“André Luiz: Revelação ou Adaptação?” – por Elias Inácio de Moraes
quarta-feira, março 27th, 2024Continuação da postagem anterior. Acrescentei referências, notas e comentários. Para ler, clique aqui.
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O material a seguir, referente a características bastantes problemáticas na mediunidade de Chico Xavier, foi postado em forma de vídeo no tik tok pelo pesquisador Elias Inácio de Moraes. Transcrevi o vídeo explicitando as referências citadas por ele em notas de rodapé. Para ler, clique aqui.
Esse artigo já havia sido publicado, mas novas descobertas foram feitas, o que exigiu uma atualização. Para saber mais, clique aqui.
Josefa Rosalía Luque Álvarez foi uma médium argentina nascida em 18/03/1893. Entre o final da década de 1940 e início da década de 1950 ela psicografou vários livros, incluindo Harpas Eternas, que busca ser mais um relato da vida de Jesus Cristo. O espírito comunicante seria um tal de Hilarião de Monte Nebo, supostamente contemporâneo de Cristo, e que em outra vida chamava-se Essen, discípulo e filho adotivo de Moisés (que, por sua vez, se trataria da penúltima encarnação de Jesus). Graças à disponibilização da Revista Internacional do Espiritismo, vários plágios referentes a este livro puderam ser redescobertos. Quem primeiro denunciou os plágios foi Waldomiro Benedito de Abreu (1914-1999), um advogado, político, poeta, escritor e historiador. Pus o livro Harpas Eternas disponível aqui e o artigo original do Waldomiro aqui. [O artigo do Waldomiro mereceria uma postagem só para ele, agradeço demais o serviço que ele prestou com a denúncia que fez, e se por um lado ele cometeu um grande erro referente ao livro Há Dois Mil Anos ao dizer que “Emanuel não calcou sua obra em outra conhecida da literatura mundial, romanesca”, o que hoje sabemos ser falso, por outro lado ele foi até profético quando escreveu “se viéssemos a descobrir que outra obra romanesca teria «inspirado» Emanuel, [ele] se transformaria num mísero papel-carbono.”] Para as comparações dos trechos da obra Harpas Eternas com os livros plagiados, clique aqui.
O colaborador Míssel Crítico foi quem primeiro descobriu trechos similares entre o livro “Paulo e Estevão” de Chico Xavier, e “Paulo, o 13º Apóstolo”, de Ernest Renan. Eu acabei descobrindo mais trechos e outra fonte que Chico se baseou para escrever sua obra. Para saber mais, clique aqui.
Notável correspondência foi observada pelo escritor Luciano dos Anjos em seu livro “A Anti-História das Mensagens Co-Piadas” entre o livro “Mecanismos da Mediunidade”, do alegado espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira e “O Átomo”, de Fritz Kahn. Porém, o colaborador Míssel Crítico encontrou mais correspondências e, dadas as descobertas feitas desde o esboço original deste artigo, bem como a compreensão mais madura do conceito de plágio, uma reformulação do artigo se fez necessária. Para ler o novo artigo, clique aqui.
Este é o livro do qual Chico Xavier copiou a lenda do Peixinho Vermelho pondo-a na introdução do livro Libertação. A história pode ser vista a partir da página 19. Para baixar o livro, clique aqui.
Míssel Crítico nos brinda com mais uma descoberta sensacional relacionada a 1 dos 2 únicos livros de Chico Xavier feito a partir de psicofonias transcritas – não se trata de psicografia desta vez. Para ler, clique aqui.
Elias Inácio de Moraes, autor do livro O Processo Mediúnico, na seção de comentários da postagem A GRANDE SÍNTESE (1937) X EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS (1959), pediu-me desculpas por não haver dado os devidos créditos ao trabalho exposto neste blog relativo aos plágios encontrados em livros “mediúnicos”. Tendo em vista o que ele escreveu, achei bom esclarecer algumas coisas. Para ler o pedido de desculpas dele e minha resposta, clique aqui ou aqui.
Vamos começar 2024 já com mais uma revelação relacionada a Chico Xavier! Descobri que até livro infantil ele copiava! Para ler o artigo, clique aqui.