UM CASO PERFEITO? EMIL JENSEN NA MEDIUNIDADE DE INDRIDI INDRIDASON (2011), por Erlendur Haraldsson

Este caso é extraordinário. Trata-se de um comunicador inesperado, Emil Jensen, que surgiu em uma comunicação mediúnica em 24/11/2905, e deu informes sobre um incêndio que ocorria naquele instante a 2 mil quilômetros de distância, perto de onde morou por toda a sua vida. No dia 11/12/1905 ele deu plenos informes sobre si, mas os pesquisadores da época não conseguiram averiguar sua autenticidade. Mais de 100 anos depois, Haraldsson consegue realizar essa proeza. O caso é muito forte, porque não havia como na Islândia se saber sobre um incêndio ocorrendo a 2 mil quilômetros de distância no momento da sessão. Só puderam verificar a ocorrência do incêndio por notícias vindas de um navio cerca de um mês depois. Explicar esse caso por meios normais parece impossível! Para ler o artigo, clique aqui. O médium é Indridi Indridason, jamais pego em fraude.

Obs: esse é o último artigo desse ano no blog. Mais só ano que vem!

463 respostas a “UM CASO PERFEITO? EMIL JENSEN NA MEDIUNIDADE DE INDRIDI INDRIDASON (2011), por Erlendur Haraldsson”

  1. Gorducho Diz:

    Deixe-me ver se entendi… ¿o telégrafo da Marconi ainda não tava operando 24 novembro de noite?

  2. Vitor Diz:

    O próprio Haraldsson diz:
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    In 1905 there was much discussion in Iceland about whether the country should have a telephone cable connecting it with other countries, or radio communication. The government chose the cable. The Marconi Company set up a station in Reykjavik in the summer of 1905 that was only able to receive telegrams from the powerful Poldhu station in Cornwall that transmitted messages to America. This receiving station distributed some major world news to the newspapers in Reykjavik until it was closed in 1906.

  3. Vitor Diz:

    Tradução:
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    Em 1905 houve muita discussão na Islândia sobre se o país deveria ter cabos telefônicos conectando-o com outros países, ou comunicação de rádio. O governo escolheu os cabos. A Marconi Company montou uma estação em Reykjavik no verão de 1905, que só era capaz de receber telegramas da poderosa estação de Poldhu, em Cornwall, que transmitia mensagens para a América. Esta estação receptora distribuiu algumas notícias importantes do mundo para os jornais em Reykjavik até que foi fechado em 1906.
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    Haraldsson complementa:
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    Nielsson writes that Indridi had some rest of half an hour during the séance on the 24th of November. It is not stated that he left the séance room, still less the house. (Haraldsson, 2011, PSPR,59, p. 205).
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    The Marconi receiving station (photo exists) was erected where Katrinartun is now and Hofdi where Reagan and Gorbachev met in 1986. It was near the sea on a field belonging to the farm Raudara some distance away from the small town that Reykjavik was then. Indridi´s sitting took place at Mjostraeti. These streets can be looked up at Google maps. The walking distance between these locations is given as 27 minutes. Walking back and forth would take 54 minutes. Assuming that Indridi had gone there he must have been spent a few minutes with the two men at the station, so at least an hour altogether. Indridi being a fit young man this might have taken him somewhat less time, but still far beyond his 30 minutes rest.
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    This explanation is highly unlikely. It also opens up the question, how Indridi could have known that Marconi was dispatching news that evening that something interesting was happening in Copenhagen. Also, had he already come to know the two Englishmen, Wm. Densham and his assistant? They surely did not know Icelandic and Indridi did not know English. For this explanation a third man, an Icelander knowing English, was necessary.
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    This explanation is extremely far-fetched. Equally far-fetched must be the explanation that the Marconi men informed Indridi at the séance in Mjostraeti that something interesting for him was happening. How could they have done that without the sitters observing it? Why should the Englishmen and Indridi get involved in fraudulent behaviour that would greatly damage their reputation?”

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    Tradução:
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    Nielsson escreve que Indridi descansou por meia hora durante a sessão em 24 de novembro. Não se afirma que ele deixou a sala de sessão, muito menos a casa. (Haraldsson, 2011, PSPR, 59, página 205).
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    A estação receptora de Marconi (foto existe) foi erguida onde Katrinartun está agora e Hofdi onde Reagan e Gorbachev se encontraram em 1986. Ficava perto do mar, em um campo pertencente à fazenda Raudara, a certa distância da cidadezinha que Reykjavik era então. A sessão de Indridi ocorreu em Mjostraeti. Essas ruas podem ser olhadas nos mapas do Google. A distância a pé entre estes locais é dada como 27 minutos. Caminhar até lá e voltar demoraria 54 minutos. Supondo que Indridi tivesse ido para lá, ele deve ter passado alguns minutos com os dois homens na estação, pelo menos uma hora inteiramente. Indridi sendo um jovem apto isso poderia ter levado um pouco menos tempo, mas ainda muito além de seus 30 minutos de descanso.
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    Esta explicação é altamente improvável. Isso também abre a questão, como Indridi poderia ter sabido que Marconi estava despachando notícias naquela noite que algo interessante estava acontecendo em Copenhague? Além disso, ele já tinha conhecido os dois ingleses, Wm. Densham e seu assistente? Certamente eles não sabiam islandês e Indridi não sabia inglês. Para essa explicação um terceiro homem, um islandês que conhecesse o inglês, era necessário.
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    Esta explicação é extremamente exagerada. Igualmente exagerada deve ser a explicação de que os homens de Marconi informaram Indridi na sessão em Mjostraeti que algo interessante para ele estava ocorrendo. Como poderia ter feito isso sem que os assistentes o observassem? Por que os ingleses e Indridi devem se envolver em comportamentos fraudulentos que prejudicariam grandemente sua reputação?”

  4. Vitor Diz:

    E mais complementos:
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    News of the fire in Copenhagen could not have been dispatched until after midnight Danish time. During the night the Englishmen as well as the newspaper editor are likely to have been sound asleep. Besides, the newspaper editor (Bjorn Jonsson) was probably present at the séance when Indridi/Jensen described the fire in Copenhagen, namely a day before the Marconi message could have arrived at the newspaper offices. Also, all newspaper editors in Reykjavik received the same dispatches from Marconi, also those who were critical of Indridi.
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    Tradução:
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    Notícias do incêndio em Copenhague não poderiam ter sido despachadas até depois da meia-noite hora dinamarquesa. Durante a noite, os ingleses, bem como o editor de jornais, provavelmente dormiam profundamente. Além disso, o editor do jornal (Bjorn Jonsson) estava provavelmente presente na sessão quando Indridi/Jensen descreveu o incêndio em Copenhague, um dia antes da mensagem de Marconi poder ter chegado aos escritórios do jornal. Além disso, todos os editores de jornais em Reykjavik receberam os mesmos despachos de Marconi, também aqueles que eram críticos de Indridi.
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    O caso realmente parece impossível de ser explicado por meios normais.

  5. Gorducho Diz:

    Perfeito… perfeito… e Poldhu não recebia wirelesses oriundos de
    København por ser uma praça insignificante ¿é isso?

  6. Vitor Diz:

    E como se não bastasse…
    .
    The fire in Copenhagen was far from being world news. It caused no loss of life and only damage to one building. Also, report of the fire would not have been transmitted until the short lived fire had been quelled. First it would have to be sent to Cornwall, then manually morsed and transmitted, typed up at the Reykjavik receiving station and brought to Indridi who was in deep trance in the locked up Experimental House and held by one or two sitters. If at all possible, this would have taken so much time that the séance would have been over when the message arrived. Let us not forget that Indridi/Jensen described the fire as it took place, not afterwards. This criticism of this remarkable case has obvious flaws and fails to explain it in a satisfactory manner.
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    Tradução:
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    O fogo em Copenhague estava longe de ser uma notícia mundial. Não causou nenhuma perda de vida e apenas danos a um edifício. Além disso, o relato do incêndio não teria sido transmitido até que o fogo de curta duração tivesse sido extinto. Primeiro teria de ser enviado para a Cornualha, depoisenviado em código morse e transmitido, digitado na estação receptora de Reykjavik e levado para Indridi, que estava em transe profundo na Casa Experimental bloqueada e mantida por um ou dois assistentes. Se possível, isso teria levado tanto tempo que a sessão teria terminado quando a mensagem chegasse. Não esqueçamos que Indridi/Jensen descreveu o fogo enquanto acontecia, e não depois. Esta crítica a este notável caso apresenta falhas óbvias e não a explica de forma satisfatória.
    .
    O caso é extremamente robusto. É muito mais forte que o caso do espírito que perdeu a perna (que já é um caso moderadamente forte).

  7. Gorducho Diz:

    Certo… sim, a hora…
    Entendi.

  8. Gorducho Diz:

    O do perneta é uma piada… não me faça rir que sou muito suscetível a hiccups.
    Mas este serve pra derrubar todas suas fantasias absurdas que vêm pregando cá.
    Espiritismo não é estatística;
    não há lugar pra estatística no espiritismo.
    O espírito falou até no sotaque copenhaguês, deu seu nome exato, e todas informações precisas, até o momento exato do controlamento do incêndio (22h Reykjavík).
     
    Que bom que o último artigo do ano serviu pra derrubar todos absurdos que o Sr. veio divulgando, e mostra mais uma vez que os nossos testes são adequados e os únicos válidos pra testar mediunidade.
    Parabéns.

  9. Vitor Diz:

    O caso do perneta também deu informações bastante precisas, embora não 100% delas. Mas o caso do Jensen não derruba, pelo contrário, confirma o que venho dizendo. Canso de dizer aqui que as melhores imagens a serem transmitidas são as que provocam algum impacto emocional. E ver o próprio lar pegando fogo certamente é muito impactante. Note que não colocaram o espírito para tentar ler números e letras…

  10. Gorducho Diz:

    … mas imagens!
    Nosso teste trabalha tanto com imagens quanto com sons.
    Se o “médium” não consegue captar o que o espírito tá transmitindo, das duas uma:
    ☐ não é médium;
    ☐ não tem espírito presente no recinto.
     
     
    Interessante aquela parada de ½ hora, não?
    E afinal o editor do jornal era interessado pelo espiritismo ou não?

  11. Vitor Diz:

    Já disse que não vejo problema em testes com imagens, como os feitos com a Lina ou com o Sean Harribance.
    .
    Você disse: “Se o médium não consegue captar o que o espírito tá transmitindo, das duas uma: não é médium; não tem espírito presente no recinto.”
    .
    Isso é falácia da falsa dicotomia. Pode estar havendo n fatores atrapalhando a comunicação, desde explosões solares a algo que o médium comeu e não caiu bem, estresse, qualquer coisa.
    .
    Também achei interessante o fuso-horário não ser inteiro.
    .
    E sim, o editor de jornal Björn Jonsson fazia parte da Sociedade Experimental.

  12. Gorducho Diz:

    Não falei de fuso horário não inteiro. Na Venezuela é ½ hora (não sei se foi o Chávez pra ser do contra :?: ); na NK; New Delhi…
    Falei da parada dele.
     
    Se tem n fatores atrapalhando enquanto estiverem atrapalhando não se tem por que supor que o “médium” seja médium.
    Se quando o Sr.for fazer o concurso tiver – toc… toc… toc… – m fatores lhe atrapalhando e o Sr. não conseguir por a cruzinhas nos lugares que eles querem, eles não vão lhe dar a vaga.
     
    Ah! Sim, vi n’algum lugar.

  13. Marciano Diz:

    Precisamos botar fogo na mãe de um paranormal, para ver se funciona.
    A gente joga gasolina na velha e observa o médium e suas reações.
    Se não for assim, sempre vai ter alguma válvula de escape.

  14. Marciano Diz:

    A imaginação humana é realmente prodigiosa.
    Enquanto ficamos discutindo essas coisas importantes, NESTE MOMENTO, o senado (minúscula proposital) está votando, na calada da noite, a criminalização da investigação de suas falcatruas.
    Membros da magistratura e do MP foram expulsos do recinto.
    Querem parar a lava-jato na marra, para que continuem a roubar impunes.
    Vai ser crime investigar os ladrões políticos.

  15. Marciano Diz:

    Algum paranormal sabe até onde vai a audácia desses ladrões?
    Eles podem roubar, mas se alguém quiser investigar seus crimes, será demitido do cargo e preso.

  16. Marciano Diz:

    Previsão do paranormal Marciano:
    Estamos a caminho de uma ditadura cleptocrata.
    E a imprensa caladinha.
    Só deve noticiar amanhã.

  17. Phelippe Diz:

    Ótimo artigo, Vitor, gostei muito. E já que falamos de casos curiosos vc já viu os depoimentos originais dos videntes de Fátima? Parece que eles viram sim algo, mas não foi Nossa Senhora. A aparição de Fátima só se identificou como Santa no final das aparições, que foram em número de 6. Acho que esses depoimentos também merecem um artigo.
    Saudações e feliz natal a todos.

  18. Phelippe Diz:

    Oi, Marciano, rezo para que vc esteja errado a respeito da ditadura cleptocrata. Mas tudo indica que sim.

  19. Marciano Diz:

    Oi, Phelippe.
    Também estou rezando para que esteja errada minha previsão.
    Quanto ao fantasma de fátima, se ainda não viu, dê uma olhadinha nesses links:
    https://assessoriadedireito.wordpress.com/2012/10/24/mentiras-sobre-a-aparicao-de-n-sra-de-fatima-em-portugal-padre-conta-tudo/
     
    http://www.altamente.org/a-mentira-de-fatima-padre-portugues-revelou-toda-a-verdade/

    Tenho o livro de João Ilharco, “Fátima Desmascarada”, onde o autor arrasa todo o embuste de Fátima. Por casualidade adquiri hoje, no mesmo alfarrabista, o libelo do mesmo autor, “Fátima Desmascarada (polémica)”. Passo a transcrever um breve trecho:
    1º – Lúcia asseverou que a Virgem lhe afirmara em 13 de Outubro de 1917 que a “Grande Guerra” (1914-1918) havia acabado nesse dia. Como a guerra acabou treze meses mais tarde, quem mentiu: Lúcia ou a Virgem?
    2º – Segundo declarações de Lúcia, a Virgem tinha-se designado a si própria pelos nomes de “Nossa Senhora” ou de “Senhora do Rosário”.
    – Pode acreditar-se em tal contra-senso?
    – Nós, portugueses, quando nos referimos ao Chefe de Estado, dizemos o “nosso Presidente da República”. Ele é que nunca pronunciaria o seguinte dislate:
    – Eu sou o “nosso Presidente da República”.
    3º – Alguém poderá crer que a Virgem falasse sem mexer os lábios, sem modificar a expressão do rosto, sem fazer o mínimo gesto, como os videntes declararam?
    4º Seria possível que a Virgem medisse de altura 1 metro e dez centímetros?
    A altura da Virgem foi calculada pelo Padre Ferreira de Lacerda, tomando por base o que Lúcia lhe disse a esse respeito.
    5º – Lúcia põe na boca da Virgem a seguinte frase:
    – «O meu lugar é o do céu».
    Uma pessoa consciente poderá acreditar que a Virgem pronunciasse tal idiotice?
    6º – É credível que a Virgem se tenha exibido na Cova da Iria com argolas de oiro nas orelhas, conforme Lúcia asseverou?
    7º – Quando se deve acreditar em Lúcia? Quando afirmou para o cónego Nunes Formigão que não via vir a Senhora de nenhuma parte; ou quando disse para o Padre Ferreira Lacerda que a Virgem aparecia vindo do lado Nascente?
    8º – Em 13 de Julho de 1917 a Virgem ordenou a Lúcia que comparecesse na Cova da Iria no dia 13 do mês imediato. Lúcia e os primos não puderam cumprir a ordem recebida, em virtude do administrador do concelho de Vila Nova de Ourém os ter levado para aquela vila. Qual a explicação para o caso?
    Teria o administrador do concelho mais poder que a Virgem pois impediu que os três videntes cumprissem uma ordem expressamente dada por ela?
    Para quem leu “Fátima Desmascarada”, a explicação é fácil de encontrar; quem mandara comparecer os videntes no dia 13 de Agosto na Cova da Iria, não tinha sido a Virgem, mas sim o Padre Faustino José Ferreira, que exercia sobre Lúcia e os primos poderes ilimitados. O que não podia ter previsto, com um mês de antecedência, era que o administrador do concelho impediria que os três pastores fossem à Cova da Iria no dia 13 de Agosto.
    9º – Podia Lúcia, que sempre demonstrou possuir péssima memória (veja-se Fátima Desmascarada) e que, já em 1917, se mostrava incapaz de reproduzir as chãs e curtas frases por ela atribuídas à Virgem, podia Lúcia, repito, reproduzir, quando mulher, longas falas do anjo e da Virgem, que continham numerosas palavras cujo significado ela ignorava completamente?
    10º Quando em 1938 chegou ao lugarejo natal dos videntes, Aljustrel, o eco da inverosímil história dos “sacrifícios” e das “mortificações” a que os pequenos se teriam submetido logo após as primeiras aparições, os familiares, os vizinhos e os pais de Jacinta e Francisco (os de Lúcia já haviam falecido) abriram a boca de espanto e declaravam unanimemente:
    – «Nunca soubemos nada de nada! Eram exactamente como os demais».
    Quem atirou essa inverosímil história para o caixote do lixo foi Lúcia, quando declarou para o Padre H. Jongen:
    «Nos continuávamos a brincar como dantes. Certas mulherzinhas devotas diziam-nos: Vocês viram a Nossa Senhora. Por isso já não deviam brincar». Mas que podíamos fazer senão brincar?» (Revista “Stella”. 9-Nov-1946).
    11º Quando nas Doroteias, em Pontevedra, em cujo convento Antero de Figueiredo entrevistou Lúcia, esta atestou que tudo o que esse escritor registou como tendo-lhe sido dito por Lúcia era absolutamente exacto.
    Pois bem;, Lúcia negou para Antero de Figueiredo que, antes das aparições de 1917, tivesse estado em contacto com o sobrenatural. – «Antes das aparições – disse ela -, criança e pastora, nunca pensei nestas coisas». («Fátima». pág. 149).
    12º – Lúcia asseverava que nunca poderia revelar o segredo que ela dizia ter-lhe sido revelado pela Virgem em 1917. Afirma-o também o bispo de Leiria numa Carta Pastoral datada de 13-10-1930 e reafirmou-o Lúcia, por forma categórica, em 1936, para Antero Figueiredo.
    «Em 1946, porém, Lúcia declarou para o Padre Jongen, que já em 1927 tinha revelado dois dos segredos ao bispo de Leiria e ao cónego Galamba de Oliveira».
    A declaração de Lúcia não era verdadeira; mas o Bispo de Leiria e o cónego Galamba de Oliveira, que se contavam entre os mais categorizados dirigentes de Fátima, em vez de desmentirem a afirmação de Lúcia, perfilharam-na, atitude que se me afigura estranha e muito grave.
    13º – Lúcia afirmou para o cónego Nunes Formigão que o segredo (na Velha História havia apenas um segredo; na Nova, passou a haver três) somente diziam respeito a ela e aos primos.
    Poderá aceitar-se como verdadeiro o texto desses dois segredos, conforme se lêem em «Jacinta»?
    Acerca de Lúcia, o sr. Oliveira Santos, (filho de Artur de Oliveira Santos, administrador do concelho que, em Agosto de 1917, interrogou Lúcia, Jacinto e Francisco) contou que assim falava António Santos, o “Abóbora”, pai da vidente, referindo-se à filha:
    – «O sr. administrador não acredite na minha filha, que ela é uma intrujona!».
     

     
    http://www.diariodeunsateus.net/2010/10/14/fatima-desmascarada/

  20. Marciano Diz:

    O vídeo do primeiro link foi retirado, mas o do segundo ainda pode ser visto.

  21. Gorducho Diz:

    Onde se tem as anotações feitas dia 25 pelo Reverendíssimo Hallgrimur Sveinsson?

  22. Vitor Diz:

    Esse documento não existe mais.
    .
    This happened on 24 November 1905. Next day I went to see the Bishop of Iceland, the Right Reverend Hallgrimur Sveinsson [1841-1909], who was my uncle, and stated to him what Jensen had told us and asked him to write it down and be a witness, whether it proved true or not. [This document no longer exists.]

  23. Gorducho Diz:

    Perceba o que quero checar…
     
     
    [Nielsson 1922]
    e disse-lhe o que Jensen nos havia dito e pedi-lhe que anotasse e fosse testemunha, caso se mostrasse verdade ou não.
     
    [Kvaran 1910]
    Este seu conterrâneo, a quem viemos a gostar tanto, apresentou-se pela primeira através do médium de uma forma muito distinta e elegante. Ele nos disse que tinha vindo diretamente de Copenhague, e que havia um incêndio lá
     
    Segundo eles, em 11/12/1905, o comunicador revelou que seu nome era Emil Jensen, afirmou ser solteiro e sem filhos, morreu quando “não era tão jovem” e tinha irmãos e irmãs ainda vivos
     
    11/12 será 11 de dezembro portanto 2 semanas depois,
    ou (no péssimo hábito que alguns ainda têm de usar) 12 de novembro e portanto quase 2 semanas antes do incêndio?
    Veja o ponto: será que na noite de 24 eles souberam que o falecido era JENSEN – e só depois souberam que o nome cristão fora Emílio?
    Ou só ficaram sabendo que era JENSEN Emílio em dezembro :?:

  24. Vitor Diz:

    Só depois souberam que o nome era Emílio.
    .
    The minutes start with a sitting on 4 December 1905, ten days after the sitting in which the fire in Copenhagen was described. According to the minutes, Jensen appears again at a sitting on 11 December 1905. Then he makes several highly specific statements about his life. Apparently in response to being asked, Jensen says that his Christian name is Emil, and he gives other details regarding his personal life.

  25. Gorducho Diz:

    Ah! foi o Sr. quem modificou, mas considerando que é um texto pra público localizado, ok…
     
    Segundo eles, em 11/12/1905, o comunicador revelou que seu nome era Emil Jensen,
     
    According to them on December 11th 1905 the
    communicator revealed his name to be Emil Jensen
    ,
     
     
    Mas então é isso mesmo que eu queria checar…

  26. Gorducho Diz:

    Sim, a questão é se dia 24 souberam que fora JENSEN (em vida, já que desencarnara em ’98, certo?) :?:

  27. Vitor Diz:

    Sim, souberam que fora Jensen.
    .
    On 24 November 1905, a new communicator appeared. He spoke Danish and introduced himself as “Mr. Jensen,” which is a common Danish surname, and gave his profession as a “manufacturer.” At this time a break was made for the medium to rest, as he had complained of being tired. It seems that the séances often lasted a long time — one of five hours’ duration is reported.
    .
    When the séance resumed later in the evening, Jensen returned. He stated that he had been to Copenhagen and described a fire raging in a factory in one of the streets. About an hour later he said that the fire had been brought under control. Jensen’s statements were recorded and a written account was deposited with the Bishop of Iceland.

  28. Gorducho Diz:

    Perfeito! Desde que isso esteja nas notas do Revm°.
    É isso que tou lhe dizendo.
    Porque senão só teríamos o diário de 11 dezembro e essas recollections 4 (1910) e 17 anos depois da séance:
     
    Det (mit Döbsnavn) er Emil. Mit Navn: Emil Jensen, ja ! Jeg har ikke Börn. Ja, (jeg var Ungkarl). Nej, (jeg var ikke saa ung naar jeg döde). Jeg Har Söskende, men ikke her i Himlen.

  29. Gorducho Diz:

    Ficou maus: “essas” as supracitadas. A citada é o que está escrito no diário do centro espírita e cuja autenticidade não se questiona.

  30. Marciano Diz:

    Não sou um robô!
    \sum_{n=1}^k \frac{1}{n} ? \int_1^{k+1} \frac{1}{x} dx = \ln(k+1)

    \sum_{n = 0}^\infty \frac{(-1)^{n}}{2n+1} = 1 – \frac{1}{3} + \frac{1}{5} – \frac{1}{7} + \cdots = \frac{\pi}{4}

    \int_a^b \! f(x) dx = F(b) – F(a)

    f’(a)=\lim_{h\to 0}\frac{f(a+h)-f(a)}{h}

    \overline{(z/w)} = \bar{z}/\bar{w}

    \textstyle r=|z|=\sqrt{x^2+y^2}

    \begin{bmatrix} 1 & 2\\ 3 & 4\\ \end{bmatrix} \begin{bmatrix} 0 & 1\\ 0 & 0\\ \end{bmatrix}= \begin{bmatrix} 0 & 1\\ 0 & 3\\ \end{bmatrix}

  31. Marciano Diz:

    TEst: ⟴ ↭

  32. Marciano Diz:

    VITOR, gostaria de trocar meu nome de Marciano para 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔
    É possível?
    Basta colocar os códigos no espaço para o nome e esperar aprovação?
    Depois será reconhecido automaticamente?

  33. Vitor Diz:

    Eu não sei, podemos tentar.

  34. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Perfeito! Desde que isso esteja nas notas do Revm°”
    .
    As notas do Reverendíssimo Bispo não existem mais.
    .
    GORDUCHOPorque senão só teríamos o diário de 11 dezembro e essas recollections 4 (1910) e 17 anos depois da séance:”
    .
    Mas é praticamente só isso que temos mesmo.
    .
    Who was the mysterious Jensen? Was he a figment of the imagination in the mind of Indridi Indridason, or had he been a real living person? The only information given in the account of Haraldur Nielsson (1922a) is that Jensen was a manufacturer (in Danish: “fabrikant”). Einar Kvaran (1910) describes him as a clothing manufacturer (“klaedefabrikant”) and a native of Copenhagen which, he writes, was easily judged from his “genuine Copenhagen accent.” That is all we know from those who wrote about Indridi and his phenomena. About Jensen, Einar (Kvaran, 1934) wrote that we never came “to know anything about who he was when he was living.” After Jensen’s first appearance on 24 November 1905 he appeared frequently associated with the light phenomena and attempts to produce materializations. However, not a word is found about his personal history or identity.
    .
    Unexpectedly the newly-discovered minute books revealed interesting details about Jensen. The minutes start with a sitting on 4 December 1905, ten days after the sitting in which the fire in Copenhagen was described. According to the minutes, Jensen appears again at a sitting on 11 December 1905. Then he makes several highly specific statements about his life. Apparently in response to being asked, Jensen says that his Christian name is Emil, and he gives other details regarding his personal life. The exact Danish text reads as follows:
    .
    Det (mit Döbsnavn) er Emil. Mit Navn: Emil Jensen, ja! Jeg har ikke Börn. Ja, (jeg var Ungkarl). Nej, (jeg var ikke saa ung naar jeg (döde). Jeg har söskende, men ikke her i Himlen.
    .
    In the senior author’s translation:
    .
    It (my Christian name) is Emil. My name: Emil Jensen, yes! I have no children. Yes (I was a bachelor). No (I was not so young when I died). I have siblings, but not here in heaven.

    .
    As atas descobertas começam no dia 04/12/1905, portanto, após a descrição do incêndio em 24/11/1905. Jensen dá mais detalhes sobre si no dia 11/12/1905. Portanto o que aconteceu no dia 24/11/1905 só temos pelo relato de 3 testemunhas – Nielson (em 1922), Kvaran (em 1910) e a Sra. Kvaran (citada em 1942 por Thordarson), embora muitas mais tenham havido.

  35. Gorducho Diz:

    Sim, já entendi e acho que o Sr. entendeu também porque eu queria checar.
    Tou olhando o diretório (vejviser) de ’98 e não achei ele.
    Agora vim cá ver de novo o endereço.

  36. Gorducho Diz:

    O Sr. podia pelo menos ter posto certo o endereço do falecido :(
    pg. 464
    Jensen
    – EmilFabrikant (FJensen & Søn) Fredericiag. 16

  37. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Testando nova grafia.

  38. Gorducho Diz:

    Incrível virada no placar :!:
     
     
    NAVNE – HELE BEFOLKNINGEN 1. JANUAR 2016
     
    For første gang i navnestatistikkens historie er Jensen ikke længere det mest almindelige efternavn. Nielsen har nemlig slået Jensen af pinden. Helt præcist er der 255.138 med Nielsen som efternavn og 254.675 med Jensen som efternavn.

  39. ???????????????????????????????? Diz:

    VITOR, deu certo.
    Agora só falta você aprovar (Seu comentário será publicado depois de aprovado pelo editor. Obrigado).
     
    Grato.

  40. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    O que deu errado na segunda mensagem foi que o nome ficou gravado e eu não reinseri os código.
    Tenho de inseri-los a cada vez que for comentar.
    Sem problemas.
    Valeu.

  41. Marciano Diz:

    VITOR, deu certo, o comentário apareceu, com a observação de que seria publicado depois de aprovação pelo editor, só que sumiu, depois.

  42. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Teste.

  43. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Estou tentando com outro email, pra testar.
    Se der certo, pode deixar os dois aprovados.
    Uso 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 com este email e Marciano com o outro.
    Só questão de estilo, não vou usar alter ego, como outros fazem. Tanto que estou avisando aqui.

  44. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Também achei interessante o fuso-horário não ser inteiro.
    /
    CONSIDERAÇÃO: numa discussão que Visoni e eu travamos sobre o caso, em outro artigo, apontei a questão do fuso horário diferenciado.
    .
    Embora seja secundário na questão em pauta, não deixa de ser uma curiosidade. Na época, o próprio Visoni deu uma explicação que me soou satisfatória e fiquei de verificar, mas até hoje não o fiz…
    ,
    ———————————————.
    Do artigo: “Fogo em Copenhagen e Estocolmo As Experiências de “Visão Remota” de Indridason e Swedenborg”
    .
    “Em 1905, a diferença de tempo entre Reykjavik e Copenhagen ERA DE DUAS HORAS E QUINZE MINUTOS.”
    .
    em 2011] MONTALVÃO: dúvida: ué, em 1905 era assim, e hoje terá mudado? Fuso horário se modifica com o tempo?
    /
    VISONI: Penso que sim. Note que o fuso-horário era de 2h15min. Penso que se padronizou em todos os países usar-se apenas diferenças de horas inteiras. Não?
    —————————————.
    /
    A respeito do artigo, é mais uma das “sensacionalidades” do Visoni. Vez em quando ele descobre uma prova extraordinária da mediunidade. Daqui dá pra ver seus olhinhos brilharem de prazer. Já fomos brindados com a perna do morto, partida de xadrez entre defunto e grande mestre vivo, e, obviamente, as peripécias de Piper.
    .
    Nesta oportunidade, Visoni nos traz Indridasson, que teria produzido um “caso perfeito”, incontestável… pura ilusão!
    .
    Indridasson está no rol dos médiuns espetaculosos, que brilharam na segunda metade do sec. XIX e início do XX, todos vigaristóides de primeira linha. Não foi à toa que Silva Mello alcunhou Indridasson de “Mirabelli islandês”: os dois tinham muito em comum, principalmente na vigarice. Assim como Mirabelli teve uma instituição (dita científica) dedicada a “estudar” seus poderes (alegremente confirmados), Indridassom também teve uma organização exclusiva para estudá-lo, abrigá-lo e sustentá-lo.
    .
    O artigo não traz nada de estupendo, nada de extraordinário, serve tão somente para alimentar os devaneios do Visoni, nos quais afunda dramaticamente: uma mente brilhante perdida em sonhos.
    /
    Quando da discussão precedente a que me referi, escrevi ao Visoni:
    .
    ——————————
    MONTALVÃO: Vitor, envio, cotejado, parte do texto de Herlendur Haraldsson, o qual, diga-se de passagem mostra-se analista quedante para o deslumbramento em vez de para o bom senso. Haraldsson descreve Indridason como autêntico super-herói, com todos os poderes a que tem direito. Parece acatar que o médium efetivamente fosse dotado das capacidades citadas (poder levitativo, visão remota, mediunidade, e sabe-se lá mais o quê), e o faz com a mesma espontaneidade com que um pequerrucho admite a existência de papai-noel.
    ————————————-

  45. MONTALVÃO Diz:

    /
    Você disse: “Se o médium não consegue captar o que o espírito tá transmitindo, das duas uma: não é médium; não tem espírito presente no recinto.”
    .
    VISONI: Isso é falácia da falsa dicotomia. Pode estar havendo n fatores atrapalhando a comunicação, desde explosões solares a algo que o médium comeu e não caiu bem, estresse, qualquer coisa.
    /
    CONSIDERAÇÃO: creio que ficaria melhor ter dito: “se o pretenso espírito não consegue demonstrar-se presente na comunicação, em testes simples, repetidos e elucidativos, a conclusão é inevitável: almas desencarnadas, mesmo que existam, não comunicam.
    .
    Para acusar o Gorducho de recorrer a falácia, o Visoni recorre a uma, a da dispersão: alega que a comunicação pode ser prejudicada por “n” fatores. Ora, se a realidade da comunicação é que está na berlinda como se pode falar que essa comunicação (não demonstrada) pode deixar de ocorrer por fatores inibitórios?
    .
    Primeiro há que se demonstrar que espíritos estão presentes entre os vivos e comunicam, depois, sim, será válido aventar prováveis ruídos no intercâmbio… comunicativo…

  46. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Estamos a caminho de uma ditadura cleptocrata.”
    /
    Até então estávamos sob uma pseudodemocracia cleptocrata, agora perigamos cair em ditadura de igual categoria.
    /
    Inda bem que moro na roça…

  47. Gorducho Diz:

    ½ hora deve ter sido o Chávez pra ser “do contra”;
    Coréia do Norte…
    e se bem sei New Delhi porque lá na India acho que é politicamente um só então fizeram uma média.
     
     
    ===============================================================
    dúvida: ué, em 1905 era assim, e hoje terá mudado? Fuso horário se modifica com o tempo?
    ===============================================================
    O cara não falou fuso horário.
    Seria a hora local da época quiçá baseada no tempo solar médio (sol no ½ do céu = 12:00 num dado dia claro).
    Note que cá mesmo não se respeita fusos horários no que concerne ao horário local dos lugares.

  48. Gorducho Diz:

    Se teve n fatores afetando o “médium” de sorte que ele não consegue se desempenhar, não se considera ele médium.
    Tão simples…
    Se alguém vai fazer exame e k fatores o afetam de sorte que derruba as balizas ou não consegue colocar a aeronave no solo com segurança m vezes seguidas a critério do checador, não recebe a carteira.
    Não pode ser chamado de “motorista” ou de “piloto”.
    Simples: sem falácias.

  49. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Assim como Mirabelli teve uma instituição (dita científica) dedicada a “estudar” seus poderes (alegremente confirmados), Indridassom também teve uma organização exclusiva para estudá-lo, abrigá-lo e sustentá-lo.”
    .
    A Sociedade porém permitia que outros investigadores estudassem Indridi:
    .
    A Sociedade Experimental foi criticada por ser exclusiva, embora logo tivessem cerca de setenta membros. Eles sempre enfatizaram que eles eram uma sociedade investigadora e não uma sociedade espírita. Por volta dessa época, a Sociedade recebeu um pedido do Dr. Gudmundur Hannesson (Figura 4) para investigar os fenômenos. Foi-lhe dada permissão com a condição de que sua investigação duraria um inverno inteiro. Hannesson foi nomeado Professor de Medicina na Universidade da Islândia dois anos depois. Era um cientista ativo e proeminente que em sua vida recebeu muitas honras na Islândia e no exterior. Ele era conhecido por seu ceticismo sobre relatos de fenômenos psíquicos. Ele impôs controles estritos, isolou o médium dos assistentes por uma rede fixada através do corredor onde o médium estava sentado e constantemente seguro por uma ou duas pessoas. Ele colocou material fosforoso em vários objetos que às vezes se moviam ao redor da sala, às vezes acendiam uma luz, e assim por diante. Hannesson deu uma descrição completa em islandês de sua investigação em 1910-11, que mais tarde foi traduzida para o inglês e apareceu no Journal of American Society for Psychical Research em 1924, juntamente com uma introdução de Nielsson (Hannesson, 1924). Este e outros documentos importantes relacionados com a mediunidade de Indridi estão disponíveis para inspeção na página do autor em http://www.hi.is/~erlendur.

  50. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Se alguém vai fazer exame e k fatores o afetam de sorte que derruba as balizas ou não consegue colocar a aeronave no solo com segurança m vezes seguidas a critério do checador, não recebe a carteira. Não pode ser chamado de “motorista” ou de “piloto”.”
    .
    A diferença é que é perfeitamente possível saber os k fatores que ocasionam a derrubada das balizas ou a péssima aterrissagem. O mesmo não pode ser dito da mediunidade, que possui variáveis desconhecidas. É certo que se repetidos testes, com metodologias e alvos diferentes, não conseguirem resultados positivos, então o sujeito não é médium. Mas é preciso uma replicação bem maior do que no caso das balizas ou aeronaves, justamente devido ao não conhecimento das variáveis que podem estar interferindo na comunicação.

  51. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Primeiro há que se demonstrar que espíritos estão presentes entre os vivos e comunicam, depois, sim, será válido aventar prováveis ruídos no intercâmbio… comunicativo…”
    .
    Este caso de Emil Jensen que o Haraldsson trouxe mostra que espíritos estão presentes entre os vivos e comunicam.

  52. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “O artigo não traz nada de estupendo, nada de extraordinário, serve tão somente para alimentar os devaneios do Visoni, nos quais afunda dramaticamente: uma mente brilhante perdida em sonhos.”
    .
    É melhor ler isso do que ser cego… como é que se pode dizer que o artigo não traz nada de estupendo ou extraordinário? A confirmação da existência de Emil Jensen mais de 100 anos depois é o quê? Ninharia? A descrição de um incêndio a 2 mil quilômetros de distância no momento da sessão, uma replicação de outro caso famosíssimo estudado por Kant é o quê também? Lixo? Aff!!!

  53. MONTALVÃO Diz:

    /
    PHELIPPE: “Ótimo artigo, Vitor, gostei muito. E já que falamos de casos curiosos vc já viu os depoimentos originais dos videntes de Fátima? Parece que eles viram sim algo, mas não foi Nossa Senhora. A APARIÇÃO DE FÁTIMA só se identificou como Santa no final das aparições, que foram em número de 6. Acho que esses depoimentos também merecem um artigo.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: numa discussão com o Visoni, comentei: (nada obstante o belo de suficiente esclarecimento dado pelo De Marte)
    .
    ——————————————.
    Montalvão Diz:
    MAIO 19TH, 2014 ÀS 00:43
    .
    VITOR disse: (citando Michael Grosso):
    .
    “Em ‘Miracles’, de D. Scott Rogo (1982), nos deparamos com fenômenos que se relacionam com a parapsicologia da religião — por exemplo, VISÕES MARIANAS, stigmata, o Sudário de Turin, sangue sobrenatural, inédia, levitação, curas em relicários religiosos, fenômenos de não deterioração do corpo, etc.
    [...]
    .
    COMENTÁRIO: O autor do texto, Michael Grosso, detecta psi em todas as esferas da atuação humana, e mais acentuadamente no meio místico-religioso. Imbuído da certeza de que eventos excepcionais das vidas dos santos sejam legítimos e indiquem seguramente a ação do paranormal, e que as manifestações de espíritos sejam reais, Grosso constrói um castelo de sonhos em que a “força psi” permeia nossas existências, mesmo que a maioria de nós dela não tenha conhecimento em qualquer circunstância…
    .
    Dentre outros eventos, Grosso cita Fátima como exemplo de acontecimentos psi no meio católico. Ora, a aparição da virgem em Fátima foi a aceitação das fantasias de três crianças. Visto que a criação dos infantes atendia a anseios místicos daquela comunidade, o relato ganhou força inimaginável e logo muitos estavam “vendo” a virgem a lhes acenar das nuvens. Para Grosso Fátima ilustraria a tese de que a “força psi” se expressa intensamento no meio religioso, entretanto os fatos demonstram que, em realidade, tudo não passou de um espécie de histeria em grupo. Nem mesmo católicos são unânimes em aceitar a virgem em Fátima.
    ——————————————.

  54. MONTALVÃO Diz:

    /
    De Marte, nada a dizer a respeito do tema em discussão?

  55. MONTALVÃO Diz:

    /
    “gostaria de trocar meu nome de Marciano para [marciano gótico]”
    /
    POR QUE NÃO para “SUN OF ARES”?
    /
    /
    ⓂⒶⓇⒸⒾⒶⓃⓄ

  56. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    A diferença é que é perfeitamente possível saber os k fatores que ocasionam a derrubada das balizas ou a péssima aterrissagem. O mesmo não pode ser dito da mediunidade, que possui variáveis desconhecidas.
    ===============================================================
    Não interessa!
    Ao checador não interessa se o k – 1 ésimo fator é que o cara descofia que a namorada anda guampeando ele; e o k ésimo é que ele tá com medo de perder o emprego.
    Se ele não acertar não é piloto.
    Se o “médium” não consegue canalizar o espírito então não é médium até conseguir. Nós não estamos dizendo que o teste seja único e definitivo.
    E se ninguém consegue canalizar espíritos – como parece ser o caso – então não tem porque supor “fatores” imaginários e sim supor que “mediunidade” não existe.

  57. MONTALVÃO Diz:

    /
    “A Sociedade Experimental foi criticada por ser exclusiva, embora logo tivessem cerca de setenta membros.”
    /.
    CERTAMENTE: 70 membros, todos alegres louvadores do médium…
    /
    /
    Como estou a escrever contrariando ordens médicas, recorro a comentários feitos no outro texto, que trata do mesmo tema, portanto ilustra bem a conversa cá. Os trechos entre [colchetes] são minhas manifestações.
    /
    ———————————–
    “O médium islandês Indridi Indridason (1883-1912) [VIVEU SÓ 28 ANOS!] é conhecido principalmente por seus fenômenos físicos, levitações de si mesmo — algumas em plena luz — e movimentos de objetos, entre eles instrumentos musicais que estavam sendo tocados ao mesmo tempo. Fenômenos luminosos também se destacavam, assim como as vozes diretas e altas cantorias, às vezes mais de uma voz ao mesmo tempo, batidas, pancadas, rajadas de vento, e odores, para mencionar alguns dos fenômenos (Gissurarson e Haraldsson, 1989; Hannesson, 1924). Houve, no entanto, também relatos de alguns fenômenos mentais notáveis.
    .
    [UMA LISTA DE “PODERES” FABULOSOS (E BOTA FABULOSOS NISSO), PORÉM, ADMIRAVELMENTE A MODERNA PESQUISA DO PARANORMAL PÔS DE LADO AS INVESTIGAÇÕES DESSAS “MARAVILHOSAS” FACULDADES...]
    /
    Numa sessão com Indridi Indridason em 24 de novembro de 1905, uma personalidade falou “através” de Indridason, a qual não havia aparecido anteriormente nas sessões. Ninguém na sessão reconheceu ou sabia qualquer coisa sobre ela, e assim ela se enquadra na categoria de um comunicador esporádico (Haraldsson e Stevenson, 1975). Falando dinamarquês, ele se apresentou como o Sr. Jensen, Jensen sendo um sobrenome dinamarquês comum. Nesta ocasião, Jensen falou de um incêndio em Copenhagem, que está a mais de 1300 milhas de distância de Reykjavik.
    /
    Relatos de Testemunhas
    .
    Existem três relatos de testemunhas do incidente: Harald Nielsson, Einar Kvaran, e a Sra. Kvaran. Nielsson descreve-o como segue:
    .

    Na primeira noite em que ele [o Sr. Jensen] se manifestou pelo médium, ele nos disse que durante o intervalo de meia hora em que era permitido ao médium descansar no meio da sessão, ele havia se projetado para Copenhague e visto que uma fábrica em uma de suas ruas estava em chamas. Ele nos disse que os bombeiros haviam prosperado em controlar o incêndio. Naquela época nenhuma conexão telegráfica entre a Islândia e o mundo exterior tinha sido estabelecida, [PRECISARIA SER CONFIRMADO] assim não havia nenhum meio cabível de se saber sobre tal acontecimento. [APARENTEMENTE]
    .
    Isto aconteceu em 24 de novembro de 1905. No dia seguinte eu fui ver o Bispo da Islândia, o Justíssimo Reverendo Hallgrimur Sveinsson, que era meu tio, e disse a ele o que Jensen tinha-nos contado, e lhe pedi para anotar o que havia sido dito e ser uma testemunha, fosse o acontecimento provado verídico ou não. No Natal o próximo barco veio da Dinamarca, [UM MÊS APÓS O ACONTECIMENTO] e meu tio olhou com curiosidade o jornal dinamarquês, Politiken, e à sua grande satisfação [ESTAVA TORCENDO PARA QUE O PARANORMAL ESTIVESSE CERTO...] observou a descrição do incêndio. Tanto o dia quanto a hora estavam certos. [O DIA PODE ESTAR CERTO, MAS A HORA NÃO PARECE BATER, VEJA COMENTÁRIOS ADIANTE.] Jensen estava também correto sobre a fábrica. Era uma fábrica de lâmpadas na 63 Store Kongensgade [uma rua importante em Copenhague]. (Nielsson, 1922:456)
    .
    [Se a narrativa estiver correta, e não contiver enriquecimentos pós-fatos (o que é bem provável), ainda assim questiona-se o porquê de o comunicador não dar informações precisas sobre a ocorrência. O “espírito” dissera ter visto um incêndio em uma das ruas de Reykjavik, ora, bem poderia ter dado o endereço correto e outros detalhes ? espíritos são observadores privilegiados...
    .
    Mas, e se desse o endereço corretamente, como ficaríamos? Bem, sempre é possível (e válido) questionar-se a legitimidade dessas ocorrências, levando-se em conta, entre outros fatores, as características das testemunhas. Não necessariamente pôr em cheque a honestidade dessas, mas a facilidade com que convertem histórias vagas em relatos firmes, devido à vontade de confirmarem suas crenças.
    .
    Muitos fazem assim, não por má-intenção, porém inadvertidamente vão acrescentando datalhes ao acontecido, estimulados por sugestões discretas do alegado médium, ou de crentes que lhe são próximos, e, quando menos se espera, tem-se um relato recheado de ocorrências admiráveis, sem que seus divulgadores se dêem conta de que ao início muitos dos componentes do caso não estavam presentes.]
    /
    Kvaran fornece um relato um tanto mais detalhado [E “UM TANTO MAIS MODIFICADO”]numa conferência dada na Sociedade Metapsíquica Dinamarquesa em Copenhague. Ele escreve:

    ‘Ele [Jensen] nos contou que ele tinha vindo diretamente de Copenhague, e isso havia um incêndio lá: Uma fábrica ardia em chamas. Era por volta das 9 horas quando ele veio. Então ele desapareceu e voltou uma hora mais tarde [aproximadamente 10 horas]. [NO TESTEMUNHO ANTERIOR, DE NIELSSEN, ENTENDE-SE QUE JENSEN FORA A COPENHAGEM E VOLTARA EM MEIA-HORA; KVARAN ESTENDE O TEMPO PARA UMA HORA... ] Eles [os bombeiros] tinham controlado o incêndio por então, disse. Nós não tínhamos nenhum telégrafo naquela época, então nós tivemos que esperar para ter esta declaração verificada. Mas nós anotamos o seu relato e guardamos o documento com o bispo [que tinha tomado parte em sessões anteriores com Indridason]. Com o próximo navio [de Copenhague], os jornais nos trouxeram a notícia que havia ocorrido um grande fogo em Copenhague aquela noite — na Loja Kongensgade, acredito — onde entre outras coisas uma fábrica tinha queimado. Ele também disse que por volta das 12 horas o fogo tinha sido extinguido. Como você sabe, são 12 horas aqui em Copenhague quando são 10 horas em Reykjavik. (Kvaran, 1910:46)’”

    ———————————

  58. Gorducho Diz:

    Quem alega ter poderes incomuns – co caso ser capaz de contactar “espíritos” é que tem o ônus da prova.
    E quem for dotado dum discernimento nível mínimo duvidará até que o alegante mostre suas alegadas capacidades.
    Essa procura por supostas n causas impeditivas só tem validade pra fins de auto-análise do próprio alegador, não pra terceiros (exceto se forem Crentes Religiosos disfarçados tentando proselitizar seus dogmas ocultos).

  59. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Por volta dessa época, a Sociedade recebeu um pedido do Dr. Gudmundur Hannesson (Figura 4) para investigar os fenômenos.
    .
    Foi-lhe dada permissão com a condição de que sua investigação duraria um inverno inteiro. Hannesson foi nomeado Professor de Medicina na Universidade da Islândia dois anos depois.
    .
    Era um cientista ativo e proeminente que em sua vida recebeu muitas honras na Islândia e no exterior. Ele era conhecido por seu ceticismo sobre relatos de fenômenos psíquicos.
    .
    Ele impôs controles estritos, isolou o médium dos assistentes por uma rede fixada através do corredor onde o médium estava sentado e constantemente seguro por uma ou duas pessoas. Ele colocou material fosforoso em vários objetos que às vezes se moviam ao redor da sala, às vezes acendiam uma luz, e assim por diante. Hannesson deu uma descrição completa em islandês de sua investigação em 1910-11, que mais tarde foi traduzida para o inglês e apareceu no Journal of American Society for Psychical Research em 1924, juntamente com uma introdução de Nielsson (Hannesson, 1924).”
    /
    /
    COMPARE:
    /
    “O médium Carmine Mirabelli, que nasceu em 2 de janeiro de 1889, em Botucatu, interior de São Paulo, e desencarnou na capital, no dia 30 de abril de 1951.
    .
    Os fenômenos realizados por seu intermédio inquietaram, por muito tempo, pesquisadores e, principalmente, os descrentes dos fenômenos mediúnicos.
    .
    Mirabelli funda, na cidade de Santos, a Casa de Caridade São Luis, seguida pela instalação de uma Academia de Estudos Psíquicos, que levou o nome do eminente pesquisador italiano César Lombroso. Mais tarde, ele funda, também no Rio de Janeiro, juntamente com Dr. Thadeu de Araújo, a Academia Brasileira de Metapsíquica.
    .
    Caluniado, humilhado, perseguido por sua notável mediunidade, que se manifestava através de fenômenos, como a psicografia, a xenoglossia, a materialização, dentre outros, foi objeto de pesquisa de uma plêiade de pesquisadores que, desconfiados, pretendiam encontrar fraudes e desonestidade na manifestação da sua mediunidade.
    .
    ‘Ponho de lado toda a idéia de fraude, de truque, de mistificação, porque antes, durante e depois da produção dos fenômenos, exerci a mais severa fiscalização’” – Cairbar Schutel

  60. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    e meu tio olhou com curiosidade o jornal dinamarquês, Politiken, e à sua grande satisfação
    ===============================================================
    Não me passou desapercebido…
    O outro aquele que levou ele pra casa dele me fez lembrar o Crookes.

  61. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Naquela época nenhuma conexão telegráfica entre a Islândia e o mundo exterior tinha sido estabelecida, [PRECISARIA SER CONFIRMADO]
    ===============================================================
    Puxa! assim é maus :(
    O Sr. não lê o que a gente escreve.

  62. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Nesta noite, por volta das 12 horas, o zelador da Loja Kongensgade número 63 descobriu que havia fogo na Fábrica de Lâmpadas e Lustres de Copenhague e que é localizada no chão e primeiro andar.
    /.
    [O zelador descobriu o fogo às 12h; neste horário, as labaredas não estavam intensas, portanto, o testemunho de Kvaran parece não condizente, de que a fábrica estaria “ardendo em chamas” (senão seria visto por mais pessoas). Se o relato estiver de acordo, nessa hora, havia somente um pequeno foco de incêndio, percebido casualmente pelo servidor da empresa.]
    /.
    “Ele chamou a brigada de incêndio e logo o fogo foi extinto com os carros do Posto de Bombeiros de Adelsgade e o Posto de Bombeiros Central chegou sob a direção do Capitão dos Bombeiros Bantzen. O primeiro andar já estava ardendo com poderosas chamas alcançando as janelas e quebrando o vidro das janelas no segundo andar onde há uma fábrica para fazer caixas de papelão.”
    .
    [CONSIDERAÇÃO: Quando os bombeiros chegaram o fogo estava atiçado, deve ter dado algum trabalho para controlar as chamas. Os horários descritos não harmonizam com a situação.]
    .
    “O Corpo de Bombeiros rapidamente anexou duas mangueiras a hidrantes de incêndio. Uma das mangueiras teve que atravessar a rua, então todo o trânsito de bondes veio a parar. A água das duas mangueiras logo subjugou o fogo mas então se descobriu que o fogo tinha ido do teto para os andares acima da fábrica”… [aí segue uma descrição detalhada do trabalho da brigada de incêndio]. Em cerca de meia hora o fogo tinha sido diminuído a tal extensão que os bombeiros podiam entrar nas instalações. Então se tornou óbvio que o incêndio tinha causado um dano grande. As paredes e os andares estavam queimados e tanto estoques como máquinas de valor considerável tinham sido destruído. Havia ainda fogo em alguns lugares…
    .
    Ao redor de uma da manhã alguns bombeiros e equipamentos puderam partir, mas um número bastante grande de bombeiros teve que permanecer no local por mais uma hora e meia.” (Fogo em Copenhagen e Estocolmo – As Experiências de “Visão Remota” de Indridason e Swedenborg)
    /
    [CONSIDERAÇÃO: Façamos os cálculos: à meia-noite o zelador descobriu o sinistro em andamento. Correu para chamar os bombeiros. Não é informado que meios utilizou nesse chamamento (haveria telefone disponível? Mesmo que houvesse a ligação demoraria algum tempo para ser efetivada. Até os bombeiros chegarem, na melhor da hipóteses, decorreria 30 minutos; mais uns dez, quinze minutos, até que o combate às chamas se tornasse efetivo; depois, uns 40 minutos a uma hora para diminuir a fúria ígnea. Então, sendo generosos, entre uma hora e uma e meia, o perigo fora afastado. Acontece que, às 12 (a narrativa fala 12, mas o correto seria 24), o espírito Jensen retornava do passeio a Copenhagem e informara que já estava tudo em paz. Entretanto, nesse horário, o zelador iniciava o contato com os bombeiros e o fogo estaria começando...]

  63. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Puxa! assim é maus :(
    O Sr. não lê o que a gente escreve.”
    /
    SIM, LI O QUE FOI ESCRITO AGORA, apenas repeti o que fora proferido em discussão precedente…
    .
    No próprio artigo, Haraldsson dá a informação em vários pontos do artigo, exemplos:
    .
    1) “Ele descreveu um incêndio que irrompeu em uma fábrica em Copenhague. Aproximadamente uma hora mais tarde disse que o fogo ficara sob controle. Um relato escrito foi entregue ao bispo da Islândia. Não havia comunicação telefônica ou telegráfica com a Islândia em 1905″
    .
    2) “O telefone e o telégrafo não tinham sido inventados na época de Swedenborg e não foram introduzidos na Islândia na época de Indridi/Jensen.”
    /
    /

  64. MONTALVÃO Diz:

    /
    Cabe aqui comentário de Silva Mello a respeito de Indridrason:
    .
    ————————————
    “Haraldur Nielsson, num livro sobre espiritualismo experimental, revela coisas espantosas obtidas com um médium extraordinário, Indridason, que se elevava com a poltrona até o teto, materializava vozes diferentes e que eram ouvidas ao mesmo tempo e, certa vez, conseguiu desmaterializar um dos seus próprios braços, que desapareceu do corpo, como foi verificado pelos circunstantes.
    .
    É verdade que tudo isso, como era de esperar, se realizava no escuro, tendo ele se recusado a tirar a camisa para que pudessem examinar o ombro, sem o braço! O autor diz textualmente: “O braço esquerdo do médium foi completamente desmaterializado. O braço desapareceu completamente e foi impossível encontrá-lo, apesar de termos feito luz na sala e examinado minuciosamente o médium. Na última noite, foram designadas sete pessoas para verificar esse fenômeno.
    .
    Fizeram luz em torno do médium, mas a manga estava vazia, como anteriormente. Foi permitido apalpar em redor do ombro, mas o médium não autorizou que o desvestissem”.
    .
    O autor do livro é professor de teologia na Universidade de Islândia e Charles Quartier, que o comenta, diz que ele não deve ter percebido as dificuldades do problema, talvez pelo fato da sua educação não ter sido orientada na direção da pesquisa científica.”
    ——————————–

  65. Gorducho Diz:

    Mas não leu o que eu escrevi ontem :!:

  66. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    .
    ==================================================Naquela época nenhuma conexão telegráfica entre a Islândia e o mundo exterior tinha sido estabelecida, [PRECISARIA SER CONFIRMADO]
    ==================================================Puxa! assim é maus :-(
    O Sr. não lê o que a gente escreve.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: em princípio parece que não há nada mesmo a ser verificado e confirmado, pois estaria estabelecido a inexistência de comunicação telefônica e telegráfica na Islândia em 1905.
    .
    MAS, a história é um pouco diferente…
    .
    Sigam-me os bons…
    /
    ————————————.
    HARALDSSON: “Poderia haver uma explicação normal para o fato de que Jensen — ou Indridi — descreveu em tempo real um incêndio que ocorria a cerca de 2.000 quilômetros de distância? OS TELEFONES NÃO CHEGARAM A REYKJAVIK ATÉ QUASE UM ANO DEPOIS, E A TELEGRAFIA APENAS EM 1918.”
    .
    /.
    CONSIDERAÇÃO: A informação de Haraldsson sobre a telegrafia não confere com outras fontes:
    .
    “A expansão da pesca levou a uma transformação na sociedade como um todo. COMUNICAÇÕES POR TELÉGRAFO COM OUTROS PAÍSES FORAM ESTABELECIDAS EM 1906. O ensino fundamental obrigatório para todos foi introduzido em 1907. Uma universidade foi fundada em Reykjavík em 1911. Logo após 1920, a população urbana era maior do que a rural. A população de Reykjavík era, nessa época, de aproximadamente 20 mil. Após 1915, a cidade havia sido construída com prédios de concreto levantadas em ruas retas e planejadas, incluindo calçadas que abrigavam abaixo canos de água e esgoto. A eletricidade, proveniente de hidrelétricas, era levada aos prédios nos maiores centros urbanos.”
    (http://www.islandiabrasil.com.br/historia_direitos_pesca.php)
    .
    TAMBÉM no texto de Haraldsson se lê:
    .
    Nielsson (1922, p. 456) escreve: [...] “Na primeira noite em que ele [o Sr. Jensen] se manifestou através do médium, ele nos disse que na pausa de meia hora, enquanto o médium era deixado descansar no meio da sessão, ele partiu para Copenhague e viu que uma fábrica estava em chamas em uma das ruas da cidade. Ele disse que os bombeiros conseguiram controlar o fogo. NESSA ÉPOCA, NÃO HAVIA CONEXÃO TELEGRÁFICA ENTRE A ISLÂNDIA E O MUNDO EXTERIOR, de modo que não havia meios para saber disso.”
    /
    “Kvaran (1910, p. 46) forneceu uma explicação mais detalhada em uma palestra dada na Sociedade Metafísica Dinamarquesa em Copenhague, 1910, e falou sobre quando Jensen apareceu pela primeira vez: “Ele [Jensen] nos disse que tinha vindo diretamente de Copenhague, e que havia um incêndio lá: uma fábrica estava em chamas. Eram aproximadamente 21 horas quando ele veio. Então ele desapareceu e voltou uma hora depois. Então eles [os bombeiros] controlaram o fogo, ele disse. NÃO TÍNHAMOS QUALQUER TELÉGRAFO NAQUELE MOMENTO, por isso tivemos que esperar para ter esta declaração verificada.”
    /
    REFLEXÃO: cabe sim ser melhor averiguada a alegada inexistência do telégrafo na Islândia ao tempo do “aparecimento” do Jensen. Principalmente por sabermos que Indridason era malandro pra malandro nenhum botar defeito.
    .
    Haraldsson certamente está errado, ao afirmar que o telégrafo chegou à Reykjavik em 1918.
    .
    E Kvaran não parece falar da ausência de comunicação telegráfica, pois, salvo tenha havido tradução inadequada, ele diz que não havia telegráfo disponível entre eles (ou seja, “por perto”), e não na Islândia.
    .
    O fato é que em 1906 o telégrafo já funcionava em Reykjavik. Este é o ponto.
    .
    Entretanto, um sistema de telegrafia não se instala da noite para o dia: é provável que em 1905 houvesse equipamentos em teste, transmitindo e recebendo informações de diversas partes do mundo.
    .
    Portanto, temos bom indicativo de que Indridason não estivesse tão alheio ao que acontecia na distante Copenhague quanto Haraldsson quer dar a entender.
    .
    Considerando que houve intervalo para descanso, ocasião em que o médium podia discretamente receber informação que o ajudasse a fomentar a suposta comunicação, temos aí um quadro sugestivo de mais uma das muitas safadezas do sujeito.
    .
    111 anos depois, Indridason ainda ilude incautos…

  67. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Gorducho Diz:
    DEZEMBRO 15TH, 2016 ÀS 12:09 PM
    Mas não leu o que eu escrevi ontem :!:
    /.
    LI TODOS OS COMENTÁRIOS, desde o início, incluindo os interessantes sobre saberem o nome do desinfeliz no dia da “comunicação” ou depois. Mas não atinei a qual especificamente se refere.

  68. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Mas não atinei a qual especificamente se refere.
    ===============================================================
    Naquela época nenhuma conexão telegráfica entre a Islândia e o mundo exterior tinha sido estabelecida, [PRECISARIA SER CONFIRMADO]

  69. MONTALVÃO Diz:

    /
    No angustioso trabalho de provar o que sabe não existe (comunicação entre vivos e mortos), Visoni recorre aos ingênuos argumentos de crentes despojados de senso crítico. Ele já deveria ser cobra criada o suficiente para saber que todo “bom médium” possui historietas de passar informes de que “não poderia saber de modo algum”. Chico Xavier é campeão de depoimentos desse tipo.
    .
    Essas alegações parecem muito firmes e como nem sempre é possível investigar a verdade dos fatos dão a impressão de fundamentarem crenças, mas não fundamentam coisa alguma. Não se comprova o intercâmbio comunicativo de espíritos com humanos afirmando-se nos médiuns poderes que sabe-se inexistentes ou conhecimentos inacessíveis por meios comuns.
    .
    A forma válida de provar que mortos se manifestam comunicativamente é uma só: demonstrando que “eles” estão presentes e atuantes. O que, aliás, não deveria ser nada difícil, pois seriam dois lados ávidos por oficializarem genericamente a realidade dessa comunicação. A velha história de juntar a fome com a vontade de comer, o casamento perfeito.
    .
    Entretanto, o que seria simples e banal apresentação de prova nem mesmo o mais picão dos médiuns consegue oferecer. A conclusão é inevitável e irreprochável:
    .
    “espíritos de mortos, mesmo que existam, não comunicam.”
    Fim.

  70. Gorducho Diz:

    No verão do ano 5 o telégrafo já funcionava em modo recepção.
    Foi o primeiro comentário da rubrica :(
    Claro, temos a questão dos horários e se as notícias foram veiculadas.
    Mas havia.
    E o editor era uma dos membros do Centro espírita.

  71. MONTALVÃO Diz:

    /
    Gorducho Diz:
    ==========================
    Mas não atinei a qual especificamente se refere.
    ==========================
    Naquela época nenhuma conexão telegráfica entre a Islândia e o mundo exterior tinha sido estabelecida, [PRECISARIA SER CONFIRMADO]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: realmente, você está certo! Comecei a ler a conversa ontem, já no entressono, e devo ter passado os olhos mui superficialmente nessa parte. Se visse direitinho, perceberia que o caso “perfeito” veio ao mundo natimorto.
    .
    A questão inicial que apresentou finda com qualquer discussão. Parabéns ao Visoni, pois, apesar de crente, foi correto em postar o texto no qual Haraldsson tenta se explicar e só se complica.
    .
    Suponho que o autor tenha sido confrontado por crítico, que apontara as alegações errôneas que fez, sobre a inexistência comunicação entre a Islândia e o mundo e procurou achar uma saída que salvasse seu “grande” médium.
    .
    Uma simples inquirição pôs a ruir todo o castelo de fantasias.
    .
    Gastei dedos à toa…

  72. Gorducho Diz:

    Espero que também tenha notado ser na época – before WW II – uma província dinamarquesa, então certamente circulavam os diretórios da capital…

  73. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Espero que também tenha notado ser na época – before WW II – uma província dinamarquesa, então certamente circulavam os diretórios da capital…”
    /.
    CORRETO…
    /
    “O Althing – Parlamento Nacional – havia declarado em 25 de fevereiro de 1944 que o Ato de União entre Islândia e Dinamarca de 1918 expirara e que a declaração de uma república deveria ser feita por meio de referendo nacional que também trataria da Carta Magna.
    .
    Os referendos foram marcados para 20 e 23 de maio de 1944 e os resultados apresentados ao Parlamento em 16 de junho de 1944. A participação no referendo foi de 98%. Das 48.100 pessoas que votaram, 99,5% eram a favor de laços rompendo com a monarquia dinamarquesa e 98,3% a favor de fundar uma república.
    .
    Às 13h30 de 17 de junho de 1944, o primeiro-ministro Björn Thordarson iniciou as celebrações do estabelecimento da República. A nova bandeira da Islândia foi içada e os sinos das igrejas dobraram. Os membros do parlamento elegeram o primeiro presidente da República, Sveinn Björnsson, que tinha sido regente da Islândia durante os anos de guerra.”
    .
    http://islandia.costasur.com/pt/historia.html

  74. Borges Diz:

    “Quem alega ter poderes incomuns – co caso ser capaz de contactar “espíritos” é que tem o ônus da prova.”
    .
    Se o “sujeito” se colocou à disposição da “Sociedade”, mesmo ganhando uma “graninha”, acho que cumpriu a parte dele.
    Um abraço

  75. Gorducho Diz:

    Está certo… pode ter cumprido a parte dele (o alegante no caso) mas se não conseguir mostrar suas alegadas habilitações, não cabe a nós pesquisadores ficarmos procurando prováveis causas para a incapacidade dele.
    A conclusão deverá ser que ele não possui as habilitações que alega ter.
    Claro, pode repetir os testes quando se julgar novamente bem configurado pra tal.

  76. Gorducho Diz:

    Falando genericamente acerca de alegados portadores de mediunidade, claro.

  77. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    havia declarado em 25 de fevereiro de 1944 que o Ato de União entre Islândia e Dinamarca de 1918
    ===============================================================
    Isso já era depois tipo como Canada + Autralia c/a Inglaterra.
    Na época que tamos falando era um estado com certa autonomia.
    Claro, não chegava a ser uma província: exagerei.

  78. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Na época que tamos falando era um estado com certa autonomia.
    Claro, não chegava a ser uma província: exagerei.”
    /
    ——————————————/

    “Movimento de Independência (1814–1918)
    Em 1814, após as Guerras Napoleônicas, o Reino da Dinamarca–Noruega foi dividido em dois novos reinos separados pelo Tratado de Kiel. Entretanto, a Islândia permaneceu dependente da Dinamarca. Durante o século XIX, o clima islandês continuou piorando, provocando uma emigração em massa para o Novo Mundo, especialmente para a província de Manitoba, no Canadá. Cerca de quinze mil pessoas, dentre uma população total de setenta mil, abandonaram a Islândia.[26] Porém, no auge das dificuldades, surgiu, por volta dos anos 1850, um movimento nacionalista, que conseguiu adquirir uma força considerável, conquistando a reabertura do parlamento islandês e a liberação do comércio com outros países. Desta maneira, nasceu o movimento de luta pela independência da Islândia, liderado por Jon Sigurðsson.
    .
    Em 1874, a Dinamarca concedeu à Islândia uma constituição e um governo limitado, que foi expandido em 1904.
    ————————————–
    https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Isl%C3%A2ndia&printable=yes

  79. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Quem alega ter poderes incomuns – co caso ser capaz de contactar “espíritos” é que tem o ônus da prova.”
    .
    Borges Diz: Se o “sujeito” se colocou à disposição da “Sociedade”, mesmo ganhando uma “graninha”, acho que cumpriu a parte dele.
    /.
    QUE NEM O MIRABELLI fez: colocou-se à disposição do Instituto Lombroso, mesmo recebendo uma graninha…
    /
    Mas, o que foi que essas instituições produziram de produtivo com esses tais médiuns, além de tentarem dar ar de cientificidade às safadezas que perpetravam?

  80. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Comentário repetido, segundo o poltergeist.
    Vou tentar outra vez.
    ===============================================================
    De Marte, nada a dizer a respeito do tema em discussão?
    ===============================================================
     
    Por enquanto, a discussão está em nível tão elevado que creio ser despiciendo qualquer comentário deste humílimo terceiro-secretário.
     
    ===============================================================
    POR QUE NÃO para “SUN OF ARES”?
    /
    /
    ⓂⒶⓇⒸⒾⒶⓃⓄ
    ===============================================================
     
    Por duas razões:
    Primeiramente, porque sun é sol e não filho. Filho é son.
    Segundamente, porque se usasse Ares, teria de escrever Marciano em grego e não sei como se diz.
     
    Acaso seria γιος του Άρη :?:
    Mas o VITOR já aprovou 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 e não vou começar tudo de novo.

  81. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Estou repetindo, porque não saiu o anterior.
    Ainda vou me entender com esse poltergeist.
    Falta pouco.
     
    VITOR, pode deixar somente o email de sempre, pois não deu certo com o outro.
    Quanto ao comentário repetido, pode deixar o que saiu e ignorar o anterior, de igual conteúdo.
    Obrigado.

  82. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Deixem-me ver se entendi direito.
    Indriði Indriðason morreu em 1912.
    Foi esquecido desde sua morte.
    Erlendur Haraldsson nasceu em 1931, 19 anos DEPOIS da morte do médium.
    E é ele quem garante que o cara era συνουσιάζομαι
    E esse é o caso perfeito?
    I see!
    Haraldsson deve ter convivido com o médium em sua encarnação anterior.
    Ou então é um viajante do tempo, tipo Marty McFly.

  83. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    É como se alguém que vai nascer em 2021 fizesse um estudo de cx e o apresentasse como o médium perfeito.
    Quer dizer, cx morreu em 2002, então temos de esperar mais cinco anos pelo parapsicólogo que vai nascer, crescer, tornar-se parapsicólogo e depois apresentar cx como um médium do φαλλός !
    Acho que estou mesmo mentalmente perturbado, vítima de obsessores espirituais, como acha o BORGES.

  84. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    quem não entendeu, consulte aqui
    Tentei postar o texto original, mas não apareceu nada.

  85. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Daqui a mais de cem anos, o que dirão de cx?

  86. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “70 membros, todos alegres louvadores do médium…”
    .
    Nas notas de Haraldur Nielsson que aompanhavam um dos livros de atas, se lê: “For almost five years we conducted experiments with him, and however closely we and other very skeptical people watched him…”
    .
    MONTALVÃO DISSE: “NO TESTEMUNHO ANTERIOR, DE NIELSSEN, ENTENDE-SE QUE JENSEN FORA A COPENHAGEM E VOLTARA EM MEIA-HORA; KVARAN ESTENDE O TEMPO PARA UMA HORA… ]”
    .
    Isso está explicado no artigo:
    .
    Existem algumas diferenças nos relatos de Nielsson e Kvaran. Nielsson menciona que, na pausa de meia hora para o médium descansar, Jensen disse-lhes que partiu para Copenhague e viu um incêndio. Kvaran escreve que aproximadamente às 21 horas Jensen apareceu dizendo que veio diretamente de Copenhague e que houve um incêndio em uma fábrica de lá. Então desapareceu e voltou uma hora depois. Essas diferenças não precisam ser uma contradição, uma vez que pode ter havido uma pausa de meia hora apenas, mas Jensen não voltou até depois de uma hora.

  87. Gorducho Diz:

    Perfeito… o Crookes e o Kaardec eram “céticos” também…
    É assim que funciona o mecanismo de justificativas nesse meio.
    Até o Revm° tava “torcendo” pro médium acertar.
     
    O Mirabelli tinha uma mediunidade muito mais versátil e se submeteu a uma Instituição (científica) o Lombroso.
    A “vantagem” entre um e outro dentro da ideologia da Casa é só que um era nórdico e outro era genuinamente nacional (SP não?).

  88. Gorducho Diz:

    O Instituto Lombroso não tem atas preservadas :?:

  89. Gorducho Diz:

    Fenômenos de luz. Flashes de luz ou bolas de luz, pequenos e grandes flashes de luz nas paredes.
     
    No caso do “cético” Crookes era um ovo (provavelmente de peru) luminífero voador…
     
     
    Cá o Cientista “cético” escorregou bonitaço (como já notou AMa, claro): meu tio [Revm° Hallgrimur Sveinsson] olhou com curiosidade o jornal dinamarquês Politiken, e para sua grande satisfação, viu a descrição do incêndio.

  90. Vitor Diz:

    O cientista cético era Gudmundur Hannesson, e não o bispo.

  91. Gorducho Diz:

    E Sr. Gudmundur validou os experimentos :?:

  92. Gorducho Diz:

    Os outros. Claro que esse relato do incêndio não foi um experimento e sim uma séance espírita na qual ele não tava. Sei disso…

  93. Borges Diz:

    “Mas, o que foi que essas instituições produziram de produtivo com esses tais médiuns, além de tentarem dar ar de cientificidade às safadezas que perpetravam?”
    .
    Por mais idôneas que sejam as instituições e ainda, por mais significativos que sejam os resultados, sempre haverá críticos buscando detalhes, que possam denegrir todo o processo, afim de, satisfazer o anseio do público cético. Acredito que somente a autoconscientização, (desconsiderando o aspecto divino) resultado de experiências pessoais, pode abrir a mente para a aceitação dos fenômenos ditos paranormais. Infelizmente esta conquista é intransferível.
    Um abraço

  94. Gorducho Diz:

    Sim, isso sem dúvida: experiência mística é experiência mística.
    É pessoal e por definição inverificável.

  95. Borges Diz:

    Não estou me referindo à experiência mística e sim real. Verificável pela própria pessoa.

  96. Gorducho Diz:

    Os resultados não são significativos porque os experimentos não são feitos.
    Nossos experimentos não foram obtidos via êxtase místico: são baseados nas alegações da literatura espírita.

  97. Vitor Diz:

    GORDUCHO PERGUNTA: “E Sr. Gudmundur validou os experimentos ?”
    .
    Sim, o Gudmundur validou.
    .
    I continued to attend the séances of the Society for a whole winter, and there was hardly one at which I did not try to detect fraud in one way or other. At almost every séance I noticed something which I considered suspicious, sometimes very suspicious, and at the next one I would be especially vigilant on that particular point. But in spite of all [precautions], I was never able to ascertain any fraud. On the contrary, the bulk of the phenomena were, as far as I could judge, quite genuine, whatever their cause may have been. A great many things I had no means of investigating, and so can pass no judgment as to whether they were genuine or not.

  98. Gorducho Diz:

    Se é verificável só pela própria pessoa, por definição é mística.
    Se for verificável por outras pessoas dentro do que é alegado pela literatura espírita, são os nossos experimentos que estamos à disposição p/fazê-los.

  99. Vitor Diz:

    Montalvão disse: “Não é informado que meios utilizou nesse chamamento (haveria telefone disponível?)
    .
    Não. Foi um alarme. Isso é dito na página 208:
    .
    Naqueles dias os telefones eram raros, assim alguém teve que correr para o alarme de incêndio mais próximo, que ficava em Dronningens Tvaergade número 31, cerca de 300 metros (cinco minutos a pé) da Store Kongensgade 63.
    .
    Seria bom antes de criticar o artigo que você o lesse…

  100. Gorducho Diz:

    É mesmo!
    Ele falou… falou… e nem tinha visto que o telégrafo foi a primeira coisa que eu me lembrei :(
    E desconfio que ele nem se apercebeu do diretório…

  101. Gorducho Diz:

    5′ pra andar 300m…
    bom, claro que talvez tivesse neve amontoada já lá dia 25 de novembro…

  102. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “O Instituto Lombroso não tem atas preservadas :?:
    .
    Era bom alguém de São Paulo passar lá… se é que o local ainda existe… o livro de Eurico de Goes sobre o assunto já começa com a foto da levitação fraudulenta de Mirabelli… assim fica difícil… e diversas investigações sobre Mirabelli concluíram que ele era uma fraude, como mostra a série do Correio Paulistano.

  103. Gorducho Diz:

    É como lhe digo: pro Sr. só tem charme o que é anglo ou nórdico.
    Sim, adotando os mesmos padrões, seria bom alguém tentar ver as atas do Instituto Lombroso.

  104. Gorducho Diz:

    A Casa funciona assim:
     
    Tilraunafélagsins [nórdica] ✅
    Centro de Estudos Psichicos Cesar Lombroso [paulistana] ❌

  105. Vitor Diz:

    Mas isso porque ao contrário do Indridi, diversos pesquisadores pegaram Mirabelli em fraude. E o Mirabelli fraudava conscientemente. Se fosse fraude inconsciente ainda dava para relevar. As reportagens do Correio mostram quem ele trabalhou em casas fotográficas, e a foto da levitação foi adulterada.

  106. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    O presidente está cobrando minha participação, mas ficar discutindo um caso perfeito baseado num livro escrito mais de cem anos depois dos alegados fatos extraordinário parece-me nonsense.
    Ainda mais quando Indriði Indriðason ficou no esquecimento até ser descoberto por gente que nasceu muito tempo após sua morte.
    E HARALDSSON escreveu livros também sobre SAI BABA (Modern Miracles: Sathya Sai Baba).
     
    Desculpem-me, Excelentíssimos Senhores Presidente e Vice-Presidente, mas este pobre terceiro-secretário não consegue discutir um assunto desses.
     
    Espero pelo próximo tópico, no ano que vem.
     
    Continuarei acompanhando os debates e, se surgir algo que seja digno de crédito ou se o assunto desviar para algo mais tangível, como soe acontecer, teço um ou dois comentários.
    Não desejo boas festas e feliz ano novo a todos porque sabemos que este ano não acabará tão cedo, desgraçadamente.
    Tentem divertir-se, durante as festas.
    Alles gute!

  107. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Em tempo:
    Apesar de ter morrido em 1912, Indriði Indriðason pode ser contatado no facebook.
    https://pt-br.facebook.com/indridi

  108. Vitor Diz:

    Oi, Marciano
    Indridi nunca ficou no esquecimento.
    .
    Sigurdur Haralz was born in 1901 as Haraldur Nielsson’s oldest son. He is one of two persons that we were able to find who had met Indridi Indridason. Sigurdur was only a child at this time, but his memory seemed quite good in spite of his age when the authors interviewed him on 16 January 1985. Sigurdur’s younger brother, Jonas Haralz (1919-2012), who was one of the directors of the National Bank of Iceland, emphasized to us his older brother’s excellent memory. The other person, Kristjan Albertsson (1897-1989) did not know Indridi personally as Sigurdur did, but remembered clearly Indridi’s involvement in a public political meeting in Reykjavik.
    .
    E vc chegou a ler o livro do Haraldsson sobre Sai Baba?

  109. Gorducho Diz:

    Esse comentário diz tudo:
    Dr. Haraldsson’s repeated requests for controlled experiments were firmly rejected by Satya Sai Baba and his team was asked “not to pester” Baba with more requests. Charmed by the charmed by the charisma of Baba and more predisposed to believe than to investigate, Dr. Haraldsson settles for his own inefficient and subjective personal – informal observation as well as hearsay accounts from devotees. Yet, in their article entitled as The Appearance and Disappearance of Objects in the Presence of Sri Satya Sai Baba in the Journal of the American Society for Psychical Research Vol. 71, January, 1977, Haraldsson and Karlis Osis express their gratitude to Sri satya Sai Baba “for his kind cooperation in their investigation”!
     
     
    Ora, se eles chegaram lá e o cara se recusou a cooperar – e a Administração já confirmou isso cá – a única atitude aceitável teria sido voltar pro hotel e remarcar a passagem de volta pra data mais próxima possível.

  110. Vitor Diz:

    O artigo citado – The Appearance and Disappearance of Objects in the Presence of Sri Satya Sai Baba – está disponível aqui:
    .
    http://www.indian-skeptic.org/html/is_v01/1-3-4.htm
    .
    Houve cooperação, mas não completa:
    .
    The alleged paranormal appearance and disappearance of objects has been a tough problem for psychical research in the sense that observations are rarely permitted under conditions which would exclude all possible normal causes. We were prepared to make instrumented observations with movie cameras and small sealed or locked enclosures wherein we hoped the objects would appear. Unfortunately, we were told not to use these in Sai Baba’s interview room. We filmed him outdoors, waving his hand and producing holy ash, but not at close enough range for decisive analysis. All we have are observations made under semi-spontaneous conditions. Therefore, all our conclusions have to be extremely tentative.
    .
    [...]
    .
    Now back to our experiences with Sai baba. We made some 20 observations of ostensibly paranormal appearances of objects in his hand. None of these occurred under controlled conditions and we were not able to examine him physically or to take other necessary precautions. Therefore, at this stage we obviously do not have sufficient grounds for accepting the claims made about the genuineness of the reported phenomena. It must also be stated that under the given conditions we were not able to detect any evidence of fraud.

  111. Gorducho Diz:

    Não existe cooperação incompleta.
    O Sr. vai fazer uma auditoria – que pode ser técnica aliás… – e o contador do auditado diz que só lhe mostra alguns documentos e só lhe permite contar o $ e cheques de certos setores…
    E o Sr. diz: tá bem, obrigado pela sua colaboração.
    Isso já me aconteceu: os caras achavam que eu tinha ido passear. Me levariam pra um city tour, depois uma janta…
    Agradeci mui gentilmente, pedi gentilmente pra telefonista chamar um taxi, disse que esperaria 24h e voltei pro hotel.
    No outro dia bem cedo me ligaram dizendo que a diretoria tinha autorizado.
    Ou se é sério ou não se é sério: ½ gravidez não existe.

  112. Vitor Diz:

    Ele se recusou a experimentos controlados, certo. Mas ele pode cooperar dando quantas entrevistas quiserem, por exemplo. Ele poderia se recusar a cooperar até nisso, mas não o fez. Daí o agradecimento.

  113. Gorducho Diz:

    Entrevistas o CX dava.
    Como se diz: uma imagem vale 1000 palavras.

  114. Gorducho Diz:

    1000 palavras…

  115. Vitor Diz:

    Sim, CX cooperava bastante em entrevistas. Isso até se voltou contra ele, contra o mito de que ele tinha pouca instrução.

  116. Borges Diz:

    “Gorducho Diz:
    DEZEMBRO 16TH, 2016 ÀS 12:40 PM
    Os resultados não são significativos porque os experimentos não são feitos.
    Nossos experimentos não foram obtidos via êxtase místico: são baseados nas alegações da literatura espírita.”
    .
    Leia “FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS” de Camille Flammarion.
    Um abraço

  117. Gorducho Diz:

    Puxa… assim o Sr. me ofende :(
    Como pode cogitar que eu não tivesse lido :?:
     
    E pretendo tentar conseguir a íntegra dos relatos do Antoniadi dos quais só tenho fragmentos onde ele mostra e credulidade destituída de discernimento daquelas pessoas – incluindo em particular o Richet.
    Infelizmente isso está em cadernos guardados no observatório que está abandonado e em altas rixas entre a Prefeitura e o pessoal que mantinha ele.
    Nada… nada do que a literatura espírita diz é aproveitável.
    Mas estão nossos testes à disposição pra não se dizer que se seja fanático intransigente.

  118. Gorducho Diz:

    O Sr. pode imaginar que deveras um ovo de peru luminoso voasse numa peça?
    No entanto um “cientista” – e era fora da religiosidade…- jura de pé junto…
    Por isso lhe digo: extrapolações das atribuições e reconhecidas competências profissionais.
    A religiosidade anula o discernimento quando retirada do seu legítimo universo que é o metafísico e artificialmente transposta pro mundo real.

  119. Borges Diz:

    “1. Místico
    Significado de Místico Por Profº Calazans (MG) em 17-11-2009

    Aquilo que a inteligência humana tem dificuldade em explicar.”
    .
    Digo eu: Penso que os fenômenos que consideramos “paranormais”, fazem parte da natureza; as comunidades científicas, com receio de arranhar suas reputações, criam resistências “sobrenaturais” e se mantém afastadas do assunto. Em parte, isto se deve aos religiosos que se adonaram das manifestações e as transformaram em misticismo religioso.
    Os relâmpagos e trovões já foram considerados manifestações sobrenaturais. Eu acredito que no futuro, o mundo espiritual deixará de ser sobrenatural, aí poderemos conhecer suas leis e interações com o mundo dos encarnados, sem espanto e sem preconceitos.
    Um abraço

  120. Borges Diz:

    Se eu entendi direito, seu comentário contempla um antagonismo; vou destacar os trechos conflitantes:
    .
    “O Sr. pode imaginar que deveras um ovo de peru luminoso voasse numa peça?
    No entanto um “cientista” – e era fora da religiosidade…- jura de pé junto…”
    “A religiosidade anula o discernimento quando retirada do seu legítimo universo que é o metafísico e artificialmente transposta pro mundo real.”
    .
    Comentando: Se “era fora da religiosidade”, então, no caso dele, não foi o misticismo responsável pelo veredito. Reafirmo, pode ser que eu não tenha entendido direito.
    Observação: A não aceitação do fenômeno conhecido como “poltergeist”, não prova sua inexistência.
    Um abraço

  121. Gorducho Diz:

    Ele Crookes era um excelente cientista fora da religiosidade.
    Um químico de primeiríssima, descobriu o Tálio; os raios catódicos até certo ponto.
    Junto com aquele auxiliar dele o Gimingham – que era extraordinariamente habilidoso c/vidro e alguns chegaram até a cogitar que pudesse ter assoprado pra Annie mas eu não acredito nisso – objetos e instrumentos necessários ao laboratório.
    Mas então: quando um cientista ou qualquer outro profissional tenta usar sua profissão p/comprovar crenças religiosas dá nisso.
     
    PROFISSÃO – universo FÍSICO
    RELIGIÃO – universo METAFÍSICO
    Conjuntos disjuntos inuníveis.
     
     
    Só por curiosidade: tenho o livro (em papel mesmo) da Juliana Mesquita Hidalgo Ferreira.

  122. Gorducho Diz:

    Não se trata de não aceitação.
    É que nunca se vê…
    Veja aquele caso no RS: a primeira providência foi derrubarem a casa.
    E quando tavam começando a derrubar o que aconteceu :?:
    RMK já fiz essa pergunta cá há poucas semanas mas fui solenemente ignorado.

  123. Gorducho Diz:

    E pra piorar os parapsicólogos (como sempre…) avacalharam com o poltergeist inventando a absurda μTk “estatística”.
    Aí é pra matar.

  124. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Eu acredito que no futuro, o mundo espiritual deixará de ser sobrenatural, aí poderemos conhecer suas leis e interações com o mundo dos encarnados, sem espanto e sem preconceitos.
    ===============================================================
    Perfeito… sem problemas.
    O Kardec em 1857 achava que esse tempo já tinha chegado e lá se vão 160 anos e nada…
    Mas tudo bem: se acontecer aconteceu.
    Por enquanto só fantasias ou farsas puras.

  125. Borges Diz:

    “Não se trata de não aceitação.
    É que nunca se vê…”
    .
    Claro!!!.Quem nunca quer ver.

  126. Borges Diz:

    “Por enquanto só fantasias ou farsas puras.”
    .
    Creio que os críticos céticos do “OP”, com quem tenho a honra de trocar ideias, às vezes se apegam a minudências, que se encaradas de forma mais acurada, simplesmente deixam de existir. Tudo indica que precisam fazer “vistas grossas”, pois sentem necessidade de rejeitar os fatos para coincidir com o que acreditam.
    Um abraço

  127. Gorducho Diz:

    Os fatos são que existe completa discordância no que os “espíritos” dizem, provando que é fantasia.
    Os fatos dizem que desde que se inventaram as câmaras – de filmagem contínua, claro – materializações + Tk não acontecem.
    Tanto que os parapsicólogos tiveram que fugir pruma imaginária micro e ainda assim “estatística”.
     
     
    O Sr. parece acreditar que nossa bancada é dogmática enquanto o que somos é realistas e nossos testes são baseados no que é alegado (não no que foi inventado pelos parapsicólogos, bien sûr).
    Sua apreensão está completamente errada. Se forem verificados fatos nós aceitaremos.
    Qual o problema pra nós se existirem médiuns?
    Nenhum… simples assim.
    Agora: somos estudiosos e não somos crédulos.
     
     
    Veja este causo perfeito cá em tela. Nós em poucas horas apuramos:
    • Tinha recepção telegráfica. Não quer dizer que fosse a fonte, mas tinha ao contrário do que foi tentado fazer crer.
    • Tinham na época diretórios de nomes circulantes. Note que o nome cristão só apareceu depois. E o nome nome era o equivalente ao “da Silva” brasileiro.
    • O médium “descansou” – aí fica em aberto por onde teria ido: WC, cozinha…, sabe-se lá… – entre ½ hora e 1 hora – aí veio a notícia.
    • Esses fatos foram relatados 4 anos (1910) depois.
    • O Revm° tava “torcendo” pro médium acertar. Daí se percebe o animus dessas pessoas.
     
    O que não quer dizer que o fenômeno não aconteceu, mas tem todas essas ressalvas e 100+ anos. Aliás é sempre assim: sempre foi há muitos anos atrás.
    Quando cachorros eram amarrados com linguiça…

  128. Gorducho Diz:

    Aliás o espiritismo parece seguir à risca o modelo dos contos infantis:
     
    Há muitos anos, em uma terra distante, viviam um mercador e suas três filhas . A mais jovem era a mais linda e carinhosa, por isso era chamada de “BELA” viveu uma simpática senhora chamada Leonora Piper…

  129. Gorducho Diz:

    N’algum lugar um cara escreveu que a Kodak (com a invenção dos filmes IR) foi quem acabou com o fenômeno das materializações.
    Mas claro que com as primeiras fotos estáticas nãao era bem assim.
    Agora, com filmagem contínua, em ambiente controlado pelos pesquisadores, sem restrições quanto ao n° e posicionamento das câmaras, veja que os parapsicólogos nem falam mais nisso.
    E a telecinese eles transformaram em microscópica e estatística pra poderem seguir divulgando as crenças deles.
    Telecinese de verdade também nem se fala mais.
    O mantra – tipo aquela figuração da roda gigante que se bem me lembro o Prof. Delfim usava pra se referir “causa” das superinflações brasileiras – agora é o ganzfeld.

  130. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Oi, VITOR.
    Entre a morte de Indriði Indriðason, em 1912, e o interesse de Haraldsson por ele, nos anos 1960, pouco se falou do médium.
     
    Eu não li o livro de Haraldsson sobre Sai Baba, mas recomendo que você leia isto:
    http://www.saibaba-x.org.uk/30/Haraldsson.html
     
    Se quiser ler o livro, pode comprá-lo na Amazon.
    https://www.amazon.com/Modern-Miracles-Story-Sathya-Prophet-ebook/dp/B00E6S1VEG
     
     
    Modern Miracles:The Story of Sathya Sai Baba: A Modern Day Prophet Kindle Edition
    by Erlendur Haraldsson Ph. D. (Author)
     

    Sathya Sai Baba, one of India’s most famous Swami’s, was one of the most enigmatic and remarkable religious figures in recent times. Millions followed him and accepted his claim of being a modern day Avatar – a God Man.

    “Modern Miracles” is the result of four decades of investigation into the apparently miraculous phenomena associated with Sai Baba. This revised edition greatly expands upon earlier editions which were published in the 1980s under the titles “Miracles Are my Visiting Cards” and “Modern Miracles.” There followed translations in 11 languages that resulted in 17 editions.

    The earlier editions were based on observations and investigations up to the early 1980s.

    Now, after 30 years and almost two years after the death of Sai Baba, it is time to sum up what has been learnt about this religious and spiritual figure who has had great influence on millions of people, and for whom no match can be found in modern times. The Indian Government honoured him with a state funeral that was attended by the Prime Minister, Manmohan Singh, and Sonia Gandhi, the Congress party President.

    The author, Prof. Erlendur Haraldsson, on whose painstaking investigations this book is based, has been a professor of psychology at the University of Iceland and is the author of numerous scientific publications.

    Unlike many academics he has never hesitated to study interesting phenomena first-hand, and his investigation into the psychic phenomena attributed to Sai Baba is no exception. Haraldsson made many first-hand observations of materializations and had nine face-to-face interviews with Sai Baba during 19 trips to India.

     
    Talvez sua leitura mude seu conceito sobre Haraldsson.
    Talvez não.
     
    Se ele encantou-se com Sai Baba, pode ser que você venha a dar a Sai Baba o mesmo crédito que dá a Indriði Indriðason.
     
     
    ===============================================================
    Creio que os críticos céticos do “OP”, com quem tenho a honra de trocar ideias, às vezes se apegam a minudências, que se encaradas de forma mais acurada, simplesmente deixam de existir. Tudo indica que precisam fazer “vistas grossas”, pois sentem necessidade de rejeitar os fatos para coincidir com o que acreditam.
    ===============================================================
     
     
    Curioso… Eu penso a mesma coisa dos crentes do blog.
    Acho que entendo finalmente o conceito de 50/50.

  131. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    “Era uma vez um homem chamado jesus, que caminhava sobre a água em estado líquido, transformava água em vinho, acovardava-se diante do perigo e para não beber do cálice, depois dizia que fosse feita a vontade do puóóii, e não a dele, secava figueiras que não davam figo fora de época.”
    Heidegger.

  132. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Onde Heidegger disse isso?
    Alguma rede social, da qual agora não me lembro.

  133. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    O poltergeist cismou que sou um robô.

    Devotees I knew referred to Haraldsson as if he were a believer in ‘Sai’s divine miracles’. Yet nowhere will one find any such open endorsement in his writings, though the overall tenor of his book is that Sai Baba’s ‘materialisations’ cannot be shown to be fraudulent and that very many reliable witnesses testify to his genuineness. Having been primarily an experimental psychologist, EH always strove to be most precise scientifically. He does not formally accept anything that is beyond rigorous sceptical investigation. This is seen in his ongoing research into alleged reborn children, near-death experiences and spirit mediums, as well as his debunking of Swami Premananda, Gayatri Swami and other guru claimants as ‘materialising’ objects.

    Haraldsson no doubt only recorded what he observed and what others told him or wrote on his questionnaire, and did so without drawing any definitive conclusion on whether the various phenomena referred to were genuine. Though he never endorsed Sathya Sai Baba’s materializations or other claimed paranormal phenomena as being miracles, he came argued that there were no reasons to doubt many of them, regarding them as inexplicable, yet most likely paranormal phenomena. Despite this, his use of Sai Baba’s own statement, “Miracles Are My Visiting Cards” as the title of his book as originally published seems biased towards acceptance or even belief in miracles (later changed to “Modern Miracles” which is little better).

    It is fully documented that, when he first visited Sathya Sai Baba together with another para-psychologist – Karlis Osis – in 1973, they wanted to carry out controlled experiments on Sai Baba’s supposed ‘miraculous materializations’, but were firmly denied any such thing by Sai Baba. This can be seen from the first interview they had with Sai Baba, which was reported (through incompletely) by Dr. John Hislop – a Sai Baba propagandist who made notes at many interviews and published them as a book of ‘Conversations with Bhagavan Sri Sathya Sai Baba’. There Hislop records a conversation in the 1970s between ‘a scientist’ and Sai Baba. Haraldsson was almost certainly that scientist because he referred to an object made in Copenhagen (where EH often lectured) by some other scientists there, presumably to see whether Sai Baba could ‘know’ what it really was (clearly not at all evident from its appearance). Sathya Sai Baba apparently ignored this. (Hislop’s record is made from notes, so how Sai Baba actually reacted to the apparent suggestion that he should try to ‘divine’ the contents is not recorded… possibly because Hislop is known at every opportunity to have wanted to present Sai Baba as perfection itself. Here is a scan from the reprinted and expanded edition of ‘Conversations…’ pub. 1994/5 leia aqui

    Será que agora vai?

  134. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    NOTA BENE:
    the overall tenor of his book is that Sai Baba’s ‘materialisations’ cannot be shown to be fraudulent and that very many reliable witnesses testify to his genuineness.
     
    hough he never endorsed Sathya Sai Baba’s materializations or other claimed paranormal phenomena as being miracles, he came argued that there were no reasons to doubt many of them, regarding them as inexplicable, yet most likely paranormal phenomena.
     
    ಠ . ಠ    🐻

  135. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Há menos coisas entre o ceu e a terra do que supõe a vã filosofia de 🐻
    Feuerbach, apud Facebook.
    Eu sei que já disse isso, poltergeist.
    É que eu me esqueci do nome.

  136. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Depois que mudei meu nome de Marciano para 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 , tenho de assinar todas as vezes em que faço um comentário, ou ele não aceita.
    Se eu corrigir a assinatura e repostar, ele diz que eu já disse isso.
    Tenho de acrescentar alguma coisa, ou ele não publica.
    Entenderam?

  137. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    O pior é quando eu uso muito html e ele cisma que sou um robô.
    É difícil convecê-lo de que sou humano, apesar de 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔.
     
    𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 também é um ser humano.
    Antonio Magri.

  138. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Antonio Magri, para quem não conhece, foi um grande filósofo dos anos 1990, e sua filosofia é “imexível”.
    Ele costuma passear em carros oficiais com cães e um 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔.
    Se questionado, ele justificava o ato com sua filosofia.
    Por 30 mil dólares, ele liberava verbas para o Canal da Maternidade, no Acre, sob a responsabilidade da Construtora Norberto Odebrecht.
    Era um homem adiante de seu tempo.

  139. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Só tem graça se contada em inglês.
     
    A famous professor of parapsychology was touring the country, going from university to university, talking about paranormal studies. When he arrived at College Station, Texas, home of Texas A&M University, he was surprised to have not a classroom, but the entire auditorium because so many people had expressed interest in hearing him. He greeted the audience and said, “I always like to start my lecture with a quick survey. So… show of hands, who believes in ghosts?”
     
    Almost every hand went up. “Good, good! Now, how many of you have actually seen a ghost?”
     
    More than a dozen hands went up. He said, “Very good! Now… heh heh… have any of you ever had sex with a ghost?”
     
    One hand way back in the back went up. The professor was stunned. No one had ever answered yes before. He said, “Young man, come down here. I want to hear about this.”
     
    A young man wearing bib overalls and work boots walked to the podium. The professor asked, “What’s your name? What are you studying/’
     
    The young man said, “Bubba Delbert… agriculture major.”
     
    Fascinating! An ag major! Tell us all, what was it like to have sex with a ghost?”
     
    Bubba said, “Ghost? Oh, I thought you said goat!”
     
    Autor da piada: Wittgenstein.
    Fonte: Google+

  140. Borges Diz:

    Tinha recepção telegráfica. Não quer dizer que fosse a fonte, mas tinha ao contrário do que foi tentado fazer crer.”
    .
    Mesmo que houvesse comunicação telegráfica entre Islândia e Dinamarca (não é o que está escrito lá). Seria necessário que o médium tivesse um receptor telegráfico ao seu alcance no momento em que dava a notícia, pois conforme relato, deduzo que foi em tempo real; ou seja, a notícia foi dada enquanto acontecia o incêndio. Além disso, se houvesse um aparelho telegráfico por perto que fizesse conexão com outro na Dinamarca, o Bispo da Islândia, não precisaria aguardar a chegada do barco, um mês depois, para confirmar a notícia.
    Um abraço

  141. Borges Diz:

    “Os fatos dizem que desde que se inventaram as câmaras – de filmagem contínua, claro – materializações + Tk não acontecem.”
    .
    Acho que não estamos no mesmo universo.

  142. Borges Diz:

    “N’algum lugar um cara escreveu que a Kodak (com a invenção dos filmes IR) foi quem acabou com o fenômeno das materializações.”
    .
    Não escreveu a verdade; não pesquisa, ou fecha os olhos quando vê algo que não pode explicar. Talvez distorça a realidade para satisfazer seus anseios.
    Um abraço

  143. Gorducho Diz:

    É, não é o que está dito lá. Foi o que eu disse: não é.
     
    É, nossos universos são diferentes mesmo.
    O que não impede que sejamos amigos virtuais e debatedores cordiais.

  144. Gorducho Diz:

    No caso de materializações ou telecinese, o experimento tem que ser feito da seguinte maneira:
    i) Alugar um ambiente nalgum centro de negócios, totalmente clean, claro.
    ii) No canto apropriado coloca-se uma poltrona – se for Tk uma mesa também, claro.
    iii) Contrata uma empresa de vigilância pra colocar as camaras IR nos lugares que nós determinarmos nos protocolos e conectar na “central de controle” (notebooks) + HD externo se for o caso.
    iv) O médium veste uma bata hospitalar (descartável, claro) supervisionado por pessoa do mesmo sexo (claro).
     
     
    Que diz :?:

  145. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Para encerrar, já que todos somem quando eu apareço, aqui vai um teste parapsicológico:
     
    Escrevam suas respostas.
    As perguntas serão postadas depois.
     
    Dois psychics se encontram.
    O primeiro diz:
    – Sei que você está bem? E eu, como estou?
     
    Dois amigos se encontram e um diz para o outro:
    – Fiz um curso de telepatia.
    O outro responde:
    – Então prove! Diga o que estou pensando.
    Ao que o primeiro responde:
    – Você não está acreditando em mim.

  146. Gorducho Diz:

    O ambiente pro experimento tem que ser como esse Analista Borges.
    Ali só vai uma poltrona de escritório bem confortável ou cadeira + mesa se for Tk.
    Tudo absolutamente clean.
    Uma cortina de parede a parede e os experimentadores do lado de “cá”. Quando o espírito começar a se materializar, vê-se real time nos notebooks e vê-se o médium acostado na poltrona.
    O mesmo pra Tk se for o caso.
    A gravação começa quando o médium cruzar a cortina vestindo a baataa hospitalar.
     
    Algum obtempero ou sugestões, Analista Borges :?:

  147. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    “Não diga a Deus que você tem um grande problema, diga ao problema que você tem um grande Deus.”
    Hegel.
     
    “Se não há um deus, estamos corretos; se há um deus indiferente, não sofreremos; se há um deus justo, não temos nada a temer pelo uso honesto da racionalidade; mas, se há um deus injusto, temos muito a temer – assim como o cristão.”
    Schröedinger
     
    “Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.”
    Duque de Caxias
     
    “Se 5 bilhões de pessoas acreditam numa coisa estúpida, essa coisa continua sendo estúpida.”
    Kant, em psicografia.
     
    “A fé é frequentemente a vaidade do homem que é muito preguiçoso para investigar.”
    Einstein
     
    “Não importa o quão feliz me deixe, se não é verdadeiro, se não é real, muito obrigado. É assim que penso quanto aos deuses e mitos de todas as religiões.”
    São Francisco de Assis
     
    “Fé é acreditar em algo que você sabe que não é verdade.”
    Freud
     
    “Todas as religiões são a verdade sagrada para quem tem a fé mas não passam de fantasia para os fiéis das outras religiões.”
    Jesus, no Sermão da Montanha
     
    “Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados, em vez dos dogmáticos terem de prová-los.”
    Moizés Montalvão
     
    “Há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortáveis.”
    Isaac Newton
     
    “O milagre não é dar vida ao corpo extinto, ou luz ao cego, ou eloquência ao mudo… Nem mudar água pura em vinho tinto… Milagre é acreditarem nisso tudo!”
    Carlos Vereza
     
    “Argumentar com uma pessoa que renunciou ao uso da razão é como ministrar medicamentos ao morto.”
    Pitágoras
     
    “O que pode ser afirmado sem provas pode ser dispensado sem provas.”
    Hitler
     
    “A forma mais comum de loucura é a crença apaixonada no palpavelmente falso. Essa é a principal ocupação da humanidade.”
    Cícero
     
    “É difícil libertar os tolos de correntes que eles veneram.”
    Tomás de Aquino
     
    “A ciência tem provas sem certeza. Os teólogos têm certeza sem qualquer prova.”
    🐻
     
    “Infiel: Em Nova Iorque, alguém que não acredita na religião Cristã; em Constantinopla, alguém que acredita.”
    Michael Jackson ou John Lennon, não me lembro bem.
     
    “Acreditar é mais fácil do que pensar. Daí existirem muito mais crentes do que pensadores.”
    Marcelo Odebrecht, em delação premiada.
     
    “A religião é vista pelas pessoas comuns como verdadeira, pelos inteligentes como falsa, e pelos governantes como útil.”
    Lula
     
    “A fé é a crença ilógica na existência do improvável.”
    Galileu
     
    “Estude uma religião, e você fica preso pra sempre. Estude duas religiões, e você conclui tudo em uma hora.”
    Voltaire
     
    “Não deveria nem existir a palavra “ateísmo”. Se as pessoas não inventassem deuses imaginários ridículos, as pessoas racionais não teriam que negá-los.”
    Karl Marx
     
    “Todas as religiões são a mesma coisa: a religião é basicamente culpa, com feriados diferentes.”
    Gandhi
     
    “Assim como temos lanchonetes para quem não quer cozinhar, temos crenças para quem não quer pensar.”
    Becquerel
     
    “O homem sempre precisou de explicação para todas as coisas do mundo que ele não entende. Se a explicação não está disponível, ele cria uma.”
    Avogadro
     
    “Cético não significa aquele que duvida, mas aquele que investiga ou pesquisa, oposto àquele que afirma e pensa que descobriu.”
    Rutherford

  148. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    “Se lhe ensinassem que os duendes causam a chuva, todas as vezes que chovesse, você veria a prova dos duendes.”
    Pierre Curie
     
    “O invisível e o inexistente se parecem muito.”
    Marcianócrates
    “Invocar o não-conhecível para explicar o “Desconhecido” é um beco sem saída intelectual.”
    Bêbado anônimo
     
    “Na presença de um teista, toda a ação terá uma reação fútil ou risível.”
    Mendeleev
     
    “A vida de um teísta é uma constante ilusão de ótica.”
    Alziro Zarur
     
    “Mitologia é aquilo em que os adultos acreditam, folclore é aquilo que eles contam para os seus filhos, e religião é ambos.”
    Silas Malafaia
     
    “Ainda acho que a maior prova de que existe vida inteligente em outros planetas é que eles nunca fizeram contato com seres humanos.”
    Durkheim
     
    “Eu rezava toda noite por uma bicicleta, só que percebi que Deus não agia dessa forma. Então roubei uma bicicleta e rezei por perdão.”
    Aldous Huxley
     
    “A mente de um fanático é como a pupila do olho: quanto mais luz incide sobre ela, mais irá se contrair.”
    Max Planck
     
    “A religião supre o juízo e a razão que falta em muita gente.”
    Pedro I
     
    “As religiões que chamamos de falsas já foram verdadeiras um dia.”
    Clark Kent
     
    “Somente os tolos acreditam que politica e religião não se discute. Por isso os ladrões continuam no poder e os falsos profetas continuam a pregar.”
    Pedro II
     
    “A crença pode ser comparada a alguém que pega um cego pela mão e o guia, pois este é incapaz de enxergar por si próprio, tendo como preocupação chegar ao seu destino, não olhar tudo pelo caminho.”
    Pedro III
     
    “Não luto contra você nem sua religião; ela que luta contra mim e a minha razão.”
    Justin Bieber
     
    “Quantum nobis prodeste haec fabula Christi ! ”
    Agamenon Mendes Pedreira
     
    “Afirmar que a terra gira em torno do sol é tão errôneo quanto afirmar que Jesus não nasceu de uma virgem.”
    Madre Tesesa de Calcutá
     
    “Dê um peixe a um homem e você o alimentará por um dia. Dê-lhe uma religião e ele morrerá de fome enquanto reza por um peixe.”
    Martin Luther King
     
    “Um metafísico é um cego num quarto escuro à procura de um gato preto que não está lá, e um parapsicólogo é o tipo que encontra o gato.”
    Gato de Schröedinger
     
    “A religião é a maior arma na guerra contra a realidade.”
    Conde de Carrabás
     
    “Crença não se discute. Não com crentes”
    Gato de Botas
     
    “Você não se torna Ateu. Você VOLTA a ser Ateu. Afinal, todos nós nascemos sem religião.”
    Gata Borralheira
     
    “Ubi dubium ibi libertas (Onde há dúvida, há liberdade)”
    Bela Adormecida

  149. MONTALVÃO Diz:

    /
    Atualizei meu PC e o destrambelhei, agora reinicia aleatoriamente, programas não entram, e meus dedos pioraram. Tô aquela palavra que começa com fu e termina com dido.
    .
    Mas não desisto enquanto houver vida em Marte.
    .
    Falando em Marte…
    /
    “Por duas razões:
    Primeiramente, porque sun é sol e não filho. Filho é son.”
    /
    MAQUEMFOI QUE DISSE QUE eu queria sugerir “filho” e não “sol”?
    .
    “SOL DE MARTE” acho legal pracaramba… ;-)
    /
    Volto quando as coisas mirolhar…

  150. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    “Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados, em vez dos dogmáticos terem de prová-los.”
    Moizés Montalvão
    Ele ainda não disse isto em sabe que dirá; minha clarividência é que o mostra.

  151. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    MONTALVÃO também ainda não atentou para o fato de que o Sol de Marte é o mesmo da Terra.
    Embora haja opiniões em contrário, como a de &@128059;.
    Ele sustenta que é apenas uma questão de POV (point of view), 50/50, acho.

  152. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    🐻, claro.
    Isto é apenas uma prova de que o paranormal existe (a troca de um símbolo por outro).

  153. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Também estou f(x)=xy Δ ido.
    Vou parar por aqui.
    Inté.
    Filosofar cansa.

  154. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Filosofar cansa.
    Faltou citar a fonte.
    Marquis de Sade acho.
    Podem pensar que fui eu.
    Deus me livre!
    Terceiro-secretário não pensa, age, conforme as ordens recebidas.

  155. 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔 Diz:

    Ordens dos espíritos inferiores, não da presidência, que fique bem claro!
    Só para evitar maledicência.
    Quando conseguir me livrar do obsessor, volto.
    إن شاء الله

  156. Borges Diz:

    “O que não impede que sejamos amigos virtuais e debatedores cordiais.”
    .
    Claro; não percebo que eu tenha agido de forma diferente.
    .
    “O ambiente pro experimento tem que ser como esse Analista Borges.”
    .
    Se eu entrasse lá ficaria espirrando sem parar.
    .
    “Ali só vai uma poltrona de escritório bem confortável ou cadeira + mesa se for Tk.”
    .
    Esta mesa não é adequada, pois é constituída por dois cavaletes encimados pelo tampo. Como ficaria a levitação?
    .

    “Algum obtempero ou sugestões, Analista Borges ”
    .
    O primeiro problema a ser enfrentado é o financiamento do projeto; o segundo é a seleção de um médium, que de forma remunerada se coloque à disposição dos investigadores o tempo necessário. Finalmente a constituição de uma equipe de investigadores que estejam acima de qualquer suspeita. Como tudo isto é um tanto utópico, busco o autoconvencimento, utilizando todos os recursos que estão ao meu alcance.
    .
    Revi meus comentários e reafirmo sentir que não desviei dos princípios que regem a amizade e a cordialidade. Peço desculpas se causei algum desconforto, contudo, não foi esta a minha intenção.
    Um abraço

  157. Gorducho Diz:

    Não insinuei isso… não insinuei isso! Não seja tão sensível!
    Desculpe se não me fiz entender. Sítio de debates tem que ter debates, sem politicamente corretos ou sensibilidades.
     
    O experimento tem que ser montado de acordo com o que o “médium” alega que seu Mentor faz.
    Mas não vejo que a mesa que lhe mostrei como mero exemplo seja mais pesada que as do Flammarion que aliás poderemos verificar na obra oportunamente apontada por S/Pessoa.
     
    Quanto ao financiamento do projeto estou pensando no que está na moda: crowdfunding :mrgreen:
    Que diz :?:

  158. Gorducho Diz:

    A equipa de investigadores que esteja acima de suspeitas não é problema porque nossos experimentos preveem bancadas indicadas tanto por Crentes: FEB AMEs &c…
    quanto por nós.
    Claro que é condição essencial.
     
    Quanto a aparecerem “médiuns” é o ônus de prova de quem alega. Se não aparecerem, concluímos que não existem como é a nossa tese.

  159. MONTALVÃO Diz:

    /
    BORGES: “Por mais idôneas que sejam as instituições e ainda, por mais significativos que sejam os resultados, sempre haverá críticos buscando detalhes, que possam denegrir todo o processo, afim de, satisfazer o anseio do público cético. Acredito que somente a autoconscientização, (desconsiderando o aspecto divino) resultado de experiências pessoais, pode abrir a mente para a aceitação dos fenômenos ditos paranormais. Infelizmente esta conquista é intransferível.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: dois problemas com o belo reflexológico acima, pelo menos:
    1º – no campo das comprovações místicas, as instituições (e seus componentes) podem ser as mais idôneas, mesmo assim ingênuas e voltadas a confirmar crenças, baseadas em experimentações confusas e facilitadoras de fraudes. É importante averiguar severamente se realmente comprovaram o que alegam: até hoje nenhuma, que se saiba, o conseguiu;
    .
    2º – se a convicção da realidade do paranormal ou da mediunidade é de foro íntimo, aí é que danou-se: além de estar longíssima da ciência essa forma de certeza, mesmo na esfera mística vai ter que trombar com outras certezas que a contradizem.
    /.
    Já nós cá somos mais humildes, e menos ambiciosos: reivindicamos tão somente verificações objetivas, simples e elucidativas: coisa que qualquer espiritozinho, por menos experiente que fosse nas lides comunicativas, seria capaz de produzir.

  160. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não estou me referindo à experiência mística e sim real. Verificável pela própria pessoa.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: a realidade não muda, o que mudam são as interpretações da realidade: por isso a ciência, superando as interpretações pessoais, insere ferramentas técnicas nas investigações, a fim (separado mesmo, “afim” é outra coisa) de encontrar a melhor explicação para o fenômenos sob estudo.

  161. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Era bom alguém de São Paulo passar lá… se é que o local ainda existe… o livro de Eurico de Goes sobre o assunto já começa com a foto da levitação fraudulenta de Mirabelli… assim fica difícil… e diversas investigações sobre Mirabelli concluíram que ele era uma fraude, como mostra a série do Correio Paulistano.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: há tantas ou mais denúncias contra as falcatruas de Indridadsson quanto e as de Mirabelli. E Mirabelli foi muito mais louvado que seu colega islandês de patifarias. Notavelmente, com o nacional o Visoni rapidinho se convenceu tratar-se de um ladino, com o outro cegou-se…
    .
    Vai entender…

  162. Borges Diz:

    “crowdfunding
    Que diz ”
    .
    Coçando o bigode raspado e franzindo o cenho, desconfiadamente eu digo;
    Sei não; em época de “lava jato” não parece boa idéia.
    Um abraço

  163. Borges Diz:

    “Quanto a aparecerem “médiuns” é o ônus de prova de quem alega. Se não aparecerem, concluímos que não existem como é a nossa tese.”
    .
    Parece que você encara o assunto como uma competição e deseja a vitória por “WO”. Não encaro assim, acho que deve ser algo continuado e mutante, para atender as demandas de todas as partes; conservando um alto nível de credibilidade, segundo a opinião de todos os membros.
    Um abraço

  164. Borges Diz:

    “É importante averiguar severamente se realmente comprovaram o que alegam: até hoje nenhuma, que se saiba, o conseguiu;”
    .
    Reputo prematura sua conclusão, tendo em vista, muitos experimentos feitos por renomados cientistas, onde ficaram evidenciadas ações que transcendem os limites e as leis materiais, com testemunhos até de céticos.
    .
    “2º – se a convicção da realidade do paranormal ou da mediunidade é de foro íntimo, aí é que danou-se: além de estar longíssima da ciência essa forma de certeza, mesmo na esfera mística vai ter que trombar com outras certezas que a contradizem.”
    .
    “Foro íntimo” não parece ser o termo adequado, prefiro “convencimento pessoal”. Mesmo no mundo puramente material, o convencimento pessoal, em face dos fatos, não constitui unanimidade; haja vista, os placares dos tribunais de justiça. Imagina agora formar um convencimento sobre algo que envolve o nosso mundo material, cujas leis ainda não são totalmente conhecidas e um suposto mundo, em outra dimensão, com leis completamente desconhecidas por nós. Assim, procuro aproveitar cada lampejo de evidência de diversos tipos e construir em minha mente o convencimento. É como o trabalho de um detetive que reúne minúcias e acaba se convencendo sobre a autoria de um crime.
    .
    “Já nós cá somos mais humildes, e menos ambiciosos: reivindicamos tão somente verificações objetivas, simples e elucidativas: coisa que qualquer espiritozinho, por menos experiente que fosse nas lides comunicativas, seria capaz de produzir.”
    .
    Acho que desejo isto mais do que você.
    Um abraço

  165. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: a realidade não muda, o que mudam são as interpretações da realidade: por isso a ciência, superando as interpretações pessoais, insere ferramentas técnicas nas investigações, a fim (separado mesmo, “afim” é outra coisa) de encontrar a melhor explicação para o fenômenos sob estudo.”
    .
    Nos meus lampejos de evidências, conforme mencionei, estão incluídos resultados obtidos com as ferramentas técnicas.
    Um abraço

  166. Vinicius Diz:

    oi Galera.. ficaram sabendo desse absurdo ?!
     
    Onde o fanatismo religioso pode chegar!!!
     
    http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/12/medica-e-condenada-em-mt-por-dizer-que-crianca-e-culpada-por-estupro.html
     
    Marciano, acho que 10.000 reais é pouco perto desse disparate!

  167. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Os fatos dizem que desde que se inventaram as câmaras – de filmagem contínua, claro – materializações + Tk não acontecem.”
    .
    BO: Acho que não estamos no mesmo universo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o que ele está dizendo, smj, é que não mais acontecem com a liberalidade e exuberância do passado. Continua a acontecer em contextos restritos, com platéia amiga e repudiando investigação técnica.
    .
    Teste realizar pesquisa de materialização com controles adequados, usando ferramentas modernas, filmagem em infravermelho, sensores de movimento e, se não for pedir muito, eliminação da cabine, tente e veja no que dá…

  168. MONTALVÃO Diz:

    /
    errata:
    “Teste realizar pesquisa de materialização com controles adequados,”
    -
    correto: “TENTE realizar pesquisa de materialização com controles adequados,”

  169. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Nos meus lampejos de evidências, conforme mencionei, estão incluídos resultados obtidos com as ferramentas técnicas.
    /
    ENTÃO DIVIDA CONOSCO esse conhecimento. Mas, antes de postar tais resultados confira aqui no site se o que considera evidência já não foi discutido e mostrado insatisfatório.

  170. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não diga a Deus que você tem um grande problema, diga ao problema que você tem um grande Deus.”
    Hegel.
    /
    NÃO DIGA a Deus que você tem um grande problema, diga ao seu grande problema aDeus.
    Moi

  171. MONTALVÃO Diz:

    /
    “N’algum lugar um cara escreveu que a Kodak (com a invenção dos filmes IR) foi quem acabou com o fenômeno das materializações.”
    .
    BO: Não escreveu a verdade; não pesquisa, ou fecha os olhos quando vê algo que não pode explicar. Talvez distorça a realidade para satisfazer seus anseios.
    /
    CONSIDERAÇÃO: tanta discussão seria economizada se os espíritos decidissem dar provas de suas presenças entre os vivos sempre que essa prova deles fosse requerida… simples, fácil, esclarecedor…
    Entretato, “preferem” dar provas de que não comunicam não se manifestando objetivamente.
    Então… não comunicam.

  172. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados, em vez dos dogmáticos terem de prová-los.”
    Moizés Montalvão
    /
    QUANTAS TINHA BEBIDO quando falei tal?
    Dogma não se prova, acredita-se.
    Por outro lado, dogma é refutável, geralmente por via indireta.
    Como provar que espíritos não comunicam? Demonstrando que espíritos não existem. Esta seria a prova direta.
    Mas, não é possível produzir tal demonstração… Então prova-se aferindo as alegadas manifestações dos espíritos na natureza.
    Só que em vez de ficar-se conferindo cada alegada manifestação de morto, confere-se a presença do falecido onde diz-se que esteja, ativo e comunicante.
    Se essa presença não puder ser detectado por algum meio que não deixe dúvida, conclui-se que mortos não comunicam, mesmo que existam…

  173. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O que pode ser afirmado sem provas pode ser dispensado sem provas.”
    Hitler
    /.
    UAI, o ditador tinha seus momentos de fina inspiriação.

  174. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Acreditar é mais fácil do que pensar. Daí existirem muito mais crentes do que pensadores.”
    Marcelo Odebrecht, em delação premiada.
    /
    :-) :-) :-)

  175. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Um metafísico é um cego num quarto escuro à procura de um gato preto que não está lá, e um parapsicólogo é o tipo que encontra o gato.”
    /
    E COM ELE conversa telepaticamente…

  176. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Invocar o não-conhecível para explicar o “Desconhecido” é um beco sem saída intelectual.”
    Bêbado anônimo
    /
    EXPLICAR O DESCONHECIDO com o mais desconhecido é o mesmo que esclarecer a paranormalidade com a mediunidade.
    (desconhecido)

  177. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Parece que você encara o assunto como uma competição e deseja a vitória por “WO”. Não encaro assim, acho que deve ser algo continuado e mutante, para atender as demandas de todas as partes; conservando um alto nível de credibilidade, segundo a opinião de todos os membros.
    ===============================================================
    Impressionante como o Sr. me interpreta mal! Já tinha percebido isso, alias…
    Já cá contei muitas diversas vezes que nesses últimos anos circunstância familiares me impediram de viajar, mas agora felizmente está mais normalizado e claro, agendando condicionalmente e dependendo pra onde -dentro do Brasil, say…- poderei.
    Então já temos:
    • os números aliás baseados na sua útil e lúcida sugestão;
    • os textos como no experimento originalmente proposto pelo AMo;
    • imagens.
    Hoje pretendo se der fazer a parte de som, i.e., a FEB FEESP ou qualquer entidade espírita poderáfazer uma enquete entre os guias espirituais acerca de 100 canções que eles achem emocionantes. Isso porque “alguns” alegam que espíritos só se pronunciam quando submetidos a emoções fortes; mas não é isso que diz a literatura de milhares (literalmente) de textos.
    Só claro que aí a sala tem que ser separada com bom isolamento acústico.
     
    Agora, experimentos de materialização; mesas girantes ou Tk claro que precisa dum pouco mais de numerário.
     
    Quem está se omitindo e “torcendo” pra WO :?:
    Que “torcia” pelo médium é o clérigo nórdico aquele…

  178. Gorducho Diz:

    Agora, de novo: não é função de pesquisador desprovar dogmas.

  179. Borges Diz:

    .
    “Teste realizar pesquisa de materialização com controles adequados, usando ferramentas modernas, filmagem em infravermelho, sensores de movimento e, se não for pedir muito, eliminação da cabine, tente e veja no que dá…”
    .
    É o que eu mais quero; contudo, enquanto esta oportunidade não chega, eu assisto os outros fazendo quase isto. Tenho mais de trezentas horas de poltrona e cadeira, na frente da telinha, assistindo programas de investigação paranormal.
    Um abraço

  180. Borges Diz:

    “ENTÃO DIVIDA CONOSCO esse conhecimento. Mas, antes de postar tais resultados confira aqui no site se o que considera evidência já não foi discutido e mostrado insatisfatório.”
    .
    Já dividi aqui em inúmeras oportunidades e não houve refutação. Ao clicar nos links que coloquei, conheceriam inúmeros outros vídeos; se não acessaram é porque não tiveram interesse. Eu não deixo passar nenhuma oportunidade. Este é um dos exemplos de garimpagem de “lampejos de evidências”. Aqui, alguém colocou uma fotografia de celular onde aparecia a imagem de uma mulher negra; supostamente um espírito e pelo que sei; ninguém refutou.
    Um abraço

  181. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: tanta discussão seria economizada se os espíritos decidissem dar provas de suas presenças entre os vivos sempre que essa prova deles fosse requerida… simples, fácil, esclarecedor…
    Entretato, “preferem” dar provas de que não comunicam não se manifestando objetivamente.
    Então… não comunicam.”
    .
    Dificilmente um espírito se mostrará a este pobre tapado, pois sabe que estou limitado aos cinco sentidos, sendo que alguns já começam a falhar. Por outro lado, conheço uma pessoa jovem, que nunca se envolveu com espiritismo, perfeitamente integrada na sociedade e que alega ver espíritos com frequência.
    Um abraço

  182. Borges Diz:

    “Que “torcia” pelo médium é o clérigo nórdico aquele…”
    .
    Sua ilação fica prejudicada quando se considera que o luteranismo e o catolicismo são avessos ao espiritismo.
    Um abraço

  183. Gorducho Diz:

    Pois é… chamou atenção…
     
    e meu tio olhou com curiosidade o jornal dinamarquês Politiken, e para sua grande satisfação, viu a descrição do incêndio.
     
     
    Todos essesdias e o Administrador ainda não corrigiu o endereço do espírito
    :(

  184. Gorducho Diz:

    COMUNICADO CIENTÍFICO
     
    Comunico que está pronta a versão musical .mp3 do nosso software free
    Verificador de Presença de Espírito & Mediunidade.
     
    Por enquanto em versão mono-música, i.e.: é reproduzido apenas 1 tema emocionante aleatoriamente escolhido a cada rodada.

  185. Borges Diz:

    “para sua grande satisfação = espírita fanático” –– “tá de brincadeira”.. É assim que você analisa os fatos?
    .
    Primeiramente tentou colar a pecha de espírita no cientista; como o Vitor “trucou no ato”; agora tenta utilizar o mesmo argumento, transformando um bispo em espírita fanático, para manchar um belo caso sugestivo de comunicação com o outro mundo.
    .

    “Cá o Cientista “cético” escorregou bonitaço (como já notou AMa, claro): meu tio [Revm° Hallgrimur Sveinsson] olhou com curiosidade o jornal dinamarquês Politiken, e para sua grande satisfação, viu a descrição do incêndio.
    Vitor Diz:
    DEZEMBRO 16TH, 2016 ÀS 10:36 AM
    O cientista cético era Gudmundur Hannesson, e não o bispo.”
    Digo eu:
    Será que você não poderia ligar o trecho em questão, ao espírito investigativo do bispo e não à crença espírita? Parece mais lógico para mim que ele colocava o resultado positivo da experiência acima das suas convicções religiosas.
    Um abraço

  186. Borges Diz:

    Se o bispo fosse um crente espírita mudaria a validade do experimento? Veja o que você escreveu.
    .
    “A equipa de investigadores que esteja acima de suspeitas não é problema porque nossos experimentos preveem bancadas indicadas tanto por Crentes: FEB AMEs &c…
    quanto por nós.”
    Um abraço

  187. Gorducho Diz:

    Sim, pode ter havido o fenômeno. Comobem sublinhou AMa não vai ser agora 100+ anos que nós vamos poder ver.
    E como eu sublinhei: o espiritismo funciona como nos contos infantis… Há muitos anos atrás blah blah blah
    Mas,
    • tinha recepção telegráfica, ainda que se possa discutir os horários e se a Marconi veiculou o fato;.
    • o nome era o “da Silva” nosso e só vários dias depois apareceu o cristão. Aí eu mostrei até a página dos diretórios que circulavam porque Copenhagen era a capital deles;
    • o médium “descansou” – e aí não se sabe onde ele foi ou se ficou sentado na frente deles- entre ½ e 1 hora e aí veio a notícia.
     
    Mas certo, concordo: pode ter acontecido o fenômeno.
    Por isso de nada adianta ficarmos sempre no passado.

  188. Gorducho Diz:

    Sim: 2 DUAS bancadas.
    Crentes + céticos; jamais só crentes.
    E, claro, por equidade para com os crentes, também não só céticos.
    Admita: nossas propostas de experimentos são perfeitas e as únicas válidas.
    Claro, com certos polimentos.

  189. MONTALVÃO Diz:

    /
    MOI: “É importante averiguar severamente se realmente comprovaram o que alegam: até hoje nenhuma, que se saiba, o conseguiu;”
    .
    BO: Reputo prematura sua conclusão, tendo em vista, muitos experimentos feitos por renomados cientistas, onde ficaram evidenciadas ações que transcendem os limites e as leis materiais, com testemunhos até de céticos.
    /
    CONSIDERAÇÃO: vamos voltar ao que tanto já foi cá dito: testemunhos não são suficientes para comprovar fenômenos, principalmente nessas áreas tão nebulosas, qual seja a do paranormal e da mediunidade.
    .
    Depoimentos favoráveis podem ser estimuladores de investigações aprofundadas, mas não vão além disso. O Marciano, em suaS filosofadas, deu um toque terapêutico no assunto ao dizer (aqui adaptado): “mesmo que o mundo inteiro testemunhe que a Terra está imóvel isso não lhe ratifica a imobilidade”.
    .
    Então, mesmo que 99% da humanidade garantisse que mortos comunicam isso não tornaria a comunicação real.
    .
    O que tornaria a comunicação real seria a constatação inequívoca da presença de inteligências invisíveis nos eventos ditos mediúnicos.

  190. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    MOI: “ENTÃO DIVIDA CONOSCO esse conhecimento. Mas, antes de postar tais resultados confira aqui no site se o que considera evidência já não foi discutido e mostrado insatisfatório.”
    ./
    BO: Já dividi aqui em inúmeras oportunidades e não houve refutação. [...] Aqui, alguém colocou uma fotografia de celular onde aparecia a imagem de uma mulher negra; supostamente um espírito e pelo que sei; ninguém refutou.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ausência de refutação não torna o evento irrefutável: muitos fatores podem ter interferido para que não houvesse avaliação.
    /
    Mas, para que o caso da mulher negra não passe em branco, vamos dar nele uma olhadela.
    .
    A imagem de um espírito capturada por um celular…
    .
    Já se indagou:como pode a câmara de um celular registrar a presença de um espírito e os olhos dos presentes não o verem?
    .
    Leve em conta que a visão humana é mais eficiente e sofisticada que qualquer câmara.
    .
    Se um espírito pode ser fotografado pode ser visto por qualquer enxergante, por que isso não acontece?
    .
    Se entidades espirituais (e invisíveis) podem ser fotografadas deveriam ser vistas e poderiam ser filmadas, o que muito facilitaria o trabalho de confirmação da presença do morto no ambiente.
    .
    Pense nisso antes de acatar história de desencarnado registrado por lentes de câmaras fotográficas.
    .
    Geralmente as alegadas fotos de fantasmas são safadezas variadas (algumas muito mal feitas), ou pareidolia, imagens superpostas, reflexos nas lentes…

    /
    /
    MOI: tanta discussão seria economizada se os espíritos decidissem dar provas de suas presenças entre os vivos sempre que essa prova deles fosse requerida… simples, fácil, esclarecedor…
    .
    BO: Dificilmente um espírito se mostrará a este pobre tapado, pois sabe que estou limitado aos cinco sentidos, sendo que alguns já começam a falhar. Por outro lado, conheço uma pessoa jovem, que nunca se envolveu com espiritismo, perfeitamente integrada na sociedade e que alega ver espíritos com frequência.
    /
    CONSIDERAÇÃO: quando falo de “espíritos darem provas de suas presenças” não quero dizer que eles deveriam se fazerem ver por qualquer que deles duvidasse: se são invisíveis… Mas eles deveriam ter condições de, por vias indiretas, se mostrarem presentes, por exemplo, lendo trecho de um livro aberto longe da visão do médium: experimento simples, de baixo custo e realizável por qualquer interessado.
    .
    Também conheço pessoas nessa situação de ver espíritos. As causas podem ser variadas: alucinações patológicas, esquizofrenia, drogas, alergias, febres, privação de sono, etc.
    .
    Se alguém tem a faculdade de enxergar espíritos, ainda mais frequentemente, poderá interagir com eles, o que muito facilitaria organizar demonstração de presença para que os que não têm essa vantagem possam confirmar que realmente há invisíveis no ambiente.

  191. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Que “torcia” pelo médium é o clérigo nórdico aquele…”
    .
    BO: Sua ilação fica prejudicada quando se considera que o luteranismo e o catolicismo são avessos ao espiritismo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: em termos gerais você está certo, mas há exceções. Existem diversos relatos a respeito de religiosos, tanto católicos quanto protestantes encantados com o discurso espírita.

  192. MONTALVÃO Diz:

    /
    Comunico que está pronta a versão musical .mp3 do nosso software free
    Verificador de Presença de Espírito & Mediunidade.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: beleza, agora só falta achar médium disposto… Missão impossível 5…

  193. MONTALVÃO Diz:

    /
    Chiii, ô de Marte: cá no meu são 24h62min. Hora didurmir…

  194. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Haraldsson certamente está errado, ao afirmar que o telégrafo chegou à Reykjavik em 1918.”
    .
    Não está errado. Isso você pode conferir no “Foreign Field Research Program”:
    .
    The country’s first radio-telegraph transmitter was erected at Reykjavik in 1918. Reykjavik-Radio, as it was known, served the double function of maintaining contact with ships at sea and of acting as a reserve sea-cable connection to the European mainland. Today Reykjavik-Radio operates solely as a coast station, along with eleven others scattered around the country.
    .
    Então Haraldsson quando cita 1918 está se referindo ao primeiro transmissor rádio-telégrafo do país.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E Kvaran não parece falar da ausência de comunicação telegráfica, pois, salvo tenha havido tradução inadequada, ele diz que não havia telegráfo disponível entre eles (ou seja, “por perto”), e não na Islândia. O fato é que em 1906 o telégrafo já funcionava em Reykjavik. Este é o ponto.”
    .
    Na verdade desde 1905, mas apenas para recepção. Não transmitia nada. No livro “The Year-book of Wireless Telegraphy & Telephony”, se lê, na página 316:
    .
    The first wireless station erected in Iceland was designed and fitted for reception only, and was put up by the Marconi Company in 1905. It was shut down in 1908. The present installation at Reykjavik was erected by the same company for the Icelandic Government in the course of 1917-18, and was opened for public service on June 17th 1918. The station at Flatey á Breidafirdi was put up by Icelandic technicians in 1919.
    .
    Haraldsson aparentemente erra – no livro dele, em que lá ele cita companhia Marconi – ao dizer que a estação de Marconi foi fechada em 1906, quando a data de fechamento seria 1908. Um erro talvez meramente tipográfico e sem importância.
    .
    Mais sobre as telecomunicações:
    .
    Telecommunications. Iceland was first linked with the outside world by telegraphic cable on September 29, 1906. The sea cable led from Burwick on the island of Mainland in the Shetlands to Sandagerdhi, near Thorshevn in the Faeroes, and thence to Seydhisfjördhur on the east coast of Iceland —a total distance of 615 miles. From Seydhisfjördhur a combined telephone and telegraph line ran overland to Akureyri and Blönduós, whence it turned southwestwards to Reykjavik and Hafnerfjördhur—a distance of 381 miles.
    .
    During the next two decades, the telephone and telegraph not expanded rapidly and by 1929 all inhabited districts of the country had been linked to the national system. Thanks to the early experience gained from wind and sleet storms in the northeastern interior, many of the more exposed sections of line (especially at higher elevations) have boon replaced by underground cables. Today the country’s telephone and telegraph net totals more than 3600 miles in length.
    .
    In the year 1912, the first private subscribers in Reykjavik received telephones, and in 1927 the construction of telephone lines to individual farms was begun. Today the Icelandic capital has a fully automatic exchange, originally installed by the L.H.Ericeeon Company in 1932 with 4000 numbers, but enlarged in the two following years to 17,500 numbers. The towns of Akureyri and Hafnarfj3rdhur are served by similar exchanges. By 1956, some 90.7 per cent of all Icelandic farms had telephones. Some 26,000 telephones were in use over the country in 1954 (a ratio of 1 telephone for every 6 persons) and in 1955 some 21 million calls were made (a ratio of 132 calls per capita or 808 calls per telephone).

  195. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “realmente, você está certo! Comecei a ler a conversa ontem, já no entressono, e devo ter passado os olhos mui superficialmente nessa parte. Se visse direitinho, perceberia que o caso “perfeito” veio ao mundo natimorto. A questão inicial que apresentou finda com qualquer discussão. Parabéns ao Visoni, pois, apesar de crente, foi correto em postar o texto no qual Haraldsson tenta se explicar e só se complica.”
    .
    Acho que “natimorto” foi a parte do seu cérebro referente a interpretação de texto… onde você conseguiu ver Haraldsson se complicando nas explicações?!

  196. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: • tinha recepção telegráfica, ainda que se possa discutir os horários e se a Marconi veiculou o fato;
    ****
    Haraldsson disse que a notícia não era de importância mundial para ser veiculada, pois não houve vítimas e o fogo foi rapidamente controlado. Até achei uma notícia vinda de Copenhague da época, mas referente a aparentemente um desastre marítimo em que 22 pessoas morreram afogadas. Agora, Haraldsson diz que, ainda que tivessem veiculado, os demais editores de jornal teriam acesso, inclusive aqueles críticos do médium. E mais, ainda que tivessem veiculado, e, de alguma forma, só o médium e seu cúmplice teriam tido acesso à notícia – que necessariamente teria que ser o Bjorn Jonsson – segundo Haraldsson, só se daria após o término da sessão, pois “o relato do incêndio não teria sido transmitido até que o fogo de curta duração tivesse sido extinto. Primeiro teria de ser enviado para a Cornualha, depois enviado em código morse e transmitido, digitado na estação receptora de Reykjavik e levado para Indridi, que estava em transe profundo na Casa Experimental bloqueada e mantida por um ou dois assistentes. Se possível, isso teria levado tanto tempo que a sessão teria terminado quando a mensagem chegasse. Não esqueçamos que Indridi/Jensen descreveu o fogo enquanto acontecia, e não depois. Esta crítica a este notável caso apresenta falhas óbvias e não a explica de forma satisfatória.”
    .
    Digo que Bjorn Jonsson teria de estar envolvido pois ele tinha acesso à estação. De fato, era ele quem tinha relações com a companhia Marconi:
    .
    The present President’s father, Bjorn Jonsson, a member of the Althing, editor of a leading newspaper and an active supporter of the wireless cause, invited the Marconi Company to demonstrate their system in Reykjavik. They sent two of their engineers, Newman and Capatoni, who installed a receiver and on June 26th and 28th, 1905, intercepted the news from Poldhu. Iceland’s thousand years of isolation had ended. It was both news and ammunition for the politician, so Jonsson published a translation as a News-sheet. The photograph appearing overleaf is of this News-sheet, an original copy of which is a treasured possession of Björn’s Jonsson son.”
    .
    Notem que Bjorn Jonsson então sabia inglês, e poderia traduzir as notícias para a língua local. A folha de notícias dele com as notícias vindas de Poldhu se chamava Isafold:
    .
    https://en.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dsafold
    .
    Mas ainda que suponhamos que Bjorn Jonsson estivesse envolvido – olha que ele virou primeiro ministro da região! – fazendo, suponhamos, uma seleção das notícias e deixando os outros editores de jornais da região desconhecedores do incêndio – das duas uma: ou ele estava na estação e foi até a casa experimental, ou o médium foi até a estação onde estaria o Bjorn Jonsson. Em nenhuma das situações haveria tempo para informar o médium, pois a notícia teria de ser enviada para a Cornuália primeiro e só depois retransmitida em código morse para Reykjavik. E a notícia só seria veiculada após a extinção do fogo de curta duração, não daria tempo para o médium dar a mensagem simultaneamente aos eventos. Um notícia sem importância mundial, que provavelmente não foi veiculada, repito.

  197. Vitor Diz:

    É possível ter acesso ao Isafold no site : http://timarit.is/view_page_init.jsp?pubId=315
    .
    É só escolher a data.

  198. Vitor Diz:

    No Isafold de 25/11/1905, na página 302, as notícias da Companhia Marconi – Marconi Skeyti, ou “notícias de marconi” – são da data de 20 e 23 de novembro! Há um atraso de 2 dias, portanto.

  199. Vitor Diz:

    Essa é a tradução das notícias de marconi no Isafold de 25/11/1905 (a tradução tá evidentemente bem capenga, mas dá pra entender o básico):
    .
    blindados alemães.
    Marinha alemães para aumentar a vontade substancial, adicione 6 iates blindados e muitas destruidores barcos.
    .
    Rei da Noruega.
    Copenhagen tem sido anuncia, Karl Prinz proporcionam um lugar para Christiania em 23 de novembro. Storting norueguês Aceitar por unanimidade, Karl Prinz Dana será rei da terra.
    fingið recebeu um telegrama de prinziuum nesse sentido, não, ele toma o nome Rei Hakon 7 e chamou seu filho Olaf.
    .
    Acidente.
    Um grave acidente tem Frez de pýzkalandi; um destroyers alemães e iate de barco blindado caiu e iniciar o barco afundou. Um oficial e trinta e dois tripulantes desaparecidos, e as pessoas estão com medo, eles têm druknað.
    .
    Witte.
    categoria poderoso é formado (a Rúaslandi) para apoiar Witte; disse que recebeu um forte apoio para ele, foi parar os vários tipos de ataques Commodi. No entanto, diz-se que seu discurso aos trabalhadores sobre tudo, a terra foi tomada com zombaria. 23 de Novembro.
    .
    Destruição do navio.
    Um dos steamer, que atravessa o estreito entre a Inglaterra ea França, veio através de um precipício, França Praia. Vans nenhum momento para deixar sair os botes salva-vidas, e temia, a maioria das pessoas fala no navio foram mortos.
    .
    poder japonês sobre a Coréia.
    Boards Coréia e Japão assinaram um acordo sobre, para controlar Relações Exteriores da Coréia fiytjiet a Tokio eo governador japonesa serão enviados para a Coréia. apão promete Coreia do direito à terra Mais uma vez, quando houve melhorias em suficientemente elevado.
    .
    Da Rússia
    Perspectivas onde muito mais promissor, e eles antecipam que tudo encontrado canção ordinária aguda-in. Curiosamente, os trabalhadores deixaram de insistir 8 horas dia.
    .
    Powers e Turquia.
    Powers enviou uma frota para a Macedônia por ocasião da, o Conselho otomanos se recusou a colocar suas finanças em Macedónia aceitável para estado. jbýzkaland é a única superpotência, não participam na þe8su e jogos de palavras significa que o sultão deu pjóðverjum alguma concessão sórstaka.

  200. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Haraldsson certamente está errado, ao afirmar que o telégrafo chegou à Reykjavik em 1918.”
    .
    VISONI: Não está errado. Isso você pode conferir no “Foreign Field Research Program”:
    .
    [...].
    Então Haraldsson quando cita 1918 está se referindo ao primeiro transmissor rádio-telégrafo do país.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se o assunto em pauta fosse instalação de estações telegráficas, realmente, a informação estaria correta…
    .
    No entanto, a alegada força desse caso “perfeito” estaria na expressa impossibilidade de Indridasson ter meios de obter a informação que pôs na boca do espírito. Como ficou claro que esse argumento não se sustenta, a história mediúnica esboroou-se.
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “E Kvaran não parece falar da ausência de comunicação telegráfica, pois, salvo tenha havido tradução inadequada, ele diz que não havia telegráfo disponível entre eles (ou seja, “por perto”), e não na Islândia. O fato é que em 1906 o telégrafo já funcionava em Reykjavik. Este é o ponto.”
    .
    VISONI: Na verdade desde 1905, mas apenas para recepção. Não transmitia nada. No livro “The Year-book of Wireless Telegraphy & Telephony”, se lê, na página 316:
    ..
    Haraldsson APARENTEMENTE ERRA – no livro dele, em que lá ele cita companhia Marconi – ao dizer que a estação de Marconi foi fechada em 1906, quando a data de fechamento seria 1908. Um erro talvez meramente tipográfico e sem importância.
    .
    Mais sobre as telecomunicações:
    [...]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: muito ilustrativas as informações, mas não desviemos o foco:o fato é que havia meios de Indridrasson, mediante planejamento prévio, ter preparado um xouzinho de mediunidade. O Gorducho, com sua singular perspicácia, desde o início da conversa, pôs o dedo no carnegão do tumor. Desnecessário esticar o caso mais.
    .
    Voltamos, pois, as postulações de rotina:
    .
    1 – passado mágico não confirmado no presente não pode ser legitimamente reivindicado como prova de que mortos falem com vivos;
    .
    2 – a demonstração da presença de inteligências invisíveis no ambiente é essencial, indispensável, para comprovar que espíritos estão entre nós, e comunicam;
    .
    3 – UM ADENDO: o “caso perfeito” de Haralldsonn é dos mais bundinhas que se possa imaginar… repriso avaliação desse pesquisador que fiz noutra conversa:
    .
    “[...]”Herlendur Haraldsson, o qual, diga-se de passagem mostra-se analista quedante para o deslumbramento em vez de para o bom senso. Haraldsson descreve Indridason como autêntico super-herói, com todos os poderes a que tem direito. Parece acatar que o médium efetivamente fosse dotado das capacidades citadas (poder levitativo, visão remota, mediunidade, e sabe-se lá mais o quê), e o faz com a mesma espontaneidade com que um pequerrucho admite a existência de papai-noel.”
    .
    Haraldssom dá a Indridasson igual status exaltativo que investigadores nacionais e internacionais deram a Mirabelli… e ambos foram rematados aldrabões…

  201. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “No entanto, a alegada força desse caso “perfeito” estaria na expressa impossibilidade de Indridasson ter meios de obter a informação que pôs na boca do espírito. Como ficou claro que esse argumento não se sustenta, a história mediúnica esboroou-se.”
    .
    A impossibilidade continua existindo. A notícia pelo visto não foi veiculada (ainda estou olhando o Isafold dos dias seguintes), e mesmo que houvesse sido veiculada, só seria passada após o término da sessão.

  202. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “1 – passado mágico não confirmado no presente não pode ser legitimamente reivindicado como prova de que mortos falem com vivos;”
    .
    O caso é uma replicação daquele ocorrido com Swedenborg e pesquisado por Kant. Também houve replicação com Piper, no episódio do sujeito que passou mal ou piorou após comer uma ave no Canadá perto do Natal, informação que só pôde ser confirmada semanas depois.
    .
    2 – MONTALVÃO DISSE: “a demonstração da presença de inteligências invisíveis no ambiente é essencial, indispensável, para comprovar que espíritos estão entre nós, e comunicam;”
    .
    Esses casos de descrição de eventos a distância praticamente simultâneos – sejam os incêndios com Swedenborg ou Indridi ou o sujeito passando mal com a ave relatado por Piper – se prestam a isso.
    .
    3 – UM ADENDO: o “caso perfeito” de Haralldsonn é dos mais bundinhas que se possa imaginar… repriso avaliação desse pesquisador que fiz noutra conversa”
    .
    Sua avaliação não é uma avaliação, é uma opinião não embasada.
    .
    4 – “Haraldssom dá a Indridasson igual status exaltativo que investigadores nacionais e internacionais deram a Mirabelli… e ambos foram rematados aldrabões…”
    .
    Falta provar isso no caso do Indridi… de Mirabelli já sabemos que sim. A fraude de Mirabelli era consciente.

  203. Gorducho Diz:

    Muito bom: é isso que se espera da Administração.
    Que retorne às origens e cheque as coisas sem ficar repetindo só porque provém de nórdicos.
    Como disse p/ABo, sim é possível que o fenômeno tenha acontecido.
    E como remarcou AMa 100+ anos nada se pode concluir além de acreditar e checar o pouco que se pode.
    Por isso o que tem que ser feito é verificar hoje e se há recusa em se submeterem a testes de verdade, devemos usar a navalha.
     
    Que diz da opção música no nosso software :?:
    Pode-se adequar o diretório ao espírito guia do médico.
    E.g., se for ser Dr. Bezerra se poria sons da época dele. Pra isso temos os consultores daí mesmo profundos conhecedores musical como AMa e ACoc.
    Certo :?:

  204. Vitor Diz:

    O Isafold era semanal, ás vezes com alguma edição extra no meio da semana. Tinha apenas umas 4 páginas cada edição. As notícias da edição seguinte (02/12/1905) começam em 27/11/1905, após a data da sessão. Nada fala do incêndio em Copenhague. Assim, a notícia não foi veiculada. Ou então o Bjorn Jonsson deu um jeito de só ele ficar sabendo e escondeu a notícia dos demais editores … e mesmo que isso fosse possível, a transmissão simultânea à sessão não seria possível, pois, como dito, só seria transmitida após a extinção do incêndio, teria que ser transmitida à Cornuália primeiro, e quando chegasse em Reykjavik a sessão já teria acabado.

  205. Gorducho Diz:

    favor ponha certo o endereço do espírito em Copenhagen…

  206. Vitor Diz:

    Eu já ia chegar no endereço, Gorducho… grato. Já vou mudar.

  207. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Acho que “natimorto” foi a parte do seu cérebro referente a interpretação de texto… onde você conseguiu ver Haraldsson se complicando nas explicações?!”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: ainda não percebeu que a prova de Haraldsson estava firmada na garantia de que o maroto Indridasson não teria meios de saber do incêndio, portanto só poderia tê-la obtido do morto Jensen?
    .
    A apologia à mediunidade de Indridasson já nasceu morta, mas a fraqueza argumentativa de Haraldsson vai além de um artigo mal alinhavado (aliás dois, pois ele vota tanta fé no médium malandro que produziu, pelo menos, dois escritos louvativos).
    .
    Tal qual alguém que cá bem conhecemos, Haraldsson que mostrar ao mundo que mortos comunicam com historietas antigas que, além de inverificáveis, são insuficientes e inadequadas para produzir as provas necessárias.
    .
    Se mais faltasse para que o “estudo” merecesse o epíteto de “bundinha”, e como se fosse pouco, Haraldsson ainda se esfalfa em comparar o teatro de Indridrasson com o folclore em torno de Swedenborg…
    .
    Naaaaaaaaaaada a ver, tio…

  208. Gorducho Diz:

    :o
    Esses são os cadernos das transmissões de Poldhu na noite do dia 25 :?:

  209. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “ainda não percebeu que a prova de Haraldsson estava firmada na garantia de que o maroto Indridasson não teria meios de saber do incêndio, portanto só poderia tê-la obtido do morto Jensen?”
    .
    E as explicações que ele deu não mostram que, APESAR DA EXISTÊNCIA DE UM TELÉGRAFO RECEPTOR, a impossibilidade continuava existindo?! Se a notícia não foi veiculada, e se mesmo veiculada, ela só chegaria após a sessão, o médium continuava sem poder saber por meios normais o que acontecia a 2 mil km de distância! CADÊ A COMPLICAÇÃO?

  210. Vitor Diz:

    GORDUCHO: “Esses são os cadernos das transmissões de Poldhu na noite do dia 25?”
    .
    As traduções das transmissões, sim.

  211. Gorducho Diz:

    Outra coisa… claro que tem que ser bem potente porque é como de SAO até Recife acho, mas será que não tinham telegrafistas amadores?
    Me lembro que na America eles foram proibidos com a desculpa da Guerra (WW I).

  212. Gorducho Diz:

    Marconi-skeyti 20. nóv.

  213. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    “No Isafold de 25/11/1905, na página 302, as notícias da Companhia Marconi – Marconi Skeyti, ou “notícias de marconi” – são da data de 20 e 23 de novembro! Há um atraso de 2 dias, portanto.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: está, coompreensivelmente, se esforçando por construir um panorama comunicacional da época, a fim de demonstrar que seria “impossível” ao médium ter acesso à informação por via normal. Consequentemente, teria havido real comunicação entre morto e vivo.
    .
    Para efeito de reflexão, deixemos de lado a questão maior de que se pode afiançar que mortos não falam com vivos porque não conseguem mostrar-se presentes, e vamos avaliar a faina a qual se dedica.
    .
    Seu trabalho é baldado, pois não há meios de levantar todas a variáveis envolvidas no episódio. Você se concentra em mostrar uma linha de argumentação que favoreça sua crença. Mas, se houver outro caminho, até aqui não conhecido, pelo qual o médium tivesse acesso à notícia, por mais bem costurada que seja sua argumentação, pouco útil será. E não é isso o que fazem os ilusionistas, quando levam o expectador a pensar que seria impossível algo acontecer e mesmo assim acontece?
    .
    Se se pode afirmar plausível que a notícia do incêndio tenha chegado à Islândia, como sabemos que é, então descobrir como Indridasson poderia tê-la acessado torna-se exercício especulativo para nossos objetivos desnecessário.
    .
    O fato é que o suposto Jensen-comunicante não deu provas de estar presente na encenação. Caso encerrado.

  214. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: vamos voltar ao que tanto já foi cá dito: testemunhos não são suficientes para comprovar fenômenos, principalmente nessas áreas tão nebulosas, qual seja a do paranormal e da mediunidade.”
    .
    Testemunhos já condenaram muita gente à morte.
    .
    “Então, mesmo que 99% da humanidade garantisse que mortos comunicam isso não tornaria a comunicação real.”
    .
    Estou surpreso, sei que não é do seu feitio, contudo, não estaria confundindo “crença” com o testemunho de um fato específico?
    .
    “O que tornaria a comunicação real seria a constatação inequívoca da presença de inteligências invisíveis nos eventos ditos mediúnicos.”
    .
    Exatamente. Quem testemunharia este fato, senão a sua, a minha ou a consciência de qualquer pessoa. Voltamos ao ponto de partida, ou seja, dependemos de TESTEMUNHOS. Acho que existe muita diferença entre testemunhos de fatos, registrados por escrito e a informação passada de pessoa para pessoa, como nas antigas tradições.
    Um abraço

  215. Vitor Diz:

    Outro jornal da época que recebia as notícias de Marconi era o Fjallkonan (numa tradução, o jornal se chamava “Senhora do Monte”, tem até o desenho de uma mulher na capa em cima de sei-lá-o-quê):
    .
    http://timarit.is/view_page_init.jsp?pageId=2138897
    .
    É possível ver as notícias de Marconi na edição de 07/07/1905, logo na 1ª página:
    .
    http://timarit.is/view_page_init.jsp?pageId=2138897
    .
    Há duas edições que nos interessam, uma de 24/11/1905 e a outra de 01/12/1905.
    .
    A edição de 24/11/1905 do Fjallkonan é rigorosamente igual à edição do Isafold de 25/11/1905. Então o Isafold publicava as coisas com um dia de atraso em relação ao Fjallkonan.
    .
    A edição do dia 01/12/1905 das notícias de Marconi do Fjallkonan começa no dia 30/11/1905. Conclusão: a notícia não foi veiculada.
    .
    Mas há algo bem interessante nessa edição do Fjallkonan de 01/12/1905, ela fala de fenômenos espiritualistas, citando Crookes entre outros!

  216. Gorducho Diz:

    Perfeito… mas o evento não foi praticamente à 00:00h de 26/11 :?:
    Será que Puldhu só funcionava once a week?
    Todo aquele aparato pra não transmitir todos os dias?

  217. Vitor Diz:

    O incêndio foi praticamente à meia noite de 24/11/1905, não 26.

  218. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Quem testemunharia este fato, senão a sua, a minha ou a consciência de qualquer pessoa.
    ===============================================================
    Aí entra na experiência mística.
    Que pode ser alucinações, &c.
    Pra fins duma comprovação externa ao experimentantenão tem maior utilidade exceto indizir experimentos como AMo lhe fez ver.
    Ou p/fins de credulidade religiosa.

  219. Vitor Diz:

    Eu imagino que Poldhu transmitia todos os dias sim, mas os jornais com as traduções apenas 1 vez por semana, às vezes alguma edição extra, reunindo as notícias da semana.

  220. Gorducho Diz:

    Então mais tempo ainda teria pra terem escutado!
    Só se a estação não funcionava todos dias.
    Vamos checar é os registros da Marconi.
    Esqueçamos os islandeses esses.

  221. Borges Diz:

    “mesmo que o mundo inteiro testemunhe que a Terra está imóvel isso não lhe ratifica a imobilidade”.
    .
    O bom pesquisador perguntaria ao “mundo inteiro”: O que acontece com o sol?
    O “mundo inteiro” responderia: Ele surge de um lado percorre todo o céu e se esconde do outro lado.
    O bom pesquisador faria mais uma indagação ao “mundo inteiro”: E o que acontece com as estrelas durante a noite?
    O “mundo inteiro responderia”: Elas surgem de um lado percorrem todo o céu e se escondem do outro lado.
    O bom pesquisador aproveitando integralmente os testemunhos concluiria: A terra gira.
    Um abraço

  222. Gorducho Diz:

    Ah! sim a séance foi na noite de 24.
    Acabei me confundindo…
    Não muda nada porque a transmissão que o Sr. citou foi a do dia 20.
     
    Não esqueça que no ano ’4 eles lançaram o Noticiário do Oceano diuturno (ou noturno provavelmente :mrgreen: ).
    Era o Jornal Nacional pros passageiros da rota Atlântico Norte, acho.

  223. Gorducho Diz:

    O bom pesquisador perguntaria ao “mundo inteiro”: O que acontecia com as mesas?
    O “mundo inteiro” responderia: Elas giravam sozinhas.
    O bom pesquisador faria mais uma indagação ao “mundo inteiro”: E o que acontece agora?
    O “mundo inteiro responderia”: Elas não giram mais.
    O bom pesquisador aproveitando integralmente os testemunhos concluiria: elas não giravam.

  224. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: “O caso é uma replicação daquele ocorrido com Swedenborg e pesquisado por Kant. Também houve replicação com Piper, no episódio do sujeito que passou mal ou piorou após comer uma ave no Canadá perto do Natal, informação que só pôde ser confirmada semanas depois.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: Indridasson replica Swedenborg? Tá sonhando, ou tá entrando na do Haraldsson irrefletidamente? Já o alertei, desde a discussão anterior, em 2013, que as diferenças entre os dois eventos são monumentais.De comum apenas ter havido um incêndio, embora em situações bem distintas.
    .
    Repriso trechos daqueles comentários:
    /
    ———————————————-.
    1 – “No caso de Swedenborg, acredito que fraude não caberia, sim exaltação ingênua por parte de admiradores, ampliação imaginosa de ocorrências concretas, que são possibilidades que deveriam ser levadas em conta. Entretanto, cá entre nós: descartar que Indridason pudesse ser fraudador é brincadeira… Com seu histórico de “levitações”, “tocagem de instrumentos a distância” e outros feitos mirabélicos… sinceramente, não dá…”
    /
    2 – A tentativa de comparar Indridason com Swedenborg equivale a tentar misturar água com azeite. Indridason está para Swedenborg assim como Thomaz Green Morton está para São Tomás de Aquino. Nem mesmo é válida a qualificação do sueco como “médium”. Swedenborg só poderia ser assim nomeado de uma forma muito específica. Ele foi, a partir da maturidade, um místico visionário. É certo que “falava” com espíritos e com anjos (muitos esquecem dos anjos nesse contexto, objetivando “melhorar” a imagem mediúnica de Swedenborg); porém essa falação com entidades espirituais fora autorizada especificamente por Nosso Senhor Jesus Cristo, que lhe aparecera em pessoa e concedera a graça. Swedenborg defendia que o contato entre vivos e mortos estava vedado, a não ser em casos excepcionalíssimos, dos quais o dele era um.
    /
    ———————————————-.
    TEXTO.
    “Apesar dessa relutância de Swedenborg em exibir as faculdades paranormais, há grande número de revelações feitas por várias pessoas de suas relações. Por mais fantásticas que possam ter sido essas revelações, Swedenborg nunca as considerou milagrosas, mas simplesmente a comprovação de sua interação com o mundo espiritual.
    .
    Em carta a Venator, Swedenborg escreveu: “Esses episódios não devem ser vistos como coisa milagrosa, pois são meros testemunhos de que eu foi introduzido pelo Senhor no mundo espiritual.
    .
    Lá tive oportunidade de conviver e conversar com anjos e espíritos; e minha experiência serve para provar à Igreja, que insiste em ignorar o outro mundo, que o céu e o inferno realmente existem; e, depois da morte, o homem vive como homem, tal como na vida terrena e, assim, nenhuma dúvida pode ocorrer em sua mente sobre a sua imortalidade”.
    http://www.swedenborg.com.br/sweden/obras/testemun.htm
    ———————————————–.
    /
    3 – Foi aos 59 anos, em 1747, que Swedenborg passou a ter visões místicas. O que pode ter acontecido para que tal se desse? Ora, muitas possibilidades. Swedenborg pode ter caído de cabeça; pode ter tido um pequeno vaso estourado no cérebro; pode ter desenvolvido um tumor benigno; pode ter vivenciado surtos esquizofrênicos; pode ter desenvolvido epilepsia, ou qualquer outra situação que ocasione quadros alucinatórios. Em mentes privilegiadas, qual foi a do sueco, distúrbios que ocasionam visões produzem cogitações altamente criativas…
    Haraldsson passa ao largo dessas reflexões…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “a demonstração da presença de inteligências invisíveis no ambiente é essencial, indispensável, para comprovar que espíritos estão entre nós, e comunicam;”
    .
    VISONI: Esses casos de descrição de eventos a distância praticamente simultâneos – sejam os incêndios com Swedenborg ou Indridi ou o sujeito passando mal com a ave relatado por Piper – se prestam a isso.
    /
    CONSIDERAÇÃO: sinto mas estás esfericamente equivocado… na distância é possível “provar” muitas coisas: peladões na lua, bilocações, gente com indigestão… o admirável é que de perto as provas ficam tão difíceis de serem realizadas com sucesso…
    ./
    /.
    VISONI: “Sua avaliação não é uma avaliação, é uma opinião não embasada.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: se um estudioso, qual Haraldsson, candidamente apregoa o currículo de Indridasson, sem ressalva ou remorso, ele mesmo está se declarando quedante para o deslumbramento e a fascinação por fantasias.
    .
    A lista de capacidades de Indridasson é parelha com a de Mirabelli (um pouco menor, talvez). Como bem sabemos, esses poderes não se confirmaram por meio de estudos específicos: nem naquela época muito menos na atualidade. Então, quando alguém alardeia que o danado era o que dele se dizia não nos resta outra caminho, senão concluir estarmos diante de um maravilhado por quimeras.
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Haraldssom dá a Indridasson igual status exaltativo que investigadores nacionais e internacionais deram a Mirabelli… e ambos foram rematados aldrabões…”
    .
    VISONI: Falta provar isso no caso do Indridi… de Mirabelli já sabemos que sim. A fraude de Mirabelli era consciente.
    /
    CONSIDERAÇÃO: frágil tentativa de salvar seu médium do coração. Então as “fraude de Mirabelli eram conscientes” mas as de Indridasson não? Como chegou a tão brilhante remate? Unicamente porque se dizia que o sujeito estava em “transe profundo”? Mirabelli também entrava em “transe”…
    .
    Analise com carinho a história do aparecimento de Indridasson e da adoção dele pelo instituto: nas entrelinhas está bem delineada uma história de fraude. Só não vê quem tem a perder vendo…
    /
    /
    VISONI: E as explicações que ele deu não mostram que, APESAR DA EXISTÊNCIA DE UM TELÉGRAFO RECEPTOR, a impossibilidade continuava existindo?! SE A NOTÍCIA NÃO FOI VEICULADA, e se mesmo veiculada, ela só chegaria após a sessão, o médium continuava sem poder saber por meios normais o que acontecia a 2 mil km de distância! CADÊ A COMPLICAÇÃO?
    /
    CONSIDERAÇÃO: parece estou vendo o Arduin falando… não é difícil especulativamente chegar a explicação aceitável. A notícia pode não ter sido veiculada, mas pode ter sido recebida…
    .
    Digamos, Indridasson tinha um cúmplice na estação de telégrafo. Ele sabia que nem todas as informações eram publicadas. Havia seleção do que fosse considerado mais interessante. Então, combinou com o capanga: “vindo informação descartada para publicação, que relate tragédia, ponha num envelope e me entregue a tal hora, no seguinte endereço. Diga que se trata de recado do Sr. Indridi Einarsson, que é para ninguém desconfiar”…
    .
    Pronto.

  225. Borges Diz:

    “Já se indagou:como pode a câmara de um celular registrar a presença de um espírito e os olhos dos presentes não o verem?”.
    .

    Já; a resposta é eu não sei, mas …, está lá. Certo?
    .

    “Leve em conta que a visão humana é mais eficiente e sofisticada que qualquer câmara.”
    .
    Talvez não em todos os aspectos. Cito como exemplo a “persistência da visão”, que no ser humano é de 1/20 de segundo, ao passo que nas câmaras, dependendo da finalidade, podemos ter persistências diferentes.
    .
    “Se entidades espirituais (e invisíveis) podem ser fotografadas deveriam ser vistas e poderiam ser filmadas, o que muito facilitaria o trabalho de confirmação da presença do morto no ambiente.”
    .
    Já foram vistas e filmadas em muitas oportunidades. Faça como eu, perca trezentas horas na poltrona ou na cadeira.
    .
    “Geralmente as alegadas fotos de fantasmas são safadezas variadas (algumas muito mal feitas), ou pareidolia, imagens superpostas, reflexos nas lentes…”
    .
    Insisto, faça como eu.
    .

    “CONSIDERAÇÃO: quando falo de “espíritos darem provas de suas presenças” não quero dizer que eles deveriam se fazerem ver por qualquer que deles duvidasse: se são invisíveis… Mas eles deveriam ter condições de, por vias indiretas, se mostrarem presentes, por exemplo, lendo trecho de um livro aberto longe da visão do médium: experimento simples, de baixo custo e realizável por qualquer interessado.”
    .
    Fico constrangido quando ouço um palestrante espírita mencionar mensagens de Emmanuel, ou Irmão José, como se estes personagens fossem reais. Criamos em nossas mentes a ideia de espíritos sempre presentes e colaboradores. Acho que estes senhores (CX, DPF, CB e outros) prestaram um desserviço à pesquisa envolvendo paranormalidade. A intersecção entre o nosso mundo e o suposto mundo espiritual, parece ser muito tênue, e envolve boa vontade e muita dedicação, se quisermos obter algum resultado.
    .

    “Também conheço pessoas nessa situação de ver espíritos. As causas podem ser variadas: alucinações patológicas, esquizofrenia, drogas, alergias, febres, privação de sono, etc.”
    .
    Ainda bem que você colocou o etc. .
    .

    “Se alguém tem a faculdade de enxergar espíritos, ainda mais frequentemente, poderá interagir com eles, o que muito facilitaria organizar demonstração de presença para que os que não têm essa vantagem possam confirmar que realmente há invisíveis no ambiente.”
    .
    Você disse tudo; envolva-se com eles; ou quer obter tudo de “mão beijada”
    .
    Um abraço

  226. Vitor Diz:

    Vamos checar é os registros da Marconi.
    Esqueçamos os islandeses esses.

    .
    Acho que tem que conseguir esse livro aqui:
    .
    https://books.google.com.br/books?id=oI4kAQAAMAAJ&q=marconi+reviews+copenhagen+1905&dq=marconi+reviews+copenhagen+1905&hl=pt-BR&sa=X&redir_esc=y

  227. Borges Diz:

    /.
    “CONSIDERAÇÃO: em termos gerais você está certo, mas há exceções. Existem diversos relatos a respeito de religiosos, tanto católicos quanto protestantes encantados com o discurso espírita.”
    .
    É a mediunidade falando mais alto.
    Um abraço
    Et.: Volto mais tarde. Tenho que terminar o almoço, recolher a roupa do varal, ir ao mercado, etc. Esta vida de aposentado não é fácil.

  228. MONTALVÃO Diz:

    /
    “CONSIDERAÇÃO: vamos voltar ao que tanto já foi cá dito: testemunhos não são suficientes para comprovar fenômenos, PRINCIPALMENTE NESSAS ÁREAS TÃO NEBULOSAS, qual seja a do paranormal e da mediunidade.”
    .
    BO: Testemunhos já condenaram muita gente à morte.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: correto, mas não estamos aqui discorrendo a respeito de provas no sentido jurídico, sim de evidências robustas de que alegações místicas e do paranormal têm sustentabilidade. Estamos vendo que não têm…
    /
    /
    BO: “Estou surpreso, sei que não é do seu feitio, contudo, não estaria confundindo “crença” com o testemunho de um fato específico?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não estou certo se bem entendi o que disse, mas existem testemunhos e testemunhos. judicialmente falando, a palavra testemunhal é acatada como coadjuvante para a decisão do julgador. É comum ouvir-se advogados dizerem: “a testemunha diz o que quiser”.
    /
    No âmbito do místico, testemunhos devem ser verificados se se confirmam. Não é porque alguém garanta ter deparado o fantasma de um parente que tal aconteceu. Num de seus livros prediletos, Bo, de Flammarion (O Desconhecido e os Problemas Psíquicos), encontramos dezenas de relatos extraordinários, todos prolatados por pessoas ilibadas. Porém, como verificar se não estão conspurcados por ilusões, exageros, alucinações, fantasias? Da leitura de Flammarion somos levados a crer que mortos se manifestam de maneira desordenada, ou confusa, nebulosa, às vezes destrutiva, e nunca permitindo avaliação concreta de suas presenças.
    .
    Em outras palavras, se não se pode conferir a legítima presença do morto não se pode alegar que estejam presentes…

  229. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Exatamente. Quem testemunharia este fato, senão a sua, a minha ou a consciência de qualquer pessoa[?].
    .
    Voltamos ao ponto de partida, ou seja, dependemos de TESTEMUNHOS.
    .
    Acho que existe muita diferença entre testemunhos de fatos, registrados por escrito e a informação passada de pessoa para pessoa, como nas antigas tradições.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: você está correto, dependemos de testemunhos…
    .
    Apenas esqueceu ou não lembrou de um aspecto crucial: nas alegações místicas os testemunhos muitas vezes se contradizem, e sem a devida verificação do que foi afirmado, nada se pode concluir.

  230. Gorducho Diz:

    Poldhu continued with maritime communications, in 1904 launching Ocean News, a daily news bulletin for liner passengers. As signals didn’t always reach across the ocean, boats within range would retransmit it.
     
    Marconi: The West of England’s very own Italian wireless pioneer

  231. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” Indridasson replica Swedenborg?”
    .
    Releia o que eu escrevi… eu disse “O CASO é uma replicação daquele ocorrido com Swedenborg”. Eu não disse que Indridi e Swedenborg são almas gêmeas.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “De comum apenas ter havido um incêndio, embora em situações bem distintas.”
    .
    Houve mais do que apenas o relato de um incêndio em comum. Haraldsson explica bem as semelhanças. Já disse para você ler o artigo antes de criticá-lo…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Digamos, Indridasson tinha um cúmplice na estação de telégrafo.”
    .
    Se havia, teria que ser o Bjorn Jonsson (em minha opinião).
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Ele sabia que nem todas as informações eram publicadas. Havia seleção do que fosse considerado mais interessante. Então, combinou com o capanga: “vindo informação descartada para publicação, que relate tragédia, ponha num envelope e me entregue a tal hora, no seguinte endereço. Diga que se trata de recado do Sr. Indridi Einarsson, que é para ninguém desconfiar”… Pronto.”
    .
    Continua havendo a impossibilidade temporal. Teria de ter havido um erro grotesco nos horários da sessão, erro esse compartilhado por todas as testemunhas (já que elas concordaram que as mensagens foram simultâneas ao incêndio) onde a sessão teria que ter acabado horas depois do que disseram, para que houvesse tempo de a mensagem descartada selecionada chegasse ao Indridi.
    .
    Indridi parece ter sabido do incêndio antes mesmo do Corpo de Bombeiros:
    .
    As sessões começavam às 20 horas e duravam até algumas horas. Uma sessão de cinco horas é relatada. Kvaran escreve que eram por volta das 21 horas quando Jensen contou-lhes sobre o incêndio e, em seguida, uma hora depois o fogo fora controlado. Em Copenhague seriam então 23h15min, porque a diferença de tempo entre Reykjavik e Copenhague era de duas horas e quinze minutos nesta época. De acordo com o Corpo de Bombeiros, eles foram chamados às 23h52min (21h37min no horário islandês).

  232. Vitor Diz:

    Gorducho, sobre o endereço, tanto no artigo quanto no livro de Haraldsson ele é dado como Fredriciagade 16. Naquilo que você chamou de “diretório” o endereço é dado como Fredericiag. 16
    .
    Escrevi ao Haraldsson e vou ver se ele responde sobre essa diferença na grafia.

  233. Gorducho Diz:

    Mas olhe no mapa a 1ª rua ao norte de igreja :(

  234. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “há tantas ou mais denúncias contra as falcatruas de Indridadsson quanto e as de Mirabelli.”
    .
    Mesmo? Cadê? Haraldsson diz que a maior parte das críticas a Indridi eram muito gerais, nada específicas, vindas de quem não tinha assistido às sessões e puras conjecturas. Bem diferente de Mirabelli, em que as críticas vinham de quem assistiu as sessões. Lembro ainda que foi feito um teste com Mirabelli que durou 5 dias (cada dia uma tentativa) e nenhum fenômeno se produziu. Houve um acadêmico que criticou Indridi dizendo que ele era histérico e epilético porque diziam que a mãe dele tinha sido histérica, especialmente quando casada, tendo caído em coma algumas vezes. Você acha essa uma crítica substancial?

  235. MONTALVÃO Diz:

    /
    “mesmo que o mundo inteiro testemunhe que a Terra está imóvel isso não lhe ratifica a imobilidade”.
    .
    BO: O bom pesquisador perguntaria ao “mundo inteiro”: O que acontece com o sol?
    O “mundo inteiro” responderia: Ele surge de um lado percorre todo o céu e se esconde do outro lado.
    O bom pesquisador faria mais uma indagação ao “mundo inteiro”: E o que acontece com as estrelas durante a noite?
    O “mundo inteiro responderia”: Elas surgem de um lado percorrem todo o céu e se escondem do outro lado.
    O BOM PESQUISADOR aproveitando integralmente os testemunhos CONCLUIRIA: A TERRA GIRA.
    /
    CONSIDERAÇÃO: as premissas não amparam a conclusão. Reveja o raciocínio…
    .
    O pesquisador pode até ser “bom”, mas em matéria de lógica…

  236. Vitor Diz:

    Ah, é, no mapa está Fredericiagade…

  237. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “frágil tentativa de salvar seu médium do coração. Então as “fraude de Mirabelli eram conscientes” mas as de Indridasson não? Como chegou a tão brilhante remate? Unicamente porque se dizia que o sujeito estava em “transe profundo”? Mirabelli também entrava em “transe”…”
    .
    Ah, qual é, Montalvão, bota o Tico e o Teco pra funcionar!!! A fraude fotográfica da levitação não pode ter sido feita com Mirabelli inconsciente, simples assim!!! Você acha o quê, que ele entrou sonâmbulo na câmara escura, revelou o filme, apagou o banquinho em que ele estava, tudo isso inconsciente? Afff!!!

  238. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: ” Indridasson replica Swedenborg?”
    .
    VISONI: Releia o que eu escrevi… eu disse “O CASO é uma replicação daquele ocorrido com Swedenborg”. Eu não disse que Indridi e Swedenborg são almas gêmeas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nem eu estou a dizer que disse que sejam almas gêmeas. Estou me atendo à comparação que Haraldsson fez entre os dois e você encampou. Nada a ver entre Indridi e Swedenborg, nem mesmo nos incêndios…

  239. Vitor Diz:

    Nem mesmo os incêndios? Replica o haraldsson aí, quero ver:
    .
    Existem algumas semelhanças óbvias entre os casos de Indridi/Jensen e Swedenborg. Ambos narram duas ou mais observações do incêndio com algum intervalo entre elas. Em sua última observação ambos relatam que o fogo foi controlado. Nos dois casos muitos observadores estavam presentes, quinze, com Swedenborg e, presumivelmente, vários assistentes com Indridi, o número exato desconhecido. Aqueles presentes em ambos os casos ficaram tão impressionados que selecionaram dois indivíduos de alta posição para serem testemunhas, o bispo da Islândia e o governador de Gotemburgo. Ambos os grupos esperaram que a notícia chegasse, de Copenhague, que está a mais de 2.000 quilômetros de distância, e de Estocolmo, a 400 quilômetros de Gotemburgo.
    O local dos incêndios em ambos os casos, obviamente, era de extrema importância para ambos os percipientes (assumindo que o desencarnado Jensen era o percipiente). No caso de Swedenborg o fogo ameaçava sua casa e propriedade. No caso de Jensen, o fogo ocorreu muito perto de casas onde viveu durante sua vida, na verdade, por toda a sua vida, e onde ele deve ter tido muitos amigos íntimos.
    Os dois casos também diferem de modos importantes. Indridi estava em transe e um de seus comunicadores descreveu o incêndio. Swedenborg estava, aparentemente, em seu estado normal de consciência. Devemos, no entanto, observar que Swedenborg queria ficar sozinho e imperturbável quando saiu para ter suas impressões sobre o incêndio. Talvez tenha entrado em algum estado alterado de consciência, quando ele, presumivelmente, se comunicou com espíritos de falecidos, nesse caso se aproximando à situação de Indridason.
    Alternativamente, poderia este ser um caso de telepatia por Swedenborg? Não sabemos se alguém vivia na casa de Swedenborg enquanto ele estava fora. Tal qual Jensen, Swedenborg nunca se casou, e talvez por isso seja mais provável que não houvesse ninguém na casa que ficasse ciente do fogo se aproximando e pensasse em Swedenborg. Obviamente, ele tinha vizinhos, mas que certamente estavam mais preocupados com os seus próprios imóveis do que com o dele. Isso deixa a telepatia enquanto interpretação não muito provável, mas não há como decidir que tipo de percepção foi essa, se clarividência ou telepatia, caso se tratasse da própria percepção de Swedenborg. O que sabemos com certeza é que ele alegou mais tarde em sua vida se comunicar com os espíritos dos falecidos.

    .
    Vai, replica aí, tô no aguardo.

  240. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Volto mais tarde. Tenho que terminar o almoço, recolher a roupa do varal, ir ao mercado, etc. Esta vida de aposentado não é fácil.”
    /
    ESTOU EM MELHOR SITUAÇÃO… já almocei, fui ao mercado ontem, dei comida aos cachorros. Tenho uma arrumação a fazer e um computador a consertar, mas pode ficar para depois. Só preciso, daqui a pouco, ir passear com os 14 dogs, em 4 viagens, descansar os dedos que estão queimando e revisar fotos que tirei ontem para conferir se aparece algum espírito…
    .
    Depois, leio um pouco, faço um lanche, assisto a um filme, dou janta para os caninos, volto a escrever se a dor passar e, se sobrar um tempo, durmo…

  241. MONTALVÃO Diz:

    /
    “em termos gerais você está certo, mas há exceções. Existem diversos relatos a respeito de religiosos, tanto católicos quanto protestantes encantados com o discurso espírita.”
    .
    BO: É a mediunidade falando mais alto.
    /
    CONSIDERAÇÃO: mas também há debandadas de médiuns para o lado da não mediunidade…

  242. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: Ah, qual é, Montalvão, bota o Tico e o Teco pra funcionar!!! A fraude fotográfica da levitação não pode ter sido feita com Mirabelli inconsciente, simples assim!!! Você acha o quê, que ele entrou sonâmbulo na câmara escura, revelou o filme, apagou o banquinho em que ele estava, tudo isso inconsciente? Afff!!!
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tá que tá, hem? Onde falei que Mirabelli SEMPRE entrava em “transe” (para perpetrar suas trapaças)?
    .
    Mas que ele “entrava” entrava…
    .
    O problema aqui não é estar ou não em suposto transe, mas a rol de “poderes” ostentados pelo médium que, de pronto, tipifica um ladino…

  243. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Já se indagou:como pode a câmara de um celular registrar a presença de um espírito e os olhos dos presentes não o verem?”.
    .
    BO: Já; a resposta é eu não sei, mas …, está lá. Certo?
    /
    CONSIDERAÇÃO: não, não “certo”… o que está “lá” é uma imagem, que alguém diz ser a de um espírito e alguns aceitam bonachonamente. Acatar depoimentos tais sem verificação é deveras arriscado.
    ./
    /
    “Leve em conta que a visão humana é mais eficiente e sofisticada que qualquer câmara.”
    .
    BO: Talvez não em todos os aspectos. Cito como exemplo a “persistência da visão”, que no ser humano é de 1/20 de segundo, ao passo que nas câmaras, dependendo da finalidade, podemos ter persistências diferentes.
    /
    CONSIDERAÇÃO: ok, mas isso não muda o fato de que a visão humana seja superior à de uma máquina, nem que as máquinas sejam capazes de fotografar espíritos por terem “persistência de visão” diferenciadas.
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    “Se entidades espirituais (e invisíveis) podem ser fotografadas deveriam ser vistas e poderiam ser filmadas, o que muito facilitaria o trabalho de confirmação da presença do morto no ambiente.”
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    BO: Já foram vistas e filmadas em muitas oportunidades. Faça como eu, perca trezentas horas na poltrona ou na cadeira.
    /
    CONSIDERAÇÃO: está a defender que bastam 300 horas de vídeo, mostrando fotos de fantasmas para suprir a necessária convicção… Ledo engano. Para quem acredita, sequer precisa meia hora, um simples relato é suficiente. Entretanto, para produzir conhecimento seguro, nem trezentos milhões de horas: só com verificações tecnicamente realizadas.
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    “Geralmente as alegadas fotos de fantasmas são safadezas variadas (algumas muito mal feitas), ou pareidolia, imagens superpostas, reflexos nas lentes…”
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    BO: Insisto, faça como eu.
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    CONSIDERAÇÃO: fazer conforme faz, no máximo, poderá me tornar crente na coisa, porém para produzir conhecimento seguro e universalizável não tem qaulquer serventia.
    .
    Você, Bo, me lembra uma amiga, gente boa pacas. Ela dizia: “não me importa o que dizem, eu tenho a minha certeza e isso me é suficiente”. E ela estava certa, só que a certeza dela era só dela (e de quem cultivasse igual pensamento): não produzia conhecimento e não permitia discussão (discussão no sentido de buscar o melhor esclarecimento). Certezas desse tipo são estéreis.
    ./
    /

    BO: Fico constrangido quando ouço um palestrante espírita mencionar mensagens de Emmanuel, ou Irmão José, como se estes personagens fossem reais. Criamos em nossas mentes a ideia de espíritos sempre presentes e colaboradores. Acho que estes senhores (CX, DPF, CB e outros) prestaram um desserviço à pesquisa envolvendo paranormalidade. A intersecção entre o nosso mundo e o suposto mundo espiritual, parece ser muito tênue, e envolve boa vontade e muita dedicação, se quisermos obter algum resultado.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: acontece que, desde Rivail, os espíritos são pródigos em comunicações. Não fosse a generosidade dos “superiores” a codificação não viria à lume. Eles querem nos dar provas firmes de que a vida continua e que há intercâmbio entre as duas dimensões.
    .
    Dramaticamente, porém, quando chega a hora de se mostrarem presentes “eles” lembram que esqueceram o feijão no fogo e escafedem-se…
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    /
    “Também conheço pessoas nessa situação de ver espíritos. As causas podem ser variadas: alucinações patológicas, esquizofrenia, drogas, alergias, febres, privação de sono, etc.”
    .
    BO: Ainda bem que você colocou o etc. .
    /
    CONSIDERAÇÃO: pois é, até chegarmos ao ponto de cogitar o místico como a única, ou melhor, explicação para o mistério há uma fila de carretas explicativas no âmbito terreno que precisam ser descartadas. Os adeptos da mediunidade fazem de conta que essas carretas não existem e correm para o finalzinho da fila, onde, felizes, mergulham em devaneios mil.
    ./
    /
    “Se alguém tem a faculdade de enxergar espíritos, ainda mais frequentemente, poderá interagir com eles, o que muito facilitaria organizar demonstração de presença para que os que não têm essa vantagem possam confirmar que realmente há invisíveis no ambiente.”
    .
    BO: Você disse tudo; envolva-se com eles; ou quer obter tudo de “mão beijada”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nada de “mão beijada”, apenas provas universalizáveis e aplicáveis, conferitivamente, a qualquer apregoamento de espírito em atividade entre os vivos. Se os mediunistas tivessem a coragem de pôr suas certezas sob escrutínio técnico até para eles seria saudável, sob todos os aspectos, pois poderiam descansar em solo firme, sabendo que os mortos confirmam suas presenças sempre que tal seja requerido. Inclusive, para excluir de pronto as fraudes o procedimento teria utilidade. Porque não se apercebem do valor desse procedimento difícil entender…

  244. MONTALVÃO Diz:

    /
    /
    BO: “Estou surpreso, sei que não é do seu feitio, contudo, não estaria confundindo “crença” com o testemunho de um fato específico?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não estou certo se bem entendi o que disse, mas existem testemunhos e testemunhos. judicialmente falando, a palavra testemunhal é acatada como coadjuvante para a decisão do julgador. É comum ouvir-se advogados dizerem: “a testemunha diz o que quiser”.
    /
    No âmbito do místico, testemunhos devem ser verificados se se confirmam. Não é porque alguém garanta ter deparado o fantasma de um parente que tal aconteceu. Num de seus livros prediletos, Bo, de Flammarion (O Desconhecido e os Problemas Psíquicos), encontramos dezenas de relatos extraordinários, todos prolatados por pessoas ilibadas. Porém, como verificar se não estão conspurcados por ilusões, exageros, alucinações, fantasias? Da leitura de Flammarion somos levados a crer que mortos se manifestam de maneira desordenada, ou confusa, nebulosa, às vezes destrutiva, e nunca permitindo avaliação concreta de suas presenças.
    .
    Em outras palavras, se não se pode conferir a legítima presença do morto não se pode alegar que estejam presentes…

  245. Borges Diz:

    “O bom pesquisador aproveitando integralmente os testemunhos concluiria: elas não giravam.”
    Errado: elas continuam girando.
    Os aparelhos celulares representam hoje a ponta da evolução do sistema de comunicação entre os homens, que se iniciou com sinais de fumaça e rufares de tambores; da mesma forma, modernos equipamentos elétricos e eletrônicos (EMF, lanternas de LED, gravador de voz digital –FVE, câmeras, câmeras IR, etc.) substituem hoje as famosas mesas girantes. Como pode notar, elas continuam girando somente você não vê.
    Um abraço

  246. Gorducho Diz:

    Pois é… só que justo quando esses aparelhos apareceram mais os espíritos sumiram
    Fez uma analogia com a modernidade que escancarou ainda mais a inexistência dos alegados fenômenos.
    Acabou nos ajudando :lol:

  247. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: correto, mas não estamos aqui discorrendo a respeito de provas no sentido jurídico, sim de evidências robustas de que alegações místicas e do paranormal têm sustentabilidade. Estamos vendo que não têm…”
    .
    Deve ficar claro que se trata da sua opinião. Desculpe pela sinceridade explícita. Vejo aí muito preconceito. Testemunho é testemunho em qualquer caso.
    Um abraço

  248. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: não estou certo se bem entendi o que disse, mas existem testemunhos e testemunhos. judicialmente falando, a palavra testemunhal é acatada como coadjuvante para a decisão do julgador. É comum ouvir-se advogados dizerem: “a testemunha diz o que quiser”.
    .
    Você avançou os “zagueiros” e recuou os “pontas” congestionando o meio de campo. Acho que fui claro. Há muita diferença entre testemunhos feitos através de relatórios pessoais, sobre algo que ocorreu entre quatro paredes e de uma crença generalizada em alguma coisa, como ficou claro no seu comentário que repriso a seguir.
    .
    .
    “Então, mesmo que 99% da humanidade garantisse que mortos comunicam isso não tornaria a comunicação real.”
    Um abraço

  249. Borges Diz:

    “Da leitura de Flammarion somos levados a crer que mortos se manifestam de maneira desordenada, ou confusa, nebulosa, às vezes destrutiva,”
    .
    Pela sua leitura ele deixou claro que espíritos existem, o resto é pura conjectura de sua parte.
    Um abraço

  250. Borges Diz:

    ESTOU EM MELHOR SITUAÇÃO…
    .
    Não pela minha óptica. Se tivesse que cuidar de 14 monstros caninos eu já estaria no vale dos suicidas, onde haveria latidos, uivos e ranger de dentes.
    Um abraço

  251. Borges Diz:

    “Apenas esqueceu ou não lembrou de um aspecto crucial: nas alegações místicas os testemunhos muitas vezes se contradizem, e sem a devida verificação do que foi afirmado, nada se pode concluir.”
    .
    Não acho que céticos façam alegações misticas. Apesar de contradições o resultado final é positivo.
    Um abaraço

  252. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: não, não “certo”… o que está “lá” é uma imagem, que alguém diz ser a de um espírito e alguns aceitam bonachonamente. Acatar depoimentos tais sem verificação é deveras arriscado.”
    .
    É o que eu disse; ainda não foi contestado.

  253. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: ok, mas isso não muda o fato de que a visão humana seja superior à de uma máquina, nem que as máquinas sejam capazes de fotografar espíritos por terem “persistência de visão” diferenciadas.”
    .
    Mas estão fotografando.

  254. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: está a defender que bastam 300 horas de vídeo, mostrando fotos de fantasmas para suprir a necessária convicção… Ledo engano. Para quem acredita, sequer precisa meia hora, um simples relato é suficiente. Entretanto, para produzir conhecimento seguro, nem trezentos milhões de horas: só com verificações tecnicamente realizadas.”
    .
    Você entendeu tudo errado; se fosse isso eu não perderia trezentas horas. É necessário acompanhar toda a investigação; analisar o comportamento, a coerência e os comentários dos investigadores; a simultaneidade dos registros e a lógica dos acontecimentos.
    .
    “CONSIDERAÇÃO: fazer conforme faz, no máximo, poderá me tornar crente na coisa, porém para produzir conhecimento seguro e universalizável não tem qaulquer serventia.”
    .
    Então continue descrente.
    .
    “Você, Bo, me lembra uma amiga, gente boa pacas. Ela dizia: “não me importa o que dizem, eu tenho a minha certeza e isso me é suficiente”. E ela estava certa, só que a certeza dela era só dela (e de quem cultivasse igual pensamento): não produzia conhecimento e não permitia discussão (discussão no sentido de buscar o melhor esclarecimento). Certezas desse tipo são estéreis.”
    .
    Apenas se você não confia na própria sanidade.
    .

    .” Dramaticamente, porém, quando chega a hora de se mostrarem presentes “eles” lembram que esqueceram o feijão no fogo e escafedem-se…”
    .
    Sobre isso já deixei claro meu ponto de vista.
    .

    “CONSIDERAÇÃO: pois é, até chegarmos ao ponto de cogitar o místico como a única, ou melhor, explicação para o mistério há uma fila de carretas explicativas no âmbito terreno que precisam ser descartadas. Os adeptos da mediunidade fazem de conta que essas carretas não existem e correm para o finalzinho da fila, onde, felizes, mergulham em devaneios mil.”
    .
    Já mencionei que “não cogito o místico”. Quanto ao próximo passo da fila, cabe destacar o seguinte: Quem sequer aceita o básico, jamais sairá do lugar.
    .
    “CONSIDERAÇÃO: nada de “mão beijada”, apenas provas universalizáveis e aplicáveis, conferitivamente, a qualquer apregoamento de espírito em atividade entre os vivos.”
    .
    Isto faz lembrar os “esquerdistas”, qualquer projeto do governo, eles querem discutir com a sociedade. Não chegarão a lugar algum.
    Um abraço

  255. Vitor Diz:

    Uma coisa, eu disse que Haraldsson aparentemente errava dizendo que a estação de Marconi havia sido fechada em 1906, mas um livro informava que havia sido em 1908. Mas achei um site que diz:
    .
    The Beginning of Free Telecommunications in Iceland
    .
    On June the 26th 1905 Iceland was first connected to the outside world by means of telecommunications.
    .
    The first wireless message was received here from Poldhu in Cornwall, England. The telecommunications equipment was provided by the Marconi Wireless Telegraph Co, at the suggestion of enterpreneur and poet Einar Benediktsson. Messages were received here until October 1906, when the operation was terminated due to a government granted monopoly on telecommunications in Iceland.

    .
    http://www.waymarking.com/waymarks/WMPC6M_The_Beginning_of_Free_Telecommunications_in_Iceland_Reykjavik_Iceland
    .
    Agora já não sei mais qual data está certa. Mas o site ao menos diz o motivo do encerramento. Engraçado que cita o poeta Einar Benediktsson e não cita o Bjorn Jonsson…

  256. Gorducho Diz:

    Nós não precisamos dos espíritas pra saber acerca da Poldhu ou acaso telégrafo-amadores…
    Pare de idolatrar anglos + nórdicos.
    Volte a ser o que o Sr. foi ao fundar a Casa.
     
    Minha simpatia pela França e muito mais ainda pelo UK – claro, antes desse big-brother que foi provocado pelo terrorismo…- é notória. Mas o Sr. é ridículo.
    Desculpe a franqueza…

  257. Vitor Diz:

    Poldhu continued with maritime communications, in 1904 launching Ocean News, a daily news bulletin for liner passengers. As signals didn’t always reach across the ocean, boats within range would retransmit it.
    .
    Não parecia haver nenhum dentro do alcance para retransmitir:
    .
    This happened on 24th November 1905. Next day I went to see the Bishop of Iceland, the Right Reverend Hallgrimur Sveinsson, who was my uncle, and stated to him what Jensen had told us, and asked him to write it down and be a witness, whether it proved true or not. At Christmas the next boat came from Denmark, and my uncle looked with curiosity through the Danish paper, Politiken, and to his great content, observed the description of the fire.

  258. Borges Diz:

    “Gorducho Diz:
    DEZEMBRO 19TH, 2016 ÀS 5:05 PM
    Pois é… só que justo quando esses aparelhos apareceram mais os espíritos sumiram
    Fez uma analogia com a modernidade que escancarou ainda mais a inexistência dos alegados fenômenos.
    Acabou nos ajudando ”
    .
    Já disse isto aqui: não sei em que universo você está, porque não parece ser o meu.
    Um abraço

  259. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vou ter que responder devagar, devagarinho, por estar fisicamente prejudicado./
    /
    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “De comum apenas ter havido um incêndio, embora em situações bem distintas.”
    .
    VISONI: Houve mais do que apenas o relato de um incêndio em comum. Haraldsson explica bem as semelhanças. Já disse para você ler o artigo antes de criticá-lo…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: veremos isso daqui a pouco…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Digamos, Indridasson tinha um cúmplice na estação de telégrafo.”
    .
    VISONI: Se havia, teria que ser o Bjorn Jonsson (em minha opinião).
    /
    CONSIDERAÇÃO: conquanto sua opinião seja importante, neste quesito, é apenas uma opinião. Pode ser que tenha sido o Jonsson, mas pode ter sido outro. Sem sabermos das condições em que a sessão transcorreu, nada é certo, tudo é possível…
    ./
    /
    MONTALVÃO DISSE: “Ele sabia que nem todas as informações eram publicadas. Havia seleção do que fosse considerado mais interessante. Então, combinou com o capanga: “vindo informação descartada para publicação, que relate tragédia, ponha num envelope e me entregue a tal hora, no seguinte endereço. Diga que se trata de recado do Sr. Indridi Einarsson, que é para ninguém desconfiar”… Pronto.”
    .
    VISONI: Continua havendo a impossibilidade temporal. Teria de ter havido um erro grotesco nos horários da sessão, erro esse compartilhado por todas as testemunhas (já que ELAS CONCORDARAM QUE AS MENSAGENS FORAM SIMULTÂNEAS AO INCÊNDIO) onde a sessão teria que ter acabado horas depois do que disseram, para que houvesse tempo de a mensagem descartada selecionada chegasse ao Indridi.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se nem as atas da sessão foram achadas, como pode querer pintar o quadro dos acontecimentos? Nem a quantidade de presentes à sessão é conhecida… não inventa…
    ./
    /
    VISONI: Indridi parece ter sabido do incêndio antes mesmo do Corpo de Bombeiros:
    .
    “As sessões começavam às 20 horas e duravam até algumas horas. Uma sessão de cinco horas é relatada. Kvaran escreve que eram por volta das 21 horas quando Jensen contou-lhes sobre o incêndio e, em seguida, uma hora depois o fogo fora controlado. Em Copenhague seriam então 23h15min, porque a diferença de tempo entre Reykjavik e Copenhague era de duas horas e quinze minutos nesta época. De acordo com o Corpo de Bombeiros, eles foram chamados às 23h52min (21h37min no horário islandês).”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: isso introduz baita confusão nos horários. Parece que Indridi soubera do incêndio antes mesmo dele começar, ou ser percebido! Se considerarmos as divergências nos depoimentos das testemunhas, o caso mais se complica. Nielssen e Kvaran diferem drasticamente ao falar da excursão do espírito.
    .
    O primeiro afiança que o morto aproveitou o horário de descanso do médium para dar uma passeada na Dinamarca, onde presenciou o incêndio ser controlado pelos bombeiros. Isso na meia hora de recreio. Neste depoimento, Jensen aparecera, dissera algumas abobrinhas e, após o descanso, dera a notícia do sinistro e de sua debelação. [nem vou perguntar o que o morto fora fazer na Dinamarca, com tantos outros lugares próximos para visitar: estaria avaliando a velocidade de deslocamento?]
    .
    Kvaran (cinco anos após o acontecimento) faz o falecido dar duas viagens. Segundo ele, o espírito já chegara anunciando ter vindo de Copenhague após ter presenciado o [início] do incêndio. Deu a notícia e desapareceu, retornou uma hora depois, informando que estava tudo em paz no reino da Dinamarca.
    .
    Se os bombeiros foram chamados às 23h52, e se tratava de um grande incêndio, com certeza à meia-noite teriam, quando muito, iniciado o combate às chamas. Então, mesmo o “espríto” dando duas viagens, com diferença de uma hora entre elas, ele não poderia ter visto o fogo ser controlado.
    .
    Pode-se supor que Indridi tenha recebido a notícia do início do incêndio e jogado com a sorte ao anunciar o fim do fogo para uma hora adiante…
    /
    continuo mais tarde…

  260. MONTALVÃO Diz:

    /
    “CONSIDERAÇÃO: correto, mas não estamos aqui discorrendo a respeito de provas no sentido jurídico, sim de evidências robustas de que alegações místicas e do paranormal têm sustentabilidade. Estamos vendo que não têm…”
    .
    BO: Deve ficar claro que se trata da sua opinião. Desculpe pela sinceridade explícita. Vejo aí muito preconceito. Testemunho é testemunho em qualquer caso.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sim, sem dúvida, testemunho é testemunho em qualquer caso, entretanto, creio concordará haver estupenda diferença entre um afirmar “vi o Zé esfaquando a Maria” e outro: “toda vez que chego em casa tem um espírito no portão me olhando de cara feia” (se preferir pode substituir espírito por outra coisa: duende, asthar sheran, o capeta, madame Min, bruxa Alcéia, anjo…).
    .
    Pode até ser mentira de quem afirma ter presenciado o esfaqueamento, mas é fácil verificar se Maria foi esfaqueada. Quero dizer, o ato de alguém dar facadas em outrem é coisa que pode acontecer e, infelizmente, acontece.
    .
    Mas se alguém garante que há entes invisíveis o espreitando não temos como saber se tal pode ser realidade . Começa que sequer sabemos se espíritos existem e, caso existam, se existem conforme achamos que sejam. E mesmo que existam não sabemos se são aptos a agirem em meio aos vivos.
    .
    Acho que agora percebe que, embora “testemunho seja testemunho em qualquer caso”, há testemunhos e testemunhos…

  261. MONTALVÃO Diz:

    /
    Há muita diferença entre testemunhos feitos através de relatórios pessoais, sobre algo que ocorreu entre quatro paredes e de uma crença generalizada em alguma coisa, como ficou claro no seu comentário[...]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: se o que aconteceu entre quatro paredes puder ser confirmado e for reproduzível, beleza…
    .
    A crença generalizada em alguma coisa pode estar baseada na intuição generalizada de que aquela coisa seja do jeito que parece ser, como é o caso da Terra imóvel: nossa intuição nos diz que o planeta está parado e os astros giram em torno dele. Se não houver um passo adiante, que rompa com essa ilusão, podemos ir até o final dos tempos supondo que alguma coisa seja o que não é…
    .
    Esse passo adiante é dado pela ciência, não por dogmas religiosos…

  262. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: “Pela sua leitura ele [Flammarion ] deixou claro que espíritos existem, o resto é pura conjectura de sua parte.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nem isso ele deixou claro: desconheço que Flammarion tenha posto os espíritos à prova, cobrando deles demonstração de que estivessem presentes entre os vivos…

  263. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Se tivesse que cuidar de 14 monstros caninos eu já estaria no vale dos suicidas, onde haveria latidos, uivos e ranger de dentes.”
    /.
    NÃO SÃO MONSTROS, estão cá ao meu lado, ressonando felizes, de barriguinha cheia, planejando novas aventuras para o dia que virá…

  264. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Não acho que céticos façam alegações misticas. Apesar de contradições o resultado final é positivo.
    /,
    NÃO SEI O QUE entende por final positivo. Em termos de conhecimento seguro, o resultado final é e sempre foi a incerteza…

  265. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: “É o que eu disse; ainda não foi contestado.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: nesses casos de fotos de fantasmas, a maioria dos casos é tão ridiculamente ilusório que está autocontestado. Pessoas que nada entendem de foto, por verem brilhos nas imagens, ou a figura superposta de outro fotograma, ou por interpretarem um borrão como o registro de um ente desconhecido, querem testemunhar ao mundo que foram abençoados com um fantasma em seus celulares…
    .
    Se suas trezentas horas de vídeo forem desse nível…

  266. MONTALVÃO Diz:

    /
    isso não muda o fato de que a visão humana seja superior à de uma máquina, nem que as máquinas sejam capazes de fotografar espíritos por terem “persistência de visão” diferenciadas.”
    .
    BO: Mas estão fotografando.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: vamos acabar na teimosa afirmação/negação: espíritos são fotografados; não, espíritos não são fotografados…
    /
    Traga um caso, o melhor do melhores de seus arquivos para que o analisemos. Assim passamos das alegações às avaliações objetivas…

  267. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: “Você entendeu tudo errado; se fosse isso eu não perderia trezentas horas. É necessário acompanhar toda a investigação; analisar o comportamento, a coerência e os comentários dos investigadores; a simultaneidade dos registros e a lógica dos acontecimentos.”
    .
    COSNSIDERAÇÃO: tudo bem, posso ter entendido erradamente. Passemos à fase objetiva: selecione o que de melhor tem em seus registros, que comprove a presença de mortos entre os vivos, para que avaliemos conjuntamente a validade dessa prova.

  268. MONTALVÃO Diz:

    /
    “fazer conforme faz, no máximo, poderá me tornar crente na coisa, porém para produzir conhecimento seguro e universalizável não tem qualquer serventia.”
    .
    BO: Então continue descrente.
    /.
    NESTE CASO não está procurando o melhor esclarecimento, está apenas impondo seu ponto de vista: mortos comunicam, são fotografáveis e fotografados e ponto final…
    .
    Conversa assim é prejuízo para as partes.

  269. Marciano Diz:

    Está dando problemas na comunicação.
    Vou tentar com outro nome.
    Não sei por que razão, o comentário não foi publicado. Vou tentar de novo.
    Oi, VINICIUS.
    Concordo contigo que dez mil reais é muito pouco, diante de tamanho absurdo.
     
    ===============================================================
    “Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados, em vez dos dogmáticos terem de prová-los.”
    Moizés Montalvão
    /
    QUANTAS TINHA BEBIDO quando falei tal?
    ===============================================================
     
    Se tivesse lido um pouco mais adiante, teria visto:
    Ele ainda não disse isto em sabe que dirá; minha clarividência é que o mostra.
    confira clicando aqui
     
     
    Estou com graves problemas pessoais e talvez não apareça por aqui nos próximos dias.
    Morte de parente próximo, de quem eu era muito amigo.

  270. Marciano Diz:

    Oi, VITOR.
    Parece que o mecanismo voltou a bloquear o nome 𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔.
    Só consegui enviar o comentário usando Marciano.

  271. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Não parecia haver nenhum dentro do alcance para retransmitir
    ===============================================================
    Sim, isso é o que os espíritas disseram.
    Já disse que pode ter acontecido o fenômeno.
    Mas nós conhecemos bem o histórico de histórias dos espíritas. O Crookes disse que um ovo voava… o Lombroso disse que uma campainha que estava sobre uma jardineira voou retinindo sobre a cabeça dos sentantes e depois de ter dado um círculo em volta da mesa voltou pro lugar.
    O Dr. Bezerra contou um fato não presenciado por ele, que se sucedeu aí: uma pimenteira arrancou-se por si só e seguiu pelo ar pro alto dum morro atrás da casa.
    Claro, era um espírito que estava sendo enxergado por uma menina que morava junto com a família.
     
    Então o que eu deploro é essa sua mudança de atitude. Passou a só repetir o que os espíritas – e seus correlacionados telepatas, ganzfeldpatas, e tudo isso que é o mesmo…- anglos ou nórdicos dizem.
    O Sr. reposicionou o Sítio duma baseada em discernimento crítico pra apologia a qualquer custo desde que as fontes sejam anglos ou nórdicas. 
    Repito: foi há 100+ anos, então pode sim ter acontecido. Agora, se é pra só ficar repetindo literatura espírita, não tem sentido nenhum o Sítio na minha opinião.
     
    Sim, sei: o Sítio é seu e os incomodados que se retirem.

  272. Gorducho Diz:

    AMo colocou bem Analista Borges.
    Seria produtivo que trouxesse seus melhores casos – começando por um, claro :D – para que se possa ver.
    Se não fica mesmo conversa de criança:
    – E.
    – Não é.
    – É sim, tou dizendo…
     
     
    Se forem páginas de INTERNET ou vídeos, como no Sítio não tem imagens – claro, sabe! – pode por assim:
     
    <a href="CAMINHO DA PÁGINA">Descrição que quiser por</a>

  273. Espirita Sp Orlando Diz:

    Borges, participo pouco por aqui. Concordo com o pedido do sr. Montalvão e reforçado por Gorducho. Divulgue suas experiências mediúnicas que presenciou.
    Como sabem sou Espirita mas não pelos fenômenos e sim pelos ensinamentos evangélicos e dos livros do Dr. Miranda.
    Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito. Se fosse espírito sério aparecia mais vezes e dariam mais testemunhos e ficariam fraternalmente contentes de estarem esclarecendo as pessoas.

  274. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: ” conquanto sua opinião seja importante, neste quesito, é apenas uma opinião. Pode ser que tenha sido o Jonsson, mas pode ter sido outro. Sem sabermos das condições em que a sessão transcorreu, nada é certo, tudo é possível…”
    .
    Bom, nós sabemos que as sessões iniciavam às 20 horas. A maior sessão registrada durou 5 horas. Então a sessão foi no máximo até a uma da manhã. Ponto pacífico aqui?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “se nem as atas da sessão foram achadas, como pode querer pintar o quadro dos acontecimentos? Nem a quantidade de presentes à sessão é conhecida… não inventa…”
    .
    Por padrão as sessões iniciavam às 20 horas. Outras sessões sobreviveram que servem ao menos para termos certeza desse ponto.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “isso introduz baita confusão nos horários. Parece que Indridi soubera do incêndio antes mesmo dele começar, ou ser percebido!”
    .
    Antes de começar, não. Antes de ser percebido, sim.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Se considerarmos as divergências nos depoimentos das testemunhas, o caso mais se complica. Nielssen e Kvaran diferem drasticamente ao falar da excursão do espírito.”
    .
    Será? veremos… e na verdade é Nielsson, não Nielssen…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Se os bombeiros foram chamados às 23h52, e se tratava de um grande incêndio, com certeza à meia-noite teriam, quando muito, iniciado o combate às chamas. Então, mesmo o “espríto” dando duas viagens, com diferença de uma hora entre elas, ele não poderia ter visto o fogo ser controlado.”
    .
    Como não? Nielsson diz que o recado foi dado numa pausa de meia hora para o médium descansar “no meio da sessão”. Kvaran disse que eram “aproximadamente 21 horas”. Como as sessões começavam às 20 horas, se o médium precisou de uma pausa de meia hora após, digamos, uma hora de sessão, e o espírito apareceu após ou durante essa pausa de meia hora, isso daria entre 21h15min [exatamente no meio da pausa] e 21h30min. Voltando uma hora depois, ele viu o fogo ser controlado entre 22h15min e 22h30min. Com a diferença de 2h15min, isso dá entre 00h30min e 00h45min da manhã como o horário em que os bombeiros controlaram o fogo. É isso que diz o Politiken:
    .
    Em cerca de meia hora, o fogo tinha diminuído de tal forma que os bombeiros puderam remover as mangueiras do outro lado da rua para deixar passar cerca de uma dúzia de bondes que aguardavam e depois conectaram as mangueiras novamente. . .
    .
    Como os bombeiros foram chamados às 23h52min, começado o combate à meia noite, em meia hora casaria com o horário que o espírito deu para controlar o fogo. Já o outro jornal, o Berlingske, diz:
    .
    Ontem, por volta da meia noite, o Corpo de Bombeiros foi chamado para a Store Kongensgade 63, onde o fogo irrompeu em uma casa no quintal, no armazém da fábrica de lâmpadas de Copenhague. O fogo se espalhara consideravelmente quando as brigadas da principal estação de bombeiros e da estação Adelsgade chegaram. Ainda assim, os bombeiros conseguiram controlar o fogo em cerca de uma hora.
    .
    Isso daria cerca de uma da manhã. Tirando a média entre o Berlinske (1 da manhã) e o Politiken (meia noite e meia) isso dá 00h45min, simultâneo ao recado do espírito.

  275. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Passou a só repetir o que os espíritas – e seus correlacionados telepatas, ganzfeldpatas, e tudo isso que é o mesmo…- anglos ou nórdicos dizem.”
    .
    Eles estão bem mais avançados (em relação ao Brasil) tanto na descrição dos experimentos quanto nos cuidados metodológicos. Você citou Crookes, os artigos sobre ele aqui no blog mostram falhas na pesquisa dele. Eu não ligo de que país é o estudo, o que me interessa é se o artigo possui qualidade metodológica. Apenas isso. Se o Brasil ainda não atingiu esse nível de excelência na pesquisa paranormal, paciência.

  276. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Então a sessão foi no máximo até a uma da manhã. Ponto pacífico aqui?
    ===============================================================
    Tid i København = 03:00AM ✅

  277. Gorducho Diz:

    Mas qual qualidade metodológica tem este estudo?
    Em que ele difere da campainha do Cesare Lombroso ou do ovo do Crookes?
    Tudo bem: a pimenteira que subiu o morro deixo de fora porque de fato Dr. Bezerra não presenciou o fenômeno.
     
    É um simples relato feito pelos espíritas.
    Veja: não tou me referindo ao re-relato elaborado pelo Haraldsson que, como bem sublinhou AMa, nasceu 1 quartel depois do fato.

  278. Borges Diz:

    CONSIDERAÇÃO: sim, sem dúvida, testemunho é testemunho em qualquer caso, entretanto, creio concordará haver estupenda diferença entre um afirmar “vi o Zé esfaquando a Maria” e outro: “toda vez que chego em casa tem um espírito no portão me olhando de cara feia” (se preferir pode substituir espírito por outra coisa: duende, asthar sheran, o capeta, madame Min, bruxa Alcéia, anjo…).”
    .
    Por que tenta maquiar a situação? Estou considerando um trabalho sério desenvolvido por cientistas e pessoas consideradas probas, com uma médium paga, exatamente para se submeter aos rigores do grupo, com relatos por escrito (testemunhos) dos membros participantes.
    Um abraço

  279. Gorducho Diz:

    Estatística não é cuidado metodológico.
    Estatística é desconhecimento de espiritismo.

  280. Vitor Diz:

    GORDUCHO DISSE: “Mas qual qualidade metodológica tem este estudo?”
    .
    a) Enorme impossibilidade de vazamento das informações pelas condições naturais da região.
    b) Grande número de testemunhas.
    .
    GORDUCHO DISSE: “Em que ele difere da campainha do Cesare Lombroso ou do ovo do Crookes?”
    .
    Aqui se trata de um caso de mediunidade mental, não física.

  281. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: se o que aconteceu entre quatro paredes puder ser confirmado e for reproduzível, beleza…”
    .
    Houve várias seções com sucesso, você sabe disso.
    Um abraço

  282. Borges Diz:

    Se suas trezentas horas de vídeo forem desse nível…
    .
    Você está cego

  283. Borges Diz:

    “Traga um caso, o melhor do melhores de seus arquivos para que o analisemos. Assim passamos das alegações às avaliações objetivas…”
    .
    Continua querendo receber tudo de “mão beijada”. Que tal as trezentas horas.
    Um abraço

  284. Borges Diz:

    “COSNSIDERAÇÃO: tudo bem, posso ter entendido erradamente. Passemos à fase objetiva: selecione o que de melhor tem em seus registros, que comprove a presença de mortos entre os vivos, para que avaliemos conjuntamente a validade dessa prova.”
    .
    Acabei de responder.

  285. Borges Diz:

    “NESTE CASO não está procurando o melhor esclarecimento, está apenas impondo seu ponto de vista: mortos comunicam, são fotografáveis e fotografados e ponto final…”
    .
    Você está produzindo distorções; leia atentamente; considere o contexto; tenho certeza que entenderá.
    Um abraço

  286. Borges Diz:

    “Gorducho Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 6:09 AM
    AMo colocou bem Analista Borges.
    Seria produtivo que trouxesse seus melhores casos – começando por um, claro – para que se possa ver.”
    .
    Considere para você a resposta que apresentei ao Amo.
    Um abraço

  287. Borges Diz:

    Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito.”
    .
    Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.
    Um abraço

  288. MONTALVÃO Diz:

    /
    QUANTAS TINHA BEBIDO quando falei tal?
    ==================================================

    “Se tivesse lido um pouco mais adiante, teria visto:
    Ele ainda não disse isto em sabe que dirá; minha clarividência é que o mostra.”
    /,
    CONSIDERAÇÃO: Quantas terei bebido, quando tal proferir?
    /
    /
    “Estou com graves problemas pessoais e talvez não apareça por aqui nos próximos dias. Morte de parente próximo, de quem eu era muito amigo.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pêsames. Tomara que vá tudo certo nesse período de luto.

  289. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Considere para você a resposta que apresentei ao Amo.
    ===============================================================
    :?:
    Se não trouxer cá o que considera comprovações ou pelo menos fortes indícios de, se torna estéril porque não se fica sabendo a que se refere.

  290. MONTALVÃO Diz:

    /
    SAMPOLARDO: Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito. Se fosse espírito sério aparecia mais vezes e dariam mais testemunhos e ficariam fraternalmente contentes de estarem esclarecendo as pessoas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Samporlando tem me surpreendido com ponderações maduras, mesmo que com elas não concorde.
    .
    Sim, poderiam ser espíritos brincalhões, ou outra classe qualquer de desclassificados espirituais. Mas para chegar-se a cogitar dessa hipótese necessário se faz averiguar com atenção as explicações terrenas, as quais normalmente dão conta de esclarecer o aparente mistério.
    .
    Fotos, filmes, gravações de voz se prestam a muitas burlas, pelo que parece, o BO não se apercebe disso e acata com generosidade (e satisfação) divulgações da espécie.

  291. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “isso introduz baita confusão nos horários. Parece que Indridi soubera do incêndio antes mesmo dele começar, ou ser percebido!”
    .
    VISONI: Antes de começar, não. Antes de ser percebido, sim.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o fato é que, sem dispor das atas não se pode afirmar quem deu o depoimento correto, Nielsson ou Kvaran. Seguindo seu raciocínio, o espírito teria que dar mesmo duas viagens, sendo então o relato de Nielsson errado. Conforme Kvaran noticia, o espírito já chegara anunciando o sinistro. A que horas foi esse anúncio? Quando foi, de fato, o horário do descanso?
    .
    Entretanto, há que se considerar o seguinte: Kvaran deu o depoimento cinco anos após os acontecimentos, quando os horários certos eram sabidos (e talvez as folhas das atas já houvessem sido arrancadas, por quem não se sabe). Ele pode simplesmente ter feito as adaptações necessárias para que os acontecimentos casassem melhor com o discurso de Indridi.
    .
    Agora, uma curiosidade que não posso calar: ninguém quis indagar do espírito o que ele viera fazer na islândia, saído da distante Dinamarca? E como aportara certinho no local onde Indridi era experimentado? Gente pouco curiosa essa turma, hem?

  292. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    a) Enorme impossibilidade de vazamento das informações pelas condições naturais da região.
    ===============================================================
    Desprovado já na 1ª resposta da rubrica.
    Pode-se discutir os horários e se a notícia foi veiculada.
    Mas impossível não.
    Aliás o Sr. levantou – sem querer é claro :evil: outra possibilidade: via telégrafos de vapores…
     
     
    ==============================================================
    b) Grande número de testemunhas.
    ==============================================================
    :?:
     
     
    ==============================================================
    Aqui se trata de um caso de mediunidade mental, não física.
    ==============================================================
    Puxa, a gente tem que lhe dar tudo bem mastigadinho senão não rola :(
    Em todos os casos o que temos são relatos de Crentes espíritas. Não tem metodologia outra nenhuma senão o relato.

  293. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Agora, uma curiosidade que não posso calar: ninguém quis indagar do espírito o que ele viera fazer na islândia, saído da distante Dinamarca? E como aportara certinho no local onde Indridi era experimentado?
    ===============================================================
    Pelo que entendi foi mero acaso. Esse espírito se manifestava com certa assiduidade nas séances deles.
    Tava se manifestando e irrompeu o incêndio perto da antiga casa terrícola dele e aí o supercentido espiritual ou colegas espíritos vieram avisar ele.
    E ele foi olhar in loco.
    É o que captei.

  294. MONTALVÃO Diz:

    /

    FATBOY: Mas qual qualidade metodológica tem este estudo?
    Em que ele difere da campainha do Cesare Lombroso ou do ovo do Crookes?
    Tudo bem: a pimenteira que subiu o morro deixo de fora porque de fato Dr. Bezerra não presenciou o fenômeno.
    .
    É um simples relato feito pelos espíritas.
    Veja: não tou me referindo ao re-relato elaborado pelo Haraldsson que, como bem sublinhou AMa, nasceu 1 quartel depois do fato.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: correto, um caso que provalmente sofreu algumas guaribadas para se tornar “perfeito” não difere nada dos estudos nacionais mas furrequinhas.
    .
    Se o Visoni ousou trazer essa pantomima como exemplo do alto nível da pesquisa internacional, deveria, por coerência, apresentar esxperiências do Instituto Lombroso com Mirabelli, que estão ao par com o artigo enaltecedor de Indridi.
    .
    E, por justiça com os nacionais, postar (mais) casos do Alexander Moreira, as investigações de Stanley Krippner no Brasil, os estudos feitos por estrangeiros e locais com Arigó, João de Deus, Green Morton, as pesquisas do Guerrer, os esforços do esforçado Sandro aviador, etc.
    .
    Material tem, o que não tem é o ânimo de se arriscar a ver seus heróis descabelados na primeira rasteira, como o Gorducho fez no presente caso.

  295. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: “Por que tenta maquiar a situação? Estou considerando um trabalho sério desenvolvido por cientistas e pessoas consideradas probas, com uma médium paga, exatamente para se submeter aos rigores do grupo, com relatos por escrito (testemunhos) dos membros participantes.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tão misterioso é esse trabalho que a médium não tem nome, tampouco se identifica os cientistas que investigaram? Ou perdi alguma coisa de seus comentários?

  296. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO DISSE: “Mas qual qualidade metodológica tem este estudo?”
    .
    a) Enorme impossibilidade de vazamento das informações pelas condições naturais da região.
    b) Grande número de testemunhas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: quantas testemunhas? O que disseram? Qual o real panorama do experimento? Quais controles para evitar que o médium tivesse acesso a informações de fora? Quais os reais horários daquela sessão?

  297. Gorducho Diz:

    Quase isso…
    Ele nos disse que tinha vindo diretamente de Copenhague, e que havia um incêndio lá: uma fábrica estava em chamas.
     
    Certamente o espírito sabia que a Islândia era completamente isolada sem contatos telegráficos com a metrópole então resolveu dar a notícia.
    Claro que chamou mais a atenção dele porque era perto da antiga casa dele. Não sei se o irmão não moravá lá, ou o negócio ainda existiria (?)

  298. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO DISSE: “Em que ele difere da campainha do Cesare Lombroso ou do ovo do Crookes?”
    .
    VISONI: Aqui se trata de um caso de mediunidade mental, não física.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Mirabelli tem material para atender a todas essas exigências, tanto no físico quanto no mental.
    .
    Aliás, falando em mediunidade mental, tudo indica que o forte do trabalho de Kvaran e trupe com Indridi eram os efeitos físicos, inclusive Haraldsson informa que a “Sociedade Experimental” fora criada exclusivamente para estudar o médium, com quem assinou contrato de exclusividade(eis porque as críticas ao sujeito eram feitas por quem não assistira às sessões: elas eram fechadas).
    .
    Dito isto, indago: são os “poderes” excepcionais de Indridi sobre a matéria que dão força ao evento mediúnico, ou é o “caso perfeito” que atestaria a legitimidade do alegados dons maravilhosos do sujeito? Ou foram as pesquisas da Sociedade que afiançam, inconteste, a autenticidade de Indridi?
    .
    Posso resumir as questões acima numa única indagação: por que o “caso perfeito” é tão bundinha?

  299. Gorducho Diz:

    Pois é… as fotos kirlian da água fluidificada e agora essa médium que acertou 8 em 10 do ✈ são 1000000x mais fortes metodologicamente e atuais de agora!
    Mas cá temos é o perneta e agora o incêndio…
    Por que?
    Porque são nórdicos.

  300. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Gorducho Diz:
    Pois é… só que justo quando esses aparelhos apareceram mais os espíritos sumiram
    Fez uma analogia com a modernidade que escancarou ainda mais a inexistência dos alegados fenômenos.
    Acabou nos ajudando”
    .
    BO: Já disse isto aqui: não sei em que universo você está, porque não parece ser o meu.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: certamente os universos são bem distintos e suas respostas, Bo, são além de lacônicas, evasivas: nada de produtivo acrescentam…

  301. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Se suas trezentas horas de vídeo forem desse nível…”
    .
    BO: Você está cego
    /.
    CONSIDERAÇÃO: enxergo mal, é fato, mas enxergo, o que desconheço é a qualidade de suas trezentas horas, por isso estou especulando…

  302. MONTALVÃO Diz:

    /
    CONSIDERAÇÃO: se o que aconteceu entre quatro paredes puder ser confirmado e for reproduzível, beleza…”
    .
    BO: Houve várias seções com sucesso, você sabe disso.
    /.
    DEVO TER MESMO PERDIDO algum pedaço dessa conversa, de que sessões fala?

  303. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Continua querendo receber tudo de “mão beijada”. Que tal as trezentas horas.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não almejo “receber tudo”, requeri apenas um caso, o melhor que tiver, o pica das galáxias da demonstração de um morto presente entre os vivos. Só isso…

  304. MONTALVÃO Diz:

    /
    “tudo bem, posso ter entendido erradamente. Passemos à fase objetiva: selecione o que de melhor tem em seus registros, que comprove a presença de mortos entre os vivos, para que avaliemos conjuntamente a validade dessa prova.”
    .
    BO: Acabei de responder.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: resposta que nada responde não é resposta.

  305. MONTALVÃO Diz:

    /
    SAMPORLANDO: Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito.”
    .
    BO: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: alegação falaciosa: toma uma de muitas possibilidade (em verdade a mais fraquinha de todas) como a única.
    .
    O Samporlando não disse que “SÃO espíritos brincalhões”, mas que “PODEM SER”, ou seja, no contexto espiritista em que os dois navegam essa hipótese merece crédito, mas o samporlando foi prudente em não ser taxativo: “pode ser”…
    .
    Pode também “não ser”…

  306. Vitor Diz:

    BORGES DISSE: “Será que você não poderia ligar o trecho em questão, ao espírito investigativo do bispo e não à crença espírita? Parece mais lógico para mim que ele colocava o resultado positivo da experiência acima das suas convicções religiosas.”
    .
    Perfeito, Borges. De fato, é claramente dito no artigo:
    .
    Mas anotamos seu relato e guardamos o documento com o Bispo [que participou de sessões anteriores].
    .
    O Bispo já tinha adquirido uma boa impressão sobre o médium de sessões anteriores.

  307. MONTALVÃO Diz:

    /
    =============================================
    Agora, uma curiosidade que não posso calar: ninguém quis indagar do espírito o que ele viera fazer na islândia, saído da distante Dinamarca? E como aportara certinho no local onde Indridi era experimentado?
    =============================================
    .
    “Pelo que entendi foi mero acaso. Esse espírito se manifestava com certa assiduidade nas séances deles.”
    /
    CONSIDERAÇÃO: parece que não era um dos habituais… aliás, o carro-chefe das sessões, que começaram no início de 1905, eram os fenômenos físicos. Esses é que deslumbravam Kvaran, Nielsson & cia. Conquanto os fenômenos mentais estivessem presentes, de uma longa lista de efeitos físicos aldrabados por Indridi, os efeitos mentais ocupam discreto lugar.
    /
    ———————————–.
    “Os fenômenos observados em torno de Indridi começaram no início de 1905 com fortes movimentos de mesa, escrita automática e discursos em transe, nos quais apareceram os primeiros controles e comunicadores diretos. As sessões foram realizadas na escuridão com uma luz fraca de uma fornalha ou de uma pequena lâmpada vermelha. Após o verão de 1905, as levitações e os movimentos de objetos continuaram. Por exemplo, uma mesa levitou sem que ninguém a tocasse, e numa outra ocasião os assistentes não conseguiram abaixar com as mãos uma mesa que levitava. Golpes e pancadas nas paredes, no chão e no ar eram comuns. Houve levitações do médium. Os assistentes eram muitas vezes tocados por mãos invisíveis, com o médium mantido a certa distância deles. Nesse momento surgiram os primeiros fenômenos luminosos, como clarões cintilantes autoluminosos, ou pontos de luz no ar ou nas paredes da sala da sessão.
    Indridi Indridason é conhecido principalmente por fenômenos físicos. Segue-se uma breve lista de observações relatadas nas sessões e algumas que ocorreram fora das sessões formais (relatadas dentro e fora dos livros de atas).
    [...]
    - Fenômenos mentais também foram relatados; isso é, foram ditas informações que não estavam disponíveis para qualquer um dos assistentes por meios normais. O centro deste artigo tratará de um desses casos, quando um incêndio em Copenhague foi descrito em uma época em que não havia contatos telefônicos ou de rádio com a Islândia.”
    ———————————–.
    /
    QUE JENSEN era novo no pedaço quando apareceu, em novembro, fica patente no trecho:
    .
    ——————————.
    “Em 24/11/1905 um novo comunicador apareceu. Nenhum dos assistentes o reconheceu, assim que ele cai na categoria de um comunicador inesperado (Haraldsson & Stevenson, 1975).”
    ——————————.
    /
    ENTÃO, o “spritu” saiu da Dinamarca, viajou meio-mundo e foi aterrissar, sem errinho algum, no local da sessão. Mirolha, hem?

  308. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “há tantas ou mais denúncias contra as falcatruas de Indridadsson quanto e as de Mirabelli.”
    .
    VISONI: Mesmo? Cadê? Haraldsson diz que a maior parte das críticas a Indridi eram muito gerais, nada específicas, VINDAS DE QUEM NÃO TINHA ASSISTIDO ÀS SESSÕES E PURAS CONJECTURAS. Bem diferente de Mirabelli, em que as críticas vinham de quem assistiu as sessões. Lembro ainda que foi feito um teste com Mirabelli que durou 5 dias (cada dia uma tentativa) e nenhum fenômeno se produziu. Houve um acadêmico que criticou Indridi dizendo que ele era histérico e epilético porque diziam que a mãe dele tinha sido histérica, especialmente quando casada, tendo caído em coma algumas vezes. Você acha essa uma crítica SUBSTANCIAL?
    /
    CONSIDERAÇÃO: uma crítica insubstancial não desqualifica as críticas substanciais, que certamente existiram, mas não parece ser do interesse do Haraldsson divulgá-las. Mirabelli foi criticado por quem assistiu seu xou porque se expunha mais que seu colega islandês. Como há pouco material sobre Indridi em português e os poucos que existem são meramente louvativos, remeto-o à apreciação de Silva Mello que postei linhas atrás, da qual repriso trecho:
    .
    ——————————–.

    Sobre Indridasson Silva Mello escreveu:
    “Haraldur Nielsson, num livro sobre espiritualismo experimental, revela coisas espantosas obtidas com um médium extraordinário, Indridason, que se elevava com a poltrona até o teto, materializava vozes diferentes e que eram ouvidas ao mesmo tempo e, certa vez, conseguiu desmaterializar um dos seus próprios braços, que desapareceu do corpo, como foi verificado pelos circunstantes. É verdade que tudo isso, como era de esperar, se realizava no escuro, tendo ele se recusado a tirar a camisa para que pudessem examinar o ombro, sem o braço!.”
    ————————————-.
    .
    O quadro me parece claro: Kvaran e amigos, seguindo uma linha de empolgação que varreu a Europa naquele período, ficou maravilhado por achar um “poderoso” ao qual pudesse estudar com exclusividade. Provavelmente possuidor de recursos, ofereceu a Indridi moradia e salário em troca do monopólio nos estudos. O médium, um sem eira nem beira, que morava de favor com os Einarsson, pelo “bem da ciência” aceitou o sacrifício e foi dar espetáculos aos seus ingênuos pesquisadores.
    .
    Os críticos externos ouviam falar das maravilhas produzidas pelo sujeito e faziam suas concatenações que resultavam em apreciações variadas, que suponho fossem algumas de bom nível e outras nem tanto.
    .
    A Indridi o que importava era manter os clientes satisfeitos e crédulos de seus talentos excepcionais. Pelo visto, foi bem eficiente nisso, pois conseguiu cativar quem veio ao mundo bem depois dele, e se tornou arauto de sua legitimidade, qual é o caso do Haraldsson.

  309. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Kvaran deu o depoimento cinco anos após os acontecimentos, quando os horários certos eram sabidos (e talvez as folhas das atas já houvessem sido arrancadas, por quem não se sabe). Ele pode simplesmente ter feito as adaptações necessárias para que os acontecimentos casassem melhor com o discurso de Indridi”.
    .
    O Nielsson tb tinha as mesmas informações, mas escreveu sua versão 17 anos depois, com menos detalhes. Fica claro que ele está escrevendo de memória. Pelo relato de Nielsson o fogo sendo controlado entre 00h30min e 1 da manhã seriam pelo menos 22h15min no local da sessão, e ele informa que isso se deu “no meio da sessão”. Tendo começado às 20 horas, se estávamos no meio então a sessão durou umas 4 horas e meia. Já chegaram a 5 horas de sessão, sim, eu sei, mas eu não imagino que tamanha duração fosse um hábito.
    .
    As páginas não foram arrancadas, simplesmente essa sessão está no fim de outro livro de atas que não foi achado. Se ficou com o Bispo, ele morreu em 1909 e as coisas dele foram dispersas. Pode ser que ainda apareça esse livro, ou que ele tenha sido destruído, vai saber…

  310. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Se o Visoni ousou trazer essa pantomima como exemplo do alto nível da pesquisa internacional, deveria, por coerência, apresentar esxperiências do Instituto Lombroso com Mirabelli, que estão ao par com o artigo enaltecedor de Indridi.”
    .
    As pesquisas do Instituto Lombroso nunca foram publicadas em revistas científicas. Em 1924 os pesquisadores de Indridi publicaram um artigo no JASPR.

  311. MONTALVÃO Diz:

    /
    Vitor Diz:
    Nem mesmo os incêndios? Replica o haraldsson aí, quero ver:
    .
    ———————————————–.
    “Existem algumas semelhanças óbvias entre os casos de Indridi/Jensen e Swedenborg.
    - Ambos narram duas ou mais observações do incêndio com algum intervalo entre elas.
    - Em sua última observação ambos relatam que o fogo foi controlado.
    - Nos dois casos muitos observadores estavam presentes, quinze, com Swedenborg e, presumivelmente, vários assistentes com Indridi, o número exato desconhecido. Aqueles presentes em ambos os casos ficaram tão impressionados que selecionaram dois indivíduos de alta posição para serem testemunhas, o bispo da Islândia e o governador de Gotemburgo.
    - Ambos os grupos esperaram que a notícia chegasse, de Copenhague, que está a mais de 2.000 quilômetros de distância, e de Estocolmo, a 400 quilômetros de Gotemburgo.
    - O local dos incêndios em ambos os casos, obviamente, era de extrema importância para ambos os percipientes (assumindo que o desencarnado Jensen era o percipiente).
    .
    - No caso de Swedenborg o fogo ameaçava sua casa e propriedade. No caso de Jensen, o fogo ocorreu muito perto de casas onde viveu durante sua vida, na verdade, por toda a sua vida, e onde ele deve ter tido muitos amigos íntimos.
    .
    - Os dois casos também diferem de modos importantes. Indridi estava em transe e um de seus comunicadores descreveu o incêndio.
    .
    - Swedenborg estava, aparentemente, em seu estado normal de consciência. Devemos, no entanto, observar que Swedenborg queria ficar sozinho e imperturbável quando saiu para ter suas impressões sobre o incêndio. Talvez tenha entrado em algum estado alterado de consciência, QUANDO ELE, PRESUMIVELMENTE, SE COMUNICOU COM ESPÍRITOS DE FALECIDOS, nesse caso se aproximando à situação de Indridason.
    .
    Alternativamente, poderia este ser um caso de telepatia por Swedenborg? Não sabemos se alguém vivia na casa de Swedenborg enquanto ele estava fora. Tal qual Jensen, Swedenborg nunca se casou, e talvez por isso seja mais provável que não houvesse ninguém na casa que ficasse ciente do fogo se aproximando e pensasse em Swedenborg. Obviamente, ele tinha vizinhos, mas que certamente estavam mais preocupados com os seus próprios imóveis do que com o dele. Isso deixa a telepatia enquanto interpretação não muito provável, mas não há como decidir que tipo de percepção foi essa, se clarividência ou telepatia, caso se tratasse da própria percepção de Swedenborg. O que sabemos com certeza é que ele alegou mais tarde em sua vida se comunicar com os espíritos dos falecidos.
    —————————————.
    .
    VISONI: Vai, replica aí, tô no aguardo.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: pois não… certamente “replicar” não no sentido de refazer as experiências perceptivas, mas no de contestar…
    .
    Esta resposta vai ser um tanto longa…
    /

    Primeiro ponto a considerar: Haraldsson conjetura que Swedenborg, qual o esperto Indridi, recebera de espíritos a notícia do fogo. Entretanto, o sueco não comunicava com mortos no sentido espiritista-espiritualista: ele dizia receber das almas no céu e dos anjos informações sobre como as coisas funcionavam no reino celeste. Então, a conjetura de que ele tivesse recebido de mortos informações do incêndio não condiz com a natureza da missão espiritual que afirmava lhe fora confiada. Há, sim, um depoimento, de quem dizia ter estado no jantar onde o sueco falou do incêndio, asseverando que Swedenborg afirmara ter recebido a notícia de “anjos”, o que faz mais sentido, pois os anjos, na crença cristã são “mensageiros de Deus”. Logo que achar a referência posto aqui.
    /

    Essa lista de semelhanças, dadas por Haraldsson, lembra aquelas que ainda circulam pelas quebradas mostrando semelhanças reencarnatórias entre figuras históricas, quais Lincoln e Kennedy.
    .
    Daqui a pouco a examinarei mais detalhadamente as similaridades entre os incêndios.
    .
    Inicialmente vejamos os perfis dos dois, a fim de mostrar as notáveis distâncias entre os personagens:
    .
    PERFIL DE SWEDENBORG:
    /
    -A-
    MOI: Foi aos 59 anos, em 1747, que Swedenborg passou a ter visões místicas. O que pode ter acontecido para que tal se desse? Ora, muitas possibilidades. Swedenborg pode ter caído de cabeça; pode ter tido um pequeno vaso estourado no cérebro; pode ter desenvolvido um tumor benigno; pode ter vivenciado surtos esquizofrênicos; pode ter desenvolvido epilepsia, ou qualquer outra situação que ocasione quadros alucinatórios. Em mentes privilegiadas, qual foi a do sueco, distúrbios que ocasionam visões produzem cogitações altamente criativas…
    .
    -B-

    Cristovão Rabelo: Emerson, o filósofo americano, chamou-o “uma alma colossal que estava muito além de seu tempo” (“Representative Men”, London, 1896).
    A grande Helen Keller, cujo livro “My Religion” é um tributo aos Escritos de Swedenborg, chamava-o “Titã” e “Gênio”. Para ela, Swedenborg foi “um olho entre os cegos, um ouvido entre os surdos” e “um dos mais nobres que o mundo cristão jamais conheceu” (Helen Keller, My Religion, NY, 1953).
    .
    Poderíamos citar vários outros personagens famosos na civilização ocidental que disseram ter sido influenciados pelos Escritos swedenborguianos, como Abraham Lincoln, William Blake, Jean Oberlin e Jorge Luis Borges; e outros que eram familiarizados com suas obras, como Immanuel Kant, Linnaeus, John Wesley, Goethe, Rousseau, Baudelaire e Voltaire. Uns eram entusiastas do nobre sueco, outros o questionavam. Mas todo grande pensador tem encontrado em Swedenborg, pelo menos, um campo fértil de reflexão.
    .
    Mas, quem foi esse homem tão respeitado pelas grandes inteligências? Quem foi esse homem que pesquisou mais áreas do conhecimento humano do que qualquer outro cientista antes e depois dele? Quem foi esse que deixou uma coleção de 237 títulos de obras científicas, filosóficas, psicológicas e teológicas ainda tão pouco conhecidas no mundo?
    [...]
    Quando iniciou seus estudos na Universidade de Upsala, Swedenborg tinha apenas 11 anos. Naquela época, a universidade oferecia quatro áreas principais de formação: Teologia, Direito, Medicina e Filosofia. Swedenborg se formou em Filosofia, mas sua mente inquiridora o levou também a muitos outros campos. A faculdade de filosofia incluía, também, o estudo de ciências e matemática. Mas ele ainda tirou cursos em direito e medicina. Como a maior parte da instrução era em latim, instruiu-se nessa língua e, depois, em grego e hebraico. Dominou também inglês, francês, italiano e holandês, além de sua língua nativa, evidentemente. Como diversão, escrevia poesias e estudava música, chegando a atuar como organista no serviço litúrgico da igreja sueca.
    .
    Terminando a universidade em 1709, empreendeu uma longa viagem ao Exterior a fim de aprimorar a instrução, passando alguns anos na Inglaterra, França, Holanda e Alemanha. Nesse período, estudou física, astronomia e a maioria das outras ciências naturais. Visitava sempre as universidades, bibliotecas e academias, procurando se relacionar com cientistas ilustres, para conversar sobre os seus campos de estudo. Interessou-se também pela mecânica prática e por ofícios tais como relojoaria, encadernação de livros, gravação de metais, construção de instrumentos musicais metálicos. Costumava se hospedar com artesãos ingleses só para aprender os seus ofícios e artes. Seus estudos posteriores incluíram cosmologia, matemática, anatomia, fisiologia, política, economia, metalurgia, mineralogia, geologia, engenharia de minas e química. Além disso, ficou muito versado na Bíblia. Em suma, numa época em que poucos indivíduos tinham acesso a uma instrução formal, Swedenborg passou 35 anos empenhado num intensivo programa de aprendizagem quase autodidata.
    http://igreja_expectante.tripod.com/suendenborg.htm
    /

  312. MONTALVÃO Diz:

    /
    Agora vejamos INDRIDASON:
    .
    -A-
    “O último livro do Beloff, A Pergunta Inexorável, conclui com cinco casos que ele afirma nenhum cético poder explicar: (1) O peito esquerdo de uma mulher, totalmente destruído por câncer, foi regenerado instantaneamente quando um pouco de terra do túmulo de um santo foi colocado sobre ele. (2) Joseph Cupertino, o “monge voador,” que voou acima das copas das árvores. Beloff chama estas realizações aéreas de “os melhores milagres atestados associados com qualquer figura religiosa na história.” (3) As manifestações físicas da médiun de Boston Margery. (4) O MÉDIUM ISLANDÊS DE INDRID INDRIDASON, que produziu rappings [batidas], brisas, ectoplasmias, e “odores inexplicáveis.” (5) A médium escocesa Helen Duncan, cujas formas de espíritos dos mortos dissolviam-se afundando no chão como a Bruxa Má do Oeste.”
    (Martin Gardner 3001 Chestnut Road Hendersonville, NC 28792
    COPYRIGHT 1995 Committee for the Scientific Investigation of Claims of the Paranormal)
    /
    -B-
    “O investigador a quem me refiro é o notável metapsiquista inglês Harry Price, fecundo escritor e experimentador ativíssimo, o qual publicou recentemente um volume no qual retoma um livro seu de meio século e o intitula: Cinquenta Anos de Pesquisa Psíquica.
    /
    Trata-se de um investigador rigorosamente científico, exageradamente desconfiado e exigente em termos de controle e de provas; e esta característica última, muito frequente, trouxe para ele muitas confusões e polêmicas, as quais em boa parte são justificadas.
    [...]
    .
    Observo quanto a isso que ele parece reticente quando fala da irmã Fox, da médium Slade, de Florence Cook, de D’Esperance, da celibata Sra. Margery Crandon, de Eva Carrièrre, de Valiantine, da sra. Deane e das integríssimas sra. Jordan e srta. Moberley, as sensitivas e clarividentes que tiveram a visão de uma tragédia no parque de Versalhes.
    .
    Dos antigos grandes médiuns de efeitos físicos, o único que se salva é o D. D. Home. [...] Ressalto, entretanto, que sua declaração não impediu que ele se contradissesse pouco depois, quando se referia ao famoso caso de levitação de Home, no qual ele saiu de uma janela para entrar em outra, na presença de Lord Adare e outras duas testemunhas. Em tal circunstância, ele observa que “presumivelmente, D. Home pregou uma peça nos eminentes experimentadores”.
    [...]
    Noto, de outra parte, que são muito numerosos os médiuns modernos de efeitos físicos considerados por ele como tal. Ressalto entre estes a senhorita Stanislawa Tomczyk, a célebre médium do professor Ochorowicz, Anna Rassmussen, Eleonora Zugun, Stella C. e os irmãos Rudi e Willy Schneider, todos médiuns investigados pessoalmente por ele. Mesmo INDRIDI INDRIDASON, O FAMOSO MÉDIUM ISLANDÊS, É CONSIDERADO ABSOLUTAMENTE GENUÍNO, assim como Linda Gazzera, a médium torinese do doutor Imoda, enquanto são igualmente tratados Eusapia Paladino e a srta. Kathleen Goligher, a médium do prof. Crawford.
    (De um impressionante e recente caso de “materialização” – Ernesto Bozzano)
    /
    -C-
    “Não é o caso de se salientar que os fenômenos de levitação do corpo humano se realizaram sempre e se realizam hodiernamente nos povos civilizados. É suficiente acenar para as famosas levitações de San Giuseppe da Copertino, D. D. Home, de William Stainton Moses e, mais recentemente, DO CÉLEBRE MÉDIUM ISLANDÊS INDRIDI INDRIDASON.”
    (Povos Primitivos e Manifestações Supranormais – Ernesto Bozzano)
    /
    -D-
    “Um incidente que ressalta mais a natureza imaterial e holográfica do corpo pode ser encontrado em fenômenos PRODUZIDOS PELO MÉDIUM ISLANDÊS CHAMADO INDRIDI INDRIDASON. Em 1905, diversos cientistas importantes da Islândia decidiram investigar a paranormalidade e escolheram Indridason como um de seus pesquisados. Na época, Indridason era apenas um grosseirão do campo sem nenhuma experiência anterior com coisas mediúnicas, mas rapidamente provou ser médium de talento espetacular. ELE PODIA ENTRAR EM TRANSE RAPIDAMENTE E REALIZAR IMPRESSIONANTES DEMONSTRAÇÕES DE PK. Mas o mais bizarro de tudo, algumas vezes enquanto estava em transe profundo, diferentes partes de seu corpo se desmaterializavam completamente, como os cientistas surpreendidos assistiram, um braço e uma mão desapareciam da existência apenas para se rematerializarem antes de ele acordar. (O Universo Holográfico – Michael Talbot)
    /
    Pode-se observar que Swedenborg e Indridi eram tão diferentes quanto é o papa de uri Geller…
    .
    Pessoas assim, tão distintas entre si, não podem ser pareadas com a facilidade que só Haraldsson consegue encontrar. Por outro lado, com um pequeno esforço criativo, é possível forjar semelhanças entre quaisquer pessoas. O que nos leva a considerar que a lista de similaridades de Heraldsson seja apenas um desses exercícios de criatividade.
    /
    =continua-

  313. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “E, por justiça com os nacionais, postar (mais) casos do Alexander Moreira, as investigações de Stanley Krippner no Brasil, os estudos feitos por estrangeiros e locais com Arigó, João de Deus, Green Morton, as pesquisas do Guerrer, os esforços do esforçado Sandro aviador, etc.”
    .
    Quando eu te pedi para escanear o livro do Krippner do fenômeno magenta você recusou… e eu postei estudos com João de Deus sim:
    .
    http://obraspsicografadas.org/2009/joo-de-deus-um-impostor/

  314. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O Nielsson tb tinha as mesmas informações, mas escreveu sua versão 17 anos depois, com menos detalhes.”
    /.
    NÃO ATENTEI QUE a versão de Nielsson também é pós-fato. Quer dizer, a história é de segunda mão, sob todos os aspectos…
    .
    Um “caso perfeito”… ;-)

  315. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “NÃO ATENTEI QUE a versão de Nielsson também é pós-fato. Quer dizer, a história é de segunda mão, sob todos os aspectos…”
    .
    Não é de segunda mão, é de primeira mão, pois continua sendo o relato de quem presenciou a experiência.

  316. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Perfeito, Borges. De fato, é claramente dito no artigo:
    .
    Mas anotamos seu relato e guardamos o documento com o Bispo [que participou de sessões anteriores]
    .
    ===============================================================
    PARA DE GIRAR MUNDO :!:
    pra eu pode desce!
     
    Afinal eles anotaram e deram pro bispo ou o bispo escreveu de próprio punho e guardou o relato deles?
    e disse-lhe o que Jensen nos havia dito e pedi-lhe que anotasse e fosse testemunha, caso se mostrasse verdade ou não.
     
    Aliás, foi uma das primeiras coisas que eu lhe pedi.
    E :?:

  317. Gorducho Diz:

    Sim, é tudo de 2ª mão muito depois do fato exceto o documento que segundo uns foi escrito pelo punho do Revm° e segundo outros foi escrito por outros.

  318. Vitor Diz:

    É de 1ª mão. O que você pode dizer é que não temos as atas originais, mas o depoimento é de 1ª mão. Não são pessoas contando o que as testemunhas disseram, mas as próprias testemunhas dando seu depoimento.
    .
    Duas testemunhas disseram que o Bispo guardou o documento até que o jornal trazendo a notícia chegasse, e uma delas que ele escreveu o documento. Acho possível que as duas coisas tivessem ocorrido, que ele guardou o documento e que escreveu algo como “atesto que recebi o documento tal no dia tal referente a tal assunto…”

  319. Gorducho Diz:

    E esse causo de desmaterialização que o médium teria impedido que se lhe tirassem a camisa…
    ¿Teria se sucedido com quem?

  320. Vitor Diz:

    … E.H. (Einar Hjorleifsson Kvaran) steers his hand up to Indridi’s shoulder and finds the arm missing. – Haraldur Nielsson. Come. Carefully. Feel here. Higher up. There it is. (H.N. hand is steered; feels that the arm is missing. Bjorn Jonsson – Carefully. So. Here it is. Yes. (You may light the light). But for heaven’s sake be careful. A little higher; he feels that the arm of the medium is missing, and that is also seen when the light is lit. – See if he is bleeding! (Not bleeding). Your wife, my friend [to Einar Kvaran]. I control her [hand]. You may light the light. (She feels the same; that the arm is missing). Now all of you take a seat and pay attention to determine whether you see something. There is one medical doctor here, let him come. Same conditions. The light can be lit. (Steers his hand – Hinrik Erlendsson)1 and then he (H.E.) senses by touching that the arm is missing, and it can be seen [when light is lit]. Are you quite sure? How many are you? (Five had felt that the arm was missing). Now you should all sit down and examine. (Sk.Th. (identified only as a young man), B.J. (Bjorn Jonsson) and Mrs. G.H. (Gislina Kvaran, Einar’s wife) feel that a cold hand touches their faces.)

  321. Gorducho Diz:

    Perfeito, mas tiraram a camisa ou não?
    Claro, mandando antes as damas se retirarem do recinto…
     
    É esse mesmo médium Indriði Indriðason?

  322. Vitor Diz:

    Sim, era o Indridi. Haraldsson diz:
    .
    From the text, it is not clear how far Indridi was undressed while the sitters were searching for his left arm. We are not informed whether it was his jacket sleeve or only his shirt sleeve that hung down empty. It would have been easier to feel and try to find the arm if Indridi had only been wearing his shirt, but with or without a jacket, it should have been easily felt and ascertained.
    .
    O Kvaran diz:
    .
    I am not sure which would be more mysterious, that we all underwent the same gross misperception at that time, or that the arm had in fact become unperceivable.

  323. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Esse espírito se manifestava com certa assiduidade nas séances deles.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: dseve ser no trecho que segue de onde tirou a conclusão:
    .
    ——————————–.
    Quem era aquele misterioso Jensen? Ele era apenas uma ficção na mente de Indridi ou foi uma pessoa viva real? A única informação dada no relato de Nielsson (1922) é que Jensen era um fabricante [fabrikant]. Kvaran (1910) o descreve como um fabricante de roupas [klædefabrikant] e um nativo de Copenhague no que, segundo ele, foi facilmente acreditado pelo seu “verdadeiro sotaque de Copenhague”. Isso é tudo o que sabemos daqueles que falaram sobre Indridi e seus fenômenos. Kvaran (1934) escreveu sobre Jensen, “nunca chegamos a descobrir quem ele era quando vivo”. APÓS A PRIMEIRA APARIÇÃO DE JENSEN NO DIA 24 DE NOVEMBRO, JENSEN APARECEU FREQUENTEMENTE ASSOCIADO AOS FENÔMENOS DE LUZ E ÀS TENTATIVAS DE PRODUZIR MATERIALIZAÇÕES.
    ————————————–.
    /
    Em 24/11 jensen era um visitante desconhecido, que caira por lá pela 1ª vez. Fez tanto sucesso que resolveu reaparecer noutras ocasiões, agora não mais como trazedor de notícias mas fomentador de espetáculos…
    .
    vai ver até se mudou da Dinamarca para a Islândia, onde suas qualidades eram melhor reconhecidas.

  324. Gorducho Diz:

    It would have been easier to feel and try to find the arm if Indridi had only been wearing his shirt shirt taken off, but with or without a jacket, it should have been easily felt and ascertained.
     
    Praticamente aí ele parece saber que a camisa não foi tirada, certo?
    Agora outros 500 seriam se por falta de permissão onde então aí sim liquidaríamos a fatura, certo?
     
     
    By the way… o que contou o causo em 1922 é o mesmo reverendo apologista do espiritismo que morou um tempo no UK?

  325. Gorducho Diz:

    Então captei mal. Deixei a ressalva de que tinha captado isso.
    Eu acredito que a pineal de médiuns poderosos irradie tipo como um radiofarol de auxílio rádio.
    Daí esse espírito se impressionou com o incêndio porque era perto da casa dele e como sabia que a Islândia -que era um “Departamento”, say, da Dinamarca (sempre é bom ter presente porque provavelmente não seja imediatamente obvia essa correlação p/todos leitores ocasionais) – era completamente inacessível quanto a comunicações telegráficas, se dirigiu pra lá e aproou o primeiro sinal mediunimico que sintonizou no seu “VOR” (say) perispiritico.

  326. MONTALVÃO Diz:

    /
    VISONI: As páginas não foram arrancadas, simplesmente essa sessão está no fim de outro livro de atas que não foi achado. Se ficou com o Bispo, ele morreu em 1909 e as coisas dele foram dispersas. Pode ser que ainda apareça esse livro, ou que ele tenha sido destruído, vai saber…
    /
    CONSIDERAÇÃO: esse caso perfeito apodrece rapidamente a cada nova leitura. Haraldsson é deslumbradérrimo com os poderes de Indridason (e com fantastiquices semelhantes): sequer se apercebe que está diante de um teatro muito furrequinha, que de produtivo só tem o adubo para suas fantasias. E o Visoni adora isso…
    .
    Páginas foram arrancadas (ou acidentadas) sim:
    .
    ——————————-.
    “O Livro de Atas da Sociedade Experimental, que foi fundada para investigar a mediunidade de Indridason, ficou perdido por décadas, quando Gissurarson e Haraldsson (1989) ESCREVERAM SUA MONOGRAFIA SOBRE INDRIDI INDRIDASON. Dois dos Livros de Atas apareceram alguns anos depois. LAMENTAVELMENTE AS PRIMEIRAS PÁGINAS ESTÃO FALTANDO E AS ATAS COMEÇAM COM UMA SESSÃO EM 4 DE DEZEMBRO DE 1905, dez dias após a sessão em que o incêndio foi descrito em Copenhaguen.
    .
    Não pode haver, no entanto, qualquer dúvida sobre o horário e as características essenciais deste caso extraordinário, por causa dos outros documentos que já foram descritos. Informações adicionais são dadas NA ATA DE UMA SESSÃO EM 11 DE DEZEMBRO DE 1905. JENSEN APARECE NOVAMENTE E REVELOU O SEU NOME DE BATISMO COMO EMIL, JUNTO COM ALGUMAS OUTRAS DECLARAÇÕES ESPECÍFICAS. Nenhuma tentativa foi feita para saber se tal Jensen tinha vivido na distante Copenhagen, o que exigia uma grande viagem por mar para se chegar. Indridason, que morreu quando ele tinha apenas 28 anos, nunca fora a Copenhaguen.”
    ———————————.
    /
    CONSIDERAÇÃO: Seria interessante conhecer essa monografia de Haraldsson sobre Indridi: só para vermos até onde vai a credulidade do autor…
    .
    Mais de duas semanas depois de seu aparecimento é que o espírito deu o nome completo.
    .
    Dos comentários disponíveis sobre as sessões, somos levados a entender que os pesquisadores não eram lá muito cuidadosos com os controles, para a sorte de Indridi. O que lhes sobrava em credulidade faltava-lhes em necessária prudência cética.
    .
    Este é o “caso perfeito” do Visoni…

  327. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “NÃO ATENTEI QUE a versão de Nielsson também é pós-fato. Quer dizer, a história é de segunda mão, sob todos os aspectos…”
    .
    VISONI:Não é de segunda mão, é de primeira mão, pois continua sendo o relato de quem presenciou a experiência.
    /.
    DEZESSETE ANOS DEPOIS muitas águas rolam por debaixo da ponte e muitos acertos podem ter sido realizados… principalmente sabendo-se que o rigor investigativo do grupo não era lá essas coisas: em alto nível por lá só mesmo a credulidade desenfreada.

  328. MONTALVÃO Diz:

    /
    “E esse causo de desmaterialização que o médium teria impedido que se lhe tirassem a camisa…
    ¿Teria se sucedido com quem?”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Conforme o Visoni informou, foi Indridi: o sujeito achou um meio de fazer seu braço desaparecer por debaixo da roupa. Quando lhe sugeriram tirar a camisa: NO, NO, NO…
    .
    ———————————.
    “É verdade que tudo isso, como era de esperar, se realizava no escuro, tendo ele se recusado a tirar a camisa para que pudessem examinar o ombro, sem o braço! O autor diz textualmente: “O braço esquerdo do médium foi completamente desmaterializado. O braço desapareceu completamente e foi impossível encontrá-lo, apesar de termos feito luz na sala e examinado minuciosamente o médium. Na última noite, foram designadas sete pessoas para verificar esse fenômeno. Fizeram luz em torno do médium, mas a manga estava vazia, como anteriormente. Foi permitido apalpar em redor do ombro, mas O MÉDIUM NÃO AUTORIZOU QUE O DESVESTISSEM”. (Silva Mello)
    /
    “Mas o mais bizarro de tudo, algumas vezes enquanto estava em transe profundo, diferentes partes de seu corpo se desmaterializavam completamente, como os cientistas surpreendidos assistiram, um braço e uma mão desapareciam da existência apenas para se rematerializarem antes de ele acordar.” (O Universo Holográfico – Michael Talbot)

  329. Gorducho Diz:

    Sim, ele foi bem acolhido, simpatizou com o centro espírita e acabou ficando um habituée.
    Eu sou assim: gosto de conhecer os lugares, os atendentes e se possível os donos…
    Que quando a gente entra é reconhecido, praticamente já nem precisa dizer o que vai querer, &c.
    Não gosto de variar…

  330. Gorducho Diz:

    É importante encontrarmos o original desse texto do Silva Mello.
    Ele o põe entre aspas, i.e., como citação?

  331. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “esse caso perfeito apodrece rapidamente a cada nova leitura. ”
    .
    Talvez seja seu cérebro…
    .
    MONTALVÃO DISSE: Páginas foram arrancadas (ou acidentadas) sim”
    .
    Verdade. Podem ter se desprendido com o tempo. Ou pode ser que as páginas foram tiradas para entregar ao Bispo.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Haraldsson é deslumbradérrimo com os poderes de Indridason (e com fantastiquices semelhantes): sequer se apercebe que está diante de um teatro muito furrequinha, que de produtivo só tem o adubo para suas fantasias.”
    .
    Teatro de quem? Imagino que uma teoria da conspiração esteja se formando na cabeça do Montalvão…
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Seria interessante conhecer essa monografia de Haraldsson sobre Indridi: só para vermos até onde vai a credulidade do autor…”
    .
    Está online.
    .
    https://notendur.hi.is/erlendur/english/mediums/IndridiPSPR_v53p214_1989.pdf
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mais de duas semanas depois de seu aparecimento é que o espírito deu o nome completo.”
    .
    E?
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Dos comentários disponíveis sobre as sessões, somos levados a entender que os pesquisadores não eram lá muito cuidadosos com os controles, para a sorte de Indridi. ”
    .
    Isso o próprio Haraldsson diz:
    .
    One investigator surpassed the others in the rigorous controls that he imposed in his investigation and in the quality and detail of his reports. This was Dr. Gudmundur Hannesson, who was to become the most prominent scientist in Iceland for his time and was widely respected at home and abroad.

  332. MONTALVÃO Diz:

    /
    “É importante encontrarmos o original desse texto do Silva Mello.
    Ele o põe entre aspas, i.e., como citação?”
    /.
    COMPLETO:
    /

    “Haraldur Nielsson, num livro sobre espiritualismo experimental, revela coisas espantosas obtidas com um médium extraordinário, Indridason, que se elevava com a poltrona até o teto, materializava vozes diferentes e que eram ouvidas ao mesmo tempo e, certa vez, conseguiu desmaterializar um dos seus próprios braços, que desapareceu do corpo, como foi verificado pelos circunstantes.
    .
    É verdade que tudo isso, como era de esperar, se realizava no escuro, tendo ele se recusado a tirar a camisa para que pudessem examinar o ombro, sem o braço!
    .
    O autor diz textualmente: “O braço esquerdo do médium foi completamente desmaterializado. O braço desapareceu completamente e foi impossível encontrá-lo, apesar de termos feito luz na sala e examinado minuciosamente o médium. Na última noite, foram designadas sete pessoas para verificar esse fenômeno. Fizeram luz em torno do médium, mas a manga estava vazia, como anteriormente. Foi permitido apalpar em redor do ombro, mas o médium não autorizou que o desvestissem”.
    .
    O autor do livro é professor de teologia na Universidade de Islândia e Charles Quartier, que o comenta, diz que ele não deve ter percebido as dificuldades do problema, talvez pelo fato da sua educação não ter sido orientada na direção da pesquisa científica.
    (Mistérios e realidades deste e dlo Outro Mundo)

  333. Gorducho Diz:

    Porque aí acho estranho o médium tar conversando…
    Essa versão do Silva Mello tá doutrinariamente estranha.
    Veja que no caso do Crookes era a KK quem chamava ela, não a Florrie que tava inconsciente.
    Aliás, acordado o médium, acho que até o braço não se rematerializasse. Ou ele ficaria sem o braço ou quem sabe se não surgisse uma hemorragia fatal.

  334. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Teatro de quem?”
    /.
    DE INDRIDI INDRIDASON para uma cativa platéia de boquiabertos…

  335. Gorducho Diz:

    Apalpamos o ombro do médium, mas não o despimos.
     
     
    Ele não fala que o médium – que estaria em transe profundo…- proibiu.
    Acho que aí o Silva Mello “aumentou”…

  336. Gorducho Diz:

    Dê uma lida nos escritos desse Haraldur Nielsson, Sr. Administrador.
    Olhe o nível de credulidade, igual aos palestrantes chiquistas.
    Recém agora que eu juntei os pauzinhos e associei as pessoas…

  337. Vitor Diz:

    O Silva Mello não aumentou não:
    .
    Haraldur states that seven persons observed the phenomenon the third evening that Indridi’s left arm disappeared (ibid., 1922a, p. 19). They shone light all around Indridi while the empty sleeve hung down. They were permitted (probably by the controls) to touch and feel him all round the shoulder. They were not allowed to undress the shoulder and see it bare in the light.

  338. Gorducho Diz:

     que tinha sido fabricante e que habitara Copenhague.
     
    Fabricante de…?
    Seria alfaiate?

  339. Gorducho Diz:

    Então liquidamos a fatura :!:

  340. Gorducho Diz:

    Esse seu texto é…?

  341. Vitor Diz:

    Como assim, liquidamos a fatura?

  342. Vitor Diz:

    O texto é do livro do Haraldsson.

  343. Gorducho Diz:

    Porque no Espiritismo e a Igreja está assim como transcrevi.
     
    Veja só essa do seu Pesquisador Metodológico:

    Os homens sentem que o Espiritismo lhes traz algo de novo, que lhes dá qualquer coisa que constitui o seu último anseio, porque a grande questão não é, ainda hoje, menos importante: “Nossa vida acaba no túmulo, ou há uma região além da morte? E se há uma vida depois da morte, como é essa vida? E podemos, na verdade, entrar em relação com aqueles que já provaram o que seja a morte e que assim conseguiram saber um pouco mais sobre essa existência?”
    Sabemos todos que à Igreja tem sido possível responder, com segurança, sim à primeira parte dessas questões, porém exige que sua resposta seja aceita pela fé. A última parte, isto é, se podemos entrar em contato com os mortos, responde não. Provas de sua afirmativa? Não as tem e alguns dos seus servidores, em geral, nutrem certa desconfiança por quaisquer provas sobre o assunto. São de opinião que, na matéria, somente a fé pode ajudar-nos. Não parece terem compreendido que o Cristianismo não começou apenas pela crença na ressurreição, mas sim pelo conhecimento dos fatos que a comprovam.
    Se houvéssemos interrogado o apóstolo Paulo, para sabermos se ele acreditava na ressurreição, ter-nos-ia certamente respondido: “Não, crer não é bem o termo a se empregar a tais fatos; tenho sim conhecimento deles. Não creio apenas, mas sei, porque eu próprio vi várias vezes o Ressuscitado e lhe falei”.
    Paulo e os cristãos primitivos acreditavam em uma incessante comunicação com um mundo invisível, mais evoluído do que o nosso. É essa mesma comunicação que os espíritas reataram.

  344. Gorducho Diz:

    Se ele, ele, consciente, não deixou que tirassem a camisa, estria liquidada a fatura.
    Mas repito que não vi isso até agora no relato.
     
    E afinal: fabrikant do que?

  345. Gorducho Diz:

    É alfaiate?

  346. Vitor Diz:

    Não se sabe exatamente do que ele era fabricante. Um dos irmãos era fabricante de chocolate.
    .
    O único item que não é perfeitamente verificado é que Kvaran (1910) e Nielsen (1922) afirmam que Jensen era um fabricante de roupas. Documentos dinamarqueses registram-no como um fabricante e comerciante de café. Em lugar nenhum é especificado o que ele fabricava. Ele parece ter ficado rico, pois deixou uma propriedade considerável para seus herdeiros.

  347. Gorducho Diz:

    Mas então veja: o espírito diz exatamente, e só, o que está nos diretórios da época…
    Concorda ou não?

  348. Marciano Diz:

    Obrigado, MONTALVÃO.

  349. Vitor Diz:

    Há coisas que constam em registros militares que o Jensen aparentemente não fez menção:
    .
    Sabemos mais alguma coisa sobre Jensen? Registros militares (‘Lægdsrulle’ em Landsarkiv em Copenhague) mostram que por razões de saúde ele foi considerado impróprio para o serviço militar. Os militares dão a sua altura 1,70 metros e de peito 74 centímetros, o que mostra que ele foi um homem muito magro. Seu atestado de óbito afirma que ele morreu de câncer de fígado.

  350. Gorducho Diz:

    Isso não nos vem ao caso porque são pesquisas posteriores.
    lhe pergunto se concorda ou não – face ao que disse acima – que o espírito disse só e literalmente o que consta nos diretórios.

  351. Gorducho Diz:

    Meus sentimentos também Analista Marciano.
    E além da dor, em cidades como aí tudo é muito difícil.
    Já acompanhei morte de parente próximo aí…
    Tudo difícil… difícil…

  352. Borges Diz:

    “Fotos, filmes, gravações de voz se prestam a muitas burlas, pelo que parece, o BO não se apercebe disso e acata com generosidade (e satisfação) divulgações da espécie.”
    .
    Você só vai parar de dizer estas coisas após utilizar suas trezentas horas.
    Um abraço

  353. Vitor Diz:

    Ele diz basicamente o que consta no Atestado de Óbito e no Tribunal de Sucessões.

  354. Vitor Diz:

    Pelo que entendi do recado do Gorducho, um parente do Marciano morreu. Meus sentimentos, Marciano, espero que se restabeleça logo.

  355. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: tão misterioso é esse trabalho que a médium não tem nome, tampouco se identifica os cientistas que investigaram? Ou perdi alguma coisa de seus comentários?”
    .
    LIvro FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS- CAMILLE FLAMMARION

  356. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Ele diz basicamente o que consta no Atestado de Óbito e no Tribunal de Sucessões.
    ===============================================================
    O que ele diz afinal?
    O espírito, não as pesquisas posteriores do Haraldson, claro…

  357. Gorducho Diz:

    O Sr. tem um acervo com ~ 300h de gravações diversas, Analista Borges?
    É isso?
    O Sr. escreve bem mas é excessivamente sucinto de modo que não se capta o que está tentando passar…

  358. Vitor Diz:

    Está tudo na tabela 2 do artigo, Gorducho. (página 219)

  359. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: alegação falaciosa: toma uma de muitas possibilidade (em verdade a mais fraquinha de todas) como a única.”
    .
    Plagiando o FHC : assim não dá – assim não dá – assim não dá….
    Eu não afirmei que os brincalhões existem; como o analista SPO disse que pode ser espíritos brincalhões, eu emendei: brincalhões já servem como prova. Vai dizer que não? Ou você quer espíritos evoluídos como prova.
    .
    “O Samporlando não disse que “SÃO espíritos brincalhões”, mas que “PODEM SER”, ou seja, no contexto espiritista em que os dois navegam essa hipótese merece crédito, mas o samporlando foi prudente em não ser taxativo: “pode ser”…
    .
    Pode também “não ser”…”
    .

    Veja o que eu mencionei, vou até colar da sua cola:
    BO: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.
    Onde está escrito aí que eu afirmei que espíritos (brincalhões ou não) existem? Eim?

  360. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: certamente os universos são bem distintos e suas respostas, Bo, são além de lacônicas, evasivas: nada de produtivo acrescentam…”.
    .

    Se as minhas respostas são tão lacônicas e evasivas assim, por que sente necessidade de comentá-las. Inclusive, respostas que dou a outros comentaristas.
    Um abraço

  361. Borges Diz:

    “O Sr. tem um acervo com ~ 300h de gravações diversas, Analista Borges?
    É isso?”
    .
    Você e o AMo estão parecendo a tropa de choque da Dilma tentando tumultuar as sessões.
    Está escrito lá atrás: trezentas horas de poltrona e cadeira.
    Um abraço

  362. Gorducho Diz:

    A questão é saber se os censos eram publicados, como os diretórios :?:
    Do diretório se tira o nome, o endereço e o fabrikant.
     
     
    Information in the census
    The census will generally provide the following information:
    • Name
    • Position in household
    • Age
    • Marital status
    • Place of birth (only after 1845)
    • Occupation
    • Note (handicaps, etc.)
     
    :?:

  363. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    brincalhões já servem como prova
    ===============================================================
    Sim aí foi uma falácia. Espíritos zombeteiros são espíritos!

  364. Borges Diz:

    Marciano: neste momento de tristeza e dificuldade, gostaria de deixar registrado um voto de pesar pelo falecimento de seu parente querido.
    Um abraço do amigo Borges

  365. Borges Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Digamos, Indridasson tinha um cúmplice na estação de telégrafo.”’
    .
    Gostaria de dar um “pitaco” sobre esta “teoria Montalvânica”.
    Acho que além da dificuldade relacionada com o tempo, como mencionou o Vitor; entendo que uma cumplicidade deste tipo não pode ser temporária, ou válida somente para um caso, pois sempre existe a possibilidade de uma delação não premiada, assim que houver a interrupção do compromisso. Não creio que Indridasson estive disposto a correr tal risco.
    Caso fosse uma ligação permanente, então não teríamos apenas um caso e sim inúmeros, envolvendo incêndios, raios, desmoronamentos, assassinatos, etc.. O médium ficaria famoso por tantos casos mediúnicos supostamente comprovados de forma semelhante ao caso em pauta. Não creio que isto se configurou realidade; porque se assim fosse, saberíamos.
    Um abraço

  366. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Quando eu te pedi para escanear o livro do Krippner do fenômeno magenta você recusou… e eu postei estudos com João de Deus sim”
    /
    CONSIDERAÇÃO: quando eu morava no Rio, tinha apenas um cachorro e não estava envolvido com obras, podia me dar ao luxo de escanear livros; atualmente, no máximo, pequenos artigos.
    .
    Ok, postou estudo sobre João de Deus, parabéns, e que venham mais nacionais…

  367. MONTALVÃO Diz:

    -complementando-
    /
    /
    Vitor Diz:
    Nem mesmo os incêndios? Replica o haraldsson aí, quero ver:
    .
    ———————————————–.
    HARALDSSON: “Existem algumas semelhanças óbvias entre os casos de Indridi/Jensen e Swedenborg.” [...]
    [e segue a lista elaborada por Haraldsson ]
    /.
    CONSIDERAÇÃO: o rol de semelhanças de Haraldsson é constituído de banalidades. Conforme falei antes: com um pouco de criatividade é possível levantar pontos em comum entre quaisquer pessoas.
    .
    Creio que a inquirição que aqui deve ser feita é: por que Haraldsson insiste em contextualizar a revelação intuitiva de Swedenborg com a malandragem de Indridi?
    .
    A resposta não é difícil de ser achada: o prestígio de Swedenborg em muito supera o de Indridason: esforçando-se por parelhar os dois Haraldsson proporciona ao médium valor que isoladamente não conquistaria. Tenho a impressão de que o malandro nessa história não é apenas Indridi…
    .
    PARA DAR aparência de avaliação aprofundada, como não poderia deixar de ser, Haraldsson faz de conta que analisa outras hipóteses explicativas:
    .
    ——————————–.
    Haraldsson: “Alternativamente, poderia este ser um caso de telepatia por Swedenborg? Não sabemos se alguém vivia na casa de Swedenborg enquanto ele estava fora. Tal qual Jensen, Swedenborg nunca se casou, e talvez por isso seja mais provável que não houvesse ninguém na casa que ficasse ciente do fogo se aproximando e pensasse em Swedenborg. [...] O que sabemos com certeza é que ele alegou mais tarde em sua vida se comunicar com os espíritos dos falecidos.”
    —————————————.
    .
    CONSIDERAÇÃO: o festival de besteiras acima dá boa medida do nuvioso raciocínio de Haraldsson. A hipótese da telepatia, principalmente neste caso, é tolice monumental: sabemos que se contatos telepáticos existem não têm essa “força” de detalhar os acontecimentos a ninguém, por mais telepático que fosse o receptor. E se levássemos em conta a infantilidade defendida pelo Visoni, de que telepatia existe para pedir socorro (coisa que Haraldsson parece desconhecer) aí é que a ideia seria incabível.
    .
    Mas, o que de fato Haraldsson quer é transformar Swedenborg em médium espiritualista, de modo a aproximá-lo de Indridi: mais uma tolice.

    .
    Ter Swedenborg intuído que o incêndio fora deflagrado em sua cidade provavelmente ocorreu. O sueco conhecia bem o local, recheado de casas de madeira: sem muito esforço seu subconsciente percebeu a iminência da tragédia. Desnecessário recorrer a espíritos, anjos ou paranormalidade para explicar o acontecimento. Com a divulgação do episódio por seus admiradores, a forte inclinação do sensitivo de atribuir às forças celestiais suas singulares percepções, somado aos acréscimos exaltativos que costumam vir a reboque desses depoimentos, ficou para a posteridade a relato de acontecimento sobrenatural.
    .
    Entre Swedenborg e Indridi há tanto em comum quanto entre Santo Agostinho e Thomas Green Morton…

  368. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Os militares dão a sua altura 1,70 metros e de peito 74 centímetros, o que mostra que ele foi um homem muito magro.”
    /.
    SÓ PARA COMPARAR, dei uma medida em meu peitoral. Já medi 1,70, hoje encolhi para 1,68. Tórax 1,02, cintura 0,96. Acho ainda tô um coroa enxuto…

  369. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Ele não fala que o médium – que estaria em transe profundo…- proibiu.
    Acho que aí o Silva Mello “aumentou”…”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: note que Silva Mello não afirma que foi de um modo ou de outro, ele faz referência ao contido em livro de Nielsson, que teria lido:
    .
    “Haraldur Nielsson, num livro sobre espiritualismo experimental, revela coisas espantosas obtidas com um médium extraordinário, Indridason [...]”
    .
    Nielsson fora testemunha ocular do acontecimento.
    .
    ————————–
    O autor [NIELSSON] diz textualmente: “O braço esquerdo do médium foi completamente desmaterializado. O braço desapareceu completamente e foi impossível encontrá-lo, apesar de termos feito luz na sala e examinado minuciosamente o médium. Na última noite, foram designadas sete pessoas para verificar esse fenômeno. Fizeram luz em torno do médium, mas a manga estava vazia, como anteriormente. Foi permitido apalpar em redor do ombro, mas O MÉDIUM NÃO AUTORIZOU QUE O DESVESTISSEM”.
    —————————–.

  370. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: “Veja o que eu mencionei, vou até colar da sua cola:
    “BO: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.”
    Onde está escrito aí que eu afirmei que espíritos (brincalhões ou não) existem? Eim?
    /.
    ORA, MEU CARO, se a sua tese é a de que espíritos são fotografados mesmo que os olhos humanos, mais eficazes no ato de enxergar q

  371. MONTALVÃO Diz:

    /
    BATI EM TECLA ERRADA.
    /
    BO: “Veja o que eu mencionei, vou até colar da sua cola:
    “BO: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.”
    Onde está escrito aí que eu afirmei que espíritos (brincalhões ou não) existem? Eim?
    /.
    ORA, MEU CARO, se a sua tese é a de que espíritos são fotografáveis e são fotografados, mesmo que os olhos humanos, mais eficazes no ato de enxergar que os equipamentos de fotografia, não sejam capazes de vê-los, ao responder ao Samporlando que qualquer espírito serviria para os propósitos de dar as provas está admitindo que há fotos legítimas de mortos (sejam ou não brincalhões).
    .
    Mas agora ficou-me a dúvida: no seu conceito, brincalhões existem?

  372. MONTALVÃO Diz:

    /
    !”Imagino que uma teoria da conspiração esteja se formando na cabeça do Montalvão…”
    /
    DELINEIE ESSA “TEORIA” para que eu possa ver onde pode haver conspiração no episódio.
    /
    O que vejo é o comum entre crentes nas mediunidade: a superexaltação ingênua de evidente finório…

  373. MONTALVÃO Diz:

    /
    “CONSIDERAÇÃO: alegação falaciosa: toma uma de muitas possibilidade (em verdade a mais fraquinha de todas) como a única.”
    .
    Plagiando o FHC : assim não dá – assim não dá – assim não dá….
    Eu não afirmei que os brincalhões existem; como o analista SPO disse que pode ser espíritos brincalhões, eu emendei: brincalhões já servem como prova. Vai dizer que não? Ou você quer espíritos evoluídos como prova.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: leve em conta que, até agora, não vi sua distinta pessoa admitir que a hipótese de espírito ser fotografado, mesmo não sendo enxergado, é para ser considerado só depois de esgotadas as explicações comuns que, geralmente, são suficientes para esclarecer.
    .
    Além de ser necessário explicar por que a câmara “enxerga” e os olhos não…

  374. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Se as minhas respostas são tão lacônicas e evasivas assim, por que sente necessidade de comentá-las. Inclusive, respostas que dou a outros comentaristas.”
    /
    PORQUE ESTAMOS num fórum de discussões e os comentários postados são justamente para serem avaliados, independentemente de para quem são dirigidos.
    .
    Que suas respostas, até aqui (as mais recentes melhoraram um tanto) são lacônicas e evasivas tão elas aí que não me deixam mentir.

  375. Borges Diz:

    “ORA, MEU CARO, se a sua tese é a de que espíritos são fotografáveis e são fotografados, mesmo que os olhos humanos, mais eficazes no ato de enxergar que os equipamentos de fotografia, não sejam capazes de vê-los, ao responder ao Samporlando que qualquer espírito serviria para os propósitos de dar as provas está admitindo que há fotos legítimas de mortos (sejam ou não brincalhões).”
    .
    Suas deduções; são suas deduções; não as confunda com o que eu escrevi; caso contrário, não poderemos manter um diálogo civilizado. Fui sempre zeloso, tendo a preocupação de usar expressões que permitem manter-me à margem da verdade absoluta.
    “ Mas agora ficou-me a dúvida: no seu conceito, brincalhões existem?”
    .
    Minhas pesquisas apontam para a possibilidade de haver não só “brincalhões” como “violentos”.
    .
    Ainda não vi seu pedido de desculpas pela expressão “falácia”; não que eu necessite, mas por que acho que você é incapaz de fazê-lo.
    Um abraço
    ET: Se fosse eu, teria mencionado: entendi errado, peço desculpas.

  376. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: leve em conta que, até agora, não vi sua distinta pessoa admitir que a hipótese de espírito ser fotografado, mesmo não sendo enxergado, é para ser considerado só depois de esgotadas as explicações comuns que, geralmente, são suficientes para esclarecer.”
    .
    Eu não vou aceitar seu patrulhamento. Você não vai conduzir meu raciocínio. Pois procuro sempre manter-me dentro do que acho razoável. Nunca disse que seria prova e sim evidência.
    .

    “Além de ser necessário explicar por que a câmara “enxerga” e os olhos não…”
    .
    Há casos que sugerem simultaneidade.
    Um abraço

  377. Borges Diz:

    Que suas respostas, até aqui (as mais recentes melhoraram um tanto) são lacônicas e evasivas tão elas aí que não me deixam mentir.
    .
    Sua opinião. E você costuma distorcer as coisas, como já evidenciei aqui.

  378. Gorducho Diz:

    No senso de 1° fevereiro ’85 – portanto feito em ’84 tem um monte de Jensen morando no 16, mas ele não achei…
    Christen 53
    Marie Pauline 49
    Camille Marie 22
    Mathilde 18
    Christen 19
    [noutro ap]
    Jahanne ? 16
    [noutro ap]
    K? 59
     
     
    Mas, claro; a cousa é se haveria publicações impressas circulantes desses censos :?:

  379. Gorducho Diz:

    Não, os censos não adiantam porque só dão a idade e mostram que o cara não mora mais ali de 5 em 5 anos…
    Se morreu… quando morreu
    :?:

  380. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Suas deduções; são suas deduções; não as confunda com o que eu escrevi; caso contrário, não poderemos manter um diálogo civilizado.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: poderemos manter diálogo civilizado sim, e indefinidamente, enquanto uma das partes, ou ambas, não quedarem para o outro lado.
    Minhas deduções, obviamente são minhas deduções: se não correspondem ao que pensa cabe-lhe esclarecer o equívoco dedutivo. Assim é que conversas civilizadas prosperam.
    /
    /
    BO: Fui sempre zeloso, tendo a preocupação de usar expressões que permitem manter-me à margem da verdade absoluta.
    /
    CONSIDERAÇÃO: beleza, neste ponto estou com você.
    /
    /
    “ Mas agora ficou-me a dúvida: no seu conceito, brincalhões existem?”
    .
    BO: Minhas pesquisas apontam para a possibilidade de haver não só “brincalhões” como “violentos”.
    /
    CONSIDERAÇÃO: ótimo, mas seria pedir muito que nos apresentasse, pelo menos, alguns dedinhos dessas suas pesquisas? Citá-las sem exibí-las nos obriga a aceitar (ou não) seu discurso sem podermos examinar as bases que o sustentam.
    ./
    /
    BO: Ainda não vi seu pedido de desculpas pela expressão “falácia”; não que eu necessite, mas por que ACHO QUE VOCÊ É INCAPAZ DE FAZÊ-LO.
    /
    CONSIDERAÇÃO: desculpe-me, caro Bo, pela expressão “falácia”…

  381. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Eu não vou aceitar seu patrulhamento. Você não vai conduzir meu raciocínio. Pois procuro sempre manter-me dentro do que acho razoável. Nunca disse que seria prova e sim evidência.
    /
    CONSIDERAÇÃO: não tenciono patrulhar ou conduzir seu raciocínio, nem por meios normais, nem com meus poderes psíquicos. Quero, tão somente, entendê-lo para me pronunciar sobre o conteúdo [do raciocínio].
    .
    Deve entender que quando falamos de “prova” o fazemos em termos de “evidência robusta”. A rigor, nenhuma forma de conhecimento é capaz de produzir provas no sentido pleno, nem ciência, religião, nem filosofia. Falar, por exemplo, em “prova científica” faz pouco sentido, a ciência não prova, demonstra.
    .
    Acontece que algumas pessoas tomam INDÍCIO e APARÊNCIA por evidência. Indício é uma fraca probabilidade de que o observado corresponda ao que se pensa. Aparência é apenas algo que se assemelha à crença. O registro de um fantasma no celular dá apenas a aparência de que o equipamento flagrou um ente invisível, nem mesmo indício é. Cabe averiguação para confirmar se realmente o registro corresponde a algo inexplicável ou se tem elucidação banal, como normalmente tem.
    ./
    /
    “Além de ser necessário explicar por que a câmara “enxerga” e os olhos não…”
    .
    BO: Há casos que sugerem simultaneidade.
    /
    CONSIDERAÇÃO: esses casos precisam ser conhecidos e avaliados, para conferir se correspondem ao alegado.

  382. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “o rol de semelhanças de Haraldsson é constituído de banalidades. Conforme falei antes: com um pouco de criatividade é possível levantar pontos em comum entre quaisquer pessoas.”
    .
    Aqui Montalvão busca minimizar as semelhanças encontradas…. mas Haraldsson não está comparando pessoas, e sim os eventos.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “o festival de besteiras acima dá boa medida do nuvioso raciocínio de Haraldsson. A hipótese da telepatia, principalmente neste caso, é tolice monumental: sabemos que se contatos telepáticos existem não têm essa “força” de detalhar os acontecimentos a ninguém, por mais telepático que fosse o receptor.”
    .
    Mesmo? Isso me parece detalhado o suficiente:
    .
    Um dia, enquanto eu estava no trabalho, começou a trovejar e a chover. Enquanto eu trabalhava, ia ficando cada vez mais irritada. Então, fiquei extremamente agitada. Não agüentava mais esperar. Algo estava errado. Aqui eu devo acrescentar que jamais folguei no trabalho. Pedi a meu chefe para tirar a tarde de folga, pois não estava me sentindo bem. No caminho de casa, eu sabia que Eric, meu pastor alemão, estava com problemas, sabia que estava sangrando. Quando cheguei em casa, corri para o pátio, nos fundos da casa. A janela estava quebrada. Assustado, Eric havia batido no vidro com a pata e cortado o coxim palmar. Estava sangrando muito. Tive a sensação de que ele precisava de mim e que me chamou da única forma que podia — telepaticamente — sabendo que eu iria em seu auxílio. (Dolores Kats, Deming, Novo México)
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E se levássemos em conta a infantilidade defendida pelo Visoni, de que telepatia existe para pedir socorro (coisa que Haraldsson parece desconhecer) aí é que a ideia seria incabível.”
    .
    Não parece ter sido telepatia nem no caso do Swedenborg, nem no de Indridi.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, o que de fato Haraldsson quer é transformar Swedenborg em médium espiritualista, de modo a aproximá-lo de Indridi: mais uma tolice.”
    .
    Swedenborg é tido como um precursor do Espiritualismo Moderno, então há base para se defender tal ideia.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Ter Swedenborg intuído que o incêndio fora deflagrado em sua cidade provavelmente ocorreu. O sueco conhecia bem o local, recheado de casas de madeira: sem muito esforço seu subconsciente percebeu a iminência da tragédia.”
    .
    O subconsciente também deduziu que o fogo pararia 3 números antes da casa dele, o momento exato? Que subconsciente! E lembro que esse longe está de ser o único exemplo dos poderes de Swedenborg.
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Entre Swedenborg e Indridi há tanto em comum quanto entre Santo Agostinho e Thomas Green Morton…”
    .
    E mais uma vez, não é essa a comparação que Haraldsson faz.

  383. Vinicius Diz:

    MARCIANO, meus pêsames.

  384. Borges Diz:

    /.
    “CONSIDERAÇÃO: poderemos manter diálogo civilizado sim, e indefinidamente, enquanto uma das partes, ou ambas, não quedarem para o outro lado.
    Minhas deduções, obviamente são minhas deduções: se não correspondem ao que pensa cabe-lhe esclarecer o equívoco dedutivo. Assim é que conversas civilizadas prosperam.”
    .
    Concordo plenamente; que tal solicitar o esclarecimento, antes de utilizar o fígado em sua resposta.
    .
    “CONSIDERAÇÃO: ótimo, mas seria pedir muito que nos apresentasse, pelo menos, alguns dedinhos dessas suas pesquisas? Citá-las sem exibí-las nos obriga a aceitar (ou não) seu discurso sem podermos examinar as bases que o sustentam.”
    .
    Convicção é coisa pessoal, não se transfere; ela é construída com horas e horas de atenção, repetições, raciocínios, mais repetições sempre que necessário; até mesmo a decepcionante investigação onde não se encontra nenhum vestígio deve ser considerada, pois demonstra que os acontecimentos não são automáticos e cada local tem sua dinâmica própria. Como vê, somente apelando para as trezentas horas.
    Um abraço

  385. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: desculpe-me, caro Bo, pela expressão “falácia”…”
    .
    Aceito seu pedido e espero que possamos manter um alto nível de civilidade.
    Um abraço

  386. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Aqui Montalvão busca minimizar as semelhanças encontradas…. mas Haraldsson não está comparando pessoas, e sim os eventos.”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: preguiça de pensar, hem? Dei exemplos de que são pessoas bem diferentes, agindo em contextos distintos.
    .
    - Swedenborg foi um místico, que tinha delírios criativos, de cunho religioso, juntamente com intuições férteis.
    .
    Indridi foi um simulador, que conquistou platéia cativa, produzindo xous de mágica, de onde tirava seu sustento.

  387. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Aceito seu pedido e espero que possamos manter um alto nível de civilidade.”
    /
    IGUALMENTE, meu objetivo…

  388. MONTALVÃO Diz:

    MONTALVÃO: “Que suas respostas, até aqui (as mais recentes melhoraram um tanto) são lacônicas e evasivas tão elas aí que não me deixam mentir.”
    .
    BORGES:: Sua opinião. E VOCÊ COSTUMA DISTORCER AS COISAS, COMO JÁ EVIDENCIEI AQUI.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: façamos o seguinte: resuma suas evidências de que costumo distorcer as coisas. Se não conseguir, aceito pedido de desculpas, caso seja capaz de se desculpar…
    .
    A SEGUIR evidencio que suas respostas, em maioria, são evasivas e lacônicas. E aproveito para mostrar as falácias a que frequentemente recorre.
    .
    Para que lista não se alongue demasiadamente, tornando-se improdutiva, faço a avaliação sucinta de cada item. Caso queira melhor esclarecimento, sobre como cheguei ao classificativo, é só pedir. Utilizo os termos a seguir:
    .
    -FALÁCIA- (raciocínio incerto, ou falso, podendo ser conscientemente emitido ou acidental)
    .
    -EVASIVA- (fuga de abordar o assunto concretamente)
    .
    -LACONISMO- (no caso presente, resposta que nada acrescenta à conversa)
    /
    Devo dizer que a resposta lacônica, em princípio, não é ruim, desde que consiga sintetizar o pensamento do autor com eficácia, conforme costuma fazer o mestre Gorducho. Doutro modo, torna-se um grunhido sem significação. No caso do nobre BO seu laconismo, infelizmente, cai na segunda condição, com algumas exceções…
    /
    —————————————–.
    -1-
    “Quem alega ter poderes incomuns – no caso ser capaz de contactar “espíritos” é que tem o ônus da prova.”
    .
    BORGES: Se o “sujeito” se colocou à disposição da “Sociedade”, mesmo ganhando uma “graninha”, acho que cumpriu a parte dele.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-

    /
    -2-
    GORDUCHO: Os resultados não são significativos porque os experimentos não são feitos.
    Nossos experimentos não foram obtidos via êxtase místico: são baseados nas alegações da literatura espírita.”
    .
    BORGES: Leia “FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS” de Camille Flammarion.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -3-
    “Não se trata de não aceitação.
    É que nunca se vê…”
    .
    BORGES: Claro!!!.Quem nunca quer ver.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /

    -5-
    “Os fatos dizem que desde que se inventaram as câmaras – de filmagem contínua, claro – materializações + Tk não acontecem.”
    .
    BORGES: Acho que não estamos no mesmo universo.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -6-
    “N’algum lugar um cara escreveu que a Kodak (com a invenção dos filmes IR) foi quem acabou com o fenômeno das materializações.”
    .
    BORGES: Não escreveu a verdade; não pesquisa, ou fecha os olhos quando vê algo que não pode explicar. Talvez distorça a realidade para satisfazer seus anseios.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-

    .
    -7-
    “Mas, o que foi que essas instituições produziram de produtivo com esses tais médiuns, além de tentarem dar ar de cientificidade às safadezas que perpetravam?”
    .
    BO: Por mais idôneas que sejam as instituições e ainda, por mais significativos que sejam os resultados, sempre haverá críticos buscando detalhes, que possam denegrir todo o processo, afim de, satisfazer o anseio do público cético. Acredito que somente a autoconscientização, (desconsiderando o aspecto divino) resultado de experiências pessoais, pode abrir a mente para a aceitação dos fenômenos ditos paranormais. Infelizmente esta conquista é intransferível.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-
    -EVASIVA-

    /
    -8-
    “CONSIDERAÇÃO: vamos voltar ao que tanto já foi cá dito: testemunhos não são suficientes para comprovar fenômenos, principalmente nessas áreas tão nebulosas, qual seja a do paranormal e da mediunidade.”
    .
    BORGES: Testemunhos já condenaram muita gente à morte.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /
    -9-

    .
    “O que tornaria a comunicação real seria a constatação inequívoca da presença de inteligências invisíveis nos eventos ditos mediúnicos.”
    .
    BORGES: Exatamente. Quem testemunharia este fato, senão a sua, a minha ou a consciência de qualquer pessoa[?]. Voltamos ao ponto de partida, ou seja, dependemos de TESTEMUNHOS. Acho que existe muita diferença entre testemunhos de fatos, registrados por escrito e a informação passada de pessoa para pessoa, como nas antigas tradições.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-

    -10-
    “Já se indagou:como pode a câmara de um celular registrar a presença de um espírito e os olhos dos presentes não o verem?”.
    .
    BORGES: Já; a resposta é eu não sei, mas …, está lá. Certo?
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-
    /

    -11-
    “Se entidades espirituais (e invisíveis) podem ser fotografadas deveriam ser vistas e poderiam ser filmadas, o que muito facilitaria o trabalho de confirmação da presença do morto no ambiente.”
    .
    BORGES: Já foram vistas e filmadas em muitas oportunidades. Faça como eu, perca trezentas horas na poltrona ou na cadeira.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-
    /
    -12-
    “Geralmente as alegadas fotos de fantasmas são safadezas variadas (algumas muito mal feitas), ou pareidolia, imagens superpostas, reflexos nas lentes…”
    .
    BORGES: Insisto, faça como eu.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /
    -13-
    “CONSIDERAÇÃO: quando falo de “espíritos darem provas de suas presenças” não quero dizer que eles deveriam se fazerem ver por qualquer que deles duvidasse: se são invisíveis… Mas eles deveriam ter condições de, por vias indiretas, se mostrarem presentes, por exemplo, lendo trecho de um livro aberto longe da visão do médium: experimento simples, de baixo custo e realizável por qualquer interessado.”
    .
    BORGES: Fico constrangido quando ouço um palestrante espírita mencionar mensagens de Emmanuel, ou Irmão José, como se estes personagens fossem reais. Criamos em nossas mentes a ideia de espíritos sempre presentes e colaboradores. Acho que estes senhores (CX, DPF, CB e outros) prestaram um desserviço à pesquisa envolvendo paranormalidade. A intersecção entre o nosso mundo e o suposto mundo espiritual, parece ser muito tênue, e envolve boa vontade e muita dedicação, se quisermos obter algum resultado.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -14-
    “Também conheço pessoas nessa situação de ver espíritos. As causas podem ser variadas: alucinações patológicas, esquizofrenia, drogas, alergias, febres, privação de sono, etc.”
    .
    BORGES: Ainda bem que você colocou o etc. .
    /
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /

    “Se alguém tem a faculdade de enxergar espíritos, ainda mais frequentemente, poderá interagir com eles, o que muito facilitaria organizar demonstração de presença para que os que não têm essa vantagem possam confirmar que realmente há invisíveis no ambiente.”
    .
    BORGES: Você disse tudo; envolva-se com eles; ou quer obter tudo de “mão beijada”
    .
    -Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-

    -15-
    /.
    “CONSIDERAÇÃO: em termos gerais você está certo, mas há exceções. Existem diversos relatos a respeito de religiosos, tanto católicos quanto protestantes encantados com o discurso espírita.”
    .
    BORGES: É a mediunidade falando mais alto.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-
    -LACONISMO-
    /
    -16-
    “O bom pesquisador aproveitando integralmente os testemunhos concluiria: elas não giravam.”
    .
    BORGES: Errado: elas continuam girando.
    Os aparelhos celulares representam hoje a ponta da evolução do sistema de comunicação entre os homens, que se iniciou com sinais de fumaça e rufares de tambores; da mesma forma, modernos equipamentos elétricos e eletrônicos (EMF, lanternas de LED, gravador de voz digital
    FVE, câmeras, câmeras IR, etc.) substituem hoje as famosas mesas girantes. Como pode notar, elas continuam girando somente você não vê.
    . Avaliação:
    -FALÁCIA-

    /
    -17-
    “CONSIDERAÇÃO: correto, mas não estamos aqui discorrendo a respeito de provas no sentido jurídico, sim de evidências robustas de que alegações místicas e do paranormal têm sustentabilidade. Estamos vendo que não têm…”
    .
    BORGES: Deve ficar claro que se trata da sua opinião. Desculpe pela sinceridade explícita. Vejo aí muito preconceito. Testemunho é testemunho em qualquer caso.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-

    -18-
    “Da leitura de Flammarion somos levados a crer que mortos se manifestam de maneira desordenada, ou confusa, nebulosa, às vezes destrutiva,”
    .
    BORGES: Pela sua leitura ele deixou claro que espíritos existem, o resto é pura conjectura de sua parte.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-
    /
    -19-
    “Apenas esqueceu ou não lembrou de um aspecto crucial: nas alegações místicas os testemunhos muitas vezes se contradizem, e sem a devida verificação do que foi afirmado, nada se pode concluir.”
    .
    BORGES: Não acho que céticos façam alegações misticas. Apesar de contradições o resultado final é positivo.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-

    -20-
    “CONSIDERAÇÃO: não, não “certo”… o que está “lá” é uma imagem, que alguém diz ser a de um espírito e alguns aceitam bonachonamente. Acatar depoimentos tais sem verificação é deveras arriscado.”
    .
    BORGES: É o que eu disse; ainda não foi contestado.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -LACONISMO-
    -FALÁCIA-

    /
    .
    -21-
    “CONSIDERAÇÃO: ok, mas isso não muda o fato de que a visão humana seja superior à de uma máquina, nem que as máquinas sejam capazes de fotografar espíritos por terem “persistência de visão” diferenciadas.”
    .
    BORGES: Mas estão fotografando.
    .
    -FALÁCIA-
    /
    -22-
    “CONSIDERAÇÃO: fazer conforme faz [300 horas de vídeo], no máximo, poderá me tornar crente na coisa, porém para produzir conhecimento seguro e universalizável não tem qualquer serventia.”
    .
    BORGES: Então continue descrente.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -23-
    “Você, Bo, me lembra uma amiga, gente boa pacas. Ela dizia: “não me importa o que dizem, eu tenho a minha certeza e isso me é suficiente”. E ela estava certa, só que a certeza dela era só dela (e de quem cultivasse igual pensamento): não produzia conhecimento e não permitia discussão (discussão no sentido de buscar o melhor esclarecimento). Certezas desse tipo são estéreis.”
    .
    BORGES: Apenas se você não confia na própria sanidade.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -LACONISMO-
    -FALÁCIA-

    /
    -24-
    “Dramaticamente, porém, quando chega a hora de se mostrarem presentes “eles” lembram que esqueceram o feijão no fogo e escafedem-se…”
    .
    BORGES: Sobre isso já deixei claro meu ponto de vista.
    .
    Avaliação:
    -FALÁCIA-

    /
    -25-
    “CONSIDERAÇÃO: pois é, até chegarmos ao ponto de cogitar o místico como a única, ou melhor, explicação para o mistério há uma fila de carretas explicativas no âmbito terreno que precisam ser descartadas. Os adeptos da mediunidade fazem de conta que essas carretas não existem e correm para o finalzinho da fila, onde, felizes, mergulham em devaneios mil.”
    .
    BORGES: Já mencionei que “não cogito o místico”. Quanto ao próximo passo da fila, cabe destacar o seguinte: Quem sequer aceita o básico, jamais sairá do lugar.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /
    -26-
    “CONSIDERAÇÃO: nada de “mão beijada”, apenas provas universalizáveis e aplicáveis, conferitivamente, a qualquer apregoamento de espírito em atividade entre os vivos.”
    .
    BORGES: Isto faz lembrar os “esquerdistas”, qualquer projeto do governo, eles querem discutir com a sociedade. Não chegarão a lugar algum.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /
    -27-
    “Gorducho Diz:
    Pois é… só que justo quando esses aparelhos apareceram mais os espíritos sumiram
    Fez uma analogia com a modernidade que escancarou ainda mais a inexistência dos alegados fenômenos.
    Acabou nos ajudando ”
    .
    BORGES: Já disse isto aqui: não sei em que universo você está, porque não parece ser o meu.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -28-
    Se suas trezentas horas de vídeo forem desse nível…
    .
    BORGES: Você está cego
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -29-
    “Traga um caso, o melhor do melhores de seus arquivos para que o analisemos. Assim passamos das alegações às avaliações objetivas…”
    .
    BORGES: Continua querendo receber tudo de “mão beijada”. Que tal as trezentas horas.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /
    -30-
    “NESTE CASO não está procurando o melhor esclarecimento, está apenas impondo seu ponto de vista: mortos comunicam, são fotografáveis e fotografados e ponto final…”
    .
    BORGES: Você está produzindo distorções; leia atentamente; considere o contexto; tenho certeza que entenderá.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -31-
    “Gorducho Diz:
    AMo colocou bem Analista Borges.
    Seria produtivo que trouxesse seus melhores casos – começando por um, claro – para que se possa ver.”
    .
    BORGES: Considere para você a resposta que apresentei ao Amo.
    . Avaliação:
    -EVASIVA-
    /
    -32-
    “Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito.”
    .
    BORGES: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -LACONISMO-
    /

  389. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “o festival de besteiras acima dá boa medida do nuvioso raciocínio de Haraldsson. A hipótese da telepatia, principalmente neste caso, é tolice monumental: sabemos que se contatos telepáticos existem não têm essa “força” de detalhar os acontecimentos a ninguém, por mais telepático que fosse o receptor.”
    .
    VISONI: Mesmo? Isso me parece detalhado o suficiente:
    .
    “Um dia, enquanto eu estava no trabalho, começou a trovejar e a chover. Enquanto eu trabalhava, ia ficando cada vez mais irritada. Então, fiquei extremamente agitada.[...] No caminho de casa, eu sabia que Eric, meu pastor alemão, estava com problemas, sabia que estava sangrando. [...]”
    ./
    CONSIDERAÇÃO: Pô, casos como esse vai ter como apresentar de montão, todos tem algo em comum: a impossibilidade de averiguar se os fatos não foram adaptados a posteriori para casarem com o acreditado.
    .
    Nada obsta que a mulher tivera a intuição (baseada em observações subconscientes) de que seu cão poderia se acidentar. Depois de visto o acidente, ao narrá-lo, provavelmente o preencheu com itens que atendiam à sua crença.
    .
    Já devias estar cabeludo de saber que esses relatos são insuficientes para provar tecnicamente alegações místicas/paranormais. Se fossem suficientes, não haveria clamor por estudos e experiências conclusivas, bastaria ler Flammarion, Bozzano, Conan Doyle, etc., e tudo estaria resolvido. Essa estratégia “esclarecedora” é a adotada pelo Borges. Pelo visto, também por sua pessoa…

  390. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “Pô, casos como esse vai ter como apresentar de montão, todos tem algo em comum: a impossibilidade de averiguar se os fatos não foram adaptados a posteriori para casarem com o acreditado.”
    .
    Mas não é a única coisa em comum. Eles também envolvem uma situação de perigo de viva, ocorrendo com pessoas e/ou animais que possuem uma ligação próxima entre si, seja essa ligação afetiva ou genética. Os casos espontâneos seguem um padrão (podia não haver padrão algum, podia ser aleatório) perfeitamente condizente com um mecanismo de preservação da espécie. Podia não ser assim. Mas é.
    .
    Também há casos que envolvem múltiplas testemunhas, e aí fica muito difícil que todas elas adaptaram o fato para casar com o acreditado:
    .
    Quando Lupé tinha uns dois anos, eu tomei uma overdose de drogas num dia em que ela estava visitando amigos em San José. Mais tarde me contaram que Lupé foi, subitamente, até os limites da propriedade e começou a uivar de maneira “sinistra”, sem que ninguém conseguisse acalmá-la. Após algum tempo, meus amigos pensaram: “Deve ter acontecido alguma coisa com Leone” e, assim, correram para São Francisco e me encontraram. (Leone Katafisz)

  391. Gorducho Diz:

    San Francisco Cordoba?
     
    San José… ¿Cordoba?
    Se correram dá a entender que seja relativamente perto (de San Francisco…).

  392. Vitor Diz:

    São 64 km de distância

  393. MONTALVÃO Diz:

    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “E se levássemos em conta a infantilidade defendida pelo Visoni, de que telepatia existe para pedir socorro (coisa que Haraldsson parece desconhecer) aí é que a ideia seria incabível.”
    .
    VISONI: Não parece ter sido telepatia nem no caso do Swedenborg, nem no de Indridi.
    /
    CONSIDERAÇÃO: claro que não houve telepatia: em geral, aventar essa conjetura para explicar qualquer evento é tolice. Quem levantou a lebre telepática foi o amostrado do Haraldsson, isso para mostrar que “não teria deixado de lado hipóteses concorrentes”…
    .
    A principal hipótese, aquela que o investigador deveria ter examinado à exaustão, passa-lhe distante das cogitações: a de que Indridi fora um vigaristóide a abusar da boa fé dos ingênuos que o finaciavam. Haraldsson escreveu uma tese e, no mínimo, dois artigos a enaltecer os poderes do islandês e não dedica uma linha decente a esmiuçar se o sujeito fora um enganador, um finório, um ladino, farsante, safado, aproveitador…
    .
    Quando digo que o caso já nasceu morto, você, Visoni, quica mais que coco rolando ribanceira, mas um desisteressado exame do trabalho de Haraldsson deixa clara essa falha gritante. O defensor de Indridi teria que apresentar argumentos muito sólidos que pudessem afastar, ao menos provisoriamente, a suspeita (praticamente certeza) de que o indivíduo recorresse a truques. Devemos inferir que Haraldsson conheça bem as múltiplas malandrices que vigoram nesse meio, e muito mais naqueles tempos. Se ele relega desprezo à mais forte suposição aplicável a Indridi isso mostra que seu trabalho merece uma nota redondinha.
    .
    Caso perfeito… putz!

  394. Gorducho Diz:

    Amigos dela – não pais nem irmãos…- levaram a Lupé num passeio até essa localidade de San José.

  395. Gorducho Diz:

    Não tá me ocorrendo onde é…

  396. Gorducho Diz:

    Em Morteros ficava a fábrica dos Aero Boero que foi o aparelho no qual chequei.

  397. Vitor Diz:

    MONTALVÃO DISSE: “O defensor de Indridi teria que apresentar argumentos muito sólidos que pudessem afastar, ao menos provisoriamente, a suspeita (praticamente certeza) de que o indivíduo recorresse a truques. ”
    .
    Haraldsson and Gissurarson have done all of us an excellent service in their study of Indridason’s phenomena. Not only have they compiled a good dossier of the medium’s life and phenomena, but they have showed the variety of physical and mental manifestations obtained, and presented an evaluation of them. In their view the reports they studied “offer strong support for the conclusion that the phenomena were indeed genuine.” Their conclusion is bolstered by things such as lack of evidence for fraud, the contemporary recording of facts, and the conviction of some skeptics. They also point out the conditions used in conducting the séance, particularly those imposed by Hannesson. This included, among others, locking doors and windows, isolating the medium and various objects that could be affected from the rest of the hall, examining the hall and the medium, and putting phosphorescent tape on objects.
    .
    Eu aposto que você não leu nenhum desses argumentos de Haraldsson. Ou do Hannesson.

  398. Vitor Diz:

    É São Francisco e San José, ambas na Califórnia.

  399. Gorducho Diz:

    :mrgreen:

  400. MONTALVÃO Diz:

    /
    .
    MONTALVÃO DISSE: “Mas, o que de fato Haraldsson quer é transformar Swedenborg em médium espiritualista, de modo a aproximá-lo de Indridi: mais uma tolice.”
    .
    VISONI: Swedenborg é tido como um precursor do Espiritualismo Moderno, então há base para se defender tal ideia.
    /
    CONSIDERAÇÃO: “é tido como um precursor do Espiritualismo Moderno” por quem, gafanhoto? Por espiritistas e espiritualistas que querem pegar carona no fato de que ele alegava, com a tranquilidade de uma testemunha idônea, que conversara com anjos e espíritos. O Swedenborg espiritualista é qual a Atlântida de Cayce: bem distanciado do original.
    .
    Mas, posso estar equivocado: fique à vontade para achar, extraído dos escritos de Swedenborg, base para transformá-lo em médium espiritualista.

  401. Gorducho Diz:

    É… ele é tido e nisso a Administração está certa – m/mãe sempre falava nele mas só sabendo dele via os chiquistas… – mas também acho que numa apropriação oportunista.

  402. MONTALVÃO Diz:

    /
    MONTALVÃO DISSE: “Ter Swedenborg intuído que o incêndio fora deflagrado em sua cidade provavelmente ocorreu. O sueco conhecia bem o local, recheado de casas de madeira: sem muito esforço seu subconsciente percebeu a iminência da tragédia.”
    .
    VISONI: O subconsciente também deduziu que o fogo pararia 3 números antes da casa dele, o momento exato? Que subconsciente! E lembro que esse longe está de ser o único exemplo dos poderes de Swedenborg.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: tens que entender que há base para aceitar a intuição de Swedenborg e há base par supor que muito folclore foi agregado a essa intuição. Embora ter intuído que o incêndio pararia três casas antes da dele não tenha maior dificuldade de ser explicado: por conhecer bem o local, percebera que a partir daquele ponto seria difícil um incêndio avançar.
    .
    Relembre a luz no quarto de Chico Xavier: mesmo com filmagem e análise técnica de que fora mero reflexo na lente da câmara, quanto folclore não se erigiu em torno do acontecimento… O próprio chico deu força à fantasia, afiançando que recebera visitas da mãe e do inexistente Emmanuel…

  403. MONTALVÃO Diz:

    /
    /.
    MONTALVÃO DISSE: “Entre Swedenborg e Indridi há tanto em comum quanto entre Santo Agostinho e Thomas Green Morton…”
    .
    VISONI: E mais uma vez, não é essa a comparação que Haraldsson faz.
    /
    CONSIDERAÇÃO: claro que não, não vejo em Haraldsson essa veia… O que ele quer é fazer de Swedenbrog um Indridson sueco… ou de Indridi um Swedenborg islandês…

  404. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Concordo plenamente; que tal solicitar o esclarecimento, antes de utilizar o fígado em sua resposta.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: não utilizo fígado nem para levar socos…
    .
    Que tal responder ao desafio de apresentar seus melhores casos, que comprovem o que vem afirmando com tanta certeza? De modo que possamos examiná-los em conjunto e conferir se são o que alega?

  405. Gorducho Diz:

    Não! Falei besteira de novo…
    A Administração té certa, Analista Montalvão.
    A nota promissória; a mensagem do finado Augusto Guilherme pra irmã rainha Louisa Ulrika…
     
    Estou pra ler o Arcana Cælestia (em inglês, claro :mrgreen: ) mas ainda não tive paciência de começar.

  406. Gorducho Diz:

    When spirits leave the company of angels, they are welcomed by the good spirits who are accompanying them and who also do all they can for them. However, if they had led the kind of life in the world that makes it impossible for them to be in the company of good people, then they want to get away from these as well. This happens as long and as many times as necessary, until they find the company of people their earthly life has fitted them for. Here they find their life; and remarkable as it may sound, they then lead the same kind of life they had led in the world.

    This first stage of our life after death does not last more than a few days, though. In the following pages I will be describing how we are then brought from one state into another until finally we arrive either in heaven or in hell. This too is something I have been allowed to learn from a great deal of experience.

  407. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Que tal responder ao desafio de apresentar seus melhores casos, que comprovem o que vem afirmando com tanta certeza?
    ===============================================================
    Concordo plenamente.
    Se não não tem como ter conversação.

  408. Gorducho Diz:

    Arcana CŒlestia :(

  409. MONTALVÃO Diz:

    /
    MOI: ótimo, mas seria pedir muito que nos apresentasse, pelo menos, alguns dedinhos dessas suas pesquisas? Citá-las sem exibí-las nos obriga a aceitar (ou não) seu discurso sem podermos examinar as bases que o sustentam.”
    .
    BO: Convicção é coisa pessoal, não se transfere; ela é construída com horas e horas de atenção, repetições, raciocínios, mais repetições sempre que necessário; até mesmo a decepcionante investigação onde não se encontra nenhum vestígio deve ser considerada, pois demonstra que os acontecimentos não são automáticos e cada local tem sua dinâmica própria. Como vê, somente apelando para as trezentas horas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: viu só Bo? Sei que fica furibundo quando digo que apela a falácias, mas como não dizê-lo diante de expressões tão clamorosas da dita?
    .
    Se lhe solicito demonstração da base que sustenta suas alegações, você responde: é convicção pessoal… nítida falácia da autoridade. É o mesmo que afirmar: “é porque digo que é”.
    .
    Mas talvez queira se defender retrucando: “acontece que minha convicção não é mera opinião: é construída com horas e horas de atenção, repetições, raciocínios, mais repetições…”
    .
    Ok, o que diz faz sentido, mas como conferiremos se acidentalmente não enveredou por via tortuosa e essas horas e horas de atenção foram debalde?
    .
    No fundo, o que você declara é o seguinte: “minha pessoal convicção é a prova de que minhas declarações correspondem à verdade”.
    .
    Óbvio que nenhuma conversa produtiva pode ser extraída dessas condições…
    .
    Sem conhecermos o terreno no qual assentou seus alicerces de certeza nada do que afirma pode ser acatado, e, sabendo-se que as alegações que faz estão de há muito refutadas (comunicação entre mortos e vivos, fotos de fantasmas em celulares, a legitimidade de Indridi, etc.), aí é que fica difícil levar a sério suas postulações.
    .
    Lamentável.
    .
    Porém, a porta está aberta: abra seus arquivos ao mundo e talvez possamos lhe dar crédito.
    .
    Daqui a pouco falo a respeito de Flammarion…
    /
    Saudações expectantes.

  410. Gorducho Diz:

    69. Man was so created by the Lord as to be able while living in the body to speak with spirits and angels, as in fact was done in the most ancient times; for, being a spirit clothed with a body, he is one with them. But because in process of time men so immersed
    themselves in corporeal and worldly things as to care almost nothing for aught besides, the way was closed. Yet as soon as the corporeal things recede in which man is immersed, the way is again opened, and he is among spirits, and in a common life with them.

  411. Gorducho Diz:

    O Kardec cometia esses escorregões o que prova que não tinha tanta firmeza como tentava passar oficialmente. A mais famosa é:
    O Espiritismo é o resultado de uma convicção pessoal que os sábios podem ter como indivíduos, independente de sua condição de sábios. Querer, porém,deferir a questão à Ciência seria o mesmo que entregar a uma assembléia de físicos ou astrônomos a solução do problema da existência da alma.
     
    Sempre notando que sábio é o sentido francês mais próximo de cientista.
    Aí ele entra em desespero e comete o plot hole admitindo que é crença não comprovável cientificamente!

  412. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO: Não! Falei besteira de novo…
    A Administração té certa, Analista Montalvão.
    A nota promissória; a mensagem do finado Augusto Guilherme pra irmã rainha Louisa Ulrika…
    /.
    CONSIDERAÇÃO: longe de ser eu especialista em Swedenborg, porém dele li o suficiente para saber que seus “poderes” não se resumem à visão do incêndio. As visões (profecias, ou o que lá seja) do místico são explicáveis pela sua fina sensibilidade intuitiva. Além, é claro, do colorido que seus seguidores acrescentam aos relatos.
    .
    O caso é que ninguém aceita o inteiro Swedenborg, a exceção seria a igreja que se formou em torno de seus ensinamentos. Alguns acatam que ele presenciou psiquicamente minúcias do incêndio a quilômetros de distância de onde estava, que revelou a gaveta certinha do bilhete, que expôs à rainha o que só ela sabia do irmão, etc. Mas a doutrina de Swedenborg, promanada das revelações que teria obtido dos arcanos celestiais, que exporia a verdade verdadeira de como funciona o outro mundo, essa é olhada com ressalvas por espíritas, espiritualistas e místicos de várias vertentes. Isso porque não coadunam com as certezas que seus mestres divulgam, as quais são incompatíveis com o discurso swedenborguiano.
    .
    De um artigo do qual postei aqui parte, extraio outro trecho, que relata a metamorfose espiritual do sueco:
    .
    —————————————–.
    Foi em abril de 1745 que ele teve uma marcante experiência. Numa noite em Londres, após ter tido duas visões estranhas, coisa que ele nunca experimentara antes, viu um espírito, que ele reconheceu ser o Senhor Jesus Cristo. Este lhe falou da necessidade de uma pessoa para servir como instrumento pelo qual Deus iria fazer revelações de Si Mesmo aos homens, de modo semelhante ao que fizera nas visões bíblicas do Velho Testamento.
    .
    Disse também que explicaria a Swedenborg o sentido oculto ou espiritual existente nas Sagradas Escrituras e, a partir dali, abriria os seus olhos para a realidade do mundo espiritual.
    .
    Desde então, ele passou a ver e ouvir coisas espantosas jamais vistas e ouvidas por nenhum homem em estado de vigília. A principio, ficava apavorado quando espíritos e anjos falavam com ele audivelmente. Mas depois, de 1745 até sua morte em 1772, esteve 27 anos em contínua comunicação com os dois planos da existência simultaneamente, em companhia de anjos e espíritos, ouvindo-os falar e falando igualmente com eles.
    .
    Os dois anos seguintes a esta primeira experiência ele passou aprofundando seu já vasto conhecimento da Bíblia. Escreveu umas 3000 páginas de um comentário desse estudo e preparou um extenso Index Biblicus que usou depois em todas as obras teológicas. Ao mesmo tempo, registrava diariamente suas magníficas experiências espirituais, tidas durante o sono ou em estado de plena vigília; essas anotações foram publicadas postumamente em seis volumes chamados “Diário Espiritual”.
    .
    Entre 1748 e 1756 publicou, anonimamente, a primeira obra teológica, os “Arcanos Celestes”, 7000 páginas explicando o sentido oculto do Gênesis e do Êxodo junto com suas experiências no mundo espiritual. Ele agora se chamava apenas “um servo do Senhor”.
    .
    Em 1757 publicou um livro sobre suas viagens a outros planetas habitados no universo. Depois, escreveu oito volumes explicando o sentido espiritual do livro do Apocalipse; outros volumes sobre temas diversos como a “Divina Providência”, a “Sabedoria Angélica”, “As Doutrinas da Fé, da Vida, da Caridade, da Escritura Santa e do Senhor”. Mas a sua obra mais conhecida é “O Céu e o Inferno”, em que descreve a natureza do espírito humano, suas faculdades, o estado do homem durante e após a morte do corpo e sua entrada na realidade espiritual. Sobre esta obra, especificamente, daremos alguns detalhes mais adiante.
    .
    Há várias ocorrências a respeito das experiências de Swedenborg que foram conhecidas e muito comentadas em toda parte na Europa, naquela época; elas servem de testemunho de suas faculdades excepcionais e da certeza de sua comunicação com o plano espiritual. Vejamos alguns exemplos. O primeiro, da faculdade de visão fora do corpo, quem relata é o grande filósofo Immanuel Kant, numa carta dirigida a uma amiga:
    [COMENTÁRIO DE MONTALVÃO: entretanto, o comentarista não relata o resultado da análise de kant ao episódio, por ele qualificado de ilusório]
    .
    No fim do mês de setembro, num sábado, cerca de 4 horas da tarde, Swedenborg, vindo da Inglaterra, aportou em Gotemburgo e foi convidado por William Castel para uma reunião em sua casa com mais quinze pessoas. À tarde, às seis horas, Swedenborg, que havia saído, voltou ao salão pálido e consternado, dizendo que, naquele instante, irrompia-se um incêndio em Estocolmo, e que o fogo se estendia com violência para a sua casa.
    .
    Estava muito inquieto e saiu várias vezes. Disse que a casa de um de seus amigos, cujo nome citou, estava reduzida a cinzas, e que a sua própria estava em perigo. Às 8 horas, depois de uma nova saída, disse com alegria: Graças a Deus, o incêndio extinguiu-se na terceira porta antes da minha”
    .
    Esta notícia emocionou muito a sociedade… No domingo pela manhã, Swedenborg foi chamado pelo governador, que o interrogou a respeito. Ele descreveu exatamente o incêndio, o seu começo, o seu fim e a sua duração. No mesmo dia, a notícia se espalhou por toda a cidade, que se emocionou ainda mais por ter o governador lhe dado atenção.
    .
    Na segunda feira, à tarde, chegou um mensageiro com notícias enviadas… de Estocolmo no momento do incêndio. Nessa cartas, o incêndio era descrito exatamente como fora dito por Swedenborg. Na quarta feira de manhã, chegou ao governador o correio real com a narração do incêndio, das perdas que tinha causado e das casas que tinha atingido, sem que houvesse a menor diferença entre essas indicações e as que Swedenborg havia dado. De fato, o incêndio havia sido extinto às 8 horas”.
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    Convém lembrar que Gotemburgo fica a mais de 400 quilômetros de Estocolmo, e que naquela ocasião não havia sequer telégrafo.
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    O segundo fato que a citar aconteceu em 176l e é de natureza diferente, pois se trata de informação trazida do mundo espiritual.
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    A viúva de um embaixador holandês em Estocolmo, Sra. De Marteville, sabendo da faculdade que Swedenborg tinha de falar com espíritos, achou que ele poderia auxiliá-la a resolver um caso que a incomodava muito. É que um artífice de prata tinha apresentado a essa senhora uma grande dívida por um serviço feito para o falecido marido pouco antes de sua morte. Ela tinha certeza de que o marido havia pago aquela conta, mas não conseguia achar o recibo.
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    Swedenborg concordou com pedido dela de avistar-se com o marido no mundo espiritual. Poucos dias mais tarde, Swedenborg trouxe-lhe a informação pedida: Ele havia realmente encontrado o falecido embaixador e falado com ele sobre o assunto. Disse que ele mesmo, o próprio falecido, iria dizer a ela onde o recibo estava. Realmente, oito dias depois, a Sra. De Marteville sonhou com o marido: este lhe disse para procurar num local secreto de uma escrivaninha. Ela assim fez e lá encontrou, não só o recibo, mas umas jóias que julgava perdidas.
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    Na manhã seguinte, Swedenborg veio à casa da viúva e, antes que ela lhe dissesse algo, contou-lhe que, na noite anterior, novamente havia falado com o embaixador no mundo espiritual, e que este tinha interrompido a conversa com Swedenborg para falar com a esposa sobre o recibo perdido.
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    O terceiro incidente ficou conhecido na Suécia como “o segredo da rainha”. No outono de 1761, o Conde Ulric Scheffer convidou Swedenborg a vir ao palácio real a fim de visitar a rainha Louisa Ulrica, pois ela estava curiosa para conhecê-lo. Essa rainha era irmã de Frederico, o Grande, rei da Prússia, e casada com o rei da Suécia Frederic Adolfo.
    .
    Tinha ouvido falar do caso do recibo da Sra. De Marteville e, céptica, resolvera por Swedenborg à prova.
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    A rainha pediu a Swedenborg que indagasse ao irmão dela, o príncipe Guilherme, falecido em 12 de junho de 1758, o que este dissera a ela no momento de sua despedida em Potsdam, quando ela partira para a Suécia.
    .
    Tratava-se de um assunto de tal modo confidencial, que ninguém mais, senão ela e o irmão falecido, tinha conhecimento.
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    Alguns dias mais tarde, Swedenborg veio à residência real com alguns exemplares de seus Escritos para oferecer à rainha e, na presença de um senador, fez a ela minuciosa narração da conversa que tivera com o irmão, repetindo com precisão as palavras ditas. Isto causou uma impressão tão profunda na rainha, que ela teve um desmaio.
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    Eventos como esses eram comuns na vida de Swedenborg e serviam para espalhar sua fama. Mas ele não se importava com a notoriedade. De fato, achava que um excessivo interesse com relação às faculdades de que fora dotado poderia desviar o foco de atenção da finalidade real de seus Escritos.
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    Escolhido para descrever a natureza do espírito, Swedenborg foi levado pessoalmente a ter experiências tão inusitadas e diversas, que até hoje o homem comum sequer tem noção de que existem. Da obra acima citada, “O Céu e o Inferno”, tiraremos alguns exemplos:
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    a)- o estado constante em que viveu, por 28 anos,numa experiência única até então e, ao que se sabe, até hoje, de se manter consciente nos dois planos da existência ao mesmo tempo em pleno estado de vigília, no qual ouvia homens e espíritos e falava com uns e outros;
    .
    b)- a experiência de ser conduzido quanto ao espírito, dentro do plano natural, para outros lugares e cidades, como a experiência testificada do incêndio de Estocolmo;
    .
    c)- de ser conduzido quanto ao espírito, ainda dentro do plano natural, para outros planetas habitados no universo e falar com os habitantes dali;
    .
    d)- de ser conduzido quanto ao espírito para fora do plano natural, às dimensões espirituais superiores e inferiores, chamadas céus e infernos;
    .
    e)- e, ainda, a experiência rara de ser fisicamente transportado para outro lugar sem que se tenha noção disso, pois a consciência fica no plano espiritual. Este estado foi experimentado por alguns dos profetas bíblicos, do qual diziam terem “sido levados pelo Espírito” para outro lugar. Sobre isto, Swedenborg escreveu: “enquanto dura esse estado, não se reflete de modo algum sobre o caminho, mesmo quando ele fosse de muitas milhas; não se reflete também sobre o tempo, mesmo quando ele fosse de muitas horas ou de muitos dias; e não se experimenta fadiga alguma; então é-se também conduzido, por caminhos que nós mesmos ignoramos, até ao lugar designado, sem enganos” (CI 441).
    .
    f)- e, finalmente, a chamada experiência de quase morte em que foi deliberadamente introduzido a fim de descrevê-la, retendo, no entanto, plena consciência. Dedicou um capítulo inteiro de “O Céu e o Inferno” para descrever as etapas do processo porque passa o espírito humano na morte e em sua ressurreição ou entrada na vida eterna (CI 445-452).
    .
    Ao descrever todas essas experiências e expor os ensinamentos daí alcançados, Swedenborg se porta de forma categórica; seu estilo é positivo e direto, sem explicações vagas ou incertezas. Não deixa dúvidas quanto ao caráter da Pessoa Divina, a quem chama o Divino Humano, o Senhor Deus Jesus Cristo. Usa a terminologia mais simples possível para descrever as coisas espirituais.
    .
    Por exemplo, chama de anjos os seres espirituais elevados, e espíritos demoníacos aqueles que atentam contra o bem-estar do ser humano. Chama de céus as regiões espirituais onde o homem se realiza na prestação de usos, que é a felicidade mesma, e infernos onde o espírito se inflama em cobiças e se vê frustrado por não mais conseguir realizá-las.
    .
    Se essa terminologia é emprestada da religião, é porque a abertura dos planos espirituais só se tornou possível mediante a instrução que a religião recebem como revelação.
    .
    Falando das experiências de Swedenborg, não seria justo deixar de mencionar que, quando as descreveu em suas numerosas obras, o objetivo que elas não fossem vistas como fins em si mesmas, mas como meios de se alcançar, por meio delas, a sabedoria de um modo de vida mais humano e, assim, mais celeste. Como ele repetiu centenas de vezes em todos os seus trabalhos, tais coisas foram descritas para que, como disse no prefácio de seu “Céu e Inferno” “a ignorância possa ser assim esclarecida e que a incredulidade possa ser dissipada. Se hoje é concedida uma tal revelação imediata, é porque ela é o que é significado pela Vinda do Senhor” (CI 1).
    .
    Em outras palavras: as revelações em sua obra, que para nós parecem espantosas, para ele apenas conduziam a um fim: a abertura para a raça humana de uma fonte de conhecimento das verdades acerca da existência espiritual. Essas verdades, que tinham sido conhecidas pelos antiqüíssimos da Idade de Ouro e de Prata, se perderam depois pelos enganos e pelo mero materialismo. Mas agora, como a raça humana chegava a um certo amadurecimento intelectual, fazia-se necessário abrir outras portas, de acordo com o que o Senhor Jesus havia dito aos Seus primeiros discípulos: “Ainda tenho muitas coisas que vos dizer, mas vós não podeis suportá-las agora”. Chegava o tempo em que Ele iria poder voltar novamente, agora como o Espírito da Verdade, revelar-Se no sentido espiritual das Escrituras e guiar-nos ao conhecimento de toda verdade, verdades para uma nova era da raça humana, um novo conceito de vida e de amor ao próximo.
    .
    Os ensinamentos de Swedenborg dão assim, novos conceitos acerca de Deus, da existência humana, da vida do espírito, e tudo mais. Por se haver adiantado e distanciado em muito do pensamento religioso de seu tempo (e, na verdade, ao pensamento de hoje), as obras de Swedenborg sofreram – e ainda sofrem – censura e discriminação, de um lado, por parte dos pseudo-cientistas, que, por não entenderem, não admitem a hipótese da harmonia ou fusão do conhecimento científico com o da revelação divina de um Deus infinitamente Humano, sábio e amoroso. Por outro lado, da parte dos líderes tradicionais cristãos, por terem receio da abertura dos mistérios da fé, talvez porque sabem que assim perderão o pretenso monopólio das verdades espirituais. A teologia exposta por Swedenborg juntamente com o relato das experiências tão vivas no plano espiritual desconcertam muitos religiosos, os que, teoricamente, mais deviam saber sobre o espírito e a vida após a morte, pois que estas coisas foram dadas muitos desses indivíduos, sentindo-se ameaçados, reajam contra essa nova abertura da revelação e, especialmente, contra o autor, fazendo circular boatos difamadores a respeito de sua sanidade. Em decorrência disso, também a sua reputação anterior de grande cientista e filósofo ficou comprometida.
    .
    Mas Swedenborg continuou a escrever e a trabalhar como antes, sem se importar com as críticas, convicto de que sua obra seria para um futuro distante, com a serenidade dos que sabem o que estão fazendo, serenidade que o acompanhou até a sua morte física, em 29 de março de l772, a qual ele também tinha previsto com semanas de antecedência.
    .
    As obras de Emanuel Swedenborg podem ser encontradas na :
    Sociedade Religiosa “A Nova Jerusalém”,
    Rua das Graças, 45 – Fátima
    20.240.030 – Rio de Janeiro
    ________________________________________
    Igreja Expectante
    Cx. postal 135 Guarapari ES
    CEP 29200.000
    Fone: 0.21.27 – 361.3258
    written by Jário Araujo
    http://igreja_expectante.tripod.com/suendenborg.htm
    ————————————————-.

  413. Gorducho Diz:

    Mas ele relata uma cosmologia espírita, não católica – ou cristã ortodoxa.
    Esse Arcana Cœlum já vi que é perca de tempo: uma fase inicial dele.
    Amanhã me aprofundo mais.
    Veja que quanto a anjos não tem problema pois no chiquismo tem o Anjo Ismael que é o prefeito espiritual do Brasil (Jesus Cristo é o Governador da Terra, só lembrando); e no espiritismo filipino – o 2° país espírita…- são arcanjos quem ditam as mensagens mais importantes.

  414. Gorducho Diz:

    Note que essa enorme lacuna notada pelo Jean Reynaud e que impulsionou definitivamente o Kardec a escrever a DE existe: não se define claramente o que ocorre com as almas antes do JF!

  415. Gorducho Diz:

    Existe em todo cristianismo (say) “ortodoxo”, i.e., não-espírita.

  416. Marciano Diz:

    GORDUCHO, VITOR, BORGES, VINICIUS, e outros.
    Obrigado por sua compreensão.
    Volto quando estiver me sentindo melhor.
    Foi um primo que deixou uma filha menor e uma mulher também doente.
    Além da perda que sinto, tenho de ajudar as duas.

  417. Vitor Diz:

    Devo admitir que a lembrança do Gorducho do Anjo Ismael foi brilhante!

  418. Vitor Diz:

    Marciano, uma pena, e tão perto do Natal… espero que consiga ajeitar as coisas. Melhoras.

  419. Vitor Diz:

    O Haraldsson me escreveu dizendo:
    .
    O bispo Hallgrimur Sveinsson tem correspondência nos Arquivos Nacionais. Nós saberemos logo se o incêndio está lá.
    Muitas felicidades
    ERLENDUR

    .
    Tomara que sim, não apenas o incêndio, mas outras sessões também…

  420. Borges Diz:

    “ Deve entender que quando falamos de “prova” o fazemos em termos de “evidência robusta”. A rigor, nenhuma forma de conhecimento é capaz de produzir provas no sentido pleno, nem ciência, religião, nem filosofia. Falar, por exemplo, em “prova científica” faz pouco sentido, a ciência não prova, demonstra.
    .
    Acontece que algumas pessoas tomam INDÍCIO e APARÊNCIA por evidência. Indício é uma fraca probabilidade de que o observado corresponda ao que se pensa. Aparência é apenas algo que se assemelha à crença.’
    .

    Você tem razão quanto ao significado diferente das palavras vestígios, indícios e evidências, contudo, a maioria das pessoas que as utiliza, não se preocupa em manter uma distinção clara entre elas. Como não estamos num site fechado a especialistas, um deslize pode ser perdoado. O importante é obstar qualquer tentativa de “bater o martelo” enquanto ocorre o leilão; ou seja, transformar em certeza absoluta aquilo que ainda não foi provado.
    .
    “O registro de um fantasma no celular dá apenas a aparência de que o equipamento flagrou um ente invisível, nem mesmo indício é. Cabe averiguação para confirmar se realmente o registro corresponde a algo inexplicável ou se tem elucidação banal, como normalmente tem.”
    .
    Se o equipamento flagrou um ente invisível, supõe-se ausência de fraude; neste caso trata-se de evidência de paranormalidade; não diria prova de existência de espíritos, tendo em vista que parapsicólogos “Quevedistas “ ou “Quevenianos” (acabei de inventar) aceitam a ideia de “imagens fotográficas produzidas pela mente humana.”
    É claro que a sua preferência recai sobre a palavra que exprime menor importância para a ocorrência.
    Um abraço

  421. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Note que essa enorme lacuna notada pelo Jean Reynaud e que impulsionou definitivamente o Kardec a escrever a DE existe: não se define claramente o que ocorre com as almas antes do JF!”
    /.
    CONSIDERAÇÃO: Swedenborg preencheu essa lacuna.
    .
    Em “O Mundo dos Espíritos – Segundo o que lá foi ouvido e visto, o sueco descreve esse período.
    .
    No sumário do livro temos os títulos:
    .
    - O estado do homem após a morte (O que é o mundo dos espíritos)
    - A essência do homem é o espírito
    - A ressurreição do homem e sua entrada na vida eterna
    - A forma humana do espírito
    - Depois da morte, o homem usufrui de todos os sentidos, da memória, do pensamento e do sentimento. É despojado apenas de seu corpo
    - A vida após a monte não difere da vida na Terra
    - Os prazeres espirituais na vida após a morte
    - O primeiro estado do homem após a morte
    - O segundo estado do homem após a morte
    - O terceiro estado do homem após a morte (A preparação para a vida celeste)
    - A misericórdia imediata não conduz ao Céu
    - Não árdua a vida que conduz ao Céu

  422. Borges Diz:

    “CONSIDERAÇÃO: façamos o seguinte: resuma suas evidências de que costumo distorcer as coisas. Se não conseguir, aceito pedido de desculpas, caso seja capaz de se desculpar…”
    .
    Eis aí um exemplo, para você e para quem quiser conferir:
    Borges Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 9:12 AM
    CONSIDERAÇÃO: sim, sem dúvida, testemunho é testemunho em qualquer caso, entretanto, creio concordará haver estupenda diferença entre um afirmar “vi o Zé esfaquando a Maria” e outro: “toda vez que chego em casa tem um espírito no portão me olhando de cara feia” (se preferir pode substituir espírito por outra coisa: duende, asthar sheran, o capeta, madame Min, bruxa Alcéia, anjo…).”
    .
    Por que tenta maquiar a situação? Estou considerando um trabalho sério desenvolvido por cientistas e pessoas consideradas probas, com uma médium paga, exatamente para se submeter aos rigores do grupo, com relatos por escrito (testemunhos) dos membros participantes.
    Um abraço
    .
    (“toda vez que chego em casa tem um espírito no portão me olhando de cara feia”) é bem diferente dos relatos por escritos contidos no livro do Flammarion (FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS)
    .
    Eis outro exemplo:

    .

    “Espirita Sp Orlando Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 8:20 AM
    Borges, participo pouco por aqui. Concordo com o pedido do sr. Montalvão e reforçado por Gorducho. Divulgue suas experiências mediúnicas que presenciou.
    Como sabem sou Espirita mas não pelos fenômenos e sim pelos ensinamentos evangélicos e dos livros do Dr. Miranda.
    Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito. Se fosse espírito sério aparecia mais vezes e dariam mais testemunhos e ficariam fraternalmente contentes de estarem esclarecendo as pessoas.”

    “Borges Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 10:20 AM
    Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito.”
    .
    Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.”
    Um abraço”
    .
    MONTALVÃO Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 12:14 PM
    /
    SAMPORLANDO: Nunca dei crédito as experiências com celular e os Espíritos neles. Podem ser espíritos brincalhões que aparecem 1 vez para causar discórdia e mais descrédito.”
    .
    BO: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: alegação falaciosa: toma uma de muitas possibilidade (em verdade a mais fraquinha de todas) como a única.
    .
    O Samporlando não disse que “SÃO espíritos brincalhões”, mas que “PODEM SER”, ou seja, no contexto espiritista em que os dois navegam essa hipótese merece crédito, mas o samporlando foi prudente em não ser taxativo: “pode ser”…
    .
    Pode também “não ser”…
    .

    Borges Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 7:18 PM
    “CONSIDERAÇÃO: alegação falaciosa: toma uma de muitas possibilidade (em verdade a mais fraquinha de todas) como a única.”
    .
    Plagiando o FHC : assim não dá – assim não dá – assim não dá….
    Eu não afirmei que os brincalhões existem; como o analista SPO disse que pode ser espíritos brincalhões, eu emendei: brincalhões já servem como prova. Vai dizer que não? Ou você quer espíritos evoluídos como prova.
    .
    “O Samporlando não disse que “SÃO espíritos brincalhões”, mas que “PODEM SER”, ou seja, no contexto espiritista em que os dois navegam essa hipótese merece crédito, mas o samporlando foi prudente em não ser taxativo: “pode ser”…
    .
    Pode também “não ser”…”
    .
    Veja o que eu mencionei, vou até colar da sua cola:
    BO: Os brincalhões já atendem nossas necessidades de provas.
    Onde está escrito aí que eu afirmei que espíritos (brincalhões ou não) existem? Eim?
    .
    Complementando caso não tenha entendido ainda. O analista SPO aventou a possibilidade de existir espíritos brincalhões, então eu retruquei: brincalhões já servem como prova, ou seja, caso existam eles servem como prova.
    Se eu tivesse contado uma mentira eu aceitaria o termo “falácia”, contudo, ficou claro que não.

  423. MONTALVÃO Diz:

    FALANDO DE FLAMMARION
    .
    Flammarion defendia que, genericamente, todo médium eventualmente recorre a fraudes. Parece ter sido ele o criador dessa tese, que foi muito utilizada por pesquisadores de várias épocas para validar médiuns diversos, incluindo a matreira Eusápia Palladino.
    .
    E Flammarion ia mais longe: reconhecia que havia dois tipos de trapaças: a consciente, praticada por “pura diversão” da parte dos médiuns e a inconsciente que, embora fosse também um engodo, era produtiva, pois ajudava na produção dos fenômenos reais, nos quais Flammarion acreditava piamente…
    .
    Parece que o brilhante astrônomo desconhecia as prudentes reflexões de Descartes:
    .
    “Os meus sentidos por vezes enganam-me, e é prudente nunca confiar completamente naqueles que nos enganam uma vez que seja” (Descartes – Meditações)
    .
    Mas Flammarion confiava em quem o enganava, e confiava muito…
    .
    O critério dele era o seguinte: se se constata a fraude, o médium fraudou naquela ocasião e se desconsidera o evento para fins de registros válidos. Se a fraude não for detectada os feitos são reais, cabendo ao investigador tentar definir se provém de um espírito ou de algum poder desconhecido oriundo do médium.
    /
    - amanhã, se vivo for, continuo -

  424. Borges Diz:

    -1-
    “Quem alega ter poderes incomuns – no caso ser capaz de contactar “espíritos” é que tem o ônus da prova.”
    .
    BORGES: Se o “sujeito” se colocou à disposição da “Sociedade”, mesmo ganhando uma “graninha”, acho que cumpriu a parte dele.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    Por acaso CX, DPF,CB e outros se colocaram à disposição de alguma “Sociedade” para estudos ou experimentos. Não seria maravilhoso se tivesse acontecido; como ocorreu também com Eusápia Paladino e Eleonora Piper. Acho que você considerou a resposta isoladamente. Qual seria a melhor maneira de demonstrar contato com espíritos? Acho que se colocando à disposição de especialistas integrantes de uma “Sociedade”. Onde está a EVASIVA? Onde está a FALÁCIA?
    .
    -2-
    GORDUCHO: Os resultados não são significativos porque os experimentos não são feitos.
    Nossos experimentos não foram obtidos via êxtase místico: são baseados nas alegações da literatura espírita.”
    .
    BORGES: Leia “FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS” de Camille Flammarion.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    .
    Caso necessite de uma determinada informação e alguém diz: procure no Diário Oficial do dia tal. Aconteceu uma EVASIVA aí?
    . -3-
    “Não se trata de não aceitação.
    É que nunca se vê…”
    .
    BORGES: Claro!!!.Quem nunca quer ver.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    Eis aí abaixo, um exemplo de preconceito . De quem nunca quer ver. Onde está a EVASIVA? Onde está a FALÁCIA?
    Nota: Eu não cometeria a deselegância de chamar de FALÁCIA a expressão :”É que nunca se vê…’
    . Borges Diz:
    DEZEMBRO 19TH, 2016 ÀS 5:24 PM
    “CONSIDERAÇÃO: correto, mas não estamos aqui discorrendo a respeito de provas no sentido jurídico, sim de evidências robustas de que alegações místicas e do paranormal têm sustentabilidade. Estamos vendo que não têm…”
    .
    Deve ficar claro que se trata da sua opinião. Desculpe pela sinceridade explícita. Vejo aí muito preconceito. Testemunho é testemunho em qualquer caso.”
    .
    Você pulou a -4-
    .
    -5-
    “Os fatos dizem que desde que se inventaram as câmaras – de filmagem contínua, claro – materializações + Tk não acontecem.”
    .
    BORGES: Acho que não estamos no mesmo universo.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    .
    Foi uma resposta que apresentei ao analista Go. Não foi EVASIVA, porque ele conhece minha opinião sobre o assunto. Inúmeras vezes deixei claro que as câmeras gravam imagens de fantasmas .

    Caro Montalvão, com todo respeito que você merece, devo dizer. que não vou continuar embarcando nesta sua LOUCURA. Pode desconsiderar a sugestão de pedido de desculpas que fiz. Pode chamar de FALACIOSO, EVASIVO, LACÔNICO, etc. Não ligo. Minha sanidade é mais importante que isto.
    Passe bem

  425. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Além da perda que sinto, tenho de ajudar as duas.
    ===============================================================
    É isso. É nessas horas que se vê quem é quem, não nas festas boca-livre ou fins-de-semana nas casas de praia…
    Que passe a virada-do-ano da melhor forma possível…

  426. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    CONSIDERAÇÃO: Swedenborg preencheu essa lacuna.
    ===============================================================
    Sim, então ele foi sim o precursor do espiritismo.
    Ele desenvolveu uma cosmologia espírita.

  427. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Sim, então ele foi sim o precursor do espiritismo.
    Ele desenvolveu uma cosmologia espírita.”
    /.
    ISSO É O QUE DIZEM espiritualistas de várias vertentes, mas a cosmologia do místico sueco muito pouco a ver tem com a espírita. E, mesmo sem Swedeborg, mediunistas aproveitam as supostas manifestações dos santos e da Virgem, acontecidas em ambiente católico para lê-las como eventos mediúnicos.
    .
    Há que se levar em conta que, até onde sei, o sueco nunca advogou que os contatos com o mundo espiritual fossem liberados em geral. Tampouco postulou a existência de médiuns. Swedenborg explicava ter sido escolhido especialmente por Nosso Senhor para receber as revelações dos mistérios celestiais e passá-las ao mundo.
    .
    Leve em conta, ainda, que o mundo espiritual de Swedenborg éconstituído de céu e inferno e de um estado intermediário, onde a vida decorre em moldes bem parecidos com a terrena. Para Swedenborg, o mundo dos espíritos e o dos viventos são instâncias que não se interconectam, a não ser em situações especialíssimas, como no caso dele.
    .
    Para o kardecismo, a má notícia é que na utopia religiosa de Swedenborg não cabe a reencarnação.
    .
    ————————————
    “Foi-me demonstrado, através de numerosas experiências, que o homem é espírito, interiormente, mas se quisesse agora relatá-las, preencheria vários volumes. Falei com os espíritos como espírito e também lhes falei como homem. Quando eu tratava com eles como espírito, consideravam-me como igual, pois meu corpo material não era percebido, ainda que minha forma humana se conservasse como tal.
    .
    Como disse anteriormente, a forma do espírito é a forma humana.
    .
    O homem, interiormente, é espírito: isso é confirmado pelo fato de que, após a morte, ou após a separação do corpo, ele esteja tão vivo como antes.
    .
    A fim de que me convencesse disso, permitiram que, na outra vida, conversasse com todos aqueles que conhecera na Terra. Com alguns falei durante horas, com outros durante semanas e meses, c com uns durante anos. Tudo isso para que eu pudesse testemunhá-lo depois.”
    (O Mundo dos Espíritos – Swedenborg)
    ——————————

  428. MONTALVÃO Diz:

    /
    Da “Sociedade Religiosa “A Nova Jerusalém”, calcada nos ensinos de Swedenborg, destaco trecho de artigo.
    .
    —————————–
    Os Escritos de Swedenborg alertam quanto aos perigos do espiritismo
    .
    Rev. Cristóvão R. Nobre
    .
    Seja com o fim de tirar proveito da credibilidade do nome do nobre sueco, seja por ignorância, o fato é que algumas obras de referência espíritas mencionam Swedenborg como um “médium”, e ele é freqüentemente assim chamado pelos espíritas.
    .
    No livro “História do Espiritismo” do famoso Arthur Conan Doyle (criador do personagem Sherlock Holmes) Swedenborg é mesmo considerado por ele como “o primeiro médium” da idade moderna. Afirma Conan Doyle sobre ele na sua História do Espiritismo: “A verdade é que Swedenborg foi o primeiro e, sob vários aspectos e de modo geral, o maior médium; estava sujeito a erros tanto quanto aos privilégios decorrentes da mediunidade” (obra citada, pág. 37).
    .
    Comentando esse tipo de enfoque, uma obra idônea como a Encyclopaedia Britannica (edição inglesa) discorda de Conan Doyle e observa que a idéia normal de mediunidade contraria tal modo de ver as coisas, uma vez que Swedenborg entrou no mundo dos espíritos a partir do mundo material, enquanto no espiritismo são os espíritos que vêm ao nosso mundo.
    .
    A este respeito, cumpre então ressaltar que o papel de Swedenborg diferiu muito do daquele que se chama “médium” espírita.
    .
    Na verdade, Swedenborg condenou veementemente o espiritismo, como veremos adiante.
    .
    Ele mesmo nunca pensou em rasgar o véu que separa os dois mundos, e ficou surpreso de que Deus o chamasse para esta missão. Em resposta a uma carta que lhe foi dirigida, disse:
    ,
    “…O Senhor, entretanto, dispõe tudo de tal maneira, que os espíritos e os homens raramente se aproximam de modo a conversarem uns com os outros, pois mediante o intercurso com os espíritos, os homens são levados a tal situação da alma, que caem no perigo de perder a vida, razão por que procuro dissuadir todos aqueles que desejam manter tal intercurso.
    .
    Aprouve ao Senhor, porém, permitir que eu converse e mantenha contatos com os espíritos e anjos pelas razões que têm sido expostas em meus escritos; para isso sou protegido pelo Senhor contra muitos ataques e tentativas desesperadas dos espíritos do mal” (Documentos sobre Swedenborg).
    ———————————-

  429. MONTALVÃO Diz:

    /
    Em “Swedenborg, uma análise crítica” Hermínio Miranda analisa o espiritismo swedenborguiano, na introdução lemos:
    .
    ——————————–.
    “Conteúdo resumido
    .
    Nesta obra, o eminente escritor espírita faz uma compacta e esclarecedora avaliação sobre o real valor da extensa obra de Emanuel Swedenborg, um dos importantes precursores na divulgação dos fenômenos mediúnicos, especialmente em relação aos relatos sobre a vida no mundo espiritual.
    .
    Em sua análise, Hermínio demonstra o grande valor histórico da obra de Swedenborg, como pioneira na narrativa das condições de vida no mundo espiritual.
    .
    Quanto ao valor doutrinário dos escritos de Swedenborg, conforme as próprias palavras de Hermínio, “suas especulações são inaceitáveis e nada têm a ver com a lúcida Doutrina dos Espíritos”, e adiante afirma que SWEDENBORG FOI “HABILMENTE MANIPULADO POR ESPÍRITOS ARDILOSOS, QUE EXPLORARAM IMPIEDOSAMENTE SUA BOA-FÉ”.
    .
    Finalmente consideramos que, não obstante as restrições em relação ao valor doutrinário de suas obras, Swedenborg teve o grande mérito de levar a inúmeras pessoas a convicção da sobrevivência do ser à morte do corpo físico e, em conseqüência, à consoladora certeza de que se reunirão novamente a seus entes queridos em um futuro próximo.”
    ——————————————-,

  430. Gorducho Diz:

    ===============================================================
    Para o kardecismo, a má notícia é que na utopia religiosa de Swedenborg não cabe a reencarnação.
    ===============================================================
    tamos falando de espiritismo genericamente. Não de kardecismo, filipinismo ou bezerrochiquismo em particular.
     
     
    ===============================================================
    Há que se levar em conta que, até onde sei, &c.
    ===============================================================
    :o
    Como ele contactou o falecido irmão (August Wilhelm) da rainha Louisa Ulrika :?:
    E como que ele falou com o espírito do ex-embaixador pra que ele dissesse pra viúva (M. de Marteville) onde tava o recibo da fatura que o joalheiro tava querendo cobrar em duplicidade :?:

  431. Gorducho Diz:

    Obviamente que ele é um precursor; ainda não está o espiritismo moldado definitivamente.
    E quanto à cosmologia das esferas de novo: é o espiritismo americano. Se lembra que o pai e a irmã do Drayton Thomas – que a Administração tanto admira (claro, anglo…) – moravam na 6ª, visitaram o Julio Cæsar se não me engano na 7ª e até assistiram uma palestra de Jesus Cristo na 9ª :?:
    O bezerrochiquismo a adotou em parte; i.e.: tem reencarnações…

  432. Gorducho Diz:

    O Alexis Didier sim eu não considero espírita.
    Já comentei na outra rubrica.
     
    E sim: eu me enganei aliás ontem só falei besteiras. Logo depois me dei por conta do erro.

  433. MONTALVÃO Diz:

    /
    FALANDO DE FLAMMARION – parte 2
    .
    A suposta mediunidade de Eusápia era composta de vários efeitos físicos e também de contatos inteligentes por meio de pancadas que formavam letras e palavras (tiptologia). Flammarian conhecia as denúncias contra Palladino, várias vezes flagrada fraudando.
    .
    Conhecia, ainda, que os espíritos que alegadamente agiam por intermédio de mulher produziam uma mediunidade violenta e barulhenta. Por exemplo, era comum Eusápia lutar por libertar as mãos apresadas pelos pesquisadores, que tinham de imprimir grande força no agarramento para evitar a soltura. A médium urrava, berrava, mas isso era considerado parte das manifestações.
    .
    Flammarion também fora notificado de uma malandragem comum em médiuns que efetuavam demonstrações protegidos pelo escuro: consistia em libertar uma das mãos e fazer com que os investigadores que estavam ao lado do médium segurassem um o antebraço do outro, julgando terem agarrado o do médium que, com uma das mãos libertas, podia realizar seus truques.
    .
    Desnecessário lembrar que a maioria das demonstrações eram feitas no escuro.
    .
    Assim, Eusápia Palladino ditava as condições que queria no ambiente. Pesquisadores, quais Flammarion, aceitavam essas condições e as explicavam como podiam. Por exemplo, reconheciam que a escuridão era necessário para que os efeitos físicos ocorrerrem. “Ninguém sabe porque”, esclarecia, “mas é assim que a coisa funciona”.
    No livro “As Forças Naturais Desconhecidas” Flammarion conta de uma sessão com Eusápia, em que se tentava contato com um espírito que se mantinha silente.
    .
    Subitamente uma poltrona no aposento moveu-se sozinha. O astrônomo a empurrou de volta ao seu lugar e ela tornou a se mover. Garante ele que a médium estava sob inteiro controle, obviamente na escuridão. Quer dizer, Flammarion acreditava que ela estivesse controlada, mas isso era o suposto, ele não tinha a visão clara de Eusápia devidamente limitada em seus movimentos.
    .
    Tampouco lhe passou pela cabeça que o movimento do sofá fora um escape para a mulher apresentar alguma coisa, visto não ter conseguido libertar uma das mãos para dar pancadas na mesa.
    .
    Flammarion dizia lamentar que a escuridão fosse necessária para os surgimento dos fenômenos, mas nada podia fazer quanto a isso. E assim, Eusápia seguia sua bem sucedida carreira, impondo suas condições para que a pretensa espiritualidade se manifestasse.

  434. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Como ele contactou o falecido irmão (August Wilhelm) da rainha Louisa Ulrika?
    E como que ele falou com o espírito do ex-embaixador pra que ele dissesse pra viúva (M. de Marteville) onde tava o recibo da fatura que o joalheiro tava querendo cobrar em duplicidade?”
    /.
    TAL NÃO SIGNIFICA que esses contatos vieram de uma doutrina mediúnica: lembre-se que Swendenborg, conforme ele mesmo apregoava, era um dos poucos autorizados a contatar o mundo espiritual. Se Deus lhe permitira conversar com anjos e almas de mortos, para conhecer os segredos do além, eventualmente, poderia lhe permitir solução de um caso doméstico.

  435. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Há que se levar em conta que, até onde sei,”
    /.
    CLARO, até onde sei: não vou aqui arrotar-me especialista em Swedenborg, coisa que não sou, mas, li algumas coisas e dessas posso falar, como falado tenho…

  436. MONTALVÃO Diz:

    /
    .
    BO: Acontece que algumas pessoas tomam INDÍCIO e APARÊNCIA por evidência. Indício é uma fraca probabilidade de que o observado corresponda ao que se pensa. Aparência é apenas algo que se assemelha à crença.’
    .
    Você tem razão quanto ao significado diferente das palavras vestígios, indícios e evidências, contudo, a maioria das pessoas que as utiliza, não se preocupa em manter uma distinção clara entre elas. Como não estamos num site fechado a especialistas, um deslize pode ser perdoado. O importante é obstar qualquer tentativa de “bater o martelo” enquanto ocorre o leilão; ou seja, transformar em certeza absoluta aquilo que ainda não foi provado.
    /
    CONSIDERAÇÃO: aqui todos os deslizes serão perdoados. Se não perdoarmos os escorregões alheios como poderemos esperar perdão para os nossos?
    /
    Por outro, mesmo cá não sendo propriamente fórum de discussão científica, devemos primar por usar linguagem mais próxima que pudermos da especificação técnica dos conceitos utilizados.
    /
    Quanto a não vir com certezas fechadas, isso é correto. Estamos em bom caminho, creio.

  437. MONTALVÃO Diz:

    /
    “O registro de um fantasma no celular dá apenas a aparência de que o equipamento flagrou um ente invisível, nem mesmo indício é. Cabe averiguação para confirmar se realmente o registro corresponde a algo inexplicável ou se tem elucidação banal, como normalmente tem.”
    .
    BO: Se o equipamento flagrou um ente invisível, supõe-se ausência de fraude; neste caso trata-se de evidência de paranormalidade; não diria prova de existência de espíritos, tendo em vista que parapsicólogos “Quevedistas “ ou “Quevenianos” (acabei de inventar) aceitam a ideia de “imagens fotográficas produzidas pela mente humana.”
    É claro que a sua preferência recai sobre a palavra que exprime menor importância para a ocorrência.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: concordo um pouco, discordo um tanto. Não se pode afirmar que o equipamento “flagrou um ente invisível”. Só saberemos se foi ente invisível depois de adequadamente analisar o assunto. Equipamentos de gravação de imagens estão sujeitos a uma séria de interferências, que podem dar a falsa ideia de tratar-se de registro de algo espiritual.
    .
    Fraude pode haver e certamente há, mas essas divulgações que circulam na internet, boa parte delas, é constituída de “ruídos” no registro da imagem que são, lepidamente, lidos como presença de fantasmas.

  438. MONTALVÃO Diz:

    /
    Eis aí um exemplo, para você e para quem quiser conferir: [de que distorço as coisas que diz]
    Borges Diz:
    DEZEMBRO 20TH, 2016 ÀS 9:12 AM
    CONSIDERAÇÃO: sim, sem dúvida, testemunho é testemunho em qualquer caso, entretanto, creio concordará haver estupenda diferença entre um afirmar “vi o Zé esfaqueando a Maria” e outro: “toda vez que chego em casa tem um espírito no portão me olhando de cara feia” (se preferir pode substituir espírito por outra coisa: duende, asthar sheran, o capeta, madame Min, bruxa Alcéia, anjo…).”
    .
    BO: Por que tenta maquiar a situação? Estou considerando um trabalho sério desenvolvido por cientistas e pessoas consideradas probas, com uma médium paga, exatamente para se submeter aos rigores do grupo, com relatos por escrito (testemunhos) dos membros participantes.
    /
    CONSIDERAÇÃO: sinto muito ter que discordar, aqui não foi distorção, foi falta de perceber que seus comentários focavam o livro de Flammarion. Você a ele fez uma vaga referência, sugerindo a leitura e depois passou a defender que fotos registram a presença de mortos, que Indridi não era aldrabão e Flammariou acabou ficando lá pra trás, esquecido… Até mesmo sua referência a uma médium paga, estudada por cientistas, ficou declaração nebulosa, mesmo porque sequer se deu ao trabalho de citar-lhe o nome.
    .
    Agora que ficou clara que sua base de certeza está em Flammarion é possível reler suas postagens olhos mais abertos.

  439. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: (“toda vez que chego em casa tem um espírito no portão me olhando de cara feia”) é bem diferente dos relatos por escritos contidos no livro do Flammarion (FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS)
    /.
    CONSIDERAÇÃO: sem dúvida, tivesse deixado o laconismo de lado e noticiado que se referia a Flammarion teríamos evitado mau entendimento das partes.

  440. MONTALVÃO Diz:

    /
    BO: Complementando caso não tenha entendido ainda. O analista SPO aventou a possibilidade de existir espíritos brincalhões, então eu retruquei: brincalhões já servem como prova, ou seja, caso existam eles servem como prova.
    Se eu tivesse contado uma mentira eu aceitaria o termo “falácia”, contudo, ficou claro que não.
    /.
    CONSIDERAÇÃO: acho ainda não entendeu: falácia não é o mesmo que mentira. Falácia é raciocínio mambembemente construído, intencionalmente ou não. Dizer que alguém recorreu a falácias não significa que se esteja ofendendo, é apenas a denúncia de um desvio lógico.
    .
    Em nossa conversa a falácia, em termos gerais, está em afirmar a ação de espíritos na natureza (seja comunicando com vivos de várias maneiras, seja por materializações ou por capturas em mídias de imagem e som). Pode-se, sim, postular como hipótese (a ser verificada, naturalmente) que os mortos têm acesso livre ao mundo material e nele se manifestam. Mas tal alegação carece ser aferida por meio de verificações condizentes. E aí entram os testes que cá vimos propondo.

  441. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Quem alega ter poderes incomuns – no caso ser capaz de contactar “espíritos” é que tem o ônus da prova.”
    .
    BORGES: Se o “sujeito” se colocou à disposição da “Sociedade”, mesmo ganhando uma “graninha”, acho que cumpriu a parte dele.
    .
    MOI: Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    /
    BO: Por acaso CX, DPF,CB e outros se colocaram à disposição de alguma “Sociedade” para estudos ou experimentos. Não seria maravilhoso se tivesse acontecido; como ocorreu também com Eusápia Paladino e Eleonora Piper. Acho que você considerou a resposta isoladamente. Qual seria a melhor maneira de demonstrar contato com espíritos? Acho que se colocando à disposição de especialistas integrantes de uma “Sociedade”. Onde está a EVASIVA? Onde está a FALÁCIA?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: BELEZA! Vamos analisar detalhadamente minha classificação.
    .
    A declaração do Gorducho (corrija-me FatBoy se falo bobo) me parece bem clara: quem alega falar com espíritos deve dar provas de que fala com espíritos…
    .
    Não é porque alguém escreve uma cartinha e afirma tê-la recebido de um desencarnado que tal seja verdade. Não é porque o médium afiança estar em contato com um morto que acabou de presenciar um incêndio e o incêndio de fato ocorreu que efetivamente um falecido decidiu ser repórter entre os vivos.
    .
    Se mortos falam com vivos esses contatos podem e devem ser conferidos. A conferência não se faz baseando-se em alegações de que o médium “jamais poderia saber por meio comuns o que informou”, portanto um espírito comunicou…
    .
    É muito difícil verificar se realmente era impossível o médium ter acesso à notícia atribuída ao espírito. Por esse caminho muitas brechas ficam abertas e certezas assim obtidas só atendem aos anseios dos crentes.
    .
    Se espíritos atuam na natureza, embora invisíveis, a ação destes pode ser registrada com testagens condizentes. Aí sim, tendo os mortos apresentado evidências firmes e sobejas de suas presenças seria possível, de forma generalizada, trabalhar com essa verdade e desenvolver produtivo intercâmbio de informações entre os mundos. E o mundo jamais seria o mesmo…
    .
    Lamentavelmente, espírito algum dá conta de desafios simples, como o de ler trecho de livro postado fora das vistas do médium, ou identificar uma imagem… se o espírito não faz aquilo que poderia fazer e produzir prova concreta, a conclusão inevitável é a de que espíritos de mortos, mesmo que existam, não comunicam.
    .

    Enfim, a evasiva está em não levar em conta a necessidade de prova objetiva da presença de mortos na natureza e, ao mesmo tempo, apelar para a falácia da dispersão, por alegar que a simples disponibilidade de um médium a um instituto atende à exigência. Estamos exaustos de saber de médiuns e paranormais validados por sociedades várias que, adiante, ou são flagrados fraudando ou seus alegados poderes não se confirmam ao longo da história.
    .
    E ainda, no caso de médiuns, nenhuma sociedade, ao que saibamos, empreendeu testes da presença de mortos entre os vivos. Portanto, o caso continua em aberto, mesmo decorrido mais de século e meio do “derramamento dos espíritos”.

  442. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO: Os resultados não são significativos porque os experimentos não são feitos.
    Nossos experimentos não foram obtidos via êxtase místico: são baseados nas alegações da literatura espírita.”
    .
    BORGES: Leia “FORÇAS NATURAIS DESCONHECIDAS” de Camille Flammarion.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    .
    BO: Caso necessite de uma determinada informação e alguém diz: procure no Diário Oficial do dia tal. Aconteceu uma EVASIVA aí?
    /.
    CONSIDERAÇÃO: eu até poderia incluir “laconismo” na avaliação de sua resposta. Você secamente citou uma das obras de Flammarion e deu a conversa por encerrada. No mínimo, caberia comentário adicional, tipo: “no capítulo tal achará isso ou aquilo que demonstra o equívoco de sua declaração”. Mesmo porque Flammarion não é a “literatura espírita” é um dentre vários autores. De qualquer modo, o pensamento de Flammarion também serve como base para as experimentações que propomos: sendo ele um dos que defendem a ação de mortos entre os vivos (às vezes até muito enérgica essa ação), nos concede elementos para a reivindicação de testes de presença.

  443. MONTALVÃO Diz:

    /
    “Não se trata de não aceitação.
    É que nunca se vê…”
    .
    BORGES: Claro!!!.Quem nunca quer ver.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    -FALÁCIA-
    Eis aí abaixo, um exemplo de preconceito . De quem nunca quer ver. Onde está a EVASIVA? Onde está a FALÁCIA?
    Nota: Eu não cometeria a deselegância de chamar de FALÁCIA a expressão :”É que nunca se vê…’
    ./
    CONSIDERAÇÃO: vou tentar reconstruir o diálogo para melhor nos situarmos:
    .
    —————————————-.
    A) BORGES: a não aceitação do fenômeno conhecido como “poltergeist”, não prova sua inexistência.
    ./
    B) Gorducho:Não se trata de não aceitação.
    É que nunca se vê…
    .
    Veja aquele caso no RS: a primeira providência foi derrubarem a casa.
    E quando tavam começando a derrubar o que aconteceu
    RMK já fiz essa pergunta cá há poucas semanas mas fui solenemente ignorado.
    .
    E pra piorar os parapsicólogos (como sempre…) avacalharam com o poltergeist inventando a absurda ?Tk “estatística”.
    Aí é pra matar.
    /.
    C) BORGES: Claro!!!.Quem nunca quer ver.
    ./.

    CONSIDERAÇÃO: veja só, você havia dito que a rejeição de que exista o poltergeist não significa que não exista.
    .
    Então, o Gorducho lhe respondeu que não se trata de rejeição mas de algo que nunca de vê de fato. Entendo que ele esteja a dizer que a presença de espíritos brincalhões, ou de forças psíquicas descontroladas, em certos ambientes nunca se confirma. E ainda fez citação exemplificativa de um acontecimento no RS.
    .
    Sua resposta foi a mais seca possível: não vê porque não quer ver… Quer dizer, deu o papo por encerrado mal começara. Você poderia, por exemplo, citar casos que conheça, bem estudados, que mostrem a realidade do poltergeist; podia recorrer à doutrina, mostrando que os poltergeist são nela previstos; poderia até trazer experiência pessoal, caso a tenha, mas, nada, optou por sair pela tangente: “se você não quer ver, não vai ver, fim de conversa”…
    /
    Ah sim, e a falácia? Esta se vê no ad hominem, é como se dissesse: “você é o cego que não quer ver, por isso rejeita”. Então, em vez de contra-atacar demonstrando ser inverídica a afirmação de que poltergeists verdadeiros não existem porque existem, e trazendo casos que o demonstrem, preferiu desqualificar o comentarista.

  444. MONTALVÃO Diz:

    /
    GORDUCHO: “Os fatos dizem que desde que se inventaram as câmaras – de filmagem contínua, claro – materializações + Tk não acontecem.”
    .
    BORGES: Acho que não estamos no mesmo universo.
    .
    Avaliação:
    -EVASIVA-
    .
    BO: Foi uma resposta que apresentei ao analista Go. Não foi EVASIVA, porque ele conhece minha opinião sobre o assunto. Inúmeras vezes deixei claro que as câmeras gravam imagens de fantasmas .
    /
    CONSIDERAÇÃO: sim, sei que foi resposta dada ao Gorducho, mas não deixou de ser evasiva. Deveria, ao contrário, fazer menção às evidências que anteriormente postou para que ele despertasse, se fosse o caso. Mas, mesmo agora vejo, infelizmente, outra falácia em ação, confira:
    .
    “INÚMERAS vezes deixei claro que as câmeras gravam imagens de fantasmas.”
    .
    Nítida falácia da supereextensão: se você “inúmeras vezes” deixou claro o que diz ter deixado, significa que foram tantas vezes que se torna impossível contá-las. Inúmeras não é o mesmo que “diversas”, “várias”, “muitas”, afirmar que comentou algo inúmeras vezes seria como se, desde o nascedouro, não falasse noutra coisa…
    /
    /
    BO: Caro Montalvão, com todo respeito que você merece, devo dizer. que não vou continuar embarcando nesta sua LOUCURA. Pode desconsiderar a sugestão de pedido de desculpas que fiz. Pode chamar de FALACIOSO, EVASIVO, LACÔNICO, etc. Não ligo. Minha sanidade é mais importante que isto.
    /
    CONSIDERAÇÃO: você é engraçado… mas é gente boa, suspeito…
    /
    /
    BO: Passe bem
    /
    CONSIDERAÇÃO: tô ótimo!

  445. Vitor Diz:

    Infelizmente esse foi o resultado da busca do haraldsson:
    .
    Have gone thru Hallgrimur Sveinsson´s fiels. Nothing there related to Indridi..

    Wish you peaceful and happy holidays,

    Erlendur

  446. Gorducho Diz:

    A morte poderia ser chutada pelos diretórios – claro que não com certeza porque o cara poderia ter se mudado de Copenhagen.
    E fica a dúvida se haveria publicação dos censos
    :?:
     
     
    FELIZ NATAL!

  447. Vitor Diz:

    Para você também, Gorducho!

  448. Borges Diz:

    Desejo ao Administrador, aos comentaristas e aos frequentadores deste site
    Feliz Natal

  449. Vitor Diz:

    Para vc tb, Borges, bem como aos demais!

  450. Borges Diz:

    Feliz 2017

  451. Vinicius Diz:

    Feliz 2017.
    Uma pérola do DPF
     

    Divaldo, Deus te abençoe. É tão difícil entender que no Brasil, sendo a “Pátria do Evangelho”, ainda existam tantas pessoas que não amam o próximo. Por quê?
     
    – Porque não são Espíritos do Brasil. Vêm de outras pátrias, de outras raças. Não são almas brasileiras. Vêm para cá, porque, se ficassem nos seus países de origem, os sentimentos de rancor e ressentimentos torná-los-iam mais desventurados.
     
    http://www.diasdacruz.org.br/2014/07/14/dois-milhoes-de-espiritos-franceses-reencarnaram-no-brasil/

  452. Borges Diz:

    Seria interessante solicitar ao DPF que exibisse o “manuscrito psicografado” do seu último livro.
    Um abraço

  453. Gorducho Diz:

    O Divaldo por incrivel que pareça tem conseguido me surpreeder negativavente…
    1° aquele ataque deselegante a aparentemente completamente injustificado aos judeus no Transição + Amanhecer.
    E agora esse “nacionalismo” barato. Isso tem pretensões de ser uma religião “internacional”… :o
     
    E o que significa: “de outras raças” (problema de teclado: question tag cá)
    “Raça” dos brasileiros é “melhor” que as outras (new queston cá)
     
     
    FELIZ ANO NOVO SRS. FORISTAS & LEITORES ANÔNIMOS

  454. Vitor Diz:

    Um feliz 2017 a todos, porque 2016 foi horrível!!!!

  455. Vinicius Diz:

    Realmente GORDUCHO, DPF insiste nessa questão dos judeus. Outro dia me perguntou se poderia ter algo a ver com FEESP, creio que não pois os livros dele são editados lá mesmo. Talvez, puro chute meu, algum judeu de grande fortuna não esteja ajudando as instituições de amparo social sei lá… E ele acaba generalizando,como fez com essa opinião sobre a “raça brasileira” . Aliás isso contrariou alguns CHIQ..,DIV.. E BEZE..RRISTAS.

  456. Vinicius Diz:

    Para você também VITOR e a todos do BLOG. Sucesso para nós no concurso(tenho estudado para o TRE-SP).

  457. Gorducho Diz:

    DESCULPE NÃO CITAR ICTALIZADO COMO DEVERIA SER, MAS ESTOU NUMA MÁQUINA COM TECLADO EM CURTO…
    ===============================================================
    porque 2016 foi horrível!!!!
    ===============================================================
    Peor impossível: abandono dos propósitos da Casa e propaganda de espiritismo estatístico e/ou anti-xenofóbico: i.e. o critério de validação é a besteira ser proposta em formato matemático ou ter origem anglo-nórdica.
    Esperemos que a Casa retorne à sensatez…

  458. Borges Diz:

    porque 2016 foi horrível!!!!
    .
    A Dilma caiu; o Cunha caiu; há “um montão” de gente atrás das grades e meu time foi campeão. Isso é horrível?
    Um abraço

  459. Marciano Diz:

    Olá, amigos.
    Quero mais uma vez agradecer a solidariedade de todos e desejar a vocês que realizem suas aspirações.
    Ainda estou muito triste, mas tocando a vida.

  460. Gorducho Diz:

    Presidente Montalvão: se acaso olhar por cá… :?:
    Pergunte ao ✈ pela mancha (acredito que uma daquelas banheiras portáteis inglesas tenha virado…).
     
    Ao alegar que as alegações dos espíritas não são verdadeiras ele se dá um tiro-no-pé pois admite então que o espiritismo é fake – seja pelos casos de simples farsa; seja pela auto-sugestão que eu acho que é de longe o mais comum. Cá dá no mesmo :!:
     
     
    Obs: lhe falo cá porque tentei me inscrever mas a proposta seria submetida ao Conselho Administrativo (ou órgão equivalente…) e não foi aprovada :mrgreen: acho.
    E pode ter proveito pra quem por cá olhe porque pelo mesmo é espiritismo…

  461. Vitor Diz:

    Oi, Borges
    a Dilma e o Cunha terem caído foi legal. As Olimpíadas também foram legais. Mas foi horrível quando o Renan peitou o STF e se manteve no poder. Vergonha para a Carmem Lúcia, que anos atrás já havia bancado a retardada quando não sabia o que significava quadrilha e um monte de gente escapou ou teve a pena abrandada devido à “estupidez” dela. Agora no começo desse ano houve um monte de prefeito e vereador que saiu da cadeia para assumir. Triste.

  462. Vitor Diz:

    Gorducho disse: “abandono dos propósitos da Casa ”
    .
    Expansão, não abandono.

  463. Gorducho Diz:

    Já não analisamos cá o causo do “espírito” do comandante do R-101, Sr. Administrador :?:

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