Um plágio da médium argentina Adela Albertelli

Segue um plágio descoberto da médium argentina Adela Albertelli e publicado originalmente na revista portuguesa “Estudos Psíquicos”. Para ler, clique aqui. Pretendo ainda trazer outros artigos dessa revista, incluindo fotos “inéditas” de materialização.

6 respostas a “Um plágio da médium argentina Adela Albertelli”

  1. MOIZES Diz:

    Vitor,

    Lembra quando foi a discussão sobre a Ederlazil, a dita médium que materializava podridão?

    Procurei em várias datas e não achei. Tentei achar pelo nome, mas não fui feliz.

  2. Vitor Diz:

    Oi, Moizés
     
    Há 2 artigos sobre a Edelarzil no blog:
     
    (a) https://obraspsicografadas.org/2012/edelarzil-munhoz-cardoso-vs-padre-quevedo/
     
    (b) https://obraspsicografadas.org/2012/a-mdium-do-algodo-uma-investigao-verso-revista-e-atualizada/

  3. MOIZES Diz:

    Valeu, vou verificar.

  4. Abzugal Diz:

    Honestamente temos que concordar que o mundo seria bem melhor se tivéssemos mais pessoas como a Ahaiyuta/Kasdeya, Brian Peeples, Nyx Land, RadGuy24, TwoWhateverist e afins, no sentido das pessoas conseguirem sim ter um ceticismo saudável e entender os limites do mundo física/material e como o mundo físico/material funciona na prática. Eu sei que eles são semi-anôminos e que não possuem trabalhos formais sobre o tema, exceto talvez pela Nyx Land. Inclusive a própria Nyx Land também critica muito como a academia moderna é organizada e ela consegue explicar várias coisas espirituais e afins por meio do materialismo e vice-versa. Sem contar como que a TwoWhateverist prefere utilizar o termo “paraciência” ao invés de pseudociência para descrever áreas que visam explicar temas que estão fora dos campos científicos, como as ciências espirituais, ocultas, metafísicas, esotéricas e afins, inclusive a TW reconhece que até mesmo dentro das paraciências você tem que ter um certo nível de rigor como nas ciências sociais e humanas. Mas falta muito no mundo em que vivemos as pessoas entenderem como estas questões funcionam etc.

    Mesmo que hoje em dia a ciência física/material/natural e a academia ocupem o mesmo espaço de poder dentro do estado/governo que a religião e a igreja ocupavam a séculos atrás. As pessoas continuam as mesmas, talvez Jiang Xueqin já seja um tema saturado, mas ele explica muito bem sobre como que os humanos eram mais conscientes de si mesmos na era do politeísmo e afins, apesar que vc pode discordar disso claro. Claro, Jiang talvez pisa muito na bola quando ele fala de tecnomarxismo, marxismo, comunismo e de temas envolvendo Trump, Epstein, ida do homem a lua, Grande Israel (tipo ele deveria falar em Pax Sionistica e não Pax Judaica já que Pax Sionistica é mais apropriado para os planos de Grande Israel) e afins, mas eu entendo a mensagem que ele quer passar quando ele fala da ida do homem a lua e afins. Mas não podemos negar que quando ele acerta ele acerta e muito.

    Mesmo que a Kasdeya/Ahaiyuta seja acusada de “pseudohistória” e de “charlatanismo” por parte do Temple of Sumer e da comunidade do r/Sumer pelo Abzuísmo e pela sua visão dos deuses etc. Isso não exclui que de fato o Abzuísmo e afins são uma religião válida e uma forma de espiritualidade válida, já que é assim que religiões surgiram e surgem. E também pela Kasdeya saber “ler a comunidade” quando se trata destas questões. Apesar que ela é criticada também pelo Brian e pelo Rad pela forma que ela representa Abzu como se fosse pior e mais sádico que o próprio Cthulhu, o que não é na prática.

    Enfim, como a Kasdeya diz de que casos genuínos de mediunidade e de capacidades psíquicas são tipo 0,01% de 99,99%. Então é claro que é algo bem complicado. Inclusive o motivo da Kasdeya não virar uma “Madre Quevedo da Romênia/UE/Europa” é pelo fato disso não dar dinheiro nenhum, assim como que ela tem outros planos etc.

  5. MOIZES Diz:

    Eu, do alto de debaixo de minha cama de sonhos, a mim mesmo indagava se todo médium fraudava, a resposta, a qual eu não esperava, foi um rotundo SIM, do verbo yes!
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    Quase caí morto aos meus próprios pés, como assim, a mim mesmo insisti, qual a garantia que me dás, de que tu, ó mente, és veraz?
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    Vou te dizer, rapaz, a garantia da indução, garantia perfeita, respondeu-me um tanto contrafeita.
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    Retruquei que, sem querer fazer desfeita, os cisnes haviam provado que a indução é argumento falhado, está descartado.
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    Falhado para cisnes, respondeu, não para contatos com quem já morreu!
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    Então, perguntei à socapa, nem o Xavier escapa?
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    Ele é a prova exata que da fraude médium algum se safa!
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    Como assim? Teu pensamento me parece ruim!
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    Achegue-se a mim que explicarei, tintim por tintim…
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    Assim o fiz, já meio aperreado, eu chegara empolgado e agora quedava derreado.
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    Pense bem, se Chico, o maior médium que o mundo tem, tinha mais fraude que um lotado trem, por que não os outros também?
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    Aí, respondi, voltamos ao problema da indução, meu irmão! (Quero lembrar que eu conversava comigo, apesar de ser um diálogo amigo, não estava isento de perigo).
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    Observe, continuou a explicação, a referida indução não parte do de menor expressão para a generalização, nada, venho da amplitude total para a esfera do trivial.
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    Mas, fraudam por quê, que ganho almejam obter?
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    Há os que fraudam por razão econômica, chegando a auferir cifra astronômica, mas outros não, é por variada razão.
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    Qual seria essa variada motivação?
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    Sabe como é, almejo de confirmar a fé; desejo quase irado, de ser respeitado e até, sem fazer rolo, tentativa de consolo. Os malandreados mediunizam de caso pensado, outros pela ingenuidade são levados.
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    Eu tinha mais o que conversar, mas estava na hora do jantar…

  6. MOIZES Diz:

    Esqueci de referir ao autor da pregressa reflexão: Laguzubazão, um quase meu meio-irmão…

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