Arquivo ‘Artigos Publicados’ Categoria

Algumas Memórias Psíquicas (1920), por John William Brodie-Innes

segunda-feira, junho 19th, 2017

Segue artigo de John William Brodie-Innes, amigo de Charles Darwin (embora Darwin tivesse 39 anos quando Brodie Innes nasceu, o pai de Brodie já era amigo de Darwin). Ele relata diversos fenômenos “sobrenaturais” que presenciou. Não há atas, ou detalhes completos, infelizmente. Ainda assim, vale o registro. Muito agradeço a Luis Felipe de Lima Correa Leite pela tradução! Para ler o artigo, clique aqui.

Sonho e Cardiologia Intervencionista: Relato de Caso (2017)

quarta-feira, junho 7th, 2017

O artigo traz um relato de caso do sonho precognitivo de um paciente com ataque cardíaco e uma análise da população de 100 pacientes consecutivos hospitalizados com ataque cardíaco em relação à presença e significado de sonhos precognitivos. Para ler o artigo traduzido, clique aqui.

Percebendo as Notícias Futuras: Evidências para a Retrocausação (2017)

terça-feira, junho 6th, 2017

Os autores adotam um procedimento muitíssimo similar aos “testes de jornais” feitos há cerca de um século com a médium Gladys Osborne Leonard. A maior diferença é que se usam fotos em vez de palavras, e há um espaço de 3 dias, em vez de apenas 1. Os resultados são extraordinários, de qualidade altíssima. Ambos os autores, se não são psíquicos profissionais, são pessoas que exibem muitos talentos psíquicos. Parabéns a eles, não só pelos resultados obtidos, mas a discussão também avança de forma significativa na compreensão do processo psi. Para ler o artigo traduzido, clique aqui. Para ler o artigo em inglês, clique aqui.

Hella Hammid – Psíquica Validada pela Polícia (1974)

terça-feira, maio 30th, 2017

O tenente de polícia Walter S. Konar valida a capacidade paranormal da psíquica Hella Hammid (jamais pega em fraude em anos de pesquisas com cientistas e pesquisadores diferentes, inclusive céticos). Para ler, clique aqui.

Hella Hammid – Psíquica Validada pela CIA (1974)

quinta-feira, maio 25th, 2017

Segue a tradução de parte do documento CIA-RDP96-00787R000700090008-0, em que uma cientista da CIA, cujo nome não é dado, valida as habilidades paranormais de Hella Hammid. Aproveito aqui para dizer que, apesar da grande divulgação da mídia em contrário, a CIA não validou Uri Geller, como revela o documento CIA-RDP96-00787R000400070029-2. Para ler parte do artigo sobre Hella Hammid traduzido, clique aqui.

Você tem medo do escuro? Notas sobre a psicologia da crença em histórias da ciência e oculto (2016), por Andreas Sommer

quinta-feira, abril 13th, 2017

A visão popular do conflito inerente entre a ciência e o oculto se tornou obsoleta pelos recentes avanços na história da ciência. No entanto, estas revisões historiográficas passaram despercebidas na compreensão pública da ciência e na educação pública em geral. Particularmente, as reconstruções da formação da psicologia moderna e suas ligações com a pesquisa psíquica podem mostrar que a visão padrão da última como motivada por um viés metafísico não resiste a uma análise. Para ler o artigo em português, clique aqui. Para ler o artigo em inglês, clique aqui.

A pesquisa psíquica e as origens da psicologia americana: Hugo Münstenberg, William James e Eusápia Palladino (2012), por Andreas Sommer

sexta-feira, abril 7th, 2017

Em grande parte desconhecido pelos historiadores das ciências humanas, no final do século XIX os pesquisadores psíquicos estavam ativamente envoltos na realização da incipiente psicologia acadêmica. Além disso, com poucas exceções, os historiadores falharam em discutir as implicações mais amplas do fato de que o fundador da psicologia acadêmica nos Estados Unidos, William James, considerava-se um pesquisador psíquico, e que procurou integrar o estudo científico da telepatia, mediunidade e outros temas controversos na disciplina nascente. Analisando a exposição da célebre médium Eusápia Palladino pelo alemão nato e psicólogo de Harvard Hugo Münsterberg como um exemplo representativo, este artigo discute as estratégias empregadas por psicólogos nos Estados Unidos para expulsar a pesquisa psíquica da agenda da psicologia científica. Argumenta-se que a historiografia tradicional da pesquisa psíquica, dominada por relatos profundamente avessos à sua própria matéria, tem sido parte de uma forma contínua de ‘trabalho-fronteira’ a reforçar o estatuto científico da psicologia. Para ler o artigo em português, clique aqui. Para lê-lo em inglês, clique aqui.

Pesquisa psíquica na história e filosofia da ciência. Uma introdução e revisão (2014), por Andreas Sommer

quarta-feira, abril 5th, 2017

Excelente artigo de Andreas Sommer mostrando como diversos membros da Academia reagem perante os estudos psi. Para ler o artigo em português, clique aqui. Para ler o artigo em inglês, clique aqui.

HIPOMETABOLISMO VOLUNTÁRIO EM UM IOGUE INDIANO (1987)

segunda-feira, março 27th, 2017

Neste artigo os pesquisadores confirmaram que os iogues indianos são capazes de entrar em um estado de hipometabolismo autoinduzido, mas os mecanismos permanecem desconhecidos. Para ler o artigo em português, clique aqui. Para ler o artigo em inglês, clique aqui.

Estudos sobre um iogue durante um confinamento de oito dias em uma cova fechada subterrânea (1973)

quinta-feira, março 23rd, 2017

Eis a versão completa do artigo sobre o iogue capaz de parar o próprio coração. Para ler, clique aqui. Eu busquei saber se seria possível reproduzir o fenômeno por meio de truque. Achei a exibição de um mágico (Guy Bavli) que supostamente simula o fenômeno aqui. Mostrei o vídeo a um neurocientista, que disse que o que o mágico fez é um truque muito mal feito. Monitores de ECG são muito sensíveis ao movimento, razão porque o paciente tem que ficar completamente imóvel durante o exame, caso contrário os artefatos atrapalham completamente o traçado. Chama a atenção também que os batimentos cardíacos observados através dos sinos estão em frequência mais alta do que o do ECG. Em suma o truque é muito simples, um monitor de ECG pré programado para simular a assistolia, duas atrizes como auxiliares de palco e uma encenação de uma parada cardíaca. Algo extremamente diferente do que o iogue fez…

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