MALBA TAHAN, O PLÁGIO, E A LEPRA DE CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA

Malba Tahan expõe a repetição incomum e altamente específica da expressão “lepra santa” em dois poemas atribuídos, via psicografia, a Jésus Gonçalves e Virgílio Quaglio. Para Malba Tahan, tais convergências não são traços de duas personalidades espirituais, mas indícios claros de uma mesma mão estética — humana, não sobrenatural. O artigo ainda revela um universo onde a doença é transformada em penitência e culpa, reforçando estigmas que a ciência há muito desmente. No fim, não resta nada celestial: resta apenas a marca nítida da construção humana. Para ler, clique aqui.

5 respostas a “MALBA TAHAN, O PLÁGIO, E A LEPRA DE CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA”

  1. Lucas Arruda Diz:

    Bom dia, Vitor.

    Vitor, falando sobre o Waldo Vieira, ou sobre o CEAEC em geral, existe um site chamado “Infotares”, que basicamente faz um resumo do que o CEAEC propõe:
    https://infotares.wordpress.com/

    Não vou negar que já li boa parte do livro “Projeciologia” e, pessoalmente, cheguei a praticar as técnicas de MBE propostas pelo CEAEC. Como levo muito a sério os fenômenos da parapsicologia, sou totalmente honesto no meu relato: com a prática constante do Estado Vibracional (EV) e da MBE, sinto de forma nítida, e realmente nítida, o Estado Vibracional descrito pelo CEAEC. Chego a perceber estalos ou ruídos na nuca quando intensifico a circulação fechada da energia.

    Suspeito fortemente que essa experiência, no caso o EV, vá além de um simples fator psicológico. Mesmo afirmando que, até agora, não vivenciei nenhuma projeção consciente, mantenho toda a seriedade e honestidade ao dizer que, em alguns momentos, principalmente quando desejo que a precognição se manifeste nos sonhos, surgem fragmentações aleatórias e, na maioria das vezes, insignificantes, de situações do dia seguinte. Talvez haja alguma correlação com o EV, ou pelo menos é algo que suspeito fortemente.

  2. Lucas Arruda Diz:

    O CEAEC também suspeita que o fenômeno da PES (percepção extrassensorial) seja uma espécie de projeção extracorpórea parcial — hipótese com a qual concordo, sobretudo porque não há, até o momento, evidências de um sinal de transmissão físico ou de qualquer mecanismo material que explique a PES em suas modalidades de visão remota e precognição.

    É sempre válido analisar os experimentos de Ganzfeld, cujos resultados estatísticos são esmagadoramente favoráveis à existência da PES como fenômeno real. No entanto, é igualmente importante investigar os mecanismos envolvidos. A associação entre ondas ELF (extremely low frequency) e visão remota, por exemplo, não explica a baixa taxa de transmissão de bits observada nos estudos de Stephan Schwartz. Mais problemático ainda é explicar a precognição: sabe-se que as ondas ELF não podem transportar informações do futuro para o presente. Até agora, não há sequer candidatos físicos viáveis para a transmissão de informações precognitivas — apenas teorias especulativas, como a de Edwin C. May, que menciona a possibilidade de buracos de minhoca, embora ele mesmo evite supor que um sinal bruto pudesse atravessá-los.

    Diante disso, considero que, se a PES não possui uma base física demonstrável, ela de certo modo “transcende” a realidade material — o que soa estranho, mas parece corresponder aos fatos. O desafio, agora, é compreender como algo aparentemente impossível se torna possível nesse contexto.

  3. Lucas Arruda Diz:

    Sobre os Experimentos Ganzfeld:

    Para quem deseja um excelente resumo sobre os experimentos relacionados ao Ganzfeld, recomendo acessar o site Psi Encyclopedia, por meio deste link:
    https://psi-encyclopedia.spr.ac.uk/articles/ganzfeld-esp/

    Já para ler um dos vários artigos traduzidos pelo Vitor sobre o Ganzfeld — este mais focado na Telepatia —, sugiro a leitura deste artigo:
    https://app.box.com/s/wcef0xtvr1zkh10kff6cxqm685w4jmkx

    Sobre o fenômeno PES (Percepção Extrassensorial):

    Sempre menciono o artigo de Etzel Cardeña, publicado na revista American Psychologist, por se tratar de uma referência da ciência mainstream. Para acessar tanto a metanálise sobre Ganzfeld quanto sobre PES (Telepatia, Visão Remota e Precognição) e outros fenômenos (Micro e Macro PK, curas anômalas), consulte este excelente artigo:
    https://app.box.com/s/7okanski3sorelx2gmci07uwy8m2q9uf

    Sobre Ingo Swann e a PES:

    Recomendo dois textos: um trecho de Russell Targ e outro de Michael Persinger, que podem ser acessados aqui:
    https://app.box.com/s/z7s86me9q1mtc19icufatq759b1c3pk0
    https://app.box.com/s/qary5tjy2rtde0di606x5ewzguuldgby

    Sobre Sean Harribance e seus fenômenos (incluindo a PES, área em que tanto se destacou):

    Recomendo estes dois artigos — um deles envolvendo diretamente Persinger:
    https://app.box.com/s/wmu8solr1yzg1h2svpohpfma52d6nmjc
    https://obraspsicografadas.org/2014/sean-harribance-psquico-excepcional-2010/

  4. Lucas Arruda Diz:

    Para consultar um artigo fundamental sobre PES, escrito em inglês, que aborda a impossibilidade da frequência extremamente baixa (ELF) como mecanismo de transmissão de informação para a PES, recomendo o trabalho de Stephan Schwartz:

    “Two Application-Oriented Experiments Employing a Submarine Involving a Novel Remote Viewing Protocol, One Testing the ELF Hypothesis”

    Sobre Edwin C. May e sua teoria acerca da precognição, é possível acessar um resumo de sua bibliografia no site da Psi Encyclopedia, por meio deste link:
    https://psi-encyclopedia.spr.ac.uk/articles/edwin-c-may/

    Vale notar que May não arrisca teorizar sobre o tipo de sinal que viajaria pelo espaço-tempo, limitando-se a sugestões vagas em seu artigo de 2015 sobre buracos de minhoca, sem especificar, contudo, o que de fato trafegaria através deles.

  5. Lucas Arruda Diz:

    Para finalizar por hoje, desejo desde já a todos um ótimo começo de noite. Reconheço que o Dr. Waldo Vieira possa, de fato, ter se envolvido em polêmicas ao longo de sua trajetória. No entanto, pessoalmente, confio em muitos dos temas abordados pelo IIPC e pelo CEAEC, especialmente por observar que essas instituições contam com membros sérios e comprometidos com uma abordagem que busca ser científica. Recomendo, inclusive, que todos acessem os sites do IIPC e do CEAEC, onde constam os nomes de diversos voluntários que atuam nessas pesquisas.

    Não sou voluntário dos laboratórios — embora, por um curto período, tenha pertencido à AMORC (Rosacruz), onde pude perceber a profundidade de certos temas. Se um dia, por alguma circunstância, eu vier a me tornar voluntário do CEAEC, será com grande honra.

    Percebo, no entanto, que muito do que o CEAEC propõe ainda não foi comprovado, nem pela parapsicologia nem pela ciência convencional. Isso se deve, em grande parte, ao fato de seus experimentos focarem essencialmente na autopesquisa, o que considero um ponto crítico — já que a parapsicologia, dentro do possível, busca estudar os fenômenos com ferramentas mais objetivas.

    Ainda assim, comparando com a AMORC, posso dizer que, se as proposições do CEAEC estiverem corretas, nem mesmo os temas abordados pela Ordem Rosacruz alcançam o mesmo nível de profundidade.

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