Arquivo ‘Obras de Chico Xavier’ Categoria

As Cartas Psicografadas de Chico Xavier com Pessoas Desconhecidas às Famílias das Vítimas (2015)

quarta-feira, abril 22nd, 2015

Este artigo revela um padrão nas cartas psicografadas de Chico Xavier e explica por meios normais a grande maioria dos casos em que constam nomes de pessoas desconhecidas à família e que depois se mostram verídicos. Além disso, revela um caso claro do uso da técnica de leitura fria. Para lê-lo, clique aqui.

Explicando o caso Jair Presente

terça-feira, abril 14th, 2015

Esse artigo é uma resposta ao artigo de Moreira et al. Investigating the Fit and Accuracy of Alleged Mediumistic Writing: A Case Study of Chico Xavier’s Letters” (Investigando o Acerto e Precisão de Suposta Escrita Mediúnica: Um Estudo de Caso de Cartas de Chico Xavier) publicado na revista Explore. O artigo de Alexander já foi traduzido por mim e pode ser lido aqui. Minha resposta pode ser lida aqui.

Semelhanças entre “Nosso Lar” (1944), “Memórias de Um Suicida” (1954), e “Violetas na Janela” (1993)

sexta-feira, dezembro 19th, 2014

Apresento as semelhanças que pude encontrar em 3 livros psicografados (Nosso Lar, Memórias de um Suicida, Violetas na Janela) de diferentes médiuns. Um dos livros – “Violetas na Janela” – porém, em determinado trecho, admite conhecimento do livro “Nosso Lar”:

Tinha lido muitos livros espíritas, gosto muito de ler. E me veio à lembrança o livro Nosso Lar, de André Luiz. O autor narra bem como é viver numa Colônia. (Capítulo 3, pág. 6).

Feita essa ressalva, vamos às semelhanças. Para acessar o artigo, clique aqui.

Ainda Lêntulo, o sufeta – resposta a Nagipe Assunção

quinta-feira, dezembro 11th, 2014

O  sr.  Carlos  Henrique  Nagipe  Assunção,  bacharel  em  História  e  pesquisador  da ambiência sócio-cultural de “Há Dois Mil Anos”, psicografia de Francisco Cândido Xavier, fez publicar na Internet um artigo no qual, a partir do estabelecimento dum cônsul sufeta  para o ano 27 dC de  nome “Públio  Cornélio  Lêntulo”,  defendia  a existência histórica do “Públio Lêntulo” da referida psicografia, o qual seria, de fato, tal sufeta.  Uma análise de tal trabalho, de autoria do Sr. JCFF, já teve a sua primeira parte publicada no  portal  “Obras  Psicografadas”;  tal  análise  procurava  demonstrar  a inconsistência de tal identificação, malgrado o fato de ter havido, de fato, com razoável grau de probabilidade, um sufeta em 27 dC com o nome de Públio Cornélio Lêntulo (mais exatamente, Públio Cornélio Lêntulo Cipião). Não obstante, o sr. Nagipe Assunção levantou alguns questionamentos acerca da anteriormente referida pesquisa sobre o sufeta de 27 dC. Basicamente, contestou o fato de o sufeta de 27 dC ser um Lêntulo Cipião; além disso, fez ver que a identificação do sufeta de 27 dC constante em trabalho anterior estava equivocada (com o prenome “Lúcio”, ao invés de “Públio”); enfim, questionou algumas conclusões esposadas noutra pesquisa do sr. JCFF, acerca da antroponímia utilizada por Xavier em sua psicografia. O pequeno trabalho aqui apresentado, por conseguinte, procura dar resposta às observações levantadas pelo sr. Nagipe Assunção. Para acessá-lo, clique aqui.

Em torno de Nosso Lar (2014)

segunda-feira, novembro 24th, 2014

Está disponível para download a dissertação de mestrado “Em torno do Nosso Lar: uma análise das controvérsias produzidas no movimento espírita”. Ela foi defendida por Fabiano Vidal em julho deste ano pelo programa de pós em Ciências das Religiões pela Universidade Federal da Paraíba. Para acessá-la, clique aqui. O blog Obras Psicografadas está citado na página 88! Mais uma inserção acadêmica!

INVESTIGANDO O ACERTO E A PRECISÃO DA ALEGADA ESCRITA MEDIÚNICA: UM ESTUDO DE CASO DAS CARTAS DE CHICO XAVIER (2014)

sábado, agosto 16th, 2014

Este artigo foi publicado na revista Explore. Abaixo segue a tradução que fiz. Quem quiser o artigo em pdf, clique aqui. Para doc, clique aqui.

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LÊNTULO, O SUFETA – RESPOSTA A NAGIPE ASSUNÇÃO (APÊNDICE 1 – FIGURAS DE CRISTO, PARTE 3 DE 3)

sexta-feira, julho 4th, 2014

Não há nenhuma narrativa evangélica, ou testemunho apostólico, ou dos Padres Apostólicos, acerca do aspecto físico de Jesus. Quando mencionavam tal assunto, os escritores cristãos da época pré-constantiniana utilizavam-se de duas passagens bíblicas para defender quer um aspecto físico “feio”, quer um aspecto físico “belo” para Cristo, sendo que a hipótese da feiúra (fealdade) foi a mais antiga. Em nenhum momento foi citada uma “carta de Lêntulo” para justificar tais concepções, e essa personagem, bem como sua “carta”, permaneceram completamente desconhecidas.

Quando, além das considerações literárias, passam a se considerar as representações artísticas de Jesus nas catacumbas, entre os meados do séc. III dC e os inícios do séc. IV dC, vê-se que Cristo é invariavelmente representado como um jovem imberbe, de cabelos curtos, ou não muito longos, em flagrante contraste, aliás, com a descrição constante na “carta de Lêntulo”.

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LÊNTULO, O SUFETA – RESPOSTA A NAGIPE ASSUNÇÃO (APÊNDICE 1 – FIGURAS DE CRISTO, PARTE 2 DE 3)

sexta-feira, julho 4th, 2014

Junto com a “antiga” tipologia (Cristo como jovem imberbe, de cabelos curtos, ou não muito longos), paralelamente ganha corpo o uso artístico, entre o início do séc. V dC e os meados do séc. VII dC, da “nova” tipologia (adulto barbado de cabelos longos), que lentamente torna-se a preferida, especialmente a partir da 2ª metade do séc. VI dC.

As razões para essa progressiva preferência parecem estar ligadas ao aspecto de maior “majestade” e de “poder” (arquétipo patriarcal?) da nova tipologia, numa época de insegurança cada vez maior.  De qualquer modo, não há nenhuma menção a uma “carta de Lêntulo” para justificar tal preferência.  Simplesmente, a pouco e pouco, ao longo das décadas, a nova imagem torna-se a preferida, e a mais imediatamente identificada pelas pessoas.  A seguir, exemplos do uso artístico dessa nova tipologia nesse período.

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LÊNTULO, O SUFETA – RESPOSTA A NAGIPE ASSUNÇÃO (Apêndice 1 – Figuras de Cristo, parte 1 de 3)

quinta-feira, julho 3rd, 2014

A pergunta que não quer calar (e que os adeptos da historicidade de “Públio Lêntulo” têm de explicar, e explicar detalhada e convincentemente) é – por que, tendo em mãos (ou conhecendo) uma “descrição” do Salvador, os escritores cristãos não a utilizaram? Por que nem sequer citaram, em parte alguma, o fato de que um “oficial” romano, em “missão” na Judéia, um tal de Públio Lêntulo, nobre de mais alta estirpe aliás, havia deixado um relatório, ou coisa que o valha, acerca de Jesus? 

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LÊNTULO, O SUFETA – RESPOSTA A NAGIPE ASSUNÇÃO (PARTE 2: Uma Noite nos Fasti – Caçando Públio Lêntulo)

quinta-feira, julho 3rd, 2014

O sr. Carlos Henrique Nagipe Assunção, segundo sua própria informação Bacharel em História, tornou pública, em portal eletrônico, pesquisa segundo a qual teria havido confirmação, nos Fastos Consulares, para a existência histórica dum “Públio Lêntulo” na época de Tibério, cônsul sufeta 27 dC, o qual seria justamente a encarnação pretérita do espírito “Emmanuel”, e personagem da psicografia “Há Dois Mil Anos”, de Francisco Cândido Xavier.  O texto encontra-se neste endereço: http://www.portalsaber.org/2014/06/amigos-do-portal-saber-com-muita.html. 

Não obstante, uma série de reparos podem ser feitos em relação às pesquisas do sr. Carlos Henrique Nagipe Assunção, os quais, a nosso ver, inviabilizam sua tentativa de dar à personagem fictícia “Públio Lêntulo” alguma substância histórica real.

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