations. What remains is psi, and in several experimental realms, it has clearly been replicated by independent investigators.
    .
    These issues have been addressed in detail by meta-analytic reviews of the experimental literature . The results unambiguously demonstrate that successful experiments cannot be explained away by these criticisms. In fact, research by Harvard University specialists in scientific methods showed that the best experimental psi research today is not only conducted according to proper scientific standards, but usually adheres to more rigorous protocols than are found in contemporary research in both the social and physical sciences. In addition, over the years there have been a number of very effective rebuttals of criticisms of individual studies, and within the past decade, experimental procedures have been developed that address virtually all methodological criticisms, even the possibility of fraud and collusion, by including skeptics in the experimental procedures.
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    Lembro que já há pelo menos dois estudos céticos em ganzfeld que replicam o mesmo percentual das meta-análises.
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    MONTALVÃO DISSE: “bem, pela lista “oficial” devemos concluir que Sheldrake, com seus cães telepatas, fica de fora das “prolíficas persuasões”. Também a reencarnação, comunicação com mortos, materializações, levitações, viagens fora do corpo, viagens ao além em EQM…”
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    A lista se refere APENAS aos dados obtidos em laboratório (chamados de “hard”). Mas a PA fala TAMBÉM das pesquisas de campo:
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    ESP exists, presentiment (physical changes in skin reactivity, pupil size, heart rate, and other factors indicating precognition before a stimulus is applied) exists, telepathy (direct mind-mind communication) exists, and mind-matter interaction (previously known as psychokinesis or PK) exists. The survival of bodily death remains unproven, though there is suggestive evidence for this from the reincarnation research performed by Ian Stevenson and others.
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    MONTALVÃO DISSE: “O caso é que, se a coisa for real e investigável, as pesquisas produzirão dados que permitirão extrair conclusões seguras, mesmo que algumas experimentações falhem. Entretanto, a paranormalidade, até o momento, é inconclusiva. Pelo visto, vai continuar assim até fenecer de vez.”
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    Vc insiste nessa ladainha já refutada oficialmente. Não posso fazer nada se vc se faz de surdo. Se sua falta de conhecimento estatístico te impede de ver isso, paciência.
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    MONTALVÃO: “Se a estatística provasse psi, psi também seria provada por outras vias mais diretas. O que a estatística mostra é que algo anômalo pode estar ocorrendo. Só. Outros experimentos diretos precisam ser implementados para confirmar se o indício estatístico aponta para uma realidade e que realidade seria.”
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    Claramente a PA discorda dessa sua posição dizendo:
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    results indicate that the outcomes were not due to chance, or methodological flaws, or selective reporting practices, or any other plausible “normal” explanations. What remains is psi, and in several experimental realms, it has clearly been replicated by independent investigators.
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    Mas além disso fica claro que a realidade de psi vai muito além da estatística:
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    because spontaneous case studies concentrate on the “raw experience,” they offer a valuable view of psi that is often missing in controlled laboratory experiments. Case studies provide a chance to discover the personal meanings and the psychodynamics underlying the experiences, which in turn may provide important hints as to possible mechanisms of psi.
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    MONTALVÃO DISSE: “Entretanto, toda informação disponível é insuficiente para garantir a existência de PES e PK,”
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    Pode ser insuficiente para vc, devido a sua falta de conhecimento em estatística e sua falta de familiaridade com o inglês, mas não é insuficiente para a PA.
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    MONTALVÃO DISSE: “outro ponto discutível, e que a atual pesquisa do paranormal não discute: alvos ricos fomentam psi por serem ricos, ou seja, por darem mais chances para que o testado acerte, ou por serem realmente a opção melhor?”
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    Alvos ricos NÃO dão mais chances (do ponto de vista estatístico!) para que o testado acerte. O que eles permitem é que o psíquico seja impressionado por determinada particularidade do alvo que “salte à vista”, o que não teria como fazer com alvos mais pobres. Perceba que sua dificuldade em entender as provas sempre cai na estatística e nos métodos adotados.
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    MONTALVÃO DISSE: ” 1) por que a “força” encolheu? Da telecinese bem nutrida dos tempos da metapsíquica chegou-se às influências sobre geradores de números aleatórios, estes fracamente “influenciados”.”
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    Isso foi extensamente tratado por Stevenson:
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    http://obraspsicografadas.org/2015/pensamentos-sobre-o-declinio-dos-fenomenos-paranormais-macros-1990-de-ian-stevenson/
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    MONTALVÃO DISSE: “Por que psi, se existe, não tem qualquer utilidade prática?”
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    PSÍQUICOS AJUDAM A POLÍCIA HÁ CERCA DE UM SÉCULO JÁ!
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    http://www.encyclopedia.com/doc/1G2-3403803583.html
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    MONTALVÃO DISSE: “Por que não há teoria consolidada de psi?”
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    A PA responde:
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    Opinions about mechanisms of psi are wide-ranging. Because the field is multidisciplinary, there are physical theories, psychological theories, psychophysical theories, sociological theories, and combinations of these. On one end of the spectrum, the “physicalists” tend to believe that the “psi sensing capacity” is like any other human sensory system, and as such it will most likely be explained by known principles from biophysics, chemistry, and cognitive science. For these theorists, psi is expected to be accommodated into the existing scientific structure, with perhaps some modifications or extensions.
    .
    On the other end of the spectrum, the “mentalists” assert that reality would not exist if it were not for human consciousness. For these theorists, the nature of the universe is much more effervescent, thus accommodating psi into existing scientific models will require significant modification of science as we know it. Strong theoretical debates are common in parapsychology in part because spirit, religion, the meaning of life, and other philosophical conundrums commingle with quantum mechanics, probability theory, and neurons.
    .
    Some theorists have attempted to link psi phenomena with similar- sounding concepts from quantum mechanics, including non-locality, instantaneous correlations at a distance, and other anomalies. Such suggestions always spark vigorous debates, and at some point it seems the critics are inevitably accused of not properly understanding quantum mechanics. (This is why we do not discuss quantum mechanical theories of psi here. See, however, the Mind-Matter Unification Project at Cambridge University.)

    .
    Também poderia se perguntar por que os materialistas não tem qualquer teoria para a consciência? (como bem mostrou o artigo do André…)
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Por que parapsicólogos insistem em validar super-paranormais quando se sabe, por lógica e por experimentação, que tais não existem? ”
    .
    Por que você (de forma até estúpida, porque já lhe alertei sobre isso dezenas de vezes, e para mim insistir no erro é burrice ou má fé mesmo) está colocando tudo no mesmo saco? O próprio Hansen separa as categorias de super-paranormais:
    .
    Mesmo um exame superficial da literatura mostra que estudos envolvendo macro-PK tem um índice muito mais alto de fraude que aqueles que envolvem PES. Um risco mais moderado é encontrado quando se planeja uma experiência com um único sujeito que é bem conhecido dos investigadores e para quem nenhuma suspeita de artifício foi levantada. Leonora Piper seria um exemplo histórico. Os exemplos mais recentes poderiam incluir Malcolm Bessent, Hella Hammid, Keith Harary, Ingo Swann, e Olga Worrall. Que seja de meu conhecimento, nenhuma questão foi levantada sobre a integridade de quaisquer destes sujeitos. Acrescente-se que Bessent, Harary, Piper, Swann, e Worrall foram testados por vários investigadores diferentes em laboratórios separados.

  148. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Justamente por conhecer um pouquinho de estatística, sei que ela pode ser facilmente manipulada, tanto na coleta de dados quanto em sua avaliação e divulgação.”
    .
    Pois é, Marciano, mas o que resulta disso na prática? Que vc não confia nas estatísticas apresentadas, independentemente de terem sido validadas pelos bam-bam-bams da estatística, como o Camp, a Utts ou o Hansen.
    .
    Sobre o Camp, a própria Utts o cita em seu artigo (publicado na revista indexada Statistical Science, que tem um fato de impacto entre 2 e 3 [considerado bom]):
    .
    http://www.ics.uci.edu/~jutts/UttsStatPsi.pdf
    .
    Ela também responde às críticas dos céticos.

  149. Vitor Diz:

    Marciano, obrigado pela sugestão de “política” em vez de “apólice”. De fato fica melhor! Vou atualizar!

  150. Vitor Diz:

    Já atualizei, sugiro baixarem a nova versão.

  151. Contra o chiquismo Diz:

    Quando vamos voltar a CX?
    Pode ser divaldo tb.

  152. Vitor Diz:

    Vou acabar abrindo um concurso aqui pagando 100 reais a quem achar plágios inéditos. Mas pra isso tenho que ter dinheiro que dê para comprar mais que miojo. Só lá pra junho que a situação vai melhorar!

  153. Vinicius Diz:

    apoiado CONTRA. Seria bacana ver mais CX e DPF por aqui.

  154. Vinicius Diz:

    além de plágios o que acha de coisas “ridículas” ou “inverossímeis”? Os tais “anões cínicos”, confundidos por espíritos de crianças, (DPF)

  155. Vitor Diz:

    Vinícius, essas coisas ridículas e inverossímeis acho que cabem mais ao blog “dossiê espírita”.

  156. Vinicius Diz:

    E pensar que em 2011 paguei quase 100 reais numa tal coleção fonte viva do CX com uma caixa http://www.saraiva.com.br/colecao-fonte-viva-kit-1987250.html

    Outro dia li em comentários passados que Vitor não falou desses livrinhos do Emmanuel. Mas qualquer leitor assíduo da Bíblia, dos evangelhos faria um apanhado daqueles.

  157. Vinicius Diz:

    o problema é que não posso acessar o site dossie espirita de onde trabalho :mrgreen:
    bloqueado! Tem a palavra blog no endereço…

  158. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vitor Diz:
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    MONTALVÃO DISSE: “quase isso. Rawlins era simpatizante de mapas astrais e em suas “pesquisas”, cerca de 20 anos após as experiências de Gauquelin, teria ratificado o que o francês imaginadamente descobrira nos anos de 1950.”
    .
    VISONI: ERRADO! Rawlins NÃO era simpatizante de mapas astrais. E nem ficou sendo depois! Esse é o problema das suas extrapolações, Montalvão. Você tira conclusões descabidas, sem qualquer suporte do texto. Veja:
    .
    “Kurtz foi desafiado a realizar um estudo científico para confirmar ou contestar algumas descobertas astrológicas de Michel Gauquelin. Ele e alguns colegas aceitaram o desafio. Muito cedo, Dennis Rawlins, um astrônomo e membro do Conselho Executivo CSICOP, advertiu-os de graves problemas com a sua abordagem, e mais tarde ele se ofereceu para ajudar com os cálculos para o projeto. Os dados foram coletados e analisados, e os resultados suportados resultados Gauquelin que a posição de Marte no momento do nascimento de uma pessoa foi relacionadas com a capacidade de esportes. Rawlins entendido que o método de Kurtz era falho e não estava convencido pelos dados, mas ele também disse que o resultado, favorável à Gauquelin, devem ser francamente reconhecido.”
    .

    Assim, Rawlins em NENHUM momento foi simpatizante da astrologia. Ele apenas foi simpatizante da transparência dos resultados.
    .
    CONSIDERAÇÃO: só porque Hansen não declarou Rawlins achegado à superstição não significa que tal não seja deduzível. Se a experimentação de Rawlins fosse mais uma de outras replicações, todas favoráveis (mesmo que posteriormente fossem contestadas) nenhum óbice ao seu opinamento. Acontece que, na época em que o astrônomo aceitou testar, o efeito Marte estava demonstrado inacertado. O objetivo do CSICOP, suponho, seria publicar estudo próprio expondo a insustentabilidade da suposição.
    .
    Então se a investigação de Rawlins confirmara Gauquelin caberia ao astrônomo rever rigorosamente os dados com que laborara. Mas, parece que o sujeito deslumbrou-se com a descoberta e garantiu a realidade do efeito Marte. Ora, o fato de um astrônomo assim proceder nos leva a supor prévia simpatia pela causa perdida.
    .
    Mas você garante que ele não era nem ficou sendo. Então veja:
    .
    “Isto levou a uma amarga disputa, com Rawlins cobrando que erros sérios tinham sido feitos e que Kurtz empreendeu um encobrimento ao estilo Watergate. Rawlins (1981) foi expulso do CSICOP, e ele publicou uma exposição em Fate. Não houve nenhuma resposta real à acusação de um encobrimento, e muito foi publicado sobre isto no Zetetic Scholar. O resultado foi que vários das pessoas mais moderadas renunciaram ao Comitê. O artigo de Rawlins apareceu na edição de outubro de 1981 de Fate, e nesse mesmo mês o CSICOP instituiu uma apólice de não conduzir pesquisa própria (“Policy on Sponsoring”, 1982).”
    .
    Quer dizer: se Rawlins não estivesse cioso de que confirmara o efeito Marte teria deixado o imbróglio quieto, no entanto ele foi a Fate expor suas queixas. Entendo que se considerava estribado no que tinha por legítima investigação corroborativa, caso contrário não teria dado seguimento a polêmica.
    .
    Como não há material disponível para análise mais ampla, considero as ilações apresentadas pertinentes.
    /
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    MONTALVÃO DISSE: “Como poderá constatar pela leitura do artigo, George Hansen se mostra simpático ao pobre Rawlins e totalmente contrário ao CSICOP, inclusive nesse aspecto astrológico…”
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    VISONI: Outro erro. Hansen não se mostra simpático a esse aspecto astrológico, ele se mostra simpático ao Rawlins pela postura honesta dele! Veja como suas interpretações são totalmente equivocadas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: isso seria correto se a encrenca tratasse unicamente da divergência de procedimento entre os envolvidos. Mas há um experimento incerto no meio da confusão. Em nenhum momento do artigo Hansen se manifesta contrário à legitimidade do efeito Marte, apenas destaca que as verificações de Rawlins o confirmara. Se tal não for simpatia…
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    /
    Gorducho Diz:
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    Pelo texto o Rawlins tem razão…
    Na tese do astrobiólogo francês seria a posição celestial instantânea de Marte, i.e., dependente da hora do nascimento. É isso?
    .
    CONSIDERAÇÃO: eu penso que Rawlins estaria coberto de razões se realmente comprovasse o efeito Marte, mas o que fez foi “comprovar” a tese do Gauquelin, que já havia sido direta e indiretamente demonstrada furada. Diretamente por experimentações verificativas; indiretamente por saber-se, desde há muito, que a astrologia é falta de fundamentação.
    .
    Em tempos recuados na abóbada celeste habitavam os deuses, e eram eles quem controlavam a vida na Terra. Nada contraditório, pois, que se concebesse que determinassem os destinos dos viventes. Os deuses se foram mas a astrologia resistiu, substituindo os deuses por uma mágica influência que os astros (alguns deles) exerceriam sobre nossas existências. Bem sabemos que inexiste qualquer dado experimental que justifique a suposição.
    /.
    “O “Efeito Marte” é o nome dado pelo “astrobiólogo” Michel Gauquelin à afirmação de que grandes atletas nasceram quando Marte estava em certas zonas do céu, num número superior ao obtido por mero acaso.”
     
    Falou Moi

  159. MONTALVÃO Diz:

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    O Famoso Efeito Marte
     
    Um estudo muito conhecido e comentado foi realizado por Michel Gauqelin, cuja educação formal é na área de estatística. Analisando a posição de Marte no momento do nascimento de grandes atletas ele obteve uma correlação acima da esperada para uma distribuição ao acaso, que ficou conhecida como Efeito Marte.
     
    Muitos céticos fizeram críticas ao experimento afirmando que houve manipulação de dados e erros de tratamento, o que não era verdade. Simplesmente ocorreu que o universo de atletas analisados por Gauqelin naquele estudo era, não intencionalmente, tendencioso.
     
    Aqui existem três itens a serem analisados. Primeiro, no que diz respeito ao estudo de Gauqelin: um estudo isolado não prova nada até que as afirmações nele contidas sejam testadas por pesquisadores independentes e confirmadas. Até o presente momento não existem provas científicas de que a astrologia seja uma Ciência, mas se mecanismos e teorias forem propostos e exaustivamente testados com resultados independentes positivos, toda a comunidade científica aceitará a Astrologia como Ciência.
     
    Segundo, correlação entre dois fatos não significa que existe uma relação entre eles. Não basta apenas uma correlação estatística, é necessário também que exista uma explicação de como um fenômeno está relacionado ao outro.
     
    Terceiro, qualquer tipo de fé cega leva a atitudes não inteligentes. Muitas das críticas ao artigo de Gauqelin foram infundadas e baseadas em opiniões pessoais. Isto também não é ciência, é fundamentalismo.
     
    De qualquer modo, o que Gauqelin afirma sobre Marte e os atletas não é verdade, de acordo com um estudo feito por cientistas franceses. Em uma amostra de 1066 atletas franceses comparada com 85280 outros nascimentos quanto a horas, datas de nascimento e localização de Marte nesse momento não foi detectado o “Efeito Marte.”
     
    Esta diferença de resultados pode ser explicada por um fenômeno social simples. As datas de nascimento dos atletas analisados neste último estudo eram mais recentes, ao passo que a maioria das datas de nascimento analisadas por Gauqelin eram do fim do século XIX e início do século passado na Europa ocidental.
     
    Nesta época, a astrologia estava em baixa e os poucos resquícios se resumiam a almanaques que publicavam dados sobre o nascer e pôr dos planetas, os quais estavam associados a profissões. Então seria bastante possível que as pessoas, principalmente de famílias eminentes modificassem as datas e horas dos nascimentos para parecer, diante da sociedade, que seus descentes a influência correta dos astros. Afinal, um grande comandante militar, por exemplo, gostaria que seu filho fosse nascido sobre a influência de Plutão e seguisse a carreira militar, continuando, assim, a tradição da família.
     
    Geofrey Dean analisou novamente os dados de Gauqelin e encontrou dados que mostram que as horas e dias de nascimentos podem ter sido manipulados pelos pais. Por exemplo, havia poucos nascimentos em dias considerados de mau agouro pelos almanaques como nos dias 13, dias de lua nova, etc. Além disso, certas horas também mal-agouradas como meia-noite são evitadas. Em outras palavras, existe uma componente social por trás do efeito Marte: as pessoas do fim do século XIX e início do XX tinham informação, motivo e oportunidade para inadvertidamente criar um aparente efeito planetário como o efeito Marte. (Skeptical Inquirer, 26(3)).
     
    Michel Gauqelin, mesmo acreditando na astrologia, durante toda a vida se comportou como um verdadeiro cientista, realizando vários experimentos e estudos sobre a astrologia e publicando todos os resultados, mesmo aqueles que iam contra suas crenças pessoais. Ele é uma fonte imensa de artigos que são usados tanto pelos astrocrentes como pelos descrentes.
     
    Graças aos trabalhos de Gauqelin, muitos astrólogos vêm se graduando em cursos relacionados às áreas de estatística e psicologia com o intuito de produzir trabalhos de qualidade que sejam aceitos pela comunidade científica. Infelizmente nenhum deles parece estar preocupado em propor um mecanismo que explique as estastísticas que eles produzem. Correlações estatísticas, conforme comentado, não são suficientes para provar a relação entre dois fenômenos.
     
    http://www.projetoockham.org/pseudo_astrologia_6.html

  160. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “só porque Hansen não declarou Rawlins achegado à superstição não significa que tal não seja deduzível. ”
    .
    Não precisa deduzir isso, está dito EXPLICITAMENTE: “Rawlins entendeu que o método de Kurtz era falho e não estava convencido pelos dados
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Então se a investigação de Rawlins confirmara Gauquelin caberia ao astrônomo rever rigorosamente os dados com que laborara. Mas, parece que o sujeito deslumbrou-se com a descoberta e garantiu a realidade do efeito Marte”
    .
    Pelo que entendi, quem coletou os dados foi Kurtz! O Rawlins apenas fez a análise em cima dos dados de Kurts. Só que a coleta dos dados do Kurtz é que era problemática, e aí a análise do Rawlins deu no que deu! Mas ele alertou o Kurtz que de a coleta dele tinha problemas: “Rawlins entendeu que o método de Kurtz era falho”

  161. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Em nenhum momento do artigo Hansen se manifesta contrário à legitimidade do efeito Marte, apenas destaca que as verificações de Rawlins o confirmara. Se tal não for simpatia…”
    .
    Não é. É apenas o desejo de não desviar do assunto. O artigo de Hansen é sobre o CSICOP, sua história, seus objetivos, seus métodos, e não sobre a validade ou não da Astrologia.

  162. Gorducho Diz:

    Analistas Mo & Ma, como se diz em luta (em geral) o ato se segurar com a mão um soco/golpe
    (se vê muito em filmes onde o mocinho é muito forte e quer desmoralizar os vilões) :?:

  163. Vitor Diz:

    APARAR O GOLPE?

  164. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vinicius Diz:
    &Nbsp;
    CONTRA, por favor, me manda essa pérola. Só falta o HP ter falado besteira também. “Gosto” dele. Acho que até desconfiava do CX mas ficou na dele.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não parece que HP desconfiasse de Chico, confira:
    /.
    ============================.
    “Por essas mesmas razões, outro grande desafio permanece até hoje em suspenso: o caso Chico Xavier. Desde 1932, quando foi publicado o Parnaso de Além Túmulo, Francisco Cândido Xavier vem desenvolvendo uma atordoante atividade psicográfica. Romances, contos, poesias, ensaios, volumes de interesse histórico, filosófico, científico e religioso, atingindo mais de cem livros foram por ele psicografados, lançados por várias editoras, traduzidos para diversas línguas e vendidos em edições sucessivas. O máximo que se fez, até agora, foi acusar o médium de pasticheiro ou ignorá-lo. A prova máxima de indiferença temos neste fato quando o professor A. da Silva Mello quis combater todas as formas de espiritualidade existentes no país, lançando-se também contra as ocorrências mediúnicas, publicou o vasto volume de “Mistérios e Realidades Deste e do Outro Mundo”, em que Chico Xavier não foi sequer mencionado.
    &Nbsp;
    A posição dos nossos homens de ciência é muito cômoda. Alegam que Pierre Janet explicou a existência da escrita-automática e que a chamada psicologia profunda revelou a ação do inconsciente nessas produções escritas. A verdade é bem outra. Pierre Janet teve o mérito de iniciar a investigação da escrita-automática, mas nem ele, nem a psicologia profunda chegou a uma solução do problema. Chico Xavier é um desafio, precisamente, a esse ponto morto da investigação científica.
    &Nbsp;
    E é só. Quando um sabichão, como dizia Charles Richet, é interpelado a respeito do caso num programa de televisão ou num auditório de debates culturais, responde sempre a mesma coisa, a mesma auto-suficiência de outros sabichões de trinta anos atrás, como se a ciência tivesse parado no mundo, semelhante ao sol bíblico que parou no céu por ordem de Josué: “É escrita-automática, pastiche inconsciente”.
    &Nbsp;
    Não se sabe de nenhuma organização científica do Brasil que houvesse tomado uma atitude científica em face do caso Chico Xavier. Não é pois de admirar que o mesmo esteja ocorrendo com o caso Arigó.
    (Arigó, vida, mediunidade e martírio – Herculano Pires)

    =======================.
    “Chico Xavier, que nos deu tantos livros, envia-nos de Uberaba um pedido angustioso. Quer que publiquemos um livro sobre o caso da adulteração, autorizando-nos a transcrever nesse volume as mensagens psicográficas que recebeu e foram por nós publicadas, com os comentários habituais, na seção conjunta que mantemos no Diário de São Paulo. Faz mais: manda-nos ele mesmo o recorte dessas publicações, que retirara de um volume a sair –– em que os agraciados com os seus direitos autorais certamente não se sentiriam bem. A piedade do médium revela-se de maneira espantosa nesse gesto. Não nega os direitos à instituição, mas retira dos originais mediúnicos as peças incômodas e as envia às nossas mãos, que não se queimarão com elas. As mensagens e crônicas que o leitor encontrará nesta parte do livro foram publicadas na fase de amargas decepções, em que nos víamos obrigados, por dever de ofício e de consciência, a lutar contra os desvios de antigos companheiros. Mantendo no Diário de São Paulo, há mais de trinta anos, uma seção de crônicas espíritas, nos primeiros quinze anos de publicação diária e posteriormente semanais, não podíamos supor que um dia essa seção fosse utilizada de maneira tão amarga. Não enfrentávamos os adversários habituais da Doutrina, que haviam transferido a sua ação demolidora às mãos de companheiros de uma instituição em que depositávamos confiança.
    &Nbsp;
    As mensagens vinham a propósito, embora disfarçadas no amor e na piedade dos espíritos comunicantes. Cabia-nos a função de quebrar as nozes e revelar o amargor de seus frutos. Chico Xavier se mantinha em silêncio, aturdido, como nos escreveria mais tarde, ante o que se passava, e até mesmo com a tentativa dos adulteradores, de envolvê-lo como autor intelectual da profanação iniciada, como parte de um extenso programa demolidor que atingiria toda a obra de Allan Kardec, do Espírito da Verdade e do próprio Cristo.
    &Nbsp;
    São essas as crônicas da hora amarga, interpretando mensagens espirituais sofridas, carregadas de amargura – pois até mesmo as mensagens tradicionais de O Evangelho Segundo o Espiritismo haviam sido deformadas. Ai estão elas, agora, como troféus de uma batalha dolorosa, mas necessária. Que essas mensagens e crônicas da hora amarga sirvam de exemplo aos que, no futuro, forem tentados a novas pretensões vaidosas de corrigir o Cristo, os Espíritos Superiores e os textos insuperáveis de Allan Kardec. Lembremo-nos da expressão de Bezerra de Menezes em hora semelhante, no Rui: “Mas, Kardec é insuperável!”
    (Na Hora do Testemunho – Herculano Pires)
    ================================.

  165. Gorducho Diz:

    APARAR O GOLPE?
     
    Não sei… nada sei de luta profissional. Por isso quero a palavra técnica p/aprimorar a qualidade da nossa tradução (já percebeu a qual trecho me refiro não?).

  166. Gorducho Diz:

    Não é só aparar… o mocinho segura o punho do vilão e geralmente aperta fazendo-o gemer e por via de consequência humilhado-o perante os circunstantes.

  167. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Analistas Mo & Ma, como se diz em luta (em geral) o ato se segurar com a mão um soco/golpe”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: desconheço nome específico, mesmo por que cada modalidade de luta teria sua especial denominação, e movimento próprio de defesa. Em termos gerais pode-se dizer “apresamento”, se a mão for segurada, ou simplesmente “defesa” se o golpe for aparado. Em caratê deve ter classificação, já que as artes orientais (caratê, judô, aikidô) têm nome para tudo.
    .
    No boxe, por exemplo, a defesa (uma delas) não seria segurar a mão do atacante, mas aparar a pancada com a luva aberta. No caratê haveria um desvio com o braço, em movimento lateral para dentro ou para fora, e também para cima ou para baixo.
    .
    No aikidô, provavelmente, o atacado vai segurar a palma da mão do atacante e girá-la em sentido antinatural obrigando a dar uma sensacional e indesejada cambalhota no ar.
    .
    Na defesa pessoal, luta livre, jiujitsu pode-se aparar a pancada com o braço e entrar com uma chave imobilizadora.
    .
    Marciano deve dizer melhor…

  168. Gorducho Diz:

    Entenda, AMo: C, Java, HTML… são case sensitives.

  169. Gorducho Diz:

    ou melhor as entidades HTML, não as tags :mrgreen:

  170. Gorducho Diz:

    A própria definição é confusa. O que vai se considerar como notável atleta?
    Bronze olímpico. Só modalidades individuais ou também coletivas?
    Vejam que o cara reclamou quando os americanos incluíram jogadores de basquete.
    Seriam todos na NBA ou só de equipes campeãs?
    Seria bom se ter o estudo inicial que o Rawlins apresentou ao Kurtz…
    Agora evidentemente que só pode analisar c/software (ou à mão levando anos como suponho que tenha sido feito em ’55) transformando as coordenadas celestes em terrícolas locais.

  171. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Gorducho Diz:
    A prova do fracasso do IS é a ausência dessas alegações por cá, mesmo onde todos – sim: toda população – conhece a tese da reencarnação romântica.
    Argentina, Chile…
    São todos países onde a liberdade religiosa e a liberdade que as crianças têm – literalmente cagam na cabeça dos pais hoje em dia… – não acredito que se inibissem por não ser a crença do altar doméstico.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: deveras, houvessem disseminadas pelo mundo recordações de vidas passadas nossa cultura as registraria de montão, e mesmo que algumas religiões propusessem explicações outras (quais a ação de demônios) elas apareceriam, mas nem no espiritismo são comuns. Os poucos eventos que pesquisadores conseguem achar no ocidente são exceções que confirmam a regra (e quando se conhece detalhes desses relatos saltam diante dos olhos os componentes fantasiosos). Então, pode-se ter por certo que nas comunidades onde tais recordações ocorrem com mais generosidade (mesmo assim são pouco numerosas) se deve a haver forte estímulo para que apareçam. E os que defendem que essas supostas recordações sejam legítimas reminiscências de outras vidas são incapazes de dar firme evidências de real recuperação da memória de outra vida. Nem mesmo o adensamento das recordações é praticado.

  172. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Gorducho Diz:
     
    VISONI: “a comissão precisa parear, de maneira cega, os desenhos do psíquico com os alvos corretos”
     
    Justamente isso que eu estava a explicar p/AV… Foi a fuga encontrada p/preservar a Crença depois do fracasso da pesquisa psíquica, porque se o médium fosse médium ele desenhava a chaminé da caldeira com os tijolos e tudo e não precisa de “comissão” nenhuma.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: isso, se o médium fosse médium “veria” o número (ou o que fosse) no envelope opaco (se o espírito não pudesse enxergar, como defende a casa, implementar-se-iam testes sonoros).
     
    Qual nada, “espíritos” quando querem, falam, enxergam, ouvem, sentem toques, cheiram. Quando necessário se mostrarem reais e atuantes, misteriosamente, perdem as capacidades comunicativas…

  173. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Você disse a mesma coisa do Brasil, e como lhe mostrei casos existem. O que há é falta de investigadores.”
    /.
    NÃO CREIO que faltem investigadores: aqui mesmo nesse espaço acham-se vários investigadores, sedentos por implementar testes com espíritos, e eles nem dão bola…

  174. Vitor Diz:

    Testes com alvos de conteúdo pobre? Dispenso. Vá reler o que já aprendemos OFICIALMENTE.

  175. Gorducho Diz:

    Eu vou traduzir e descrição do estúdio do Drayton Jr. vista pelos espíritos. Já citei cá várias vezes mas a maioria dos leitores não compreende suficientemente o inglês de sorte que não tiram proveito e o Administrador disso se aproveita para iludi-los com a suposta necessidade da matemática p/o estudo do espiritismo.

  176. Marciano Diz:

    VITOR, para ser sincero, eu não confio mesmo.
    E não confio porque, independentemente da qualificação profissional dos bam-bam-bans, os resultados estatísticos não apresentam correlação com o que a gente vê por aí.
     
    O que se apregoa é muito mais do que os dados estatísticos. Mesmo estes, são corroborados por gente boa de matemática e estatística, mas e a metodologia, na coleta dos dados?
     
    E por que os resultados só aparecem com parcimônia, em vez de se ver fenômenos paranormais para todo lado, como se vê fenômenos físicos e químicos, por exemplo?
     
    Será que deve ser acrescentada a palavra “rara” na conjectura de MONTALVÃO?
     
    Sobre a sugestão de COC e VINICIUS, acho que DPF é poupado aqui.
    Falar de cx é bom, mas DPF, além de imitador do estilo xaveriano, é ainda mais cara-de-pau, tem muitas obras para serem esmiuçadas.
    Ele é o atual cx.
     
    O tal francês não era astrobiólogo.
    Astrobiologia tem a ver com a, até agora, infrutífera busca de vida em outros planetas.
    O francês era sem-vergonha mesmo.
     
    Gorducho Diz:
    JANEIRO 13TH, 2016 ÀS 4:15 PM
    Analistas Mo & Ma, como se diz em luta (em geral) o ato se segurar com a mão um soco/golpe
    (se vê muito em filmes onde o mocinho é muito forte e quer desmoralizar os vilões) :?:
     
    Só conheço isso de filme.
    Em lutas de verdade (ou em brigas) você desvia ou bloqueia.
    Na “vida real”, só o Hulk e o Superman conseguem a façanha.
    Isso não existe no boxe, no jiu-jitsu, no judô, no karatê, na capoeira, no muay-thay e no wrestling.
    Só dá pra fazer com criancinha pequena.

     
    Se existisse (MAS NÃO EXISTE), teria um nome em cada arte marcial, e uma técnica diferente.
    No cinema, talvez tenha nome, mas não sou muito fã de filmes de ação.
    Filme é uma coisa, esporte (mesmo MMA) é outra, e briga, é ainda outra, bem diferente.
    Se um cara muuuuiiito forte pegasse sua mão assim, bastaria dar um golpe com a outra mão no próprio braço da mão presa, no direção perpendicular ao do braço do fortão, próximo do seu punho, e ela sai facilmente.
    Mais fácil ainda é dar um soco no olho ou no nariz do fortão, com a mão solta.
    Se ele, cinematograficamente, segurasse a outra também, uma cabeçada em seu nariz.
     
    Em tempo: cabeçadas, atualmente, estão proibidas em todas as artes marciais.
    Na briga, vale tudo. Até paulada na cabeça.
    Só não vale apanhar.

  177. Marciano Diz:

    Se houver espaço e oportunidade, joelhada nos testículos também é uma opção.

  178. Gorducho Diz:

    O texto que Administrador e eu estamos a traduzir é o seguinte, AMa
     
    Br’er Kurtz, he could just hardly wait to sock that TARBABY a second time to force him to release the stuck first fist.

  179. Gorducho Diz:

    os resultados estatísticos não apresentam correlação com o que a gente vê por aí.
     
    O Sr. deve conhecer aquele caso, AMa do “perito” em acidentes americano, que foi recentemente (pessimamente) dramatizado no NYT, onde o advogado oponente lobriga um pequeno erro de escala e pede pra ele transformar do sistema imperial p/o decimal, não?
    Tem o real no YouTube.
    O cara entra em pânico e mostra que nada entendia do tema; se baseava em softwares provavelmente operado por estagiários (concluo eu).
    Daí nos comentários vem um engenheiro e fala como a régua de cálculo gerava um senso crítico no profissional que evitava absurdos.

  180. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vitor Diz:
    Numa conferência à imprensa em 1937, Camp declarou:
    .
    As investigações do Dr. Rhine têm dois aspectos: um experimental e outro estatístico. Na fase experimental os matemáticos, supõe-se, não têm nada a dizer. Mas na fase estatística, recentes trabalhos matemáticos estabeleceram o fato de que, admitindo que as experiências tenham sido realizadas corretamente, a análise estatística é essencialmente válida. Se a investigação de Rhine pode ser atacada, há de sê-la em outro terreno que não o matemático.

    MARCIANO ACABOU DE DIZER:
    Justamente por conhecer um pouquinho de estatística, sei que ela pode ser facilmente manipulada, tanto na coleta de dados quanto em sua avaliação e divulgação..
    /.
    CONSIDERAÇÃO: parece que o Vitor considera a declaração de Camp validadora da estatística aplicada ao paranormal. Mas não foi isso o que sucedeu. Ao analisar as medições estatísticas de Rhine as considerou matematicamente corretas, entretanto nada pôde dizer em relação aos dados que compuseram as amostras (tampouco se os demais estatísticos estavam corretos, ainda que matematicamente). É como se diz na lógica tradicional: se o raciocínio for adequadamente construído, E AS VARIÁVEIS FOREM VERDADEIRAS, o silogismo exporá uma verdade. Então se digo: todo ente provindo de Marte é verde; Martiniano provém de Marte, logo, Martiniano é verde. A afirmação será verdade verdadeira se as premissas estiverem corretas.
     
    Semelhante sucede com a estatística: se as amostras forem legítimas e em quantidade adequada, e os cálculos estiverem corretos, o resultado produzirá resposta promissora. Então, muitas e muitas aferições estatísticas deveriam ser implementadas para conferir se psi aparece. Rhine tentou fazer isso: realizava milhares de experiências com o baralho Zener. Os resultados eram, em maioria, pífios e os experimentos demorados. Tanto um quanto o outro, principalmente a pobreza dos retornos, incomodava quem sonhava com psi algo pujante e ativo. Daí surgiu a proposta de alvos ricos, clips de vídeo e juízes pareadores. Melhorou um pouquinho, porém psi continuou como sempre, a partir de Rhine, ou seja: tênue, incerta, incontrolada por quem supostamente a ostenta e sem utilidade prática (e sem garantia de existir)…

  181. Gorducho Diz:

    Sem esquecer que as alegações acerca do Sobrenatural não são de caráter estatístico: quando ovos de peru luminíferos voam, voam… quando tampas de bule fora-do-fogo saltam até o teto, saltam até o teto.
    Não são voos ou saltos estatísticos.
    A estatística já foi uma tentativa espúria de salvar as Crenças desviando o assunto do mundo real p/o mundo dos espaços vetoriais e das integrais de Lebesgue.

  182. Marciano Diz:

    Br’er Kutz mal podia esperar para socar aquele boneco de carvão uma segunda vez, para forçá-lo a soltar o punho preso.
     
    Justamente o que sugeri, socar o olho ou o nariz, com a mão livre.
    Pegou esta também?
    Cabeçada no nariz ou joelhada nos bagos.
     
    Vocês estão traduzindo isto aqui:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Uncle_Remus :?:
     
    Br’er Rabbit (“Brother Rabbit”) is the main character of the stories, a likable character, prone to tricks and trouble-making, who is often opposed by Br’er Fox and Br’er Bear. In one tale, Br’er Fox constructs a lump of tar and puts clothing on it. When Br’er Rabbit comes along he addresses the “tar baby” amiably but receives no response. Br’er Rabbit becomes offended by what he perceives as Tar Baby’s lack of manners, punches it, and becomes stuck.
     
    O que isso tem a ver com paranormalidade ou espiritismo :?: :?: :?:
    MONTALVÃO, como eu mesmo sirvo de prova viva, nem todos os que vêm de Marte são verdes. A recíproca é verdadeira, pois o HULK não é marciano.

  183. Marciano Diz:

    Se você socar um boneco de piche, provavelmente a mão ficará presa, mas NESSE CASO, não recomendo outro soco, cabeçada ou joelhada.
    O que Uncle Remus tem a ver com paranormalidade?
    Joel Harris está escrevendo novas histórias no além?

  184. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Melhorou um pouquinho, porém psi continuou como sempre, a partir de Rhine, ou seja: tênue, incerta, incontrolada por quem supostamente a ostenta e sem utilidade prática (e sem garantia de existir)…”
    .
    Não foi “um pouquinho”, o salto foi extraordinário. E foi ainda maior quando se começou a trabalhar com uma população de sujeitos selecionada. É claro que saltos de 25% para 34% e para 40% com sujeitos selecionados pode ainda assim parecer pouco a olhos leigos em estatística…

  185. Marciano Diz:

    “The Tar-Baby is a fictional character in the second of the Uncle Remus stories published in 1881; it is a doll made of tar and turpentine used to entrap Br’er Rabbit. The more that Br’er Rabbit fights the Tar-Baby, the more entangled he becomes.
    In modern usage, “tar baby” refers to any “sticky situation” that is only aggravated by additional involvement in it.”
     
    WTF :?:

  186. Marciano Diz:

    Resolveram deixar de traduzir espiritismo ou paranormalidade para traduzir historinhas infantis mesmo?
    Eu aprovo.
    Uncle Remus é um personagem pouco conhecido aqui.
    Vamos transformar Joel Harris num novo Wilhelm ou Jacob Grimm.
    Essas historinhas são mais instrutivas do que as histórias paranormais ou espíritas.

  187. Marciano Diz:

    Por falar nisso, ontem foi aniversário de Charles Perrault, tido como o primeiro a colacionar esse tipo de histórias.
    Charles Perrault, né le 12 janvier 1628 à Paris où il est mort le 16 mai 1703, est un homme de lettres français, célèbre pour ses Contes de ma mère l’Oye.
     
    La Belle au bois dormant
    Le Petit Chaperon rouge
    La Barbe bleue
    Le Maître chat ou le Chat botté
    Les Fées
    Cendrillon ou la Petite Pantoufle de verre (« verre » étant la graphie exacte utilisée dans l’édition originale de 1697)21
    Riquet à la houppe
    Le Petit Poucet
    Confiram na wikipedia francesa.

  188. Marciano Diz:

    Nessas historinhas, tem sempre uma moral.
    Eu, de minha parte, adoro aquela da roupa do rei.
    Tem tudo a ver com pavões que preferem ver roupa invisível do que admitir que o rei está nu, que não há roupa nenhuma, é só vaidade de gente que não admite não conhecer qualquer assunto, por mais idiota que ele seja.

  189. Marciano Diz:

    Kejserens nye Klæder (não falo dinamarquês), A roupa nova do Rei ou Kaiser, coletada por Andersen.
     
    Resumo da história, segundo a wikipedia:
     
    “Um bandido, se fazendo passar por um alfaiate de terras distantes, diz a um determinado rei que poderia fazer uma roupa muito bonita e cara, mas que apenas as pessoas mais inteligentes e astutas poderiam vê-la. O rei, muito vaidoso, gostou da proposta e pediu ao bandido que fizesse uma roupa dessas para ele.
    O bandido recebeu vários baús cheios de riquezas, rolos de linha de ouro, seda e outros materiais raros e exóticos, exigidos por ele para a confecção das roupas. Ele guardou todos os tesouros e ficou em seu tear, fingindo tecer fios invisíveis, que todas as pessoas alegavam ver, para não parecerem estúpidas.
    Até que um dia, o rei se cansou de esperar, e ele e seus ministros quiseram ver o progresso do suposto “alfaiate”. Quando o falso tecelão mostrou a mesa de trabalho vazia, o rei exclamou: “Que lindas vestes! Fizeste um trabalho magnífico!”, embora não visse nada além de uma simples mesa, pois dizer que nada via seria admitir na frente de seus súditos que não tinha a capacidade necessária para ser rei. Os nobres ao redor soltaram falsos suspiros de admiração pelo trabalho do bandido, nenhum deles querendo que achassem que era incompetente ou incapaz. O bandido garantiu que as roupas logo estariam completas, e o rei resolveu marcar uma grande parada na cidade para que ele exibisse as vestes especiais. A única pessoa a desmascarar a farsa foi uma criança: “O rei está nu!”. O grito é absorvido por todos, o rei se encolhe, suspeitando que a afirmação é verdadeira, mas se mantém orgulhosamente e continua a procissão.”
     
    Passou na semana passada, em “Os Melhores Contos de Grimm”.
     
    Vamos incluir Joel Harris, pelo sistema de cotas.
     
    Por que só histórias de alemães e dinamarqueses?
     
    Vamos traduzir a história de Br’er Rabbit e suas desventuras com Tar BAby.

  190. Gorducho Diz:

    Br’er eu tinha traduzido como Malazarte (em casa tinha um livrinho fininho capa dura c/histórias do Pedro Malazarte que m/avó espírita as contava – que saudades…)
    TARBOY como pentelho
    :(
     
    Nada a ver c/paranormalidade; se trata de Bioastrologia e não Parapsicologia.

  191. Marciano Diz:

    Bem, como eu mesmo preconizo, as traduções devem criar imagens semelhantes àquelas criadas pelo texto original, mesmo que não tenham correspondência exata.
    Br’er, no caso, é brother e tar boy o boneco de alcatrão e terebintina.
    Embora seja chamado de tar boy, é feito de tar e de turpentine.
    E bioastrologia, embora não exista nem a astrologia, como ciência, é melhor do que astrobiologia, nome corrente para a ciência que busca indícios de vida em outros planetas, até agora em vão.

  192. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    VISONI: Fico feliz de ver que o inglês do Montavão (ou do tradutor que ele usa) está melhorando
    .
    CONSIDERAÇÃO: parceria produtiva entre mim e o Google…
    /
    /

    MONTALVÃO DISSE: “teria alguém esquecido de mencionar que essas “provas concretas” são a coleção de resultados ligeiramente acima da média em verificações estatísticas? ”
    .
    VISONI: Não, não esqueceram. Mas tais diferenças não são nada ligeiras. Uma diferença em ganzfeld de 25% para 34% é algo extremamente acima do que se esperaria (é claro que não espero que você, Montalvão, veja uma diferença de 9% como algo muuuuito acima devido à sua falta de conhecimento em estatística). E isso está claramente dito OFICIALMENTE no site da PA:
    .
    .
    “se não há telepatia, a expectativa do acaso nos permite prever que o alvo correto seria selecionados cerca de 1 em 4 vezes, para 25% de “taxa de êxito”. Depois de dezenas de tais experimentos, atualmente totalizando cerca de 700 sessões individuais conduzidas por cerca de duas dezenas de investigadores , no mundo inteiro, os resultados mostram que a imagem do alvo é selecionada, em média, 34% das vezes. Este é um resultado bastante significativo, sugerindo que a telepatia, pelo menos como operacionalmente definida nesta experiência, existe.”
    ./
    CONSIDERAÇÃO: várias considerações são cabíveis, algumas: 1) “dezenas de tais experimentos” seriam suficientes? Tá certo, vintena de pesquisadores é número razoável, mas não sabemos se a coisa é “certinha” conforme os apologistas nos querem fazer crer. Também, não sabemos a que “nesta experiência” o declarante se refere… menos ainda como foi a telepatia cá “operacionalmente definida”.
    .
    Embora substime meus miúdos conhecimentos, sei que, estatisticamente, 9% acima do acaso, dependendo do caso, é coisa pra caramba. Se considerar as ponderações de Dean Radin, ante sucessos poucos pontos além da casualidade, que informa da possibilidade daquilo ocorrer acidentalmente seria da ordem de trilhões para um, somos tentados a inferir que psi é realidade mais que provada.
     
    Felizmente, sabemos também que não devemos ceder facilmente à tentação, pois é isso que o diabo quer de nós.
     
    Então, em termos práticos se algo acontece 9% além da coincidência significa mesmo pouco mais que o casual. Insuficiente, portanto, para garantir coisa como telepatia agindo e mesmo que garantisse chegaria onde chegamos, ou seja: que psi, se existe, é “força” débil, incerta, etc.

  193. Marciano Diz:

    Tar baby deu origem a um neologismo, como consta acima.
    “In modern usage, “tar baby” refers to any “sticky situation” that is only aggravated by additional involvement in it.”
    It’s because the doll, made of tar and turpentine, sticks, and the more you try to get off it, the more it sticks.
    I can’t see any connection with “bioastrology”, as well.
    Is it one of the stories told by Harris, through his character Uncle Remus?
    I’m curious, just as the cats.

  194. Marciano Diz:

    Is it this one?
    http://www.shortstoryamerica.com/pdf_classics/harris_brer_rabbit.pdf
     
    Br’er rabbit and the tar baby
    Joel chandler harris
    One evening recently, the lady whom Uncle Remus calls “Miss Sally” missed her
    little seven-year-old. Making search for him through the house and through the
    yard, she heard the sound of voices in the old man’s cabin, and looking through the
    window, saw the child sitting by Uncle Remus. His head rested against the old
    man’s arm, and he was gazing with an expression of the most intense interest into
    the rough, weather-beaten face that beamed so kindly upon him. This is what
    “Miss Sally” heard:
    “Bimeby, one day, after Brer Fox bin doin’ all dat he could fer ter ketch Brer
    Rabbit, en Brer Rabbit bin doin’ all he could fer ter keep ’im fum it, Brer Fox say
    to hisse’f dat he’d put up a game on Brer Rabbit, en he ain’t mo’n got de wuds
    out’n his mouf twel Brer Rabbit come a-lopin’ up de big road, lookin’ des ez
    plump en ez fat en ez sassy ez a Moggin hoss in a barley-patch.
     
    Não formatei o texto, por falta de tempo.
    O personagem escreve assim porque é preto.
    Era como os pretos falavam inglês, e ainda falam.
    Aqui não tem isso.

  195. Marciano Diz:

    Yo, cos! Y’know wha’ I am sayin’? Got it, bro?
    High five, home boy!

  196. Marciano Diz:

    Nigga, homeys, dawg.
    Black English is a bit like scots.
    Way too hard to understand.
    By the way, the scots are white.

  197. Marciano Diz:

    Scots is the Anglic language variety spoken in Lowland Scotland and parts of Ulster (where the local dialect is known as Ulster Scots).[7] It is sometimes called Lowland Scots to distinguish it from Scottish Gaelic, the Celtic language which was historically restricted to most of the Highlands, the Hebrides and Galloway after the Middle Ages.
     
    African American Vernacular English (AAVE)—also called African American English (AAE); less precisely Black English, Black Vernacular, Black English Vernacular (BEV), or Black Vernacular English (BVE)—is a variety (dialect, ethnolect and sociolect) of American English, most commonly spoken today by urban working-class and largely bi-dialectal middle-class African Americans.[1] Non-linguists[2] often call it Ebonics (a term that also has other meanings and connotations).
    It shares a large portion of its grammar and phonology with the rural dialects of the Southern United States.[3] Several creolists, including William Stewart, John Dillard and John Rickford, argue that AAVE shares enough characteristics with African Creole languages spoken around the world that AAVE itself may be an English-based creole language separate from English;[4][5] however, most linguists maintain that there are no significant parallels,[6][7][8] and that AAVE is, in fact, a demonstrable variety of the English language,[9][10] having features that can be traced back mostly to the nonstandard British English of early settlers in the American South.[11]
    As with all linguistic forms, its usage is influenced by age, status, topic and setting. There are many literary uses of this variety of English, particularly in African-American literature.
     
    Textos da wikipedia, que não pode ser chamada de racista, pois é uma realidade o texto.
    Ademais, scots são brancos.
    Tarefa árdua, traduzir uma coisa dessas até para o inglês, que dirá para o português.

  198. Marciano Diz:

    O inglês falado pelos londrinos pobres e pelos imigrantes e seus descendentes é outra coisa do diabo (no sentido de que é de difícil compreensão até para um londrino).
    Aqui, o máximo que acontece é alguém falar favelês, como “tamu juntu”, aê, véio, vamu cumê um churrascu na lage?”
    É de fácil compreensão.

  199. Marciano Diz:

    Procurem pela gíria cockney.
    Jam jar, no lugar de car.
    Nada a ver com o inglês da BBC.

  200. Gorducho Diz:

    Bem, como eu mesmo preconizo, as traduções devem criar imagens semelhantes àquelas criadas pelo texto original
     
    Por isso tentativamente tentei traduzir Br’er por Malazartes, pois que m/parecem personagens algo semelhantes: malandros, cheios de artimanhas…
    TARBOY (ele escreveu assim) é uma situação desconfortável que se evita, fica-se enroscado – reformas previdenciárias são tar boy (baby) p/os políticos…
    Por isso associei que o Gauquelin seria um pentelhante na visão do Kurtz segundo o Rawlins.
    Mas aí vem o soco e a analogia (m/foge o termo certo agora…) de ficar grudado no boneco e se enrolar cada vez mais…

  201. Marciano Diz:

    http://www.kaplaninternational.com/blog/top-ten-must-know-cockney-rhyming-slang-phrases/
    1. Barney Rubble – ‘trouble’: “Are you making Barney Rubble again?”

    2. Baked Bean – ‘Queen’: “Look who’s on TV, it’s the baked bean!”

    3. Butcher’s Hook – ‘look’: “Let’s take a quick baker’s hook”

    4. Rabbit and pork – ‘talk’: “We sat for a while and had a good old Rabbit and Pork”

    5. Pirates of Penzance – ‘pants’: “I need some more Pirates of Penzance”

    6. Pig’s ear – ‘beer’: “I think I owe you a pig’s ear”

    7. Sausage and Mash – ‘cash’(money): “I forgot all my sausage and mash!”

    8. Trouble and strife – ‘wife’: “I had an argument with the trouble and strife last night”

    9. Dog and bone – ‘phone’: “What’s that ringing? Is it the dog and bone?”

    10. Half-inch – ‘pinch’ (steal): “I think someone’s half-inched my wallet!”
     
    Pra não dizer que não falei de língua de brancos.

  202. Marciano Diz:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Malasartes
    É, parece que foi uma boa analogia.

  203. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Gorducho Diz:
    Entenda, AMo: C, Java, HTML… são case sensitives.
    Gorducho Diz:
    ou melhor as entidades HTML, não as tags
    /.
    ACHO ENTENDI, tentei uma jogada facilitadora que complicou…

  204. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vitor Diz:
    MONTALVÃO DISSE: “só porque Hansen não declarou Rawlins achegado à superstição não significa que tal não seja deduzível. ”
    .
    VISONI: Não precisa deduzir isso, está dito EXPLICITAMENTE: “Rawlins entendeu que o método de Kurtz era falho e não estava convencido pelos dados”
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Então se a investigação de Rawlins confirmara Gauquelin caberia ao astrônomo rever rigorosamente os dados com que laborara. Mas, parece que o sujeito deslumbrou-se com a descoberta e garantiu a realidade do efeito Marte”
    .
    Pelo que entendi, quem coletou os dados foi Kurtz! O Rawlins apenas fez a análise em cima dos dados de Kurts. Só que a coleta dos dados do Kurtz é que era problemática, e aí a análise do Rawlins deu no que deu! Mas ele alertou o Kurtz que de a coleta dele tinha problemas: “Rawlins entendeu que o método de Kurtz era falho”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: os dados, parece-me, foram coletados em equipe… De qualquer modo, vou lhe conceder, ainda que provisoriamente, razão, visto que estou conjeturando em cima dos poucos dados disponíveis. Pode ser que a confusão tenha aspectos não conhecidos que, se trazidos à baila, conduza a reflexão para caminho diverso do por mim seguido. Tentarei achar material complementar que ajude a elucidar. Caso não encontre deixemos como está porque não se trata de ponto essencial na discussão.

  205. Contra o chiquismo Diz:

    Marciano, vou recorrer aos seus préstimos de tradutor… meu sonho é cantar essa música do Woodye… tem como saber que frase o cantor pronuncia dos 2:21 aos 2:34????
    .
    Só entendi “saaaay, saaaayyyyyy” – (digaaaaa, digaaaaaa).
    .
    Grato, me ajude a tirar onda e cantar com a turma do Woodye. :mrgreen:

  206. Contra o chiquismo Diz:

    Aqui Marciano:
    .
    .
    https://www.youtube.com/watch?v=aVBUmABkyZA

  207. Gorducho Diz:

    ACHO ENTENDI, tentei uma jogada facilitadora que complicou
     
    Disse-o bem: acho; mas, não, não entendeu o que eu lhe disse.
    CASE SENSITIVENESS
    Se deseja escrever o espaço em branco, tem que escrever como ele é:  
    não &Nbsp; como escreveu. Compreende :?:
    Se escrever corretamente, obterá
     
    Se escrever como escreveu, obterá
    &Nbsp;
     
    Agora, não é case sensitive no que concerne às tags, visto serem equivalentes e.g. <b> e <B>

  208. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “ACHO ENTENDI, tentei uma jogada facilitadora que complicou…”
    /.
    GORDUCHO: Disse-o bem: acho; mas, não, não entendeu o que eu lhe disse.
    CASE SENSITIVENESS
    Se deseja escrever o espaço em branco, tem que escrever como ele é:  
    não &Nbsp; como escreveu. Compreende :?:
    Se escrever corretamente, obterá
    /.
    CONSIDERAÇÃO: entendi sim: você não entendeu minha jogada “facilitadora”, nem poderia, óbvio. Fiz o seguinte, joguei no word, onde redijo minhas ponderações, na opção “autocorreção” o comando: “e,,”, o qual, ao ser teclado automaticamente seria substituído pelo código html de espaço. A substituição ocorre numa boa, mas o programa insiste em por o “n” do comando em maiúscula, o que invalidou minha jogada “facilitadora”…
    .
    Desentendeu agora?

  209. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Então, em termos práticos se algo acontece 9% além da coincidência significa mesmo pouco mais que o casual. Insuficiente, portanto, para garantir coisa como telepatia agindo e mesmo que garantisse chegaria onde chegamos, ou seja: que psi, se existe, é “força” débil, incerta, etc.”
    .
    Quando selecionamos a população trabalhando apenas com pessoas artísticas saltamos de 34% para 40%. Como a ÚNICA variável que mudou no experimento foi o tipo de pessoa selecionada, CONCLUÍMOS que:
    .
    a) o índice MUITO ACIMA do esperado pelo acaso NÃO se deve a qualquer falha metodológica (já que não houve qualquer mudança na metodologia, criada em conjunto com os céticos, aliás)
    .
    b) o aumento no índice NECESSARIAMENTE se deve a algo na psicologia dos sujeitos selecionados (já que, mais uma vez, foi essa a ÚNICA variável alterada). Trata-se, PORTANTO, de uma FACULDADE HUMANA, MENTAL, que consegue TRANSMITIR a IMAGEM ESCOLHIDA. Isso é PSI, que pode agora, portanto, ser considerada como PROVADA, tanto pelos resultados estatísticos, como pela variação dos experimentos que isolaram tal variável.

  210. MONTALVÃO Diz:

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    /
    #6A5ACD
    “Não foi só centro espírita que me deu “provas” de espíritos, tive experiencias pessoais, entre elas, acordei certa vez, com um aperto na cabeça, como uma fivela ou cinta de metal, com uma voz, no centro, no meio da cabeça, não nos ouvidos. Bem baixinha, a ponto d’eu ter que parar de respirar pra ouvir. A voz perguntou:
    - “ta me ouvindo?”
    - Sim, pode falar, respondi. Era minha avó materna. O diálogo durou cerca de 1 minuto.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: este é o tipo de experiência que satisfaz o experienciador (e aqueles que acatam a interpretação do vivido), mas não atende os reclamos de prova objetiva. Quem ouve o depoimento pode, se for achegado ao místico, entender que houve contato entre morto e vivo. Quem esteja cioso de que mortos não comunicam achará outras explicações, desde que o testemunhante esteja fantasiando até que tenha experienciado alucinações ou algum distúrbio do sono.
     
    O modo concreto de confirmar se mortos interagem com vivos é pô-los sob verificação específica, em que suas presenças sejam firmemente demonstradas. Experiências pessoais, mesmo as mais instigantes, são insuficientes para o mister.
    ./
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    “Fenômenos existem, na pior das hipóteses, fui o elo entre eles.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: lembro do tempo em que frequentava igrejas evangélicas. Nalgumas dizia-se que para o crente ser crente de verdade precisava ser “batizado no espírito santo”. E qual era a prova de que o batismo acontecera? Era falar em línguas, línguas estranhas. Muitas vezes via mocinhas chorando desesperadas porque não conseguiam expressar-se nas tais línguas. Alguns rapidamente davam conta da empreitada e falavam à vontade. Para os que não conseguiam a receita era muita reunião de oração, onde as emoções extravassavam por inteiro. Nesse clima dificilmente alguém deixava de obter o dom buscado.
     
    O que quero dizer com essa ilustração? Simples, o fato é que quem acredita e procura acha. Se se buscar reencarnação ocorrerão lembranças de outras vidas. Se o procurado é contato com espíritos, experiências pessoais, como a do relatante acima, ou psicografias reconhecidas provindas de falecidos atenderão ao desejado. Quem almeja ser visitado pelo espírito santo em pouco tempo cairá no solo sob a ação divina. Até mesmo se alguém quiser falar com o diabo vai acabar conseguindo, conforme garantem diabologistas.
    .
    Infelizmente, essas experiências só convencem os que nela acreditam. Como demonstrações da real ação de entes espirituais na natureza são de todo insatisfatórias.

  211. MONTALVÃO Diz:

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    /
    “Quando selecionamos a população trabalhando apenas com pessoas artísticas saltamos de 34% para 40%. Como a ÚNICA variável que mudou no experimento foi o tipo de pessoa selecionada, CONCLUÍMOS que:[...]”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: concluímos que o Visoni insiste em defender suposição que nem seus pares prolatam. A ideia de que “artistas”, uma classificação muito vaga, seja constituída de bons espécimes produtores de psi beira o desvario.
    .
    Mas, se tiver exemplos concretos de que a pesquisa psi geral teoriza que seja dessa maneira, por favor, exemplos esclarecedores…

  212. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Mas, se tiver exemplos concretos de que a pesquisa psi geral teoriza que seja dessa maneira, por favor, exemplos esclarecedores…”
    .
    Sem problema! Veja o final da página 73 e início da 74 desse artigo:
    .
    https://koestlerunit.files.wordpress.com/2015/06/dalton-19971.pdf

  213. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” A ideia de que “artistas”, uma classificação muito vaga, seja constituída de bons espécimes produtores de psi beira o desvario.”
    .
    Apenas como curiosidade, o Baccelli defende a mesma ideia, no livro “A Escada de Jacó”:
    .
    tudo que nos induz à introspecção, como, por exemplo, o complexo de culpa, amplia a nossa capacidade extra-sensorial.
    - E não apenas extra-sensorial, não é?
    - Emocionalmente, tornamo-nos mais suscetíveis; os músicos, os escritores, os poetas, enfim, os artistas de maneira geral…
    - Os pintores, os místicos…

    .
    Pelo menos alguma coisa a mediunidade dele acertou…

  214. MONTALVÃO Diz:

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    VISONI: Pelo que entendi, quem coletou os dados foi Kurtz! O Rawlins apenas fez a análise em cima dos dados de Kurts. Só que a coleta dos dados do Kurtz é que era problemática, e aí a análise do Rawlins deu no que deu! Mas ele alertou o Kurtz que de a coleta dele tinha problemas: “Rawlins entendeu que o método de Kurtz era falho”
    /.
    MONTALVÃO: os dados, parece-me, foram coletados em equipe… De qualquer modo, vou lhe conceder, ainda que provisoriamente, razão, visto que estou conjeturando em cima dos poucos dados disponíveis. Pode ser que a confusão tenha aspectos não conhecidos que, se trazidos à baila, conduza a reflexão para caminho diverso do por mim seguido. Tentarei achar material complementar que ajude a elucidar. Caso não encontre deixemos como está porque não se trata de ponto essencial na discussão.
    /
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    CONSIDERAÇÃO: em relação ao artigo do Hansen, digo que não atende os interesses aqui correntes, de avaliar alegações da realidade do paranormal. Um dos objetivos (o principal) do autor foi mostrar que o CSICOP tem má-vontade para com as pesquisas psi, nas quais não acharia nada de produtivo.
     
    Por outro lado, no que diz respeito ao “efeito Marte” que, em minha avaliação, considerei o Hansen achegado a superstições e o Rawlins igualmente, tenho que rever esse ponto de vista por completo.
     
    Pesquisando outros artigos, de outros autores, compreendi que o vilão da história foi realmente o Kurtz que, tudo indica, trata-se de sujeito impositivo, cuja política de ação seria “destruir” as falsas crenças, principalmente a crença no paranormal.
     
    Não que o objetivo seja condenável, entretanto os métodos provavelmente o sejam.
     
    Tentei achar manifestação provinda dos do CSICOP, não fui feliz: cotejar as opiniões das partes é boa maneira de avaliar o assunto. Consultei o flim-flam de Randi, mas nele não há referência ao desacerto, e nada achei publicado pela entidade dando sua versão do acontecido (pode ser que haja, mas não localizei).
     
    O André Luiz, autor do artigo a respeito de Chalmers, há pouco publicado, é autor do texto: “É o CSICOP defensor da racionalidade?”, em que constam informações interessantes. Na wikipedia, sob o título: “Comitê para a Investigação Cética” também há esclarecimentos produtivos. Ao final deste comentário apresento artigo que me pareceu elucidativo. Embora escrito por adepto da astrologia me soou corretamente informativo.
     
    É claro que a absolvição do Rawlins e do Hansen, nessa questão, inaltera o fato de que a pesquisa psi pouco apresenta de consistente, muito menos evidência satisfatória de que a “força” seja realidade (nada obstante a PA e o Visoni garantirem o contrário, mas deles não se esperaria manifestação diferente).
     
    Então, admito, o Visoni está correto: a desavença deveu-se à atitude do Kurtz, que foi pouco profissional e, provavelmente, até mentiu para manter sua opinião em predomínio. Nada pois que indicasse ser o Rawlins e o Hansen achegados à superstições.
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    Confiram no artigo que segue (meio grandinho, mesmo assim acho vale ser lido):
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    =====================.
    CSICOP e o sTARBABY
     
    A astrologia sempre incomodou. Desde a sua pré-adolescência no mundo helenista até os dias de hoje, nunca foi unanimidade. Defendida por uns, atacada por outros, atrai polêmicas, discussões acaloradas e a indignação irada de quem não se conforma com tão longeva existência. A muitos causa espanto estar viva e atuante no mundo racionalista e materialista de nossos dias. Presume-se que ela seja incompatível com a razão e com o mundo material, como se, por essência, pertencesse à esfera do irracional e místico. As investidas que vem sofrendo são duras, e como não atingem o objetivo pretendido, que é riscá-la de uma vez por todas da vida cultural do Ocidente, às vezes a dureza dá lugar àquele tipo de astúcia cultivada por pessoas para quem a ética é apenas um estorvo.
     
    Alguns indivíduos do meio acadêmico não suportam a idéia de que uma boa parte da humanidade seja religiosa e se deixe orientar pela crença numa realidade espiritual ou sobrenatural. Para eles essa atitude é irracional, e mais do que isso, perigosa. Com o objetivo de proteger bilhões de pessoas desse mal que é a religião e seus correlatos: doutrinas místicas, ocultismo, esoterismo, e no meio de tudo isso também a parapsicologia e a astrologia, tomam para si a missão de empreender uma verdadeira cruzada contra a fé ingênua e supersticiosa desses “pobres ignorantes”. Alegam os esclarecidos senhores – a grande maioria é do sexo masculino – que a ciência é o único árbitro da verdade.
     
    E de todas essas “superstições”, parece que a mais temível e danosa à razão humana é a astrologia. Tanto é assim que, na década de 70, um sujeito de nome Paul Kurtz, editor do periódico The Humanist, publicou na edição de setembro/outubro de 1975 o manifesto “Objeções à Astrologia”, com a assinatura de 186 cientistas, alguns dos quais eminentes. Ah, sim, antes que me esqueça, Kurtz era um professor de filosofia. Alguns viam talento naquilo que ele escrevia, outros chegaram a compará-lo, como filósofo, a Shirley MacLaine. Mas ninguém duvida de sua enorme aptidão para marketing e negócios. Provavelmente começou na carreira errada, mas depois corrigiu.
     

    Nessa época, porém, tanto a revista quanto o editor não tinham qualquer expressão, mas Kurtz enviou o tal manifesto para quase todos os jornais dos Estados Unidos e do Canadá. Saiu até no New York Times, especialmente por causa dos nomes de alguns cientistas famosos que assinaram o Objeções. Foi esperto, o filósofo. Assim começou a atrair a atenção da mídia e no ano seguinte, 1976, nascia a criatura: The Committee for the Scientific Investigation of Claims of the Paranormal (Comitê para a Investigação Científica de Alegações de Paranormalidade), mais conhecido por CSICOP. O nome parece dizer tudo sobre seus objetivos. Mas apenas parece. Antes de explicarmos por que o CSICOP está longe de ser o que o nome sugere, ou melhor, afirma, é fácil demonstrar que a chave do seu significado está no acrônimo.
     

    O nome do Comitê é construído de tal modo a formar, no acrônimo, a palavra cop, que em inglês significa tira, policial, como em Robocop, o tira robô. Aqui trata-se de os tiras, os autointitulados “policiais” da ciência. Aqueles que, imbuídos de “autoridade”, cuidam da vigilância, para que ninguém possa agir contra alguma lei, que no caso é a vontade autoritária desses indivíduos. Eles determinam o que é verdadeiro e o que não é, e a sociedade, claro, deve obedecer. É verdade que alguns de seus membros originais, como o sociólogo Marcello Truzzi, que depois deixou o Comitê, pretendiam promover o debate e a pesquisa em torno do tema, mas outros, como Kurtz, Martin Gardner e James Randi queriam mesmo era uma presença agressiva nos meios de comunicação e o desmascaramento de “impostores”. Não desejavam o debate, pois já tinham uma posição pré-estabelecida, fanática e inarredável.
     

    As idéias de seus membros apareciam na publicação oficial do comitê, o Skeptical Inquirer, que sistematicamente apresentava os fenômenos paranormais e a astrologia como perigosos para a ciência e para a sociedade. Freqüentemente recorria-se à ridicularização e à ofensa grosseira a pessoas envolvidas nesses temas, e quase sempre só um dos lados tinha voz, aquele que interessava aos propósitos do CSICOP. O tom e o estilo da revista eram totalmente estranhos à postura científica que tanto defendia.
     

    O Desafio
     

    Houve, porém, uma única vez em que o CSICOP de fato se dispôs a realizar um experimento científico, e como não poderia deixar de ser, em tom de desafio. E o desafiado, ninguém menos que o nosso já conhecido Michel Gauquelin e seu polêmico Efeito Marte, de que já tratamos no artigo A Pesquisa de Michel Gauquelin (1928-1991). Só para recordar, Gauquelin dividiu a esfera celeste em 12 setores e descobriu, entre outras coisas, que 22% dos indivíduos de uma amostra de 2088 atletas europeus campeões nasciam quando Marte ocupava os setores 1 e 4. A probabilidade esperada seria de 17%, o que, dado o tamanho da amostra, é uma diferença bastante significativa em termos estatísticos. A chance do resultado ser obra do acaso é de um para alguns milhões.
     

    A acirrada polêmica em torno desses resultados num determinado momento envolvia, de um lado, o casal Gauquelin e de outro, Paul Kurtz, George Abell, astrônomo, e Marvin Zelen, bioestatístico, todos do CSICOP. No calor da batalha, em meio a críticas e refutações, Zelen, que não confiava na amostra de Gauquelin, teve a infeliz idéia de fazer um teste definitivo: verificar, num novo grupo de controle, se a distribuição de Marte para a população média seria realmente de 17% naqueles dois setores. Caso se aproximasse de 22%, o valor encontrado por Gauquelin, estaria invalidado o Efeito Marte. Segundo Zelen, “Agora temos um método objetivo para corroborar ou refutar…”
     

    Ótimo. Então o caso estaria resolvido com um experimento relativamente simples. Zelen era estatístico e muito provavelmente sabia o que estava propondo. Um dos membros do Conselho, entretanto, mostrou-se bastante preocupado. Era Dennis Rawling, astrônomo, que mais tarde escreveria o acachapante artigo sTARBABY para a revista Fate, denunciando a farsa em que se transformara todo esse caso envolvendo o Efeito Marte. Rawling não concordava com os argumentos que estavam sendo apresentados, já detectara alguns erros e previa problemas, pois tudo indicava que pelo menos os cálculos de Gauquelin eram corretos. Embora também um cético, ele não via como provar o contrário. Sendo assim, por que arriscar a reputação do CSICOP?
     

    Quase um ano depois, de acordo com o relato de Rawling, Abell ainda não havia reproduzido e verificado os cálculos originais de Gauquelin. A tarefa lhe parecia intrincada. Referindo-se à dificuldade do colega, Rawling escreveu: “Sua análise…baseava-se num almanaque fornecido pelo Observatório Naval dos Estados Unidos, que apresentava uma listagem das longitudes celestes de Marte num intervalo fixo. Em vez de usar a trigonometria esférica para converter as posições de Marte em coordenadas equatoriais (conforme exigia o experimento de Gauquelin), Abell persistia com as coordenadas eclípticas do programa do ONEU”.
     

    Nessa altura, também Marcello Truzzi, então editor da Skeptical Inquirer, começava a discordar de artigos que insistiam em explicações demográficas para o Efeito Marte. Gauquelin já desmontara todos esses argumentos. Mas o trio Kurtz, Abell e Zelen não desistia. Rawlins até já redigira explicações matemáticas demonstrando os erros dos colegas céticos.
     
    (continua)

  215. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    (continuação)
    .
    Como são espertinhos!
     

    O experimento, portanto, basicamente resumia-se em formar um novo grupo de controle, reunindo pessoas comuns nascidas na mesma época e na mesma região dos atletas campeões. Primeiramente, Zelen queria utilizar apenas 100 ou 200 casos da amostra original de campeões, a partir dos quais seria localizado o grupo de controle. Mas essa subamostra era pequena demais para detectar o efeito em causa. É claro que Gauquelin não aceitou, apresentando evidências matemáticas da incorreção estatística que resultaria desse procedimento.
    Por uma questão de viabilidade prática, acordou-se que um subgrupo de 303 campeões seria suficiente. Essa amostra acabou gerando 16.756 não-atletas como grupo de controle. Zelen procedeu a um rigoroso exame dos dados e encontrou os seguintes valores: 16,4% para o grupo de controle e 21,8% para os 303 atletas campeões, conforme indicava a previsão de Gauquelin. Assunto encerrado? De jeito nenhum.
     

    Num artigo publicado pelo Zetetic Scholar de dezembro de 1982, Richard Kammann, professor de psicologia da Universidade de Otago, Nova Zelândia, dizia o seguinte: “Não há dúvida quanto à inquestionável vitória dos Gauquelin em relação ao efeito Marte – entre 16.756 pessoas comuns, Marte esteve nos setores 1 e 4 em 16,4% de seus nascimentos, conforme o esperado, enquanto para 2.088 esportistas campeões europeus Marte ocupou esses setores em 21,6 % dos nascimentos, uma diferença totalmente fora da esfera do mero acaso.
     

    O que fez então o trio de “céticos”? Ora, a única coisa que estava ao seu alcance depois dessa fragorosa derrota: recorreu à astúcia capciosa. Dividiram a amostra de 303 campeões, que já era uma subamostra, em cinco subgrupos, segundo a região específica de origem e as fontes dos dados. Dessa maneira, apenas um subgrupo obteve resultado estatisticamente significativo, o restante não atingiu o mínimo. Reduzindo drasticamente o tamanho da amostra, o efeito Marte, obviamente, desaparecia. O próprio Michel Gauquelin, seis meses antes, já demonstrara que isso eliminaria o efeito planetário.
     

    Os céticos se fizeram de desentendidos e passaram a apontar as “disparidades” e “anomalias” do experimento. Não satisfeitos com os malabarismos que fizeram, removeram os campeões do sexo feminino de uma das sub-subamostras e as mulheres do grupo de controle, tornando ainda menos significativo o resultado. O procedimento em si era uma verdadeira aberração estatística, uma ofensa à ciência! De nada valeram as advertências de Rawlins, ele mesmo um especialista em movimento planetário, e de Elizabeth Scott, professora de estatística da Universidade da Califórnia, em Berkeley, preocupados com as conseqüências para a reputação do CSICOP.
     

    sTARBABY
     

    O principal relato sobre os bastidores dessas peripécias e seus desdobramentos foi apresentado por Dennis Rawlings num artigo que escreveu para a edição de outubro de 1981 da revista Fate, uma publicação especializada em paranormalidade, new age e temas do gênero. O texto é um ataque feroz, um verdadeiro tomahawk dirigido aos antigos colegas de CSICOP, denunciando a prática de alguns desses senhores, especialmente o grande líder, Paul Kurtz, no tratamento da questão que envolve o incômodo Efeito Marte. Rawlings então já havia sido defenestrado do CSICOP e estava tremendamente irritado com a situação. Não deixou por menos. Entregou o ouro bem no campo do inimigo.
     

    É interessante esclarecer o significado do título dado ao artigo original: sTARBABY. Rawlins faz aqui um divertido jogo de palavras em inglês. No sentido mais aparente, starbaby significaria algo como “filho das estrelas” ou o “bebê das estrelas”. Mas, no título, a palavra começa grafada com um “s” minúsculo e com as letras seguintes todas em maiúsculo, enfatizando uma segunda palavra: TARBABY. Ora, tarbaby é o nome do boneco de piche (tar é alcatrão, piche) de uma história infantil de J.C. Harris. O personagem principal, Brer Rabbit, cada vez que golpeava o boneco, ficava ainda mais grudado e preso ao piche, uma substância altamente viscosa e pegajosa. É a própria situação dos Três Patetas do CSICOP: quanto mais procuravam destruir a teoria de Gauquelin, mais se enredavam nos próprios erros e trapalhadas, sem poder livrar-se daquele terrível visgo estelar.
     

    Tudo ficaria ainda pior depois que Kurtz, Zellen e Abell, embaralhados com a amostra européia, resolveram realizar um teste independente com esportistas campeões nascidos nos Estados Unidos. Trombetearam a nova aventura “científica” na edição de novembro/dezembro de The Humanist. Acertaram os detalhes com Gauquelin (cuja infinita paciência parecia inabalável) num encontro realizado em julho de 1977. Os céticos sabiam o que teriam de fazer e como conduzir o experimento segundo parâmetros aceitos por ambos os lados.
     

    Os dados para o novo teste norte-americano seriam coletados pelo próprio CSICOP. Mas insatisfeito com Abell, que demorava em agir, Kurtz pede ajuda a Rawlins e diz a ele que dessa vez queria dar uma olhada nos resultados antecipadamente, para ver o que iria acontecer. Kurtz enviava os dados e Rawlins calculava as posições de Marte. Após o cálculo de 120 nomes de atletas, os setores 1 e 4 acumulavam 22% da amostra. Novamente aquele número maldito. Kurtz liga para Rawlins para saber do andamento dos dados e ouve a má notícia. É Rawlins quem nos conta:
     

    Ele soltou um gemido. Enfatizei que o tamanho da amostra era muito pequeno para que o resultado fosse estatisticamente significativo. Ele não se consolou com essa observação. Perguntei se ele tinha certeza de que se tratava de uma amostra correta. Ele disse que sim, então lhe assegurei que a contagem reverteria a uns 17% à medida que a amostra aumentasse…a não ser que as alegações astrológicas fossem verdadeiras, o que eu certamente não acreditava. No entanto, ele continuou falando com a voz atormentada, como alguém perturbado por um demônio que não queria ir embora.
     

    No dia 8 de junho de 1978, Rawlins concluía seu trabalho e enviava um relatório para Kurtz com os resultados de 325 atletas. Pouco depois, Kurtz ligava para dizer: “Opa, acidentalmente esquecemos de muitos nomes… eles serão enviados imediatamente para os cartórios de registros dos estados e receberemos as datas de nascimento ainda neste verão.” No final do verão chegaram mais 82 nomes, totalizando 407. Com esses últimos dados, o resultado final não foi de 22% nem 17%, mas, curiosamente, de 13,5% para os setores críticos 1 e 4, portanto derrubando o Efeito Marte. O próprio Abell achou que os cálculos deviam estar errados ou que a amostra tinha sido adulterada. Rawlins respondeu: “A amostra veio de Kurtz.”
     

    Não podemos esquecer que Rawlins estava também interessado num resultado negativo para Gauquelin e a astrologia. Apesar de sua revolta contra as manipulações de seus colegas, no artigo sTARBABY ele não questiona abertamente a subamostra final de 82 nomes, que acaba produzindo um Efeito Marte negativo, pois bem abaixo do esperado 17% e muito aquém dos 22% que até então vinham ocorrendo. Mas também não a endossa com entusiasmo. Fica nas entrelinhas um silêncio.
     

    Os acréscimos foram feitos sem o conhecimento de Gauquelin, que obviamente suspeitou de uma fraude. Mas Kurtz ignorou as queixas do estatístico francês. É compreensível. Como explicar que os 120 primeiros nomes confirmam o resultado pró-Gauquelin, de 22%, Kurtz fica furioso, e depois disso há uma misteriosa queda para 13,5%? Resultado, aliás, altamente improvável, mas no sentido oposto. Na verdade, Kurtz não cumprira os principais critérios combinados com Gauquelin: o grau de excelência dos atletas e a inclusão, na amostra, somente de indivíduos nascidos mediante parto natural.
     

    Obsessão e condenação a priori
     

    O cientificismo fundamentalista do CSICOP, somado à incompetência e falta de ética de alguns de seus membros, principalmente seu fundador e presidente, já condenara a astrologia antes mesmo de qualquer experimento. Para eles, somente a ciência pode arbitrar sobre o que é ou não é verdadeiro, uma presunção no mínimo pueril. A ciência moderna, em nome da qual falam esses senhores, nem sequer se apresenta, na figura de seus representantes mais esclarecidos, como um discurso sobre a verdade, e sim como uma tentativa de modelização da realidade. Por certo, a mais eficaz até hoje realizada, mas sempre incompleta, sempre aberta a questionamentos e revisões.
     

    Irônico que Paul Kurtz tenha escrito um livro com o título Fruto Proibido: A Ética do Humanismo e que tenha sido presidente de uma tal União Internacional Humanista e Ética. O fundador do CSICOP despreza qualquer ética, joga pesado e age segundo uma obsessão perturbadora. Não obstante, é hábil em aliciar algumas figuras importantes da ciência, que fora de suas especializações apenas engordam o argumento falacioso da autoridade, prestando um desserviço à razão. Kurtz parece não se deter diante de nada para atingir seus objetivos, é extremamente autoritário e não admite que a mídia apresente matérias relativas à paranormalidade, medicina alternativa e saberes alternativos de um modo geral, de uma forma que ele considere favorável a essas práticas.
     

    Em 1997 o Conselho para a Integridade da Mídia, órgão do CSICOP que tem por objetivo impedir que assuntos como OVNIs, astrologia, parapsicologia, esoterismo, etc. sejam apresentados de um modo tal que desagrade à ideologia cientifascista do sr. Paul Kurtz e colegas, anunciava uma campanha para a criação de um Fundo de Ações da Mídia (Media Stock Fund). Traduzindo, queriam dinheiro dos associados para comprar ações de empresas como CBS, NBC, Fox, ABC, AOL/Time Warner e outras, pretendendo assim obter poder como acionista para influenciar no conteúdo da programação. Veja só até que ponto chega a obsessão de pessoas que dispõem de muito tempo ocioso e que rejeitam a democracia e a livre expressão do pensamento. Como sua história demonstra, Kurtz não deseja um debate objetivo e equilibrado sobre esses temas. Simplesmente quer bani-los da mídia ou ridicularizá-los.
     

    É claro que defendemos uma postura crítica diante das alegações das chamadas ciências alternativas ou paralelas, astrologia inclusive, e de qualquer ciência enfim. É preciso apenas deixar bem claro o que é atividade científica, racional, e o que é crença mística ou religiosa, e que esta última tem todo o direito de se manifestar e organizar seu discurso sobre a realidade.
     

    Texto do colega Mauro silva que, como eu, é um dos poucos que defende o estudo sério da Astrologia como ciência, através do método científico e estudos estatísticos.
    ——————————————————————————–
    Bibliografia
    • HANSEN, George P. CSICOP and the Skepitcs: An Overview. The Journal of the American Society for Psychical Research, 86, janeiro 1992.
    • KAMMANN, Richard. The True Disbelievers: Mars Efffect Drives Skeptics to Irrationality. Zetetic Scholar, 10, dezembro 1982, pp. 50-65. (Disponível em http://www.psicounsel.com/starbaby.html
    • RAWLINS, Dennis. sTARBABY. Fate, outubro 1981, pp 67-98. (Disponível em http://www.discord.org/~lippard/kammann.html
    • WEST, John Anthony. Em Defesa da Astrologia. São Paulo: Siciliano, 1992.
    http://www.deldebbio.com.br/2009/10/29/csicop-e-o-starbaby/

  216. Marciano Diz:

    When you do it, go save your way, I will give you just, just, just, just :?:
    É o que eu entendo.
    Ouvi 3 vezes.
    O woody sacaneia todo mundo, inclusive eu.

  217. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, se tiver exemplos concretos de que a pesquisa psi geral teoriza que seja dessa maneira, por favor, exemplos esclarecedores…”
    .
    VISONI: Sem problema! Veja o final da página 73 e início da 74 desse ARTIGO:
    .
    https://koestlerunit.files.wordpress.com/2015/06/dalton-19971.pdf
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o texto (que é parte de livro, não artigo isolado) fala do ganzfeld, experimento que testa especificamente telepatia. Então, mesmo se aceitarmos, sem qualquer resquício de crítica, os devaneios dos parapsicólogos, conceberíamos que músicos são bons telepatas. Acontece que, se fossem, obviamente haveria evidências espontâneas do “poder” em manifestação e dessas experiências haveriam comentários, coisa do tipo: “eu estava precisando falar urgentemente com fulano e não tinha como localizá-lo, pouco tempo depois ei-lo que surge e me indaga: queria falar comigo?”. Eventos desse tipo seriam corriqueiros entre músicos e pouco comuns no restante da humanidade…
    .
    Além disso, o que o autor pontifica são as condições para que a telepatia flua pujante e generosa que, na avaliação que faz, ocorre em 40% dos casos, mais ou menos. Essas condições incluem diversos fatores, dentre os quais, possuir inclinação artística seria um deles.
    .
    Poderíamos inferir que músicos sejam bons telepatas, mas maus (ou banais) expressadores de clarividência e PK, o que parece um tanto contraditório, visto que a PES e PK (principalmente a primeira) teriam suas manifestações amarradas (quem fosse telepata seria clarividente, já que seriam faces da mesma “força”).
    .
    Por fim, como geralmente essas discussões são recorrentes, sugiro que reexamine conversa havida anteriormente, no tópico “INVESTIGANDO O ACERTO E A PRECISÃO DA ALEGADA ESCRITA MEDIÚNICA: UM ESTUDO DE CASO DAS CARTAS DE CHICO XAVIER”, em que o assunto foi exaustivamente tratado.
    /
    /

    Vitor Diz: .
    Apenas como curiosidade, o Baccelli defende a mesma ideia, no livro “A Escada de Jacó”:
    .
    “tudo que nos induz à introspecção, como, por exemplo, o complexo de culpa, amplia a nossa capacidade extra-sensorial.
    - E não apenas extra-sensorial, não é?
    - Emocionalmente, tornamo-nos mais suscetíveis; os músicos, os escritores, os poetas, enfim, os artistas de maneira geral…
    - Os pintores, os místicos…”
    .
    Pelo menos alguma coisa a mediunidade dele acertou…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nem nisso, Bacelli amplia o escopo ao dizer “tudo que nos induz à introspecção”, o que vai bem além dos músicos e artistas em geral; e destaca o complexo de culpa como fomentador de psi, concorda com isso?

  218. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “o texto (que é parte de livro, não artigo isolado)”
    .
    É ARTIGO! Ele simplesmente está DENTRO do European Journal of Parapsychology, e não dentro de um livro.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Então, mesmo se aceitarmos, sem qualquer resquício de crítica, os devaneios dos parapsicólogos, conceberíamos que músicos são bons telepatas. Acontece que, se fossem, obviamente haveria evidências espontâneas do “poder” em manifestação e dessas experiências haveriam comentários, coisa do tipo: “eu estava precisando falar urgentemente com fulano e não tinha como localizá-lo, pouco tempo depois ei-lo que surge e me indaga: queria falar comigo?”. Eventos desse tipo seriam corriqueiros entre músicos e pouco comuns no restante da humanidade…”
    .
    OH MEU ZEUS!! MAS OCORRE EXATAMENTE ISSO!!!!
    .
    http://www.sheldrake.org/research/telepathy/a-filmed-experiment-on-telephone-telepathy-with-the-nolan-sisters
    .
    The present experiment was carried out in an attempt to replicate the telephone telepathy phenomenon for a television show called “Are You Telepathic?” made by 20/20 Productions and broadcast in the UK on Channel Five Television on June 19, 2003. The participant and her four callers were sisters, who had for years worked together in a girl band, the Nolan Sisters, popular in the UK in the 1980s.”
    .
    Rupert Sheldrake (RS) and the five of the Nolan sisters, Anne, Maureen, Linda, Denise and Colleen, met in a basement bar in Poland Street, Soho, in the late morning. The bar was rented specially for this purpose, and was not open to the public at the time.
    .
    On camera, RS explained to the Nolan sisters how the experiment would be conducted. All were familiar with stories about telephone telepathy and most had had apparently telepathic experiences themselves. Only Anne was sceptical about their reality.
    .
    Out of the 12 trials, Colleen correctly identified who was calling in 6 (p = 0.05, both by the binomial and the chi-squared tests).
    .
    Colleen’s scores with her four callers are shown in Table 2. The lowest success rate was with her eldest sister, Anne, who was sceptical about telephone telepathy. With Linda, who described herself as Colleen’s favourite sister, she was right in both trials; with Denise and Maureen her success rate was 50%. However, she said “Linda” four times altogether, and was wrong twice, and said “Maureen” five times, and was wrong four times. Although she said “Anne” only once and “Denise” twice, she was right each time she said these names.
    .
    The positive result could simply have arisen by chance, but the odds against this explanation are 20:1. The effect observed here was consistent with previous experiments on telephone telepathy (Sheldrake & Smart, 2003a, b), and closely replicates them.

    .
    Vídeo de 5 minutos aqui: https://www.youtube.com/watch?v=G3JBmfnclVk&feature=youtu.be
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Bacelli amplia o escopo ao dizer “tudo que nos induz à introspecção”, o que vai bem além dos músicos e artistas em geral; e destaca o complexo de culpa como fomentador de psi, concorda com isso?”
    .
    Parece que ele está certo aí também. Leia o artigo de André Pércia de Carvalho disponível em http://www.alipsi.com.ar/rapp/05-94/carvalho.pdf, ele diz, na página 6, que nos casos de combustão espontânea que ele estudou, muitos dos prováveis epicentros se sentiam incriminados (em espanhol “inculpado” quer dizer “incriminado”, e não “sem culpa”, não vá confundir!), e um dos agentes abertamente admitiu seu sentimento de culpa. Essa característica do complexo de culpa como fomentador de psi parece ser encontrada apenas em casos espontâneos de poltergeists, já que não seria ético aumentar o complexo de culpa do paciente em laboratório para fazer psi eclodir.

  219. Contra o chiquismo Diz:

    Marciano Diz:
    JANEIRO 14TH, 2016 ÀS 5:18 PM
    When you do it, go save your way, I will give you just, just, just, just :?:
    É o que eu entendo.
    Ouvi 3 vezes.
    O woody sacaneia todo mundo, inclusive eu.
    .
    .
    Eu entendia algo como …
    “When your d’ window say away, and you day , say! Saaaayyyyy!! So why?
    .
    .
    Caraca, eu tenho que arrumar um amigo americano nativo para me escrever essas música do Woody. Acredita que gravo algumas e boto pra tocar no meu carro? Eu gravei a música do desenho “A Polca do Pica Pau” e botei no carro pra tocar… essa letra eu tb queria ‘The Woody’s pecker polca’.

  220. Marciano Diz:

    O Barbeiro de Sevilha, no episódio em que o Woody vai ao barbeiro, é das boas.

  221. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    VISONI: Parece que ele está certo aí também. Leia o artigo de André Pércia de Carvalho disponível em http://www.alipsi.com.ar/rapp/05-94/carvalho.pdf, ele diz, na página 6, que nos casos de combustão espontânea que ele estudou, muitos dos prováveis epicentros se sentiam incriminados (em espanhol “inculpado” quer dizer “incriminado”, e não “sem culpa”, não vá confundir!), e um dos agentes abertamente admitiu seu sentimento de culpa. Essa característica do complexo de culpa como fomentador de psi parece ser encontrada apenas em casos espontâneos de poltergeists, já que não seria ético aumentar o complexo de culpa do paciente em laboratório para fazer psi eclodir.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: que codilouco! Desde quando poltergeist é paranormalidade? Tampouco espíritos em ação. O Persia procura explicação difícil para coisa simples (a única complicação no poltergeist é que a causa não é conhecida). O fato de alguém atribuir ao demônio pedras que lhe caem na casa, ou outra coisa qualquer, (e se sentir “culpado” por isso) nada a ver com a causa real, que pode ir desde sacanagem pura e simples até algum fenômeno fortuito (mas não paranormal). Acorda. Depois quando falo que a superstição acompanha psi querem me crucificar…
    .
    O poltergeist é um dos últimos bastiões da psi forte, ao qual recorrem os deslumbrados pela “força”: como é relativamente fácil construir um (basta um acontecimento incomum e dificuldade em explicar o que o motivou) não faltam e não faltarão historietas mil contando caaaaada coisa….
    .
    Até mesmo o pessoal de Marte se sente acossado pelos espíritos brincalhões…

  222. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Desde quando poltergeist é paranormalidade?”
    .
    http://arxiv.org/abs/0801.0382

  223. Gorducho Diz:

    Claro que é; o exemplo clássico é a Angélique Cottin.
    Nem ela ficou sabendo se eram demônios, espíritos ou energia fluídica emanada dela mesma.
     
    https://marilynkaydennis.files.wordpress.com/2011/06/angelique-cottin.jpg

  224. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    MONTALVÃO DISSE: “Desde quando poltergeist é paranormalidade?”
    .
    http://arxiv.org/abs/0801.0382
    /.
    CONSIDERAÇÃO: clamar por parapsicólogo para explicar poltergeist equivale a recorrer a pentecostal para explicar possessão. Embora haja quem faça boas distinções, levando em conta fraudes e banalidades outras, parece ser unânime que considerem PK envolvida, uns até demonstram preferência pelo psiquismo do “centro causador” como melhor explicação, o que os leva a psi, pois se o psiquismo está modificado psi na área… é como se diz nas quebradas da imaginância: “todas vias levam a psi”…
    .
    De minha parte e para sua informação, digo-lho: dê-me um poltergeist bem investigado e me dará um poltergeist desvendado. Como é mais fácil optar pelo sobrenatural ou pelo paranormal dificilmente se vai a fundo na averiguação. Quando se vai, não dá outra: enigma elucidado.
    .
    Pense.

  225. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “o exemplo clássico é a Angélique Cottin.
    Nem ela ficou sabendo se eram demônios, espíritos ou energia fluídica emanada dela mesma.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois é, inclusive poderia ser um discreto movimento a lançar o cesto para diante, simulando estar sob influência de força alienígena.
    .
    Poltergeist é assombração de cemitério expandida…
    .
    Quando criança ouvia falar de uma casa mal-assombrada nas imediações de onde morava. Falavam que há anos espíritos vagavam por. Barulhos ouviam-se de montão, tudo a indicar gente passeando no imóvel. Mas ninguém tinha coragem de lá entrar. O que mais causava espanto era o piano que tocava, quase sempre à noite. O jeito era rezar. Mais um Poltergeist no pedaço…
    .
    Um dia os herdeiros do imóvel resolveram reformá-lo. Quando os operários abriram as portas o que voou de rato não foi brincadeira, alguns taludinhos quase do tamanho de tatus. Do piano então pulou foi muito…
    .
    Menos um poltergeist…

  226. Gorducho Diz:

    Pois é, mas se todas vias levam a Ψ então poltergeist é fenômeno paranormal, pois que engloba quaisquer possíveis geradores tais como demônios, espíritos ou forças ódicas do “médium” (visto que sempre tem que ter este, certo?).

  227. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “clamar por parapsicólogo para explicar poltergeist equivale a recorrer a pentecostal para explicar possessão.”
    .
    Misturando um cientista com um religioso? Poupe-me das suas falsas analogias. Até o Zangari já viu coisas incapaz de explicar:
    .
    Estando o pesquisador e a família reunidos à mesa tomando o lanche da tarde, a tampa do bule de café começou a girar e saltou, alcançando o teto. No mesmo instante um ruído foi ouvido em outro cômodo da casa. O pesquisador sozinho correu até o local e verificou que uma lata de cerveja utilizada como cofrinho havia sido atirada da estante em que ficava guardada, indo parar a cerca de dois metros de distância da mesma.
    .
    Os fenômenos pareciam estar realmente relacionados ao filho de 12 anos. O garoto dizia ser capaz de se comunicar com os vultos que, segundo ele, faziam exigências absurdas: mudar de casa, trocar de carro, deixar o garoto ficar em casa ao invés de ir à escola… As exigências eram atendidas, pois a família temia a represália dos espíritos. O pesquisador verificou que os fenômenos eram utilizados, inconscientemente pelo menino, como forma de livrar-se de obrigações e também para satisfazer seus desejos e dominar a família. Sendo também psicólogo, o próprio investigador iniciou uma terapia familiar com a finalidade de discutir e redefinir os papéis familiares. À medida que o relacionamento familiar ia recuperando o equilíbrio, os fenômenos foram escasseando até cessarem por completo

    .
    MONTALVÃO DISSE: “dê-me um poltergeist bem investigado e me dará um poltergeist desvendado.”
    .
    Todos os que investigaram poltergesist e não acharam qualquer explicação satisfatória são incompetentes então?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Como é mais fácil optar pelo sobrenatural ou pelo paranormal dificilmente se vai a fundo na averiguação. Quando se vai, não dá outra: enigma elucidado.”
    .
    Raciocínio circular: se desvendou, é porque foi fundo na inestigação. Se não desvendou, é porque não foi fundo. Mais um exemplo das falhas lógicas do Montalvão…

  228. Gorducho Diz:

    Quem quiser ver uma entrevista c/a própria, muitos anos depois, já viúva…
    [pg. 47]
     
    http://www.iapsop.com/archive/materials/echo_du_merveilleux/echo_du_merveilleux_v2_1898.pdf

  229. Gorducho Diz:

    a tampa do bule de café começou a girar e saltou, alcançando o teto.
     
    Isso mesmo :!:
    E precisa as funções estatísticas do MATLAB pra estudar o fenômeno :?:
     
    SOBRENATURAL QUE É SOBRENATURAL NÃO REQUER ESTATÍSTICA

  230. Vitor Diz:

    Situações espontâneas são beeem diferentes de laboratoriais, Gorducho…

  231. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    VISONI: Até o Zangari já viu coisas incapaz de explicar:
    .
    “Estando o pesquisador e a família reunidos à mesa tomando o lanche da tarde, a tampa do bule de café começou a girar e saltou, alcançando o teto. No mesmo instante um ruído foi ouvido em outro cômodo da casa. O pesquisador sozinho correu até o local e verificou que uma lata de cerveja utilizada como cofrinho havia sido atirada da estante em que ficava guardada, indo parar a cerca de dois metros de distância da mesma.
    .
    Os fenômenos pareciam estar realmente relacionados ao filho de 12 anos.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: acho tanto difícil que o Wellington achasse esse “fenômeno” inexplicável, sendo ele versado em artes mágicas.
    .
    Já você prefere deixar os ratos de lado e ficar com os fantasmas, decerto…
    .
    Peraltinha o meninote, hem?
    .
    Vemos o parapsicólogo a se pasmar ante truquezinho e, antes que pudesse concatenar pensamentos, barulho ouviu-se em outro aposento. Chegando lá contemplou que algo “paranormal” acontecera. Quer dizer, ver não viu, pois não estivera durante a ocorrência, apenas apreciou o resultado da traquinagem e a teria qualificado legítima paranormalidade…
    .
    “Birincadeira”, né?
    .
    Mas eu imagino que o Wellington tenha dito para a família: “preciso que fiquem fora da casa, todos, pelo menos umas seis horas. Tenho que “purgar as energias negativas que cá volitam” (claro, desculpa para que pudesse arrumar o ambiente).
    .
    Com a família fora espalhou câmaras pelo local. Algumas deixou ostensivamente à mostra, outras disfarçou de modo que ninguém da casa soubesse que aquela área estava monitorada.
    .
    Depois, observou que os eventos ocorriam nas áreas aparentemente não vigiadas, e quando foi conferir as filmagens o que viu? O diabo em ação. O diabo do garoto promovendo as safadezas e quase iludindo até um investigador profissional…

    /
    /
    “O garoto dizia ser capaz de se comunicar com os vultos que, segundo ele, faziam exigências absurdas: mudar de casa, trocar de carro, deixar o garoto ficar em casa ao invés de ir à escola… As exigências eram atendidas, pois a família temia a represália dos espíritos. O pesquisador verificou que os fenômenos eram utilizados, inconscientemente pelo menino, como forma de livrar-se de obrigações e também para satisfazer seus desejos e dominar a família. Sendo também psicólogo, o próprio investigador iniciou uma terapia familiar com a finalidade de discutir e redefinir os papéis familiares. À medida que o relacionamento familiar ia recuperando o equilíbrio, os fenômenos foram escasseando até cessarem por completo”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Aqui o profissional entra em ação. Mesmo aparentemente fascinado pelo ocorrido, deu encaminhamento solucionativo. Agora, criativo esse pirralho, não? E todos foram por ele engrupidos… por ele e, por seus cúmplices (irmão, irmã, um coleguinha): provavelmente tinha mais alguém no engodo…
    /
    ./
    MONTALVÃO DISSE: “dê-me um poltergeist bem investigado e me dará um poltergeist desvendado.”
    .
    VISONI: Todos os que investigaram poltergesist e não acharam qualquer explicação satisfatória SÃO INCOMPETENTES ENTÃO?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tu o dizes, a responsabilidade da declaração não é minha. A seguir seu raciocínio, todos que não conseguem explicar as mágicas de salão seriam incompetentes… ser incompetente é “não ter competência para”, não significa que o sujeito seja desajeitado em tudo o que faz. Ninguém é incompetente por completo, o será em alguma atividade, mas pode ser artista noutra. Também não se pode esquecer que a falta de equipamento é óbice sério. Todo poltergeist deveria ser cuidadosamente gravado e as possíveis explicações dadas por, pelo menos, três técnicos. Se resposta não for achada, abre-se o caso, e disponibiliza-se a gravação, para que outros avaliem.
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Como é mais fácil optar pelo sobrenatural ou pelo paranormal dificilmente se vai a fundo na averiguação. Quando se vai, não dá outra: enigma elucidado.”
    .
    VISONI: Raciocínio circular: se desvendou, é porque foi fundo na inestigação. Se não desvendou, é porque não foi fundo. Mais um exemplo das falhas lógicas do Montalvão…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: seria “reciocínio esferóidico” se não houvesse uma base que o sustentasse. A base é a seguinte: até prova em contrário, os eventos poltergeist atribuídos ao sobrenatural, ou à sua prima, a paranormalidade, provêm de fontes naturais (comuns). Então, a investigação deverá ser documentada e ser conferível. Assim se conferirá se realmente o investigador foi a fundo. Agora querer dizer que uma tampa de bule saltando diante do olhar estupefato do pesquisador, e um barulho na sala contígua, que mostra ao seu olhar pós-fato o local bagunçado, seja “ir a fundo” na investigação, só por brincanagem.
    .
    E inda há que considerar a tendência predominante, quando pessoas deparam o inusitado: sem mais delongas optam por leituras fantasiosas.

  232. Marciano Diz:

    Esses poltergeists paranormais deveriam sempre fazer com que tampas de bules voassem até o teto, ovos luminíferos, mesas girantes, etc., em vez que ficarem timidamente com meta-análises.
     
    Qualquer garoto de 12 anos pode fazer com que tampas de bules voem, desde que sirva de desculpa para ficar em casa jogando videogame, em vez de ir à escola.

  233. Marciano Diz:

    Quando eu tinha 12 anos, tinha um poltergeist que fazia todo tipo de exigência a meus pais, para que eu ficasse em casa jogando mega (alguém se lembra?).
    Podia ser Road Rash, Sonic, Side Pocket, Mortal Kombat (o poltergeist dizia: Finish Him!), De Volta Para o Futuro, aquele de Fórmula I, de cujo nome não me recordo agora, com o Senna, Street Fighter (Haduuuken!)…
     
    Podia até ser para ficar tocando p(violão) e clarineta.
     
    O poltergeist só não gostava que eu fosse à escola.

  234. Marciano Diz:

    Até os dias de hoje tem um poltergeist me perseguindo.
    Este, fica só burilando meus textos, comendo letras, trocando outras, invertendo…
    E não é só comigo.
     
    Até o MONTALVÃO, que recusa-se a acreditar no poltergeist do blog, é por ele assombrado.
    Reparem em seu mais recente comentário.
     
    CONSIDERAÇÃO: acho tanto difícil que o Wellington achasse esse “fenômeno” inexplicável, sendo ele versado em artes mágicas.
     
    Vejam que o poltergeist comeu o artigo “um”, que forma a locução adverbial “um tanto”, entre “acho” e “tanto”.
     
    MONTALVÃO escreveu “acho um tanto difícil” e o poltegeist transformou em “acho tanto difícil”.
     

    Se observarem atentamente, verão que o poltergeist vandaliza os textos de todos.

  235. Marciano Diz:

    O pastor sumiu, de repente.
    Espero que ele volte, pois foi animador para o blog.
    Diferente, digamos assim.
     
    Quem também está fazendo falta é o ARDUIN, que teve um poltergeist particular, que batucava em sua parede, assustando-o e aos amigos crentes.
    Era um poltergeist macumbeiro.

  236. Marciano Diz:

    … para que eu ficasse em casa jogando mega (alguém se lembra?).
     
    Claro que perguntei se alguém se lembra do Mega Drive, não do meu poltergeist particular.
     
    Os gráficos eram uma porcaria, ninguém hoje em dia jogaria uma m(droga) dessas. Mas era o máximo em seu tempo, o mega 64.
     
    Road Rash tinha uma versão pra PC, mas era muito mais fácil, as motos não tombavam nunca (quase nunca), enquanto que no mega até um cocô na estrada podia derrubar a gente.
     
    E as correntadas? Chutes laterais.
    COC deve estar morrendo de nostalgia.
     
    Diz aí, COC, qual era o poltergeist que te ajudava a ficar em casa vendo o Woody, em vez de ir à aula?
    Não dava pra gravar e ver depois, tinha de ver na hora em que passava.
     
    Depois, surgiram uns aparelhos de DVD, que gravavam qualquer programa, mas aí já não era tão legal.

  237. Gorducho Diz:

    Reunião Dançante :?:

  238. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Vejam que o poltergeist comeu o artigo “um”, que forma a locução adverbial “um tanto”, entre “acho” e “tanto”.

    MONTALVÃO escreveu “acho um tanto difícil” e o poltegeist transformou em “acho tanto difícil”.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: os nativos de Vênus têm ditado que reza: “não é a assombração que assombra Marciano a mesma que assombra Montalvão.”, querendo dizer que sei lá o que querem dizer…
    /
    Escrevo errado por vários motivos, nenhum poltergeistiano. O primeiro é por distração e pressa. Embora costume reler o que escrevo antes de despachar, ocorre de a releitura ser mais apressada que a redação e o erro vai. E vai muito mais que gostaria eu…

    O segundo por achar que algumas erradinhas ficam engraçadinhas. Como estamos em ambiente despojado a preocupação com texto escorreito é diminuída.

    O terceiro motivo é por burrice mesmo, a qual, espero, não seja tão grande quanto temo que seja…

    Mas aí sua lindura talvez indague: “e o “tanto” sem o “um” foi o quê? Pressa, gracejo, burrice?”
    .
    Acho que foi mesmo o poltergeist…

  239. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “… para que eu ficasse em casa jogando mega (alguém se lembra?).”
    /.
    LEMBRO do paredão e do combate cósmico (não sei se os nomes eram esses, provavelmente não), que eu jogava no TK-80 de meu irmão.

  240. Marciano Diz:

    CARÍSSIMO MONTALVÃO,
    Uma vez que sua sutileza inspira e supera a minha, de forma redundante e superlativa, nunca sei se é perspicácia ou ingenuidade de sua parte.
     
    Escrevo errado por vários motivos, nenhum poltergeistiano. O primeiro é por distração e pressa. Embora costume reler o que escrevo antes de despachar, ocorre de a releitura ser mais apressada que a redação e o erro vai. E vai muito mais que gostaria eu…

    Custa-me crer que não veja que apenas brinco com a entidade que criei, o poltergeist do blog ™, único ser fantástico e real que existe.
     
    Pressa? Talvez.
    Gracejo? Muito provavelmente.
    Burrice? De jeito maneira!
    .
    Acho que foi mesmo o poltergeist…
    Me too! That’s for sure!

  241. Marciano Diz:

    O único paredón de que me lembro é o do Fidel.
    TK-80 deve ser coisa do Star Wars.
    Vai dizer que nunca jogou Mega?
    Ninguém é tão velho assim. Não falo pelos mortos, claro.
    Talvez queira dizer Nintendo.

  242. Marciano Diz:

    Perto da estação de trem da Penha tinha uma loja de jogos eletrônicos (não me lembro de qual era o nome que se dava a essas lojas), onde tinha Pinball, outro jogo de Mega em que fiquei bão, no sentido de bão, não de bom.

  243. Marciano Diz:

    Na loja não era Mega, era uma máquina grande, fliper, fliperama.
    Lembrei-me!
    Conheceu?
    Era na rua paralela com a via férrea.

  244. Marciano Diz:

    Tinha um pinball de Mega.
    No fliperama mesmo, nunca joguei. Naquele tempo, só era permitido para quem não queria mais jogar.

  245. Marciano Diz:

    Parei no PS3. Nem sei usar um PS4.
    Isto, porque na intimidade do sacrossanto lar pode-se quase tudo.

  246. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Marciano Diz:

    O único paredón de que me lembro é o do Fidel.
    TK-80 deve ser coisa do Star Wars.

    CONSIDERAÇÃO: TK-80, acredito, foi o primeiro arremedo de computador pessoal posto à venda no Brasil. Tinha memória que não acabava mais, e ainda usava um fita cassete para acrescentar mais capacidade!
    https://pt.wikipedia.org/wiki/TK80
    /
    /
    “Vai dizer que nunca jogou Mega?”

    CONSIDERAÇÃO: nunca…
    /
    /
    “Ninguém é tão velho assim. Não falo pelos mortos, claro.
    Talvez queira dizer Nintendo.”

    CONSIDERAÇÃO: além dos que falei, raramente joguei outra coisa. Não jogo, a não ser joguinho de xadrez do nível fraquinho. Uma vez arrumei um jogo de corrida de automóveis. Quando dei por mim estava viciado no troço. Parei imediatamente e never more.
    𘗮
    𘗤
    “Perto da estação de trem da Penha tinha uma loja de jogos eletrônicos (não me lembro de qual era o nome que se dava a essas lojas), onde tinha Pinball, outro jogo de Mega em que fiquei bão, no sentido de bão, não de bom.
    Conheceu?
    Era na rua paralela com a via férrea.”

    CONSIDERAÇÃO: conheci muito bem, passei milhares de vezes por lá (Rua José Maurício), nunca entrei…

  247. Braulio Diz:

    Marciano Diz:
    janeiro 15th, 2016 às 9:06 PM

    Quando eu tinha 12 anos, tinha um poltergeist que fazia todo tipo de exigência a meus pais, para que eu ficasse em casa jogando mega (alguém se lembra?).
    .
    COMENT: Hmmm, bem que eu desconfiava
    O Sega Mega Drive foi lançado em 1988 (isso no Japão, veio depois para o Brasil).
    Se o Marciano tinha 12 anos nessa época é porque ele nasceu por volta de 1976.
    .
    Portanto hoje ele teria seus 40 anos.
    .
    Agora, alguém me explica se o Tribunal do RJ está aposentando as pessoas com 40 anos de idade???
    .
    Se ele tem 40 anos, como é que foi Militar, Policial, Contador, Delegado, Promotor de Justiça, Juiz e ainda por cima se aposentou???
    .
    Se se foi por invalidez…
    .
    A “casa caiu” manolo…
    .
    PS: Esqueci da parte em que ele também foi Tradutor, e parece que fez até curso de Pilotagem de Avião…:mrgreen:

  248. Braulio Diz:

    :mrgreen:

  249. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Se ele tem 40 anos, como é que foi Militar, Policial, Contador, Delegado, Promotor de Justiça, Juiz e ainda por cima se aposentou???”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: até eu, que não sou matemático, tampouco advogado, menos ainda detetive, esclareço o mistério. Vem comigo:
    .
    Se dedicar dois anos para cada atividade, supondo que o réu tenha começado sua carreira aos 20, teríamos (vou explicar bem explicadinho):
    /
    Militar: 2,
    Policial: 2,
    Contador: 2,
    Delegado: 2,
    Promotor de Justiça: 2
    Juiz: 2
    ➸ = 12

    Consequentemente…
    Aos 32 já teria executado todas essas funções…


    APOSENTADORIA ↔ desconheço declaração do referido afirmando-se aposentado, ao contrário, foi por ele dito, reiteradas vezes, que exerce a nobre atividade de causídico.
    /
    /
    “PS: Esqueci da parte em que ele também foi Tradutor, e parece que fez até curso de Pilotagem de Avião…”

    CONSIDERAÇÃO: “fazer curso” não implica em abandonar a atividade ora exercida, mas mesmo que fosse, pode pôr mais dois anos para cada (lembre-se da matemática):

    Até aqui temos 32, somando mais 4 (dois pra cada), chegamos a… quanto mesmo?
    Deixouver: 30 + 2 + 2 = 36
    𘗮
    𘗨
    Matematicamente falando, pois, sobrariam 4 anos para a advocacia…

    Onde, pois, a incoerência?
    /
    /
    Agora, já que és bom matemêutico, com base no que digo e falo, adivinhe minha idade? Não leve em consideração a aparência, mas os fatos…

  250. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    onde “Deixouver: 30 + 2 + 2 = 36″
    considere: 32 + 2 + 2 = 36

  251. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Se o Marciano tinha 12 anos nessa época é porque ele nasceu por volta de 1976.”
    /.
    FOI NO ANO em que me casei…

  252. Marciano Diz:

    Não se preocupe com os detratores, MONTALVÃO.
    Peça ao [CENSURADO] de plantão que mostre onde foi que eu disse que me aposentei.
    Ou onde foi que eu disse que fiz curso de aviação.
    http://quemdisse.com.br/frase.asp?frase=43873

  253. Gorducho Diz:

    Uma vez ele disse cá que não pensa porque delega a tarefa p/quem tem carteira de pensante especialista.
    Pelo menos pratica o que diz…

  254. Vladimir Diz:

    Meus Parabéns, Sr.Braulio.
    Realmente o Sr. não deixou escapar.
    .
    Ora, se nosso dileto Magistrado não se aposentou, o que aconteceu?
    .
    Quem em sã consciência pediria exoneração da Magistratura para Advogar?
    .
    Cada vez que fala, se enrola mais. Rarará…
    .
    Mas não dê bola, Sr.Braulio, talvez faça bem ao Ego dele ter a “aprovação” de estranhos em um blog de internet.
    .
    Se ele é feliz assim, quem somos nós para julgar.
    .
    Farei até uma prece a ele, como caridade.
    .
    Saudações Mega Driverianas

  255. Braulio Diz:

    Mano Montalvão,
    .
    Se o alienígena FG, tem 40 anos, vamos supor que ele tenha entrado com 18 na Graduação (sem levar em consideração uma série de variáveis, como a possibilidade de ele ter tomado “bomba” em alguma etapa da vida escolar, ou ter feito 1 ano ou dois de cursinho pré-vestibular).
    .
    Continuando nossa suposição de que ele tenha terminado com 23 anos o curso de Direito,(novamente sem levar em conta outra série de variáveis como ter tido uma DP na Faculdade ou ter trancado o curso, ou até mesmo ter reprovado um ano todo)
    .
    Ainda sim, com 23 anos ele teria que passar na OAB de primeira (sem levar em consideração que ele não tenha feita cursinho de 1 ano após o término do curso de Direito ou tenha tomado “bomba” na OAB)
    .
    Com 23, ele teria que exercer no mínimo 3 anos de atividade jurídica como Advogado para poder pleitear os cargos de Delegado, Juiz ou Promotor de Justiça.
    .
    Portanto com 26 anos ele em tese teria condições de começar a prestar os concurso da área jurídica.
    .
    Vamos ignorar mais um tantão de variáveis como o fato de que ele não “tirou um tempo” para estudar em nenhum desses concursos altamente concorridos, tampouco que ele passou na primeir tentativa em todos eles.
    .
    Então ele teria 38 quando deixou o cargo de Juiz.
    .
    Ainda ficam “lacunas” nessa história, como a Graduação em Contabilidade, e o fato de ele ter sido Militar, pois existem restrições de idade nesses concursos.
    .
    Portanto meu caro, a matemática não é tão exata assim e sem maiores informações e diante de tantas inconsistências me reservo o Direito de duvidar das informações do declarante anônimo, a menos que o mesmo traga novas evidências de suas alegações.
    .
    Abraços Mano
    .
    PS: Mano Vitor, poderia por favor censurar o xingamento do Marciano, contra a minha pessoa.
    .
    Muito Obrigado!
    .
    PS2: Não afirmo que todas as “variáveis” acima mencionadas em relação ao Marciano, aconteceram, mas são possibilidades
    .
    PS3: Gorducho, você é tão cético em relação aos espíritos, poderia ser mais cético em relação ao “anônimo” companheiro de bancada.
    .
    PS4: Ele alega ser Juiz de Direito, será que ele não sabe que a Constituição veda o Anonimato???

  256. espirita sp orlando Diz:

    Braulio
    Você gosta das obras do Dr.Philomeno de Miranda?
    Sabe se vão promover mais estudos sobre elas?

    Dr.Vladimir boa tarde
    Há planos Da AME SP fazer estudos dos livros do Divaldo?

  257. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    Vladimir Diz:
    Meus Parabéns, Sr.Braulio.
    Realmente o Sr. não deixou escapar.
    Ora, se nosso dileto Magistrado não se aposentou, o que aconteceu?
    Quem em sã consciência pediria exoneração da Magistratura para Advogar?
    ./
    CONSIDERAÇÃO: Vlad não mais fala mas tá na surdina…
    .
    Que tal quebrar o silêncio e mostrar suas evidências de que mortos comunicam com vivos?
    .
    E, por que não elucida suas dúvidas quanto a peculiar carreira do Marciano fazendo a ele as indagações cabíveis? Deve dar mais certo que arbitrariamente concluir (com base em quê?) que a história não se sustenta.

    /
    /
    Braulio Diz:
    Mano Montalvão,
    .
    “Se o alienígena FG, tem 40 anos, vamos supor que ele tenha entrado com 18 na Graduação (sem levar em consideração uma série de variáveis, como a possibilidade de ele ter tomado “bomba” em alguma etapa da vida escolar, ou ter feito 1 ano ou dois de cursinho pré-vestibular).
    .
    [...].
    Então ele teria 38 quando deixou o cargo de Juiz.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Mano Bráulio, ainda que seja conforme imagina a conta não resultaria incoerente com o depoimento. Não vejo motivos razoáveis para duvidar que o testemunho do mano de Marte seja inaceitável. Incomum é, mas certamente não é o primeiro nem será o último a ter vida profissional atípica. A História está cheia de exemplos parecidos.
    ./
    /
    “Ainda ficam “lacunas” nessa história, como a Graduação em Contabilidade, e o fato de ele ter sido Militar, pois existem restrições de idade nesses concursos.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: há formação em nível superior e em nível técnico, ambas habilitam ao exercício da profissão. Qual a restrição de idade para militar? Que eu saiba a partir de 18 pode-se ingressar nas Forças.
    /.
    /
    “Portanto meu caro, a matemática não é tão exata assim e sem maiores informações e diante de tantas inconsistências me reservo o Direito de duvidar das informações do declarante anônimo, a menos que o mesmo traga novas evidências de suas alegações.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: aí cabe o que falei ao Vlad: questione o alvo, certamente terá as respostas…
    ./
    /
    PS2: Não afirmo que todas as “variáveis” acima mencionadas em relação ao Marciano, aconteceram, mas são possibilidades”
    ./
    CONSIDERAÇÃO: nem poderia afirmar tal coisa, o caso é que as possibilidades são muitas e as “variáveis” também. Se estivéssemos falando de quem ausente aí ficaríamos na especulação, no entanto o personagem está disponível: encaminhe-lhe os indagamentos pertinentes. Do meu lado só posso expressar opinião a respeito de seu ponto de vista, com o qual não concordo, simplesmente porque considero possível caminhada profissional qual a que de Marte diz ter experienciado.
    .
    Para ilustrar que outros fizeram parecido ou muito mais, veja a história resumida de Heinrich Schliemann que mostra um realizador bastante peculiar, confira em: http://ciclofinal.blogspot.com.br/2011/01/descoberta-de-troia-heinrich-schliemann.html
    /
    Veja, também, a biografia de Swedenborg, da qual posto trecho:
    .
    ============================.
    “Emanuel Swedenborg nasceu em 1688, em Estocolmo. Era filho de Sara Behm e Jesper Swedberg (sobrenome mais tarde mudado para Swedenborg quando a família foi elevada à nobreza pela rainha Ulrica Eleonora). Jesper era professor de Teologia na Universidade de Upsala, e, mais tarde, Bispo de Skara.
    .
    Quando iniciou seus estudos na Universidade de Upsala, Swedenborg tinha apenas 11 anos. Naquela época, a universidade oferecia quatro áreas principais de formação: Teologia, Direito, Medicina e Filosofia. Swedenborg se formou em Filosofia, mas sua mente inquiridora o levou também a muitos outros campos. A faculdade de filosofia incluía, também, o estudo de ciências e matemática. Mas ele ainda tirou cursos em direito e medicina.
    .
    Como a maior parte da instrução era em latim, instruiu-se nessa língua e, depois, em grego e hebraico. Dominou também inglês, francês, italiano e holandês, além de sua língua nativa, evidentemente. Como diversão, escrevia poesias e estudava música, chegando a atuar como organista no serviço litúrgico da igreja sueca.
    .
    Terminando a universidade em 1709, empreendeu uma longa viagem ao Exterior a fim de aprimorar a instrução, passando alguns anos na Inglaterra, França, Holanda e Alemanha. Nesse período, estudou física, astronomia e a maioria das outras ciências naturais.
    .
    Visitava sempre as universidades, bibliotecas e academias, procurando se relacionar com cientistas ilustres, para conversar sobre os seus campos de estudo.
    .
    Interessou-se também pela mecânica prática e por ofícios tais como relojoaria, encadernação de livros, gravação de metais, construção de instrumentos musicais metálicos. Costumava se hospedar com artesãos ingleses só para aprender os seus ofícios e artes.
    .
    Seus estudos posteriores incluíram cosmologia, matemática, anatomia, fisiologia, política, economia, metalurgia, mineralogia, geologia, engenharia de minas e química. Além disso, ficou muito versado na Bíblia. Em suma, numa época em que poucos indivíduos tinham acesso a uma instrução formal, Swedenborg passou 35 anos empenhado num intensivo programa de aprendizagem quase autodidata.
    .
    Em 1716, o rei Carlos XII o nomeou para o posto de Assessor Extraordinário na Faculdade Real de Minas, cargo que ocupou por 31 anos. Para se ter uma idéia de sua intensa atividade nessa primeira fase de sua vida, basta dizer que, num espaço de cinco anos apenas, publicou vinte e um trabalhos sobre assuntos de pesquisas tão diversas como: construção de bombas de ar comprimido; de tubos acústicos; sobre novos métodos de mineração e metalurgia; sobre a construção de comportas e canais; sobre a natureza e a química do fogo; sobre a cor; sobre a fabricação do sal, etc.
    .
    Dessa época é, também o projeto da construção de um submarino e de uma “máquina de voar”, como chamou. Este último invento, aliás, mereceu a publicação recente, em New York, de um livro de um ex-presidente da Scandinavian Air Systems, Sr. Henri Sordeberb. Esse projeto de máquina voadora, por ter previsto, em 1714, a necessidade de todos os elementos aerodinâmicos, foi considerado, pela Academia Britânica Real de Força Aérea como o primeiro projeto racional de um avião de que se tem notícia.
    .
    Em 1716, começou a publicar um boletim científico intitulado Daedalus Hyperboreus, o primeiro período dedicado à ciência em seu país. Em 1718 publicou a primeira obra sobre álgebra, na língua sueca.”
    ============================.
    /
    /
    “PS4: Ele alega ser Juiz de Direito, será que ele não sabe que a Constituição veda o Anonimato?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois saiba que o Marciano é um dos menos anônimos no sítio. Se for levar sua interpretação a fundo vai ter que confrontar a maioria dos que aqui se manifestam… inclusive “Bráulio” pode bem ser um “pisilônimo”…
    .
    OBS.: não tenho nada contra o ter dúvidas, mas acho que deve procurar esclarecê-las, principalmente se a fonte esclarecedora estiver disponível.
    .
    Saudações pragmáticas.

  258. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    espirita sp orlando Diz:
    1)Braulio
    Você gosta das obras do Dr.Philomeno de Miranda? Sabe se vão promover mais estudos sobre elas?
    2)Dr.Vladimir boa tarde
    Há planos Da AME SP fazer estudos dos livros do Divaldo?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Dr. Samporlando, boa noite.
    Sabe se há planos dos espíritos de darem provas de suas presenças?

  259. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    “Quem em sã consciência pediria exoneração da Magistratura para Advogar?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois conheci dois casos. Um a pessoa advogava e contou-me que fora juiz mas pediu exoneração. Expressei minha admiração e explicou-me que seus motivos eram financeiros: como advogado ganhava mais, bem mais.
    .
    Outro caso foi o inverso. A pessoa era promotor de justiça e “abandonara” a advogacia. Mas o fizera não por razões econômicas, apenas por vocação. Contou-me que advogando ficara rico (isso mesmo, enriquecera) e poderia se aposentar quando bem entendesse, no entanto optara pelo Ministério Público (que na época ainda não era assim conhecido) por ter satisfação de atuar no tribunal do júri.
    .
    Um terceiro caso, este conheci bem, é o de um cidadão que boa parte de sua vida profissional atuara como funcionário de comércio de pequena cidade, depois realizara concurso para a prefeitura, mas tarde formou-se advogado e vivia pegando causinhas que hoje renderiam duzentos, trezentos reais. Um dia tentou concurso para o Ministério Público, após ter advogado vários anos na pobreza. Passou. Ficou um ano e pouco e fez concurso para juiz. Passou. No dia em que foi tomar posse bateu com o carro e por um titinho não morreu. Ficou vários meses em recuperação. Pensou seriamente em desistir mas não o fez.
    .
    Aposentou-se recentemente como desembargador.

  260. Marciano Diz:

    VITOR, você é um cara inteligente e honesto.
    Se entender que eu ofendi meu ofensor, por questão de lógica, terá de tirar a ofensa dele me chamando de mentiroso e imputando a mim coisas que eu nunca disse, como dizer que sou aposentado, piloto de aeronaves e outras asneiras.
    Retorquir a uma ofensa é legítima defesa. Direito de resposta.
    Se optar pela censura, por favor, censure também as ofensas do vlad, a quem nem me referi.

  261. Marciano Diz:

    MONTALVÃO, prefiro ignorar meus detratores e suas diatribes, não lhes devo qualquer satisfação e pouco me importam suas opiniões.
    Apesar disso, agradeço suas considerações sobre os gratuitos ataques e, para você, se quiser, conto toda a minha trajetória, por e-mail, mas não a qualquer idiota que apareça por aqui, anonimamente, e chamando aos outros de anônimo.

  262. Marciano Diz:

    Nilo Batista, atual advogado de LuLLa, deixou o MP para voltar a advogar. Faz tempo.
    http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4522180/novo-advogado-lula-tsunami-tentativa-criminalizacao-contra-presidente
     
    Nilo Batista (Natal, 1944) é advogado e professor de direito penal brasileiro.
     

    Em 1970, aprovado em concurso público, tornou-se promotor de justiça do Estado da Guanabara e, no ano seguinte, passou a lecionar direito penal na Faculdade de Direito Cândido Mendes.
    Em janeiro de 1973, licenciou-se da promotoria para atuar como procurador de justiça substituto do estado junto à 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, onde permaneceu até 1974. Neste mesmo período também exerceu advocacia no escritório do jurista Heleno Fragoso, destacando-se como defensor de presos políticos, como o editor Ênio Silveira e o estudante Stuart Angel Jones, e tendo também participado da defesa de acusados de sequestro do embaixador alemão Ehrenfried Ludwig Von Holleben.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Nilo_Batista
     
    Engraçado é ver gente que acredita em fantasmas duvidar de coisas corriqueiras.
    Conheço várias pessoas que deixaram o MP ou a Magistratura para exercer a advocacia, assim como conheço vários que são advogados e contadores.
    Não é o meu caso, pois hoje sou apenas advogado.
    Tive um amigo que deixou o MP para dedicar-se ao comércio.
     
    O termo Poltergeist, do idioma alemão, é traduzido como espírito brincalhão (polter = barulhento, brincalhão, desordeiro; geist = espírito). (wikipedia)
     
    Continua não acreditando?
    Pode ser que desordeiros do além não existam, mas encarnados, os há.

  263. Vinicius Diz:

    DR.VLADIMIR E BRAULIO. AO invés de ficarem preocupados com a identidade de tão fecundo comentarista e debatedor que é o Marciano deveriam tentar argumentar quanto aos temas aqui abordados. POR Exemplo há mediuns que psicografam “espiritos desencarnados” mentirosos(usurpam autoria de trechos de livros), plagiadores, outros que brincam com sentimento tão sério e tão triste que é o luto.

    Esses dias assisti um vídeo do Sr.Waldo Vieira, chamando as mães de crianças mortas em tenra idade de egoistas. Como um homem que “psicografou” o Conduta Espirita seja um inquisidor tão mesquinho? Onde já se viu catalogar as pobres mães de filhos recém desencarnados de egoistas? Elas procuram caras como ele, Cx e outros pela tristeza da perda.
    Revi minha postura totalmente: é”melhor” enlutados procurarem uma igreja evangélica onde lá irão rezar pela alma do morto a ter de que recorrer a redatores de ilusões e depois de um mês ainda receber a alcunha de egoista!

    É melhor ser “anonimo” na Internet a dizer que psicografou uma criança de 5 anos e ainda dá nome a ela e uma linguagem que ela nem tinha em vida.

  264. Vinicius Diz:

    ANonimos e seus pseudônimos.. VAMOS LÁ
    Max – Bezerra de Menezes
    Minimus – Wantuil de Freitas
    Vinicius- Pedro de Camargo
    Irmão X – ocultar “humberto de campos” para familia não reclamar mais.
    Irmão Jacob- Frederico Figner
    Allan Kardec – Hipolite Leon Denizard Rivail

  265. Marciano Diz:

    VINICIUS, pior do que chamar de egoísta é isto:
    http://obraspsicografadas.org/2007/a-mensagem-do-menino-joo-hlio/
     
    No dia 7 de fevereiro de 2007, durante o roubo de um carro, o menino João Hélio Fernandes não conseguiu sair do veículo e foi arrastado por sete quilômetros, no Rio de Janeiro. De acordo com a polícia, o menino estava no carro com a mãe quando foram abordados pelos assaltantes, no bairro Osvaldo Cruz (zona norte). A mãe foi retirada do veículo, mas não conseguiu retirar a criança – que estava no banco traseiro, presa ao cinto de segurança. A irmã do menino e uma outra pessoa também estavam no carro e conseguiram sair.
     
    Antes de o menino ser retirado, um dos assaltantes assumiu a direção do veículo e acelerou. Ele ficou pendurado e foi arrastado. A fuga teria durado cerca de 15 minutos, até que o carro foi abandonado em uma rua de Cascadura, também na zona norte.
     
    Durante o trajeto, moradores que presenciaram a fuga gritaram para que os criminosos parassem o carro. A criança foi encontrada já sem vida. Os assaltantes e assassinos foram presos cerca de dezoito horas após o crime.
     
    O acontecimento chocou o país, sendo usado para tentar reduzir a maioridade penal, o que acabou não acontecendo. Por volta de abril de 2007 – não consegui precisar a data exata – no Orkut começou a circular a seguinte mensagem:
     
    Mensagem psicografada – João Hélio
     
    Nasci na Gália no ano de 22 e desencarnei na Líbia no ano 20 da Era Cristã.
     
    Fui Oficial da Legião dos Leões que estava na Líbia, Núbia. Como Governador de Al Katrim, me comprazia atrelar na minha biga puxada por dois cavalos velozes, crianças; homens; mulheres; novos; velhos e eram puxados através da estrada seca e pedregosa daquela região da África. Os corpos se despedaçavam e eu era exaltado pelos meus pares…
     
    Morri em combate com tropas Egípcias e me deparei em uma região de treva profunda, talvez uma caverna. Muitos gritos e rostos aterradores me esperavam. Fui levado a um estado de total animalidade por mil e quinhentos anos, quando os servos de Maria me resgataram.
     
    Sendo levado a outro plano, fui aos poucos tendo o meu periespírito reajustado, minha mente normalizada e meus pensamentos corrigidos. E compreendi os horrores que cometi. Que tristeza Deus. Por 300 anos permaneci em preparo para reencarnação e pedia a graça de receber para desencarne o mesmo destino dado por mim a outros. No ano do Senhor de 2001, após busca incessante por quem me recebesse por filho, um casal, tiranizado por mim, aceitou.
     
    Reencarnei.
     
    Agora em comoção generalizada, como o irmão Joãozinho, desencarnei e agradeço ao Pai ter me atendido dando destino, nem igual ao que dei as minhas vítimas. Estou em paz, estou na luz. Resgatei um pouco do meu passado, outros momentos virão. Confio em Deus.
     
    Titus Aelius
     
    - Mensagem psicografada de João Hélio no Centro Espírita Leon Dennis, que ele freqüentava com os pais.

  266. Marciano Diz:

    Repare na aritmética:
    Desencarnou no ano 20 da era cristã; ficou na animalidade esperando por maria por 1.500 anos; preparou-se para a reencarnação por 300 anos.
    Total: 1820 da era cristã. Entretanto, nasceu em 2001.
    Weird!
     
    Note, também, o seguinte cálculo aritmético:
    O espírito, em sua encarnação passada, matou inúmeras crianças, homens, mulheres, novos, velhos, todos puxados por sua biga na estrada seca e pedregosa. Os corpos se despedaçavam
     
    Quantas vezes ainda terá de ser arrastado por bandidos :?:
     
    Quem foi mais cruel, os bandidos, que arrastaram o menino pelas ruas, ou quem lhe imputou essas falsas e zombeteiras palavras?

  267. Marciano Diz:

    Vale a pena ler os comentários de Gilberto e de JCFF.

  268. Marciano Diz:

    O Centro Espírita negou a autoria da falsa e vil mensagem, mas alguém a escreveu e, pela linguagem, alguém versado em chiquismo.

  269. Marciano Diz:

    A Lei de Causa e Efeito
     

    Nossa vida é uma sucessão constante de acontecimentos, de encontros e desencontros, de situações aparentemente inexplicáveis, diante das quais, muitas vezes, sentimo-nos como vítimas diante de carrasco implacável, impotentes diante de um destino cruel e irracional.
     
    No universo, tudo está intimamente relacionado, numa sequência de ações que desencadeiam reações de igual intensidade. Deus é infinitamente justo e bom, e nada ocorre que não seja Seu desígnio. Não existe ocorrência do acaso ou sem uma causa justa. Cada evento ocorre de forma natural, planejada e lógica.
     
    Ação e Reação
     
    Todos somos responsáveis por cada um dos eventos que ocorrem em nossas vidas, sejam estes eventos bons, ou aparentemente terríveis. Neste contexto, não existem vítimas. O que aparentemente não tem explicação é porque nos falta alcance para compreensão da real origem de cada acontecimento.
     
    Se buscarmos em nós mesmos, em nossas próprias atitudes, quase sempre encontraremos a causa de todas as nossas mazelas, porém, caso não a encontremos a primeira vista, isto não significa que ela não exista, pois não existe efeito sem causa. Muitas vezes, as causas dos males que nos acometem podem encontrar-se num passado distante, em existências anteriores, momentâneamente inacessíveis pelo véu do esquecimento.
     
    “Todas as nossas ações são submetidas às leis de Deus; não há nenhuma delas, por mais insignificante que nos pareçam, que não possa ser uma violação dessas leis. Se sofremos as conseqüências dessa violação, não nos devemos queixar senão de nós mesmos, que nos fazemos assim os artífices de nossa felicidade ou de nossa infelicidade futura.” [1]
    Pela lei de causa e efeito, o homem pode compreender a causa de seus sofrimentos, e de todo o mal que aflige a humanidade, e pode acima de tudo conhecer e amar um Deus justo e racional, que dá a cada um segundo suas obras.

    1]Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Livro Quarto, Capítulo II, item 964
     
    Texto copiado de http://www.uniaoespiritadepiracicaba.com.br/a-lei-de-causa-e-efeito
     
    O conteúdo da falsa mensagem é coerente com a DE.
    Quem é incoerente e cruel é a DE.

  270. Marciano Diz:

    Ação e Reação
     
    Todos somos responsáveis por cada um dos eventos que ocorrem em nossas vidas, sejam estes eventos bons, ou aparentemente terríveis. Neste contexto, não existem vítimas.
     
    Tá no livro dos espíritos.
     
    Pela tal lei de ação e reação, o menino João Hélio ainda terá de ser arrastado sei lá quantas vezes.
    Quem o arrastou, terá de ser arrastado também, e assim sucessivamente, ad infinitum.
     
    Alguém se propõe a entrar nessa conta sem fim?
    Quem se candidata a arrastar os bandidos?
     
    Já sabe que terá de ser arrastado no futuro e, com isso, causará a reação de o arrastador também ser arrastado, Ab æterno et usque in æternum. (Vulgata, Salmos 102.17).

  271. Marciano Diz:

    MONTALVÃO, deixando questiúnculas de lado, voltando à conversa sadia, vejo que fez progressos em HTML.
    Está esbanjando nas entidades.
    GORDUCHO fez escola.
    🐾

  272. Marciano Diz:

    Você, que gosta de cães, já aprendeu a fazer este? 🐩

  273. Marciano Diz:

    Parece uma 🐜 , mas é um poodle.
    Lembro-me de quando perguntou-me como se escrevia notas musicais.
    Lembro-me de quando VITOR tentou ensinar-me a negritar, e eu fiquei com preguiça.
    Fui inspirado pelo GORDUCHO, quando ele começou a escrever coisas em grego.

  274. Victor Diz:

    Vejamos o Marciano ofendendo o Braulio:
    /
    /
    Marciano Diz:
    janeiro 17th, 2016 às 11:46 AM

    Não se preocupe com os detratores, MONTALVÃO.
    Peça ao retardado de plantão que mostre onde foi que eu disse que me aposentei.
    Ou onde foi que eu disse que fiz curso de aviação.
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    Agora vejamos a postagem de 2012 do mesmo Marciano:
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    Marciano Diz:
    maio 17th, 2012 às 1:41 AM

    Conheci o site do Vitor por acaso, há alguns anos, gostei muito, porque tudo o que eu já sabia mas não tinha como provar sobre CX, Divaldo, Otília, e outros, ficou claramente demonstrado. Resolvi participar, através de comentários, só recentemente, não pretendo impor minhas ideias, não quero entrar nesses debates acirrados em que todo mundo ofende todo mundo, mas convido alguns de vocês (maioria) a uma reflexão sobre os temas aqui discutidos.
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    COMENT: Precisa dizer mais???

  275. Gorducho Diz:

    PS3: Gorducho, você é tão cético em relação aos espíritos, poderia ser mais cético em relação ao “anônimo” companheiro de bancada.
     
    Ocorre que não m/interessa quais carteirinhas profissionais ele porta, e sim a pertinência do que ele sustenta cá.
    Se ele corrige uma tradução que nós fizéramos errada (Administrador e eu – to suit me) a mim não m/interessa se ele pagou o imposto p/o Sindicato dos Tradutores do RJ.
    Entendeu :?:

  276. Vinicius Diz:

    A mim também não me interessa carteirinhas e faço minhas as palavras do GORDUCHO

    GORDUCHO é assim no meio espírita: o palestrante, para falar sobre JESUS e a figueira que ele amaldiçoou tem que ter diploma de curso superior. Não pode ser um lixeiro autodidata, não pode ser um varredor de rua leitor assíduo dos evangelhos.
    Chega a dar nojo a babação de ovo àqueles que portam títulos
    Há uma juíza que é palestrante na FEESP e fazem questão de dizer que ela é isso e aquilo , e isso para falar sobre os tais temas triviais e não sobre Direito.

  277. Vitor Diz:

    Marciano, direito de resposta é óbvio que você tem, mas o direito de resposta não inclui novas ofensas, assim, censurei o xingamento. O Bráulio, apesar da clara insinuação de mentiroso, dizendo “a casa caiu”, não xingou, mas fez uma acusação falsa, e você já respondeu a acusação, tendo saído até o Montalvão, o Vinicius e o Gorducho em sua defesa. E digo também que não gostei nem um pouco do ataque do Bráulio a você, achei completamente desnecessário, gratuito, e também não gostei da atitude do Vladimir. De qualquer forma, acho que você já defendeu seu ponto, seu direito de resposta foi plenamente exercido, sigamos adiante. O próprio Bráulio já teve meio que se retratar, falando “Não afirmo que todas as “variáveis” acima mencionadas em relação ao Marciano, aconteceram, mas são possibilidades”.
    .
    Bráulio, por mais que vc não goste do Marciano, pra quê atacá-lo? A conversa estava fluindo bem até você decidir fazê-lo. Evite atacar o debatedor, sim?

  278. Vinicius Diz:

    MARCIANO “versado em chiquismo” mesmo : “GRITOS E ROSTOS ATERRADORES ME ESPERAVAM” , “servos de Maria” , “perispírito reajustado” ,” 300 anos permaneci em preparo para reencarnação”, “graça de receber para desencarne o mesmo destino dado por mim a outros. “, “desencarnei e agradeço ao Pai”. Também verifiquei a pouco uma leve semelhança com a mensagem de CX sobre a tragédia do Circo Norte Americano: também ocorreu na GÁLIA.

    E tem outros que , talvez, já tenham sido mencionados aqui:

    “No dia 17 de dezembro, de 1961, ocorreu comovedora tragédia na cidade de Niterói com o incêndio do Circo Norte Americano, recentemente focalizada pelo Programa Linha Direta, da TV Globo.Segundo o Espírito Humberto de Campos, pelo médium Chico Xavier, no livro Crônicas de Além Túmulo, os que morreram queimados e pisoteados nesse doloroso acontecimento, ou mesmo os acidentados, FORAM AQUELES QUE, NO ANO DE 177 DE NOSSA ERA, COLOCARAM CERCA DE MIL CRIANÇAS E MULHERES CRISTÃS PARA MORREREM QUEIMADAS NUMA ARENA DE UM CIRCO NA GÁLIA, REGIÃO DA FRANÇA, NA ÉPOCA DO IMPÉRIO ROMANO” Fonte http://www.oconsolador.com.br/39/gerson_simoes_monteiro.html

    VOO 242 : o médium que até foi processado por familiares e “psicografou” vítimas de Congonhas;

    “Não havia espíritos inocentes no avião, diz escritor médium sobre tragédia da TAM”

    “Nos próximos dias, o fórum de São José do Rio Preto (a 438 km de São Paulo) julga o pedido de recolhimento dos exemplares, feito por uma família de três vítimas do acidente com o voo 3054 da TAM, no aeroporto de Congonhas (SP), em 2007.”

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u668023.shtml

    Leia alguns trechos de “Vôo da Esperança”.

    “Do outro lado de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, em prédio pertencente à mesma empresa de aeronave, estavam alguns dos soldados do batalhão dos Leões, participantes das carnificinas na GÁLIA, trabalhando em um posto de gasolina, ao lado da companhia aérea, quase esmagando um táxi na na avenida [...] Ontem vocês queimaram seres humanos, hoje veem seus corpos queimados”

    “É a lei da ação e reação [...] A providência divina, em sua sabedoria infinita, não colocou neste avião espíritos inocentes, mas almas seriamente comprometidas com um passado de erros [...]”

    “Esse grupo, de mais de duzentas pessoas, comprometidas com o passado de falta de compaixão para com os semelhantes [...]”

    COMENTÁRIO:

    E tem quem defenda tais mensagem e concorda, fincando o pé, com a pena de talião imputada ao infante ou qualquer outro que tenha sofrido alguma desgraça terrível. Vontade de que tudo seja “linkado” a algum tipo de justiça e contabilidade Divinas.

    Passado já era. Não tem como voltar. Acabou. Presente: novo RG, CPF, foto 3×4 diferente, profissão de acordo com a época, etc etc.

    Eu acredito na hipótese de reencarnação, mas em um “esquecimento quase que total” do passado, e escassas ou raras lembranças (como as relatadas pelo Ian Stevenson) e sem relação com essa tal causa e efeito dos “Missionários da Luz”.

    Que loucura é essa de ir numa palestra para MELHORAR A CONVIVÊNCIA FAMÍLIAR e ouvir que meu filho pode ser um inimigo terrível e atroz do passado ? Que minha avó foi uma cangaceira que me tirou a vida nos anos 1910 e eu retornei como Neto para eu perdoá-la?

    E são fissurados nas Gálias: as três mensagens falam de tragérias ocorridas nelas! A do João Hélio, A o Circo Norte Americano e a do Voo de Congonhas!!! Até falta de criatividade encontramos nestes nefastos escritos.

  279. Gorducho Diz:

    Só que a fissuração c/a Gália não é produto chiquista. É do Jean Reynaud que criou toda uma fantasia acerca dos druidas “civilizados”, numa expressão de fanatismo nacionalista opondo-se a Roma.
    JR propõe no Terra & Céu que dentro da Igreja (que p/eles era sinônimo de ICAR…) certas etapas lógicas ocorreram principalmente em determinadas regiões por corresponderem ao “espírito” (arcabouço cultural) dos aborígenes. Assim coube à Judéia firmar a noção de monoteísmo; à Grécia a metafísica da Trindade; a Roma a organização & métodos.
    Faltava dogmatizar a imortalidade da alma, e essa tarefa caberia à Gália (França) por corresponder ao “espírito” local, tendo os druidas sido reencarnacionistas &c.
    Foi por isso vem o Hipólito imaginou ou botaram na cabeça dele – isso resta indeterminado – a história do Allan Kardec sacerdote (claro!) druida…

  280. Contra o chiquismo Diz:

    Cheguei atrasado mas, supondo que o cara (Marciano) foi criado num lar bilíngue (conheci algumas crianças acompanhadas de pais estrangeiros falando fluente o portugues e a lingua dos pais), que com 17 anos acabou o 2º técnico em contabilidade, que com 18 anos por ter o 2º grau serviu o EB no CPOR, fez faculdade a noite de Direito, terminou com 24 anos a graduação, sobraria 16 anos para ser delegado, promotor juiz, e voltar a advogar em porta de cadeia ou pra a Rede Globo e dar uma traduzida nas horas vagas.
    .
    .
    Pena que ele não consiga transcrever as músicas do Woodye…:mrgreen: Tá fraco como tradutor…

  281. Contra o chiquismo Diz:

    Tá fraco como tradutor… :mrgreen:

  282. Contra o chiquismo Diz:

    Engraçado, kardec era médico , advogado, estatístico, astronomo(?), pedagogo, poliglota/tradutor, historiador, agricultor e mentiroso (criou a pasmaceira mentirosa do kardecismo) e ninguém fala nada dele.
    .
    .
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec#Diplomas_obtidos
    .
    http://www.vademecumespirita.com.br/goto/store/texto/618/allan-kardec-foi-medico

  283. Contra o chiquismo Diz:

    Se quiserem botar no saco tb filósofo… mas aí é apelar.

  284. Gorducho Diz:

    O que de fato Kardec era é pedagogo. Nos textos ele revela excelente didática, rompendo c/os floreados deselegantes que caracterizavam o espiritualismo prévio.
    E pregava a formalização da pedagogia como ciência, o que acabou se concretizando.
     
    Aparentemente também dominava bem o francês, pois que escreveu várias obras que foram ao que se sabe bem aceitas.
    O livro de aritmética – tenho em pdf – nada se pode dizer porque é elementar, de sorte que não se pode avaliar o nível de conhecimentos matemáticos dele.
    Saber alemão não é mérito nenhum p/quem estudou vários anos na Suíça. E a qualidade das traduções dele do francês p/o alemão não sei de nenhuma análise sobre.
     
    Quanto à filosofia, a exposição “formal” digamos assim dele ao tema era nula, visto que ele candidamente diz (e não temos porque duvidar) desconhecer o mito do Er.
     
    Gostaria de conseguir o famoso Programa de cursos usuais de química, física, astronomia e fisiologia por ele ditados no Liceu Polimático, mas acho que só nalgum sebo perdido por lá…
    Aí talvez se pudesse avaliar os conhecimentos dele nessas áreas.

  285. Braulio Diz:

    Mano Vitor,
    .
    Agradeço a moderação.
    .
    Em respeito a sua pessoa, e a sua posição enquanto Moderador e Proprietário do Blog, não farei mais comentários ao Marciano.
    .
    Abraços Mano

  286. Contra o chiquismo Diz:

    + matemático, 11 profissões. Não só o alemão Gorducho…
    .
    .
    “Conhecia a fundo os idiomas francês, alemão, inglês e holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol.”
    .
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec#Diplomas_obtidos

  287. Gorducho Diz:

    Certo, mas isso são fontes dos próprios adeptos.
    Inglês não sabemos até que ponto ele dominava. Que eu saiba siquer foi à Inglaterra, que é ali bem perto.
    Aliás desconfio que tivessem rancor por causa de Waterloo; mas é só desconfiança. Tanto que no OLE 1 o Napoleão Bonaparte integra a equipe editorial.
    Idem p/o holandês, italiano & espanhol. Será?
    Que dados temos?
     
    Matemático não sei. O livro de aritmética é extremamente elementar, o que não é demérito pois que é necessário haver obras elementares p/o ensino dos infantes; mas não mostra nada sobre os eventuais conhecimentos dele.
    E os bicos como contador também: naquela época era bem rudimentar; eram guarda livros c/lançamentos decorados.
    Não tinha as amostragens estatísticas das auditorias, nem muito menos ele trabalhava nisso.

  288. Contra o chiquismo Diz:

    No ‘viagem espirita’ só consta a Bélgica que ele viajou…
    .
    http://www.autoresespiritasclassicos.com/allan%20kardec/A%20Viagem%20Espirita/Allan%20Kardec%20-%20Viagem%20Esp%C3%ADrita%20em%201862.pdf

  289. Gorducho Diz:

    Fazendo proselitismo sim, a Bruxelas + Antwerpen.
    Mas passou umas férias de verão na Suíça, rodeando pela zona dos lagos próximos dadonde tinha estudado, i.e., esteve em Genebra, Lausanne; Bern, Neuchâtel, Interlaken, Fribourg…
    Tudo é bem perto da França. Que eu saiba então ele nunca se afastou muito da metrópole.
     
    A Suíça acho que fossem protestantes, de sorte que não tinha mercado p/o espiritismo católico dele…

  290. Marciano Diz:

    Valeu, VITOR.
    Tá bem pra mim, assim.
    De outras vezes (sei que acontecerão) vou ignorar completamente, mas peço-lhe que advirta quem quer que faça ataques gratuitos e fora de propósito, a mim e a qualquer outro.
     
    GORDUCHO E VINÍCIUS, eu também tenho minhas carteirinhas, mas nunca as citei cá para impor autoridade, só o fiz a propósito de algum comentário, com o intuito de melhor esclarecê-lo, ou quando perguntado.
    Veja que você, GORDUCHO, já foi instado a dizer que tem brevet de PP, mas disseram que EU disse que era até piloto.
    Podem fuçar o que quiserem aqui e nunca encontrarão comentário meu onde digo que sou piloto de aeronaves (porque não o sou e nunca o fui), nem aposentado (idem, ibidem).
    VINICIUS mesmo já disse aqui que é contador, outros dizem ser médicos. Por que o problema é só comigo?
    Porque exerci vários cargos para os quais exige-se a mesma formação, ou de área correlata?
    Ou porque preferem me atacar do que comentar decentemente?
     
    Vejam também outro comentário antigo meu, no qual eu disse que não “queria” ficar trocando ofensas, não que “deixaria que me ofendessem”, o que deveria ser bem claro para um filósofo.
    Também citado fora do contexto, para falsear a verdade e dar a entender que eu disse outra coisa ou que fiquei retorquindo “cada” vilipêndio a mim endereçado.
     
    Postos os pingos no “is”, volto o que interessa.

  291. Marciano Diz:

    COC, já te disse que com o Woody ninguém arruma nada.
    É por isso que gostamos dele.
    E me dê o desconto de que a maioria dos desenhos (os bons) são dos anos 50 ou por aí.
     
    GORDUCHO, é apenas um palpite, reconheço, mas talvez Rivail não tenha querido arriscar sua reputação, com o primeiro livro sobre espiritismo, daí o nome druida. Depois, não tinha como voltar.
    Talvez…
     
    COC diz:
     
    “Conhecia a fundo os idiomas francês, alemão, inglês e holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol.”
     
    Já reparou que são todas línguas da mesma família?
    Conhecer, por exemplo, parece-se com conocer, conoscere, connaitre;
    Know parece-se com kennen;
    Kennen não se parece com weten, mas know pode ser kennen ou weißen, e weißen se parece com weten.
    Did you know that? Do you know me?
    Weten não se parece com know no primeiro sentido, nem com kennen, mas se parece com know no segundo sentido, ou com weißen.
     
    É fácil para quem sabe francês aprender português, italiano, espanhol (praticamente a mesma língua que o português – existem dialetos chineses ou árabes mais diferentes), e até inglês. Para quem sabe inglês, é fácil aprender alemão, holandês, sueco…
     
    Estranho seria se Rivail falasse farsi, cantonês, hindi, coreano…

  292. Marciano Diz:

    Para ficar mais claro, conhecer e saber é to know, em inglês, kennen parece-se com know e saber (weißen) parece-se com weten.
    É fácil aprender línguas parecidas.
    Difícil é aprender várias línguas diferentes mesmo, como as que citei acima. Mas não impossível, existem muitas pessoas que sabem falar línguas bem diversas.

  293. Marciano Diz:

    E a ideia absurda de que a culpa é das vítimas está no LE.

  294. Vladimir Diz:

    Sr.Administrador,
    .
    Respeito sua opinião, mas discordo veementemente quanto ao fato de dizer
    que o “ataque” do Braulio fora “gratuito”.
    .
    O Sr. mais do que todos, sabe que o Sr.Luiz Marciano Motta tem um longo histórico de ataques
    tanto a minha pessoa quanto ao Braulio e agora ao Victor também (bem como contra o Scur, o Marden dentre outros).
    .
    E os Sr. bem que sabe, que todos os cargos que ele alega ter ocupado, foi sempre dito por ele em primeiro lugar,
    ao meu ver com o único intuito de se “agigantar” diante do debatedor.
    .
    Que fique claro que eu sempre procedi da mesma forma, a diferença é que eu sempre deixe claro quem sou, e a profissão que tenho, pois em uma rápida busca no Google é possível encontrar todas as informações a meu respeito.
    .
    O que não ocorre com o mesmo, visto que uma busca no Cadastro de Inscritos da OAB Nacional ou da OAB-RJ não consta
    nenhum “Luiz Marciano Motta”, de modo que não sou obrigado a acreditar, na informações prestadas pelo debatedor sem maiores evidências.
    .
    Mas em respeito a sua pessoa, seguirei o exemplo do Sr.Braulio e não irei dirigir mais atenção ao cidadão.

  295. Victor Diz:

    Marciano,
    .
    Na boa cara, é o seguinte:
    .
    Em um fórum de internet ninguém precisa dizer qual a profissão que tem, o que faz ou deixa de fazer, pois muitas vezes usamos pseudônimos (não é o meu caso) e portanto fica praticamente impossível verificar a autenticidade das informações prestadas.
    .
    Se você diz, que foi Policial, Militar, Contador, Advogado, Juiz, Promotor e etc, você não deveria se surpreender se as pessoas pedirem que você comprove tais informações.
    .
    Qual o problema nisso?
    .
    Entretanto se você me disser que não quer se expor, é só não falar dos cargos que teve ou tem e assim por diante.
    .
    A questão é que você sempre diz isso a respeito dos cargos que possui, diz que é Rico, diz que fala não sei que quantos idiomas, que tem carro com motor V6 e etc.
    .
    Qual o objetivo?
    .
    Depois o Dr.Vladimir, diz que isso é para compensar um suposto “Complexo de Inferioridade” que você tem no Mundo Real (fora da Web) você fica todo ofendido…
    .
    Reflita sobre isso
    .
    Abraços
    .
    Victor

  296. Victor Diz:

    Correção: você diz que é “próspero” e não “rico” mas para mim dá na mesma :lol:

  297. Victor Diz:

    Eu não sou próspero nem rico, mas não preciso trabalhar :mrgreen:

  298. Marciano Diz:

    COC e MONTALVÃO, para vocês, que assim como eu, gostam de TV MOFO:
    https://www.youtube.com/watch?v=kWOhyvhXeKM

  299. Marciano Diz:

    O herói da série é doutor em parapsicologia.
    Série de 1972.

  300. Gorducho Diz:

    Eu não sou próspero nem rico, mas não preciso trabalhar
     
    :o
    Como isso se dá?
    Vive numa colônia hippie?

  301. Victor Diz:

    Que isso tô fora…
    .
    Vivo do aluguel de alguns “prediozinhos” (não são edifícios, são prédios de salas comerciais) que herdei.
    .
    Com essa crise alguns inquilinos desocuparam, mas nada que afete o orçamento como um todo.

  302. Gorducho Diz:

    mas talvez Rivail não tenha querido arriscar sua reputação, com o primeiro livro sobre espiritismo, daí o nome druida. Depois, não tinha como voltar.
    Talvez

     
    Certo mas por que o “sacerdote druida”?
    O nome propriamente é irrelevante…
    É porque esse assunto tava rolando lá em Paris, e as meninas estavam c/druidas na cabeça. Quando apareceu o Hipólito, todo formal, querendo transformar em sérias reuniões que eram pra diversão…

  303. Contra o chiquismo Diz:

    Gostei da abertura da série, parece até o ‘N.L.’ nos primeiros instantes.

  304. Vinicius Diz:

    GORDUCHO
    essas meninas quiseram tirar uma “onda” com o SR RIVAIL.

  305. Marciano Diz:

    Pra vocês verem como esse negócio de doutor em parapsicologia é antigo.
    Já faziam série de TV em 1972.
     
    Quanto ao Hipólito, que entrou na moda do espiritismo de salão, tentando transformá-lo em reforma religiosa, isto faz lembrar do Houdini.
    Alguém aí viu a mini-série do Discovery, reapresentada na Globo?

  306. Marciano Diz:

    Discovery, não, History.

  307. Gorducho Diz:

    essas meninas quiseram tirar uma “onda” com o SR RIVAIL.
     
    Claro. Imagine a impressão que não causou nas meninas aquele sujeito sério e compenetrado indo em reuniões cuja finalidade era a diversão (o outro passatempo disponível era o teatro – para poucos, claro; ou jogos de cartas).

  308. Marciano Diz:

    Outra diversão que alguns levam a sério é a OUIJA BOARD.
    Já vi um livro espírita falando dos perigos e uma revista dos TJs.
    Para uns, atrair espíritos zombeteiros e perigosos. Para outros, atrair demônios.
    O livro “O Exorcista”, também filme de sucesso, conta a história de uma menina que atraiu o Pazuzo com a brincadeira.
    Mas é só uma brincadeira mesmo.
    Vendida nos states em warehouses, aqui improvisada com um copo.
     
    A revista dos TJs, não tenho como disponibilizar.
    O livro, está aqui, na íntegra, para quem se interessar:
    http://limiarespirita.com.br/livros/copos.pdf

  309. Gorducho Diz:

    Em casa faziam antes de eu nascer; quando era pequeno ainda tinha o alfabeto em quadradinhos de cartão.
    A médium era irmã mais moça da m/mãe. M/mãe não participava porque tinha consciência dos maus fluídos que inundam o local pois nesses trabalhos só comparecem espíritos inferiores.
    Diz que o copo zunia sobre a mesa às vezes escapando ao contato dos participantes.
    As respostas são como todas mensagens espíritas: besteiras e trivialidades.
    Em particular mais eram fofocas, quem gostava de quem – porque exceto m/avó (mãe da médium) eram adoslecentes…

  310. Vinicius Diz:

    tive um colega de trabalho que dizia para o pessoal não ler as orações de são cipriano pois morreriam logo, e falava em um tom bem sério.

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