O CONJUNTO EXTRAORDINÁRIO DE COMUNICAÇÕES DE UMA MULHER ATRAVÉS DE MÉDIUNS PODE SER INTERPRETADO COMO EVIDÊNCIA CONVINCENTE DA VIDA APÓS A MORTE: MAS UMA EXPLICAÇÃO NÃO SOBREVIVENCIALISTA DEVE SER CONSIDERADA? (2026)

Desde a sua fundação em 1882, um dos principais interesses de pesquisa da Sociedade de Pesquisa Psíquica (SPR) tem sido determinar se os médiuns recebem mensagens telepáticas da mente viva de uma pessoa morta, confirmando assim a vida pessoal após a morte corporal, ou da mente de um consulente. Apesar das inúmeras pesquisas em andamento, a questão de se sobrevivemos à morte corporal permanece sem solução e sujeita a intensos debates. David Kennedy (1973) apresenta um relato muito convincente do que parece ter sido uma série de comunicações espontâneas, não solicitadas e transmitidas por um médium, provenientes de Ann, sua esposa falecida recentemente, indicando uma consciência observacional dos eventos ocorridos em sua vida após a morte dela, o que pode ser único na literatura. Apesar disso, a SPR não possuía um exemplar do livro de Kennedy até recentemente; portanto, parece improvável que muitos leitores estejam familiarizados com o seu relato. Para ler, clique aqui.

3 respostas a “O CONJUNTO EXTRAORDINÁRIO DE COMUNICAÇÕES DE UMA MULHER ATRAVÉS DE MÉDIUNS PODE SER INTERPRETADO COMO EVIDÊNCIA CONVINCENTE DA VIDA APÓS A MORTE: MAS UMA EXPLICAÇÃO NÃO SOBREVIVENCIALISTA DEVE SER CONSIDERADA? (2026)”

  1. Gorducho Diz:

    Me parece hipótese bem + provável que “Espíritos”. Compatível com minha impressão sobre existir Telepatia.

  2. Guilherme Diz:

    Gostei muito das provocações do Charman, mas ainda fiquei com uma dúvida. David relata que “a forma-pensamento Ann” (usando terminologia do Charman) o avisou que seu carro estava com um problema na lanterna. Ora, como ele poderia ter transmitido isso telepaticamente se ele próprio não sabia disso?

  3. MARIANA Diz:

    Muito interessante mesmo. Mas quem foram as testemunhas desses acontecimentos? Desculpa mas uma pessoa enlutada pode criar histórias pra se sentir melhor. Pessoas não enlutadas também podem obviamente. O ser humano é muito complexo. Eu gosto dos relatos anedoticos porque eles são mais fortes e completos, mas tem que ter muita credibilidade

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