Revelando a Madame d’Esperance Real: Uma Investigação Histórica e Psicológica, de Adrian Parker e Elizabeth Warwood (2016)

Madame d’Esperance foi uma médium de efeitos físicos, bem conhecida por suas formas materializadas, as quais consulentes enlutados frequentemente reconheciam como seus parentes mortos. Uma avaliação crítica é feita de seu aclamado relato autobiográfico, Shadow Land, com um foco particular em suas atividades, primeiro em Newcastle, Inglaterra, e em seguida em Gotemburgo, Suécia. Neste processo, os autores tiveram acesso a arquivos recentemente descobertos e publicações raras. Uma apresentação é feita de alguns dos métodos fraudulentos usados por médiuns de efeitos físicos e os possíveis processos psicológicos por trás das experiências marcantes dos consulentes que frequentam as sessões.Para ler o artigo em português, clique aqui.

74 respostas a “Revelando a Madame d’Esperance Real: Uma Investigação Histórica e Psicológica, de Adrian Parker e Elizabeth Warwood (2016)”

  1. Gorducho Diz:

    engenheiro aprendiz
    :o
    :?:

  2. Gorducho Diz:

    mestre de obras ao ar livre
     
    ¿Tem ponteiro pro original em sueco?

  3. Vitor Diz:

    Ele tinha só 17 anos, por isso achei que “mestre de obras” não caía bem.
    .
    Desconheço links para o original em sueco.

  4. Gorducho Diz:

    Justo… justo… por isso queria conferir o original.
    Servente de pedreiro, acho; porque @17 ser já mestre…

  5. Espirita SP Orlando Diz:

    Sempre carreguei comigo a curiosidade das materializações estarem envoltas de panos brancos, semelhantes a lençóis de cama. E a razão de aparecer só a cabeça do perispirito?

  6. Espirita SP Orlando Diz:

    Fernando Ben ) Anda pelo mundo um vídeo de materialização, onde você na década de 70, participa de um trabalho da Lucia Maria Loureiro e do Carlos Bernardo, onde por sua mediunidade se materializava o espírito “Noiva”… Como você se sentia depois destes trabalhos?
    ( JOSÉ MEDRADO ) Era um trabalho muito desgastante. Passava mito mal após a sua realização, consumia muita energia. Realmente sentia um grande mal-esta
    http://www.cartasdefatima.com/2013/12/cafe-e-espiritualidade-com-jose-medrado.html?m=1

  7. Gorducho Diz:

    Nem sempre… mas é o mais comum.
    Acredito que possa ser a zona de transição entre o fluído universal perfeitamente condensado ao nível do nosso globo – ou seja, o corpo proper da materialização…-; os aparentes panos sendo uma transição pra ele quintessenciado – i.e., no seu estado “normal” – gradualmente.
    I.e., não haja uma descontinuidade entre o fluído condensado e ele no seu estado normal de quintessenciação, mas sim uma transição.
    Fazendo uma analogia porca: tipo como a transição do escoamento laminar pro turbulento na MecFlu…

  8. Gorducho Diz:

    Na minha tese, claro: é que às vezes essa “zona de transição” não será visível.
    Esta materialização ocorrida cá no Brasil por exemplo…

  9. Vinicius Diz:

    Gorducho, qual é o “espirito” nessa foto?

  10. Gorducho Diz:


    Giuseppe Parini

  11. Gorducho Diz:

    Insurge-se o sr. Pery de Campos, na sua conferência, particularmente, contra uma cabelleira postiça, desalinhada e doméstica, com que se materializou o poeta italiano, do século XVIII, Giuseppe Parini. Assim como contra a barba, raspada, com que se apresentou, também psychicamente corporificada, a
    figura do famoso kalifa ou emir de Bagdad, contemporâneo e amigo de Carlos Magno, Harun-Al-Rashid. Ambos em sessão da Academia de Estudos Psychicos Cesar Lombroso, de São Paulo, por intermédio das faculdades mediumnicas de Mirabelli. Ataca e ridiculariza uma e outra caracterização, por suspeitas
    ou inverosímeis.
    Com relação a parini, que, mais duma vez, se manifestou a mim, através de Mirabelli, produzindo phenomenos indubitáveis e predições importantes, ao
    depois inteiramente confirmadas, – não se lhe póde tachar de falso um accessorio da indumentária, embora postiço, visto saber como todo o mundo que as cabelleiras ou perucas, empoadas ou não, de uso caseiro ou de ceremonia, faziam parte da moda corrente no século XVIII. Ainda mais, o meu prezado amigo dr. Carlos de Castro, facultativo cometente e cavalheiro da mais acatavel honorabilidade, autor dum livro em que condensa observações, duma série de annos, relativamente a Mirabelli, asseverou-me, até, haver procedido a exame, na corporificação de Parini, com o qual dialogou; tendo-se manifestado o mesmo poeta, noutra pose photographica, declamando versos! Conforme consta de nova gravura, exposta neste livro. (Veja-se).

    [Eurico de Goes. Prodígios da Biopsychica obtidos com o Médium Mirabelli: experiências com o famoso metergico e documentado estudo de psychismo phenomenal.]

  12. Gorducho Diz:

    Acho que outdoor foreman se verte pra capataz…
    Se ela era 26 e esposa, ele não era 17 :!:

  13. Marciano Diz:

    Oi, GORDUCHO.
    Só hoje voltei ao blog e vi seu comentário.
    Eu apenas traduziria sentir por “perceber”, em vez de exercer.
    No mais, concordo com sua tradução.
    No júri inglês e americano, é o jurado que fica incumbido de dirigir-se ao juiz, para dizer que chegaram ao um veredicto e anunciá-lo.
    Sueco, vou ficar devendo, pois conheço umas duas ou três palavras.
    Vou ler a tradução.

  14. Marciano Diz:

    Ficou confuso. Faltou dizer que foreman é capataz mesmo.
    Misturei comentários.
    Canis festinans caecos parit catulos.
    The hasty bitch brings forth blind whelps.
    Vite et bien ne vont jamais ensemble.
    La gata presurosa para los gatitos ciegos.
    La gatta frettolosa fece i gattini ciechi.

  15. Marciano Diz:

    Quer dizer, foreman pode ser o capataz ou o jurado que fala pelos demais.
    A person who exercises control over workers;
    A man who is foreperson of a jury.

  16. Gorducho Diz:

    Feitor…
    na ALL chamam feitor, acho.
     
    Quanto ao aprendiz de engenharia esse é que era 17, Sr. Administrador. Então sim visto que seriam aqueles engenheiros antes de ter os cursos formais – tipo como o antigo Dipl.-Ingenieur alemão.
    Então sim ele era o que hoje chamamos estudante só que era na prática.
     
     
    O artigo é um bom aperçu mas p/mim não trouxe novidades – exceto sim que tinha esquecido Hope também ser atochada dela, em casualidade inversa!
     
    Gostei que não “traduziu” unidades de medida!
     
    Eles forçam a barra com a história da máscara. Não lobrigo a borda da qual eles falam na “ampliação”.
    Quanto à fita na testa, sempre achara que era um defeito luminífero da foto. Então era (talvez um elástico de costureira largo…) pra segurar a máscara :lol:

  17. Marcos Arduin Diz:

    Não li o texto ainda, mas num trecho é dito que as testemunhas eram ingênuas, despreparadas, etc e portanto seus relatos não seriam confiáveis.
    Até posso concordar, mas e daí? Os caras da tal Comissão Fielding eram investigadores sérios, capazes, conhecedores dos truques ilusionistas, etc e tal, mas como não disseram que Eusápia era uma farsante, então foram enganados com truques bobos e infantis segundo os sábios céticos de hoje.
    É a lei: mediunidade sempre é fraude e se esta não foi percebida, foi porque os estudiosos eram incompetentes. E com tal situação, ainda perguntam por que os fenômenos não ocorrem mais atualmente…

  18. Gorducho Diz:

    Esse texto nada acrescenta ao que sabemos já.
    Inclusive aquela explicação – assaz lógica…- pra famosa desmaterialização das pernas: ela ter colocado o traseiro pra trás pelo vão do encosto.
    Quanto ao nome, casamento e registros notariais correspondentes, já vi acho que na PSYPIONEER.
    Só tinha me esquecido e até mencionei erroneamente Hope esses dias.
     
    Mas é ótimo como um aperçu pros leitores anônimos que não têm o nível de conhecimento que nós já assimilamos por gostarmos do tema.
     
     
    Não: mediunidade não é sempre farsa. No mais das vezes é auto-sugestão.
    Bom exemplo é a uniformidade dos textos ensinada em cursos como os cá sempre citados pelo AVi.
     
    Agora isso sim: sempre fogem de testes reais. Agora mesmo o Administrador mencionou que provavelmente fariam no médium que canalizou o vô do falecido da ossada. Quando eu me entusiasmei, ele prontamente mijou pra trás.
    Então simples: façamos testes (de verdade, claro) :!:

  19. Vinicius Diz:

    “Não: mediunidade não é sempre farsa. No mais das vezes é auto-sugestão”
     
    Os “obsessores” que baixavam nos cursos sempre com a mesma linguagem de livros chiquistas, sem identificação, já ouvi até contextos repetidos…
     
    Até o “mentor” dos trabalhos praticamente repete o que o expositor da palestra do dia falou. Somente uma vez vi o mentor falando que já foi trabalhador da casa e ainda sim não se identificou, não deu sinais de particularidade e nem falou como era em vida, apenas que já esteve nas poltronas do auditório e nos corredores da instituição.
     
    E a psicografia que direcionaram a mim até um estudante de catecismo católico faria: “Deus lhe abençõe sempre meu irmão, sigamos sempre em frente, aprendendo”

  20. Vinicius Diz:

    e as materializações, quando eram abordadas por alunos, em formas de dúvidas e porquê não havia essa prática lá, respondiam que a época dos fenomenos já passou e citavam Emmanuel (não me recordo qual livro , acho que O CONSOLADOR)

  21. Gorducho Diz:

    Que eu saiba o Emmânuel proibiu foi só o CX de participar de materializações, isso naquela vez que ele próprio se materializou parecendo um destaque de escola-de-samba.

  22. Vinicius Diz:

    Além dessa conversa de Emmanuel e CX, tomam por base também o trecho abaixo:
     
    “Devo confessar que não sou partidária de sessões de materializações de
    Espíritos. Se a elas assisto, conservo-me sempre prevenida contra fraudes,
    mistificações e personalismo dos dirigentes, e entendo, com as instruções dos
    próprios livros doutrinários, não existir necessidade de tais reuniões nos dias
    atuais, quando já estamos bastante preparados para compreender e assimilar
    a Doutrina Espírita sem necessitarmos das provas materiais para nos
    convencermos da verdade. “
     

    “O tempo áureo das sessões de materialização pertence ao passado. Nos dias que correm serão raros, sim, os fenômenos legítimos, que realmente convençam, conquanto não sejam impossíveis. Com um século de Doutrina codificada, explicada, repetida, raciocinada, cumpre que, pelo menos nós, espíritas confessos, pelo estudo, pela meditação e nossa própria espiritualização adquiramos condições vibratórias para o intercâmbio direto com os desencarnados, sem precisarmos provocar materializações de
    Espíritos, a não ser para fins de superior utilidade. Sabemos, outrossim, que os grandes Espíritos não mais se interessam por esse gênero de manifestações do Invisível, as quais, em grande maioria, ficaram entregues a entidades de ordem medíocre e inferior.”
     
    Livro Recordações da Mediunidade, médium YP , Espirito Dr.Bezerra

  23. Gorducho Diz:

    Boa desculpa pra consumo interno de quem já é crédulo.
    I.e.: vale pra quem já é frequentador de centro espírita.
    Pra fins do argumento do Professor, i.e., a interface entre Crentes e nós, é risível.

  24. Vinicius Diz:

    “Boa desculpa pra consumo interno de quem já é crédulo.”
     
    Sem dúvidas, GORDUCHO, mas quero complementar que é um CURSO, e dentro dele há “alunos não 100% convencidos” do espiritismo. Antes do cursos, claro, há uma ficha em que o “iniciante” passa por “tratamentos palestras” , mas alguns chegam nesses cursos querendo ver de fato, o intercâmbio mediunico e muitos levantam as mãozinhas perguntando: “mas, e as materializações ???” daí dão respostas como estas…
     
    Se é um CURSO PRÁTICO, porque não materialização???

  25. Gorducho Diz:

    Até porque o Kardec tentou aplicar que o espiritismo diferiria das outras religiões por sua verificabilidade bem como pela alegação de que “mediunidade” era um fato científico da natureza.
    Agora os bezerrochiquistas retornaram ao formato religioso clássico do milagre no passado por excepcional autorização divina.
    O Moisés abria passagens pelo mar, batia com varinha nas rochas e saia água; JC transformava água em vinho e materializava peixes…
    Tudo no passado: como as mesas girantes; as corbeilles toupies explicando sozinhas o Evangelho; as almas se condensando e discos 78 se enrolando.
     
    Hoje por incrível que pareça, onde tem fenômeno espírita é nos templos evangélicos :!:

  26. Marciano Diz:

    ===============================================================
    NOVO COMENTÁRIO DO PROFESSOR, MAIS ACIMA, NESTE TÓPICO
    ===============================================================
    Para quem quiser ler o comentário do Professor na íntegra, é só clicar no HTM acima, em azul.
     
    Destaco o trecho final:
     
    É a lei: mediunidade sempre é fraude e se esta não foi percebida, foi porque os estudiosos eram incompetentes. E com tal situação, ainda perguntam por que os fenômenos não ocorrem mais atualmente…
     
    Certíssimo! É normal que fossem incompetentes, naquela época, em que tudo isso era malandragem nova.
    Hoje em dia os fenômenos não ocorrem mais (exceto entre crédulos, para os quais é uma redundância, pois não provam nada: eles já acreditam), porque entre os céticos, aí incluída a bancada cétida do blog, esses truques de circo de roça não funcionam.
     
     
    ===============================================================
    Hoje por incrível que pareça, onde tem fenômeno espírita é nos templos evangélicos :!:
    ===============================================================
     
    É pela mesma razão. Convencer quem já está convencido ou que quer desesperadamente se convencer.
    Por que eles tiram demônios, curam cegos e aleijados, mas não curam amputados :?:

  27. Marciano Diz:

    Na verdade, entre crentes e wannabes, os “fenômenos” ocorrem para reforçar a credulidade.
    Entre descrentes, não ocorrem porque não existem e seriam facilmente percebidos como fraudes.
     
     
    Pergunta-se: para que fazer demonstrações circenses entre pessoas que já acreditam⁉
    Essas malandragens porcas só servem de prova para quem já acredita ou quer loucamente acreditar.
    Dose de reforço.

  28. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Entre descrentes, não ocorrem porque não existem e seriam facilmente percebidos como fraudes.”
    .
    Gostaria de lembrá-lo deste artigo que refuta completamente a afirmação acima:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2015/o-espiritualismo-e-uma-crise-de-evidencia-em-meados-da-epoca-vitoriana-2004-por-peter-lamont/

  29. Marciano Diz:

    Não vamos ressuscitar tudo o que foi discuto lá.
    Veja isto, por exemplo:
    http://www.seeker.com/psychic-tip-on-long-island-serial-killer-1765214460.html#news.discovery.com

  30. Marciano Diz:

    Marciano Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 1:33 PM
    Estudo de caso de psychic detective, desses que nunca são pegos em fraude:
    http://news.discovery.com/human/psychic-tip-on-long-island-serial-killer.htm
    Marciano Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 1:34 PM
    Do nosso amigo Wiseman:
    http://uhra.herts.ac.uk/bitstream/handle/2299/2287/902382.pdf?sequence=1
    Marciano Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 1:35 PM
    Método usado pelos psychic detectives:
    http://articles.latimes.com/1987-11-16/local/me-14250_1_police-departments/2
    Marciano Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 1:37 PM
    Ora, direis, e as OBEs?
    http://www.bbc.com/future/story/20150821-the-dangerous-consequences-of-seeing-your-doppelganger
    Marciano Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 1:38 PM
    Que tal uma explicação pseudocética, só para ter dois pontos de vista?
    http://infoscience.epfl.ch/record/154867/files/2005_Blanke_TN_the%20obe%20-%20disturbed%20self-processing%20at%20the%20tpj.pdf
    Marciano Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 1:44 PM
    Em vez da Superinteressante, que tal um artigo da Scientific American (pas si mauvais) sobre NDEs?
    http://www.scientificamerican.com/article/peace-of-mind-near-death/

    Agora um estudo pseudocético sobre NDEs:
    http://journal.frontiersin.org/article/10.3389/fnhum.2014.00429/full

  31. Vinicius Diz:

    “Victor Diz:
    OUTUBRO 29TH, 2015 ÀS 3:21 PM
    Os médiuns de hoje não voam mais???
    .
    Que tal mobilizarmos os céticos do Brasil, e oferecermos um prêmio em dinheiro para o médium que conseguir “voar” como o Dunglas Home?
    .
    Aí sim eu estou disposto a abrir a carteira e doar as patacas, mas não pode ser truque like Mister M, tem que ser flutuação genuína…”
     
    VICTOR estava querendo até dar “patacas” (moeda de patópolis) para ver médiuns voadores nesse artigo?

  32. Marciano Diz:

    Meu comentário em resposta a VITOR foi pro spam, por ter muitos links.
    Quem quiser ver o que respondi, é só abrir o link citado por ele mesmo, pois começa com várias refutações minhas.
    É só abrir e ler.

  33. Marciano Diz:

    Já foi consertado.
    Obrigado, VITOR.
    A discussão prosseguiu, com participação de todos.
    Volto a dizer que os fenômenos não ocorrem na presença de quem já não é crente ou não deseja com muito fervor tornar-se um.
    A prova é o tópico anterior, quando um fenômeno espetacular surge, mas não pode ser investigado.

  34. Marciano Diz:

    E ARDUIN já não tinha admitido que crê por uma questão de conforto⁉ ?

  35. Marciano Diz:

    Marcos Arduin Diz:
    ABRIL 9TH, 2015 ÀS 11:57 AM
    “porquê de pessoas acreditarem em coisas estranhas.”
    - Não é estranho, de Morte. É apenas porque nos sentimos bem assim. Digamos que é uma área de conforto na nossa mente. Afim de demonstrar superioridade intelectual, o pessoal cético faz como você, achando estranho que alguém intelectualizado e sorbonizado acreditasse em coisas tidas e havidas como superstição ou bobagem.
    No meu caso específico eu noto que em vez de refutar cientificamente ou ao menos logicamente o que é apresentado pelo mediunismo, o pessoal cético apela para escapismos bobos e supersticiosos. Eles descreem do que Crookes & Cia Bela apresentaram, ainda mais estes que tinham uma reputação a zelar, e fazem o maior cavalo de batalha, CRENDO NA MAIOR BOA FÉ na palavra de estranhos, que nunca provaram sequer terem conhecido mesmo os médiuns, dizendo terem sido amantes ou confessores deles e que lhes foram revelados que enganaram os bocós científicos com truques bobos e infantis. Nem ao menos esses truques foram revelados, mas os céticos verdadeiros ACEITAM tais declarações numa boa. Eu fico no dilema lógico: quais argumentos eu devo ao menos considerar? Os dos cientistas que pesquisaram os médiuns, meteram as caras, fizeram experimentos, etc e tal ou os argumentos dos sábios céticos que nunca viram médium algum e aceitam como válidas declarações nebulosas, nunca confirmadas ou verificadas (=evidência anedota)?

  36. Marciano Diz:

    Tópico no qual ARDUIN admitiu a questão de conforto pessoal:
    http://obraspsicografadas.org/2015/o-caso-da-inscricao-1905/

  37. Marciano Diz:

    CONFISSÃO ARDUÍNICA

  38. Vitor Diz:

    Vamos analisar ao menos alguns dos links do Marciano:
    .
    1º link: Estudo de caso de psychic detective, desses que nunca são pegos em fraude:
    .
    http://news.discovery.com/human/psychic-tip-on-long-island-serial-killer.htm
    .
    O caso é bem fraco mesmo. Até aí, sem problemas. Mas o autor – Ben Radford – erra quando diz:
    .
    “There is not a single documented case of a missing person being found or recovered due to psychic information”.
    .
    Até mesmo o cético Joe Nickell discorda dele. No livro “The Science of Ghosts” (2012), referente ao caso da clarividente Mrs. Titus (já divulgado em http://obraspsicografadas.org/2013/crimes-resolvidos-com-a-ajuda-de-psquicos-ou-mdiuns-parte-1/) ele apenas repete o que o próprio relatório já diz no tocante às explicações naturais, julgadas inverossímeis, e só é capaz de dizer:
    .
    “I suspect that an in-depth skeptical investigation at the time would have rendered the case even less astonishing than it now appears”
    .
    Só. Foi incapaz de desmontar o caso.
    .
    O próprio cético Marcelo Truzzi diz sobre Nickell:
    .
    “The author fails to consider other cases by the psychics he covers, and there is also a lack of any systematic selection of those he does cover. Thus, Nickell gives attention to some psychics who have made the papers with only one case, whereas others with numerous cases purportedly to their credit are entirely absent (for example, Nancy Czedi, Kathlyn Rhea, and Gene Dennis). This criticism can also be ap¬plied to Nickell’s whole book, for he and his colleagues never give any basis for their selection of these particular psychics out of the list of several hundred possible psychics (my own files list at least 350 psychics who have been involved with police cases).”
    .
    A Kathlyn Rhea, por exemplo, tem matéria aqui:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2014/crimes-e-desaparecimentos-resolvidos-com-a-ajuda-de-mdiuns-ou-psquicos-parte-7/
    .
    Não bastasse isso, já há livros acadêmicos aceitando que psíquicos são úteis para a polícia sim, como o livro Practical Homicide Investigation – Tactics, Procedures and Forensic Techniques 4th ed (2006), que diz:
    .
    Psíquicos
    O detetive de homicídios profissional usa muitas ferramentas na investigação para ajudar na recuperação da informação, algumas das quais podem ser inacessíveis através de métodos comuns. Uma prática um tanto sensacional e muitas vezes controversa é o uso de psíquicos. O objetivo desta seção é fornecer o investigador com informações sobre o uso de um psíquico nas investigações de homicídios.* Em termos práticos, os policiais são naturalmente céticos de psíquicos e seus fenômenos. No entanto, do ponto de vista de investigação, qualquer coisa que provou ser bem sucedida em uma investigação deve certamente ser considerada em outros casos. Deve notar-se que a informação fornecida pelo psíquico pode não ser sempre exata e, em alguns casos, pode não ter qualquer valor para a investigação. No entanto, isso não deve dissuadir as autoridades de usar um psíquico, especialmente em casos de homicídio em que a informação é limitada. O uso de um psíquico pode ser considerado como uma ajuda adicional na investigação.
    * As informações apresentadas nesta seção se baseiam na pesquisa de casos específicos, entrevistas pessoais e correspondência com vários psíquicos, incluindo Ms. Noreen Renier,uma reconhecida autoridade psíquica sobre os fenômenos de percepção extra-sensorial. Ms. Renier tem trabalhado com várias agências policiais, incluindo o FBI em casos de homicídio e outras investigações criminais. Web site: http://www.noreenrenier.com. 3303_C020.fm página 718 sexta-feira, 6 de janeiro, 2006 10:05

    .
    Em outra parte deste livro, é dito:
    .
    A pesquisa empírica sobre fenômenos psíquicos é limitada, e não há dados de pesquisa “duras” que indiquem uma porcentagem exata de casos materialmente auxiliados pelo uso de fenômenos psíquicos. No entanto, falando investigamente, a documentação de sucessos tem sido suficiente para merecer a consideração desta técnica numa base caso-a-caso. Se uma agência de aplicação da lei está interessada em utilizar um vidente, a agência pode entrar em contato com a Sociedade Americana para a Pesquisa Psíquica (ASPR) para apurar se tem qualquer informação sobre um psíquico particular. A ASPR é uma organização respeitada e conservadora envolvida no estudo deste fenômeno. Ms. Patrice Keane é a diretora executiva e pode ser contatado em 5 West 73rd Street, Nova York, NY 10023. O número de telefone é (212) 799-5050 e o site é http://www.aspr.com. Os investigadores da polícia devem estar cientes da utilização dos fenômenos psíquicos em investigações criminais. Em todo o caso, eu não encorajo nem desencorajo o uso de psíquicos em investigações de homicídios.
    .
    Como se vê, até livros acadêmicos já se veem obrigados a citar a cooperação que existe entre psíquicos e a polícia, e a admitir os sucessos de tal cooperação.
    .
    Sobre NDE, acabou de sair um livro sobre o assunto:
    .
    https://www.amazon.com/Self-Does-Not-Die-Experiences/dp/0997560800/
    .
    É o material mais recente que há. Não li, mas quem já leu disse que o livro é bastante atento às críticas céticas.

  39. Gorducho Diz:

    Então repondo pros Srs. leitores anônimos como as cousas se processam de fato, exemplifico – negritos meus, fonte Joe Nickell na
    Skeptical Inquirer Volume 29.4, July / August 2005
    —————————————————————————————————————————————
     
    Renier had been informed that Lewis’s truck had not been found, despite intensive searching. If it was in the vicinity, notes Posner (1997, 3), it must surely have been “submerged in a body of water.” If Renier had looked at a map — something she appears often to do (e.g., Voyles 1999) — she would have observed that the Williston area is dotted with limestone quarries and crisscrossed with railroad tracks, as well as highways 45 and 121. In fact, the police had looked “into several bodies of water,” notes Posner (1997, 2), prior to searching the Whitehurst pit, where Lewis’s truck and remains were finally found.

    Actually, a different pit was nearer Lewis’s home, and Posner (1997, 2, 6—7) observes that it best matched the psychic’s so-called clues. However, the lead detective on the case, Brian Hewitt, admitted he had “walked around probably 30 quarries” before finally determining to search the Whitehurst pit. If Lewis had traveled north instead of south on the main road from his home (Route 45), the first large quarry he would reach was the Whitehurst pit.

    The “clues” Renier provided were either obvious for the area or were the result of retrofitting. After the fact, for example, abandoned railroad tracks that were belatedly uncovered, and an old truck scale that resembled a “bridge,” were interpreted by obviously credulous police to fit Renier’s statements.

  40. Gorducho Diz:

    Me lembrei daqueles seus espíritos pros quais deram um mapa medieval…
    :mrgreen:

  41. Vitor Diz:

    Vejamos o que Marcelo Truzzi diz a respeito de Renier e Posner:
    .
    Gary P. Posner’s essay on Noreen Renier is perhaps the most vitriolic in the book. Posner has been Renier’s public antagonist for some years now, and his analysis is far from dispassionate. His antagonism is related to Renier’s having won a lawsuit for libel against John Merrell, a once prominent member of the Northwest Skeptics whom Posner defends. (From Posner’s account, one might wonder why Merrell ever lost the case.) What Posner, like many critics, apparently fails to understand is that professional psychics like Renier may refuse to cooperate with an investigator, not because they are afraid to have their abilities tested, but because they simply do not trust the honesty and integrity of their challenger. Posner, like James Randi, likes to throw down the gauntlet and then assert that the challenged psychic has an obligation to cooperate with him. Since I have been in regular touch with Renier for some years now and have found her highly cooperative in answering my inquiries (and she knows that I am not convinced that she is psychic), and since I have also heard her complain about the inquisitional tactics of some Florida skeptics, I am not surprised that she has ignored Posner’s demands for responses to his charges. In Posner’s critique, he nit-picks through materials searching for anything compromising, much like a prosecuting attorney. He construes all that he can in a light unfavorable to Renier. Thus, for example, he suggests that Renier’s having a promotional packet contradicts her statement that she has not advertised for or solicited police case work (p. 67). He disregards the fact that her promotional packet is used to obtain lecture and speaking engagements, not police cases (which do, in fact, come to her unsolicited). Similarly, Posner notes that Renier says she “will not accept a case unless an officially authorized representative of the agency having juris¬diction contacts her directly,” and he then claims that this contradicts ex-FBI agent Robert K Ressler’s statement that Renier had not been used by the FBI in “any regular capacity” (p. 69). Posner ignores the obvious distinction between formal and informal solicitation of her services; the fact remains that FBI agent Ressler asked for her help on a case. Yet Posner also pounces on small and petty distinctions. For example, Ressler said that Renier was not an instructor for the FBI (p. 69). This is correct in that she has never had a regular position with that tide there, but Posner overlooks the fact that Renier had been an invited lecturer at the FBI Academy. Although Posner does provide some new information and raises some interesting questions, his adversarial and one-sided approach leaves one more frustrated than enlightened.
    .
    Para de dizer MUUUUUUUU pra qualquer autor cético, especialmente o Nickell, Gorducho :D

  42. Gorducho Diz:

    Nada: digo… digo… digo… não ligo a mínima pra autores. Só os conheço porque vocês – Professor e o senhor os citam.
    Agora, pra ter como contra-argumentar, tenho que obter informações sobre ao menos certos casos.
    Quando não há nenhuma informação, nada sai.
    Exemplo de hoje, agora, é a tumba do Tut, que é a coisa mais fácil do mundo porque é só olhar atrás duma parede.
    Se for oca dizer o que tem, e se for rocha sólida dizer que é rocha sólida.
    Mas ninguém se habilita antes que saiam os laudos de radar.
     
    Nós sabemos como funciona a cousa, mas faço porque S/Pessoa fica jogando cá no seu (claro) Sítio, e tem os leitores anônimos.
     
     
    By the way: notou que o seu psíquico aquele lobrigou os destroços (#MH370) justo no limite externo da faixa estendida de scaneamento.
    Acaso sabe por onde andam hoje as sondagens :?:

  43. Gorducho Diz:

    Lhe desafio a partir de agora uma vez que eu espontaneamente cite algum “autor cético”, sem ser respondendo a vocês.
    Minha própria arrogância impede, pois digo que ninguém, ninguém mesmo, entende de espiritismo mais que nós cá.
    Antes dos “autores” céticos, valorizo os nossos:
     
    AMoque como ninguém soube delimitar e precisar o problema: ver se tem espírito no ambiente e se o “médium” tem mediunidade. Ponto, fim da 1ª etapa, e nenhuma outra pode ser tentada antes dessa básica.
     
    ABo que propôs as 10 roletas…

     
     
    Esses de cá pra mim é que têm valor maior.

  44. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Gorducho Diz:
    AGOSTO 11TH, 2016 ÀS 7:37 PM
    Nada: digo… digo… digo… não ligo a mínima pra autores. Só os conheço porque vocês –Professor e o senhor os citam.
    ===============================================================
    Sensação de dejà vu detectada!
     
    Eu nem mencionaria isto, por vergonha :oops: , mas por honestidade intelectual, tenho de confessar:
    Eu nunca tinha ouvido falar de MASSIMO POLIDORO, até o Professor o mencionar.
    Eu nunca tinha ouvido falar de Olavo de Carvalho, até o vermelhinho Biasetto, em outras paragens, me chamar de olavete, que eu nem entendi, até ele mencionar o nome do cara.
     
    GORDUCHO, confessou, eu também confesso.
    Essa bancada crente faz uma propaganda danada dos céticos, da mesma forma que os MAVs fazem propaganda do pessoal da direita.
     
    Eles dizem que a gente faz MUUUUU, que a gente é sei-lá-o-que, mas o que conseguem é mostrar que pessoas mais conhecidas do que nós vêem a mesma coisa que está estampada na cara de qualquer um que tenha olhos capazes de enxergar.
    O que está na cara.
     
    Acham que gente aprende com A, B ou C, quando, na verdade, a gente só vê o óbvio ululante.

  45. Marciano Diz:

    Eu não sabia que Susan Blackmore e Richard Wiseman tinham abandonado a parapsicologia, até VITOR citá-los como exemplos de parapsicólogos.
    TIRO NO PÉ

  46. Vinicius Diz:

    “Como se vê, até livros acadêmicos já se veem obrigados a citar a cooperação que existe entre psíquicos e a polícia, e a admitir os sucessos de tal cooperação.”
     
    Aqui no Brasil quantos desses tivemos?
    O Nilton Souza é um psíquico ou médium?

  47. Gorducho Diz:

    A cabeça dele é uma confusão total: é um vale-tudo de telepatia; leitura de kardexes akáshicos; espiritismo; telecinese estatística; psicometria estatística; discos voadores curas tipos I, II, III; qualquer coisa Sobrenatural…

  48. Gorducho Diz:

    Ele só não acredita mesmo é em materializações, acho – não duvido que qualquer dia ele apareça com um “estudo científico” (desde que americano ou nórdico, claro) com alguma materialização estatísticamente comprovada :D

  49. Vitor Diz:

    MARCIANO DISSE: “Eu não sabia que Susan Blackmore e Richard Wiseman tinham abandonado a parapsicologia, até VITOR citá-los como exemplos de parapsicólogos.”
    .
    Após a Blackmore ter sido pega em fraude por Rick Berger, acho que era o melhor que ela podia fazer mesmo. O Wiseman também, depois da pressão que ele sofreu por esconder que seus dados replicavam os de Sheldrake de telepatia canina. E vários outros problemas, como a meta-análise que ele fez dos testes ganzfeld, criticada até pelos céticos. E não só. Há uma longa lista…
    .
    Minha opinião é que esses céticos não aguentaram as críticas dos colegas parapsicólogos, vindas tanto de céticos quanto de crentes. E daí abandonaram antes que suas carreiras afundassem de vez… :D
    .
    Mesmo assim o Wiseman ainda escreveu a introdução do livro do Haraldsson lançado esse ano. Parece que ele ainda tem um pezinho na parapsicologia…

  50. Vinicius Diz:

    GORDUCHO, você que é expert em espiritismo e conhece “romances”, lembra de algo que diz que evocaram Dr.Bezerra de Menezes para ajudar num parto dificil de uma reencarnação de um ovóide?

  51. Vinicius Diz:

    não sei se evocaram ou ele apareceu “sem ser chamado” , ou chamado pelo Dr.Miranda ou Dr. Silvio.

  52. Vitor Diz:

    VINÍCIUS DISSE: “Aqui no Brasil quantos desses tivemos?”
    .
    A que se refere? tivemos o quê?
    .
    VINÍCIUS DISSE: “O Nilton Souza é um psíquico ou médium?”
    .
    Ele mesmo se vê como médium, não como psíquico. Aliás foi isso que ele disse quando a mãe do Galdino o procurou pedindo para localizar o filho, que isso era trabalho de psíquico, não de médium. Aí ela insistiu dizendo que seu filho poderia dizer onde estava seu corpo. Aí ele aceitou… ao menos foi isso que ele disse para o intermediário.

  53. Vinicius Diz:

    Vitor: casos em que psíquicos ajudaram a policia.

  54. Vitor Diz:

    Oi, Vinícius
    que eu saiba o caso do Nilton é o primeiro desse tipo no Brasil. Aqui o que havia antes é o uso de cartas psicografadas para inocentar os suspeitos.

  55. Gorducho Diz:

    E é o que continuaremos tendo. A função do chiquismo é
    - nesta ordem de importância:
    i) consolar a família;
    ii) ensinar o verdadeiro Evangelho sem as distorções causadas pelos concílios;
    iii) inocentar quando possível.
     
    Acusar é privilégio de D•us.
    Nem Dr. Bezerra se atreve a usurpar esse privilégio.

  56. Vinicius Diz:

    por enquanto o que encontrei sobre Bezerra ajudando em partos foi isto aqui:
     
    http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/a-serva-do-dr-bezerra-de-menezes-e-seus-4-mil-partos-1.630522
     
    Mas o livro não me lembro!

  57. Gorducho Diz:

    Quem é esse Sr. Nilton?

  58. Gorducho Diz:

    Ah! claro. Mas aí ele só perguntou ao avô acerca da localização dos restos.
    Não se tratou de auxiliar a polícia a identificar suspeitos.
    Sem problemas cá.

  59. Vinicius Diz:

    VITOR, no exterior, a polícia é quem recruta os psíquicos ou os mesmos “farejam” e vão lá e contam a polícia?

  60. Vitor Diz:

    Oi, Vinícius
    creio que as duas coisas ocorrem.

  61. Marciano Diz:

    ===============================================================
    Mesmo assim o Wiseman ainda escreveu a introdução do livro do Haraldsson lançado esse ano. Parece que ele ainda tem um pezinho na parapsicologia…
    ===============================================================
     
    Et tu, VITOR, quosque tandem :?:

  62. Gorducho Diz:

    O prefácio dele até eu escreveria. É cortes com um indivíduo que até “convidou” – i.e., deve ter conseguido o $…- ele pra ir junto na India to investigate several gurus claiming paranormal powers.
    Na India não digo, mas se “alguém” arrumar o $ e me convidar pra ir junto investigar uma certa reencarnação na França & Bélgica; e eu fosse famoso, claro :mrgreen: – prefaciaria os livros dessa pessoa o resto da vida nesses termos do caso em tela.
    Até apresenta a obra como basicamente um entretenimento, o que certamente será.
    Nada a na postura dele.

  63. Gorducho Diz:

    a merecer crítica.

  64. Marciano Diz:

    Livro bom do Wiseman. Eu tenho e li recentemente.
    Recomendo.
    https://en.wikipedia.org/wiki/Paranormality_(book)
    Este, ainda não li, mas deve ser bom. Vou tentar comprá-lo em formato digital:
    Marks, D. F. (1988). The psychology of paranormal beliefs. Experientia 44: 332-337.
    David Marks wrote that paranormal phenomena can be explained by magical thinking, mental imagery, subjective validation, coincidence, hidden causes, and fraud.(wikipedia).
    Ainda da wikipedia: According to studies some people tend to hold paranormal beliefs because they possess psychological traits that make them more likely to misattribute paranormal causation to normal experiences.

  65. Marciano Diz:

    Essa wikipédia não presta mesmo:
    Many studies have found a link between personality and psychopathology variables correlating with paranormal belief.[42][43][44] Some studies have also shown that fantasy proneness correlates positively with paranormal belief.[45]

  66. Marciano Diz:

    Vejam quanto preconceito:
    Bainbridge (1978) and Wuthnow (1976) found that the most susceptible people to paranormal belief are those who are poorly educated, unemployed or have roles that rank low among social values. The alienation of these people due to their status in society is said to encourage them to appeal to paranormal or magical beliefs.[46][47]
    Research has associated paranormal belief with low cognitive ability, low IQ and a lack of science education.[48][49] Intelligent and highly educated participants involved in surveys have proven to have less paranormal belief.[50][51][52] Tobacyk (1984) and Messer and Griggs (1989) discovered that college students with better grades have less belief in the paranormal.[53][54]
    In a case study (Gow, 2004) involving 167 participants the findings revealed that psychological absorption and dissociation were higher for believers in the paranormal.[55] Another study involving 100 students had revealed a positive correlation between paranormal belief and proneness to dissociation.[56] A study (Williams et al. 2007) discovered that “neuroticism is fundamental to individual differences in paranormal belief, while paranormal belief is independent of extraversion and psychoticism”.[57] A correlation has been found between paranormal belief and irrational thinking.[58][59]
    In an experiment Wierzbicki (1985) reported a significant correlation between paranormal belief and the number of errors made on a syllogistic reasoning task, suggesting that believers in the paranormal have lower cognitive ability.[60] A relationship between narcissistic personality and paranormal belief was discovered in a study involving the Australian Sheep-Goat Scale.[61]
    De Boer and Bierman wrote:
    “ In his article ‘Creative or Defective’ Radin (2005) asserts that many academics explain the belief in the paranormal by using one of the three following hypotheses: Ignorance, deprivation or deficiency. ‘The ignorance hypothesis asserts that people believe in the paranormal because they’re uneducated or stupid. The deprivation hypothesis proposes that these beliefs exist to provide a way to cope in the face of psychological uncertainties and physical stressors. The deficiency hypothesis asserts that such beliefs arise because people are mentally defective in some way, ranging from low intelligence or poor critical thinking ability to a full-blown psychosis’ (Radin). The deficiency hypothesis gets some support from the fact that the belief in the paranormal is an aspect of a schizotypical personality (Pizzagalli, Lehman and Brugger, 2001).[62] ”
     
    A psychological study involving 174 members of the Society for Psychical Research completed a delusional ideation questionnaire and a deductive reasoning task. As predicted, the study showed that “individuals who reported a strong belief in the paranormal made more errors and displayed more delusional ideation than skeptical individuals”. There was also a reasoning bias which was limited to people who reported a belief in, rather than experience of, paranormal phenomena. The results suggested that reasoning abnormalities may have a causal role in the formation of paranormal belief.[63]
    Research has shown that people reporting contact with aliens have higher levels of absorption, dissociativity, fantasy proneness and tendency to hallucinate.[64]
    Findings have shown in specific cases that paranormal belief acts as a psychodynamic coping function and serves as a mechanism for coping with stress.[65] Survivors from childhood sexual abuse, violent and unsettled home environments have reported to have higher levels of paranormal belief.[66][67] A study of a random sample of 502 adults revealed paranormal experiences were common in the population which were linked to a history of childhood trauma and dissociative symptoms.[68] Research has also suggested that people who perceive themselves as having little control over their lives may develop paranormal beliefs to help provide an enhanced sense of control.[69]
    Gender differences in surveys on paranormal belief have reported women scoring higher than men overall and men having greater belief in UFOs and extraterrestrials.[70][71] Surveys have also investigated the relationship between ethnicity and paranormal belief. In a sample of American university students (Tobacyk et al. 1988) it was found that people .
    of African descent have a higher level of belief in superstitions and witchcraft while belief in extraterrestrial life forms was stronger among people of European descent.[72] Otis and Kuo (1984) surveyed Singapore university students and found Chinese, Indian and Malay students to differ in their paranormal beliefs, with the Chinese students showing greater skepticism.[73]
    According to American surveys analysed by (Bader et al. 2011) African Americans have the highest belief in the paranormal and while the findings are not uniform the “general trend is for whites to show lesser belief in most paranormal subjects”.[74]
     
    Aqui, a maledicência chega ao auge:
    Polls show that about fifty percent of the United States population believe in the paranormal. Robert L. Park says a lot of people believe in it because they “want it to be so”.[75]
    A 2013 study that utilized a biological motion perception task discovered a “relation between illusory pattern perception and supernatural and paranormal beliefs and suggest that paranormal beliefs are strongly related to agency detection biases”.[76]
    A 2014 study discovered that schizophrenic patients have more belief in psi than healthy adults.[77]
     
    Esses pesquisadores e a wikipedia são os reis da difamação.

  67. Marciano Diz:

    Desencarnaram todos ou fui só eu?
    Não apareceu ninguém aqui.

  68. montalvão Diz:

    /
    “Marcos Arduin, disse assim:
    .
    Não li o texto ainda, mas num trecho é dito que as testemunhas eram ingênuas, despreparadas, etc e portanto seus relatos não seriam confiáveis.
    Até posso concordar, mas e daí? Os caras da tal Comissão Fielding eram investigadores sérios, capazes, conhecedores dos truques ilusionistas, etc e tal, mas como não disseram que Eusápia era uma farsante, então foram enganados com truques bobos e infantis segundo os sábios céticos de hoje.
    .
    É a lei: mediunidade sempre é fraude e se esta não foi percebida, foi porque os estudiosos eram incompetentes. E com tal situação, ainda perguntam por que os fenômenos não ocorrem mais atualmente…
    ======================================.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: querem ver o Arduin voltar? É só em materialização falar; querem ver o Moi aparecer? É só ao assunto o Arduin trazer…
    /
    Brincaderinha. O Montalvão não volta mais não, exceto por motivo relevante, como agora, em que vemos novo e reluzente Arduin em ação, igualzinho ao antigo…
    /
    E, Marcos Arduin retorna com os mesmos argumentos de outrora, os quais exaustivamente contestados.
    /
    Novamente, faz de conta de que não foi noticiado de quaisquer denúncias de seus pontos de vista e os ostenta como se recém-saídos do forno fossem. Desconfio seriamente que Arduin seja Dayton Thomas reencarnado… ou talvez o próprio Crookes… ainda vou investigar isso acuradamente…
    /
    Ah, Arduin, véio de guerra… Inda bem que és sujeito bom pra mais de metro, e é sempre prazer tornar a vê-lo…
    /
    Falando em prazer, no que deu os testes pessoais com o galvanômetro, com os quais, se bem entendi, pretendia demonstrar a impossibilidade de médium matreiro suplantar o controle exercido pelo aparelho, e que daria plena legitimidade às materializações crookianas?
    /
    Vi alguns cá dizerem que não leram o artigo completo, incluindo-o, nobre ser arduínico. Sugestão amiga: não percam tempo lendo fábulas de materialização, mesmo as mais bem urdidas, caso já tenham examinado algumas. Com miúdas variações é sempre o mesmo e no final restam dúvida, dúvida e mais dúvidas… Se ainda não tiveram o desprazer de analisar material dessa categoria, bastam conhecer poucos, é o suficiente para qualquer interessado perceber facilmente a tonelada e meia de ingenuidades, saladeadas com malandragens, que permeiam tais fabulações.
    /
    As fantasiosas materializações, de há muito, perderam o atrativo para investigadores, à exceção de poucos renitentes que, por razão irrazoável, decidem apostar no inacreditável. Os pesquisadores e acreditadores de corporificações de mortos JAMAIS produziram teoria (em moldes científicos) que explicassem como falecidos, com corpos de há muito fedidos, produzem novos organismos, do nada, e aparecerem aos crentes, sempre vindo por detrás de cabines, e em escuridão total ou quase.
    /
    (Caixaltei o JAMAIS para beliscar a quem pense em dizer que “nunca”, “jamais” e “sempre” são termos que não cabem em ciência, como se a frase de efeito resolvesse discussões, que disso sei.)
    /
    Digo mais, não só “jamais produziram teoria a respeito” como (meus poderes precognitivos revelam) JAMAIS as produzirão. Anote aí, Arduin, para, nas nossas, próximas e distantes, encarnações, reclamar-me, se a profecia se mostrar falhada.
    /
    Arduin asseverou que testaria o galvanômetro, acredito que nas mais severas condições, a fim de provar que Crookes não poderia ser logrado dispondo de tão eficiente fiscalizador elétrico.
    /
    Se o fez, ótimo, então mostre-nos o resulto. Caso não, não dilapide sua preciosa e curta existência com tais experimentações: você não é versado em artes mágicas. Mesmo que fosse, nada elidiria que o engodo lhe passasse despercebido (os mágicos não conhecem todos os truques de seus concorrentes). Em lugar disso, proponha (exija mesmo) que cabines sejam eliminadas, que iluminação suficiente esteja no ambiente, que câmaras com infravermelho sejam acionadas, enfim que real e autêntica fiscalização possa ser implementada e os apreciadores, mesmo os mais crentelhos, tenham meios de visualizar o morto se enchendo de carnes e possam conferir objetivamente que o médium não é o dito disfarçado, nem que algum cúmplice esteja em atuação.
    /
    Isso é só o começo, pois novas questões se sobreporão a essas. Não para, como é seu pensamento, alimentar a orquestração mundial contra os espíritos, notadamente os que se materializam, mas para responder e elucidar todo o carretão de incertezas que esses supostos fenômenos suscitam.
    /
    Sei, caro amigo, que contestações mil lhe foram apresentadas, repetidas vezes, e, a todas faz de mercador ouvidos. Com energia maior que a de uma Gleisi Hoffmann a defender o PT, descarta qualquer luz sobre a matéria, repudia qualquer óbice que a ideia por si mesma produza e agarra-se à fé inabalável de que materializações são realidade: afinal Crookes as comprovou e Otília Diogo ratificou. Querer mais o quê para ser feliz?
    /
    Abração de seu velho contraditor, que ora retorna ao silêncio do sagrado sepulcro, de onde saiu apenas para saudá-lo.

  69. Vitor Diz:

    Montalvão, aproveitando que você deu uma passadinha, porque não se debruça sobre a extensa revisão de Brian Williams que mostra que fraude por parte de Harribance era inviável e que os experimentos seguiram boa metodologia, com resultados comprovadores de psi por diversos laboratórios e pesquisadores independentes por um período de 30 anos? Creio que você mesmo chegou a me perguntar sobre esse capítulo do livro quando eu falei dele a respeito para você e ei-lo agora traduzido.

  70. montalvão Diz:

    /
    ========================.
    Montalvão, aproveitando que você deu uma passadinha, porque não se debruça sobre a extensa revisão de Brian Williams que mostra que fraude por parte de Harribance era inviável e que os experimentos seguiram boa metodologia, com resultados comprovadores de psi por diversos laboratórios e pesquisadores independentes por um período de 30 anos? Creio que você mesmo chegou a me perguntar sobre esse capítulo do livro quando eu falei dele a respeito para você e ei-lo agora traduzido.
    ======================.
    /
    COMent: planeio trabalho de maior envergadura – artigo extenso ou livro -, fazendo acerto de contas entre mim e a paranormalidade. Levarei em consideração a sugestão que apresenta. Quando pronto, ponho cá o link para a matéria.

  71. Vitor Diz:

    Deixa eu responder aqui um email do Marciano, que felizmente notou o viés da wikipédia. Apesar de ter notado o viés da wikipédia, o Marciano não citou fontes que mostram que a wikipédia americana é puro lixo. Começando desse trecho:
    .
    Bainbridge (1978) and Wuthnow (1976) found that the most susceptible people to paranormal belief are those who are poorly educated, unemployed or have roles that rank low among social values. The alienation of these people due to their status in society is said to encourage them to appeal to paranormal or magical beliefs.[46][47]
    .
    Research has associated paranormal belief with low cognitive ability, low IQ and a lack of science education.[48][49] Intelligent and highly educated participants involved in surveys have proven to have less paranormal belief.[50][51][52] Tobacyk (1984) and Messer and Griggs (1989) discovered that college students with better grades have less belief in the paranormal.[53][54]

    .
    Notem que as fontes são bem antigas, entre 1976 e 1989. Vamos a dados mais recentes:
    .
    A relação entre a média das notas obtidas por estudantes universitários e a assunção de várias crenças paranormais se mostrou contraditória, tendo alguns estudos revelado correlação positiva e outros correlação negativa (IRWIN, 2003). Os pesquisadores também sugeriram que fosse averiguada a influência do ensino universitário na assunção e manutenção das crenças paranormais, sendo esperado que uma exposição mais prolongada e acentuada aos conteúdos científicos pudesse reduzir o número dessas crenças. Novamente, os dados obtidos foram contraditórios, dando margem a numerosas ressalvas.
    .
    Em seus estudos, Miller (1987) demonstrara uma forte correlação negativa entre crença paranormal e educação científica. Para ele, quanto menor o nível educacional dos respondentes, maior a probabilidade de aceitação das crenças paranormais. Todavia, Broch (2000) relatou que as pesquisas de opinião pública na França, ao contrário do que se esperava, indicaram uma correlação positiva entre crença paranormal e educação. Farha e Steward (2006) avaliaram as respostas de 439 estudantes universitários norte-americanos e concluíram, surpreendentemente, que, conforme se passaram os anos na universidade, muitos estudantes se tornaram menos céticos, adotando mais crenças paranormais.
    .
    Goode (2002) obtivera resultados que evidenciam uma diferenciação no modo como cada uma das dimensões da crença paranormal é afetada por processos educacionais. Ele afirma que praticamente todas as pesquisas de opinião pública têm denotado uma correlação negativa entre educação e formas variadas de crença religiosa tradicional. Assim, conforme as pessoas adentram o Ensino Superior, elas se tornam mais relutantes em aceitar o criacionismo, a existência do céu e do inferno, e a de anjos e demônios como entidades reais. Contudo, o mesmo não se dá em relação a outras dimensões da crença paranormal, que permanecem relativamente incólumes, ainda que as pessoas continuem adquirindo cada vez mais informação científica (a exemplo da percepção extrassensorial ou da vida após a morte). O autor sugere que a capacidade humana de pensamento é suficientemente abrangente para permitir que se admitam crenças contraditórias entre si, possibilitando, destarte, que a aceitação do paranormal conviva pacificamente ao lado de conceitos científicos.
    .
    De fato, boa parte dos que professam crenças paranormais não rejeita o avanço tecnológico e científico, mas lhe é aparentemente favorável. (RICE, 2003)

  72. Gorducho Diz:

    Por parte dos socialistas utópicos, do Kardec por consequência, e de muitos dos atuais “espíritas” que de fato têm curso superior e profissões importantes, eu acho que é arrogância intelectual: Robert L. Park says a lot of people believe in it because they “want it to be so”.
     
    No caso da Doutrina do Kardec, isso é muito claro: ele determina como D• deve agir; que tipos de planetas (habitados) e leis Ele deve fazer…
    Então eu acho que essa atitude dos espíritas dessa linha é arrogância intelectual. Talvez por isso essa tal correlação com escolaridade nesse segmento do mercado de almas.

  73. Gorducho Diz:

    A mamãe quer que o falecido esteja morando com o vovô e a vovó numa casinha de subúrbio abastado em NL.
    E não se conforma com o real.
    Além do compreensível desespero, acima de tudo arrogância: D•us tem que fazer o universo como ela quer.

  74. Gorducho Diz:

    Aliás a famosa confissão do Professor nada mais é que isso dito doutra forma. A Crença por zona de conforto, que é sinônimo de – irracionalidade em grau máximo de pureza – raciocinada, é simplesmente isso: querer amoldar a realidade às espectativas do o Crente.

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